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Brasil Acesso à informação menu icon Participe Serviços Legislação Canais Ir para o conteúdo 1 Ir para o menu 2 Ir para a busca 3 Ir para o rodapé 4 Acessibilidade Alto Contraste Mapa do Site CNPq Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações Youtube SoundClound Twitter RSS Perguntas frequentes Central de Atendimento Serviços E-mail do Pesquisador Área de imprensa Você está aqui: CNPq / MENU Assuntos Institucional Apresentação Organograma Competências Base Jurídica Regimento Interno PO-951 Lei nº 1.310 Decreto nº 8.866 Conselho Deliberativo Agenda de autoridades Presidência Diretoria - DCOI Diretoria - DEHS Diretoria - DABS Diretoria - DGTI Diretoria Executiva Comitês de Assessoramento Membros dos Comitês Critérios de Julgamento Renovação de CAs Normas do CA Calendário Comissão de Integridade Apresentação Composição Diretrizes Documentos da CIAC Quem é quem Propriedade Intelectual SESPI Restrição de Acesso à Informação Normas Comissão de Ética Pública Apresentação Informes Normas Gerais Normas Específicas Ofícios Documentos da CEP Gestão de Documentos História A Criação Questão Nuclear Anos 50 Anos 60 Anos 70 Anos 80 Anos 90 Servidores Estatísticas e Indicadores Apresentação Bolsas e auxilios Séries Históricas Demanda e atendimento Indicadores de Pesquisa Titulação de Bolsistas Grupos de Pesquisa - Censos Contatos Bolsas e Auxílios Apresentação Bolsas Modalidades Cartão Bolsista no Exterior Auxílio deslocamento Bolsistas Egressos (Exterior) Auxílios Apresentação Cartão Pesquisa Chamadas Abertas Encerradas Resultados Calendário regular Tabelas de valores Bolsas No país No exterior Fomento Tecnológico Diárias para auxílios Calendários Bolsas no país Bolsas no exterior Auxílios Prestação de contas Bolsas e Auxílios Vigentes Bolsas Projetos de Pesquisa Eventos Científicos Pesquisador Visitante Periódicos Científicos Mapa de Investimentos Programas Apresentação ALI Apresentação Histórico Chamadas Públicas Publicações CBAB Apresentação RHAE Apresentação Arquivos Serviços Mulher e Ciência Apresentação Ações Histórico Eventos Pioneiras da Ciência do Brasil - 5ª Edição Estatísticas Publicações Vídeos Projetos Pioneiras da Ciência Jovens Pesquisadoras Contatos PELD Apresentação Histórico Sítios PELD Chamadas Públicas Parcerias Eventos Publicações Estatísticas Galeria de Imagens ILTER Repositório de dados PELD Selo PELD Contato PROANTAR Apresentação PPBIO Apresentação Ciência sem Fronteiras Cooperação Internacional Apresentação Bolsas Organismos Convênios Bilaterais CIAM CERN Ciências do Mar CPLP PROSUL CYTED Mata Atlântica PROÁFRICA IBAS Programa MCT-Mz SISBIOTA Apresentação REFLORA Apresentação Rede PRÓ CENTRO-OESTE Apresentação Programas Institucionais de Iniciação C&T Apresentação Ensino Superior PIBIC PIBIC nas Ações Afirmativas PIBITI PICME Ensino Fundamental / Médio PIBIC Ensino Médio PIC-OBMEP IC-Jr/FAPs Formulários e Orientações Para o Gestor Institucional Para o Comitê Externo e Institucional Para o Coordenador Para o Estudante Reunião Anual 2014 Reunião Anual 2015 Painel ICT PROTAX Apresentação BIONORTE Apresentação Arquipélago e Ilhas Oceânicas Apresentação Importações para Pesquisa Apresentação CNPq Expresso TIP Credenciamento Pessoa Física Pessoa Jurídica AEX (Expedição Científica) Isenção de Autorização Como solicitar Requisitos Emissão do Visto Formulários e Documentos Autorizações Prévias Análise da Proposta Alteração de Projetos Vigentes Relatórios Técnicos Legislação In English (summary) Contato REBIOTERIO Apresentação Tutorial Prêmios Apresentação Menção Especial de Agradecimento Regulamento Agraciados Pesquisador Emérito Regulamento Agraciados Fotos Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero Prêmio MERCOSUL de Ciência e Tecnologia Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica Prêmio Fotografia-Ciência & Arte Prêmio Almirante Álvaro Alberto Prêmio Jovem Cientista Prêmio José Reis Popularização da Ciência Por que popularizar? Fazendo Divulgação Científica Apresentação Entrevistas Links Interessantes Prêmios Pioneiras da ciência Museus e Centros de Ciência Apresentação Centro-Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Olimpíadas científicas Feiras e Mostras de Ciência Apresentação Feiras Nacionais Feiras Estaduais Feiras Municipais Itinerantes Semana Nacional de CT&I Relatórios de pesquisa Memória do CNPq Bibliografia Dirigentes Programa Editorial Apresentação Ciências Agrárias Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Exatas e da Terra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Linguística, Letras e Artes Engenharias Multidisciplinar Outras Calendário Contato Destaque Iniciação científica Pesquisador emérito Pesquisador sênior Mídia Imagens da Ciência Vídeos Publicações Pesquisa e Notícia Comunicação Imprensa Cadastro de jornalistas Fale com a Coordenação Publicações Impressos Identidade visual Marca CNPq Manual de aplicação Área de imprensa Parcerias Apresentação Instituições Nacionais Internacionais CORI Investimentos em CT&I Serviços Ferramentas Ouvidoria Apresentação Histórico Publicações e Documentos Legislação Fale com a ouvidoria Central de Atendimento Emissão de Contra-cheques Declaração de Rendimentos Assinador Digital Consultar Autenticidade de Documentos Autenticador Digital Gerador GRU Sua Senha Esqueceu sua senha? 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Pensando nisso, o pesquisador da Embrapa e bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Abelmon da Silva Gesteira , estudou alterações epigenéticas de dois porta-enxertos - tangerineira 'Sunki Maravilha' e o limoeiro 'Cravo' em combinação com laranjeira 'Valencia' - que foram induzidas por sucessivos déficits hídricos, ou seja, a irrigação foi cortada. Epigenética é um termo usado na biologia para se referir a características de organismos unicelulares e multicelulares, como as modificações de cromatina e DNA que são estáveis ao longo de diversas divisões celulares mas que não envolvem mudanças na sequência de DNA do organismo. Gesteira explica que após sucessivos ciclos de déficit hídricos, a combinação laranjeira 'Valencia'/'Sunki Maravilha' apresentou características de aclimatação que permitem uma maior tolerância ao déficit hídrico, o que, por sua vez, pode facilitar a sobrevivência da planta. Além de trazer informações relevantes da interação copa/porta-enxerto a sucessivos ciclos de déficit hídrico, o estudo traz o primeiro conjunto de dados que demonstra que alterações epigenéticas induz uma melhor tolerância à seca a esta cultura. 'As informações obtidas poderão ser utilizadas para o desenvolvimento de uma técnica de manejo com aplicação direta na cadeia citrícola', afirma. O pesquisador da Embrapa informa ainda que o cultivo dos citros no Brasil se dá predominantemente sem irrigação e por isso é desejável que se usem combinações copa/porta-enxerto que mostrem, entre outras características de interesse agronômico, a tolerância à seca, devido à ocorrência de déficits hídricos temporários em várias regiões citrícolas. 'As plantas cítricas apresentam uma série de adaptações morfológicas e fisiológicas à deficiência hídrica, entre as quais se citam a conformação de copa e a morfologia foliar', esclarece. Estes atributos, segundo Gesteira, são influenciados pela combinação copa/porta-enxerto, sendo que a tolerância à seca é também uma das características para seleção e melhoramento de porta-enxertos, existindo grande variação desta resposta, determinada especialmente pela condutividade hidráulica do sistema radicular. Intitulado 'Estudos de alterações epigenéticas induzidas pelo déficit hídrico em citros', Gesteira destaca que a proposta é inovadora e sem relatos na literatura, além de apresentar potencial para o desenvolvimento de uma técnica de manejo com aplicação direta na cadeia citrícola. 'Vale ressaltar que, caso seja comprovado que plantas cítricas submetidas a déficits hídricos sucessivos apresentam adaptações que resultam em uma maior tolerância à seca, as plantas matrizes, doadoras das borbulhas para enxertia, poderão ser submetidas a déficits hídricos prévios, visando aumentar o nível de tolerância ao estresse em questão', finaliza. A pesquisa foi publicada no periódico Scientic Reports 7, doi:10.1038/s41598-017-14161-x com o título 'Recurrent water deficit causes epigenetic and hormonal changes in citrus plants'. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Mais pesquisa do dia Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Resultados e impactos Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. IF Goiano/Divulgação Ter, 20 Fev 2018 09:42:00 -0300 Pesquisa apoiada pelo CNPq gera primeira tese resultante da verticalização dos institutos federais O Instituto Federal Goiano (IF Goiano) concedeu, em 2017, o título de doutor ao primeiro estudante da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica a concluir, em uma mesma instituição, os ensinos técnico, graduação, mestrado e doutorado. A trajetória contou com apoio do CNPq Coordenação de Comunicação Social do CNPq Ter, 20 Fev 2018 09:42:00 -0300 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet O Instituto Federal Goiano (IF Goiano) concedeu, em 2017, o título de doutor ao primeiro estudante da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica a concluir, em uma mesma instituição, os ensinos técnico, graduação, mestrado e doutorado. Quando criados, os Institutos Federais de Educação Profissional, Científica e Tecnológica tinham como um dos fundamentos a verticalização do ensino, promovendo a atuação dos docentes nos mais diversos níveis, do curso técnico ao doutorado. No ano passado, pela primeira vez, um estudante cumpriu esse ritual, com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás A pesquisa desenvolvida pelo estudante Nelmício Furtado da Silva e intitulada ¿ Otimização de fontes e doses de nitrogênio ( 15 n) na cana-de-açúcar irrigada no cerrado ¿ contou com aporte financeiro do CNPq via Chamada MCTI/CNPQ/Universal 14/2014 - Faixa C - até R$ 120.000,00, sob a coordenação do Prof. Dr. Marconi Batista Teixeira, bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Nelmício (sexta da esquerda para a direita) e grupo docente do Instituto Federal Goiano A pesquisa promoveu a integração entre o setor público (IF Goiano, CNPq, CENA/USP, CAPES e FAPEG) e o setor privado (Usina Raízen ¿ Unidade Jataí ¿ GO). Ao final do experimento, foi realizada reunião com a equipe técnica da Usina Raízen, pesquisadores envolvidos no projeto e a diretoria de forma a demonstrar os resultados obtidos em campo. O estudo empregou a técnica da diluição isotópica, com uso do isótopo estável 15 N, tanto na forma de ureia como de nitrato de amônio, o que permitiu determinar com maior precisão o aproveitamento do N nas distintas doses das fontes fertilizante mineral pela cana-de-açúcar, bem como a dose que proporciona maior viabilidade sob os aspectos técnicos e econômicos. A equipe Técnica da Usina demonstrou interesse pelos resultados apresentados, que poderão nortear tomadas de decisão sobre doses e fontes a aplicar em lavouras da Usina, com uma expectativa de economia na compra desse insumos da ordem de R$ 3 milhões para a próxima safra. Os resultados da pesquisa também contribuíram com a transferência destas informações aos fornecedores terceirizados (produtores) de cana-de-açúcar para a Usina. Os resultados estão sendo divulgados e publicados em Anais Eventos Científicos e Periódicos Nacionais e Internacionais. Nas condições experimentais do estudo, a aplicação de 120 kg ha -1 de N, tanto na forma de nitrato de amônio como de ureia, associada à irrigação proporcionou maior viabilidade econômica e financeira no cultivo da cana-de-açúcar irrigada na Região Sudoeste Goiás. Considerando-se os dados de produtividade de colmos de cana-de-açúcar, independentemente das variedades estudadas, a prática da irrigação associada ao incremento da dose de N proporcionou aumento de rendimento de colmos e de ponteiros, que foi muito superior à média nacional (aproximadamente 74 t ha -1 de colmos). Ao mesmo tempo, houve também influência na qualidade tecnológica (industrial) da cana-de-açúcar. A fonte nitrato de amônio contribuiu com maior parte da QNppf (quantidade nitrogênio proveniente do fertilizante) no colmo em comparação com a ureia, diferentemente do que ocorreu no ponteiro, onde a fonte ureia contribuiu para uma maior quantidade de N. O aproveitamento do N residual do fertilizante aplicado à cana-planta pela primeira soqueira subsequente foi, em média, menor do que 5% da quantidade aplicada inicialmente à cana-planta, o que demonstra que a maior parte do N residual do fertilizante, possivelmente, interagiu com o N orgânico do solo, além de a ocorrência de possíveis perdas no sistema solo-planta. Isto sugere que, com a adoção destas práticas de manejo, as recomendações de doses de nitrogênio, sobretudo para cultivos irrigados, precisam ser aprimoradas, em especial, para a região de Cerrado, cujos solos são de baixa fertilidade natural e abrange a principal fronteira para a expansão de cultivo da cana-de-açúcar. Além disso, o estudo possibilitou a integração e formação de recursos humanos de alunos de iniciação científica, graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado e contribuiu com as expectativas do setor privado, que busca parcerias com o setor público as respostas para atuar de forma competitiva, visando a crescente demanda e o compromisso de gerar energia de forma sustentável. Ou seja, a pesquisa desenvolvida com fomento do CNPq conseguiu atender a demanda da parceria público-privada, estimulando o setor privado a também dar sua contrapartida, que no caso específico dessa pesquisa contou com área concedida pela Usina, sistema de irrigação do tipo pivô central, maquinários para plantio e colheita, e um supervisor de área que acompanhou toda a execução do projeto. Também permitiu a qualificação de recursos humanos por meio da verticalização e geração de conhecimento. Nelmício Furtado da Silva, que é rio-verdense (GO), iniciou seus estudos no Campus Rio Verde, em 2008, quando ingressou no curso Técnico em Agropecuária. No mesmo ano, deu início ao bacharelado em Agronomia, formando-se em 2013. Durante o curso superior, foi bolsista PIBIC/CNPq durante dois anos, e fez estágios em outras instituições de ensino, como a Universidade de São Paulo (USP). Finalizando seus estudos na graduação, ingressou no curso de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias - Agronomia. Em 2014, após a defesa de sua dissertação, iniciou seu doutorado no mesmo programa com bolsa da CAPES e aporte financeiro do CNPq para desenvolver sua pesquisa. Com o doutorado concluído, o recém-doutor já foi absorvido pelo setor privado, sendo contratado para atuar na área de pesquisa na empresa Tecno Nutrição Vegetal e Biotecnologia Ltda, que atua na área de nutrição de plantas na região centro-oeste do Brasil, para trabalhar como pesquisador. Além disso, foi convidado a fazer parte do quadro de professores da Faculdade Objetivo, para ministrar aulas na área de irrigação e Drenagem e desenvolver projetos de iniciação científica. A verticalização do ensino permitiu ao estudante acesso à educação de qualidade em sua própria região e absorção pelo mercado de trabalho de forma a contribuir para o desenvolvimento regional. O reitor do Instituto, Vicente Pereira de Almeida, que participou da defesa da tese, reforça que o caso de Nelmício consolida também a interiorização da pós-graduação no Estado de Goiás. 'Ver nosso aluno finalizando seu doutorado no IF Goiano, após ter entrado no ensino técnico, mostra que estamos colhendo bons frutos de um trabalho de sucesso da nossa Instituição', afirma. Coordenação de Comunicação Social Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Mais resultados e impactos Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. CNPQ EM AÇÃO Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Ter, 30 Ago 2016 16:35:00 -0300 Chamadas PELD: CNPq e Conselho Britânico esclarecem principais dúvidas Coordenação de Comunicação Social do CNPq Ter, 30 Ago 2016 16:35:00 -0300 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet O CNPq lançou recentemente duas Chamadas Públicas relacionadas com o Programa de Pesquisa Ecológica de Longa Duração - PELD. Ambas continuam abertas para envio de propostas: a Chamada CNPq/Capes/FAPs/BC-Fundo Newton/PELD nº 15/2016 foi lançada pelo CNPq para seleção de sítios PELD, e receberá propostas até a data-limite de 15/09/2016. e a Chamada Institutional Links CNPq Pesquisa Ecológica de Longa Duração foi lançada pelo Conselho Britânico, para seleção de projetos de cooperação Brasil-Reino Unido no âmbito dos sítios PELD brasileiros, a data-limite para envio de propostas é até 19/09/2016. Para sanar as principais dúvidas, o CNPq criou um conjunto de Perguntas e Respostas , com as principais dúvidas apresentadas até então, que seguem ao final. Além disso, para a Chamada em parceria com o Conselho Britânico, haverá, nesta quarta-feira, 31, das 10h às 12h, um hangout com representantes das duas instituições para esclarecer os pontos mais importantes do edital e sobre como apresentar sua candidatura . Participam deste hangout: Diana Daste, do British Council, e Fernando Pinheiro e Marcia Brito, do CNPq. O link para os espectadores é: No Google Plus: https://plus.google.com/events/c163aea49dcp0rqsk7s23ja2s7s No YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=1X7hF540TlA Para os usuários do Twitter , as perguntas podem ser feitas diretamente ao @CNPq_Oficial com a hashtag #PELD2016 . Na sexta-feira, dia 2, a partir das 10h, as perguntas selecionadas serão respondidas. As Chamadas As duas chamadas estão vinculadas entre si, como descrito a seguir: Para dar continuidade aos trabalhos de um sítio já existente ou criar um novo sítio PELD, é necessário enviar proposta à chamada do CNPq. Para obter apoio a um projeto de cooperação Brasil/Reino Unido relacionado a um sítio PELD, é necessário encaminhar proposta para a chamada do British Council. Mas isso não pode ser feito de forma isolada, é preciso que haja correspondência com uma proposta de sítio PELD. O projeto de cooperação só poderá ser aprovado caso seja aprovada também a proposta de sítio PELD parceiro. Mais informações sobre o componente Fundo Newton de cooperação internacional podem ser encontradas no Anexo II que acompanha a Chamada 15/2016 disponível no portal do CNPq. PERGUNTAS E RESPOSTAS 1) O que é um sítio PELD? Um sítio PELD pode ser definido como o conjunto de locais de amostragem de um projeto PELD, que define uma área (ou sítio) de referência para a pesquisa a ser desenvolvida. Como os projetos PELD possuem uma forte referência aos ambientes/ecossistemas que são os seus objetos de estudos, o termo ¿sítio¿ é utilizado para denominar o projeto de pesquisa como um todo. Assim, um sítio PELD é um projeto de pesquisa aprovado pelo CNPq no âmbito do programa PELD. 2) Como faço para criar um sítio PELD Neste momento, para criar um Sítio PELD o pesquisador deverá concorrer e ter sua proposta de pesquisa aprovada na Chamada CNPq/Capes/FAPs/BC-Fundo Newton/PELD nº 15/2016. 3) Preciso submeter proposta em um dos sítios existentes ou posso enviar uma proposta de sítio novo? A Chamada é aberta para propostas de novos sítios, assim como para propostas de sítios já existentes. 4) A minha instituição é elegível? Para ser elegível, a instituição deve ser pública ou privada sem fins lucrativos, ter na sua missão/objetivos o desenvolvimento de pesquisa científica, e ser cadastrada no Diretório de Instituições do CNPq. Para saber se a sua instituição já é cadastrada ou solicitar inclusão, acessar o Diretório de Instituições na Plataforma Lattes, disponível no portal do CNPq. 5) É possível enviar proposta apenas na Chamada do Conselho Britânico? Não. Neste caso, para concorrer aos recursos do Conselho Britânico, é necessário ter enviado proposta também para a chamada do CNPq. 6) Desejo submeter proposta prevendo participação da FAP do meu estado no financiamento do projeto. O que devo colocar no orçamento específico para a FAP? Para elaborar o orçamento específico, é importante que o proponente se informe junto à FAP sobre quais itens são financiáveis neste cofinanciamento. Deve-se observar que existe um valor máximo a ser respeitado para o orçamento da FAP, de R$ 200.000,00. O orçamento deve ser acompanhado de uma justificativa da importância dos recursos adicionais do ponto de vista do desenvolvimento da pesquisa e das contribuições técnico-científicas para o estado, conforme item 4.2 da Chamada. 7) Há a obrigatoriedade do envolvimento de algum Programa de Pós-graduação? Sim, podendo ser um programa lato ou stricto sensu . 8) Qual o prazo mínimo e máximo para a duração dos projetos? O prazo de execução dos projetos é de 48 meses. Vale observar que os recursos devem ser desembolsados pelo CNPq em quatro parcelas anuais, conforme disponibilidade orçamentária. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Mais CNPq em ação Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Prêmios Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Sex, 09 Fev 2018 17:05:00 -0200 Feita em tempo recorde, pesquisa que associou Zika vírus e microcefalia é premiada Coordenação de Comunicação Social do CNPq Sex, 09 Fev 2018 17:05:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet Atualmente, existem mais de um milhão de casos de Zika vírus no mundo, sendo 210 mil no Brasil Levantamento inédito que comprovou a associação do surto de Zika vírus com os bebês nascidos com microcefalia na região nordeste do Brasil é o vencedor da 17ª edição do Prêmio Péter Murányi , conforme decisão do júri realizado ontem (8). O trabalho, coordenado pela doutora Celina Turchi e indicado pela Fundação Oswaldo Cruz, apontou, ainda, a relação do vírus com o aumento da mortalidade de fetos. O estudo epidemiológico, o primeiro que estabeleceu a associação entre microcefalia e infecção pelo vírus da Zika, acompanhou, de janeiro a novembro de 2016, a gestação de mulheres atendidas em oito maternidades públicas do Recife. Durante o período, 32 recém-nascidos foram diagnosticados com microcefalia. Testes laboratoriais apontaram a presença de infecção por Zika vírus em 13 deles. De acordo com Vera Murányi Kiss, presidente da Fundação Péter Murányi, entidade organizadora da premiação, estudos como esse mostram a importância do trabalho dos pesquisadores brasileiros para preservar o futuro das próximas gerações. 