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Índia – Wikipédia, a enciclopédia livre Índia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Para outros significados, veja Índia (desambiguação) . Coordenadas : 21° 07' N 78° 18' E भारत गणराज्य ( hindi ) ( Bhārat Gaṇarājya ) Republic of India ( inglês ) República da Índia Bandeira Brasão de armas Lema : ' Satyameva Jayate ' ( Sânscrito ) सत्यमेव जयते ( Devanágari ) 'A verdade, só, triunfa' [ 1 ] Hino nacional : জন গণ মন ( Jana Gana Mana ) ('És o soberano das mentes de todos') [ 2 ] Canção nacional : वन्दे मातरम् ( Vande Mātaram ) ('Curvo-me a ti, Mãe') [ 3 ] Gentílico : Indiano(a) Localização da Índia em verde escuro. Território disputado da Caxemira (que inclui reivindicações de Paquistão e China ) em verde-claro. Capital Nova Deli Cidade mais populosa Bombaim Língua oficial Hindi , inglês e mais 21 línguas nacionais Governo República federal [ 4 ] Democracia parlamentar [ 5 ] - Presidente Ram Nath Kovind - Vice-presidente Venkaiah Naidu - Primeiro-ministro Narendra Modi Independência do Reino Unido - Declarada 15 de agosto de 1947 - República 26 de janeiro de 1950 Área - Total 3 287 590 km² ( 7.º ) - Água (%) 9,56 Fronteira Paquistão , China , Nepal , Butão , Myanmar e Bangladesh População - Estimativa para 2011 1 210 193 422 [ 4 ] hab. ( 2.º ) - Censo 2001 1 027 015 248 hab. - Densidade 329 hab./km² PIB (base PPC ) Estimativa de 2015 - Total US$ 7,965 trilhões * [ 6 ] ( 3.º ) - Per capita US$ 6 161 [ 6 ] ( 133.º ) PIB (nominal) Estimativa de 2015 - Total US$ 2,09 trilhões * [ 6 ] ( 10.º ) - Per capita US$ 1 617 [ 6 ] ( 143.º ) IDH (2015) 0,624 ( 131.º ) – médio [ 7 ] Gini (2004) 36,8 Moeda Rupia indiana ( ) ( INR ) Fuso horário IST ( UTC +5:30) Org. internacionais ONU ( OMC ), G5 Cód. Internet .in Cód. telef. +91 Website governamental india.gov.in Índia (em hindi : भारत , Bhārat , pronunciado: [ˈbʱaːrət̪] . em inglês : India , pronunciado: [ˈɪndiə] ), oficialmente denominada República da Índia (em hindi : भारत गणराज्य , Bhārat Gaṇarājya . em inglês : Republic of India ), é um país da Ásia Meridional . É o segundo país mais populoso , o sétimo maior em área geográfica e a democracia mais populosa do mundo . Delimitada ao sul pelo Oceano Índico , pelo mar da Arábia a oeste e pelo golfo de Bengala a leste, a Índia tem uma costa com 7 517 km de extensão. [ 8 ] O país faz fronteira com Paquistão a oeste. [ nota 1 ] China , Nepal e Butão ao norte e Bangladesh e Mianmar a leste. Os países insulares do Oceano Índico — Sri Lanka e Maldivas — estão localizados bem próximo da Índia. Lar da Civilização do Vale do Indo , de rotas comerciais históricas e de vastos impérios, o subcontinente indiano é identificado por sua riqueza comercial e cultural de grande parte da sua longa história. [ 9 ] Quatro grandes religiões — hinduísmo , budismo , jainismo e siquismo — originaram-se no país, enquanto o zoroastrismo , o judaísmo , o cristianismo e o islamismo chegaram no primeiro milênio d.C. e moldaram a diversidade cultural da região. Anexada gradualmente pela Companhia Britânica das Índias Orientais no início do século XVIII e colonizada pelo Império Britânico a partir de meados do século XIX , a Índia tornou-se uma nação independente em 1947, após uma luta social pela independência que foi marcada pela extensão da resistência não violenta . [ 10 ] A Índia é uma república composta por 28 estados e sete territórios da união , com um sistema de democracia parlamentar . O país é a sétima maior economia do mundo em Produto Interno Bruto (PIB) nominal , bem como a terceira maior do mundo em PIB medido em Paridade de Poder de Compra . As reformas econômicas feitas desde 1991 transformaram o país em uma das economias de mais rápido crescimento do mundo. [ 11 ] no entanto, a Índia ainda sofre com altos níveis de pobreza , [ 12 ] analfabetismo , violência de género, doenças e desnutrição . Uma sociedade pluralista , multilíngue e multiétnica , a Índia também é o lar de uma grande diversidade de animais selvagens e de habitats protegidos. Índice 1 Etimologia 2 História 2.1 Antiguidade 2.2 Idade Média 2.3 Era moderna 2.4 Era contemporânea 3 Geografia 3.1 Biodiversidade 4 Demografia 4.1 Cidades mais populosas 5 Governo e política 5.1 Governo 5.2 Relações internacionais 5.3 Forças armadas 6 Subdivisões 7 Economia 8 Infraestrutura 8.1 Ciência e tecnologia 8.2 Educação 8.3 Saúde 8.4 Transportes 8.5 Energia 9 Cultura 9.1 Culinária 9.2 Artes e arquitetura 9.3 Artes cênicas 9.4 Literatura 9.5 Cinema e mídia 9.6 Esportes 9.7 Feriados 10 Ver também 11 Notas 12 Referências 13 Bibliografia 13.1 Visão geral 13.2 Etimologia 13.3 História 13.4 Geografia 13.5 Biodiversidade 13.6 Política 13.7 Relações exteriores e forças armadas 13.8 Economia 13.9 Demografia 13.10 Cultura 14 Ligações externas Etimologia [ editar | editar código-fonte ] O nome Índia é derivado de Indus , que por sua vez é derivado da palavra Hindu , em persa antigo . Do sânscrito Sindhu , a denominação local histórica para o rio Indus. [ 13 ] Os gregos clássicos referiam-se aos indianos como Indoi (Ινδοί), povos do Indus [ 14 ] A Constituição da Índia e o uso comum em várias línguas indianas igualmente reconhecem Bharat como um nome oficial de igual status . [ 15 ] Hindustão (ou Indostão), que é a palavra persa para a “terra do Hindus” e historicamente referida ao norte da Índia, é também usada ocasionalmente como um sinônimo para toda a Índia. [ 16 ] História [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: História da Índia Antiguidade [ editar | editar código-fonte ] Os primeiros restos de humanos anatomicamente modernos encontrados na Ásia Meridional datam de aproximadamente 30 mil anos atrás. [ 17 ] Sítios arqueológicos com arte rupestre do período Mesolítico foram encontrados em muitas partes do subcontinente indiano, como nos abrigos na Rocha de Bhimbetka , em Madhya Pradesh . [ 18 ] Por volta de 7 000 a.C. , os primeiros assentamentos neolíticos conhecidos apareceram no subcontinente em locais como Mehrgarh e outros no Paquistão ocidental. [ 19 ] Estes locais gradualmente desenvolveram a Civilização do Vale do Indo , [ 20 ] a primeira cultura urbana da Ásia Meridional. [ 21 ] essa civilização floresceu entre 2 500 e 1 900 a.C. no Paquistão e na região oeste da Índia. [ 22 ] Centrada em torno de cidades como Mohenjo-daro , Harapa , Dolavira e Kalibangan , e contando com variadas formas de subsistência, a cultura desenvolveu uma produção robusta de artesanatos e um amplo comércio. [ 21 ] Durante o período de 2000-500 a.C, culturas de muitas regiões do subcontinente fizeram a transição do Calcolítico para a Idade do Ferro . [ 23 ] Os Vedas , as escrituras mais antigas do hinduísmo , [ 24 ] foram compostas durante esse período [ 25 ] e os historiadores têm conectado os textos à cultura védica , localizada na região do Panjabe e na planície Indo-Gangética . [ 23 ] A maioria dos historiadores também considera que este período abrangeu várias ondas migratórias indo-arianas no subcontinente, de norte a oeste. [ 26 ] [ 24 ] [ 27 ] O sistema de castas , que criou uma hierarquia de sacerdotes , guerreiros e camponeses livres, mas excluiu os povos indígenas ao rotular suas ocupações como 'impuras', surgiu durante este período. [ 28 ] Sobre o planalto do Decão , evidências arqueológicas deste período sugerem a existência de um estágio patriarcal de organização política. [ 23 ] No sul da Índia, uma progressão para a vida sedentária é indicada pelo grande número de monumentos megalíticos que datam deste período, [ 29 ] bem como por vestígios de agricultura , tanques de irrigação e de tradições de artesanato . [ 29 ] Pinturas nas Grutas de Ajanta em Aurangabad , Maharashtra , do século VI No período védico, por volta do século V a.C. , as pequenas tribos do planalto do Ganges e de regiões do noroeste haviam se consolidado em 16 grandes oligarquias e monarquias que eram conhecidas como os mahajanapadas . [ 30 ] [ 31 ] A urbanização crescente e as ortodoxias desta época também criaram os movimentos de reforma religiosa do budismo e do jainismo , [ 32 ] sendo que ambos se tornaram religiões independentes. [ 33 ] O budismo, com base nos ensinamentos de Gautama Buda , atraiu seguidores de todas as classes sociais , com exceção da classe média . as narrações da vida de Buda foram fundamentais para o início do registro da história indiana. [ 32 ] [ 34 ] [ 35 ] O jainismo entrou em destaque na mesma época durante a vida de seu 'Grande Herói', Mahavira . [ 36 ] Em uma época de crescente riqueza urbana, ambas as religiões levantaram a renúncia aos bens materiais como um ideal [ 37 ] e estabeleceram mosteiros de longa duração. [ 30 ] Politicamente, por volta do século III a.C. , o Reino de Mágada tinha anexado ou reduzido outros Estados para emergir como o Império Máuria . [ 30 ] Já se acreditou que esse império controlou a maior parte do subcontinente com exceção do extremo sul, mas agora acredita-se que as suas regiões centrais eram separadas por grandes áreas autônomas. [ 38 ] [ 39 ] Os reis máurias são conhecidos tanto pela construção do seu império e determinação na gestão da vida pública, quanto pela renúncia de Asoca, o Grande (r. 273– 232 a.C. ) do militarismo e de sua promoção do darma budista. [ 40 ] [ 41 ] A literatura sangam, escrita em tâmil , revela que entre 200 a.C. e 200 d.C. o sul da península estava sendo governado pelas dinastias Cheras , Cholas e Pandias , que comercializavam extensivamente com o Império Romano e com o Sudoeste e o Sudeste da Ásia . [ 42 ] [ 43 ] Nesse período o território do país também se tornou parte da Rota da Seda , uma rede de rotas comerciais que ligava o Extremo Oriente à Europa . Por essas estradas os comerciantes indianos vendiam tecidos e especiarias para mercados da Ásia Central, enquanto monges e peregrinos budistas vinham da China , até o período das Grandes Navegações , quando ligações comerciais marítimas foram criadas entre o Ocidente e o Oriente. [ 44 ] No norte da Índia, o hinduísmo afirmou controle patriarcal familiar, o que levou ao aumento da subordinação das mulheres. [ 45 ] [ 30 ] Até os séculos IV e V, o Império Gupta havia criado um complexo sistema fiscal e de administração nos grandes planaltos do Ganges, que se tornou um modelo para reinos indianos posteriores. [ 46 ] [ 47 ] Sob os governos dos Guptas, um hinduísmo renovado baseado na devoção ao invés da gestão ritualística começou a se estabelecer. [ 48 ] A renovação se refletiu em um florescimento da escultura e da arquitetura, que encontrou patronos entre uma elite urbana. [ 47 ] A literatura sânscrita clássica floresceu e ciência, astronomia , medicina e matemática indianas tiveram avanços significativos. [ 47 ] Idade Média [ editar | editar código-fonte ] A grande gopura de granito no Templo de Brihadisvara em Thanjavur foi concluída em 1010 d.C. por Raja Raja Chola I A idade medieval indiana, de 600 a 1200 d.C. , é definida por reinos regionais e pela diversidade cultural. [ 49 ] Quando o imperador Harxa (r. 606–647) de Canauje , que governou grande parte da Planície do Ganges de 606 a 647 d.C. , tentou expandir seu território para o sul, ele foi derrotado pelo governante Chaluca do Decão . [ 50 ] Seu sucessor, na tentativa de expandir para o leste, foi derrotado pelo rei Pala de Bengala . [ 50 ] Quando os Chalucas tentaram se expandir para o sul, eles foram derrotados pelos Palavas, que por sua vez se opunham aos Pandias e aos Cholas, de ainda mais ao sul. [ 50 ] Nenhum governante desse período foi capaz de criar um império unificado e os territórios sob seu controle geralmente não passavam muito além de sua região central. [ 49 ] Durante este tempo, povos de pastoreio cujas terras tinham sido liberadas para abrir caminho para a crescente economia agrícola foram acomodados dentro do sistema de castas, assim como as novas classes dominantes não tradicionais. [ 51 ] O sistema de castas, consequentemente, começou a mostrar as diferenças regionais. [ 51 ] Nos séculos VI e VII, os primeiros hinos devocionais foram criados na língua tâmil . [ 52 ] Eles foram imitados por toda a Índia e levaram ao ressurgimento do hinduísmo e ao desenvolvimento de todas as línguas modernas do subcontinente. [ 52 ] A realeza indiana, grande e pequena, e os templos por ela frequentados, atraíram cidadãos em grande número para as principais cidades, que tornaram-se também importantes centros econômicos. [ 53 ] Templos em cidades de vários tamanhos começaram a aparecer em todos os lugares ao mesmo tempo que a Índia passava por outra era de urbanização. [ 53 ] Pelos séculos VIII e IX, os efeitos disso foram sentidos no Sudeste da Ásia , conforme os sistemas culturais e políticos do sul da Índia eram exportados para terras que se tornaram parte dos atuais Myanmar , Tailândia , Laos , Camboja , Vietnã , Malásia e Java ( Indonésia ). [ 54 ] Comerciantes, estudiosos e às vezes exércitos indianos envolveram-se nesta transmissão cultural. os asiáticos do sudeste do continente também tomaram a iniciativa e organizaram muitas peregrinações para os seminários indianos, além de terem traduzido os textos budistas e hindus para os seus respectivos idiomas. [ 54 ] Após o século X , clãs nômades muçulmanos do centro da Ásia usaram cavalaria de guerra e organizaram vastos exércitos unidos pela etnia e religião para invadir repetidamente as planícies do noroeste da Ásia Austral, levando à criação do islâmico Sultanato de Déli em 1206. [ 55 ] O sultanato controlou grande parte do norte da Índia e fez muitas incursões ao sul do subcontinente. Embora tenha sido perturbador para as elites indianas, o sultanato deixou a vasta população não muçulmana sujeita às suas próprias leis e costumes. [ 56 ] [ 57 ] Ao repelir repetidamente os invasores mongóis no século XIII , o sultanato salvou a Índia da devastação experimentada pela Ásia Central e Ocidental, criando o cenário para séculos de migração de soldados, homens instruídos, místicos, comerciantes, artistas e artesãos que vinham em fuga daquelas regiões para o subcontinente indiano, criando assim uma cultura indo-islâmica sincrética no norte do país. [ 58 ] [ 59 ] A invasão do sultanato e o enfraquecimento dos reinos da região do sul da Índia abriram o caminho ao Reino de Bisnaga . [ 60 ] Abraçando uma forte tradição xivaísta e construído sobre a tecnologia militar do sultanato, o império passou a controlar a maior parte da Índia peninsular [ 61 ] e foi influente na sociedade do sul do país por muito tempo. [ 60 ] Era moderna [ editar | editar código-fonte ] Mais informações: Império Mogol e Índia Britânica Taj Mahal , em Agra , construído entre 1632 e 1653 pelo imperador mogol Xá Jeã (r. 1628–1658) . O edifício é uma das mais belas expressões arquitetônicas do Império Mogol e uma das sete maravilhas do mundo moderno No início do século XVI , o norte da Índia, na época sob domínio principalmente muçulmano, [ 62 ] caiu novamente para a superioridade da mobilidade e do poder de fogo de uma nova geração de guerreiros da Ásia Central . [ 63 ] O subsequente Império Mogol não erradicou as sociedades locais que passou a governar, mas as equilibrou e pacificou através de novas práticas administrativas [ 64 ] [ 65 ] e de elites dominantes diversas e inclusivas, [ 66 ] levando a uma lei mais sistemática, centralizada e uniforme por todo o império. [ 67 ] Evitando sua identidade tribal e islâmica, especialmente durante o governo de Acbar, o Grande (r. 1556–1605) , os mogóis uniram seus reinos distantes através da lealdade, expressa através de uma cultura influenciada pela Pérsia e de um imperador que tinha importância quase divina. [ 66 ] As políticas econômicas do Estado Mogol tiravam a maior parte das receitas do império do setor agrícola [ 68 ] e determinavam que os impostos deviam ser pagos em moedas de prata oficiais, [ 69 ] o que causou a entrada de camponeses e artesãos em mercados maiores. [ 67 ] A relativa paz mantida pelo império durante grande parte do século XVII foi um dos fatores que ajudaram na expansão econômica da Índia nesse período, [ 67 ] o que resultou em investimentos maiores em pintura, além de obras literárias, têxteis e de arquitetura. [ 70 ] Novos grupos sociais homogêneos no norte e no oeste da Índia, como os maratas , os rajaputes e os siques , ganharam ambições militares e de governo durante o domínio mogol, que, através da colaboração ou da adversidade, deu-lhes reconhecimento e experiência militar. [ 71 ] A expansão do comércio durante o governo mogol deu origem à novas elites comerciais e políticas ao longo das costas do sul e do leste do país. [ 71 ] À medida que o império se desintegrou, muitas dessas elites foram capazes de manter seus negócios sob controle. [ 72 ] Em 1498 o navegador português Vasco da Gama chega a Calecute , na costa ocidental do subcontinente indiano, o marco inicial de uma relação luso-indiana que duraria cerca de 500 anos. [ 73 ] Em 1510, o explorador português Afonso de Albuquerque amplia os territórios portugueses com a conquista de Goa , que rapidamente se tornaria a capital do Estado Português da Índia (uma entidade política parte do Império Português ). A Índia Portuguesa, como a colônia lusitana também era conhecida, inicialmente abrangia todos os territórios conquistados pelos portugueses no Oceano Índico , mas depois ficou restrita à Costa do Malabar , em territórios como Goa, Damão , Diu , Ilha de Angediva , Dadrá e Nagar-Aveli , Simbor e Gogolá . [ 74 ] No início do século XVIII , com a linha entre a dominação comercial e política cada vez mais tênue, uma série de empresas comerciais europeias, como a Companhia Britânica das Índias Orientais , haviam estabelecido postos nas regiões costeiras do país. [ 75 ] [ 76 ] O controle dos mares, maiores recursos, treinamento militar e tecnologia mais avançados levaram a Companhia Britânica das Índias Orientais a flexionar cada vez mais a sua força militar e tornar isso atraente para uma parcela da elite indiana. esses dois fatores foram cruciais para permitir que a Companhia Britânica ganhasse o controle sobre a região de Bengala em 1765 e marginalizasse as outras empresas europeias concorrentes [ 77 ] [ 75 ] [ 78 ] [ 79 ] O acesso maior às riquezas da Bengala e o subsequente aumento da força e do tamanho de seu exército permitiram à Companhia das Índias Orientais anexar ou subjugar a maior parte do subcontinente indiano durante os anos 1820. [ 80 ] A Índia então parou de exportar bens manufaturados e, em vez disso, passou a abastecer o Império Britânico com matérias-primas . Esse momento é considerado por muitos historiadores o início do período colonial no país . [ 75 ] Por esta altura, com seu poder econômico severamente restringido pelo parlamento britânico , a Companhia começou a entrar mais conscientemente em áreas não econômicas, como educação, reforma social e cultura. [ 81 ] Era contemporânea [ editar | editar código-fonte ] Ver artigos principais: História da República da Índia e Movimento de independência da Índia Gravura da Índia Britânica de uma edição de 1909 da The Imperial Gazetteer of India . As áreas diretamente governadas pelos britânicos estão sombreadas em rosa. os principados sob suserania britânica estão em amarelo Os historiadores consideram que a era contemporânea da Índia começou em algum momento entre 1848 e 1885. A nomeação, em 1848, de James Broun-Ramsay , Lord Dalhousie, como governador-geral do Companhia das Índias Orientais preparou o palco para alterações essenciais na transição do país para um Estado moderno. Estas mudanças incluíram a consolidação e a demarcação da soberania, a vigilância da população e a educação dos cidadãos. Mudanças tecnológicas — como as ferrovias, os canais e o telégrafo — foram introduzidas no país não muito tempo depois de sua introdução na Europa . [ 82 ] [ 83 ] [ 84 ] [ 85 ] No entanto, a insatisfação com a Companhia também cresceu durante este período e definiu a Revolta dos Sipais , em 1857. Alimentada por diversos ressentimentos e percepções entre a população, como as invasivas reformas sociais ao estilo britânico, altos impostos sobre propriedades e o tratamento sumário de alguns príncipes e fazendeiros ricos, a revolta abalou muitas regiões do norte e do centro da Índia e sacudiu os alicerces do governo da Companhia. [ 86 ] [ 87 ] Embora a rebelião tenha sido reprimida em 1858, ela levou à dissolução da Companhia das Índias Orientais e a administração da Índia passou a ser exercida diretamente pelo governo britânico . Além de proclamarem um Estado unitário e um sistema parlamentarista limitado, inspirado pelo parlamento britânico, os novos governantes também protegeram príncipes e aristocratas como uma salvaguarda contra uma possível agitação feudal futura. [ 88 ] [ 89 ] Nas décadas seguintes, a vida pública emergiu gradualmente em toda a Índia, levando à fundação do partido Congresso Nacional Indiano , em 1885. [ 90 ] [ 91 ] [ 92 ] [ 93 ] A corrida tecnológica e a comercialização da agricultura na segunda metade do século XIX foi marcada por muitos contratempos econômicos — muitos pequenos produtores tornaram-se dependentes dos caprichos de mercados distantes. [ 94 ] Houve um aumento no número de grandes crises de fome [ 95 ] e, apesar dos riscos do desenvolvimento de uma infraestrutura suportada pelos contribuintes indianos, pouco emprego industrial foi gerado para a população. [ 96 ] Houve também efeitos salutares: cultivos comerciais, especialmente na região recém-canalizada do Punjabe , levaram a um aumento da produção de comida para o consumo interno. [ 97 ] A rede ferroviária, desde o alívio da crise de fome, [ 98 ] ajudou a reduzir o custo dos bens móveis [ 98 ] e auxiliou a nascente indústria indiana. [ 97 ] Jawaharlal Nehru ( esquerda ) se tornou o primeiro primeiro-ministro da Índia, em 1947. Mahatma Gandhi ( direita ) liderou o movimento pela independência Após a Primeira Guerra Mundial , onde alguns milhares de indianos serviram , [ 99 ] um novo período começou. Ele foi marcado por reformas britânicas, mas também por uma legislação mais repressiva. pelas reivindicações cada vez mais estridentes da população indiana por independência e pelo começo de um movimento não violento de não cooperação , do qual Mohandas Karamchand Gandhi se tornaria o líder e símbolo de resistência. [ 100 ] Durante os anos 1930, uma lenta reforma legislativa foi promulgada pelos britânicos e o Congresso Nacional Indiano saiu vitorioso nas eleições seguintes. [ 101 ] A década posterior foi cheia de crises: a participação indiana na Segunda Guerra Mundial , o impulso final do Congresso para a não cooperação com os britânicos e uma onda de nacionalismo muçulmano. Todos foram coroados com o advento da independência em 1947, mas ao custo de uma sangrenta divisão do subcontinente em dois Estados: Índia e Paquistão . [ 102 ] Vital para a autoimagem da Índia como uma nação independente foi a sua constituição, concluída em 1950, que colocou no lugar da antiga colônia britânica uma república secular e democrática . [ 103 ] Nos 60 anos seguintes, a Índia teve um resultado misto de sucessos e fracassos. [ 104 ] Manteve-se uma democracia com liberdades civis , uma Suprema Corte ativista e uma imprensa, em grande parte, independente. [ 104 ] A liberalização econômica, que teve início na década de 1990, criou uma grande classe média urbana e transformou a Índia em uma das economias de mais rápido crescimento no mundo, o que aumentou a influência geopolítica do país. Filmes , músicas e ensinamentos espirituais indianos desempenham um papel cada vez maior na cultura mundial. [ 104 ] No entanto, o país também tem sido oprimido por uma pobreza aparentemente inflexível, tanto no meio rural quanto no urbano. [ 104 ] pela violência religiosa e entre castas . [ 105 ] por grupos insurgentes de inspiração maoista chamados naxalitas . [ 106 ] e pelo separatismo em Jammu e Caxemira e no Nordeste da Índia . [ 107 ] O país tem disputas territoriais não resolvidas com a China , que se deterioraram até a guerra sino-indiana de 1962. [ 108 ] e com o vizinho Paquistão , em guerras travadas em 1947 , 1965 , 1971 e 1999 . [ 108 ] A rivalidade nuclear entre a Índia e o Paquistão veio à tona em 1998. [ 109 ] As liberdades democráticas sustentadas da Índia são únicas entre as novas nações do mundo. no entanto, apesar de seus sucessos econômicos recentes, a liberdade de sua população desfavorecida continua a ser um objetivo a ser alcançado. [ 110 ] Geografia [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Geografia da Índia Mapa topográfico da Índia A Índia ocupa a maior parte do subcontinente indiano , encontrando-se por cima da placa indiana , uma placa tectônica que faz parte da placa indo-australiana . [ 111 ] Os processos geológicos que definiram a atual situação geográfica da Índia começaram há 75 milhões de anos, quando o subcontinente indiano, então parte do sul do supercontinente Gondwana , começou a se mover para nordeste através do que posteriormente se converteria no Oceano Índico . [ 111 ] A colisão superior do subcontinente com a placa euro-asiática e a subducção debaixo dela deram lugar à cordilheira do Himalaia , o sistema montanhoso mais alto do planeta, que atualmente é a fronteira da Índia a norte e a noroeste. [ 111 ] O antigo leito marinho que emergiu imediatamente ao sul do Himalaia fez com que o movimento da placa criasse uma grande depressão, que foi sendo levada pouco a pouco por sedimentos propagados por rios, [ 112 ] o que atualmente constitui a planície Indo-Gangética . [ 113 ] A oeste desta planície encontra-se o deserto do Thar , separado pela cordilheira Avarali . [ 114 ] A placa original indiana corresponde hoje ao subcontinente indiano, sendo também a parte mais antiga e estável da Índia, que se estende desde o norte, com as cordilheiras Satpura e Vindhya no centro. Estas cordilheiras paralelas vão desde a costa do mar Arábico , no estado de Gujarat , até o planalto de Chota Nagpur , no estado de Jharkhand . [ 115 ] No sul, o planalto do Decão contém à esquerda e à direita os Gates Ocidentais e Orientais . [ 116 ] o planalto contém as formações rochosas mais antigas do território, algumas com mais de um bilhão de anos de idade. Os pontos extremos do país se localizam a 6° 43' e 39° 26 'de latitude norte [c] e 68°7' e 89°25' de longitude leste. [ 117 ] O Kangchenjunga , na fronteira entre a Índia e o Nepal, na cordilheira do Himalaia , é o ponto mais alto do país, a uma altitude de 8 586 metros acima do nível do mar A Índia tem 7 517 quilômetros de litoral . destes, 5 423 pertencem ao subcontinente indiano e 2 094 pertencem aos arquipélagos de Andamão e Nicobar e Laquedivas . A costa indiana tem 43% de praias arenosas, 11% de costas rochosas (incluindo falésias ) e 46% de marismas ou costas pantanosas. [ 8 ] Os principais rios têm sua origem na cordilheira Himalaia, como o Ganges e o Brahmaputra , que desembocam no golfo de Bengala . [ 118 ] Entre os afluentes mais importantes do Ganges encontram-se os rios Yamuna e o Kosi , cuja pendente extremamente baixa provoca inundações catastróficas quase todos os anos. Os rios peninsulares mais importantes cujas pendentes evitam inundações são o Godavari , o Mahanadi , o Kaveri e o Krishna , que também desembocam no golfo de Bengala. [ 119 ] e os rios Narmada e Tapti , que desembocam no mar Arábico. [ 120 ] Na costa oeste, encontram-se também os pântanos do Rann de Kutch, enquanto no leste há a área protegida de Sundarbans , que a Índia divide com Bangladesh . [ 121 ] A Índia possui dois arquipélagos: Laquedivas, atóis de corais na costa sudoeste indiana, e as ilhas de Andamão e Nicobar, cadeias de ilhas vulcânicas no mar de Andamão . [ 122 ] O clima indiano é fortemente influenciado pelo Himalaia e pelo deserto do Thar, os quais favorecem o desenvolvimento das monções . [ 123 ] O Himalaia barra a entrada de ventos catabáticos frios, vindos da Ásia Central , mantendo a maior parte do subcontinente indiano mais quente do que a maioria das localidades que se localizam em latitudes similares. [ 124 ] [ 125 ] Índia pela classificação climática de Köppen-Geiger O deserto do Thar desempenha um papel crucial para atrair ventos de monção carregados de umidade desde o sudoeste, os quais entre junho e outubro proporcionam a maioria das precipitações do país. [ 123 ] As zonas climáticas principais que predominam em território indiano são o tropical úmido , tropical semiúmido e o subtropical úmido . [ 126 ] Biodiversidade [ editar | editar código-fonte ] O território indiano se encontra dentro da biorregião himalaia, que apresenta grande biodiversidade . Acolhendo 7,6% de todos os mamíferos , 12,6% de todas as aves , 6,2% de todas os répteis , 4,4% de todos os anfíbios , 11,7% de todos os peixes e 6% de todas as espermatófitas do mundo, a Índia é um dos dezoito países megadiversos . [ 127 ] Em muitas regiões indianas existem altos níveis de endemismo . em geral, 33% das espécies indianas são endêmicas . [ 128 ] [ 129 ] Os bosques da Índia variam de florestas úmidas nas ilhas de Andamão, Gates Ocidentais e noroeste indiano, até florestas temperadas de coníferas do Himalaia. Entre esses extremos encontram-se os bosques caducifólios da Índia Oriental. o bosque caducifólio no centro-sul e o bosque xerófito do Decão central e a planície ocidental do Ganges . [ 130 ] Estima-se que menos de 12% da massa da Índia Continental esteja coberta por densos bosques. [ 131 ] O pavão-indiano ( Pavo cristatus ), a ave nacional do país Elefante-asiático no Parque Nacional de Bandipur, em Karnataka . Muitas espécies da Índia são descendentes de táxons originários de Gondwana , do qual a placa tectônica indiana se separou. O movimento posterior da placa do subcontinente indiano e a sua colisão com a massa de terra da Laurásia deu início a um intercâmbio massivo das espécies. Entretanto, o vulcanismo e as mudanças climáticas registradas há vinte milhões de anos provocaram uma extinção em massa de espécies originárias de Gondwana. [ 132 ] A partir de então, mamíferos ingressaram ao subcontinente a partir da Ásia por meio de dois passos zoogeográficos em ambos os lados emergentes do Himalaia. [ 130 ] Em consequência, apenas 12,6% dos mamíferos e 4,6% das aves são espécies endêmicas, em contraste com 45,8% dos répteis e 55,8% de anfíbios endêmicos. [ 127 ] Na Índia existem 172 espécies ameaçadas , ou 2,9%. [ 133 ] Entre elas encontram-se o leão-asiático , o tigre-de-bengala e o abutre-indiano-de-dorso-branco ( Gyps bengalensis ), que está quase ameaçado de extinção devido à ingestão de carne de gado tratada com diclofenaco . [ 134 ] Nas últimas décadas, a invasões humanas generalizadas e ecologicamente devastadoras criaram uma ameaça crítica à vida silvestre da Índia. Em resposta, o sistema de áreas protegidas e parques nacionais , estabelecido pela primeira vez em 1935, foi ampliado consideravelmente. Em 1970, o governo indiano decretou a Lei de Proteção da Vida Silvestre [ 135 ] e o 'Projeto Tigre', para proteger o habitat crucial destes animais, além de em 1980 ter sido decretada a Lei de Conservação dos Bosques. [ 136 ] A Índia tem mais de quinhentos santuários de vida selvagem e treze reservas da biosfera , [ 137 ] quatro das quais fazem parte da Rede Mundial de Reservas da Biosfera . Vinte e cinco zonas de umidade estão registradas na Convenção sobre as Zonas Úmidas . [ 138 ] Demografia [ editar | editar código-fonte ] Mapa da densidade populacional e da rede ferroviária da Índia. A já densamente povoada Planície Indo-Gangética é o principal motor de crescimento da população do país Ver artigo principal: Demografia da Índia Ver também: Religiões e criminalidade na Índia Com uma população de mais de um 1 000 000 000 de habitantes, [ 139 ] a Índia é o segundo país mais populoso do mundo. Desde os anos 1960, o país tem vivido um rápido aumento em sua população urbana devido, em grande parte, aos avanços médicos e aos aumentos massivos da produtividade agrícola devidos à ' revolução verde '. [ 140 ] [ 141 ] A população urbana da Índia no fim do século XX era onze vezes superior à do início do século e vem se concentrando cada vez mais nas grandes cidades. Em 2001, 35 cidades indianas tinham população igual ou superior a um milhão de habitantes . Cada uma das três cidades mais populosas ( Bombaim , Déli e Calcutá ) tinham então mais de dez milhões de habitantes. Porém, nesse mesmo ano, 70% da população indiana vivia em áreas rurais. [ 142 ] [ 143 ] A Índia é a segunda entidade geográfica com maior diversidade cultural, linguística e genética do mundo, depois da África . [ 144 ] O país é o lar de duas grandes famílias linguísticas: a indo-ária (falada por aproximadamente 74% da população) e a dravídica (falada por aproximadamente 24%). Outras línguas faladas na Índia provêm das línguas austro-asiáticas e tibeto-birmanesas . O hindi (ou híndi) conta com o maior número de falantes [ 145 ] e é a língua oficial da república . [ 146 ] O inglês é utilizado amplamente em negócios e na administração e tem o status de 'idioma oficial subsidiário', sendo também importante na educação, especialmente no ensino médio e superior. [ 147 ] Um peregrino siquista com o Harmandir Sahib ( Templo Dourado ) em Amritsar , ao fundo Cada estado e território da união tem seus próprios idiomas oficiais e a constituição reconhece outras 21 línguas, que são faladas por um importante setor da população ou são parte da herança histórica indiana, e que são denominadas 'línguas clássicas'. Enquanto o sânscrito e o tâmil têm sido consideradas como línguas clássicas por muitos anos, [ 148 ] [ 149 ] o governo indiano também concedeu o estatuto de língua clássica ao kannada e ao telugu . [ 150 ] O número de dialetos na Índia chega a mais de 1 652. [ 151 ] Mais de 800 milhões de indianos (80,5 % da população) são hindus . Outros grupos religiosos com presença importante no país são muçulmanos (13,4 %), cristãos (2,3 %), siquistas (1,9 %), budistas (0,8 %), jainistas (0,4 %), judeus , zoroastristas ( parsis ), entre outros. [ 152 ] Os adivasi constituem 8,1 % da população. [ 153 ] A Índia tem a terceira maior população muçulmana do mundo e a maior população muçulmana para um país de maioria não muçulmana. [ 154 ] A taxa de alfabetização no país é de 64,8% (53,7% para as mulheres e 75,3% para os homens) [ 4 ] O estado com o maior índice de alfabetização é Kerala , com 91%, enquanto Bihar tem a menor taxa, com apenas 47%. [ 155 ] [ 156 ] A razão sexual é de 944 homens para cada mil mulheres, enquanto que a taxa de crescimento demográfico anual é de 1,38%. a cada ano são registrados 22,01 nascimentos para cada mil pessoas. [ 4 ] Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano morrem novecentos mil indianos por beberem água imprópria e por inalarem ar contaminado. [ 157 ] A malária é endêmica na Índia. [ 158 ] Existem cerca de 60 médicos para cada 100 mil pessoas no país. [ 159 ] Cidades mais populosas [ editar | editar código-fonte ] ver • editar Cidades mais populosas da Índia (estimativas de 2011) [ 160 ] Bombaim Deli Posição Localidade Estado Pop. Posição Localidade Estado Pop. Bangalore Hiderabade 1 Bombaim Maharashtra 12 478 447 11 Jaipur Rajastão 3 073 350 2 Deli Deli 11 007 835 12 Kanpur Uttar Pradesh 2 920 067 3 Bangalore Karnataka 8 425 970 13 Lucknow Uttar Pradesh 2 901 474 4 Hiderabade Telangana 6 809 970 14 Nagpur Maharashtra 2 405 421 5 Ahmedabad Gujarat 5 570 585 15 Indore Madhya Pradesh 1 960 521 6 Chennai Tamil Nadu 4 681 087 16 Tana Maharashtra 1 818 872 7 Calcutá Bengala Ocidental 4 486 679 17 Bhopal Madhya Pradesh 1 795 648 8 Surate Gujarat 4 462 002 18 Vishakhapatnam Andhra Pradesh 1 730 320 9 Varanasi Uttar Pradesh 3 676 841 19 Pimpri Chinchwad Maharashtra 1 729 359 10 Pune Maharashtra 3 115 431 20 Patna Bihar 1 683 200 Governo e política [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Política da Índia A Índia é a democracia mais populosa do mundo. [ 161 ] O país é uma república parlamentarista com um sistema multipartidário [ 162 ] com seis partidos nacionais credenciados, como o Partido do Congresso Nacional Indiano (em inglês : Indian National Congress - INC ou simplesmente Congresso ) e o Partido do Povo Indiano ( Bharatiya Janata Party - BJP), além de mais de 40 partidos regionais. [ 163 ] O Partido do Congresso é considerado de centro-esquerda ou ' liberal ' dentro da cultura política indiana, enquanto o BJP é de centro-direita ou ' conservador '. Durante a maior parte do período compreendido entre 1950 — quando a Índia se tornou uma república pela primeira vez — e o final dos anos 1980, o Congresso manteve maioria no parlamento indiano. Desde então, no entanto, o partido cada vez mais divide o palco político com o BJP [ 164 ] e com poderosos partidos regionais que muitas vezes forçam a criação de coalizões multipartidárias. [ 165 ] O Rashtrapati Bhavan , em Nova Deli , a residência oficial do presidente do país Nas três primeiras eleições gerais da República da Índia — em 1951, 1957 e 1962 — o Congresso, liderado por Jawaharlal Nehru , teve uma série de vitórias fáceis. Com a morte de Nehru em 1964, Lal Bahadur Shastri tornou-se rapidamente o primeiro-ministro. ele foi sucedido, após a sua morte inesperada em 1966, por Indira Gandhi , que levou o Partido do Congresso a vitórias eleitorais em 1967 e 1971. Após o descontentamento público causado pela declaração de estado de exceção em 1975 pela primeira-ministra, o Congresso perdeu as eleições em 1977. o então novo Partido Janata , que se opôs ao estado de exceção, ganhou e seu governo durou pouco mais de três anos. Ao voltar ao poder em 1980, o Congresso viu uma mudança em sua liderança em 1984, quando Indira Gandhi foi assassinada e então foi sucedida por seu filho, Rajiv Gandhi , que conquistou uma vitória fácil nas eleições gerais no final daquele mesmo ano. O Congresso foi eleito novamente em 1989, quando a coalizão Frente Nacional, liderada pelo Janata Dal (um partido recém-criado), em aliança com a Frente de Esquerda, venceu as eleições. esse governo também foi relativamente curto: durou pouco menos de dois anos. [ 166 ] Novas eleições foram realizadas em 1991, mas nenhum partido obteve a maioria absoluta no parlamento. O Congresso, no entanto, por ser o maior partido único do país, conseguiu formar um governo de minoria liderado por P. V. Narasimha Rao . [ 167 ] Entre 1996 e 1998, ocorreu um forte período de agitação no governo federal com várias alianças de curta duração, tentando estabilizar a Índia. Brevemente, o BJP chegou ao governo em 1996, seguido por uma coalizão de frente unida que excluiu tanto o BJP quanto o INC. Em 1998, o BJP formou com outros partidos menores a Aliança Democrática Nacional, que obteve vitória e se converteu no primeiro governo não congressista por um mandato completo de cinco anos. [ 168 ] Nas eleições gerais de 2004, o INC ganhou a maioria das cadeiras no Lok Sabha (câmara baixa do parlamento) e formou um governo de coalização denominada de Aliança Progressista Unida (UPA), apoiada por diversos partidos de esquerda e membros de oposição ao BJP. A UPA chegou novamente ao poder nas eleições gerais de 2009 , entretanto, a representação dos partidos de esquerda dentro da coalizão foi reduzida significativamente, [ 169 ] Manmohan Singh foi convertido em primeiro-ministro, sendo reeleito após completar um mandato de cinco anos desde as eleições de 1962, onde Jawaharlal Nehru foi eleito no seu cargo. [ 170 ] Governo [ editar | editar código-fonte ] Exterior do Sansad Bhavan A constituição indiana , maior do que a de qualquer outra nação do mundo, entrou em vigor em 26 de janeiro de 1950. [ 171 ] O seu preâmbulo define a Índia como uma república soberana , secular e democrática . [ 172 ] O parlamento indiano é bicameral , regido pelo sistema Westminster . Sua forma de governo foi tradicionalmente descrita como 'quase federalista', com uma forte tendência à centralização , tendo os estados relativamente pouco poder. [ 173 ] Desde finais da década de 1990, o federalismo tem crescido cada vez mais, como resultado de mudanças políticas, sociais e econômicas. [ 174 ] [ 175 ] O presidente da Índia é o chefe de estado [ 176 ] e é eleito indiretamente por um colégio eleitoral [ 177 ] para um mandato de cinco anos. [ 178 ] [ 179 ] O primeiro-ministro é o chefe do governo e exerce a maioria das funções do poder executivo . [ 176 ] Nomeado pelo presidente, [ 180 ] o primeiro-ministro é geralmente próximo do partido ou aliança política que conta com a maioria das cadeiras da câmara baixa do parlamento. [ 176 ] O poder executivo consiste no presidente, o vice-presidente, o conselho de ministros (sendo o gabinete seu comitê executivo), encabeçado pelo primeiro-ministro. Qualquer ministro do conselho deve ser membro de qualquer câmara parlamentar. No sistema parlamentarista indiano, o poder executivo está subordinado ao poder legislativo, o primeiro-ministro e seu conselho são diretamente vigiados pela câmara baixa do parlamento. [ 181 ] Edifício-sede do Supremo Tribunal da Índia , em Nova Déli O poder legislativo da Índia está representado pelo parlamento bicameral, que consiste na câmara alta , chamada Rajya Sabha (conselho dos estados) e a câmara baixa, chamada Lok Sabha (conselho do povo). [ 182 ] A 'Rajya Sabha' é um órgão permanente, que conta com duzentos e quarenta e cinco membros que servem por um período de seis anos. [ 183 ] A maioria deles é eleita indiretamente pelas legislaturas estatais e territoriais, mediante representação proporcional . [ 183 ] Dos 545 membros do Lok Sabha, 543 são eleitos diretamente pelo voto popular para representarem determinados grupos sociais por um período de cinco anos. [ 183 ] Os outros dois membros são nomeados pelo presidente entre a comunidade anglo-indiana . [ 183 ] A Índia conta com um poder judiciário de três níveis, que consistem na Suprema Corte de Justiça , encabeçada pelo chefe de justiça, vinte e um tribunais superiores e um grande número de tribunais de primeira instância . [ 184 ] A suprema corte é um tribunal de primeira instância para casos relacionados com os direitos humanos fundamentais e um tribunal de apelação acima dos tribunais superiores. [ 185 ] É judicialmente independente, [ 184 ] tendo o poder de declarar e elaborar leis e revogar leis nacionais ou estaduais que violem a constituição. [ 186 ] A função de intérprete último da constituição é uma das funções mais importantes da suprema corte. [ 187 ] Relações internacionais [ editar | editar código-fonte ] Ver também: Missões diplomáticas da Índia Narendra Modi reunido com os outros líderes dos BRICS durante a 9ª reunião de cúpula do G20 (2014), realizada em Brisbane , Austrália Desde a sua independência, em 1947, a Índia mantém relações cordiais com a maioria das nações. Na década de 1950, apoiou fortemente a descolonização da África e da Ásia e desempenhou um papel de liderança no Movimento Não Alinhado . [ 188 ] No final da década de 1980, o exército indiano interveio duas vezes no exterior, a convite de países vizinhos: uma operação de manutenção da paz no Sri Lanka entre 1987 e 1990 e uma intervenção armada para impedir uma tentativa de golpe de Estado nas Maldivas . A Índia tem relações muito tensas com o vizinho Paquistão. as duas nações já entraram em guerra quatro vezes : em 1947 , 1965 , 1971 e 1999 . Três dessas guerras foram travadas no território disputado da Caxemira , enquanto a quarta, em 1971, começou depois do apoio da Índia à independência de Bangladesh . [ 189 ] Depois de travar a guerra sino-indiana em 1962 e a guerra com o Paquistão em 1965, a Índia estreitou seus laços militares e econômicos com a União Soviética . no final dos anos 1960, os soviéticos eram os maiores fornecedores de armas dos indianos. [ 190 ] Além das atuais relações estratégicas com a Rússia , a Índia tem relações de defesa de grande alcance com Israel e França . Nos últimos anos, tem desempenhado um papel-chave na Associação Sul-Asiática para a Cooperação Regional (SAARC) e na Organização Mundial do Comércio . A nação indiana disponibilizou 100 mil militares e policiais para servir em 35 operações de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) em quatro continentes. O país participa da Cúpula do Leste Asiático , do G8+5 e de outros fóruns multilaterais. [ 191 ] A Índia tem estreitos laços econômicos com América do Sul , Ásia e África. desde 1991 que prossegue a política ' Look East ' ('olhar para oriente'), que visa a fortalecer parcerias com os países da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), Japão e Coreia do Sul , e que gira em torno de muitas questões, mas especialmente aquelas que envolvem investimento econômico e segurança regional. [ 192 ] [ 193 ] Forças armadas [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Forças armadas da Índia Ver também: Índia e as armas de destruição em massa Alcance dos mísseis Agni O teste nuclear de 1964 , feito pela China , e as repetidas ameaças do governo chinês de intervir em apoio ao Paquistão na guerra de 1965, convenceram a Índia a desenvolver armas nucleares . [ 194 ] O país realizou seu primeiro teste nuclear em 1974 e realizou mais testes subterrâneos em 1998 . Apesar das críticas e sanções militares, a Índia não assinou o Tratado de Interdição Completa de Ensaios Nucleares , nem o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares , por considerar os acordos falhos e discriminatórios. [ 195 ] O país mantém a política nuclear de 'não usar primeiro' (em inglês : no first use ) e está desenvolvendo uma capacidade tríade nuclear , como parte de sua doutrina de 'dissuasão credível mínima'. [ 196 ] [ 197 ] O governo indiano está desenvolvendo um escudo de mísseis balísticos de defesa e, com colaboração da Rússia , de um avião caça de quinta geração . [ 198 ] Outros projetos militares indianos envolvem a concepção e implementação dos porta-aviões da classe Vikrant e dos submarinos nucleares da classe Arihant . [ 198 ] INS Vikramaditya , a maior embarcação da Marinha da Índia HAL Tejas , caça da Hindustan Aeronautics , empresa de Bangalore Desde o fim da Guerra Fria , a Índia tem aumentado a sua cooperação econômica, estratégica e militar com os Estados Unidos e a União Europeia . [ 199 ] Em 2008, um pacto nuclear foi assinado entre a Índia e os Estados Unidos. Embora a Índia já possuísse armas nucleares na época e não fosse um membro do Tratado de Não-Proliferação Nuclear, o acordo recebeu isenção da Agência Internacional de Energia Atômica e do Grupo de Fornecedores Nucleares , acabando com as restrições anteriores sobre tecnologia e o comércio nuclear do país. Como consequência, a Índia se tornou o sexto Estado com armas nucleares de facto do mundo. [ 200 ] Posteriormente o país assinou acordos de cooperação em energia nuclear civil com Rússia, [ 201 ] França , [ 202 ] Reino Unido [ 203 ] e Canadá . [ 204 ] O presidente da Índia é o comandante supremo das forças armadas do país . com 1,6 milhão de soldados ativos, eles compõem o terceiro maior exército do mundo. [ 205 ] As forças armadas compreendem o exército , a marinha e a força aérea . organizações auxiliares incluem o Comando de Forças Estratégicas e três grupos paramilitares: os Assam Rifles , a Força Especial de Fronteira e a Guarda Costeira. [ 206 ] O orçamento de defesa oficial indiano para 2011 foi de 36,03 bilhões * de dólares , ou 1,83% do seu PIB . [ 207 ] Para o ano fiscal que abrange 2012-2013 foram orçados para essa área 40,44 bilhões de dólares. [ 208 ] De acordo com um relatório de 2008 do SIPRI , a despesa militar anual da Índia em termos de poder de compra foi de 72,7 bilhões de dólares. [ 209 ] Em 2011, o orçamento anual de defesa do país teve um aumento de 11,6%, [ 210 ] embora isso não inclua os fundos que chegam aos militares através de outros ramos do governo. [ 211 ] Em 2012, o país era o maior importador de armas do mundo. entre 2007 e 2011, a Índia foi responsável por 10% dos fundos gastos em compras internacionais de armas. [ 212 ] Grande parte das despesas militares é voltada para a defesa contra o Paquistão e para combater a crescente influência chinesa no Oceano Índico . [ 210 ] Subdivisões [ editar | editar código-fonte ] Andhra Pradesh Arunachal Pradesh Assam Bihar Chhattisgarh Território da capital nacional de Deli Goa Gujarat Haryana Himachal Pradesh Jammu e Caxemira Jharkhand Karnataka Kerala Madhya Pradesh Maharashtra Manipur Meghalaya Mizoram Nagaland Odisha Punjab Rajasthan Sikkim Tamil Nadu Telangana Tripura Uttarakhand Uttar Pradesh West Bengal Ilhas Andaman e Nicobar Chandigarh Dadra e Nagar Haveli Daman e Diu Lakshadweep Puducherry Mapa político da Índia, mostrando a divisão por estados e territórios da união. Ver artigo principal: Subdivisões da Índia A Índia se subdivide em vinte e nove estados e sete 'territórios da União' . [ 144 ] Todos os estados e os dois territórios da União de Pondicherry e o território da capital nacional elegem suas legislaturas e governos por meio do modelo de Westminster. Os outros cinco territórios união são regidos de forma direta pelo governo federal, através de várias administrações designadas. Em 1956, em virtude da Lei de Reorganização dos Estados , o território indiano foi dividido baseando-se em aspectos linguísticos. [ 213 ] A partir de então, esta estrutura permaneceu sem mudanças. Cada estado ou território da união se divide em distritos administrativos. [ 214 ] Por sua vez, os distritos se dividem em tehsils e finalmente em aldeias . Estados Andra Pradexe Arunachal Pradexe Assam Bihar Chhattisgarh Goa Gujarate Haryana Himachal Pradexe Jammu e Caxemira Jharkhand Karnataka Querala Madia Pradexe Maarastra Manipur Meghalaya Mizoram Nagaland Orissa Punjabe Rajastão Siquim Tamil Nadu Telangana Tripura Utar Pradexe Uttarakhand Bengala Ocidental Territórios da união A. Andamão e Nicobar B. Chandigarh C. Dadrá e Nagar-Aveli D. Damão e Diu E. Laquedivas F. Território Nacional da Capital Deli G. Puducherry Economia [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Economia da Índia Centro comercial UB City, em Bangalore , construído pelo Grupo UB A agricultura indiana começou no entre 7000 e 6000 a.C., emprega a maior parte da força de trabalho nacional e o país é o segundo produtor agrícola mundial. Acima, um agricultor trabalha um arado puxado por bois em Kadmati, Bengala Ocidental A Índia, com um produto interno bruto nominal estimado em 1,843 trilhões * de dólares , [ 215 ] ocupa o 10ª lugar na lista de maiores economias do mundo por PIB nominal , enquanto sua paridade de poder de compra calculada em 2011 em 4,4 trilhões de dólares, [ 215 ] é a terceira maior do mundo , atrás apenas dos Estados Unidos e da China . Contudo, ainda é um país muito pobre, com uma renda per capita nominal de apenas 1 530 dólares e renda per capita PPC de 3 705 dólares em 2011. [ 215 ] No período compreendido entre as décadas de 1950 e 1980, a economia indiana seguia tendências socialistas. A economia se manteve paralisada por regulamentos impostos pelo governo, o protecionismo e a propriedade pública, o que levou a uma corrupção generalizada e a um lento crescimento econômico. [ 216 ] [ 217 ] [ 218 ] Em 1991, a economia nacional se converteu em uma economia de mercado . [ 217 ] [ 218 ] Esta mudança na política econômica em 1991 se deu pouco depois de uma crise aguda no balanço de pagamentos , pelo que desde então se pôs ênfase em fazer do comércio internacional e do investimento estrangeiro direto um setor primordial da economia indiana. [ 219 ] Durante as últimas décadas a economia indiana tem tido uma taxa de crescimento anual do produto interno bruto ao redor de 5,8%, convertendo-se em uma das economias de mais rápido crescimento no mundo. [ 220 ] A Índia conta com a maior força de trabalho do mundo, com mais de 513,6 milhões de pessoas. Em termos de produção, o setor agrícola representa 28% do PIB. o setor de serviços , 54% e a indústria, 18%. Os principais produtos agrícolas e de gado incluem arroz , trigo , sementes oleaginosas , algodão , juta , chá , a cana-de-açúcar , ovinos , caprinos , aves de curral e pescados. [ 144 ] As principais indústrias são a têxtil , maquinaria , produtos químicos , aço , transportes , cimento , mineração e software . [ 144 ] Em 2006, o comércio indiano havia alcançado uma proporção relativamente moderada de 24% do PIB, crescendo à taxa de 6% desde 1985. [ 217 ] O comércio da Índia representa um pouco mais de 1% do comércio mundial. As principais exportações incluem os derivados de petróleo , alguns produtos têxteis, pedras preciosas, software, engenharia de bens, produtos químicos, peles e couros. [ 144 ] Entre as principais importações estão o petróleo cru, maquinarias, joias , fertilizantes e alguns produtos químicos. [ 144 ] Edificío da Bolsa de Valores de Bombaim Apesar de seu notável crescimento econômico nas últimas décadas, a Índia contém a maior concentração de pessoas pobres do mundo e tem uma alta taxa de subnutrição em crianças menores de três anos (46% em 2007). [ 221 ] [ 222 ] A porcentagem de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza segundo o Banco Mundial , vivendo com menos de um dólar por dia ( PPA , em termos nominais Rs. 21,6 ao dia nas zonas urbanas e Rs. 14,3 nas zonas rurais) diminuiu de 60% em 1981 para 42% em 2005. [ 223 ] Apesar de nas últimas décadas a Índia ter evitado a carestia , a metade das crianças tem um peso inferior à média mundial, uma das taxas mais altas do mundo e quase o dobro da taxa da África subsaariana . [ 224 ] Um relatório em 2007 da Goldman Sachs previa que entre 2007 e 2020 o PIB indiano quadruplicaria e que poderia superar o PIB dos Estados Unidos antes de 2050, mas que a Índia continuaria sendo um dos países com habitantes mais pobres do mundo durante várias décadas, com renda per capita abaixo dos seus companheiros ' BRIC ' ( Brasil , Rússia , Índia e China ). [ 225 ] Apesar de nos últimos decênios a economia indiana ter aumentado de forma constante, este crescimento tem ocorrido de maneira desigual, em especial quando se compara à qualidade de vida nos diferentes grupos sociais, econômicos, em diversas regiões geográficas, zonas rurais e urbanas. [ 226 ] Em 2008, o Banco Mundial afirmava que as prioridades mais importantes para o governo indiano deveriam ser a reforma do setor público , a construção de infraestruturas básicas, o desenvolvimento agrícola e rural sustentável , a eliminação das normas de trabalho, a reforma nos estados mais atrasados e a luta contra a AIDS . [ 227 ] Infraestrutura [ editar | editar código-fonte ] Ciência e tecnologia [ editar | editar código-fonte ] Representação artística da Mars Orbiter Mission , da Organização Indiana de Pesquisa Espacial , uma sonda espacial que orbita Marte desde 24 de setembro de 2014 Jawaharlal Nehru , o primeiro primeiro-ministro da Índia, que governou de 15 de agosto de 1947 a 27 de maio de 1964, iniciou reformas para promover a educação superior e a ciência e tecnologia no país. [ 228 ] O Instituto Indiano de Tecnologia — concebido por uma comissão de 22 membros de estudiosos e empresários com o objetivo de promover o ensino técnico — foi inaugurado em 18 de agosto de 1951, em Kharagpur , Bengala Ocidental , pelo então ministro da educação, Abul Kalam Azad . [ 229 ] Nos anos 1960, laços mais estreitos com a União Soviética permitiram à Organização Indiana de Pesquisa Espacial desenvolver rapidamente o seu programa espacial e avançar em energia nuclear , mesmo após o primeiro teste nuclear da Índia ter sido realizado em 18 de maio de 1974, em Pokharan . [ 230 ] A Índia responde por cerca de 2,9% de todas as despesas em pesquisa e desenvolvimento do mundo em 2012 e o número de publicações científicas do país é crescente. [ 231 ] No entanto, de acordo com o ministro de ciência e tecnologia indiano, Kapil Sibal, o país está ficando para trás em ciência e tecnologia em comparação aos países desenvolvidos . [ 232 ] A Índia tem apenas 140 pesquisadores para cada milhão de habitantes, em comparação com 4 651 nos Estados Unidos . [ 232 ] O país investiu 3,7 bilhões de dólares em ciência e tecnologia entre 2002 e 2003. Em comparação, a China investiu cerca de quatro vezes mais, enquanto os Estados Unidos investiram cerca de 75 vezes mais do que os indianos em ciência e tecnologia. [ 233 ] Apesar disso, cinco Institutos Indianos de Tecnologia foram listados entre as dez melhores escolas de ciência e tecnologia da Ásia, pela Asiaweek . [ 234 ] O número de publicações de cientistas indianos é caracterizada por algumas das taxas de crescimento mais rápidas entre os principais países. A Índia, juntamente com China, Irã e Brasil são os únicos países em desenvolvimento que fazem parte dos 31 países que juntos são responsáveis por 97,5% da produção científica do mundo. [ 235 ] Educação [ editar | editar código-fonte ] Torre do relógio do campus da Universidade de Bombaim , fundada em 1857 A educação no país é fornecida e mantida pelos setores público e privado, com controle e financiamento proveniente de três níveis de governo: central, estadual e local. Na cidade antiga de Taxila foi encontrado o primeiro centro de ensino superior registrado da Índia, datado do século V a.C. , mas é discutível se ele pode ser considerado uma universidade. A Universidade de Nalanda , fundada em 470, foi o mais antigo sistema educacional universitário de todo o mundo, no sentido moderno de 'universidade'. [ 236 ] A educação ocidental enraizou-se na sociedade indiana com o estabelecimento do Raj britânico . O sistema educacional indiano está sob o controle do Governo da União e, com alguma autonomia, dos estados. Vários artigos da constituição indiana classificam a educação como um direito fundamental. A maioria das universidades no país é controlada pela União ou pelos governos dos estados. O país tem feito progressos em aumentar a taxa de frequência no ensino primário e na expansão da alfabetização para cerca de três quartos da população. [ 237 ] A melhora no sistema de ensino indiano é frequentemente citada como um dos principais contribuintes para o crescimento econômico do país nos últimos anos. [ 238 ] Grande parte do progresso, especialmente na educação superior e na pesquisa científica, foi atribuído a várias instituições públicas. O mercado educacional privado indiano movimentou 40 bilhões de dólares em 2008 e aumentou esse valor para 70 bilhões em 2012. [ 239 ] No entanto, o país continua a enfrentar severos desafios nessa área. Apesar do crescente investimento educacional, 25% de sua população ainda é analfabeta, apenas 15% dos estudantes indianos chegam à escola secundária e apenas 7% à pós-graduação . [ 240 ] A qualidade da educação, seja no ensino fundamental ou no superior, é significativamente baixa em comparação com a das principais nações em desenvolvimento. Em 2008, as instituições de ensino superior ofereciam vagas suficientes para apenas 7% da população em idade universitária do país, 25% dos cargos de ensino em todo a Índia estão vagos e 57% dos professores universitários indianos não tinham mestrado ou doutorado . [ 241 ] Em 2011, existiam 1 522 faculdades de engenharia, com um total anual de 582 mil estudantes, [ 242 ] além de 1 244 politécnicos , com um total anual de 265 mil estudantes. No entanto, estas instituições enfrentam problemas, como a escassez de professores e preocupações têm sido levantadas sobre a qualidade do ensino oferecido. [ 243 ] Saúde [ editar | editar código-fonte ] Voluntários vacinam moradores contra a poliomelite no estado de Orissa A Índia tem um sistema de saúde universal mantido pelos seus estados e territórios constituintes. A constituição cobra de cada estado 'elevar o nível da nutrição e da qualidade de vida de seu povo e da melhoria da saúde pública como entre suas funções primárias'. A Política Nacional de Saúde foi aprovada pelo Parlamento da Índia em 1983 e atualizada em 2002. [ 244 ] Paralelo ao setor de saúde pública, e de fato mais popular, é o setor médico privado. Famílias indianas urbanas e rurais tendem a utilizar o setor médico privado com mais frequência do que o setor público, como refletido em pesquisas. [ 245 ] A Índia tem uma expectativa de vida de 64/67 anos (m/f) e uma taxa de mortalidade infantil de 61 por mil nascidos vivos. [ 246 ] 42% das crianças indianas abaixo de três anos de idade são desnutridas , taxa maior que a encontrada em estatísticas da região subsaariana da África , que é de 28%. [ 247 ] Embora a economia do país tenha crescido 50% entre 2001 e 2006, a taxa de desnutrição infantil caiu apenas 1%, ficando atrás de países com taxas de crescimento similares. [ 157 ] A desnutrição impede o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, além de reduzir seus níveis de escolaridade e renda quando adultas. [ 157 ] Estes danos irreversíveis resultam em uma menor produtividade para o país. [ 157 ] Como mais de 122 milhões de famílias sem banheiros e 33% sem acesso à latrinas , mais de 50% da população do país (638 milhões de pessoas) defecam ao ar livre todos os dias. [ 248 ] Esta taxa é consideravelmente maior do que as de Bangladesh e Brasil (7%) e da China (4%). [ 248 ] Apesar de 211 milhões de pessoas terem ganho acesso a sistemas de saneamento básico entre 1990 e 2008, apenas 31% utilizam os recursos oferecidos. [ 248 ] Transportes [ editar | editar código-fonte ] Ver também: Transporte ferroviário na Índia Trem da Indian Railways cruzando uma ponte sobre o Rio Damodar , em Bengala Ocidental Comboio do Metrô de Deli passando ao lado de uma avenida movimentada Desde a liberalização econômica dos anos 1990, o desenvolvimento da infraestrutura no país progrediu a um ritmo rápido e hoje há uma grande variedade de meios de transporte por terra, água e ar. No entanto, o PIB per capita relativamente baixo da Índia fez com que o acesso a estes modos de transporte não tenha sido homogêneo. A penetração de veículos motorizados é baixa para os padrões internacionais, com apenas 103 milhões de carros nas estradas indianas. [ 249 ] Além disso, apenas cerca de 10% dos lares do país possuem uma motocicleta. [ 250 ] Ao mesmo tempo, a indústria automobilística indiana está crescendo rapidamente, com uma produção anual de mais de 4,6 milhões de veículos [ 251 ] e o volume de veículos deverá aumentar significativamente no futuro. [ 252 ] Nesse contexto, porém, o transporte público continua a ser o principal meio de locomoção da maioria da população e os sistemas de transporte públicos do país estão entre os mais utilizados no mundo. [ 253 ] Apesar das melhorias em curso na área, vários aspectos do setor de transportes ainda estão cheios de problemas devido à infraestrutura precária e à falta de investimento em regiões menos economicamente ativas do país. A demanda por infraestrutura e serviços de transportes tem vindo a aumentar em cerca de 10% ao ano, [ 253 ] já que a infraestrutura atual é incapaz de atender às demandas econômicas crescentes. De acordo com estimativas de 2008 da Goldman Sachs , a Índia teria que gastar 1,7 trilhão de dólares em projetos de infraestrutura ao longo da década seguinte para impulsionar seu crescimento econômico, do qual 500 bilhões de dólares estão orçados para serem gastos durante o Décimo Primeiro Plano Quinquenal. [ 254 ] A rede ferroviária indiana é uma das maiores do mundo (com 63 465 quilômetros de extensão [ 255 ] ) e é o sistema mais utilizado do planeta, [ 253 ] transportando 651 milhões de passageiros e mais de 921 milhões de toneladas de carga em 2011. [ 256 ] O sistema ferroviário indiano, introduzido em 1853 pelos britânicos, é fornecido e mantido pela estatal Indian Railways , sob a supervisão do Ministério das Ferrovias. [ 257 ] A Índia tem uma rede de estradas nacionais que ligam todas as principais cidades e capitais estaduais, formando a espinha dorsal econômica do país. Em 2010, o país tinha um total de 79 443 km de estradas nacionais, das quais 200 km eram classificadas como autoestradas . A rede de estradas estaduais totalizava no mesmo ano 131 899 km e o total da rede rodoviária indiana cerca de 3 300 000 km. [ 258 ] O Porto Jawaharlal Nehru , em Nova Bombaim ,está classificado no 25º lugar no mundo por movimentação de contêineres . [ 259 ] De acordo com Projeto de Desenvolvimento Rodoviário Nacional (PNDS), a intenção é equipar algumas das principais estradas nacionais com quatro pistas de rodagem, além de também existir um plano de converter alguns trechos dessas estradas em seis pistas. [ 260 ] A Autoridade Nacional de Estradas estima que cerca de 65% da carga e 80% do tráfego de passageiros do país seja transportado por rodovias. As estradas nacionais indianas transportam cerca de 40% do total do tráfego rodoviário, embora apenas cerca de 1,7% da rede de estradas esteja coberta por essas estradas principais. O crescimento médio do número de veículos tem sido em torno de 10,16% ao ano nos últimos anos. [ 258 ] Em 2012 hvia 352 [ 261 ] aeroportos civis na Índia, dos quais 251 com pistas pavimentadas. Há mais de 20 aeroportos internacionais. O Aeroporto Internacional Indira Gandhi , em Nova Déli , e o Aeroporto Internacional de Chhatrapati Shivaji , em Bombaim , lidam com mais de metade do tráfego aéreo do sul da Ásia . [ 262 ] [ 263 ] [ 264 ] Os portos são os principais centros para o comércio. No país, cerca de 95% do comércio exterior em quantidade e 70% em valor ocorre através de portos marítimos. [ 265 ] A Mumbai Port & JNPT ( Nova Bombaim ) controla 70% do comércio marítimo na Índia. [ 266 ] Há doze portos principais nas seguintes cidades: Nova Bombaim , Bombaim , Kochi , Calcutá (incluindo Haldia ), Paradip , Visakhapatnam , Ennore , Chennai , Thoothukudi , Nova Mangalore , Mormugão e Kandla . Além destes, existem 187 portos menores e intermediários, 43 dos quais lidam com cargas. [ 267 ] Energia [ editar | editar código-fonte ] Construção da usina nuclear de Kudankulam, em Tamil Nadu , que terá capacidade para produzir 1260 MW de energia A política energética da Índia está em grande parte definida pelo crescente déficit energético do país [ 268 ] e pelo maior foco no desenvolvimento de fontes alternativas de energia , [ 269 ] particularmente energia nuclear , solar e eólica . [ 270 ] Cerca de 70% da capacidade de geração de energia do país provém de combustíveis fósseis , sendo o carvão o responsável por 40% do consumo total de energia indiano, seguido pelo petróleo bruto e pelo gás natural com 24% e 6%, respectivamente. [ 268 ] O país é em grande parte dependente de importações de combustíveis fósseis para atender suas demandas de energéticas. em 2030, a dependência da Índia de importações de energia deverá ultrapassar 53% do consumo total do país. [ 268 ] Em 2009-10, o país importou 159,26 milhões de toneladas de petróleo bruto, que equivale a 80% do seu consumo interno, e 31% do total das importações indianas são provenientes do petróleo. [ 268 ] [ 271 ] O crescimento da geração da eletricidade na Índia tem sido dificultado pela escassez de carvão nacional [ 272 ] e, como consequência, as importações de carvão para a produção de eletricidade aumentaram 18% em 2010. [ 273 ] Devido à sua rápida expansão econômica, o país tem um dos mercados de energia que crescem mais rapidamente no mundo e espera-se que se torne o segundo maior contribuinte no aumento da demanda energética global até 2035, sendo responsável por 18% do aumento do consumo mundial. [ 270 ] Dada a crescente demanda de energia e as limitadas reservas de combustíveis fósseis no mercado interno, o país tem planos ambiciosos para expandir suas indústrias de energia renovável e nuclear. A Índia tem o quinto maior mercado de energia eólica do mundo [ 274 ] e tem planos de adicionar cerca de 20 gigawatts de capacidade de energia solar até 2022, [ 270 ] além de também prever aumentar a contribuição da energia nuclear para a capacidade total de geração de eletricidade de 4,2% para 9% em 25 anos. [ 275 ] O país tem cinco reatores nucleares em construção e planeja construir outros dezoito até 2025. [ 276 ] Cultura [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Cultura da Índia A cidade de Varanasi , às margens do rio Ganges , é uma das mais antigas do mundo e um dos sete locais mais sagrados do hinduísmo e do jainismo A história cultural indiana se estende por mais de 4 500 anos de história. [ 277 ] Durante o período védico ( c.   1 700-500 a.C. ), os fundamentos da filosofia, mitologia e literatura hindu foram estabelecidos e muitas crenças e práticas que ainda existem atualmente, tais como dharma , karma , yoga e moksha , foram consolidadas. [ 278 ] A Índia é notável por sua diversidade religiosa , sendo hinduísmo , siquismo , islamismo , cristianismo e jainismo as principais e mais populares religiões do país. [ 279 ] A religião predominante, o hinduísmo, foi moldada por várias escolas históricas de pensamento, como os upanixades , [ 280 ] os yoga sutras , o movimento bhakti [ 279 ] e a filosofia budista . [ 281 ] A cultura indiana está marcada por um alto grau de sincretismo [ 282 ] e pluralismo . Os indianos têm conseguido conservar suas tradições previamente estabelecidas, enquanto absorvem novos costumes, tradições e ideias de invasores e imigrantes, ao mesmo tempo que estendem a sua influência cultural a outras partes da Ásia , principalmente Indochina e Extremo Oriente . [ 283 ] A sociedade tradicional da Índia está definida como uma hierarquia social relativamente restrita. O sistema indiano de castas descreve a estratificação e as restrições sociais do subcontinente indiano . também define as classes sociais por grupos endogâmicos hereditários, que a princípio se denominam jatis ou castas . [ 284 ] A Índia declarou a ' intocabilidade ' ilegal em 1947 e, desde então, promulgou outras leis antidiscriminatórias e iniciativas para o bem-estar social, embora relatórios sugiram que muitos dalits ('ex-intocáveis') e outras castas mais baixas em áreas rurais continuam a serem segregadas e enfrentam perseguição e discriminação. [ 285 ] [ 286 ] [ 287 ] No local de trabalho das grandes cidades e nas principais empresas indianas ou internacionais, o sistema de castas praticamente perdeu a sua importância. [ 288 ] [ 289 ] Indianos celebrando o Holi , conhecido como Festival das Cores , em Adoor, no estado de Kerala Os valores tradicionais das famílias indianas são muito respeitados e o modelo patriarcal tem sido o mais comum durante séculos, ainda que recentemente a família nuclear esteja se convertendo no modelo seguido pela população que vive na zona urbana . [ 216 ] A maioria dos indianos tem seus casamentos arranjados por seus pais e por outros membros da família respeitados, com o consentimento da noiva e do noivo. [ 290 ] O matrimônio é planejado para toda a vida, [ 290 ] a taxa de divórcio é extremamente baixa. [ 291 ] O casamento na infância é ainda uma prática comum, e metade das mulheres indianas se casa antes dos dezoito anos. [ 292 ] [ 293 ] Na Índia, a cada 15 minutos uma violação de uma mulher é reportada. Mas, na maioria dos casos, leva anos até o culpado ser punido. Porém, quando uma vaca é abatida, existem grupos extremistas que, imediatamente, matam ou agridem os suspeitos do crime. [ 294 ] A India é considerada o quarto país do mundo mais perigoso para as mulheres. [ 295 ] [ 296 ] Em 2012, a brutal violação em grupo de Jyoti Singh Pandey [ 297 ] no interior de um autocarro em Deli encheu as primeiras páginas dos noticiários, com milhares de pessoas manifestando-se nas ruas para protestar contra a falta de proteção legal para as vítimas de assaltos sexuais, a lentidão ou desprezo dos tribunais, práticas policiais nocivas e as questões sociais subjacentes que levam a esse estado de coisas. [ 298 ] Muitas celebrações indianas são de origem religiosa, ainda que algumas independam da casta ou credo. Alguns dos festivais mais populares do país são: Diwali , Holi , Durga Puja , Eid ul-Fitr , Eid al-Adha , Natal e Vesak . [ 299 ] Além destas, a nação tem três festas nacionais: o dia da República , o dia da independência e o Gandhi Jayanti , em homenagem a Mahatma Gandhi . Uma outra série de dias festivos, variando entre nove e doze dias, são oficialmente celebrados em cada estado nacional. As práticas religiosas são parte integral da vida cotidiana e são um assunto de interesse público. A roupa tradicional varia de acordo com as cores e estilos segundo a região e depende de certos fatores, incluindo o clima. Os estilos de vestir incluem prendas simples como o sári para as mulheres e o dhoti para os homens . calças e camisas de estilo europeu também são populares entre os homens. [ 300 ] O uso de joias delicadas, modeladas em flores reais usados durante a Índia antiga, faz parte de uma tradição que remonta a cerca de 5.000 anos. pedras preciosas também são usadas na Índia como talismãs. [ 301 ] Culinária [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Culinária da Índia Especiarias indianas no mercado de Mapuçá , em Goa A culinária indiana apresenta uma forte dependência de ervas e especiarias , com pratos muitas vezes apelando para o uso sutil de uma dúzia ou mais de condimentos diferentes. [ 302 ] a gastronomia do país também é conhecida por suas preparações tandoori . No tandoor , um forno de argila usado na Índia há quase 5 000 anos, as carnes ficam com uma 'suculência incomum' e é possível produzir o pão sírio inchado conhecido como naan . [ 303 ] Os alimentos básicos são o trigo (principalmente no norte do país), [ 304 ] arroz (especialmente no sul e no leste) e lentilhas . [ 305 ] Muitas especiarias populares no mundo todo são nativas do subcontinente indiano, [ 306 ] enquanto o pimentão , que é nativo das Américas e foi introduzido pelos portugueses , é amplamente utilizado pela população local. [ 307 ] O ayurveda , um sistema de medicina tradicional, usa seis rasas e três gunas para ajudar a descrever os comestíveis. [ 308 ] Ao longo do tempo, conforme os sacrifícios de animais feitos pelos védicos foram suplantados pela noção de sacralidade inviolável da vaca , o vegetarianismo foi associado a um alto nível religioso e tornou-se cada vez mais popular, [ 309 ] uma tendência auxiliada pelo aumento de normas budistas , jainistas e bhakti s hindus . [ 310 ] A Índia tem a maior concentração de vegetarianos do mundo: uma pesquisa realizada em 2006 constatou que 31% dos indianos eram lactovegetarianos e outros 9% eram ovovegetarianos . [ 310 ] Entre os costumes alimentares mais tradicionais e comuns estão refeições feitas perto ou no próprio chão, refeições segregadas por casta e gênero e uso da mão direita ou de um pedaço de roti (tipo de pão) no lugar dos talheres . [ 311 ] [ 312 ] Artes e arquitetura [ editar | editar código-fonte ] Mais informações: Arte da Índia Conjunto de Templos de Khajuraho , em Madhya Pradesh , Patrimônio Mundial pela UNESCO Grande parte da arquitetura indiana, incluindo o Taj Mahal e outras obras da arquitetura mogol e do sul da Índia, combina antigas tradições locais com estilos importados de outras nações. [ 313 ] A arquitetura vernacular, no entanto, é altamente regionalizada. A Vastu Shastra , literalmente 'ciência da construção' ou 'arquitetura' e atribuída a Mamuni Maia, [ 314 ] explora como as leis da natureza afetam as habitações humanas, [ 315 ] além de empregar geometria precisa e alinhamentos direcionais para refletir construções cósmicas. [ 316 ] A arquitetura dos templos hindus é influenciada pelos Shastras Shilpa , uma série de textos fundamentais cuja forma mitológica básica é a mandala Vastu-Purusha , uma praça que encarna o conceito de ' absoluto '. [ 317 ] O Taj Mahal, construído na cidade de Agra entre 1631 e 1648 por ordem do imperador Shah Jahan e em memória de sua esposa, é descrito na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO como 'a joia da arte muçulmana na Índia e uma das obras-primas universalmente admiradas da herança do mundo'. [ 318 ] A arquitetura neo-indo-sarracena , desenvolvida pelos britânicos no final do século XIX , baseou-se em arquitetura indo-islâmica. [ 319 ] Artes cênicas [ editar | editar código-fonte ] Mais informações: Música da Índia Músicos folclóricos em Hyderabad A música indiana varia através de várias tradições e estilos regionais. A música clássica abrange dois gêneros e suas diversas ramificações populares: o hindustai, do norte, e escolas carnáticas, do sul. [ 320 ] Entre as formas populares regionalizadas incluem-se o filmi e músicas folclóricas. a tradição sincrética dos bauls é uma forma bem conhecida desta última. A dança indiana também tem formas clássicas e diversas. Entre as danças folclóricas mais conhecidas estão o bhangra do Punjabe, o bihu de Assam, o chhau de Bengala Ocidental e Jharkhand, o sambalpuri de Odisha, o ghoomar do Rajastão e o lavani , de Maharashtra. Oito formas de dança, muitas com formas narrativas e elementos mitológicos, têm sido reconhecidas como danças clássicas pela Academia Nacional de Música, Dança e Teatro da Índia. São elas: bharatanatyam, do estado de Tamil Nadu, kathak ,de Uttar Pradesh, kathakali e mohiniyattam , de Kerala, kuchipudi , de Andhra Pradesh, manipuri , de Manipur, odissi , de Orissa, e o sattriya, de Assam. [ 321 ] O teatro indiano mescla música, dança e diálogos improvisados ou escritos. [ 322 ] Muitas vezes baseado na mitologia hindu , mas também inspirado em romances medievais ou eventos sociais e políticos, o teatro indiano inclui o bhavai de Gujarat, o jatra de Bengala Ocidental, o nautanki e o ramlila do Norte da Índia, o tamasha de Maharashtra, o burrakatha de Andhra Pradesh, o terukkuttu de Tamil Nadu e o yakshagana de Karnataka. [ 323 ] Literatura [ editar | editar código-fonte ] Representação da batalha de Kurukshetra em uma página Mahabharata As primeiras obras literárias da Índia, compostas entre 1 400 a.C. e 1200 d.C. , foram escritas no idioma sânscrito . [ 324 ] [ 325 ] Obras proeminentes desta literatura sânscrita incluem épicos, como o Mahābhārata e o Ramayana , e dramas de Kālidāsa , como o Abhijñānaśākuntalam ( O Reconhecimento de Sakuntala ), e poesias, como o Mahākāvya . [ 326 ] [ 327 ] [ 328 ] O Kamasutra , o famoso livro sobre relações sexuais , também se originou no país. Desenvolvida entre 600 a.C. e 300 d.C. no sul da Índia, a literatura sangam compôs 2 381 poemas e é considerada como uma antecessora da literatura tâmil . [ 329 ] [ 330 ] [ 331 ] [ 332 ] Do século XIV ao XVIII, as tradições literárias indianas passaram por um período de drástica mudança por causa do surgimento de poetas devocionais (movimento bhakti ) como Kabir , Tulsidas e Guru Nanak . Este período foi caracterizado por um espectro variado e amplo de expressão e correntes de pensamento e, como consequência, obras literárias medievais indianas diferem significativamente da tradição clássica. [ 333 ] No século XIX , os escritores indianos tomaram um novo interesse pelas questões sociais e descrições psicológicas. No século XX , a literatura indiana foi influenciada pelas obras do poeta e romancista bengali Rabindranath Tagore . [ 334 ] Cinema e mídia [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Cinema da Índia A indústria cinematográfica indiana é a maior do mundo. [ 335 ] Bollywood , bairro localizado na cidade de Bombaim onde são feitos os filmes e comerciais em hindi, foi recentemente convertido no centro da indústria cinematográfica mais prolífica do mundo, igualando sua importância com Hollywood . [ 336 ] Também são feitos filmes tradicionais e comerciais em zonas onde o bengali , canarês , malayalam , marathi , tâmil e telugu são idiomas oficiais. [ 337 ] O cinema do sul da Índia atrai mais de 75% da receita do cinema nacional. [ 338 ] A radiodifusão televisiva começou na Índia, em 1959, como um meio estatal de comunicação e teve expansão lenta por mais de duas décadas. [ 339 ] O monopólio estatal na transmissão da televisão terminou em 1990 e, desde então, canais por satélite têm se tornado cada vez mais populares na cultura popular da sociedade indiana. [ 340 ] Hoje, a televisão é a mídia com maior alcance na Índia. estimativas da indústria indicam que em 2012 havia mais de 554 milhões de consumidores de TV, 462 milhões de satélite e/ou conexões por cabos, em comparação com outras formas de mídia de massa, como a imprensa (350 milhões), o rádio (156 milhões) ou a internet (37 milhões). [ 341 ] Esportes [ editar | editar código-fonte ] Ver também: Índia nos Jogos Olímpicos Sachin Tendulkar celebra seu 38º test century durante um jogo de críquete contra a Austrália em 2008. Tendulkar já alcançou diversos recordes mundiais no esporte Na Índia, vários esportes tradicionais permanecem bastante populares, como o kabaddi , kho kho , pehlwani e gilli-danda . Algumas das primeiras formas de artes marciais asiáticas, como kalari payattu , mushti yuddha , silambam e marma adi , se originaram na Índia. O Rajiv Gandhi Khel Ratna e o Prêmio Arjuna são as mais altas formas de reconhecimento do governo para a realização atlética. o Prêmio Dronacharya é concedido pela excelência em treinamento . O xadrez , que acredita-se que originou-se na Índia como chaturanga , está a recuperar popularidade com o aumento do número de mestres indianos nesse esporte. [ 342 ] [ 343 ] O tradicional jogo de tabuleiro indiano chamado pachisi foi jogado em uma quadra gigante de mármore pelo imperador Akbar . [ 344 ] Os bons resultados conquistados pela equipe indiana de Copa Davis e outros tenistas indianos no início de 2010 fizeram o tênis se tornar cada vez mais popular no país. [ 345 ] A Índia tem uma presença relativamente forte no tiro esportivo e já ganhou várias medalhas no Jogos Olímpicos , nos Campeonatos do Mundo de tiro e nos Jogos da Commonwealth . [ 346 ] [ 347 ] Outros esportes em que os indianos têm sido bem sucedidos internacionalmente incluem o badminton , [ 348 ] o boxe [ 349 ] e o wrestling . [ 350 ] O futebol é popular em Bengala Ocidental , Goa , Tamil Nadu , Kerala e em estados do nordeste. [ 351 ] Cerimônia de abertura dos Jogos da Commonwealth de 2010 no Estádio Jawaharlal Nehru , em Nova Déli O hóquei em campo na Índia é administrado pelo Hockey India . A seleção nacional de hóquei venceu a Copa do Mundo de Hóquei sobre a Grama de 1975 e, até 2012, tinha oito medalhas olímpicas de ouro, uma de prata e duas de bronze, o que a torna a equipe mais bem sucedida dessa prática. A Índia também tem desempenhado um papel importante na popularização do críquete , sendo o esporte mais popular do país. O críquete indiano ganhou a Copa do Mundo de Críquete de 1983 e de 2011 , ICC Mundial Twenty20 de 2007 e dividiu o troféu do ICC Champions de 2002 com o Sri Lanka . O Conselho Nacional de Controle do Críquete na Índia (BCCI) realiza uma competição Twenty20 conhecida como Indian Premier League . A Índia já hospedou ou co-organizou vários eventos esportivos internacionais. os Jogos Asiáticos de 1951 e de 1982 , as Copas do Mundo de Críquete de 1987 , 1996 e 2011, os Jogos Afro-Asiáticos de 2003, o ICC Champions Trophy de 2006, a Copa de Hóquei Masculino de 2010 e os Jogos da Commonwealth de 2010 . Grandes eventos esportivos internacionais realizados anualmente na Índia incluem o Chennai Open (tênis), a Maratona de Bombaim, a Meia Maratona de Deli e o Indian Masters (golfe). O primeiro Grande Prêmio da Índia aconteceu no final de 2011. [ 352 ] O país tem sido, tradicionalmente, dominante nos Jogos Sul-Asiáticos . Um exemplo dessa dominação é a competição de basquete, onde seleção nacional indiana de basquete venceu três dos quatro torneios até a data. [ 353 ] Feriados [ editar | editar código-fonte ] Data Nome em português Nome local Observações Fevereiro-março Holi - Festival das cores 26 de janeiro Dia da República भारतीय प्रजासत्ताक दिन 15 de agosto Dia da Independência Agosto-setembro Festival de Ganexa 2 de outubro Aniversário de Mahatma Gandhi Outubro-novembro Diwali - Festival das Luzes Ver também [ editar | editar código-fonte ] Relações entre o Brasil e a Índia Relações entre Índia e Portugal Índia como superpotência emergente Índia Francesa Índia Dinamarquesa Notas [ editar | editar código-fonte ] Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês , cujo título é « India ». ↑ O governo da Índia também considera o Afeganistão como um país fronteiriço. Isso ocorre porque os indianos consideram todo o estado de Jammu e Caxemira como parte da Índia, incluindo a porção que faz fronteira com o território afegão. Um cessar-fogo promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948 congelou as negociações sobre o território reivindicado pelo Paquistão e pela Índia. Como consequência, a região que faz fronteira com o Afeganistão é administrada pelo governo paquistanês. Referências ↑ «State Emblem - Inscription » . IC . Consultado em 20 de maio de 2013 ↑ « National Anthem - Know India portal» . National Informatics Centre (NIC). 2007 . Consultado em 31 de agosto de 2007 ↑ « National Song - Know India portal» . NIC. 2007 . Consultado em 20 de maio de 2013 ↑ a b c d «CIA Factbook: India» . CIA Factbook . Central Intelligence Agency (CIA) . Consultado em 20 de maio de 2013 ↑ «India at a Glance» . Know India Portal . NIC]] . Consultado em 20 de maio de 2013 ↑ a b c d Fundo Monetário Internacional (FMI), ed. (Abril de 2016). «World Economic Outlook Database» . Consultado em 17 de abril de 2016 ↑ «Human Development Report 2016 – 'Human Development for Everyone ' » (PDF) (em inglês). 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  Índia e as armas de destruição em massa – Wikipédia, a enciclopédia livre Índia e as armas de destruição em massa Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Índia Data de início do programa nuclear 1967 Primeiro teste de arma nuclear 18 de maio de 1974 ( Smiling Buddha ) Primeiro teste de arma de fusão 11 de maio de 1998 (declarado) Último teste nuclear 13 de maio de 1998 ... Índia e as armas de destruição em massa – Wikipédia, a enciclopédia livre Índia e as armas de destruição em massa Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Índia Data de ... do Sul Egito Espanha Estados Unidos França Índia Irã Iraque Israel Japão Líbia México Myanmar Países ... Proliferação Química • Nuclear • Mísseis Tratados Lista de Tratados Categoria v • e Índia é conhecida por possuir armas nucleares , e no passado possuía armas químicas . Embora a Índia não fez quaisquer CACHE

Índia e as armas de destruição em massa – Wikipédia, a enciclopédia livre Índia e as armas de destruição em massa Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Índia Data de início do programa nuclear 1967 Primeiro teste de arma nuclear 18 de maio de 1974 ( Smiling Buddha ) Primeiro teste de arma de fusão 11 de maio de 1998 (declarado) Último teste nuclear 13 de maio de 1998 O maior teste de rendimento 20-60 kt total no Pokhran-II (rendimento é contestado) [ 1 ] [ 2 ] Total de testes 6 Estoque no auge 90-110 (est. 2013 ) [ 3 ] Estoque atual 90-110 (est. 2013 ) [ 3 ] Alcance máximo dos mísseis Agni-III >5.000 km [ 4 ] [ 5 ] TNP signatário Não Arma de destruição em massa Por tipo Biológica • Química • Nuclear • Radiológica Por país Albânia Alemanha África do Sul Arábia Saudita Argélia Argentina Austrália Brasil Bulgária Canadá RP China Coreia do Norte Coreia do Sul Egito Espanha Estados Unidos França Índia Irã Iraque Israel Japão Líbia México Myanmar Países Baixos Paquistão Polônia Reino Unido República da China Romênia Rússia Síria Suécia Ucrânia Proliferação Química • Nuclear • Mísseis Tratados Lista de Tratados Categoria v • e Índia é conhecida por possuir armas nucleares , e no passado possuía armas químicas . Embora a Índia não fez quaisquer declarações oficiais sobre o tamanho de seu arsenal nuclear, estimativas recentes sugerem que a Índia tem entre 90 e 110 armas nucleares, [ 3 ] consistentes com as estimativas anteriores de que tinha produzido plutônio suficiente para até 75 a 110 armas nucleares. [ 6 ] Desde 1999, a Índia foi estimada para ter 4.200 kg de plutônio de qualidade de seus reatores de energia, o que é equivale a cerca de 1.000 armas nucleares. [ 7 ] [ 8 ] A Índia não é signatária do Tratado de 1968 de Não-Proliferação Nuclear (TNP), que a Índia argumenta o status de que os países com armas nucleares existentes e previnem o desarmamento nuclear geral. [ 9 ] A Índia assinou e ratificou a Convenção sobre as Armas Biológicas e a Convenção sobre as Armas Químicas . Índice 1 Armas biológicas 2 Armas químicas 3 Armas nucleares 3.1 Política de não-primeiro uso da Índia 3.2 Mísseis balísticos baseados em Terra 3.3 Bombardeio estratégico 3.4 Mísseis balísticos baseados em Mar 4 Resposta internacional 5 Referências 6 Ligações externas Armas biológicas [ editar | editar código-fonte ] A Índia tem uma infra-estrutura de biotecnologia bem desenvolvida que inclui numerosas instalações de produção farmacêutica bio laboratórios de contenção (incluindo BSL-3 e BSL-4) para trabalhar com agentes patogénicos letais. Algumas das instalações da Índia estão sendo usadas para apoiar a pesquisa e desenvolvimento de armas biológicas para fins de defesa. A Índia ratificou a BWC e compromete-se a respeitar as suas obrigações. Não há nenhuma evidência clara, circunstancial ou não, que aponta diretamente para um programa de armas biológicas ofensivas. Nova Deli possui a capacidade científica e de infra-estrutura para lançar um programa de armas biológicas ofensivas, mas optou por não fazê-lo. Em termos de entrega, a Índia também possui a capacidade de produzir aerossóis e tem inúmeros sistemas de entrega de potenciais que vão desde aviões agrícolas para mísseis balísticos sofisticados. [ 10 ] Não existe qualquer informação no interesse que sugere do domínio público pelo governo indiano na entrega de agentes biológicos por estes ou quaisquer outros meios. Reiterando a este último ponto, em outubro de 2002, o Presidente indiano A. P. J. Abdul Kalam afirmou que 'nós [Índia] não faremos armas biológicas. É cruel para os seres humanos...' [ 10 ] Armas químicas [ editar | editar código-fonte ] Em 1992, a Índia assinou a Convenção sobre as Armas Químicas (CWC), afirmando que não tinha armas químicas e a capacidade ou a capacidade de fabricar armas químicas. Ao fazer isso, a Índia se tornou um dos signatários originais da Convenção sobre as Armas Químicas [CWC], em 1993, [ 11 ] e ratificou-a em 2 de setembro de 1996. De acordo com o ex-Chefe do Exército o General Sunderji da Índia, um país que tenha a capacidade de fazer armas nucleares não precisa ter armas químicas, uma vez que o pavor das armas químicas poderiam ser criadas apenas nos países que não têm armas nucleares. Outros sugeriram que o fato de que a Índia tem encontrado armas químicas dispensáveis destacou sua confiança no sistema de armas convencionais no seu comando. Em junho de 1997, a Índia declarou seu estoque de armas químicas (1.044 toneladas de gás mostarda ). [ 12 ] [ 13 ] Até o final de 2006, a Índia tinha destruído mais de 75% de seu arsenal de armas químicas/materiais e recebeu uma prorrogação para destruir (os estoques remanescentes até abril de 2009) e era esperado para atingir 100% de destruição durante esse período. [ 12 ] A Índia informou a Organização das Nações Unidas em maio de 2009 que tinha destruído o seu arsenal de armas químicas em conformidade com a Convenção sobre as Armas Químicas. Com isso a Índia se tornou o terceiro país após a Coreia do Sul e a Albânia a faze-lo. [ 14 ] [ 15 ] Esta foi uma cruzada controlada pelos inspetores das Nações Unidas. A Índia tem uma avançada indústria química comercial, e produz a maior parte de seus próprios produtos químicos para o consumo interno. Também é amplamente reconhecido que a Índia tem uma extensa indústria química e farmacêutica civil e, anualmente, exporta quantidades consideráveis ​​de produtos químicos para países como o Reino Unido , Estados Unidos e Taiwan . [ 16 ] Armas nucleares [ editar | editar código-fonte ] Já em 26 de junho de 1946, Jawaharlal Nehru , que em breve será Primeiro Ministro da Índia , anunciou: “ Enquanto o mundo é constituído como é, cada país terá de elaborar e usar os mais recentes dispositivos para a sua proteção. Não tenho dúvidas de que a Índia vai desenvolver suas pesquisas científicas e espero que cientistas indianos usaram a força atômica para fins construtivos. Mas se a Índia está ameaçada, ela irá inevitavelmente tentar defender-se por todos os meios à sua disposição. [ 17 ] ” Programa nuclear da Índia começou em março de 1944 e seus três estágios em tecnologia foram criados pelo Dr. Homi J. Bhabha , quando ele fundou o centro de pesquisa nuclear, do Institute of Fundamental Research . [ 18 ] [ 19 ] A Índia perdeu território para a China em uma breve guerra fronteiriça do Himilayan em outubro de 1962, desde que o impulso do governo de Nova Deli para o desenvolvimento de armas nucleares como forma de dissuasão potencial agressão chinesa. [ 20 ] A Índia testou pela primeira vez um dispositivo nuclear em 1974 (codinome ' Smiling Buddha '), que a Índia chamou de ' explosão nuclear pacífica '. O teste utilizou plutônio produzido no reator canadense CIRUS , e levantou preocupações de que a tecnologia nuclear para fins pacíficos fornecidos poderiam ser desviados para fins de armamento. Isso também estimulou o trabalho inicial do Grupo de Fornecedores Nucleares . [ 21 ] A Índia executou mais testes nucleares em 1998 (codinome ' Operação Shakti '). Em 1998, como uma resposta aos testes contínuos, Estados Unidos e Japão impôs sanções à Índia, que já foram levantadas. Política de não-primeiro uso da Índia [ editar | editar código-fonte ] A Índia tem uma política de não-primeiro uso nuclear declarado e está em processo de desenvolvimento de uma doutrina nuclear baseado em ' dissuasão mínima de credibilidade.' Em agosto de 1999, o governo indiano lançou um projeto de doutrina [ 22 ] [ligação inativa] que afirma que as armas nucleares são exclusivamente para a dissuasão e que a Índia irá prosseguir uma política de 'apenas retaliação'. O documento também afirma que a Índia 'não será o primeiro a iniciar um primeiro ataque nuclear, mas irá responder com retaliação punitiva se a dissuasão falhar' e que as decisões de autorizar o uso de armas nucleares seria feita pelo Primeiro Ministro ou pelo seu 'sucessor designado.' [ 22 ] De acordo com o NRDC, apesar da escalada das tensões entre a Índia e o Paquistão , em 2001-2002, a Índia continua comprometida com sua política de não-primeiro uso nuclear. Comando Nuclear Estratégico da Índia foi formalmente criado em 2003, com um oficial da Força Aérea, Marechal do ar Asthana, como Comandante-em-Chefe. O serviços conjuntos SNC é o guardião de todas as armas nucleares, mísseis e ativos da Índia. Também é responsável pela execução de todos os aspectos da política nuclear da Índia. No entanto, a liderança civil, na forma do CCS ( Cabinet Committee on Security ) é o único órgão autorizado para ordenar um ataque nuclear contra outro ataque agressor: Na verdade, é o Primeiro Ministro que tem o dedo 'no botão'. O Conselheiro de Segurança Nacional Shivshankar Menon sinalizou uma mudança significativa de 'Não-primeiro uso' para 'não-primeiro uso contra Estados sem armas nucleares' em um discurso por ocasião das comemorações do Jubileu de Ouro do Colégio de Defesa Nacional, em Nova Deli, em 21 de outubro de 2010, a doutrina que Menon disse refletiu na Índia 'cultura estratégica, com sua ênfase na dissuasão mínima'. [ 23 ] [ 24 ] [ligação inativa] Em abril de 2013 Shyam Saran , organizador do Conselho Consultivo Nacional de Segurança, afirmou que, independentemente do tamanho de um ataque nuclear contra a Índia, seja uma versão miniaturizada ou um míssil 'grande', a Índia vai retaliar maciçamente para causar danos inaceitáveis. [ 25 ] Mísseis balísticos baseados em Terra [ editar | editar código-fonte ] O Agni-II do Exército Indiano na parada. As armas nucleares terrestres da Índia estão sob o controle e implantado pelo Exército Indiano , usando uma variedade tanto de veículos e de lançamento por silos. Atualmente, eles são compostos por três tipos diferentes de mísseis balísticos, o Agni-I , Agni-II , Agni-III e o variante do Exército da família de mísseis Prithvi o Prithvi-I. Outras variantes da série de mísseis Agni estão atualmente sub-desenvolvimento, incluindo o mais recente, o Agni-IV e o Agni-V , que deverão entrar em serviço operacional total em um futuro próximo. O Agni-VI também está em desenvolvimento, com um alcance previsto de 6.000 a 8.000 km e recursos como vários veículos de reentrada independentemente segmentáveis ( ​​MIRVs ) ou veículos de reentrada manobráveis ​​( MARVs ). [ 26 ] [ 27 ] Mísseis balísticos nucleares armados em Terra Nome dos mísseis Tipo Alcance máximo Situação operacional Agni-I Míssil balístico de curto alcance 700 km Operacionalmente implantado Agni-II Míssil balístico de médio alcance 2.500 km Operacionalmente implantado Agni-III Míssil balístico de alcance intermediário 5.000 km Operacionalmente implantado Prithvi-I Míssil balístico de curto alcance 150 km Operacionalmente implantado Agni-IV Míssil balístico de alcance intermediário 4.000 km Testado com sucesso Agni-V Míssil balístico intercontinental >5.500 km Testado com sucesso Agni-VI Míssil balístico intercontinental 10.000 km Em desenvolvimento Bombardeio estratégico [ editar | editar código-fonte ] A aeronave de ataque ao solo Jaguar da Força Aérea da Índia, muitas vezes acredita-se que tenham um papel de ataque nuclear secundário. O estado atual das armas nucleares baseados no ar da Índia não é clara. No entanto, os Dassault-Breguet Mirage 2000 e os SEPECAT Jaguars da Força Aérea da Índia , muitas vezes acredita-se que tenham um papel de ataque nuclear secundário, além de suas funções de ataque ao solo. [ 28 ] As aeronaves de ataque ao solo SEPECAT Jaguar foram projetadas pelo Reino Unido e França para ser capaz de lançar armas nucleares, e a Força Aérea da Índia identificou o jato como sendo capaz de lançar armas nucleares, se necessário. [ 29 ] A entrega mais provável seria através do uso de não guiados, bombas nucleares livres em queda. [ 30 ] Mísseis balísticos baseados em Mar [ editar | editar código-fonte ] Desenho conceitual do INS Arihant . Navio de guerra de superfície, como a fragata da classe Shivalik (imagem) podem, no futuro, pode ser equipado com mísseis balísticos nucleares Dhanush. A Marinha da Índia desenvolveu dois sistemas de administração baseadas no mar para armas nucleares, completando ambições indianas para uma tríade nuclear . O primeiro é um sistema lançados por submarino que consiste em pelo menos quatro de 6.000 toneladas de mísseis balísticos (de propulsão nuclear) da classe Arihant . A primeira embarcação, INS Arihant , foi lançado e irá completar extensos testes em mar antes de ser comissionado e declarado operacional. É o primeiro submarino de propulsão nuclear a ser construído pela Índia. [ 31 ] [ 32 ] Um relatório da CIA afirmou que a Rússia forneceu ajuda tecnológica ao programa de propulsão nuclear naval. [ 33 ] [ 34 ] Os submarinos serram armados com até 12 mísseis Sagarika (K-15) armados com ogivas nucleares. Sagarika é um míssil balístico lançado de submarinos com um alcance de 700 km. Este míssil tem um comprimento de 8.5 metros, pesa 7 toneladas e pode transportar uma carga útil de até 500 kg. [ 35 ] Sagarika já foi testado a partir de um flutuador debaixo d'água, mas agora o DRDO está planejando um teste de pleno direito do míssil a partir de um submarino e para este fim pode utilizar os serviços da Marinha da Rússia . [ 36 ] DRDO da Índia também está trabalhando em uma versão do míssil balístico lançado de submarinos do míssil Agni-III, conhecido como o Agni-III SL. De acordo com fontes da defesa da Índia, o Agni-III SL terá um alcance de 3.500 km. [ 37 ] O novo míssil irá complementar os mísseis balísticos Sagarika lançados por submarinos mais velhos e menos capazes. No entanto, a classe de submarinos Arihant de mísseis balísticos será capaz de transportar apenas um máximo de 4 Agni-III SL. O segundo é um sistema lançado em navios baseados em torno do curto alcance lançados de navio o míssil balístico Dhanush (uma variante do míssil Prithvi ). Tem um alcance de cerca de 300 km. No ano de 2000, o míssil foi disparado a partir de um teste do INS Subhadra ( embarcação de patrulha da classe Sukanya ). INS Subhadra foi modificado para o teste e que o míssil foi lançado a partir do convés de pouso de helicóptero. Os resultados foram considerados parcialmente bem sucedidos. [ 38 ] Em 2004, o míssil foi novamente testado a partir do INS Subhadra e desta vez os resultados foram relatados com sucesso. [ 39 ] Em dezembro de 2005, do ano seguinte, o míssil foi testado novamente, mas desta vez a partir do destróier INS Rajput . O teste foi um sucesso com o míssil acertando um alvo terrestre. [ 40 ] Mísseis balísticos nucleares baseados em Mar Nome dos mísseis Tipo Alcance máximo Situação operacional Dhanush Míssil balístico de curto alcance 350 km Desenvolvido, mas não implantado operacionalmente. K-4 Míssil balístico lançado de submarino 3.500 km Em desenvolvimento. Sagarika (K-15) Míssil balístico lançado de submarino 700 km Aguardando implantação operacional no INS Arihant . Resposta internacional [ editar | editar código-fonte ] A Índia não é signatária do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), ou do Tratado de Proibição Completa de Testes (CTBT), mas se aderiu ao Tratado de Proibição Parcial de Testes em outubro de 1963. A Índia é um membro da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), e 4 de seus 17 reatores nucleares estão sujeitas às salvaguardas da AIEA. A Índia anunciou sua falta de intenção de aderir ao TNP tão tarde quanto 1997, votando contra o parágrafo de uma Resolução da Assembleia Geral [ 41 ] which urged all non-signatories of the treaty to accede to it at the earliest possible date. [ 42 ] que pediu a todos os não-signatários do tratado para aderir a ela o mais breve possível. [ 42 ] A Índia votou contra a resolução da Assembleia Geral da ONU endossando o CTBT, que foi aprovada em 10 de setembro de 1996. A Índia contestou a falta de previsão para o desarmamento nuclear universal 'dentro de uma estrutura tempo-limite'. A Índia também exigiu a proibição das simulações de laboratório. Além disso, a Índia se opôs ao disposto no Artigo XIV do CTBT, que requer a ratificação da Índia para que o Tratado entre em vigor, o que a Índia argumentou era uma violação do seu direito soberano de escolher se ele iria assinar o tratado. No início de fevereiro de 1997, o Ministro das Relações Exteriores I.K.Gujral reiterou a oposição da Índia para o tratado, dizendo que 'a Índia favorece qualquer etapa destinada a destruir armas nucleares, mas considera que o tratado em sua forma atual não é abrangente e proíbe apenas determinados tipos de testes'. Em agosto de 2008, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) aprovou um acordo de salvaguardas com a Índia em que o primeiro irá gradualmente ganhar acesso a reatores nucleares civis da Índia. [ 43 ] Em setembro de 2008, o Grupo de Fornecedores Nucleares concedeu a Índia uma renúncia que lhe permite acesso à tecnologia nuclear civil e combustível de outros países. [ 44 ] A implementação desta renúncia fez da Índia o único país conhecido com armas nucleares que não é um signatário do TNP, mas ainda é permitido realizar comércio nuclear com o resto do mundo. [ 45 ] Desde a implementação da renúncia do NSG, a Índia assinou acordos nucleares com vários países, incluindo a França , [ 46 ] Estados Unidos , [ 47 ] Mongólia , Namíbia , [ 48 ] e Cazaquistão [ 49 ] enquanto isso a estrutura para os acordos semelhantes com a Austrália , Canadá e Reino Unido também estão sendo preparados. [ 50 ] [ 51 ] Referências ↑ Sachin Parashar, TNN, 28 de agosto de 2009, 12.55am IST (28 de agosto de 2009). «Kalam certifies Pokharan II, Santhanam stands his ground – India» . The Times of India . 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The National Security Archive's 'Nuclear Vault' Apresenta uma série de compilações de documentos revelados do governo dos Estados Unidos relacionados com o programa nuclear da Índia. Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Índia_e_as_armas_de_destruição_em_massa&oldid=50225620 ' Categorias : Armas de destruição em massa por país Forças armadas da Índia Programa nuclear da Índia Categorias ocultas: !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores !Páginas com erros CS1: datas !Artigos com ligações inativas !CS1 manut: Língua não reconhecida Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas English Español Suomi हिन्दी 한국어 मराठी Bahasa Melayu Русский தமிழ் 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 03h43min de 23 de outubro de 2017. 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  China – Wikipédia, a enciclopédia livre China Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Para a civilização chinesa (ou sínica), veja China (civilização) . Para o país conhecido como Taiwan, veja República da China . Para outros significados, veja China (desambiguação) . 中华人民共和国中国 Zhōnghuá rénmín gònghéguó zhōngguó República Popular da China Bandeira Brasão de armas ... escuro. A Ilha de Taiwan (em disputa com a República da China ) e áreas disputadas com a Índia ... , Laos , Mianmar , Índia , Butão , Nepal , Paquistão , Afeganistão , Tajiquistão , Quirguistão e ... Himalaia e as montanhas Tian Shan formando fronteiras naturais entre a China, a Índia e a Ásia ... no leste da Índia . [ 21 ] [ 22 ] Na China, os nomes comuns para se referir ao país incluem ... exterior e à atividade missionária , o ópio produzido pela Índia britânica foi forçado a entrar CACHE