'Essa votação foi uma das mais emocionantes que já participei, devido ao nível dos finalistas. Todos são muito impactantes. Era impossível não pensar no tamanho do benefício que os trabalhos ofereciam à população, conforme íamos analisando os três estudos', relata. Vera sinalizou também que essa perplexidade para escolher a colocação de cada concorrente é motivo de orgulho, afinal, significa que cumpriram, com louvor, os critérios de avaliação. A mesma opinião é compartilhada pelo diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Marcelo Marcos Morales. ¿Trabalhos como esse são de extrema importância, pois mostram a capacidade da ciência brasileira em resolver problemas nacionais e também mundiais¿, afirma. O CNPq é um dos apoiadores do prêmio e participa da comissão julgadora. Os resultados apontados pelo grupo de estudos chefiado pela doutora Celina permitiram que fossem criadas medidas de combate ao mosquito transmissor do Zika vírus por parte do poder público, como a distribuição de repelentes para grávidas moradoras de áreas de risco para a doença e o acompanhamento das crianças portadoras de microcefalia. Bem como, auxiliou na análise clínica das infecções. 'É uma doença que gerou intensa comoção social e isso evidencia a gravidade desses eventos ligados à saúde reprodutiva da mulher, o desconhecimento sobre a causa e transmissão da infecção e dos possíveis fatores de risco expostos. Podemos dizer que esse estudo, realizado por pesquisadores brasileiros, moveu a fronteira do conhecimento científico e, hoje, é referência nos guias de manejo da síndrome do Ministério da Saúde e também é utilizado como fonte de orientação para os EUA', relata Celina. Reconhecimento internacional O trabalho resultou na inclusão de sua coordenadora, a médica epidemiologista Celina Turchi, entre as 100 pessoas mais influentes do mundo eleitas em 2017 pela revista norte-americana Time. A cientista brasileira foi a responsável por formar uma rede internacional, com cerca de 30 profissionais de diversas especialidades e instituições, reunidos no Microcephaly Epidemic Research Group (Grupo de Pesquisa da Epidemia de Microcefalia), que conseguiu, em apenas três meses, identificar como o vírus Zika e a microcefalia estavam associados - os estudos começaram em janeiro de 2016, e, em abril, já havia fortes indícios dessa relação. Recorde de inscrições para a edição 2018 Para esta edição, focada em saúde, o Prêmio Péter Murányi recebeu 225 trabalhos, vindos de toda a América Latina, recorde de inscritos em toda a história da premiação. O trabalho vitorioso foi selecionado por um júri composto por representantes de entidades nacionais e internacionais ligadas à área da saúde, integrantes de universidades federais, estaduais e privadas, personalidades de renome e membros da sociedade. O Prêmio Péter Murányi é realizado anualmente, com temas que se alternam a cada edição: Saúde, Ciência & Tecnologia, Alimentação e Educação ¿ cada tema é revisitado a cada quatro anos. O valor total é de R$ 250 mil, divididos entre o vencedor (R$ 200 mil), o segundo (R$ 30 mil) e o terceiro colocados (R$ 20 mil). A entrega ocorrerá em abril, durante a festa de premiação. A premiação conta com o apoio das seguintes entidades, além do CNPq: CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola). Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras). SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). Aciesp(Academia de Ciências do Estado de São Paulo). ABC (Academia Brasileira de Ciências), Aconbras (Associação dos Cônsules no Brasil). Fonte: Assessoria de Comunicação Fundação Péter Murányi Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Mais prêmios Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. CT&I POR AÍ Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Qua, 21 Fev 2018 11:17:00 -0300 Canadá: anuidade menor para estrangeiros Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qua, 21 Fev 2018 11:17:00 -0300 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet A Universidade de Toronto (UfT), a maior do Canadá e uma das 50 mais prestigiosas do mundo, segundo ranking de entidades globais de desempenho da pesquisa e do ensino superior (tais como a 'Times Higher Education'), anunciou a decisão de equiparar o valor das anuidades de estudantes e pesquisadores de doutorado estrangeiros às cobradas de nacionais canadenses. A decisão acarretará substancial redução dos custos para os cursos de doutorado na UofT, de parte de estrangeiros, uma vez que, enquanto o nacional canadense desembolsa entre $7.030 e $10.440 anuais (entre R$ 17.575,00 e R$ 26.100), dependendo do curso frequentado, o estrangeiro deve arcar com anuidades de entre $20.530 e $28.320 (R$ 51.310 e R$ 70.800). Os novos valores entrarão em vigor a partir do próximo ano acadêmico, a iniciar no mês de setembro deste ano. A decisão não terá impacto significativo nas receitas da universidade, uma vez que, dos seus 58.406 estudantes e pesquisadores, apenas cerca de 1.500 estão matriculados em cursos de doutorado - com menos da metade, entre esses, correspondendo a estrangeiros. O principal intuito da medida é o de reter na instituição pesquisadores estrangeiros altamente qualificados, de diversas áreas e origens, uma vez que muitos entre esses optam por frequentar cursos em outros países, com anuidades mais acessíveis. A UofT pretende, assim, que cientistas e pesquisadores de alto gabarito não deixem de se matricular, por não disporem das quantias até agora exigidas. Para o Coordenador Geral de Cooperação Internacional do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Lelio Fellows Filho, isso significa uma boa economia para os doutorandos brasileiros com interesse no Canadá. 'Além disso, esse tipo de acerto, proveniente de decisão unilateral das Universidades ou de acordo prévio, pode se traduzir em significativa economia para o CNPq', aponta Lelio. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Mais CT&I por aí Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Chamadas Recentes Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Chamadas recentes Abertas Encerradas Resultados Nenhuma chamada aberta. Todas as chamadas CHAMADA CNPQ/MCTIC/IBAMA/ASSOCIAÇÃO ABELHA Nº 32/2017 CHAMADA PÚBLICA Nº 31/2017 - APOIO À INSERÇÃO DE PESQUISADORES NAS EMPRESAS INCUBADAS Chamada CNPq/MCTIC/BRICS 29/2017 CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 14/2017 - PROSPECÇÃO DE ENSAIOS CLÍNICOS E PRÉ-CLÍNICOS Todas as chamadas CHAMADA CNPQ/MCTIC/IBAMA/ASSOCIAÇÃO ABELHA Nº 32/2017 CHAMADA PÚBLICA Nº 31/2017 - APOIO À INSERÇÃO DE PESQUISADORES NAS EMPRESAS INCUBADAS INCUBADORAS DE EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS CURSO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA PARA CAPACITAÇÃO NO USO E MANEJO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO Todas as chamadas Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Agenda Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Agenda 19 Mar Workshop discute os desafios da ciência na agricultura e na produção de ali 15 Mar Integração da Pesquisa Pública com Cana de Açúcar no Brasil 13 Mar Fenicafé - Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura será realizada em Ar 27 Fev 2º Seminário: Políticas públicas e desigualdades no Brasil do século XXI: t Mais eventos Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Oportunidades Externas Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. USP e UFSCar oferecem oportunidade de pós-doutorado em estatística USP e UFSCar oferecem oportunidade de pós-doutorado em estatística Programa oferecido em parceria pelas duas universidades recebe inscrições até 25 de fevereiro Se você tem título de doutor em estatística ou áreas afins pode se candidatar a uma oportunidade de pós-doutorado no Programa Interinstitucional de Pós-Graduação em Estatística (PIPGEs). Oferecido em parceria pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, e pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o Programa estará com inscrições abertas, até 25 de fevereiro, para os candidatos interessados em receber uma bolsa do Programa Nacional de Pós-Doutorado (PNPD) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O valor mensal da bolsa é de R$ 4,1 mil e o recebimento da primeira mensalidade está previsto para acontecer em abril. As inscrições deverão ser efetuadas pessoalmente ou por terceiros, mediante a apresentação de procuração simples, junto à secretaria do PIPGEs na UFSCar, localizada na área norte do campus São Carlos da Universidade. Serão aceitas também inscrições por meio do e-mail pipges@ufscar.br , desde que os candidatos enviem os documentos solicitados digitalizados. A lista completa dos documentos requeridos pode ser conferida no edital disponível no site do Programa: icmc.usp.br/e/dc0cc . Nesse endereço também estão disponíveis os modelos do formulário de inscrição e do projeto de pesquisa, bem como do plano de trabalho a ser desenvolvido durante o estágio pós-doutoral. Texto: Assessoria de Comunicação do ICMC ¿ com informações da Assessoria de Comunicação da UFSCar Mais informações Site do PIPGEs: www.pipges.ufscar.br Telefone: (16) 3351-8292 ou (16) 3351-8241 E-mail: pipges@ufscar.br HRAC-USP abre processo seletivo para vagas remanescentes da Especialização em Radiologia Odontológica e Imaginologia Inscrições serão recebidas no Hospital no período de 19 de fevereiro a 5 de março O Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC/Centrinho) da USP torna pública a abertura de processo seletivo para preenchimento de seis vagas remanescentes do curso de Especialização em Radiologia Odontológica e Imaginologia , voltado a pessoas com graduação em Odontologia. A Especialização tem duração de dois anos, de 23 de março de 2018 a fevereiro de 2020, com 24 horas semanais de atividades. A seleção será realizada em duas etapas: prova de conhecimentos específicos em Radiologia Odontológica e prova de Inglês, no dia 13 de março. e análise curricular, no dia 16 de março. As inscrições serão recebidas no período de 19 de fevereiro a 5 de março , das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30, na Seção de Apoio Acadêmico do HRAC-USP. Inscrições via correio deverão conter a documentação exigida e será considerada como data de inscrição a data da postagem no correio. O Hospital fica na Rua Sílvio Marchione, 3-20, Vila Universitária, Bauru (SP), CEP 17012-900. O edital completo e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.hrac.usp.br/processos-seletivos/extensao . Mais informações pelo e-mail saac@usp.br ou telefone (14) 3235-8420. Atuante na área de ensino há mais de duas décadas, o HRAC-USP é reconhecido como Hospital de Ensino pelos Ministérios da Saúde e da Educação, e já titulou, no total, mais de 1.400 mestres, doutores e especialistas USP em São Carlos recruta voluntários para ministrar curso de alemão O Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP está recrutando voluntários para ministrar um minicurso introdutório de alemão. Os selecionados serão responsáveis por 15 aulas oferecidas gratuitamente para a comunidade interna e externa da Universidade e receberão um certificado de participação ao final do trabalho. O curso será divido em três módulos que abordarão temas básicos da língua como alfabeto, números, pronúncia, comidas típicas, como se apresentar para uma pessoa, pedidos em restaurantes e pequenos diálogos, tudo baseado em situações e cenários da cultura alemã. As aulas serão semanais e ministradas na EESC, ainda com data de início e horários a definir. Podem se candidatar voluntários com vivência na Alemanha, sejam jovens que realizaram intercâmbio no país europeu, professores da língua, nativos que estudam no Brasil, entre outros. O conteúdo oferecido será adaptado de um livro utilizado na própria Alemanha para o ensino da língua. Promovido desde 2016 pelo SEL, o curso tem o objetivo de despertar nas pessoas o interesse pela língua, dando-lhes uma boa base para aprofundarem seus conhecimentos em escolas especializadas no futuro. Os interessados em atuar como ministrantes devem enviar um e-mail para departamento.eletrica@eesc.usp.br com o assunto ¿Curso Alemão¿, contando qual a experiência que possui com a língua e deixando seus contatos para eventual retorno. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Mais oportunidades Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Voltar para o topo Atuação Acesso à Informação Institucional Bolsas e Auxílios Programas Prêmios Popularização da Ciência Comunicação Parcerias Serviços Ferramentas Ouvidoria Central de Atendimento Agência de Viagem Emissão de Contra-cheques Declaração de Rendimentos Assinador Digital Gerador GRU Sua Senha Esqueceu sua senha? Cadastrar Usuário Livro Eletrônico Dados abertos Suporte a Propriedade Intelectual Redes Sociais Twitter YouTube SoundCloud RSS O que é? Assine Navegação Acessibilidade Alto Contraste Mapa do Site Acesso a informação Governo Federal Desenvolvido em Liferay Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. 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Brasil Acesso à informação menu icon Participe Serviços Legislação Canais Ir para o conteúdo 1 Ir para o menu 2 Ir para a busca 3 Ir para o rodapé 4 Acessibilidade Alto Contraste Mapa do Site CNPq Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações Youtube SoundClound Twitter RSS Perguntas frequentes Central de Atendimento Serviços E-mail do Pesquisador Área de imprensa Você está aqui: CNPq / MENU Assuntos Institucional Apresentação Organograma Competências Base Jurídica Regimento Interno PO-951 Lei nº 1.310 Decreto nº 8.866 Conselho Deliberativo Agenda de autoridades Presidência Diretoria - DCOI Diretoria - DEHS Diretoria - DABS Diretoria - DGTI Diretoria Executiva Comitês de Assessoramento Membros dos Comitês Critérios de Julgamento Renovação de CAs Normas do CA Calendário Comissão de Integridade Apresentação Composição Diretrizes Documentos da CIAC Quem é quem Propriedade Intelectual SESPI Restrição de Acesso à Informação Normas Comissão de Ética Pública Apresentação Informes Normas Gerais Normas Específicas Ofícios Documentos da CEP Gestão de Documentos História A Criação Questão Nuclear Anos 50 Anos 60 Anos 70 Anos 80 Anos 90 Servidores Estatísticas e Indicadores Apresentação Bolsas e auxilios Séries Históricas Demanda e atendimento Indicadores de Pesquisa Titulação de Bolsistas Grupos de Pesquisa - Censos Contatos Bolsas e Auxílios Apresentação Bolsas Modalidades Cartão Bolsista no Exterior Auxílio deslocamento Bolsistas Egressos (Exterior) Auxílios Apresentação Cartão Pesquisa Chamadas Abertas Encerradas Resultados Calendário regular Tabelas de valores Bolsas No país No exterior Fomento Tecnológico Diárias para auxílios Calendários Bolsas no país Bolsas no exterior Auxílios Prestação de contas Bolsas e Auxílios Vigentes Bolsas Projetos de Pesquisa Eventos Científicos Pesquisador Visitante Periódicos Científicos Mapa de Investimentos Programas Apresentação ALI Apresentação Histórico Chamadas Públicas Publicações CBAB Apresentação RHAE Apresentação Arquivos Serviços Mulher e Ciência Apresentação Ações Histórico Eventos Pioneiras da Ciência do Brasil - 5ª Edição Estatísticas Publicações Vídeos Projetos Pioneiras da Ciência Jovens Pesquisadoras Contatos PELD Apresentação Histórico Sítios PELD Chamadas Públicas Parcerias Eventos Publicações Estatísticas Galeria de Imagens ILTER Repositório de dados PELD Selo PELD Contato PROANTAR Apresentação PPBIO Apresentação Ciência sem Fronteiras Cooperação Internacional Apresentação Bolsas Organismos Convênios Bilaterais CIAM CERN Ciências do Mar CPLP PROSUL CYTED Mata Atlântica PROÁFRICA IBAS Programa MCT-Mz SISBIOTA Apresentação REFLORA Apresentação Rede PRÓ CENTRO-OESTE Apresentação Programas Institucionais de Iniciação C&T Apresentação Ensino Superior PIBIC PIBIC nas Ações Afirmativas PIBITI PICME Ensino Fundamental / Médio PIBIC Ensino Médio PIC-OBMEP IC-Jr/FAPs Formulários e Orientações Para o Gestor Institucional Para o Comitê Externo e Institucional Para o Coordenador Para o Estudante Reunião Anual 2014 Reunião Anual 2015 Painel ICT PROTAX Apresentação BIONORTE Apresentação Arquipélago e Ilhas Oceânicas Apresentação Importações para Pesquisa Apresentação CNPq Expresso TIP Credenciamento Pessoa Física Pessoa Jurídica AEX (Expedição Científica) Isenção de Autorização Como solicitar Requisitos Emissão do Visto Formulários e Documentos Autorizações Prévias Análise da Proposta Alteração de Projetos Vigentes Relatórios Técnicos Legislação In English (summary) Contato REBIOTERIO Apresentação Tutorial Prêmios Apresentação Menção Especial de Agradecimento Regulamento Agraciados Pesquisador Emérito Regulamento Agraciados Fotos Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero Prêmio MERCOSUL de Ciência e Tecnologia Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica Prêmio Fotografia-Ciência & Arte Prêmio Almirante Álvaro Alberto Prêmio Jovem Cientista Prêmio José Reis Popularização da Ciência Por que popularizar? Fazendo Divulgação Científica Apresentação Entrevistas Links Interessantes Prêmios Pioneiras da ciência Museus e Centros de Ciência Apresentação Centro-Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Olimpíadas científicas Feiras e Mostras de Ciência Apresentação Feiras Nacionais Feiras Estaduais Feiras Municipais Itinerantes Semana Nacional de CT&I Relatórios de pesquisa Memória do CNPq Bibliografia Dirigentes Programa Editorial Apresentação Ciências Agrárias Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Exatas e da Terra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Linguística, Letras e Artes Engenharias Multidisciplinar Outras Calendário Contato Destaque Iniciação científica Pesquisador emérito Pesquisador sênior Mídia Imagens da Ciência Vídeos Publicações Pesquisa e Notícia Comunicação Imprensa Cadastro de jornalistas Fale com a Coordenação Publicações Impressos Identidade visual Marca CNPq Manual de aplicação Área de Imprensa Parcerias Apresentação Instituições Nacionais Internacionais CORI Investimentos em CT&I Serviços Ferramentas Ouvidoria Apresentação Histórico Publicações e Documentos Legislação Fale com a ouvidoria Central de Atendimento Emissão de Contra-cheques Declaração de Rendimentos Assinador Digital Consultar Autenticidade de Documentos Autenticador Digital Gerador GRU Sua Senha Esqueceu sua senha? 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O trabalho é um desdobramento das atividades do grupo, até então realizadas, com o objetivo de intensificar diálogos com pesquisadores de outras instituições. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Ter, 02 Jan 2018 11:50:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet O Grupo de Estudos Feminismos Negros da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) criou questionário para mapeamento que servirá de base para um catálogo de pesquisadores negros, negras e indígenas que atuam no campo das Ciências Sociais Brasileiras. O trabalho é um desdobramento das atividades do grupo, até então realizadas, com o objetivo de intensificar diálogos com pesquisadores de outras instituições. Nesse primeiro momento, a pesquisa delimita o recorte de titulação mínima de mestre com, ao menos em uma das etapas da formação acadêmica - graduação, mestrado ou doutorado - em Antropologia, Arqueologia, Ciência Política, Ciências Sociais, Relações Internacionais e Sociologia. A pesquisadora Stephanie Lima , bolsista de doutorado do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e uma das integrantes do grupo, explica que a ideia do catálogo surgiu com o objetivo de criar um local de busca para jovens pesquisadores terem conhecimento sobre as pesquisas em desenvolvimento por parte de pesquisadores negras, negros e indígena. ' Infelizmente, esse grupo ainda representa uma parcela muito pequena no total de pesquisadores do país', lamentou. Os dados obtidos pelo questionário buscam gerar informações ainda inexistentes, mas fundamentais para adensar às reflexões a respeito da visibilização de produções intelectuais de pesquisadores e cientistas negras, negros e indígenas no país atualmente. O grupo da UNICAMP foi criado em agosto de 2016 por uma demanda dos alunos da pós-graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp por um espaço de debates de intelectuais negras. ¿Durante essa primeira experiência organizamos uma emenda com textos e debatíamos semanalmente textos selecionados por nós, com alunos da pós e da graduação¿, lembra Stephanie. 'Por sermos apenas 3 pessoas na organização, resolvemos limitar, inicialmente, para Ciências Sociais. Contudo, o interesse do catálogo é chegarmos a um grande número de cadastros e, assim, podermos entrar com um pedido de financiamento para criarmos um tipo de plataforma online, onde possa reunir pesquisadores negros, negras e indígenas de todas as áreas', completou a pesquisadora. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Qua, 03 Jan 2018 06:00:00 -0200 Nova tecnologia identifica presença de mercúrio no ar Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qua, 03 Jan 2018 06:00:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet Uma pesquisa conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pelo Instituto Socioambiental (ISA) constatou que algumas aldeias indígenas chegam a ter 92% de sua população contaminada por mercúrio. Neste caso, boa parte da contaminação se dá pela água, por meio da presença do metal em peixes consumidos pelos indígenas. Contudo, os pesquisadores lembram que o mercúrio presente no ar também é um agravante para a situação. E foi com foco nesse mercúrio no ar que pesquisadores da Unicamp, em parceria com a Universidade de Victoria (Canadá) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), desenvolveram um amostrador capaz de medir a quantidade de mercúrio presente no ar e, assim, verificar se uma determinada área está contaminada com o metal. Enriquecido com nanopartículas de ouro em vidro poroso, o dispositivo tem o tamanho de um botão e, em contato com o mercúrio, tem sua coloração modificada. O professor Ítalo Odone Mazali , do Instituto de Química (IQ) da Unicamp e pesquisador de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), é um dos responsáveis pelos estudos. Ele diz que embora o foco da tecnologia seja a contaminação presente no ar, ela poderia ser utilizada, por exemplo, para avaliar a exposição ao mercúrio de populações que vivem ao redor do Rio Xingu, na região Amazônica. 'Eles não estão explorando o ouro, mas estão em uma área próxima da exploração e o mercúrio acaba chegando lá'. Já a pesquisadora estrangeira, também do IQ da Unicamp, Anne Helene Fostier , informa que a população mais exposta ao mercúrio gasoso são os garimpeiros. 'Mas esse mercúrio lançado no ar vai ser depositado à curta, média ou longa distância, a milhares de km. Quando o mercúrio é depositado na água, ele acaba sendo incorporado à cadeia alimentar', conta a professora. A tecnologia pode auxiliar no controle da saúde da população que reside no entorno de regiões onde há mineração de ouro. A ideia é que os trabalhadores do setor de mineração passem a utilizar o dispositivo acoplado a suas roupas. A pesquisa foi divulgada, no último dia 28 de novembro, pelo periódico científico Scientific Reports , publicação do grupo Nature . Colocado à prova, o sensor já foi testado por trabalhadores de uma mineração e mostrou ser bastante eficiente. Os testes comprovaram que a exposição ao mercúrio gasoso era superior à quantidade estabelecida pela OSHA (Occupational Safety and Health Administration). De acordo com o órgão, o limite máximo de exposição permitida para o vapor de mercúrio é de 0,1 mg/m3 de ar. Em campo, a pesquisa constatou a presença de 30 a 555 nanogramas de mercúrio, número bem superior ao estipulado pela OSHA. Com participação do professor Elias de Barros Santos , da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e ex-bolsista do CNPq, durante seu projeto de pós-dourado pela Universidade de Victoria, os testes foram realizados em uma mina de Burkina Faso, na África, em um ambiente bem contaminado. Durante a extração artesanal de ouro, os mineiros usam mercúrio como amalgamador (utilizado na separação de ligas metálicas). 'Depois disso, para separar o ouro da amálgama, é preciso que essa mistura seja aquecida a 400 graus Celsius. Esse aquecimento faz com que o mercúrio evapore e seja inalado pelos trabalhadores', afirma Santos. Os docentes salientam que a situação precária e insalubre a que os profissionais da mineração são expostos, sem nenhum tipo de preparo para lidar com a exposição ao mercúrio, é um problema mundial. 'A estimativa é que existam 20 milhões de pessoas, espalhadas pela América Latina, África e Ásia, trabalhando nessas condições. O ambiente é bem inóspito. Além disso, tem famílias com crianças que vivem nesses garimpos e que estão expostas a esse ambiente', alerta Santos. Dentre os problemas de saúde ocasionados pela contaminação por mercúrio, estão o nervosismo, ansiedade, irritabilidade, mudanças de humor, agressividade, confusão mental, insônia, lapsos de memória, enxaqueca, alucinações, tendência a cometer suicídio, tontura e labirintite. Hoje em dia não há tecnologia semelhante no mercado. 'Os sistemas que medem o mercúrio na atmosfera, hoje, são muito mais sofisticados, mais caros e que precisam de uma fonte de energia fixa e de gases especiais para funcionar, permitindo uma única medida naquele momento', completa Anne Helene Fostier. Além de ser um amostrador portátil e que permite obter resultados em poucos minutos, a tecnologia tem como diferencial o fato de ser barata e reutilizável. Os responsáveis pelos estudos estimam o custo para obtenção do dispositivo em menos de 2 dólares. 'O sensoriamento é fácil, sendo necessário apenas um celular e um programa que faça convolução em RGB, permitindo acompanhar o nível de exposição total', afirma Mazali. Coordenação de Comunicação Social do CNPq, com informações do Jornal da Unicamp Sex, 29 Dez 2017 18:11:00 -0200 Prospecção de ensaios clínicos: resultado preliminar e novas datas Coordenação de Comunicação Social do CNPq Sex, 29 Dez 2017 18:11:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq divulgou, nesta sexta-feira, o resultado preliminar do Chamamento Público nº 14/2017 - Prospecção de Ensaios Clínicos e Pré-Clínicos . A chamada buscou identificar ensaios pré-clínicos concluídos, ou em fase de conclusão, e ensaios clínicos fases I, II ou I/II, em andamento ou finalizados, que apresentem potencial de desenvolvimento de tecnologias em saúde estratégicas para o SUS e que contribuam com o complexo industrial da saúde, para eventual financiamento. Foi anunciado, também, um novo calendário para as próximas fases do edital: Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qui, 28 Dez 2017 17:25:00 -0200 CNPq antecipa pagamento de bolsas Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qui, 28 Dez 2017 17:25:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet Em um esforço do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação - MCTIC, que antecipou os valores a serem repassados em janeiro de 2018, os bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq receberam pagamento antecipado que deveria ser efetuado no início de janeiro de 2018. O repasse soma por volta R$ 100 milhões Os beneficiários de bolsa no país receberam um montante aproximado de 82 milhões, nas diversas modalidades. As bolsas no exterior, com pagamento realizado no início de cada trimestre, receberam os valores referentes a esses vencimentos, que somam R$ 17 milhões. Dessa forma, o CNPq contemplou aproximadamente 90 mil bolsistas que já têm assegurados a mensalidade de janeiro referente ao mês de dezembro. O Presidente do CNPq em tom de brincadeira faz o alerta aos bolsistas 'Não é décimo terceiro, apenas um adiantamento do CNPq com votos de Feliz 2018. Após um ano de incertezas, os bolsistas merecem', comentou o presidente do CNPq, Mario Neto Borges, brincando ao lembrar que as normas de bolsas não preveem pagamento de 13º. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qua, 27 Dez 2017 17:52:00 -0200 CNPq paga segunda parcela do Universal 2016 Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qua, 27 Dez 2017 17:52:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet Com o repasse de R$ 65 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), realizado este mês pela FINEP, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) efetuará o pagamento da segunda parcela aos projetos aprovados pela Chamada Universal 2016 . Os valores complementam os R$ 50 milhões já pagos pelo CNPq totalizando mais da metade dos recursos previstos pela Chamada. O pagamento será feito, prioritariamente, às propostas contempladas na Faixa A, de até R$ 30 mil. Isso significa que todos os projetos dessa faixa receberão integralmente os valores aprovados. Ao todo, serão quitados 2.295 projetos aprovados, mais da metade dos 4.514 contemplados pelas três faixas da Chamada. 'Decidimos priorizar a Faixa A porque, assim, conseguiríamos concluir o pagamento integral à maioria dos projetos aprovados, refletindo a preocupação em garantir a continuidade das pesquisas contratadas, proporcionando ao pesquisador a tranquilidade necessária para executar seu projeto', explicou o presidente do CNPq, Mario Neto Borges. Para o professor da Universidade de Brasília (UnB), do Departamento de Serviço Social, Reginaldo Guiraldelli , coordenador do projeto Condições de trabalho e saúde de assistentes sociais na sociedade contemporânea , aprovado na Faixa A, os recursos do Universal são fundamentais para a execução de pesquisas acadêmicas e científicas. 'O apoio é imprescindível para jovens pesquisadores, se fazendo necessária sua manutenção e ampliação, no sentido de contemplar as demandas e contribuir para o avanço da ciência no país', completou. A médica Angelica Amato , do Laboratório de Farmacologia Molecular da UnB, também reforça que esse aporte de recursos financeiros será essencial ao andamento dos projetos de pesquisa já contemplados, especialmente considerando a situação financeira atual do País e o período de tempo entre a elaboração do projeto de pesquisa, o resultado da seleção e a disponibilização do recurso. 'Além disso, deste recurso depende a continuidade da formação dos estudantes de pós-graduação', finalizou. A Chama Universal de 2016 prevê um total de R$ 200 milhões, sendo R$ 50 milhões do CNPq e R$ 150 milhões do FNDCT. As propostas foram contemplas em três faixas: além da A. a Faixa B, para projetos de até R$ 60 mil. e a Faixa C, para projetos de até R$ 120 mil. Os resultados foram divulgados em dezembro de 2016. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Mais notícias Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. 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Chamadas recentes Abertas Encerradas Resultados CHAMADA CNPQ/MCTIC/IBAMA/ASSOCIAÇÃO ABELHA Nº 32/2017 CHAMADA PÚBLICA Nº 31/2017 - APOIO À INSERÇÃO DE PESQUISADORES NAS EMPRESAS INCUBADAS Todas as chamadas Chamada CNPq/MCTIC/BRICS 29/2017 CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 14/2017 - PROSPECÇÃO DE ENSAIOS CLÍNICOS E PRÉ-CLÍNICOS INCUBADORAS DE EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS CURSO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA PARA CAPACITAÇÃO NO USO E MANEJO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO Todas as chamadas CHAMADA CNPQ/MCTIC/IBAMA/ASSOCIAÇÃO ABELHA Nº 32/2017 INCUBADORAS DE EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS CURSO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA PARA CAPACITAÇÃO NO USO E MANEJO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO PESQUISA EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA CAATINGA E MATA ATLÂNTICA Todas as chamadas Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. 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Habilite para uma melhor experiência. 6º Ciclo Internacional de Desenvolvimento de Executivos da Administração Pública Federal - Formação de Outono/Inverno 2018 Sobre o curso Ementa Ciclo Internacional de Desenvolvimento de Executivos da Administração Pública Federal - 6ª Edição - Formação de Outono/Inverno 2018 Programa Voltado para Altos Executivos federais (dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário), este programa avançado de capacitação tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento de competências com foco na gestão de organizações complexas, no desenho de políticas públicas de modo inovador e no mapeamento de novos instrumentos para tomada de decisão. Contempla atividades no Brasil e no exterior, baseadas em metodologia prático-reflexiva, onde a experiência do sujeito é fonte de produção de conhecimentos a partir do diálogo como instigador da reflexão sobre a práxis. Ao longo desse Ciclo, em paralelo à aquisição de novas habilidades de liderança, gestão e formulação, o participante será instado a identificar um desafio crítico que enfrenta em sua atividade profissional real e contará com o acompanhamento de um coach para elaborar e colocar em prática um plano para enfrentamento desse desafio. O programa privilegia a interação entre pares, proporcionando a discussão coletiva dos desafios, além de agregar as metodologias e capacidades de Educação para Executivos Públicos da mundialmente renomada John F. Kennedy School of Government (ou Harvard Kennedy School), escola de governo da Universidade de Harvard. As atividades serão realizadas na Enap (em Brasília) e na Harvard Kennedy School (nos EUA). O investimento é da ordem de US$ 8.500,00 mais as despesas de viagem do participante, e deverá ser custeado pelo órgão do participante. O Ciclo Internacional envolve três etapas: 1. Três oficinas na Enap, em 15, 22 e 29 de março de 2018 (sempre de 14:30h às 17:30h). 2. Uma Etapa Internacional nos EUA, envolvendo a participação em uma dentre três opções de curso de Educação Executiva no campus da Harvard Kennedy School, de uma semana de duração (opções disponíveis: A. curso Mastering Negotiation: Building Agreements Across Boundaries, de 08 a 13 de abril de 2018. B. curso Leading Successful Programs: Using Evidence to Assess Effectiveness, de 29 de abril a 04 de maio de 2018. C. curso Women and Power: Leadership in a New World, de 29 de abril a 04 de maio de 2018). 3. De volta ao Brasil, será realizada uma Oficina de Retorno, em 17 de maio de 2018 (de 14:30 às 17:30h), e então o participante terá um período de três meses para implementar em sua atividade de trabalho um projeto de intervenção visando solucionar algum desafio crítico que enfrenta no mundo real. O Ciclo se encerrará com um Encontro Final de socialização das experiências dos participantes, em 30 de agosto de 2018 (de 08:00h às 18:00h). Público-alvo: Secretários-executivos, assessores especiais, secretários nacionais, diretores, assessores e servidores em posições de liderança de ministérios e da Presidência da República, de autarquias, fundações, agências, empresas públicas e de economia mista. bem como altos dirigentes dos Poderes Legislativo e Judiciário. Requisito: Inglês fluente. e perfil adequado ao público-alvo. Mais informações: CLIQUE AQUI para ver o folder completo sobre o programa. Oportunidade: pós-doutorado em aprendizado de máquina com bolsa da FAPESP O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, está com uma vaga aberta para pós-doutorado na área de aprendizado de máquina e mineração de dados com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). O prazo de inscrição termina em 31 de janeiro. O bolsista irá trabalhar no projeto intitulado Armadilhas e sensores inteligentes: uma abordagem inovadora para controle de insetos peste e vetores de doenças , que tem como pesquisador responsável o professor Gustavo Batista, do ICMC. Os interessados devem enviar e-mail para gbatista@icmc.usp.br com o assunto post-doctoral application ¿ machine learning , contendo currículo e carta de apresentação com nomes e informações para contato de dois profissionais que possam recomendar o candidato, ambos em formato PDF. É necessário que o candidato tenha o título de doutor em ciência de computação ou áreas afins, com experiência em aprendizado de máquina e mineração de dados, além de ter finalizado seu doutorado nos últimos cinco anos. O valor da bolsa para pós-doutor da FAPESP é de R$ 7.174,80. O pesquisador trabalhará com as técnicas de aprendizado de máquina aplicadas a fluxos de dados para classificação e quantificação. A oportunidade está publicada no site da FAPESP no link icmc.usp.br/e/62b89 . Saiba mais sobre o projeto: Cientistas criam sensor para ajudar no combate ao Aedes aegypti Tecnologia inovadora desenvolvida no ICMC contribui para combater dengue, malária e pragas agrícolas Modelo criado no ICMC faz reconhecimento automático de espécies de inseto e pode ser aplicado a várias áreas do conhecimento BRAMA programa capacitação à distância em gestão da pesquisa Nos dias 13 e 20 de dezembro, das 11 às 12 horas, a Associação Brasileira de Gestores de Pesquisa promoverá um encontro para associados e aberto aos interessados em geral para discussão sobre o tema ¿Administração e Gestão da Pesquisa Científica no Brasil¿. O propósito do encontro é divulgar os objetivos da associação e promover uma interação entre os administradores de pesquisa no Brasil. A Associação ainda pretende, nessas datas, coletar temas de interesse para incluir na grade de palestras do curso de capacitação e aperfeiçoamento que será oferecido somente para os Associados durante o ano de 2018. Tanto o benchmarking como o curso de capacitação será realizado via Plataforma MConf ( http://mconf.org/ ). O link para acessar a conferência dos dias 13 e 20 de dezembro é: https://mconf.org/webconf/brama . Dúvidas ou outras informações poderão ser obtidas por meio do endereço bramabrazil@gmail.com . Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. MAIS OPORTUNIDADES Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. 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Brasil Acesso à informação menu icon Participe Serviços Legislação Canais Ir para o conteúdo 1 Ir para o menu 2 Ir para a busca 3 Ir para o rodapé 4 Acessibilidade Alto Contraste Mapa do Site CNPq Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações Youtube SoundClound Twitter RSS Perguntas frequentes Central de Atendimento Serviços E-mail do Pesquisador Área de imprensa Você está aqui: CNPq / MENU Assuntos Institucional Apresentação Organograma Competências Base Jurídica Regimento Interno PO-951 Lei nº 1.310 Decreto nº 8.866 Conselho Deliberativo Agenda de autoridades Presidência Diretoria - DCOI Diretoria - DEHS Diretoria - DABS Diretoria - DGTI Diretoria Executiva Comitês de Assessoramento Membros dos Comitês Critérios de Julgamento Renovação de CAs Normas do CA Calendário Comissão de Integridade Apresentação Composição Diretrizes Documentos da CIAC Quem é quem Propriedade Intelectual SESPI Restrição de Acesso à Informação Normas Comissão de Ética Pública Apresentação Informes Normas Gerais Normas Específicas Ofícios Documentos da CEP Gestão de Documentos História A Criação Questão Nuclear Anos 50 Anos 60 Anos 70 Anos 80 Anos 90 Servidores Estatísticas e Indicadores Apresentação Bolsas e auxilios Séries Históricas Demanda e atendimento Indicadores de Pesquisa Titulação de Bolsistas Grupos de Pesquisa - Censos Contatos Bolsas e Auxílios Apresentação Bolsas Modalidades Cartão Bolsista no Exterior Auxílio deslocamento Bolsistas Egressos (Exterior) Auxílios Apresentação Cartão Pesquisa Chamadas Abertas Encerradas Resultados Calendário regular Tabelas de valores Bolsas No país No exterior Fomento Tecnológico Diárias para auxílios Calendários Bolsas no país Bolsas no exterior Auxílios Prestação de contas Bolsas e Auxílios Vigentes Bolsas Projetos de Pesquisa Eventos Científicos Pesquisador Visitante Periódicos Científicos Mapa de Investimentos Programas Apresentação ALI Apresentação Histórico Chamadas Públicas Publicações CBAB Apresentação RHAE Apresentação Arquivos Serviços Mulher e Ciência Apresentação Ações Histórico Eventos Pioneiras da Ciência do Brasil - 5ª Edição Estatísticas Publicações Vídeos Projetos Pioneiras da Ciência Jovens Pesquisadoras Contatos PELD Apresentação Histórico Sítios PELD Chamadas Públicas Parcerias Eventos Publicações Estatísticas Galeria de Imagens ILTER Repositório de dados PELD Selo PELD Contato PROANTAR Apresentação PPBIO Apresentação Ciência sem Fronteiras Cooperação Internacional Apresentação Bolsas Organismos Convênios Bilaterais CIAM CERN Ciências do Mar CPLP PROSUL CYTED Mata Atlântica PROÁFRICA IBAS Programa MCT-Mz SISBIOTA Apresentação REFLORA Apresentação Rede PRÓ CENTRO-OESTE Apresentação Programas Institucionais de Iniciação C&T Apresentação Ensino Superior PIBIC PIBIC nas Ações Afirmativas PIBITI PICME Ensino Fundamental / Médio PIBIC Ensino Médio PIC-OBMEP IC-Jr/FAPs Formulários e Orientações Para o Gestor Institucional Para o Comitê Externo e Institucional Para o Coordenador Para o Estudante Reunião Anual 2014 Reunião Anual 2015 Painel ICT PROTAX Apresentação BIONORTE Apresentação Arquipélago e Ilhas Oceânicas Apresentação Importações para Pesquisa Apresentação CNPq Expresso TIP Credenciamento Pessoa Física Pessoa Jurídica AEX (Expedição Científica) Isenção de Autorização Como solicitar Requisitos Emissão do Visto Formulários e Documentos Autorizações Prévias Análise da Proposta Alteração de Projetos Vigentes Relatórios Técnicos Legislação In English (summary) Contato REBIOTERIO Apresentação Tutorial Prêmios Apresentação Menção Especial de Agradecimento Regulamento Agraciados Pesquisador Emérito Regulamento Agraciados Fotos Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero Prêmio MERCOSUL de Ciência e Tecnologia Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica Prêmio Fotografia-Ciência & Arte Prêmio Almirante Álvaro Alberto Prêmio Jovem Cientista Prêmio José Reis Popularização da Ciência Por que popularizar? 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O trabalho é um desdobramento das atividades do grupo, até então realizadas, com o objetivo de intensificar diálogos com pesquisadores de outras instituições. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Ter, 02 Jan 2018 11:50:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet O Grupo de Estudos Feminismos Negros da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) criou questionário para mapeamento que servirá de base para um catálogo de pesquisadores negros, negras e indígenas que atuam no campo das Ciências Sociais Brasileiras. O trabalho é um desdobramento das atividades do grupo, até então realizadas, com o objetivo de intensificar diálogos com pesquisadores de outras instituições. Nesse primeiro momento, a pesquisa delimita o recorte de titulação mínima de mestre com, ao menos em uma das etapas da formação acadêmica - graduação, mestrado ou doutorado - em Antropologia, Arqueologia, Ciência Política, Ciências Sociais, Relações Internacionais e Sociologia. A pesquisadora Stephanie Lima , bolsista de doutorado do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e uma das integrantes do grupo, explica que a ideia do catálogo surgiu com o objetivo de criar um local de busca para jovens pesquisadores terem conhecimento sobre as pesquisas em desenvolvimento por parte de pesquisadores negras, negros e indígena. ' Infelizmente, esse grupo ainda representa uma parcela muito pequena no total de pesquisadores do país', lamentou. Os dados obtidos pelo questionário buscam gerar informações ainda inexistentes, mas fundamentais para adensar às reflexões a respeito da visibilização de produções intelectuais de pesquisadores e cientistas negras, negros e indígenas no país atualmente. O grupo da UNICAMP foi criado em agosto de 2016 por uma demanda dos alunos da pós-graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp por um espaço de debates de intelectuais negras. ¿Durante essa primeira experiência organizamos uma emenda com textos e debatíamos semanalmente textos selecionados por nós, com alunos da pós e da graduação¿, lembra Stephanie. 'Por sermos apenas 3 pessoas na organização, resolvemos limitar, inicialmente, para Ciências Sociais. Contudo, o interesse do catálogo é chegarmos a um grande número de cadastros e, assim, podermos entrar com um pedido de financiamento para criarmos um tipo de plataforma online, onde possa reunir pesquisadores negros, negras e indígenas de todas as áreas', completou a pesquisadora. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Qua, 03 Jan 2018 06:00:00 -0200 Nova tecnologia identifica presença de mercúrio no ar Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qua, 03 Jan 2018 06:00:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet Uma pesquisa conduzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pelo Instituto Socioambiental (ISA) constatou que algumas aldeias indígenas chegam a ter 92% de sua população contaminada por mercúrio. Neste caso, boa parte da contaminação se dá pela água, por meio da presença do metal em peixes consumidos pelos indígenas. Contudo, os pesquisadores lembram que o mercúrio presente no ar também é um agravante para a situação. E foi com foco nesse mercúrio no ar que pesquisadores da Unicamp, em parceria com a Universidade de Victoria (Canadá) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), desenvolveram um amostrador capaz de medir a quantidade de mercúrio presente no ar e, assim, verificar se uma determinada área está contaminada com o metal. Enriquecido com nanopartículas de ouro em vidro poroso, o dispositivo tem o tamanho de um botão e, em contato com o mercúrio, tem sua coloração modificada. O professor Ítalo Odone Mazali , do Instituto de Química (IQ) da Unicamp e pesquisador de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), é um dos responsáveis pelos estudos. Ele diz que embora o foco da tecnologia seja a contaminação presente no ar, ela poderia ser utilizada, por exemplo, para avaliar a exposição ao mercúrio de populações que vivem ao redor do Rio Xingu, na região Amazônica. 'Eles não estão explorando o ouro, mas estão em uma área próxima da exploração e o mercúrio acaba chegando lá'. Já a pesquisadora estrangeira, também do IQ da Unicamp, Anne Helene Fostier , informa que a população mais exposta ao mercúrio gasoso são os garimpeiros. 'Mas esse mercúrio lançado no ar vai ser depositado à curta, média ou longa distância, a milhares de km. Quando o mercúrio é depositado na água, ele acaba sendo incorporado à cadeia alimentar', conta a professora. A tecnologia pode auxiliar no controle da saúde da população que reside no entorno de regiões onde há mineração de ouro. A ideia é que os trabalhadores do setor de mineração passem a utilizar o dispositivo acoplado a suas roupas. A pesquisa foi divulgada, no último dia 28 de novembro, pelo periódico científico Scientific Reports , publicação do grupo Nature . Colocado à prova, o sensor já foi testado por trabalhadores de uma mineração e mostrou ser bastante eficiente. Os testes comprovaram que a exposição ao mercúrio gasoso era superior à quantidade estabelecida pela OSHA (Occupational Safety and Health Administration). De acordo com o órgão, o limite máximo de exposição permitida para o vapor de mercúrio é de 0,1 mg/m3 de ar. Em campo, a pesquisa constatou a presença de 30 a 555 nanogramas de mercúrio, número bem superior ao estipulado pela OSHA. Com participação do professor Elias de Barros Santos , da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e ex-bolsista do CNPq, durante seu projeto de pós-dourado pela Universidade de Victoria, os testes foram realizados em uma mina de Burkina Faso, na África, em um ambiente bem contaminado. Durante a extração artesanal de ouro, os mineiros usam mercúrio como amalgamador (utilizado na separação de ligas metálicas). 'Depois disso, para separar o ouro da amálgama, é preciso que essa mistura seja aquecida a 400 graus Celsius. Esse aquecimento faz com que o mercúrio evapore e seja inalado pelos trabalhadores', afirma Santos. Os docentes salientam que a situação precária e insalubre a que os profissionais da mineração são expostos, sem nenhum tipo de preparo para lidar com a exposição ao mercúrio, é um problema mundial. 'A estimativa é que existam 20 milhões de pessoas, espalhadas pela América Latina, África e Ásia, trabalhando nessas condições. O ambiente é bem inóspito. Além disso, tem famílias com crianças que vivem nesses garimpos e que estão expostas a esse ambiente', alerta Santos. Dentre os problemas de saúde ocasionados pela contaminação por mercúrio, estão o nervosismo, ansiedade, irritabilidade, mudanças de humor, agressividade, confusão mental, insônia, lapsos de memória, enxaqueca, alucinações, tendência a cometer suicídio, tontura e labirintite. Hoje em dia não há tecnologia semelhante no mercado. 'Os sistemas que medem o mercúrio na atmosfera, hoje, são muito mais sofisticados, mais caros e que precisam de uma fonte de energia fixa e de gases especiais para funcionar, permitindo uma única medida naquele momento', completa Anne Helene Fostier. Além de ser um amostrador portátil e que permite obter resultados em poucos minutos, a tecnologia tem como diferencial o fato de ser barata e reutilizável. Os responsáveis pelos estudos estimam o custo para obtenção do dispositivo em menos de 2 dólares. 'O sensoriamento é fácil, sendo necessário apenas um celular e um programa que faça convolução em RGB, permitindo acompanhar o nível de exposição total', afirma Mazali. Coordenação de Comunicação Social do CNPq, com informações do Jornal da Unicamp Sex, 29 Dez 2017 18:11:00 -0200 Prospecção de ensaios clínicos: resultado preliminar e novas datas Coordenação de Comunicação Social do CNPq Sex, 29 Dez 2017 18:11:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq divulgou, nesta sexta-feira, o resultado preliminar do Chamamento Público nº 14/2017 - Prospecção de Ensaios Clínicos e Pré-Clínicos . A chamada buscou identificar ensaios pré-clínicos concluídos, ou em fase de conclusão, e ensaios clínicos fases I, II ou I/II, em andamento ou finalizados, que apresentem potencial de desenvolvimento de tecnologias em saúde estratégicas para o SUS e que contribuam com o complexo industrial da saúde, para eventual financiamento. Foi anunciado, também, um novo calendário para as próximas fases do edital: Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qui, 28 Dez 2017 17:25:00 -0200 CNPq antecipa pagamento de bolsas Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qui, 28 Dez 2017 17:25:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet Em um esforço do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação - MCTIC, que antecipou os valores a serem repassados em janeiro de 2018, os bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq receberam pagamento antecipado que deveria ser efetuado no início de janeiro de 2018. O repasse soma por volta R$ 100 milhões Os beneficiários de bolsa no país receberam um montante aproximado de 82 milhões, nas diversas modalidades. As bolsas no exterior, com pagamento realizado no início de cada trimestre, receberam os valores referentes a esses vencimentos, que somam R$ 17 milhões. Dessa forma, o CNPq contemplou aproximadamente 90 mil bolsistas que já têm assegurados a mensalidade de janeiro referente ao mês de dezembro. O Presidente do CNPq em tom de brincadeira faz o alerta aos bolsistas 'Não é décimo terceiro, apenas um adiantamento do CNPq com votos de Feliz 2018. Após um ano de incertezas, os bolsistas merecem', comentou o presidente do CNPq, Mario Neto Borges, brincando ao lembrar que as normas de bolsas não preveem pagamento de 13º. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qua, 27 Dez 2017 17:52:00 -0200 CNPq paga segunda parcela do Universal 2016 Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qua, 27 Dez 2017 17:52:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet Com o repasse de R$ 65 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), realizado este mês pela FINEP, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) efetuará o pagamento da segunda parcela aos projetos aprovados pela Chamada Universal 2016 . Os valores complementam os R$ 50 milhões já pagos pelo CNPq totalizando mais da metade dos recursos previstos pela Chamada. O pagamento será feito, prioritariamente, às propostas contempladas na Faixa A, de até R$ 30 mil. Isso significa que todos os projetos dessa faixa receberão integralmente os valores aprovados. Ao todo, serão quitados 2.295 projetos aprovados, mais da metade dos 4.514 contemplados pelas três faixas da Chamada. 'Decidimos priorizar a Faixa A porque, assim, conseguiríamos concluir o pagamento integral à maioria dos projetos aprovados, refletindo a preocupação em garantir a continuidade das pesquisas contratadas, proporcionando ao pesquisador a tranquilidade necessária para executar seu projeto', explicou o presidente do CNPq, Mario Neto Borges. Para o professor da Universidade de Brasília (UnB), do Departamento de Serviço Social, Reginaldo Guiraldelli , coordenador do projeto Condições de trabalho e saúde de assistentes sociais na sociedade contemporânea , aprovado na Faixa A, os recursos do Universal são fundamentais para a execução de pesquisas acadêmicas e científicas. 'O apoio é imprescindível para jovens pesquisadores, se fazendo necessária sua manutenção e ampliação, no sentido de contemplar as demandas e contribuir para o avanço da ciência no país', completou. A médica Angelica Amato , do Laboratório de Farmacologia Molecular da UnB, também reforça que esse aporte de recursos financeiros será essencial ao andamento dos projetos de pesquisa já contemplados, especialmente considerando a situação financeira atual do País e o período de tempo entre a elaboração do projeto de pesquisa, o resultado da seleção e a disponibilização do recurso. 'Além disso, deste recurso depende a continuidade da formação dos estudantes de pós-graduação', finalizou. A Chama Universal de 2016 prevê um total de R$ 200 milhões, sendo R$ 50 milhões do CNPq e R$ 150 milhões do FNDCT. As propostas foram contemplas em três faixas: além da A. a Faixa B, para projetos de até R$ 60 mil. e a Faixa C, para projetos de até R$ 120 mil. Os resultados foram divulgados em dezembro de 2016. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Mais notícias Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. 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Chamadas recentes Abertas Encerradas Resultados CHAMADA CNPQ/MCTIC/IBAMA/ASSOCIAÇÃO ABELHA Nº 32/2017 CHAMADA PÚBLICA Nº 31/2017 - APOIO À INSERÇÃO DE PESQUISADORES NAS EMPRESAS INCUBADAS Todas as chamadas Chamada CNPq/MCTIC/BRICS 29/2017 CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 14/2017 - PROSPECÇÃO DE ENSAIOS CLÍNICOS E PRÉ-CLÍNICOS INCUBADORAS DE EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS CURSO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA PARA CAPACITAÇÃO NO USO E MANEJO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO Todas as chamadas CHAMADA CNPQ/MCTIC/IBAMA/ASSOCIAÇÃO ABELHA Nº 32/2017 INCUBADORAS DE EMPREENDIMENTOS ECONÔMICOS SOLIDÁRIOS CURSO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA PARA CAPACITAÇÃO NO USO E MANEJO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO PESQUISA EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA CAATINGA E MATA ATLÂNTICA Todas as chamadas Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. 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Habilite para uma melhor experiência. 6º Ciclo Internacional de Desenvolvimento de Executivos da Administração Pública Federal - Formação de Outono/Inverno 2018 Sobre o curso Ementa Ciclo Internacional de Desenvolvimento de Executivos da Administração Pública Federal - 6ª Edição - Formação de Outono/Inverno 2018 Programa Voltado para Altos Executivos federais (dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário), este programa avançado de capacitação tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento de competências com foco na gestão de organizações complexas, no desenho de políticas públicas de modo inovador e no mapeamento de novos instrumentos para tomada de decisão. Contempla atividades no Brasil e no exterior, baseadas em metodologia prático-reflexiva, onde a experiência do sujeito é fonte de produção de conhecimentos a partir do diálogo como instigador da reflexão sobre a práxis. Ao longo desse Ciclo, em paralelo à aquisição de novas habilidades de liderança, gestão e formulação, o participante será instado a identificar um desafio crítico que enfrenta em sua atividade profissional real e contará com o acompanhamento de um coach para elaborar e colocar em prática um plano para enfrentamento desse desafio. O programa privilegia a interação entre pares, proporcionando a discussão coletiva dos desafios, além de agregar as metodologias e capacidades de Educação para Executivos Públicos da mundialmente renomada John F. Kennedy School of Government (ou Harvard Kennedy School), escola de governo da Universidade de Harvard. As atividades serão realizadas na Enap (em Brasília) e na Harvard Kennedy School (nos EUA). O investimento é da ordem de US$ 8.500,00 mais as despesas de viagem do participante, e deverá ser custeado pelo órgão do participante. O Ciclo Internacional envolve três etapas: 1. Três oficinas na Enap, em 15, 22 e 29 de março de 2018 (sempre de 14:30h às 17:30h). 2. Uma Etapa Internacional nos EUA, envolvendo a participação em uma dentre três opções de curso de Educação Executiva no campus da Harvard Kennedy School, de uma semana de duração (opções disponíveis: A. curso Mastering Negotiation: Building Agreements Across Boundaries, de 08 a 13 de abril de 2018. B. curso Leading Successful Programs: Using Evidence to Assess Effectiveness, de 29 de abril a 04 de maio de 2018. C. curso Women and Power: Leadership in a New World, de 29 de abril a 04 de maio de 2018). 3. De volta ao Brasil, será realizada uma Oficina de Retorno, em 17 de maio de 2018 (de 14:30 às 17:30h), e então o participante terá um período de três meses para implementar em sua atividade de trabalho um projeto de intervenção visando solucionar algum desafio crítico que enfrenta no mundo real. O Ciclo se encerrará com um Encontro Final de socialização das experiências dos participantes, em 30 de agosto de 2018 (de 08:00h às 18:00h). Público-alvo: Secretários-executivos, assessores especiais, secretários nacionais, diretores, assessores e servidores em posições de liderança de ministérios e da Presidência da República, de autarquias, fundações, agências, empresas públicas e de economia mista. bem como altos dirigentes dos Poderes Legislativo e Judiciário. Requisito: Inglês fluente. e perfil adequado ao público-alvo. Mais informações: CLIQUE AQUI para ver o folder completo sobre o programa. Oportunidade: pós-doutorado em aprendizado de máquina com bolsa da FAPESP O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, está com uma vaga aberta para pós-doutorado na área de aprendizado de máquina e mineração de dados com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). O prazo de inscrição termina em 31 de janeiro. O bolsista irá trabalhar no projeto intitulado Armadilhas e sensores inteligentes: uma abordagem inovadora para controle de insetos peste e vetores de doenças , que tem como pesquisador responsável o professor Gustavo Batista, do ICMC. Os interessados devem enviar e-mail para gbatista@icmc.usp.br com o assunto post-doctoral application ¿ machine learning , contendo currículo e carta de apresentação com nomes e informações para contato de dois profissionais que possam recomendar o candidato, ambos em formato PDF. É necessário que o candidato tenha o título de doutor em ciência de computação ou áreas afins, com experiência em aprendizado de máquina e mineração de dados, além de ter finalizado seu doutorado nos últimos cinco anos. O valor da bolsa para pós-doutor da FAPESP é de R$ 7.174,80. O pesquisador trabalhará com as técnicas de aprendizado de máquina aplicadas a fluxos de dados para classificação e quantificação. A oportunidade está publicada no site da FAPESP no link icmc.usp.br/e/62b89 . Saiba mais sobre o projeto: Cientistas criam sensor para ajudar no combate ao Aedes aegypti Tecnologia inovadora desenvolvida no ICMC contribui para combater dengue, malária e pragas agrícolas Modelo criado no ICMC faz reconhecimento automático de espécies de inseto e pode ser aplicado a várias áreas do conhecimento BRAMA programa capacitação à distância em gestão da pesquisa Nos dias 13 e 20 de dezembro, das 11 às 12 horas, a Associação Brasileira de Gestores de Pesquisa promoverá um encontro para associados e aberto aos interessados em geral para discussão sobre o tema ¿Administração e Gestão da Pesquisa Científica no Brasil¿. O propósito do encontro é divulgar os objetivos da associação e promover uma interação entre os administradores de pesquisa no Brasil. A Associação ainda pretende, nessas datas, coletar temas de interesse para incluir na grade de palestras do curso de capacitação e aperfeiçoamento que será oferecido somente para os Associados durante o ano de 2018. Tanto o benchmarking como o curso de capacitação será realizado via Plataforma MConf ( http://mconf.org/ ). O link para acessar a conferência dos dias 13 e 20 de dezembro é: https://mconf.org/webconf/brama . Dúvidas ou outras informações poderão ser obtidas por meio do endereço bramabrazil@gmail.com . Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. MAIS OPORTUNIDADES Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. 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  resistir.info ou IBAN PT50003601689910004600741 MENTIRA, CONFUSIONISMO E MÁ FÉ Uma tempestade mediática levantou-se com o veto do PR às alterações à Lei do Financiamento dos Partidos, que sempre foi anti-democrática. As alterações agora introduzidas não foram, como dizem, votadas à socapa e sim publicamente no plenário da AR. Elas visam atenuar um pouco a maldade intrínseca daquela lei de 2003, feita ... enriquecer clientelas – está agora a ser repetido na Câmara Municipal de Lisboa. Dois exemplos: O ... sucessivos governos não o quiseram... O vídeo deste entrevista está aqui (ver entre os minutos 21 e 25 ... capital financeiro e aos monopólios está a chegar ao fim. A política do terror imposta pela UE contra ... deram-lhe uma resposta à altura. O referendo acerca do desligamento da Itália da União Europeia está ... sector hegemónico que está no comando do processo. A posse de H. Meirelles no Ministério das Finanças CACHE