China – Wikipédia, a enciclopédia livre China Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Para a civilização chinesa (ou sínica), veja China (civilização) . Para o país conhecido como Taiwan, veja República da China . Para outros significados, veja China (desambiguação) . 中华人民共和国中国 Zhōnghuá rénmín gònghéguó zhōngguó República Popular da China Bandeira Brasão de armas Hino nacional : Marcha dos Voluntários Gentílico : chinês/chinesa Localização da China em verde escuro. A Ilha de Taiwan (em disputa com a República da China ) e áreas disputadas com a Índia estão em verde claro. Capital Pequim 39°55′N 116°23′L Cidade mais populosa Xangai Língua oficial Mandarim padrão [ 1 ] Governo República popular socialista unipartidária - Presidente Xi Jinping - Vice-presidente Li Yuanchao - Premier Li Keqiang - Presidente do Congresso Zhang Dejiang - Presidente da CCPPC Yu Zhengsheng Estabelecimento - Unificação da China sob a dinastia Qin 221 a.C. - Estabelecimento da República 1 de janeiro de 1912 - Proclamação da República Popular 1 de outubro de 1949 Área - Total 9 596 961 km² ( 3.º ) - Água (%) 2,8 Fronteira Mongólia , Rússia , Coreia do Norte , Vietnã , Laos , Mianmar , Índia , Butão , Nepal , Paquistão , Afeganistão , Tajiquistão , Quirguistão e Cazaquistão População - Estimativa para 2010 1 338 612 968 hab. ( 1.º ) - Censo 2000 1 242 612 226 hab. - Densidade 139,6 hab./km² PIB (base PPC ) Estimativa de 2015 - Total US$ 19,392 trilhões * [ 2 ] ( 2.º ) - Per capita US$ 14 107 [ 2 ] ( 91.º ) PIB (nominal) Estimativa de 2015 - Total US$ 10,982 trilhões * [ 2 ] ( 2.º ) - Per capita US$ 7 989 [ 2 ] ( 84.º ) IDH (2015) 0,738 ( 90.º ) – elevado [ 3 ] Gini (2012) 47,4 [ 4 ] Moeda Renminbi (Yuan) ( RMB¥ ) Fuso horário ( UTC +8) Cód. ISO CHN Cód. Internet .cn Cód. telef. +86 ¹ Co-oficial com o Inglês em Hong Kong e com o Português em Macau . ² China , Encyclopædia Britannica . Visitado em 21-02-2007. República Popular da China ( RPC . chinês simplificado : 中华人民共和国 . chinês tradicional : 中華人民共和國 . pinyin : ? zhōnghuá rénmín gònghéguó ), também conhecida simplesmente como China , é o maior país da Ásia Oriental e o mais populoso do mundo, com mais de 1,36 bilhão de habitantes, quase um quinto da população da Terra . É uma república socialista , governada pelo Partido Comunista da China (PCC) sob um sistema unipartidário [ 5 ] e que tem jurisdição sobre vinte e duas províncias , cinco regiões autônomas ( Xinjiang , Mongólia Interior , Tibete , Ningxia e Guangxi ), quatro municípios ( Pequim , Tianjin , Xangai e Chongqing ) e duas Regiões Administrativas Especiais com grande autonomia [ 6 ] ( Hong Kong e Macau ). A capital da RPC é Pequim . [ 7 ] Com aproximadamente 9,6 milhões de quilômetros quadrados, a República Popular da China é o terceiro (ou quarto) maior país do mundo em área total e o terceiro maior em área terrestre. [ 8 ] Sua paisagem é variada, com florestas de estepes e desertos (como os de Gobi e de Taklamakan ) no norte seco e frio, próximo da Mongólia e da Sibéria ( Rússia ), e florestas subtropicais no sul úmido e quente, próximo ao Vietnã , Laos e Mianmar . O terreno do país, a oeste, é de alta altitude, com o Himalaia e as montanhas Tian Shan formando fronteiras naturais entre a China, a Índia e a Ásia Central . Em contraste, o litoral leste da China continental é de baixa altitude e tem uma longa faixa costeira de 14 500 quilômetros, delimitada a sudeste pelo Mar da China Meridional e a leste pelo Mar da China Oriental , além dos quais estão Taiwan , Coreia ( Norte e Sul ) e Japão . A nação tem uma longa história , composta por diversos períodos distintos. A civilização chinesa clássica — uma das mais antigas do mundo — floresceu na bacia fértil do rio Amarelo , na planície norte do país. [ 9 ] O sistema político chinês era baseado em monarquias hereditárias, conhecidas como dinastias , que tiveram seu início com a semimitológica Xia (aproximadamente 2 000 a.C. ) e terminaram com a queda dos Qing , em 1911. Desde 221 a.C. , quando a dinastia Qin começou a conquistar vários reinos para formar um império único, o país expandiu-se, fraturou-se e reformulou-se várias vezes. A República da China , fundada em 1911 após a queda da dinastia Qing, governou o continente chinês até 1949. Em 1945, a república chinesa adquiriu Taiwan do Império do Japão , após o fim da Segunda Guerra Mundial . Na fase de 1946-1949 da Guerra Civil Chinesa , o Partido Comunista derrotou o nacionalista Kuomintang no continente e estabeleceu a República Popular da China, em Pequim, em 1 de outubro de 1949, enquanto o Partido Nacionalista mudou a sede do seu governo para Taipei . Desde então, a jurisdição da República da China está limitada à Taiwan e algumas ilhas periféricas (incluindo Penghu , Kinmen e Matsu ) e o país recebe reconhecimento diplomático limitado ao redor do mundo. Desde a introdução de reformas econômicas em 1978 , a China tornou-se em uma das economias de mais rápido crescimento no mundo, [ 10 ] sendo o maior exportador e o terceiro maior importador de mercadorias do planeta. A industrialização reduziu a sua taxa de pobreza de 53% (em 1981) para 8% (em 2001). [ 11 ] O país tem sido considerado uma superpotência emergente por vários acadêmicos, [ 12 ] analistas econômicos [ 13 ] e militares. [ 14 ] A importância da China [ 15 ] [ 16 ] como uma grande potência é refletida através de seu papel como segunda maior economia do mundo (ou segunda maior em poder de compra ) e da sua posição como membro permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas e de várias outras organizações multilaterais, incluindo a Organização Mundial do Comércio , Cooperação Econômica Ásia-Pacífico , Grupo dos Vinte , BRICS e da Organização para Cooperação de Xangai . Além disso, o país é reconhecido como uma potência nuclear , além de possuir o maior exército do mundo em número de soldados e o segundo maior orçamento de defesa . Índice 1 Etimologia 2 História 2.1 Pré-história 2.2 Primeiras dinastias 2.3 China Imperial 2.4 Declínio dinástico e guerras 2.5 República (1912-1949) 2.6 República Popular (1949-presente) 3 Geografia 3.1 Flora e fauna 3.2 Problemas ambientais 3.3 Clima e meio ambiente 4 Demografia 4.1 Composição étnica e idiomas 4.2 Urbanização 4.3 Religião 5 Governo e política 5.1 Relações exteriores 5.2 Forças armadas 5.3 Problemas sócio-políticos 6 Subdivisões 7 Economia 8 Infraestrutura 8.1 Educação 8.2 Saúde 8.3 Telecomunicações 8.4 Transportes 8.5 Energia 8.6 Ciência e tecnologia 8.6.1 Histórico 8.6.2 Era moderna 9 Cultura 9.1 Esportes 9.2 Feriados 10 Ver também 11 Referências 12 Ligações externas Etimologia Este artigo contém texto em chinês . Sem suporte multilingue apropriado, você verá interrogações, quadrados ou outros símbolos em vez de caracteres chineses . A palavra 'China' é derivada do persa Cin (چین), que por sua vez é derivado do sânscrito Cina (चीन). [ 17 ] O termo é registrado pela primeira vez em 1516 no diário do explorador português Duarte Barbosa . [ 18 ] A palavra sânscrita foi usada para se referir à China já em 150 d.C. [ 19 ] Há várias teorias acadêmicas sobre a origem desta palavra. A teoria tradicional, proposta no século XVII por Martino Martini , é a de que a palavra China é derivada de Qin ( 秦 ), o mais ocidental dos reinos chineses durante a dinastia Zhou , ou a partir do sucesso da dinastia Qin (221– 206 a.C. ). [ 20 ] A palavra Cina é usada em duas escrituras hindus – o Mahābhārata , do século V a.C. , e no Código de Manu , do século II a.C. – referindo-se a um país localizado na fronteira tibetana-birmana no leste da Índia . [ 21 ] [ 22 ] Na China, os nomes comuns para se referir ao país incluem Zhōngguó ( chinês simplificado : 中国 , literalmente ‘O(s) Estado(s) do Centro’) e Zhonghua ( chinês simplificado : 中华 ), embora o nome oficial do país tenha sido alterado inúmeras vezes por sucessivas dinastias e governos modernos. O termo Zhongguo apareceu em vários textos antigos, como o Shujing do século VI a.C. , [ 23 ] e em tempos pré-imperiais ele foi muitas vezes usado como um conceito cultural para distinguir o Huaxia dos bárbaros. O termo, que pode ser singular ou plural, se refere ao grupo de Estados na planície central da China. Foi só no século XIX que a expressão surgiu como o nome formal do país. Os chineses não eram os únicos a definir a sua nação como 'central', já que outras civilizações tinham a mesma opinião sobre si mesmas. [ 24 ] História Ver artigo principal: História da China Ver também: China (civilização) Pré-história Ver artigo principal: Pré-história chinesa Territórios aproximados ocupados por diferentes dinastias, bem como por modernos Estados políticos, ao longo da história da China Evidências arqueológicas sugerem que os primeiros hominídeos habitaram a China entre 250 mil a 2,24 milhões de anos atrás. [ 25 ] Uma caverna em Zhoukoudian (próximo da atual Pequim ) continha fósseis datados entre 300 mil e 780 000 a.C. [ 26 ] [ 27 ] Os fósseis da caverna são do Homem de Pequim , um exemplo de Homo erectus que manipulava o fogo . Há também restos de Homo sapiens que datam de 18 a 11 000 a.C. encontrados no local do Homem de Pequim. [ 28 ] Primeiras dinastias Ver também: Dinastias chinesas A tradição chinesa indica a Dinastia Xia como a primeira dinastia imperial, mas ela era considerada mítica até que escavações científicas encontraram os primeiros sítios da Cultura Erlitou , da Idade do Bronze , na província de Henan em 1959. Os arqueólogos já descobriram sítios urbanos, implementos de bronze e túmulos em locais citados como pertencentes aos Xia em antigos textos históricos, mas é impossível verificar se esses restos são dessa época sem registros escritos do período. [ 29 ] A primeira dinastia chinesa que deixou registros históricos foi a vagamente feudal Dinastia Shang (Yin), que estabeleceu-se ao longo do rio Amarelo , no leste da China, do século XVII ao XI a.C. A escrita oráculo em ossos dessa dinastia representa a forma mais antiga de escrita chinesa já encontrada e é uma ancestral direta dos caracteres chineses modernos usados em todo o leste da Ásia. Os Shang foram invadidos pelo oeste pela Dinastia Zhou , que governou entre os séculos XII e V a.C. , até que a sua autoridade centralizada foi lentamente corroída por senhores de guerra feudais. Vários Estados independentes finalmente emergiram do enfraquecido governo Zhou e entraram em guerra constantemente uns contra os outros durante o chamado Período das Primaveras e Outonos , que durou 300 anos, sendo apenas ocasionalmente interrompido pelo imperador Zhou. Até o momento do Período dos Reinos Combatentes , durante os séculos V e III a.C. , havia sete poderosos Estados soberanos no que é agora é a atual China, cada um com seu próprio rei, ministério e exército. [ 30 ] China Imperial Alguns dos milhares de guerreiros de terracota em tamanho real da dinastia Qin (ca. 210 a.C. ) Ver artigos principais: Império Chinês e Imperador da China O primeiro Estado unificado chinês foi estabelecido por Qin Shi Huang , do Estado Qin , em 221 a.C. Qin proclamou-se o 'Primeiro Imperador' (始 皇帝) e impôs muitas reformas em toda a nação, principalmente a normalização forçada da língua , medidas, comprimento de eixos e da moeda chinesa. A Dinastia Qin durou apenas quinze anos, caindo logo após a morte de Qin Shi Huang, que com o duro legalismo e políticas autoritárias levou a uma rebelião generalizada no país. [ 31 ] [ 32 ] A subsequente Dinastia Han governou a China entre 206 a.C. e 220 d.C. e criou uma duradoura identidade cultural entre a população, fator que resiste até os dias atuais. [ 31 ] [ 32 ] Essa dinastia expandiu consideravelmente o território do império através de campanhas militares que atingiram Coreia , Vietnã , Mongólia e Ásia Central , além de também ter ajudado a criar a Rota da Seda no centro da Ásia. A China foi por grande parte dos últimos dois milênios a maior economia do mundo. No entanto, na parte final da Dinastia Qing, o desenvolvimento econômico chinês começou a declinar e o rápido desenvolvimento da Europa durante a Revolução Industrial permitiu-lhe ultrapassar a nação chinesa (ver Grande Divergência ). [ 33 ] A Grande Muralha da China foi construída por várias dinastias ao longo de dois mil anos para proteger as regiões agrícolas sedentárias do interior chinês de incursões de pastores nômades das estepes do norte Após o colapso dos Han, um outro período de desunião seguiu-se, que incluiu a época chamada de Três Reinos . [ 34 ] Os Estados independentes chineses deste período, como o Wu Oriental , estabeleceram relações diplomáticas com o Japão , [ 35 ] introduzindo o sistema de escrita chinês por lá. Em 581, a China foi reunificada sob o governo da Dinastia Sui . [ 36 ] No entanto, essa dinastia recuou após sua derrota na Guerra Goguryeo-Sui (598-614). [ 37 ] [ 38 ] Durante as dinastias Tang e Song , a tecnologia e a cultura chinesa entraram em uma idade de ouro . [ 39 ] O Império Tang esteve no auge do poder até meados do século VIII , quando a Rebelião de An Lushuan destruiu a prosperidade do reino. [ 40 ] A dinastia Song foi o primeiro governo na história do mundo a emitir papel-moeda e a primeira entidade política chinesa a estabelecer uma marinha permanente. Entre os séculos X e XI, a população da China dobrou de tamanho. Esse crescimento se deu por meio do cultivo de arroz , expandido na China central e austral, e à produção de excedentes abundantes de alimentos. [ 41 ] Dentro das suas fronteiras, a dinastia Song do Norte tinha uma população de cerca de 100 milhões de habitantes. O governo dessa dinastia foi um período culturalmente rico para a filosofia e as artes da nação. A pintura de paisagem e de retrato foram trazidas para novos níveis de maturidade e complexidade após o reinado dos Tang e as elites sociais se reuniram para apreciar e partilhar a sua própria arte, além de negociar obras preciosas. Filósofos como Cheng Yi e Zhu Xi revigoraram o confucionismo , infundido ideais budistas , e destacaram uma nova organização de textos clássicos que levaram à doutrina central do neoconfucionismo . [ 41 ] Em 1271, o líder mongol e quinto Khagan do Império Mongol , Kublai Khan , estabeleceu a Dinastia Yuan , com o último remanescente da Dinastia Song caindo para os Yuan em 1279. Antes da invasão mongol , as dinastias chinesas teriam tido cerca de 120 milhões de pessoas sob seu comando. após a conquista ter sido concluída em 1279, o censo de 1300 estimou cerca de 60 milhões de habitantes. [ 42 ] A Cidade Proibida , em Pequim , foi o palácio imperial chinês desde meados da Dinastia Ming até ao fim da Dinastia Qing . Atualmente o local é considerado Patrimônio Mundial pela UNESCO . [ 43 ] Um camponês chamado Zhū Yuánzhāng derrubou a Dinastia Yuan em 1368 e fundou a Dinastia Ming . [ 44 ] Sob essa dinastia, a China entraria em outra era de ouro, com o desenvolvimento de uma das mais fortes marinhas do mundo e uma economia rica e próspera em meio a um florescimento artístico e cultural. Foi durante este período que Zheng He liderou explorações em todo o mundo, chegando até ao continente africano . Nos primeiros anos da dinastia Ming, a capital da China foi transferida de Nanquim para Pequim . [ 45 ] Durante a Dinastia Ming, pensadores como Wang Yangming criticaram e ampliaram o neoconfucionismo através dos conceitos do individualismo e da moralidade inata, o que teria um impacto enorme sobre o posterior pensamento japonês. A Coreia Joseon também se tornou um Estado vassalo da China Ming e adotou a maior parte de sua estrutura burocrática neoconfucionista. [ 45 ] Em 1644, Pequim foi saqueada por uma coalizão de forças rebeldes lideradas por Li Zicheng , um oficial Ming inferior que liderou a revolta camponesa. O último imperador Ming, Chongzhen , cometeu suicídio quando a cidade caiu. A Dinastia Qing , de origem manchu , então aliou-se ao general Ming Wu Sangui e derrubou a dinastia Shun, de Li, e depois assumiu o controle de Pequim, que se tornou a nova capital dos Qing. No total, o custo da conquista manchu da China foi de mais de 25 milhões de vidas. [ 46 ] Declínio dinástico e guerras Juncos chineses sob bombardeio britânico durante a Guerra do Ópio A Dinastia Qing , que durou até 1912, foi a última dinastia imperial da China. No século XIX , essa linhagem adotou uma postura defensiva em relação ao imperialismo europeu , embora estivesse envolvida em uma expansão imperialista particular para a Ásia Central. Neste momento, o país começou a perceber a importância do resto do mundo, em particular do Ocidente . Como a China se abriu ao comércio exterior e à atividade missionária , o ópio produzido pela Índia britânica foi forçado a entrar no Império Qing. Duas Guerras do Ópio com a Grã-Bretanha enfraqueceram o controle do Imperador. O imperialismo ocidental revelou-se desastroso para o país: “ O fim da Guerra do Ópio marcou o início do imperialismo ocidental na China. Tratados desiguais, impostos no final da guerra, forçaram a China a ceder Hong Kong, abrir 'Tratados dos Portos' para o comércio exterior, pagar indenizações a seus vencedores e permitir que os estrangeiros que vivessem e trabalhassem em solo chinês ficassem livres da jurisdição da lei local (extraterritorialidade). Ao longo dos anos, novas guerras com as potências ocidentais expandiram essas imposições sobre a soberania nacional da China, que culminou com o Tratado de Shimonoseki , que encerrou a Guerra Sino-Japonesa de 1894-95 . ” Pintura do século XIX da Rebelião Taiping de 1850–1864 O enfraquecimento do regime Qing e a humilhação aparente dos tratados desiguais aos olhos do povo chinês levou à crescente desordem social doméstica. No final de 1850, o sul chinês entrou em ebulição com a Rebelião Taiping , uma violenta guerra civil que durou até 1864. A rebelião foi liderada por Hong Xiuquan , que foi parcialmente influenciado por uma interpretação idiossincrática do cristianismo . Hong acreditava ser ele o filho de Deus e o irmão mais novo de Jesus . Embora as forças de Qing tenham sido vitoriosas, essa guerra civil foi uma das mais sangrentas da história da humanidade , custando pelo menos 20 milhões de vidas (mais do que o número total de mortes da Primeira Guerra Mundial ), com algumas estimativas chegando até 40 milhões de mortos. Outras rebeliões custosas seguiram a Rebelião Taiping, como Guerras do Clã Punti-Hakka (1855-1867), Rebelião Nien (1851-1868), Rebelião Miao (1854-1873), Revolta dos Panthay (1856-1873) e a Revolta Dungan (1862-1877). [ 48 ] [ 49 ] Cada uma dessas rebeliões resultou em uma perda estimada de vários milhões de vidas e teve um impacto devastador sobre a já frágil economia do país. [ 50 ] [ 51 ] [ 52 ] O fluxo do ópio britânico apressou ainda mais a queda do império. No século XIX , a era do colonialismo estava no auge e a grande diáspora chinesa começou, sendo que hoje cerca de 35 milhões de chineses vivem no sudeste da Ásia . [ 53 ] As taxas de emigração foram reforçadas por catástrofes nacionais, como a Fome do Norte da China de 1876-1879, que custou entre 9 e 13 milhões de vidas. [ 54 ] De 108 a.C. até 1911, a China passou por 1 828 períodos de fome [ 55 ] (um por ano) em algum lugar do território do império. [ 56 ] Na Guerra Sino-Japonesa de 1894-1895 , que foi disputada pela influência na Coreia, as tropas japonesas derrotaram as forças da Dinastia Qing Enquanto a China era destruída por contínuas guerras, o Japão Meiji conseguia rapidamente modernizar suas forças armadas e definir suas ambições sobre a conquista da Coreia e da Manchúria . A pedido do imperador coreano, o governo Qing enviou tropas para ajudar a suprimir a Rebelião Tonghak em 1894. No entanto, o Japão também enviou tropas para a Coreia, levando à Primeira Guerra Sino-Japonesa , o que resultou no fim da influência da China Qing na península coreana , bem como a cessão de Taiwan (incluindo as Ilhas Pescadores ) para o Japão em 1895. [ 57 ] Após esta série de derrotas, um plano de reforma para o império para se tornar uma moderna monarquia constitucional ao estilo Meiji foi elaborado pelo imperador Guangxu em 1898, mas encontrou resistência e foi parado pela imperatriz Tseu-Hi , que colocou imperador sob prisão domiciliar em um golpe de Estado . O malfadado levante dos boxers de 1898-1901, cujo principal alvo eram os ocidentais em Pequim, resultou em cerca de 115 mil mortes. [ 58 ] No início do século XX , uma massiva desordem civil havia começado e apelos por reformas e revolução eram ouvidos em todo o país. O imperador Guangxu de 38 anos de idade morreu em prisão domiciliar em 14 de novembro de 1908, curiosamente um dia antes antes da morte da própria Tseu-Hi. Com o trono vazio, ele foi sucedido pelo herdeiro escolhido a dedo pela imperatriz, seu sobrinho de dois anos de idade Pu Yi , que se tornou o imperador Xuantong . A consorte de Guangxu tornou-se a imperatriz viúva Longyu. Em outro golpe de Estado em 1912, Yuan Shikai derrubou Pu Yi e forçou Longyu a assinar o decreto de abdicação como regente, terminando mais de dois mil anos de domínio imperial na China. Longyu morreu, sem filhos, em 1913. [ 59 ] República (1912-1949) Sun Yat-sen , o pai da China moderna (sentado à direita), e Chiang Kai-shek , posteriormente o presidente da República da China Ver artigos principais: República da China (1912–1949) e História da República da China Ver também: Taiwan Em 1 de janeiro de 1912, a República da China foi estabelecida, anunciando o fim da China Imperial. [ 60 ] Sun Yat-sen do Kuomintang (Partido Nacionalista ou KMT) foi proclamado o presidente provisório da República. [ 61 ] No entanto, a presidência foi dada mais tarde a Yuan Shikai , um ex-general Qing, que tinha assegurado a deserção de todo o Exército de Beiyang do império Qing à revolução. Em 1915, Yuan proclamou-se Imperador da China , mas foi forçado a abdicar e restabelecer a república em face da condenação popular, não só da população em geral, mas também do próprio Exército de Beiyang e de seus comandantes. [ 62 ] Após a morte de Yuan Shikai em 1916, a China estava politicamente fragmentada, com um governo reconhecido internacionalmente, mas virtualmente impotente no âmbito doméstico e assentado em Pequim . Senhores da guerra regionais exerciam controle real sobre seus respectivos territórios. [ 63 ] [ 64 ] No final dos anos 1920, o Kuomintang nacionalista de Chiang Kai-shek foi capaz de reunificar o país sob seu próprio controle através de uma série de hábeis manobras políticas e militares, conhecidas popularmente como a Expedição do Norte . [ 65 ] [ 66 ] Civis chineses sendo enterrados vivos por soldados japoneses durante o Massacre de Nanquim , na Segunda Guerra Sino-Japonesa O Kuomintang mudou a capital do país para Nanquim e implementou a ' tutela política', um estágio intermediário de desenvolvimento político delineado no programa San-min, de Sun Yat-sen , para transformar a China em um Estado democrático moderno. Efetivamente, a tutela política significou um governo unipartidário comandado pelo Kuomintang, mas o partido dividiu-se politicamente em facções concorrentes. [ 67 ] [ 68 ] Esta divisão política tornou difícil para Chiang combater os comunistas , com quem o Kuomintang guerreava desde 1927, na Guerra Civil Chinesa . Esta guerra continuou com êxito para o Kuomintang, especialmente depois que os comunistas se retiraram na Grande Marcha , até que o Incidente de Xi’an e a agressão japonesa forçaram Chiang a enfrentar o Japão Imperial . [ 69 ] [ 70 ] A Segunda Guerra Sino-Japonesa (1937-1945), uma parte da Segunda Guerra Mundial , forçou uma aliança entre o Kuomintang e os comunistas. A ' Política dos Três Tudos ' do Japão no norte da China—'matar todos, queimar tudo e destruir tudo'—levou a inúmeras atrocidades de guerra cometidas contra a população civil pelos soldados japoneses. ao todo, mais de 20 milhões de civis chineses morreram. [ 71 ] [ 72 ] Estima-se que 200 mil chineses foram massacrados apenas na cidade de Nanquim durante a ocupação japonesa. [ 73 ] O Japão se rendeu incondicionalmente para a China em 1945. Taiwan , incluindo as Ilhas Pescadores , foi colocada sob o controle administrativo da República da China, que imediatamente reivindicou sua soberania. A China emergiu vitoriosa, com o auxílio da invasão soviética em agosto de 1945, [ 74 ] mas foi devastada e financeiramente drenada pela guerra. A desconfiança permanente entre o Kuomintang e os comunistas levou à retomada da guerra civil. Em 1947, a lei constitucional foi estabelecida, mas por causa da contínua agitação muitas disposições da Constituição da República da China nunca foram implementadas na China continental. [ 75 ] [ 76 ] [ 77 ] República Popular (1949-presente) Ver artigo principal: História da República Popular da China Mao Tsé-Tung proclama a criação da República Popular da China em 1949 Os conflitos da Guerra Civil Chinesa terminam em 1949, quando o Partido Comunista tomou o controle da China continental e o Kuomintang recuou para o mar, reduzindo seu território para apenas Taiwan , Hainan e suas ilhas vizinhas. Em 1 de outubro de 1949, Mao Tsé-Tung proclamou a criação da República Popular da China, [ 78 ] que ficou conhecida no ocidente como 'China comunista' ou 'China Vermelha' durante o período da Guerra Fria . Em 1950, o Exército de Libertação Popular (ELP) teve sucesso na recaptura de Hainan da República da China, ocupou o Tibete e derrotou a maioria das forças remanescentes do Kuomintang nas províncias de Yunnan e Xinjiang , apesar de alguns redutos do Partido Nacionalista ainda tiverem sobrevivido por muito mais tempo. [ 79 ] Mao encorajou o crescimento da população e, sob a sua liderança, a população chinesa quase duplicou, passando de cerca de 550 milhões para mais de 900 milhões de habitantes. [ 80 ] No entanto, o ' Grande Salto Adiante ' de Mao, um projeto de larga escala de reforma econômica e social, resultou em um número estimado de 45 milhões de mortes entre 1958 e 1961, principalmente por causa da fome . [ 81 ] Entre 1 e 2 milhões de proprietários de terra foram executados sob a acusação de serem 'contra-revolucionários'. [ 82 ] Em 1966, Mao e seus aliados lançaram a Revolução Cultural , que duraria até a morte do líder comunista uma década depois. Essa Revolução, motivada por lutas de poder dentro do partido e pelo medo da União Soviética , levou a uma grande reviravolta na sociedade chinesa. Em outubro de 1971, a República Popular da China substituiu a República da China na Organização das Nações Unidas e tomou seu lugar como membro permanente do Conselho de Segurança . No mesmo ano, pela primeira vez, o número de países que reconheciam a República Popular da China superou os que reconheciam a República da China, com sede em Taipei , como o governo legítimo do país. Em fevereiro de 1972, no auge da ruptura sino-soviética , Mao e Zhou Enlai encontraram o então presidente americano Richard Nixon em Pequim. No entanto, os Estados Unidos só foram reconhecer oficialmente a República Popular como o único governo legítimo da China em 1 de janeiro de 1979. [ 83 ] Deng Xiaoping , o responsável pela abertura econômica da China , em um encontro com Jimmy Carter na Casa Branca em 29 de janeiro de 1979 Após a morte de Mao em 1976 e a prisão do Bando dos Quatro , que foram responsabilizados pelos excessos da Revolução Cultural, Deng Xiaoping rapidamente arrebatou o poder do sucessor de Mao, Hua Guofeng . Embora ele nunca tenha se tornado o chefe do partido ou do Estado, Deng foi o ' líder supremo ' de fato da China na época e sua influência dentro do Partido levou o país a importantes reformas econômicas . Posteriormente, o Partido Comunista afrouxou o controle governamental sobre a vida dos cidadãos e as comunas populares foram dissolvidas, sendo que muitos camponeses receberam múltiplos arrendamentos de terra, com o aumento de incentivos e da produção agrícola. Estes eventos marcaram a transição da China de uma economia planejada para uma economia mista com um ambiente de mercado cada vez mais aberto, um sistema chamado por alguns de ' socialismo de mercado ' e que o Partido Comunista da China oficialmente descreve como 'socialismo com características chinesas'. A China adotou a sua atual constituição em 4 de dezembro de 1982. [ 84 ] Outras fontes, no entanto, interpretam as reformas impostas pelo governo chinês como um abandono do sistema econômico socialista. [ 85 ] [ 86 ] A morte do oficial pró-reforma Hu Yaobang ajudou a desencadear o Protesto na Praça da Paz Celestial em 1989 , durante o qual estudantes e outros civis fizeram campanha por vários meses, pedindo o combate contra a corrupção e uma maior reforma política, que incluísse os direitos democráticos e a liberdade de expressão . No entanto, eles foram finalmente dispersos em 4 de junho, quando as tropas e veículos do ELP entraram à força e abriram a praça, resultando em várias vítimas. Este evento foi amplamente divulgado e trouxe condenação mundial e sanções contra o governo chinês. [ 87 ] [ 88 ] O incidente conhecido como ' O Rebelde Desconhecido ' tornou-se particularmente famoso na época. [ 89 ] Arranha-céu Ping An IFC , em Shenzhen . Cerca de 90% dos produtos eletrônicos vendidos ao redor do mundo são feitos na cidade. [ 90 ] O presidente Jiang Zemin e o primeiro-ministro Zhu Rongji , ambos ex-prefeitos da cidade de Xangai , lideraram a nação na década de 1990. Sob os dez anos de administração de Jiang e Zhu, o desempenho econômico do país retirou cerca de 150 milhões de camponeses da pobreza e manteve uma taxa média anual de crescimento do produto interno bruto (PIB) de 11,2%. O país aderiu formalmente à Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001. [ 91 ] [ 92 ] No entanto, o rápido crescimento econômico que tornou a economia chinesa a segunda maior do mundo, também impactou severamente os recursos naturais e o meio ambiente do país. [ 93 ] Outra preocupação é que os benefícios do crescimento da economia não foram distribuídos uniformemente entre a população, resultando em uma ampla lacuna de desenvolvimento entre as áreas urbanas e rurais. Como resultado, com o presidente Hu Jintao e o primeiro-ministro Wen Jiabao , o governo chinês iniciou políticas para abordar estas questões de distribuição equitativa de recursos, embora o resultado continue a ser observado. [ 94 ] Mais de 40 milhões de agricultores foram deslocados de suas terras, [ 95 ] em geral para o desenvolvimento econômico, contribuindo para as 87 mil manifestações e motins que aconteceram por toda a China apenas em 2005. [ 96 ] Os padrões de vida melhoraram significativamente, mas os controles políticos se mantiveram estáveis. [ 97 ] Embora a China tenha, em grande parte, conseguido manter a sua rápida taxa de crescimento econômico, apesar da recessão no final da década de 2000 , sua taxa de crescimento começou a diminuir no início da década de 2010 e a economia continua excessivamente centrada no investimento fixo. [ 98 ] [ 99 ] [ 100 ] Além disso, os preparativos para uma grande mudança de liderança no Partido Comunista no final de 2012 foram marcados por disputas entre facções e escândalos políticos. [ 101 ] Durante a mudança da liderança da China em novembro de 2012, Hu Jintao e Wen Jiabao foram substituídos como presidente e primeiro-ministro por Xi Jinping e Li Keqiang , que assumem tais cargos em 2013. [ 102 ] [ 103 ] Geografia Ver artigo principal: Geografia da China Imagem de satélite do extenso território chinês A República Popular da China é o terceiro maior país do mundo em área terrestre [ 104 ] e é considerado o terceiro ou quarto maior em relação à área total. [ 105 ] A incerteza sobre o tamanho do país está relacionada com a validade de certos territórios reivindicados pela China, como Aksai Chin e Vale de Shaksgam (ambos os territórios também são reivindicados pela Índia ), e com a forma como a área territorial é calculada. [ 106 ] A China tem fronteiras com catorze nações, mais do que qualquer outro país do mundo. no sentido horário, a partir do sul: Vietnã , Laos , Myanmar , Índia , Butão , Nepal , Paquistão , [ 107 ] Afeganistão , Tajiquistão , Quirguistão , Cazaquistão , Rússia , Mongólia e Coreia do Norte . Além disso, a fronteira entre a República Popular da China e a República da China (Taiwan) está localizada em águas territoriais . A China tem uma fronteira terrestre de 22.117 km, a maior do mundo . [ 108 ] O território da China possui uma grande variedade de paisagens. No leste, ao longo da costa do Mar Amarelo e do Mar da China Oriental , há extensas planícies aluviais densamente povoadas, enquanto que nas bordas do planalto da Mongólia Interior , no norte, campos podem ser vistos. O sul da China é dominado por colinas e cordilheiras baixas. [ 108 ] No centro-leste estão os deltas dos dois maiores rios chineses, o rio Amarelo e o rio Yangtzé (Chang Jiang). Outros rios importantes são o Xi-Jiang , o Mekong , o Brahmaputra e o Amur . Para o oeste, estão cordilheiras importantes, especialmente o Himalaia , com o ponto mais alto da China na metade oriental do monte Everest , e caracterizado por altos planaltos entre as paisagens mais áridas, como o Taklamakan e o deserto de Gobi . [ 108 ] Panorama de Huanglong , em Sichuan . Flora e fauna Panda-gigante , animal endêmico da China Um dos dezessete países megadiversos , [ 109 ] a China encontra-se em duas das biorregiões mais importantes do mundo, a paleártica e a indomalaia . Na zona paleártica, são encontrados mamíferos como o cavalos , camelos , jerboas e tigres . Entre as espécies encontradas na região indomalaia, estão o gato-leopardo , o tigre Amoy , o rato-de-bambu , tupaias e várias espécies de macacos e símios . Algumas sobreposições existem entre as duas regiões, por causa da dispersão natural e da migração , como veados , antílopes , ursos , lobos , porcos e roedores . O famoso panda-gigante é encontrado somente em uma área limitada ao longo do rio Yangtzé . Há um problema com o comércio de espécies ameaçadas , embora já existam leis que proíbem tais atividades. [ 110 ] A China também contém uma variedade de tipos de floresta . O nordeste e o noroeste do país contêm montanhas e florestas de coníferas , suportando espécies animais que incluem alces e ursos-negros-asiáticos , juntamente com cerca de 120 tipos de aves . As úmidas florestas de coníferas podem ter moitas de bambu como um sub-bosque, sendo substituído por rododendros . As florestas subtropicais, que dominam a região central-sul da China, abrigam 146 mil espécies de plantas. Florestas tropicais e florestas tropicais sazonais, embora confinadas em Yunnan e na ilha de Hainan , na verdade, contêm um quarto de todas as espécies vegetais e animais encontradas na China. [ 111 ] Problemas ambientais Imagem de satélite de uma espessa neblina formada por poluição atmosférica (proveniente de poluição urbana e industrial) sobre a costa oriental da China, na região da Baía Bohai e do Mar Amarelo . junho de 2009 Nas últimas décadas, a China sofreu com a grave deterioração ambiental e poluição de seu território. [ 112 ] Embora algumas legislações, tais como a Lei de Proteção Ambiental de 1979, sejam bastante rigorosas, elas são mal aplicadas, já que são frequentemente desconsideradas pelas comunidades locais e funcionários do governo em favor do rápido desenvolvimento econômico. Como resultado, os protestos públicos e distúrbios por questões ambientais têm se tornado cada vez mais comum no país. [ 113 ] Ativistas ambientais, tais como Ma Jun advertiram sobre o perigo de que a poluição da água representa para a sociedade chinesa. [ 114 ] De acordo com o Ministério chinês de Recursos Hídricos, cerca de 300 milhões de chineses não têm acesso à água potável e 40% dos rios do país estavam poluídos por resíduos industriais e agrícolas no final de 2011. [ 115 ] Esta crise é agravada pelo problema perene da escassez de água, sendo que 400 das 600 cidades chinesas pesquisadas apresentavam poucos recursos de água potável. [ 116 ] [ 117 ] Além disso, várias grandes cidades costeiras do país, incluindo Xangai , são consideradas altamente vulneráveis a inundações de larga escala. [ 118 ] No entanto, a China é investidor mundial líder em tecnologias de energias renováveis , com 52 bilhões dólares investidos apenas em 2011. [ 119 ] [ 120 ] [ 121 ] O país produz mais turbinas eólicas e painéis solares do que qualquer outro [ 122 ] e projetos de energia renovável, como o aquecimento solar de água, são amplamente adotados, em nível local. [ 123 ] Em 2009, mais de 17% da energia da China foi obtida a partir de fontes renováveis, principalmente de usinas hidrelétricas , das quais a China tem uma capacidade total instalada de 197 GW. [ 124 ] Em 2011, o governo chinês anunciou planos de investir quatro trilhões de yuans (618,55 bilhões de dólares) em projetos de infraestrutura de água ao longo de um período de dez anos e para completar a construção de um sistema de prevenção de inundações e anti-secas até 2020. [ 125 ] Clima e meio ambiente China pela classificação climática de Köppen A China tem um clima dominado principalmente por estações secas e monções úmidas, o que leva a diferenças de temperatura no inverno e no verão . No inverno, os ventos do norte, provenientes de áreas de altas latitudes , são frios e secos. no verão, os ventos do sul, de zonas marítimas em baixa latitude, são quentes e úmidos. O clima na China é diferente de região para região por causa da extensa e complexa topografia do país. [ 126 ] Uma questão importante é a contínua expansão dos desertos , principalmente o deserto de Gobi. [ 127 ] Embora as linhas de barreira de árvores, plantadas desde 1970, tenham reduzido a frequência de tempestades de areia , secas prolongadas e resultados negativos nas práticas agrícolas, tempestades de poeira ainda assolam o norte da China a cada primavera e então se espalham para outras partes do leste da Ásia , incluindo Japão e Coreia . De acordo com a fiscalização ambiental da China, a SEPA, a República Popular da China perde cerca de 4000 km² por ano para a desertificação . [ 128 ] Água, erosão e controle da poluição têm se tornado questões importantes nas relações da China com outros países. O derretimento das geleiras no Himalaia, também pode levar à escassez de água para centenas de milhões de pessoas. [ 129 ] Mar das Cinco Flores no Vale Jiuzhaigou , Sichuan . Muztagh Ata , em Xinjiang . Deserto de Gobi em Dunhuang , Gansu . Rio Li em Guilin , Guangxi . Parque Geológico Nacional Zhangye Danxia . Mar da China Meridional em Sanya , Hainan . Demografia Ver artigo principal: Demografia da China Imagem de satélite do território chinês e de outras partes da Ásia Oriental à noite. As províncias litorâneas, no leste do país, são muito mais densamente povoadas do que o interior chinês, no oeste O censo nacional de 2010 estimou a população da República Popular da China em 1 338 612 968 habitantes. Cerca de 21% da população (145 461 833 homens. 128 445 739 mulheres) tinha 14 anos ou menos, 71% (482 439 115 homens. 455 960 489 mulheres) tinha entre 15 e 64 anos de idade e 8% (48 562 635 homens. 53 103 902 mulheres) tinha mais de 65 anos de idade. A taxa de crescimento populacional em 2006 foi de 0,6%. [ 130 ] Ao final de 2010, a proporção de pessoas do continente chinês com quatorze anos ou mais era de 16,60%, enquanto o número com sessenta anos ou mais cresceu para 13,26% da população, dando uma proporção total de dependentes de 29,86%. A proporção da população em idade de trabalho era de cerca de 70%. [ 131 ] Embora seja um país de renda média para os padrões ocidentais, o rápido crescimento do país tem tirado centenas de milhões de pessoas da pobreza desde 1978. Hoje, cerca de 10% da população chinesa vive abaixo da linha de pobreza (com 1 dólar por dia), uma queda de 64% em relação aos níveis de 1978. O desemprego urbano na China caiu para 4% no final de 2007, embora o desemprego global real seja de cerca de 10%. [ 132 ] Com uma população de mais de 1,3 bilhões e escassez de recursos naturais, a China está muito preocupada com seu crescimento populacional e tentou, com resultados diversos, [ 133 ] implementar uma política rigorosa de planejamento familiar , conhecida como ' política do filho único '. A meta do governo é de uma criança por família, com exceções para as minorias étnicas e com certo grau de flexibilidade nas áreas rurais. Espera-se que o crescimento populacional da China estabilize-se nas primeiras décadas do século XXI , embora algumas projeções estimam uma população entre 1,4 bilhões e 1,6 bilhões até 2025. O Ministro de Planejamento Familiar da China indicou que a política do filho único será mantida pelo menos até 2020. [ 134 ] No entanto, essa estratégia do governo encontra resistência, particularmente nas áreas rurais do país, por causa da necessidade de trabalho agrícola e de uma tradicional preferência por meninos (que mais tarde podem servir como herdeiros do sexo masculino). As famílias que não respeitam essa política frequentemente mentem durante os censos. [ 135 ] Crescimento populacional chinês de 1949 a 2008 A decrescente confiança das estatísticas demográficas da China desde o início do planejamento familiar no final dos anos 1970 torna a avaliação da eficácia dessa política difícil. [ 135 ] Os dados do censo de 2010 indicam que a taxa de fecundidade total pode agora ser em torno de 1,4 filhos por mulher. [ 136 ] O governo está particularmente preocupado com o desequilíbrio na proporção entre os sexos no nascimento, aparentemente um resultado de uma combinação da tradicional preferência por meninos e da pressão do planejamento familiar, o que levou à proibição de utilização de dispositivos de ultrassonografia para situações não emergenciais, em uma tentativa de se evitar abortos seletivos. [ 137 ] Segundo o censo de 2010, havia 118,06 meninos nascidos para cada 100 meninas, o que é 0,53 pontos menor do que o índice obtido em uma pesquisa por amostragem populacional realizada em 2005. [ 138 ] No entanto, a razão de sexo de 118,06 ainda está além da faixa normal de cerca de 105% e os especialistas alertam para uma crescente instabilidade social se esta tendência continuar. [ 139 ] Para a população nascida entre os anos de 1900 e 2000, estima-se que poderia haver 35,59 milhões mulheres a menos do que homens. [ 140 ] Outros demógrafos argumentam que os desequilíbrios de gênero observados podem surgir a partir do sub-registro dos nascimentos de meninas. [ 141 ] [ 142 ] [ 143 ] [ 144 ] Um estudo recente sugere que até três milhões de bebês chineses sejam escondidos pelos seus pais a cada ano. [ 144 ] De acordo com o censo de 2010, os homens representavam 51,27% do total da população, enquanto as mulheres compunham 48,73% do total. [ 138 ] Composição étnica e idiomas Mapa das variantes da língua chinesa . Ver artigos principais: Etnias da China e Língua chinesa A China reconhece oficialmente 56 grupos étnicos distintos , sendo o maior deles os chineses da etnia han , que constituem cerca de 91,51% da população total do país. Os han, o maior grupo étnico único do mundo, superam outros grupos étnicos chineses em cada província, município e região autônoma, exceto no Tibete e em Xinjiang . Eles são descendentes de antigas tribos huaxia que viviam ao longo do rio Amarelo . [ 145 ] As minorias étnicas representam cerca de 8,49% da população chinesa, de acordo com o censo de 2010. Em comparação com o censo populacional de 2000, a população han aumentou em 66 537 177 pessoas, ou 5,74%, enquanto a população das 55 minorias nacionais combinadas aumentou 7 362 627 de pessoas, ou 6,92%. [ 145 ] O censo de 2010 registrou um total de 593 832 cidadãos estrangeiros que viviam na China. Os maiores desses grupos eram provenientes da Coreia do Sul (120 750), dos Estados Unidos (71 493) e do Japão (66 159). [ 146 ] Os idiomas mais falados na China pertencem à família linguística sino-tibetana . Há, também, vários grandes grupos linguísticos dentro da língua chinesa . As variedades mais faladas são o mandarim (nativamente falado por mais de 70% da população), o wu (inclui o xangainês ), o yue (inclui o cantonês e o taishanês), o min (inclui hokkien e teochew), o xiang , o gan e o hakka . Línguas não-sínicas faladas amplamente por minorias étnicas incluem o zhuang , o mongol , o tibetano , o uigur , o hmong e o coreano . O mandarim padrão , uma variedade do mandarim baseada no dialeto de Pequim , é a língua oficial nacional e é usado como uma língua franca entre as pessoas de diferentes origens linguísticas. [ 147 ] Urbanização Ver também: Lista de cidades na China e Lista de cidades da China por população Desde 2000, as cidades chinesas têm se expandido a uma taxa média de 10% ao ano. Estima-se que a população urbana do país irá aumentar para 400 milhões de pessoas em 2025, [ 148 ] quando suas cidades irão abrigar uma população de mais de um bilhão de habitantes. [ 149 ] A taxa de urbanização do país aumentou de 17,4% para 46,6% entre 1978 e 2009, uma escala sem precedentes na história humana. [ 150 ] Entre 150 e 200 milhões de trabalhadores migrantes trabalham em tempo parcial nas grandes cidades, voltando para o campo periodicamente com os seus ganhos. [ 151 ] [ 152 ] Hoje, a China tem dezenas de cidades com um milhão ou mais de habitantes, incluindo as três cidades globais de Pequim , Hong Kong e Xangai . Em 2025, estima-se que o país terá 221 cidades com mais de um milhão de habitantes. [ 149 ] ver • editar Cidades mais populosas da China Sexto Censo Nacional da República Popular da China (2010) [ 153 ] Xangai Pequim Posição Localidade Subdivisão Pop. Posição Localidade Subdivisão Pop. Chongqing Cantão 1 Xangai Xangai 20 217 700 11 Chengdu Sichuan 6 316 900 2 Pequim Pequim 16 446 900 12 Nanquim Jiangsu 6 238 200 3 Chongqing Chongqing 11 871 200 13 Shenyang Liaoning 5 718 200 4 Cantão Guangdong 10 641 400 14 Hangzhou Zhejiang 5 578 300 5 Shenzhen Guangdong 10 358 400 15 Xian Shaanxi 5 399 300 6 Tianjin Tianjin 9 562 300 16 Harbin Heilongjiang 5 178 000 7 Wuhan Hubei 7 541 500 17 Suzhou Jiangsu 4 083 900 8 Dongguan Guangdong 7 271 300 18 Qingdao Shandong 3 990 900 9 Hong Kong RAE 7 055 071 19 Dalian Liaoning 3 902 500 10 Foshan Guangdong 6 771 900 20 Zhengzhou Henan 3 677 000 Religião Ver artigo principal: Religião na China Religião na China (com base em diferentes pesquisas [ 154 ] [ 155 ] [ 156 ] [ 157 ] [ 158 ] ) Religião Porcentagem Agnosticismo e ateísmo   42% Religiões tradicionais e taoísmo   30% Budismo   18% Cristianismo   4% Religiões étnicas minoritárias   4% Islamismo   2% Na China, o governo permite um grau limitado de liberdade religiosa , porém a tolerância oficial só é estendida aos membros de organizações religiosas aprovadas pelo Estado e não para aqueles que são adeptos de outras religiões. É difícil se obter o número exato de seguidores de grupos religiosos devido à falta de dados oficiais, mas há um consenso geral de que a religião no país está passando por um tipo de 'ressurgimento' nos últimos 20 anos. [ 159 ] Uma pesquisa de Phil Zuckerman, no site Adherents.com , concluiu que em 1998, 59% (mais de 700 milhões de pessoas) [ 160 ] da população era irreligiosa . Enquanto outra pesquisa de 2007 constatou que existem 300 milhões de pessoas (23% da população) religiosas, divergindo do número oficial de 100 milhões. [ 159 ] Templo do Céu , um complexo de edifícios taoistas em Pequim Apesar dos resultados de diferentes pesquisas, a maioria concorda que as religiões tradicionais — budismo , confucionismo , taoismo e a religião tradicional chinesa — são as religiões dominantes. De acordo com várias fontes, o budismo na China possui entre 660 milhões (50%) a 1 bilhão de membros (80%), [ 161 ] enquanto que o número de taoistas é de 400 milhões de pessoas (~30%). [ 162 ] [ 163 ] No entanto, devido ao fato de que uma pessoa pode participar de duas ou mais destas crenças tradicionais e, ao mesmo tempo, pela dificuldade em diferenciar claramente o budismo, o confucionismo, o taoismo e a religião tradicional chinesa, o número de adeptos dessas religiões podem ser sobrepostos. Além disso, os seguidores do budismo e do taoismo não são considerados necessariamente religiosos por aqueles que seguem tais filosofias . [ 164 ] [ 165 ] [ 166 ] Das religiões minoritárias, o cristianismo tem sido particularmente destacado como uma das de mais rápido crescimento (especialmente desde os últimos 200 anos) e, hoje, possui entre 40 milhões (3%) [ 159 ] [ 167 ] a 54 milhões (4%) de seguidores, [ 168 ] de acordo com pesquisas independentes, enquanto as estimativas oficiais sugerem que há apenas 16 milhões de cristãos no país. [ 169 ] O islamismo também está presente no país, porém estatísticas sobre o tema são difíceis de serem encontradas e os valores que a maioria das estimativas fornecem ficam em torno de 20 e 30 milhões de muçulmanos (1,5% a 2% da população). [ 170 ] [ 171 ] [ 172 ] [ 173 ] Existem também seguidores de outras religiões minoritárias, como o hinduísmo , o dongbaismo , o bön e uma série de novas religiões e seitas . Em julho de 1999, a prática espiritual da seita Falun Gong foi oficialmente proibida pelas autoridades [ 174 ] e vários organismos internacionais têm criticado o tratamento do governo a esse grupo. [ 175 ] Governo e política Ver artigo principal: Política da China Tiannamen‎ com um retrato de Mao Tsé-Tung A República Popular da China, ao lado da República Moldava da Transnístria , da República de Cuba , da República Democrática Popular da Coreia , da República Democrática Popular Laoana e da República Socialista do Vietnã é um dos seis Estados restantes que se declaram socialistas no mundo. [ 176 ] [ 177 ] No entanto, na prática, a estrutura política da China não pode ser caracterizada de maneira tão simples. [ 178 ] O governo chinês tem sido descrito como comunista e socialista , mas também como autoritário , com fortes restrições remanescentes em muitas áreas, principalmente em relação à internet , imprensa , liberdade de reunião , direitos reprodutivos e liberdade de religião . [ 179 ] Seu atual sistema político/econômico é denominado por seus líderes como ' socialismo com características chinesas '. [ 84 ] O país é governado pelo Partido Comunista da China (PCC), cujo poder está consagrado na constituição. [ 180 ] O sistema eleitoral chinês é hierárquico, segundo o qual os Congressos Populares locais são eleitos diretamente e todos os níveis mais elevados de Congresso Popular até a Assembleia Popular Nacional (APN) são eleitos indiretamente pelo Congresso Popular de nível imediatamente inferior. [ 180 ] O sistema político é parcialmente descentralizado, com poucos processos democráticos internos ao partido e ao nível das vilas locais, embora estas experiências tenham sido marcadas pela corrupção . Há outros partidos políticos na China, referidos no país como partidos democráticos, que participam da Assembleia Popular Nacional e da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês (CPPCC). [ 181 ] Comparada às suas políticas fechadas de até meados dos anos 1970, a liberalização da China resultou em um clima administrativo menos restritivo do que o anterior. O país apoia fortemente o princípio leninista de ' centralismo democrático ', [ 180 ] mas a política chinesa é muito diferente da democracia liberal ou da social-democracia adotada na maioria dos países do Ocidente e a Assembleia Nacional Popular tem sido descrita como uma instituição que na prática é muito dependente do governo central. [ 182 ] O Grande Salão do Povo , onde está a Assembleia Popular Nacional , na Praça da Paz Celestial , em Pequim O presidente em exercício do país é Xi Jinping e seu primeiro-ministro é Li Keqiang , que também é um ex-membro sênior do Comitê Permanente do Politburo do Partido , um órgão com atualmente sete integrantes que dividem os cargos mais importantes do país. [ 183 ] O secretário-geral do Partido Comunista da China é atualmente Xi Jinping, que é também o presidente da Comissão Militar Central e serve como líder político do país . [ 102 ] Houve alguns movimentos pela liberalização política do país, em que eleições abertas contestadas são agora realizadas nos níveis de vilas e cidades, [ 184 ] [ 185 ] sendo que as legislaturas têm mostrado alguma assertividade de vez em quando. No entanto, o partido mantém o controle efetivo sobre as nomeações governamentais: na ausência de uma oposição significativa, o PCC ganha por falta de concorrência na maioria das vezes. As preocupações políticas na China incluem diminuir o fosso crescente entre os ricos e os pobres, além do combate à corrupção dentro da liderança do governo. [ 186 ] O nível de apoio popular ao governo e à sua gestão do país está entre os mais altos do mundo, sendo que 86% dos cidadãos chineses expressaram satisfação com a economia de sua nação de acordo com uma pesquisa do Pew Research Center feita em 2008. [ 187 ] Relações exteriores Ver artigo principal: Relações exteriores da China Ver também: Missões diplomáticas da China Hu Jintao em encontro com o ex- presidente dos Estados Unidos , George W. Bush , em 2006 A República Popular da China (RPC) tem relações diplomáticas com 171 países e mantém embaixadas em 162 deles . [ 188 ] A sua legitimidade é contestada pela República da China (RC, conhecida simplesmente como Taiwan ) e alguns outros países. portanto, é o maior e mais populoso país, mas com reconhecimento relativamente limitado. A Suécia foi o primeiro país ocidental a estabelecer relações diplomáticas com a RPC em 9 de maio de 1950. [ 189 ] Em 1971, a RPC substituiu a RC como o único representante da China nas Nações Unidas e como um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança . [ 190 ] O país também é um ex-membro e ex-líder do Movimento de Países Não-Alinhados e ainda se considera um defensor dos países em desenvolvimento . [ 191 ] Sob a sua interpretação da ' Política de Uma China ', o país tornou um pré-requisito para o estabelecimento de relações diplomáticas que o outro país reconheça a sua reivindicação sob Taiwan e corte os laços oficiais com o governo taiwanês. As autoridades chinesas protestaram em várias ocasiões quando países estrangeiros fizeram aberturas diplomáticas com a RC, [ 192 ] especialmente em relação a vendas de armamentos. [ 193 ] Reuniões políticas entre líderes de governos estrangeiros e o 14º Dalai Lama também sofrem oposição do governo chinês, que considera o Tibete parte formal do seu território. [ 194 ] Grande parte da atual política exterior da China é declaradamente baseada nos Cinco Princípios de Coexistência Pacífica de Zhou Enlai : não-interferência nos assuntos de outros países, não-agressão, convivência pacífica, igualdade e benefícios mútuos. A política externa do país também é impulsionada pelo conceito de 'harmonia sem uniformidade', que incentiva as relações diplomáticas entre os Estados, apesar de diferenças ideológicas. Esta política levou a China a apoiar os Estados que são considerados perigosos ou repressivos pelas nações ocidentais, como Zimbabué , Coreia do Norte e Irã . [ 195 ] Terceira cúpula dos países membros do BRICS na cidade chinesa de Sanya , em abril de 2011 Conflitos com países estrangeiros ocorreram em alguns momentos da história chinesa recente, particularmente com os Estados Unidos, como no bombardeio americano da embaixada chinesa em Belgrado , durante a Guerra do Kosovo em maio de 1999, e no incidente entre aviões militares dos dois países em abril de 2001 na província chinesa de Hainan . A relações internacionais do país com muitas nações ocidentais estremeram-se por um tempo após a repressão militar no Protesto na Praça da Paz Celestial em 1989 , embora nos últimos anos o país tenha melhorado suas relações diplomáticas com o Ocidente. [ 196 ] [ 197 ] A China também tem uma relação econômica cada vez mais próxima da Rússia e os dois governos muitas vezes votam em conjunto no Conselho de Segurança. [ 198 ] [ 199 ] O país tem fortes laços políticos e econômicos com várias nações do mundo em desenvolvimento . Mais notavelmente, ele tem seguido uma política de engajamento com os países africanos em comércio e cooperação bilateral. [ 200 ] [ 201 ] A Xinhua , a agência de notícias oficial do país, declarou em 2008 que havia cerca de 750 mil cidadãos chineses que trabalhavam ou viviam na África. [ 202 ] Além disso, a China tem reforçado os seus laços com as economias da América do Sul , tornando-se o maior parceiro comercial do Brasil e construindo laços estratégicos com a Argentina . [ 203 ] [ 204 ] Junto com Brasil, Rússia , Índia e África do Sul , o país é membro do grupo BRICS de economias emergentes importantes e sediou a terceira cúpula oficial do bloco em Sanya , na província de Hainan , em abril de 2011. [ 205 ] Forças armadas Caça de quinta geração chinês Chengdu J-20 Soldados da Guarda de Honra do Exército da República Popular da China em marcha Míssil intercontinental DF-5B durante as comemorações do Dia V-J em Pequim , 2015 Ver artigo principal: Exército de Libertação Popular Ver também: China e as armas de destruição em massa Com mais de 2,3 milhões de soldados ativos, o Exército de Libertação Popular (ELP), em inglês People's Liberation Army (PLA), é a maior força militar do mundo, em termos de número de tropas, e possui o segundo maior orçamento de defesa do mundo. [ 206 ] O ELP consiste de um exército , marinha , força aérea e uma força nuclear estratégica. O governo anunciou que o orçamento do ELP para 2009 foi de 70 bilhões de dólares. No entanto, os Estados Unidos afirmam que a China não informa sua despesa militar real. A Central Intelligence Agency (CIA) estima que o orçamento militar chinês real para 2008 tenha sido entre de 105 e 150 bilhões de dólares. [ 207 ] A República Popular da China (RPC), com a posse de armas nucleares , é considerada uma grande potência militar regional e uma superpotência militar emergente . [ 208 ] o país é o único membro do Conselho de Segurança da ONU com uma capacidade de projeção de poder relativamente limitada. [ 209 ] Muito progresso foi feito na última década e a RPC continua a fazer esforços para concluir a modernização de suas forças armadas . O país comprou caças de última geração da Rússia , como o Sukhoi Su-30 , e também produziu os seus próprios caças modernos, especificamente os chineses Chengdu J-10 , Shenyang J-11 e Chengdu J-20 . [ 210 ] Também adquiriu e aprimorou o míssil russo S-300 , que é considerado um dos melhores sistemas de interceptação de aeronaves do mundo. [ 211 ] Em anos recentes, a China divulgou um protótipo de caça stealth , o Chengdu J-20, previsto para entrar em operação entre 2017 e 2019. [ 212 ] Em anos recentes, a China concentrou-se na construção de navios de longo alcance, introduzindo seu primeiro porta-aviões . [ 213 ] Há pouca informação disponível sobre as motivações que apoiam a modernização militar da China. Um relatório de 2007 do Secretário de Defesa dos Estados Unidos observou que 'as ações da China em determinadas áreas aparecem cada vez mais incompatíveis com as suas políticas declaratórias' de ascensão pacífica. [ 214 ] Por sua vez, o governo chinês afirma que mantém um exército puramente para fins defensivos. [ 215 ] Algumas ' usinas de ideias ', como o Conselho Europa-Ásia, alegaram que as atuais tensões entre os Estados Unidos e a China sobre a decisão abrupta de Washington, D.C de vender armas à Taiwan [ 216 ] podem desencadear uma nova corrida armamentista na Ásia alimentada basicamente por motivos ideológicos nacionais, uma situação que lembra em muitos aspectos a era McCarthy , quando os Estados Unidos foram abertamente favoráveis ao lobby de Chiang Kai-shek . [ 217 ] Problemas sócio-políticos Ver também: Censura na China e Trabalho e bem-estar social na China Protesto na Praça da Paz Celestial em 1989 Protesto contra a prisão de Liu Xiaobo , ganhador do Prêmio Nobel da Paz , em Hong Kong . [ 218 ] Manifestantes pró-democracia reunidos no dia 1 de outubro de 2014 em Hong Kong Apesar dos controles econômicos e sociais por parte do governo terem sido muito enfraquecidos na China desde a década de 1970, a liberdade política é ainda muito restrita. A Constituição da República Popular da China (RPC) afirma que os 'direitos fundamentais' dos cidadãos incluem a liberdade de expressão , a liberdade de imprensa , o direito a um julgamento justo e à liberdade de religião , o sufrágio universal e os direitos de propriedade . [ 180 ] No entanto, estas disposições não conferem aos chineses proteção significativa, na prática, contra procedimentos penais do Estado . [ 219 ] [ 220 ] [ 221 ] Com a reforma econômica chinesa, dezenas de milhões de trabalhadores rurais do país que se mudaram para as grandes cidades [ 222 ] foram tratados como pessoas de segunda classe por um sistema obsoleto de registro domésticos, chamado hukou , que controla os benefícios governamentais. [ 223 ] O sistema de direitos de propriedade é fraco e ocorrem desapropriações abusivas de terras de camponeses. [ 222 ] Em 2003/2004, um agricultor médio tinha de pagar três vezes mais impostos , embora o seu rendimento tenha sido de apenas um sexto do de um morador urbano médio. [ 223 ] Desde então, uma série de impostos rurais têm sido reduzidos ou suprimidos e outros serviços sociais prestados às populações rurais. [ 224 ] [ 225 ] A censura do discurso político e da informação, inclusive na internet , [ 226 ] é aberta e usada rotineiramente para silenciar as críticas ao governo e ao Partido Comunista Chinês . [ 227 ] [ 228 ] Em 2010, a organização Repórteres sem Fronteiras classificou a China na 171ª posição (entre 178 estados) em seu relatório anual do ' Índice de Liberdade de Imprensa '. [ 229 ] O governo reprime as manifestações de organizações e crenças que considera uma potencial ameaça para o controle da 'estabilidade social', como foi o caso do Protesto na Praça da Paz Celestial em 1989 . O Partido Comunista tem tido pouco sucesso em controlar a informação: um poderoso sistema de controle de mídia enfrenta o avanço muito forte do mercado e de cidadãos cada vez mais educados, além de mudanças culturais que estão tornando o país mais aberto, especialmente em relação a questões ambientais. [ 230 ] [ 231 ] Vários governos estrangeiros e ONGs rotineiramente criticam a RPC, alegando violações generalizadas dos direitos civis , incluindo a utilização sistemática de detenção de ativistas políticos prolongada sem julgamento justo, confissões forçadas, tortura , maus-tratos de prisioneiros, além de restrições à liberdade de expressão, de reunião , associação , de religião e aos direitos trabalhistas . [ 179 ] A China executa mais pessoas do que qualquer outro país no mundo, respondendo por 72% do total mundial de execuções em 2009, embora não seja o maior carrasco per capita do mundo. [ 232 ] O país também tem a segunda maior população carcerária do planeta (atrás apenas dos Estados Unidos ), com 1.701.344 presos em todo o território chinês. [ 233 ] O governo chinês responde às críticas afirmando que a noção de direitos humanos deve levar em conta o atual nível de desenvolvimento econômico e a situação geopolítica , além de se concentrar mais sobre os direitos do povo à subsistência e desenvolvimento. [ 234 ] O aumento da alfabetização , da expectativa de vida e do padrão de vida dos chineses médios nas últimas três décadas é visto pelo governo como um progresso tangível em matéria de direitos humanos. [ 235 ] Os esforços na última década para combater desastres naturais , como as constantes enchentes do rio Yangtzé e acidentes de trabalho também são retratados pelo governo como um progresso em matéria de direitos humanos para um país em desenvolvimento. [ 234 ] Subdivisões Ver artigos principais: Subdivisões da China , Distritos de Hong Kong e Freguesias e municípios de Macau A República Popular da China (RPC) tem o controle administrativo sobre 22 províncias e considera Taiwan como a sua 23ª província, apesar da ilha ser atualmente administrada pela República da China (RC), que contesta a alegação da RPC. A China também tem cinco subdivisões oficialmente denominadas regiões autônomas (cada uma com um grupo étnico minoritário designado). quatro municípios e duas Regiões Administrativas Especiais (RAE), que possuem um alto grau de autonomia política. Estas 22 províncias, cinco regiões autônomas e quatro municípios podem ser referidos coletivamente como ' China continental ', um termo que geralmente exclui as RAE de Hong Kong e Macau . Nenhuma dessas divisões são reconhecidas pelo governo da RC, que reivindica a totalidade do território da RPC. [ 236 ] Províncias (省) Anhui (安徽) Cantão (广东) Fujian (福建) Gansu (甘肃) Guizhou (贵州) Hainan (海南) Hebei (河北) Heilongjiang (黑龙江) Henan (河南) Hubei (湖北) Hunan (湖南) Jiangsu (江苏) Jiangxi (江西) Jilin (吉林) Liaoning (辽宁) Qinghai (青海) Shaanxi (陕西) Shanxi (山西) Sichuan (四川) Taiwan (台湾) † Xantum [ 237 ] (山东) Yunnan (云南) Zhejiang (浙江) † A ilha de Taiwan é reivindicada pela República Popular da China, mas é administrada pela República da China Regiões autonômas (自治区) Municípios (直辖市) Regiões administrativas especiais (特别行政区) Guangxi (广西壮族自治区) Mongólia Interior (内蒙古自治区) Ningxia (宁夏回族自治区) Xinjiang (新疆维吾尔自治区) Tibete (西藏自治区) Pequim (北京市) Chongqing (重庆市) Xangai (上海市) Tianjin (天津市) Hong Kong (香港特別行政區) Macau (澳門特別行政區) Economia O distrito financeiro de Pudong , em Xangai , se tornou símbolo de rápida expansão econômica da China desde os anos 1990, após as reformas promovidas por Deng Xiaoping MG CS, carro conceito produzido pela SAIC Motor , a maior montadora de veículos do país Ver artigo principal: Economia da China A economia da República Popular da China é a segunda maior do mundo. [ 238 ] Seu produto interno bruto (PIB nominal) é estimado em 7,3 trilhões de dólares (dados de 2011), [ 239 ] enquanto seu poder de compra foi calculado em pouco mais de 11,3 trilhões de dólares. A renda per capita do país está em 5.185 dólares por pessoa (nominal) e 8.395 dólares por pessoa (PPP) em 2011, de acordo com o Fundo Monetário Internacional . A China é a nação com o maior crescimento econômico dos últimos 25 anos, com a média do crescimento do PIB em 10% por ano. [ 240 ] A renda per capita da China cresceu 8% ao ano nos últimos 30 anos. Além disso, é um dos países BRIC . [ 241 ] Desde sua fundação em 1949, a República Popular da China adotava um estilo soviético de economia planificada . Com a morte de Mao Tse-tung e o fim da Revolução Cultural , os novos dirigentes chineses começaram a reformar a economia. A sua transformação em economia mista , foi iniciada por Deng Xiaoping em 1978, após a falha da economia planificada em desenvolver os sistemas produtivos chineses a níveis aceitáveis. [ 242 ] As reformas de Xiaoping incluíram a privatização das fazendas, o que pôs fim à agricultura coletiva, e de indústrias estatais que fossem consideradas de baixo desempenho na época, como mineração e produtos básicos (roupas, processamento de alimentos), entre outras. Em 1978, a China e o Japão normalizaram as relações diplomáticas e a China aceitou empréstimos do Japão. Nas últimas décadas este país tem sido o maior credor estrangeiro da China. [ 243 ] Para selar sua condição de economia globalizada, em 2001 a China foi aceita na Organização Mundial do Comércio . [ 244 ] Atualmente, 70% da economia da China é privada, e este número continua crescendo. [ 245 ] A economia da China composta por membros capitalistas 'transplantados num corpo socialista debilitado', modifica, em 1995, a taxa de crescimento, impulsionada principalmente pelo setor não-estatal, para 8,9%, superando as expectativas do governo e antecipando a meta prevista no IX Plano Quinquenal (1996-2000). [ 246 ] Este robusto crescimento econômico, combinado com excelentes fatores internos como estabilidade política, grandes reservas em moeda estrangeira (a maior do mundo, com 818,9 bilhões de dólares), [ 247 ] mercado interno com grande potencial de crescimento, faz com que a China seja actualmente um dos melhores locais do mundo para investimentos estrangeiros, com uma avaliação de risco (Moody's) A2, índice considerado excelente. [ 248 ] Crescimento do PIB nominal chinês entre 1952 e 2012 Edifício da Bolsa de Valores de Xangai no centro financeiro de Pudong , Xangai As grandes mudanças sociais e econômicas promovidos pelos seguidores de Deng Xiaoping deram uma nova dinâmica política à China contemporânea e limitaram as opções dos governantes do país. Houve nos últimos anos uma melhoria no padrão de vida dos chineses, embora seja um país com renda média para os padrões mundiais. O rápido crescimento econômico do país conseguiu retirar centenas de milhões de pessoas da pobreza desde 1978 - o número de camponeses pobres caiu de 200 milhões para 80 milhões em 10 anos. Apenas 10% da população vive abaixo da linha de pobreza (em comparação com 64% em 1978) e 99,8% dos jovens são alfabetizados. Desemprego urbano diminuiu para 4 por cento em 2007 (desemprego real pode estar em 10%). A expectativa de vida chinesa é a terceira maior do leste asiático , com 73 anos, atrás da Coreia do Sul com 77,3 e do Japão com 82,2. [ 246 ] A China é o segundo maior consumidor mundial de bens de luxo, com 27,5% da quota global, atrás do Japão. [ 249 ] O mercado de varejo da China cresceu 16,8% ao ano. [ 250 ] Com reformas econômicas iniciados em 1978, a China cresceu 90 vezes, [ 251 ] se tornando a economia de maior crescimento mundial nos últimos 25 anos, com crescimento do PIB em torno de 10% por ano. A renda per capita da China tem crescido cerca de 8% ao ano nos últimos 30 anos. Levando em conta a renda per capita e moeda desvalorizada, o custo de vida na China é baixo. [ 240 ] A China é o quarto país mais visitado do mundo, com 50,9 milhões de visitantes internacionais em 2009. [ 252 ] Actualmente a China é a segunda potência comercial do mundo, atrás dos Estados Unidos e a frente do Japão. Suas reservas internacionais de moedas estrangeiras atingiram 2,4 trilhões de dólares, os maiores do mundo. [ 253 ] A China possui cerca de 1,6 trilhão de dólares de títulos financeiros dos Estados Unidos. [ 254 ] A China detém 801,5 bilhões de dólares em títulos do Tesouro americano, tornando-se o maior credor estrangeiro da dívida pública americana. [ 255 ] [ 256 ] O investimento da China no mercado internacional está crescendo rapidamente. Em 2008 era o sexto maior investidor no mercado internacional. [ 257 ] O sucesso comercial da China tem sido devido principalmente ao seu baixo custo de produção. São atribuídos uma combinação de fatores como mão-de-obra de baixo custo, boa infraestrutura, bom nível de tecnologia, alta produtividade, em alguns casos, o não pagamento de licenças comerciais, a política governamental favorável e uma moeda muito desvalorizada. [ 258 ] O Estado ainda predomina nas áreas-chaves da indústria como a energia e as indústrias pesadas, a iniciativa privada (30 milhões de empresas privadas) responde entre 33% [ 259 ] a 70% do PIB em 2005, enquanto que a estimativa da OCDE é superior a 50% da produção nacional da China, [ 260 ] muito superior a 1% de 1978. [ 261 ] Plantação de arroz em Longsheng, Guangxi A China ocupa posição 29 no ranking no Índice de Competitividade Global . [ 262 ] Quarenta e seis empresas chinesas entraram na lista da Fortune Global 500 em 2010. [ 263 ] Utilizando o cálculo de capitalização de mercado, quatro das dez empresas mais valiosas do mundo são chinesas. Algumas delas incluem a primeira no ranking mundial PetroChina Company (empresa de petróleo mais valiosa do mundo), terceiro no ranking Banco Industrial e Comercial da China (banco mais valioso do mundo), quinto no ranking China Mobile (empresa de telecomunicações mais valiosa do mundo) e sétima no ranking China Construction Bank . [ 264 ] Apesar do progresso significativo dos últimos anos, existem grandes obstáculos para o crescimento chinês a longo prazo. A significativa piora da distribuição de renda é apenas um dos fatores negativos para o desenvolvimento social, com um coeficiente de Gini em 41,1 e cada vez maior. [ 265 ] Outro grande problema é o direito previdenciário que, com a política do filho único e aumento da expectativa de vida, apresenta desequilíbrios no fluxo de caixa, sendo cada vez menor a relação entre trabalhadores contribuintes por aposentado. Cerca de 21% da população tem 14 anos ou menos de idade e 8% tem mais de 65 anos. Outro aspecto é a diferença de desenvolvimento econômico entre as áreas costeiras (urbanas), nordeste e leste da China e o seu interior, principalmente no sul e oeste, ainda predominantemente agrário e de baixa renda, exacerbada com a liberação do mercado, pois os investidores preferem investir em áreas com melhor infraestrutura e trabalhadores mais qualificados. [ 266 ] Infraestrutura Educação Campus da Universidade de Tsinghua , em Pequim , uma universidade muito bem avaliada na China continental Em 1986, o país estabeleceu a meta de longo prazo de fornecer educação básica obrigatória de nove anos para cada criança. Em 2007, havia 396.567 escolas primárias , 94.116 escolas secundárias e 2.236 instituições de ensino superior na República Popular da China. [ 267 ] Em fevereiro de 2006, o governo avançou sua meta de educação básica se comprometendo a fornecer educação de nove anos completamente de graça, incluindo livros didáticos e taxas. [ 268 ] Portanto, o sistema de ensino atual na China, introduziu a educação obrigatória e gratuita para todos os cidadãos chineses, com ensino fundamental com duração de 9 anos (6-15) e quase todas as crianças nas áreas urbanas continuam seus três anos do ensino médio . Muitos pais estão profundamente comprometidos com a educação de seus filhos, muitas vezes, investindo grande parte da renda da família na educação. Aulas particulares e atividades recreativas, como em línguas estrangeiras ou música, são populares entre as famílias de classe média que podem pagar por esses serviços. [ 269 ] Em 2007, 93,3% da população acima de 15 anos de idade era alfabetizada. [ 130 ] A taxa de alfabetização da juventude chinesa (idade 15-24) foi de 98,9% (99,2% para o sexo masculino e 98,5% feminino), em 2000. [ 270 ] Em março de 2007, a China anunciou a decisão de tornar a educação uma 'prioridade estratégica nacional', o orçamento central das bolsas nacionais será triplicado em dois anos e 223,5 bilhões de yuans (28,65 bilhões de dólares) de um financiamento adicional será atribuído pelo governo central nos próximos cinco anos, para melhorar o ensino obrigatório nas zonas rurais. [ 271 ] A qualidade das faculdades e universidades varia consideravelmente em todo o país. As cinco melhores universidades classificadas na China continental são a Universidade de Tsinghua , a Universidade de Pequim , a Universidade de Nanquim , a Universidade Fudan e a Universidade de Ciência e Tecnologia da China . [ 272 ] Saúde Hospital Internacional Cardiovascular TEDA, em Tianjin O Ministério da Saúde, juntamente com os gabinetes provinciais de saúde, supervisiona as necessidades médicas da população chinesa. [ 273 ] A ênfase na saúde pública e na medicina preventiva tem caracterizado a política de saúde do país desde 1950. Naquela época, o Partido Comunista começou a Campanha de Saúde Patriótica, que visava a melhoria do saneamento básico e da higiene , além do tratamento e prevenção de diversas patologias. Doenças como cólera , febre tifoide e escarlatina , que anteriormente eram frequentes por toda a China, quase foram erradicadas pela campanha. Depois que Deng Xiaoping começou a implantação de reformas econômicas em 1978, a saúde pública melhorou rapidamente devido a melhor nutrição da população, apesar de muitos dos serviços gratuitos de saúde prestados no campo terem desaparecido junto com as comunas populares . O sistema de saúde chinês tornou-se na maior parte privatizado e experimentou um aumento significativo na qualidade. A expectativa de vida nacional ao nascer subiu de cerca de 35 anos em 1949 para 73,18 anos em 2008 [ 274 ] [ 275 ] e a mortalidade infantil caiu de 300 por mil em 1950 para cerca de 23 por mil em 2006. [ 276 ] [ 277 ] A desnutrição atingia 12% da população em 2002, de acordo com fontes da FAO , das Nações Unidas . [ 278 ] Em 2009, o governo começou uma iniciativa de grande escala para prestar cuidados médico no valor de 124 bilhões de dólares e que se espera possa vir a atingir 90% da população da China. [ 279 ] Em 2012, a expectativa de vida média ao nascer da China era de 74,8 anos [ 280 ] e sua taxa de mortalidade infantil era de 15,6 por mil nascimentos. [ 281 ] Apesar dos significativos avanços na saúde e na construção de avançadas instalações médicas, o país tem vários problemas emergentes de saúde pública, como doenças respiratórias causadas pela poluição do ar generalizada [ 282 ] e centenas de milhões de habitantes que são fumantes de cigarros , [ 283 ] [ 284 ] uma possível epidemia de HIV / AIDS no futuro e o aumento da obesidade entre os jovens urbanos. [ 285 ] [ 286 ] A grande população do país e suas cidades densamente povoadas levaram a surtos de doenças graves nos últimos anos, como o de SARS em 2003, embora este tenha sido contido com sucesso. [ 287 ] Estima-se que cerca de 760 000 pessoas morrem anualmente na China por causa da poluição ambiental (além do tabagismo ), principalmente a partir da poluição do ar e da água (incluindo a poluição do ar interior ). [ 288 ] Em 2007, a China ultrapassou os Estados Unidos como o maior emissor mundial de dióxido de carbono . [ 289 ] Cerca de 90% das cidades chinesas sofrem com algum grau de poluição da água [ 290 ] e quase 500 milhões de pessoas não tinham acesso à água potável em 2005. [ 291 ] Relatórios do Banco Mundial e do New York Times indicaram a poluição industrial, particularmente do ar, como um perigo significativo à saúde da população do país. [ 292 ] Telecomunicações Nova sede da Televisão Central da China , em Pequim A China tem atualmente a maioria dos usuários de celulares no mundo, com mais de 800 milhões de usuários em julho de 2010. [ 293 ] O país também tem o maior número de usuários de internet e banda larga no mundo. [ 294 ] A China Telecom e a China Unicom , dois grandes prestadores de serviços de banda larga , são responsáveis por 20% dos assinantes de banda larga global, enquanto os dez maiores fornecedores de serviços de banda larga do mundo, respondem juntos por 39% dos clientes de banda larga do planeta. A China Telecom tem mais de 55 milhões de assinantes de banda larga e a China Unicom, tem mais de 40 milhões, enquanto o terceiro maior fornecedor, a NTT , possui menos de 18 milhões de assinantes. O espaço entre os dois grandes prestadores de banda larga chineses e os prestadores do resto do mundo, continuará a crescer rapidamente, visto que os outros dez maiores provedores de banda larga operam em mercados desenvolvidos, com elevados níveis de penetração da banda larga e com rápida desaceleração do crescimento de assinantes. [ 295 ] Transportes Mapa do Sistema Nacional de Autoestradas da China: Em operação Em construção/planejado O transporte na parte continental da República Popular da China melhorou significativamente desde a década de 1990 como parte de um esforço do governo para vincular toda a nação através de uma série de vias expressas. O comprimento total da rede de autoestradas era de 65 000 km no final de 2009, a segunda maior rede do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos . [ 296 ] A posse de um automóvel privado está aumentando a uma taxa anual superior a 30%. A venda de automóveis começou a aumentar rapidamente após a crise financeira em 2009 . Cerca de 18,06 milhões de veículos foram vendidos na China em 2010, uma expansão de 33% em relação a 2009 com 13,8 milhões. [ 297 ] Os analistas preveem que as vendas anuais de veículos no país possa subir para 40 milhões em 2020. [ 298 ] Um efeito colateral do rápido crescimento da rede de estradas chinesa é que tem havido um aumento significativo nos acidentes de trânsito, causados pela má aplicação de leis de tráfego. apenas em 2011, cerca de 62 mil chineses morreram em acidentes rodoviários. [ 299 ] [ 300 ] A China também possui a maior rede ferroviária de alta velocidade do mundo, com mais de 9 676 km de linhas em serviço. [ 301 ] Destes, 3 515 km servem trens com velocidade máxima de 300 km/h. [ 302 ] Em 2011, a China produziu seus primeiros trens de alta velocidade construídos inteiramente sem assistência estrangeira. [ 303 ] O país pretende operar cerca de 16 000 km de linhas ferroviárias de alta velocidade até 2020. [ 304 ] Transrapid de Xangai . A China tem o maior sistema ferroviário de alta velocidade em todo o mundo, com mais de 6.500 km de linhas em serviço Em 2012, a China foi o maior construtor mundial de novos aeroportos e o governo chinês começou um projeto de cinco anos e de 250 bilhões de dólares para expandir e modernizar o transporte aéreo doméstico. [ 305 ] No entanto, o transporte de longa distância continua a ser dominado por ferrovias e sistemas de ônibus fretados. As ferrovias são o suporte vital do país, são monopolizadas pelo Estado e divididas em vários gabinetes ferroviários em diferentes regiões. Devido à grande demanda, o sistema está regularmente sujeito a superlotação, especialmente durante os períodos de férias, como durante o Ano Novo Chinês . A rede ferroviária chinesa transportou cerca de 1,68 bilhões de passageiros apenas em 2010. Em áreas urbanas, as bicicletas continuam a ser um modo muito comum de transportes, apesar do aumento da prevalência de automóveis - em 2012 existiam cerca de 470 milhões de bicicletas na China. [ 304 ] Os sistemas de metrô também estão em rápido desenvolvimento nas grandes cidades chinesas, sob a forma de redes de sistemas de trens subterrâneos ou VLTs . Hong Kong tem um dos mais desenvolvidos sistemas de transporte público do mundo, enquanto que Xangai tem uma linha ferroviária maglev de alta velocidade que liga a cidade ao seu principal aeroporto internacional, o Aeroporto Internacional de Pudong . A China está ainda a desenvolver o seu próprio sistema de navegação por satélite , chamado Beidou , que começou a oferecer serviços de navegação comerciais em toda a Ásia em 2012 [ 306 ] e está planejado para oferecer uma cobertura global até 2020. [ 307 ] O Porto de Xangai , em uma ilha da Baía de Hangzhou , tornou-se o mais movimentado do mundo em 2010. Energia Hidrelétrica de Três Gargantas , a maior barragem do mundo A economia da China é altamente deficiente no que diz respeito ao aproveitamento. O país gasta de 20% a 100% de energia adicional em comparação com países da OCDE para os mesmos processos industriais. A China é o maior consumidor de energia do mundo, [ 308 ] mas depende do carvão para fornecer 70% das suas necessidades energéticas. [ 309 ] Tudo isso aliado a uma regulamentação ambiental deficiente, tem como consequência a grave e maciça poluição do ar e da água (a China tem 20 das 30 cidades mais poluídas do mundo). Por conseguinte, o governo prometeu aumentar a utilização de energias renováveis , estabelecendo a meta de atingir 10% do consumo total de energia até 2010 e 30% em 2050. [ 310 ] Ciência e tecnologia Histórico A China foi um dos líderes mundiais em ciência e tecnologia até a Dinastia Ming . Antigas descobertas e invenções chinesas, como a fabricação do papel , a impressão , a bússola e a pólvora (as Quatro Grandes Invenções), contribuíram para o desenvolvimento econômico de toda a Ásia e Europa . No entanto, a atividade científica chinesa entrou em um declínio prolongado no século XIV . Ao contrário dos cientistas europeus da Revolução Científica , os pensadores chineses medievais não tentaram reduzir as observações da natureza às leis matemáticas e não formaram uma comunidade acadêmica que oferecia a revisão por pares e a pesquisa progressiva. Houve um aumento da concentração sobre a literatura, as artes, a administração pública, enquanto a ciência e a tecnologia eram vistas como triviais ou restritas a um número limitado de aplicações práticas. As causas desta Grande Divergência continuam a ser discutidas. [ 311 ] Depois de repetidas derrotas militares para as nações ocidentais no século XIX , os reformadores chineses começaram a promoção da ciência e da tecnologia modernas, como parte do movimento de auto-fortalecimento. Após a vitória comunista na Guerra Civil Chinesa em 1949, foram feitos esforços para organizar a ciência e a tecnologia baseando-se no modelo da União Soviética . No entanto, a Revolução Cultural (1966-1976) de Mao Tsé-Tung teve um efeito catastrófico na pesquisa chinesa, já que acadêmicos foram perseguidos e a formação de cientistas e engenheiros foi severamente restringida por quase uma década. Após a morte de Mao em 1976, a ciência e a tecnologia se estabeleceram como uma das Quatro Modernizações e o sistema acadêmico de inspiração soviética foi gradualmente reformado. [ 311 ] Era moderna Mais informações: Programa espacial chinês Lançamento do foguete Longa Marcha 3B, no Centro Espacial de Xichang Desde o fim da Revolução Cultural, o país se tornou um dos líderes mundiais em poderes tecnológicos, [ 312 ] gastando cerca mais de 100 bilhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento apenas em 2011. [ 313 ] A ciência e a tecnologia são vistas como vitais para a realização da coesão econômica e dos objetivos políticos do país, além de serem consideradas uma fonte de orgulho nacional a um grau às vezes descrito como 'tecno-nacionalista'. [ 314 ] Quase todos os membros do Comitê Permanente do Politburo do PCC têm cursos de engenharia. [ 315 ] A China está rapidamente desenvolvendo seu sistema de ensino, com ênfase na ciência , matemática e engenharia . Em 2009, o país produziu mais de 10 mil Ph.Ds graduados em engenharia e cerca de 500 mil BScs graduados, mais do que qualquer outro país. [ 316 ] O país é também o segundo que mais publica trabalhos científicos no mundo, produzindo 121.500 só em 2010, incluindo 5.200 nos principais periódicos científicos internacionais. [ 317 ] Empresas de tecnologia chinesas, como a Huawei e a Lenovo , se tornaram líderes mundiais em telecomunicações e computação pessoal, [ 318 ] [ 319 ] [ 320 ] e os supercomputadores chineses são consistentemente classificados entre os mais poderosos do mundo . [ 321 ] A China é ainda o maior investidor mundial em tecnologia de energias renováveis . [ 121 ] O programa espacial chinês é um dos mais ativos no mundo e é um grande orgulho nacional. [ 322 ] [ 323 ] Em 1970, a China lançou seu primeiro satélite, o Dong Fang Hong I. Em 2003, o país se tornou o terceiro a independentemente enviar seres humanos ao espaço, com o taikonauta Yang Liwei a bordo da Shenzhou 5 . Em setembro de 2012, oito cidadãos chineses viajaram para o espaço. Em 2008, a China realizou sua primeira caminhada espacial durante a missão Shenzhou 7 . Em 2011, o primeiro módulo da estação espacial chinesa, Tiangong-1, foi lançado, marcando o primeiro passo de um projeto para montar uma grande estação tripulada em 2020. [ 324 ] O Programa de Exploração Lunar Chinês inclui uma missão de exploração em 2013 e, possivelmente, um pouso lunar tripulado em 2025. [ 325 ] [ 326 ] A experiência adquirida com o programa lunar poderá ser utilizada para futuros programas, tais como a exploração de Marte e de Vênus . [ 327 ] No entanto, alguns analistas estrangeiros têm acusado a China de secretamente usar suas missões espaciais civis para fins militares, como o lançamento de satélites de vigilância. [ 328 ] Cultura Ver artigo principal: Cultura da China Mais informações: Arquitetura chinesa , Arte da China , Culinária da China e Mitologia chinesa Ver também: Cultura de Hong Kong e Cultura de Macau Estátua de Confúcio em Xangai Desde os tempos antigos, a cultura chinesa foi fortemente influenciada pelo confucionismo e por filosofias conservadoras. Durante grande parte da era dinástica do país, oportunidades de progresso social podiam ser alcançadas através de um alto desempenho nos prestigiosos exames imperiais , que foram instituídos em 605 para ajudar o Imperador a selecionar os burocratas mais hábeis. A ênfase literária dos exames afetou a percepção geral de refinamento cultural da nação, como a crença de que a caligrafia e a pintura literata eram formas superiores de arte do que a dança ou o teatro. A cultura chinesa há muito enfatiza um profundo senso histórico e uma forte perspectiva nacional introspectiva. [ 329 ] Várias linhas de pensamento mais autoritárias e racionais também foram influentes, sendo o legalismo um exemplo proeminente. Durante muitas ocasiões houve conflito entre essas filosofias - por exemplo, a individualista e neo-confucionista dinastia Song acreditava que o legalismo afastava-se do espírito original do confucionismo. Os exames e a cultura do mérito ainda permanecem muito valorizados na China atual. Nos últimos anos, vários neo-confucionistas alegaram que os modernos ideais democráticos e os direitos humanos são compatíveis com os valores confucionistas tradicionais. [ 330 ] Um espetáculo de ópera chinesa ( ópera de Pequim ) em Pequim Muro dos Nove Dragões, na Cidade Proibida . O dragão chinês era um símbolo reservado ao Imperador da China ou às famílias de alto nível imperial durante a dinastia Qing Os primeiros líderes da República Popular da China (RPC) nasceram na ordem imperial tradicional, mas foram influenciados pelo Movimento de Quatro de Maio e pelos ideais reformistas. Eles tentaram mudar alguns aspectos tradicionais da cultura chinesa, como a posse da terra rural, o sexismo e o sistema educacional confucionista, preservando outros, como a estrutura familiar e a cultura de obediência ao Estado . [ 331 ] Alguns analistas veem o período após o estabelecimento da RPC, em 1949, como uma continuação da história dinástica tradicional chinesa, enquanto outros afirmam que o governo do Partido Comunista danificou os fundamentos da cultura chinesa, especialmente através de movimentos políticos, como a Revolução Cultural dos anos 1960, onde muitos aspectos da cultura tradicional foram destruídos, tendo sido denunciados como 'regressivos e prejudiciais' ou 'vestígios do feudalismo '. Muitas características importantes da moral e da cultura tradicional do país, como o confucionismo, a arte, a literatura e as artes cênicas, como a Ópera de Pequim , foram alterados conforme as políticas do governo e a propaganda da época. [ 331 ] Atualmente, o governo chinês aceita vários elementos da cultura tradicional chinesa como sendo parte integrante da sociedade do país. Com a ascensão do nacionalismo chinês e o fim da Revolução Cultural, as várias formas de arte tradicional, literatura, música , cinema , moda e arquitetura chinesa têm experimentado um forte renascimento. [ 332 ] [ 333 ] O folclore e a arte em geral também têm despertado o interesse nacional e internacional. [ 334 ] Antes do início do comércio marítimo sino-europeu, no século XVI , a China medieval e a Europa Ocidental estavam ligadas pela Rota da Seda , que era uma rota-chave de intercâmbio cultural e econômico. Artefatos da história dessa rota, além da história natural do deserto de Gobi , são exibidos no Museu da Rota da Seda em Jiuquan . [ 335 ] A culinária chinesa é altamente diversificada, com base em vários milênios de história. Os imperadores das antigas dinastias chinesas eram conhecidos por promover banquetes com mais de cem pratos servidos em uma mesma ocasião, empregando funcionários da cozinha imperial e inúmeras concubinas para preparar a comida. Tais pratos reais gradualmente se tornaram parte de uma ampla cultura chinesa. O alimento básico é o arroz , mas o país também é conhecido pelos seus pratos com carne. Especiarias são endêmicas da culinária do país. [ 336 ] Esportes Cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2008 no Estádio Nacional de Pequim . Corrida de Barco Dragão em Hong Kong , um esporte popular no país. Ver também: China nos Jogos Olímpicos A China tem uma das culturas esportivas mais antigas do mundo. Há evidências de que um tipo de futebol era jogado no país por volta do ano 1000. [ 337 ] Hoje, alguns dos esportes mais populares no país incluem as artes marciais , o basquete , o futebol, o tênis de mesa , o badminton , a natação e a sinuca . Jogos de tabuleiro, como o go (conhecido como weiqi na China), xiangqi e, mais recentemente, o xadrez também são jogados em nível profissional. [ 338 ] A aptidão física é amplamente enfatizada na cultura chinesa. Exercícios matinais são uma atividade comum, sendo que os cidadãos idosos são incentivados a praticar qigong e tai chi chuan . [ 339 ] Os jovens chineses também têm interesse em basquete, especialmente nos centros urbanos. A National Basketball Association (NBA), dos Estados Unidos , tem um enorme número de seguidores entre a juventude do país, com alguns jogadores de origem chinesa, como Yao Ming . [ 340 ] Academias de ginástica estão ganhando popularidade rapidamente no país, com mais de três mil estabelecimentos que atendiam cerca de 3 milhões de clientes ativos nas principais cidades chinesas em 2010. [ 341 ] Além disso, a China é o lar de vários ciclistas, com uma estimativa de 470 milhões de bicicletas em 2012. [ 342 ] Muitos esportes mais tradicionais também são praticados na China. Corridas de Barco Dragão ocorrem durante o Festival do Barco Dragão todos os anos e desde então ganharam popularidade no exterior. Na Mongólia Interior , esportes como a luta mongol e o turfe são populares. No Tibete , tiro com arco e hipismo são parte de festivais tradicionais da cultura local. [ 343 ] A China participa dos Jogos Olímpicos desde 1932, apesar de ter apenas participado como República Popular da China a partir de 1952. O país sediou os Jogos Olímpicos de Verão de 2008 em Pequim , onde seus atletas receberam 51 medalhas de ouro – o maior número de medalhas de ouro de todas as nações participantes naquele ano. [ 344 ] O país também ganhou o maior número de medalhas do que qualquer outra nação durante os Jogos Paralímpicos de Verão de 2012 , com 231, sendo 95 de ouro. [ 345 ] [ 346 ] A China sediou os Jogos da Ásia Oriental de 2013 , em Tianjin, e os Jogos Olímpicos de Verão da Juventude de 2014 , em Nanquim. [ 347 ] Feriados Data Nome português Nome chinês Duração (2008-) Duração (2000–2007) [ 348 ] 1 de janeiro Ano Novo 元旦 3 dias 1 dia 1º dia do 1º mês lunar Ano Novo Chinês 春节 7 dias 3 dias 5º período solar (4 ou 5 de abril) Festival Qingming 清明节 3 dias Sem dados 1 de maio Dia do Trabalhador 劳动节 3 dias 3 dias 5º dia do 5º mês lunar Festival do Barco Dragão 端午节 3 dias Sem dados 15º dia do 8º mês lunar Festival da Lua 中秋节 3 dias Sem dados 1 de outubro Dia Nacional 国庆节 3 dias 3 dias Ver também A Wikipédia possui o Portal da China Ásia Lista de Estados soberanos Lista de Estados soberanos e territórios dependentes da Ásia Lista de Estados com reconhecimento limitado Nomes da China Unidades de medida chinesas Referências ↑ «Law of the People's Republic of China on the Standard Spoken and Written Chinese Language (Order of the President No.37)» . Chinese Government. 31 de outubro de 2000 . Consultado em 21 de junho de 2013 . 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Basa Jawa ქართული Qaraqalpaqsha Taqbaylit Адыгэбзэ Kabɩyɛ Kongo Gĩkũyũ Қазақша Kalaallisut ភាសាខ្មែរ ಕನ್ನಡ 한국어 Перем Коми Къарачай-малкъар कॉशुर / کٲشُر Kurdî Коми Kernowek Кыргызча Latina Ladino Lëtzebuergesch Лезги Limburgs Lumbaart Lingála ລາວ لۊری شومالی Lietuvių Latviešu मैथिली Мокшень Malagasy Олык марий Māori Baso Minangkabau Македонски മലയാളം Монгол मराठी Bahasa Melayu Malti Mirandés မြန်မာဘာသာ Эрзянь مازِرونی Dorerin Naoero Nāhuatl Napulitano Plattdüütsch Nedersaksies नेपाली नेपाल भाषा Nederlands Norsk nynorsk Norsk Novial Nouormand Sesotho sa Leboa Chi-Chewa Occitan Livvinkarjala Oromoo ଓଡ଼ିଆ Ирон ਪੰਜਾਬੀ Pangasinan Kapampangan Papiamentu Picard Norfuk / Pitkern Polski Piemontèis پنجابی Ποντιακά پښتو Runa Simi Romani Română Tarandíne Русский Русиньскый Kinyarwanda Саха тыла Sardu Sicilianu Scots سنڌي Davvisámegiella Sängö Srpskohrvatski / српскохрватски සිංහල Simple English Slovenčina Slovenščina Gagana Samoa ChiShona Soomaaliga Shqip Српски / srpski Sranantongo SiSwati Sesotho Seeltersk Basa Sunda Svenska Kiswahili Ślůnski தமிழ் తెలుగు Tetun Тоҷикӣ ไทย ትግርኛ Türkmençe Tagalog Lea faka-Tonga Tok Pisin Türkçe Xitsonga Татарча/tatarça ChiTumbuka Twi Reo tahiti Тыва дыл Удмурт ئۇيغۇرچە / Uyghurche Українська اردو Oʻzbekcha/ўзбекча Vèneto Vepsän kel’ Tiếng Việt West-Vlams Volapük Winaray Wolof 吴语 Хальмг IsiXhosa მარგალური ייִדיש Yorùbá Vahcuengh Zeêuws 中文 文言 Bân-lâm-gú 粵語 IsiZulu Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 06h27min de 6 de janeiro de 2018. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  La Índia - Güiquipeya La Índia Dendi Güiquipeya Sartal a: Güiquipeandu , landeal Avissu Esti endilgui ebi sel revissau por un corretol. Repúbrica de La Índia (En detalli) (En detalli) Luenga oficial Indi i ingrés Capital Nueva Delhi Presidenti 'el gobiernu Pratibha Patil Cumprimentu - Total - % augua Posición 7ª 3,287,590 km² 9,56 Puebración - Total ( 2007 ) - Densidá Puestu 2º 1.128.310.505 329 ab/km² ... La Índia - Güiquipeya La Índia Dendi Güiquipeya Sartal a: Güiquipeandu , landeal Avissu Esti endilgui ebi sel revissau por un corretol. Repúbrica de La Índia (En detalli) (En detalli) Luenga oficial ... +91 Miembru de: Commonwealth, ONU , SAARC La Índia ( devanagari : भारत Bhārat ), oficialmenti la Repúbrica de la Índia ( devanagari : भारत गणराज्य , Bhārat Prantilla:Unicode ), es una nacion soberana ... , La Índia es vizinu de Sri Lanka , Las Maldivas e Indonésia . Fogaril de la cevilización del Valli CACHE