resistir.info ou IBAN PT50003601689910004600741 MENTIRA, CONFUSIONISMO E MÁ FÉ Uma tempestade mediática levantou-se com o veto do PR às alterações à Lei do Financiamento dos Partidos, que sempre foi anti-democrática. As alterações agora introduzidas não foram, como dizem, votadas à socapa e sim publicamente no plenário da AR. Elas visam atenuar um pouco a maldade intrínseca daquela lei de 2003, feita ad hoc para controlar alguns partidos e prejudicar o seu auto-financiamento. No entanto, não é o que se diz no confusionismo das perorações televisivas nem na mensagem do PR. Por isso, é bom que José Capucho tenha posto (alguns) pingos no is. 14,6 MIL MILHÕES DE EUROS E O NOVO BANCO DOS CTT Informa o Diário de Notícias que entre 2008 e 2016 o salvamento de bancos (privados, sobretudo) custou 14,6 mil milhões de euros aos contribuintes portugueses , montante que equivale a quase 8% do PIB português. Este é o triste saldo da re-privatização da banca e demonstra a posteriori a clarividência, lucidez e coragem do grande General Vasco Gonçalves, primeiro-ministro em 1975 que nacionalizou a banca portuguesa. O desastre actual é a consequência directa da reprivatização da banca. A trafulhice e o roubo são inerentes à banca privada. O trabalho sujo de privatização da banca prosseguiu com o governo do PSD-CDS, que ao privatizar os correios permitiu que a sua administração constituisse um novo banco privado, o Banco CTT. As consequências disso já estão à vista. Os serviços postais degradam-se, trabalhadores são despedidos em massa e esta administração privada dos CTT tenta transformar funcionários de correios em bancários. O actual governo PS teve e ainda tem uma excelente oportunidade para reverter esta malfeitoria do governo PSD-CDS: basta devolver os CTT à esfera pública, à qual sempre pertenceu desde há séculos e é onde deve estar. No entanto, António Costa, declarou na AR que isso não consta na sua agenda. Se assim for, A. Costa será um simples continuador do governo P. Coelho. Aquilo de que Portugal menos precisa é de mais um banco privado a pilhar o país. CONTOS DE NATAL Estes natais sinistros , Gabriel García Márquez Os pobrezinhos , António Lobo Antunes A ladainha: 'Feliz Natal e Próspero Ano Novo' , Cid Simões Conto de Natal – Maria e José na Palestina em 2010 , James Petras TÁXI SÓFIA O fim do socialismo foi um desastre pavoroso para os povos da Europa do Leste. O mesmo é bem retratado no filme Táxi Sófia , agora em exibição em Lisboa. Reflecte a triste situação actual da Bulgária capitalista – mas aquilo que mostra poderia aplicar-se a quase todos os países do antigo CAME. O filme merece ser visto. REGABOFE DESPESISTA Eles não aprenderam absolutamente nada. O desastre da governação Sócrates – com projectos disparatados, megalómanos e inúteis para enriquecer clientelas – está agora a ser repetido na Câmara Municipal de Lisboa. Dois exemplos: O projecto em curso das bicicletas da EMEL, que vai custar 23 milhões de euros . Segundo exemplo: anuncia-se agora que a CM de Lisboa irá contratar 124 novos assessores e secretárias , com salários que chegam aos 3752 euros/mês. Os novos boys & girls da CM de Lisboa custarão mais de 5 milhões de euros/ano. Para algumas coisas há dinheiro a rodos, para outras não. O PS continua igual a si próprio. CENSURA NA TVI A censura prévia, ou auto-censura, existe desde há muito nas estações portuguesas de televisão. Mas inédito foi o acontecido dia 30 de Outubro, cerca das 21h30, na TVI. Em meio a um debate sobre os incêndios florestais, na sequência de uma reportagem da jornalista Ana Leal , a emissão foi cortada subitamente e sem qualquer explicação. Isto aconteceu quando intervinha o Comandante do Bombeiros de Leiria, o qual mal principiara a sua análise. Este acto censóreo da direcção da TVI constitui uma afronta tanto ao público que assistia ao debate como aos seus intervenientes e ao moderador do mesmo. Assim vai o jornalismo em Portugal. Quanto ao jornalismo do país vizinho, vale a pena ver a reportagem El cártel del fuego (I) de Daniel Toledo, cujo subtítulo é 'Una investigación judicial revela que en España y Portugal existe una mafia empresarial que ha conseguido 250 millones de euros públicos amañando concursos de extinción'. ARCAÍSMO E DUPLICIDADE HIPÓCRITA A declaração de independência da Catalunha, em 27/Outubro, põe em evidência alguns fenómenos que merecem ser assinalados. Em primeiro lugar, mostra o arcaísmo do Estado espanhol, com o seu reizeco imposto pelo franquismo. A constituição espanhola de 1978 é disfuncional e não consegue sequer dirimir o problema das nacionalidades – que a República Espanhola soube resolver muito bem. Para resolver tal problema o governo reaccionário de Rajoy recorre aos métodos do franquismo, com a repressão policial e militar do movimento pela independência. Para isso escuda-se nos juridicismos de uma constituição caduca. Em segundo lugar deve-se registar a duplicidade hipócrita da União Europeia. Esta impôs a ferro e fogo a independência do 'Estado' do Kosovo, hoje dirigido por um terrorista traficante de estupefacientes . Isto mostra quão baixo chegou nível moral desta UE. Os 78 dias de bombardeamento da Sérvia pelas tropas da NATO receberam o apoio pleno desta repugnante UE. Mas ela, que dilacerou a Constituição Sérvia, vem agora, tal como uma virgem ofendida, proclamar o seu respeito pela unidade do Estado espanhol e da sua constituição. Em terceiro lugar, deve-se assinalar a matriz burguesa deste movimento pela independência da Catalunha. Foram estes partidos nacionalistas catalães que impuseram recentemente duras medidas anti-sociais contra os trabalhadores da região . Assim, é compreensível que a maior parte do movimento sindical catalão permaneça à margem desta tentativa de 'independência' da sua burguesia local. A 'independência' nos quadros do capitalismo e sob a ditadura do Euro é-lhe indiferente. A DESASTROSA PRIVATIZAÇÃO DA PROTECÇÃO CIVIL Palavras do Tenente-Coronel Costa Mota, presidente da Associação de Oficiais das Forças Armadas ( AOFA ), em entrevista à TVI: É FÁCIL: em vez do negócios de milhões com aluguer de aviões, basta – dar meios aéreos à Força Aérea (que não os tem) – dar dinheiro para combustível e manutenção (que não tem) – dar mais meios humanos (que não tem, nem qualificação para combate a incêndios). LUCRO PARA PORTUGAL: – ficamos com os meios para Portugal, 365 dias por ano (e não na fase Charlie ou outra). – a manutenção é assegurada 365 dias por ano pela Força Aérea (sem custos adicionais). – os pilotos ganham o mesmo 365 dias por ano (o que ganham agora). – o Estado deixa de gastar milhões de euros com privados. PORQUE É QUE A FORÇA AÉREA NÃO FAZ ISTO? – Porque os sucessivos governos não o quiseram... O vídeo deste entrevista está aqui (ver entre os minutos 21 e 25). Os negócios & negociatas com serviços de protecção civil (meios aéreos, Siresp, etc) resultam da desastrosa ideologia privatizadora que impera em Portugal. Esta levou a que o Estado se demitisse das suas funções e despertou a sanha do capital privado interessado em apanhar o botim. As dezenas de mortes verificadas nos incêndios florestais deste ano são consequência do neoliberalismo imposto há muito por governos PS, PSD e CDS. É preciso dar meia-volta. INCÊNDIOS FLORESTAIS Este artigo publicado em 2005 por resisti.info continua plenamente válido: Como evitar incêndios florestais e produzir energia Com um aparelho de Estado disfuncional e esclerozado e sempre com as mesmas classes e interesses instalados no poder, pouca diferença há entre governos do PS e do PSD-CDS. Os resultados são os mesmos – desastrosos. CRISE, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E INGENUIDADE TECNOLÓGICA Os que defendem a inteligência artificial (IA) como solução para os problemas económicos padecem de uma enorme ingenuidade tecnológica. Alguns chegam até a perguntar como a IA poderia traduzir-se em crescimento económico . Na verdade, os engenheiros que sabem muito de IA & de robots pouco ou nada sabem de economia política – o que limita o seu entendimento. Eles Incidem assim em ilusões, como se o progresso tecnológico pudesse resolver a depressão económica actual. Por isso, convém repetir o b-a-bá do modo de produção capitalista. A generalização da IA & dos robots significa um aumento da composição orgânica do capital, ou seja, da substituição de trabalho vivo pelo trabalho morto incorporado nos equipamentos. Ora, o aumento da composição organica, leva inelutavelmente à redução das taxas de mais-valia e de lucro, pois elas só podem ser extraídas do trabalho vivo. Dessa forma, o incremento da queda da taxa de lucro será um motivo ulterior para agravar ainda mais a crise actual. É verdade que na concorrência inter-capitalista as empresas que chegam primeiro à IA e aos robots têm uma vantagem acrescida em relação aos seus competidores mais atrasados, os quais podem ser expulsos do mercado. Mas a generalização da IA e dos robots a todas as empresas poderá significar o dobre de finados do capitalismo, um sistema baseado no lucro. Não há falta de inteligência entre os tecnólogos da Inteligência Artificial – eles apenas padecem de uma visão em túnel e espalham as suas ilusões entre aqueles que os ouvem. O ESCORPIÃO MORDE QUEM O ALIMENTA Em 2014 o governo estado-unidense organizou um golpe de estado na Ucrânia. Para derrubar o seu governo legítimo os experts da CIA, NED & Embaixada dos EUA em Kiev utilizaram uma corja de grupos nazi-fascistas, os quais hoje dominam grande parte do aparelho de estado ucraniano (sobretudo os organismos de segurança). No entanto, revela-se agora, uma empresa ucraniana vendeu à RDPC planos técnicos para a construção de motores de mísseis (ou mesmo forneceu motores já construídos). A ironia da situação é inescapável: o imperialismo acalentou e estimulou o escorpião nazi e, pelo visto, este terá ajudado um dos inimigos dos EUA... QUEM PODE DAR LIÇÕES DE DEMOCRACIA A Venezuela Bolivariana não precisa receber lições de democracia de ninguém. Ela pode é dar lições ao sr. Augusto Santos Silva e seus emulos da UE. O servilismo da UE ao diktat imperial dos EUA é cronico. Os seus dirigentes estão bem amestrados – mesmo quando as sanções imperiais ferem interesses europeus. Assim como estão bens amestrados os comentaristas presstitutos que actuam nos media portugueses, todos eles bem alinhados com a orquestração anti-Venezuela organizada em Washington pela NED, CIA e as demais 27 agências de segurança e espionagem dos EUA. Não há nada de novo nesse processo. Campanhas como esta organizadas pelo império levaram ao golpe de 1964 no Brasil, ao golpe de 1973 no Chile, ao golpe no Irão contra Mossaegh em 1953, ao golpe na Guatemala contra Jacobo Arbens na década de 50, aos golpes recentes nas Honduras e no Paraguai, ao golpe na Ucrânia há um par de anos, às sucessivas 'revoluções coloridas' na Europa do Leste. A lista poderia continuar. O imperialismo hoje tem um enorme know-how acumulado quanto à desestabilização de países. Quanto às eventuais 'sanções' à Venezuela consideradas pelo ministro Augusto Santos Silva, ele que não se esqueça que Portugal tem interesses naquele país – petrolíferos inclusive. DEZ MILHÕES DE VISITAS Resistir.info atingiu hoje, 28/Abril/2017, o número de dez milhões de visitas desde o seu lançamento em 2002. As estatísticas de resistir.info são públicas e podem ser examinadas aqui . JORNALISMO DEGRADADO E DEGRADANTE Houve um tempo em que a distinção enfre factos e opiniões era uma prática bem estabelecida no jornalismo, assim como a distinção entre a mentira e a verdade. Hoje isso não é mais assim e os próprios jornalistas que trabalham nos media corporativos são, em grande medida, responsáveis por esta degradação. Consciente ou inconscientemente, a maior parte destes profissionais perdeu qualquer capacidade de análise ou de juízo crítico. Aceitam como verdadeiras as mentiras mais inverossímeis. Basta ver, por exemplo, o semanário Expresso de 08/Abril/2017. Nunca, em momento alguns, os vários jornalistas que ali escreveram sobre a agressão à Síria puseram em causa a versão dos EUA de que o governo Assad teria utilizado armas químicas contra o seu próprio povo. Os leitores desse semanário nem sequer tiveram o direito do contraditório, princípio básico do jornalismo. A mentira passa assim por verdade pura e cristalina. Nenhum destes escrevinhadores que se intitulam jornalistas aprendeu com a História. O cinismo ou a ignorância imperam entre eles. As mentiras sucessivas do governo dos EUA para lançar guerras são pura e simplesmente ignoradas. A mentira do incidente do Golfo de Tonquim, tramada pelos EUA para lançar a guerra do Vietname, não existe para esta gente do Expresso, dos comentaristas da TV ou das folhas de papel corporativas. A mentira de Collin Powell na ONU e das suas 'provas' de armas de destruição em massa no Iraque tão pouco. Assim como a mentira da explosão do navio que serviu para os EUA intervirem militarmente em Cuba, no princípio do século XX. Exemplos destes poderiam suceder-se numa longa série. Verifica-se assim que Goebbels tem émulos à altura nos media portugueses. Como diz John Pilger, tais jornalistas têm uma pesadíssima responsabilidade pelas mortes de milhões de pessoas pois preparam o clima para as guerras de agressão do imperialismo. Eles têm as mãos manchadas de sangue. Crimes monstruosos praticados na Jugoslávia, Iraque, Afeganistão, Líbia, Somália, Iémen, Síria e tantos outros lugares são também da responsalidade dos que escrevem nos media corporativos. A MENTIRA, A GUERRA E A MEIA-VOLTA A agressão directa dos EUA contra a República Árabe Síria é um momento de viragem. Como de costume, trata-se de uma agressão com base em mentiras: hoje, a única força que tem armas químicas no território sírio são os terroristas do Al Nusra , patrocinados pelos EUA. Como é bem sabido, graças à diplomacia russa o armamento químico sírio foi desactivado três anos atrás sob fiscalização internacional. Desde o discurso de Collin Powell na ONU acerca de ADMs inexistentes, os EUA já nos habituaram às mentiras descaradas. Agora, este novo acto de banditismo na Síria desfaz as esperanças de paz despertadas por Trump durante a sua campanha eleitoral. Trump deu o dito por não dito. Hoje ele é um presidente controlado pelo Estado profundo, foi neutralizado pelos neocons. A sua política já pouco se distingue daquela da Killary Clinton. A agressividade do imperialismo aumenta à medida que se aprofunda a crise económica. A instalação do THAAD na Coreia. o cerco à Rússia agravado com a instalação de bases de mísseis na Roménia e na Polónia. as provocações nos mares do Sul da China. o aumento gigantesco do orçamento militar dos EUA indicam uma preparação para a guerra – e esta pode ser nuclear. Nesse caso, os 59 Tomahawks lançados sobre a Síria poderiam ser só uma escaramuça inicial. O mundo nunca correu tantos riscos como agora. A VITÓRIA DO FUNDO ABUTRE O primeiro-ministro anunciou em 31 de Março a venda do Novo Banco ao Lone Star. Esta venda, que é praticamente uma dádiva , só foi possível porque este governo segue submissamente os ditames de Bruxelas. A UE não quer bancos nacionalizados na Europa e os governos servis seguem o seu diktat. O historial do fundo abutre Lone Star, especializado em despojos, é notório no mundo todo. Ele pode ser apreciado aqui e aqui . COMO A CGD CONTINUA A SER ARRUINADA A central sindical amarela, conhecida como UGT, recebeu um financiamento de 1,5 milhão de euros da CGD, a ser pago em 25 anos mediante módicas prestações mensais de 7.500 euros . O referido financiamento destina-se a reembolsar dívidas antigas da UGT para com a UE, decorrente das trafulhices cometidas pela mesma com dinheiros do Fundo Social Europeu. Sabe-se que este banco público atravessa dificuldades devido aos empréstimos ruinosos que efectuou no passado, com incumprimento de credores. Assim, cabe perguntar: Que garantias tem a CGD de bom pagamento por parte da UGT? Terá a UGT dado garantias reais? Como é possível que as tenha dado se até foi despejada da sua sede por falta de pagamento ao senhorio? Por que a nova administração da CGD resolveu fazer este frete à UGT? Não será lícito suspeitar que o governo PS a persuadiu a acudir à UGT? Como é possível agravar ainda mais a saúde financeira do único banco público que ainda resta em Portugal? Tais questões deveriam ser respondidas. GUTERRES CONIVENTE COM O APARTHEID SIONISTA Um relatório da ONU publicado esta semana pela Comissão Económica e Social para a Ásia Ocidental (ESCWA, na sigla em inglês) conclui que 'Israel estabeleceu um regime de apartheid que domina o povo palestino como um todo'. O relatório considera 'para além de qualquer dúvida razoável que Israel é culpado de políticas e práticas de crimes de apartheid', tal como definido no direito internacional. Além disso, insta os governos nacionais a apoiarem a campanha por boicote, desinvestimento e sanções (BDS). Após a publicação do relatório o secretário-geral da ONU, cedendo a pressões dos EUA, ordenou a sua retirada da web. Em protesto contra o acto de censura de António Guterres a responsável pela ESCWA, Rima Khalaf, renunciou ao cargo. 'Demito-me porque é meu dever não ocultar um crime claro e porque apoio todas as conclusões do relatório', declarou Khalaf. O texto integral do relatório censurado pode ser lido aqui . Esta notícia não foi publicada pelos jornais portugueses que se auto-proclamam como 'referência'. MEDIA PORTUGUESES SILENCIAM PARLAMENTO HOLANDÊS Os media corporativos portugueses, inclusive os jornais económicos, fizeram um silêncio quase sepulcral sobre a decisão do Parlamento holandês de rejeitar o Euro . A iniciativa de propor o abandono da Eurozona coube ao maior partido da oposição. A proposta de elaborar um relatório a respeito foi aprovada por unanimidade no parlamento holandês. Este silêncio dos media locais diz muito quanto à qualidade da informação que administram aos portugueses. Eles fazem desinformação tanto por acção (as historietas mentirosas e diversionistas, agora chamadas de fakenews ) como por omissão. O NÃO ITALIANO A vitória do 'não' no referendo italiano é mais um passo para a libertação da Europa das garras da UE e do Euro. Pouco importa os motivos formais porque foi convocado o referendo de 4 de Outubro. O que de facto o povo italiano votou foi a ruptura com a submissão à União Europeia e ao Euro. O servilismo dos hierarcas da UE ao capital financeiro e aos monopólios está a chegar ao fim. A política do terror imposta pela UE contra os povos europeus é bem reflectida na frase daquele dirigente de uma companhia de seguros alemã: 'Nós torturámos a Grécia para que os seus gritos fossem ouvidos pelos italianos'. Agora os italianos deram-lhe uma resposta à altura. O referendo acerca do desligamento da Itália da União Europeia está a caminho. A desagregação da UE já começou. A CACOFONIA ANTI-TRUMP Uma imensa cacofonia invadiu o mundo após a derrota da Killary Clinton. Opinadores profissionais que se fartaram de debitar asneiras nas TVs agora são convidados às mesmas TVs para palrarem acerca da vitória de Trump. Mas poucos se dão ao trabalho de verificar o que ele realmente disse e o que realmente propõe. Tais opinadores são ignorantes, assim como altos dignitários da UE. O sr. Juncker, por exemplo, pede 'esclarecimentos', o sr. Hollande manifesta o seu 'espanto' e o ministro da Defesa alemão angustia-se quanto ao futuro da NATO. Mas toda essa gente poderia, antes de falar, dar-se simplesmente ao trabalho de ler o programa e as posições do futuro presidente dos EUA. Elas são segredo só para os que se desinformam através dos media corporativos. Mas para quem quiser realmente saber, elas estão aqui . KILLARY E AS ELEIÇÕES ESTADO-UNIDENSES Os EUA estão divididos. De um lado estão os que querem preservar o Império mesmo à custa do seu país – são os neocons. Do outro lado estão os querem salvar os EUA ainda que seja à custa da perda da sua hegemonia imperial. A representante dos primeiros é a sanguinária e corrupta Hillary Clinton, responsáveis por incontáveis mortes de civis no Iraque, na Líbia, na Somália, no Iémen e na antiga Jugoslávia (em 1999 apoiou o seu marido na guerra de agressão da NATO). Ela é a mulher que, tal como uma ave carniceira, deu uma gargalhada ao saber do assassinato de Kadafi ('Viemos, vimos e matámos', berrou ela). A sua eventual vitória significará uma alta probabilidade de guerra nuclear. O outro candidato, Trump, é o que aceita o retorno a um mundo multipolar a fim de salvar da derrocada o seu próprio país – uma derrocada económica, financeira, monetária, política e moral. Apesar da sua vulgaridade, grosseria e algumas ideias tolas ele é certamente o candidato que dá mais garantias à paz mundial e à maioria do povo estado-unidense. Se estas eleições não forem mais roubadas do que de costume Trump poderá vencer. Ter ou não um planeta coberto de cinzas radioactivas depende dos resultados de 8 de Novembro. 15º ANIVERSÁRIO DE UM CRIME E DO SEU ENCOBRIMENTO Em 11 de Setembro de 2001 verificaram-se as demolições controladas de três edifícios do World Trade Center de Nova York. o ataque ao Pentágono através de um objecto voador sem asas e com capacidade perfurante e o desaparecimento de um avião nos EUA. Foi o crime do século. Os que o planearam e o cometeram eram indivíduos dentro do aparelho de Estado dos EUA – foi um inside job. Os seus executores precisavam forjar uma operação de falsa bandeira – e disseram-no antecipadamente no Project for A New American Century. Ninguém de bom senso pode ser convencido pelas pseudo-explicações absurdas propaladas pelo governo americano, como se dois edifícios com estrutura de aço pudessem ruir com incêndios provocados por choques de aviões e um terceiro, o de número 7, ruísse 'por simpatia' com os outros dois. ou como se um avião que ninguém viu e de que não há vestígios se houvesse chocado com Pentágono. O segundo capítulo desta história é o encobrimento do crime. Durante 15 anos os media corporativos fizeram e fazem silenciamento ou desinformação. Nenhum dos chamados jornalistas 'de investigação' debruçou-se sobre o caso. A censura é total. Para os media corporativos, o 11/Set tornou-se assunto tabu. O seu servilismo face ao poder é absoluto. Todo este caso do 11/Set, das guerras de agressão que se seguiram, da fascistização do regime nos EUA (Patriot Act, novo Ministério da Segurança Interna, leis de espionagem e devassa dos cidadãos, etc) é um 'não assunto' para as corporações dos mass media. Só os media alternativos e investigadores sérios dos EUA – engenheiros, arquitectos, físicos e muitos outros profissionais – analisam e denunciam as mentiras do governo estado-unidense. O avanço do nazismo na Alemanha deveu-se também a uma operação de falsa bandeira: o incêndio do Reichstag, em 1933, por apaniguados de Goering. A NUVEM JURÍDICA, O GOLPE E AS REALIDADES DE CLASSE O jurisdicismo actua como uma nuvem de poeira que obscurece as questões reais. Trata-se de uma prática corrente dos parlamentos corruptos, como se viu durante o espectáculo encenado no senado brasileiro. Ali, um bando de serviçais da oligarquia palrou horas sem fim sobre bizantinismos jurídicos. Tentavam ocultar a questão real, subjacente ao impeachment da sra. Roussef: quais as classes e sectores de classe beneficiados com a aprovação do impeachment? O grande beneficiário foi o sector financeiro da burguesia – este é o sector hegemónico que está no comando do processo. A posse de H. Meirelles no Ministério das Finanças e de I. Goldfajn como governador do Banco Central, imediatamente após a suspensão do mandato de Dilma, indicam isso. A oligarquia financeira (estreitamente ligada ao imperialismo) é hoje o sector que comanda a burguesia brasileira. Nela se inclui a burguesia rentista, que se locupleta com os altos níveis das taxas de juro brasileira e dos títulos da dívida pública. Mas a burguesia industrial definha pois o país desindustrializa-se a olhos vistos (a indústria transformadora que em 2004 representava 18% do PIB, em 2015 caiu para 9%). O outro grande beneficiado é o sector da burguesia exportadora de produtos primários (agrobusiness e minérios em bruto). Os sectores prejudicados com a queda final do governo PT, fruto das suas conciliações e política de apaziguamento, são as camadas médias, os trabalhadores assalariados e os enormes segmentos marginalizados da população. Essa será a base social para a construção de um verdadeiro movimento popular a fim de combater a ditadura do capital financeiro. BRASIL: GOLPE EM ESTILO PARAGUAIO O fracasso do lulismo, variante brasileira da social-democracia, é da sua própria lavra. Ele próprio foi responsável pelo impeachment da sra. Dilma Roussef. Durante 13 anos o lulismo fez quase tudo o que a reacção queria. A sua estratégia foi dar migalhas insignificantes ao povo brasileiro a fim de apassivá-lo e alcançar a almejada 'paz social'. Isso pode acabar hoje, 30/Agosto/2016, após a votação no Senado. Agora é a reacção pura e dura que dá as cartas. A classe dominante (brasileira e estrangeira) quer o poder total para fazer os trabalhadores arcarem com a depressão económica que agora se inicia. O discurso da 'presidenta' (como ela diz) no Senado foi patético. Foi buscar o seu passado remoto para ocultar a actuação do seu passado recente. Foi ela que, em tentativas vãs de apaziguar a reacção, perdeu a sua base social de apoio. Ela pôs banqueiros privados como ministros das Finanças. pôs uma latifundiária como ministra da Agricultura. manteve congelada a Reforma Agrária. teceu compromissos espúrios com corruptos que acabaram por traí-la. tratou de apassivar a CUT e o movimento sindical. aceitou que os seus telefonemas fossem espiolhados pela CIA. aprovou leis contra os movimentos sociais (às quais chamou de 'anti-terroristas'). colaborou nas privatizações e dilapidação das riquezas nacionais (pré-sal e não só). Ou seja, as opções de juventude mencionadas no seu discurso do dia 29 já pouco ou nada têm a ver com as suas opções (de classe) do presente. Actualmente ela aceita sem contestar a Lei da Responsabilidade Fiscal, como se esta fosse alguma 'Lei de Bronze' – diz apenas que não a infringiu, mas está de acordo com a mesma tal como o PMDB, o PSDB, o capital financeiro e a burguesia rentista. Com um partido 'dos trabalhadores' como o PT os trabalhadores brasileiros já não precisam ter inimigos. O impeachment da sra. Roussef rasga a máscara da legalidade democrática burguesa. O modelo de golpe adoptado pelo Senado brasileiro é o do Paraguai e de Honduras. Tristes modelos. RETORNO AO PADRÃO OURO, DEFENDE GREENSPAN Durante anos banqueiros centrais tentaram convencer-nos de que o ouro já não tinha importância, que era um metal desmonetizado e como outro qualquer. Agora, como um raio em ceu azul, o próprio Greenspan vem defender publicamente o retorno ao padrão ouro tal como existia antes de 1913. 'Se voltássemos ao padrão ouro e aderíssemos à estrutura real do padrão ouro como existia antes de 1913, estaríamos bem. Recordem que o período de 1870 a 1913 foi um dos mais economicamente agressivos que tivermos nos Estados Unidos e que foi um período dourado do padrão ouro'. Ignorando o seu próprio papel na formação de bolhas, o ex-governador do banco central dos EUA chega a declarar: 'Este é o pior período de que me recordo desde que entrei para o serviço público. Não há nada como isto, incluindo a crise de 19/Outubro/1987, quando o Dow teve uma queda recorde de 23 por cento'. Ele descartou falsas narrativas de uma 'recuperação' e considerou que a economia dos EUA está efectivamente em 'estagnação' (sic). E concluiu: 'Historicamente, as moedas fiduciárias (fiat money) sempre acabaram assim' (sic). UM DISCURSO IMPRESSIONANTE O silenciamento quase total dos media portugueses acerca das eleições sírias só foi rompido por calúnias bolsadas pela RTP2 (programa 'Olhar o mundo'). Igualmente silenciado foi o discurso do Presidente Assad perante o Parlamento sírio , hoje reproduzido por resistir.info. Trata-se de uma peça impressionante e mesmo comovente. Este discurso reflecte a tragédia de todo um povo sacrificado barbaramente pelo imperialismo, com a vergonhosa colaboração de uma União Europeia em total degradação moral e política. Mas mesmo neste transe terrível o povo sírio e as suas heróicas forças armadas resistem e lutam. Eles não querem ter o mesmo destino de povos trucidados pelos imperialismo, como os da Líbia, Iraque, Afeganistão, Iémen e tantos outros. Apesar das tragédias humanas provocadas pelo terrorismo patrocinado pelos países da NATO, longe vão os tempos em que os governantes dos EUA e os seus serviçais da UE diziam que o Presidente sírio não duravava mais de seis meses! A (DES)UNIÃO EUROPEIA A câmara alta do Parlamento suíço acaba de cancelar o pedido de adesão do país à União Europeia , que fora apresentado em 1992. Vinte e sete senadores votaram pelo cancelamento, 13 foram contra e dois se abstiveram. E no referendo do proximo dia 23 a Grã-Bretanha irá votar o Brexit, o abandono da UE. Enquanto isso em França, centro da UE, todo o povo está em revolta aberta contra os seus ditames relativos às leis do trabalho e o servilismo do governo Hollande. Qual dos 28 será o próximo a por em causa a pertença à UE? Na verdade, Portugal tem muito mais razões que a Grã-Bretanha para romper com a UE – esta pelo menos manteve a sua soberania monetária e um certo grau de autonomia em relação a Bruxelas. Aqui, nem isso. Portugal está submetido e sufocado pela UE. O seu presidente e os seus governantes, de modo humilhante, peregrinam pelas capitais europeias a pedirem pelo amor dos deuses para não serem submetidos às sanções de Bruxelas. Eles, e os media corporativos que os servem, instilam falsos medos quanto à ruptura porque não têm dignidade para propô-la. O GOLPE NO BRASIL Em 12 de Maio o Senado brasileiro consumou o impeachment da presidente Dilma Ro, com a suspensão do seu mandato. Acerca desse episódio, amplamente noticiado, devem-se destacar alguns pontos: 1) Trata-se de um golpe jurídico e político, sim, mas um golpe intra-burguês. 2) O governo da sra. Rousseff já havia capitulado à reacção em todas as frentes, numa tentativa de apaziguá-la. 3) Nunca se fizeram tantas privatizações e medidas anti-populares como no governo soi-disant 'de esquerda' da sra. Rousseff. 4) Em Junho de 2013 o povo brasileiro fez uma fortíssima advertência ao governo da sra. Rousseff , exigindo uma mudança de rumos – mas tal advertência não foi atendida. 5) Por isso mesmo os trabalhadores brasileiros estão a manter-se relativamente passivos diante do golpe do impeachment. 6) O seu sucessor, sr. Temer, é um político do PMDB reconhecidamente corrupto – mas a política económica do seu governo será uma continuidade com a da sua antecessora 7) A falsa imagem 'de esquerda' dos governos PT deve ser desmistificada – a verdadeira esquerda brasileira não é encarnada por um partido degenerado como o PT. 8) O golpe foi dado para: a) acelerar as medidas anti-povo, lançando todo o custo da crise sobre os trabalhadores. e b) barrar investigações de corrupção ('Lava Jato') que atingem 60% dos membros do Congresso. PORTUGAL, AS GARRAS DA UE E O CRITÉRIO DOS 3% Anuncia-se agora que Bruxelas iniciou tramitações para suspender fundos europeus a Portugal e ameaça enquadrar o país no Procedimento de Défice Excessivo (PDE) pois de 2013 a 2015 teria ultrapassado o critério dos 3% de défice imposto pelo Tratado Orçamental. As garras da União Europeia começam assim a apertar-se sobre o pescoço português, tal como na Grécia e nos demais países do sul da Europa. Consequentemente, a UE ameaça cortar até 50% dos fundos comunitários a Portugal e obrigar o governo português a prestar contas a Bruxelas de três em três meses. Para apreciar os muito 'científicos' critérios impostos pela UE ao adoptar este percentual dos 3% leia-se este artigo em resistir.info: Como nasceu a camisa de força orçamental da UE . O seu criador, sr. Guy Abeille, explica que inventou este número dos 3% em menos de uma hora, fazendo contas 'nas costas de um envelope, sem qualquer reflexão teórica'. Tal invenção transformou-se em lei comunitária e agora destroi povos e países. Só a ruptura com a UE e o Euro poderá libertar os povos europeus desta camisa de força. MAIS TRÊS BANCOS A SEREM RESGATADOS Pode haver 'mais três bancos na linha para serem resgatados', declarou João Salgueiro em entrevista à Antena 1. O ex-ministro das Finanças e ex-presidente da Associação Portuguesa de Bancos considerou que se trata do BCP, da CGD e de 'um banco mais modesto', os quais 'podem ficar caríssimos para os contribuintes'. João Salgueiro defende a nacionalização do Novo Banco e recusa que sejam aceites ordens de Bruxelas contra a recapitalização da CGD. 'Há empresas públicas em França e na Alemanha. Então agora é proibido ter empresas públicas?', questiona Salgueiro. NÃO AO CETA COMO FACTO CONSUMADO Assine a petição Pelo debate e decisão sobre a ratificação do CETA na Assembleia da República . São precisas 4.000 assinaturas para que a petição seja discutida na AR. O Acordo de comércio e investimento CETA (Comprehensive Economic and Trade Agreement) entre a UE e o Canadá foi negociado sigilosamente entre a Comissão Europeia e o Canadá, tendo a sua versão final sido tornada pública pela Comissão Europeia em Fevereiro de 2016. A notória falta de transparência perante os deputados eleitos pelos cidadãos e a sociedade civil que caracterizou o processo de elaboração do texto do Acordo contrasta fortemente com a enorme influência exercida, durante o mesmo, pelos lobistas representantes da Indústria e Instituições Financeiras. É preciso 1) que o texto do CETA e as suas consequências sejam debatidos publicamente na Assembleia da República. e 2) que a decisão sobre a sua ratificação ou não ratificação tenha lugar na Assembleia da República. O FRACASSO DA SOCIAL-DEMOCRACIA LULISTA Ela prosternou-se diante do Capital, seguindo os passos do seu mentor Lula. Fez todas as concessões possíveis e imagináveis à classe dominante, contra os trabalhadores e os pobres que a elegeram. Nomeou um banqueiro neoliberal para o Ministério das Finanças. aprovou em Abril uma lei dita 'anti-terrorista' contra o movimentos sociais. manteve congelada a Reforma Agrária. nomeou uma latifundiária para o Ministério da Agricultura. aceitou submissamente que o Império espionasse as suas ligações telefónicas. leiloou ministérios inteiros à reacção em troca do apoio político de um parlamento corrupto — mas nada disso adiantou. Hoje, 17/Abril/2016, num espectáculo pouco edificante um parlamento presidido por um indivíduo arqui-corrupto e dominado por latifundiários, evangélicos, polícias e militares votou pelo impeachment da sra. Dilma Roussef. As suas concessões de nada adiantaram, foi ejectada tal como se cospe o bagaço de uma laranja depois de chupada. O PT é hoje um partido desmoralizado e a democracia burguesa brasileira está podre. Faz falta e é urgente constituir um bloco de forças revolucionário e anti-capitalista que dinamize as lutas que se seguirão. A social-democracia lulista já deu o que tinha a dar. DERIVA POLICIALESCA INTENSIFICA-SE NA UE Com o pretexto do 'combate ao terrorismo', hoje 14/Abril o Parlamento Europeu aprovou a diretiva 'Passenger Name Record' . Esta lei obriga as companhias aéreas a registarem dados pessoais dos seus passageiros, como nome, morada, número de telefone, número do cartão de crédito e forma de pagamento, nome dos acompanhantes (se os houver), bagagem e itinerário da viagem. Os dados serão retidos durante quatro anos. A deriva policialesca da União Europeia segue pari passu a rota traçada pelo seu amo estado-unidense. Lá como cá, estão em causa os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. Eles praticam terrorismo de estado e depois valem-se disso para implantar estados policiais. É necessário abandonar a UE para preservar a democracia. A ÁUSTRIA FAZ O SEU PRIMEIRO BAIL-IN A Áustria tornou-se o primeiro país da UE, após Chipre, a recorrer à directiva europeia BRRD, que prevê o salvamento interno (bail-in) dos bancos à custa dos seus depositantes. A notícia está aqui , no entanto provocou uma fraca cobertura mediática. A directiva BRRD foi posta em vigor em Portugal pela Lei 23-A/2015 , de 26/Março. Ver também A punção das contas bancárias já foi legalizada . FACTOS OCULTADOS A NÃO ESQUECER Portugal está agora a pagar o regabofe das privatizações da banca. As receitas das privatizações do Sector Bancário do período 1989/1997 foram avaliadas em 3,63 mil milhões de euros a preços correntes, ou seja, 3,6% do PIB (1997), como recordou Agostinho Lopes no seminário 'Controle público da banca'. Há que comparar este montante e esta percentagem com o que o Estado português já gastou a salvar bancos privados. Segundo o BCE (2015) no período 2008-2014 foram gastos 19,5 mil milhões de euros, ou seja, 11,3% do PIB (e ainda falta contabilizar os custos com o Banif). Mas os 'comentaristas económicos' que peroram na TV & jornais portugueses nunca falam destas coisas – ou seguem a voz do dono ou são dispensados. BCE REFORÇA AS DOSES DE HEROÍNA E COCAÍNA A impotência dos bancos centrais confirmou-se dia 10 de Março com o anúncio do BCE de ainda mais facilidades quantitativas (QE) e novas reduções da taxa de juro. A partir de agora o BCE injectará 80 mil milhões de euros por mês (criados ex nihilo) em bancos europeus e entra no perigoso território das taxas de juro zero ou negativas. Trata-se de medidas de desespero que não resolverão o problema sistémico do capitalismo actual: a gigantesca acumulação de capital fictício . As injecções de QE são como as de heroína e cocaína, como declarou um ex-presidente do Fed dos EUA. Podem dar ao paciente algum alívio momentâneo, mas viciam e não curam a doença. Na verdade, a economia real pouco ou nada será beneficiada com a nova QE do sr. Mario Draghi. E, significativamente, o preço do ouro começou a subir imediatamente após o anúncio destas medidas. COCAINA, HEROINA & RITALIN 'Nós injectámos cocaína e heroína no sistema' para criar um efeito riqueza e 'agora estamos a mantê-lo com Ritalin' (droga para tratar problemas de défice de atenção). Quem diz isso é o antigo presidente do Federal Reserve dos EUA, sr. Dick Fischer. O sr. Fisher, no 7º aniversário da crise, reconhece que o tratamento com cocaína e heroína não funcionou 'apesar do seu êxito em elevar preços de activos'. O ex-presidente do banco central dos Estados Unidos confirmou agora sua advertência anterior: 'O Fed é uma arma gigante à qual já não restam munições'. A notícia está aqui . Notáveis confissões. OS BAIL-IN CHEGARAM A PORTUGAL No dia 30 de Dezembro de 2015 os bail-in chegaram a Portugal. É o salvamento dito 'interno' de bancos, em oposição aos bail-outs que são salvamentos externos (geralmente à custa dos contribuintes). No caso do escândalo do BANIF este governo PS aprovou um bail-out , no qual os contribuintes portugueses ficaram a arder em mais 3 mil milhões de euros (1,1% do PIB do país). Agora, no caso do Novo Banco, o rombo é de 2 mil milhões de euros – retirados aos obrigacionistas do NB, ou seja, fundos de pensões, de investimento e outros bancos. O que mais irá acontecer à banca portuguesa em 2016? Não existe nenhuma solução boa para o povo português no âmbito da União Europeia e do seu Tratado Orçamental. A libertação das garras do capital financeiro e a recuperação da soberania monetária é condição sine qua non para a sobrevivência da Nação. A UE é o Comité Executivo dos interesses do capital financeiro transnacional. Só os que não se movem é que não se sentem tolhidos. ISLÂNDIA E PORTUGAL A Islândia já condenou 26 banqueiros à prisão pela crise financeira de 2008. A actuação das autoridades islandesas contrasta agudamente com a das portuguesas. Aqui os banksters permanecem impunes e os culpados nunca aparecem (e muito menos o dinheiro que arrecadaram). O novo escândalo do BANIF – um rombo da ordem dos 3 mil milhões de euros – segue-se aos do BPN, BPP, BES, ... O que mais irá acontecer com tais supervisores & tribunais? DINAMARCA DIZ NÃO À UNIÃO EUROPEIA No referendo do dia 3 de Dezembro o povo dinamarquês disse um NÃO rotundo à integração na União Europeia . No entanto, quem acompanha as notícias através dos media corporativos lusos mal se apercebeu de que houve um referendo na Dinamarca. Hoje, com esta TV e estes jornais que se dizem 'de referência', a censura em Portugal é mais feroz do que antes do 25 de Abril. CONTRATOS SECRETOS DO GOVERNO PSD-CDS Os portugueses arriscam-se a pagar ainda mais portagens do que já pagam graças aos contratos secretos legados pelo governo do sr. Passos Coelho. Os referidos contratos secretos prevêem a instalação de novas portagens, nomeadamente na A3 e A4 no Porto. Este novo esqueleto descoberto no armário do governo PSD-CDS vem somar-se ao outro da TAP em que o Estado assume compromissos financeiros vultuosos. Quantos mais esqueletos terá deixado o governo do sr. Coelho & sr. Portas? NÃO À HISTERIA COM O TERRORISMO A campanha de intoxicação colectiva continua. O seu objectivo é criar um clima de histeria para facilitar a eliminação de direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. As restrições e a censura já começaram em França. E agora põem soldados e carros de combate nas ruas de Bruxelas – mas o terrorismo é um assunto de polícia, não de tropa na rua. Essa exibição de força seria ridícula se não fosse sinistra. Os governantes europeus hoje são meros serviçais dos seus amos estado-unidenses. Seguem à risca o script americano do 11/Set. OS ATENTADOS DE PARIS Os atentados criminosos de Paris inserem-se numa sequência que vai do 11/Set/2001 aos atentados do Charlie Hebdo. No 11/Set as demolições das Torres Gémeas foram utilizadas para justificar modificações profundas do regime estado-unidense num sentido fascizante (Patriot Act, reforço policialesco, criação do Homeland Dept, mais poderes à NSA, etc). Em França, após os atentados de 14/Nov, o sr. Hollande decretou o estado de emergência e tenta institucionalizar medidas contra as liberdades individuais e sindicais. Mas é o seu governo que mantém relações indecentes com as petromonarquias integristas – financiadoras do terrorismo fanático – e colabora com os terroristas ditos 'moderados' que travam uma guerra de morte contra o Estado laico e soberano da Síria. A História mostra que estes ataques terroristas costumam ser utilizados por aqueles que planeiam intervenções militares imperialistas e novas medidas repressivas contra os povos. A solidariedade com as vítimas destes crimes odiosos não deve fazer esquecer o contexto em que se dão. É preciso vigilância em relação à desinformação que os media propalam. A POBREZA EM PORTUGAL O INE acaba de divulgar os resultados definitivos do 'Inquérito às Condições de Vida e Rendimento', realizado em 2014 com dados de 2013. Vale a pena examinar o documento síntese do inquérito. Ele confirma o agravamento tanto da Taxa de Risco de Pobreza. como da Taxa de Intensidade de Pobreza. da Privação Material Severa e da Desigualdade do Rendimento. As consequências das imposições da troika – a que o governo PSD-CDS se submeteu com entusiasmo – já são mensuráveis ao nível estatístico. Mesmo assim o PR e o resto da direita querem prolongar indefinidamente a pauperização do povo português. A GOVERNAÇÃO PSD--CDS A governação PSD-CDS louvada por Cavaco deu nisto: o rácio dívida/PIB de Portugal era de 96,2% em 2010. Mas depois pauperização do país imposta a partir de 2011 pela Troika e aplicada com diligência pelo governo PSD-CDS, em 2014 o rácio tornou-se ainda pior: saltou para os 130,2%. Os sacrifícios do povo português foram inúteis e a dita 'recuperação económica' com que eles acenaram antes das eleições é uma miragem. (Clique a imagem para ampliar). A ARROGÂNCIA DE BRUXELAS Habituada ao servilismo do governo PSD-CDS, neste momento a Comissão Europeia comporta-se de modo ainda mais arrogante do que o habitual. A procissão ainda vai no adro, mas Bruxelas 'exige' e 'já' o Orçamento de Estado e ameaça com sanções se não for entregue para exame prévio. A UE actua como uma potência colonial diante do seu preposto num protetorado. Os eurocratas parecem contaminados pelo pânico que agora grassa na direita portuguesa diante da perspectiva de perder o poleiro. Para ela, nada valem as soluções de governo estabelecidas na Constituição da República. Alguém já disse que para esta direita indígena a formação de governo é como as touradas de Barrancos: o que conta não são as regras constitucionais estabelecidas e sim a 'tradição'. O FASCISMO CLIMÁTICO DE OBAMA A decadência económica da Grã-Bretanha foi acelerada quando Margaret Thatcher resolveu destruir a sua indústria carbonífera. Foi uma decisão puramente política motivada pela guerra de classes: ela queria quebrar a força de um dos sectores mais organizados e combativos da classe operária britânica. Em termos de política energética foi uma decisão monstruosa pois o petróleo do Mar do Norte, com que contava Thatcher para substituir o carvão, foi sol de pouca dura (as reservas hoje estão esgotadas). Nos EUA, o sr. Obama parece decidido a seguir pelo mesmo caminho da sra. Thatcher e as consequência provavelmente serão as mesmas. Ele quer destruir a indústria carbonífera americana , fiado no fracking para extrair hidrocarbonetos de xisto – o qual tem custos de produção incomportáveis e consequências