La Índia - Güiquipeya La Índia Dendi Güiquipeya Sartal a: Güiquipeandu , landeal Avissu Esti endilgui ebi sel revissau por un corretol. Repúbrica de La Índia (En detalli) (En detalli) Luenga oficial Indi i ingrés Capital Nueva Delhi Presidenti 'el gobiernu Pratibha Patil Cumprimentu - Total - % augua Posición 7ª 3,287,590 km² 9,56 Puebración - Total ( 2007 ) - Densidá Puestu 2º 1.128.310.505 329 ab/km² Monea Rúpia Zona orária UTC +5:30 Inu Vande Mataram Domeñu Internet .in Código telefónico +91 Miembru de: Commonwealth, ONU , SAARC La Índia ( devanagari : भारत Bhārat ), oficialmenti la Repúbrica de la Índia ( devanagari : भारत गणराज्य , Bhārat Prantilla:Unicode ), es una nacion soberana nel sul d' Ásia . Es el sétimu pais mas grandi en estensión i el segunderu en puebración. Hazi arrayu con Océanu Índicu nel sul, el Mari Arábigu nel oesti i la Baia de Bengala nel esti. Arraya con Paquistán al oesti. China , Nepal , i Bután al noresti. i Bangladesh i Myanmar al esti. Nel Océanu Índicu, La Índia es vizinu de Sri Lanka , Las Maldivas e Indonésia . Fogaril de la cevilización del Valli del Indu i region estórica polas rutas comelcialis i grandis empérius, el sucontinenti índiu s'á caraterizau pola su riqueza comelcial i cultural duranti muchu tiempu ena su larga estória. Cuatru grandis religionis tuvun nacéncia aquina: Induismu , Budismu , Jainismu i Sikhismu . Mentris qu'el Zorastrismu , Judaismu , Cristianismu e Islam llegun nel primel miléniu. Graualmenti hue anesioná pola Compañia Británica de La Índia duranti el sigru XVIII i colonizá pol Réinu Uniu dendi la metá el XIX, Índia se golvió una nacion moelna en 1947, endespues duna runcha pola endependéncia acaeciera i que se llamó resisténcia nu violenta . La Índia es la 12ª economia mundial nel PEB (produtu enteriol brutu) i la trecera en pudel adquisitivu. Las rehormas económicas án vueltu al país nel segunderu ena lista los paisis con mayol crecimientu. Peru sigui sufriendu grandis nivelis de pobreza, fabetización, malnutrición i egración meyuambiental. Es una socieá prural religiosanenti, prurilüingi i murtiénica. Tamién tien una divelsa fauna i lugaris protegius. National symbols of the Republic of India (Official) National animal National bird National tree National flower National heritage animal National aquatic marine mammal National reptile National heritage mammal National fruit National temple National river National mountain Continius 1 Origin etimológicu 2 Geografia 3 Organización territorial 4 Estoria 5 Atijus Origin etimológicu [ eital | eital coigu ] En 325 adC los griegus, con Alejandru Magnu al mandu, penetrarun nesa region i nombrarun-la Indo —parabra que provien del sánscritu sindhu («Tozu»)— al río i, por estension, Índia a la península. Los indús llaman a su país Bhárat por el mitológicu rei sabiu Bharát. Geografia [ eital | eital coigu ] Las islas Andaman El territóriu de La Índia constitui la mayol parti del subcontinenti índiu, assitiau ena placa índia, ena Ásia meridional. Los estaus indius del norti i del noroesti están parcialmenti assitiaus nel Imalaya. EL territóriu índiu está holmau pol Imalaya nel estremu norti i noroesti, pola planície Indu-Ganges al norti, al noroesti i al esti, i pol planaltu del Decán nel centru. El Decán está flanqueau por dos sierras: el Gates Ociental i el Oriental. La Índia cuenta con deversus grandis tozus, comu el Ganges, el ríu Bramaputra, el tozu Yamuna, el Godavari, Kaveri, Narmada i o Krishna. El país tien tres archipíelagus: Laquedivas, las islas Andamán i Nocobar i las Sundarbans, nel delta del Gangis. Organización territorial [ eital | eital coigu ] Estaus i territórios de La Índia La devisión almenistrativa de La Índia consisti en: 28 estaus Andhra Pradesh Arunachal Pradesh Assam Bihar Chhattisgarh Goa Gujarat Haryana Himachal Pradesh Jammu i Cachemira Jharkhand Karnataka Kerala Madhya Pradesh Maharashtra Manipur Meghalaya Mizoram Nagaland Orissa Panjab Rajasthán Sikkim Tamil Nadu Tripura Uttar Pradesh Uttaranchal Bengala Occidental 6 Territórios de la Union A. Ilas Andamán i Nicobar B. Chandigarh C. Dadra i Nagar Haveli D. Damán i Diu E. Lakshadweep G. Pondicherry Territorio de la capital nacional F. Delhi Estoria [ eital | eital coigu ] El Taj Mahal hue construiu por rei Shah Jahan comu muestra d'amol acia la su esposa, Mumtaz Mahal La cevilización del Valli del Indu, surgiu nel sigru XXXII enantis de Cristu, i llegó a cotas senificativas de desarrollu, a partil del sigru XXV e.c. Le sigió la cevilizacion Védica, que hue la primeriza cevilizacion avançá i el primel registru estóricu nel usu del metal. El origin de los indu-arianus es un assuntu controvetiu. La mayol parti de los estuyosus acredita nalgún tipu de posibiliá d'emigración indu-ariana, sigún la cual los arianus, un pueblu semi-nómada posiblementi de l'Ásia Central o tal vezi del norti Irán, abrian emigrau pal noroesti del continenti entri 2000 i 1500 e.c. La naturaleza de tal emigración, el sítiu d'origin, i hata mesmu la su propria existéncia de los arianus como pueblu destintu, están huertimenti porfiaus. La fusion de la cultura védica conas culturas dravídicas qu'eran anterioris aparentimenti resultó ena cultura índia crásica. Las nacéncias de Mahavira i de Buda nel sigru VI e.c. marcan el escomiençu de la fasi mejol registrá de la estória indiana. Duranti los 1500 añus a seguil, la Índia produju la su cevilizacion crásica i, sigún angunus estoriaoris, la mayol economia del mundu antíguu entri los sigrus I i XV d.C. al controlal entri un térciu i un cuartu de la riqueza mundial hata la época mongol, endespues declinó agilamenti duranti el domíniu británicu. A las incursionis de los ejércitus árabis i centru-asiáticus enus sigrus VIII i XIII siguirun las de comerciaoris d' Uropa , a partil del final del sigru XV. La Compañia Ingresa de las Índias Ocientalis hue hundá en 1600 i emprencipió, dendi 1757, la colonizacion de partis de La Índia. En 1858, endespues de ganal a la confederecion Sique nel Pubjab en 1849, la corona británica asumió el control pulíticu de cuasi tol continenti. Ubun tropas índias nel ejércitu británicu, las cualis desempeñarun un papel vital en dambas guerras mundialis. La resiténcia non violenta al colonialismu británicu encabeçá por Mahatma Gandhi , Vallabhbhai Patel i Jawaharlal Nehru, llevó a la endependéncia frenti al Réinu Uniu en 1947. El sucontinenti hue repartiu entri la República de La Índia, secular i democrática i la República Islámica de Paquistán. Comu resultau duna guerra entri los dos paisis en 1971, el Paquistán Oriental se hizu endependienti conel nombri de Bangladesh. Nel sigru XXI, la Índia obtuvu muchus avancis ena envestigacion assin comu envirtiu muchu en producion i el su desarrollu económicu, constituyendu ogañoti la mayol democrácia del mundu, con una puebración de mas de 1000 millonis de pressonas i es tamien la cuarta economia mundial. Atijus [ eital | eital coigu ] En Wikimedia Commons ai conteníu multimedia a tentu de La Índia . Arrecuperau dendi ' https://ext.wikipedia.org/w/index.php?title=La_Índia&oldid=108365 ' Categorias : Artículus pol revissal Índia Menú de navegación Herramientas presonalis Nu t'alcuentras rustriu La mi caraba Contribuciones Crial cuenta Acedel Espáciu nombris Artículu Caraba Variantis Guipás Leyel Eital Eital coigu Guipal estorial Más Landeal Güiquipeandu Páhina prencipal Puertal la comuniá La trohi las notícias Úrtimus chambus Cualisquiel páhina Ayua Donacionis Imprimir/exportar Crear un libro Descargar como PDF Velsión pa imprental En otros proyectos Wikimedia Commons Herramientas Lo que atija aquina Chambus relacionaus Empuntal archivu Páhinas especialis Atiju remanenti Información de la página Elemento de Wikidata Almiental esti artículu En otras palras Acèh Адыгабзэ Afrikaans Akan Alemannisch አማርኛ Aragonés Ænglisc العربية ܐܪܡܝܐ مصرى অসমীয়া Asturianu Авар Aymar aru Azərbaycanca تۆرکجه Башҡортса Boarisch Žemaitėška Bikol Central Беларуская Беларуская (тарашкевіца)‎ Български भोजपुरी Bislama Bahasa Banjar বাংলা བོད་ཡིག বিষ্ণুপ্রিয়া মণিপুরী Brezhoneg Bosanski ᨅᨔ ᨕᨘᨁᨗ Буряад Català Chavacano de Zamboanga Mìng-dĕ̤ng-ngṳ̄ Нохчийн Cebuano ᏣᎳᎩ کوردی Corsu Qırımtatarca Čeština Kaszëbsczi Чӑвашла Cymraeg Dansk Deutsch Thuɔŋjäŋ Zazaki Dolnoserbski डोटेली ދިވެހިބަސް ཇོང་ཁ Eʋegbe Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Võro Føroyskt Français Arpetan Nordfriisk Furlan Frysk Gaeilge Gagauz 贛語 Gàidhlig Galego گیلکی Avañe'ẽ गोंयची कोंकणी / Gõychi Konknni 𐌲𐌿𐍄𐌹𐍃𐌺 ગુજરાતી Gaelg Hausa 客家語/Hak-kâ-ngî Hawaiʻi עברית हिन्दी Fiji Hindi Hrvatski Hornjoserbsce Kreyòl ayisyen Magyar Հայերեն Interlingua Bahasa Indonesia Interlingue Igbo Ilokano Ido Íslenska Italiano ᐃᓄᒃᑎᑐᑦ/inuktitut 日本語 Patois La .lojban. Basa Jawa ქართული Qaraqalpaqsha Taqbaylit Адыгэбзэ Kabɩyɛ Kongo Gĩkũyũ Қазақша Kalaallisut ភាសាខ្មែរ ಕನ್ನಡ 한국어 Къарачай-малкъар कॉशुर / کٲشُر Kurdî Коми Kernowek Кыргызча Latina Ladino Lëtzebuergesch Лакку Лезги Limburgs Ligure Lumbaart Lingála لۊری شومالی Lietuvių Latgaļu Latviešu मैथिली Basa Banyumasan Мокшень Malagasy Māori Baso Minangkabau Македонски മലയാളം Монгол मराठी Bahasa Melayu Malti Mirandés မြန်မာဘာသာ Эрзянь مازِرونی Dorerin Naoero Nāhuatl Napulitano Plattdüütsch Nedersaksies नेपाली नेपाल भाषा Nederlands Norsk nynorsk Norsk Novial Nouormand Sesotho sa Leboa Diné bizaad Chi-Chewa Occitan Livvinkarjala Oromoo ଓଡ଼ିଆ Ирон ਪੰਜਾਬੀ Kapampangan Papiamentu Picard Deitsch पालि Norfuk / Pitkern Polski Piemontèis پنجابی پښتو Português Runa Simi Rumantsch Romani Kirundi Română Armãneashti Tarandíne Русский Русиньскый Kinyarwanda संस्कृतम् Саха тыла Sardu Sicilianu Scots سنڌي Davvisámegiella Sängö Srpskohrvatski / српскохрватски සිංහල Simple English Slovenčina Slovenščina Gagana Samoa ChiShona Soomaaliga Shqip Српски / srpski Sranantongo SiSwati Sesotho Seeltersk Basa Sunda Svenska Kiswahili Ślůnski தமிழ் ತುಳು తెలుగు Tetun Тоҷикӣ ไทย ትግርኛ Türkmençe Tagalog Lea faka-Tonga Tok Pisin Türkçe Xitsonga Татарча/tatarça ChiTumbuka Twi Reo tahiti Удмурт ئۇيغۇرچە / Uyghurche Українська اردو Oʻzbekcha/ўзбекча Vèneto Vepsän kel’ Tiếng Việt West-Vlams Volapük Walon Winaray Wolof 吴语 Хальмг IsiXhosa მარგალური ייִדיש Yorùbá Vahcuengh Zeêuws 中文 文言 Bân-lâm-gú 粵語 IsiZulu Editar enlaces Los úrtimus chambus desta páhina huerun a las 20:35 el dia 1 Dic 2017. 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  Conflito na Caxemira – Wikipédia, a enciclopédia livre Conflito na Caxemira Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Foram assinalados vários aspectos a serem melhorados nesta página ou se(c)ção: As fontes não cobrem todo o texto . Contém referências que necessitam de formatação. Mapa político da Caxemira O conflito na Caxemira se refere à disputa territorial entre a ... a Índia e o Paquistão (e entre a Índia e a China ), pela Caxemira , a região localizada ao extremo noroeste do subcontinente indiano . A Índia reivindica a totalidade do antigo estado principesco ... Jammu , Caxemira , Ladakh (incluindo o glaciar de Siachen ). A alegação da Índia é contestada pelo ... . A posição oficial da Índia é que Caxemira é uma 'parte integrante' da Índia, enquanto a posição oficial ... Índia e do Paquistão. A Índia e o Paquistão se enfrentaram em três guerras pelo território da CACHE

Conflito na Caxemira – Wikipédia, a enciclopédia livre Conflito na Caxemira Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Foram assinalados vários aspectos a serem melhorados nesta página ou se(c)ção: As fontes não cobrem todo o texto . Contém referências que necessitam de formatação. Mapa político da Caxemira O conflito na Caxemira se refere à disputa territorial entre a Índia e o Paquistão (e entre a Índia e a China ), pela Caxemira , a região localizada ao extremo noroeste do subcontinente indiano . A Índia reivindica a totalidade do antigo estado principesco dogra de Jammu e Caxemira e atualmente administra cerca de 43% da região, incluindo a maior parte de Jammu , Caxemira , Ladakh (incluindo o glaciar de Siachen ). A alegação da Índia é contestada pelo Paquistão, que controla cerca de 37% da Caxemira, principalmente a chamada Caxemira Livre ( Azad Kashmir ) e as regiões setentrionais de Gilgit e Baltistão . Além disso, a China controla 20% da Caxemira, incluindo Aksai Chin que ocupou na sequência da breve guerra sino-indiana de 1962 e da área do Trans- Caracórum , também conhecida como o vale de Shaksgam , que foi cedida pelo Paquistão em 1963. A posição oficial da Índia é que Caxemira é uma 'parte integrante' da Índia, enquanto a posição oficial do Paquistão é que a Caxemira é um território disputado cujo estatuto definitivo só pode ser determinado pelo povo da Caxemira. Alguns grupos caxemires alegam que a Caxemira deve ser independente da Índia e do Paquistão. A Índia e o Paquistão se enfrentaram em três guerras pelo território da Caxemira em 1947 , 1965 , 1971 , 1999 e 2001–2002 . Índia e China se enfrentaram uma vez em 1962, pelo controle de Aksai Chin, bem como pelo nordeste do estado indiano de Arunachal Pradesh . A Índia e o Paquistão também se envolveram em diversas escaramuças no glaciar de Siachen. Desde a década de 1990, o estado indiano de Jammu e Caxemira tem sido afetado por confrontos entre caxemires separatistas, incluindo militantes que a Índia alega serem apoiadas pelo Paquistão e as Forças Armadas do Paquistão , o que causaram milhares de mortos. [ 1 ] Índice 1 Antecedentes 2 Cronologia dos conflitos 2.1 Guerra indo-paquistanesa de 1947 2.2 Guerra sino-indiana 2.3 Guerras de 1965 e 1971 2.4 Ascensão da revolta em Jammu e Caxemira desde 1989 2.5 Conflito de Kargil 3 Causas do conflito 3.1 Ponto de vista da Índia 3.2 Ponto de vista do Paquistão 3.3 Ponto de vista da China 4 Disputa pela água 5 Violações dos direitos humanos 6 Questões cartográficas 7 Referências 8 Bibliografia 9 Ligações externas Antecedentes [ editar | editar código-fonte ] Mapa da região de Caxemira, que mostra em vermelho os limites do antigo estado principesco de Jammu e Caxemira Em 1935, os governantes britânicos obrigaram o rei dogra de Jammu e Caxemira a arrendar partes de seu reino que integravam a nova Província da Fronteira Noroeste , por 60 anos. Esta etapa foi concebida para reforçar as fronteiras do norte da Índia Britânica , especialmente a partir da Rússia . Em 1947, o domínio britânico na Índia terminou com a criação de duas nações: a Índia e o Paquistão. Cada um dos 562 estados principescos indianos aderiram a um dos dois novos países: a União da Índia ou o Domínio do Paquistão . Jammu e Caxemira tinha uma população predominantemente muçulmana, mas um governante hindu, era o maior destes estados autônomos e limitava com ambos os países modernos. Seu governante era o rei dogra (ou marajá ), Hari Singh , que preferiu manter-se independente, pretendendo evitar a pressão sobre ele a partir da Índia e do Paquistão, jogando um contra o outro. Em outubro de 1947, os revolucionários muçulmanos no oeste da Caxemira [ 2 ] e as tribos paquistanesas de Dir invadiram a Caxemira na esperança de liberta-la do domínio dogra. As forças estatais não foram capazes de resistir à invasão e o marajá assinou um instrumento de adesão [ 3 ] em troca de ajuda militar, que foi aceito pelo Governo da Índia em 27 de outubro de 1947. [ 4 ] [ 5 ] Cronologia dos conflitos [ editar | editar código-fonte ] Guerra indo-paquistanesa de 1947 [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Guerra Indo-Paquistanesa de 1947 Após rumores de que o marajá apoiaria a anexação da Caxemira pela Índia, tropas irregulares formadas de militantes revolucionários muçulmanos da Caxemira ocidental [ 2 ] e membros de tribos paquistanesas fizeram rápidos avanços na Caxemira (no setor de Baramaulla). Neste contexto, o marajá Hari Singh da Caxemira pediu ao Governo da Índia para intervir, no entanto, a Índia e o Paquistão tinham assinado um acordo de não-intervenção ( status quo ), e embora combatentes tribais do Paquistão que entraram em determinado território até então não havia uma clara evidência jurídica para provar inequivocamente que o Governo do Paquistão estava oficialmente envolvido. Teria sido ilegal para a Índia fazer uma intervenção unilateral (de uma forma aberta e oficial), a menos que Jammu e Caxemira aderisse à Índia formalmente, caso em que teria sido possível enviar forças que ocupam as partes restantes. O marajá desesperadamente necessitava da ajuda militar quando tribos patanes invasoras chegaram nos arredores de Srinagar . Antes de chegar em Srinagar, a Índia alegou que se o marajá Hari Singh conduzisse as negociações para anexação de Jammu e Caxemira à Índia em troca de receber ajuda militar. O acordo que cedeu Jammu e Caxemira à Índia foi assinado pelo marajá e Louis Mountbatten . [2] Em Jammu e Caxemira, os voluntários da Conferência Nacional trabalharam com o exército indiano para expulsar os paquistaneses. [ 6 ] O Instrumento de Adesão da Caxemira a Índia foi aceita pelo vice-rei Louis Mountbatten A guerra resultante pela Caxemira, a Primeira Guerra da Caxemira, durou até 1948, quando a Índia propôs a questão ao Conselho de Segurança da ONU . Anteriormente, a ONU já tinha passado resoluções para estabelecer o monitoramento do conflito na Caxemira. A comissão criada para este propósito foi denominada Comité das Nações Unidas para a Índia e o Paquistão . Então, em 21 de abril de 1948, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a Resolução 47, que impôs um cessar-fogo imediato, alegando que o Paquistão deveria retirar toda a sua presença e não teria qualquer interferência na política de Jammu e Caxemira. Além disso, a Índia deveria manter uma presença militar mínima e a disposição final do Estado de Jammu e Caxemira seria realizado em conformidade com a vontade popular expressa através do método democrático de um plebiscito livre e imparcial conduzido sob a auspícios das Nações Unidas . O cessar-fogo ocorreu no dia 31 de dezembro de 1948. Até então, os governos indianos e paquistaneses concordaram em realizar o plebiscito, mas o Paquistão não retirou as suas tropas da Caxemira, o que violava a condição para a realização do plebiscito. [ 7 ] Além disso, o governo indiano se distanciou de seu compromisso de realizar um plebiscito. [ 7 ] Durante os anos seguintes, o Conselho de Segurança aprovou quatro novas resoluções da ONU revendo os termos da Resolução 47 incluindo uma retirada sincronizada de ambas as tropas (indianas e paquistanesas) na região, graças às recomendações do general Andrew McNaughton . Para este fim, os árbitros da Organização das Nações Unidas apresentaram 11 propostas diferentes para a desmilitarização da região - cada uma das quais foi aceita pelo Paquistão, mas rejeitada pelo governo da Índia. [ 8 ] As resoluções foram aprovadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas ao abrigo do Capítulo VI da Carta das Nações Unidas. [ 9 ] As resoluções aprovadas ao abrigo do Capítulo VI da Carta da ONU são consideradas não vinculativas e não têm qualquer aplicabilidade obrigatória, ao contrário das resoluções aprovadas ao abrigo do Capítulo VII. [ 10 ] Guerra sino-indiana [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Guerra sino-indiana Em 1962, tropas da República Popular da China e da Índia se enfrentaram em território reivindicado por ambos. A China obteve uma rápida vitória na guerra, resultando na administração chinesa da região denominada Aksai Chin , que continua até hoje. Para além destas áreas, uma outra área menor, o Trans-Caracórum, foi demarcada como Linha de Controle entre a China e o Paquistão, apesar de parte do território do lado chinês estar sendo reclamado pela Índia como parte da Caxemira. A linha que separa a Índia da China nessa região é conhecida como a ' Linha de Controlo Real '. [ 11 ] Guerras de 1965 e 1971 [ editar | editar código-fonte ] Ver artigos principais: Guerra Indo-Paquistanesa de 1965 e Guerra Indo-Paquistanesa de 1971 Em 1965 e 1971, novamente eclodiram pesados combates entre a Índia e o Paquistão. A guerra indo-paquistanesa de 1971 resultou na derrota do Paquistão e da rendição militar do Paquistão no Paquistão Oriental (atual Bangladesh ). O Acordo de Simla foi assinado em 1972 entre a Índia e o Paquistão. Por esse tratado, ambos os países concordaram em resolver todas as questões por meios pacíficos e debates mútuos no âmbito da Carta das Nações Unidas. Ascensão da revolta em Jammu e Caxemira desde 1989 [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Insurgência em Jammu e Caxemira Em 1989, inicia-se uma ampla insurreição armada na Caxemira, que continua até o presente. A Índia afirma que esta foi iniciada em grande parte pelo grande número de Mujahideen afegãos que entraram na Caxemira após o final da guerra soviético-afegã , embora os nacionalistas do Paquistão e Caxemira argumentam que os mujahideens não deixaram o Afeganistão em grandes números até 1992, três anos após a insurreição começar. Yasin Malik , líder de uma facção, a Frente de Libertação de Jammu e Caxemira, foi um dos caxemires que organizaram a militância na Caxemira. No entanto, desde 1995, Malik renunciou ao uso da violência e apela para métodos estritamente pacíficos para resolver as diferenças. O Paquistão alega que os insurgentes são cidadãos de Jammu e Caxemira, e estão lutando até contra o exército indiano em um movimento independência. Também afirma que o Exército indiano está cometendo graves violações dos direitos humanos para os cidadãos de Jammu e Caxemira, e nega que esteja dando armamentos para ajudar os insurgentes. A Índia reivindica que estes grupos insurgentes são terroristas islâmicos da Caxemira administrada pelo Paquistão e do Afeganistão, lutando para Jammu e Caxemira fazer parte do Paquistão. Acredita que o Paquistão dá armas para ajudar os terroristas, e os está treinando no Paquistão. Igualmente também afirma que os terroristas tem assassinado muitos cidadãos na Caxemira, e cometendo violações dos direitos humanos, negando ao mesmo tempo que as suas próprias forças armadas são responsáveis pelas violações dos direitos humanos. Em uma visita ao Paquistão em 2006 , o atual primeiro-ministro da Caxemira Omar Abdullah ressaltou que militantes estrangeiros, que não tinham nada a ver com a Caxemira, estavam envolvidos em assassinatos e desordens em nome da religião . Igualmente as agências de inteligência dos Estados Unidos acreditam que a Al-Qaeda e os talibãs estão ajudando a organizar uma campanha de terror na Caxemira para fomentar o conflito entre a Índia e o Paquistão. O governo paquistanês considera estes insurgentes como 'combatentes pela liberdade caxemire', e afirma que dá apenas apoio moral e diplomático para estes insurgentes, embora a Índia considera que o Paquistão apoia os terroristas da Caxemira Administrada pelo Paquistão. Conflito de Kargil [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Guerra de Kargil Localização de Kargil , região do conflito Em meados de 1999, insurgentes e soldados paquistaneses da Caxemira paquistanesa infiltraram-se em Jammu e Caxemira. Durante a época de inverno, forças indianas regularmente descem para altitudes mais baixas, como as condições climáticas são severas torna-se quase impossível patrulhar os altos picos perto da Linha de Controle. Os rebeldes aproveitaram-se disto e tomaram vantagem ocupando os vagos picos da montanha da faixa de Kargil , com vista a estrada na Caxemira indiana que liga Srinagar a Leh . Ao bloquear a rodovia, pretendiam cortar a única ligação entre o vale da Caxemira e Ladakh . Isto resultou em um conflito de grande escala entre o exército indiano e o exército do Paquistão. Ao mesmo tempo, os temores da Guerra de Kargil transformar-se em uma guerra nuclear levou a que os Estados Unidos, então sob governo do presidente Bill Clinton , pressionassem o Paquistão a recuar. Confrontados com a crescente perda de pessoal e de postos, o Exército do Paquistão retirou as tropas restantes da região e acabou com o conflito. A Índia recuperou o controle dos picos que atualmente patrulha e monitora durante todo o ano. Causas do conflito [ editar | editar código-fonte ] A partir da Partilha da Índia , em 1947, tanto a Índia como o Paquistão têm mantido a sua reivindicação sobre a Caxemira. Estas reivindicações focam sobre eventos históricos e religiosos e em filiações religiosas da população da Caxemira. Todo o problema da Caxemira tem causado uma longa inimizade entre a Índia pós-colonial e o recém-criado Paquistão muçulmano. Surgiu como uma consequência direta da partição e da independência do subcontinente indiano, em agosto de 1947. O estado de Jammu e Caxemira, que está estrategicamente localizado na região noroeste do subcontinente, na fronteira com a China e a antiga União Soviética , era um estado principesco governado pelo marajá Hari Singh. Em termos geográficos, o marajá poderia aderir a um dos dois novos domínios. Embora instalado pelo Vice-Rei Louis Mountbatten para determinar o futuro do seu estado antes da transferência ocorrer, Hari Singh se opôs. A Caxemira permaneceu amargamente dividida sobre o território, dois terços dela (conhecido como o estado indiano de Jammu e Caxemira ), que inclui Jammu, o vale da Caxemira e a área escassamente povoada por budistas do Ladakh Oriental sob controle da Índia. a terceira parte é administrada pelo Paquistão. Esta área compreende uma estreita faixa de terra (a Caxemira Livre e zonas setentrionais), incluindo Gilgit , Baltistão e os antigos reinos de Hunza e Nagar . As tentativas de resolver a 'questão principal' através de debate político foram infrutíferas. Em setembro de 1965, uma guerra eclodiu novamente entre Islamabad e Nova Deli . As Nações Unidas apelaram para outro cessar-fogo e a paz foi restabelecida, uma vez mais, na sequência da Declaração de Tashkent, em 1966, pelo quais ambas as nações regressaram às suas posições originais ao longo da linha demarcada. Após a guerra de 1971 e a criação do Estado independente de Bangladesh no âmbito do Acordo de Simla de 1972, a primeira-ministra da Índia Indira Gandhi e Zulfiqar Ali Bhutto do Paquistão concordaram que nenhuma das partes pretenderia alterar a linha de cessar-fogo na Caxemira, que passou a ser denominada a 'Linha de Controle', de maneira unilateral independentemente das diferenças mútuas e interpretações jurídicas.' Desde então, tem havido numerosas violações da Linha de Controle , incluindo as famosas incursões por insurgentes e as forças armadas do Paquistão em Kargil que levaram à Guerra de Kargil, bem como os confrontos esporádicos no glaciar de Siachen , onde ambos os países mantêm forças em altitudes que atingem os 6 100 metros. Todas essas violações têm causado preocupação com a estabilidade da região hostil. Ponto de vista da Índia [ editar | editar código-fonte ] A reivindicação indiana NA Caxemira incide sobre o acordo entre o marajá Hari Singh, o primeiro-ministro Jawaharlal Nehru e Lord Mountbatten, segundo a qual o antigo Principado de Jammu e Caxemira tornou-se parte integrante da União da Índia através do instrumento de adesão. Também enfoca as alegações da sociedade secular da Índia, uma ideologia que não significa que a religião é um fator importante na governação da política e, portanto, considera que é irrelevante, uma disputa de fronteira. Outro argumento apresentado pela Índia é que na Índia as minorias estão bem integradas, com alguns membros de comunidades minoritárias, ocupando posições de poder e influência. Embora mais de 80% da população da Índia prática o hinduísmo , um ex-presidente da Índia, Abdul Kalam , é muçulmano , enquanto Sonia Gandhi , a líder parlamentar do Partido do Congresso, é católica romana . O atual primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh , é um sikh e o líder da oposição, Lal Krishna Advani , um hindu . Em suma, a Índia sustenta que: A Assembleia Constituinte de Jammu e Caxemira tinha ratificado por unanimidade o instrumento de adesão da Índia ao marajá e aprovou uma constituição que exige uma união perpétua do Estado com a União Indiana. A Índia defende que este órgão é representativo e que suas opiniões eram as da população caxemire da época. [ 6 ] [ 12 ] A Índia não aceita a teoria de duas nações que formam a base do Paquistão e considera que a Caxemira, apesar de ser um Estado de maioria muçulmana, é em muitos aspectos, uma 'parte integrante' da Índia secular. [ 13 ] A Caxemira é uma região com a diversidade religiosa de um grande número de hindus e budistas . Portanto, se estivessem sob o controle de uma nação islâmica não-secular como é o Paquistão, estariam contra as credenciais seculares da Caxemira, assim, as numerosas minorias étnicas na Caxemira seriam tratadas como cidadãos de segunda classe no Paquistão. A Índia aponta para as depurações das minorias religiosas no Paquistão após a independência. O estado de Jammu e Caxemira foi convertido em autônomo pelo artigo 370 da Constituição da Índia , [ 14 ] embora a sua autonomia foi reduzida desde então. A Índia também destaca uma sondagem realizada em Jammu e Caxemira, que sugere que a maioria dos muçulmanos que vivem no vale da Caxemira não querem que a Caxemira faça parte do Paquistão. [ 15 ] A Índia reivindica e apresentou provas de que a maioria das violações dos direitos humanos na região foram realizadas pelos insurgentes e outros não-indianos. Além disso, a Índia cita o fato de que foram levados à justiça os poucos agentes filiados à Índia que tinham cometido violações dos direitos humanos, ao contrário do referido pessoal não-indiano e insurgentes que não foram punidos por seus crimes. [ 16 ] A Índia alega que a maioria dos terroristas que operam na região da Caxemira provém da Caxemira administrada pelo Paquistão e que o Paquistão tem estado envolvido no terrorismo patrocinado pelo Estado. Aponta também para artigos e relatórios dos Estados Unidos que sugerem que os terroristas são financiados principalmente pelo Paquistão, bem como através de meios ilícitos, como a venda ilegal de armas e narcóticos ou a circulação de moeda falsa na Índia. [ 17 ] Portanto, a insurgência e o terrorismo na Caxemira é deliberadamente alimentada pelo Paquistão para criar instabilidade na região. [ 18 ] O governo da Índia acusou repetidamente o Paquistão de travar uma guerra por procuração na Caxemira, fornecendo armas e apoio financeiro a grupos terroristas na região. [ 19 ] [ 20 ] [ 21 ] [ 22 ] O Paquistão está tentando levantar um sentimento anti-Índia entre os caxemires por espalhar propaganda falsa contra a Índia. [ 23 ] De acordo com o governo do estado de Jammu e Caxemira, rádios e canais de televisão paquistaneses deliberadamente espalham 'ódio e veneno' contra a Índia para alterar opinião na Caxemira. [ 24 ] A Índia assinala relatórios de organizações de direitos humanos que condenam o Paquistão pela falta de liberdades cívicas na Caxemira sob administração paquistanesa. [ 23 ] [ 25 ] De acordo com a Índia, a maioria das regiões da Caxemira paquistanesa, especialmente as áreas do Norte, continuam a sofrer de falta de reconhecimento político, desenvolvimento econômico e direitos fundamentais. [ 26 ] A Resolução 1172 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, tacitamente aceita pela Índia, afirma que todas as questões pendentes entre a Índia e o Paquistão têm de ser resolvidos por mútuo diálogo (e não exige um plebiscito). [ 27 ] Em um país diverso como a Índia, o descontentamento e a insatisfação não são incomuns. A democracia indiana que possui flexibilidade necessária para acomodar as verdadeiras queixas no âmbito da sua soberania, unidade e integridade. O governo da Índia manifestou a sua disponibilidade para acolher as legítimas reivindicações políticas do povo do estado de Jammu e Caxemira. [ 28 ] Ponto de vista do Paquistão [ editar | editar código-fonte ] As reivindicações paquistanesas sobre a região disputada baseiam-se na rejeição das reivindicações indianas para a Caxemira, especialmente o Instrumento de Adesão. O Paquistão insiste que o marajá não era um líder popular e era considerado como um tirano pela maioria dos caxemires. afirma também que o maarajá usou a força bruta para reprimir a população. [ 29 ] O Paquistão acusa também a Índia de hipocrisia, porque se recusou a reconhecer a adesão de Junagadh ao Paquistão e a independência de Hiderabade com base em que os dois estados tinham maiorias hindus (na realidade, a Índia ocupou e integrou a força estes dois territórios). Além disso, depois de ter fugido da Caxemira, devido à invasão paquistanesa, o Paquistão afirma que o marajá não tinha nenhuma autoridade para determinar o futuro da Caxemira. O Paquistão argumenta que mesmo se o marajá tivesse alguma autoridade para determinar o estatuto da Caxemira, assinou o instrumento de adesão sob coação, assim, invalidava a legitimidade de suas ações. O Paquistão alega também que as forças indianas estavam na Caxemira antes mesmo da assinatura do instrumento de adesão com a Índia e, portanto, em violação ao acordo de Standstill , que foi concebido para manter o status quo da Caxemira (embora a Índia não fosse signatária do acordo assinado entre o Paquistão e o governante hindu de Jammu e Caxemira). [ 30 ] [ 31 ] Entre 1990 e 1999, algumas organizações relataram que as forças armadas indianas, grupos paramilitares e os suas milícias contra-insurgentes foram responsáveis pela morte de 4 501 civis na Caxemira. [ 32 ] [ 33 ] Também entre 1990 e 1999, houve indícios de estupros de 4 242 mulheres com idade entre 7 e 70 anos. Alegações similares foram feitas também por algumas organizações de direitos humanos . [ 34 ] Em suma, o Paquistão sustenta que: A insurreição popular dos caxemires demonstra que o povo da Caxemira não quer mais permanecer como parte da Índia. O Paquistão sugere que isto significa que ou a Caxemira quer ser parte do Paquistão ou quer ser independente. As táticas de contra-insurgência da Índia têm merecido um acompanhamento internacional do conflito da Caxemira e o exército indiano tem realizado violações dos direitos humanos, incluindo tortura, estupros e assassinatos extrajudiciais, contra o povo cachemire. Segundo a teoria das duas nações é uma das teorias citadas para a partição que criou a Índia e o Paquistão, a Caxemira deveria ter permanecido com o Paquistão, porque tem uma maioria muçulmana. A Índia tem mostrado desprezo às resoluções do Conselho de Segurança da ONU e da Comissão das Nações Unidas na Índia e Paquistão ao não realizar um plebiscito para determinar a adesão futura do Estado. [ 35 ] O povo da Caxemira foi forçado pelas circunstâncias a defender seu direito à autodeterminação através da militância. O Paquistão afirma que dá seu apoio moral, ético e militar aos revoltosos na Caxemira. Os recentes protestos na Caxemira administrada pela Índia atraiu um grande número de pessoas com um crescente ressentimento contra o domínio indiano, dadas as manifestações que ocorrem em oposição ao controle indiano do estado. [ 36 ] Recentes relatórios da ONU sobre a situação dos direitos humanos em Jammu e Caxemira têm criticado a Índia pelo uso da força durante protestos na Caxemira administrada pela Índia. O Paquistão registra igualmente os atos de violência que acompanharam as eleições na Caxemira indiana [ 37 ] e sentimentos anti-indianos expressos por algumas pessoas no estado. [ 38 ] O Paquistão destaca o uso generalizado de execuções extrajudiciais na Caxemira administrada pela Índia, realizadas pelas forças de segurança da Índia que sustentam que foram surpreendidas em enfrentamentos com militantes. Os paquistaneses acusam as forças de segurança indianas de estarem envolvidas em confrontos falsos que são comuns nos setores da Caxemira administrada pela Índia e evitar a ação penal dos autores. [ 39 ] [ 40 ] Organizações de direitos humanos condenaram energicamente as tropas indianas pelo estupro e assassinato de civis inocentes que acusa estes civis de serem militantes. [ 39 ] [ 41 ] [ 42 ] A solução Chenab era um compromisso proposto na década de 1960, em que o vale da Caxemira e outras áreas predominantemente muçulmanas, ao norte do rio Chenab iriam para o Paquistão e Jammu e outras regiões predominamente hindus para a Índia. [ 43 ] Ponto de vista da China [ editar | editar código-fonte ] Ver também: Disputa de fronteira sino-indiana A China não aceita os limites do Principado de Jammu e Caxemira , no norte do Aksai Chin e do Caracórum , que foram propostos pelos britânicos. [ 2 ] A China resolveu suas questões fronteiriças com o Paquistão no Trans-Caracórum em 1963 com a oferta de que o acordo estava sujeito à solução final da disputa na Caxemira. [ 44 ] Disputa pela água [ editar | editar código-fonte ] Outra razão por trás do conflito da Caxemira é o recurso hídrico. A Caxemira é a fonte de vários rios e afluentes do rio Indo . Estes incluem o Jhelum e Chenab , que fluem basicamente no Paquistão, enquanto que outros ramos — como os rios Ravi , Beás e o Sutlej — irrigam o norte da Índia. O Paquistão tem sido apreensivo quanto a isso, em uma situação extrema, a Índia poderia usar a sua vantagem estratégica que dá a sua parcela da Caxemira e que passa na origem dos referidos rios e mantendo o mesmo canal, assim, estrangular a economia agrária do Paquistão. O Tratado de Águas do Indo, assinado em 1960 resolveu a maioria desses litígios em matéria de partilha da água e apelou para a cooperação mútua a este respeito. Este tratado enfrentou questões levantadas pelo Paquistão durante a construção de barragens no lado indiano, que limitam a água para o lado paquistanês. Violações dos direitos humanos [ editar | editar código-fonte ] Tem havido afirmações de violações dos direitos humanos em relação com as forças armadas indianas e os militantes da Caxemira. [ 45 ] Um estudo de 2005 realizado pela ONG Médicos Sem Fronteiras descobriu que as mulheres da Caxemira estavam entre os pessoas que mais sofriam de doenças de violência sexual no mundo, com 11,6% das entrevistadas que relataram terem sido abusadas sexualmente. [ 46 ] Algumas pesquisas descobriram que na região da Caxemira em si (onde se concentra a maior parte da atividade por separatistas e da Índia), a percepção popular sustenta que as forças armadas da Índia são mais culpadas por violações dos direitos humanos que os grupos separatistas. De acordo com o inquérito da MORI de 2002, na Caxemira, apenas 2% dos entrevistados acreditam que grupos militantes são culpados de abusos generalizados dos direitos humanos, enquanto 64% acreditam que as tropas indianas eram culpadas do mesmo. no entanto, essa tendência foi revertida em outras partes do estado. [ 47 ] Questões cartográficas [ editar | editar código-fonte ] Tal como acontece com outros territórios em disputa, cada um dos governos representam mapas com suas reivindicações sobre a Caxemira como parte de seu território, independentemente do seu efetivo controle. Na Índia, é ilegal a exclusão de toda ou parte da Caxemira em um mapa. Também é ilegal no Paquistão não incluir o estado de Jammu e Caxemira como um território disputado, conforme permitido pela Organização das Nações Unidas. Os não-participantes costumam usar a Linha de Controle e Linha de Controle Real como os limites representados, como no The World Factbook da CIA . Quando a Microsoft lançou um mapa no Windows 95 e no Microsoft MapPoint 2002, atraíu controvérsia, pois não mostrava a totalidade da Caxemira, como parte da Índia, como é exigido na Índia. entretanto todos os neutros e empresas paquistanesas pretendem seguir o mapa das Nações Unidas e mais de 90% de todos os mapas que contêm a Caxemira mostram-a como um território disputado. [ 48 ] Referências ↑ «A Good Voice Silenced: Kashmir's Loss Is Also Mine» . mea.gov.in ↑ a b c «Kashmir (region, Indian subcontinent) :: The Kashmir problem – Britannica Online Encyclopedia» . Britannica.com . Consultado em 2 de fevereiro de 2010 ↑ «Rediff On The NeT: An interview with Field Marshal Sam Manekshaw» . Rediff.com . Consultado em 24 de maio de 2012 ↑ Death in the Vale , Time , 1947-11-10 ↑ http://www.rediff.com/news/1999/jun/01jk.htm < ↑ a b Sayyid Mīr Qāsim. My Life and Times . [S.l.]: Allied Publishers Limited . Consultado em 1 de julho de 2010 . 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ISBN 0-8059-9594-3 Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Documentos jurídicos Resolução do Parlamento Europeu sobre Caxemira, 24 de maio de 2007 Accession Document Documentos legais relativos a Caxemira, incluindo tratados História Cronologia desde abril de 2003 A peep into Kashmir History and timeline (em inglês ) Um esquema da história de Caxemira Reportagens em meios de comunicação ocidentais MILLÁS, Juan José (setembro 2009). «Infierno en tierra de dioses» . El País Semanal (1.719) Reportagem sobre Caxemira de uma série acerca de conflitos esquecidos escrita em colaboração com Médicos Sem Fronteiras . Artigos da BBC sobre Caxemira News Coverage of Kashmir Webs das fações beligerantes Introdução ao conflito de Caxemira Jammu Kashmir Liberation Front A classificar O futuro de Caxemira , ACDIS Swords and Ploughshares 16:1 (winter 2007-8), Programa sobre controlo de armas, desarme e segurança internacional da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign. 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Universidade da Califórnia, Berkeley Lista de Bibliografia v • e Guerras entre Índia e Paquistão — Conflito na Caxemira Guerra Indo-Paquistanesa de 1947 Guerra Indo-Paquistanesa de 1965 Guerra Indo-Paquistanesa de 1971 Guerra de Independência de Bangladesh Conflito de Siachen Guerra de Kargil Portal da guerra Portal de Caxemira Portal da Índia Portal do Paquistão Portal da China Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Conflito_na_Caxemira&oldid=50733094 ' Categoria : Conflito na Caxemira Categorias ocultas: !Artigos que carecem de notas de rodapé desde março de 2017 !Artigos de história (Extremo Oriente) que carecem de notas de rodapé !Artigos de política que carecem de notas de rodapé !Artigos que carecem de formatação de referências desde março de 2017 !Páginas que usam hiperligações mágicas ISBN Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Azərbaycanca Беларуская (тарашкевіца)‎ বাংলা Català Čeština Deutsch Zazaki English Español Euskara فارسی Suomi Français हिन्दी Bahasa Indonesia Italiano 日本語 Қазақша 한국어 മലയാളം Bahasa Melayu Nederlands ਪੰਜਾਬੀ Polski پنجابی Русский Simple English Svenska தமிழ் తెలుగు Українська اردو Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 23h25min de 11 de dezembro de 2017. 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Box 64, Miramar, Goa, Índia, 403001 Goa Excelente EUR 221 Caravela Beach Resort Goa 5 stars Varca Beach, Salcete, Goa, Índia, 403721 Goa Muito bom EUR 436 Zuri White Sands Resort And Casino Goa 5 stars Pedda Varca, Goa, Índia, 403 721 Goa Muito bom EUR 202 Taj Holiday Village Resort And Spa Goa 5 stars Sinquerim, Bardez, Goa, Índia, 403519 Goa Excelente EUR 223 Vivanta By Taj Fort Aguada Hotel Sinquerim 5 stars Sinquerim, Candolim, Bardez, Sinquerim, Índia, 403515 Sinquerim Excepcional EUR 595 Taj Exotica Hotel Goa 5 stars Benaulim, Goa, Índia, 403716 Goa Excelente EUR 561 Kenilworth Beach Resort And Spa Goa 5 stars Utorda, Salcete, Goa, Índia, 403713 Goa Muito bom EUR 127 Cidade De Goa Hotel 5 stars Vainguinim Beach, Goa, Índia, 403 004 Goa Excelente EUR 130 Riviera De Goa Hotel 5 stars Ximer, Arpora, Bardez, Goa, Índia, 403518 Goa Excepcional EUR 173 The Leela Goa Hotel 5 stars Mobor, Goa, Índia, 403731 Goa Excepcional EUR 741 The O Resort & Spa Goa 5 stars 114/1 Dando, Bardez, Goa, Índia, 403515 Goa Excelente EUR 145 Alila Diwa Hotel Goa 5 stars 48/10 Village Majorda, Goa, Índia, 403713 Goa Excepcional EUR 263 Vivanta By Taj Panaji Hotel Goa 5 stars Off D. B. Bandodkar Road, Goa, Índia, 403001 Goa Excepcional EUR 132 Grand Hyatt Goa Hotel 5 stars P.O. Goa University, Goa, Índia, 403206 Goa Excepcional EUR 257 Radisson Blu Resort Goa Cavelossim Beach 5 stars Cavelossim Beach, Goa, Índia, 403001 Goa Excelente EUR 159 Dona Sylvia Beach Resort Goa 4 stars Cavelossim, Mobor, Goa, Índia, 403 731 Goa Excelente EUR 195 Majorda Beach Resort Goa 5 stars Majorda, Salcette, Goa, Índia, 403713 Goa EUR 137 The Lalit Golf & Spa Resort Goa 5 stars Raj Baga, Canacona, Goa, Índia, 403702 Goa Muito bom EUR 1 012 Resort Rio Goa 5 stars Near Baga Beach,Tambudki, Goa, Índia, 403518 Goa Excepcional EUR 177 Chances Resort & Casino Goa 5 stars 184-189, Machado'S Cove, Goa, Índia, 403 004 Goa Ranking EUR 74 Novotel Goa Resort And Spa 5 stars Pinto Waddo, Candolim, Bardez, Goa, Índia, 403515 Goa Muito bom EUR 135 Deltin Suites Goa 5 stars Nerul-Candolim Road, Fadtewada, Nerul, Bardez, Goa, Índia Goa EUR 85 Hard Rock Hotel Goa 5 stars 370/14, Porba Vaddo, Goa, Índia, 403 516 Goa Excelente EUR 124 Radisson Blu Hotel Goa 5 stars Cavelossim Beach, Goa, Índia Goa EUR 248 Acron Waterfront Resort Baga 5 stars On The Seaward Side Of The Baga Bridge, Baga, Índia, 403516 Baga Muito bom EUR 155 Planet Hollywood Beach Resort Goa 5 stars 30/3 Acsona Waddo, Utorda Beach, Salcete, Goa, Goa, Índia Goa EUR 244 W Goa Hotel 5 stars Vagator Beach, Bardez, Goa, Índia, 403509 Goa EUR 1 120 Cidade De Goa Hotel Panaji 5 stars Dona Paula Panjim 403515 India, Panaji, Índia, 403004 Panaji EUR 156 Novotel Goa Shrem Hotel Candolim 5 stars Anna Waddo, Main Candolim Road, Bardez, Candolim, Índia, 403515 Candolim Excepcional EUR 121 Goa Marriott Resort & Spa Panaji 5 stars Miramar Beach, Panaji, Índia Panaji EUR 288 Presa Di Goa Hotel Nagoa 4 stars 353/1 Arais Wado ,Nagoa, Saligao, Nagoa, Índia, 403517 Nagoa Excepcional EUR 78 Country Inn & Suites By Carlson Goa Panjim Panaji 4 stars Plot No. 31 Edc Patto Plaza, Panaji, Índia, 403721 Panaji EUR 95 Lazy Lagoon Sarovar Portico Suites Goa 4 stars Baga, Arpora, Bardez, Goa, Índia, 403518 Goa Excelente EUR 139 Club Mahindra Emerald Palms, Goa Hotel 4 stars Peddauttordoxi, Varca, Salcete, Goa, Índia, 403721 Goa EUR 276 Lemon Tree Amarante Beach Hotel Goa 4 stars Vadi, Candolim, Bardez, Goa, Índia, 403515 Goa Excelente EUR 87 Citrus Goa Hotel 4 stars Umtavaddo, Calangute Bardez, Goa, Índia, 403516 Goa Excepcional EUR 93 Royal Orchid Beach Resort & Spa Goa 4 stars Utorda Beach, Salcette, Goa, Índia, 403713 Goa Excelente EUR 132 Resort De Coracao Goa 4 stars Gaura Vaddo, Main Road, Goa, Índia, 403516 Goa Bom EUR 106 Mayfair Hideaway Spa Resort Goa 4 stars 333/1, Rangali, Betul, Goa, Índia, 403603 Goa Excepcional EUR 131 White Pearl Suites Goa 4 stars Unit Of Ave Mirim Resorts,Opp Hanuman Temple Saqwadi Baga,Arpora, Goa, Índia Goa EUR 189 Aguada Anchorage Hotel Goa 4 stars Fort Aguada, Sinquerim Po, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 274 Bogmallo Beach Resort Goa 4 stars P.O. Bogmalo, Goa, Índia, 403 806 Goa Ranking EUR 163 Heritage Village Club Goa 4 stars Arossim Beach, Goa, Índia, 403712 Goa Excepcional EUR 181 Resort Terra Paraiso Goa 4 stars Gaura Vaddo, Goa, Índia, 403 516 Goa Bom EUR 79 The Park Calangute Goa Hotel 4 stars Lane Opposite Calangute Mall, Goa, Índia, 403516 Goa Bom EUR 173 Sandalwood Hotel & Retreat Goa 4 stars Vainguinim Beach, Dona Paula, Goa, Índia, 403004 Goa Excelente EUR 138 Dudhsagar Spa Resort Goa 4 stars Near Mollem Check Post, Mollem, Goa, Índia, 403410 Goa EUR 64 Living Room Goa 4 stars Vagator Beach Road, Anjuna, Bardez, Goa, Índia, 403509 Goa Excepcional EUR 171 Hotel Fidalgo Goa 4 stars 18Th June Road, Goa, Índia, 403 001 Goa EUR 115 Ocean Palms Goa Hotel 4 stars Opposite Holiday Street, Gauravaddo, Goa, Índia, 403516 Goa Excelente EUR 93 Beleza By The Beach Hotel Colva 4 stars Thandwaddo, Betalbatim, Salcete, Colva, Índia, 403708 Colva Excelente EUR 86 Neelams The Grand Hotel Goa 4 stars Post Office Road, Goa, Índia, 403516 Goa Ranking EUR 71 Colonia Santa Maria Hotel Goa 4 stars Cobravaddo, Calangute, Goa, Índia Goa Excepcional EUR 104 Whispering Palms Beach Resort Goa 4 stars Sinquerim Beach, Goa, Índia, 403515 Goa Excelente EUR 170 Haathi Mahal Hotel Cavelossim 4 stars Cavelossim, Cavelossim, Índia Cavelossim Excepcional EUR 167 Doubletree By Hilton Goa Arpora Baga Hotel 4 stars Ximer Arpora Bardez, Goa, Índia, 403518 Goa Excelente EUR 105 Azzure By Spree Goa Hotel Calangute 4 stars 2/16 A, Naika Vaddo, Calangute, Bardez, Calangute, Índia, 403516 Calangute Excepcional EUR 91 United-21 Emerald Forest Hotel Goa 4 stars 466, Guneavaddo, Goa, Índia, 403721 Goa EUR 65 19 Belo Cabana Hotel Goa 4 stars Baga-Saunta-Khobravaddo, , Goa, Índia, 403516 Goa EUR 81 Riva Beach Resort Goa 4 stars Mandrem Beach, Pernem, Bardez Goa, In, Goa, Índia, 403527 Goa EUR 184 The Clematis Hotel Goa 4 stars H.No - 280 A, Baman Waddo, Condolim, North Goa , G, , Goa, Índia, 403515 Goa EUR 71 Nagoa Grande Hotel 4 stars Nagoa, Arpora, , Goa, Índia, 403516 Goa EUR 110 Sukhmantra Resort And Spa Goa 4 stars 317/C, Baman Vaddo, Goa, Índia, 403515 Goa Bom EUR 93 Godwin Hotel Goa 4 stars Opp Cafe Coffee Day Candolim 403515 India, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 84 Hacienda De Goa Resort 4 stars 1669/3 Grande Chiuvar, Goa, Índia, 403509 Goa Excepcional EUR 79 Fortune Acron Regina Hotel Goa 4 stars 376, Off Fort Aguada, Goa, Índia, 403515 Goa Excepcional EUR 98 The Tamarind Hotel Goa 4 stars 1286, Kumar Vaddo, Goa, Índia Goa Excelente EUR 432 Royal Goan Beach Club At Monterio Hotel Baga 4 stars Arpora-Baga Road, Calangute, Bardez, Baga, Índia Baga EUR 1 373 The Hq Hotel Goa 4 stars Swatantra Path. Opp. Idbi Bank, Goa, Índia Goa EUR 66 Pride Sun Village Resort And Spa Goa 4 stars Saquwadi, Baga Arpora, Goa, Índia, 403 518 Goa Excelente EUR 65 Marbela Beach Resort Goa 4 stars H.No 782 Gawade Wado, Morjim-Ashwem Road, Morjim ,Goa 403705, Goa, Índia, 403512 Goa EUR 247 Coconut Creek Hotel Goa 4 stars Bimmut Ward, Goa, Índia, 403806 Goa Excelente EUR 135 Ocean Suite Panaji 4 stars Chhabra House Nagalli Hills, Bella Vista Dona Paula Goa, Panaji, Índia Panaji Muito bom EUR 37 Sur La Mer Hotel Morjim 4 stars Morjim - Ashwem Road, Pernem Taluka, Morjim, Índia Morjim EUR 321 The Mandala Hotel Mandrem 4 stars Asvem Road, Asvem Vado, Mandrem, Índia Mandrem Excelente EUR 55 Varanda Do Mar Hotel Panaji 4 stars Near Goa Science Center, Panaji, Índia, 403002 Panaji EUR 113 Club Mahindra Varca Beach, Goa Hotel 4 stars Survey 176/1, Varca Village, Goa, Índia, 403 721 Goa Excelente EUR 110 Sol De Goa Hotel 4 stars Betalbatim, Salcete,, Goa, Índia Goa EUR 252 The Golden Suites & Spa Calangute 4 stars No:2/250 B, Calangute-Mapusa Road, Opposite Saldanha Kiran Appartments,, Next To St. Alex Church, Naika Vaddo, Calangute, Índia Calangute EUR 100 Acacia Palms Resort Goa 4 stars Near Colva Beach, Goa, Índia Goa EUR 266 Seashell Beach Suites Goa 4 stars Vaddi Bardez , Goa, Índia, 403515 Goa Exclusivo EUR 208 Radisson Goa Candolim Hotel 4 stars Fort Aguada Road, Bammonvaddo, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 126 Mamagoa Resort 4 stars N-397, Ashvem Beach, Goa, Índia, 403521 Goa EUR 164 Hyatt Place Goa Candolim Hotel 4 stars Anna Waddo Main Candolim Road, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 103 Baywatch Resort Goa 4 stars Sernabatim Beach Road, Goa, Índia, 403708 Goa EUR 77 Royal Goan Beach Club At Benaulim Hotel 4 stars Calvaddo, Near Taj Exotica, Goa, Índia Goa The Grand Leoney Resort Goa 4 stars Vagator Beach Raod, Goa, Índia Goa EUR 269 Zense Resort Goa 4 stars 1088 Escrea Walddo, Opposite Novotel Shrems Hotel,, , Goa, Índia Goa EUR 82 Seashell Villas Candolim 4 stars Goa, North Goa, Candolim, Índia Candolim EUR 223 The Baga Beach Resort 4 stars 7/225/A, Saunta Vaddo, Baga, Índia Baga Muito bom EUR 168 Lemon Tree Hotel Candolim Goa 4 stars Pinto Waddo, Candolim, Bardez, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 172 Bloomsuites L Calangute 4 stars Naikawaddo, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 51 Phoenix Park Inn Goa Candolim 4 stars Sequera Vado, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 79 De Alturas Resort Candolim 4 stars Opposite Aeron Store, Near Victor Exotica, Bammanwado, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 93 The Acacia And Spa Hotel Candolim 4 stars H No.586/ A, Sequeira Waddo, Candolim Bus Stop Junction, Village Candolim, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 115 La Sunila Suites Baga 4 stars Dr. Constancio Maschrans, River Road, Arpora, Baga, Índia, 403518 Baga EUR 50 Cavala The Seaside Resort Baga 4 stars Sauntavaddo, Baga, Índia, 403516 Baga EUR 58 Devasthali - The Valley Of Gods Hotel Bogmalo 4 stars Village Issorcim, Hollant Beach, Bogmalo, Índia, 403712 Bogmalo Bom EUR 91 Boomerang Resort Mandrem 4 stars Near Ajaba Temple, Mandrem, Índia Mandrem Devaaya Ayurveda And Nature Cure Centre Hotel Divar Island 4 stars Devaaya Ayurveda Spa Resort Di, Divar Island, Índia Divar Island Laguna Anjuna Hotel Goa 3 stars Sorantto Vado, Goa, Índia, 403509 Goa Muito bom EUR 113 Vista Do Rio Resort Goa 3 stars Alto Porvorim, Goa, Índia, 403 521 Goa Muito bom EUR 120 Varca Palms Beach Resort Goa 3 stars Teen Murti, Fatrade, Goa, Índia, 403721 Goa Muito bom EUR 53 Jasminn By Mango Hotels Goa 3 stars No.79, Nagwaddo, Betalbatim, Goa, Índia, 403713 Goa Excelente EUR 79 Peace Valley Resort & Spa Goa 3 stars Duelmol, Sirvoi, Goa, Índia, 403705 Goa Muito bom EUR 120 Casa De Goa Hotel 3 stars Tivai Vaddo, Calangute, Bardez, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 139 360 Degree Beach Resort Goa 3 stars Candolim Beach,Candolim, Goa, Índia, 403519 Goa Muito bom EUR 133 Mykonos Blu Hotel Baga 3 stars Baga Arpora Road, Bagawada, Baga, Índia, 403516 Baga EUR 73 Nirvana Hermitage Hotel Goa 3 stars 955/1 Pequem Peddem, Flea Market Road, Goa, Índia, 403509 Goa Bom EUR 56 The Fern Gardenia Resort Goa 3 stars Devabag, Canacona, Goa - 403702, Goa, Índia, 403 702 Goa Excelente EUR 71 Royal Palace Beach Resort Goa 3 stars Holiday Street,Gaurwaddo,Calangute, Goa, Índia, 403516 Goa Bom EUR 56 Sun City Resort Goa 3 stars Baga North Goa, Goa, Índia, 403516 Goa Bom EUR 88 Alegria - The Goan Village 3 stars Next To Health Centre, Goa, Índia, 403515 Goa Bom EUR 56 Casa Severina Hotel Calangute 3 stars Senhor Francisco Rd, Near St. Anthony, Calangute, Índia, 403516 Calangute Excelente EUR 137 Santana Beach Resort Goa 3 stars Quinta Costa Frias Complex, Dando, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 60 L'Hotel Eden Goa 3 stars La Oceana Colony, Goa, Índia, 403004 Goa Excepcional EUR 49 Marquis Beach Resort Goa 3 stars Dando Sinquerim Beach,Near Kingfisher Villa, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 142 Aldeia Santa Rita Hotel Goa 3 stars Sinquerim, Bardez, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 77 Resort Marinha Dourada Arpora 3 stars 200 Tambudki Road, Arpora, Índia, 403 518 Arpora EUR 54 Tangerine Boutique Resort Goa 3 stars Naiko Wado,Calangute Candolim Road, Goa, In, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 68 Highland Beach Resort Goa 3 stars Sequeira Vaddo, Goa, Índia, 403515 Goa Excelente EUR 155 Ruffles Beach Resort Goa 3 stars Fort Aguada Road, Goa, Índia Goa EUR 44 Colva Kinara Hotel Goa 3 stars D-Block, 4Th Ward, Near Hdfc Bank, Goa, Índia, 403708 Goa Bom EUR 63 Casa Vagator Hotel Goa 3 stars 594/4, Vozran, Vagator, Bardez Goa, Goa, Índia, 403509 Goa Ranking EUR 140 Salida Del Sol Hotel Goa 3 stars Menezes Braganza Road, Goa, Índia, 403001 Goa EUR 88 Meraden La Oasis Hotel Goa 3 stars Near Football Ground, Goa, Índia, 403509 Goa EUR 52 Palmarinha Resort And Suites Goa 3 stars Porbavaddo, Goa, Índia Goa EUR 44 The Sea Horse Resort Goa 3 stars Plot 28,Dr.Constancio Mascarenhas River View, Arpora - Goa, In, Goa, Índia, 403518 Goa EUR 151 Joecons Beach Resort Goa 3 stars 1795/H, Calwaddo, Benaulim, Índia, 403716 Benaulim Muito bom EUR 97 Maizons Lakeview Resort Goa 3 stars 502/1, Sankwadi Arpora, Bardez, Goa, Índia, 403518 Goa EUR 65 Old Anchor Dalmia Resort International Private Cavelossim 3 stars Cavelossim Beach, Salcete, Cavelossim, Índia, 403731 Cavelossim EUR 48 Royal Palms Hotel Goa 3 stars Vasvaddo, Goa, Índia, 403716 Goa EUR 67 Welcomheritage Panjim Pousada Panaji 3 stars E-212, 31St January Road, Panaji, Índia, 403001 Panaji Muito bom EUR 99 Angels Resort Alto Porvorim 3 stars Chogm Road, Alto Porvorim, Índia Alto Porvorim Excelente EUR 40 Sonesta Inn Goa 3 stars Candolim Bardez, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 261 Resorte Santa Monica Calangute 3 stars Poriat, Tivai Vaddo, Calangute, Índia Calangute Excelente EUR 53 Ozran Heights Beach Resort Goa 3 stars Small Vagator Beach, Goa, Índia, 403509 Goa Excepcional EUR 128 Ginger Goa Hotel 3 stars Plot No. 37, 38, Sgo Complex, Edc, Pato, Near Passport Office, Goa, Índia, 403001 Goa Bom EUR 50 Keys Resort Ronil Baga 3 stars Baga, Calangute, Bardez, Baga, Índia, 403 516 Baga Ranking EUR 164 Santiago Hotel Goa 3 stars Cobra Waddo, Goa, Índia, 403516 Goa Ranking EUR 51 Nizmar Resort Goa 3 stars Naikawaddo, Calangute, Bardez, Goa, Índia, 403516 Goa Mandovi Hotel Panaji 3 stars #164 , D. B. Marg, Panaji,, Panjim , Goa (D.B. Marg Panaji Goa), Panaji, Índia, 403001 Panaji Ranking EUR 62 Alor Grande Holiday Resort Goa 3 stars Near Health Centre, Goa, Índia, 403515 Goa Ranking EUR 43 Per Avel Beach Holiday Home Goa 2 stars Fort Aguada Road, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 78 Nazri Resort Goa 3 stars Saunta Vaddo, Baga, Calangute Bardez Goa, Goa -Goa (Zone 1), In, Goa, Índia, 403516 Goa Excelente EUR 84 Silver Sands Beach Resort Goa 3 stars Colva Beach, Goa, Índia, 403 708 Goa EUR 61 Dona Alcina Resort Goa 3 stars Opp.Candolim Health Centre, Goa, Índia, 403 515 Goa EUR 30 Sea Breeze Beach Hotel Candolim 3 stars Calngute-Candolim Road, Tivai Vaddo,Calangute-Goa, In, Candolim, Índia, 406516 Candolim EUR 65 Silla Goa. Hotel 3 stars Umtavaddo, Calangute, Bardez., Goa, Índia Goa Longuinhos Beach Resort Goa 3 stars Colva Beach, Goa, Índia, 403708 Goa Muito bom EUR 75 Leoney Resort Goa 3 stars Ozran Beach Rd, Vagator, Anjuna, Bardez, Goa, Índia, 403509 Goa Excelente EUR 60 Nanu Resort Goa 3 stars Betalbatim Beach Salcette, Goa, Índia, 403713 Goa Excelente EUR 71 Goan Heritage Hotel 3 stars Gaura Vaddo, Goa, Índia, 403 516 Goa EUR 111 Horizon Hotel Goa 3 stars Porbawaddo, Goa, Índia, 403516 Goa Excelente EUR 76 Baia Do Sol Hotel Goa 3 stars Baga Land End, Goa, Índia Goa Ranking EUR 148 Victor Exotica Beach Resort Goa 3 stars Bamon Vaddo, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 142 Country Inn & Suites By Carlson, Goa Candolim 3 stars Bamonavaddo, Bardez, Goa, Índia, 403515 Goa Muito bom EUR 77 Dolphin Bay Hotel Goa 3 stars Quedevelim, Reis Magos, Verem, Goa, Índia, 403114 Goa EUR 231 Hotel Orion Goa 3 stars Nova Cidade Complex, Goa, Índia Goa EUR 47 Nova Goa Hotel 3 stars Dr. A.B. Road, Panaji, Panaji, Índia, 403001 Panaji EUR 208 Joia Do Mar Hotel Goa 3 stars Calangute Arpora Road Porba Vaddo Bardez Goa, Goa, Índia, 403516 Goa Ranking EUR 38 La Casa Siolim Hotel Goa 3 stars Siolim House, Wadi, Siolim, Bardez, Goa, Índia, 403517 Goa EUR 59 Lambana Resort Goa 3 stars Near Sao Joe Baptista Chapel, Calangute - Baga Rd, Umtavaddo, Calangute Bardez, Goa, Índia Goa EUR 51 Adamo The Bellus Hotel Calangute 3 stars Naika Vaddo, Calangute, Calangute, Índia Calangute Muito bom EUR 79 Orritel Village Square Goa 3 stars Zorin,Vagator Anjuna, Goa, Índia Goa EUR 42 Silken Sands Hotel Goa 3 stars Goa, South Goa, Goa, Índia, 403716 Goa EUR 52 La Cabana Beach & Spa Hotel Goa 3 stars Ashvem, Goa, Índia, 403527 Goa EUR 99 Hotel Rose Valley Marigold Panaji 3 stars Near Old Patto Bridge, Opp Pwd Colony, Patto Panjim, In, Panaji, Índia, 403001 Panaji Muito bom EUR 71 Rococco Ashvem Hotel Goa 3 stars Ashvem Beach, Mandrem, Goa, Índia, 403527 Goa EUR 73 Casablanca Hotel Goa 3 stars Wadi, Candolim, Bardez, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 75 Annapurna Vishram Dhaam Hotel Anjuna 3 stars Sim Vaddo, Anjuna, Bardez, Anjuna, Índia, 403509 Anjuna Excelente EUR 48 The Sofala Hotel Nerul 3 stars Road Opp Bank Of India, Bhatiwado Nerul, Bardez, Nerul, Índia, 403114 Nerul EUR 69 The Camelot Resort Goa 3 stars Baga-Arpora Road, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 47 Fabhotel La Flamingo Goa 3 stars Behind Swissotel, Porba Vaddo , Calangute, Bardez, North Goa, Calangute, North Goa, Goa, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 48 Micasa Beach Resort Goa 3 stars Ashviwada, Ashvem, Mandrem, Pernem, , Goa, Índia, 400134 Goa Montego Bay Beach Village Goa 3 stars Vithaldas Vaddo, Goa, Índia, 403512 Goa Muito bom EUR 87 The Royale Assagao Resort Mapusa 3 stars Next To Dattaray Temple, Behind Martron Fitness Center, Assagao Village, Mapusa, Índia, 403507 Mapusa Ranking EUR 50 Ginger Tree Beach Resort Goa 3 stars Calangute - Candolim Road,Opp Cafe Coffee Day,Next To Goveia Holiday Homes Aradi, Bardez , Candolim, North Goa, Goa, Índia, 403516 Goa Bom EUR 44 Hotel Peninsula Beach Resort Under New Management Calangute 3 stars Holiday Street, Gaura Waddo, Bardez, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 52 Cambay Beach Resort Goa 3 stars Holiday Street,Kerkar Art Gallery Lane,Near Little, Goa, In, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 81 Fahrenheit Hotel Calangute 3 stars Calangute Baga Road, Opposite Subway, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 115 Hotel Park Plaza Goa 3 stars Opp. Azad Maidan,Rua De Ormuz, Goa, Índia, 403001 Goa Bom EUR 51 Country Club De Goa Hotel 3 stars Behind Staroo Htl,Snd.Left Near Manali Guest House 836/1, Goa, Índia, 403509 Goa EUR 398 Nordest Lemonmint Beach Resort Calangute 3 stars E 1 /237B , Holiday Street , Gaura Vaddo, Bardez, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 31 The Hawaii Comforts Hotel Goa 3 stars Behind Dona Paula Police Out Post, Goa, Índia, 403004 Goa Bom EUR 33 Spazio Leisure Resort Anjuna 3 stars Near Starco Junction, Anjuna, Índia, 403509 Anjuna Excepcional EUR 39 Sea View Resort Goa 3 stars Palolem Patnem Beach, Goa, Índia, 403702 Goa Muito bom EUR 25 Royal Mirage Beach Resort Candolim 3 stars 27/1, Bammon Waddo, Behind Victor Exotica, Candolim, Bardez ,Goa 403515, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 48 Opus By The Meraden Hotel Goa 3 stars Flea Market Road, Anjuna, Bard, Anjuna, Índia, 403509 Anjuna EUR 62 Resort De Crossroads Goa 3 stars Tivai Vaddo, Goa, Índia Goa EUR 67 Delta Residency Hotel Goa 3 stars 151/20 Gauro Vaddo Near St. Anthony Chapel, Calangute, North Goa , Goa,403516, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 138 Heritage Resort Siolim 3 stars Near St Anthony'S Church ,North Goa 403517, Siolim, Índia Siolim EUR 113 Hotel Delmon Panaji 3 stars Caetano De Albuqurque Road, Panjim, Panaji, Índia, 403001 Panaji EUR 71 Treebo Jesant Valley Holiday Homes Candolim 3 stars Anna Vaddo, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 46 Resort Coqueiral Candolim 3 stars Camothi Waddo, Candolim, Índia Candolim EUR 75 Ala Goa Resort 3 stars Betalbatim, Salcette, Goa, Índia, 40371 Goa EUR 71 Estrela Do Mar Beach Resort Goa 3 stars Khobra Vaddo, Calangute, Goa, Índia, 403516 Goa Ranking EUR 168 Nitya Resort Goa 3 stars Main Calangute Candolim Road, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 65 Aquatica Earth Friendly Resort Goa 3 stars A Unit Of Isani And Virani Hotels Pvt. , Goa, Índia Goa EUR 68 Windsor Bay Hotel Goa 3 stars Umtavaddo, Calangute, Baga Beach Road, Goa, Índia Goa EUR 91 Calangute Grande Hotel Goa 3 stars Maddo Vaddo, Goa, Índia, 403516 Goa Muito bom EUR 58 Meilleur Resort Goa 3 stars Behind Petrol Pump Opp Lotusinn , Zor Waddo, Anjuna Bardez, Goa, Goa, Índia, 403509 Goa EUR 87 Hotel La Paz Gardens Vāsco Da Gāma 3 stars Swatantra Path, Vāsco Da Gāma, Índia, 403802 Vāsco Da Gāma Muito bom EUR 57 M N Resorts Goa 3 stars Mn Resorts, Arpora Road , Ghorbat, Near Narrow Bridge,, Bardez, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 24 Casa Fiesta Hotel Goa 3 stars Palolem Hi-Street, Patnem Beach, Canacona,, Goa, Índia Goa EUR 26 De Sai Palace Calangute 3 stars Calangute, Goa - 403516, Calangute, Índia Calangute EUR 33 Falcon Resorts Calangute 3 stars Naika Waddo, Calangute, Índia Calangute EUR 39 Wildernest Nature Resort Goa 3 stars Off Sankhali, Chorla Ghats, Goa, Índia Goa EUR 115 Whispering Woods Hotel Goa 3 stars Grande Peddem, Bardez, Anjuna, Goa, Índia Goa EUR 93 Castle House Hotel Calangute 3 stars Lavin Street , Opp.Calangute Panchayat, Calangute, Índia Calangute EUR 43 Plazaa Inn Goa 3 stars Next To Shanta Durga Temple, Goa, Índia Goa EUR 122 Club Estadia - A Sterling Holidays Resort Goa 3 stars Pda Colony , Alto Porvorim, North Goa,, Goa, Índia Goa EUR 94 Sodder'S Gloria Anne Hotel Candolim 3 stars Bammon Vaddo, Opp. Acron Shopping Arcade, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 79 The Fern Beira Mar Resort Goa 3 stars Vaasvado, Goa, Índia, 403716 Goa Excepcional EUR 84 Kristal Sands Beach Resort Goa 3 stars Holiday Street, Gaura Vaddo (Left Turn From Sea Gull Hotel), Bardez, Calangute 403516, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 85 Marina Bay Beach Resort Goa 3 stars Anna Vaddo, Goa, Índia Goa EUR 71 White Orchid Resort Goa 3 stars 443/D1 Vaddy, Before Whispering Palms, Goa, Índia Goa EUR 60 Hotel Mira Calangute 3 stars Umta Waddo, Calangute, Índia Calangute EUR 41 Nilaya Hermitage Hotel Arpora 3 stars H.No.60 Arpora-Bhati, Arpora, Índia Arpora EUR 226 Mayflower Beach Resort Goa 3 stars Tito'S Lane, Saunta Vaddo, Baga- Calangute Road, Goa, Índia Goa Muito bom EUR 53 Monterio Hotel Goa 3 stars Arpora-Baga Road, Goa, Índia Goa EUR 142 New Image Inn Goa 3 stars Goa, North Goa, Goa, Índia Goa EUR 66 Cochichos Resort Vagator 3 stars Vagator Beach Road, H.No-534, Vagator, Índia Vagator EUR 84 Hotel La Capitol Panaji 3 stars M.G.Road, Panaji, Índia Panaji Muito bom EUR 68 Indismart Woodbourne Resort Goa 3 stars Gonvoloy, Goa, Índia Goa EUR 35 Hotel Supreme Goa 3 stars Opp.Damodar Temple,Swatantra Path, Goa, Índia Goa EUR 48 Hotel Manvin'S Panaji 3 stars Church Square, Municipal Gardens East, Panjim, 403, , Panaji, Índia Panaji EUR 31 Sunkissed Plaza Hotel Calangute 3 stars Gauravaddo, Calangute, Índia Calangute EUR 48 Hotel Seagull Calangute 3 stars Holiday Street, Gaura Vaddo, Calangute, Índia Calangute Excelente EUR 42 Hotel Manoshanti Panaji 3 stars Behind Edc House, Dr Dada Vaidya Rd, Panaji, Goa, Panaji, In, Panaji, Índia Panaji EUR 48 Hotel Campal Panaji 3 stars Behind Wendell Rodricks Studio, Campal, Panaji, Índia Panaji EUR 69 The Pentacon Resort Canacona 3 stars Rajbag Beach, Canacona, Índia Canacona Excelente EUR 37 Camp San Francisco Hotel Goa 3 stars Goa, South Goa, Goa, Índia Goa EUR 12 Hawaii The Sea-Side Village Retreat Goa 3 stars Goa, North Goa, Goa, Índia, 403004 Goa EUR 40 Royal Mirage Hotel Goa 3 stars 1208/A, Anna Waddo, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 47 Soul Vacations Hotel Colva 3 stars 4Th Ward, Colva Beach, Colva, Índia Colva EUR 90 Casabela Boutique Hotel Goa 3 stars Vadakade, Succorro, Porvorim Goa, 403521, Goa, Índia Goa The Citadel Hotel Goa 3 stars Goa, South Goa, Goa, Índia Goa EUR 34 Grand Goa Exotica Hotel Bardez 3 stars Survey No: 170/88, Arradi, Guirin, P.O Master Near Mt.Guirin High School,, Bardez, Índia Bardez EUR 64 Sea Mist Resort Candolim 3 stars Vaddy, Candolim, Índia Candolim EUR 129 Hotel Chandrageet Goa 3 stars Goa, North Goa, Goa, Índia Goa EUR 32 Treebo Vila De Goa Siolim 3 stars 61/1, Vaddy, Siolim, Bardez Goa, Siolim, Índia Siolim EUR 52 Garima Of Mandrem Hotel Goa 3 stars Goa, North Goa, Goa, Índia Goa EUR 34 Arpora Inn Goa 3 stars 407/1 Sim Waddo, Goa, Índia Goa EUR 25 Sinq Party Hotel Candolim 3 stars Opposite Taj Holiday Village, Candolim, Índia Candolim EUR 97 Pride Sun Village Resort & Spa Arpora 3 stars Saquawadi Arpora, Arpora, Índia, 403518 Arpora EUR 106 Royal Mirage Beach Resort Goa 3 stars Fort Aguada Road, , Goa, Índia, 403515 Goa EUR 29 Bay 15- A Justa Resort Goa 3 stars Odxel Beach Club & Events, Goa, Índia, 403004 Goa EUR 161 Treebo Turtle Beach Resort Goa 3 stars Kanika Wadda Near Fooon Requestll Ground Morjim Go, Goa, Índia, 403512 Goa EUR 65 Palm Grove Beach Resort Mandrem 3 stars Ashvem Beach, Mandrem, Pernem, North Goa, Mandrem, Índia, 403527 Mandrem EUR 242 Coco'S Resort Vagator 3 stars Chapora Road, Vagator, Índia, 403509 Vagator Ranking Cygnett Inn Celestiial Goa 3 stars Xiimer, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 137 1265 Crescent Villa Candolim 3 stars 1265 Crescent Villa, Anna Vaddo, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 93 Bougainvillea Guest House Goa 3 stars 83C Sinquerim, Goa, Índia, 403519 Goa EUR 64 Miramar Residency Hotel Panaji 3 stars Goa, Panaji -Dona Paula, Panaji, Índia, 403001 Panaji EUR 35 The Belmonte By Ace Hotel Goa 3 stars Arpora Siolim Road, Near Bobby Bar, Goa, Índia, 403509 Goa EUR 56 Hotel Park Prime Goa 3 stars Near Patto Bridge, Opp. Pwd Colony, Goa, Índia, 4030011 Goa La Flamingo Hotel Saligao 3 stars Porba Vaddo, Behind Hotel North 16, Saligao, Índia, 403516 Saligao EUR 36 Stone Water Eco Resort Bogmalo 3 stars Karma Woodhouse Estate, Bogmalo, Índia, 403516 Bogmalo EUR 93 Oyo Rooms Candolim Beach Villa 3 stars Fort Aguada Road, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 56 Oyo Rooms North Goa Countryside Siolim 3 stars Behind Icici Bank, Siolim, Índia Siolim Tisha Apartment Hotel Vagator 3 stars 372, 1/A, Casa Blanca, Vagator, Índia Vagator EUR 27 Excelsior Holiday Homes Colva 3 stars Colva Benaulim Road, Vanelim Near Police Station, Colva, Índia Colva Bom EUR 62 Paparazzi Resort Calangute 3 stars Baga Beach, Calangute, Índia Calangute EUR 80 Alenea Resort Colva 3 stars Goa, South Goa, Colva, Índia Colva EUR 40 Seasons Hotels And Resorts Madgaon 3 stars Goa, North Goa, Madgaon, Índia Madgaon EUR 46 Sinq Beach Resort Calangute 3 stars Opposite Don Bosco Hostel, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 93 Holiday Homes Colva Beach 3 stars Colva Beach Road , Colva, Índia Colva EUR 41 Beach Bay Cottages Goa 3 stars Po Bogmallo, Goa, Índia Goa EUR 85 The Sunset Beach Resort Candolim 3 stars Fort Aguada Rd, Candolim, Índia Candolim EUR 40 Rendezvous Beach Resort Dona Paula 3 stars Goa, Panaji -Dona Paula, Dona Paula, Índia Dona Paula EUR 61 Pinto Rosario Square Resort And Spa Goa 3 stars Nr. Football Ground, Goa, Índia Goa EUR 244 Jacks Resort Goa 3 stars Ozran Beach Road Opposite Aj Supermarket, Goa, Índia Goa EUR 93 Hotel Lucky Star Colva 3 stars Beach Road, 3Rd Ward, Colva, Índia Colva EUR 35 Orabella Villas & Suites Calangute 3 stars House No. 5/40, Maddo Vaddo, Calangute, Índia Calangute Excepcional EUR 181 Tranquility Cottage Resort Goa 3 stars Goa, North Goa, Goa, Índia Goa EUR 103 Rock Water Resort Chopdem 3 stars 182/8, Gawde Wada, Morjim Village, Pernem ,Goa 403512, In, Chopdem, Índia Chopdem EUR 44 The River Palace Goa 3 stars 244, Fernandes Vaddo, Guddem Road, Goa, Índia Goa EUR 53 Shining Sand Beach Hotel Goa 3 stars Cobra Vaddo, Baga Beach, Calangute, 403516, India, , Goa, Índia Goa EUR 204 Naked Space Boutique Hotel Goa 3 stars 1555(2), Pequeno, Goa, Índia Goa EUR 279 Classic De Evergreen Resort Goa 3 stars Near Bora Bora Life, Vitthaldas Vaddo, Goa, Índia Goa EUR 26 Ilodge @ Calangute Goa 3 stars 190/5 Calangute Anjuna Road, Goa, Índia Goa EUR 75 Sinq Abode Hotel Taleigao 3 stars Near Chowgule Bunglow, Nagalli Hills, Donapaula, Tiswadi, Taleigao, Índia Taleigao EUR 55 Goa - Club Estadia -A Sterling Holiday Resorts Alto Porvorim 3 stars Behind Goa Science Centre. Miramar Goa, Alto Porvorim, Índia Alto Porvorim EUR 79 Anahata Retreat Hotel Goa 3 stars Ashvem Beach, Goa, Índia Goa EUR 115 Oyo Rooms Mapusa Panjim Highway 3 stars Mapusa-Panjim Highway Guirim, Mapusa, Índia Mapusa O Pescador Hotel Dona Paula 3 stars Near Dona Paula Jetty, Dona Paula, Índia Dona Paula EUR 177 M The Business Hotel Bogmalo 3 stars F. L. Gomes Road, Opposite Tilak Maidan ,Goa 403802, In, Bogmalo, Índia Bogmalo EUR 35 Casa De Cajino Hotel Calangute 3 stars E3/40C, Tivai Vaddo, Calangute, Índia Calangute Fabhotel Anjuna Beachfront 3 stars Next To Janet And Johns Cafe Monteiro Vaddo Anjuna Goa, Anjuna, Índia, 403516 Anjuna EUR 75 Fabhotel Tahira Ashwem Beachfront Goa 3 stars Ashwem Road Ashvem, New Aura Of Goa, Ashvem Beach Rd, Ashvem Wada Ashvem,, Mandrem, Goa 403527, Goa, Índia, 403527 Goa The Baga Marina Beach Resort Goa 3 stars Saunta Khobra Wado, Baga Calangute Bardez, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 75 Ilodge @ Vagator Goa 3 stars 474/1 Beach Road, Goa, Índia Goa Fort Tiracol Heritage Hotel Goa 3 stars Terekhol River, Pernem , Goa, Índia Goa EUR 250 10 Calangute Hotel Goa 3 stars Goa, North Goa, Goa, Índia, 403516 Goa Hotel Miramar Goa 3 stars Near Goa Science Center, Nomoxint, P.O., Goa, Índia, 403002 Goa EUR 29 The Rivasa Resort Calangute 3 stars Dr Afonso Road, Left From Calangute- Baga Circle, Calangute Beach, Bardez, Goa, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 89 Panaji Residency Hotel 2 stars Panajim, Panaji, Índia, 403001 Panaji Antares Beach Resort Goa 3 stars Goa, North Goa, Goa, Índia, 403509 Goa EUR 79 Oyo Rooms Near Calangute Beach Goa 3 stars Goa, North Goa, Goa, Índia, 403516 Goa V Palms Resort Goa 3 stars Goa, North Goa, Goa, Índia, 403516 Goa Chalston Beach Resort Calangute 3 stars Goa, North Goa, Calangute, Índia, 403516 Calangute Excelente EUR 66 Goa - Villagio, A Sterling Holidays Resort Betalbatim 3 stars Thondwaddo, Betalbatim Salcete, Betalbatim, Índia, 403713 Betalbatim Vila Goesa Beach Resort Calangute 3 stars Cobra Vaddo, 65105, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 44 Ondas Do Mar Beach Resort Phase -1 Calangute 3 stars Holiday Street, Gaura Waddo, Calangute,Bardez,Goa, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 119 Hotel Calangute Towers 3 stars Near Jack Sequeira Junction, Opp. Calangute Village Panchayat, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 124 Neelams The Glitz Hotel Calangute 3 stars Post Office Road, Calangute, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 73 Sol Beso - Mandrem Hotel 3 stars Junaswaddo, Mandrem, Índia, 403527 Mandrem Le Pearl Goa Resort & Spa 3 stars 1613 Grand Chivar, Village Panchayat Rd, Goa, Índia Goa Goan Clove Hotel 2 stars Vagator Beach Road, Vagator, Goa, In, Goa, Índia, 430715 Goa EUR 35 Shikara Beach Hotel Goa 2 stars Shikara Beach Resort, Cavelossiom Beach, Salcete Goa, In, Goa, Índia, 403731 Goa Dona Terezinha Hotel Goa 2 stars Gaura Vadddo, Calangute, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 26 Park Avenue Hotel Goa 2 stars Near Infantaria Bakery, , Goa, Índia, 403516 Goa EUR 18 Resort Village Royale Goa 2 stars Near Dharwadkar Hospital, Dongorpur Village, Goa, Índia, 403516 Goa Ranking EUR 19 Ticlo Resort Goa 2 stars Calangute Baga Rd, Umta Vaddo, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 44 Silver Sands Holiday Village Goa 2 stars Murod Wado,Opp.Car Park, Candolim Bardez Goa, In, Goa, Índia, 403515 Goa Excepcional EUR 92 Lua Nova Hotel Baga 2 stars Saunta Vaddo, Baga, Índia Baga EUR 38 Riverside Regency Resort Goa 2 stars Riverside Street, Goa, Índia Goa EUR 81 Don Joao Resort Goa 2 stars Sorranto, Anjuna, Bardez Goa, In, Goa, Índia, 403025 Goa EUR 21 Colonia De Braganza Hotel Goa 2 stars Behind Plantain Leaf, Naika Waddo, Calangute, Bardez, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 27 Sodder'S Renton Manor Hotel Goa 2 stars Near Arpora Tinto, Arpora, Bardez, Goa, Índia Goa EUR 17 Alor Holiday Resort Goa 2 stars Poriat, Naika Vaddo, Goa, In, Goa, Índia, 403 516 Goa Ranking EUR 38 Abalone Resorts Goa 2 stars Abalone Resort, Ghorbhatt Vado, Arpora - Goa, Goa, Índia Goa EUR 31 Don Hill Beach Resort Goa 2 stars Fort Aguada Road, Next To Kingfisher Villa, Candolim, Bardez Goa, In, Goa, Índia, 403015 Goa Soberbo EUR 22 San Joao Holiday Homes Goa 2 stars Near Holy Trinity Church, Mazilvaddo, Goa, Índia, 403716 Goa Muito bom EUR 35 Goan Holidays Resort Calangute 2 stars Umta Vaddo, Baga Road, Calangute, Índia Calangute EUR 35 Astoria Hotel Goa 2 stars Assagao, Goa, Índia Goa EUR 20 Cary'S Hotel Goa 2 stars Cobravaddo, Goa, Índia, 403516 Goa Beiramar Alfran Resort Goa 2 stars Saunta Waddo, Baga Road, Baga-Calangute, Bardez - Goa, In, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 72 Colonia Jose Menino Hotel Goa 2 stars Fatrade Beach, Goa, Índia Goa Ranking EUR 26 Rahi Coral Beach Resort Calangute 2 stars Umta Vaddo, Calangute Baga Circle, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 35 Holiday Inn North Goa Calangute 2 stars 370/14 , Calangute Bardez, Calangute, Índia, 403516 Calangute Dona Sa Maria Hotel Goa 2 stars Tamborim, Cavelossim Salcette, Goa, In, Goa, Índia, 403731 Goa Ranking EUR 114 Oasis Beach Resort Goa 2 stars H.No 406, New- Waddo, Morjim, Goa, Goa, Índia, 403512 Goa EUR 244 Renzo'S Inn Calangute 2 stars 139 Adventure Street, Opp. Kamat Holiday Homes, Phase Ii, Gauro Vaddo, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 38 Villa Theresa Beach Resort Calangute 2 stars 5/216 B, Umtawaddo, Calangute, Near Hotel Calangute , Calangute Baga Road, North Goa, Calangute, Índia Calangute Muito bom EUR 38 Palm Resort Goa 2 stars Naika Waddo Calangute, Bardez, Goa, In, Goa, Índia Goa Muito bom EUR 26 Pam Pirache Hotel Goa 2 stars Tourtel Beach Tembwaddo Goa - 403512 India , Goa, Índia, 403512 Goa EUR 106 Xavier Beach Resort Goa 2 stars Fort Aguada Road, Vaddy Candolim Goa, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 30 Summerville Beach Resort Goa 2 stars Taj Holiday Village Road (Chogm) Dando, Goa, Índia, 403515 Goa EUR 32 Ondas Do Mar Beach Resort Calangute 2 stars Holiday Street,Gauravaddo, Bardez, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 52 Paradise Inn Goa 2 stars Goa, Panaji -Dona Paula, Goa, Índia, 403001 Goa EUR 32 Royal Heritage Resort Calangute 2 stars Near Domino'S Pizza . Naikavaddo, Calangute, Índia, 403516 Calangute Bom EUR 76 Nifa Hotel Goa 2 stars House No. 747, Morjim, Pernem Goa, Goa, Índia, 403507 Goa EUR 13 Cafe Blue Alojamento com café da manhã Palolem 2 stars Palolem Beach, Palolem, Índia Palolem EUR 80 Sunflower Beach Resort Goa 2 stars Umta Vaddo Main Calangute Beach Road, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 48 Hotel Sai Baga 2 stars Opp Titos Lane, Sauna Vadoo, Baga, Índia Baga EUR 159 Villa Bomfim Baga 2 stars Calangute-Baga Road, Titos Lane, Baga, Índia Baga EUR 79 Sea Shore Beach Resort Calangute 2 stars Calangute Beach Antawaddo Near Hotel Germany, Calangute, Índia Calangute EUR 56 Atlanta Beach Resort Calangute 2 stars Opp St Anthony Chapel, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 39 Hotel Germany Goa 2 stars Umta Vaddo, Beach Street, Goa, Índia, 403516 Goa Ranking EUR 139 Osborne Holiday Resort Goa 2 stars Near St.Anthony'S Chapel Gauravaddo Calangute Bradez Goa - 403516 India, Goa, Índia, 40351 Goa EUR 62 Mobor Beach Resort Goa 2 stars Mobor Beach Cavelossim Salcette Goa, Goa, Índia Goa EUR 26 Swimsea Beach Resort Goa 2 stars Caramzalem Beach (Miramar), Goa, Índia, 403518 Goa EUR 66 All Seasons Beach Classic Hotel Goa 2 stars Gaura Vaddo, Calangute, Bardez, Calangute, In, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 84 Willows Elite Tourist Resort Goa 2 stars Bairo Alto Anjuna, Assagao, Bardez, North Goa, In, Goa, Índia Goa EUR 49 Hotel El-Paso Arambol 2 stars Khalchawada, , Arambol, Índia Arambol Ranking EUR 31 Senhor Angelo Resort Goa 2 stars Saunta Vaddo,Calangute, Baga Road , Bardez, North Goa, In, Goa, Índia Goa EUR 25 Carina Beach Resort Goa 2 stars Vaswado Benaulim,Salcete 549422, Goa, Índia Goa Excelente EUR 44 Vincy Beach Resort Goa 2 stars Colva Beach, Colva , Goa, Goa, Índia Goa EUR 26 Evershine Guest House Anjuna 2 stars H No 854 Soranto Vaddo, Anjuna, Índia Anjuna EUR 28 E-Dalian Holiday Village Goa 2 stars Near Agassaim Police Station, Tiswadi, Goa, Índia Goa EUR 122 Beach Queen Guest House Calangute 2 stars Khobra Vaddo, Calangute, Índia Calangute EUR 22 Om Shiv Hotel Goa 2 stars 1St Floor Rajadhyax Tower, Goa, Índia Goa Ranking EUR 38 Balaji Calangute Resort Goa 2 stars Goa, North Goa, Goa, Índia Goa EUR 51 Villa Vicente Goa 2 stars Opp Beach Classic, Simir, Candolim, North Goa, Goa, Índia Goa EUR 144 Maria Rosa Resort Calangute 2 stars Naika Vaddo, Calangute 403516, Calangute, 403516, , , Calangute, Índia Calangute EUR 28 Wavelet Beach Resort Goa 2 stars Goa, South Goa, Goa, Índia Goa Soberbo EUR 29 Planet Goa Beach Cottages 2 stars Calangute Parking Area, ,Goa 403516, Goa, Índia Goa Stain Glass Cottage Goa 2 stars 38P, Morais Colony, Per-Seraulim, Goa, Índia Goa EUR 44 Hotel Failaka Goa 2 stars , Goa, , India, , Goa, Índia Goa EUR 20 Hotel Manvin'S Inn Goa 2 stars 225 Gaurawado,Near Saint Anthonys Chapel Calangute -, Goa, Índia Goa EUR 39 Hotel Solmar Goa 2 stars Miramar Beach, Panjim, Goa, Índia Goa EUR 65 Hotel Mayura Mapusa 2 stars Near Market, Morod, Mapusa, Índia Mapusa EUR 67 Graciano Cottages Colva 2 stars 4Th Ward, Colva Beach Road, Colva, Índia Colva Bom EUR 28 Om Lake Resort Goa 2 stars Arambol Bridge, Goa, Índia Goa EUR 13 Silk Cotton Resort Goa 2 stars 61, Sea View Estate Bogmalo Road, Goa, Índia Goa EUR 44 Roundcube Hotel Canacona 2 stars 147/22, Palolem Beach, Canacona, Índia Canacona EUR 31 Hotel Surya Palace Goa 2 stars Goa, North Goa, Goa, Índia Goa EUR 18 Little Italy Hotel Calangute 2 stars 136/1 Holiday Street, Calangute, Índia Calangute EUR 39 Skylark Resort Goa 2 stars 4Th Ward, Colva Beach,, Colva, Goa,, Goa, Índia Goa EUR 252 Sunrise Beach Resort Calangute 2 stars Holiday Beach Resort Rd, Calangute, Índia Calangute Ranking EUR 68 Neptune Point Beach Resort Canacona 2 stars Palolem Beach, Canacona, Índia Canacona EUR 48 Hotel Riverside Baga 2 stars Baga Beach, Bardez, Baga, Índia Baga EUR 102 Subhash Guest House Baga 2 stars 7/182 Sauta Waddo Baga, Baga, Índia Baga EUR 286 Br Holiday Resort Calangute 2 stars H.No.5 /188/A, Umata Wado, Calangute, Índia Calangute EUR 57 M N Resorts Saligao 2 stars Little Baga, Arpora Road, Ghorbat Near Narrow Bridge, Bardez Goa, Saligao, Índia Saligao EUR 172 Kris Resort Calangute 2 stars Calangute Circle, Calangute, Índia Calangute EUR 146 Lui Beach Resort Candolim 2 stars Candolim - Dando, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 31 Sea Horse Alojamento com café da manhã Anjuna 2 stars Goekar Vaddo, Anjuna, Índia, 403509 Anjuna EUR 32 Emmanuel Beach Resorts Baga 2 stars Near Union Bank Of India, Calangute - Baga Road Calangute,, Baga, Índia, 403516 Baga Banyan Tree Yoga Hotel Goa 2 stars Goa, North Goa, Goa, Índia, 403512 Goa EUR 54 Dropadi Inn Canacona 2 stars Main Street, Palolem Beach, Canacona, Índia, 403702 Canacona Bom EUR 23 Hotel Picnic Plaza Goa 2 stars 181/1, Bella Vista, Goa, Índia, 403511 Goa EUR 24 Casa De Amor Alojamento com café da manhã Alto Porvorim 2 stars Green Hills Colony, Socorro, Porvorim,, Alto Porvorim, Índia, 403521 Alto Porvorim The Palm Trees Resort Patnem Beach 2 stars Patnem Beach, Patnem Beach, Índia Patnem Beach EUR 45 Jessica Saffron Beach Resort Goa 2 stars 179, Annawaddo, Behind Solitude Showroom, Beween Bobs Inn And Levande Super Market,, Fort Aguada Main Road,Candolim Beach, North Goa, Goa., Goa, Índia, 403515 Goa EUR 34 All Seasons Beach Classic, Calangute Hotel 2 stars Gauravaddo, Calangute, Bardez, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 22 Om Sai Guest House Canacona 2 stars Palolem Village, Canacona, Índia, 403702 Canacona EUR 21 Calangute Residency Annexe Hotel 2 stars Near Calangute Beach, Calangute, Índia Calangute Calangute Residency Hotel 2 stars Calangute Beach, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 47 Red Door Hostel Anjuna 2 stars 651 / 4, D Mello Vaddo, Anjuna, Índia, 403509 Anjuna Ranking EUR 21 Mandrem Beach Resort Goa 2 stars After Mandrem Market Junas Waddo, Mandrem, Pernem, Goa, Índia Goa EUR 44 Temple Garden Cottages Patnem Beach 2 stars Colomb Beach, Canacona , Patnem Beach, Índia, 403702 Patnem Beach EUR 124 Oyo Rooms Dr Afonso Road Calangute 2 stars Maddo Vaddo , Calangute, Índia, 403516 Calangute Senhor Angelo Resort Calangute 2 stars Saunta Vaddocalangute Baga Road Bardez, North Goa,403516, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 54 Oyo Rooms Calangute Circle 2 stars Near St Anthony Chapel, Tivai Vaddo, Calangute, Índia Calangute Sunita Guest House Vagator 2 stars Small Vagator, Vagator, Índia Vagator EUR 45 Gaffinos Beach Resort Cavelossim 2 stars Opposite Radisson Blu, Mobor Beach, Cavelossim, Salcette, Cavelossim, Índia Cavelossim EUR 21 Palolem Guest House Canacona 2 stars Goa, South Goa, Canacona, Índia Canacona EUR 37 Oyo Rooms Candolim Nerul Road 2 stars Saldanha Palms Complex . Opposite Prazeres Resort, Sequira Vaddo, Candolim, Índia Candolim EUR 29 Goa Velha Guest House Canacona 2 stars Colomb Beach Road, Palolem, Canacona, Índia Canacona EUR 29 Shawnels Beach Resort Palolem 2 stars Ourem, Palolem Beach, Canacona, Palolem, Índia Palolem EUR 40 Colva Residency Hotel 2 stars Colva Beach, Colva, Índia, 403708 Colva EUR 23 Dona Julia Resort Calangute 2 stars Holiday Street, Gauravaddo, Bardez, Calangute, Índia Calangute Anjuna Beach Resort 2 stars Near Starco Junction, Anjuna, Índia Anjuna Bom EUR 51 Casa La Vie Hotel Goa 2 stars Gaura Vaddo (East), Calangute-Candolim Road,Opp To Jamvleshwar Temple , Calangute Beach Bardez, ,Goa 403516, Goa, Índia Goa EUR 48 Dreams Palm Beach Resort Calangute 2 stars 5/131, Umtta Vaddo, Calangute, Índia Calangute EUR 74 Urba Luxury Service Apartments Alto Porvorim 2 stars #24/25, Pda Colony, Opposite Jnyan Vikas School, Porvorim, Alto Porvorim, Índia Alto Porvorim EUR 96 Hotel La Flor Madgaon 2 stars Erasmo Carvalho Street,, Madgaon, Índia Madgaon EUR 24 9X Boutique Resort Calangute 2 stars Near Navtara Resturant,Calangute, Calangute, Índia, 403516 Calangute Silver Sands Sunshine - Angaara Hotel Candolim 2 stars Murodd Waddo,Near Car Park,Candolim,Beach Road,Bardez, Candolim, Índia, 403515 Candolim Bom EUR 58 Bricks And Bamboo Hostel Anjuna 2 stars Flea Market Rd, Near Football Field, Anjuna, Índia Anjuna EUR 8 Prince Santosh Holiday Homes Arpora 2 stars Shiv Santosh Sadan, 403,Simvaddo,Near Double Tree By Hilton, Arpora, Arpora, Índia Arpora Flowers Guest House Goa 2 stars 8/71A, Off Calangute Road, Nigwaddo, Goa, Índia Goa The Golden Nest - Serviced Apartments Goa 2 stars Calangute Arpora Road, Goa, Índia, 403516 Goa Apple House Hotel Arpora 2 stars Tambudki Waddo, Arpora, Índia Arpora Hotel Grand Liz Goa 2 stars Anand Bhuvan, 2Nd Floor, Old Station Ro, Goa, Índia Goa EUR 20 Ginger Tree Village Resort Goa 2 stars Opp.Cafe Coffee Day,Next To Aradi Sub-Station, Goa, Índia Goa Prazeres Resort Candolim 2 stars Marquis Waddo, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 28 Villa Sol-Areia Candolim 2 stars Fort Aguada Road, Near Newtons Supermarket, Candolim, Bardez, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 68 Ancora Beach Resort Goa 2 stars Goa, North Goa, Goa, Índia, 403516 Goa EUR 26 Villa Coconut Paradise Chopdem 2 stars Near Bhumika Temple, Warcha Wada, Morjim, Pernem, Chopdem, Índia Chopdem Ranking Villa Fatima Baga 2 stars Near Suncity Hotel, Baga, Índia, 403516 Baga Hotel Tanish Madgaon 2 stars Goa, North Goa, Madgaon, Índia, 403601 Madgaon EUR 19 Hotel Om Ganesh Arambol 2 stars Arambol Khalchawada Beach Rd Cliffside, Arambol, Índia, 403524 Arambol EUR 30 Star Of The Sea Resort Adsulim 2 stars Off Benaulim Beach Road, Adsulim, Índia Adsulim EUR 20 Shangrila Beach Hotel Goa 1 stars Majorda Beach Street, Goa, Índia, 403713 Goa EUR 16 Swim Sea Beach Resort Goa 1 stars Dr. Jack De Sequeira Rd, Near Caranzalem Beach, Miramar, Dona Paula, Panjim, Goa, Goa, Índia Goa Bevvan Resort Goa 1 stars Cobra Vaddo Calungate Baga Road, Bardez Goa 403516, Goa, Índia Goa Arambol Beach Resort 0 stars Arambol Beach, Arambol, Índia, 403524 Arambol EUR 26 Richmonde Park Villa Resort Saligao 0 stars 285/16 ,Grand Morod Saligao Bardez, 256726, , Saligao, Índia, 403511 Saligao EUR 115 Gabriel Guest House Calangute 0 stars House No 267, Gaura Vaddo, Calangute, Índia Calangute EUR 21 Fraddie Guest House Calangute 0 stars Road Besides Ocean Ride, Opposite Stay Longer Guest House, Cobravaddo, Calangute, Índia Calangute EUR 18 Wildflower Villas Candolim 0 stars 1709/A1, Saipem, Candolim, Índia Candolim EUR 195 Tivai Beach Cottages Calangute 0 stars Near Paradise Village Beach Resort, Tivai Vado, Calangute Beach, Calangute, Índia Calangute EUR 75 Joie De Vivre Vila Arpora 0 stars Rauto Vaddo, Arprora, Nagoa, Bardez, Goa, Arpora, Índia Arpora EUR 160 The Banyan Soul Casa de hóspedes Anjuna 0 stars Pequem Peddem, Off Flea Market Road, Anjuna, Índia Anjuna Excelente EUR 44 Mapusa Residency Casa de hóspedes 0 stars Near Mapusa Bus Stand, Mapusa, Índia Mapusa EUR 14 Paes Pearl Beach Villa Goa 0 stars Sauntawaddo, Goa, Índia Goa EUR 88 Tina'S Inn Candolim 0 stars Goa, North Goa, Candolim, Índia, 403211 Candolim EUR 79 Bonanza Hotel Baga 0 stars Baga-Calangute Road, Khobra Vaddo, Baga, Índia, 403516 Baga Ranking EUR 31 Villa Nina Anjuna 0 stars Ximer, Near Bhumica Temple, Arpora, Anjuna, Índia, 403509 Anjuna Little India Beach Cottages Calangute 0 stars Villa Goesa Rd, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 56 Shalom Guest House Candolim 0 stars Camotim Vaddo, B/H Candlim Football Ground, Near Camotim Vaddo Pond, , Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 12 Relax Holiday Home Arpora 0 stars Heritage Exotica Arpora,Bardez, Arpora, Índia, 403518 Arpora EUR 35 Kamat Holiday Homes Calangute 0 stars Kamat Holiday Homes Gaura Wado, Calangute, Índia, 403516 Calangute Elegant Shades Apartamento Colva 0 stars Elegant Shades ,H.No.114/1 Ambeaxir, Sernabatim,Salcette ,Goa 403708, In, Colva, Índia, 403708 Colva EUR 57 Ocean View Goan Beach House Casa de hóspedes Calangute 0 stars On The Beach, Maddo Vaddo, Calangute, Índia Calangute EUR 35 Sun N Moon Guest House Palolem 0 stars Palolem Beach Road, Palolem, Canacona, Palolem, Índia, 403702 Palolem EUR 22 Old Goa Residency Casa de hóspedes 0 stars Near Old Goa Police Station, Goa Velha, Índia, 403402 Goa Velha EUR 19 Marshall Guest House Calangute 0 stars Lavina Street, Naika Wado, Opposite Calangute Panchayat, Calangute, Índia Calangute EUR 20 Bounty Yatra Guest House Arpora Goa 0 stars House No 506/2, Sankwadi, 403516, Mapusa, In, Arpora, Índia Arpora EUR 26 Luianna Resort Patnem Beach 0 stars Near The Lalit Group Of Hotels, Rajbhag, Patnem Beach, Índia Patnem Beach EUR 18 Casa Almeida Guest House Candolim 0 stars Main Candolim Beach Road, Opp Green Jacket Restaurant Lane, Candolim, Índia Candolim EUR 17 Ramsons Goa Resort Agonda 0 stars Vall Afremanth, Agonda ,Goa, Agonda 403702, Agonda, Índia Agonda EUR 44 Siolim Holiday Apartments 0 stars Near State Bank Of India, Siolim, Índia Siolim Soberbo EUR 29 Highland Heritage Vila Goa 0 stars B.B Borkar Road,Salvador Do Muddo,Alto Porvorim, Goa, Índia Goa EUR 266 Swati Guest House Arambol 0 stars House No. 182, Khalchawada, Pernem, Arambol, Índia Arambol Excepcional EUR 21 Roadhouse Hostels Anjuna Goa 0 stars 954 Grand Peddem, Off Flea Market Rd, Anjuna, Índia Anjuna EUR 11 Romaldo Guest House Calangute 0 stars Goa, North Goa, Calangute, Índia Calangute EUR 19 Villa Esperanca Anjuna 0 stars Demello Waddo, Nr Starco Junction, Bardez, Anjuna, Índia, 403509 Anjuna Palolem Beach Resort 0 stars 12-13 La Oceana Colony, Palolem Beach, Canacona, In, Palolem, Índia, 403702 Palolem Muito bom EUR 47 Villa Candolim 0 stars Opp. Coffe Cafe Day, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 81 Veronica Guest House Calangute 0 stars H.No.933, Tivai Vaddo, Calangute, Índia, 403516 Calangute EUR 22 Thomson Villa Candolim 0 stars Murrod Vaddo, Candolim Beach Road, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 26 The Four Leaf Clover Casa de hóspedes Candolim 0 stars 1751/A, Pilerne - Candolim Rd, Saipem, Candolim, Marra, Goa, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 26 Margao Residency Casa de hóspedes Madgaon 0 stars Near Margao Municipal Counsil,Opposite Longuinous Hotel, Madgaon, Índia, 403601 Madgaon EUR 17 Peravel Beach Holiday Home Candolim 0 stars Fort Aguada Road, Opp Big Chapel Of O.L. Of Piety And Govt. Pry.School, Candolim, Índia, 403515 Candolim EUR 37 Shiva Garden Beach Huts Vila Arambol 0 stars Girkarwaddo, Pernem, Goa, Arambol, Índia, 403524 Arambol EUR 15 Vasco Residency Casa de hóspedes Vāsco Da Gāma 0 stars Opposite Municipal Garden, Vāsco Da Gāma, Índia, 403802 Vāsco Da Gāma Casa Amarela Casa de hóspedes Agonda 0 stars 365,365/1, Igreja Wado, Opposite St Anns Church, Agonda, Índia, 403702 Agonda Treehouse Blue Goa Apartamento Majorda 0 stars C/O, Green Olive Collection, S.No.136/1-C, Curilo Waddo, Majorda, Índia, 403713 Majorda Excepcional EUR 43 Mayem Lakeview Casa de férias Bicholim 0 stars Mayem Lakeview,Panaji, Bicholim, Índia, 403504 Bicholim Jungle Book Goa Vila Collem 0 stars Near Dudhsagar Waterfall Road, Kulem, Dharbandora, Collem, Índia, 403410 Collem EUR 27 Lazy Frog Casa de hóspedes Cavelossim 0 stars 130/A, Ratmadem, Carmona, In, Cavelossim, Índia, 403717 Cavelossim EUR 37 Hotel Baga Villa Bnb 0 stars Khobra Vaddo, Milky Way Lane, Before Santiago Hotel Baga, Goa, Baga, Índia, 403516 Baga EUR 53 Regiões de Índia Hotéis em Uttar Pradesh Hotéis em Rajasthan Hotéis em Maharashtra Hotéis em West Bengal Hotéis em Tamil Nadu Hotéis em Kerala Hotéis em Haryana Hotéis em Orissa Hotéis em Meghalaya Hotéis em Himachal Pradesh Hotéis em Jammu & Kashmir Hotéis em Andhra Pradesh Hotéis em Karnataka Hotéis em Delhi Hotéis em Gujarat Hotéis em Uttarakhand Hotéis em Assam Hotéis em Jharkhand Hotéis em Madhya Pradesh Hotéis em Punjab Hotéis em Sikkim Hotéis em Vypin Island Hotéis em Bihar Hotéis em Mizoram Hotéis em Manipur Hotéis em Nagaland Hotéis em Chhattisgarh Hotéis em Andaman and Nicobar Hotéis em Delhi NCR Hotéis em Nanda Devi National Park Hotéis em North Goa Hotéis em Bhopal, Central Hotéis em East Jharkhand Hotéis em Hyderabad Region Hotéis em Gujarat, Central Hotéis em Coorg Hotéis em Mudumalai National Park Hotéis em South Zone Hotéis em South Andhra Pradesh Hotéis em Periyar National Park Hotéis em Mumbai Region Hotéis em North Rajasthan Hotéis em South Kerala Hotéis em Bandipur National Park Hotéis em Jammu & Kashmir Ski Hotéis em Sanjay Gandhi National Park Hotéis em Wayanad Hotéis em Gurgaon Region Hotéis em Khangchendzonga National Park Hotéis em West Bengal, East Hotéis em Orissa, Central Hotéis em Jaipur Region Hotéis em Uttaranchal Hotéis em Central Zone Hotéis em Shimla and Surroundings Hotéis em Uttaranchal, North Hotéis em North Zone Hotéis em Sariska National Park Hotéis em South Goa Hotéis em West Zone Hotéis em Uttar Pradesh, North Hotéis em Mahe, South Hotéis em Tripura, East Hotéis em Maharashtra, Central Hotéis em East Zone Hotéis em Punjab, North Hotéis em Panna National Park Hotéis em Kanha National Park Hotéis em Haryana, North Hotéis em Satpura National Park Hotéis em Jim Corbett National Park Hotéis em Leh Ladakh Hotéis em Telangana Hotéis em Pench National Park Hotéis em Assam, East Hotéis em Kaziranga National Park Hotéis em Vembanad Lake Hotéis em Udaipur District Sobre nós Atendimento ao cliente FAQ Termos & Condições Política de Privacidade Adicionar hotel Afiliados Widget do tempo Visite todos os sites de Booked: English - Goa hotels Deutsch - Hotels Goa Français - Hôtels Goa Español - Goa hoteles Italiano - Hotel Goa Nederlands - Goa hotels Svenska - Hotell Goa Čeština - hotely ve městě Goa Magyar - Szálláshelyek itt: Goa Polski - Hotele Goa Ελληνικά - Γκόα ξενοδοχεία 日本語 - ゴア州ホテル 简体中文 - 果阿邦酒店 한국어 - 고아 호텔 Русский - Отели Гоа עברית - מלונות בגואה Türkçe - Goa otelleri عربي - فنادق في غوا Українська - Готелі Гоа © 2007-2018 ibooked.com.br.