ecológicas e sísmicas desastrosas. Estes novos pregos no caixão da economia estado-unidense estão a ser cravados em nome da maior impostura de toda a história da ciência , o chamado 'aquecimento global'. Tal como os demais políticos e jornalistas ignorantes, o sr. Obama confunde ambiente com clima e apresenta como um facto comprovado aquilo que não passa de uma simples hipótese que já deveria ter sido descartada há muito. Hoje não há nenhum climatologista sério no mundo que defenda o dito aquecimento global e o grande cientista Marcel Leroux já desmontou os erros em que repousa a teorização (arcaica) do IPCC. Tudo indica que para combater os males reais do mundo capitalista a classe dominante inventa terrores fictícios, como o papão do aquecimento global e do efeito estufa provocado pelo dióxido de carbono (CO2) – um gás não poluente, inofensivo para a saúde humana. Cabe recordar, mais uma vez, que o ar que respiramos é composto em 78% por azoto, 21% por oxigênio e apenas 1% por todos os outros gases. Nestes 'todos os outros' é que se inclui o CO2 (0,04% do total) e a parte do mesmo de origem antropogénica é absolutamente desprezível. Transformar o CO2 em vilão universal é o maior disparate científico de todos os tempos e mostra bem a irracionalidade do mundo em que vivemos. Em Portugal o governo P. Coelho segue pelo mesmo caminho, pois endossa a teoria do aquecimento global e do vilão CO2. Asneiradas deste naipe têm consequências económicas pois levam a desperdícios e más aplicações de recursos. AUMENTAM AS PENHORAS DE PENSÕES DE REFORMA EM PORTUGAL Em 2014 foram penhoradas 195.800 pensões de reforma em Portugal , o que representa um aumento de 8% em relação ao ano anterior. O aumento das penhoras deve-se aos 'aperfeiçoamentos' da máquina fiscal do governo PSD/CDS, que passaram a permitir penhoras automáticas sem a intervenção de um juiz. Assim se vê a 'recuperação económica' trombeteada pelo sr. Passos Coelho. IMPORTANTES REVELAÇÕES DO WIKILEAKS O Wikileaks divulgou hoje (03/Junho/2015) 17 documentos relativos às negociações secretas para Acordo de Comércio e Serviços (Trade In Services Agrement, TISA) entre os EUA, a UE e 23 outros países, incluindo Turquia, México, Canadá, Austrália, Paquistão, Formosa & Israel — os quais representam em conjunto dois terços do PIB mundial. O TISA faz parte da 'trindade' estratégica TPP-TISA-TTIP e é provavelmente o mais importante dos três pois inclui os serviços financeiros. Desta 'trindade' estão excluídos os países BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Os media portugueses não deram esta notícia na primeira página. ENSINAR O ASSASSÍNIO A CRIANÇAS O estado nazi-sionista ensina o assassínio a crianças de tenra idade. Um infantário de Jerusalém Leste resolveu ensaiar uma peça teatral em que uma criança (vestida como soldado israelense) assassina outra (palestina) a tiros de fuzil . Compreende-se assim porque só em Gaza foram mortos 2270 palestinos no ano passado, incluindo 590 crianças. DOS BAIL-OUTS AOS BAIL-INS, COMO EM CHIPRE Os jornais portugueses não deram esta notícia: A União Europeia está a forçar os países europeus a publicarem legislações nacionais em favor de bail-ins (salvamentos internos) para bancos em apuros. Ou seja, a UE considera que os bail-outs (salvamentos externos com dinheiros públicos) já não serão suficientes para as crises bancárias que hão de vir. É espantoso que os media portugueses que se auto-intitulam como 'referência' silenciem a directiva BRRD . No entanto, tal medida está em tramitação desde Abril de 2014, ver EU Bank Recovery and Resolution Directive (BRRD) . E anteriormente já fora aplicada em Chipre, onde os bancos insolventes foram salvos por meio de um confisco de depósitos. E ainda há comentaristas que têm o descaramento de dizer que a economia europeia está em recuperação... Deve-se notar que os milionários geralmente estão mais bem informados que a massa dos depositantes bancários e nesta altura já terão posto o seu dinheiro a bom recato em paraísos off-shore ou em metais preciosos — os outros, a grande maioria dos depositantes, a qualquer momento poderão ter uma surpresa pouco agradável. O MÍTICO FIM DA CRISE Eles dizem que Portugal já está a sair da crise. Mas, revela-se agora, o número de penhoras duplicou em apenas dois anos . As cobranças coercivas do fisco passaram de 927mil euros em 2013 para mais de dois milhões em 2014. A voracidade fiscal é tamanha que até clientes de restaurantes e lojas são notificados para penhora dos estabelecimentos onde pedem a e-factura com número de contribuinte (o que é uma razão de peso para nunca informar o número quando se faz uma compra). Haverá tanta diferença assim entre Portugal e Grécia, como apregoa este governo? Aparentemente a diferença é só de dois anos: Portugal está hoje na mesma situação em que estava a Grécia dois anos atrás. Inverter a rota é preciso. O DEDO DO IMPERIALISMO NO BRASIL O dedo do imperialismo esteve presente nas manifestações de 15 de Março no Brasil, ainda que de forma discreta. Há precedente. Nos meses que antecederam o golpe de 1964 o imperialismo actuou intensamente para a criação de uma base social de apoio aos golpistas. Organizações como o IPES e o IBAD, dirigidas pelo agente da CIA Ivan Hasslocher, despejaram rios de dinheiro na compra de deputados, em denegrir o governo do presidente João Goulart e em criar o clima adequado para levar o general Castelo Branco (amigo de Vernon Walters, da CIA) a decidir-se pelo golpe. Hoje passa-se algo semelhante no Brasil. Os métodos utilizados, como o lock-out de camionistas e os panelaços, são os mesmos que o imperialismo utilizou em 1973 para promover o golpe de Pinochet no Chile. A manipulação através de redes sociais das camadas médias e as palavras de ordem moralistas (como se a corrupção fosse uma exclusividade do PT) ocultam o desejo imperial de por no poder agentes directos seus, por meios constitucionais ou não. Nestes últimos anos o imperialismo desenvolveu uma grande perícia para derrubar governos e criou novas agências especializadas para o efeito, a exemplo do NED . A crise actual é consequência da política capituladora do PT, com constantes e enormes cedências à reacção. As tentativas de conciliação com a direita conduzem a recuos cada vez maiores. O incêndio da sede do PT em Jundiaí e o pedido de intervenção militar de manifestantes no Rio de Janeiro são indícios preocupantes do que pode vir a seguir. A política de 'gestor do capitalismo brasileiro' assumida pelo governo Dilma/PT tem pernas curtas. Se não der meia-volta pode ter um triste destino. A ISLÂNDIA, A UE E A TV PORTUGUESA A notícia mais importante do dia 12 de Março foi certamente a decisão do governo da Islândia de retirar a sua candidatura a membro da União Europeia. O pedido fora apresentado em Julho de 2009 e as negociações decorriam até agora, quando o governo (conservador) islandês disse um não definitivo à UE. A notícia tem importância internacional e de múltiplos pontos de vista, o que justificaria o destaque devido dos media assim como análises e comentários. No entanto, os noticiários da noite de 12 de Março da TV portuguesa praticamente ignoraram-na. A omissão de informação é a forma de censura preferida do telelixo português. CRITÉRIOS CAPITALISTAS Para um país arruinado e em guerra civil como a Ucrânia, governado por uma junta nazi-fascista, o FMI anunciou um empréstimo de US$17,5 mil milhões [€15,6 mil milhões]. O FMI ao conceder este empréstimo gigantesco rompeu os seus próprios estatutos, que proíbem emprestar a países em guerra. Diga-se de passagem que ele será impagável. Em contrapartida, para a Grécia o Eurogrupo resolveu condicionar os míseros €7,2 mil milhões que já estavam acordados no memorando – a metade do dinheiro dado agora à Ucrânia – ao cumprimento de determinadas condições impostas ao governo Syriza, que a elas se submeteu. A disparidade de critérios mostra como opera a Elite Transnacional. QE, UMA MEDIDA DE DESESPERO E UM FRACASSO REENCENADO A quantitative easing (QE) agora lançada pelo Banco Central Europeu é uma medida de desespêro. Há um par de anos atrás seria impensável que o sr. Mario Draghi se atrevesse a propor, ou sequer a falar nisso. Se o faz agora, é porque todos os outros remédios, receitas & mezinhas fracassaram. Mesmo analistas conservadores reconhecem-no sem rodeios. Wolfgang Münchau, escrevendo no Financial Times (19/Jan/15), considera que 'Isto não vai ser uma versão preventiva do QE, mas uma versão pós-traumática. As expectativas inflacionárias afastaram-se do alvo faz tempo. A inflação é negativa. A economia da Eurozona está doente' (sic). Em tempos normais, a injecção monetária pode ser um estímulo ao investimento produtivo, via concessão de crédito. Mas os tempos actuais não são normais. As taxas de juro estão baixíssimas mas o investimento é mínimo – não por escassez de crédito, mas por falta de procura efectiva. No caso de Portugal, desde 2011 a Formação Líquida de Capital Fixo é negativa. Isso significa que a capacidade produtiva do país não só não está a crescer como está mesmo a contrair. Diante disto, que sentido faz o BCE vir a comprar títulos da dívida pública dos países da Eurozona? Assim, tudo indica que os 500 mil milhões anunciados pelo sr. Draghi não resolverão a crise das economias reais da zona Euro – apenas alimentarão bolhas nos mercados financeiros. O fracasso da QE nos EUA – onde permitu o salvamento de bancos mas não o relançamento da actividade produtiva – será agora reencenado na Europa. CRIMES ECONÓMICOS E CRIMES PENAIS Os piores crimes que um governante pode cometer não estão capitulados no Código Penal, podem ser cometidos sem infringir nenhum dos seus artigos: são os crimes de lesa economia nacional. Desgraçadamente, Portugal tem experimentado uma série contínua deles ao longo das últimas décadas. Começaram pelas privatizações selvagens e pela destruição da Reforma Agrária. Continuaram com a entrada na UE e a adesão ao Euro. Prosseguiram ao longo de anos com projectos absurdos como a rodoviarização acelerada no tempo de Cavaco como primeiro-ministro. com o desbaratar de dinheiros públicos com a construção de estádios no tempo de Guterres. intensificaram-se no governo Sócrates com negócios concebidos ad hoc para o capital financeiro e monopolista como as PPPs, o TGV, o novo aeroporto, os veículos eléctricos e muitos outros. É por crimes económicos como estes que os governantes deveriam ser julgados. O facto de muitos deles, incidirem também em crimes capituláveis no Código Penal é uma questão a latere. Tomá-la como principal é despolitizar os problemas, abdicar da análise numa óptica de classe e cair numa crítica moralista – como se o desastre a que Portugal foi conduzido fosse devido apenas à 'desonestidade' de políticos. As portas giratórias entre governantes e capital monopolista continuam a girar intensamente e isso não é enquadrável no Código Penal. Se e quando alguns políticos são apanhados nas malhas da justiça por questões do dito Código, isso não deve fazer esquecer o principal. EUA SOLIDÁRIOS COM O NAZISMO Os Estados Unidos – com os seus acólitos ucraniano e canadiano – foram os três únicos países do mundo que na Assembleia Geral da ONU, em 21/Novembro, votaram contra uma proposta de condenação das tentativas de glorificar a ideologia nazista e de negar os crimes de guerra da Alemanha nazi . O FIM DO MURO DA PAZ E O QUE SE SEGUIU Hoje, com o pretexto do Muro de Berlim, a reacção festeja em triunfo e com fanfarras a derrota do socialismo. Há que dizer que: 1) Hoje o mundo está muito pior do que há 25 anos atras, com guerras incessantes e a ameaça de uma guerra termonuclear. 2) Que a anexação da antiga República Democrática Alemã não beneficiou o seu povo, que hoje lamenta as benesses perdidas com a derrota do socialismo. 3) Que os trabalhadores do ocidente foram prejudicados com o fim do mundo socialista, pois agora os capitalistas consideram-se mais livres para explorá-los. 4) Que o imperialismo adquiriu uma nova agressividade após o desaparecimento do mundo socialista. 5) Que de 1961 a 1989 o Muro de Berlim, ou Muro da Paz, garantiu a tranquilidade na Europa, assim como a defesa da RDA contra a guerra implacável que sempre lhe foi movida com constante sabotagem económica, financeira, tecnológica, militar e psicológica. 6) Que esses clamores triunfantes da reacção fazem todos os possíveis por esquecer os tristes muros que hoje dividem o mundo, como as muralhas que retalham o estado nazi-sionista e encerram o povo palestino em guetos. a muralha mortal, física e electrónica, que assassina mexicanos pobres na fronteira com os EUA. o muro que o regime neo-nazi de Kiev agora está a construir nas fronteiras ucranianas, apesar da ruína económica em que está afundado. 7) Os palradores que hoje peroram na TV portuguesa acerca do Muro de Berlim deveriam meditar, se fossem capazes disso, na desgraçada situação económica, financeira, social, política, ecológica e energética em que está hoje o mundo capitalista – o seu triunfalismo seria arrefecido. O CAPITALISMO COMO RELIGIÃO O capitalismo como religião e a teoria económica dominante como teologia é o tema desta aula magnífica do Prof. Fernando López Castellano , da Universidade de Granada. Vale a pena assisti-la na íntegra (1h27m de duração). É um verdadeiro antídoto para os comentadores económicos que palram na TV portuguesa. A VITÓRIA PALESTINA Quando uma potência militar não consegue subjugar um oponente muito mais fraco, isso constitui uma vitória para o oponente. Os 50 dias de carnificina que o estado nazi-sionista desencadeou contra o povo de Gaza saldaram-se num fracasso. O Hamas – felizmente – manteve e mantém a sua capacidade militar. A única coisa que a tropa nazi-sionista conseguiu foi massacrar população civil, mulheres e crianças, destruir hospitais, escolas e habitações. Massacrar inocentes desarmados é o que eles sabem fazer melhor. Mesmo com uma superioridade esmagadora a tropa sionista não conseguiu derrotar um adversário que não dispõe de força aérea, nem de marinha, nem de mísseis, nem de meios equivalentes em quantidade e qualidade. O mito da invencibilidade da tropa sionista começou a desmoronar-se com os golpes que lhe infligiu o Hezbollah na última guerra no Libano. E continuou agora depois desta nova agressão contra o povo Gaza. Falta saber se o acordo do Cairo de 26 de Agosto será respeitado pelos nazi-sionistas. Os seus crimes contra os direitos humanos continuam diariamente nos bantustões onde arrebanham palestinos. É indispensável continuar a campanha de boicote ao estado nazi-sionista . Em tempo: Quem permite que a Embaixada de Israel em Portugal feche uma rua com uma cancela, vedando-a ao trânsito? O que tem a dizer acerca disto o Sr. António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa? As ruas da capital portuguesa já não são públicas? A municipalidade lisboeta permite a instalação de check points como na Faixa de Gaza? O DESCALABRO E AS NACIONALIZAÇÕES NECESSÁRIAS A insolvência agora revelada do mais poderoso grupo financeiro português , o Espírito Santo, ficará na História Económica de Portugal. O mito da gestão privada vem à luz do dia de forma gritante. O descalabro do grupo Espírito Santos é a sequência de uma longa sucessão de escândalos (BPN, BPP, BANIF, BCP, ...) e de conivências numa trama de interesses com os partidos da burguesia, PSD & PS, que têm governado. A contra-revolução por eles promovida resultou nisso: no descalabro geral e na ruína do país — mas seria inútil esperar qualquer auto-crítica da parte dessa gente. Grande General Vasco Gonçalves, em 1975 fez o que era necessário: a nacionalização da banca e dos grupos monopolistas. Aqueles que destruíram a sua obra e depois disso a Lei de Delimitação dos Sectores têm contas a prestar. Refazer o que foi criminosamente desfeito é uma condição de sobrevivência nacional. Portugal é hoje um 'protetorado' (palavra utilizada pelo ministro P. Portas, em tom conformista). Para libertar-se, será preciso também recuperar a soberania monetária e romper com a UE. GENOCÍDIO NA EUROPA O governo neo-nazi de Kiev deu, dia 12 de Junho, um novo passo na escalada genocida contra o seu próprio povo: a utilização de bombas incendiárias de fósforo contra a população civil de Slavyansk . Os media corporativos, ditos de 'referência', calam-se. Ocultam deliberadamente este novo acto de barbárie dos fascistas ucranianos patrocinados pelo governo Obama. E a União Europeia permanece de cócoras, também calada, subserviente aos EUA e conivente com os seus crimes. 400 MERCENÁRIOS DA BLACKWATER NA UCRÂNIA A junta neo-nazi de Kiev tem agora 400 mercenários da Blackwater e Greystone a operarem no terreno, anunciam os media alemães . São eles que conduzem os massacres de populações civis no leste da Ucrânia, enquadrando a tropa regular e os paramilitares neo-nazis (Svoboda e Right Sector). A contratação de mercenários estrangeiros constitui uma escalada para uma guerra civil generalizada e uma provocação contra uma potência nuclear. O jogo do imperialismo, ao animar os seus títeres de Kiev, é insano. Registe-se o papel subalterno e servil da UE, caudatária dos EUA mesmo contra os seus próprios interesses. O SCRIPT UCRANIANO NA VENEZUELA BOLIVARIANA Três generais da Força Aérea Venezuelana acabam de ser detidos por conspirarem um golpe de estado. Foram entregues a Tribunais Militares, nos termos da lei e da Constituição Bolivariana. Este episódio significa que o imperialismo conseguiu comprar alguns militares de alta patente. Mas significa também que a Revolução Bolivariana e suas Forças Armadas estão vigilantes, pois os conspiradores foram denunciados por outros oficiais. Na Ucrânia o imperialismo gastou (confessadamente) cinco mil milhões de dólares para desestabilizar o país e promover o golpe de estado. Quanto não terá gasto já na Venezuela? O script da desestabilização da Ucrânia está a ser seguido ao pé da letra na Venezuela Bolivariana. Contratação de mercenários, sabotagem económica, destruição de bens públicos, utilização de marginais, grupos fascistas e terrorismo. O assassinato de 35 soldados da Guarda Nacional Bolivariana, 21 deles por armas de fogo, mostra que – tal como na Ucrânia – o imperialismo já recorre a franco-atiradores (snipers). Há uma tentativa clara das agências imperialistas (CIA, NDE, etc) de levar o país à guerra civil. O espectro da intervenção militar directa do imperialismo é uma realidade. A Revolução Bolivariana terá de defender-se com mão dura se não quiser ter o mesmo destino da Ucrânia. A diferença entre a Venezuela e a Ucrânia é que a primeira tem um governo digno, patriota, revolucionário e com apoio do povo, ao passo que a Ucrânia não tinha. Por isso a Venezuela Bolivariana tem condições de vencer. UE, CAUDATÁRIA DOS EUA A crise da Ucrânia degradou ainda mais o papel da União Europeia. Antes a UE podia ser classificada como um sub-imperialismo, ou seja, um imperialismo de segunda categoria subordinado ao principal. Mas a partir de agora a Comissão Europeia tornou-se uma simples caudatária do governo americano. Passou a ser um moço de recados tão obediente ao seu patrão americano que até abdica dos seus próprios interesses. A subordinação é total e incondicional. Atiçada pelo governo de Washington, a UE alinhou-se completamente no apoio ao golpe de estado em Kiev e não teve pejo em utilizar os neo-nazis, que agora no governo interino ucraniano dirigem os Ministérios da Defesa, da Segurança Interna e outros mais. Ao embarcar no maximalismo de Washington e na sua geopolítica belicista, a Europa feriu profundamente os seus próprios interesses – que poderiam ter sido melhor atendidos através de um acordo razoável com a Ucrânia e a Rússia. A baronesa Ashton é a alter ego europeia da neocon Nuland. Quanto à Ucrânia, o seu problema não é a separação da Criméia. O problema verdadeiro é a situação económica terrífica do país e no lado financeiro a perspectiva do incumprimento. Os milhares de milhões prometidos pela UE ainda estão no vamos ver. Se a ajuda da UE for como em Chipre e na Grécia, pobres ucranianos. Quanto aos 5 mil milhões de dólares que o imperialismo confessadamente gastou para derrubar o governo ucraniano, o seu reembolso começou de modo relâmpago: Foi o roubo das 40 toneladas de ouro do Banco Central da Ucrânia , agora 'guardadas' nos EUA. Por que é que os media que se auto-proclamam como 'referência' e padrão de 'bom jornalismo' não mencionam o roubo do ouro ucraniano? A TROIKA, AS FAMÍLIAS E A PRIVAÇÃO DE ÁGUA Em 2013 a EPAL cortou o abastecimento de água 11.836 famílias. Este número representa um acréscimo de 15,41% em relação aos cortes verificados em 2012 e de 17,8% em relação aos de 2011. Assim, a pauperização do povo português imposta pelos serviçais da troika, o governo PSD-CDS, já atinge o bem mais vital de todos: a água. A ditadura do capital financeiro sobre Portugal assume aspectos cada vez mais perversos. A notícia está aqui . UCRÂNIA: IMPERIALISMO SAQUEIA 40 TONELADAS DE OURO A pilhagem da Ucrânia intensifica-se em ritmo alucinante. Sexta-feira à noite, dia 7 de Março, um avião misterioso decolou do aeroporto de Boryspil com 40 toneladas de ouro. Essa quantidade corresponde às reservas do Banco Central da Ucrânia. Do golpe de estado em Kiev saiu um governo apoiado pelos EUA e integrado por neo-nazis. Ele está agora a pagar a factura ao imperialismo. Está-se a ver a 'libertação' que as potências ocidentais oferecem ao povo ucraniano. A notícia está aqui . VITÓRIA DO POVO CIPRIOTA Chipre derrotou as privatizações imposta pela UE. Sexta-feira, 28 de Fevereiro, o Parlamento de Chipre – após enormes manifestações populares – recusou-se a autorizar as privatizações selvagens impostas pela Troika. O plano de privatizações de três grandes empresas públicas teve 25 votos contra dos comunistas (AKEL) e outros partidos democráticos, 25 votos a favor e 5 abstenções. O plano de privatizações era um elemento chave do acordo com o FMI e a UE. Em consequência, após a rejeição do plano, o governo reaccionário local pediu a demissão. 