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  Império Português – Wikipédia, a enciclopédia livre Império Português Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Este artigo cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde janeiro de 2015) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ... , Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança e, em 1498, Vasco da Gama chegou à Índia . Em 1500 ... longo das costas da África, Médio Oriente , Índia e Ásia. Esta rede comercial trouxe grande riqueza ... e gradual processo de declínio. [ 5 ] Perdas significativas para os holandeses na Índia Portuguesa e ... enclaves na Índia ( Goa, Damão e Diu ) e na China ( Macau ). Após a Segunda Guerra Mundial , o então ... Índia 3.2 Malaca e o Sudeste Asiático 3.3 O empório comercial 3.3.1 Chegada ao Japão e fixação em CACHE

Império Português – Wikipédia, a enciclopédia livre Império Português Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Este artigo cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde janeiro de 2015) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Reino de Portugal (1415-1910) República Portuguesa (1910-1999) Império colonial 1415 – 1999 Bandeira Brasão Hino nacional Hymno Patriótico (1808-1826) Hymno da Carta (1826-1910) A Portuguesa (1910-1999) Mapa diacrónico do Império Português (1415-1999): Legenda Áreas que foram, ao mesmo tempo, territórios do Império Português Exploração Áreas de influência e comerciais Reivindicações de soberania Feitorias Principais explorações marítimas, rotas e áreas de influência Continente Europa , África , América e Ásia Capital Lisboa (1385-1808) Rio de Janeiro (1808-1821) Lisboa (1821-1999) Língua oficial Português Religião Catolicismo romano Governo Monarquia Absoluta 1415-1822 Monarquia Constitucional 1822-1910 República Parlamentar 1910-1926 República Corporativa 1926-1974 República Democrática Parlamentar após 1974 Rei de Portugal (1415-1910) Presidente da República Portuguesa (1910-1999) • (1385-1433) D. João de Avis • (1996-2006) Presidente Jorge Sampaio Período histórico Renascimento à Idade contemporânea • 1415 Conquista de Ceuta • 20 de dezembro de 1999 Devolução de Macau à China Atualmente parte de List Angola Antígua e Barbuda Barbados Brasil Cabo Verde Estados Unidos Granada Guiné-Bissau Guiné Equatorial Moçambique Portugal São Tomé e Príncipe Timor-Leste Macau Singapura Uruguai Goa Damão e Diu Dadra e Nagar Haveli Ceuta Tânger Ouça o artigo ( info ) Este áudio foi criado a partir da revisão datada de 8 de março de 2013 e pode não refletir mudanças posteriores ao artigo ( ajuda com áudio ). Mais artigos audíveis O Império Português ou Império Colonial Português [ nota 1 ] foi o primeiro império global [ 1 ] da história, [ 2 ] [ 3 ] [ 4 ] sendo considerado o mais antigo dos impérios coloniais europeus modernos, abrangendo quase seis séculos de existência, a partir da Conquista de Ceuta , em 1415, até a devolução da soberania sobre Macau à China . O império espalhou-se ao longo de um vasto número de territórios que hoje fazem parte de 53 países diferentes. É importante ressaltar que, seja durante o regime monárquico, seja durante o regime republicano, Portugal jamais se autodenominou oficialmente como um ' império '. Marinheiros portugueses começaram a explorar a costa da África em 1419, utilizando os recentes desenvolvimentos em áreas como a navegação, a cartografia e a tecnologia marítima, como a caravela , com o objetivo de encontrar uma rota marítima para o lucrativo comércio de especiarias do oriente. Em 1488, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança e, em 1498, Vasco da Gama chegou à Índia . Em 1500, Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil , na costa atlântica sul-americana . Nas décadas seguintes, os marinheiros lusitanos continuaram a explorar o litoral e as ilhas do leste da Ásia , estabelecendo fortes e feitorias . Em 1571, uma série de postos avançados ligava Lisboa a Nagasaki , no Japão , ao longo das costas da África, Médio Oriente , Índia e Ásia. Esta rede comercial trouxe grande riqueza para o Reino de Portugal . Entre 1580 e 1640, o Reino de Portugal e o Império Espanhol compartilharam os mesmos reis , em uma união pessoal das coroas dos dois países . Embora os dois impérios tenham continuado a ser administrados separadamente, as colónias portuguesas se tornaram alvo de ataques de três potências europeias rivais e hostis à Espanha, que ambicionavam os sucessos ibéricos no exterior: a Holanda , a Grã-Bretanha e a França . Com uma população menor, Portugal não foi capaz de defender eficazmente sua sobrecarregada rede de postos comerciais e o império começou a entrar em um longo e gradual processo de declínio. [ 5 ] Perdas significativas para os holandeses na Índia Portuguesa e no sudeste da Ásia durante o século XVII trouxeram fim ao monopólio do comércio português no Oceano Índico . O Brasil , que havia se tornado a colónia mais valiosa de Portugal, tornou-se independente em 1822, como parte de uma onda de movimentos independentistas que varreu a América no início do século XIX . O Império Português então foi reduzido às suas colónias no litoral africano (que foram expandidas para o interior durante a Partilha de África , no final do século XIX ), Timor-Leste e enclaves na Índia ( Goa, Damão e Diu ) e na China ( Macau ). Após a Segunda Guerra Mundial , o então líder de Portugal, António Salazar , tentou manter intacto o que restava do império pluricontinental, num momento em que outros países europeus estavam já a iniciar a descolonização dos seus territórios. Em 1961, as tropas portuguesas em Goa foram incapazes de impedir o avanço das tropas indianas que marcharam para a colónia em número superior. Salazar deu início a uma guerra (a Guerra Colonial Portuguesa ) com o objectivo de eliminar as forças anticoloniais em África, a qual durou até à queda do regime em 1974 . O novo governo, instalado após a Revolução dos Cravos , imediatamente tornou lei o princípio de autodeterminação dos povos , mudando radicalmente a política abrindo a possibilidade de independência de todas as colónias, terminando de facto com o 'império português'. A exceção foi Macau , território devolvido à China somente em 1999, marcando simbolicamente, o fim do Império Português. Atualmente, os arquipélagos dos Açores e da Madeira são os únicos territórios ultramarinos que permanecem ligados politicamente a Portugal, mas deve-se considerar que eram ilhas inabitadas antes da ocupação portuguesa. A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) é a sucessora cultural do Império. Índice 1 História 2 Presença portuguesa em África 2.1 África Ocidental 2.1.1 O Golfo da Guiné e o ouro da Mina 2.1.2 O reino do Kongo e a fundação de Angola 2.2 África Austral e Oriental 2.3 Confrontos com os holandeses em África (1597-1663) 2.4 O mapa cor-de-rosa (1822-1890) 2.5 O Império Colonial Português em África (1890-1975) 3 Presença portuguesa no Oriente 3.1 O Estado Português da Índia 3.2 Malaca e o Sudeste Asiático 3.3 O empório comercial 3.3.1 Chegada ao Japão e fixação em Macau 3.4 Dinastia Filipina e guerra luso-holandesa (1580-1663) 3.5 Apogeu e queda do comércio Macau-China-Japão 3.6 Restauração e declínio do Estado Português da Índia 4 Presença portuguesa nas Américas 4.1 As Capitanias hereditárias e o primeiro Governo Geral (1532-1580) 4.2 Domínio Habsburgo, divisão e invasões holandesas (1580-1663) 4.2.1 Restauração e capitulação holandesa (1640-1663) 4.3 O Ciclo do ouro (1693-1800) 4.4 Mudança da Corte e Independência do Reino do Brasil (1807-1825) 5 Portugal Insular 5.1 Madeira 5.2 Açores 6 Descolonização (século XX) 7 Fim do Império 8 Legado 9 Ver também 10 Notas 11 Referências 12 Bibliografia 13 Ligações externas História Ver artigo principal: Descobrimentos portugueses A Conquista de Ceuta , em 1415, foi liderada pelo Infante D. Henrique e iniciou o Império Português. O expansionismo português foi movido inicialmente pelo espírito militar e evangelizador , de continuação da reconquista no Norte de África e, depois, pelo interesse comercial, primeiro nas prósperas capitanias das ilhas da Madeira e dos Açores , seguindo-se a busca de um caminho marítimo para a Ásia , alternativo ao Mediterrâneo dominado pelas repúblicas marítimas italianas, pelos otomanos , pelos mouros e por piratas , no lucrativo comércio de especiarias . Os portugueses começaram por explorar sistematicamente a costa de África a partir de 1419, com o incentivo do Infante D. Henrique e navegadores experientes servidos pelos mais avançados desenvolvimentos náuticos e cartográficos da época, aperfeiçoando a caravela . Em 1471 chegaram ao Golfo da Guiné , onde em 1482 foi estabelecida a feitoria de São Jorge da Mina para apoiar um florescente comércio de ouro de aluvião. Partindo da Mina Diogo Cão estabelece o primeiro contacto com o Reino do Congo . Após sucessivas viagens exploratórias para sul, em 1488 Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança , entrando pela primeira vez no Oceano Índico a partir do Atlântico . A chegada de Cristóvão Colombo à América em outubro de 1492 precipitou uma negociação entre dom João II e os Reis Católicos de Castela e Aragão . Como resultado foi assinado em 1494 o Tratado de Tordesilhas , dividindo o Mundo em duas áreas de exploração demarcadas por um meridiano situado entre as ilhas de Cabo Verde e as recém descobertas Caraíbas : cabiam a Portugal as terras 'descobertas e por descobrir' situadas a leste deste meridiano, e à Espanha as terras que ficassem a oeste dessa linha. Pouco depois, em 1498, o navegador Vasco da Gama chegou à Índia , inaugurando a Rota do cabo . Em 1500, na segunda viagem para a Índia, Pedro Álvares Cabral desviou-se da rota na costa Africana e aportou no Brasil . [ nota 2 ] Em Lisboa, foi, então, estabelecida a Casa da Índia para administrar todos os aspectos do monopólio régio do comércio e da navegação além-mar. Seis anos após a viagem de Gama, foi nomeado o primeiro vice-rei sediado em Cochim , e a sua vitória na Batalha de Diu afastou mamelucos e árabes, facilitando o domínio português do comércio no Índico. Em 1510, é constituído o Estado Português da Índia com capital em Goa , primeira conquista territorial na Índia. Malaca foi conquistada em 1511 e os portugueses continuaram a exploração e conquistas de portos nas costas e ilhas da Ásia oriental, alcançando as ambicionadas 'ilhas das especiarias' (as ilhas Molucas ) em 1512, e a China um ano depois, estabelecendo-se na ilha de Sanchoão . Em 1529, o Tratado de Saragoça demarcou as explorações portuguesas e espanholas no oriente: as Molucas são atribuídas a Portugal e as Filipinas a Espanha. Durante a expansão, de 1415 até 1534, data em que foi ordenada a colonização do interior nas capitanias do Brasil [ nota 3 ] por D. João III , o império português foi uma talassocracia , [ 6 ] [ 7 ] abrangendo os oceanos Atlântico e Índico , defendida por uma cadeia de fortificações costeiras protegendo uma rede de feitorias , reforçada por um sistema de licenças de navegação, os cartazes , com o apoio de numerosas relações diplomáticas e alianças, incluindo com o Reino do Sião , Safávidas da Pérsia , Reino de Bisnaga e Etiópia , era completado pela acção das missões religiosas em terra ao abrigo do Padroado , um acordo da coroa portuguesa com a Santa Sé . Mapa português da Índia em 1630. Detalhe do atlas Taboas geraes de toda a navegação' de João Teixeira de Albernaz e D.Jerónimo de Ataíde. Em 1543, comerciantes portugueses aportam no Japão estabelecendo-se inicialmente em Hirado . Em 1557, as autoridades chinesas autorizaram os portugueses a estabelecerem-se em Macau , que, depressa, se tornou a base de um próspero comércio triangular entre a China, o Japão e a Europa via Malaca e Goa. Em 1571, uma cadeia de entrepostos ligava Lisboa a Nagasaki , cidade então fundada pelos portugueses: o império tornara-se verdadeiramente global, trazendo no processo enormes riquezas para Portugal. Em 1572, três anos após regressar do Oriente, Luís Vaz de Camões publicaria a epopeia ' Os Lusíadas ', cuja acção central é a descoberta do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, imortalizando os feitos dos portugueses. [ 8 ] Apesar dos formidáveis ganhos no Oriente, o interesse pelo Marrocos manteve-se. Em 1578, o rei dom Sebastião procurou conquistar os territórios interiores, o que terminou na derrota em Alcácer-Quibir , seguindo-se uma crise sucessória que resultou na união com a coroa espanhola em 1580. Durante a Dinastia Filipina , o império português sofreu grandes reveses ao ser envolvido nos conflitos de Espanha com a Holanda , a França e a Inglaterra , que tentavam estabelecer os seus próprios impérios. [ 9 ] No livro Diálogos das grandezas do Brasil , de 1610, o escritor Ambrósio Fernandes Brandão enaltece o espírito destemido e conquistador dos descobridores portugueses: “ (...) Vede também tantas ilhas, situadas no meio desse grande pego do oceano, as quais descobriram e povoaram, esses reinos de Angola e de Congo , ilhas do Cabo Verde e de S. Tomé , esta grande terra do Brasil . de modo que aos nossos portugueses se pode, com razão, atribuir (nas muitas conquistas que fizeram por mar e terra) o verdadeiro nome de Hércules e de Argonautas . ” Entre 1595 e 1663, foi travada a Guerra Luso-Holandesa com as Companhias Holandesas das Índias Orientais (VOC) e Ocidentais (WIC) , que tentavam tomar as redes de comércio portuguesas de especiarias asiáticas, escravos da África ocidental e açúcar do Brasil. [ 10 ] Após a perda de numerosos territórios, [ 11 ] Portugal restaurou sua independência em 1640. Em 1654, conseguiu recuperar o Brasil e Angola , embora tendo perdido para sempre a proeminência na Ásia. O Brasil ganhou, assim, importância no império, reforçada pela descoberta de grandes quantidades de ouro no fim do século XVII . Com a chegada da Corte portuguesa em 1808 protegendo-se dos exércitos de Napoleão I , passou a ser considerado um associado ao Reino, com a designação de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves . O meridiano do Tratado de Tordesilhas , de 1494, dividiu o mundo entre as coroas de Portugal e de Castela . Com o reconhecimento da declaração de independência do Brasil em 1825, Portugal acentuou a expansão territorial no interior da África, e a partir de 1870 teria que enfrentar as potências europeias para conservar o resto do seu fragmentado Império. Durante o Estado Novo , em que esteve em vigor o Acto Colonial (1930 - 1951), o Ultramar Português teve a designação oficial de 'Império Colonial Português', [ 12 ] sendo então composto pelas colónias africanas de São Tomé e Príncipe , Cabo Verde , Guiné Portuguesa , Angola, Cabinda , Moçambique e São João Baptista de Ajudá , pelas colónias asiáticas de Macau , do Estado Português da Índia e de Timor Português . Em 1951, a designação 'Império Colonial Português' foi abolida, como política para evitar ser considerado uma potência colonial nos fóruns internacionais. Na esperança de preservar um Portugal intercontinental, o Estado Novo passou a designar as colónias por províncias ultramarinas , considerando que esses territórios não eram colónias, mas sim parte integrante e inseparável de Portugal, como uma 'Nação Multirracial e Pluricontinental'. A resistência à dominação portuguesa manifestou-se no contexto da descolonização europeia. Em 1954, a União Indiana anexou os territórios de Dadrá e Nagar Haveli , e em 1961 iniciam-se confrontos generalizados no Oriente e em África: a Índia independente conquistou Goa, numa acção armada com pouca resistência e pouco depois a Ilha de Angediva . Em 1961 iniciam-se também os confrontos da Guerra Colonial Portuguesa em África, que duraria até à Revolução dos Cravos em (1974), resultando na independência das colónias em 1975. O 'fim' de facto do Império Português terá sido em 1999, quando Macau , último território sob a sua administração, foi devolvido à República Popular da China . Pode dividir-se a história do império português em períodos distintos: 'Primeiro Império' (1415-1580): Descobrimentos e expansão em África e no Oriente, que terminaria com a ocupação espanhola. 'Segundo Império' (1580-1822): Com a perda de influência no Oriente, o Brasil ganha importância. 'Terceiro Império' (1822-1975): Após a independência do Brasil , a África domina as atenções no Império Colonial Português. [ 13 ] 'Resquícios do Império' (1975-1999): Permanência da soberania de Macau até sua devolução à China . Presença portuguesa em África Ver artigo principal: Colonização portuguesa da África Possessões portuguesas em Marrocos entre 1415-1769 A tomada de Ceuta em 1415 e a descoberta das ilhas da Madeira em 1418 e dos Açores em 1427, territórios de colonização e exploração agropecuária, marcam o início da expansão territorial marítima portuguesa. Movidas de início pela busca de privilégios de fidalguia conquistados em batalha e, depois, pela iniciativa privada que buscava riqueza fora do território - conseguindo-a nas prósperas capitanias dos arquipélagos da Madeira e dos Açores - as viagens prosseguiram pela costa africana, cada vez mais para sul. [ 14 ] África Ocidental Ver artigo principal: África Ocidental Portuguesa As expedições passaram o cabo Bojador em 1434. À medida que os resultados se mostravam mais compensadores, foram tomadas medidas para proteger os interesses de Portugal. Atribuído pelo regente dom Pedro ao seu irmão Infante Dom Henrique 'o Navegador', e reconhecido pela bula Rex regum , é decretado o monopólio da navegação na costa oeste Africana em 1443. Os navios passam a ser licenciados por Portugal em troca de parte dos lucros obtidos, o que motivou o investimento em viagens de exploração por portugueses e estrangeiros, como os genoveses e venezianos. [ 14 ] Em 1444, como governador do Algarve , o Infante estabelece um consórcio de navegação em Lagos . E, em 1445, é criada a primeira feitoria comercial da ilha de Arguim , na costa da Mauritânia , construída sob as instruções do próprio Infante: visava a atrair as rotas percorridas por mercadores muçulmanos no norte de África: tentava-se implantar um mercado para monopolizar a atividade comercial da zona. Cisterna Manuelina da Fortaleza de Mazagão construída entre 1513-1541, Marrocos Em 1453, dá-se a queda de Constantinopla , tomada pelos otomanos , um golpe para o cristandade e para as relações comerciais estabelecidas no Mar Mediterrâneo . Pouco depois o papa Nicolau V emite a bula Romanus Pontifex [ 15 ] a favor do rei Afonso V de Portugal , reforçando a anterior Dum Diversas de 1452, declarando que as terras e mares descobertos além do Cabo Bojador são pertença dos reis de Portugal, e autorizando o comércio e as conquistas contra muçulmanos e pagãos, legitimando a política portuguesa de mare clausum no Oceano Atlântico e a ainda incipiente escravatura. Em 1455, iniciara-se, na Madeira , uma florescente indústria de açúcar . A acessibilidade das ilhas atraiu comerciantes genoveses e flamengos interessados em contornar o monopólio Veneziano , mas o problema era a necessidade de mão de obra e o trabalho pesado: a 'solução' foi trazer escravos da África . [ 16 ] Neste comércio, prosperou o florentino Bartolomeu Marchionni , que viria a investir em numerosas viagens portuguesas. A partir de 1458, Ceuta e Arguim , com as suas guarnições militares, foram pontos-chave de apoio logístico e material às navegações portuguesas e um entrave à pirataria praticada pelos mouros . O Golfo da Guiné e o ouro da Mina Mapa do século XVI mostrando as reivindicações portuguesas para a Guiné e São Jorge da Mina Castelo de São Jorge da Mina construída em 1482 em redor da indústria de ouro da então chamada Costa do Ouro , actual Gana Após a morte do infante, e dados os magros proveitos da exploração, em 1469 o Rei Afonso V concedeu o monopólio do comércio na parte do Golfo da Guiné ao mercador Fernão Gomes contra uma renda anual de 200 000 reais . O exclusivo do comércio da então chamada 'malagueta', a pimenta-da-guiné ( Aframomum melegueta ) popular substituto da pimenta preta, [ 17 ] foi-lhe também concedido por 100 000 reais anuais. Gomes tinha que explorar 100 léguas da costa da África por ano durante cinco anos. [ 18 ] Com a colaboração de navegadores como João de Santarém , Pedro Escobar , Lopo Gonçalves , Fernão do Pó e Pedro de Sintra , Fernão Gomes fê-lo mesmo para além do contratado. Com o seu patrocínio, a exploração da costa oeste africana avançou até ao Cabo de Santa Catarina, já no hemisfério Sul, e encontraram também as ilhas do Golfo da Guiné, incluindo São Tomé e Príncipe e Elmina em 1471, [ 19 ] onde encontrou uma florescente indústria de ouro de aluvião . Com os lucros deste comércio, Fernão Gomes auxiliou D. Afonso V na conquista de Arzila , Alcácer Ceguer e Tânger , desempenhando um papel de enorme influência na economia do reino. Aquele trecho do litoral passou a ser designado Costa do Ouro , despertando a cobiça dos Reis Católicos, que só cessaram as pressões para se apossarem da região após a assinatura do Tratado das Alcáçovas-Toledo em 1479. O tratado reconhecia o domínio português das descobertas a Sul das Canárias , incluindo os direitos sobre a costa da Mina e o Golfo da Guiné e o prosseguimento da exploração na costa. Pouco depois de subir ao trono, em 1482, D. João II centralizou na coroa a exploração e comércio, determinando a construção de uma feitoria para o comércio do ouro . Sob o comando de Diogo de Azambuja foi rapidamente construído o ' Castelo de São Jorge da Mina ' [ 20 ] com pedra previamente talhada e numerada em Portugal, enviada como lastro nos navios, sistema de construção depois adoptado para numerosas fortificações. Ao abrigo da fortificação-feitoria desenvolveu-se a povoação de São Jorge da Mina que recebeu Carta de Foral em 1486. Ali passaram a ser trocados trigo , tecidos , cavalos e conchas ('zimbo'), por ouro (até 400 kg/ano) e escravos, estes com intensidade crescente a partir do século XVI . Entre 1472 e 1486, os portugueses chegaram ao Império do Benim , uma sofisticada sociedade governada pelo Oba . Foram trocadas embaixadas, que, segundo Gaspar Correia , terão informado dom João II sobre a possibilidade de chegar à Índia. [ 21 ] Aí, estabeleceram o comércio de bronze e latão europeus, na forma de pulseiras (as manilhas), em troca de pimenta da Guiné, tecidos, marfim, e escravos (originando o nome ' costa dos escravos '), coincidindo com grandes mudanças locais políticas e artísticas: os bronzes do Benim testemunham a presença portuguesa. [ 22 ] O reino do Kongo e a fundação de Angola Audiência do rei do Congo , ou 'Manicongo' (do Kikongo 'mwene kongo') a navegadores portugueses e súditos africanos. Gravura de Johan e Theodore de Bry, ilustração do livro: Índias Orientais, de 1597. Desde a assinatura do Tratado das Alcáçovas que as costas da Guiné eram cuidadosamente patrulhadas, sendo vedadas a castelhanos e outros europeus. Entre 1482 e 1486, Diogo Cão , que fora investido por dom João II nestas patrulhas, partiu de S. Jorge da Mina para explorar o estuário do Rio Congo e terá subido 150 km a montante até às cataratas de Ielala. Aí ergueu o primeiro padrão de pedra , substituindo as habituais cruzes de madeira, e enviou uma embaixada portuguesa ao Reino do Congo , iniciando os primeiros contactos europeus [ 23 ] É a partir daqui que se inicia conquista da região que se tornará Angola . O primeiro passo foi o estabelecer de uma aliança com o influente 'Manicongo' (do Kikongo 'mwene kongo'), que dominava toda a região: Diogo Cão levou alguns nobres de visita a Portugal e ao retornar em 1485 faz um acordo com o rei Nzinga a Nkuwu, que em 1491 se converteu ao cristianismo e foi baptizado, bem como vários nobres, assumindo o nome 'D. João I' em honra do rei português. [ 24 ] Os primeiros sacerdotes católicos e soldados descrevem a capital M'Banza Kongo como uma grande cidade do tamanho de Évora . João I do Congo governou até cerca de 1506 e foi sucedido pelo filho Afonso I Mvemba um Nzinga, que estabeleceu o catolicismo romano como religião oficial do reino. A sul deste reino existiam dois outros, o de Ndongo e o de Matamba , os quais acabariam por fundir-se, para dar origem ao reino de Angola (c. 1559). Explorando as rivalidades e conflitos entre estes reinos, na segunda metade do século XVI os portugueses instalam-se na região de Angola. O primeiro governador de Angola , Paulo Dias de Novais , procurou delimitar o vasto território e explorar os seus recursos naturais, em particular os escravos. A penetração para o interior era limitada. Em 1576 fundam São Paulo de Loanda [ 25 ] [ 26 ] , a actual cidade de Luanda . Angola tornar-se-á mais tarde o principal mercado abastecedor de escravos para as plantações da cana-de-açúcar do Brasil. África Austral e Oriental Ver artigos principais: África Oriental Portuguesa e Armadas da Índia A ilha de Moçambique foi uma importante escala de navegação da carreira da India iniciada em 1498: mapa do percurso seguido pelas naus na ida (vermelho) e rota de regresso (verde) Com a passagem do cabo da Boa Esperança por Bartolomeu Dias em 1488, ao proselitismo da Reconquista adicionam-se a curiosidade científica e o mercantilismo . Vasco da Gama usou as cartas marítimas até então traçadas para estabelecer uma rota marítima para a Índia . Após esta descoberta o século XVI tornar-se-ia o ' século de ouro ' para Portugal e o seu apogeu como nova potência europeia. A partir de então as explorações perderam o carácter privado, passando a efectuar-se sob iniciativa da Coroa, com D. Manuel I a determinar que todos os anos, entre Fevereiro e Março, saísse uma armada para a Índia. Na sua segunda viagem em 1502, Vasco da Gama tornou tributário de Portugal o porto árabe da ilha de Quíloa (actual Kilwa Kisiwani ), na Tanzânia , e fez também o reconhecimento de Sofala em Moçambique . Para impor o monopólio do comércio de especiarias no Índico, partiu no início de 1505 a armada de D. Francisco de Almeida , nomeado primeiro de Vice-rei da Índia Portuguesa. Foi então estabelecido o Forte de São Caetano de Sofala , mediante um acordo com um chefe local e progressivamente reforçado. [ 27 ] Igreja de Santo António, Ilha de Moçambique , Património Mundial da UNESCO Em 1507 os portugueses ocuparam a ilha de Moçambique , porto estratégico de apoio à carreira da Índia que ligava Lisboa a Goa. Como escala de navegação era o ponto de encontro das embarcações desgarradas na viagem de ida e das que aguardavam a monção . Aí foi construída mais tarde uma poderosa fortificação, a Fortaleza de São Sebastião (1558) e um hospital. Nos Açores, a Armada das ilhas protegia as naus carregadas a caminho de Lisboa dos ataques de piratas e corsários europeus. Em Agosto de 1507, a ilha de Socotra , na entrada do Mar Vermelho, foi conquistada. [ 28 ] Aí, Tristão da Cunha enviou uma expedição para a Etiópia , que então se pensava ser mais próxima. Sem conseguir atravessar por Melinde , Afonso de Albuquerque conseguiu desembarcá-los em Filuk, perto do Cabo Guardafui . [ 29 ] Na sequência desta expedição, chegou a Goa em 1512 o embaixador Mateus , enviado pela rainha regente Eleni da Etiópia ao rei D. Manuel I de Portugal e ao papa, em busca de uma aliança para fazer face ao crescente poder otomano na região. Visto como o muito esperado contacto com o lendário Preste João e com Pêro da Covilhã , o rei informou o Papa Leão X em 1513 e Mateus viajou para Portugal em 1514, [ 30 ] de onde regressou com uma embaixada portuguesa, juntamente com Francisco Álvares . Os portugueses só compreenderam a natureza da sua missão ao chegarem à Etiópia em 1520, após a morte de Mateus, facto que complicou os contactos com o imperador etíope. [ 31 ] Contudo iniciou as primeiras relações contínuas de um país europeu com a Etiópia [ 32 ] e em 1517 Portugal ajudou o imperador Lebna Dengel, enviando armas e quatrocentos homens, que ajudaram a restabelecer o governo [ 33 ] na guerra Etíope-Adal. Confrontos com os holandeses em África (1597-1663) Ver artigo principal: Guerra Luso-Holandesa Zonas disputadas entre 1588-1654 (a tracejado) pelas companhias da República das Sete Províncias Unidas que originaram o Império Holandês (laranja) Apesar dos formidáveis benefícios gerados pelo império colonial no Oriente, o interesse da coroa por Marrocos não enfraqueceu. O século XVI é uma sucessão de conquistas e de abandonos de fortalezas costeiras até que o rei D. Sebastião (1557–1578) investiu na conquista dos territórios interiores, o que resultou na derrota em Alcácer-Quibir em 1578 seguindo-se uma crise sucessória que acabou na união com a coroa espanhola em 1580. No contexto da Dinastia Filipina , o império português sofreu grandes reveses ao ser envolvido nos conflitos que a Espanha travava com a Inglaterra , a França e a Holanda , que tentavam estabelecer os seus próprios impérios. [ 9 ] Portugal seria arrastado, sem verbas e sem capacidade para enviar exércitos para as regiões atacadas por forças bem preparadas. Os holandeses, envolvidos na Guerra dos Oitenta Anos com Espanha desde 1568, atacavam por mar colónias e navios. O império português, constituído sobretudo de assentamentos costeiros, vulneráveis a ser tomados um a um, tornou-se um alvo fácil. [ 34 ] A Guerra Luso-Holandesa começou com um ataque a São Tomé e Príncipe em 1597. Foi travada pelas Companhias Holandesas das Índias Orientais e Ocidentais , com o objectivo de tomar as redes de comércio portuguesas de especiarias asiáticas, escravos da África ocidental e açúcar do Brasil. [ 34 ] Após vários confrontos no oriente e no Brasil, começaram os ataques nos postos comerciais da costa oeste africana, visando assegurar escravos para a produção de açúcar em territórios conquistados no Brasil . Em 1638 os holandeses tomaram o Forte de São Jorge da Mina , seguindo-se Luanda em 1641 e Axim , no golfo da Guiné em 1642 [ 11 ] . Em 1640, Portugal restaurou a independência , restabelecendo a aliança com a Inglaterra que pouco depois viria a desafiar os Holandeses. Em 6 de Abril de 1652, o mercador da VOC Jan van Riebeeck estabelece perto do Cabo da Boa Esperança um posto de reabastecimento que se tornaria na Cidade do Cabo , permitindo aos holandeses dominar a rota do cabo , de comércio para o oriente. Portugal perdeu para sempre a proeminência na Ásia , mas, em 1654, a frota de Salvador Correia de Sá e Benevides conseguiu recuperar o Brasil e Luanda . Os Holandeses, temendo perder os territórios já conquistados, acabariam por selar definitivamente a paz do Tratado de Haia em 1663. Em 1622, uma força anglo- persa tomou o forte de Ormuz , cuja guarnição foi enviada para Mascate ( Omã ). Com a vitória omani sobre Mascate em 1650, prosseguiu o combate aos portugueses na costa oriental africana, vencendo-os em Zanzibar e Pemba até que, após um cerco de dois anos, é tomado o Forte Jesus de Mombaça em 1698 [ 35 ] (Quénia), forçando a recuar para o sul até Moçambique. Na tentativa de consolidar as posições na África Oriental, determinou-se que as terras pertenciam à coroa e eram arrendadas pelos chamados prazos , por 3 gerações transmitidos por via feminina. Contudo através de casamentos mistos estas propriedades tornaram-se verdadeiros “estados” afro-portugueses ou afro-indianos, defendidos por grandes exércitos de escravos conhecidos como “chicundas”. A escravidão era realizada entre chefes tribais, que invadiam tribos guerreiras e vendiam os prisioneiros aos prazeiros. O mapa cor-de-rosa (1822-1890) Luanda em 1883 Após a perda do Brasil, com a independência em 1822, Portugal teve de enfrentar as potências europeias para conservar o resto do seu fragmentado império: as possessões nas Índias, Macau e Timor-Leste , as ilhas de Cabo Verde e de São Tomé e Príncipe , as costas da África Ocidental (depois Angola e Guiné ) e Oriental portuguesas (depois Moçambique ), onde vigoravam acordos de protecção com governantes locais e cujo interior não fora ocupado. Em 1842 Portugal pôs fim ao tráfico negreiro no Império e em 1869 aboliu a escravidão sob pressão da Grã-Bretanha . Esta decisão seria rapidamente contrabalançada por uma legislação trabalhista insistindo na necessidade do trabalho indígena nos campos de algodão ou nas obras públicas. Durante a chamada ' partilha de África ', Portugal reclamou vastas áreas do continente africano baseado no 'direito histórico', alicerçado na primazia da ocupação, entrando em colisão com as principais potências europeias. A crescente presença britânica, francesa e alemã no continente ameaçavam a hegemonia portuguesa, como testemunhou Silva Porto , comerciante sedeado no planalto do Bié . [ 36 ] A partir da década de 1870 ficou claro que o direito histórico não bastava: à intensa exploração científica e geográfica europeia seguia-se muitas vezes o interesse comercial. Entre 1840 e 1872 David Livingstone explorou a África central, onde se instalaria a Companhia Britânica da África do Sul . Em 1874 Henry Morton Stanley explorou a bacia do rio Congo e foi financiado pelo rei Leopoldo II da Bélgica , que em 1876 criou uma associação para colonizar o Congo, ignorando os interesses portugueses na região. [ 37 ] Em 1875 setenta e quatro subscritores fundaram a Sociedade de Geografia de Lisboa para apoiar a exploração, tal como as congéneres europeias. [ 38 ] Prepararam então as primeiras expedições científico-geográficas, financiadas por subscrição nacional, de Hermenegildo Capelo , Roberto Ivens e Serpa Pinto , que entre 1877 e 1885 mapearam o território. Pretendiam fazer o reconhecimento dos rios Cuango , Congo e Zambeze , concluindo a carta da África centro-austral (o famoso Mapa cor-de-rosa) para manter 'estações civilizadoras' portuguesas no interior. Entretanto, o ministro dos negócios estrangeiros João de Andrade Corvo reafirmou a tradicional aliança Luso-Britânica , propondo abrir Moçambique e Goa ao comércio e navegação britânicos [ 39 ] em troca do reconhecimento no Congo. Em 1883 Portugal ocupou o norte do rio Congo e no ano seguinte firmou um acordo com os ingleses reconhecendo o direito a ambas as margens. O acordo foi de imediato denunciado pelas restantes potências, levando à convocação da Conferência de Berlim (1884–1885) [ 40 ] por Bismarck , para dirigir os conflitos - incluindo a oposição Luso-Britânica à expansão de Leopoldo II. Contudo a aliança decepcionou: sob pressão da Alemanha e da França, Portugal perdeu o controlo da foz do Congo, [ 39 ] mantendo apenas Cabinda , cujos notáveis assinaram o Tratado de Simulambuco em Fevereiro de 1885, pelo qual aceitavam ser um protectorado da coroa portuguesa. [ 41 ] Mapa Cor-de-Rosa reclamando a soberania de Portugal nos territórios entre Angola e Moçambique , c. 1886 A exigência de uma ocupação efectiva determinada pela Conferência de Berlim [ 42 ] obrigou Portugal a agir. O estado português diversificou então os contactos internacionais, cedendo à França na Guiné, e à Alemanha no Sul de Angola, [ 43 ] que então nomeou colónia , em troca do reconhecimento às terras interiores. Nascia assim o Mapa Cor-de-Rosa , tornado público em 1886, reclamando uma faixa de território de Angola à contra-costa ou seja, a Moçambique . Para sustentar esta reclamação foram feitas campanhas de exploração e avassalamento dos povos do interior, cuja resistência era combatida pelas Campanhas de Conquista e Pacificação conduzidas pelas forças armadas. Em 1887, ao saber dos planos portugueses, o primeiro-ministro britânico Lord Salisbury avisou que não reconheceria territórios 'não ocupados com forças suficientes para manter a ordem, proteger estrangeiros e controlar nativos'. Enquanto os britânicos criavam a Rodésia do Sul , Portugal tentou fechar o Rio Zambeze à navegação e reclamou o vale do Niassa , numa faixa que isolava as colónias britânicas. [ 44 ] Em Janeiro de 1890 Paiva Couceiro estacionou com 40 soldados no Bié , em Angola, a caminho do Barotze para tentar obter a 'avassalamento' do soba Levanica . [ 45 ] Simultaneamente, junto ao Lago Niassa , em Moçambique, as forças de Serpa Pinto arreavam as bandeiras inglesas, num espaço monitorizado pelo Reino Unido. No dia 11 de Janeiro de 1890 , a pretexto do incidente Serpa Pinto, o Ultimato britânico exigiu a retirada imediata das forças militares portuguesas no território entre Moçambique e Angola (actuais Zimbabwe e Zâmbia ). Portugal terminou, então, de imediato a expansão colonial africana que Lord Salisbury considerara baseada em 'argumentos arqueológicos' de ocupação. [ 44 ] O ultimatum causou sérios danos à imagem do governo monárquico português. Um ano depois a Questão do Barotze , referente ao estabelecimento das fronteiras de Angola foi resolvida entre Portugal e a Grã-Bretanha com a arbitragem de Vítor Emanuel III da Itália . O Império Colonial Português em África (1890-1975) Estação do Caminho de Ferro de Maputo , Moçambique, construída entre 1913-1916, e o monumento aos mortos na Primeira Guerra Mundial inaugurado em 1935 Na sequência do ultimato britânico de 1890 a administração colonial portuguesa endureceu a atuação, investindo em ' campanhas armadas de pacificação ' e no derrube dos régulos menos cooperantes. Em 1885 aliara-se a Gungunhana , imperador do Império de Gaza na África oriental, entre os rios Zambeze e Limpopo , que aceitara o acordo num balanço precário entre forças portuguesas, britânicas e a ameaça dos pretendentes ao trono. A província de Gaza e o porto de Lourenço Marques (actual Maputo ) eram cobiçados pelos britânicos da British South Africa Company e Cecil Rhodes para escoar as matérias-primas do Transvaal . Após o ultimato foram autorizadas três grandes concessionárias para explorar imensos territórios em Moçambique: a Companhia do Niassa (1890), a Companhia de Moçambique (1891) e a Companhia da Zambézia (1892): todos procuravam atrair Gungunhana para os seus interesses. Em Outubro de 1890 Cecil Rhodes obtém uma aliança [ 46 ] para concessão de exploração e acesso ao mar ao arrepio do acordo de 1885, mas ao jogar no conflito entre Londres e Lisboa Gungunhana é surpreendido quando, ao pedir a protecção britânica, fica sem resposta: os governos tinham acordado a delimitação dos territórios em Junho de 1891, e Gaza fica no interior de Moçambique. É intimado assumir-se como súbdito de Portugal. Em 1890 António Enes decretou uma revisão do Código de Trabalho Rural de 1875 - que estabelecia a obrigação 'moral' dos colonos [camponeses indígenas] de produzirem bens para comercialização- que o camponês já não tem a opção de pagar o 'mussoco' em géneros: '...O arrendatário [dos Prazos ] fica obrigado a cobrar dos colonos em trabalho rural, pelo menos metade da capitação de 800 réis '. Entre 1891-1892 Mouzinho de Albuquerque , governador do distrito de Lourenço Marques (Maputo) endureceu as relações com os povos circundantes. O trabalho forçado, o pagamento de impostos, como o Imposto de palhota , e a violência contra as populações levaram à revolta. Entre os cada vez mais frequentes incidentes, em Junho de 1894 uma força naval alemã ocupou o triângulo de Quionga na foz do rio Rovuma , na fronteira entre a África Oriental Alemã (atual Tanzânia ) e Moçambique , obtendo o controlo da desembocadura no oceano Índico . em Agosto, e até 1895, uma rebelião reúne milhares de guerreiros e cerca Lourenço Marques (Maputo) durante mais de dois meses. A cidade foi saqueada, sendo a queda impedida por navios de guerra. Em Lisboa a rebelião era atribuída a Gungunhana e a interesses britânicos, o alarme foi grande. O governo reagiu energicamente reforçando a presença militar em Moçambique. A 28 de Dezembro de 1895 Gungunhana foi preso por Mouzinho de Albuquerque. Conhecido da imprensa europeia, foi condenado ao exílio nos Açores. Em 1911, após o fim da monarquia, emprestando dos britânicos um método de administração indireta, mas também influenciados pelos franceses, os republicanos deram, às possessões d'além-mar, o nome de colónia , às quais atribuem uma certa autonomia financeira e administrativa. O Triângulo de Quionga foi reocupado em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial , por forças portuguesas e foi reintegrado oficialmente em Moçambique em 1919 pelo Tratado de Versalhes , que definiu novamente a fronteira ao longo do rio Rovuma. O Ato Colonial centralizador aprovado em 1930, durante a Ditadura Militar (1926-1933) que antecedeu o Estado Novo , re-definiu as formas de relacionamento entre a metrópole e as colónia , restringindo a já limitada autonomia financeira e administrativa. Desde 1926 as pessoas afectadas pelo Estatuto do indígena estiveram excluídas da categoria de cidadãos ao qual pertenciam os africanos integrados e os colonos europeus, até 1961. O conjunto dos territórios administrados passou a então a denominar-se Império Colonial Português . Este Acto definiu durante muito tempo o conceito ultramarino português tendo sido revogado na revisão da Constituição feita em 1951, que o modificou e integrou no texto da Constituição. A partir de 1946, como forma política de evitar que Portugal fosse considerado uma potência colonial nos fóruns internacionais, e na esperança de preservar um Portugal intercontinental, o Estado Novo passou a designar as colónias por províncias d'além-mar ou províncias ultramarinas , considerando que esses territórios não eram colónias, mas sim parte integrante e inseparável de Portugal, como uma 'Nação Multirracial e Pluricontinental'. [ nota 4 ] Presença portuguesa no Oriente Ver artigo principal: Portugueses na Ásia Vasco da Gama abriu Portugal ao Oriente e estabeleceu o monopólio lusitano na região. A viagem comandada por Vasco da Gama até Calecute , [ 47 ] foi ponto de partida da implantação portuguesa na costa oriental africana e na Índia. O primeiro contacto deu-se a 20 de Maio de 1498. Após alguns conflitos com mercadores árabes que detinham o monopólio das rotas de especiarias , Vasco da Gama conseguiu uma carta de concessão ambígua para as trocas comerciais com o samorim de Calecute, aí deixando alguns portugueses para estabelecerem uma feitoria. Pouco depois, foi criada em Lisboa a Casa da Índia para administrar o monopólio régio da navegação e comércio com o Oriente. O objetivo de Portugal no Oceano Índico foi o de assegurar o monopólio do comércio de especiarias . Jogando continuamente da rivalidade que opunha hindus e muçulmanos , os portugueses estabeleceram, entre 1500 e 1510, várias fortalezas e feitorias comerciais . Em 1500 a segunda armada à Índia que vinha de descobrir o Brasil explorou a costa oriental africana, onde Diogo Dias descobriu a ilha a que deu o nome de São Lourenço, mais tarde designada Madagáscar . Esta armada, comandada por Pedro Álvares Cabral , chegou a Calecute em Setembro, onde assinou o primeiro acordo comercial na Índia. A feitoria portuguesa aí instalada teve contudo efémera duração: atacada pelos muçulmanos em 16 de dezembro, nela pereceram vários portugueses, entre os quais o escrivão Pero Vaz de Caminha . Após bombardear Calecute, Cabral seguiu para Cochim . O Estado Português da Índia Ver artigos principais: Estado da Índia e Ceilão Português Mais informações: Conquista portuguesa do Reino de Jafanapatão , Reino de Jafanapatão , Reino de Cota‎ e Reino de Sitawaka Beneficiando da rivalidade entre o marajá de Cochim e o samorim de Calecute, os portugueses foram bem recebidos e vistos como aliados na defesa, fundando em Cochim o forte (Forte Manuel) e posto comercial que seria a primeira colónia europeia na Índia. Aí construíram em 1503 a Igreja de São Francisco . [ nota 5 ] Em 1502 Vasco da Gama tomou a ilha de Quíloa , na costa da Tanzânia , onde em 1505 foi construída a primeira fortificação portuguesa da África Oriental para proteger as naus da carreira da Índia . Em 1505, o rei dom Manuel I nomeou dom Francisco de Almeida [ nota 6 ] primeiro vice-rei da Índia [ nota 7 ] por um triénio. Sedeada em Cochim iniciou-se a governação portuguesa no oriente. Nesse ano os portugueses tomaram Cananor onde fundaram a fortaleza de Santo Angelo e Lourenço de Almeida chega a Ceilão - a lendária Taprobana - actual Sri Lanka, onde descobre a origem da canela . Encontrando-o dividido em sete reinos rivais, estabelece um pacto de defesa com o reino de Kotte e, explorando as rivalidades internas, estende o controlo nas áreas costeiras, onde em 1517 seria fundada a fortaleza de Colombo . [ 48 ] Forte de Nossa Senhora da Conceição de Ormuz , erguido entre 1507-1515, Irão Em 1506, os portugueses, sob o comando de Tristão da Cunha e Afonso de Albuquerque , conquistam Socotorá na entrada do Mar Vermelho , em 1507 Mascate e temporariamente Ormuz , onde Albuquerque inicia a construção do Forte de Nossa Senhora da Vitória , seguindo a estratégia que pretendia fechar as entradas para o Índico. Nesse mesmo ano foram construídas fortalezas na Ilha de Moçambique e em Mombaça , na costa queniana. Em 1509, é travada a batalha de Diu contra uma frota conjunta do Sultanato Burji do Cairo , do Sultão Otomano Bayezid II , do samorin de Calecute e do Sultão de Gujarat , com o apoio naval da República de Veneza e da República de Ragusa . [ 49 ] A vitória portuguesa foi determinante, marcando o início do domínio europeu no Índico. Com o poder dos otomanos seriamente abalado, os Portugueses conquistaram rapidamente localidades costeiras. Já sob o governo de Albuquerque, Goa foi tomada aos árabes em 1510 com o auxílio do corsário hindu Timoja . Cobiçada por ser o melhor porto comercial da região, entreposto de cavalos árabes para os sultanatos do Decão , permitia cumprir a vontade do Reino de não permanecer eterno hóspede de Cochim. Apesar de ataques constantes, Goa tornou-se a sede da presença portuguesa, sob nome de Estado Português da Índia, com a conquista a desencadear o respeito dos reinos vizinhos: Guzerate e Calecute enviaram embaixadas, oferecendo alianças, concessões e locais para fortificar. Albuquerque iniciou nesse ano em Goa a primeira cunhagem de moeda portuguesa fora do reino, aproveitando a oportunidade para anunciar a conquista. [ 50 ] [ 51 ] Malaca e o Sudeste Asiático Ver artigos principais: Portugueses na Indonésia e Malaca Portuguesa Ternate , no arquipélago das Molucas, mostrando a feitoria- Forte de São João Baptista de Ternate iniciada em 1522. Desenho holandês de 1720 Inicialmente, dom Manuel e o conselho do reino tentaram distribuir o poder a partir de Lisboa, criando três áreas de jurisdição no Índico: Albuquerque seguira com a missão de tomar Hormuz, Aden e Calecute assegurando o domínio no mar Vermelho. Diogo Lopes de Sequeira fora enviado para o sudoeste asiático, com a missão de tentar um acordo com o sultão de Malaca. Jorge de Aguiar e, depois, Duarte de Lemos presidiam à área entre o Cabo da Boa Esperança e Guzerate . [ 52 ] Contudo estes cargos foram centralizados por Afonso de Albuquerque, que se tornou plenipotenciário, e assim permaneceram. Em Abril de 1511, Albuquerque zarpou para Malaca , na Malásia, com uma força de cerca de 1 200 homens e 17 ou 18 navios. [ 53 ] Placa contornante do comércio com a China e com o sudeste asiático, a península de Malaca tornou-se então a base estratégica para a expansão portuguesa na Índia Oriental, sob o Estado Português da Índia cuja capital era Goa. Para defender a cidade foi erguido um forte cuja porta, denominada a ' A Famosa ', ainda subsiste. Vencido o sultanato de Malaca , Afonso de Albuquerque envia imediatamente Duarte Fernandes em missão diplomática ao Reino do Sião (Tailândia), onde é o primeiro europeu a chegar, dadas as pretensões siamesas em Malaca. [ 54 ] Em Novembro desse ano, ficando a saber a localização das chamadas 'ilhas das especiarias' nas Molucas , as ilhas Banda , enviou uma expedição comandada por António de Abreu para as encontrar. Pilotos malaios guiaram-nos via Java , as Pequenas Ilhas da Sonda e da ilha de Amboíno até Banda, onde chegaram no início de 1512. [ 55 ] Aí permaneceram, como primeiros europeus a chegar às ilhas, enchendo os seus navios com noz moscada e cravinho. [ 56 ] Abreu partiu por Ambão enquanto o seu vice-comandante Francisco Serrão se adiantou para Ternate . Nesse mesmo ano, na Indonésia, os portugueses tomam Macáçar , chegando a Timor em 1514. [ 57 ] [ nota 8 ] Em 1513, partindo de Malaca, Jorge Álvares chegou ao Sul da China , aportando na foz do Rio das Pérolas na Ilha de Lintin . [ 58 ] Seguiu-se a chegada a Cantão e Sanchoão por Rafael Perestrelo . Em 1517 Tomé Pires foi enviado como embaixador de D. Manuel à China, na frota de Fernão Peres de Andrade , que conseguiu negociar com as autoridades de Cantão o seu envio a Pequim e uma feitoria em Tamau. Inicialmente bem sucedida, a embaixada ficou retida. [ 59 ] Comerciantes portugueses sedearam-se então na ilha de Sanchoão, subornando mandarins locais, mais tarde em Liam Pó que seria destruída, Tamau onde em 1521 e 1522 foram combatidos pelas forças chinesas e Lampacau, uma pequena ilha na baía de Guangzhou (Cantão). Fortaleza de Diu , a mais importante fortificação da Índia Portuguesa (1535-1536). Guzerate , Índia No Golfo Pérsico , os portugueses conquistam Ormuz em 1515 e, devido à posição estratégica na região, o Bahrein em 1521. Em 1522 o rei hindu de Sonda na Indonésia procurou selar uma aliança com os Portugueses em Malaca para se defender do aumento de poder muçulmano no centro de Java. [ 60 ] , convidando-os a construir uma fortaleza no porto de Kalapa (actual Jacarta ). O Tratado de Sunda Kalapa (1522) foi selado com um padrão , mas os portugueses não conseguiriam cumprir a promessa de voltar no ano seguinte: nesse ano torna-se governador da Índia Duarte de Meneses que, após uma administração desastrosa, é enviado sob prisão para o reino e substituído por Vasco da Gama, que veio a falecer em Cochim em 1524. Entre 1522 e 1529, na sequência da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães , os castelhanos contestaram o limite Este do Tratado de Tordesilhas, disputando as valiosas Molucas 'berço de todas as especiarias' e as Filipinas com os portugueses. Em 1529 D. João III e Carlos I de Espanha selaram o Tratado de Saragoça , que definia a continuação do meridiano de Tordesilhas no hemisfério oposto, a leste das ilhas Molucas, cedidas pela Espanha mediante o pagamento de 350 000 ducados de ouro . [ 61 ] Em 1533, Portugal conquista Baçaim , a cerca de 50 quilômetros de Bombaim . Em 1534, Guzerate foi ocupada pelos mogóis e o sultão Bádur Xá de Guzerate foi forçado a firmar o tratado de Baçaim , onde estabelecia uma aliança para recuperar o seu país, cedendo em troca Damão , Diu , Bombaim e Baçaim . [ 62 ] Em 1535, o capitão António de Faria , partindo de Da Nang , onde os portugueses tinham aportado em 1516, na então chamada Cochinchina (actual Vietname ), tentou estabelecer um posto comercial em Faifo , o que falhou. [ 63 ] Em 1538, a fortaleza de Diu é novamente cercada por 54 navios otomanos. Um outro cerco falhado em 1547 poria fim às ambições otomanas, confirmando a hegemonia portuguesa. O empório comercial A Casa da Índia situada no Paço da Ribeira frente ao rio Tejo, vendo-se o estaleiro naval ( Ribeira das Naus ). Desenho de Braun e Hogenberg - Civitates Orbis Terrarum - 1572 O Império Português em África e no Oriente foi essencialmente marítimo e comercial, localizado em regiões costeiras. A vasta rede de feitorias e fortalezas facilmente abastecíveis por mar, [ nota 9 ] reforçadas pela acção das missões religiosas em terra, permitiram aos portugueses controlar e dominar o comércio de especiarias, de pedras preciosas, da seda e da porcelana. Lisboa era o ' empório ' da Europa . Em Lisboa, a ' Casa da Índia ' administrava o monopólio da navegação e do comércio com o oriente, mantendo a Coroa como reguladora. Criada entre 1500 e 1503, [ nota 10 ] foi sucessora de instituições semelhantes, como a Casa da Guiné e a Casa da Mina, para acompanhar a expansão comercial no oriente. A Casa da Índia administrava as exportações para Goa, centro do império oriental, o desembarque de mercadorias orientais e a sua venda em Lisboa. A distribuição na Europa era feita através da Feitoria Portuguesa de Antuérpia . O monopólio régio incidia sobre as principais especiarias - pimenta , cravinho e canela e exportação de cobre , com grande procura na Índia- cobrando uma taxa de 30% no lucro dos restantes produtos. Em 1506 cerca de 65% dos proveitos do reino vinham de taxas sobre as actividades além-mar. Em 1518, só o lucro das especiarias [ nota 11 ] representava 39% da receita da Coroa, [ 64 ] o que levaria Francisco I de França a apelidar Manuel I de Portugal 'le roi épicier', ou seja, 'o rei merceeiro'. Ao longo de cerca de 30 anos, de 1503 a 1535, os portugueses conseguiram ultrapassar o comércio de especiarias veneziano do Mediterrâneo, [ 65 ] projectando Antuérpia como grande centro comercial da Europa. O estilo Manuelino atesta ainda hoje prosperidade do reino em obras como o Mosteiro dos Jerónimos , encomendado pelo D. Manuel e iniciado em 1502, pouco depois de Vasco da Gama ter regressado da Índia. Financiado em grande parte pelos lucros do comércio de especiarias , grande parte da sua construção seria realizada até 1540, no reinado de D. João III . No oriente desde 1510, a política do governador-geral Afonso de Albuquerque encorajou os casamentos mistos, permitindo o aparecimento de uma comunidade euroasiática em Goa, que por sua vez apoiava a administração e as actividades comerciais e de construção naval. Rotas comerciais portuguesas de Lisboa a Nagasaki entre 1580-1640 (azul). E a rota comercial espanhola estabelecida em 1565, o chamado galeão de Manila (branco) A receita começou a declinar em meados do século, devido aos custos da presença em Marrocos e a gastos perdulários. Portugal não desenvolvera as infraestruturas domésticas para acompanhar a atividade, confiando em serviços exteriores para apoiar as suas atividades comerciais, fazendo com que grande parte da receita se dissipasse no processo. Em 1549, após um pico especulativo , a Feitoria Real de Antuérpia faliu e foi encerrada. [ 66 ] O trono confiava crescentemente no financiamento externo e, em 1560, a receita da Casa da Índia não era suficiente para cobrir as suas despesas: a monarquia tinha entrado em ruptura (a política portuguesa de monopólio real seria atenuada em 1570 e abandonada em 1642, com a crise sucessória e após dinastia filipina , passando a Casa da Índia a ter um carácter de alfândega ). Chegada ao Japão e fixação em Macau Ver artigos principais: Período Nanban e Macau (Portugal) Entre 1542 e 1543 um grupo de comerciantes, entre os quais Francisco Zeimoto aportou no Japão pela primeira vez. Segundo Fernão Mendes Pinto , que terá participado nesta viagem, chegaram à ilha de Tanegashima , onde espantaram os autóctones as armas de fogo e o relógio. Nesse mesmo ano chegou a Goa, viajando com o novo vice-rei, o missionário jesuíta Francisco Xavier para ocupar o cargo de Núncio Apostólico , ao abrigo do Padroado português . Fora enviado por D. João III após sucessivos apelos ao Papa pedindo missionários para espalhar a fé e ajudar a manter a ordem na Ásia portuguesa, e recomendado entusiasticamente por Diogo de Gouveia , que aconselhou o rei a chamar os jovens cultos da recém-formada Companhia de Jesus . Após a chegada ao Japão, mercadores e aventureiros portugueses envolveram-se num lucrativo comércio na ilha de Kyushû, sem porto fixo, em navios próprios e juncos chineses. [ 67 ] Este comércio tornou-se particularmente lucrativo a partir de 1547, quando as autoridades chinesas proibiram o comércio directo entre a China e o Japão devido à pirataria, retomando a política isolacionista Hai Jin (literalmente 'proibição marítima'), mas deixando os portugueses como únicos intermediários: apesar da proibição, a China, carente da prata , precisava de acesso às reservas do Japão. Por sua vez, os japoneses eram grandes consumidores de sedas e porcelana chinesa . A importância deste comércio levou à instituição em 1550 de uma viagem anual sob monopólio da Coroa: a ' Viagem do Japão '. O direito a realizar esta viagem era atribuído a um Capitão-mor designado pelo Governador- como recompensa por serviços prestados. Dada a longa distância entre Goa e o Japão, inicialmente a chamada ' nau do trato ' partia de Malaca . Em 1554, após várias tentativas de criar uma escala intermédia na China, Leonel de Sousa capitão-mor da viagem do Japão , [ 68 ] obteve um acordo para negociar em Cantão. Desde 1535, na sequência de um naufrágio, tinham sido autorizados a aportar na península de Macau e a exercer as suas actividades comerciais, embora sem permanecer em terra. [ 69 ] [ 70 ] Em 1549 foram autorizadas missões comerciais anuais de Sanchoão . Os portugueses encontraram uma lucrativa fonte de rendimento no comércio triangular China-Macau-Japão. [ 71 ] Por volta de 1555, Macau tornara-se, já, um importante centro de um comércio triangular entre a China e o Japão e Goa, e entre estes e a Europa. Em 1557, as autoridades chinesas deram finalmente autorização para os portugueses estabelecerem-se permanentemente, [ 70 ] concedendo-lhes um considerável grau de autogovernação mediante um pagamento anual (cerca de 500 taéis de prata ). Carraca Portuguesa em Nagasaki. Painel japonês do período Nanban do Japão . No Japão os portugueses estabeleceram-se inicialmente no porto de Hirado , iniciando uma intensa interação tanto a nível económico como religioso, no que ficou conhecido como período de ' Comércio Nanban ', (japonês:南蛮貿易, nanban-bōeki, 'Comércio com os bárbaros do sul'). O arcabuz foi fabricado pelos japoneses em grande escala [ 72 ] e teria um papel determinante no curso das batalhas do período Sengoku que então travavam entre daimyos . o açúcar refinado e o cristianismo seriam outras das novidades de grande aceitação. Francisco Xavier viajaria no Japão em 1549, fazendo numerosos convertidos. Em 1571, após um acordo com o daimyo cristão Omura Sumitada (baptizado 'Dom Bartolomeu') os portugueses mudar-se-iam estabelecendo-se em Nagasaki , no Japão, até então uma pequena comunidade, [ 73 ] e criando assim um centro comercial que durante muitos anos seria a porta do Japão para o mundo. Em 1580, pouco antes do início da união Ibérica , Omura Sumitada cedeu a jurisdição sobre Nagasaki aos Jesuítas. Desde a sua fundação, Macau cresceu à custa do lucrativo comércio baseado na troca de sedas chinesas por prata japonesa. Em apenas uma década, tornou-se o intermediário-chave no comércio entre a China e o Japão , com os portugueses a embolsar enormes lucros. [ 74 ] Tornar-se-ia rapidamente um nó importante no desenvolvimento do comércio ao longo de três eixos principais: Macau-Malaca-Goa/Lisboa. Guangzhou-Macau-Nagasaki e mais tarde Macau-Manila-México. Nestas circunstâncias, os portugueses tornaram-se os intermediários naturais, ganhando o monopólio de um comércio que atingiria o seu auge entre o final do século XVI e o início do século XVII . Dinastia Filipina e guerra luso-holandesa (1580-1663) Mais informações: Guerra Luso-Neerlandesa A captura de Cochim e vitória da V.O.C. holandesa sobre os portugueses em 1663. 1682, Atlas van der Hagen A morte de Dom Sebastião em Alcácer Quibir , sem descendência, fez passar a coroa em 1580 para os Habsburgos da Espanha . Durante este período, o império do Oriente viu-se envolvido nas guerras que a Espanha travava com os ingleses e os holandeses . Ao longo do século XVII , na guerra Luso-Holandesa os holandeses tomaram sistematicamente possessões portuguesas, aliando-se por sua vez com os dirigentes locais, e desmantelando o monopólio comercial português na Ásia. Em 1592, considerando suspenso a aliança Luso-Britânica de 1373 e em plena guerra com Espanha , uma frota inglesa interceptou ao largo dos Açores uma frota vinda da Índia, capturando a Nau portuguesa Madre de Deus de grande tonelagem. Com 1600 toneladas (das quais 900 de mercadorias) tinha 3 vezes o tamanho do maior navio inglês e uma tripulação de 600 a 700 homens. Entre as riquezas estavam jóias, ouro e prata, âmbar, rolos de tecido e tapeçaria, 425 toneladas de pimenta, cravo da Índia, canela, cochonilha, ébano, noz-moscada, benjamim. Havia ainda incenso, sedas, damasco, tecido de ouro, porcelana chinesa e presas de elefante entre outros. E o maior tesouro: um documento impresso em Macau em 1590, contendo informação sobre o comércio português na China e no Japão. Richard Hakluyt relatou-o tratado como a mais preciosa das jóias. Quando Isabel I de Inglaterra foi informada do sucedido enviou Sir Walter Raleigh para reclamar o seu quinhão. O valor estimado da carga equivalia a metade do tesouro inglês na altura. Quando Raleigh restaurou a ordem já só sobrava cerca de um quarto. A Madre de Deus seria um dos maiores saques da História, galvanizando o interesse inglês na região. Basílica do Bom Jesus , Goa Velha , construída entre 1594-1605 onde se encontra o túmulo de S. Francisco Xavier , Património Mundial da UNESCO Nesse mesmo ano Cornelis de Houtman fora enviado por mercadores de Amesterdão para Lisboa, com a missão de recolher tanta informação sobre as Ilhas das Especiarias, quanto pudesse. Em 1595 o mercador e explorador holandês Linschoten , após ter viajado extensamente na Ásia ao serviço dos portugueses, publicou em Amesterdão o relato ' Reys-gheschrift vande navigatien der Portugaloysers in Orienten ' ('Relato de uma viagem pelas navegações dos portugueses no Oriente'). A obra continha cartas e indicações sobre como navegar entre Portugal e as Índias Orientais até ao Japão . O interesse despertado nos Países Baixos e na Inglaterra por estas informações esteve na origem do movimento de expansão comercial que levou à fundação da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais em 1602 da Companhia Britânica das Índias Orientais em 1600, permitindo a entrada dos seus compatriotas nas então denominadas Índias Orientais. Os confrontos com os Holandeses no oriente iniciaram-se em 1603, quando a carraca portuguesa ' Santa Catarina ', carregada de valiosas mercadorias, foi capturada ao largo de Singapura pela recém criada Companhia Holandesa das Índias Orientais, ou VOC . O feito, um saque que duplicava o capital inicial da VOC, gerou protestos internacionais mas serviu de pretexto para contestar a política ibérica de Mare Clausum , advogando o ' Mare Liberum ' , uma sustentação ideológica para que os holandeses quebrassem os monopólios comerciais, utilizando a sua potência naval para estabelecer o seu próprio monopólio. Em 1605, mercadores da VOC capturaram o forte português de Amboina , seguindo-se Ternate , nas ilhas Molucas. Em 1619, fundaram Batávia (actual Jacarta) na Indonésia, tornando-a capital do seu império no Oriente. Nos vinte anos seguintes Goa, sob cercos desde 1603, e Batávia batalharam incessantemente entre si, como capitais rivais dos Estado Português da Índia e da VOC. No médio oriente os Persas , com a ajuda dos ingleses, expulsaram os portugueses do Bahrein em 1602 e de Ormuz em 1622. Apogeu e queda do comércio Macau-China-Japão Ruínas de São Paulo , igreja construída em 1565 em Macau A ilha de Dejima na baía de Nagasaki , construída em 1634 para confinar os portugueses e sede Holandesa desde 1641, único ponto de comércio externo do Japão após decretado o sakoku . 1820, Museu Britânico Os portugueses de Macau viram com preocupação a subida de Filipe II ao trono, temendo perder o monopólio no comércio ou a expulsão do território pelos chineses. Em 1583 criaram o Senado para garantir a autonomia e mantiveram a bandeira portuguesa. Fulcral no comércio entre a China, a Europa e o Japão, Macau atingiu a sua 'idade de ouro' durante a união espanhola, de 1595 a 1602. Devido à crescente prosperidade foi elevada a cidade em 1586 por Filipe II. Além da exclusividade portuguesa do comércio com o Japão, a sua posição estratégica permitia beneficiar das rotas comerciais portuguesas e espanholas, como o Galeão de Manila , a rota alternativa que ligara Manila a Acapulco e a Espanha desde 1565, e tornara-se fulcral quando os Holandeses começaram a perturbar as rotas de Goa e Malaca . Os espanhóis sedeados em Manila tentaram sem sucesso acabar com a posição privilegiada portuguesa: em 1589, com a criação de uma rota comercial Macau-Acapulco, chegaram a pedir a destruição de Macau e transferência do comércio de prata e de seda entre o Japão e a China para Manila. (Mais tarde, D. João IV recompensaria a lealdade de Macau com o título Não Há Outra Mais Leal , passando esta cidade a ser designada por Cidade do Santo Nome de Deus de Macau, Não Há Outra Mais Leal ). Macau sofreu ataques holandeses desde 1603 a 1622, ano em que resistiu a uma tentativa de conquista após dois dias de combate. O comércio com o Japão terminaria abruptamente: confinados à ilha de Dejima no porto de Nagasaki desde 1636, os portugueses e o catolicismo foram vistos como uma das causas da rebelião de Shimabara de 1638, sendo expulsos do Japão em 1639, ao mesmo tempo que o cristianismo no Japão passou à clandestinidade (os Kakure Kirishitan ). Reprimida com o auxílio dos holandeses, que se haviam estabelecido em Hirado - a rebelião reforçou as políticas de isolamento Sakoku do xogum Tokugawa Iemitsu , afectando seriamente a economia de Macau, que entrou rapidamente em declínio. Dejima passou para os holandeses da VOC, que ganharam o exclusivo do comércio, prejudicando seriamente a economia de Macau. Restauração e declínio do Estado Português da Índia Mais informações: Estado da Índia Em 1640, começou a Guerra da Restauração em Portugal. Com o fim do domínio Habsburgo João IV de Portugal ascendeu ao trono. O rei enviou embaixadores a França, Inglaterra e à Holanda, visando formar parcerias na luta contra a Espanha. Foi firmado o Tratado de Haia (1641) , estabelecendo uma trégua de dez anos entre o Reino de Portugal e a Holanda. Foi um Tratado de Aliança Defensiva e Ofensiva entre ambas as partes. Na prática, a trégua firmada para todos os territórios de ambos impérios, limitou-se ao continente europeu, sendo ignorada por ambas as partes no resto do mundo: Mapa mostrando a posição possessões europeias na Índia e Sri Lanka (Ceilão), entre 1501 e 1739 Malaca foi conquistada pelos holandeses da VOC em 1641, no culminar da guerra, constituindo o maior golpe, ao privar o império português do controlo do estreito. Em 6 de Abril de 1652, o mercador da VOC Jan van Riebeeck estabeleceu um posto de reabastecimento próximo do Cabo da Boa Esperança que evoluiu para se tornar na Cidade do Cabo, permitindo aos holandeses dominar a rota do cabo , fazendo a navegação directa desde o Cabo da Boa Esperança até ao estreito de Sunda, na Indonésia. Ceilão foi perdida em 1658, Cochim em 1662 e a costa de Malabar em 1663, quebrando um segundo acordo de paz, o Tratado de Haia de 1661, [ nota 12 ] o ano em que Bombaim e Tânger foram cedidas à Inglaterra como dote do casamento entre a princesa Catarina de Bragança e Carlos II . A desatualizada administração do império, a falta de recursos humanos, económicos e militares para uma efectiva ocupação, a reorganização do comércio por parte dos Turcos e dos Árabes , com novas rotas de transporte dos produtos orientais (as ' Rotas do Levante '), a pirataria e o corso , e, sobretudo o aumento da capacidade económica, militar e naval de potências europeias como a Inglaterra e a Holanda , que estabelecera o seu império sobre os territórios conquistados aos portugueses com vastas rotas comerciais, ditaram do monopólio Português no Oriente. Do seu império fragmentado, Portugal só conseguiu conservar não muito mais do que Goa , Damão , Diu , Macau e Timor Português . Na Índia, vários territórios foram, entretanto, perdidos para os maratas até 1739, mantendo-se as designadas ' Velhas Conquistas ', quatro concelhos de Goa incorporados no Estado Português da Índia desde o início do domínio português. Entre 1713 e 1788, a superfície de Goa triplica com a incorporação das Novas Conquistas : Portugal apoderou-se de Dadrá e Nagar-Haveli , num grupo de sete concelhos, ao sul, ao norte e a leste, que foram acrescentados ao Estado Português da Índia. Em 1787 dá-se a chamada ' Conjuração dos Pintos ', uma tentativa de derrubar o regime português em Goa, com vários clérigos e militares, naturais da região, sentiam-se discriminados nas promoções de suas carreiras, por motivos raciais. O grupo dos conspiradores era liderado pelo padre José António Gonçalves de Divar , e incluía o nome de José Custódio Faria, conhecido como ' Abade Faria '. Denunciada, a conspiração foi reprimida pelas autoridades portuguesas. O padre Divar conseguiu escapar e viria a morrer em Bengala . O Abade Faria escapou para a França , onde alcançaria a fama. Houve dois curtos períodos de dominação britânica (1797-1798 e 1802-1813) e poucas outras ameaças externas após este período. Presença portuguesa nas Américas Ver artigos principais: História do Brasil e Colonização portuguesa das Américas Fundação de São Paulo , atualmente a maior cidade da América do Sul , em 25 de janeiro de 1554. Pintura de Antônio Parreiras . Em 1499, na segunda armada à Índia, a mais bem equipada do século XV , Pedro Álvares Cabral afastou-se da costa africana. A 22 de abril de 1500 avistou o Monte Pascoal no litoral sul da Bahia . Oficialmente tida como acidental, a descoberta do Brasil originou a especulação de ter sido preparada secretamente. [ 75 ] O território conseguira fazer parte dos domínios portugueses renegociando a demarcação inicial da Bula Inter Coetera de 1493, quando D. João II firmou o Tratado de Tordesilhas em 1494, que movia mais para oeste o meridiano que separava as terras de Portugal e de Castela. Até 1501, a Coroa portuguesa enviou duas expedições de reconhecimento. [ 76 ] Confirmando a descrição de Pero Vaz de Caminha , de que 'Nela até agora não podemos saber que haja ouro nem prata, nem alguma coisa de metal nem de ferro lho vimos. pero a terra em si é de muitos bons ares, assi frios e temperados como os d'antre Doiro e Minho' , encontrou-se como principal recurso explorável uma madeira avermelhada, valiosa para a tinturaria europeia, que os tupis chamavam ibirapitanga e a que foi dado o nome pau-brasil . Nesse mesmo ano o rei D. Manuel decide entregar a exploração a particulares, adotando uma política de concessões de três anos: os concessionários deveriam descobrir 300 léguas de terra por ano, instalar aí uma fortaleza e produzir 20.000 quintais de pau-brasil.. [ 77 ] Pau-brasil (ou 'pau-pernambuco') florido, no Jardim Botânico de São Paulo . Pernambuco era o local de maior incidência de pau-brasil, e de uma qualidade tão superior que regulava o preço no comércio europeu. [ 78 ] Em 1502, um consórcio de comerciantes financiou uma expedição, que terá sido comandada por Gonçalo Coelho , para aprofundar o conhecimento sobre os recursos da terra, estabelecer contactos com os ameríndios e principalmente fazer o mapeamento da parte situada aquém do Meridiano de Tordesilhas , por isso pertencente à coroa portuguesa. Em 1503, todo o território foi arrendado pela coroa para exploração do pau-brasil aos comerciantes que financiaram a expedição, entre eles Fernão de Noronha , que seria representante do banqueiro Jakob Fugger , que vinha financiando viagens portuguesas à Índia. Em 1506 produzia cerca de 20 mil quintais de pau-brasil, com crescente demanda na Europa, cujo preço elevado tornava a viagem lucrativa. [ nota 13 ] Os navios ancoravam na costa e recrutavam índios para trabalhar no corte e carregamento, em troca de pequenas mercadorias como roupas, colares e espelhos (prática chamada ' escambo '). Cada nau carregava em média cinco mil toras de 1,5 metro de comprimento e 30 quilogramas de peso. O arrendamento foi renovado duas vezes, em 1505 e em 1513. Em 1504, como reconhecimento, o rei D. Manuel I doou a Fernão de Noronha a primeira capitania hereditária no litoral brasileiro: a ilha de São João da Quaresma, atual Fernando de Noronha . Nas três primeiras décadas, o Brasil teria um papel secundário na expansão portuguesa, então centrada no comércio com a Índia e para o Oriente. [ 75 ] O litoral servia fundamentalmente como apoio à carreira da Índia , em especial a Baía de Todos-os-Santos onde as frotas se abasteciam de água e lenha, aproveitando para fazer pequenos reparos. No Rio de Janeiro , junto à foz do rio foi erguida uma construção inspirou o nome que os índios deram ao local: 'cari-oca', casa dos brancos. Comerciantes de Lisboa e do Porto enviavam embarcações à costa para contrabandearem pau-brasil, aves de plumagem colorida ( papagaios , araras ), peles, raízes medicinais e índios para escravizar. Surgiram, assim, as primeiras feitorias. A cultura da cana-de-açúcar foi introduzida a partir de 1516 e as grandes plantações em Pernambuco e na Bahia exigiriam um número crescente de escravos negros da Guiné , do Benim e da Angola . As Capitanias hereditárias e o primeiro Governo Geral (1532-1580) Ver artigos principais: Capitanias do Brasil e Ciclo da cana-de-açúcar Mapa de Luís Teixeira (c. 1574) com a divisão do Brasil em 12 capitanias e a linha de Tordesilhas deslocada dez graus para oeste Desde as expedições de Gonçalo Coelho que se assinalavam incursões de franceses no litoral brasileiro. [ nota 14 ] A partir de 1520, os portugueses apercebem-se que a região corria o risco ser disputada, dada a contestação do Tratado de Tordesilhas por Francisco I de França , que incentivava a prática do corso . O aumento do contrabando de pau-brasil e outros géneros por corsários, desencadearam um esforço de colonização efectiva do território. Entre 1534-36, dom João III instituiu o regime de capitanias hereditárias , promovendo o povoamento através das sesmarias , como se fizera com sucesso nas ilhas da Madeira e de Cabo Verde. Foram criadas quinze faixas longitudinais que iam do litoral até o Meridiano das Tordesilhas. Este sistema envolvia terras vastíssimas, doadas a capitães-donatários que possuíssem condições financeiras para custear a colonização. Cada capitão-donatário e governador deveria fundar povoamentos, conceder sesmarias e administrar a justiça, ficando responsável pelo seu desenvolvimento e arcando com as despesas de colonização, embora não fosse proprietário: podia transmiti-la aos filhos, mas não vendê-la. Os doze beneficiários eram elementos da pequena nobreza de Portugal que haviam se destacado nas campanhas da África e na Índia, altos funcionários da corte, como João de Barros e Martim Afonso de Sousa . Das quinze capitanias originais (a dois meses de viagem de Portugal) apenas as capitanias de Pernambuco e de São Vicente prosperaram. Ambas se dedicaram à lavoura de cana-de-açúcar e, apesar dos problemas comuns às demais, os donatários Duarte Coelho e os representantes de Martim Afonso de Sousa, conseguiram manter os colonos e estabelecer alianças com os indígenas. Percebendo o risco que corria o projeto de colonização, a Coroa decidiu centralizar a organização da Colónia. Com a finalidade de 'dar favor e ajuda' aos donatários, o rei criou em 1548 o Governo Geral, enviando como primeiro governador-geral Tomé de Sousa . Resgatou dos herdeiros de Francisco Pereira Coutinho a Capitania da Baía de Todos os Santos , transformando-a na primeira capitania real, sede do Governo Geral . Esta medida não implicou a extinção das capitanias hereditárias. Esquema do ataque de Mem de Sá aos franceses na baía de Guanabara em 1560 (autoria desconhecida, 1567) O governador-geral passou a assumir muitas funções antes desempenhadas pelos donatários. Tomé de Sousa fundou a primeira cidade, Salvador (Bahia) , capital do estado. Trouxe três ajudantes para ocupar os cargos das finanças, da justiça e da defesa do litoral. Vieram também padres jesuítas , para catequese dos indígenas. Em 1551, foi criado o 1º Bispado do Brasil. Foram também instaladas as Câmaras Municipais, compostas pelos 'homens bons': donos de terras, membros das milícias e do clero. Sob o governo de Tomé de Sousa que chegou ao Brasil um considerável número de artesãos. De início trabalharam na construção da cidade de Salvador e, depois, na instalação de engenhos na região. Os governadores seguintes, Duarte da Costa (1553 - 1557) e Mem de Sá (1557 - 1572), reforçaram a defesa das capitanias, fizeram explorações de reconhecimento e tomaram medidas no sentido de reafirmar a colonização, enfrentando choques com índios e com invasores, especialmente os franceses, que em 1555 trazidos por Nicolas Durand de Villegagnon ocuparam o território o Rio de Janeiro, onde tentaram estabelecer uma colónia, a França Antártica . A ocupação francesa perduraria até 1567, ano em que foram definitivamente derrotados, estabelecendo-se em definitivo a hegemonia portuguesa. Surgiram ainda conflitos com o bispo, e com os próprios jesuítas que se opunham à escravidão indígena, e entre antigos e novos colonos. No início do século XVII , Pernambuco atingiu o posto de maior e mais rica área de produção de açúcar do mundo. [ 79 ] Domínio Habsburgo, divisão e invasões holandesas (1580-1663) Ver artigos principais: Bandeirantes e Invasões holandesas do Brasil Um engenho de cana-de-açúcar em Pernambuco , principal produtor de açúcar do Brasil colonial . [ 79 ] Antiga 'Casa de Câmara e Cadeia' da Cidade do Salvador , primeira capital do Brasil colonial . Convento de São Francisco , convento franciscano mais antigo do Brasil, localizado em Olinda , Pernambuco . 'Planta da restituição da Bahia' ( João Teixeira Albernaz, o velho , 1631) Com a união ibérica sob o domínio Habsburgo, resultante da crise de sucessão de 1580 em Portugal, terminaram os limites do meridiano de Tordesilhas, permitindo expandir o território do Brasil para oeste. Foram então realizadas expedições ao interior tanto por ordem da Coroa, as ' entradas ', como por particulares, os ' bandeirantes '. Estas expedições exploratórias duravam anos, em busca de riquezas minerais, sobretudo a prata abundante na América espanhola e indígenas para escravização. Esta união colocou contudo o império português em conflito com potências europeias rivais de Espanha, como a Holanda. Em 1595, iniciou-se a guerra Guerra Luso-Holandesa . Inicia-se, então, um grande desenvolvimento da agricultura. A economia da colónia gradualmente passara à produção da cana-de-açúcar em grandes propriedades, com o engenho de açúcar como peça principal, especialmente em Pernambuco , na Bahia , em São Vicente (atual São Paulo ) e mais tarde no Rio de Janeiro . Com uma produção muito superior à das ilhas Atlânticas, o açúcar brasileiro supria quase toda a Europa e, no início do século XVII , era exportado para Lisboa, Antuérpia , Amesterdão , Roterdão , Hamburgo . Gabriel Soares de Sousa comentava o luxo reinante na Bahia, com capelas magníficas e refeições em louça da Índia, que servia de lastro nos navios. Para sustentar a produção a partir de meados do século XVI , começaram a importar-se africanos como escravos . Até então os portugueses possuíram o monopólio do tráfico de escravos, mas com o crescimento das suas colónias franceses, holandeses e ingleses entraram no negócio, enfraquecendo a participação portuguesa. Capturados entre tribos em África, por vezes com a conivência de chefes rivais, atravessavam o Atlântico em navios negreiros , em péssimas condições. Nas senzalas os seus filhos também eram escravizados, perpetuando a situação. Em 1621, o Brasil é dividido em dois estados independentes: o Estado do Brasil , de Pernambuco à atual Santa Catarina, e o Estado do Maranhão , do atual Ceará à Amazônia, resultado do destacado papel como ponto de apoio para a colonização do norte e nordeste. Em ambos os estados, os chamados de 'portugueses do Brasil' estavam sujeitos às mesmas leis que regiam os residentes em Portugal: as Ordenações manuelinas e as Ordenações filipinas . Em 1624, a recentemente criada Companhia Holandesa das Índias Ocidentais , ou WIC, conquista a cidade de Salvador , capital do Estado do Brasil . O Governador é capturado e o governo passa para as mãos de Johan van Dorth . A resistência portuguesa reorganiza-se a partir do Arraial do rio Vermelho . Em 1625 a Coroa espanhola envia uma poderosa armada luso-espanhola, conhecida como Jornada dos Vassalos . Esta bloqueia o porto de Salvador, consegue a rendição holandesa e a recuperação da Bahia. Em 1630, a Capitania de Pernambuco é conquistada pela WIC. O território ocupado é renomeado Nova Holanda , abrangendo sete das dezenove capitanias do Brasil à época. João Maurício de Nassau-Siegen foi nomeado Governador da colónia. O avanço holandês nas duas costas do Atlântico Sul a partir do fim do século XVI ameaçou fortemente as possessões portuguesas. Os holandeses apoderaram-se sucessivamente do Recife , capital do Brasil Holandês , em 1630, de São Jorge da Mina (1637), de Arguim (1638), de São Tomé (1641) e São Luís (1641), capital do Estado do Maranhão . No entanto, a maior parte do Brasil permaneceu em mãos portuguesas, que foram uma constante ameaça ao domínio holandês. Nessa época, foram fundados os quilombos , como o Quilombo dos Palmares , liderado por Zumbi , que congregava milhares de negros fugidos dos engenhos de cana do Nordeste brasileiro e alguns índios e brancos pobres ou indesejáveis. Este 'submundo' foi destruído por bandeirantes portugueses comandados por Domingos Jorge Velho . Restauração e capitulação holandesa (1640-1663) Sobrados da época colonial revestidos com azulejos portugueses , em São Luís do Maranhão , Brasil As Batalhas dos Guararapes , episódios decisivos na Insurreição Pernambucana e considerados a origem do Exército Brasileiro , marcam a retomada da Capitania de Pernambuco , principal centro produtivo da América portuguesa , pelo Império Português. Em 1640, uma armada luso-espanhola falhou o desembarque em Pernambuco, sendo destruída perto de Itamaracá . A guerra recomeçou. No mesmo ano começou a Guerra da Restauração , terminando assim o período do domínio Habsburgo [ 80 ] e D. João IV de Portugal ascende ao trono. Em 1642, Portugal concedeu à Inglaterra a posição de 'nação mais favorecida' no comércio colonial. Em 1645, eclode a Insurreição Pernambucana de luso-brasileiros descontentes com a administração da WIC. Nesse ano o Brasil foi elevado a Principado . Entre 1648-1649 são travadas as Batalhas dos Guararapes , vencidas pelos luso-brasileiros no Estado de Pernambuco. A primeira batalha ocorreu em 19 de Abril de 1648, e a segunda em 19 de Fevereiro de 1649. As forças lideradas pelos senhores de engenho André Vidal de Negreiros e João Fernandes Vieira , pelo africano Henrique Dias e pelo indígena Felipe Camarão , terminam as invasões holandesas do Brasil, embora a guerra continuasse noutras partes do império. Entre 1645 e 1654, os colonos recifenses(também chamados leões do norte) luso-brasileiros, comandados por Salvador Correia de Sá , expulsaram-nos do Brasil e recuperaram Recife. Em 1648, no Rio de Janeiro , Salvador Correia de Sá e Benevides preparou uma frota de 15 navios sob o pretexto de levar ajuda aos portugueses sitiados pelos guerreiros da rainha Nzinga em Angola. Partiu do Rio de Janeiro a 12 de Maio e, através de contactos com Jesuitas, conseguiram reconquistar Luanda em 15 de Agosto. A campanha prolongou-se de 1648 a 1652, recuperando Angola e a ilha de São Tomé para os portugueses. Em meados do século, o açúcar produzido nas Antilhas Holandesas começou a concorrer fortemente com o açúcar do Brasil. Os holandeses tinham aperfeiçoado a técnica no Brasil, e dominavam o transporte e distribuição em toda a Europa. Em 1649, dando seguimento a uma ideia já avançada por padre António Vieira , [ nota 15 ] D. João IV autoriza a criação da Companhia Geral do Comércio do Brasil para fomentar a recuperação da agromanufatura açucareira. A sua principal função era a de fornecer, em carácter de exclusivo, escravos africanos para a região nordeste do Brasil e garantir o transporte do açúcar em segurança para a Europa, para coadjuvar a resistência ao invasor. Em 26 de Janeiro de 1654 é assinada a capitulação holandesa no Brasil, a Capitulação do Campo do Taborda , no Recife , de onde partiram os últimos navios holandeses. Portugal foi obrigado a recorrer à Inglaterra e nesse ano aumentou os direitos ingleses, que poderiam negociar diretamente vários produtos do Brasil com Portugal e vice-versa. Em 1661, a Inglaterra comprometeu-se a defender Portugal e colónias em troca de dois milhões de cruzados, obtendo ainda as possessões de Tânger e Bombaim , cedidas como dote do casamento entre a princesa Catarina de Bragança e Carlos II de Inglaterra . Nesse ano é assinado o segundo Tratado de paz de Haia com os holandeses: Portugal aceitou as perdas na Ásia, comprometendo-se a pagar oito milhões de Florins, equivalente a sessenta e três toneladas de ouro, como compensação pelo reconhecimento da soberania portuguesa do Nordeste brasileiro , ex- Nova Holanda . Este valor foi pago em prestações, ao longo de quarenta anos e sob a ameaça de invasão da Marinha de Guerra. O Ciclo do ouro (1693-1800) Ver artigo principal: Ciclo do ouro Cidade de Ouro Preto , Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura , em Minas Gerais , no Brasil Detalhe do retábulo -mor monumental da Basílica de Nossa Senhora do Carmo , em Recife (1687-1767) No fim dos confrontos com os holandeses, embora conseguindo recuperar o Brasil e territórios em África, Portugal perdeu para sempre a proeminência no Oriente. Assim, ao longo do século XVII , o Brasil começou a ganhar uma importância crescente no império, para o qual exportava pau-brasil e açúcar . A partir de 1693, as atenções centraram-se na Capitania do Espírito Santo , na região que ficaria conhecida como Minas Gerais, onde bandeirantes paulistas haviam descoberto ouro . [ 81 ] As primeiras descobertas importantes na serra de Sabarabuçu e o início da exploração nas regiões auríferas ( Minas Gerais , Mato Grosso e Goiás ) provocaram uma verdadeira 'corrida do ouro', com grande afluxo migratório para estas regiões. Em 1696 foi fundada a povoação tornou-se a vila de Minas Gerais em 1711, novo centro económico da colónia, com rápido povoamento e alguns conflitos. [ nota 16 ] Este Ciclo do Ouro permitiu a criação de um mercado interno e atraiu uma grande quantidade de imigrantes. A população cresceu 750% entre 1650 a 1770. A população de Minas Gerais rapidamente se tornou a maior do Brasil, contribuindo para o povoamento do interior. 78% desta população era formada por negros e mestiços, destacando-se também os cristãos-novos vindos do norte de Portugal e das Ilhas dos Açores e Madeira, importantes no comércio colonial nos povoados em volta de Ouro Preto e Mariana . A corrida ao ouro aumentou consideravelmente as receitas da coroa, que cobrava um quinto de todo o minério extraído, o que passou a ser conhecido como 'o quinto '. Os desvios e o tráfico eram frequentes, pelo que instituiu toda uma burocracia de controlo. [ nota 17 ] Na correspondência do embaixador francês em Lisboa, Rouillé, há a primeira menção ao ouro chegado na frota em 1697 - 115,2 quilos. Faltam elementos para julgar o ouro entrado no Reino de 1698 a 1703, mas Godinho sem citar a fonte menciona, em 1699, 725 quilos e, em 1701, 1.785 quilos. A produção aurífera terá passado de 2 toneladas por ano em 1701 para 14 toneladas nos anos 1750, mas depois começou a declinar fortemente até se esgotar antes do fim do século. O ouro ultrapassou em lucro os outros produtos do comércio e permitiu a prosperidade do Rio de Janeiro . A importância económica do Brasil para Portugal, teria levado D. João IV a referir-se ao Brasil como a 'vaca leiteira do Reino'. [ 83 ] No final da década de 1720, descobriram-se também diamante e outras gemas preciosas. O ouro abundante nos ribeirões esgotou-se e passou a ser mais penosamente buscado em veios dentro da terra, com as condições de vida dos escravizados na região mineira particularmente difíceis. Apareceram metais preciosos em Goiás e no Mato Grosso , no século XVIII . O tratado de Madrid (1750) definiu as fronteiras entre o Brasil e o resto dos territórios espanhóis, mas os conflitos continuam frequentes ao respeito da colónia do Sacramento , até que Portugal a renunciou no Tratado de Santo Ildefonso (1777) . O século XVIII foi marcado por uma maior centralização e aumento do poder real por todo o Império Português. o poder dos jesuítas , então protectores dos Índios ante a escravidão , foi brutalmente suprimido por Marquês de Pombal com a dissolução desta ordem religiosa católica sob solo português em 1759. Em 1774, os dois Estados do Brasil e do Grão-Pará e Maranhão fundiram-se numa só entidade administrativa. Os colonos começam a manifestar uma certa insatisfação face às autoridades de Lisboa. A decadência da mineração tornou difícil pagar os impostos exigidos pela Coroa. Em 1789, quando se anunciava a derrama , um imposto de 20% do valor do ouro retirado, eclodiu em Ouro Preto a Inconfidência Mineira . A revolta que partiu da elite de Minas Gerais fracassou e, em 1792, um dos seus líderes, Tiradentes , foi enforcado. [ 84 ] Dez anos mais tarde seguiu-se a Conjuração Baiana em Salvador, um movimento que partiu da camada humilde da sociedade da Bahia , com grande participação de negros , mulatos e alfaiates, por isso também é conhecida como Revolta dos Alfaiates , que pregavam a libertação dos escravos, a instauração de um governo igualitário com a instalação de uma República na Bahia, que seria detida em 12 de Agosto de 1798. Estes dois movimentos manifestavam já a intenção de proclamar a independência, inspirados nos ideais iluministas da França e na recente independência norte-americana . Mudança da Corte e Independência do Reino do Brasil (1807-1825) Ver artigos principais: Transferência da corte portuguesa para o Brasil e Independência do Brasil O Paço dos Vice-Reis foi construído no século XVIII para residência dos governadores da Capitania do Rio de Janeiro . Depois passou a ser a casa de despachos do Vice-Rei do Brasil , e posteriormente do rei Dom João VI . Primeira Carta Régia , de 1808, com o Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas Em Novembro de 1807, refugiando-se das tropas do imperador francês Napoleão Bonaparte , a coroa portuguesa mudou-se para o Brasil . Dom João VI chegou à cidade do Rio de Janeiro em 1808 com uma comitiva de 15 mil pessoas, após uma aliança secreta com a Grã-Bretanha, que acordou pôr a salvo a família real e o governo português, escoltando os navios no caminho. [ 85 ] Instalaram-se no Paço da Cidade , residência dos governadores desde 1743. Quatro dias após a chegada, ainda em Salvador , Bahia , o Príncipe assinou a primeira carta régia com o Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas , acabando com o Pacto colonial , que estabelecia o monopólio de comércio do Brasil com Portugal. Os portos brasileiros foram então abertos às nações amigas - como a Grã-Bretanha ). [ 85 ] Foi permitida a importação 'de todos e quaisquer gêneros, fazendas e mercadorias transportadas em navios estrangeiros das potências que se conservavam em paz e harmonia com a Real Coroa' ou em navios portugueses, numa tentativa de diminuir, abrindo os portos, a total dependência de Portugal da Grã-Bretanha. Esta abertura foi acompanhada por uma série de melhoramentos, decretados por carta régia: depois do comércio, chegou 'a liberdade para a indústria', a criação da Imprensa Nacional e de uma Fábrica de Pólvora , [ 86 ] [ 87 ] que desde 1540 era fabricada na Fábrica da Pólvora de Barcarena . [ 88 ] Em 12 de outubro foi fundado o Banco do Brasil para financiar as novas iniciativas e empreitadas. Como represália à França, dom João ordenou a invasão e anexação da Guiana Francesa , no extremo norte, e da banda oriental do rio Uruguai , no extremo sul. O primeiro território seria devolvido à soberania francesa em 1817, mas o Uruguai foi mantido sob o nome de Província Cisplatina . Em 16 de dezembro de 1815, no contexto das negociações do Congresso de Viena , o Brasil foi elevado à condição de Reino dentro do Estado português, com a designação ' Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves '. O Rio de Janeiro tornou-se Corte e capital imperial e as antigas capitanias passaram a ser denominadas províncias. Nesse ano morreu a rainha Maria I e D. João VI foi coroado rei. Deu ao Brasil como brasão-de-armas a esfera manuelina com as quinas, já presente em moedas da África portuguesa (1770). Em Janeiro de 1821, após a ( revolução liberal portuguesa de 1820 ), foram instauradas em Portugal as ' Cortes Gerais, Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa ' encarregadas de elaborar uma constituição . Em Fevereiro, D. João VI ordenou que deputados do Brasil, bem como dos Açores, Madeira e Cabo Verde participassem na assembleia. No Rio de Janeiro, um decreto comunicou o retorno do rei a Portugal e ordenou que, «sem perda de tempo», fossem realizadas eleições dos deputados para representarem o Brasil nas 'Cortes Gerais' convocadas em Lisboa. O Brasil elegeu 81 representantes para as Constituintes em Lisboa. Em Abril chegaram a Lisboa Maciel Parente e Francisco Moniz Tavares , deputados da Junta do Pará e de Pernambuco, os primeiros brasileiros a discursar oficialmente na Assembleia, [ 89 ] em vivo debate, com os deputados portugueses Borges Carneiro e Ferreira Borges e Moura, contra a remessa de mais tropas para Pernambuco e a incômoda presença da numerosa guarnição militar portuguesa na província. [ 89 ] No Rio, a primeira assembleia de eleitores do Brasil resultou em confronto com mortos, com tropas portuguesas a dissolveram a manifestação. No dia seguinte, cariocas afixaram à porta do Paço um cartaz com a inscrição 'Açougue do Bragança', referindo-se ao Rei como carniceiro. D. João VI partiu para Portugal cinco dias depois, em 16 de abril de 1821, deixando seu primogénito Pedro de Alcântara como Príncipe-Regente do Brasil. Em Agosto de 1821 as Cortes apresentaram três projetos para o Brasil com medidas que estes se recusavam a aceitar. Império Português em 1822 Em Janeiro de 1822, a secessão do Brasil seria impulsionada e anunciada informalmente pelo príncipe herdeiro D. Pedro, com a declaração de de que iria permanecer no Brasil, no ' Dia do Fico ', com as seguintes palavras: Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico. Agora só tenho a recomendar-vos união e tranquilidade. Esta seria declarada no dia 7 de setembro a data do romantizado ' grito do Ipiranga '. Em 7 de setembro de 1822, dom Pedro proclamou a independência e reinou até 1831, como D. Pedro I , quando foi sucedido por seu herdeiro, Dom Pedro II , que tinha apenas cinco anos. [ 90 ] Aos catorze anos em 1840, Dom Pedro II teve sua maioridade declarada, sendo coroado imperador no ano seguinte. No final da primeira década do Segundo Reinado , o regime estabilizou-se. As províncias foram pacificadas e a última grande insurreição, a Revolta Praieira , foi derrotada em 1849. Com o reconhecimento por Portugal da declaração de independência do Brasil, em 1825, mediante pagamento, Portugal fica obrigado a acentuar a sua expansão territorial no interior da África a fim de manter-se a par com as outras potências. A independência do Brasil, porém, criou uma imensa onda de choque emocional e material em Portugal, pois era o baluarte do Império, símbolo de orgulho nacional. Portugal Insular Durante o reinado de dom João I , sob comando do Infante D. Henrique , dá-se o redescobrimento da ilha de Porto Santo por João Gonçalves Zarco em 1418 e mais tarde da ilha da Madeira por Tristão Vaz Teixeira . Trata-se de um redescobrimento pois já havia conhecimento da existência das ilhas da Madeira no século XIV , segundo revela a cartografia da época, principalmente em mapas italianos e catalães . Eram, então, ilhas desabitadas que, pelo seu clima , ofereciam possibilidades de povoamento e reuniam condições para a exploração agrícola . Os arquipélagos da Madeira e das ilhas Canárias despertaram, desde cedo, o interesse tanto dos Portugueses como dos Castelhanos. por serem vizinhos da costa africana, representavam fortes potencialidades económicas, em especial as Canárias, que tinham uma grande importância estratégica. A disputa destes territórios deu origem ao primeiro conflito ibérico motivado por razões expansionistas que terminaria com a assinatura do Tratado das Alcáçovas-Toledo em 1479. Além de formalizar a paz entre Afonso V de Portugal e os Reis Católicos , continha cláusulas concernentes à política externa de dos dois reinos, que competiam pelo domínio do Oceano Atlântico e das terras até então descobertas na costa africana: Portugal obtinha o reconhecimento do seu domínio sobre a ilha da Madeira , o Arquipélago dos Açores , o de Cabo Verde e a costa da Guiné, enquanto que Castela recebia as ilhas Canárias, renunciando a navegar ao Sul do cabo Bojador, ou seja, do Paralelo 27 no qual se encontravam. Regulamentava também as áreas de influência e de expansão de ambas as coroas pelo Reino Oatácida de Fez, no Norte de África. Madeira Ver artigo principal: História da Madeira Para tentar evitar uma situação idêntica à das Canárias , perdidas para Castela , logo em 1424 iniciou-se a colonização da Madeira adoptando um sistema de capitanias . Inicialmente a Madeira exportava cedro , teixo , sangue-de-dragão , anil e outros materiais tintureiros. a partir de 1450 tornou-se um centro produtor de cereais. Com a queda na produção cerealifera, o infante dom. Henrique mandou plantar, na ilha da Madeira, a cana-de-açúcar - rara na Europa e já tentada no Algarve - promovendo, para isso, a vinda, da Sicília , da soca da primeira planta e dos técnicos especializados. A partir de 1455, inicia-se uma florescente indústria de açúcar . A acessibilidade da Madeira atraiu comerciantes genoveses e flamengos interessados em contornar o monopólio Veneziano , [ 16 ] entres os quais pontuou o florentino Bartolomeu Marchionni . A produção cresceu de tal forma que exigiu uma grande necessidade de mão de obra . Para satisfazer esta carência, foram levados, para a ilha, escravos originários das Canárias, de Marrocos e, mais tarde, de outras zonas de África. “ Em 1480 havia cerca de setenta navios envolvidos no comércio de açúcar da Madeira, com a refinação e distribuição concentrada em Antuérpia . Em 1490 a Madeira tinha ultrapassado Chipre como um produtor de açúcar. [ 16 ] ” Mais tarde, cerca do século XVII , a cultura da cana-do-açúcar iria ser promovida no Brasil - inicialmente comercializado como 'açúcar da Madeira' - passando a Madeira a investir na produção do vinho . Açores Ver artigo principal: História dos Açores ' A Cidade de Angra na Ilha de Jesus Cristo da Terceira... ', porto de abrigo da armada das ilhas ( Jan Huygen van Linschoten , 1596) Em 1427, dão-se os primeiros contactos com o arquipélago dos Açores por Diogo de Silves . Ainda nesse ano é descoberto o grupo oriental dos Açores, ( São Miguel e Santa Maria ). Segue-se o descobrimento do grupo central ( Terceira , Graciosa , São Jorge , Pico e Faial ). Em 1452 o grupo ocidental ( Flores e Corvo ) é descoberto por João de Teive . Para que os colonos pudessem cultivar as terras foi necessário desbastar densos arvoredos que proporcionavam matéria-prima para exportação. A exportação de madeiras para produção escultórica e construção naval, o cedro-do-mato e o teixo , o cultivo de cereais e a criação de gado foram as actividades predominantes, com o trigo. Para além do trigo, de que Portugal era cronicamente carente, cedo canalizado para as então praças portuguesas das conquistas do norte de África, em especial Mazagão e Ceuta , a cultura do pastel e a apanha da urzela para tinturaria deram origem a um activo comércio com os portos da costa europeia, em especial com Portugal e a Flandres , atingindo o seu auge quando a produção de cana-de-açúcar, tentada sem grandes resultados, e de trigo entraram em decadência. Os arquipélagos dos Açores e da Madeira , territórios desabitados até à altura do seu descobrimento, foram colonizados desde o início do século XV , tal como o sul do Continente Português, maioritariamente por portugueses, embora também com alguns estrangeiros europeus, maioritariamente flamengos e italianos. A presença de grande número de flamengos nas ilhas do Grupo Central levou a que aquelas ilhas fossem durante muitos anos conhecidas por 'ilhas flamengas' (em inglês 'Flemish islands') na cartografia oriunda do norte europeu. A presença nas ilhas de flamengos e alemães, entre os quais o cosmógrafo Martin Behaim , contribuiu para algum cosmopolitismo da vivência insular de então, em particular no Grupo Central. Entre os povos que vieram para os Açores estavam os cristãos-novos, judeus convertidos forçadamente ao catolicismo que emigraram do continente europeu para adquirirem terras e escaparem da perseguição religiosa. O progresso das ilhas deveu-se à importância como escala da chamada Carreira da Índia , apoiando as naus que regressavam na ' volta do mar '. No porto de Angra do Heroísmo eram reabastecidas e reaparelhadas as embarcações carregadas de mercadorias. Por essa razão desde as primeiras décadas do século XVI aqui foi instalada a Provedoria das Armadas , para apoiar a chamada Armada das ilhas . A cidade teve parte activa à época da Crise de sucessão de 1580 resistindo ao domínio Castelhano, apoiando António I de Portugal que aqui estabeleceu o seu governo, de 5 de Agosto de 1580 a 6 de Agosto de 1582. Posteriormente, no contexto da Dinastia Filipina , serviu de porto aos galeões espanhóis carregados de ouro e prata , oriundos das ' Índias Ocidentais ', numa rota que se estendia de Cartagena das Índias , passava por Porto Rico e por Angra, e alcançava Sevilha . Em 1641, o modo como expulsou os espanhóis entrincheirados na fortaleza do Monte Brasil valeu-lhe o título de ' Sempre leal cidade ', outorgado por João IV de Portugal . Sujeitas desde o início ao regime senhorial, tal como o resto do país, as Ilhas foram integradas na estrutura centralizada do Reino pelo Marquês de Pombal, no século XVIII , quando extinguiu esse regime senhorial e instituiu as capitanias-gerais, antecessoras dos distritos autónomos do liberalismo oitocentista. Com efeito, nos Açores , as capitanias donatárias haviam sido extintas em 1766, anterioremente ao dos restantes senhorios do Continente, ficando a autoridade do Governo centralizada no capitão-general, com sede em Angra . A 26 de Janeiro de 1771 os Açores foram oficialmente declarados província de Portugal. As ilhas portuguesas tornaram-se constitucionalmente, em 1976, regiões autónomas de Portugal , Estado unitário, não podendo ser consideradas partes do Império, que tanto aliás ajudaram a colonizar. Descolonização (século XX) Ver artigos principais: Guerra Colonial Portuguesa e Descolonização portuguesa de África Colónias portuguesas no século XX , as datas representam a perda do território. No Oriente , a resistência à dominação portuguesa manifestou-se no contexto da descolonização europeia. Após a independência indiana concedida pelos britânicos , em 1947, Portugal recusou-se a aceder ao pedido da Índia para rescindir a sua posse. A atitude era condenada pelo Tribunal Internacional e pela Assembleia das Nações Unidas que se pronunciou a favor da Índia. Em 1954, após a descolonização francesa Pondicherry , a União Indiana anexou os territórios de Dadrá e Nagar Haveli , que, desde 1779, faziam parte do Estado Português da Índia. A Índia impediu Portugal de deslocar militares para a sua defesa, acabando por anexar formalmente os enclaves, após vários protestos pacíficos, com o governo português liderado por António de Oliveira Salazar a recusar-se a negociar. Em Dezembro de 1961, a União Indiana invadia os territórios de Goa, Damão e Diu . De 18 para 19 de Dezembro de 1961 uma força de 40 000 soldados a Índia independente conquistou Goa, numa acção armada - feita por terra, ar e mar, que durou cerca de 36 horas - acabou com o domínio Português de 451 anos em Goa encontrando pouca resistência, e integrou o Estado Português da Índia no seu território. E no ano seguinte tomava a Ilha de Angediva . À época, o Conselho de Segurança da ONU considerou uma resolução que condenava a invasão, o que foi vetado pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas . A maioria das nações reconheceram a acção da Índia, no entanto, Salazar recusava-se a reconhecer a soberania indiana sobre os territórios, mantendo-os representados na Assembleia Nacional até 1974, altura em que se deu a Revolução dos Cravos . A partir de então, Portugal pôde restabelecer as relações diplomáticas com a Índia, começando pelo reconhecimento da soberania indiana sobre o antigo Estado da Índia . No entanto, aos seus habitantes que o pretendessem foi dada a possibilidade de manterem a cidadania portuguesa. Em 1961, um movimento anticolonial manifestou-se em Angola com o surgimento de dois partidos de luta armada, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e a União dos Povos de Angola (UPA), iniciando a Guerra Colonial Portuguesa . Em Moçambique , as operações de guerrilha começaram em 1964. Após a morte de Salazar , Portugal aceitou conceder, em 1972, uma limitada autonomia a Angola e a Moçambique. Após a Revolução dos Cravos na metrópole (1974), os portugueses concordaram em conceder a independência às suas colónias em 1975. Em Moçambique, a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) toma o comando do país, mas enfrente durante anos a resistência armada da RENAMO . Em Angola, uma guerra civil , entre quatro movimentos de libertação durará até 2002 e conduz a uma degradação da situação no país. O processo de descolonização é próximo na Guiné , onde os portugueses se mostram incapazes de travar o aumento das hostilidades e reconheceram rapidamente a independência da Guiné-Bissau (1974) e de Cabo Verde (1975). No mesmo ano, as ilhas de São Tomé e Príncipe acederam igualmente à independência. [ nota 18 ] No início da década de 1960 , inicia-se a guerra colonial portuguesa em face à recusa de Portugal de garantir a independência aos seus territórios africanos. O restante do Estado Português da Índia é anexado em Dezembro de 1961 pela União Indiana. Na altura da Revolução dos Cravos , processo revolucionário que ditou o fim do Estado Novo e do colonialismo português, foi reconhecida a independência da Guiné-Bissau (10 de setembro de 1974) e garantida a independência a Moçambique (25 de junho de 1975), Cabo Verde (5 de julho de 1975), São Tomé e Príncipe (12 de julho de 1975), Angola (11 de novembro de 1975). O Timor Português , atual Timor-Leste , proclamou unilateralmente a sua independência em 1975, mas foi anexado no mesmo ano pela Indonésia , se tornando a província de Timor Timur em 15 de julho de 1976. Consequentemente, esteve sob administração indonésia até ao referendo de 1999 , seguida da administração provisória da ONU até 2002, quando Portugal reconheceu a sua independência . A descolonização de Macau foi feita de um modo diferente e especial e teve começo após a Revolução dos Cravos , quando foi proposta o seu retorno imediato à República Popular da China , retorno esse rejeitado por aquele grande país comunista. Em 1976, esta colónia passou oficialmente a ter o estatuto especial de ' território chinês sob administração portuguesa '. Em 1987, após intensas negociações, na declaração conjunta sino-portuguesa Portugal aceitou a recuperação pela China, no dia 20 de Dezembro de 1999, da soberania sobre Macau. Em contrapartida, a China prometeu conservar as especificidades de Macau, incluindo o seu sistema económico de carácter capitalista, e conceder um elevado grau de autonomia para a população de Macau, seguindo o princípio de ' um país, dois sistemas '. Após o retorno à China, Macau passou a ser uma Região Administrativa Especial , administrada por suas gentes, mas mais concretamente dirigida por um Chefe do Executivo (entretanto eleito por sufrágio indirecto ) e uma Assembleia Legislativa (somente menos de metade dos seus membros entretanto são eleitos pelo sufrágio directo , dando por isso uma grande margem de manobra e de controlo para as forças pró-Governo e pró-Pequim). Fim do Império Existem várias datas que podem ser consideradas como as do fim do Império Português. Pode considerar-se o fim de jure - marcado pelo reconhecimento do mesmo - e o fim de facto - marcado pela independência das possessões coloniais. A título de exemplo, existem pelo menos três datas referentes à independência do Brasil, a maior possessão colonial portuguesa de sempre. No Brasil, oficialmente, é comemorado o 7 de Setembro de 1822 como o dia da independência, data em que o príncipe real D. Pedro deu o Grito do Ipiranga . No entanto, formalmente, é a data de 1 de dezembro de 1822 — dia da coroação de D. Pedro I como Imperador — que sela a independência política unilateral do novo Império do Brasil . No estado da Bahia é comemorado o dia 2 de julho de 1823, como a Independência da Bahia , quando as últimas tropas portuguesas são retiradas do território brasileiro. Por fim, também se pode considerar a data de 29 de agosto de 1825, uma vez que foi então que Portugal e a comunidade internacional, reconheceram a independência do Brasil. Assim sendo, e seguindo esta lógica, pode-se afirmar que o 'fim' de facto do Império Português ocorreu em 1975, quando as suas colónias proclamaram em massa a sua independência e/ou viram a sua independência reconhecida por Portugal, ou ainda quando Timor-Leste , que proclamou unilateralmente nesse mesmo ano a sua independência, foi imediatamente invadido e ocupado pela Indonésia . Macau foi o único que não proclamou a sua independência em 1975, mas esta possessão colonial, encravada em terras chinesas, possui uma situação colonial peculiar e única no Império Português e por isso, o seu caso deve ser analisado de uma maneira diferente e especial. [ nota 19 ] Mas, também se pode considerar o 'fim' oficial ou de jure do Império Português em 1999, mais precisamente no dia 20 de Dezembro de 1999, quando Macau , o último território sob a sua administração, foi finalmente devolvido na sequência da declaração conjunta de 1987 e passou para a soberania da República Popular da China como região administrativa especial , que sempre defendeu que Macau era, desde os tempos mais remotos, um território inalienável da China, mas ocupado gradualmente por Portugal desde o século XVI . Legado Mapa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Sete das ex-colónias de Portugal, hoje países independentes, têm hoje o português como sua língua oficial . Juntamente com Portugal, são agora membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa , que, quando combinada, totaliza de 10 742 000 km² , ou 7,2% do território da Terra . [ 91 ] A Guiné Equatorial , que adoptou o português como seu terceiro idioma oficial, é atualmente um observador associado da CPLP , junto com Maurícia e Senegal . Além disso, doze países ou regiões candidatas solicitaram a adesão à CPLP e estão aguardando aprovação. Hoje, o português é uma das principais línguas do mundo, sendo o 6º idioma mais falado, com cerca de 240 milhões de falantes em todo o mundo. É a terceira língua mais falada nas Américas , principalmente devido ao Brasil, embora haja também comunidades significativas de lusófonos em países como Canadá , Estados Unidos e Venezuela . Além disso, existem inúmeras línguas crioulas de base portuguesa , incluindo o utilizado pela população da Comunidade Cristang em Malaca . [ 92 ] É também a língua franca em muitas antigas possessões coloniais em África e a língua oficial em 8 países, sendo também a língua co-oficial juntamente com o cantonês na região administrativa de Macau . Deixou a sua influência no Japão , com diversas palavras de origem portuguesa no léxico japonês . A presença em Malaca , na Malásia, deu origem à comunidade Cristang . No Sri Lanka , antigo Ceilão , os chamados Burghers portugueses que, como muitos outros povos, mantêm vivo um dos vários crioulos de base portuguesa . No ciberespaço , estima-se que o português seja a quinta língua mais utilizada da Internet e na Wikipédia , tem actualmente, a nona maior quantidade de artigos publicados. [ 92 ] Em função da sua importância internacional, Portugal e Brasil lideram um movimento para incluir o português como uma das línguas oficiais da Organização das Nações Unidas . [ 93 ] A presença portuguesa deixou também uma vasta herança humana, gastronómica, cultural e arquitectónica em vários continentes, um legado extraordinário, sabendo-se que o total da população portuguesa era em 1527 de apenas 1,2 milhão de habitantes. [ 94 ] Região Estados Países com territórios que eram parte do Império Português África 26 Estados Países com pelo menos um território ( anacrônico ) que foi parte do Império Português. Países com pelo menos um território (anacrônico) reivindicado pelo Império Português. Países com pelo menos uma missão cristã do Império Português América do Norte 3 Estados América Central e do Sul 4 Estados Ásia e Oceania 22 Estados Ver também Assimilação colonial Fascínio pelo Oriente Igrejas e Conventos de Goa Lista de territórios do Império Português por ordem alfabética Listas de governadores por território: Angola , Brasil (e vice-reis), Cabo Verde , Guiné , Índia , Moçambique , Macau e Timor Português Notas ↑ No século XX , começou a ser hábito designar Portugal europeu como 'metrópole', e o conjunto das colónias como 'Ultramar'. ↑ Outros navegadores importantes como Fernão de Magalhães , Pedro Fernandes de Queirós e Luís Vaz de Torres explorarão o Oceano Pacífico ao serviço da Coroa de Castela . ↑ A expansão territorial realizou-se com a colonização do interior do Brasil a partir de 1532 e, mais tarde, em África. ↑ A manutenção dos territórios na Índia , de Macau e de outros pontos-chave do antigo domínio colonial português na Ásia, cada vez mais diluído, era um ponto de honra. Mas o desígnio era a África, nomeadamente Angola e Moçambique , para além do imenso e rico território que as separava. Guarnições militares, missões católicas, formas e instituições de governo colonial foram transplantadas para África, assegurando a presença efectiva portuguesa de forma a afastar outros concorrentes. Apesar das dificuldades económico-financeiras e climáticas, conseguiu-se ampliar alguns aglomerados urbanos e construir outros, já no interior, apoiando plantações ou zonas de mineração. ↑ A igreja mais antiga da India, construída pelos portugueses em 1503. Vasco da Gama, falecido em Cochim em 1524 foi aqui sepultado inicialmente. ↑ A escolha inicial fora Tristão da Cunha , que não pode aceitar o cargo por estar então doente. ↑ Nomeando um vice-rei, D. Manuel manifestava o real poder dos portugueses no Índico face a Espanha, que atribuíra a Cristóvão Colombo o título de 'Almirante e Vice-rei das Índias' após o equívoco na descoberta do Novo Mundo. ↑ O primeiro documento europeu conhecido que fala da ilha é uma carta de Rui Brito Patalin a Manuel I de Portugal, datada de 6 de Janeiro de 1514, na qual são referidos navios que tinham partido para Timor. ↑ Foram construidas ao todo cerca de 40 fortalezas destinadas, mais do que a acções militares, a apoiar a navegação como escalas e a facilitar o comércio e armazenamento. ↑ 1503 foi o ano em que Vasco da Gama assinou em Cochim um tratado que serviria de paradigma às relações entre os Portugueses e os mercados do Malabar, com a feitoria reconhecida por um instrumento de direito internacional e os preços fixados, bem como as formas de pagamento. ↑ Por exemplo, a pimenta, comprada na Índia por dois cruzados o quintal era vendida na Casa da Índia em Lisboa por trinta. Ver Diffie 1977 , p. 412. ↑ Portugal aceitara as perdas na Ásia, comprometendo-se a pagar à Holanda o equivalente a 63 toneladas de ouro como compensação pelo reconhecimento da soberania portuguesa do Nordeste brasileiro , ex- Nova Holanda . ↑ Segundo Capistrano de Abreu , em Capítulos da História Colonial , cada quintal era vendido em Lisboa por 2 1/3 ducados , mas levá-lo até lá custava apenas meio ducado. Os arrendatários pagavam 4 mil ducados à Coroa. ↑ Como o capitão francês Paulmier de Gonneville , que permaneceu seis meses no litoral de Santa Catarina , Leyla Perrone Moisés, Vinte Luas: Viagem de Paulmier de Gonneville ao Brasil, 1503-1505, Companhia das Letras , São Paulo, 1992. ↑ ' Proposta feita a El-Rei D. João IV em que se lhe apresentava o miserável estado do Reino e a necessidade... ', 1643. Nela o religioso incita à imitação dos neerlandeses, pelo estabelecimento de duas grandes companhias de monopólio para o comércio e navegação, uma delas para substituir a 'Companhia Portuguesa das Índias Orientais', de Solis. Além disso, defendia o estabelecimento de um banco comercial semelhante ao de Amesterdão , projecto a ser subscrito por capital e experiência de negócio judaicas. ↑ Sendo os mais importantes a Guerra dos Emboabas (1707-1710) e a Revolta de Filipe dos Santos . ↑ Quando a soma de impostos pagos não atingia uma cota mínima estabelecida, os colonos deveriam entregar joias e bens pessoais até completar o valor estipulado — episódios chamados de derramas . [ 82 ] ↑ Durante o regime de Salazar , os territórios d'além-mar eram designados como províncias ultramarinas (em teoria, seriam parte contínua do território português) após a Segunda Guerra Mundial , mas precisamente em 1951, com o intuito de manter os antigos domínios e deter as pressões políticas que condenavam o colonialismo . ↑ Portugal, na sequência dos acontecimentos causados pelo Motim 1-2-3 levantado pelos chineses pró- comunistas de Macau, teve de renunciar, em 1967, à ocupação perpétua sobre Macau e teve também de reconhecer o poder e o controlo de facto dos chineses sobre Macau, marcando o princípio do fim do período colonial desta cidade. Portugal chegou mesmo a propôr nesse mesmo ano o retorno de Macau para a República Popular da China (RPC), mas ela rejeitou. Após a Revolução dos Cravos , Portugal propôs novamente o retorno de Macau para a RPC, mas ela rejeitou novamente, tendo apelado para o estabelecimento de negociações que permitissem uma transferência harmoniosa. Em 1976, Macau passou oficialmente a ter o estatuto especial de território chinês sob administração portuguesa , estatuto mantido até à transferência de soberania de Macau para a RPC, que ocorreu no dia 20 de Dezembro de 1999. Referências ↑ Um imenso Portugal. Pesquisa Fapesp ↑ Melvin Eugene Page, Penny M. Sonnenburg, p. 481 ↑ Liam Matthew Brockey, p. xv ↑ Richard M. Juang, Noelle Anne Morrissette, p. 894 ↑ leep (1997), Structural dynamics: theory and computation , ISBN 978-0-412-07461-5 , Springer , consultado em 12 de agosto de 2011 ↑ Pirenne, Jacques , 'The tides of history, Volume 2', Portuguese Thalassocracy, p.384, Dutton, 1962 ↑ Boxer, Charles Ralph 'Four centuries of Portuguese expansion, 1415-1825: a succinct survey', p.95, Publications, Ernest Oppenheimer Institute of Portuguese Studies, University of California Press, 1969 ↑ «Os Lusíadas» . World Digital Library . 1800–1882 . 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ISBN 9789896150907 Ligações externas Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema: Imagens e media no Commons Categoria no Commons Commons Commons Exposição Os portugueses e o Oriente, Biblioteca Nacional de Portugal CHAM-Enciclopédia Virtual da Expansão Portuguesa desenvolvida pelo Centro de História de Além-Mar, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Universidade dos Açores Carta Orgânica do Império Colonial Português, com as alterações constantes das leis n.ºs 1:948 e 1:900 e dos decretos n.ºs 26:180 e 27:067 Diário do Governo , 5 de maio de 1937 Império Português v • e Império Português (1415–1999) Cronologia da história de Portugal Reino de Portugal Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves Implantação da República Portuguesa Guerra Colonial Portuguesa Norte de África Aguz (1506–1525) Alcácer-Ceguer (1458–1550) Arzila (1471–1550, 1577–1589) Azamor (1513–1541) Ceuta (1415–1640) Mazagão (1485–1550, 1506–1769) Mogador (1506–1525) Safim (1488–1541) Agadir (1505–1541) Tânger (1471–1662) Ouadane (1487–meados do séc. XVI) África Subsariana Acra (1557–1578) Angola (1575–1975) Ano Bom (1474–1778) Arguim (1455–1633) Cabinda (1883–1975) Cabo Verde (1462–1975) São Jorge da Mina (1482–1637) Fernando Pó (1478–1778) Costa do Ouro (1482–1642) Guiné Portuguesa (1474–1974) Melinde (1500–1630) Mombaça (1593–1698, 1728–1729) Moçambique (1501–1975) Quíloa (1505–1512) Fortaleza de São João Baptista de Ajudá (1680–1961) São Tomé e Príncipe (1470–1975) Socotorá (1506–1511) Zanzibar (1503–1698) Ziguinchor (1645–1888) Sudoeste Asiático Bahrein (1521–1602) Ormuz (1515–1622) Mascate (1515–1650) Bandar Abbas (1506–1615) Sohar (1507–1643) Subcontinente Indiano Ceilão (1518–1658) Laquedivas (1498–1545) Maldivas (1518–1521, 1558–1573) Baçaim (1535–1739) Bombaim (1534–1665) Calecute (1512–1525) Cananor (1502–1663) Chaul (1521–1740) Chitagongue (1528–1666) Cochim (1500–1663) Cranganor (1536–1662) Dadrá e Nagar-Aveli (1779–1954) Damão (1559–1962) Diu (1535–1962) Goa (1510–1962) Hughli (1579–1632) Negapatão (1507–1657) Paliacate (1518–1619) Coulão (1502–1661) Salsete (1534–1737) Masulipatão (1598–1610) Mangalore (1568–1659) Surate (1540–1612) Thoothukudi (1548–1658) São Tomé de Meliapor (1523–1662. 1687–1749) Ásia Oriental e Oceânia Bante (séc. XVI–XVIII) Flores (séc. XVI–XIX) Macau , como estabelecimento português, colónia e província ultramarina (1557–1976). como território chinês sob administração portuguesa (1976–1999) Macáçar (1512–1665) Malaca Portuguesa (1511–1641) Molucas ( Amboina 1576–1605, Ternate 1522–1575, Tidore 1578–1650) Nagasaki (1571–1639) Tamão (1514–1521) Timor (1642–1975) América do Norte Terra Nova (1501–1570?) Labrador (1501–1570?) Nova Escócia (1519–1570?) Américas Central e do Sul Brasil (1500–1822) Barbados (1536–1620) Província Cisplatina (1808–1822) Caiena e Guiana (1809–1817) Colónia do Sacramento (1680–1777) Madeira e Açores Estes dois arquipélagos , localizados no Atlântico Norte , foram colonizados pelos portugueses no início do século XV e fizeram parte do Império Português até 1832, quando se tornaram províncias de Portugal . A partir de então passaram a ser consideradas como um prolongamento da metrópole europeia (as chamadas Ilhas Adjacentes ) e não como colónias. Hoje são regiões autónomas de Portugal . v • e História dos impérios Impérios da Antiguidade Axumita Cartaginês Chinês ( Chin Han Jin Tuoba Wei ) Cuchita Egípcio Helenísticos ( Ateniense Macedônio Ptolomaico Selêucida ) Hitita Indianos ( Gupta Cuchana Mahamegavana Máuria ) Mesopotâmicos ( Acádio Assíria Neoassírio Neobabilônico Paleobabilônico ) Persas ( Aquemênida Medo Parta Sassânida ) Romano ( Ocidental Oriental ) Teotihuacan Xiongnu Impérios da Idade Média Abissínio Adal Angevino Árabes ( Abássida Aiúbida Cordovês Fatímida Omíada Ortodoxo ) Aragonês Asteca Benim Bizantino ( Niceia Trebizonda ) Bornu Búlgaro ( Primeiro Segundo ) Canem Carolíngio Chinês ( Song Sui Tang Yuan ) Ganês Gaznévida Goturco Huno Ifat Inca Indianos ( Chola Déli Ganga Oriental Pala Gurjara-Pratiara ) Khmer Latino Majapait Mali Mameluco Mar do Norte Marroquinos ( Almóada Almorávida Idríssida Merínida ) Mongol ( Chagatai Horda Dourada Ilcanato Yuan ) Oió Persas ( Buída Corásmio Safárida Samânida Sassânida Taírida Timúrida ) Sacro Império Seljúcidas ( Seljúcida Rum ) Sérvio Somalis ( Ajuran Mogadíscio Uarsangali ) Songai Srivijaia Impérios da Idade Moderna Abissínio Alemão ( Segundo Reich Terceiro Reich ) Austríaco ( Austro-Húngaro ) Brasileiro Centro-africano Chinês ( Ming Qing ) Coreano Francês ( Napoleônico Segundo ) Haitiano ( Primeiro Segundo ) Hobyo Indianos ( Marata Mogol Sique ) Japonês Majeerteen Marroquinos ( Saadiano Alauita ) Mexicano ( Primeiro Segundo ) Otomano Persas ( Afchárida Pálavi Cajar Safávida Zande ) Império Português Russo Somalis ( Gobroon Dervixe ) Sueco Tu'i Tonga União Ibérica Impérios coloniais Alemão Belga Britânico Dinamarquês Espanhol Estadunidense Holandês Francês Italiano Japonês Português Russo Sueco Impérios • Maiores impérios v • e História de Portugal Pré-História e História antiga Pré-história da península Ibérica Povos ibéricos pré-romanos Conquista romana Romanização Lusitânia Galécia Invasões bárbaras Visigodos Suevos Invasão muçulmana Al-Andalus Condado Portucalense Reino de Portugal (1139-1910) Dinastia de Borgonha (1139-1383) Independência de Portugal Reconquista Crise de 1383-1385 Dinastia de Avis (1385-1580) Conquista de Ceuta Descobrimentos portugueses Tratado de Tordesilhas Estado Português da Índia Batalha de Diu Império Português Batalha de Alcácer-Quibir Crise de sucessão de 1580 Guerra da Sucessão Portuguesa Dinastia filipina (1581-1640) União Ibérica Guerra Luso-Holandesa Restauração da Independência Dinastia de Bragança (1640-1910) Guerra da Restauração Grande terramoto de 1755 Invasões Napoleónicas Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves Revolução Liberal de 1820 Monarquia constitucional Vilafrancada Guerra Civil Revolução de Setembro Cabralismo Revolução da Maria da Fonte Patuleia Regeneração Fontismo Ultimato britânico de 1890 Revolta de 31 de janeiro de 1891 Regicídio Implantação da República República Portuguesa (1910-presente) I República (1910-1926) Governo Provisório da República Portuguesa Portugal na Primeira Guerra Mundial Revolução de 28 de Maio de 1926 II República ou Estado Novo (1926-1974) Ditadura Nacional Portugal na Segunda Guerra Mundial Guerra Colonial Primavera Marcelista Oposição à ditadura portuguesa Revolução dos Cravos III República (1974-presente) PREC Verão Quente Golpe de 25 de Novembro de 1975 Governos provisórios Descolonização Por zona Açores Alcácer do Sal Aveiro Braga Coimbra • Évora Faro Guimarães Lisboa Madeira Porto Listas Monarcas Presidentes da República Primeiros-ministros de Portugal Governadores da Índia Portuguesa Vice-reis de Portugal durante a dinastia filipina Cronologia dos descobrimentos portugueses Cronologia da história de Portugal Eleições Leis Ordenações Afonsinas Ordenações Manuelinas Ordenações Filipinas Constituição de 1822 Constituição de 1826 Constituição de 1838 Constituição de 1911 Constituição de 1933 Constituição de 1976 Temáticas História da arte em Portugal História da arquitetura em Portugal História económica de Portugal 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  Guerras indo-paquistanesas – Wikipédia, a enciclopédia livre Guerras indo-paquistanesas Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Desde a partição da Índia em 1947 , os dois países sul-asiáticos envolveram-se em quatro guerras , incluindo uma guerra não declarada , bem como muitos atritos de fronteira e tensões militares. Além disso, a Índia acusou o Paquistão de envolvimento ... : Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Desde a partição da Índia em 1947 , os ... como muitos atritos de fronteira e tensões militares. Além disso, a Índia acusou o Paquistão de ... China , uma guerra nuclear entre Índia e Paquistão poderia resultar em centenas de milhões de mortes ... também 6 Referências Causas [ editar | editar código-fonte ] A partição da Índia surgiu na sequência da Segunda Guerra Mundial , quando a Grã-Bretanha e a Índia Britânica estavam lidando com CACHE

Guerras indo-paquistanesas – Wikipédia, a enciclopédia livre Guerras indo-paquistanesas Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Desde a partição da Índia em 1947 , os dois países sul-asiáticos envolveram-se em quatro guerras , incluindo uma guerra não declarada , bem como muitos atritos de fronteira e tensões militares. Além disso, a Índia acusou o Paquistão de envolvimento em guerras por procuração , prestando assistência militar e financeira a violentos atores não-estatais. Todos os conflitos armados entre os dois países tiveram como causa direta ou indireta a região disputada da Caxemira , com exceção da guerra de 1971 , a qual teve como casus belli o Paquistão Oriental , que se tornou independente ao término das hostilidades com o nome de Bangladesh . Um fator de grande preocupação mundial é que ambos os países possuem armas atômicas . Ainda que disponham de um arsenal muito menor do que o das principais superpotências Estados Unidos , Rússia e China , uma guerra nuclear entre Índia e Paquistão poderia resultar em centenas de milhões de mortes, alterações no clima da Terra e até mesmo no temido inverno nuclear . Índice 1 Causas 2 Guerras 3 Outros conflitos 3.1 Conflitos armados permanentes 3.2 Escaramuças e impasses passados 4 Incidentes 5 Ver também 6 Referências Causas [ editar | editar código-fonte ] A partição da Índia surgiu na sequência da Segunda Guerra Mundial , quando a Grã-Bretanha e a Índia Britânica estavam lidando com as tensões econômicas causadas pela guerra e sua desmobilização . [ 1 ] Era intenção daqueles que desejavam um estado muçulmano surgido da Índia britânica que houvesse uma partição clara, independente e igual entre o 'Paquistão' e o 'Hindustão' logo que a independência viesse. [ 2 ] A partição em si, de acordo com líderes políticos, como Muhammad Ali Jinnah , líder da Liga Muçulmana , e Jawaharlal Nehru , líder do Congresso Nacional Indiano , deveria ter resultado em relações pacíficas. No entanto, a divisão da Índia britânica entre Índia e Paquistão em 1947 , não dividiu as nações corretamente ao longo de linhas religiosas. Quase um terço da população muçulmana da Índia britânica permaneceu na Índia. [ 3 ] A violência inter-comunitária entre hindus , sikhs e muçulmanos resultou em entre 500.000 a 1 milhão de vítimas. [ 1 ] :6 Os territórios principescos , como Caxemira e Hyderabad , também foram envolvidos na partição. Os governantes desses territórios tiveram que escolher a se juntar a Índia ou ao Paquistão. O governante da Caxemira, que tinha uma população de maioria muçulmana, era governada por um marajá hindu decidiu, na ocasião da partilha, declarar a independência. Uma invasão de unidades não-regulares paquistanesas, apoiadas por algumas tropas regulares, fez com que o marajá aceitasse unir-se à Índia para repelir os invasores através da assinatura do instrumento de adesão. [ 4 ] Tanto a Índia como o Paquistão passaram a reivindicar a Caxemira que, assim, tornou-se o principal ponto do conflito . [ 1 ] :8 [ 4 ] Guerras [ editar | editar código-fonte ] Guerra Indo-Paquistanesa de 1947 (ou Primeira Guerra da Caxemira ): O conflito durou mais de um ano e cada uma das partes lucrou de maneira significativa no território da outra. Na altura do cessar-fogo determinado pela ONU , a Índia havia assegurado pouco menos de três-quintos da Caxemira, inclusive o fértil Vale da Caxemira. Guerra Indo-Paquistanesa de 1965 (ou Segunda Guerra da Caxemira ): Começou com uma infiltração instigada pelo Paquistão, que provocou uma rebelião em Jammu e Caxemira contra o governo indiano. Em retaliação, a Índia desfechou um ataque contra o território paquistanês. A guerra terminou num impasse. Guerra Indo-Paquistanesa de 1971 (como resultado da Guerra de Independência de Bangladesh ): Esta guerra não envolveu a Caxemira e sim o Paquistão Oriental (o futuro Bangladesh ). Após meses de conflito interno ali, a Índia decidiu apoiar os bengaleses e, em quinze dias, o exército indiano havia derrotado as tropas paquistanesas, com a ajuda dos rebeldes, e levado o Paquistão à rendição. Guerra Indo-Paquistanesa de 1999 (ou Guerra de Kargil ou Conflito de Kargil ): As hostilidades são consideradas um conflito menor, embora tenha causado perturbação fortes em ambos os lados, numa época de maior cobertura de mídia. A guerra terminou com a Índia de posse de Kargil (um distrito do estado indiano de Jammu e Caxemira). Outros conflitos [ editar | editar código-fonte ] Além das guerras acima mencionadas, houve confrontos entre os dois países ao longo do tempo. Alguns beiraram a guerra total , enquanto outros foram limitados em abrangência. Era esperado que ambos os países lutassem um contra o outro em 1955 , após uma postura guerreira em ambos os lados,mas a guerra em grande escala não estourou. [ 5 ] Conflitos armados permanentes [ editar | editar código-fonte ] Insurgência em Jammu e Caxemira : Uma insurgência na Caxemira administrada pela Índia tem sido um motivo de tensão crescente. A Índia também acusa grupos militantes apoiados pelo Paquistão de executar vários ataques terroristas em toda a Índia. Conflito de Siachen : Em 1984 , a Índia lançou a Operação Meghdoot para capturar a maior parte do Glaciar de Siachen . Novos confrontos eclodiram na área glacial em 1985 , 1987 e 1995 , quando o Paquistão procurou, sem sucesso, expulsar a Índia de seu reduto. [ 5 ] [ 6 ] Sir Creek : A disputa reside na interpretação da linha de fronteira marítima entre a Kutch e Sindh. Antes da independência da Índia , a região provincial foi uma parte da Presidência de Bombaim da Índia britânica . Após a independência da Índia em 1947, Sindh tornou-se uma parte do Paquistão, enquanto Kutch tornou-se uma parte da Índia. O Paquistão reivindica todo o riacho conforme os parágrafos 9 e 10 da Resolução do Governo de Bombaim de 1914 , [ 7 ] assinada entre o então Governo de Sindh e Rao Maharaj de Kutch. [ 8 ] transgressões marítimas da Índia e do Paquistão : frequente transgressão e violação das respectivas águas territoriais nacionais da Índia e do Paquistão em tempo de paz que ocorre geralmente por pescadores indianos e paquistaneses que operam ao longo do litoral do estado indiano de Gujarat e da província paquistanesa de Sindh . A maioria das violações ocorrem devido à ausência de um limite físico e inexistência de ferramentas de navegação para os pequenos pescadores. Centenas de pescadores são presos pela Guarda Costeira dos dois países, mas a obtenção de sua libertação é difícil e morosa, devido às relações hostis entre os dois países. [ 9 ] [ 9 ] [ 10 ] [ 11 ] Escaramuças e impasses passados [ editar | editar código-fonte ] Integração indiana de Junagadh : O estado principesco de Junagadh , que tinha uma maioria hindu e um governante muçulmano, aderiu ao Paquistão em 15 de setembro de 1947 , alegando uma conexão por mar. A aceitação do Termo de Adesão pelo Paquistão foi vista como uma estratégia para obter um plebiscito realizado na Caxemira, que tinha uma maioria muçulmana e um governante hindu. Após tensões comunais, militares indianos entraram no território o que foi protestado pelo Paquistão como uma violação do direito internacional. Mais tarde, um plebiscito foi realizado e a adesão foi revertida para que o Estado se juntasse a Índia. [ 12 ] [ 13 ] [ 14 ] [ 15 ] Operação Brasstacks : (a maior de seu tipo no Sul da Ásia), conduzida pela Índia entre novembro de 1986 e março de 1987, e a mobilização do Paquistão, em resposta, aumentou as tensões e temores de que isso poderia conduzir a uma nova guerra entre os dois países vizinhos. [ 5 ] :129 [ 16 ] Confronto entre a Índia e o Paquistão em 2001-2002 : O ataque terrorista ao Parlamento indiano em 13 de dezembro de 2001 , em que a Índia culpou as organizações terroristas sediadas no Paquistão, Lashkar-e-Taiba e Jaish-e-Mohammed , levaram a um impasse militar entre 2001 e 2002 em que ambos os lados estiveram perto da guerra. [ 17 ] Confronto entre a Índia e o Paquistão em 2008 : um impasse entre as duas nações após os ataques em Mumbai em 2008 , que foi neutralizado por esforços diplomáticos. Após dez ataques coordenados de tiroteios e bombardeios em todo Mumbai , a maior cidade da Índia, as tensões entre os dois países se intensificaram dado que a Índia afirmou que os resultados de interrogatório alegavam [ 18 ] [ 19 ] que o ISI paquistanês apoiou os agressores, enquanto o Paquistão negou. [ 20 ] [ 21 ] [ 22 ] O Paquistão colocou sua força aérea em alerta e se moveu tropas para a fronteira com a Índia, expressando preocupações sobre os movimentos proativos do exército indiano [ 23 ] e os possíveis planos do governo indiano de lançar ataques em solo paquistanês. [ 24 ] A tensão foram aliviadas em curto espaço de tempo e o Paquistão moveu suas tropas longe da fronteira. Incidentes [ editar | editar código-fonte ] Incidente Atlantique : um avião de patrulha Breguet Atlantique da Marinha do Paquistão , que levava 16 pessoas a bordo, foi abatido pela Força Aérea da Índia por suposta violação do espaço aéreo. O episódio ocorreu no Rann de Kutch em 10 de agosto de 1999, apenas um mês após a Guerra de Kargil, criando um clima de tensão entre a Índia e o Paquistão. Diplomatas estrangeiros observaram que o avião caiu dentro do território paquistanês, muito embora possa ter cruzado a fronteira. No entanto, também acreditam que a reação da Índia foi injustificada. [ 25 ] O Paquistão apresentou mais tarde uma exigência de compensação no Tribunal Internacional de Justiça , acusando a Índia pelo incidente, porém a Corte indeferiu o caso em uma decisão dividida, decidindo que o Tribunal não tem essa competência. [ 26 ] incidente de tiroteio fronteiriço entre a Índia e o Paquistão em 2011 ocorreu entre 30 de agosto (terça-feira) e 1 de setembro de 2011 (quinta-feira) ao longo da Linha de Controle no Distrito de Kupwara / Vale de Neelam , resultando em um soldado indiano e três soldados paquistaneses sendo mortos. Os dois países deram diferentes relatos do incidente, cada um acusando o outro de iniciar as hostilidades. [ 27 ] [ 28 ] incidente de fronteira entre Índia e Paquistão em 2013 no setor de Mendhar de Jammu e Caxemira, devido à decapitação de um soldado indiano. Um total de seis soldados morreram (dois indianos e quatro soldados paquistaneses). [ 29 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Conflito na Caxemira Relações entre Índia e Paquistão Referências ↑ a b c Khan, Yasmin (18 de setembro de 2007). The great Partition: the making of India and Pakistan . [S.l.]: Yale University Press. p. 13. ISBN 978-0-300-12078-3 ↑ Ambedkar, B.R. (1946). Pakistan, or Partition of India 2 ed. [S.l.]: AMS Press Inc. p. 5. ISBN 978-0404548018 ↑ Dixit, Jyotindra Nath (2002). India-Pakistan in War & Peace . [S.l.]: Routledge. p. 13. ISBN 9780415304726 ↑ a b Unspecified author (6 de novembro de 2008). «Q&A: Kashmir dispute» . BBC News - South Asia . BBC ↑ a b c Lyon, Peter (2008). Conflict between India and Pakistan: an encyclopedia . [S.l.]: ABC-CLIO. p. 82. ISBN 978-1-57607-712-2 ↑ Wirsing, Robert (15 de fevereiro de 1998). India, Pakistan, and the Kashmir dispute: on regional conflict and its resolution . [S.l.]: Palgrave Macmillan. p. 77. ISBN 978-0-312-17562-7 ↑ «India-Pakistan talks: Sir Creek» . Embassy of India ↑ «Dialogue on Sir Creek begins» . The Hindu ↑ a b «India to stop fishermen from straying into Pakistan» . In.reuters.com. 7 de abril de 2008 ↑ Raman, Sunil (8 de abril de 2008). «India tracks stray fishing boats» . BBC News ↑ «Plight of ants» . Rediff.com. 7 de agosto de 2002 ↑ History introduction at hellojunagadh.com: 'On September 15, 1947, Nawab Mohammad Mahabat Khanji III of Junagadh, a princely state located on the south-western end of Gujarat and having no common border with Pakistan, chose to accede to Pakistan ignoring Mountbatten's views, arguing that Junagadh adjoined Pakistan by sea. The rulers of two states that were subject to the suzerainty of Junagadh Mangrol and Babariawad reacted by declaring their independence from Junagadh and acceding to India.' ↑ Gandhi, Rajmohan (1991). Patel: A Life . India: Navajivan. p. 292. ASIN B0006EYQ0A ↑ Gandhi, Rajmohan (1991). Patel: A Life . India: Navajivan. p. 438. ASIN B0006EYQ0A ↑ A.G. NOORANI. «Of Jinnah and Junagadh» ↑ Weisman, Steven R. (6 de março de 1987). «On India's border, a huge mock war» . World . The New York Times ↑ Unspecified author (12 de janeiro de 2002). «Musharraf declares war on extremism» . South Asia . BBC ↑ Freeze, Colin (11 de abril de 2011). «Accused in India massacre claims ties to Pakistani secret service – The Globe and Mail» . Globe and Mail . Canada ↑ «Rana, Headley implicate Pak, ISI in Mumbai attack during ISI chief's visit to US» . The Times of India . 12 de abril de 2011 ↑ «Diplomat denies Pakistan role in Mumbai attacks» . The Independent . London. 31 de janeiro de 2009 ↑ Khan, Zarar (1 de dezembro de 2008). «Pakistan Denies Government Involvement in Mumbai Attacks» . Huffington Post ↑ King, Laura (7 de janeiro de 2009). «Pakistan denies official involvement in Mumbai attacks» . Los Angeles Times ↑ «Indian jets violating Pakistani airspace 'technical incursion', says Zardari (Fourth Lead) – Thaindian News» . Thaindian.com. 14 de dezembro de 2008 ↑ «Pak might soon move troops from border with India» . The Times of India . 16 de junho de 2009 ↑ Pakistani plane 'may have crossed border' 13 August 1999 - BBC ↑ «The Case concerning the Aerial Incident of 10th August, 1999 – Summaries of Judgments and Orders» . International Court of Justice . 21 de junho de 2000 ↑ «Kashmir border deaths spark India and Pakistan row» . BBC . 1 de setembro de 2011 ↑ «LoC: Three Pakistani soldiers died in attack by Indian forces» . The Express Tribune . 1 de setembro de 2011 ↑ «Pak troops kill two jawans, behead, mutilate one of them - The Times of India» . The Times Of India v • e Guerras entre Índia e Paquistão — Conflito na Caxemira Guerra Indo-Paquistanesa de 1947 Guerra Indo-Paquistanesa de 1965 Guerra Indo-Paquistanesa de 1971 Guerra de Independência de Bangladesh Conflito de Siachen Guerra de Kargil Portal da Índia Portal do Paquistão Portal da guerra Portal das relações internacionais Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Guerras_indo-paquistanesas&oldid=49112704 ' Categorias : Guerras indo-paquistanesas Rivalidade geopolítica Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية বাংলা Čeština Dansk English Español Suomi हिन्दी Հայերեն Bahasa Indonesia Italiano 日本語 ქართული ಕನ್ನಡ 한국어 മലയാളം Norsk nynorsk Norsk Occitan Polski Русский संस्कृतम् Srpskohrvatski / српскохрватски Slovenščina Српски / srpski Svenska தமிழ் Türkçe Українська اردو Tiếng Việt 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 03h10min de 23 de junho de 2017. 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  Índia do Norte – Wikipédia, a enciclopédia livre Índia do Norte Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa As regiões normalmente consideradas como integrando a 'Índia do Norte' Designa-se como Índia do Norte , com o nome local Uttar Bhārat ( Devanagari : उत्तर भारत, Nastaleeq : اُتر بھارت) ou Shumālī Hindustān (Devanagari: शुमाली हिन्दुस्तान, Nastaleeq: شُمالی ھندوستان), ... Índia do Norte – Wikipédia, a enciclopédia livre Índia do Norte Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa As regiões normalmente consideradas como integrando a 'Índia do Norte' Designa-se como Índia do Norte , com o nome local Uttar Bhārat ( Devanagari : उत्तर भारत ... ھندوستان), uma região de contornos não formalizados na região setentrional da Índia . O termo preciso ... o Himalaia , que separam a região do Tibete e da Ásia Central . A Índia do Norte tem sido o centro CACHE

Índia do Norte – Wikipédia, a enciclopédia livre Índia do Norte Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa As regiões normalmente consideradas como integrando a 'Índia do Norte' Designa-se como Índia do Norte , com o nome local Uttar Bhārat ( Devanagari : उत्तर भारत, Nastaleeq : اُتر بھارت) ou Shumālī Hindustān (Devanagari: शुमाली हिन्दुस्तान, Nastaleeq: شُمالی ھندوستان), uma região de contornos não formalizados na região setentrional da Índia . O termo preciso varia com o uso e contexto, sendo as características geográficas dominantes a Planície Indo-Gangética e o Himalaia , que separam a região do Tibete e da Ásia Central . A Índia do Norte tem sido o centro histórico dos impérios Máuria , Gupta , Mogol , Maratha , Sikh e Britânico Indiano . Tem uma cultura muito diversa e inclui centros de peregrinação hindus como Char Dham , Haridwar , Mathura , Allahabad e Varanasi , o budista Templo Mahabodhi , o Templo Dourado do Sikhismo e o destino islâmico de peregrinação de Ajmer , e locais classificados como património mundial como o Vale das Flores , Khajuraho , Grutas de Bhimbetka , Qutb Minar e o Taj Mahal . Normalmente são considerados como integrando a Índia do Norte os estados de Jammu e Caxemira , Himachal Pradesh , Uttarakhand , Haryana , Punjab , Rajastão , Uttar Pradesh , Bihar , Jharkhand , Chhattisgarh e Madhya Pradesh . A sua população totalizava mais de 504 milhões de habitantes em 2011. As línguas indo-arianas predominam na Índia do Norte. Isto inclui o chamado Cinturão Hindi , onde o hindi e restantes línguas associadas predominam. Antes da Partição da Índia , também eram incluídas as províncias paquistanesas de Sindh [ 1 ] e Punjab, e a parte oriental da Província da Fronteira Noroeste até ao vale de Peshawar onde se falam dialetos da língua punjabe e língua hindko . [ 2 ] Assim excluem-se vários dos sete estados da Índia do Nordeste (exceto Assam e Sikkim ). [ 3 ] [ 4 ] Referências ↑ Sheldon I. Pollock, 'Literary Cultures in History: Reconstructions from South Asia', University of California Press, 2003, ISBN 0-520-22821-9 . ↑ Dhanesh Jain e George Cardona, 'The Indo-Aryan Languages', Routledge, 2003, ISBN 0-7007-1130-9 . ↑ Golockchandra Goswami (1982), Structure of Assamese , Dept. of Publication, Gauhati University, ... Assamese is an Indo-Aryan language originated from the Vedic dialects, and therefore, a sister of all the northern Indian languages of the country ... ↑ Peter Austin (2008), One thousand languages: living, endangered, and lost , ISBN 9780520255609 , University of California Press, ... Nepali is an Indo-Aryan language spoken in Nepal, in the north Indian state of Sikkim and some other parts of India, and in Bhutan and Burma ... Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Índia do Norte O Wikcionário tem o verbete North India . North Indian temple architecture Índia no site geographia.com Índia do Norte - turismo Este artigo sobre Geografia da Índia é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . Portal da geografia Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Índia_do_Norte&oldid=39990741 ' Categoria : Regiões da Índia Categorias ocultas: !Páginas que usam links mágicos ISBN !Esboços maiores que 1000 bytes !Esboços sobre geografia da Índia Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Azərbaycanca भोजपुरी বাংলা Català Нохчийн Zazaki English Esperanto فارسی हिन्दी Hrvatski Bahasa Indonesia 日本語 ಕನ್ನಡ 한국어 മലയാളം मराठी नेपाली Русский Scots Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Српски / srpski தமிழ் తెలుగు Українська اردو Tiếng Việt მარგალური 中文 Editar ligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 03h16min de 5 de setembro de 2014. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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Nordeste da Índia – Wikipédia, a enciclopédia livre Nordeste da Índia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Foram assinalados vários aspectos a serem melhorados nesta página ou se(c)ção: As fontes não cobrem todo o texto . Contém referências que necessitam de formatação. As regiões consideradas como integrando a 'Índia do Nordeste' Designa-se como Índia do Nordeste a região norte-oriental da Índia contendo os chamados Sete Estados Irmãos (estados de Arunachal Pradesh , Assam , Manipur , Meghalaya , Mizoram , Nagaland , e Tripura ), o estado de Sikkim e ainda partes de Bengala do Norte (distritos de Darjeeling , Jalpaiguri e Koch Bihar ). A Índia do Nordeste é etnicamente diferenciada do resto da Índia, e tem fortes laços étnicos e culturais com a Ásia Oriental e o Sudeste Asiático , com fortes culturas que não foram abrangidas pela sanscritização como os Kuki e outras tribos. Do ponto de vista linguístico a região tem uma predominância de línguas da matriz tibetano-birmanesa. É oficialmente reconhecida aos oito estados uma categoria especial no território indiano. Foi formado o chamado North Eastern Council (NEC) [ 1 ] em 1971 como agência formal para o desenvolvimento económico e social da região. É uma zona onde os vários problemas político-étnicos são de difícil solução, e a integração política com o resto da União Indiana tem sofrido durante décadas de problemas de revoltas, [ 2 ] tendo levado a múltiplas ações militares e policiais. [ 3 ] Comparada com o resto da Índia, a população é escassa, somando 3,8% do total do país. Em 2011 contavam-se cerca de 39 milhões de habitantes. Entre os estados da região, Sikkim tornou-se protetorado indiano em 1947 e estado em 1975. O Corredor de Siliguri em Bengala Ocidental , com uma largura média de 21 km a 40 km, liga a região nordeste ao resto da Índia. Mais de 2000 km de fronteiras são partilhados com outros países: Nepal , China , Butão , Mianmar e Bangladesh . A Índia do Nordeste tem um clima predominantemente húmido subtropical . Os verões são quentes e húmidos, com monções fortes e invernos suaves. Há ainda florestas tropicais. Os estados de Arunachal Pradesh e Sikkim têm clima alpino com inversos muito frios com fortes nevões e verões suaves. Ver também [ editar | editar código-fonte ] Sete Estados Irmãos Corredor de Siliguri Referências ↑ North East Council ↑ Sanjib Baruah (2001) Generals as Governors: The parallel political system of Northeast India ↑ Seventh Kamal Kumari Memorial Lecture. Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Nordeste da Índia Índia no site geographia.com [1] Cropping Pattern Changes in the North-Eastern Region of India: A Study on Influencing Factors (2010) by Phanindra Goyari North-East India on Facebook - an Eastern Fare initiative Eastern Panorama – North East India's 1st News Magazine North-East India on Facebook - The Telegraph Infobase of the indigenous Hmar people in NE India Sinlung – News of North East India Sinlung Network – Northeast Business Directory Beautiful People of North East India Northeast Vigil – the largest and oldest information repository of information on the Northeast Arts of the tribal groups in the Northeast Books on North East India Photographs from the Seven Sister States of North East India The Bishnupriya Manipuri The North East India Newsline Brief description about North-East India States North East India Imarat Shariah and Nadwatuth Tameer Portal da geografia Portal da Índia Este artigo sobre Geografia da Índia é um esboço . 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  Ampério Pertués - Biquipédia Ampério Pertués Ourige: Biquipédia, la anciclopédia lhibre. Saltar pa: nabegaçon , percura Modelo:Stória de Pertual Ampério Pertués ye l nome quemun dado al cunjunto de ls territórios ultramarinos acupados i admenistrados por Pertual a partir de l'ampeço seclo XV até la metade de l seclo XX . La spresson 'Ampério Pertués', inda assi, nunca fui ousada oufecialmente. L nome ... Índia . An 1500 , na segunda biaige pa la Índia Pedro Álbares Cabral zbiou-se de la rota na cuosta ... an 1510 custituído l Stado Pertués de la Índia cun sede an Goa , la purmeira cunquista territorial na Índia. Nas décadas que se seguiran ls nabegadores pertueses cuntinórun la sploraçon de las ... camino marítimo pa la Índia por Vasco da Gama, eimortalizando ls feitos de ls pertueses. Anque de ls ... Batista de Ajudá , pulas quelónias asiáticas de Macau i de l Stado Pertués de la Índia i pula quelónia CACHE

Ampério Pertués - Biquipédia Ampério Pertués Ourige: Biquipédia, la anciclopédia lhibre. Saltar pa: nabegaçon , percura Modelo:Stória de Pertual Ampério Pertués ye l nome quemun dado al cunjunto de ls territórios ultramarinos acupados i admenistrados por Pertual a partir de l'ampeço seclo XV até la metade de l seclo XX . La spresson 'Ampério Pertués', inda assi, nunca fui ousada oufecialmente. L nome oufecial mais outelizado para cunjunto de ls territórios ultramarinos pertueses fui simplesmente 'Ultramar Pertués'. Yá l nome ' Ampério Quelonial Pertués ' fui oufecial, mas solo durante un brebe período, yá ne l seclo XX . L Ampério Pertués fui l purmeiro ampério global [1] de la stória, cun un cunjunto de territórios repartidos por quatro cuntinentes sob soberanie pertuesa , resultado de las sploraçones rializadas na Era de ls çcubrimientos . Fui l mais duradouro de ls ampérios queloniales ouropeus modernos, yá que la persença pertuesa fura de la Ouropa abrangeu quaije seis seclos. Fui gobernado pula Casa de Abis por cerca de ciento i cinquenta anhos, depuis por sessenta anhos, pula Casa de Habsburgo , mais tarde pula Casa de Vergáncia por trezientos anhos, i a partir de 1910 fui gobernado pula República Pertuesa . Cumbenciona-se l'ampeço de l Ampério cumo sendo la cunquista de Ceuta an 1415 . Yá l final de l Ampério, cunsuante l critério outelizado, puode ser cunsidrado l'anho de 1975 - andependéncia de la maior parte de ls territórios -, l'anho 1999 - fin de l'admenistraçon pertuesa de Macau , l redadeiro território ultramarino inda admenistrado de fato por Pertual - ó l'anho de 2002 - data de l'andependéncia de Timor-Leste , redadeiro território ultramarino cunsidrado de jure sob soberanie pertuesa. [2] Tabela de cuntenido 1 Stória 2 Persença pertuesa an África 2.1 Cunfrontos culs houlandeses an África (1597-1663) 2.2 África i l Ampério Quelonial Pertués (1822-1975) 3 Persença pertuesa ne l Ouriente 3.1 L Ampério comercial 3.2 Dinastie Filipina i guerra luso-houlandesa (1580-1663) 4 Persença pertuesa ne l Brasil 4.1 Las Capitanias heireditárias i l purmeiro Gobierno Giral (1532-1580) 4.2 Ounion eibérica, debison i ambasones houlandesas (1580-1663) 4.3 L Ciclo de l Ouro (1693-1800) 4.4 Mudança de la Corte i Andependéncia de l Brasil (1807-1825) 5 Pertual Ansular 5.1 La Madeira 5.2 Ls Açores 6 Çcolonizaçon (sec. XX) 7 Fin de l Ampério 8 Legado 9 Territórios de l Ampério Pertués 10 Ber tamien 11 Notas 12 2 13 Bibliografie 14 Lhigaçones sternas Stória [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Ber artigo percipal: Çcubrimientos pertueses Anfante Don Anrique , l Nabegador, (1394-1460), príncepe pertués [3] L spansionismo pertués fui mobido einicialmente pul sprito melitar i eibangelizador , de cuntinaçon de la recunquista ne l Norte de África i, depuis, pul antresse comercial, purmeiro nas prósperas capitanias de las ilhas Madeira i de ls Açores, seguindo-se la busca dun camino marítimo pa la Ásia , altarnatibo al Mediterráneo dominado pulas repúblicas marítimas eitalianas, puls otomanos , puls mouros i por piratas , ne l lucratibo quemércio de speciaries . Ls pertueses ampeçórun por splorar sistematicamente la cuosta de África a partir de 1419, cun nabegadores sperientes serbidos puls mais abançados zambolbimientos náuticos i cartográficos de la época, zambolbendo la carabela . An 1471 chegórun al Golfo de la Guiné, adonde an 1482 ye stablecida la feitoria de San Jorge de la Mina para apoiar l quemércio d'ouro. Passado sucessibas biaiges sploratórias, Bartolomeu Dias dobrou pula purmeira beç l Cabo de la Buona Spráncia , antrando ne l Ouceano Índico a partir de l Atlántico an 1488 . La chegada de Cristóvão Colombo a la América an 1492 percipitou ua negociaçon antre D. Juan II i ls Reis Católicos de l recén formado Reino de Spanha . Cumo resultado, fui assinado an 1494 l Tratado de Tordesilhas , debedindo l Mundo an dues árias de sploraçon: la pertuesa i la spanhola, cabendo a Pertual las tierras 'çcubiertas i por çcubrir' a leste de l meridiano que demarcaba 370 lhéguas (1.770 Km ) a oeste de las ilhas de Cabo Berde , i a la Spanha las tierras que quedássen a oeste dessa linha. Pouco depuis, an 1498 , Vasco da Gama chegou a la Índia . An 1500 , na segunda biaige pa la Índia Pedro Álbares Cabral zbiou-se de la rota na cuosta Africana i chegou al Brasil . [4] Seis anhos passado la biaige de Gama ye nomeado l purmeiro bice-rei i an 1510 custituído l Stado Pertués de la Índia cun sede an Goa , la purmeira cunquista territorial na Índia. Nas décadas que se seguiran ls nabegadores pertueses cuntinórun la sploraçon de las cuostas i ilhas de la Ásia ouriental, stablecendo fortificaçones i puostos comerciales . Çcubrimientos i biaiges pertuesas antre 1415-1543: percipales rotas (azul), ampério sob D. Juan III (berde) Durante la spanson ampeçada an 1415 até a la mássima stenson ne l reinado de D. Juan III puode caraterizar-se cumo ua talassocracie , [5] [6] abrangendo ls ouceanos Atlántico i Índico , defendidos por ua cadena de fortalezas i feitories costeiras. [7] An 1571 ua cadeia d'antrepuostos ligaba Lisboua la Nagasaki , cidade fundada ne l Japon puls pertueses: l'ampério tornara-se berdadeiramente global, trazendo ne l porcesso einormes riquezas para Pertual. An 1572 , trés anhos passado regressar de l Ouriente, Luís Vaz de Camões publicarie la eipopeia ' Ls Lusíadas ', cuja açon central ye la çcubierta de l camino marítimo pa la Índia por Vasco da Gama, eimortalizando ls feitos de ls pertueses. Anque de ls formidables ganhos ne l Ouriente, l'antresse por Marrocos nun anfraquece. An 1578 l rei D. Sabastian percurou cunquistar ls territórios anteriores, l que treminou na derrota an Alcácer-Quibir , seguindo-se ua crise sucessória que resultou na ounion cula corona spanhola an 1580 . Durante la Dinastie Filipina l'ampério pertués sofriu grandes rebeses al ser ambolbido ne ls cunflitos de Spanha cula Anglaterra , la Fráncia i la Houlanda , que tentában stablecer ls sous própios ampérios. [8] Antre 1595 i 1663 fui trabada la Guerra Lhuso-Houlandesa culas Cumpanhas Houlandesas de las Índias Oucidentales i Oucidentales , que tentában tomar las redes de quemércio pertuesas de speciaries asiáticas, scrabos de la áfrica oucidental i açúcar de l Brasil [9] Apuis de la perda de numerosos territórios, [10] Pertual restourou l'andependéncia an 1640. An 1654 cunseguiu recuperar l Brasil i Luanda , ambora tenendo perdido para siempre la proeminéncia na Ásia. L Brasil ganhou assi amportança ne l'ampério, reforçada pula çcubierta de grandes cantidades de ouro na fin de l seclo XVII. Cula chegada de la Corte pertuesa an 1808 , protegendo-se de ls eisércitos de Napoleon I , passou a ser cunsidrado un associado al Reino, cul nome de Reino Ounido de Pertual, Brasil i Algarbes . Cul recoincimiento de la declaraçon d'andependéncia de l Brasil an 1825 , Pertual acentuou la spanson territorial ne l'anterior de la África , i a partir de 1870 tenerie anfrentar las poténcias ouropeias para cunserbar l resto de l sou fragmentado Ampério: las ilhas de Cabo Berde i de San Tomé i Príncepe , la Guiné cuntinental, las cuostas de la Angola i de Moçambique , las possessones pertuesas nas Índias , Macau i Timor . Durante l Estado Nuobo an que stubo an bigor l Ato Quelonial ( 1930 - 1951 ) l Ultramar Pertués tubo l nome oufecial de 'Ampério Quelonial Pertués', sendo anton cumpuosto pulas quelónias africanas de S. Tomé i Príncepe , Cabo Berde , Guiné Pertuesa , Angola , Cabinda , Moçambique i San Juan Batista de Ajudá , pulas quelónias asiáticas de Macau i de l Stado Pertués de la Índia i pula quelónia ouceánica de Timor Pertués . An 1951, l nome 'Ampério Quelonial Pertués' fui abolido, cumo política para eibitar ser cunsidrado ua poténcia quelonial ne ls fóruns anternacionales, na spráncia de preserbar un Pertual antercontinental, l Stado Nuobo passou a chamar las quelónias por porbíncias ultramarinas , cunsidrando qu'esses territórios nun éran quelónias, mas si parte antegrante i anseparable de Pertual, cumo ua 'Nacion Multirracial i Pluricontinental'. An 1961 ampéçan-se an África ls cunfrontos de la Guerra Quelonial Pertuesa , que durarie até a la Reboluçon de ls Crabos an ( 1974 ), resultando na andependéncia de las quelónias an 1975 . La 'fin' de jure de l Ampério Pertués terá sido an 1999 , quando Macau , redadeiro território sob la sue admenistraçon, fui debolbido a la República Popular de la China . Puode-se inda cunsidrar qu'este acunteciu an 2002 , quando Pertual recoinciu l'andependéncia de Timor-Leste , lhibertada de l'acupaçon andonésia an 1999 . Puode debedir-se la stória de l'ampério pertués an períodos çtintos: 'Purmeiro Ampério' (1415-1580): Çcubrimientos i spanson an África i ne l Ouriente, que acabarie cula acupaçon spanhola. 'Segundo Ampério' (1580-1822): Cula perda d'anfluéncia ne l Ouriente, l Brasil ganha amportança. 'Terceiro Ampério' (1822-1975): Passado l'andependéncia de l Brasil, África domina ne l Ampério Quelonial Pertués. Persença pertuesa an África [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Cisterna pertuesa Manuelina an Mazagon , Marrocos La tomada de Ceuta an 1415 i la çcubierta de las ilhas de la Madeira an 1418 i de ls Açores an 1427, territórios de colonizaçon i sploraçon agropecuária, marcan l'ampeço de la spanson territorial marítima pertuesa. Mobidas d'ampeço pula busca de prebilégios de fidalguia cunquistados an batailha i, depuis, pula eniciatiba pribada que buscaba riqueza fura de l território - cunseguindo-la nas prósperas capitanias de ls arquipélagos de la Madeira i de ls Açores - las biaiges prosseguiran pula cuosta africana, cada beç mais para sul. [11] Las spediçones passórun l cabo Bojador an 1434 . A la medida que ls resultados se mostrában mais cumpensadores, fúrun tomadas medidas para proteger ls antresses de Pertual. Ampulsionado pul [[Anfante Don Anrique] ] 'l Nabegador' ye decretado l monopólio de la nabegaçon na cuosta oeste Africana an 1443 , ampeçando l Mare clausun pertués ne l Atlántico. Ls nabios passan a ser licenciados por Pertual an troca de parte de ls lucros oubtidos, l que motibou l'ambestimiento an biaiges de sploraçon por pertueses i strangeiros, cumo ls genobeses i benezianos. [11] An 1444, cumo gobernador de l Algarbe, l Anfante stablece un cunsórcio de nabegaçon an Lagos. I an 1445 ye criada la purmeira feitoria comercial de l'ilha de Arguin , na cuosta de la Mauritánia, custruida sob las anstruçones de l própio Anfante: percuraba atrair las rotas percorridas por mercadores muçulmanos ne l norte de África, tentaba-se amplantar un mercado para monopolizar l'atebidade comercial de la zona. A partir de 1458 , Ceuta i Arguin , culas sues guarniçones melitares, fúrun puntos-chabe d'apoio logístico i material a las nabegaçones pertuesas i un antrabe a la piratarie praticada puls mouros . Fortaleza de San Jorge de la Mina (Eilmina), atual Gana . An 1469, Fonso B, Rei de Pertual cuncediu l monopólio de l quemércio na parte de l Golfo de la Guiné al mercador Fernon Gomes , contra ua renda anual de 200 000 reales . L sclusibo de l quemércio de l'anton chamada 'guindilha', la pumienta-de la-guiné ( Aframomun melegueta ) popular sustituto de la pumienta preta [12] , fui-le tamien cuncedido por 100 000 reales anuales. Gomes tenie que splorar 100 léguas de la cuosta de la África por anho durante cinco anhos. [13] Cula colaboraçon de nabegadores cumo João de Santarén , Pedro Scobar , Lopo Gonçalbes , Fernon de l Pó i Pedro de Sintra , fé-lo mesmo para para alhá de l cuntratado. Cul sou patrocínio, ls pertueses chegórun al Cabo de Santa Catarina, yá ne l Heimisfério Sul, i ancontrórun tamien las ilhas de l Golfo de la Guiné, ancluindo San Tomé i Príncepe i Eilmina na Cuosta de l Ouro an 1471, [14] adonde la Fortaleza de San Jorge de la Mina i la cidade fúrun custruídos an 1482 an redror de l'andústria d'ouro de alubion . [15] Culs lucros deste quemércio, Gomes auxeliou l monarca na cunquista de Arzila , Alcácer Ceguer i Tánger , zampenhando un papel d'einorme anfluéncia na eiquenomie de l reino. Cula passaige de l cabo de la Buona Spráncia por Bartolomeu Dias an 1488 , al proselitismo de la reconquista, adicionan-se la curjidade científica i l mercantelismo . Basco de la Gama usou las cartas marítimas até anton traçadas para stablecer ua rota marítima pa la Índia . Passado esta çcubierta l seclo XVI tornarse-iba l ' seclo d'ouro ' para Pertual i l sou apogeu cumo nuoba poténcia ouropeia. Muralha pertuesa an Arzila , Marrocos . Cula carreira de la Índia que ligaba Lisboua la Goa a partir de 1497 , la ilha de Moçambique ganhou ua amportança stratégica cumo escala de nabegaçon, sendo ende custruída ua poderosa fortificaçon, la Fortaleza de San Sabastian , i un spital. Ne ls Açores, la Armada de las ilhas protegie las naus a camino de Lisboua. A partir d'anton las sploraçones perdírun l caráter pribado, passando a efetuar-se sob eniciatiba de la Corona. Anque de ls formidables benefícios gerados pul ampério quelonial ne l Ouriente, l'antresse de la corona por Marrocos nun anfraqueciu. L seclo XVI ye ua sucesson de cunquistas i d'abandonos de fortalezas costeiras até que l rei D. Sabastian (1557-1578) ambestiu na cunquista de ls territórios anteriores, l que resultou na derrota an Alcácer-Quibir an 1578 seguindo-se ua crise sucessória qu'acabou na ounion cula corona spanhola an 1580 . Cunfrontos culs houlandeses an África (1597-1663) [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Eigreija de Santo António, Ilha de Moçambique , Património Mundial de la UNESCO Ne l cuntesto de la Dinastie Filipina , l'ampério pertués sofriu grandes rebeses al ser ambolbido ne ls cunflitos que la Spanha trababa cula Anglaterra , la Fráncia i la Houlanda , que tentában stablecer ls sous própios ampérios. [8] Pertual serie arrastrado, sin berbas i sin capacidade para ambiar eisércitos pa las regiones atacadas por fuorças bien preparadas. Ls houlandeses, ambolbidos na guerra de ls Uitenta Anhos cun Spanha zde 1568, atacában por mar quelónias i nabios. L'ampério pertués, custituido subretodo d'assentamientos costeiros, bulnerables a ser tomados un a un, tornou-se un albo fácele. [9] La Guerra Luso-Houlandesa ampeçou cun un ataque la San Tomé i Príncepe an 1597 . Fui trabada pulas Cumpanhas Houlandesas de las Índias Ourientales i Oucidentales , cul oubjetibo de tomar las redes de quemércio pertuesas de speciaries asiáticas, scrabos de la África oucidental i açúcar de l Brasil. [9] Passado bários cunfrontos ne l'ouriente i ne l Brasil, ampeçórun ls ataques ne ls postos comerciales de la cuosta oeste africana, bisando assegurar scrabos pa la porduçon d'açúcar an territórios cunquistados ne l Brasil. An 1638 ls houlandeses tomórun San Jorge de la Mina na Guiné , Luanda an 1641 i Axin , ne l'atual Gana , an 1642 . [10] An 1640 , Pertual restourou l'andependéncia , restablecendo l'aliança cula Anglaterra que, ambora tenga apoiado, an brebe benerie a zafiar ls Houlandeses. An 6 de Abril de 1652, l mercador de la BOC Jan ban Riebeck stablece acerca de l Cabo de la Buona Spráncia un puosto de reabastecimiento, que se tornarie na Cidade de l Cabo, permitindo als houlandeses dominar la rota de l cabo , de quemércio pa l'ouriente. An 1654 , la frota de Salbador Correia de Sá i Benebides cunseguirie recuperar l Brasil i Luanda , ambora Pertual tenga perdido para siempre la proeminéncia na Ásia. Ls Houlandeses, temendo perder ls territórios yá cunquistados, acabarian por selar defenitibamente la paç an 1663 . África i l Ampério Quelonial Pertués (1822-1975) [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Mapa Quelor-de-Rosa reclamando la soberanie de Pertual ne ls territórios antre Angola i Moçambique . Passado la perda de l Brasil, cula andependéncia an 1822 , Pertual tubo d'anfrentar las poténcias ouropeias para cunserbar l resto de l sou fragmentado Ampério: las ilhas de Cabo Berde i de San Tomé i Príncepe , la Guiné cuntinental, las cuostas de la Angola i de Moçambique , las possessones pertuesas nas Índias , Macau i Timor . An 1842 Pertual puso fin al tráfico negreiro ne l Ampério i an 1869 aboliu la scrabidon . Esta decison fui debrebe cuntrabalançada por ua legislaçon trabalhista ansistindo na necidade de l trabalho andígena ne ls campos de algodon ó nas obras públicas. Este trabalho fuorçado tornou-se nua de las caratelísticas de l sistema quelonial pertués al mesmo títalo que la «misson cebelizadora» até al fin de ls anhos 1950 de l seclo XX. Para alhá de séren oubrigados al trabalho i al pagamiento d'ampuostos, las pessonas afetadas, até 1961 , pul statuto legal de « andígenas » stubírun scluídas de la catadorie de cidadanos al qual pertencian ls africanos «antegrados» i ls quelonos ouropeus. Ne l final de l seclo XIX, cul crecente antresse de las poténcias ouropeias por África , tornou-se claro que Pertual deberie tamien defenir ua nuoba política africana, yá que la crecente persença anglesa, francesa i almana ne l cuntinente amenaçaba la tradecional heigemonia pertuesa. Predominando an Pertual la bison quelonial baseada ne l 'dreito stórico' alicerçado na primazie de l'acupaçon, Pertual reclamou bastas árias de l cuntinente africano, entrando an colison culas restantes poténcias. A partir de la década de 1870 quedou claro que l dreito stórico nun serie suficiente i que la persença pertuesa dependia de l'alargamiento pa l'anterior de las possessones reclamadas. Nesse cuntesto, la Sociadade de Geografie de Lisboua [16] organizou ua suscriçon para manter 'staçones cebelizadoras' na zona d'anfluéncia pertuesa ne l'anterior de l cuntinente, nua ampla faixa que ligaba la cuosta a la contra-cuosta, de Angola la Moçambique . Nacia assi l chamado Mapa Quelor-de-Rosa . Para aguantar las rebindicaçones custantes ne l mapa quelor-de-rosa fúrun planeadas sploraçones al anterior de la África , que liebórun a las famosas spediçones de Heirmenegildo Capelo , Roberto Ibenes i Serpa Pinto , antre 1877 i 1885 , que mapeórun i studórun l território. Na Cunferéncia anternacional de Berlin ( 1884 – 1885 ), cumbocada para dirimir ls múltiplos cunflitos i fixar las zonas d'anfluéncia de cada poténcia an África, Pertual perdiu l cuntrolo de la foç de l riu Cungo para Leopoldo II de la Bélgica i boltou-se pa las tierras anteriores de la Angola i de l Moçambique, amprendendo nestas tierras bárias campanhas de «pacificaçon». La spanson quelonial africana treminou cul Ultimato británico de 1890 : sob presson de ls Reino Ounido Pertual tubo de retirar-se i abandonar las sues pretensones ne ls territórios antre Angola i Moçambique. [17] An 1911 , passado la fin de la monarquia, amprestando de ls británicos un método d'admenistraçon andireta, mas tamien anfluenciados puls franceses, ls republicanos dórun a las sues possessones de lalén-mar l nome de quelónias , a las quales se adicionan ua cierta outonomie financeira i admenistratiba, moderadas antretanto pul Ato Quelonial centralizador de 1930 . A partir de 1946 , cumo forma política d'eibitar que Pertual fusse cunsidrado ua poténcia quelonial ne ls fóruns anternacionales, i na sperança de preserbar un Pertual antercontinental, l Stado Nuobo passou a zeignadar las quelónias por porbíncias de lalén-mar ó porbíncias ultramarinas , cunsidrando qu'esses territórios nun éran quelónias, mas si parte antegrante i anseparable de Pertual, cumo ua 'Nacion Multirracial i Pluricontinental'.. [18] Persença pertuesa ne l Ouriente [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Eigreija de S. Francisco an Cochin , la mais antiga de la Índia , custruída an 1503 . [19] [20] Basco de la Gama , falecido an 1524 fui eiqui sepultado einicialmente. La biaige comandada por Basco de la Gama até Calecute , [21] fui punto de partida de l'amplantaçon pertuesa na cuosta ouriental africana i na Índia . L purmeiro cuntato dou-se a 20 de Maio de 1498 . Passado alguns cunflitos cun mercadores árabes que detinhan l monopólio de las rotas de speciaries , Basco de la Gama cunseguiu ua carta de cuncesson ambigua pa las trocas comerciales cul samorin de Calecute, ende deixando alguns pertueses para stablecíren ua feitoria. Pouco depuis, fui criada an Lisboua la Casa de la Índia para admenistrar l monopólio régio de la nabegaçon i quemércio cul Ouriente. L'oubjetibo de Pertual ne l Ouceano Índico fui l d'assegurar l monopólio de l quemércio de speciaries . Jogando cuntinamente de la ribalidade qu'oupunha hindus i muçulmanos , ls pertueses stablecírun, antre 1500 i 1510 , bárias fortalezas i feitorias comerciales . An 1500 la segunda armada a la Índia que benie de çcubrir l Brasil splorou la cuosta ouriental africana, adonde Diogo Dies çcubriu l'ilha la que dou l nome de San Lourenço, mais tarde zeignada Madagáscar . Esta armada, comandada por Pedro Álbares Cabral , chegou la Calecute an Setembre, adonde assinou l purmeiro acuordo comercial na Índia. La feitoria pertuesa ende anstalada tubo assi i todo efémera duraçon: atacada puls muçulmanos an 16 de dezembre, neilha perecírun bários pertueses, antre ls quales l scribon Cermeinho Baç de Camina . Passado bumbardear Calecute, Cabral seguiu para Cochin . Beneficiando de la ribalidade antre l marajá de Cochin i l samorin de Calecute, ls pertueses fúrun bien recebidos i bistos cumo aliados na defesa, fundando an Cochin l fuorte (Fuorte Manuel) i puosto comercial que serie la purmeira quelónia ouropeia na Índia. Ende custruiran an 1503 la Eigreija de San Francisco . [22] An 1502 Basco de la Gama tomou l'ilha de Quíloa , na cuosta de la Tanzánia , adonde an 1505 fui custruída la purmeira fortificaçon pertuesa de la África Ouriental para proteger las naus de la carreira de la Índia . An 1505 l rei D. Manuel I nomeou D. Francisco de Almeida [23] purmeiro Bice-rei de la Índia [24] por un triénio. Sedeada an Cochin ampeçou-se la gobernaçon pertuesa ne l'ouriente. Nesse anho ls pertueses tomórun Cananor adonde fundórun la fortaleza de Santo Angelo i Lourenço de Almeida chega la Ceilon , atual Sri Lanka, adonde çcubre l'ourige de la canielha . Ancontrando-lo debedido an siete reinos ribales, stablece un pato de defesa cul reino de Kotte i, splorando las ribalidades anternas, stende l cuntrolo nas árias costeiras, adonde an 1517 serie fundada la fortaleza de Colombo . [25] Fortaleza de Diu , la mais amportante fortificaçon de la Índia Pertuesa . Guzerate , Índia . Fuorte de Nuossa Senhora de la Cunceiçon de Ormuç , Eiran . Em 1506 ls pertueses, sob l comando de Triston de la Cunha i Fonso de Albuquerque , cunquistan Socotorá na antrada de l Mar Burmeilho i an 1507 Mascate , seguindo la stratégia que pretendia ancerrar las antradas pa l Índico. Nesse mesmo anho fúrun custruidas fortalezas na Ilha de Moçambique i an Mombaça , na cuosta queniana. An 1509 ye trabada la batailha de Diu contra ua frota cunjunta de l Sultanato Burji de l Cairo , de l Sulton Otomano Beyazid II, de l samorin de Calecute i de l Sulton de Gujarat, cul apoio nabal de la República de Beneza i de la República de Ragusa . [26] La bitória pertuesa fui detreminante, marcando l'ampeço de l domínio ouropeu ne l Índico. Cul poder de ls otomanos seriamente abalado, ls Pertueses cunquistórun debrebe localidades costeiras. Yá sob l gobierno de Albuquerque Goa fui tomada als árabes an 1510 cul ajuda de l corsairo hindu Timoja . Cobiçada por ser l melhor porto comercial de la region, antreposto de cabalhos árabes pa ls sultanatos de l Decon , permitie cumprir la buntade de l Reino de nun permanecer eiterno hóspede de Cochin. Anque ataques custantes, Goa tornou-se la sede de la persença pertuesa, sob nome de Stado Pertués de la Índia , cula cunquista a zamcadear l respeito de ls reinos bezinos: Guzerate i Calecute ambiórun ambaixadas, ouferecendo alianças, cuncessones i locales para fortificar. Albuquerque ampeçou nesse anho an Goa la purmeira cunhaige de moneda pertuesa fura de l reino, aprobeitando l'ouportunidade para anunciar la cunquista. [27] [28] Einicialmente D. Manuel I i l cunseilho de l reino tentórun çtribuir l poder a partir de Lisboua, criando trés árias de jurisdiçon ne l Índico: Albuquerque seguira cula misson de tomar Hormuç, Aden i Calecute assegurando l domínio ne l mar Burmeilho. Diogo Lopes de Sequeira fura ambiado pa l sudoeste asiático, cula misson de tentar un acuordo cul sulton de Malaca. Jorge de Aguiar i, depuis, Duarte de Lemos presidian a la ária antre l Cabo de la Buona Spráncia i Guzerate . [29] Assi i todo estes cargos fúrun centralizados por Fonso de Albuquerque, que se tornou plenipotenciairo, i assi permanecírun. An Abril de 1511 Albuquerque zarpou para Malaca , na Malásia, cun ua fuorça de cerca de 1 200 homes i 17 ó 18 nabios. [30] Placa cuntornante de l quemércio cula China i cul sudeste asiático, la península de Malaca tornou-se anton la base stratégica pa la spanson pertuesa na Índia Ouriental, sob l Stado Pertués de la Índia cuja capital era Goa. Para defender la cidade fui arguido un fuorte cuja puorta, chamada la ' La Famosa ', inda susiste. Bencido l sultanato de Malaca , Fonso de Albuquerque ambia eimediatamente Duarte Fernandes an misson diplomática al Reino de l Sion (Tailándia), adonde ye l purmeiro ouropeu a chegar, dadas las pretensones siamesas an Malaca. [31] An Nobembre desse anho, quedando a saber la localizaçon de las chamadas 'ilhas de las speciaries' nas Molucas , las ilhas Banda , ambiou ua spediçon comandada por António de Abreu pa las ancontrar. Pilotos malaios guiórun-mos bie Jaba , las Pequeinhas Ilhas de Sunda i de la ilha de Ambon até Banda, adonde chegórun ne l'ampeço de 1512 . [32] Ende permanecírun, cumo purmeiros ouropeus a chegar a las ilhas, anchendo ls sous nabios cun nuoç moscada i crabinho. [33] Abreu partiu por Ambon enquando l sou bice-comandante Francisco Serron se adiantou para Ternate . Nesse mesmo anho, na Andonésia, ls pertueses tóman Macáçar , chegando la Timor an 1514 . [34] [35] Partindo de Malaca, Jorge Álbares chegou al Sul de la China an 1513 . L'esta bejita seguiu-se la chegada la Canton , adonde fúrun stablecidas feitorias pertuesas i adonde mais tarde surgirie l'antreposto de Macau . Ne l Golfo Pérsico ls pertueses cunquistan Ormuç an 1515 i, debido a la posiçon stratégica na region, l Bahrein an 1521 . Antre 1522 i 1529, na sequéncia de la biaige de circumnabegaçon de Fernon de Magalhanes , ls castelhanos cuntestórun l lemite Este de l Tratado de Tordesilhas, çputando las baliosas Molucas 'brício de todas las speciaries' i las Filipinas culs pertueses. An 1524 D. Juan III i Carlos I de Spanha selórun l Tratado de Saragoça , que defenia la cuntinaçon de l meridiano de Tordesilhas ne l'heimisfério ouposto, la leste de las ilhas Molucas, cedidas pula Spanha mediante l pagamiento de 350.000 ducados de ouro . An 1533 Pertual cunquista Baçain , a cerca de 50 Km de Bombain . An 1534, Guzerate fui acupada puls mogoles i l sulton Bádur Xá de Guzerate fui fuorçado a firmar l tratado de Baçain culs pertueses, adonde stablecie ua aliança para recuperar l sou paíç, cedendo an troca Damon , Diu , Bombain i Baçain . [36] An 1538 la fortaleza de Diu ye outra beç cercada por 54 nabios otomanos. Un outro cerco falhado an 1547 ponerie fin a las ambiçones otomanas, cunfirmando l'heigemonia pertuesa. Mapa de la Ásia i oceania c.1550 An 1542 l missionairo jesuíta Francisco Xabier chegou la Goa al serbício de D. Juan III, para acupar l cargo de Núncio Apostólico, biajando cul nuobo bice-rei. Ne l'anho seguinte Francisco Zeimoto i outros comerciantes aportan ne l Japon pula purmeira beç. Segundo Fernon Mendes Pinto , que terá partecipado nesta biaige, chegórun a l'ilha de Tanegashima , adonde spantórun ls outótones cula nobidade de las armas de fuogo i de l reloijo, que benerien a ser d'eimediato fabricados puls japoneses an grande scala. [37] An 1550 ampeçórun-se ls purmeiros cuntatos cun Macau . An 1557 las outoridades locales outorizórun ls pertueses a stablecer-se mediante un pagamiento anual, fazendo de Macau un antreposto ne l quemércio triangular antre la China, l Japon i la Ouropa. An 1570 ls pertueses cumprórun un porto japonés adonde fundórun la cidade de Nagasaki , [38] criando assi un centro comercial que durante muitos anhos serie la puorta de l Japon pa l mundo. L Ampério comercial [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Rotas comerciales pertuesas de Lisboua la Nagasaki antre 1580-1640 (burmeilho). I la rota comercial altarnatiba spanhola, criada an 1565, l chamado galeon de Manila (amarielho) L Ampério Pertués an África i ne l Ouriente fui eissencialmente marítimo i comercial, localizado an regiones costeiras. La basta rede de feitorias i fortalezas facilmente abastecibles por mar, [39] reforçadas pula açon de las missones relegiosas an tierra, permitiran als pertueses cuntrolar i dominar l quemércio de speciaries, de piedras preciosas, de la seda i de la porcelana. Lisboua era l ' ampório ' de la Ouropa . An Lisboua la ' Casa de la Índia ' admenistraba l monopólio de la nabegaçon i de l quemércio cul ouriente, mantendo la Corona cumo reguladora. Criada antre 1500 i 1503 , [40] fui sucessora d'anstituiçones semelhantes, cumo la Casa de la Guiné i la Casa de la Mina, para acumpanhar la spanson comercial ne l'ouriente. La Casa de la Índia admenistraba las sportaçones para Goa , centro de l'ampério ouriental, l zambarque de mercadorias ourientales i la sue benda an Lisboua. La çtribuiçon na Ouropa era feita atrabeç de la Feitoria Pertuesa de Antuérpia . L monopólio régio ancidie subre las percipales speciaries - pumienta , crabinho i canielha i sportaçon de cobre , cun grande percura na Índia- cobrando ua taxa de 30% ne l lucro de ls restantes perdutos. An 1506 cerca de 65% de ls probeitos de l reino benien de taxas subre las atebidades para alhá-mar. An 1518 solo l lucro de las speciaries [41] repersentaba 39% de la receita de la Corona, [42] l que liebarie Francisco I de Fráncia a apelidar D. Manuel I de Pertual 'le roi épicier', ó seia, 'l rei merceiro '. Basílica de l Buono Jasus , Goa Bielha , Património Mundial de la UNESCO, adonde se ancontra zde 1655 l túmulo de S. Francisco Xabier . Carraca Pertuesa. Painel japonés de l período Nanban de l Japon . Al longo de cerca de 30 anhos, de 1503 la 1535 , ls pertueses cunseguiran ultrapassar l quemércio de speciaries beneziano de l Mediterráneo, [43] porjetando Antuérpia cumo grande centro comercial de la Ouropa. L stilo Manuelino atesta inda hoije prosperidade de l reino an obras cumo l Mosteiro de ls Jerónimos , ancomendado pul rei D. Manuel I i ampeçado an 1502, pouco depuis de Basco de la Gama tener regressado de la Índia . Financiado an grande parte puls lucros de l quemércio de speciaries , grande parte de la sue custruçon serie rializada até 1540, ne l reinado de D. Juan III . La receita ampeçou a declinar an meados de l seclo, debido als custos de la persença an Marrocos i a gastos perdulairos. Pertual nun zambolbera las anfraestruturas domésticas para acumpanhar l'atebidade, cunfiando an serbícios steriores para suportar las sues atebidades comerciales, fazendo cun que grande parte de la receita se dissipasse ne l porcesso. Ne l'ouriente zde 1510 , la política de l gobernador-giral Fonso de Albuquerque ancorajou ls casamientos mistos, permitindo l'aparecimiento dua quemunidade ouroasiática an Goa . Para alhá de l quemércio cula Ouropa, ls pertueses ancontrórun un lucratiba fuonte de rendimiento ne l quemércio triangular China-Macau-Japon. [44] Zde la sue fundaçon Macau creciu a la custa deste lucratibo quemércio, baseado na troca de seda i ouro de la China por prata de l Japon , ampeçado a partir de 1540 , quando ls mercadores pertueses ampeçórun a bender ls perdutos chineses al Japon. An solo ua década, Macau tornou-se ne l'antreposto i antermediairo-chabe ne l quemércio antre la China i l Japon , specialmente quando las outoridades chinesas proibiran l quemércio direto cul Japon por mais de cien anhos. Nestas circunstáncias, ls pertueses ganhórun l monopólio , fazendo de Macau ua grande cidade comercial qu'atingirie l sou auge durante ls finales de l seclo XVI i ls ampeços de l seclo XVII. Ne l Japon, l'atebidade comercial an Nagasaki ouriginarie l período de quemércio Nanban durante l qual ua antensa anteraçon culs ouropeus acunteciu tanto la nible eiquenómico cumo relegioso. An 1549 , passado un pico speculatibo, la Feitoria Rial de Antuérpia faliu i fui ancerrada. [45] L trono cunfiaba crecentemente ne l financiamiento sterno i an 1560 la receita de la Casa de la Índia nun era suficiente para cobrir las sues çpesas: la monarquia tenie entrado an rutura. La política pertuesa de monopólio rial fui atenuada an 1570 i serie abandonada an 1642 , cula crise sucessória i la dinastie felipina , passando la Casa de la Índia a tener un caráter de alfándiga . Dinastie Filipina i guerra luso-houlandesa (1580-1663) [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Ruínas de San Paulo , Macau . La muorte de Don Sabastian an Alcácer Quibir , sin çcendéncia, fizo passar la corona an 1580 pa ls Habsburgos de la Spanha . Durante este período, l'ampério de l Ouriente biu-se ambolbido nas guerras que la Spanha trababa culs angleses i ls houlandeses . Al longo de l seclo XVII, na guerra Luso-Houlandesa ls houlandeses tomórun sistematicamente possessones pertuesas, aliando-se por sue beç culs dirigentes locales, i çmantelando l monopólio comercial pertués na Ásia. An 1592 , cunsidrando suspenso la aliança Luso-Británica de 1373 i an plena guerra cun Spanha , ua frota anglesa antercetou al ancho de ls Açores ua frota benida de la Índia, caturando la Nau pertuesa Madre de Dius de grande tonelaige. Cun 1600 toneladas (de las quales 900 de mercadorias) tenie 3 bezes l tamanho de l maior nabio anglés i ua tripulaçon de 600 a 700 homes. Antre las riquezas stában jóias, ouro i prata, ámbar, rolos de tecido i tapeçarie, 425 toneladas de pumienta, crabo de la Índia, canielha, cochonilha, ébano, nuoç-moscada, benjamin. Habie inda ancenso, sedas, damasco, tecido d'ouro, porcelana chinesa i presas d'alifante antre outros. I l maior tesouro: un decumiento ampresso an Macau an 1590, cuntendo anformaçon subre l quemércio pertués na China i ne l Japon. Richard Hakluyt relatou-lo tratado cumo la mais preciosa de las jóias. Quando Isabel I de Anglaterra fui anformada de l sucedido ambiou Sir Walter Raleigh para reclamar l sou quinhon. L balor stimado de la carga eiquibalia la metade de l tesouro anglés na altura. Quando Raleigh restourou l'orde yá solo sobraba cerca dun quarto. La Madre de Dius serie un de ls maiores saques de la Stória, galbanizando l'antresse anglés na region. Nesse mesmo anho Cornelis de Houtman fura ambiado por mercadores de Amesterdon para Lisboua, cula misson de recolher tanta anformaçon subre las Ilhas de las Speciaries, quanto podisse. An 1595 l mercador i splorador houlandés Linschoten , passado tener biajado stensamente na Ásia al serbício de ls pertueses, publicou an Amsterdon l relato ' Reys-gheschrift bande nabigatien dar Portugaloysers in Ourienten ' ('Relato dua biaige pulas nabegaçones de ls pertueses ne l Ouriente'). L'obra cuntenie cartas i andicaçones subre cumo nabegar antre Pertual i las Índias Ourientales até al Japon . L'antresse çpertado ne ls Paízes Baixos i na Anglaterra por estas anformaçones stubo na ourige de l mobimiento de spanson comercial que lebou a la fundaçon de la Cumpanha Nerlandesa de las Índias Ourientales an 1602 de la Cumpanha Británica de las Índias Ourientales an 1600, permitindo l'antrada de ls sous cumpatriotas nas anton chamadas Índias Ourientales. Ls cunfrontos culs Houlandeses ne l'ouriente ampeçórun-se an 1603 , quando la carraca pertuesa ' Santa Catarina ', carregada de baliosas mercadorias, fui caturada al ancho de Singapura pula recén criada Cumpanha Houlandesa de las Índias Ourientales, ó BOC . L feito, un saque que duplicaba l capital inical de la BOC, gerou protestos anternacionales mas serbiu de pretesto para cuntestar la política eibérica de Mare Clausun , adbogando l ' Mare Liberun ' , ua sustentaçon eideológica para que ls houlandeses quebrassen ls monopólios comerciales, outelizando la sue poténcia nabal para stablecer l sou própio monopólio. An 1605 mercadores de la BOC caturórun l fuorte pertués de Amboina , seguindo-se Ternate , nas ilhas Molucas. An 1619 , fundórun Batábia (atual Jacarta) na Andonésia, tornando-la capital de l sou ampério ne l Ouriente. Ne ls binte anhos seguintes Goa , sob cercos zde 1603, i Batábia batalhórun ancessantemente antre si, cumo capitales ribales de ls Stado Pertués de la Índia i de la BOC. Ne l médio ouriente ls Persas , cula ajuda de ls angleses, spulsórun ls pertueses de l Bahrein an 1602 i de Ormuç an 1622 . Macau sofriu ataques houlandeses zde 1603 la 1622 , anho an que resistiu a ua tentatiba de cunquista passado dous dies de cumbate. Ls pertueses de Macau biran cun preocupaçon la chubida de Filipe II al trono, temendo perder l monopólio ne l quemércio ó la spulson de l território puls chineses. An 1583 criórun l Senado para garantir l'outonomie i mantibírun la bandeira pertuesa. Fulcral ne l quemércio antre la China, la Ouropa i l Japon, Macau atingiu la sue 'eidade d'ouro' durante l'ounion spanhola, de 1595 a 1602. Debido a la crecente prosperidade fui eilebada la cidade an 1586 por Filipe II. Para alhá de la sclusebidade pertuesa de l quemércio cul Japon, la sue posiçon stratégica permitie beneficiar de las rotas comerciales pertuesas i spanholas, cumo l Galeon de Manila , la rota altarnatiba que ligara Manila la Acapulco i la Spanha zde 1565 , i tornara-se fulcral quando ls Houlandeses ampeçórun a perturbar las rotas de Goa i Malaca . Ls spanholes sedeados an Manila tentórun sin sucesso acabar cula posiçon prebilegiada pertuesa: an 1589, cula criaçon dua rota comercial Macau-Acapulco, chegórun a pedir la çtruiçon de Macau i trasferéncia de l quemércio de prata i de seda antre l Japon i la China para Manila. L quemércio cul Japon treminarie abrutamente an 1638 - 1639 , culas políticas d'eisolamiento de l xogun Tokugawa Iemitsu , afetando seriamente l'eiquenomie de Macau, qu'antrou debrebe an declínio. Mais tarde, D. Juan IB recumpensarie la lealdade de Macau cul títalo Nun Hai Outra Mais Leal , passando esta cidade a ser zeignada por Cidade de l Santo Nome de Dius de Macau, Nun Hai Outra Mais Leal . An 1640 ampeçou la Guerra de la Restouraçon an Pertual. Cul fin de la Ounion Eibérica Juan IB de Pertual ascendiu al trono. L rei ambiou ambaixadores la Fráncia, Anglaterra i a l'houlanda, bisando formar parceries na luita contra la Spanha. Fui firmado l Tratado de Haia (1641) , stablecendo ua trégua de dieç anhos antre l Reino de Pertual i la Houlanda. Fui un Tratado de Aliança Defensiba i Oufensiba antre ambas las partes. Na prática, la trégua firmada para todos ls territórios d'ambos ampérios, lemitou-se al cuntinente ouropeu, sendo eignorada por ambas las partes ne l resto de l mundo: Malaca fui cunquistada puls houlandeses de la BOC an 1641, ne l culminar de la guerra, custituindo l maior golpe, al pribar l'ampério pertués de l cuntrolo de l streito. An 6 de Abril de 1652 , l mercador de la BOC Jan ban Riebeck estableciu un puosto de reabastecimiento próssimo de l Cabo de la Buona Spráncia qu'eiboluiu para se tornar na Cidade de l Cabo, permitindo als houlandeses dominar la rota de l cabo , fazendo la nabegaçon direta zde l Cabo de la Buona Spráncia até al streito de Sunda, na Andonésia. Mapa mostrando la posiçon possessones ouropeias na Índia i Sri Lanka (Ceilon) Sri Lanka, antre 1501 i 1739. Ceilon fui perdida an 1658 , Cochin an 1662 i la cuosta de Malabar an 1663 , quebrando un segundo acuordo de paç, l Tratado de Haia de 1661 . [46] Anho an que Bombain i Tánger fúrun cedidas a la Anglaterra cumo dote de l casamiento antre la princesa Catarina de Bergáncia i Carlos II de Anglaterra . La zatualizada admenistraçon de l'ampério, la falta de recursos houmanos, eiquenómicos i melitares para ua afetaba acupaçon, la reorganizaçon de l quemércio por parte de ls Turcos i de ls Árabes , cun nuobas rotas de trasporte de ls perdutos ourientales (las ' Rotas de l Liebante '), la piratarie i l corso , i, subretodo l'oumiento de la capacidade eiquenómica, melitar i nabal de poténcias ouropeias cumo la Anglaterra i la Houlanda , que stablecera l sou ampério subre ls territórios cunquistados als pertueses cun bastas rotas comerciales, ditórun de l monopólio Pertués ne l Ouriente. De l sou ampério fragmentado, Pertual solo cunseguiu cunserbar nun mui mais de l que Goa , Damon , Diu , Macau i Timor Ouriental . Na Índia bários territórios fúrun, antretanto, perdidos pa ls maratas até 1739 , mantendo-se las zeignadas ' Bielhas Cunquistas ', quatro cunceilhos de Goa ancorporados ne l Stado Pertués de la Índia zde l'ampeço de l domínio pertués. Antre 1713 i 1788 , la superfice de Goa triplica cula ancorporaçon de las Nuobas Cunquistas : Pertual apoderou-se de Dadrá i Nagar-Habeli , nun grupo de siete cunceilhos, al sul, al norte i la leste, que fúrun acrecentados al Stado Pertués de la Índia. An 1787 dá-se la chamada ' Cunjuraçon de ls Pintos ', ua tentatiba de derrubar l regime pertués an Goa , cun bários clérigos i melitares, naturales de la region, sentian-se çcriminados nas promoçones de sues carreiras, por motibos raciales. L grupo de ls cunspiradores era liderado pul padre José António Gonçalbes de Dibar , i ancluía l nome de José Custódio Fazerie, coincido cumo ' Abade Fazerie '. Denunciada, la cunspiraçon fui reprimida pulas outoridades pertuesas. L padre Dibar cunseguiu scapar i benerie a morrer an Bengala . L Abade Fazerie escapou pa la Fráncia , adonde alcançarie la fama. Houbo dous cúrtios períodos de dominaçon británica (1797-1798 i 1802-1813) i poucas outras amenaças sternas passado este período. Persença pertuesa ne l Brasil [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Ber artigo percipal: Stória de l Brasil An 1499 na segunda armada a la Índia, la mais bien eiquipada de l seclo XV, Pedro Álbares Cabral afastou-se de la cuosta africana. A 22 d'abril de 1500 abistou l Monte Pascoal ne l litoral sul de la Bahia . Ouficialmente tenida cumo acidental, la çcubierta de l Brasil ouriginou la speculaçon de tener sido preparada secretamente. [47] L território cunseguira fazer parte de ls domínios pertueses renegociando la demarcaçon enicial de la Bula Anter Coetera de 1493, quando D. Juan II firmou l Tratado de Tordesilhas an 1494 , que mobia mais para oeste l meridiano que separaba las tierras de Pertual i de Castielha. Até 1501, la Corona pertuesa ambiou dues spediçones de reconhecimiento. [48] Cunfirmando la çcriçon de Cermeinho Baç de Camina , de que 'Neilha até agora nun podemos saber qu'haba ouro nin prata, nin algo de metal nin de fierro lho benimos. cermeinho a tierra an si ye de muitos buns aires, assi frius i temperados cumo ls de lantre Douro i Minho' , ancuontrou-se cumo percipal recurso splorable ua madeira abermelhada, baliosa pa a tinturarie ouropeia, que ls tupis chamában ibirapitanga i la que fui dado l nome palo-brasil . Nesse mesmo anho l rei D. Manuel I decide antregar la sploraçon a particulares, adotando ua política de cuncessones de trés anhos: ls cuncessionairos deberian çcubrir 300 léguas de tierra por anho, anstalar ende ua fortaleza i porduzir 20.000 quintales de palo-brasil.. [49] Palo-brasil ( Caesalpenia echinata ) florido, jardin botánico de San Paulo. An 1502 un cunsórcio de comerciantes financiou ua spediçon, que terá sido comandada por Gonçalo Coneilho , para aperfundar l coincimiento subre ls recursos de a tierra, stablecer cuntatos culs ameríndios i percipalmente fazer l mapeamiento de la parte situada aquén de l Meridiano de Tordesilhas , por esso pertencente a la corona pertuesa. An 1503 , to l território fui arrendado pula corona para sploraçon de l palo-brasil als comerciantes que financiórun la spediçon, antre eilhes Fernon de Noronha , que serie repersentante de l banqueiro Jakob Fugger , que benie financiando biaiges pertuesas a la Índia. An 1506 porduzia cerca de 20 mil quintales de palo-brasil, cun crecente demanda na Ouropa, cujo précio eilebado tornaba la biaige lucratiba. [50] Ls nabios ancorában na cuosta i recrutában índios para trabalhar ne l corte i carregamiento, an troca de pequeinhas mercadorias cumo roupas, colares i speilhos (prática chamada ' scambo '). Cada nau carregaba an média cinco mil toras de 1,5 metro de cumprimiento i 30 quilogramas de peso. L'arrendamiento fui renobado dues bezes, an 1505 i an 1513. An 1504, cumo reconhecimiento, l rei D. Manuel I dou la Fernon de Noronha la purmeira capitania heireditária ne l litoral brasileiro: l'ilha de San João de la Quaresma, atual Fernando de Noronha . Nas trés purmeiras décadas l Brasil tenerie un papel secundairo na spanson pertuesa, anton centrada ne l quemércio cula Índia i pa l Ouriente. [47] L litoral serbia fundamentalmente cumo apoio a la carreira de la Índia , an special la Baía de Todos-los-Santos adonde las frotas se abastecian d'auga i lenha, aprobeitando para fazer pequeinhos reparos. Ne l Riu de Janeiro , junto a la foç de l riu fui arguida ua custruçon anspirou l nome que ls índios dórun al local: 'cari-oca', casa de ls brancos. Comerciantes de Lisboua i de l Porto ambiában ambarcaçones a la cuosta para cuntrabandeáren palo-brasil, abes de plumaige quelorida ( papagaios , araras ), piels, raízes medicinales i índios para scrabizar. Surgiran, assi, las purmeiras feitorias. La cultura de la canha-de-açúcar fui antroduzida a partir de 1516 i las grandes plantaçones na Bahia i an Pernambuco eisigirian un númaro crecente de scrabos negros de la Guiné , de l Benin i de la Angola . Las Capitanias heireditárias i l purmeiro Gobierno Giral (1532-1580) [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Ber artigo percipal: Capitanias de l Brasil Mapa de Luís Teixeira (c. 1574) cula debison de l Brasil an 12 capitanias i la linha de Tordesilhas çlocada dieç graus para oeste. Zde las spediçones de Gonçalo Coneilho que se assinalában ancursones de franceses ne l litoral brasileiro.. [51] A partir de 1520 , ls pertueses aperceben-se que la region corria l risco ser çputada, dada la cuntestaçon de l Tratado de Tordesilhas por Francisco I de Fráncia , qu'ancentibaba la prática de l corso . L'oumiento de l cuntrabando de palo-brasil i outros géneros por corsairos, zamcadeórun un sfuorço de colonizaçon afetaba de l território. Antre 1534 -36 D. Juan III anstituiu l regime de capitanias heireditárias , promobendo l poboamiento atrabeç de las sesmaries , cumo se fazira cun sucesso nas ilhas de la Madeira i de Cabo Berde. Fúrun criadas quinze faixas longitudinales qu'iban de l litoral até l Meridiano de las Tordesilhas. Este sistema ambolbia tierras bastíssemas, doadas la capitanes-donatairos que possuíssen cundiçones financeiras para custear la colonizaçon. Cada capitan-donatairo i gobernador deberie fundar poboamientos, cunceder sesmaries i admenistrar la justícia, quedando respunsable pul sou zambolbimiento i arcando culas çpesas de colonizaçon, ambora nun fusse propiatairo: podie trasmiti-l'als filhos, mas nun bendé-la. Ls duoze beneficiairos éran eilemientos de la pequeinha nobreza de Pertual qu'habien se çtacado nas campanhas de la África i na Índia, altos funcionairos de la corte, cumo João de Barros i Martin Fonso de Sousa . De las quinze capitanias ouriginales (la dous meses de biaige de Pertual) solo las capitanias de Pernambuco i de San Bicente prosperórun. Ambas se dedicórun a la laboura de canha-de-açúcar i, anque de ls porblemas quemuns a las demales, ls donatairos Duarte Coneilho i ls repersentantes de Martin Fonso de Sousa, cunseguiran manter ls quelonos i stablecer alianças culs andígenas. Percebendo l risco que corria l porjeto de colonizaçon, la Corona decidiu centralizar l'ourganizaçon de la Quelónia. Cula finalidade de 'dar fabor i ajuda' als donatairos, l rei criou an 1548 l Gobierno Giral, ambiando cumo purmeiro gobernador-giral Tomé de Sousa . Resgatou de ls heirdeiros de Francisco Pereira Coutico la Capitania de la Baía de Todos ls Santos , trasformando-la na purmeira capitania rial, sede de l Gobierno Giral . Esta medida nun amplicou la stinçon de las capitanias heireditárias. Squema de l'ataque de Men de Sá als franceses na baía de Guanabara an 1560 (outoria çconhecida, 1567). L gobernador-giral passou a assumir muitas funçones antes zampenhadas puls donatairos. Tomé de Sousa fondou la purmeira cidade, Salbador (Bahia) , capital de l stado. Trouxo trés ajudantes para acupar ls cargos de las finanças, de la justícia i de la defesa de l litoral. Benirun tamien padres jesuítas , para catequese de ls andígenas. An 1551, fui criado l 1º Bispado de l Brasil. Fúrun tamien anstaladas las Cámaras Municipales, cumpuostas puls 'homes buonos': duonhos de tierras, nembros de las milícias i de l clero. Sob l gobierno de Tomé de Sousa que chegou al Brasil un cunsidrable númaro d'artesones. D'ampeço trabalhórun na custruçon de la cidade de Salbador i, depuis, na anstalaçon d'angeinhos na region. Ls gobernadores seguintes, Duarte de la Cuosta (1553 - 1557) i Men de Sá (1557 - 1572), reforçórun la defesa de las capitanias, fazirun sploraçones de reconhecimiento i tomórun medidas ne l sentido de reafirmar la colonizaçon, anfrentando choques cun índios i cun ambasores, specialmente ls franceses, qu'an 1555 trazidos por Nicolas Durand de Billegagnon acupórun l território l Riu de Janeiro, adonde tentórun stablecer ua quelónia, la Fráncia Antártica . L'acupaçon francesa perdurarie até 1567 , anho an que fúrun defenitibamente derrotados, stablecendo-se an defenitibo l'heigemonia pertuesa. Surgiran inda cunflitos cul bispo, i culs própios jesuítas que se oupunhan a la scrabidon andígena, i antre antigos i nuobos quelonos. Ounion eibérica, debison i ambasones houlandesas (1580-1663) [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Ber artigos percipales: Bandeirantes , Ambasones houlandesas de l Brasil . Cula ounion de las Corona de Spanha i Pertual, resultante de la crise de sucesson de 1580 an Pertual, treminórun ls lemites de l meridiano de Tordesilhas, permitindo spandir l território de l Brasil para oeste. Fúrun anton rializadas spediçones al anterior tanto por orde de la Corona, las ' antradas ', cumo por particulares, ls ' bandeirantes '. Estas spediçones sploratórias durában anhos, an busca de riquezas minerales, subretodo la prata abundante na América spanhola i andígenas para scrabizaçon. La Ounion Eibérica colocou assi i todo l'ampério pertués an cunflito cun poténcias ouropeias ribales de Spanha, cumo la Houlanda. An 1595 ampeçou-se la guerra Guerra Lhuso-Houlandesa . Ampeça-se anton un grande zambolbimiento de l'agricultura. L'eiquenomie de la quelónia als poucos passara a la porduçon de la canha-de-açúcar i de l cacau an grandes propiadades, cul angeinho d'açúcar cumo peça percipal specialmente na Bahia , Pernambuco , i mais tarde ne l Riu de Janeiro . Cun ua porduçon mui superior a la de las ilhas Atlánticas, l'açúcar brasileiro supria quaije to la Ouropa i ne l'ampeço de l seclo XVII era sportado para Lisboua, Antuérpia , Amsterdon , Roterdon , Hamburgo . Gabriel Soares de Sousa comentaba l luxo reinante na Bahia, cun capielhas magníficas i refeiçones an louça de la Índia, que serbia de lastro ne ls nabios. Para aguantar la porduçon a partir de meados de l seclo XVI , ampeçórun a amportar-se africanos cumo scrabos . Até anton ls pertueses possuíran l monopólio de l tráfico de scrabos, mas cul crecimiento de las sues quelónias franceses, houlandeses i angleses entrórun ne l negócio, anfraquecendo la partecipaçon pertuesa. Caturados antre tribos an África, por bezes cula conibéncia de xefes ribales, atrabessában l Atlántico an nabios negreiros , an péssimas cundiçones. Nas senzalas ls sous filhos tamien éran scrabizados, perpetuando la situaçon. An 1621 l Brasil ye debedido an dous stados andependientes: l Stado de l Brasil , de Pernambuco a l'atual Santa Catarina, i l Stado de l Maranhon , de l'atual Ceará a la Amazónia, resultado de l çtacado papel cumo punto d'apoio pa la colonizaçon de l norte i nordeste. An ambos ls stados, ls chamados de 'pertueses de l Brasil' stában sujeitos a las mesmas leis que regian ls residentes an Pertual: las Ourdenaçones manuelinas i las Ourdenaçones felipinas . 'Planta de la restituiçon de la Bahia' ( João Teixeira Albernaç, l bielho , 1631). An 1624 la recentemente criada Cumpanha Houlandesa de las Índias Oucidentales , ó WIC, cunquista la cidade de Salbador (Bahia) , capital de l Stado de l Brasil . L Gobernador ye caturado i l gobierno passa pa las manos de Johan ban Dorth . La resisténcia pertuesa reorganiza-se a partir de l Arraial de l riu Burmeilho . An 1625 la Corona spanhola ambia ua poderosa armada luso-spanhola, coincida cumo Jornada de ls Bassalos . Esta bloqueia l porto de Salbador, cunsegue la rendiçon houlandesa i la recuperaçon de la Bahia. An 1630 la capitania de Pernambuco ye cunquistada pula WIC. L território acupado ye renomeado Nuoba Houlanda , abrangendo siete de las dezenobe capitanias de l Brasil a la época. João Maurício de Nassau-Siegen fui nomeado Gobernador de la colónia. L'abanço houlandés nas dues cuostas de l Atlántico Sul a partir de l fin de l seclo XVI amenaçou fuortemente las possessones pertuesas. Ls houlandeses apoderórun-se sucessibamente de l Recife ( 1630 ), de San Jorge de la Mina ( 1637 ), de Arguin ( 1638 ) i de San Tomé ( 1641 ). Inda assi, la maior parte de l Brasil permaneciu an manos pertuesas, que fúrun ua custante amenaça al domínio houlandés. Nessa época fúrun fundados ls quilombos , cumo l Quilombo de ls Palmares , liderado por Zumbi , que cungregaba miles de negros fugidos de ls angeinhos de canha de l Nordiste brasileiro i alguns índios i brancos pobres ó andeseijables. Este 'submundo' fui çtruído por bandeirantes pertueses comandados por Demingos Jorge Bielho . An 1640 ua armada luso-spanhola falhou l zambarque an Pernambuco, sendo çtruída acerca de Itamaracá . La guerra recomeçou. Ne l mesmo anho ampeçou la Guerra de la Andependéncia de Pertual , la Ounion Eibérica tremina [52] i D. Juan IB de Pertual ascende al trono. An 1642 , Pertual cuncediu a la Anglaterra la posiçon de 'nacion mais faborecida' ne l quemércio quelonial. 1645 eclode la Ansurreiçon Pernambucana de luso-brasileiros çcuntentes cula admenistraçon de la WIC. Nesse anho l Brasil fui eilebado la Prencipado . Antre 1648-1649 son trabadas las Batailhas de ls Guararapes , bencidas puls luso-brasileiros ne l Stado de Pernambuco. La purmeira batailha acunteciu an 19 de Abril de 1648 , i la segunda an 19 de Febreiro de 1649 . Las fuorças lhideradas puls senhores d'angeinho André Bidal de Negreiros i João Fernandes Viera , pul africano Anrique Dies i pul andígena Felipe Camaran , treminan las ambasones houlandesas de l Brasil, ambora la guerra cuntinasse noutras partes de l'ampério. Antre 1645 i 1654 , ls quelonos recifenses(tamien chamados liones de l norte) luso-brasileiros, comandados por Salbador Correia de Sá , spulsórun-mos de l Brasil i recuperórun Recife. An 1648 , ne l Riu de Janeiro , Salbador Correia de Sá i Benebides preparou ua frota de 15 nabios sob l pretesto de liebar ajuda als pertueses sitiados puls guerreiros de la reina Nzinga an Angola . Partiu de l Riu de Janeiro a 12 de Maio i, atrabeç de cuntatos cun Jesuitas, cunseguiran reconquistar Luanda an 15 de Agosto. La campanha prolongou-se de 1648 a 1652, recuperando Angola i la ilha de San Tomé pa ls pertueses. An 26 de Janeiro de 1654 ye assinada la capitulaçon houlandesa ne l Brasil, Capitulaçon de l Campo de l Taborda , ne l Recife , d'adonde partiran ls redadeiros nabios houlandeses. An meados de l seclo XVII , l'açúcar porduzido nas Antilhas Houlandesas ampeçou a cuncorrer fuortemente na Ouropa cul açúcar de l Brasil. Ls houlandeses tenien aperfeiçoado la técnica ne l Brasil, i dominában l trasporte i çtribuiçon an to la Ouropa. Pertual fui oubrigado a recorrer a la Anglaterra . An 1654 Pertual oumentou ls dreitos angleses, que poderien negociar diretamente bários perdutos de l Brasil cun Pertual i al alrobés. An 1661 la Anglaterra cumprometiu-se a defender Pertual i quelónias an troca de dous milhones de cruzados, oubtendo inda las possessones de Tánger i Bombain , cedidas cumo dote de l casamiento antre la princesa Catarina de Bergáncia i Carlos II de Anglaterra . Nesse anho ye assinado l segundo Tratado de paç de Haia culs houlandeses: Pertual aceitou las perdas na Ásia, cumprometendo-se a pagar uito milhones de Florines, eiquibalente la sessenta i trés toneladas d'ouro, cumo cumpensaçon pul reconhecimiento de la soberanie pertuesa de l Nordeste brasileiro , ex- Nuoba Houlanda . Este balor fui pago an prestaçones, al longo de quarenta anhos i sob l'amanaça d'ambason de la Marina de Guerra. L Ciclo de l Ouro (1693-1800) [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Ber artigo percipal: Ciclo de l Ouro Cidade de Ouro Negro , Património Mundial de la UNESCO. Minas Gerales, Brasil . Talha dourada barroca, Eigreija i Cumbento de San Francisco (Salbador) (1708-1752). Na fin de ls cunfrontos culs houlandeses, anque cunseguindo recuperar l Brasil i territórios an África , Pertual perdiu para siempre la proeminéncia ne l Ouriente. Assi, al longo de l seclo XVII , l Brasil ampeçou a ganhar ua amportança crecente ne l'ampério, pa l qual sportaba palo-brasil i açúcar . A partir de 1693 las atençones centrórun-se na Capitania de l Sprito Santo , na region que quedarie coincida cumo Minas Gerales, adonde bandeirantes paulistas habien çcubierto ouro . [53] Las purmeiras çcubiertas amportantes na serra de Sabarabuçu i l'ampeço de la sploraçon nas regiones auríferas ( Minas Gerales , Mato Grosso i Goiás ) porbocórun ua berdadeira 'corrida de l'ouro', cun grande afluxo migratório para estas regiones. An 1696 fui fundada la poboaçon se tornou la bila de Minas Gerales an 1711 , nuobo centro eiquenómico de la quelónia, cun rápido poboamiento i alguns cunflitos. [54] Este Ciclo de l Ouro permitiu la criaçon dun mercado anterno i atraiu ua grande cantidade d'eimigrantes. La populaçon creciu 750% antre 1650 la 1770 . La populaçon de Minas Gerales debrebe se tornou la maior de l Brasil, cuntribuindo pa l poboamiento de l'anterior. 78% desta populaçon era formada por negros i mestiços, çtacando-se tamien ls crestianos-nuobos benidos de l norte de Pertual i de las Ilhas de ls Açores i Madeira, amportantes ne l quemércio quelonial ne ls poboados an buolta de Ouro Negro i Mariana. La corrida al ouro oumentou cunsidrabelmente las receitas de la corona, que cobraba un quinto de todo l minério straído, l que passou a ser coincido cumo 'l quinto '. Ls zbios i l tráfico éran frequentes, pul qu'anstituiu to ua burocracie de cuntrolo. [55] Na correspondéncia de l'ambaixador francés an Lisboua, Rouillé, hai la purmeira mençon al ouro chegado na frota an 1697 - 115,2 quilos. Faltan eilemientos para julgar l'ouro entrado ne l Reino de 1698 a 1703, mas Godinho sin citar la fuonte menciona, an 1699, 725 quilos i, an 1701, 1.785 quilos. La porduçon aurífera terá passado de 2 toneladas por anho an 1701 para 14 toneladas ne ls anhos 1750 , mas depuis ampeçou a declinar fuortemente até se sgotar antes de l fin de l seclo. L'ouro ultrapassou an lucro ls outros perdutos de l quemércio i permitiu la prosperidade de l Riu de Janeiro . L'amportança eiquenómica de l Vrasil para Pertual, tenerie liebado D. Juan IV a referir-se al Brasil cumo la 'baca leiteira de l Reino'. [56] Ne l final de la década de 1720, çcubriran-se tamien diamante i outras gemas preciosas. L'ouro abundante ne ls ribeirones sgotou-se i passou a ser mais penosamente buscado an beios drento de a tierra, culas cundiçones de bida de ls scrabizados na region mineira particularmente defíceles. Aparecírun metales preciosos an Goiás i ne l Mato Grosso , ne l seclo XVIII. L tratado de Madrid ( 1750 ) defeniu las frunteiras antre l Brasil i l resto de ls territórios spanholes, mas ls cunflitos cuntinan frequentes al respeito de la quelónia de l Sacramiento , até que Pertual la renunciou ne l Tratado de Santo Eildefonso (1777) . L seclo XVIII fui marcado por ua maior centralizaçon i oumiento de l poder rial por to l Ampério Pertués. l poder de ls jesuítas , anton protetores de ls Índios ante la scrabidon , fui brutalmente suprimido por Marqués de Palumbar cula dissoluçon desta orde relegiosa católica sob tierra pertués an 1759 . An 1774 , ls dous Stados de l Brasil i de l Grano-Pará i Maranhon fundiran-se nua solo antidade admenistratiba. Ls quelonos ampeçan a manifestar ua cierta ansastifaçon face a las outoridades de Lisboua . La decadéncia de a mineraçon tornou defícel pagar ls ampuostos eisigidos pula Corona. An 1789 , quando se anunciaba la derrama , un ampuosto de 20% de l balor de l ouro retirado, eclodiu an Ouro Negro la Anconfidéncia Mineira . La rebolta que partiu de l'elite de Minas Gerales fracassou i, an 1792 , un de ls sous líderes, Tiradentes , fui anforcado. [57] dieç anhos mais tarde seguiu-se la Cunjuraçon Baiana an Salbador, un mobimiento que partiu de la camada houmilde de la sociadade de la Bahia , cun grande partecipaçon de negros , mulatos i alfaiates, por esso tamien ye coincida cumo Rebolta de ls Alfaiates , que pregában la libertaçon de ls scrabos, l'anstauraçon dun gobierno eigualitairo cula anstalaçon dua República na Bahia, que serie detida an 12 de Agosto de 1798 . Estes dous mobimientos manifestában yá l'antençon de proclamar l'andependéncia, anspirados ne ls eideales eilumenistas de la Fráncia i na recente andependéncia norte-amaricana . Mudança de la Corte i Andependéncia de l Brasil (1807-1825) [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Ber artigo percipal: Andependéncia de l Brasil An Nobembre de 1807 , refugiando-se de las tropas de Napoleon Bonaparte , la corona pertuesa mudou-se pa l Brasil . Don Juan VI chegou al Riu de Janeiro an 1808 cun ua comitiba de 15.000 pessonas, passado ua aliança secreta cula Anglaterra, qu'acuordou poner a salbo la família rial i l gobierno pertués, scoltando ls nabios ne l camino. [58] Anstalórun-se ne l Paço de la Cidade , residéncia de ls gobernadores zde 1743 . Purmeira Carta Régia , de 1808, cul Decreto de Abiertura de ls Portos a las Naciones Amigas . Quatro dies passado la chegada, inda na Bahia , l Príncepe assinou la purmeira carta régia cul Decreto de Abiertura de ls Portos a las Naciones Amigas , acabando cul Pato quelonial , que stablecie l monopólio de quemércio de l Brasil cun Pertual. Ls portos brasileiros fúrun anton abiertos a las naciones amigas - cumo la Anglaterra ). [58] Fui permitida l'amportaçon 'de todos i qualesquiera géneros, fazendas i mercadorias trasportadas an nabios strangeiros de las poténcias que se cunserbában an paç i harmonia cula Rial Corona' ó an nabios pertueses, nua tentatiba de deminuir, abrindo ls portos, a total dependéncia de Pertual de la Anglaterra. Esta abiertura fui acumpanhada por ua série de melhoramientos, decretados por carta régia: depuis de l quemércio, chegou 'la libardade pa l'andústria', la criaçon de la Amprensa Nacional i dua Fábrica de Pólbara , [59] [60] que zde 1540 era fabricada na Fábrica de la Pólbara de Barcarena . [61] An 12 d'outubre fui fundado l Banco de l Brasil para financiar las nuobas eniciatibas i ampreitadas. Cumo represália a la Fráncia, D. João ourdenou l'ambason i aneixaçon de la Guiana Francesa , ne l stremo norte, i de la banda ouriental de l riu Uruguai , ne l stremo sul. L purmeiro território serie debolbido a la soberanie francesa an 1817 , mas l Uruguai fui mantido sob l nome de Porbíncia Cisplatina . An 16 de dezembre de 1815 , ne l cuntesto de las negociaçones de l Cungresso de Biena , l Brasil fui eilebado a la cundiçon de Reino drento de l Stado pertués, cula zeignaçon 'Reino Ounido de Pertual, Brasil i Algarbes'. L Riu de Janeiro tornou-se Corte i capital i las antigas capitanias passórun a ser chamadas porbíncias. Nesse anho morriu la reina Marie I i D. Juan VI fui coronado rei. Dou al Brasil cumo brason-de-armas la sfera manuelina culas quinas, yá persente an monedas de la África pertuesa (1770). An Janeiro de 1821, passado la ( reboluçon liberal pertuesa de 1820 ), fúrun anstauradas an Pertual las 'Cortes Gerales, Straordinárias i Custituintes de la Nacion Pertuesa' ancarregadas d'eilaborar ua custituiçon . An Febreiro, D. Juan VI ourdenou que deputados de l Brasil, bien cumo de ls Açores, Madeira i Cabo Berde partecipassen na assemblé. Ne l Riu, un decreto quemunicou l retorno de l rei la Pertual i ourdenou que, «sin perda de tiempo», fússen rializadas eileiçones de ls deputados para repersentáren l Brasil nas 'Cortes Gerales' cumbocadas an Lisboua. L Brasil eilegeu 81 repersentantes pa las Custituintes an Lisboua . An Abril chegórun la Lisboua Maciel Pariente i Francisco Moniç Tabares , deputados de la Junta de l Pará i de Pernambuco, ls purmeiros brasileiros la çcursar ouficialmente na Assemblé, [62] an bibo debate, culs deputados pertueses Borges Carneiro i Ferreira Borges i Moura, contra la remessa de mais tropas para Pernambuco i l'ancómoda persença de la numerosa guarniçon melitar pertuesa na porbíncia. [62] Ne l Riu, la purmeira assembleia d'eileitores de l Brasil resultou an cunfronto cun muortos, cun tropas pertuesas la dissolbírun la manifestaçon. Ne l die seguinte, cariocas afixórun a la puorta de l Paço un cartaç cula anscriçon 'Açougue de l Bergáncia', referindo-se al Rei cumo carniceiro. D. Juan VI partiu para Pertual cinco dies depuis, an 16 d'abril de 1821, deixando sou primogénito Pedro de Alcántara cumo Príncepe-Regente de l Brasil. An Agosto de 1821 las Cortes apersentórun trés porjetos pa l Brasil cun medidas qu'estes se recusában a aceitar. An Janeiro de 1822, la secesson de l Brasil serie ampulsionada i anunciada anformalmente pul príncepe heirdeiro D. Pedro, cula declaraçon de de qu'eirie permanecer ne l Brasil, ne l ' Die de l Fico ', culas seguintes palabras: Cumo ye pa l bien de todos i felicidade giral de la nacion, stou pronto: diga al pobo que fico. Agora solo tengo a recomendar-bos ounion i tranquelidade. Esta serie declarada ne l die 7 de setembre la data de l romantizado ' grito de l Ipiranga '. An 7 de setembre de 1822 Don Pedro proclamou la andependéncia i reinou até 1831 , cumo D. Pedro I , quando fui sucedido por sou heirdeiro, Don Pedro II , que tenie solo cinco anhos. [63] Als catorze anhos an 1840 , Don Pedro II tubo sue maioridade declarada, sendo coronado amperador ne l'anho seguinte. Ne l final de la purmeira década de l Segundo Reinado , l regime stabelizou-se. Las porbíncias fúrun pacificadas i la radadeira grande ansurreiçon, la Rebolta Praieira , fui derrotada an 1849 . Cul reconhecimiento por Pertual de la declaraçon d'andependéncia de l Brasil, an 1825 , mediante pagamiento, Pertual queda oubrigado a acentuar la sue spanson territorial ne l'anterior de la África la fin de manter-se a par culas outras poténcias. L'andependéncia de l Brasil, mas, criou ua eimensa óndia de choque emocional i material an Pertual, pus era l baluarte de l Ampério, simblo d'ourgulho nacional.</ref>. Pertual Ansular [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Durante l reinado de D. Juan I , sob comando de l [[Anfante D. Anrique] ] dá-se l redescobrimiento de l'ilha de Porto Santo por João Gonçalbes Zarco an 1418 i mais tarde de la ilha de la Madeira por Triston Baç Teixeira . Trata-se dun redescobrimiento pus yá habie coincimiento de l'eisisténcia de las ilhas de la Madeira ne l seclo XIV, segundo rebela la cartografie de la época, percipalmente an mapas eitalianos i catalanes . Éran anton ilhas zabitadas que, pul sou clima , ouferecian possibelidades de poboamiento i reunian cundiçones pa la sploraçon agrícola . Ls arquipélagos de la Madeira i de las ilhas Canárias çpertórun, zde cedo, l'antresse tanto de ls Pertueses cumo de ls Castelhanos. por séren bezinos de la cuosta africana, repersentában fuortes potencialidades eiquenómicas, an special las Canárias, que tenien ua grande amportança stratégica. La çputa destes territórios dou ourige al purmeiro cunflito eibérico motibado por rezones spansionistas que treminarie cula assinatura de l Tratado de las Alcáçobas-Toledo an 1479 . Para alhá de formalizar la paç antre Fonso B de Pertual i ls Reis Católicos , cuntenie cláusulas cuncernentes a la política sterna de de ls dous reinos, que cumpetian pul domínio de l Ouceano Atlántico i de las tierras até anton çcubiertas na cuosta africana: Pertual oubtenie l reconhecimiento de l sou domínio subre la ilha de la Madeira , l Arquipélago de ls Açores , l de Cabo Berde i la cuosta de la Guiné, anquanto que Castielha recebie las ilhas Canárias, renunciando a nabegar al Sul de l cabo Bojador, ó seia, de l Paralelo 27 ne l qual se ancontrában. Regulamentaba tamien las árias d'anfluéncia i de spanson d'ambas las corona pul Reino Oatácida de Fizo, ne l Norte de África. La Madeira [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Para tentar eibitar ua situaçon idéntica a la de las Canárias, perdidas para Castielha, an 1424 ampeça-se la colonizaçon de la Madeira: adotando un sistema de capitanias . Einicialmente la Madeira sportaba cedro , teixo , sangre-de-dragon , anil i outros materiales tintureiros. a partir de 1450 tornou-se un centro perdutor de cereales. Cula queda na porduçon cerealifera, l'anfante D. Anrique mandou plantar na ilha de la Madeira la canha-de-açúcar — rala na Ouropa —, promobendo, para esso, la benida, de la Sicília , de la soca de la purmeira planta i de ls técnicos specializados. La cultura de la canha i l'andústria de la porduçon de açúcar zambolber-se-iban até al seclo XVII , seguindo-se l'andústria de la trasformaçon. La porduçon d'açúcar atraiu a l'ilha comerciantes judius, genobeses i pertueses i fui un dinamizador de l'eiquenomie ansular. La porduçon creciu de tal forma que surgiu ua grande necidade de mano-de-obra. Para sastifazer esta caréncia fúrun liebados pa l'ilha scrabos ouriginairos de las Canárias, de Marrocos i, mais tarde, d'outras zonas de África. Mais tarde, cerca de l seclo XVII , la cultura de la canha-de l-açúcar eirie ser promobida ne l Brasil , passando la Madeira a ambestir na porduçon de l bino. Ls Açores [ eiditar | eiditar código-fuonte ] An 1427 , dan-se ls purmeiros cuntatos cul arquipélago de ls Açores por Diogo de Silbes . Inda nesse anho ye çcubierto l grupo ouriental de ls Açores, ( San Miguel i Santa Marie ). Segue-se l çcubrimiento de l grupo central ( Terceira , Graciosa , San Jorge , Pico i Faial ). An 1452 l grupo oucidental ( Flores i Corbo ) ye çcubierto por João de Teibe . Para que ls quelonos podíssen cultibar las tierras fui necessairo zbastar densos arboledos que proporcionában matéria-prima para sportaçon, para porduçon scultórica ( cedro ) i pa la custruçon nabal. L cultibo de cereales i la criaçon de ganado fúrun las atebidades predominantes, cul trigo a registar ua porduçon cunsidrable. La sploraçon de l pastel i de la urzela para tinturarie atingiu l sou auge percisamente quando la porduçon de canha-de-açúcar, tentada sin grandes resultados, i de trigo entrórun an decadéncia. Ls arquipélagos de ls Açores i de la Madeira , territórios zabitados até a l'altura de l sou çcubrimiento, fúrun colonizados zde l'ampeço de l seclo XV, tal cumo l sul de l Cuntinente Pertués, maioritariamente por pertueses, ambora tamien cun alguns strangeiros ouropeus, maioritariamente flamengos i eitalianos. Inda paralelamente al sul de l Cuntinente, recebírun mais tarde ua ancha populaçon africana scraba, subretodo na Madeira , que tal cumo ne l sul de l Cuntinente se bieno a dissolber mais tarde na homogeneizaçon de la populaçon pertuesa. Sujeitas zde l'ampeço al regime senhorial, tal cumo l resto de l paíç, las Ilhas fúrun antegradas na strutura centralizada de l Reino pul Marqués de Palumbar, ne l sc. XBIII, quando stinguiu esse regime senhorial i anstituiu las capitanias-gerales, antecessoras de ls çtritos outónomos de l liberalismo oitocentista. Cun eifeito, ne ls Açores las capitanias donatárias habien sido zaparecidas an 1766 , anterioremente al de ls restantes senhorios de l Cuntinente, quedando l'outoridade de l Gobierno centralizada ne l capitan-general, cun sede an Angra . La 26 de Janeiro de 1771 ls Açores fúrun ouficialmente declarados porbíncia de Pertual. Las ilhas pertuesas tornórun-se custitucionalmente, an 1976 , regiones outónomas de Pertual , Stado unitairo, nun podendo ser cunsidradas partes de l Ampério, que tanto aliás ajudórun a colonizar. Çcolonizaçon (sec. XX) [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Ber artigos percipales: Çcolonizaçon i Guerra Quelonial Pertuesa . Ne l Ouriente , la resisténcia a la dominaçon pertuesa manifestou-se ne l cuntesto de la çcolonizaçon ouropeia. Passado l'andependéncia andiana cuncedida puls británicos , an 1947 , Pertual recusou-se a aceder al pedido de la Índia para rescindir la sue posse. L'atitude era cundenada pul Tribunal Anternacional i pula Assemblé de las Naciones Ounidas que se pronunciou a fabor de la Índia. An 1954, passado la çcolonizaçon francesa Pondicherry , la Ounion Andiana aneixou ls territórios de Dadrá i Nagar Habeli , que zde 1779 fazien parte de l Stado Pertués de la Índia . La Índia ampediu Pertual de çlocar melitares pa la sue defesa, acabando por aneixar formalmente ls anclabes, passado bários protestos pacíficos, cul gobierno pertués liderado por António de Oulibeira Salazar a recusar-se a negociar. An Dezembre de 1961 , la Ounion Andiana ambadie ls territórios de Goa, Damon i Diu . De 18 para 19 de Dezembre de 1961 ua fuorça de 40.000 suldados la Índia andependiente cunquistou Goa, nua açon armada - feita por tierra, aire i mar, que durou cerca de 36 horas - acabou cul domínio Pertués de 451 anhos an Goa ancontrando pouca resisténcia, i antegrou l Stado Pertués de la Índia ne l sou território. I ne l'anho seguinte tomaba la Ilha de Angediba . A la época, l Cunseilho de Sigurança de la ONU cunsidrou ua resoluçon que cundenaba l'ambason, l que fui betado pula Ounion de las Repúblicas Socialistas Sobiéticas . La maiorie de las naciones reconhecírun l'açon de la Índia, inda assi, Salazar recusaba-se a recoincer la soberanie andiana subre ls territórios, mantendo-los repersentados na Assemblé Nacional até 1974 , altura an que se dou la Reboluçon de ls Crabos . A partir d'anton, Pertual pudo restablecer las relaçones diplomáticas cula Índia, ampeçando pul reconhecimiento de la soberanie andiana subre l'antigo Stado Pertués de la Índia. Inda assi, als sous habitantes que l pretendessen fui dada la possibelidade de mantíren la cidadanie pertuesa. An 1961 , un mobimiento antiportugués manifestou-se an Angola cul surgimiento de dous partidos de luita armada, l Mobimiento Popular de Libertaçon de Angola (MPLA) i la Ounion de ls Pobos de Angola (UPA). An Moçambique , las ouparaçones de guerrilha ampeçórun an 1964 . Passado la muorte de Salazar , Pertual aceitou cunceder, an 1972 , l'outonomie a la Angola i la Moçambique. Passado la Reboluçon de ls Crabos na metrópole ( 1974 ), la situaçon quelonial de ls dous paízes degradou-se debrebe i ls pertueses cuncordórun an cunceder la andependéncia a las sues quelónias an 1975 . An Moçambique, la Frente de Libertaçon de Moçambique (FRELIMO) toma l comando de l paíç, anquanto la guerra cebil angolana, que debide las fuorças de libertaçon, cunduzen debrebe al çpedaçamiento i a la ruína dun paíç an pleno zambolbimiento i rico an petrólio , diamantes , fierro i café . L porcesso de çcolonizaçon ye próssimo na Guiné , adonde ls pertueses se mostran ancapazes de trabar l'oumiento de las hostelidades i reconhecírun debrebe l'andependéncia de la Guiné-Bissau ( 1974 ) i de Cabo Berde ( 1975 ). Ne l mesmo anho, las ilhas de San Tomé i Príncepe acedírun eigualmente a l'andependéncia. [64] Timor-Leste proclamou unilateralmente la sue andependéncia an 1975 , mas fui aneixado ne l mesmo anho pula Andonésia . Por bias desso, stubo sob admenistraçon andonésia até al referendo de 1999 , seguida de l'admenistraçon probisória de la ONU até 2002 , quando Pertual reconheciu la sue andependéncia. La çcolonizaçon de Macau fui feita dun modo defrente i special i tubo ampeço passado la Reboluçon de ls Crabos , quando fui perpuosta l sou retorno eimediato a la República Popular de la China , retorno esse rejeitado por aquel grande paíç quemunista. An 1976 , esta quelónia passou ouficialmente a tener l statuto especial de ' território chinés sob admenistraçon pertuesa '. An 1987 , passado antensas negociaçones, Pertual aceitou la recuperaçon pula China, ne l die 20 de Dezembre de 1999 , de la soberanie subre Macau. An cuntrapartida, la China prometiu cunserbar las specificidades de Macau, ancluindo l sou sistema eiquenómico de caráter capitalista, i cunceder un eilebado grau d'outonomie pa la populaçon de Macau, seguindo l percípio de ' un paíç, dous sistemas '. Passado l retorno a la China, Macau passou a ser ua Region Admenistratiba Special , admenistrada por sues gientes, mas mais cuncretamente dirigida por un Xefe de l Eisecutibo (antretanto eileito por sufrágio andireto ) i ua Assemblé Legislatiba (solamente menos de metade de ls sous nembros antretanto son eileitos pul sufrágio direto , dando por esso ua grande borda de manobra i de cuntrolo pa las fuorças pró-Gobierno i pró-Pequin). Fin de l Ampério [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Eesisten bárias datas que puoden ser cunsidradas cumo las de l fin de l Ampério Pertués. Puode cunsidrar-se la fin de jure - marcado pul reconhecimiento de l mesmo - i la fin de fato - marcado pula andependéncia de las possessones queloniales. La títalo d'eisemplo, eisisten pul menos trés datas referentes a la andependéncia de l Brasil , la maior possesson quelonial pertuesa de siempre. Ne l Brasil, ouficialmente, ye comemorado l 7 de Setembre de 1822 cumo l die de l'andependéncia, data an l príncepe rial D. Pedro dou l Grito de l Ipiranga . Inda assi, formalmente, ye la data de 1 de dezembre de 1822 - die de la coroaçon de D. Pedro I cumo Amperador - que sela l'andependéncia política unilateral de l nuobo Ampério de l Brasil . Ne l stado de la Bahia ye comemorado l die 2 de júlio de 1823 , cumo la Andependéncia de la Bahia , quando las radadeiras tropas pertuesas son retiradas de l território brasileiro. Por fin, tamien se puode cunsidrar la data de 29 d'agosto de 1825 , ua beç que fui anton que Pertual i la quemunidade anternacional, reconhecírun l'andependéncia de l Brasil. Assi sendo, i seguindo esta lógica, puode-se afirmar que l 'fin' de fato de l Ampério Pertués acunteciu an 1975 , quando las sues quelónias proclamórun an massa la sue andependéncia i/ó biran la sue andependéncia reconhecida por Pertual, ó inda quando Timor-Leste , que proclamou unilateralmente nesse mesmo anho la sue andependéncia, fui eimediatamente ambadido i acupado pula Andonésia . Macau fui l único que nun proclamou la sue andependéncia an 1975, mas esta possesson quelonial, ancrabada an tierras chinesas, ten ua situaçon quelonial peculiar i única ne l Ampério Pertués i por esso, l sou causo debe ser analisado dua maneira defrente i special. [65] Mas, tamien se puode cunsidrar l 'fin' oufecial ó de jure de l Ampério Pertués an 1999 , mais percisamente ne l die 20 de Dezembre de 1999 , quando Macau , l redadeiro território sob la sue admenistraçon, fui finalmente debolbido i passou pa la soberanie de la República Popular de la China , que siempre defendiu que Macau era, zde ls tiempos mais remotos, un território inalienable de la China, mas acupado als poucos por Pertual zde l seclo XVI . Puode-se inda afirmar que l berdadeiro 'fin' oufecial acunteciu an 2002 , quando Pertual, nun ato simbólico, reconheciu l'andependéncia, i antoce, la soberanie de Timor-Leste , que fui libertada de l'acupaçon andonésia an 1999 . Legado [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Mapa de la Quemunidade de ls Paízes de Léngua Pertuesa (CPLP). Siete ex-quelónias de Pertual, hoije paízes andependientes, falantes de léngua pertuesa , forman juntamente cun Pertual la Quemunidade de ls Paízes de Léngua Pertuesa . L pertués ye hoije la quinta léngua mais falada ne l mundo, cun mais de 240 milhones de falantes, [66] falado an cerca de metade de la América de l Sul. Ye tamien la léngua-franca an muitas antigas possessones queloniales an África i la léngua oufecial an 8 paízes, sendo tamien la léngua co-oufecial junto cul cantonés na region admenistratiba de Macau . Deixou la sue anfluéncia ne l Japon , cun dibersas palabras d'ourige pertuesa ne l léxico japonés . La persença an Malaca , na Malásia, dou ourige a la quemunidade Cristang . Ne l Sri Lanka , antigo Ceilon , als chamados Burghers Pertueses que, cumo muitos outros pobos, manténen bibo un de bários crioulos de base pertuesa . La persença pertuesa deixou tamien ua basta hardança houmana, gastronómica, cultural i arquitetónica an bários cuntinentes, un legado straordinairo, sabendo-se que l total de la populaçon pertuesa era an 1527 de solo 1,2 milhones d'habitantes. [67] Territórios de l Ampério Pertués [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Ber Territórios de l Ampério Pertués Mapa anacrónico de l Ampério Pertués (1415-1999). Ber tamien [ eiditar | eiditar código-fuonte ] Çcubrimientos Pertueses Armadas de la Índia Ls territórios de l Ampério Pertués por orde alfabética Stado Pertués de la Índia Stória de Macau Período Nanban Palabras japonesas d'ourige pertuesa Pertueses na Ásia Eigreijas i Cumbentos de Goa Recuperaçon de quelónias pertuesas depuis de la Restouraçon Listas de gobernadores por território: Angola , Brasil (i bice-reis), Cabo Berde , Guiné , Índia , Moçambique , Macau i Timor Ampério global Fascínio pul Ouriente Notas [ eiditar | eiditar código-fuonte ] 2 ↑ The Portuguese Empire: 1415-1825 by Charles R. Boxer [1] ↑ Timor foi quelónia portuguesa até 1975 , altura em que se tornou independente, tendo sido invadido pela Indonésia três dias depois. Permaneceu considerado oficialmente pelas ONU como território português por descolonizar até 1999, quando cerca de 80% do povo timorense em referendo optou pela independência, oficializada em 2002 . ↑ A imagem que tradicionalmente representa o Príncipe aqui apresentada, retirada dos Painéis de São Vicente de Fora , é disputada. ↑ Outros navegadores importantes como Fernão de Magalhães , Pedro Fernandes de Queirós i Luís Vaz de Torres explorarão o Oceano Pacífico ao serviço da Coroa de Castela . ↑ Pirenne, Jacques , 'The tides of history, Volume 2', Portuguese Thalassocracy, p.384, Dutton, 1962 ↑ Boxer, Charles Ralph 'Four centuries of Portuguese expansion, 1415-1825: a succinct survey', p.95, Publications, Ernest Oppenheimer Institute of Portuguese Studies, University of California Press, 1969 ↑ A expansão territorial realizou-se com a colonização do interior do Brasil a partir de 1532 e, mais tarde, em África. ↑ 8,0 8,1 Anderson, James Maxwell (2000). The History of Portugal. Greenwood Publishing Group. ISBN 0-313-31106-4 ↑ 9,0 9,1 9,2 Boxer, C.R. (1969). The Portuguese Seaborne Empire 1415–1825. Hutchinson. ISBN 0-09-131071-7 . ↑ 10,0 10,1 Davies, Kenneth (1974). The North Atlantic World in the Seventeenth Century. University of Minnesota Press. ISBN 0-8166-0713-3 . ↑ 11,0 11,1 M. D. D. Newitt, 'A history of Portuguese overseas expansion, 1400-1668', Routledge, 2005, ISBN 0-415-23980-X , p.24-25 ↑ Daniel F. Austin, 'Florida ethnobotany' , p. 170, CRC Press, 2004, ISBN 0-8493-2332-0 ↑ Thorn, Rob. «Discoveries After Prince Henry» . Cunsultado an 24 de dezembre de 2006 ↑ Semedo, J. de Matos. «O Contrato de Fernão Gomes» (an Pertués) . Cunsultado an 24 de dezembre de 2006 !CS1 mantenéncia: Lhéngua nó recoincida ( link ) ↑ «Castelo de Elmina» . Governo de Gana . Cunsultado an 24 de dezembre de 2006 ↑ defendendo a necessidade de formar uma barreira às intenções expansionistas britânicas que pretendiam a soberania sobre um território que, do Sudão , se prolongasse até ao Cabo pelo interior da África ↑ A Grã-Bretanha pretendia criar um grande corredor no sul de África , comunicando esta com seus territórios do nordeste do continente. O Ultimato britânico de 1890 impunha a retirada das forças militares existentes no território compreendido entre as colónias de Moçambique e Angola , no actual Zimbabwe , a zona era reclamada por Portugal, que a havia incluído no famoso Mapa cor-de-rosa , reclamando a partir da Conferência de Berlim uma faixa de território que ia de Angola à contra-costa ou seja, a Moçambique . ↑ A manutenção dos territórios na Índia , de Macau e de outros pontos-chave do antigo domínio quelonial português na Ásia, cada vez mais diluído, era um ponto de honra. Mas o desígnio era a África, nomeadamente Angola e Moçambique , para além do imenso e rico território que as separava. Guarnições militares, missões católicas, formas e instituições de governo quelonial foram transplantadas para África, assegurando a presença efectiva portuguesa de forma a afastar outros concorrentes. Apesar das dificuldades económico-financeiras e climáticas, conseguiu-se ampliar alguns aglomerados urbanos e construir outros, já no interior, apoiando plantações ou zonas de mineração. ↑ «St. Francis Church» . Wonderful Kerala . Cunsultado an 21 de febreiro de 2008 ↑ Ayub, Akber (ed), Kerala: Maps & More , Fort Kochi , 2006 edition 2007 reprint, pp. 20-24, Stark World Publishing, Bangalore, ISBN 81-902505-2-3 ↑ Scammell, G.V. (1997). The First Imperial Age, European Overseas Expansion c.1400-1715. Routledge. ISBN 0-415-09085-7 . ↑ A mais antiga da India, construída pelos portugueses em 1503. Vasco da Gama, falecido em Cochim em 1524 foi aqui sepultado inicialmente. ↑ A escolha inicial fora Tristão da Cunha , que não pode aceitar o cargo por estar então doente. ↑ Nomeando um Vice rei, D Manuel I manifestava o real poder dos portugueses no Índico face a Espanha, que atribuíra a Cristovão Colombo o título de 'Almirante e Vice-rei das Índias' após o equívoco na descoberta do Novo Mundo. ↑ «European Encroachment and Dominance:The Portuguese» . Sri Lanka: A Country Study . Cunsultado an 2 de dezembre de 2006 ↑ Rogers, Clifford J. Readings on the Military Transformation of Early Modern Europe, San Francisco:Westview Press, 1995, pp. 299–333 ↑ Teotonio R. De Souza, 'Goa Through the Ages: An economic history' p.220, Issue 6 of Goa University publication series, ISBN 81-7022-226-5 , ↑ Indo-Portuguese Issues Indo-Portuguese Issues ↑ Foundationes of the Pertuese ampire, 1415-1580, p. 245-247, Diffie, Winius ↑ Ricklefs, M.C. (1991). A History of Modern Indonesia Since c.1300, 2nd Edition. London: MacMillan, p.23. ISBN 0-333-57689-6 . ↑ Donald Frederick Lach, Edwin J. Van Kley, 'Asia in the making of Europe', p.520-521, University of Chicago Press, 1994, ISBN 978-0-226-46731-3 ↑ Hannard (1991), page 7. Milton, Giles (1999). Nathaniel's Nutmeg . London: Sceptre. pp. 5 and 7. ISBN 978-0-340-69676-7 ↑ Hannard (1991), page 7 ↑ McINTYRE, Kenneth Gordon. The secret discovery of Australia. Portuguese ventures 200 years before Captain Cook. 1977. p. 69. ↑ O primeiro documento europeu conhecido que fala da ilha é uma carta de Rui Brito Patalin a Manuel I de Portugal, datada de 6 de Janeiro de 1514, na qual são referidos navios que tinham partido para Timor ↑ «Sarina Singh, India , Lonely Planet, 2003, 726 pp. ISBN 1-74059-421-5» ↑ Arnold Pacey, 'Technology in world civilization: a thousand-year history', ISBN 0-262-66072-5 ↑ Yosaburō Takekoshi, 'The Economic Aspects of the History of the Civilization of Japan', ISBN 0-415-32379-7 . ↑ Fúrun custruidas al to cerca de 40 fortalezas çtinadas, mais de l que l'açones melitares, a apoiar la nabegaçon cumo scalas i a facelitar l quemércio i armazenamiento ↑ 1503 foi o ano em que Vasco da Gama assinou em Cochim um tratado que serviria de paradigma às relações entre os Portugueses e os mercados do Malabar, com a feitoria reconhecida por um instrumento de direito internacional e os preços fixados, bem como as formas de pagamento. ↑ Por exemplo, a pimenta, comprada na Índia por dois cruzados o quintal era vendida na Casa da Índia em Lisboa por trinta. Bailey Wallys Diffie, Boyd C. Shafer, George Davison Winius, 'Foundations of the Portuguese empire, 1415-1580', p. 412 ↑ James D. Tracy, 'The political economy of merchant empires', Cambridge University Press, 1997, ISBN 0-521-57464-1 , p. 77 ↑ Em 1514 até os venezianos compravam especiarias a Lisboa - Bailey Wallys Diffie, Boyd C. Shafer, George Davison Winius, 'Foundations of the Portuguese empire, 1415-1580', p. 411 ↑ Geoffrey Vaughan Scammell, 'The world encompassed:the first European maritime empires c.800-1650' (1981), ISBN 0-416-76280-8 , p.241 ↑ Bailey Wallys, 'Foundations of the Portuguese empire, 1415-1580', p. 415 ↑ Portugal aceitara as perdas na Ásia, comprometendo-se a pagar à Holanda o equivalente a 63 toneladas de ouro como compensação pelo reconhecimento da soberania portuguesa do Nordeste brasileiro , ex- Nova Holanda ↑ 47,0 47,1 McAlister, Lyle (1984). Spain and Portugal in the New World, 1492–1700, p.75, University of Minnesota Press. ISBN 0-8166-1216-1 . ↑ Edgar Prestage, 'The Pertuese Pioners', p. 287, READ BOOKS, 2007, ISBN 1-4067-4593-6 ↑ Edgar Prestage, 'The Portuguese Pioneers', p. 290, READ BOOKS, 2007, ISBN 1-4067-4593-6 ↑ Segundo Capistrano de Abreu , em Capítulos da História Quelonial , cada quintal era vendido em Lisboa por 2 1/3 ducados , mas levá-lo até lá custava apenas meio ducado. Os arrendatários pagavam 4 mil ducados à Coroa. ↑ Como o capitão francês Paulmier de Gonneville , que permaneceu seis meses no litoral de Santa Catarina , Leyla Perrone Moisés, Vinte Luas: Viagem de Paulmier de Gonneville ao Brasil, 1503-1505, Companhia das Letras , São Paulo, 1992 ↑ «A Restauração: O Fim da União Ibérica e as Consequências para a Colônia» (an português) !CS1 mantenéncia: Lhéngua nó recoincida ( link ) ↑ «Encarta Brazil» ↑ sendo os mais importantes a Guerra dos Emboabas (1707-1710) e a Revolta de Felipe dos Santos ↑ Quando a soma de impostos pagos não atingia uma cota mínima estabelecida, os colonos deveriam entregar jóias e bens pessoais até completar o valor estipulado — episódios chamados de derramas . Viagem pela História do Brasil Uma visão de Brasil ↑ segundo Jorge Caldeira, em 'A nação mercantilista: ensaio sobre o Brasil', Editora 34, 1999 ISBN 85-7326-138-2 ↑ AQUINO, Rubim Santos Leão de. BELLO, Marco Antônio Bueno. DOMINGUES, Gilson Magalhães. Um sonho de liberdade: a conjuração de Minas. São Paulo: Editora Moderna, 1998. 176p. il. ISBN 85-16-02100-9 ↑ 58,0 58,1 «Brasil Escola A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil» (an português) !CS1 mantenéncia: Lhéngua nó recoincida ( link ) ↑ «Blog Marcillio.com Jardim Botânico» ↑ «Ministério do Meio Ambiente Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro» (an português) !CS1 mantenéncia: Lhéngua nó recoincida ( link ) ↑ «Viajar Clix Fábrica da Pólvora de Barcarena (Oeiras)» (an português) !CS1 mantenéncia: Lhéngua nó recoincida ( link ) ↑ 62,0 62,1 «Portal da Câmara dos Deputados Reino Unido (1815-1822)» (an português) !CS1 mantenéncia: Lhéngua nó recoincida ( link ) ↑ BESOUCHET, Lidia, Pedro II e o século XIX, Nova Fronteira, 1979 ↑ Durante o regime de Salazar , os territórios d'além-mar eram designados como províncias ultramarinas (em teoria, seriam parte contínua do território português) após a Segunda Guerra Mundial , mas precisamente em 1951 , com o intuito de manter os antigos domínios e deter as pressões políticas que condenavam o quelonialismo . No início da década de 1960 inicia-se a guerra quelonial portuguesa em face à recusa de Portugal de garantir a independência aos seus territórios africanos. O restante do Estado Português da Índia é anexado em Dezembro de 1961 pela União Indiana. Na altura da Revolução dos Cravos , processo revolucionário que ditou o fim do Estado Novo e do quelonialismo português, foi reconhecida a independência da Guiné-Bissau (10/9/1974) e garantida a independência a Moçambique (25/6/1975), Cabo Verde (5/7/1975), São Tomé e Príncipe (12/7/1975), Angola (11/11/1975). ↑ Portugal , na sequência dos acontecimentos causados pelo Motim 1-2-3 levantado pelos chineses pró- comunistas de Macau, teve de renunciar, em 1967 , à ocupação perpétua sobre Macau e teve também de reconhecer o poder e o controlo de facto dos chineses sobre Macau, marcando o princípio do fim do período quelonial desta cidade. Portugal chegou mesmo a propôr nesse mesmo ano o retorno de Macau para a República Popular da China (RPC), mas ela rejeitou. Após a Revolução dos Cravos , Portugal propôs novamente o retorno de Macau para a RPC, mas ela rejeitou novamente, tendo apelado para o estabelecimento de negociações que permitissem uma transferência harmoniosa. Em 1976 , Macau passou oficialmente a ter o estatuto especial de território chinês sob administração portuguesa , estatuto mantido até à transferência de soberania de Macau para a RPC, que ocorreu no dia 20 de Dezembro de 1999 . ↑ «Título ainda não informado (favor adicionar)» (an português) !CS1 mantenéncia: Lhéngua nó recoincida ( link ) ↑ Numeramento ou Cadastro Geral do Reino, de D. Juan III (1527) referido em 2009 - Instituto Nacional de Estatística. A primeira contagem populacional foi feita em 1527, no reinado de D. Juan III com base predominantemente nos fogos. Nesta época houve um arrolamento de 1.200.000 portugueses. Bibliografie [ eiditar | eiditar código-fuonte ] ALLEN, K. 1954, The Portugese Empire and its defeat , vol.1, pp224–234 ANDERSON, James Maxwell, 'The History of Portugal'. (2000). Greenwood Publishing Group. ISBN 0-313-31106-4 BOXER, Charles Ralph (1969). The Portuguese Seaborne Empire 1415–1825. Hutchinson. ISBN 0-09-131071-7 BRAUDEL, Fernand. The Perspective of the World , 1985 DAVIES, Kenneth (1974). The North Atlantic World in the Seventeenth Century. University of Minnesota Press. ISBN 0-8166-0713-3 DIFFIE, SHAFER, WINIUS, Bailey Wallys, Boyd C., George Davison, 'Foundations of the Portuguese empire, 1415-1580' NEWITT, M. D. D., 'A history of Portuguese overseas expansion, 1400-1668', Routledge, 2005, ISBN 0-415-23980-X PAGE, Martin. The First Global Village: How Portugal Changed the World RUSSEL-WOOD, A.J.P. 'The Portuguese empire 1415-1808: a world on the move', Johns Hopkins University Press, 1998, ISBN 0-8018-5955-7 SCAMMELL, G.V. (1997). The First Imperial Age, European Overseas Expansion c.1400-1715. Routledge. ISBN 0-415-09085-7 SCAMMEL, Geoffrey Vaughan, 'The world encompassed:the first European maritime empires c.800-1650' (1981), ISBN 0-416-76280-8 TRACY, James D., 'The political economy of merchant empires', Cambridge University Press, 1997, ISBN 0-521-57464-1 Lhigaçones sternas [ eiditar | eiditar código-fuonte ] L Commons ten multimédia relacionada cun: Ampério Pertués História Quelonial Holandesa e Portuguesa () Carreira da Índia ( an pertués ) Exposição Os portugueses e o Oriente, Biblioteca Nacional de Portugal ( an pertués ) Modelo:Império Português Modelo:Impérios Modelo:Quelonialismo Portal de Pertual Sacado an ' https://mwl.wikipedia.org/w/index.php?title=Ampério_Pertués&oldid=92434 ' Catadories : Páiginas que outelizan lhigaçones mágicas ISBN Stória de Pertual Ampério Pertués Quelonialismo Catadorie scundida: !CS1 mantenéncia: Lhéngua nó recoincida Menu de nabegaçon Ferramientas pessonales Por outenticar Cumbersa Cuntrebuiçones Criar ua cuonta Antrar Domínios Páigina Cumbersa Bariadades Besitas Lher Eiditar Eiditar código-fuonte Ber stórico Mais Percura Nabegaçon Páigina percipal Taberna Pedidos als admenistradores Ambaixada Traba de ls abisos Páigina al calhas Colaboraçon Ajuda Páigina de testes Portal de la quemunidade Acolhimiento para lhusófonos Redadeiras altaraçones Páiginas nuobas Donaçones Loija de la Biquipédia Amprimir/sportar Criar un lhibro Çcargar cumo PDF Berson pa ampremir Noutros porjetos Wikimedia Commons Ferramientas L que lhiga eiqui Altaraçones relacionadas Cargar fexeiro Páiginas speciales Lhigaçon pa siempre Anformaçones de la páigina Eilemiento Wikidata Citar esta páigina Noutras lhénguas Afrikaans العربية Asturianu Azərbaycanca تۆرکجه Беларуская Български Brezhoneg Català Čeština Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Galego עברית Hrvatski Bahasa Indonesia Íslenska Italiano 日本語 한국어 Latina Lietuvių Latviešu मराठी Bahasa Melayu Nederlands Norsk nynorsk Norsk Occitan ਪੰਜਾਬੀ Polski پنجابی Português Română Русский Scots Simple English Svenska தமிழ் ไทย Türkçe Українська اردو Tiếng Việt 中文 Eiditar lhigaçones Esta páigina fui eiditada pula redadeira beç a la(s) 20h34min de 18 de dezembre de 2017. 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  Arianos – Wikipédia, a enciclopédia livre Arianos Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Para outros significados, veja Arianos (desambiguação) . Imagem de satélite do planalto iraniano, onde os arianos ter-se-iam estabelecido desde o final do terceiro milénio antes de Cristo. A palavra ariano , ao referir-se a um grupo étnico , tem vários significados. Refere-se, ... , disseminando-se pela Índia , Pérsia e regiões adjacentes. Teriam sido os descendentes dos indo-europeus que ... antigo. Muito embora, essa hipótese da invasão ariana na Índia tenha sido questionada desde o final do ... , em português , a Irão ou Irã. De modo semelhante, a Índia setentrional já foi designada em tempos ... -iranianos. A Teoria da Urheimat Indiana e a Teoria Nórdica têm também sugerido a Índia e o Norte da ... região setentrional. Na Índia Antiga , aliás, o termo Aryavarta , com o significado de ' residência CACHE

Arianos – Wikipédia, a enciclopédia livre Arianos Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Para outros significados, veja Arianos (desambiguação) . Imagem de satélite do planalto iraniano, onde os arianos ter-se-iam estabelecido desde o final do terceiro milénio antes de Cristo. A palavra ariano , ao referir-se a um grupo étnico , tem vários significados. Refere-se, mais especificamente, ao subgrupo dos indo-europeus , que se estabeleceu no planalto iraniano desde o final do terceiro milénio a.C. Por extensão, a designação 'arianos' (não o termo 'árias') passou a referir-se a vários povos originários das estepes da Ásia Central - os Indo-europeus - que se espalharam pela Europa e pelas regiões já referidas, a partir do final do neolítico . O nome ariano vem do sânscrito arya , que significa nobre. Até recentemente, acreditava-se que os arianos teriam invadido o subcontinente indiano por volta de 1 500 a.C. , vindo do norte, pelo Punjabe , disseminando-se pela Índia , Pérsia e regiões adjacentes. Teriam sido os descendentes dos indo-europeus que fundaram a civilização indiana, subjugando as populações locais, dando origem ao sistema de castas e, mais especificamente, às castas dominantes dos Brâmanes , xátrias e vaixás . A sua cultura teria ficado particularmente expressa nos Vedas e, principalmente, no Rig Veda , considerado como o mais antigo. Muito embora, essa hipótese da invasão ariana na Índia tenha sido questionada desde o final do século XIX, por causa de certas descobertas arqueológicas e geológicas e pela proposta de interpretações das evidências conhecidas anteriormente [ 1 ] , novos estudos do âmbito genético põem-na em evidencia e tornam-na afinal mais credível [ 2 ] . O termo 'ariano' refere-se, também, na história das línguas , ao proto-ariano, que teria sido o ramo linguístico comum aos antepassados dos povos indo-áricos e iranianos e aos dois grandes subramos linguísticos a que terá dado origem, ou seja, às línguas indo-áricas e às línguas iranianas . Estes dois sub-ramos são árico ou indo-iraniano. Pode ainda referir-se, especificamente, aos grupos linguísticos actualmente conhecidos como proto-indo-europeu , proto-indo-iraniano e indo-iraniano . Em tempos, também se utilizou o termo para designar todas as línguas indo-europeias . O termo ganhou outro significado com a ideologia nazi que, baseando-se em teorias de vários autores evolucionistas do século XIX , o usou para classificar uma suposta raça comum aos indo-europeus e aos seus descendentes não miscigenados com outros povos. Deve-se a este facto a vulgar confusão que identifica arianos com os povos germânicos , mais especificamente, nórdicos . Índice 1 Etimologia 1.1 Semântica do sânscrito arya 2 Indo-iraniano 2.1 Indo-arianos 2.2 Iranianos 2.2.1 Uso da palavra 'ariano' pelos iranianos 3 Indo-europeus 3.1 Arianos contra proto-indo-europeus 4 Conotação racial 5 Curiosidades 6 Referências 7 Bibliografia Etimologia [ editar | editar código-fonte ] A palavra ariano tem origem no latim ariānus ( ariāna , ariānum ), referindo-se à região da Ária . Esta região, designada por Arīa ou Ariāna em latim , corresponderia à parte ocidental da Pérsia ou da Ásia, e deve o seu nome à adaptação dos termos gregos Areía ou Aría que, por sua vez, remontam aos radicais persas ariya - ou ao avéstico airya - que se referem a povos invasores e dominantes que mantinham, contudo, solidariedade étnica em relação aos povos dominados, considerados ' bárbaros '. A forma Aryāna- , do persa antigo aparece depois em avéstico como Æryānam Väejāh ('Território dos arianos') [ 3 ] . em Persa médio como Ērān , e no Persa Moderno como Īrān [ 4 ] , que deu origem, em português , a Irão ou Irã. De modo semelhante, a Índia setentrional já foi designada em tempos antigos pelo vocábulo composto ( tatpurusa ) Aryavarta 'Arya-residência'. O termo Indo-ariano ar-ya- provém do proto-indo-europeu ar-yo- , um termo formado pela adjectivação com a partícula yo- da raiz ar que significa 'juntar com perícia', tal como aparece no grego harma , que significa 'carro' ou na raiz aristos , (de onde provém ' aristocracia '), ou as palavras latinas ars ( arte ), etc. O proto-indo-iraniano ar-ta- está relacionado com o conceito de algo 'articulado de forma adequada', relacionado com uma visão religiosa de ordem cósmica. Já se sugeriu que o adjectivo *aryo- remontava aos tempos Proto-Indo-Europeus, onde era usado como auto-designação dos falantes desta língua. Sugeriu-se, mesmo, que outras palavras como Éire , o nome em gaélico irlandês para Irlanda , ou a palavra alemã Ehre ('honra') estavam relacionadas com esta palavra, mas tal hipótese é, hoje, considerada insustentável. De facto, se o Proto-Indo-Europeu ar-yo- é, sem dúvida, um vocábulo qualificador perfeitamente aceitável, não existe evidência consensual de que tenha sido utilizado como auto-designação por outros grupos étnicos independentes do ramo Indo-Iraniano. Na década de 1850, Max Müller avançou com a hipótese de que a palavra se referia a populações que se dedicavam à agricultura, já que supunha que houvesse relação com a raiz proto-indo-europeia arh que significa 'lavrar a terra'. Outros autores do século XIX , como Charles Morris , voltaram a defender esta ideia, relacionando-a com a expansão da agricultura que é frequentemente ligada à expansão dos povos indo-europeus. Muitos dos linguistas da actualidade rejeitam esta possibilidade. Ainda nos dias de hoje, os Arménios auto-designam-se como Aryaee , ou Arianos (com conotação racial de 'sangue puro'). [ 5 ] O termo ariano era já utilizado na língua portuguesa , em 1601, para se referir ao grupo étnico. Em 1794, já se encontram documentos onde a palavra tem uma acepção valorativa, referindo-se a 'nobres' ou 'superiores' - de facto, o sânscrito ārya designava as três primeiras classes étnicas consideradas 'veneráveis' ou 'excelentes'. Em 1847, é já usado no âmbito da linguística, identificando-se com o indo-europeu. Semântica do sânscrito arya [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Arya De acordo com Paul Thieme (1938), o termo védico arya- , no seu uso original, refere-se a 'estrangeiros', mas 'estrangeiros' que são potencialmente 'convidados' - isto é, com os quais se estabelece uma certa solidariedade étnica, em oposição aos 'bárbaros' ( mleccha , dasa ) e seria a auto-designação étnica, Arya é o oposto directo de Dasa ou Dasyu no Rigveda (e.g. RV 1.51.8, ví jānīhy âryān yé ca dásyavaḥ 'Discerni bem, ó Aryas e Dasyus'). Esta situação é comparável ao uso do termo ' Helénico ' na Grécia Antiga . A interjeição do indo-árico médio arē! , rē! , que corresponderá ao português 'Tu aí!' ou 'Você aí!' deriva do vocativo arí! 'estrangeiro!'. O dicionário sânscrito Amarakosha (cerca de 450 d.C.) define Arya como mahākula kulīnārya - 'pertencente a uma família nobre', sabhya - 'tendo modos gentis e refinados', sajjana - 'bem-nascido e respeitável', e sādhava 'que é virtuoso, honrado e recto'. No hinduísmo , os brâmanes , xátrias e vaixás iniciados na religião Hindu eram arya , um título de honra e respeito devido a certas pessoas pelo seu nobre comportamento. A palavra arya pode, inclusivamente, ser usada para identificar os hindus , budistas e jainistas . [ 6 ] Indo-iraniano [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Indo-iranianos Pela designação de indo-iranianos referimo-nos aos dois principais ramos étnicos e linguísticos a que a palavra 'ariano' se poderá, com maior propriedade, referir: aos Indo-arianos e aos Iranianos, ainda que se incluam também os povos Nuristani e Dardos . A cultura proto-indo-iraniana teria iniciado em cerca de 2 500 a.C. Se considerarmos a palavra 'ariano' neste sentido, estaremos a referir-nos às culturas que precedem a Védica e o Avéstico. Supõe-se que os complexos arqueológicos de Andronovo e de Srubnaya tivessem sido povoados por Indo-iranianos. A Teoria da Urheimat Indiana e a Teoria Nórdica têm também sugerido a Índia e o Norte da Europa como local de origem (Urheimat) desta cultura. A língua proto-indo-iraniana evoluiu dando origem às línguas indo-iranianas , das quais as mais antigas são o sânscrito védico , o avéstico e outra língua indo-iraniana que se conhece apenas devido a vestígios vocabulares no dialecto Mitanni . Indo-arianos [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Indo-arianos , línguas indo-arianas Os Vedas , e mais especificamente o Rig Veda , o mais antigo, permanecem como o principal testemunho da cultura indo-ariana. Os indo-arianos ter-se-iam instalado na Bactriana , a sudeste do actual Uzbequistão e a norte do Afeganistão , deixando a sua marca na chamada ' Civilização do Oxus ' ou 'Civilização bactro-margiana', da Idade do Bronze , datada de 2 200 a.C. a 1 700 a.C. A partir daqui, ter-se-iam associado à cultura védica . Designados como arianos védicos, supõe-se que tenham levado os Vedas (e a língua e cultura a eles associadas) ao subcontinente indiano, mais especificamente à sua região setentrional. Na Índia Antiga , aliás, o termo Aryavarta , com o significado de ' residência dos Arianos ', era usado para se referir ao norte do subcontinente. A língua védica evoluiu, posteriormente, para o sânscrito que deu origem a todas as línguas indo-europeias faladas na Índia. O dravídico e o munda têm outra origem. Também a partir da Bactriana, outros indo-arianos migraram para o Médio Oriente. Há indícios da existência de falantes de indo-árico (ou indo-ariano) na Mesopotâmia à volta do ano 1 500 a.C. , através de palavras presentes no dialecto Mitanni , na região ocupada pelos Hurritas . Especula-se que este povo possa ter sido dirigido por uma classe dominante indo-árica, formando o reino de Mitanni. Estudos arqueológicos desvelaram uma grande quantidade de nomes próprios védicos e, em particular, nomes de divindades. Deuses como Varuna ou Indra não fazem parte do panteão original da região, pelo que se crê que o período védico se tenha originado fora da Índia. Alguns nacionalistas indianos rejeitam a ideia de que a sua língua e cultura tenham tido origem fora do subcontinente ( Teoria da invasão ariana ), ignorando o parentesco entre o sânscrito e as outras línguas indo-europeias e tudo o que os estudos indo-europeus e a arqueologia parecem indicar. Outros autores, como o arqueólogo Henri-Paul Francfort , entende que o termo 'invasão' é despropositado, tendo, pelo contrário, ocorrido uma migração progressiva - independentemente dessa questão, não considera sequer a hipótese desta cultura ter tido origem na própria Índia. O tema ainda está sendo discutido, não havendo unanimidade entre os especialistas a respeito da realidade histórica da invasão ariana na Índia. [ 7 ] Os falantes contemporâneos das línguas indo-áricas distribuem-se essencialmente pela parte setentrional da península indiana. Fora desta região, há a referir o romani , falado pelo povo rom , vulgarmente designado de 'cigano', além do parya , no Tajiquistão , o Jataki na Ucrânia e o domari no Médio Oriente . Na Índia, o termo 'ariano' (tal como a suástica) mantém-se livre de qualquer conotação com o nazismo . 'Ariano' é um nome próprio masculino vulgar na Índia (veja-se, por exemplo, no filme de Abhishek Kapoor , ' Ariano '). De igual forma, o sobrenome Arya é muito valorizado entre a comunidade Arora - além de entrar na composição de alguns nomes indianos, como 'Kartikarya' ou 'Aryabhatta'. Iranianos [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Povos iranianos , Línguas iranianas A origem dos Iranianos é mais problemática que a dos Indo-arianos. Alguns arqueólogos atribuem aos seus antepassados uma cultura, desenvolvida junto ao Volga , conhecida como cultura das sepulturas em armação de madeira (em russo, Srubnaya) que data de 1 900 a.C. a 1 500 a.C. Graças a fontes assírias , sabe-se que os Persas ocupam o planalto iraniano desde o século IX a.C., coevos dos Medos , também de língua iraniana. A sua ligação com a cultura das Sepulturas em Armação de Madeira não está, contudo, esclarecida. O mais antigo texto sagrado dos Iranianos, o Avesta , foi, provavelmente, escrito na Báctria ou na Sogdiana - em todo o caso, foi, sem dúvida, na região ocupada actualmente pelo Turquistão ocidental. A língua então usada, o avéstico, diferente do persa antigo, era bastante próxima do védico. O Irão já foi chamado na Antiguidade de Ērān shahr (pronuncia-se como Aryānam xshathra ) que significa 'reino dos Arya' - e foi sempre o território exclusivo dos falantes de línguas iranianas. Até ao fim do primeiro milénio a.C. também viviam aí os Bactrianos e os Sogdianos , que ocupavam o atual Uzbequistão , e cujas línguas estão documentadas arqueologicamente. A sul do mar de Aral encontravam-se os Corásmios . O nome da região por estes ocupada, a Corásmia , compreende-se através do iraniano antigo Xwāra-zmi- ou 'País do Sol'. Estes três povos são mencionados por Heródoto , no século V a.C., que também se refere, no seu Livro VII, aos Arianos como habitando a região de Herat , no Afeganistão , além de os relacionar com os Medos. Mulheres iranianas, em Xiraz É conhecida uma cultura, dita de Tazabagyab , que data de cerca de 1 500 a.C. , que poderá ter sido a origem dos Iranianos do Turquistão ocidental. Situada a sul do mar de Aral , no território que seria ocupado pelos Corásmios, reunia elementos da cultura das 'Sepulturas de Armação de Madeira' e da cultura de Andronovo , originária do Cazaquistão ocidental. Os mortos eram sepultados de uma forma muito particular, em posição fetal, com os homens à direita e as mulheres à esquerda. Tal prática funerária era semelhante à praticada na Báctria , ao longo dos rios Kafirnigan (na necrópole de Toulkhar) e em Vakhsh. Em Toulkhar, cujas sepulturas datam de 1 700 a.C. a 1 500 a.C. , os mortos eram ainda enterrados com um pequeno altar - oblongo para os homens e redondo para as mulheres. Esta prática reflectia uma concepção tipicamente indo-europeia, que associa o homem ao céu quadrado, masculino, e as mulheres à terra, redonda, feminina. Além do mais, o lado esquerdo, considerado simbolicamente como desfavorável, reservado às mulheres, reflecte uma misoginia também típica dos indo-europeus. A cultura de Andronovo distendeu-se por toda a área do Cazaquistão até à Sibéria meridional durante o segundo milénio a.C. Vários especialistas consideram que os Iranianos nómadas, como os Citas , eram seus herdeiros. O material arqueológico encontrado em Toulkhar combina influências da antiga cultura bactro-margiana e da cultura de Andronovo. Os punhais, por exemplo, têm características muito semelhantes aos de Andronovo. Os homens de Toulkhar ter-se-iam dedicado à pastorícia. Podem ter tido um papel importante na substituição da cultura indo-ariana da Báctria pela cultura iraniana, não havendo razão para crer que os Indo-arianos tenham deixado esta região na sua totalidade para se instalarem na Índia e na Mesopotâmia . Acrescente-se que o sítio arqueológico mais antigo da cultura de Andronovo - Sintashta - se encontra a sudeste dos Urais , datando de 2 300 a.C. a 1 900 a.C. A cultura das 'Sepulturas de Armação de Madeira' situava-se um pouco mais a Oeste. Assim, o local de origem dos Iranianos ter-se-á localizado, aparentemente, na fronteira da Europa com a Ásia , a norte do mar Cáspio . Esta localização é, aliás, próxima daquela que é proposta como local de origem da generalidade dos povos indo-europeus, segundo a tese de Marija Gimbutas , a norte do mar Negro . Sendo o Turquistão a primeira área conhecida ocupada pelos Indo-arianos, supõe-se que estes tenham migrado a partir do Cazaquistão ocidental ou do sul da Rússia em data que ainda está por determinar. Uso da palavra 'ariano' pelos iranianos [ editar | editar código-fonte ] Desde a antiguidade que os Persas usam o termo Ariano com sentido racial e étnico para descrever a sua linhagem e a sua língua . Tal tradição tem persistido até à atualidade entre a generalidade dos Povos Iranianos. Dario, o Grande , rei do Império Aquemênida de 521 a.C. a 486 a.C. , proclamava numa inscrição encontrada em Naqsh-e Rustam (perto de Xiraz no atual Irão): 'Eu sou Dario, o Grande Rei… Um Persa, filho de um Persa, um Ariano de linhagem Ariana...' . O documento refere-se ainda à 'Língua ariana,' que corresponderia ao que hoje designamos como persa antigo . A palavra 'ariano' foi adoptada, entretanto, como conceito religioso no zoroastrismo , ainda que tenha mantido sempre a sua significação étnica entre os Iranianos. Em 1967, a dinastia Pahlavi (destronada em 1979 pela Revolução Iraniana ) juntou o título Āryāmehr 'Luz dos Arianos' aos já envergados pelo monarca, conhecido nessa altura pelo epíteto de xá ( Rei dos Reis ). A companhia aérea nacional afegã designa-se Ariana Airlines , referindo-se à Airyanem Vaejah , a terra originária dos povos iranianos. O termo permanece, ainda, como elemento frequente nos nomes pessoais persas, incluindo Arya e Aryan (respectivamente, para rapariga e rapaz), Aryana (um sobrenome comum), Dokhtareh-Ironi ( filha de Ariano ), ' Aryanzai ' (filho de Ariano - em Pashto ), Aryanpour (ou Aryanpur , sobrenome), Aryamane , Ary , entre outros. Os termos 'Ariano' e 'Iraniano' são, por vezes considerados sinónimos, como no caso do Banco Iraniano Aryan Bank. Indo-europeus [ editar | editar código-fonte ] Mapa do Meyers Konversationslexikon (1890), onde os Arianos Europeus e Indo-arianos são apresentados juntamente com os Semitas e os Hamitas, formando a ' raça caucasiana '. No final do século XVIII (1788), linguistas como William Jones relacionavam e comparavam o sânscrito, falado pelos indo-arianos, com línguas como o latim ou o grego , descrevendo-o como uma língua de características 'perfeitas'. Foi porém Friedrich Schlegel , que desenvolveu a tese que identificava o sânscrito com a língua mãe das línguas que viriam a ser conhecidas como indo-europeias, estabelecendo uma confusão de terminologia que se manteria e exploraria nos séculos que se seguiriam. O termo indo-europeu apareceu pela primeira vez num artigo de Thomas Young, na Quarterly Review , em 1813 e foi igualmente utilizado por Johann Gottlieb Rhode em 1820. James Cowles Prichard e Franz Bopp também já tinham sugerido a designação de indo-germânicos em 1831 e 1833, respectivamente, quando o orientalista Max Müller , em 1860, decidiu utilizar o termo 'arianos' para designar a família etno-linguística que teria dado origem aos Indianos , Persas , Gregos , Romanos , Celtas , Germânicos e Eslavos . Este foi o termo que perdurou durante o século XIX . Müller e outros autores consideravam que o termo arya teria servido como auto-designação dos Proto-indo-europeus, que eram também, frequentemente referidos na época como 'primitivos arianos'. Esta tese veio, aliás, a fundamentar-se na semelhança com Éire e Eriu , nome usado em Gaélico Irlandês para designar a própria Irlanda e que teria tido origem no termo Ārya . Se assim fosse, existiria um auto-etónimo indo-iraniano-céltico, ou seja, a tão celebrada auto-designação destes povos. Contudo, estudos recentes fazem derivar estes termos de iweria , resultante da aférese do fonema p , característico das línguas célticas, na palavra piweria ('Terra farta', em céltico). Ainda que se verifique que os homens livres eram aí designados como airig ( aire , no singular), a maioria dos pesquisadores da língua céltica rejeita qualquer ligação com Ārya. Contudo, a descoberta de uma ligação etimológica entre o nome dos deuses Aryaman e Airyaman , respectivamente da Índia e do Irão e dos deuses Eremon e Irmin , da Irlanda e da Alemanha, tem servido como ponto de apoio de nova discussão sobre o assunto, tendo em conta a existência do deus indo-europeu Aryomen . Yaroslav Lebedynsky , por exemplo, considera 'que este poderá ser um argumento a favor de uma auto-percepção 'nacional' dos Indo-europeus.' Por extensão, a palavra 'arianos' começou a ser utilizada no Ocidente para se referir à generalidade do objecto dos estudos indo-europeus. Além de Müller, também Honoré Joseph Chavée , em 1867, usa o termo neste sentido ( aryaque ), ainda que tal uso não tenha tido grande adesão por parte dos linguistas, precisamente porque era já reservado aos povos Indo-iranianos. Graziadio Isaia Ascoli , em 1854 usou arioeuropeo , ou seja, o composto 'ariano-europeu', seguindo o mesmo raciocínio utilizado para a adopção do termo 'indo-europeu', agora corrente, desde a década de 1830. Seja como for, o uso da palavra 'Ariano' como sinónimo de indo-europeu ganhou força fora do meio académico dos linguistas, no final do século XIX . Na generalidade dos meios académicos, contudo, na década de 1910, tal identificação era já considerada obsoleta. B. W. Leist, em 1888 ainda intitula uma obra de Alt-Arisches Jus Gentium (' Ius Gentium dos Arianos Antigos'). P. V. Bradke, em 1890 escreve Methode und Ergebnisse der arischen (indogermanischen) Altterthumswissenschaft , usando ainda o termo 'Ariano', mas inserindo comentários cautelosos quanto ao uso do termo. Otto Schrader, em 1918, na sua Reallexikon der indogermanischen Altertumskunde , na entrada Arier , de facto, discorre sobre os Indo-iranianos, sem fazer qualquer referência a um possível significado mais abrangente do termo, ao contrário do que já era comum fora do meio académico. Michael Witzel , no seu escrito Autochthonous Aryans? The Evidence from Old Indian and Iranian Texts , defende que o uso da palavra Arya e Ariano para designar os indo-europeus ou como designação de uma raça específica deve ser evitado, já que se trata de uma 'aberração' insustentável tendo em conta os conhecimentos actuais sobre o assunto. [ 8 ] Arianos contra proto-indo-europeus [ editar | editar código-fonte ] A Antropologia tradicional anterior à década de 1930, confundindo os conceitos de arianos com o conceito de indo-europeus, descreve-os como de raça branca , braquicéfalos e de estatura elevada. Ter-se-iam dedicado à pastorícia antes de adoptarem a agricultura como actividade dominante, à medida que se cruzavam com outros povos, especialmente na Europa, onde se teriam difundido em sucessivas migrações ao longo dos séculos. Estes autores salientam uma identidade de origem, centrada não só na língua, como já foi referido, mas também em determinados padrões culturais que se reflectem nos rituais e tradições. Não eram conhecedores de qualquer forma de escrita até ao período védico , tendo adoptado posteriormente a escrita cuneiforme que teriam desenvolvido. São ainda descritos como um povo patriarcal, organizado em clãs sob a autoridade do pater familias . Algumas das características dos indianos são-lhes atribuídas, como a divinização da vaca e a cremação dos mortos. Conhecedores do uso do ouro e do bronze, praticavam a tecelagem e há, ainda, fontes que lhes atribuem a invenção do tijolo . Tais suposições, pelo menos no que diz respeito às características físicas, não têm qualquer fundamento científico. Os Proto-indo-europeus , que constituíam, por definição, o povo utilizador da língua mãe da família indo-europeia, eram, certamente, europoides, mas é impossível descrever características mais precisas. Baseando-nos nos esqueletos encontrados nas sepulturas, sabemos que os homens de Toulkhar e de Vakhsh, que eram, provavelmente, 'Arianos' no sentido próprio do termo, constituíam duas variantes de um tipo mediterrânico meridional dolicocéfalo. Estes, pastores, apenas se distinguiam ligeiramente dos agricultores sedentários da Báctria, também do tipo meridional dolicocéfalo mas, neste caso, de dimensões menores, ficando a altura média dos homens e das mulheres em, respectivamente, 1,63 e 1,55 m. Todos eles com aparência aproximada à dos povos do sul da Europa, e sem qualquer semelhança morfológica com o tipo de Andronovo. Alguns autores identificaram, de um ponto de vista bíblico , os arianos com os descendentes de Jafet . Esta identificação tem servido para fundamentar, do ponto de vista religioso, doutrinas essencialmente racistas. É semelhante a tradição que designa os arianos como 'filhos de Chemsid ', personagem que os teria dividido em quatro castas: os 'Catures' (sacerdotes), os 'Asgares' (guerreiros), 'Sebaisas' (agricultores) e 'Anuqueques' (artesãos) - divisão essa que faz lembrar, de algum modo, as 'três ordens' medievais na Europa: clero , nobreza e povo . Conotação racial [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Raça ariana Após as teorias de Müller no final do século XIX , as doutrinas arianistas começaram a defender a superioridade racial dos 'arianos'. Arthur de Gobineau , em 1855, ao publicar o Essai sur l'inégalité des races humaines deu o mote. A tese era a de que a humanidade se dividia em raças com características biologicamente distintas e que os proto-indo-europeus tinham constituído uma raça específica que se tinha difundido pela Europa, tal como pelo Irão e pela Índia. A Gobineau Vereinigung ('Sociedade Gobineau'), fundada em 1894 pela mão de Ludwig Schemann , difundiria estas ideias pela Alemanha . As obras de Houston Stewart Chamberlain foram igualmente decisivas para a adesão de vários intelectuais e políticos alemães à corrente ideológica que viria a culminar, no século XX , com a subida ao poder do Partido Nazi . Devido aos argumentos etnolinguísticos que relacionavam os povos com os seus valores culturais, os povos 'arianos' foram frequentemente considerados distintos dos povos Semitas. No final do século XIX , era comum identificar arianos com gentios . De facto, tal uso permaneceu na linguagem popular depois de os autores académicos apenas aceitarem o termo para identificar os Indo-iranianos. Entre os defensores da supremacia branca, o termo continuou a ser utilizado para se referir aos indivíduos de raça branca não- judeus . Tal uso tende a fundir o sentido presente no sânscrito de 'nobre' ou 'elevado' com a ideia de um comportamento distinto de um grupo étnico ancestral cuja identidade se poderia aferir por uma língua comum. Segundo esta interpretação, a raça ariana é, simultaneamente, a mais representativa da nobreza humana e a mais pura descendente da população proto-indo-europeia. Associada a estas ideias, está a teoria de que os proto-indo-europeus teriam tido a sua origem na Europa. Recebida criticamente de início, tal ideia expandiu-se rapidamente no final do século XIX . Inaugurada por Ludwig Geiger em 1871, foi consagrada por Karl Penka entre 1883 e 1891. Em 1905, Hermann Hirt , no seu Die Indogermanen (que, incidentalmente e de forma consistente, usa o termo Indogermanen e não Arier para se referir aos indo-europeus) julgava poder provar que as planícies da Alemanha setentrional tinham sido o Urheimat (p. 197), ao mesmo tempo que relacionava o 'tipo louro' (p. 192) ao núcleo primitivo da população indo-europeia 'pura'. Este argumento desenvolveu-se concomitantemente com o nordicismo , segundo o qual a 'raça nórdica' de indivíduos louros era inatamente superior à dos outros povos. A identificação dos proto-indo-europeus com a Cultura da Cerâmica Cordada do Norte da Alemanha veio sustentar esta suposição. A ideia foi originalmente proposta por Gustaf Kossinna em 1902, e ganhou força ao longo das duas décadas seguintes, até V. Gordon Childe que, em 1926, no seu The Aryans: a study of Indo-European origins concluía que a superioridade física dos nórdicos se ajustava à sua capacidade para veicular uma língua superior - crença que, mais tarde, lamentou ter proferido. Tais ideias foram-se tornando questão de orgulho nacional entre alguns círculos eruditos na Alemanha e foram adoptadas pelo nazismo . De acordo com a ideologia de Alfred Rosenberg , os 'Nórdico-arianos' ( arisch-nordisch ) ou a raça 'Nórdico-atlântica' ( nordisch-atlantisch ) constituíam uma raça superior, no topo de uma hierarquia racial que a opunha à raça 'judaico-semita' ( jüdisch-semitisch ), considerada como uma ameaça a uma civilização ariana homogénea. Justificava-se, assim, o antissemitismo nazi. Esta ideologia sustentava, então, que a 'raça ariana' seria a única capaz de, ou com interesse em, criar e manter culturas e civilizações, enquanto que as outras raças eram, meramente, instrumentos de conversão ou destruição cultural. Alguns nazis eram, ainda, influenciados pelo misticismo de Helena Petrovna Blavatsky e, em particular pelo seu A Doutrina Secreta , de (1888) onde postulava os 'Arianos' como a quinta das suas raças-raiz , datando a sua origem há cerca de um milhão de anos atrás, remontando à Atlântida - ideia essa que foi repetida por Rosenberg, e mantida como doutrina pela Sociedade Thule . Foi assim que se justificou a imposição das chamadas 'leis arianas' ou Leis de Nuremberga pelos nazis, proibindo a cidadania e direitos de trabalho aos 'não-arianos', bem como o casamento entre indivíduos dos dois grupos opostos. Ainda que o fascismo de Benito Mussolini não se caracterizasse inicialmente nem explicitamente pelo antissemitismo, também na Itália se introduziram leis neste sentido, depois de pressionado pela Alemanha. O termo 'ariano', no léxico nazi, é totalmente inconsistente com o termo académico. O povo Rom , vulgarmente designado como 'cigano' era considerado como 'não-ariano', apesar de ter ascendência e linguagem de raiz indiana, enquanto que os japoneses recebiam o estatuto de 'arianos honorários'. Com efeito, o termo 'não-ariano' passou rapidamente a ter o significado de 'não suficientemente nacionalista'. Devido a estes precedentes históricos, o termo 'Ariano' passou a ter uma certa conotação com ideias racistas, pelo que é evitado, tal como qualquer outro símbolo presente na propaganda nazi. Em termos gerais, prefere-se utilizar o termo 'Caucasiano' para identificar os indivíduos de raça branca. Curiosidades [ editar | editar código-fonte ] O personagem Alex Kidd da franquia de games da SEGA é membro de uma raça também chamada de ariana, porem o nome é uma alusão a seu planeta natal que se chama Aires. Referências ↑ BIANCHINI, Flávia. A origem da civilização indiana no vale do Indo-Sarasvati: teorias sobre a invasão ariana e suas críticas recentes . Pp. 57-108, in: GNERRE, Maria Lúcia Abaurre. POSSEBON, Fabrício (orgs.). Cultura oriental: língua, filosofia e crença . Vol. 1. João Pessoa: Editora da UFPB, 2012. ↑ Estudo genético comprova migração para a Índia há cinco mil anos e instala a polémica, por Andrea Cunha Freitas, Público, 23 de agosto de 2017 ↑ «Āryā (Aryan) Philology of Ethnic Epithet of Iranian Peoples. CAIS - The Circle of Ancient Iranian Studies» (em inglês) . Consultado em 15 de janeiro de 2009 ↑ «Êrān & Êrānšahr. Iran the Land of Aryans. CAIS - The Circle of Ancient Iranian Studies.» (em inglês) . Consultado em 15 de janeiro de 2009 ↑ GAMKRELIDZE, Thomas, VYACHESLAV, Vselodovich Ivanov, The Early History of Indo-European(aka Aryan) Languages , Scientific American, Março de 1990. ↑ Are Hindu reformists Hindus? - acesso a 28 de Abril de 2008 ↑ Bianchini (2012) ↑ WITZEL, Michael, Electronic Journal of Vedic Studies , Harvard University - acesso a 3 de Março de 2007. Bibliografia [ editar | editar código-fonte ] BIANCHINI, Flávia. A origem da civilização indiana no vale do Indo-Sarasvati: teorias sobre a invasão ariana e suas críticas recentes . Pp. 57-108, in: GNERRE, Maria Lúcia Abaurre. POSSEBON, Fabrício (orgs.). Cultura oriental: língua, filosofia e crença . Vol. 1. João Pessoa: Editora da UFPB, 2012. FUSSMAN, G.. KELLENS, J.. FRANCFORT, H.-P.. TREMBLAY, X.: Aryas, Aryens et Iraniens en Asie Centrale . Institut Civilisation Indienne, 2005 ISBN 2868030726 . HANKINS, Frank Hamilton: The racial basis of civilization : A Critique of the Nordic Doctrine, A. A. Knopf, New York, 1931. HOUAISS, Antônio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa , volume III. Lisboa. Temas e Debates , 2005 KAMMENHUBER, A., Aryans in the Near East. Haidelberg, 1968. KAVOUKJIAN, Martiros, The Genesis of Armenian People , Montreal, 1982. KURKJIAN, Vahan . History of Armenia , Michigan, 1968. LAMPREIA, José D.. Arianos 'in' Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira da Cultura. 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Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Arianos&oldid=49678875 ' Categorias : Povos da Antiguidade Povos indo-europeus Categorias ocultas: !CS1 inglês-fontes em língua (en) !Páginas que usam links mágicos ISBN Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Alemannisch العربية Azərbaycanca Беларуская Беларуская (тарашкевіца)‎ বাংলা Català Čeština Dansk Deutsch Zazaki English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Frysk गोंयची कोंकणी / Gõychi Konknni 客家語/Hak-kâ-ngî हिन्दी Magyar Հայերեն Íslenska 日本語 ქართული Қазақша ಕನ್ನಡ 한국어 Кыргызча Latina Lietuvių മലയാളം मराठी Bahasa Melayu Nederlands Norsk nynorsk Norsk Polski پنجابی پښتو Română Русский Саха тыла Scots Simple English Slovenčina Svenska தமிழ் Тоҷикӣ ไทย Tagalog Türkçe Татарча/tatarça Українська اردو Oʻzbekcha/ўзбекча Tiếng Việt მარგალური 中文 粵語 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 09h36min de 25 de agosto de 2017. 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  São Tomé – Wikipédia, a enciclopédia livre São Tomé Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Para outras acepções, veja São Tomé (desambiguação) . Para outras pessoas de mesmo nome, veja Dídimo . Este artigo ou secção contém fontes no fim do texto , mas que não são citadas no corpo do artigo , o que compromete a confiabilidade das informações. (desde junho de 2017) ... , Palestina Morte c. 72 em próximo a Madras ( Índia ) Veneração por Igreja Católica , Igreja Ortodoxa ... , Índia ) Festa litúrgica 3 de julho 21 de dezembro (até 1925) [ 1 ] Atribuições Gêmeos , seu dedo ... falta de fé). Padroeiro de arquitetos e da Índia , entre outros Polêmicas Especula-se muito de quem ... de João 3 Epílogo 3.1 Assunção de Maria 3.2 Síria 3.3 Índia 3.4 América 4 Referências 5 Ver também ... mencionam a ida de São Tomé à Índia , sua pregação e seu martírio , transpassado por lanças empunhadas CACHE

São Tomé – Wikipédia, a enciclopédia livre São Tomé Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Para outras acepções, veja São Tomé (desambiguação) . Para outras pessoas de mesmo nome, veja Dídimo . Este artigo ou secção contém fontes no fim do texto , mas que não são citadas no corpo do artigo , o que compromete a confiabilidade das informações. (desde junho de 2017) Por favor, melhore este artigo inserindo fontes no corpo do texto quando necessário. São Tomé A incredulidade de São Tomé , por Caravaggio . Apóstolo , Mártir e Dídimo Nascimento ? em Galileia , Palestina Morte c. 72 em próximo a Madras ( Índia ) Veneração por Igreja Católica , Igreja Ortodoxa , Igreja Anglicana e algumas Igrejas Protestantes Principal templo Basílica de São Tomé ( Chennai , Índia ) Festa litúrgica 3 de julho 21 de dezembro (até 1925) [ 1 ] Atribuições Gêmeos , seu dedo sobre as Chagas, lança (pelo martírio ), esquadro (por sua profissão como pedreiro ), vendas (por sua falta de fé). Padroeiro de arquitetos e da Índia , entre outros Polêmicas Especula-se muito de quem Tomé tenha sido irmão gêmeo, e alguns estudiosos chegam a supor que Tomé seja na verdade um pseudônimo atribuído a algum outro apóstolo, em vez de uma pessoa. Portal dos Santos São Tomé (ou Tomás ) ou Tomé (ou Tomás ) Apóstolo foi um dos doze apóstolos originalmente escolhidos por Jesus , segundo os Evangelhos sinóticos e os Atos dos apóstolos ( Mateus 10:3 , Marcos 3:18 , Lucas 6:15 ) havendo pouco registro além. Índice 1 Nome e identidade 1.1 Outros nomes 2 Tomé nos Evangelhos 2.1 No Evangelho de João 3 Epílogo 3.1 Assunção de Maria 3.2 Síria 3.3 Índia 3.4 América 4 Referências 5 Ver também 6 Ligações externas Nome e identidade [ editar | editar código-fonte ] Alguns teólogos têm mantido discordâncias a respeito da verdadeira identidade de São Tomé. Tomé ou Tomás não era propriamente um prenome , mas sim a palavra equivalente a gêmeo , vindo do aramaico Tau'ma ( תום ), e posteriormente traduzida para o grego Dídimo ( Didymus ). Essa palavra aparece composta com o prenome Judas nalguns trechos bíblicos. Muito se discute de quem esse Judas Tomé seria irmão gêmeo. Outros, inclusive, acreditam se tratar de Judas Tadeu , irmão de Tiago Menor , tendo-se confundido-o com uma terceira pessoa apenas porque seu nome teria aparecido com a alcunha Gêmeo algumas vezes em vez de Tadeu . Essa suspeita é reforçada por não haver um consenso histórico sobre quem seriam verdadeiramente os doze apóstolos , havendo indicativos no Novo Testamento sobre outros possíveis seguidores escolhidos por Jesus para ser um dos doze. Fato é que a tradição católica e ortodoxa , bem como fortíssimos indícios indianos dos católicos nativos de Malabar , apoiam a existência deste apóstolo , sua missão evangelizadora e seu martírio . De fato, no século XVI os portugueses que chegaram à região disseram ter descoberto a cripta do santo, suas relíquias e, inclusive, um pedaço de uma das lanças com as quais fora morto com o sangue ainda coagulado. Acrescente-se a isto que todos os antigos martirológios mencionam a ida de São Tomé à Índia , sua pregação e seu martírio , transpassado por lanças empunhadas por hindus . [ carece de fontes ? ] Um fato recente e muito curioso foi quando do tsunami de dezembro de 2004 que devastou toda aquela região: o templo que guarda suas supostas relíquias ficou imune às ondas gigantescas que destruíram todas as construções adjacentes, tendo permanecido intacto. Uma antiga tradição afirmava que um poste fixado pelo apóstolo limitaria até o fim dos tempos as águas, que jamais o ultrapassariam. Este poste existe até os dias atuais e se localiza exatamente na porta principal da igreja que guarda suas supostas relíquias. Isto deixou os sacerdotes hindus desconcertados e os mesmos prometeram não mais perseguir e discriminar os cristãos daquelas plagas. [ carece de fontes ? ] Outros nomes [ editar | editar código-fonte ] O Evangelho de Tomé presente na biblioteca de Nag Hammadi assim se inicia: Esses são os ditos secretos que o Jesus vivo disse e Judas Tomé Dídimo registrou . Tradições sírias também alegam que o nome completo do apóstolo era Judas Tomé, ou Jude Tomé. Alguns dizem ter visto nos Atos de Tomé (escrito na Síria oriental entre os séculos II e III) uma identificação de São Tomé com o apóstolo Judas Tadeu , filho de Tiago. No entanto, a primeira frase desse Atos segue os Evangelhos e os Atos dos Apóstolos , distinguindo os apóstolos Judas Tomé e Judas Tadeu. Poucos textos determinam o irmão gêmeo de Tomé, apesar de que no Livro de Tomé o Adversário , parte dos manuscritos de Nag Hammadi , identifica-se Jesus como seu irmão: Agora, haja vista que foi dito ser tu meu gêmeo e verdadeiro companheiro, examina-te a ti mesmo. [ 2 ] Tomé nos Evangelhos [ editar | editar código-fonte ] No Evangelho de João [ editar | editar código-fonte ] São Tomé aparece numas poucas passagens no Evangelho de João . Em João 11:16 , quando Lázaro morre , os discípulos resistem à decisão de Jesus para que retornem à Judeia , onde os judeus tentaram apedrejar Jesus. O Mestre está determinado, mas é Tomé que toma a palavra final: 'Vamos todos, pois poderemos morrer com Ele' . Alguns interpretam esse como uma antecipação ao conceito teológico paulinista de 'morrer com Cristo' . Ele também fala na Última Ceia , em João 14:5 . Jesus assegura a seus discípulos que eles sabem aonde ele irá, mas Tomé protesta que eles não sabem de fato. Jesus retruca a ele aos pedidos de Filipe com uma complexa exposição de seu relacionamento com O Pai. A aparição mais famosa de Tomé no Novo Testamento está em João 20:24-29 , quando ele duvida da ressurreição de Jesus e afirma que necessita sentir Suas chagas antes de se convencer. Essa passagem é a origem da expressão ' Tomé, o Incrédulo ' bem como de diversas tradições populares similares, tal como 'Fulano é feito São Tomé: precisa ver para crer' . Após ver Jesus vivo, Tomé professa sua fé em Jesus. a partir de então ele é considerado 'Tomé, o Crente' . [ 3 ] Epílogo [ editar | editar código-fonte ] Da mesma forma que se acredita que Pedro e Paulo disseminaram as sementes do cristianismo pela Grécia e Roma , Marcos pelo Egito e João pela Síria e Ásia Menor , Tomé teria levado a Palavra à Índia , tendo sido o primeiro dos Católicos do Leste . Como 'prova' das passagens de São Tomé pelo mundo, são-lhe atribuídas formas e marcas em pedras que se assemelham a pegadas, algumas de tamanho gigantesco. É o caso, por exemplo, da lenda sobre a 'pegada' no Pico de Adão . Assunção de Maria [ editar | editar código-fonte ] De acordo com A passagem de Maria , um texto da Alta Idade Média atribuído a José de Arimateia , Tomé foi a única testemunha da Assunção de Maria aos céus. Os outros apóstolos foram miraculosamente transportados a Jerusalém para observar sua morte. Tomé, que já estava na Índia, após o funeral fora transportado à tumba dela, onde testemunhou o corpo de Maria subir aos céus, jogando-lhe seu cinto. Numa inversão à imagem de ceticismo vinculada a Tomé, os outros apóstolos é que duvidaram de seu relato até verem a tumba vazia e o cinto. [ 4 ] O recebimento do cinto por Tomé é representado várias vezes na arte medieval e pré- Tridentina . Síria [ editar | editar código-fonte ] Tomé tem um papel na lenda do rei Abgar V de Edessa (Urfa), por ter enviado Tadeu de Edessa para pregar na cidade mesopotâmica (hoje síria) de Edessa após sua Ascensão. [ 5 ] Santo Efreu , que também conta essa lenda, escreveu uma fábula na qual o demônio grita: (…)A qual terra devo me refugiar do justo? Eu instiguei a Morte para os Apóstolos assassinar, e por suas mortes eu de suas investidas escapar. Mas fui duramente atingido: o Apóstolo que matei em Índia subjugou-me em Edessa. aqui e lá ele está em sua plenitude. Lá fui eu, e lá estava ele: aqui e lá para minha aflição o encontrei. [ 6 ] A tradição mantida pela igreja de Edessa que afirma ser Tomé o Apóstolo da Índia gerou inúmeras fábulas também atribuídas a Santo Efreu, copiadas em códices dos séculos VIII e IX. Referências nas fábulas preservam a crença de que os ossos de Tomé foram trazidos da Índia a Edessa por um mercador, e que as relíquias operam milagres tanto em Índia quanto em Edessa. Um pontífice determinou o dia dedicado ao santo e um templo a ele foi erguido. As tradições tomasianas ganharam corpo na liturgia siríaca. Durante o século IV , o memorial erguido no suposto local do martírio de Tomé atraiu peregrinos a Edessa, para a veneração de seus restos. Nos anos de 380, Santa Egeria descreveu sua visita ao local em carta enviada à sua irmandade ( Itineraria Egeriae ): Nós chegamos em Edessa em nome de Cristo nosso Senhor, e, em nossa chegada, nos dirigimos diretamente à igreja e memorial de São Tomé. Lá, conforme os costumes locais, orações foram feitas e outras coisas costumeiras aos lugares santos. nós também lemos algo relevante a São Tomé em si. A igreja de lá é muito grande, muito bonita e recém-construída, merecedora de ser a casa do Senhor, e como havia muito que eu desejava ver, foi-me necessário lá permanecer por três dias. Índia [ editar | editar código-fonte ] Eusébio de Cesareia [ 7 ] cita Orígenes como quem afirma ter sido Tomé o apóstolo dos partos , mas Tomé é mais conhecido como missionário na Índia por meio dos Atos de Tomé , escrito em torno do ano 200 As várias denominações da moderna da Igreja oriental dos Cristãos de São Tomé atribuem suas origens à sua tradição oral, datada de fins do século II , que alega ter Tomé chegado a Maliankara , próxima à vila de Moothakunnam , na região de Paravoor Thaluk, em 52 Esse vilarejo está localizado a 5 km de Kodungallur , no Estado indiano de Querala , e contém as igrejas dedicadas a São Tomé popularmente conhecidas como Ezharappallikal (Sete igrejas e meia). Essas igrejas estão em Cranganor , Coulão , Niranam , Nilackal ( Chayal ), Kokkamangalam , Kottakkayal ( Paravoor ), Palayoor ( Chattukulangara ) e Thiruvithamkode – a meia-igreja. América [ editar | editar código-fonte ] Durante os primeiros séculos da colonização na América, vicejou-se a lenda de que São Tomé teria miraculosamente vindo ao novo continente e estabelecido contato com os indígenas. Novamente, como 'prova' da passagem do santo, diversos sinais tidos como pegadas seriam atribuídos a Tomé. Basicamente, a figura da mitologia indígena Sumé (um homem branco que teria visitado em tempos pré-colombianos) foi identificada e fundida com São Tomé. Segundo Sérgio Buarque de Holanda , em seu Visões do Paraíso , essa seria uma das poucas crenças relacionadas à América cuja origem se dá entre os portugueses, ao passo que os espanhóis teriam mitificado a América com a edenização , criando diversas lendas para 'corroborar' essa ideia, como a terra das amazonas e a fonte da juventude (Juventia) . Para o autor, isso denotaria o caráter religioso da missão portuguesa e o caráter civilizatório da espanhola. Ainda segundo Holanda, a suposta falta de mitos relacionados à nova terra entre a população portuguesa denotaria sua falta de interesse pela América, mais interessada em extrair recursos das costas e concentrar esforços em benfeitorias mais lucrativas, na Índia e na África . Referências ↑ A festa de São Tomas na Igreja Católica foi movida de 21 de dezembro para 3 de Julho por forma a acomodar a de São Pedro Canísio , canonizado em 1925. ↑ Turner, John D. The Book of Thomas (NHC II,7 138,7-138,12). Retrieved September 10, 2006. ↑ Faith and Character of Apostle Thomas by Dr. Mathew Vellanickal and many other articles in St. Thomas Christian Encyclopaedia , ed. G. Menachery ↑ The Passing of Mary ↑ Eusebius, Historia ecclesiae 1.13. III.1 ↑ Medlycott 1905, ch. ii ↑ ( Historia Ecclesiastica , III.1) Ver também [ editar | editar código-fonte ] Cristãos de São Tomé Igreja Católica Siro-Malabar Igreja Católica Siro-Malancar Igreja Independente Síria Malabar Igreja Ortodoxa Siríaca Malankara Igreja Síria Chaldeana Igreja Síria Jacobita Cristã Lista de todos os santos Martoma Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] São Tomé o Apóstolo Sítio sobre arqueologia dedicado a São Tomé v • e Apóstolos Doze apóstolos de Jesus Pedro André Tiago Maior João Filipe Bartolomeu Tomé Tiago Menor Mateus Simão Zelote Judas Iscariotes Judas Tadeu Outros apóstolos bíblicos Matias Paulo O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre São Tomé Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=São_Tomé&oldid=50271065 ' Categoria : São Tomé Categorias ocultas: !Artigos que carecem de notas de rodapé desde junho de 2017 !Artigos que carecem de notas de rodapé desde Dezembro de 2008 Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Aragonés العربية ܐܪܡܝܐ Boarisch Беларуская Беларуская (тарашкевіца)‎ Български Català Čeština Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Frysk Gaeilge Galego עברית Hrvatski Magyar Հայերեն Bahasa Indonesia Italiano 日本語 Basa Jawa ქართული 한국어 Latina Lietuvių Latviešu Македонски മലയാളം Plattdüütsch Nederlands Norsk nynorsk Norsk Polski Piemontèis Română Русский Scots Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Slovenčina Slovenščina Српски / srpski Svenska Kiswahili தமிழ் ไทย Tagalog Türkçe Татарча/tatarça Українська اردو Vèneto Tiếng Việt 中文 文言 粵語 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 13h38min de 26 de outubro de 2017. 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Area, Tirupati, Índia, 517501 Tirupati Hotel Mgm Grand Srikalahasti 3 stars Opp. Srikalahasteeswara Swamivari Devastanam, Sannidhi Street, Srikalahasthi, Srikalahasti, Índia, 517644 Srikalahasti Muito bom EUR 40 Keys Hotel Vihas Tirupati 3 stars 18-8-40/B Leela Mahal Center, Tirupati, Índia, 517501 Tirupati EUR 43 Reva Guest House Tirupati 3 stars 8-72,Padmavithi Puram,Thiruchanoor Road,Beside Ratnakar Bank, Tirupati, Índia Tirupati Pai Viceroy Tirupati 3 stars 18-1-5/6, 18Th Ward, Ramachandra Nagar Near Kapila Teertham, Tirupati, Índia, 517501 Tirupati EUR 42 Kvp Inn Tirupati 3 stars 19-9-1A, Near Venkateswra Theater Old Tiruchnoor Road, Tirupati, Índia, 517501 Tirupati EUR 19 Hotel Park N Vijayawāda 3 stars 52-1/8-10F, Near Ntr Health University, Ntr Colony Main Road, Vijayawāda, Índia Vijayawāda Hotel G Square Vijayawāda 3 stars Near Benz Circle And Ntr University, Ramavarappadu Ring Mahanadu Road, Vijayawāda, Índia Vijayawāda Ssr Hotel Srikalahasti 3 stars Budidha Mitta, Sannidhi Street, Srikalahasti, Índia Srikalahasti Diamonds Pearl Visakhapatnam 3 stars D.No:47-7-16(2),Diamond Park,Sankaramatham Road, Visakhapatnam, Índia Visakhapatnam EUR 44 M V Boutique Hotel Visakhapatnam 3 stars #10-8-27, Main Road, Gajuwaka,Beside Cmr Shopping Mall, Vishakapatnam, Visakhapatnam, Índia Visakhapatnam EUR 23 R R Grand Hotel Dondaparti 3 stars Lic Circle, Dabagardens, Dondaparti, Índia Dondaparti Hotel Manorama Vijayawāda 3 stars M G Road, Near Old Bus Stand, Governorpet, Vijayawāda, Índia Vijayawāda EUR 91 Hotel Ramachandra Ridge Visakhapatnam 3 stars 31-2-4/5 Nh-5 Road, Opposite All India Radio Station, Kurmanapalem, 530046, Andhra Pradesh, Visakhapatnam, Índia Visakhapatnam EUR 31 Grand Kakinada By Grt 3 stars 11-3-11 Veterinary Hospital Road Ramarao Peta, Kākināda, Índia Kākināda EUR 65 Harsha Residency Tirupati 3 stars 8-69/10, R.C Road, Near Tirupati Railway Station Back Gate, Opp. Palani Theatre, Tirupati, Índia, 517501 Tirupati EUR 27 Minerva Grand Tirupati 3 stars , Tirupati, , India, , Tirupati, Índia, 517501 Tirupati Excelente EUR 65 Sai Heritage Puttaparthi 2 stars Gopuram Rd Prashanti Nilayam,Andhra Pradesh, Puttaparthi, Índia, 515134 Puttaparthi Fabhotel Kinnera Comforts Daba Garden Visakhapatnam 2 stars 31-32-40, Near Jyothi Theater Ladies Gate, Dabagardens, Visakhapatnam, Índia, 530020 Visakhapatnam EUR 17 Chakrie Residency Tirupati 2 stars #19-9-29/A Tiruchanur Road, Sankarambadi Circle,, Tirupati, Índia, 517501 Tirupati EUR 18 Sarovar Hotel Visakhapatnam 2 stars 47-11-17 Dwarakanagar, Andhra Pradesh,530016, Visakhapatnam, Índia, 530016 Visakhapatnam EUR 19 Jayasyam Inn Tirupati 2 stars 13/6/759A, P.K.Layout ,Tirupati, Tata Nagar 517501, Tirupati, Índia Tirupati EUR 17 Hotel Dhuvathara Tirupati 2 stars 13 - 6 - 159 , P.K.Layout, Opp Ttd Srinivasam, Tirupati, Índia Tirupati Poojith Residency Tirupati 2 stars # 19-3-34, Opp., R.T.C, Bus Stand Near Ambedkar Circle, Tirupati, Índia Tirupati EUR 15 Hotel Akshaya Visakhapatnam 2 stars Opp Drm Office, Station Road, Dondaparthi, Visakhapatnam, Índia Visakhapatnam Excelente EUR 17 Psr Hotel Tirupati 2 stars 15-3-531/D9, Tirumalla Bypass Road,, Tirupati, Índia Tirupati EUR 30 Green Valley Vijayawāda 2 stars Green Valley Complex,12-10-08,Convent Street,Land Mark Opp Gandhi Park Or One Town Police Station, V, Vijayawāda, Índia Vijayawāda EUR 12 Hotel Sowbhagya Visakhapatnam 2 stars 10-12-9/2, Old Jail Road, Rednam Gardens, Visakhapatnam, Índia Visakhapatnam Executive Inn Vijayawāda 2 stars Thurlapatti, Kutumbrao Street, Vijayawāda, Índia Vijayawāda EUR 29 Hotel Slv Grand Tirupati 2 stars Beside T.T.D Srinivasam Complex, Near Bus Station, Tirumala Bypass Rd, Tirupati, Índia, 517501 Tirupati EUR 23 Hotel Jayasyam Inn Tirupati 2 stars 759 A - Pk Layout, Near Jayasyam Theatre, Tirupati, Índia, 517501 Tirupati Hotel Athidi Grand Visakhapatnam 2 stars 9-1-44 , New Resapuvanipalem, Visakhapatnam, Índia, 530013 Visakhapatnam EUR 25 Vaibhav Inn Visakhapatnam 2 stars No. 30-12-34, Ranga Street, Daba Gardens, Visakhapatnam, Índia, 530020 Visakhapatnam EUR 23 Landmark Hotel Visakhapatnam 2 stars #31-29-104,Dolphin Circle, Beside Geet Sangeet Theatre, Dabagardens, Visakhapatnam, Andhra Pradesh 530004, India, Visakhapatnam, Índia, 530004 Visakhapatnam EUR 46 Hotel Sri Shiva Shakti Srikalahasti 2 stars Opp Tourist Bus Stand, Sannidhi Street, Sri Kalahasti, Chitoor District, Srikalahasti, Índia Srikalahasti Hotel Bhimas Paradise Tirupati 2 stars 33-37, Renigunta Road, Tirupati, Índia Tirupati EUR 27 Vikram Hotel Tirupati 1 stars Opp Bus Stand Road, Opp Bus Stand Road , Tirupati , Andhra Pradesh,517501, Tirupati, Índia Tirupati White Villa Visakhapatnam 0 stars D.No. 50-50-20/A, Tpt Colony, Opp Apseb Sub Station, Gurdwara Junction, Visakhapatnam, Índia Visakhapatnam Excepcional EUR 26 Hotel Vip Residency Tirupati 0 stars Tirumala Bye Pass Road, Korlgunta Junction, Tirupati, Índia, 517501 Tirupati EUR 16 Hotel Sahasra Residency Tirupati 0 stars 13-6-615/H15,2Nd Lane.P.K.Layout, Srinivasam Complex, Tirupati, Índia, 517501 Tirupati EUR 11 Hotel Ksr Grand Srikalahasti 0 stars Opp Bardwaj Sadan,Beside Temple,Sannidi Street,Srikalahasti, Srikalahasti, Índia, 517644 Srikalahasti EUR 21 Hotel Vb Grand Visakhapatnam 0 stars 9-3-17, Opp.Automotive Manufacturers, Beside Nh - 5, Pithapuram Colony, Maddilapalem, Visakhapatnam, Índia, 530003 Visakhapatnam EUR 17 Regiões de Índia Hotéis em Uttar Pradesh Hotéis em Rajasthan Hotéis em Maharashtra Hotéis em West Bengal Hotéis em Tamil Nadu Hotéis em Kerala Hotéis em Haryana Hotéis em Orissa Hotéis em Meghalaya Hotéis em Himachal Pradesh Hotéis em Jammu & Kashmir Hotéis em Goa Hotéis em Karnataka Hotéis em Delhi Hotéis em Gujarat Hotéis em Uttarakhand Hotéis em Assam Hotéis em Jharkhand Hotéis em Madhya Pradesh Hotéis em Punjab Hotéis em Sikkim Hotéis em Vypin Island Hotéis em Bihar Hotéis em Mizoram Hotéis em Manipur Hotéis em Nagaland Hotéis em Chhattisgarh Hotéis em Andaman and Nicobar Hotéis em Delhi NCR Hotéis em Nanda Devi National Park Hotéis em North Goa Hotéis em Bhopal, Central Hotéis em East Jharkhand Hotéis em Hyderabad Region Hotéis em Gujarat, Central Hotéis em Coorg Hotéis em Mudumalai National Park Hotéis em South Zone Hotéis em South Andhra Pradesh Hotéis em Periyar National Park Hotéis em Mumbai Region Hotéis em North Rajasthan Hotéis em South Kerala Hotéis em Bandipur National Park Hotéis em Jammu & Kashmir Ski Hotéis em Sanjay Gandhi National Park Hotéis em Wayanad Hotéis em Gurgaon Region Hotéis em Khangchendzonga National Park Hotéis em West Bengal, East Hotéis em Orissa, Central Hotéis em Jaipur Region Hotéis em Uttaranchal Hotéis em Central Zone Hotéis em Shimla and Surroundings Hotéis em Uttaranchal, North Hotéis em North Zone Hotéis em Sariska National Park Hotéis em South Goa Hotéis em West Zone Hotéis em Uttar Pradesh, North Hotéis em Mahe, South Hotéis em Tripura, East Hotéis em Maharashtra, Central Hotéis em East Zone Hotéis em Punjab, North Hotéis em Panna National Park Hotéis em Kanha National Park Hotéis em Haryana, North Hotéis em Satpura National Park Hotéis em Jim Corbett National Park Hotéis em Leh Ladakh Hotéis em Telangana Hotéis em Pench National Park Hotéis em Assam, East Hotéis em Kaziranga National Park Hotéis em Vembanad Lake Hotéis em Udaipur District Sobre nós Atendimento ao cliente FAQ Termos & Condições Política de Privacidade Adicionar hotel Afiliados Widget do tempo Visite todos os sites de Booked: English - 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  Rajneesh – Wikipédia, a enciclopédia livre Rajneesh Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Este artigo cita fontes confiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, comprometendo a sua verificabilidade (desde junho de 2017) . Por favor, adicione mais referências inserindo-as no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ... , Madhya Pradesh Índia Morte 19 de janeiro de 1990 (58 anos) Pune , Índia Ocupação líder espiritual Página oficial www.osho.com Rajneesh Chandra Mohan Jain (रजनीश चन्द्र मोहन जैन) (Kuchwada, Índia , 11 de Dezembro de 1931 — Pune , Índia , 19 de Janeiro de 1990 ) foi líder religioso de uma seita de ... Ataque bioterrorista 1.4 Prisão 1.5 Retorno à Índia 2 Filosofia 3 Legado 4 Ver também 5 Referências 5.1 ... de estudante foi campeão nacional de debates na Índia. Em 1966, depois de nove anos limitado pela CACHE

Rajneesh – Wikipédia, a enciclopédia livre Rajneesh Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Este artigo cita fontes confiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, comprometendo a sua verificabilidade (desde junho de 2017) . Por favor, adicione mais referências inserindo-as no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Rajneesh Chandra Mohan Jain रजनीश चन्द्र मोहन जैन Nome completo Rajneesh Chandra Mohan Jain Conhecido(a) por Osho Nascimento 11 de dezembro de 1931 Kuchwada, Madhya Pradesh Índia Morte 19 de janeiro de 1990 (58 anos) Pune , Índia Ocupação líder espiritual Página oficial www.osho.com Rajneesh Chandra Mohan Jain (रजनीश चन्द्र मोहन जैन) (Kuchwada, Índia , 11 de Dezembro de 1931 — Pune , Índia , 19 de Janeiro de 1990 ) foi líder religioso de uma seita de tradições dármicas , mestre na arte da meditação e do despertar da consciência . Apesar de sua formação e docência acadêmica em filosofia, além de ter sido campeão em debates , ele não se considerava um filósofo, mas sim um místico , pois seu principal propósito era o desenvolvimento da consciência, o autoconhecimento, através da meditação . Durante a década de 1970 , foi conhecido pelo nome de Bhagwan Shree Rajneesh e, mais tarde, como Osho . Foi durante toda a sua vida uma figura extremamente polêmica, em boa parte, porque ele próprio raramente procurava apaziguar ou evitar conflitos. Nunca foi um moralista , enfatizando sempre a consciência individual e a responsabilidade de cada um por si mesmo. Não considerava o ato sexual como um tabu , tendo uma postura bastante liberal a esse respeito. Durante sua vida, foi perseguido em diversos países onde esteve, inclusive em sua terra natal. Índice 1 Biografia 1.1 Juventude 1.2 Universidade e discursos públicos 1.3 Comunidade no Oregon 1.3.1 Ataque bioterrorista 1.4 Prisão 1.5 Retorno à Índia 2 Filosofia 3 Legado 4 Ver também 5 Referências 5.1 Bibliografia 6 Ligações externas Biografia [ editar | editar código-fonte ] Juventude [ editar | editar código-fonte ] Filho mais velho de um modesto mercador de tecidos, passou os sete primeiros anos de sua infância com seus avós, que lhe davam absoluta liberdade para fazer o que bem quisesse, apoiando suas precoces e intensas investigações sobre a verdade da vida. Desde cedo, foi um espírito rebelde e independente, desafiando os dogmas religiosos, sociais e políticos, e insistindo em buscar a verdade por si mesmo, ao invés de adquirir conhecimentos e crenças impingidos por outros. Sua intensa busca espiritual chegou a afetar sua saúde a ponto de seus pais e amigos recearem que ele não vivesse por muito tempo. Após a morte do avô, Osho foi viver com seus pais em Gadawara. Sua avó mudou-se para a mesma cidade, permanecendo como sua mais dedicada amiga até falecer em 1970, tendo se declarado discípula do neto. Universidade e discursos públicos [ editar | editar código-fonte ] Aos 21 anos de idade, no dia 21 de março de 1953, Osho alcançou aquilo que afirmava ser a iluminação (estado de consciência livre, também chamado de samadhi no oriente ). Este seria o mesmo estado em que teriam vivido Jesus , Buda e outros mestres iluminados. Com sua iluminação, ele disse que sua biografia externa terminara. Nessa oportunidade, comentou: 'Não estou mais buscando, procurando por alguma coisa. A existência abriu todas as suas portas para mim. Nem ao menos posso dizer que pertenço à existência, porque sou simplesmente uma parte dela... Quando uma flor desabrocha, desabrocho com ela. Quando o Sol se levanta, levanto-me com ele. O ego em mim, o qual mantém as pessoas separadas, não está mais presente. Meu corpo é parte da natureza, meu ser é parte do todo. Não sou uma entidade separada.' Osho graduou-se em Filosofia na Universidade de Sagar, com as honras de 'primeiro lugar'. Na época de estudante foi campeão nacional de debates na Índia. Em 1966, depois de nove anos limitado pela função de professor de filosofia na Universidade de Jabalpur, abandonou o cargo e passou a viajar por todo país, dando palestras, desafiando líderes religiosos ortodoxos em debates públicos, desconcertando as crenças tradicionais e chocando o status quo . Em 1968, ainda com seu primeiro nome espiritual, Bhagwan Shree Rajneesh, estabeleceu-se em Bombaim, onde morou e ensinou por alguns anos. Organizou regularmente 'campos de meditação', onde introduziu a sua revolucionária Meditação Dinâmica. Em 1974, inaugurou o ashram de Poona, e sua influência já atinge o mundo inteiro. Ao mesmo tempo, sua saúde se fragilizava seriamente. Osho se recolhia cada vez mais à privacidade de seus aposentos, aparecendo apenas duas vezes por dia em suas palestras matinais e, à noite, em sessões de aconselhamento e iniciação. Comunidade no Oregon [ editar | editar código-fonte ] Tendas no primeiro festival de Rajneeshpuram, em 1982 Rajneesh dirigindo seu carro em Rajneeshpuram, em 1982 Rajneesh dirigindo seu carro em Rajneeshpuram, em 1982 Em maio de 1981, Osho parou de falar e iniciou uma fase de 'comunhão silenciosa de coração-a-coração', enquanto seu corpo, seriamente doente, com graves problemas de coluna, descansava. Tendo em vista a possibilidade de que fosse necessária uma cirurgia de emergência, Osho foi levado aos Estados Unidos. Seus discípulos americanos compraram um rancho no deserto do Oregon e convidaram-no a ir para lá, onde recuperou-se rapidamente. Uma comuna logo estabeleceu-se ao seu redor, formando a cidade de Rajneeshpuram . Em outubro de 1984, Osho voltou a falar a pequenos grupos e, em julho de 1985, reiniciava seus discursos a milhares de buscadores, todas as manhãs. Ataque bioterrorista [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Ataque bioterrorista de Rajneeshee de 1984 Em 1984 o culto entrou em conflito com os moradores locais e a comissão do condado. [ 1 ] Ma Anand Sheela , uma das líderes da seita de Osho, tentou influenciar a eleição de novembro e ocupar as duas vagas abertas com seus seguidores [ 2 ] [ 3 ] através da busca de centenas de moradores de rua de cidades próximas para registra-los como eleitores do condado. Mais tarde, quando esse esforço fracassou, [ 4 ] [ 5 ] Sheela conspirou, em 1984, para usar ' bactérias e outros métodos para deixar as pessoas doentes' e impedi-las de votar. [ 6 ] [ 7 ] Como resultado, seguidores da seita infectaram as saladas de dez restaurantes locais com salmonela e cerca de 750 pessoas ficaram doentes. [ 8 ] [ 2 ] [ 9 ] Em 13 de setembro, 1985, Sheela deixou a comunidade e foi para a Europa . [ 10 ] [ 11 ] Alguns dias mais tarde, Rajneesh a 'acusou de incêndio criminoso, escutas telefônicas, tentativa de homicídio e envenenamento em massa.' [ 10 ] Ele também afirmou que Sheela tinha escrito o Livro de Rajneeshism e o publicado em seu nome. [ 12 ] Posteriormente vestes de Sheela e 5 mil exemplares do livro foram queimados em uma fogueira na comunidade. [ 12 ] Depois que as autoridades norte-americanas encontraram redes de escuta telefônica e um laboratório de bioterrorismo na casa de Sheela no Oregon, [ 10 ] ela foi presa na Alemanha Ocidental , em outubro de 1986. Ela foi processada pelo crime de envenenamento, [ 13 ] condenada a 20 anos em prisão federal [ 14 ] e multada em 470 mil dólares. [ 13 ] [ 15 ] Rajneesh disse que ordenou a queima de livros para livrar a seita dos últimos vestígios da influência de Sheela, cujas vestes foram jogadas na fogueira. [ 16 ] O ataque salmonela foi o primeiro caso de terrorismo químico ou biológico ocorrido nos Estados Unidos . [ 17 ] Prisão [ editar | editar código-fonte ] Em 23 de outubro de 1985, um júri federal indiciou Osho e vários outros discípulos de conspiração para fugir das leis de imigração. [ 18 ] Em 28 de outubro de 1985, Osho e um pequeno número de sannyasins a acompanhá-lo foram presos a bordo de um Learjet alugado em uma pista de pouso na Carolina do Norte . de acordo com autoridades federais, o grupo estava a caminho de Bermuda para evitar processos. [ 19 ] Cerca de 58 mil dólares em dinheiro, além de 35 relógios e pulseiras de 1 milhão de dólares foram encontrados na aeronave. [ 20 ] [ 21 ] Depois de inicialmente suplicar inocência de todas as acusações e ser libertado sob pagamento de fiança Osho, a conselho de seus advogados, entrou em um tipo de confissão por meio do qual um suspeito não admite a culpa diretamente, mas admite que há provas suficientes para condená-lo. A acusação era ter uma intenção oculta de ficar permanentemente nos Estados Unidos no momento de sua solicitação original de visto em 1981 e uma acusação de ter conspirado para que seus seguidores entrassem em casamentos fictícios para adquirir o green card . [ 22 ] [ 21 ] Sob o acordo de seus advogados fizeram com o Ministério da US foi-lhe dada uma pena suspensa de 10 anos, com liberdade condicional de cinco anos e uma multa de 400 mil dólares, além de concordar em deixar os Estados Unidos e não retornar por pelo menos cinco anos sem a permissão do Procurador-Geral dos Estados Unidos . [ 23 ] [ 24 ] [ 21 ] [ 25 ] Retorno à Índia [ editar | editar código-fonte ] Deixando o país no mesmo dia, Osho voou para a Índia, onde permaneceu em repouso nos Himalaias. Uma semana mais tarde, a comuna do Oregon resolveu dispersar-se. Nessa época, Osho enfrentou dificuldades para poder fixar-se num lugar pois, onde quer que tentasse estabelecer-se, tinha sua permanência negada pelas autoridades, por o que seus seguidores acreditam ser uma clara influência do governo norte-americano. Ao todo, 21 países o expulsaram ou negaram o visto de entrada. Os seus discípulos garantem que, depois de expulso dos Estados Unidos, Osho não conseguiu qualquer visto para permanência nos países que visitou após o incidente, devido a pressões norte-americanas. Alegam que nenhuma das acusações feitas tem consistência objetiva - fruto apenas do temor e ódio das instituições representadas pelo governo norte-americano, referem os seus discípulos. Representando sempre uma ameaça às tradições religiosas e políticas, foi impedido de entrar em vários países. Foi expulso da Grécia . Foi impedido preventivamente pelo parlamento Alemão de entrar nesse país mesmo sem nunca ter pedido visto de entrada e nem demonstrado interesse nisso. Somente conseguiu aterrisar seu avião na Inglaterra porque seu piloto alegou ter um doente a bordo. Em julho de 1986, Osho voltou a Bombaim , na Índia, onde ficou hospedado por seis meses na casa de um amigo indiano. Na privacidade da casa de seu anfitrião, ele retornou aos seus discursos diários. Em janeiro de 1987, mudou-se para o seu ashram em Poona , onde vivera a maior parte dos anos 1970. Imediatamente após sua chegada, o chefe de polícia de Poona ordenou-lhe que deixasse a cidade, sob a alegação de que era uma 'pessoa controversa' que poderia 'perturbar a tranquilidade da cidade'. Tal ordem foi revogada no mesmo dia pela Suprema Corte de Bombaim. Osho faleceu em 19 de janeiro de 1990. Algumas semanas antes dessa data, foi-lhe perguntado o que aconteceria com seu trabalho quando ele partisse. Ele disse: 'Minha confiança na existência é absoluta. Se houver alguma verdade naquilo que estou dizendo, isso irá sobreviver... As pessoas que permanecerem interessadas em meu trabalho irão simplesmente carregar a tocha, mas sem impor nada a ninguém...' Filosofia [ editar | editar código-fonte ] O pensamento de Rajneesh está exposto em mais de mil livros que podem elucidar sobre a sua filosofia . Segundo referem os seus admiradores, Osho não pretendia impor a sua visão pessoal nem estimular conflitos. Enfatizou, pelo contrário, a importância de se mergulhar no mais profundo silêncio, pois somente através da meditação se poderia atingir a verdade e o amor , guiada pela consciência individual, sem intermediários como sacerdotes , políticos , intelectuais ou ele mesmo. Transmitia, pois, uma mensagem otimista que apontava para um futuro onde a humanidade deixaria o plano da inconsciência e, por conseqüência, a destruição, o medo e o desamor, já que cada um seria o buda de si próprio, recordando aquilo que a consciência imediata esqueceu. Segundo esta visão, a humanidade parece-se a um conjunto de cegos guiados por outros cegos (imagem que também faz parte do ideário cristão , com algumas diferenças). Os seus seguidores reconhecem-no como uma das figuras mais importantes da história da humanidade, sendo injustiçado pela humanidade ignorante. No seu trabalho, Osho falou praticamente sobre todos os aspectos do desenvolvimento da consciência humana. Seus discursos para discípulos e buscadores de todo o mundo foram publicados em mais de 650 títulos e traduzidos para mais de trinta línguas. Todo o trabalho de Osho é de desconstrução e silêncio . Desconstrução de dogmas arcaicos e amarras psicológicas que aprisionam e limitam o ser humano. Segundo Osho, todo o planeta (com raras exceções) está doente. Mas é uma doença autoimposta. Liberdade seria, em sua visão, o fundamento de um homem auto-realizado e digno. O silêncio , por sua vez seria a comunhão da criatura com sua essência divina e pura, sendo reencontrado pela meditação , onde o homem experimenta seu verdadeiro ser. De Sigmund Freud a Chuang Tzu , de George Gurdjieff a Buda , de Jesus Cristo a Rabindranath Tagore , Osho extraiu, de cada um, o que seria a essência do que acreditava ser significativo na busca espiritual do homem, baseando-se não apenas na compreensão intelectual, mas na sua própria experiência existencial. Ao dizer, por exemplo, que 'o orgasmo sexual oferece o primeiro vislumbre da meditação porque, nele, a mente para, o tempo para', a mídia o apelidou de 'guru do sexo'. Quando se descobriu a causa da aids , Osho determinou que seus discípulos fizessem o teste de HIV . Pioneiro, recomendou usar camisinha e luvas de látex na hora do sexo, coisas ridicularizadas na época. Para A. Racily, que conviveu com Osho, o guru queria apenas que o sexo não fosse renegado. Ela diz que nunca houve orgias na comunidade e que esses boatos vinham de quem queria se aproveitar da liberdade sexual. [ 26 ] Legado [ editar | editar código-fonte ] Para os seus discípulos, seus ensinamentos levam à realização da liberdade pessoal, através da percepção individual das amarras aprisionadoras das tradições e das autoridades estabelecidas. Embora Osho nunca tenha escrito nenhum livro , 650 títulos em 57 idiomas foram criados e têm sido publicados a partir de transcrições de seus discursos e palestras. Os livros baseados em suas palavras até hoje fazem muito sucesso em muitos países, inclusive no Brasil , país que possui um ativo grupo de discípulos e de simpatizantes, espalhados em muitos dos grandes centros e em algumas comunidades mais afastadas. Alguns dos discípulos exercem algum tipo de atividade terapêutica alternativa e divulgam suas principais meditações, como a chamada Osho Meditação Dinâmica e a Osho Meditação Kundalini, que são marcas registradas , protegidas por direitos autorais . Alguns leigos dizem tratar-se de um exercício aeróbico que promove embriaguez por hiperventilação . Pessoas que já tiveram experiência pessoal nessas técnicas, no entanto, afirmam que a hiperventilação, a catarse consciente e os movimentos intensos e danças lúdicas presentes nas mesmas não causam nenhuma embriaguez, mas somente oxigênio em maior quantidade e liberação emocional consciente que traziam disposição física durante para cuidar das atividades da vida. Ver também [ editar | editar código-fonte ] Seita Referências ↑ Carter 1990 , pp. 124, 165, 195, 237. ↑ a b Carus 2002 , p. 52. ↑ Tucker 2000 , p. 123. ↑ Carter 1990 , p. 195. ↑ McCann 2006 , p. 154. ↑ Carus 2002 , p. 53. ↑ McIsaac 2006 , p. 25. ↑ Kahn 2009 , p. 41. ↑ Goldwag 2009 , p. 44. ↑ a b c Oregon Historical Society, 2002 ↑ McPheters , p. 152. ↑ a b Collins 2002 , p. 118. ↑ a b Tucker 2000 , p. 136. ↑ McIsaac 2006 , p. 26. ↑ Miller 2002 , p. 32. ↑ Associated Press (2 de outubro de 1985). «Guru's arrest not imminent». Spokane Chronicle . p. D6 ↑ Carus 2002 , p. 50 ↑ FitzGerald 1986b , p. 110 ↑ Associated Press (5 de novembro de 1985). «Transfer delayed – Rajneesh to stay for another night in Oklahoma city». Spokane Chronicle . p. A2 ↑ Carter 1990 , pp. 232, 233, 238 ↑ a b c FitzGerald 1986b , p. 111 ↑ Carter 1990 , pp. 232, 233, 238 ↑ Latkin 1992 , reprinted in Aveling 1999 , p. 342 ↑ Carter 1990 , pp. 233–238 ↑ AP (16 de novembro de 1985). «Around the Nation. 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Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] O Commons possui imagens e outras mídias sobre Rajneesh O Wikiquote possui citações de ou sobre: Rajneesh Osho.com Bhagwan Shree Rajneesh – Osho (Geocities via Web Archive) Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Rajneesh&oldid=50395642 ' Categorias : Nascidos em 1931 Mortos em 1990 Religiosos da Índia Filósofos da Índia Escritores da Índia Categorias ocultas: !Artigos que carecem de notas de rodapé desde junho de 2017 !Artigos com imagem local porém sem imagem no Wikidata Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikiquote Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية مصرى Azərbaycanca تۆرکجه Български भोजपुरी Català Čeština Dansk Deutsch English Esperanto Español فارسی Suomi Français עברית हिन्दी Magyar Հայերեն Italiano 日本語 ქართული ಕನ್ನಡ 한국어 Lietuvių Latviešu Македонски മലയാളം मराठी မြန်မာဘာသာ नेपाली Nederlands Norsk Occitan Ирон ਪੰਜਾਬੀ Polski پنجابی Română Русский संस्कृतम् Scots සිංහල Simple English Svenska தமிழ் తెలుగు Türkçe Українська Tiếng Việt 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 15h06min de 6 de novembro de 2017. 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  Casa da Índia – Wikipedia Casa da Índia aus Wikipedia, der freien Enzyklopädie Wechseln zu: Navigation , Suche Die Casa da Índia (‚Indienhaus‘) war jene Institution, über die zur Blütezeit Portugals im 16. Jahrhundert alle Verbindungen des Königreichs mit Übersee erfolgten. Sie war sowohl Zentralbehörde für die Verwaltung fast aller Territorien in Übersee als auch zentraler Warenumschlagplatz bzw. ... Casa da Índia – Wikipedia Casa da Índia aus Wikipedia, der freien Enzyklopädie Wechseln zu: Navigation , Suche Die Casa da Índia (‚Indienhaus‘) war jene Institution, über die zur Blütezeit Portugals ... , die sogenannten Armadas da Índia zu organisieren. Die Vorläufer der Casa da Índia entstanden im ... Handelsstützpunkten in Asien wurden um 1503 alle Aktivitäten in der Casa da Guiné, da Mina e da Índia zentralisiert, wobei die Bezeichnungen für die Casa in den Quellen variieren. Später häufig nur noch Casa da Índia CACHE

Casa da Índia – Wikipedia Casa da Índia aus Wikipedia, der freien Enzyklopädie Wechseln zu: Navigation , Suche Die Casa da Índia (‚Indienhaus‘) war jene Institution, über die zur Blütezeit Portugals im 16. Jahrhundert alle Verbindungen des Königreichs mit Übersee erfolgten. Sie war sowohl Zentralbehörde für die Verwaltung fast aller Territorien in Übersee als auch zentraler Warenumschlagplatz bzw. Verrechnungsstelle für fast alle Bereiche des portugiesischen Überseehandels. Einzig der Handel mit Brasilien unterlag in den ersten Jahrzehnten nach der Entdeckung Südamerikas einem privaten Consortium unter Fernão de Noronha . Als Wirtschaftseinrichtung funktionierte sie dabei wie eine Faktorei bzw. eine Handelsniederlassung. Sie lag gleich neben dem Königspalast an der ribeira genannten, zentralen Gegend von Lissabon am Ufer des Tejo -Flusses. Ihr oblag ebenfalls die jährlichen Flotten, die sogenannten Armadas da Índia zu organisieren. Die Vorläufer der Casa da Índia entstanden im Gefolge der portugiesischen Entdeckungsfahrten entlang der afrikanischen Küsten und den damit verbundenen Handelsmöglichkeiten. Bereits 1434 wurde die Casa de Ceuta in Lissabon gegründet. Sie war jedoch wenig erfolgreich, da die Muslime nach der portugiesischen Eroberung von Ceuta im Jahre 1415 die mit der Stadt verbundenen Handelswege und Warenströme in andere Orte verlegten. Um 1445 folgten in Lagos an der Algarve die Gründungen der Casa de Arguim bzw. de Guiné , die beide, auch als Companhia de Lagos bezeichnet, der Entwicklung des portugiesischen Handels mit Westafrika dienten. Nach dem Tode Heinrich des Seefahrers wurde in den sechziger Jahren des 15. Jahrhunderts beide Häuser nach Lissabon verlegt und später in der Casa da Guiné e da Mina zusammengeführt, da die Portugiesen mit Elmina seit 1482 an der westafrikanischen Küste über einen florierenden befestigten Militär- und Handelsstützpunkt verfügten. Mit der Entdeckung des Seeweges nach Indien durch Vasco da Gama und der anschließenden kommerziellen Erschließung Indiens sowie dem Aufbau eines Systems von maritimen Handelsstützpunkten in Asien wurden um 1503 alle Aktivitäten in der Casa da Guiné, da Mina e da Índia zentralisiert, wobei die Bezeichnungen für die Casa in den Quellen variieren. Später häufig nur noch Casa da Índia genannt, wurde sie zur wichtigsten wirtschaftlichen Institution Portugals. An den jahrzehntelangen Erfahrungen der Portugiesen beim Aufbau eines überseeischen Handels- und Verwaltungsnetzes orientierten sich auch die spanischen Monarchen bei der Gründung ihrer Casa de Contratación 1503 in Sevilla . 1504 wurden alle Handelsaktivitäten mit Afrika und besonders die neuen Handelswege nach Asien der staatlichen Kontrolle durch das portugiesische Königshaus unterworfen, dem Vedor da Fazenda (oberster königlicher Finanzverwalter) unterstellt und in der Casa da Índia zusammengeführt. Alle Waren mussten der Casa übergeben werden, wurden von dieser begutachtet, zu einem vereinbarten Preis verkauft und verzollt und die Erträge an die jeweiligen Eigentümer ausgezahlt. Die Casa da Índia diente als Zollbehörde, Rechnungshof und Buchhaltungsbüro für die Gelder und Waren der einzelnen überseeischen Niederlassungen und als Archiv, sie war als Lagerverwaltung, Personalbehörde der Seeleute, Militärs und Händler, aber auch als eine der weltweit ersten Postdienste tätig. Die Casa da Índia setzte die Preise fest, realisierte und überprüfte Einkäufe, Verkäufe und Zahlungen, sie rüstete die Flotten aus, kümmerte sich um das nötige militärische Geleit, fertigte die ein- und auslaufenden Schiffe ab und stellte die verschiedenen Zertifikate, Genehmigungen und Lizenzen aus. Durch die Casa da Índia wurden die königlichen Beamten in Übersee ernannt und überwacht, aber auch die königlichen Erlasse, Bestimmungen und Gesetze in Übersee verbreitet. Zwischen 1506 und 1570 hatte die Casa da Índia besonders das offizielle königliche Monopol für alle Einfuhren und Verkäufe von Gewürzen , Seide und Schellack sowie für die Ausfuhr von Gold , Silber , Kupfer und Korallen durchzusetzen. Besonders das königliche Monopol auf Kupfer brachte große Gewinne, da Kupfer in Indien und Westafrika reißenden Absatz fand. Allein zwischen 1495 und 1521 kaufte die portugiesische Krone in dem damaligen Zentrum des internationalen Handels, in Antwerpen , ca. 5.200 t zumeist von den Fuggern aus Ungarn geliefertes Kupfer, das zum größten Teil nach Indien verschifft wurde. Der Monopolhandel blieb bis 1570 profitabel und stärkte das Eigenkapital und die Kreditfähigkeit des portugiesischen Staates. Gleichzeitig ist es wichtig zu betonen, dass dieser Monopolhandel immer auch von einem weitgehend freien Handel mit anderen Produkten wie Textilien, Waffen, Papier und Papierwaren oder gesalzenem Fisch (u. a. Bacalhau ) begleitet wurde. Der Anteil der Krone am Gesamthandel mit Asien betrug 1506 ca. 25 % und stieg im Verlaufe des Monopols auf 50 % und mehr, verdrängte jedoch die privaten Kaufleute niemals völlig aus diesem Geschäft. Königliche Monopole wurden auch immer wieder durch die Casa da Índia an private Kaufleute für eine bestimmte Zeit verpachtet. Diese Monopolbestimmungen galten auch für den nicht das Mutterland betreffenden Handel in Übersee zwischen Goa , der Hauptstadt des Estado da Índia ab 1510, und den verschiedensten Handelsniederlassungen in Asien und Afrika. In diesem Zusammenhang oblagen der Casa da Índia auch Polizeidienste bei der Bekämpfung von Schmuggel und Piraterie . Nach 1570 werden die Monopole außer beim Einkauf von Gewürzen und dem Handel mit Kupfer und Silber wieder aufgehoben. Die ersten uns bekannten Geschäftsordnung und Zollbestimmungen der Casa da Índia stammen aus dem Jahre 1495 und vom 3. Juli 1509, die durch königlichen Erlass am 2. August 1537 bestätigt und verlängert wurden. 1519 wurde der Casa die Aufsicht und Besteuerung des Handels mit afrikanischen Sklaven übertragen und zwischen 1592 und 1594 wurde in der Casa da Índia eine eigene Abteilung ( consulado ) gegründet, die sich mit dem Schutz der Häfen und der Bekämpfung der Piraten beschäftigte. Im Jahre 1600, zur Zeit der Iberischen Union mit Spanien, wurde durch den spanischen König eine aus drei Kastiliern bestehende Kommission zur Überwachung der Casa da Índia eingesetzt, was zu großen Widerständen in Portugal führte. Mit dem Niedergang des portugiesischen Handelsimperiums und dem Verfall der politischen Macht ging auch die Bedeutung der Casa da Índia schrittweise zurück. Mit der Herausbildung der konstitutionellen Monarchie und der Entstehung neuer Staatsstrukturen in Portugal in der ersten Hälfte des 19. Jahrhunderts gingen die verschiedenen Bereiche der Casa da Índia dann in den neuen Ministerien und Behörden auf. Am 17. September 1833 wurde die Casa da Índia per Dekret aufgelöst und die ihr noch verbliebenen fiskalischen Aufgaben der Zollbehörde von Lissabon, Alfândega Grande de Lisboa , zugeordnet. Siehe auch [ Bearbeiten | Quelltext bearbeiten ] Consejo de Indias Literatur [ Bearbeiten | Quelltext bearbeiten ] Peter Feldbauer: Estado da India. Die Portugiesen in Asien 1498–1620 (= Expansion, Interaktion, Akkulturation. Bd. 3). Mandelbaum, Wien 2003, ISBN 3-85476-091-4 . António H. de Oliveira Marques : Geschichte Portugals und des portugiesischen Weltreiches (= Kröners Taschenausgabe. Bd. 385). Alfred Kröner, Stuttgart 2001, ISBN 3-520-38501-5 . Peter Burke: Papier und Marktgeschrei. Die Geburt der Wissensgesellschaft. Berlin 2001. Abgerufen von „ https://de.wikipedia.org/w/index.php?title=Casa_da_Índia&oldid=172545997 “ Kategorien : Wirtschaftsgeschichte der Frühen Neuzeit Gegründet 1503 Portugiesische Kolonialgeschichte (Asien) Aufgelöst 1833 Organisation (Handel) Historische Organisation Navigationsmenü Meine Werkzeuge Nicht angemeldet Diskussionsseite Beiträge Benutzerkonto erstellen Anmelden Namensräume Artikel Diskussion Varianten Ansichten Lesen Bearbeiten Quelltext bearbeiten Versionsgeschichte Mehr Suche Navigation Hauptseite Themenportale Von A bis Z Zufälliger Artikel Mitmachen Artikel verbessern Neuen Artikel anlegen Autorenportal Hilfe Letzte Änderungen Kontakt Spenden Werkzeuge Links auf diese Seite Änderungen an verlinkten Seiten Spezialseiten Permanenter Link Seiten­informationen Wikidata-Datenobjekt Artikel zitieren Drucken/­exportieren Buch erstellen Als PDF herunterladen Druckversion In anderen Sprachen বাংলা English Español Français עברית हिन्दी Português தமிழ் Türkçe اردو Links bearbeiten Diese Seite wurde zuletzt am 3. 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  Partição da Índia – Wikipédia, a enciclopédia livre Partição da Índia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Mapa da partição da Índia, 1947 A Partição da Índia [ 1 ] conduziu à criação em 14 de agosto de 1947 e 15 de agosto de 1947 , respectivamente, de dois estados soberanos , como resultado da independência da Índia britânica concedida pelo Reino Unido : o Domínio ... Partição da Índia – Wikipédia, a enciclopédia livre Partição da Índia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Mapa da partição da Índia, 1947 A Partição da Índia [ 1 ... estados soberanos , como resultado da independência da Índia britânica concedida pelo Reino Unido : o ... (posteriormente República da Índia ). A ' partição ' refere-se à divisão da província de Bengala da Índia ... Punjab da Índia britânica entre os dois novos estados: a província de Punjab (Paquistão) e na província CACHE

Partição da Índia – Wikipédia, a enciclopédia livre Partição da Índia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Mapa da partição da Índia, 1947 A Partição da Índia [ 1 ] conduziu à criação em 14 de agosto de 1947 e 15 de agosto de 1947 , respectivamente, de dois estados soberanos , como resultado da independência da Índia britânica concedida pelo Reino Unido : o Domínio do Paquistão (posteriormente República islâmica do Paquistão ). e a União Indiana (posteriormente República da Índia ). A ' partição ' refere-se à divisão da província de Bengala da Índia britânica na província paquistanesa de Bengala Oriental (posteriormente Paquistão Oriental hoje Bangladesh ) e da província indiana de Bengala Ocidental , e também à partição de forma similar da região do Punjab da Índia britânica entre os dois novos estados: a província de Punjab (Paquistão) e na província indiana de Punjab (Índia) . Houve além da divisão do Exército da Índia Britânica , do Indian Civil Service e de outros serviços administrativos, de transportes, do tesouro central e de outros bens. Índice 1 Ver também 2 Referências 3 Leituras complementares 3.1 Monografias académicas 3.2 Artigos 3.3 Bibliografias 4 Ligações externas Ver também [ editar | editar código-fonte ] Companhia Britânica das Índias Orientais Império Britânico Raj Britânico Bengala Oriental Bengala Ocidental Guerra Indo-Paquistanesa de 1947 Subcontinente indiano Fronteira Índia-Bangladesh Fronteira Índia-Paquistão Referências [ editar | editar código-fonte ] ↑ Também se usa a forma Partilha da Índia . Leituras complementares [ editar | editar código-fonte ] Monografias académicas [ editar | editar código-fonte ] Ansari, Sarah. 2005. Life after Partition: Migration, Community and Strife in Sindh: 1947—1962 . Oxford, UK: Oxford University Press. 256 pages. ISBN 0-19-597834-X Butalia, Urvashi. 1998. The Other Side of Silence: Voices from the Partition of India . Durham, NC: Duke University Press. 308 pages. ISBN 0-8223-2494-6 Chatterji, Joya. 2002. Bengal Divided: Hindu Communalism and Partition, 1932—1947 . Cambridge and New York: Cambridge University Press. 323 pages. ISBN 0-521-52328-1 Gilmartin, David. 1988. Empire and Islam: Punjab and the Making of Pakistan . Berkeley: University of California Press. 258 pages. ISBN 0-520-06249-3 Gossman, Partricia. 1999. Riots and Victims: Violence and the Construction of Communal Identity Among Bengali Muslims, 1905-1947 . Westview Press. 224 pages. ISBN 0-8133-3625-2 Hansen, Anders Bjørn. 2004. 'Partition and Genocide: Manifestation of Violence in Punjab 1937-1947', India Research Press. ISBN 978-81-87943-25-9 Ikram, S. M. 1995. Indian Muslims and Partition of India . Delhi: Atlantic. ISBN 81-7156-374-0 Kaur, Ravinder. 2007. ' Since 1947: Partition Narratives among Punjabi Migrants of Delhi '. Oxford University Press. ISBN 978-0-19-568377-6 Page, David, Anita Inder Singh, Penderel Moon, G. D. Khosla, and Mushirul Hasan. 2001. The Partition Omnibus: Prelude to Partition/the Origins of the Partition of India 1936-1947/Divide and Quit/Stern Reckoning . Oxford University Press. ISBN 0-19-565850-7 Pandey, Gyanendra. 2002. Remembering Partition:: Violence, Nationalism and History in India . Cambride, UK: Cambridge University Press. 232 pages. ISBN 0-521-00250-8 Raza, Hashim S. 1989. Mountbatten and the partition of India . New Delhi: Atlantic. ISBN 81-7156-059-8 Shaikh, Farzana. 1989. Community and Consensus in Islam: Muslim Representation in Colonial India, 1860—1947 . Cambridge, UK: Cambridge University Press. 272 pages. ISBN 0-521-36328-4 Talbot, Ian and Gurharpal Singh (eds). 1999. Region and Partition: Bengal, Punjab and the Partition of the Subcontinent . Oxford and New York: Oxford University Press. 420 pages. ISBN 0-19-579051-0 Talbot, Ian. 2002. Khizr Tiwana: The Punjab Unionist Party and the Partition of India . Oxford and New York: Oxford University Press. 216 pages. ISBN 0-19-579551-2 Talbot, Ian. 2006. Divided Cities: Partition and Its Aftermath in Lahore and Amritsar . Oxford and Karachi: Oxford University Press. 350 pages. ISBN 0-19-547226-8 Wolpert, Stanley. 2006. Shameful Flight: The Last Years of the British Empire in India . Oxford and New York: Oxford University Press. 272 pages. ISBN 0-19-515198-4 J. Butler, Lawrence. 2002. Britain and Empire: Adjusting to a Post-Imperial World . London: I.B.Tauris. 256 pages. ISBN 1-86064-449-X Artigos [ editar | editar código-fonte ] Veena. Das. 'Fronteiras, violência e o trabalho do tempo: alguns temas witgensteinianos'. RBCS, v. 14, n. 40. jun 1999 Gilmartin, David. 1998. 'Partition, Pakistan, and South Asian History: In Search of a Narrative.' The Journal of Asian Studies , 57(4):1068-1095. Jeffrey, Robin. 1974. 'The Punjab Boundary Force and the Problem of Order, August 1947' - Modern Asian Studies 8(4):491-520. Kaur Ravinder. 2007. 'India and Pakistan: Partition Lessons'. Open Democracy . [1] Kaur, Ravinder. 2006. 'The Last Journey: Social Class in the Partition of India'. Economic and Political Weekly, June 2006. www.epw.org.in Mookerjea-Leonard, Debali. 2005. 'Divided Homelands, Hostile Homes: Partition, Women and Homelessness'. Journal of Commonwealth Literature , 40(2):141-154. Morris-Jones. 1983. 'Thirty-Six Years Later: The Mixed Legacies of Mountbatten's Transfer of Power'. International Affairs (Royal Institute of International Affairs) , 59(4):621-628. Spate, O. H. K. (1947),'', The Geographical Journal 110 (4/6): 201-218 Spear, Percival. 1958. 'Britain's Transfer of Power in India.' Pacific Affairs , 31(2):173-180. Talbot, Ian. 1994. 'Planning for Pakistan: The Planning Committee of the All-India Muslim League, 1943-46'. Modern Asian Studies , 28(4):875-889. Visaria, Pravin M. 1969. 'Migration Between India and Pakistan, 1951-61' Demography , 6(3):323-334. Bibliografias [ editar | editar código-fonte ] Select Research Bibliography on the Partition of India, Compiled by Vinay Lal, Department of History, Universidade da Califórnia em Los Angeles A select list of Indian Publications on the Partition of India (Punjab & Bengal). Universidade da Virgínia South Asian History: Colonial India — Universidade da Califórnia em Berkeley - coleção de documentos da Índia colonial, da independência e partição] Indian Nationalism — Fordham University: arquivo de documentos públicos] Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] There was no partition. There was a separation (em inglês ) The Partition of India: Impact and Aftermath (em inglês ) Partition of India, by A. G. Noorani (em inglês ) The Story of Pakistan (em inglês ) Clip from 1947 newsreel showing Indian independence ceremony (em inglês ) Partition of Bengal, 1947, Asiatic Society of Bangladesh (em inglês ) Sindhi Exodus - Some personal accounts of Hindu Sindhis (em inglês ) The 1947 Attacks on Hindus and Sikhs (em inglês ) Migration and Nostalgia (em inglês ) O Commons possui imagens e outras mídias sobre Partição da Índia Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Partição_da_Índia&oldid=49658466 ' Categorias : História do Reino Unido História de Bangladesh História da Índia História do Paquistão Fronteira Bangladesh-Índia Fronteira Índia-Paquistão 1947 na Índia Partição Relações entre Índia e Paquistão Relações entre Bangladesh e Índia Categoria oculta: !Páginas que usam hiperligações mágicas ISBN Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Afrikaans Alemannisch العربية Български বাংলা Català Dansk Deutsch English Esperanto Español Euskara فارسی Suomi Võro Français ગુજરાતી עברית हिन्दी Bahasa Indonesia Italiano 日本語 ქართული ಕನ್ನಡ 한국어 മലയാളം Монгол मराठी Bahasa Melayu नेपाली Nederlands Norsk nynorsk Norsk ਪੰਜਾਬੀ پنجابی Română Русский संस्कृतम् Srpskohrvatski / српскохрватски සිංහල Simple English Српски / srpski Basa Sunda Svenska தமிழ் తెలుగు Türkçe Українська اردو Tiếng Việt 中文 粵語 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 23h12min de 22 de agosto de 2017. 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Roorkee Bypass, Partapur, Meerut, Índia Meerut BRL 220 Trident Hotel Gurgaon 5 stars 443 Udyog Vihar, Phase V, Gurgaon, Índia, 122 016 Gurgaon Excepcional BRL 742 Country Inn And Suites By Carlson Nova Deli 5 stars 64/6 Site IV East Delhi Ncr Sahibabad, Nova Deli, Índia, 201010 Nova Deli BRL 443 Andaz Delhi Hotel Nova Deli 5 stars Aerocity, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli BRL 722 Pride Plaza Aerocity Hotel Nova Deli 5 stars Asset 5 A Hospitality District Delhi Aerocity Near, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli BRL 555 Itc Grand Bharat Hotel Gurgaon 5 stars Village Dadu Tehsil Tauru, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 1 754 Welcomheritage Haveli Dharampura Hotel Nova Deli 5 stars 2293, Gali Guliyan, Dharampura, Delhi-6, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 989 Novotel New Delhi Aerocity South West 5 stars Delhi Aerocity, South West, Índia South West BRL 456 Kempinski Ambience Hotel Delhi 5 stars 1 Cbd Maharaja Surajmal Road Near Yamuna Sports, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110032 Delhi (National Capital Territory of India) BRL 223 Dusit Devarana New Delhi Hotel 5 stars Samalkha, Nh-8,, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 910 Itc Grand Bharat A Luxury Hotel Manesar 5 stars P.O Hasanpur, Tauru, Mewat Dist , G, Hasanpur, Manesar, Índia, 122105 Manesar BRL 1 475 The Gateway Resort Damdama Lake Sohna 5 stars Po Damdama, Off Sohna-Gurgaon Rd, Sohna, Índia, 122102 Sohna Maidens Hotel Nova Deli 4 stars 7 Sham Nath Marg, Nova Deli, Índia, 110054 Nova Deli Excepcional BRL 430 Park Inn By Radisson New Delhi Lajpat Nagar 4 stars 1&2, Ring Road, Lajpat Nagar 4, Nova Deli, Índia, 110024 Nova Deli Muito bom BRL 295 City Park Hotel Nova Deli 4 stars Kp Block, Pitam Pura, Near Wazirpur, Tv Tower, Nova Deli, Índia, 110088 Nova Deli Bom BRL 473 The Hans Hotel Nova Deli 4 stars 15 Barakhamba Road, Nova Deli, Índia, 110001 Nova Deli Muito bom BRL 749 Hotel Diplomat Nova Deli 4 stars 9 Sardar Patel Marg,Diplomatic, Nova Deli, Índia, 110021 Nova Deli Excepcional BRL 384 Fortune Select Global Hotel Gurgaon 4 stars Global Arcade, Meharauli, Gurgaon Road Gurgaon 122, Gurgaon, Índia, 122002 Gurgaon BRL 341 Avalon Courtyard Hotel Nova Deli 4 stars Mehrauli Gurgaon Road, Sultanpur, Nova Deli, Índia, 110030 Nova Deli BRL 499 Lemon Tree East Delhi Mall Hotel Ghaziabad 4 stars Plot No.1, Kaushambi, Ghaziabad, Índia, 201010 Ghaziabad Excepcional BRL 226 Tivoli Garden Resort Hotel Nova Deli 4 stars Chattarpur Mandir Road, Chattarpur Hills, Mehrauli, Nova Deli, Índia, 110001 Nova Deli Bom BRL 305 Royal Plaza Hotel Nova Deli 4 stars 19 Ashoka Road, Nova Deli, Índia, 110001 Nova Deli Excelente BRL 450 The Acura Bmk Hotel Gurgaon 4 stars Adjacent To Rajiv Chowk, Civil Lines , Gurgaon, Haryana, Gurgaon, Índia, 122002 Gurgaon Excepcional BRL 246 Svelte Personal Suites Nova Deli 4 stars A-3, District Centre, Nova Deli, Índia Nova Deli Excelente BRL 519 Heritage Village- Manesar Gurgaon 4 stars Nh 8, Manesar, Gurgaon, Índia, 122050 Gurgaon BRL 430 Jukaso It Suites Gurgaon 4 stars 1 I.D.C Mehrauli Rd Gurgaon Delhi Ncr, Gurgaon, Índia, 122002 Gurgaon Muito bom BRL 338 Mosaic Hotel Noida 4 stars C-1, Sector-18, Noida, Índia, 201301 Noida BRL 591 Park Plaza, Noida Hotel 4 stars C Block, Sector 55, Noida, Índia, 201307 Noida BRL 555 Fortune Inn Grazia Noida 4 stars Block I Plot No 1A Sector 27, Noida, Índia, 201301 Noida BRL 345 Dee Marks Hotel & Resorts Nova Deli 4 stars Nh-8, Rangpuri, Near Shivmurti, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Muito bom BRL 220 Country Inn & Suites By Carlson East Delhi Ncr Ghaziabad 4 stars 64/6, Site Iv, East Delhi Ncr, Sahibabad, Ghaziabad, Índia, 201010 Ghaziabad Excepcional BRL 256 32Nd Milestone Hotel Gurgaon 4 stars Delhi And Ncr, Gurgaon, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 213 Savoy Suites Noida 4 stars A 79 A, Sector 16, India, Noida, Índia, 201301 Noida Excelente BRL 256 Park Inn Gurgaon 4 stars Civil Lines, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon Excepcional BRL 266 Country Inn & Suites By Carlson Gurgaon Sector 29 4 stars 360-362, Sector 29, Near Huda Metro Station, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon Excelente BRL 305 Lemon Tree Premier 2, Gurugram Hotel Gurgaon 4 stars 43-47, City Centre, Sector 29, Gurgaon, Índia, 120002 Gurgaon Excepcional BRL 433 Hotel Shanti Palace Nova Deli 4 stars A-67, Mahipal Extn. National Highway - 8,Near I.G.I Airport, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Bom BRL 269 Centaur Hotel Nova Deli 4 stars Near I.G.I. Airport Delhi, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Ranking BRL 322 Best Western Skycity Hotel Gurgaon 4 stars 1 Old Judicial Complex Jharsa Road Sector 15 Gurga, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon Excelente BRL 269 Ramada Gurgaon Central Hotel 4 stars Plot 2 Sector 44, Gurgaon, Índia, 122003 Gurgaon Excelente BRL 318 Fortune Select Excalibur Hotel Gurgaon 4 stars Main Sohna Road Sector 49, Gurgaon, Índia, 122018 Gurgaon Excepcional BRL 348 Country Inn & Suites Sec 12 Gurgaon 4 stars Plot No. 301/302, Sector 12, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 249 Holiday Inn New Delhi Mayur Vihar Noida 4 stars 13A Mayur Vihar, District Centre, Nova Deli, Índia, 110091 Nova Deli Excepcional BRL 348 The Manor Hotel Nova Deli 4 stars 77 Friends Colony West, Nova Deli, Índia, 110065 Nova Deli Excepcional BRL 736 1589 City Mark Hotel Gurgaon 4 stars Mahavir Chowk, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon Excepcional BRL 230 Crowne Plaza New Delhi Mayur Vihar Noida Hotel 4 stars 13B Mayur Vihar, Nova Deli, Índia, 110091 Nova Deli Excelente BRL 295 Jivitesh Hotel Nova Deli 4 stars 11 Pusa Road, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excepcional BRL 285 Courtyard By Marriott Hotel Gurgaon 4 stars Plot No - 27 B, Sector Road, Gurgaon, Índia, 122 002 Gurgaon BRL 453 Edenpark New Delhi Hotel 4 stars Qutab Institutional Area, Shaheed Jeet Singh Marg, Nova Deli, Índia, 110016 Nova Deli Muito bom BRL 617 Lutyens Bungalow Nova Deli 4 stars 39 Prithviraj Road, Nova Deli, Índia, 110003 Nova Deli Excelente BRL 351 Janpath Hotel Nova Deli 4 stars Janpath Road, Nova Deli, Índia, 110001 Nova Deli BRL 433 Rockland C R Park Hotel Nova Deli 4 stars B-207, C R Park, Outer Ring Road, Nova Deli, Índia, 110019 Nova Deli BRL 170 Shanti Home Nova Deli 4 stars A-1/300 Janakpuri, Nova Deli, Índia Nova Deli Excepcional BRL 249 Park Plaza Gurgaon Hotel 4 stars B Block Sushant Lok Phase 1, Gurgaon, Índia, 122002 Gurgaon Excelente BRL 381 Samrat Hotel Nova Deli 4 stars 50 B, Kautilya Marg, Nova Deli, Índia, 110 021 Nova Deli BRL 292 Laxmi Vilas Palace Bharatpur 4 stars Kakaji Ki Kothi, Bharatpur, Índia, 321 001 Bharatpur BRL 361 Lemon Tree Premier Leisure Valley Hotel Gurgaon 4 stars 48-52 Leisure Valley Sec-29 Gurgaon 122002 India, Gurgaon, Índia, 122002 Gurgaon Excepcional BRL 371 Hotel Le Seasons Delhi 4 stars A-1A, Road No 1, National Highway, Mahipalpur, International Airport Zone , Delhi , New Delhi,110037, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110037 Delhi (National Capital Territory of India) BRL 226 The Pllazio Hotel Gurgaon 4 stars Plot No. 292-296, Sector-29,City Centre, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 391 Four Points By Sheraton New Delhi, Airport Highway Hotel 4 stars Plot # 9, Samalka, National Highway- 8, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Muito bom BRL 414 Hilton Garden Inn Gurgaon Baani Square 4 stars Baani Square Sector 50, Gurgaon, Índia, 122002 Gurgaon Bom BRL 394 The Umrao Hotel Nova Deli 4 stars National Highway 8 Samalkha New Delhi 110037 India, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Exclusivo BRL 387 The Palms Town And Country Club Hotel Gurgaon 4 stars B Block Sushant Lok, Phase4, , Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 640 Hotel Regent Grand Nova Deli 4 stars 2/6, East Patel Nagar, Near Pusa Road, Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110008 Nova Deli BRL 285 Tavisha Hotel Nova Deli 4 stars C-18, Friends Colony East, Main Mathura Road, Nova Deli, Índia, 110065 Nova Deli BRL 322 Fortune Inn Grazia, Ghaziabad 4 stars 1, Sanjay Nagar Distt. Centre, Near Alt Centre, Ghaziabad, In, Ghaziabad, Índia Ghaziabad BRL 269 Park Ascent Hotel Noida 4 stars Plot No-126, Khoda Road,Opp Iim Lucknow-Noida Campus, Sector-62, Noida, Índia, 201309 Noida BRL 407 Crossroads Hotel Gurgaon 4 stars ., , Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 151 Clarens Hotel Gurgaon 4 stars 363 364 Sector 29, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 226 Rts Hotel Nova Deli 4 stars A-2/67, Road No. 2,Nh-8, Mahipalpur Ext, Near International Airport, New Delhi, In, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 98 Godwin Hotel Meerut 4 stars Nh-58 Bagpath Bye Pass Road,Near Shubharti University , Meerut, Índia Meerut BRL 371 Hotel Taj Princess Nova Deli 4 stars 15 A / 25 ,W E A Ajmal Khan Road, Karol Bagh, , Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 272 Brijwasi Lands Inn Mathura 4 stars Brijwasi Lands Inn, Masani Link Road, Delhi Bye Pass, Mathura, Índia Mathura BRL 220 Lemon Tree Hotel Tarudhan Valley Manesar 4 stars Village Dadu, Tehsil Tauru, Manesar, Índia Manesar BRL 502 The Amber Hotel Nova Deli 4 stars 198, Sukhdev Vihar Near Escorts Hospital 198, Nova Deli, Índia Nova Deli Excelente BRL 190 Jp Hotel & Resorts Nova Deli 4 stars 6B, Patparganj I.P Extension, Nh-24 Behind Cng Petrol Pump, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 177 The Gateway Resort Damdama Lake Gurgaon 4 stars Po Damdama, Off Gurgaon-Sohna Road, Gurgaon, Índia, 122102 Gurgaon BRL 512 Country Inn & Suites By Carlson Bhiwadi 4 stars Plot No. 4. Bhagat Singh Colony Uit, Bhiwadi, Índia, 301019 Bhiwadi BRL 154 Country Inn & Suites By Carlson Gurgaon Sohna Road 4 stars 10 Th Km Stone, Gurgaon, Índia, 122102 Gurgaon BRL 519 Hyatt Place Gurgaon/Udyog Vihar Hotel 4 stars 15/1 Old Delhi-Gurgaon Road, Gurgaon, Índia, 122015 Gurgaon BRL 361 The Treehouse Hotel, Club And Spa Alwar 4 stars Shiana Village, Bhiwadi, Alwar,, Alwar, Índia Alwar Eaton Smart, New Delhi Airport Transit Hotel 4 stars Level 5, Terminal 3, Nova Deli, Índia Nova Deli Ranking BRL 463 Savoy Suites Manesar Gurgaon 4 stars R - 75, Sector 1, Imt Manesar, Haryana, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 302 Seasons Hotel At Tarudhan Valley Golf Resort Delhi 4 stars Village Dadu, Tehsil Taru , District Gurgaon, Mawt, Dadu, Haryana 122105, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 285 Neemrana Fort-Palace 4 stars Village Neemrana, District Alwar, Neemrana, Índia Neemrana Bom BRL 460 Park Inn By Radisson New Delhi Ip Extension 4 stars Delhi And Ncr, Delhi, Nova Deli, Índia, 110092 Nova Deli BRL 223 Jasmine Boutique Hotel Nova Deli 4 stars 50, Pocket-1 Jasola New Delhi, Nova Deli, Índia Nova Deli Ranking BRL 223 The Awesome Farms & Resorts Faridabad 4 stars Pakhal, Faridabad Sohna Road, Faridabad, In, Faridabad, Índia Faridabad BRL 305 Hotel Golden Grand Nova Deli 4 stars Delhi And Ncr, Delhi, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 519 Grand Notting Hills Hotel And Resorts Nova Deli 4 stars 22Nd Mile Stone, Airport Zone National Highway-8, New Delhi , Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli BRL 282 Country Inn & Suites By Carlson, Meerut 4 stars Hapur Bypass, Meerut, Índia, 250002 Meerut BRL 167 Dlf Club 5 Hotel Delhi 4 stars Phase-V, Dlf City,, Gurgaon, Haryana 122002, India, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 279 32Nd Milestone Hotel Gurgaon 4 stars 32Nd Milestone Sector 15, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon Misaki Hotel Manesar Gurgaon 4 stars Sector 8, Imt Manesar, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 266 Palm Spring A Boutique Hotel Nova Deli 4 stars 60, Community Centre, Naraina Phase-1, Near Pvr Cinema,, Nova Deli, Índia, 110028 Nova Deli Excelente BRL 144 Orana Hotels And Resorts Nova Deli 4 stars Westend Greens Near Shiv Murti, Nh-8 , New Delhi, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli BRL 230 Radisson Noida Hotel 4 stars C Block, Sector 55, Noida, Índia, 201307 Noida Mahagun Sarovar Portico Suites Ghaziabad 4 stars Mahagun Metro Mall, Vc3, Sector-3, Ghaziabad, Índia Ghaziabad The Atrium Hotel Faridabad 4 stars Shooting Range Road Surajkund, Faridabad, Índia Faridabad Ashok Country Resort Nova Deli 4 stars Rajokri Road Kapashera New Delhi 110037 India, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 289 Best Western Resort Country Club Gurgaon 3 stars Pachgaon-Taura Road, Gurgaon, Índia, 122105 Gurgaon BRL 331 Hotel Southern Nova Deli 3 stars 18/2, Arya Samaj Road, Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Ranking BRL 121 Jukaso Inn Nova Deli 3 stars 49/50 Sunder Nagar, Nova Deli, Índia, 110003 Nova Deli Muito bom BRL 256 Clark International Hotel Nova Deli 3 stars 5/47, W.E.A., Saraswati Marg, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Ranking BRL 236 Hotel Palace Heights Nova Deli 3 stars D - 26/28, Connaught Place ,Behind Odeon Big Cinema , Nova Deli, Índia, 110001 Nova Deli Excepcional BRL 377 Stops Hostel Delhi Nova Deli 3 stars 4/23 B Asaf Ali Road, Nova Deli, Índia, 110002 Nova Deli Excelente BRL 213 Hotel Swati Deluxe Nova Deli 3 stars 17A/32 Gurudwara Road W.E.A., Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excelente BRL 230 Tara Palace Nova Deli 3 stars 419, Esplanade Road, Old Cycle Market, Opposite Red Fort, Nova Deli, Índia, 110006 Nova Deli Muito bom BRL 134 Clark Greens Hotel Nova Deli 3 stars Delhi And Ncr, Delhi, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Bom BRL 328 Velvet Apple Hotel Delhi 3 stars 82 E Block Hansrajgupta, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110048 Delhi (National Capital Territory of India) BRL 233 Good Times Hotel Nova Deli 3 stars 8/7 W.E.A. Karol Bagh, Pusa Rd, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli BRL 144 Hotel Jyoti Deluxe Nova Deli 3 stars 4/68, W.E.A, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Muito bom BRL 78 Clark Heights Hotel Nova Deli 3 stars 1/1 West Patel Nagar, Nova Deli, Índia, 110008 Nova Deli Excelente BRL 174 Hotel Emperor Palms Nova Deli 3 stars 15 A/7, W.E.A., Karol Bagh, New Delhi, In, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excepcional BRL 157 Parkland Green Park Hotel Nova Deli 3 stars A 4 Green Park , Nova Deli, Índia, 110016 Nova Deli BRL 351 Sunstar Grand Hotel Nova Deli 3 stars 7A/17, W.E.A. Channa Market, Karol Bagh, New Delhi, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli BRL 121 Hotel La Suite Nova Deli 3 stars 2 / 14 East Patel Nagar, New Delhi, Nova Deli, Índia, 110008 Nova Deli Muito bom BRL 259 Hotel Saptagiri Nova Deli 3 stars L-73/L322,Mahipalpur Extn.,National Highway-8, Delhi, In, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Bom BRL 177 Lemon Tree Hotel Udyog Vihar Gurgaon 3 stars 866, Udyog Vihar, Phase V, Gurgaon, Índia, 122016 Gurgaon Excepcional BRL 233 Sunstar Residency Hotel Nova Deli 3 stars 8A/50, Wea, Channa Market, Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 11005 Nova Deli Muito bom BRL 138 Broadway Hotel Nova Deli 3 stars 4/15A Asaf Ali Road, Nova Deli, Índia, 110 002 Nova Deli Excelente BRL 207 Florence Inn Nova Deli 3 stars 15-A/6, W.E.A., Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excepcional BRL 305 Hotel Today International Nova Deli 3 stars 3/11 D.B Gupta Road, Paharganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Bom BRL 101 Aura Hotel Nova Deli 3 stars 31, Arakasha Road, Paharganj New Delhi 110055 Indi, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Muito bom BRL 167 Quality Inn Bliss Gurgaon 3 stars 11 - 12 , Sector - 29 ( Nr.Bikanerwala ), Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon Excepcional BRL 239 Hotel Vishal Residency Delhi 3 stars N.H.8, Rangpuri, Near Radisson Hotel, Mahipalpur, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110037 Delhi (National Capital Territory of India) Excepcional BRL 95 Shervani New Delhi Hotel 3 stars 11 Sunder Nagar, Nova Deli, Índia, 110003 Nova Deli Excelente BRL 246 Pearl Plaza Hotel Nova Deli 3 stars 2348/2350 Raj Guru Road, Chuna Mandi, Pahar Ganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli BRL 92 Kingston Park Hotel Nova Deli 3 stars 8/5 Wea Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excepcional BRL 128 Hotel Thirty Three Nova Deli 3 stars Number 33, Siri Fort Road, Nova Deli, Índia, 110 049 Nova Deli Muito bom BRL 187 Hotel Lohias Nova Deli 3 stars A-53 Mahipalpur Extn, Nh-8 (Near Airport), Delhi, In, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Bom BRL 151 Hotel The Class Nova Deli 3 stars A-282, National Highway No.8, Near International Airport, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Ranking BRL 184 Regale Inn Nova Deli 3 stars A-2 Chittranjan Park, Nova Deli, Índia, 110019 Nova Deli BRL 138 Hotel Krishna Nova Deli 3 stars 45 Arakashan Road, Behind Shiela Ci, Paharganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Excelente BRL 157 Vista Park Hotel Gurgaon 3 stars Plot No 6 & 7 Sector 29 Gurgaon, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon Excepcional BRL 207 The White Klove Hotel Nova Deli 3 stars 1563 Laxmi Naraya Street, Near Imperial Cinema, Behind Ramakrishna Metro Station, Panchkuian Road, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Bom BRL 141 La Sapphire Hotel Nova Deli 3 stars A-23,Nh-8,Mahipalpur Extension, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Ranking BRL 200 Mandakini Palace Delhi 3 stars 8/29 Wea Abdul Aziz Road, Karol Bagh, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110005 Delhi (National Capital Territory of India) Ranking BRL 92 Cosy Grand Hotel Nova Deli 3 stars 13 Aradhana Enclave, Sector-13, R.K Puram, Nova Deli, Índia, 110066 Nova Deli BRL 312 Iris Park Hotel Nova Deli 3 stars A1/23 & 24, Safdarjung Enclave,, Nova Deli, Índia, 110029 Nova Deli Excelente BRL 246 Rockwell Plaza Hotel Nova Deli 3 stars 5 14 W E A Ajmal Khan Road Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excelente BRL 111 Raunak Plaza Hotel Delhi 3 stars 12 A/29 W.E.A Saraswati Marg Karol Bagh, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) Ranking BRL 167 Paras International Hotel Nova Deli 3 stars 5/25 W.E.A. Karolbagh, Delhi, In, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli BRL 98 Hotel Parkway Deluxe Nova Deli 3 stars 8591 Qutab Road, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Muito bom BRL 141 Stanford Suites Gurgaon 3 stars Retail No 4 C - Block Sushant Lok 1 Gurgaon India, Gurgaon, Índia, 122002 Gurgaon BRL 377 Walnut Castle Hotel Nova Deli 3 stars 18 / 10 , Pusa Lane, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Ranking BRL 88 Hotel Star Nova Deli 3 stars A - 288 Nh - 8 Mahipalpur, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Bom BRL 147 Hotel International Inn Nova Deli 3 stars A %U2013 78 , N.H. - 8,Near Igi Airport New Delhi,Delhi-110037, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Ranking BRL 138 Eaton Smart New Delhi Airport Hotel South West 3 stars Level 5, Terminal 3 Indira Gandhi International Airport, South West, Índia, 110037 South West BRL 440 Hotel Grand Godwin Nova Deli 3 stars 8502/41 Arakashan Road Ram Nagar Pahar Ganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Muito bom BRL 128 Regent Intercontinental Hotel Nova Deli 3 stars 4/70 W.E.A. Krishna Market, Saraswati Marg, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli BRL 197 Corus Hotel Nova Deli 3 stars B-49, Inner Circle, Connaught Place, Nova Deli, Índia, 110001 Nova Deli Muito bom BRL 253 Livasa Inn Nova Deli 3 stars 7A/38 W.E.A Channa Market, Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Bom BRL 138 Country Inn & Suites By Carlson Delhi Satbari Nova Deli 3 stars 579-Satbari, Chatarpur Road, Nova Deli, Índia, 110030 Nova Deli BRL 322 Te New Delhi Hotel 3 stars A-3 Pamposh Enclave, Gk 1, Gk-1, South Delhi , Delhi , New Delhi,110048, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110048 Delhi (National Capital Territory of India) Muito bom BRL 236 Godwin Deluxe Hotel Nova Deli 3 stars 8501/15, Arakashan Road, Ram Nagar, Paharganj, New Delhi, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Muito bom BRL 151 The Legend Inn Nova Deli 3 stars E-4, East Of Kailash, Nova Deli, Índia, 440025 Nova Deli Excepcional BRL 177 Hotel Emarald Nova Deli 3 stars 112 Baber Road Opposite World Trade Centre Conna, Nova Deli, Índia, 110001 Nova Deli Muito bom BRL 253 Airport Hotel Mayank Residency Nova Deli 3 stars A-230, Road No.2, A-Block, Mahipalpur, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Excepcional BRL 55 Comfort Inn Saffron Kiran Faridabad 3 stars 12/6 ,Mathura Road ,Nh-2, Faridabad, Índia, 121003 Faridabad Excepcional BRL 167 Ibis Delhi Airport Hotel Nova Deli 3 stars Asset 9 Hospitality District New Delhi 110037 Indi, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli BRL 246 Emblem Hotel Gurgaon 3 stars 2418-A/3,Old Delhi-Gurgaon Rd(Near Sect.14 Market), Gurgaon, In, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 115 Classic Diplomat Hotel Nova Deli 3 stars A-4 Mahipalpur, Nh-8, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Muito bom BRL 180 Hotel Delhi Aerocity Nova Deli 3 stars 104/2/2 M.R Complex, Near Igi Airport, Rangpuri Nh 8, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Muito bom BRL 138 Zip By Spree Hotel Bluestone Nova Deli 3 stars Cc 24, Nehru Enclave, Kalka Ji Opp. Paras Cinema Nehru Place, Nova Deli, Índia, 110019 Nova Deli BRL 157 Crest Inn Nova Deli 3 stars 4/27, Saraswati Marg, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Muito bom BRL 157 Karat 87 Hotel Nova Deli 3 stars 16/21 W.E.A. Padam Singh Road, Near Shastri Park Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excelente BRL 78 Delhi Pride Hotel Nova Deli 3 stars 12A/28,Saraswati Marg,Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Muito bom BRL 98 Aster Inn Nova Deli 3 stars 1078-80, Hardhyan Singh Road, Naiwalan,Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Muito bom BRL 121 Grand Sartaj Hotel Nova Deli 3 stars A-3 Green Marg, Aurobindo Marg New Delhi 110005 In, Nova Deli, Índia, 110016 Nova Deli BRL 223 Signature Grand Hotel Nova Deli 3 stars A Sub Distt. Centre Hari Nagar 1, Nova Deli, Índia, 110064 Nova Deli Excepcional BRL 249 Hotel Singh International Nova Deli 3 stars 4/64 , Padam Singh Road ,Karol Bagh, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 128 Hotel Tourist Nova Deli 3 stars 7361, Ram Nagar, Qutab Road, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Muito bom BRL 101 Wycome Ashok Hotel Delhi 3 stars 60/5, Ramjas Road, Karol Bagh, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110005 Delhi (National Capital Territory of India) Grand Peepal Hotel Nova Deli 3 stars 4/1, Wea, Saraswati Marg, Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Ranking BRL 95 Tourist Lodge Paharganj 3 stars 26 Arakashan Road, Ram Nagar Near New Delhi Railway Station, Paharganj, Índia Paharganj BRL 72 Cabana Hotel Nova Deli 3 stars R23 Greater Kailash 1, Nova Deli, Índia Nova Deli Ranking BRL 154 Grand Park-Inn Nova Deli 3 stars 1041/17, Abdool Rahaman Road, Naiwalan, Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excepcional BRL 167 Mohan International Hotel Nova Deli 3 stars 2 Arakashan Road, Nova Deli, Índia Nova Deli Ranking BRL 184 Le Roi Hotel Nova Deli 3 stars 2206 Raj Guru Marg Desh Bandhu, Gupta Road Chuna Mandi Paharganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Muito bom BRL 98 Hotel Pallvi Palace Nova Deli 3 stars 8572 Arakashan Road, Paharganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Ranking BRL 105 Bonlon Inn Nova Deli 3 stars 7A/39, W.E.A, Channa Market, Karol Bagh, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 131 The Raj Hotel Nova Deli 3 stars 8495 Arakasha Road, Paharganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Muito bom BRL 108 Silver Ferns Hotel Nova Deli 3 stars 31-32, Community Center, Nova Deli, Índia, 110017 Nova Deli Excelente BRL 305 Sunbird Hotel Bharatpur 3 stars Near Bird Sanctuary Enterance Gate, Rajasthan, Bharatpur, Índia, 321001 Bharatpur BRL 483 Delhi Darbar Hotel Nova Deli 3 stars 15A/26, W.E.A, Ajmal Khan Road, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli BRL 82 Beaufort Inn Nova Deli 3 stars Main Mathura Road, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 167 Amrit Villa Nova Deli 3 stars 15/10169 W.E.A, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli BRL 75 Jht Hotels Nova Deli 3 stars S- 21 Greater Kailash - 1, Nova Deli, Índia, 110048 Nova Deli BRL 230 Hotel Chand Palace Nova Deli 3 stars 54 Arakashan Road, Paharganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Ranking BRL 88 The Heritage Bed & Breakfast Hotel Delhi 3 stars Safdarjung Development Area, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110016 Delhi (National Capital Territory of India) Hotel S & B East Inn Delhi 3 stars East Patel Nagar 30/26, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 105 Le Cadre Hotel Nova Deli 3 stars E-23, East Of Kailash, Nova Deli, Índia, 110065 Nova Deli BRL 134 Stallions Hotel Nova Deli 3 stars B-14, East Of Kailash, New Delhi, In, Nova Deli, Índia, 110065 Nova Deli BRL 174 Citi International Hotel Nova Deli 3 stars #8/20 W.E.A Karol Bagh, Left To Metro Pillar 88, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli BRL 164 Perfect Hotel Delhi 3 stars 16A / 2 W.E.A., Karol Bagh, Delhi, In, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110005 Delhi (National Capital Territory of India) Bharatpur Ashok. Hotel 3 stars Inside Keoladeo National Park , Bharatpur, Índia Bharatpur BRL 167 The Mayflower Hotel Gurgaon 3 stars V 38/2 Dlf City Phase III, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 197 Emblem New Delhi Hotel 3 stars E 5 Kalindi Colony Main Road (New Friends Colony), Nova Deli, Índia, 110065 Nova Deli Excelente BRL 138 Ginger East Delhi Hotel Nova Deli 3 stars Dda Community Center, Nova Deli, Índia, 110095 Nova Deli BRL 131 Ginger Faridabad Hotel 3 stars Fun City Mall, Ajronda Chowk, Main Mathura Road, , Faridabad, Índia, 121001 Faridabad BRL 197 Vedas Heritage Hotel Nova Deli 3 stars 8A/28 W.E.A Channa Market, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Muito bom BRL 141 Hotel Intercity Nova Deli 3 stars 17A/42 W.E.A Opp.Jessa Ram Hospital, Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excelente BRL 134 Hotel Rousha Inn Ghaziabad 3 stars D-81, Kaushambi Metro Station, Ghaziabad, In, Ghaziabad, Índia, 201011 Ghaziabad BRL 131 Cottage Yes Please Nova Deli 3 stars 1843 Laxmi Narayan Street , Chuna Mandi , Paharganj (Opposite Imperial Cinema), Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Excelente BRL 134 Prince Polonia Hotel Nova Deli 3 stars 2325-26 Tilak St, Near Imperial Cinema Pahar Ganj, New Delhi, In, Nova Deli, Índia Nova Deli Ranking BRL 111 Hotel Rockland Nova Deli 3 stars C 30, Panchsheel Encalve, Nova Deli, Índia, 110017 Nova Deli BRL 223 Mahagun Sarovar Portico Hotel Ghaziabad 3 stars Mahagun Metro Mall Vc 3 Sector 3 Vaishali New Delh, Ghaziabad, Índia, 201010 Ghaziabad Excepcional BRL 216 Alpina Hotel Nova Deli 3 stars E 506 Gk II, Nova Deli, Índia, 110048 Nova Deli Excepcional BRL 302 The Pearl Hotel Nova Deli 3 stars 8721/1, Desh Bandhu Gupta Road, Paharganj, Nova Deli, Índia Nova Deli Muito bom BRL 184 Hotel Mid Town Nova Deli 3 stars 17A/7, Wea Ajmal Khan Road,Behind Karol Bagh Metro Station Karol Bagh, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 65 Hotel S K Crown Park Nova Deli 3 stars 98 Kapashera, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli BRL 147 Park Residency Hotel Delhi 3 stars D-1 , Green Park, Aashirwad Building, New Delhi, Delhi, In, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110016 Delhi (National Capital Territory of India) BRL 213 Amara Hotel Greater Kailash-1 Nova Deli 3 stars C-30, Greater Kailash, Part-1, Nova Deli, Índia, 110048 Nova Deli Bom BRL 193 Shipra International Delhi Hotel 3 stars 8596, Desh Bandhu Gupta Road, Near Shiele Cinema, Paharganj, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110055 Delhi (National Capital Territory of India) Muito bom BRL 128 Hotel Bright Nova Deli 3 stars M-85, Connaught Place (Outer Circle), Nova Deli, Índia, 110001 Nova Deli Excelente BRL 272 Clarks Inn Nehru Place Nova Deli 3 stars Clarks Inn, Nehru Place, C-21 Kalkaji, Delhi, In, Nova Deli, Índia, 110019 Nova Deli BRL 253 Sarovar Portico Naraina Hotel Nova Deli 3 stars A-9, Naraina Vihar, Nova Deli, Índia, 110028 Nova Deli BRL 220 Star Plaza Hotel Nova Deli 3 stars 5158, Main Bazar, Pahar Ganj, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Bom BRL 95 Hotel Gulnar Nova Deli 3 stars 7A/45,W.E.A,Channa Market, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excelente BRL 154 Red Fox Delhi Airport Hotel Nova Deli 3 stars Asset No.6, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Soberbo BRL 236 Ajanta Hotel Nova Deli 3 stars 36, Arakashan Road, Ram Nagar, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Ranking BRL 167 Hotel Oakland Nova Deli 3 stars B 14 Chirag Enclave,110048,New Delhi,, Nova Deli, Índia, 110019 Nova Deli BRL 420 Mapple Express Hotel Nova Deli 3 stars A-60, Kailash Colony, Nova Deli, Índia, 110048 Nova Deli BRL 220 Shanti Villa Nova Deli 3 stars 2466, Behind Imperial Cinema, Channa Mandi, Nalwa Street, Paharganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli BRL 157 Florence Hotel Nova Deli 3 stars 2719, Bank Street, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excepcional BRL 226 Golf View Hotel Noida 3 stars Ambedkar Vihar, Sector - 37 14/1, Noida, Índia, 201301 Noida BRL 226 Jukaso Inn Down Town Nova Deli 3 stars L-Block, Connaught Circus, Nova Deli, Índia, 110 001 Nova Deli BRL 187 Pacific Inn Eden Royal Gurgaon 3 stars Plot No 1 Sec 15 Part 2, , Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 151 The Bagh Hotel Bharatpur 3 stars Agra Achnera Road , Bharatpur, Índia, 321001 Bharatpur BRL 489 Tivoli Grand Hotel Delhi 3 stars Main G.T.Karnal Road Jindpur Village, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110036 Delhi (National Capital Territory of India) BRL 197 Airport Hotel The Rts Delhi 3 stars A-2/67, Road No 2, Nh 8, Mahipalpur ( Near Igi Airport ), Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110037 Delhi (National Capital Territory of India) BRL 108 Hotel Sheetal Regency Mathura 3 stars Deeg Gate,Mansani,Road,Near Krishana Janambhoomi, Mathura, Índia, 281001 Mathura BRL 180 Metropolis Tourist Home Delhi 3 stars 1634-35, 1St Floor, Main Bazaar, , Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 92 Hotel Moments Nova Deli 3 stars 7A/74, W.E.A, Channa Market, Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Ranking BRL 134 Sun Villa Gurgaon 3 stars 39-E, Akash Neem Marg Dlf Phase-Ii Gurgaon, Haryana (India), Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 121 Hotel Taksh Inn Delhi 3 stars 13,A/26 W.E.A Channa Market, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 88 Home @F37 Nova Deli 3 stars F-37, East Of Kailash, Nova Deli, Índia Nova Deli Excelente BRL 184 Vista Signature Hotel Gurgaon 3 stars B-109 & 110 , South City - 1 , Near Signeture Towers , Nh 8 Gurgaon, South City Phase 1,Gurgaon, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 180 At Residency Hotel Ghaziabad 3 stars D-75, Kaushambhi, Near Anand Vihar, Ghaziabad, In, Ghaziabad, Índia Ghaziabad BRL 118 Hotel City Star Nova Deli 3 stars 8718 D.B. Gupta Road Paharganj, Nova Deli, Índia Nova Deli Excepcional BRL 161 Sai Dham International Hotel Nova Deli 3 stars 3422,D.B.Gupta Road,Opp.Vijaya Bank(Hari Mandir Gali) ,New Delhi And Ncr 110055, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 82 Hotel Wingston Mathura 3 stars Delhi Masani Byepass, Link Road, Mathura, Índia Mathura BRL 131 Hotel Madonna Nova Deli 3 stars 53/7 Old Rajinder Nager, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 154 Hotel Shiva Intercontinental Nova Deli 3 stars 8478/13 Arakashan Road,Ram Nagar, Nova Deli, Índia Nova Deli Ranking BRL 82 Hotel All Iz Well Nova Deli 3 stars 4781, Main Bazaar, Six Tooti Chowk, 5 Min.Walk From New Delhi Railway Station (Near Ramakrishna Metro Station), Nova Deli, Índia Nova Deli Excelente BRL 134 Silver Leaf Alojamento com café da manhã Noida 3 stars A-66, Sector 51, Noida, Noida, Índia Noida BRL 144 Hotel Hari Piorko Nova Deli 3 stars 4775 Main Bazar, Paharganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Muito bom BRL 121 Hotel Transit Nova Deli 3 stars A-58,Nh-8, Rad No-4, Mahiplapur, Near Igi Airport, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 105 Hotel Private Affair Nova Deli 3 stars C -2, M Block Market, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 249 Hotel The Spot Nova Deli 3 stars 867-868 Gali Chandi Wali, Main Bazar, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Excelente BRL 49 Hotel Abhinandan Mathura 3 stars Goverdhan Chauraha , National Highway -, Mathura, Índia Mathura BRL 124 Shiva Oasis Resort Behror 3 stars Delhi Jaipur Highway, N.H. -8, Behror, Índia, 302001 Behror BRL 220 Hotel Pahwa International Nova Deli 3 stars 10402/3 Street No. 13, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli BRL 95 Lilywhite Hotel Nova Deli 3 stars Main Road Chhatarpur Near Nanda Hospital, Nova Deli, Índia, 110074 Nova Deli BRL 279 York Hotel Nova Deli 3 stars Block K-10, Connaught Circus, Nova Deli, Índia, 110001 Nova Deli Bom BRL 223 Hotel Metro View Nova Deli 3 stars 17A/3 W.E.A, Karol Bagh, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 154 Brijwasi Royal Hotel Mathura 3 stars Station Road, Sbi Crossing, Mathura, Índia, 281001 Mathura BRL 164 Hotel Picasso Nova Deli 3 stars E-30, Naraina Main Road, Opp. Bikanervala, Naraina, West Delhi , Delhi , Delhi,110028, Nova Deli, Índia, 110028 Nova Deli BRL 138 Rama Inn Nova Deli 3 stars 4 Arakshan Road, Nova Deli, Índia Nova Deli Ranking BRL 111 Bloomrooms @ New Delhi Railway Station 3 stars 8591 Arakashan Road, Nova Deli, Índia Nova Deli Muito bom BRL 128 Hotel Saket 27 Nova Deli 3 stars J-27, Saket, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 256 Manyaa Hotels Gurgaon 3 stars Khasra No. 500, Khandsa, Opp Sector 10A, Near Hero Honda Chowk ,New Delhi And Ncr 122001, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 128 Mayur Hotel Nova Deli 3 stars # 51, Arkashan Road, Ram Nagar, Paharganj, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 216 Hotel Southgate Nova Deli 3 stars C-18, Green Park Extension, Nova Deli, Índia Nova Deli Bom BRL 259 Hotel Staywell Dx Nova Deli 3 stars 3499-3500, Desh Bandhu Gupta Road, Pahar Ganj, Nova Deli, Índia Nova Deli Excepcional BRL 154 Blueberry Hotel Nova Deli 3 stars 8/12-13 ,Near Metro Pillar No -92 & 93, Abdul Aziz Rd, West Extension Area, Karol Bagh, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 243 Hotel Le Benz Nova Deli 3 stars 2222 Rajguru Road, Chuna Mandi, Nova Deli, Índia Nova Deli Bom BRL 151 Green Lotus Hotel Delhi 3 stars 91, Kapashera, Bijwasan Road, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli BRL 154 Hotel Surya Vilas Bharatpur 3 stars Nh 11 Fatehpur Sikri Road, Bharatpur, Índia Bharatpur BRL 161 Hotel Toronto Delhi 3 stars 10072/1 Multani Danda Paharganj, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110055 Delhi (National Capital Territory of India) BRL 134 Grand Venizia Hotel Delhi 3 stars 6, Bhama Shah Marg, , Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 256 Hotel Aura @ Airport Nova Deli 3 stars Rz-293, A Block, Mahipalpur, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli Bom BRL 138 Hotel Divine Inn Delhi 3 stars 7 B , Dr. C. V Raman Road, Opp. Gurudwara, New Friends Colony, New Delhi, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 184 Hotel Gold Regency Nova Deli 3 stars 4350, Main Bazaar, Nova Deli, Índia Nova Deli Excelente BRL 85 Hotel Ganpati Palace Mathura 3 stars Near Iocl Petrol Pump ,Bhuteshwar Road, Mathura, Índia Mathura BRL 164 Hotel Jewel Palace Delhi 3 stars 2622-24, Bank St, Block 35M, Beadonpura, Karol Bagh, New Delhi, Dl 110005, India, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 203 Hotel Pitrashish Pride Nova Deli 3 stars 98, Kapashera, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 170 Hotel Silver Arc Nova Deli 3 stars 17-A/6, Karol Bagh West Extension Area, Karol Bagh, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 161 Siddharth Plaza Hotel Delhi 3 stars B - 17, Near Unitech Cyber Park Arya Samaj Rd, Green Wood City, Sector 45 Gurgaon, Haryana, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 243 Solo Victoria Hotel Nova Deli 3 stars C-8, Greater Kailash Part 1, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 164 Hotel Orange Pie Noida 3 stars A-1, Sector-66, Noida, Índia Noida BRL 177 Hotel Millennium Faridabad 3 stars 67 Neelam Bata Road Near Fortis Hospital, Faridabad, Índia Faridabad BRL 226 The Pearl-Gurgaon Hotel Delhi 3 stars A-584 & 586, Sushant Lok Phase-I,, Gurgaon 122002, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 164 Hotel Abhay Palace Ghaziabad 3 stars Plot No. 4, Vaishali Sec-1, Near Pushpanjali Hospital, Ghaziabad, Sector 1 , Ghaziabad, Ghaziabad, Índia Ghaziabad BRL 101 Hotel Green View Palace Noida 3 stars 16A Sector 62 Noida, Near Indus Vally School ,New Delhi And Ncr 201010, Noida, Índia Noida BRL 105 Cottage Ganga Inn Nova Deli 3 stars 1532, Bazar Sangtrashan,(Behind Khanna Cinema), Near Main Bazar, Pahar Ganj, Nova Deli, Índia Nova Deli Excelente BRL 92 Eternity Hotel Nova Deli 3 stars B-40, Vishal Enclave, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 259 Hotel Golf View Suites Gurgaon 3 stars 630, Sector 43, Golf Course Road, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 151 Hotel Aashyana Alwar 3 stars Company Bagh Road, Near Nangli Circle, Alwar, Índia Alwar BRL 82 Aagami Hotel Nova Deli 3 stars 104 Babar Road, Barakhamba Avenue, Nova Deli, Índia Nova Deli Bom BRL 299 Smyle Inn Nova Deli 3 stars 916, Gali Chandi Wali, Nova Deli, Índia Nova Deli Bom BRL 65 Hotel Inn Tawang Nova Deli 3 stars 8A/32, W.E.A.,Channa Market, Nova Deli, Índia Nova Deli Ranking BRL 167 Hotel Srivinayak Nova Deli 3 stars 7418, Saran Building, Behind Hotel, Street No. 3, Ram Nagar, Nova Deli, Índia Nova Deli Bom BRL 115 Hotel Kay Nine Gurgaon 3 stars K-9/7, Dlf Phase II, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 88 Hotel Grand Plaza Paharganj 3 stars D.B.Gupta Road,Paharganj, Paharganj, Índia, 110055 Paharganj Ranking BRL 187 White Lotus Hotel Gurgaon 3 stars Dlf Phase 1, H Block 34/9, Gurgaon, Índia, 122002 Gurgaon BRL 164 Relax Suites Hotel Ghaziabad 3 stars Retailex-1A, 10Com-1A, Sector-10, Vasundhara, Ghaziabad, Índia, 201010 Ghaziabad BRL 147 Hotel Gold Inn Paharganj 3 stars 4653-54, Shora Kothi, Main Bazar, Pahar Ganj, Paharganj, Índia, 110055 Paharganj BRL 49 Aapno Ghar Resort Gurgaon 3 stars 43Rd Milestone, Main Delhi-Jaipur Expressway, Nh-8, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 124 Hotel Shelton Nova Deli 3 stars 5043, Main Bazar, Pahar Ganj, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Bom BRL 154 Hotel The League Gurgaon 3 stars Sector-14, Old Delhi Road, Opposite Officers Enclave, Gurgaon, Índia, 122002 Gurgaon BRL 72 Hotel Castle Blue Nova Deli 3 stars A-109, Road No-5, Mahipalpur Extention, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli BRL 82 Hotel City Centre Nova Deli 3 stars L-118,Street No -15, Mahipalpur, Nova Deli, Índia Nova Deli Muito bom BRL 85 Wood Castle Grand Hotel Nova Deli 3 stars Ea/190 Tagore Garden, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 374 Calista Resort Nova Deli 3 stars Old Nh-8, Kapashera, Next To Fun-N-Food Village, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 138 Hotel Sai Miracle Nova Deli 3 stars 2532, Street No. 11, Chuna Mandi, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 147 Hotel Green Palace Nova Deli 3 stars H 2A, Green Park Ext,Opp. Indian Oil Building, Nova Deli, Índia, 110016 Nova Deli BRL 177 Hotel Golf View Noida 3 stars 14/1,Opp. Botanical Garden Metro Station, Sec-37,Noida-U.P., Noida, Índia, 201303 Noida Hotel Delhi 37 Nova Deli 3 stars A-147, National Highway No. 8, Nova Deli, Índia, 110037 Nova Deli BRL 144 Treebo Four Sight Hotel Gurgaon 3 stars 2418 A 3 Old Gurgaon Delhi Road, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 118 Lotus Palace Nova Deli 3 stars E - 993, Chittaranjan Park,, Nova Deli, Índia, 110019 Nova Deli BRL 144 Lloyd House Hotel Nova Deli 3 stars 13/3 Kalkaji, Behind Bhairo Mandir, Nova Deli, Índia, 110019 Nova Deli BRL 121 Jrd Exotica Hotel Nova Deli 3 stars A 1/284 Safdarjung Enclave, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 230 Hotel Raj Villa Delhi 3 stars 1719 Laxmi Narain Street, Chuna Mandi, Pahar Ganj, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110055 Delhi (National Capital Territory of India) BRL 98 Hotel Cabana Pahar Ganj Nova Deli 3 stars 2313 Behind Imperial Cinema, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli BRL 243 Wet N Wild Hotels And Resorts Delhi 3 stars 45-Milestone, Sector 78, Naurangpur, N.H.-8, Jaipur Highway, Gurgaon (Haryana)-122001, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 437 Hotel Ashoka Continental Nova Deli 3 stars 8370 Arakashan Road, Ram Nagar, Pahar Ganj, New Delhi - 110055, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 59 Hotel Shiv Dev International Paharganj 3 stars 8518/22 Arakashan Road, Paharganj, Paharganj, Índia, 110055 Paharganj BRL 65 Hotel Rainbow Ghaziabad 3 stars Railway Road, Ghaziabad, Índia Ghaziabad BRL 509 Vijay Villa Gurgaon 3 stars C - 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Rest House, Alwar, In, Alwar, Índia Alwar BRL 197 Hotel Sun International Nova Deli 2 stars 7875 - 79, Arakashan Road, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Ranking BRL 78 Amax Inn Nova Deli 2 stars 8145/6, Arakashan Road, Pahar Ganj, Nova Deli, Índia Nova Deli Bom BRL 72 Hotel Indraprastha Nova Deli 2 stars 17A/54 W E A Karol Bagh , Near Jessa Ram Hospital, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Excelente BRL 144 Hotel Usa Paharganj 2 stars 9303 Arakashan Road Paharganj, Paharganj, Índia Paharganj BRL 111 Hotel R S International @ Paharganj Nova Deli 2 stars 24A/7880, Arakashan Road,Pahar Ganj, Near Railway Station., ,New Delhi And Ncr 110055, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 39 Malik Continental Hotel Nova Deli 2 stars Masood Pur Main Road, Opp Lig Flats, Vasant Kunj, Nova Deli, Índia Nova Deli Bom BRL 101 Maple Leaf Hotel Gurgaon 2 stars 5 Jcm Dlf Phase 2, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 118 Wood Castle Hotel Nova Deli 2 stars 8A/7G, W.E.A. 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110055, Delhi (National Capital Territory of India), Índia, 110055 Delhi (National Capital Territory of India) BRL 55 Deventure Hotel Karnāl 2 stars Namaste Chowk, G.T Road, Karnal, Karnāl, Índia, 132001 Karnāl BRL 98 Le Heritage Casa de hóspedes Nova Deli 0 stars 8A/3 Wea, Karol Bagh, Nova Deli, Índia, 110005 Nova Deli Bom BRL 78 Hotel Star Palace Nova Deli 0 stars 4590, Main Bazar, Pahar Ganj,, Nova Deli, Índia, 110055 Nova Deli Excepcional BRL 55 Interglobe - Comfort Supreme Casa de hóspedes Gurgaon 0 stars 49 Akashneem Marg , M.G Road, Opp. Sahara Mall, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 95 Cinnamon Stays Gurgaon 0 stars Md 30 , Eldeco Mansion Sohna Road, Sec 48, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 118 Apartment-18 Nova Deli 0 stars B18, Greater Kailash Enclave 1, Nova Deli, Índia Nova Deli BRL 239 Treebo Natraj Yes Please Casa de hóspedes Delhi 0 stars 1750, Chuna Mandi, Pahar Ganj 1750, Delhi (National Capital Territory of India), Índia Delhi (National Capital Territory of India) BRL 85 Ahuja Residency Golf Links Casa de hóspedes Nova Deli 0 stars 193 Golf Links , Nova Deli, Índia Nova Deli Bom BRL 407 Oyo Rooms Cyber Park Gurgaon 0 stars 94 P, Near Uniworld City,Behind Shaktipeeth Mandir, Sector 41 Part 1, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 92 Harmony Suites Nova Deli 0 stars S-258,Greater Kailash Part- 2 , Nova Deli, Índia, 110048 Nova Deli BRL 341 Hotel Star Villa Paharganj 0 stars 98-99, Krishna Gali, Pagar Ganj, Paharganj, Índia, 110055 Paharganj S.D Royal Inn Gurgaon 0 stars Plot No.774-775 Sector-39, Near Unitech Cyber Park, Gurgaon, Índia, 122002 Gurgaon BRL 82 Hotel Durga International Paharganj 0 stars 8715,D.B Gupta Road,Paharganj, Paharganj, Índia, 110055 Paharganj BRL 177 Hotel Shangri - La - Paharganj 0 stars 8694-A, Desh Bandhu Gupta Road, Near Shiela Cinema, Behind Ashwani Lodge, Paharganj, Índia Paharganj Janpath Guest House Nova Deli 0 stars 82-84, Janpath, Near Rajiv Chowk Metro Station, Nova Deli, Índia, 110001 Nova Deli BRL 118 Innfusion Gurgaon 0 stars Plot No 264, Sector 28, Gurgaon, Índia Gurgaon BRL 95 Aggarwal Guest House Gurgaon 0 stars 527B, Sector 39 Gurgaon, Gurgaon, Índia, 122001 Gurgaon BRL 101 Haveli Hauz Khas Alojamento com café da manhã Nova Deli 0 stars P5, Block P, Hauz Khas Enclave, Hauz Khas, New Delhi, Delhi 110016, India New Delhi 110016 New Delhi, Nova Deli, Índia, 110016 Nova Deli Regiões de Índia Hotéis em Uttar Pradesh Hotéis em Rajasthan Hotéis em Maharashtra Hotéis em West Bengal Hotéis em Tamil Nadu Hotéis em Kerala Hotéis em Haryana Hotéis em Orissa Hotéis em Meghalaya Hotéis em Himachal Pradesh Hotéis em Jammu & Kashmir Hotéis em Andhra Pradesh Hotéis em Goa Hotéis em Karnataka Hotéis em Delhi Hotéis em Gujarat Hotéis em Uttarakhand Hotéis em Assam Hotéis em Jharkhand Hotéis em Madhya Pradesh Hotéis em Punjab Hotéis em Sikkim Hotéis em Vypin Island Hotéis em Bihar Hotéis em Mizoram Hotéis em Manipur Hotéis em Nagaland Hotéis em Chhattisgarh Hotéis em Andaman and Nicobar Hotéis em Nanda Devi National Park Hotéis em North Goa Hotéis em Bhopal, Central Hotéis em East Jharkhand Hotéis em Hyderabad Region Hotéis em Gujarat, Central Hotéis em Coorg Hotéis em Mudumalai National Park Hotéis em South Zone Hotéis em South Andhra Pradesh Hotéis em Periyar National Park Hotéis em Mumbai Region Hotéis em North Rajasthan Hotéis em South Kerala Hotéis em Bandipur National Park Hotéis em Jammu & Kashmir Ski Hotéis em Sanjay Gandhi National Park Hotéis em Wayanad Hotéis em Gurgaon Region Hotéis em Khangchendzonga National Park Hotéis em West Bengal, East Hotéis em Orissa, Central Hotéis em Jaipur Region Hotéis em Uttaranchal Hotéis em Central Zone Hotéis em Shimla and Surroundings Hotéis em Uttaranchal, North Hotéis em North Zone Hotéis em Sariska National Park Hotéis em South Goa Hotéis em West Zone Hotéis em Uttar Pradesh, North Hotéis em Mahe, South Hotéis em Tripura, East Hotéis em Maharashtra, Central Hotéis em East Zone Hotéis em Punjab, North Hotéis em Panna National Park Hotéis em Kanha National Park Hotéis em Haryana, North Hotéis em Satpura National Park Hotéis em Jim Corbett National Park Hotéis em Leh Ladakh Hotéis em Telangana Hotéis em Pench National Park Hotéis em Assam, East Hotéis em Kaziranga National Park Hotéis em Vembanad Lake Hotéis em Udaipur District Sobre nós Atendimento ao cliente FAQ Termos & Condições Política de Privacidade Adicionar hotel Afiliados Clube de iBooked.com.br Widget do tempo Visite todos os sites de Booked: Delhi NCR hotels Hotels Nationales Hauptstadtterritorium Delhi Hôtels Région de la capitale nationale-Delhi Región de la Capital Nacional de Delhi hoteles Hotel Delhi NCR Delhi NCR hotels Delhi hoteller hotely ve městě Delhi NCR Delhi NCR ξενοδοχεία デリー首都圏ホテル 国家首都辖区酒店 델리 NCR 호텔 Отели Национальный столичный округ Дели מלונות בדלהי NCR Delhi NCR otelleri فنادق في دلهي منطقة العاصمة الوطنية Готелі Delhi NCR © 2007-2018 ibooked.com.br.



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  Nord de l'Índia - Viquipèdia, l'enciclopèdia lliure Nord de l'Índia De Viquipèdia Salta a: navegació , cerca Nord de l'Índia Localització Coordenades: falta la latitud S'han passat arguments no vàlids a la funció {{#coordinates:}} Capital Delhi Població Total 504,196 (2001) • Densitat 310,47 hab/km² Geografia Superfície 1,624 km² El Nord de l'Índia , Índia septentrional o Índia del nord ( devanagari ... /km² Geografia Superfície 1,624 km² El Nord de l'Índia , Índia septentrional o Índia del nord ... en la part septentrional de l' Índia . Contingut 1 Definicions 1.1 Definicions culturals oficials 1.2 ... Pradesh . [2] Els estats de Bihar i Jharkhand formen a més part de la Zona Cultural de l' Índia ... pakistanesa del Panjab . Sovint aquesta definició de l'Índia del Nord s'oposa a l' Índia del Sud ... Vall de les Flors . Vegeu també [ modifica ] Índia Índia del nord-est Índia occidental Índia central CACHE

Nord de l'Índia - Viquipèdia, l'enciclopèdia lliure Nord de l'Índia De Viquipèdia Salta a: navegació , cerca Nord de l'Índia Localització Coordenades: falta la latitud S'han passat arguments no vàlids a la funció {{#coordinates:}} Capital Delhi Població Total 504,196 (2001) • Densitat 310,47 hab/km² Geografia Superfície 1,624 km² El Nord de l'Índia , Índia septentrional o Índia del nord ( devanagari : उत्तर भारत , Bharat Uttar , urdú : شمالی ھندوستان , Shumālī Hindustan) és una regió situada en la part septentrional de l' Índia . Contingut 1 Definicions 1.1 Definicions culturals oficials 1.2 Definició lingüística 1.3 Definició tradicional i literària 2 Característiques 3 Vegeu també 4 Referències Definicions [ modifica ] És una regió vagament definida i el significat exacte del terme varia segons l'ús cultural, lingüistic o administratiu. Definicions culturals oficials [ modifica ] La Zona Cultural del Nord de l'Índia (North India Cultural Zone) és la zona nord estricta definida oficialment per el govern de l'Índia. Inclou els estats de Himachal Pradesh , Jammu i Caixmir and Panjab , així com el Territori de la Unió (Union Territory) de Chandigarh . [1] La Zona Cultural Septentrional-Central de l'Índia (North Central India Cultural Zone) , inclou a més dels estats del nord, Bihar , Chhattisgarh , Delhi , Haryana , Jharkhand , Madhya Pradesh , Rajasthan , Uttarakhand i Uttar Pradesh . [2] Els estats de Bihar i Jharkhand formen a més part de la Zona Cultural de l' Índia oriental , [3] i Madhya Pradesh i Chhattisgarh are formen part alhora de la de la Zona Cultural Meridional-Central de l'Índia (South Central India Cultural Zone) . [2] Definició lingüística [ modifica ] El Nord de l'Índia es defineix lingüísticament com a la zona del subcontinent indi on predominen les llengües indoàries que són, en gran mesura, mútuament intel·ligibles. Aquesta zona inclou l'anomenat cinturó hindi (Hindi Belt) i, abans de la partició de l'Índia , també l'estat de Sind i la part pakistanesa del Panjab . Sovint aquesta definició de l'Índia del Nord s'oposa a l' Índia del Sud , habitada pels pobles dràvides , amb un caràcter especial, cultures i costums diferents, i parlant llengües dravídiques i alfabets que la gent del nord generalment no pot entendre. Aquesta és actualment la definició més important i més sovint emprada a nivell popular. Definició tradicional i literària [ modifica ] Una definició tradicional del Nord de l'Índia que es troba sovint a la literatura és 'al nord de la serralada de Vindhya . Així aquestes muntanyes formaven en temps històrics una línia divisòria entre el nord i el sud de l'Índia, com per exemple durant l' Imperi Gupta sota el regnat de Samudragupta . [4] Els Vindhyas també es troben a la narrativa del Rishi Agastya com a frontera entre el nord i el sud de l'Índia. [5] El Manusmṛti també defineix la serralada de Vindhya com a límit meridional de Aryavarta (nom clàssic, i ara obsolet, de la zona nord de l'Índia). [6] Característiques [ modifica ] Les característiques dominants del Nord geogràfic de l'Índia són les planes de l' Indus i el Ganges . Al nord es troba l' Himàlaia que delimiten la regió al sud del Tibet i l' Àsia Central . El nord de l'Índia ha estat el centre històric dels regnes històrics Maurya , Gupta , Maratha i l' mogol . Compta amb una cultura molt antiga i diversa i inclou centres de pelegrinatge hindús , com Char Dham , Haridwar i Varanasi , budistes , com el temple Mahabodhi i el lloc de peregrinació musulmana d' Ajmer . També hi ha molts indrets de gran valor històric i arqueològic, com Khajuraho , Bhimbetka , Qutb Minar i el Taj Mahal . Entre els parcs naturals cal destacar el Parc Nacional de la Vall de les Flors . Vegeu també [ modifica ] Índia Índia del nord-est Índia occidental Índia central Índia oriental Índia meridional Referències [ modifica ] A Wikimedia Commons hi ha contingut multimèdia relatiu a: Nord de l'Índia ↑ « North Zone Cultural Centre ». North Zone Cultural Center, Sheesh Mahal, Patiala, Punjab. [Consulta: 16 octubre 2008]. ↑ 2,0 2,1 « North Central Zone Cultural Centre ». North Central Zone Cultural Center, Allahabad, Uttar Pradesh. [Consulta: 16 octubre 2008]. ↑ « East Zone Cultural Centre ». East Zone Cultural Center, Kolkata, West Bengal. [Consulta: 18 octubre 2008]. ↑ John Stewart Bowman, 'Columbia Chronologies of Asian History and Culture', Columbia University Press, 2000, ISBN 0-231-11004-9 , Snippet: ... Samudragupta is notable for the king's tireless military campaigning and expansion of empire. He conquers the entire Aryavarta ... His expeditions into south India are unsuccessful. the Vindhya hills form the southern boundary of empire ... . ↑ Varadaraja V. Raman , 'Glimpses of Indian Heritage', Popular Prakasan, 1989. ↑ Kallidaikurichi Aiyah Nilakanta Sastri. A history of South India from prehistoric times to the fall of Vijayanagar . Oxford University Press, 1976. « ... The Vindhya range was the recognized southern limit of the Aryan land. Manu states distinctly that the country between the Himalayas and the Vindhyas and between the eastern and western oceans comprised Aryavarta, the abode of the Aryas ... » Obtingut de « https://ca.wikipedia.org/w/index.php?title=Nord_de_l%27Índia&oldid=19127565 » Categoria : Geografia de l'Índia Categories ocultes : Pàgines amb etiquetes de coordenades amb format incorrecte Pàgines que usen enllaços màgics d'ISBN Articles amb infotaules sense dades en local Pàgines amb enllaç commonscat des de Wikidata Menú de navegació Eines personals Sense sessió iniciada Discussió per aquest IP Contribucions Crea un compte Inicia la sessió Espais de noms Pàgina Discussió Variants Vistes Mostra Modifica Mostra l’historial Més Cerca Navegació Portada Article a l'atzar Articles de qualitat Comunitat Portal viquipedista Canvis recents La taverna Contacte Xat Donatius Ajuda Eines Què hi enllaça Canvis relacionats Pàgines especials Enllaç permanent Informació de la pàgina Element a Wikidata Citau aquest article Imprimeix/exporta Crear un llibre Baixa com a PDF Versió per a impressora En altres projectes Commons En altres idiomes العربية Azərbaycanca भोजपुरी বাংলা Нохчийн Zazaki English Esperanto فارسی हिन्दी Hrvatski Bahasa Indonesia 日本語 ಕನ್ನಡ 한국어 മലയാളം मराठी नेपाली Português Русский Scots Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Српски / srpski தமிழ் తెలుగు Українська اردو Tiếng Việt მარგალური 中文 Modifica els enllaços La pàgina va ser modificada per darrera vegada el 4 nov 2017 a les 23:36. 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  Jawaharlal Nehru – Wikipédia, a enciclopédia livre Jawaharlal Nehru Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde junho de 2012) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: ... Índia Período 15 de agosto de 1947 a 27 de maio de 1964 Sucessor(a) Gulzarilal Nanda Dados pessoais ... da Índia, desde 1947 até 1964. Líder da ala socialista no congresso nacional indiano durante e após o esforço da Índia para a independência do império britânico , tornou-se no primeiro-ministro da Índia na independência, de 15 de agosto de 1947 até sua morte. Figura líder do movimento de ... -ministro da Índia independente, e reeleito quando Partido do Congresso ganhou a primeira eleição CACHE

Jawaharlal Nehru – Wikipédia, a enciclopédia livre Jawaharlal Nehru Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde junho de 2012) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Jawaharlal Nehru Jawaharlal Nehru Primeiro Ministro da Índia Período 15 de agosto de 1947 a 27 de maio de 1964 Sucessor(a) Gulzarilal Nanda Dados pessoais Nascimento 14 de novembro de 1889 Allahabad , Uttar Pradesh Morte 27 de maio de 1964 (74 anos) Nova Délhi Primeira-dama Nakama Nehru Partido Congresso Nacional Indiano Profissão barrister Jawaharlal Nehru (em hindi : जवाहरलाल नेहरू , Javāharlāl Nehrū) ( Allahabad , 14 de novembro de 1889 — Nova Délhi , 27 de maio de 1964 [ 1 ] ), também conhecido como Pandit ( professor ) Nehru ou Pandita Nehru , foi um estadista indiano , que foi o primeiro (e até hoje o de mandato mais longo) primeiro-ministro da Índia, desde 1947 até 1964. Líder da ala socialista no congresso nacional indiano durante e após o esforço da Índia para a independência do império britânico , tornou-se no primeiro-ministro da Índia na independência, de 15 de agosto de 1947 até sua morte. Figura líder do movimento de independência indiano , Nehru foi eleito pelo Partido do Congresso para assumir o posto inaugural de primeiro-ministro da Índia independente, e reeleito quando Partido do Congresso ganhou a primeira eleição geral da Índia em 1952. Como um dos fundadores do Movimento Não-Alinhado , foi também uma figura importante na política internacional do pós-guerra . Filho de um rico advogado e político indiano, Motilal Nehru , Nehru tornou-se um líder da ala esquerdista do Congresso Nacional Indiano , quando ainda bastante jovem. Ascendendo até tornar-se presidente do Congresso , sob a orientação de Mahatma Gandhi , Nehru foi um líder carismático e radical, defendendo a independência completa em relação ao Império Britânico. Na longa luta pela independência da Índia, em que foi uma peça chave, Nehru foi finalmente reconhecido como herdeiro político de Gandhi. Ao longo de sua vida, Nehru foi também um defensor do socialismo fabiano e do setor público como o meio pelo qual os desafios de longa data do desenvolvimento econômico poderiam ser abordados pelas nações mais pobres. Índice 1 Vida 2 Papel no movimento de independência indiano 3 Sucessor de Gandhi 4 Política económica de Nehru 5 Referências 6 Ligações externas Vida [ editar | editar código-fonte ] Nehru foi educado na Grã-Bretanha, na escola independente para rapazes Harrow School e no Trinity College , em Cambridge . Nehru teve a singular honra de levantar a bandeira da Índia independente em Nova Deli em 15 de agosto de 1947, no dia em que a Índia ganhou a independência. A valorização de Nehru das virtudes da democracia parlamentar, o secularismo e liberalismo, juntamente com as suas preocupações com os pobres e desfavorecidos, são reconhecidos como o que o guiou na formulação de políticas que influenciam a Índia até o presente. Também refletem as origens socialistas da sua visão de mundo. Sua longa permanência foi fundamental na modelagem das tradições e das estruturas da Índia independente. Ele é muitas vezes referido como o 'Arquiteto da Índia Moderna'. [ carece de fontes ? ] Sua filha, Indira Gandhi , e seu neto, Rajiv Gandhi , também exerceram o cargo de primeiros-ministros da Índia. Gita Sahgal - uma escritora e jornalista que aborda questões do feminismo, fundamentalismo e racismo, diretora de premiados documentários e ativista de direitos humanos - é sua sobrinha-neta. Filho de Motilal Nehru , um destacado dirigente do Congresso, Jawaharlal regressou à Índia após formar-se na Universidade de Cambridge para exercer a advocacia antes de ser introduzido na política por seu pai, chegando a ser o braço-direito de Mohandas Gandhi e alcançando a presidência do Congresso pela primeira vez em 1929 . Preso 32 meses depois dos eventos de 1942, Nehru formou o primeiro governo hindu em julho de 1946 , com a oposição da Liga Muçulmana que aspirava a criar um estado separado (o Paquistão ), em 1947 . Como primeiro-ministro, Nehru inaugurou uma política exterior de não-alinhamento , convertendo-se no fundador e dirigente desse movimento. No entanto, ao mesmo tempo também fez reivindicações territoriais que colocavam a Índia na posição de um império agressor e não de uma nação pacífica. Reivindicou a Caxemira apesar da oposição do Paquistão, o que desatou a primeira guerra entre os dois países (1947-49). Também anexou Hyderabad em setembro de 1948 e retomou para a Índia o território de Goa , há séculos ocupado por Portugal, em dezembro de 1961 . Esta atitude foi considerada pelo governo português como invasão, e a imagem de pacifista que Nehru tinha criado ao longo dos anos ficou arranhada. Em Portugal , ele passou a ser visto pela extrema direita colonialista como pouco mais que um hipócrita. Ainda assim, apesar das escaramuças com o Paquistão e a China (decorrente da crise da invasão do Tibete ), Nehru tentou manter uma política de boa vizinhança com os países limítrofes. Papel no movimento de independência indiano [ editar | editar código-fonte ] Jawaharlal Nehru retornou à Índia em 1912 e iniciou a prática jurídica. Casou-se com Kamala Kaul através de um casamento arranjado por seus pais em 1916. Jawaharlal Nehru ingressou no All India Home Rule League ( Liga em prol do Autogoverno da Índia Unida ) em 1917. Sua real iniciação na política veio dois anos depois, quando entrou em contato com Mahatma Gandhi, em 1919. Naquela época, Mahatma Gandhi tinha lançado uma campanha contra o Rowlatt Act . Nehru foi imediatamente atraído para o compromisso de Gandhi para uma ativa mas pacífica desobediência civil. Jawaharlal Nehru foi eleito presidente da Câmara Municipal de Allahabad em 1924 e serviu durante dois anos como executivo chefe da cidade. De 1926 a 1928, Jawaharlal serviu como Secretário-Geral do Comitê do Congresso das Províncias Unidas. Em 1928-29, a sessão anual do Congresso sob a presidência de Motilal Nehru foi realizada. Durante essa sessão, Jawaharlal Nehru e Subhas Chandra Bose apoiaram um chamamento para a independência política completa, enquanto Motilal Nehru e outros queriam o status de domínio dentro do império britânico. Para resolver a questão, Gandhi propôs que os britânicos concedessem em dois anos o status de domínio à Índia, caso contrário o Congresso lançaria uma luta nacional pela independência política plena. Nehru e Bose reduziram aquele prazo para um ano. Os britânicos não responderam. Em dezembro de 1929, a sessão anual do Congresso foi realizada em Lahore, e Jawaharlal Nehru foi eleito como presidente do Partido do Congresso. Durante a sessão, uma resolução exigindo a independência da Índia e foi aprovada em 26 de janeiro de 1930, em Lahore, tendo Jawaharlal Nehru agitado uma bandeira da Índia livre. E Gandhi fez o convite para o movimento de desobediência civil em 1930. O movimento finalmente forçou o governo britânico a reconhecer a necessidade de grandes reformas políticas e acabou por ser um grande sucesso. Quando os britânicos promulgaram o Ato do Governo da Índia de 1935 , o Partido do Congresso decidiu concorrer às eleições. Nehru ficou de fora das eleições, mas dirigiu uma forte campanha eleitoral de âmbito nacional para o partido. O Congresso formou governos em quase todas as províncias, e ganhou o maior número de cadeiras na Assembleia Central. Nehru foi eleito para a presidência do Congresso em 1936, 1937 e 1946, e chegou a ocupar uma posição no movimento nacionalista atrás apenas de Gandhi. Foi preso em 1942 durante o Movimento Índia Livre . Solto em 1945, assumiu um papel de liderança nas negociações que culminaram no surgimento dos domínios da Índia e do Paquistão em agosto de 1947, resultando na Partição da Índia . Sucessor de Gandhi [ editar | editar código-fonte ] Em 15 de janeiro de 1941 Gandhi disse: 'Alguns dizem que Pandit Nehru e eu estávamos afastados. Vai ser necessário muito mais do que diferenças de opinião para nos afastarmos. Tivemos diferenças a partir do momento que nos tornamos colegas de trabalho e já tendo dito há alguns anos eu volto a dizer agora que não Rajaji ( Chakravarthi Rajagopalachari ), mas Nehru será o meu sucessor.' [ 2 ] Política económica de Nehru [ editar | editar código-fonte ] Nehru admirava os planos quinquenais soviéticos e tentou aplicá-los à Índia. Queria unir o melhor do capitalismo ao melhor do socialismo , criando um Socialismo democrático , embora incapaz de tirar seu país das últimas posições entre os países em desenvolvimento. [ carece de fontes ? ] Sua única filha, Indira Gandhi , tornou-se primeira-ministra após a morte de Lal Bahadur Shastri , em janeiro de 1966 . Referências ↑ Marlay, Ross. Clark D. Neher (1999). Patriots and Tyrants: Ten Asian Leaders . [S.l.]: Rowman & Littlefield. 368 páginas A referência emprega parâmetros obsoletos |coauthors= ( ajuda ) ↑ Chandra, Bipan. Penguin Books, ed. India's Struggle for Independence . 1989 . [S.l.: s.n.] ISBN 978-0670821518 Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema: Citações no Wikiquote Categoria no Commons Commons Wikiquote Universidade Jawaharlal Nehru 'Nehru: Um Episódio da sua Vida' do goês Augusto do Rosário Rodrigues, de 1970 Reminiscências sobre Nehru do intelectual goês Telo de Mascarenhas, de 1975 'Salvé Nehru' da poeta goesa Maria Juliana Cordeiro e Monteiro, de 1961 'A Imortal Chama Nehru' do poeta goês Manoharrai Sardessai, traduzido do concanim por Correia-Afonso, de 1965 v • e Primeiros-ministros da Índia (1947–2018) Jawaharlal Nehru • Gulzarilal Nanda • Lal Bahadur Shastri • Gulzarilal Nanda • Indira Gandhi • Morarji Desai • Choudhary Charan Singh • Indira Gandhi • Rajiv Gandhi • Vishwanath Pratap Singh • Chandra Shekhar • P. V. 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Os países insulares do Oceano Índico — Sri Lanka e Maldivas — estão localizados bem próximo da Índia. Lar da Civilização do Vale do Indo , de rotas comerciais históricas e de vastos impérios, o subcontinente indiano é identificado por sua riqueza comercial e cultural de grande parte da sua longa história. Quatro grandes religiões — hinduísmo , budismo , jainismo e sikhismo — originaram-se no país, enquanto o zoroastrismo , o judaísmo , o cristianismo e o islamismo chegaram no primeiro milênio d.C. e moldaram a diversidade cultural da região. Anexada gradualmente pela Companhia Britânica das Índias Orientais no início do século XVIII e colonizada pelo Império Britânico a partir de meados do século XIX , a Índia tornou-se uma nação independente em 1947, após uma luta social pela independência que foi marcada pela extensão da resistência não violenta . A Índia é uma república composta por 28 estados e sete territórios da união , com um sistema de democracia parlamentar . O país é a sétima maior economia do mundo em Produto Interno Bruto (PIB) nominal , bem como a terceira maior do mundo em PIB medido em Paridade de Poder de Compra . As reformas econômicas feitas desde 1991 transformaram o país em uma das economias de mais rápido crescimento do mundo. no entanto, a Índia ainda sofre com altos níveis de pobreza , analfabetismo , doenças e desnutrição . Uma sociedade pluralista , multilíngue e multiétnica , a Índia também é o lar de uma grande diversidade de animais selvagens e de habitats protegidos. Ler mais ... Mostrar novas seleções editar Artigos selecionados Taj Mahal (em hindi ताज महल , persa تاج محل ) é um mausoléu situado em Agra , na Índia , e o mais conhecido dos monumentos do país. Encontra-se classificado pela UNESCO como Património da Humanidade . Foi recentemente anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em uma celebração em Lisboa no dia 7 de Julho de 2007 . A obra foi construída entre 1630 e 1652 , com a força de cerca de 22 mil homens trazidos de várias cidades do Oriente , para trabalhar no sumptuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam , a quem chamava de Mumtaz Mahal ('A Jóia do Palácio'). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo , junto ao rio Yamuna . Todos os pormenores do edifício mostram a sua natureza romântica e o conjunto promove uma estética esplêndida. Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão . É incrustado com pedras semipreciosas , tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro . O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes . Leia o artigo completo ... Mais artigos... editar Sabia que? ... que de novembro a abril de cada ano Jammu é a capital de Jammu e Caxemira , o estado mais setentrional da Índia, e que durante o verão Srinagar é a capital? ... que de acordo com uma estimativa quase 95% das flautas da Índia são fabricadas na cidade de Pilibhit ? ... que as casas na aldeia indiana Shani Shingnapur não têm portas? ... que a indústria cinematográfica indiana está entre as maiores do mundo? ... que Cherrapunji , uma vila indiana, é o lugar mais chuvoso do mundo? ... que Pescoço de Galinha é uma estreita faixa de terra de 24 km de largura ligando a Índia aos seus estados do nordeste ? ... que Karnataka Khadi Gramodyoga Samyukta Sangha , na cidade de Hubli , é a única unidade na Índia autorizada a fabricar e fornecer a bandeira nacional ? ... que o Palácio de Bangalore na Índia, que foi construído para se assemelhar ao Castelo de Windsor na Inglaterra , já recebeu shows de música de bandas como Aerosmith , The Rolling Stones e Deep Purple ? ... que a Basílica de Nossa Senhora da Boa Saúde é um dos locais religiosos mais frequentados na Índia, atraindo quase 2 milhões de peregrinos por ano? ... que a Índia estabeleceu sua representação diplomática na Nigéria em 1958, dois anos antes da independência nigeriana do domínio britânico ? ... que as relações entre a Índia e as Maldivas se tornaram mais fortes depois que a Índia respondeu ao pedido de ajuda das Maldivas e frustrou uma conspiração militante para derrubar o governo em 1988? ... que o xadrez foi originado na Índia durante o Império Gupta ? editar Predefinições Séries {{ Índia }} {{ Política da Índia }} {{ Presidentes da Índia }} {{ PMs da Índia }} {{ Cultura da Índia }} Esboços {{ esboço-Índia }} {{ Esboço-históriaíndia }} Ligações {{ Portal-Índia }} Outros {{ IND }} : Índia {{ INDf }} : Índia {{ INDn }} : indiano(a) editar Como colaborar Agradecemos o seu interesse por ampliar e melhorar os artigos relacionados com a Índia na Wikipédia ! 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Cautília nasceu no seio da casta brâmane (a mais alta classe da sociedade hindu ), e recebeu sua educação em Taxasila (atual Taxila , Afeganistão ). É conhecido por dominar conhecimentos de medicina e astrologia , e acredita-se que fosse familiar com elementos da aprendizagem persa e grega introduzida na Índia pelos zoroastristas . A ele é atribuída a autoria de um tratado clássico de político, o Artaxastra ('a ciência do ganho material'), uma compilação de quase tudo que havia sido escrito até o momento na Índia a respeito do artha (propriedade, economia ou sucesso material). Leia o artigo completo ... Mais biografias... editar Categorias ▼ Índia ► !Artigos por importância sobre Índia ► !Artigos por qualidade sobre Índia ► !Esboços sobre a Índia ► !Portais sobre a Índia ► !Predefinições sobre a Índia ► Listas da Índia ► Ciência e tecnologia na Índia ► Cultura da Índia ► Economia da Índia ► Educação na Índia ► Geografia da Índia ► História da Índia ► Política da Índia ► Sociedade da Índia editar Mapa Mapas da partição do subcontinente indiano em 1947. editar Tópicos Índia Bandeira • Brasão • Hino • Cinema • Culinária • Cultura • Demografia • Economia • Forças Armadas • Geografia • História • Portal • Política • Religiões • Subdivisões • Imagens editar Portais relacionados Países Paquistão China Bangladesh Nepal Butão Myanmar Caxemira editar Wikimedia Índia no Wikinotícias Índia no Wikiquote Índia no Wikilivros Índia no Wikisource Índia no Wikcionário Índia na Wikiversidade Índia no Wikivoyage Índia no Commons Notícias Citações Livros didáticos e manuais Biblioteca Definições Recursos de aprendizado Guias de viagem Imagens e mídia v • e Portais sobre Geografia África África do Sul | Angola | Argélia | Benim | Botswana | Burkina Faso | Burundi | Cabo Verde | Camarões | Chade | Comores | Costa do Marfim | Djibouti | Egito | Eritreia | Etiópia | Gabão | Gana | Guiné | Guiné-Bissau | Guiné Equatorial | Gâmbia | Lesoto | Libéria | Líbia | Madagáscar | Malawi | Mali | Mauritânia | Maurícia | Moçambique | Namíbia | Níger | Nigéria | Quénia | República Centro-Africana | República do Congo | República Democrática do Congo | Ruanda | São Tomé e Príncipe | Senegal | Serra Leoa | Seychelles | Somália | Suazilândia | Sudão | Sudão do Sul | Tanzânia | Togo | Tunísia | Uganda | Zâmbia | Zimbabwe América Regiões : América Central | América do Norte | América do Sul | Mercosul Países : Antígua e Barbuda | Argentina | Bahamas | Barbados | Belize | Bermudas | Bolívia | Brasil | Canadá | Chile | Colômbia | Costa Rica | Cuba | Dominica | El Salvador | Equador | Estados Unidos da América | Granada | Guatemala | Guiana | Haiti | Honduras | Jamaica | México | Nicarágua | Panamá | Paraguai | Peru | Porto Rico | República Dominicana | Santa Lúcia | São Cristóvão e Nevis | São Vicente e Granadinas | Suriname | Trinidad e Tobago | Turks e Caicos | Uruguai | Venezuela Ásia Abecásia | Afeganistão | Arábia Saudita | Arménia | Azerbaijão | Bahrein | Bangladesh | Brunei | Butão | Camboja | Cazaquistão | China | Chipre | Coreia do Sul | Coreia do Norte | Egito | Emirados Árabes Unidos | Filipinas | Geórgia | Iémen | Índia | Indonésia | Iraque | Irão | Israel | Japão | Jordânia | Kuwait | Laos | Líbano | Maldivas | Malásia | Myanmar | Mongólia | Nepal | Omã | Ossétia do Sul | Paquistão | Qatar | Quirguistão | República da China | Rússia | Singapura | Síria | Sri Lanka | Tadjiquistão | Tailândia | Timor-Leste | Turquemenistão | Turquia | Uzbequistão | Vietname Europa Abecásia | Albânia | Alemanha | Andorra | Arménia | Áustria | Azerbaijão | Bélgica | Bielorrússia | Bulgária | Bósnia e Herzegovina | Cazaquistão | Chipre | Croácia | Dinamarca | Escócia | Eslováquia | Eslovénia | Espanha | Estónia | Finlândia | França | Geórgia | Grécia | Hungria | Irlanda | Islândia | Itália | Kosovo | Letónia | Liechtenstein | Lituânia | Luxemburgo | Malta | Moldávia | Mónaco | Montenegro | Noruega | Ossétia do Sul | Países Baixos | Polónia | Portugal | Reino Unido | República Checa | República da Macedónia | Roménia | Rússia | San Marino | Suécia | Suíça | Sérvia | Turquia | Ucrânia | Vaticano Oceania Austrália | Estados Federados da Micronésia | Fiji | Guam | Ilhas Marshall | Ilhas Salomão | Kiribati | Nauru | Niue | Nova Zelândia | Palau | Papua-Nova Guiné | Samoa | Tonga | Tuvalu | Vanuatu | Wallis e Futuna Lusófonos Angola | Brasil | Cabo Verde | Guiné-Bissau | Macau | Moçambique | Portugal | São Tomé e Príncipe | Timor-Leste O que são Portais ? 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Diário Sem Roteiros 17 agosto 2017 Global Índia Produtos Indianos e Do Oriente - Compre Roupas Indianas Online Global Índia Produtos Indianos e Do Oriente - Compre Roupas Indianas Online Por: Caroline Moreira Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar com o Pinterest Tags: global india , global índia , Índia , roupa indiana , roupas indianas comprar 12 agosto 2017 Roupas Indianas Plus size. Introduzindo a moda indiana à beleza Plus size. Global Índia traz a Moda Indiana com a beleza Plus Size Global India Produtos Indianos e do Oriente, é uma loja virtual especializada em produtos importados da Índia e do Oriente. COMPRE AQUI ! Mais informações » Por: Caroline Moreira Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar com o Pinterest Tags: global india , global índia , Índia , roupas indianas 16 julho 2017 Índia - VISITAR OS TEMPLOS HINDUS O que fazer na Índia: VISITAR OS TEMPLOS HINDUS Os templos hindus estão em toda a parte da Índia , são coloridos e possuem uma energia incrível, incensos e aromas se misturam e a fé do povo indiano pode ser observada e contemplada. Se você não acredita que a fé move montanhas e que qualquer sacrifício é válido pela religião, você precisa ir a um templo hindu na Índia, assi m você poderá comprovar que a fé e a esperança estão presentes no olhar de cada pessoa em seu ambiente sagrado. As imagens dos deuses estão por toda a parte, é dado como oferenda doce e flores, normalmente um colar de flores de jasmim é oferecido no altar. Há sempre homens santos que fazem as cerimonias religiosas, normalmente trajando branco ou laranja, são simples e dispostos a orientar os fiéis. Mais informações » Por: Caroline Moreira Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar com o Pinterest Tags: a magia da ÍNDIA , blog viagem índia , deuses hindus , viagem , viagens 30 junho 2017 Roupas Indianas, Bijuterias indianas, trajes indianos.. Brasileira morando na Índia. Memórias Índia: Trajes, Joias e Maquiagens Antes de embarcar na minha aventura indiana , eu estava ansiosa ao extremo para usar aquelas roupas indianas sensacionais, aquelas bijuterias em excesso e me maquiar o dia inteiro. Na primeira semana eu me deparava completamente louca para comprar os trajes indianos , e então comecei a reparar nas meninas na rua: as mais novas usam a kurti (túnica colorida) com um a legging (colorida também) e uma echarpe (conhecida como dupatta). já as mais velhas trajavam o sári indiano (o traje feminino mais conhecido no país). As meninas que também eram estrangeiras na sua maioria usavam a kurti com uma legging, então estava decidido, eu usaria o mesmo! Assim conseguiria me mesclar e não ser tão visível como turista nas ruas. Quanto as jóias e bijuterias indianas é exatamente aquilo que vemos: muitas pulseiras coloridas, colares grandes, brincos formato de sino e tornozeleiras, porém algo me deixou bem triste: elas não usam o acessório de cabeça no dia-a-dia, eu me imaginava saindo nas ruas usando os acessórios de cabeça com pedras, porém isso não aconteceu. Elas só usam esse adereço em festas e casamentos, inclusive era até difícil de achar o mesmo para compra, e segundo os indianos se eu usasse o acessório nas ruas não ficaria bem, visto que era feito apenas para festas. Mas a minha grande decepção foi em relação às maquiagens , eu idealizava as indianas bem maquiadas com olhos escuros e batom forte que nem na novela da globo “Caminho das Índias”, porém elas NÃO USAM MAQUIAGEM ! Isso mesmo, para nosso choque não se encontra nenhuma indiana maquiada nas ruas: nem batom, nem kajal, nem sombra colorida... Porém há um bindi redondo vermelho na testa das indianas casadas, iluminando suas faces. Mais informações » Por: Caroline Moreira Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar com o Pinterest Tags: blog viagem índia , brasileira morando na Índia , viagem , viagens 28 junho 2017 Viagem para Índia, uma brasileira morando fora do país. Memórias Índia: A chegada Decidir morar 1 ano na Índia não foi uma tarefa fácil, muito pelo contrário, meus pais ficaram de coração partido, porém não podemos reprimir nossos desejos por muito tempo, então, a coragem veio do fundo do meu peito e SIM! Eu irei à Índia! Mais informações » Por: Caroline Moreira Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar com o Pinterest Tags: blog viagem índia , brasileira morando na Índia , viagem , viagem a india , viagens 22 junho 2017 Bem Vindo à Global Índia A Global ÍNDIA A GLOBAL INDIA , loja virtual especializada em Produtos Indianos e do oriente. Todas as nossas peças são produzidas na ÍNDIA. Vendemos apenas peças ORIGINAIS INDIANAS, muitas são EXCLUSIVAS. Nosso objetivo é trazer um pouco da magia da Índia para o Brasill através de nossas coleções. A criadora da marca Caroline Moreira morou na Índia por anos e após pesquisa e vivência com as tradições indianas, se sentiu extremamente motivada a trazer um pouco das cores e alegrias desse país tão incrível que ela teve oportunidade de desfrutar para o Brasil através da marca Global Índia Produtos indianos e do oriente, e aos poucos, após viagens pelo Oriente, a essência étnica foi tomando conta da marca e então, aos poucos, a Global Índia se expandiu tentando sempre trazer os mistérios e os encantos dos países mais tradicionais do mundo. 'Meu dever é trazer um pouco da magia da Índia para as pessoas.' Namastê: O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você! Deixe a magia da Índia te contagiar! (21) 9 8600-3395 ( whats app). globalindiabr@yahoo.com.br www.globalindia.com.br Por: Caroline Moreira Enviar por e-mail BlogThis! 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Meu objetivo é trazer um pouco da magia da Índia para vocês! Aqui você encontra histórias e estórias sobre viagens, fatos, amores e mais! É claro que nesse cantinho tem muito sobre roupas, países exóticos e sobre minha marca que amo tanto! Global Índia Translate Visitas Cadastre aqui! Caroline Moreira Visualizar meu perfil completo Tecnologia do Blogger . HOME COLUNAS VIAGENS GLOBAL ÍNDIA CONTATO © Carol Sem Roteiros - 2014. Todos os direitos reservados. Criado por: Leonardo Nery e Caroline Moreira . Tecnologia do Blogger .



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Nova Deli, Índia DmitryRukhlenko 4098 x 3073 Túmulo de humayuns na Índia sumners 4050 x 2700 Porta de India saiko3p 2467 x 2237 Indian sadhu (holy man) OlegDoroshenko 3888 x 2592 Templo de lótus, Nova Deli imagedb_seller 5120 x 3413 Porta de India em Nova Deli paulcowell 4936 x 3385 Nova Deli yellowcrest 3852 x 2568 Vista aérea de Nova Deli, Índia, Ásia rechitansorin 2600 x 1733 Jama masjid em delhi Mesquita jacek_kadaj 7360 x 4910 Red Fort (Lal Qila). Delhi, na Índia DmitryRukhlenko 4856 x 4323 Túmulo de Humayun. Nova Deli, Índia DmitryRukhlenko 5612 x 4963 Muitos riquixás no estacionamento Miragik 2700 x 1793 Encantador de serpente na Índia kalinovsky 5050 x 3370 Incrível Índia. cidade de Jaipur, rosa Maugli 5616 x 4048 Porta de India saiko3p 3000 x 2000 Forte vermelho, Deli szefei 4288 x 2848 Casa do Presidente de Nova Deli nstanev 5000 x 3333 Tráfego nas ruas da Índia byvikas 1834 x 2759 Rezando para o jama masjid mesquita, velha delhi, Índia masterlu 2848 x 4272 Minarete em Deli paulprescott 2814 x 4221 Humayun tumb - Índia perig76 2939 x 1958 Transporte em Nova Deli kamchatka 3372 x 2173 Forte vermelho na Índia byheaven 5000 x 3396 Templo de Lakshmi narayan, Nova Deli ARTEKI 2267 x 1700 Qutb minar - Deli - Índia Steve_Allen 3413 x 5120 Templo de lótus ao pôr do sol, Nova Deli DonyaNedomam 3888 x 2592 Túmulo de Humayuns. Nova Deli, Índia Alinaprotsak2 3792 x 2460 Loja indiana saiko3p 4200 x 2898 Pulseiras indianas coloridas Qpicimages 5616 x 3744 Deli de cima zeber2010 3504 x 2336 Túmulo vertical panorama do Humayan, delhi india NigelSpiers 4025 x 3584 Observatório Jantar Mantar, Delhi yellowcrest 3244 x 2256 Mesquita de JAMA masjid johnnydevil 4288 x 2848 Mercado de Chandni chowk em Nova Deli, Índia NigelSpiers 1952 x 2536 Visão aérea do centro da Velha Deli, Índia rcaucino 3000 x 2250 Closeup de especiarias no mercado da venda kirs-ua 3702 x 2478 Tráfego na frente do forte vermelho, Deli, Índia paulprescott 2272 x 3216 Ver os na rajpath boulevard ao portão da Índia Hackman 2347 x 2327 Comida de rua Indiana em delhi, Índia manubahuguna 3072 x 2304 Metrô de Deli joyfull 4256 x 2832 Haveli, mansão em Pushkar, no Rajastão, Índia OlegDoroshenko 5472 x 3648 Bar numa rua imagedb_seller 5120 x 3427 Menino pobre de retrato na Índia OlegDoroshenko 3488 x 3488 Cozinha de Mughlai manubahuguna 4096 x 2731 Pobres crianças na rua paulprescott 3456 x 2304 Intervalo do trabalhador indiano paulprescott 4368 x 2912 Mulher costura várias peças de roupas em agra para Diego piccaya 2912 x 4368 Médico consultar uma nota médica de patrient na Índia piccaya 4368 x 2912 Estátua de Buda saiko3p 2215 x 3323 Templo erótico em khajuraho, Índia OlegDoroshenko 3888 x 2592 Gatore ki chhatriyan, jaipur, rajasthan, Índia OlegDoroshenko 2430 x 3646 Guarda no portão da Índia ozphotoguy 3456 x 5184 Varanasi, Índia OlegDoroshenko 3888 x 2592 Homem Singh palácio dentro Amber Fort Palace, Jaipur, Índia giuliaisabella 3765 x 2500 Pai orgulhoso posa com seus filhos no bazar Hackman 3521 x 5082 Homem sem-teto dorme na calçada perto do rio Ganges em Haridwar, Índia OlegDoroshenko 3888 x 2592 Encantador de serpentes está tocando flauta para a cobra em jaipur, Índia OlegDoroshenko 2592 x 3888 Homem sem-teto dorme na calçada perto do rio Ganges em Haridwar, Índia OlegDoroshenko 3623 x 2416 Mercado de comida tradicional na Índia Curioso_Travel_Photography 3744 x 5616 Símbolo de Rúpia com notas de banco fabioberti.it 4500 x 4500 Governo construindo, o rashtrapati bhavan imagedb_seller 5127 x 3406 Sumos frescos são grandes alternativas para água potável contaminada na Índia Curioso_Travel_Photography 3744 x 5616 Mãe, pai e criança pequena andando de scooter por meio ocupado Oi Hackman 4052 x 3099 Mulher de quarta classe em roupas coloridas limpa amb Hackman 2498 x 3523 India Jaipur - 02 de março: Não identificada pobre garota indiana cozinha c Kalcutta 6144 x 4096 Jaipur, Índia - 02 de março: Indiana pobre garota não identific Kalcutta 6144 x 4096 Pushkar camel mela. 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Madhya pradesh, Índia OlegDoroshenko 3828 x 2552 Homem pobre indiano aluha123 5616 x 3744 Monges Tibetian aluha123 4695 x 3130 Homem do riquixá repousa sobre sua rikshaw em delhi, Índia vlad_k 3800 x 2544 Polícia nepalesa durante uma operação na demolição de bairros residenciais dimaberkut 4200 x 2800 Detalhes arquitetônicos indianos stocktributor 2429 x 3643 Classe de escola visita o túmulo de Humayun em Nova Deli Hackman 5616 x 3744 Arcos dentro da Mesquita com três cúpulas nos jardins de lodhi é dito que a Mesquita de sexta-feira por congregações de sexta-feira Curioso_Travel_Photography 5179 x 3453 Arcos dentro da Mesquita com três cúpulas nos jardins de lodhi é dito que a Mesquita de sexta-feira por congregações de sexta-feira Curioso_Travel_Photography 5315 x 3543 Cozinha de Mughlai manubahuguna 2731 x 4096 Cozinha de Mughlai manubahuguna 2731 x 4096 Cozinha de Mughlai manubahuguna 2731 x 4096 Homem vende bananas no velho mercado vegetal em Deli Hackman 5616 x 3744 Crianças de escola indígenas de uniforme ir de excursão catreen 4602 x 3048 Festival Holi NataliaD 3313 x 2209 Próxima página 1 Deli Fotografias de Stock e Imagens Royalty Free Precisão Categoria Contribuinte Excluir Palavras-chave Orientação Todas as Orientações Horizontal Vertical Quadrada Editorial Apenas Editoriais Excluir editorial Pessoas Tamanho da Imagem Cor Depositphotos Sobre Nós Nossos Planos e Preços Solução para empresas Perguntas Freqüentes Programa de Parcerias Programa de Afiliados Programa API Carreiras Imagens mais recentes Imagens gratuitas Torne-se um Colaborador Venda fotos de banco de imagens Disponível na Disponível na Vender fotos de celular Língua do Site English Deutsch Français Español Русский Italiano Português Polski Nederlands 日本語 Česky Svenska 中文 Türkçe Español (Mexico) Ελληνικά 한국어 Português (Brasil) Magyar Українська Informação Legal Todos os Documentos Depositphotos' Rating: 4.8 estrelas baseadas em 782270 feedbacks Privacidade Certificada Contato +55-614-042-1191 Chat ao vivo Contato Dê Feedback Siga-nos Facebook Twitter Google Plus © 2009-2017. 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  Querala – Wikipédia, a enciclopédia livre Querala Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Querala — estado — Distritos 14 Cidade mais importante Thiruvananthapuram Fundação 1 de novembro de 1956 Capital Thiruvananthapuram 8° 28′ N, 76° 57′ E Administração - Governador Sheila Dikshit - Ministro-chefe Oommen Chandy - Poder legislativo Unicameral (141 assentos) Área - ... IN-KL Sítio www .kerala .gov .in Querala ou Kerala é um dos 28 estados da Índia , situado no extremo ... Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre os estados e demais territórios da Índia, calculado em ... dos maiores PIB per capita [ 6 ] da Índia. Em 2010, todos os indicadores sociais — saúde , educação ... subíndices [ 7 ] . O estado também tem a melhor segurança pública da Índia, o que se reflete no fato do ... por ter as cidades 'mais limpas' da Índia, além de ter sido considerado, em 2011, pela Transparência CACHE

Querala – Wikipédia, a enciclopédia livre Querala Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Querala — estado — Distritos 14 Cidade mais importante Thiruvananthapuram Fundação 1 de novembro de 1956 Capital Thiruvananthapuram 8° 28′ N, 76° 57′ E Administração - Governador Sheila Dikshit - Ministro-chefe Oommen Chandy - Poder legislativo Unicameral (141 assentos) Área - Total 38,863 km² População ( 2011 ) - Total 33,387,677 [ 1 ] - Língua(s) Malaiala Cód. ISO 3166-2 IN-KL Sítio www .kerala .gov .in Querala ou Kerala é um dos 28 estados da Índia , situado no extremo sudoeste do país. A sua capital e mais populosa cidade, Thiruvananthapuram , está localizada no extremo sul do seu território. Com uma área de 38.863 km² e uma população de cerca de 33.387.677 habitantes (segundo dados de 2011), figura como o 21° estado mais extenso e o 12° mais populoso estado indiano , abrigando cerca de 2,7% da população do país. Banhado pelo Mar da Arábia , faz fronteira com os também estados de Karnataka a norte, e de Tamil Nadu a leste, além de abrigar Mahé , um exclave costeiro do território de Puducherry . O estado de Querala se destaca por ter o mais alto nível de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre os estados e demais territórios da Índia, calculado em 2011 em 0.790 [ 2 ] (equivalente ao IDH do Uruguai ), considerado pela Organização das Nações Unidas como 'elevado' em nível mundial e 'muito elevado' se comparado à média nacional, que não ultrapassa 0.460, um dos mais baixos do mundo [ 3 ] . Essa superioridade social desfrutada por Querala se justifica pelo fato do estado ter a mais alta expectativa de vida , a população mais alfabetizada (em termos de porcentagem) [ 4 ] , a menor taxa de mortalidade infantil [ 5 ] , a melhor saúde pública e um dos maiores PIB per capita [ 6 ] da Índia. Em 2010, todos os indicadores sociais — saúde , educação , renda e etc. — de Querala estavam consideravelmente à frente da média indiana em todos os subíndices [ 7 ] . O estado também tem a melhor segurança pública da Índia, o que se reflete no fato do estado ter a menor taxa de homicídios para cada 100 mil habitantes do país [ 8 ] . Tal ímpar desenvolvimento socioecônomico apresentado por Querala na atualidade se deve quase em sua totalidade ao programa de desenvolvimento social implantado pelo governo ao longo das últimas décadas, baseado em contínuos investimentos em educação , em projetos de subsistência de saúde , erradicação da pobreza, planejamento demográfico e de renda domiciliar . O estado de Querala também se destaca em ambito nacional por ter as cidades 'mais limpas' da Índia, além de ter sido considerado, em 2011, pela Transparência Internacional como o estado 'menos corrupto da Índia', um dos países mais corruptos do mundo. Índice 1 Etimologia 2 História 3 Clima 4 Distritos 5 Demografia 6 Saúde 7 Cultura 8 Língua 9 Referências (algumas em inglês) Etimologia [ editar | editar código-fonte ] A etimologia de Kerala é assunto de conjetura. Segundo a teoria mais aceita, Kerala é um portmanteau malaiala imperfeito que une kera (coqueiro) e alam ('terra' ou 'lugar') [ 9 ] . Outra teoria diz que o nome originou da frase chera alam ('Terra dos Cheras') [ 10 ] . Os nativos de Querala, conhecidos como Keraleses ou Malaialis , referem-se, então, à sua terra como Keralam . Uma inscrição de Asoka em pedra mencionando 'Queralaputra' é a menção mais antiga de Querala que ainda sobrevive [ 11 ] . Querala foi mencionada no épico sânscrito Aitareya Aranyaka . História [ editar | editar código-fonte ] Muniyaras , dolmens erguidos por homens tribais neolíticos, em Marayoor . Não se tem certeza sobre se a região foi habitada durante o Neolítico . Entretanto, há evidência da emergência de cerâmica pré-histórica e monumentos de sepultamento na forma de tumbas megalíticas do século X a.C.. eles lembram os monumentos na Europa Ocidental e outras partes da Ásia. Acredita-se que eram produzidos por faladores de uma língua proto-tâmil [ 12 ] . Querala e Tamil Nadu já compartilharam uma língua, etnia e cultura em comum. essa área em comum era conhecida como Tamilakam . De acordo com uma lenda, Querala foi um reino controlado por Asuras , sob o jugo de Mahabali . Onam , o festival estadual de Querala, é dedicado à memória de Maveli. Outra lenda conta que Parashurama , um avatar de Mahavishnu , lançou o seu machado de batalha ao mar. dessas águas, Querala emergiu [ 13 ] . Os antigos Cheras , cuja língua nativa era o tâmil , governaram Querala da sua capital em Vanchi . Esse reino esteve em constante guerra com os vizinhos Cholas e Pandyas . Uma identidade Keralita, distinta dos tâmeis e associada com o segundo império Chera, tornou-se linguisticamente separada sob a dinastia Kulasekhara (c. 800-1102). Por volta do começo do século XIV, Ravi Varma Kulasekhara de Venad estabeleceu uma breve supremacia no sul da Índia. Após a sua morte, Querala tornou-se uma conglomeração de chefaturas rivais, entre as quais as mais importantes eram Calicute ao norte e Venad ao sul. Concepção de um artista da chegada de Vasco da Gama a Calicute, hoje Kozhikode , em 1498. A dependência comercial dos reis Cheras significava que os mercadores da Ásia Ocidental e Europa Meridional podiam estabelecer postos litorâneos e colônias em Querala [ 14 ] [ 15 ] . Os imigrantes judeus, cristãos e muçulmanos estabeleceram as comunidades Nasrani Mappila e Mappila muçulmana [ 16 ] . Os judeus chegaram em Querala em 573 a.C. [ 17 ] [ 18 ] . As obras de estudiosos e escrituras cristãs afirmam que São Tomé visitou Muziris , em Querala, em 52 d.C., para converter as colônias judaicas [ 19 ] [ 20 ] . Entretanto, a primeira migração verificável de famílias judaicas a Querala é a chegada de Knai Thoma em 345 [ 21 ] . Mercadores muçulmanos ( Malik ibn Dinar ) se estabeleceram em Querala por volta do século VIII e introduziram o Islã. Após a chegada de Vasco da Gama , em 1498, os portugueses obtiveram controle do lucrativo comércio de especiarias , subjugando as comunidades keralitas e o seu comércio. [ 22 ] [ 23 ] Conflitos entre Kozhikode (Calicute) e Cochim ofereceram uma oportunidade aos holandeses de expulsar os portugueses. Porém, os holandeses foram expulsos por Marthanda Varma , da Família Real Travancore , na Batalha de Colachel , em 1741. Em 1766, Hyder Ali , governante do Reino de Mysore , invadiu o norte de Querala, tomando Kozhikode no processo. No século XVIII tardio, Tippu Sultan , filho de Ali e sucessor, lançou campanhas contra a crescente Companhia Britânica das Índias Orientais . esses fatores resultaram em duas das quatro Guerras Anglo-Mysore. Finalmente, ele cedeu os distritos de Malabar e South Kanara à Companhia, nos anos 1790. A Companhia então forjou alianças com Kochi (1791) e Travancore (1795). Malabar e South Kanara tornaram-se parte da Presidência de Madras [ 24 ] . Houve, em Querala, relativamente pouca oposição contra a Índia britânica . No entanto, ocorreram várias rebeliões, incluindo a revolta Punnapra-Vayalar [ 25 ] , e líderes como Velayudan Thampi Dalava , Kunjali Marakkar e Pazhassi Raja ganharam os seus lugares no folclore. Por outro lado, líderes como Vaikunda Swami [ 26 ] , Sree Narayana Guru e Chattampi Swamikal protestaram contra a existência de 'intocáveis', no sistema de castas. foi notável o Vaikom Satyagraham , de 1924. Em 1926, Chitra Thirunal Bala Rama Varma de Travancore ordenou a abertura dos templos hindus para todas as castas. logo, a mesma coisa foi feita em Cochim e Malabar . A Rebelião Moplah , de 1921, envolveu muçulmanos Mappila se revoltando contra os hindus e a Índia britânica [ 27 ] . Após a Índia ter ganho a independência em 1947, Travancore e Cochim foram fundidas para formar Travancore-Cochim , em 1 de julho de 1949. Em 1 de janeiro de 1950, Travancore-Cochim foi reconhecido como um estado. A Presidência de Madras foi organizada para formar o Estado de Madras , vários anos antes, em 1947. Finalmente, o Ato de Reorganização dos Estados do Governo Indiano em 1956 inaugurou o estado de Querala, incorporando o distrito de Malabar, Travancore-Cochim (excluindo quatro taluks do sul, que foram fundidos com Tamil Nadu) e o taluk de Kasargod , South Kanara [ 28 ] . Uma nova assembleia legislativa também foi criada, na qual houve eleições pela primeira vez em 1957. Estas resultaram em um governo comunista definido por votação e liderado por E.M.S. Namboodiripad . [ 28 ] [ 29 ] Reformas sociais subsequentes favoreceram trabalhadores e pessoas sem casa própria. [ 30 ] [ 31 ] Como resultado, o padrão de vida, a educação e a expectativa de vida melhoraram drasticamente. Clima [ editar | editar código-fonte ] Com 120-140 dias chuvosos por ano, Querala tem um clima tropical úmido, influenciado pelas fortes chuvas da monção de verão sul-oeste [ 32 ] . No leste de Querala, prevalecem um clima tropical úmido mais seco e um clima seco. A pluviosidade de Querala é de 1307 mm anuais. Algumas das terras baixas mais secas de Querala têm em média somente 1250 mm. as montanhas do leste do distrito de Idukki recebem mais de 5000 mm de precipitação orográfica, a maior no estado. Distritos [ editar | editar código-fonte ] Distritos de Querala. O estado de Querala está dividido em 14 distritos: Thiruvananthapuram Kollam Pathanamthitta Alappuzha Kottayam Idukki Ernakulam Thrissur Palakkad Malappuram Kozhikode Wayanad Cananor (Kannur) Kasaragod Demografia [ editar | editar código-fonte ] Os 31,8 milhões [ 33 ] da população de Querala é predominantemente de etnia malaiali , enquanto o resto possui elementos judeus e árabes na cultura e na linhagem. Querala também é lar de 321.000 adivasis tribais indígenas (1,1% da população), que estão mais concentrados nos distritos orientais [ 34 ] [ 35 ] . O malaiala é a língua oficial de Querala. o tâmil e várias línguas adivasis também são faladas por minorias étnicas. Querala é lar de 3,44% da população indiana. com 819 hab/km², a sua densidade populacional é aproximadamente três vezes a do resto da Índia, que tem densidade populacional de 325 hab/km² [ 36 ] Kerala's rate of population growth is India's lowest, [ 37 ] and Kerala's decadal growth (9.42% in 2001) is less than half the all-India average of 21.34%. [ 38 ] . Se a população de Querala mais do que duplicou entre 1951 e 1991, adicionando 15,6 milhões de habitantes para alcançar 29,1 milhões em 1991, a população era de menos de 32 milhões em 2001. As regiões litorâneas de Querala são as mais densamente habitadas, deixando as colinas orientais e as montanhas comparativamente escassamente habitadas [ 39 ] . As mulheres compõem 51,42% da população [ 40 ] . As religiões principais de Querala são o Hinduísmo (56,2%), o Islã (24,7%) e o Cristianismo (19%) [ 41 ] . Resquícios de uma substancial população judaica também pratica o Judaísmo. Em comparação ao resto da Índia, Querala experiencia um sectarismo relativamente baixo [ 42 ] . A sociedade de Querala é menos patriarcal que no resto do Terceiro Mundo [ 43 ] [ 44 ] . As relações de gênero estão entre as mais igualitárias na Índia e no Terceiro Mundo [ 45 ] , apesar das discrepâncias entre homens e mulheres de castas baixas [ 46 ] . Certas comunidades hindus com os Nairs , alguns Ezhavas e os muçulmanos que rodeiam Kannurcostumavam seguir um sistema tradicional matrilinear conhecido como marumakkathayam , apesar de essa prática ter terminado nos anos que seguiram a independência indiana. Outros muçulmanos, cristãos, e algumas castas hindus como os Namboothiris e os Ezhavas seguem o makkathayam , um sistema patrilinear [ 47 ] . Graças ao antigo sistema matrilinear, as mulheres em Querala desfrutam de um alto status social [ 11 ] . Os índices de desenvolvimento humano de Querala-eliminação da pobreza, educação e saúde-estão entre os melhores na Índia. Segundo o censo nacional de 2005-2006, Querala tem uma das mais altas taxas de alfabetização (89,9%) entre os estados indianos [ 48 ] e a expectativa de vida (73 anos) estava entre as mais altas na Índia em 2001 [ 49 ] . A taxa de pobreza rural de Querala caiu de 69% (1970-1971) a 19% (1993-1994). a taxa geral (urbana e rural) caiu de 36% entre os anos 70 e os anos 80 [ 50 ] . Por volta de 1999-2000, as taxas de pobreza rural e urbana caíram a 10% e 9,6%, respectivamente [ 51 ] . Essas mudanças vêm principalmente de esforços iniciados no século XIX pelos reinos de Cochim e Travancore para auxiliar o progresso do bem-estar social [ 52 ] [ 53 ] . Esse foco foi mantido pelo governo de Querala pós-independência. Saúde [ editar | editar código-fonte ] O sistema de saúde de Querala ganhou reconhecimento internacional. a UNICEF e a Organização Mundial da Saúde designaram Querala como o primeiro 'estado favorável a bebês' da Índia. Por exemplo, mas de 95% dos partos keraleses são feitos em hospitais [ 54 ] . Além do ayurveda (formas popular e da elite) [ 55 ] , siddha e unani , muitos modos endêmicos de medicina tradicional , incluindo kalari , marmachikitsa [ 56 ] e vishvavaidyam são praticados. Esses modos de medicina são propagados por meio do discipulado gurukula [ 57 ] , abrangem uma fusão de tratamentos médicos e sobrenaturais [ 58 ] , e são responsáveis por grande parte do turismo médico . Uma população envelhecendo estavelmente (11,2% dos keraleses estão acima dos 60 anos) e uma baixa taxa de natalidade [ 43 ] (18 por 1000) [ 54 ] fazem de Querala uma das poucas regiões do Terceiro Mundo a ter passado pela ' transição demográfica ' característica de nações desenvolvidas como o Canadá, o Japão e a Noruega (entre os outros locais destacam-se a Região Sul do Brasil e a província de Antofagasta , no Chile ) [ 59 ] . Em 1991, a taxa de fertilidade (filhos nascidos por cada mulher) total de Querala era a mais baixa da Índia. Os hindus tinham uma TFT de 1,66, os cristãos 1,78 e os muçulmanos 2,97 [ 60 ] . A razão entre homens e mulheres de Querala (1,058) é significativamente maior que a do resto da Índia [ 61 ] . O mesmo se aplica à taxa de mortalidade infantil (estimada em 12 [ 54 ] [ 62 ] a 14 [ 63 ] mortes por 1000 nascimentos). Contudo, a taxa de mortes por doença de Querala é maior que em qualquer estado indiano-118 (rural) e 88 (urbano) por 1000 pessoas. No resto da Índia, é de 55 e 54 por 1000, respectivamente [ 63 ] . Cultura [ editar | editar código-fonte ] A corrida anual de barcos Vallam Kali é realizada durante as celebrações de Onam no rio Pamba , em Aranmula , próximo a Pathanamthitta . A cultura de Querala deriva de uma região maior conhecida como Tamilakam e do litoral sul de Karnataka . Depois, a cultura de Querala foi elaborada durante séculos de contato com culturas vizinhas e culturas no além mar [ 64 ] . Artes cênicas nativas incluem koodiyattom (tradição de teatro sânscrito de 2000 anos atrás, reconhecida oficialmente pela UNESCO como uma Obras-prima do Património Oral e Imaterial da Humanidade [ 65 ] ), kathakali -de katha ('estória') e kali ('representação teatral')- e Kerala natanam , koothu (comédia), nohiniaattam ('dança da feiticeira'), thullal , padayani e theyyam . Outras formas de arte são mais religiosas ou tribais por natureza. Essas incluem chavittu nadakom e oppana (originalmente de Malabar), que combina dança, bater de palmas rítmico e vocalizações ishal . A música de Querala também tem raízes antigas. A música de Karnataka domina a música tradicional keralesa. Isso foi o resultado da popularização por parte de Swathi Thirunal Rama Varma do gênero no século XIX [ 66 ] [ 67 ] . Músicas de Raga conhecidas como sopanam acompanham as representações de kathakali . Melam (incluindo as variantes paandi e panchali ) é um estilo de música mais percussivo. é realizado em festivais centrados em Kshetram utilizando o chenda . Os conjuntos de Melam são formados por até 150 músicos, e as apresentações podem durar até quatro horas. Panchavadyam é uma forma diferente de conjunto de percussão, em que até 100 artistas usam cinco tipos de instrumentos de percussão. Querala tem vários estilos de música popular e tribal. A música popular de Querala é dominada pela música filmi do cinema indiano. As artes visuais de Querala vão dos murais tradicionais às obras de Raja Ravi Varma , o pintor mais renomado do estado. Querala tem o seu próprio calendário malaiala , que é utilizado para planejar atividades agriculturais e religiosas. A cozinha de Querala inclui tipicamente um sadhya em folhas verdes de bananeira. Pratos como idli , payasam , pulisherry , puttucuddla , puzhukku , rasam e sambar são típicos. Os keraleses - ambos homens e mulheres - utilizam vestes não pespontados. Esses incluem o mundu , um pedaço pendurado de roupa amarrado na cintura dos homens. As mulheres vestem tipicamente o sari , um pedaço de roupa longo e elaboradamente enrolado, utilizável em vários estilos. Os elefantes são uma parte integral da vida diária de Querala. Esses elefantes indianos são amados e reverenciados, e a eles é dada uma posição de prestígio na cultura do estado. Os keraleses geralmente referem-se aos elefantes como 'filhos do Sahyadri ' . O elefante é o animal oficial do estado de Querala é aparece no emblema do Governo de Querala. Língua [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Língua malaiala A língua predominante em Querala é o malaiala, cuja maioria de faladores vive em Querala. A literatura malaiala é antiga em origem, e inclui autores como os poetas Niranam do século XIV (Madhava Panikkar, Sankara Panikkar e Rama Panikkar), e o poeta do século XVII Thunchaththu Ezhuthachan , cuja obra marca o nascimento de ambas a língua malaiala moderna e a poesia indígena keralesa. O 'triunvirato de poetas' ( Kavithrayam ) - Kumaran Asan , Vallathol Narayana Menon e Ullor S. Parameswara Iyer - é reconhecido por transformar a poesia keralesa dos sofismas arcaicos e da metafísica para um modo mais lírico . Na segunda metade do século XX, ganhadores do prêmio Jnanpith como G. Sankara Kurup , S. K. Pottekkatt , Thakazhi Sivasankara Pillai e M. T. Vasudevan Nair fizeram contribuições valiosas para a literatura malaiala. Posteriormente, escritores keraleses como O. V. Vijayan , Kamaladas , M. Mukundan e o vencedor do prêmio Booker Prize Arundhati Roy , cuja obra semi-autobiográfica de grande aceitação [ 68 ] O Deus das Pequenas Coisas se passa na cidade de Ayemenem, Kottayam , ganharam reconhecimento internacional [ 69 ] [ 70 ] . Referências (algumas em inglês) [ editar | editar código-fonte ] Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês , cujo título é « Kerala », especificamente desta versão . Viagem e turismo em Querala ↑ http://www.censusindia.gov.in/ ↑ http://www.pratirodh.com/pdf/human_development_report2011.pdf ↑ http://indiabudget.nic.in/es2011-12/echap-13.pdf ↑ http://www.censusindia.gov.in/2011-prov-results/paper2/data_files/kerala/9-litercy-26-30.pdf ↑ http://krpcds.org/publication/downloads/57.pdf ↑ http://pib.nic.in/archieve/others/2012/nov/d2012112201.pdf ↑ http://www.pratirodh.com/pdf/human_development_report2011.pdf ↑ http://ncrb.nic.in/CD-CII2011/cii-2011/Table%203.1.pdf ↑ Dobbie A (2006). India: The Elephant's Blessing . 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