'Não aceitaremos a dilapidação do património nacional' , declara o AKEL. O AKEL recusa com firmeza as privatizações, defende a saída de Chipre do Euro e o abandono da UE. Notícias como esta não são divulgadas na TV portuguesa... A ARTE DO ENGANO DOS SUCESSORES DE GOEBBELS 'A arte do engano: treino para uma nova geração de operações encobertas online' é o título de um estudo secreto destinado apenas ao grupo de cinco países que participa em conjunto da operações de espionagem dos EUA (Grã-Bretanha, Austrália, Nova Zelândia, Canadá). O dito estudo foi preparado pelo Government Communications Headquarters (GCHQ), o serviço de inteligência britânico. Ele pode ser apreciado aqui . UCRÂNIA E VENEZUELA, DOIS CASOS ANÁLOGOS Tanto na Ucrânia como na Venezuela as perturbações que estão a decorrer têm as mesmas raízes: as actividades deliberadamente provocatórias dos EUA para desestabilizar esses países. Através de suas organizações especializadas, como a NED , a fundação do sr. Soros e outras, o imperialismo procura activamente não só derrubar os respectivos governos como mudar o regime. Foi o que fez em 1973 no Chile, em 1964 no Brasil e em muitos outros países. No caso da Ucrânia, os EUA agem (ou agiam?) em colaboração com a UE. A sra. Noland, da Secretaria de Estado dos EUA, reconheceu que chegaram a gastar US$5 mil milhões para promover as actuais perturbações na Ucrânia, as quais fazem parte do desígnio estratégico de cercar a Rússia. No caso da Venezuela, algum dia se saberá quanto o imperialismo tem gasto para derrubar o governo constitucional de Nicolas Maduro por meio de grupos paramilitares e grupos fascistas, agentes pagos que executam acções de violência. A diferença entre a Ucrânia e a Venezuela é que a primeira tem um governo reaccionário e indeciso, ao passo que a Venezuela tem um governo bolivariano comprometido com o socialismo. O governo e o povo venezuelano têm portanto melhores condições para defender o seu país do que o governo e o povo ucraniano. ECOSSISTEMA POLÍTICO-EMPRESARIAL Uma aplicação interactiva permite examinar o ecossistema político-empresarial português. Foi criada por investigadores da Universidade de Coimbra e mostra o transito frenético entre os políticos da burguesia e o tecido empresarial, desde 1975 até 2013. Pode-se apreciá-la aqui: http://pmcruz.com/eco/ O BOM EXEMPLO DA ISLÂNDIA O governo da Islândia anunciou que cancelará 24 mil euros de cada hipoteca familiar, cumprindo a sua promessa eleitoral, apesar da crítica esmagadora das instituições financeiras internacionais. A medida foi apresentada pelo primeiro-ministro Sigmundur David Gunnlaugsson, do Partido Progressista (conservador) que ganhou as eleições de Abril deste ano com a promessa de aliviar a dívida familiar. Segundo a sítio web do governo islandês, a dívida familiar será reduzida uma média de 13 por cento. 'Esta medida promoverá o rendimento disponível das famílias e estimulará as poupanças', afirma o governo. A notícia está em Russia Today . Enquanto isso, em Portugal, há 636 mil portugueses em situação de incumprimento com o crédito bancário. Deste total, segundo o Banco de Portugal, 128 mil referem-se ao crédito à habitação. A TEIMOSIA NO FRACASSO A carta de demissão do ex-ministro das Finanças, Vitor Gaspar, era uma confissão do fracasso da política que seguira sob o diktat da troika. No entanto, apesar daquela confissão, manteve-se a mesma política como se nada se tivesse passado. E agora as troikas, nacional e estrangeira, anunciam que têm a intenção de continuar exactamente a mesma política, como se verifica na nova carta de intenções subscrita por P. Portas, M. L. Albuquerque e C. S. Costa. Estes três capatazes nacionais dos três funcionários da troika estrangeira cometem assim um acto de traição nacional: esforçam-se por eternizar a servidão do país aos ditames do capital financeiro internacional. O restabelecimento de um governo digno em Portugal é a condição prévia necessária para que o povo recupere a soberania nacional, com a ruptura em relação à zona euro, à UE, ao FMI, ao BCE, à NATO, à OMC. Retomar o destino nas suas mãos é a tarefa histórica que se depara ao povo português e a todos os povos oprimidos da Europa. ALEMANHA EXPORTA BANCARROTA E DESEMPREGO 'Mas um grande país [a Alemanha] com um enorme excedente estrutural de transacções correntes não exporta apenas produtos. Exporta também bancarrota e desemprego, particularmente se o fluxo de capital correspondente consiste em dívida a curto prazo'. Quem o diz é Martin Wolf, colunista do Financial Times, a propósito da política económica do sr. Schäuble, ministro das Finanças alemão. Ver o seu artigo 'O estranho universo paralelo da Alemanha – Plano de Merkel para a zona Euro é profundamente depressivo' . Com tal política a sobrevivência da zona Euro é impossível. Donde se conclui que, para os países do Sul da Europa, o melhor caminho para evitar serem arrastados no naufrágio do Euro (e da UE) é a saída unilateral. Quanto mais cedo melhor. FORAM OS SAUDITAS QUE ENTREGARAM ARMAS QUÍMICAS Foram os serviços secretos da Arábia Saudita, dirigidos pelo príncipe Bandar, que entregaram armas químicas ao grupo 'Jabhat al-Nusra', ligado à Al-Qaeda. Este bando terrorista actua na Síria por conta da Arábia Saudita e com salários pagos pelos seus serviços secretos. A revelação está no sítio web da jornalista Silvia Cattori . Acerca da Organização da ONU para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ), ver em resistir.info: O Brasil, os EUA, a OPAQ e Bustani , 27/Abril/2002 Como Washington destruiu a OPAQ , 28/Maio/2004 A HISTERIA BELICISTA CONTRA A SÍRIA Em 2003 o imperialismo promoveu uma campanha histérica acerca de supostas armas de destruição maciça possuídas pelo Iraque. Como se viu, aquela mentira flagrante, cínica e deliberada do governo dos EUA destinou-se a justificar a invasão e ocupação daquele país. Hoje, mais uma vez, o imperialismo encena uma campanha mundial acerca de supostas 'armas químicas' que teriam sido utilizadas pelas Forças Armadas sírias. Obama não apresentou uma única prova que corroborasse tal afirmação, mas a campanha prossegue. Destina-se a preparar a opinião pública para uma eventual agressão directa contra a República Síria à semelhança daquela desencadeada contra a Líbia. Diz-se a agressão directa porque a indirecta começou há vários anos com o armamento, treino e incentivo a bandos terroristas, os quais estão a ser derrotados pela Forças Armadas sírias. Tal como em 2003, os cães amestrados de Londres, Paris e Ancara ladram furiosamente a atiçar. Por outro lado, a crise financeira capitalista intensifica-se. O seu sistema bancário está em ruínas, tanto nos EUA como na Europa. Os monstruosos resgates governamentais com o dinheiro dos contribuintes e com emissões monetárias (bail-outs) fracassaram, tendo desaparecido no buraco negro da banca – agora já planeiam resgates internos (bail-ins) com o dinheiro dos depositantes. O que tem isto a ver com uma eventual agressão à Síria? Muito. Historicamente o imperialismo sempre procurou na guerra a saída para as suas crises. SWAPS: UM CASO DE POLÍCIA Destruir provas é crime. Pode-se presumir que os mandantes de uma destruição são presumíveis criminosos que procuram apagar o seu rastro. Assim, se a ministra das Finanças manda destruir documentos relativos aos swaps da Refer, Metro de Lisboa, Metro do Porto e TAP é lícito considerar que tais documentos a incriminariam. O agente que efectuou a destruição, sr. Heitor Agrochão, inspector geral da IGF, é um mero executor. Os/as responsáveis têm de ser procurados/as mais acima na hierarquia do governo PSD/CDS. A impudência desta gente não tem limites. O ÚLTIMO ACTO DE V. GASPAR FOI UM ROUBO O último acto de Vitor Gaspar como ministro das Finanças foi um roubo a todos os trabalhadores portugueses. A Portaria 216/A/2013 foi publicada em 2 de Julho, no mesmo dia em que V. Gaspar se demitiu do Ministério das Finanças. É assinada tanto por ele como por Mota Soares, que na altura também considerava demitir-se. Essa portaria passou quase desapercebida em meio a crise política que se seguiu. No entanto, é gravíssima pois concretiza as ameaças do governo ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS). O referido diploma ordena ao Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS) que proceda à substituição dos activos em outros estados da OCDE por dívida pública portuguesa até ao limite de 90% da carteira de activos do Fundo. Ou seja, o dinheiro pertencente aos trabalhadores, acumulado naquele Fundo para servir a Segurança Social, será lançado à voragem do financiamento da impagável dívida pública portuguesa. Este governo moribundo até o último minuto cumpre as imposições da Troika. E o governo recauchutado que eles pretendem seria a continuação deste. PORTUGAL, UM POVO ESPOLIADO E SAQUEADO Não há dinheiro? Mas o rombo fraudulento do BPN está a custar 9 mil milhões de euros ao erário público. o défice da Madeira mais 5,8 mil milhões. o escândalo dos swaps monta a 3 mil milhões. e as PPPs rodoviárias a bagatela de 9 mil milhões de euros. Só estas quatro coisas significam um prejuízo de 26,8 mil milhões de euros para o Estado português – sem falar nas muitas outras que pejam a vida pública do país. Mas não passa pela cabeça deste serviçal da troika, o governo P.Coelho/P.Portas cortar em nada disso. O que eles querem é cortar mais 4,0 a 4,8 mil milhões de euros, até 15 de Julho próximo, nas pensões de reforma e nas remunerações de funcionários públicos. Por este governo na rua é um imperativo de sobrevivência nacional. OS COMPROMISSOS DELES Os compromissos assumidos pelo ministro das Finanças e pelo governador do Banco de Portugal estão aqui exarados: Letter of Intent, June 12, 2013 e memorandos que a acompanham. Mais vale ler a carta deles, com os compromissos reais, do que ouvir os discursos públicos em que frequentemente se contradizem ou dão o dito por não dito. Dentre outras coisas, no ponto 5 afirmam que 'no fim da sessão legislativa (15/Julho/2013), finalizaremos todas as mudanças chave exigidas para implementar a revisão da despesa pública, através de aprovação pelo Conselho de Ministro ou submissão ao Parlamento se necessário, como especificado no anexo MEFP'. Recorde-se que a 8ª missão de revisão da Troika está prevista para meados de Julho. A carta conclui a afirmar que 'Estamos prontos a tomar medidas adicionais se forem necessárias para atender aos objectivos do programa económico e consultaremos o FMI, a Comissão Europeia e o BCE antes de quaisquer revisões necessárias às políticas contidas nesta carta e no Memorando anexo'. Servilismo q.b. DEMAGOGIA E REALIDADE Subitamente o governo Coelho-Portas descobriu que era preciso desenvolver a economia do país. Assim, no dia 23 de Abril, apregoou mais um pacote demagógico de medidas destinadas a incentivar os empresários a investirem e com isso aumentar o nível de emprego. É claro que já poucos acreditam nisso, mas sempre fica bem aos prepostos da troika fingirem que, além das finanças, também se interessam pela economia real. Mas a realidade desmente tais fantasias incentivadoras. Agora anuncia-se que a Salvador Caetano inaugura uma nova fábrica de carrocerias para autocarros, a qual criará 300 novos empregos. Onde será ela? Na China! MAIS UM CRIME DE LESA ECONOMIA NACIONAL O governo Coelho-Troika-Portas acaba de cometer mais um crime de lesa economia nacional com a extinção dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, agora anunciada . As conversas balofas do Presidente República acerca de uma 'economia do mar' resultam nisso, num país em que a marinha mercante está de rastros e a frota pesqueira mal consegue sobreviver. Os crimes de lesa economia nacional deste governo sucedem-se em catadupa. Agora é o semanário Expresso que anuncia a intenção de fechar a Siderurgia Nacional e mudar as suas fábricas da Maia e do Seixal para Espanha . O que está a suceder no país é um genocídio industrial, um genocídio da sua economia real. O famoso 'consenso' com o PS que tanto desejam deve ser para melhor destruir a economia portuguesa. Um consenso na traição. IMPÉRIO PROMOVE A DESESTABILIZAÇÃO DA VENEZUELA Inconformadas com a derrota eleitoral, as agências do governo estado-unidense trabalham agora a todo o vapor para desestabilizar a situação na Venezuela. O objectivo último é desencadear um golpe fascista, como já tentaram antes. A situação evolui hora a hora. Ela pode ser acompanhada em: Venezuelana de Televisão (VTV), canal estatal: www.vtv.gob.ve/en-vivo Telesur: www.telesurtv.net/el-canal/senal-en-vivo Ciudad de Caracas, jornal: www.ciudadccs.info/ Correo del Orinoco, jornal: www.correodelorinoco.gob.ve/ APORREA, sítio web: www.aporrea.org/ Resumen, sítio web: www.resumenlatinoamericano.org/ AGENDA OCULTA E DESINFORMAÇÃO A campanha de desinformação acerca da Coreia continua intensa nos media que se auto-proclamam como 'referência'. A generalidade deles recorre a explicações do foro psico-patológico para definir o comportamento do governo norte coreano. Contudo, nenhum deles sequer aflora a agenda oculta do imperialismo. O objectivo não confessado do governo Obama é efectuar uma mudança de regime na Coreia do Norte – tal como as mudanças de regime que os EUA efectuaram no Iraque, na Líbia e na Jugoslávia e tal como as que está a tentar efectuar na Síria, Irão e Venezuela. Daí toda a série de provocações deliberadas, cuidadosamente medidas e calculadas, efectuadas pelo governo Obama. Elas estão a ser feitas nos planos económico, bancário, diplomático e militar. O objectivo é arruinar a economia coreana e fazer sofrer o seu povo a fim de gerar insatisfação contra o regime. Recorde-se que no momento da criminosa invasão do Iraque, em 2003, aquele país já havia sofrido dez anos de sanções económicas que o debilitara profundamente. Já não tinha meios nem forças para resistir. Por isso foi invadido e ocupado. Assim, o comportamento corajoso e combativo do governo e do povo norte-coreano tem lógica e racionalidade. Eles estão a lutar pela sobrevivência. Os coreanos sabem bem das atrocidades de que foi capaz de cometer o imperialismo na década de 1950, quando aviões da USAF espalhavam tapetes de napalm sobre aldeias camponesas, quando as cidades coreanas foram arrasadas, quando efectuaram ensaios de guerra bacteriológica e quando o general MacArthur ameaçou recorrer à bomba atómica para vencer a guerra (só por isso é que foi demitido por Truman, não pelos crimes anteriores). A solidariedade para com os países agredidos pelos imperialismo é um dever. O REEMBOLSO ADIADO Vai um grande alarido nos media porque o sr. Olli Rehn defende o adiamento dos reembolsos da dívida portuguesa . Manifestam-se exultantes e aliviados. Mas é preciso que se diga: 1) O Sr. Rehn não podia fazer outra coisa senão defender o adiamento dos reembolsos pois a perspectiva de um incumprimento seria muito pior para a UE. 2) Nenhum dos problemas portugueses fica sanado com tal adiamento e a dívida até é agravada. 3) O que o capital financeiro europeu pretende é transformar Portugal num eterno escravo da dívida. 4) Não existe qualquer solução real para os problemas económicos portugueses enquanto o país não recuperar a sua soberania monetária – a saída do euro é a condição necessária e indispensável, além obviamente do repúdio ao memorando de entendimento com a Troika. GOVERNO SABOTA A ECONOMIA NACIONAL Só a ligação ferroviária para um futuro terminal de contentores na Trafaria custaria 150 milhões de euros , anunciou o presidente da Refer. Além disso há que contabilizar o custo de construção do futuro porto (que ainda não existe) e do próprio terminal a ser construído. Por outro lado, os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) estão a pedir emprestado ao governo modestos 14 milhões de euros para poder efectuar a construção de um navio já encomendado. Destes dois episódios podem-se tirar algumas conclusões: 1) Com este governo, tal como no socratismo, continua a mania dos projectos gigantes, de rentabilidade duvidosa e, em caso afirmativo, só a longo prazo. 2) A opção pelos projectos gigantes prejudica as PMEs, que asseguram o maior número de postos de trabalho em Portugal. Tal como num jogo de soma zero, se há financiamento para projectos gigantes deixa de haver para o tecido de industrial e comercial português constituído por micros, pequenas e médias empresas. 3) O fanatismo ideológico deste governo prejudica a economia nacional. O caso dos ENVC é exemplar: a empresa é sabotada por este governo por ser estatal (ainda). O governo prejudica assim o nível geral de emprego e até mesmo as exportações nacionais (o cliente que encomendou o navio é estrangeiro). 4) Factos como estes aparentemente não preocupam os comentaristas que peroram na TV acerca da situação económica portuguesa. O DESCALABRO O descalabro das finanças públicas continua. Revela-se agora que a arrecadação fiscal caiu 5,8% entre Janeiro e Novembro de 2012 – consequência inelutável do pacote da troika. Além de levar o país à ruína, este governo de traição nacional continua o seu programa de privatizações selvagens. O cancelamento da venda da TAP a um suspeitíssimo sionista-colombiano constitui uma vitória parcial dos trabalhadores e da maioria do povo português. Mas a intenção de privatizá-la ainda continua de pé, assim como de privatizar a ANA, ENVC, RTP, as Águas de Portugal e o pouco que resta do sector empresarial do Estado. Um tal governo compromete não só as gerações presentes como também as futuras. Deitá-lo abaixo, com o seu Orçamento de 2013, é uma tarefa urgente. Figurinhas como o sr. Relvas, P. Coelho, António Borges e quejandos não são próprias de um país decente. SOLIDARIEDADE COM O POVO DE GAZA Notícias em: Maan News Agency Press TV Resumen FDLP Electronic Intifada Guerra e gás natural O FIM DO EURO E AS NOVAS PRIVATIZAÇÕES Este governo ao serviço da troika anuncia novas privatizações. Trata-se de vender a preço vil o que resta do sector empresarial do Estado (ANA, TAP, etc). Tudo é efectuado de forma altamente opaca, com tramas nos bastidores e em meio a negociatas suspeitas (exemplo: a mal explicada venda pela Câmara Municipal de Lisboa dos terrenos do aeroporto da Portela). Deve-se registar que isto ocorre no momento em que já se antevê o fim do euro e, talvez antes disso, o fim da presença de Portugal na zona euro. Assim, as novas privatizações agora em curso resultam na alienação de activos que serão preciosos quando o país estiver fora do euro. Sendo a dívida externa bruta portuguesa de mais de 200% do PIB, é ridículo dizer que os encaixes destas privatizações permitiriam reduzi-la qualquer coisa que se visse e tivesse algum significado. Estamos na fase em que o país é sugado ao máximo. Depois, quando não restar senão bagaço, será relegado ao seu destino. De pés e mãos atados, com a propriedade dos seus activos entregue aos novos rentistas que agora os compram ao desbarato. O TERRORISMO CLIMÁTICO CONTINUA Acaba de ser lançado em Lisboa o filme '4:44 Último Dia na Terra' , dirigido pelo sr. Abel Ferrara. Trata-se de mais uma obra mistificatória construída para espalhar o pânico com o mítico aquecimento global. No momento em que o modo de produção de capitalista estala por todas as juntas, a classe dominante tem de inventar terrores fictícios a fim de disfarçar aqueles que são bem reais. A arte da desinformação tem muitas facetas. Mais esclarecimentos em: Acerca da impostura global Aquecimento global: uma impostura científica DONOS DE PORTUGAL Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza. Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base. ARGENTINA EXPROPRIA A REPSOL A nacionalização parcial e tímida de acções que a Repsol detinha na Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF) argentina é uma medida corajosa do governo de Cristina Kirchner. Mas é de se perguntar porque, face ao comportamento predatório daquela multinacional, o governo argentino levou tantos anos para avançar com esta decisão. Quem tiver alguma dúvida acerca deste comportamento que assista ao filme 'La memoria del saqueo' , de Fernando Pino Solanas. Seja como for, com ou sem nacionalização, os problemas de abastecimento de petróleo do país permanecerão pois a produção dos seus campos petrolíferos já entrou em declínio. Tal como o resto do mundo, também a Argentina ultrapassou o Pico de Hubbert e encontra-se na fase de esgotamento. REBELIÃO FISCAL: O EXEMPLO IRLANDÊS A rebelião fiscal já começou, na Irlanda. Depois de quatro anos de crise contínua, o governo de Dublin enfrenta o boicote fiscal dos cidadãos. Metade dos contribuintes aos quais era exigido uma taxa extraordinária de 100 euros por habitação não efectuaram o pagamento até à data limite de 31 de Março. O movimento de boicote foi liderado por nove deputados da 'Aliança Esquerda Unida' e alguns independentes. Ver artigo a respeito em Jornal de Negócios . MEE: NEM UM TRILIÃO DE EUROS SERÁ SUFICIENTE Alastra-se o pânico. Na sexta-feira, 30 de Março, os ministros das Finanças europeus decidiram aumentar a dotação do MEE para 800 mil milhões de euros. O seu valor inicial revelou-se insuficiente antes mesmo de ter entrado em acção. Como diz o título da revista Der Spiegel, mesmo uma firewall de um milhão de milhões (trillion) de euros não seria suficiente . Por sua vez, o jornal Die Tageszeitung estima que seriam precisos pelo menos 1,5 milhão de milhões de euros como fundo de resgate da moeda europeia. E isto somado ao EFSF , cujos fundos são insuficientes para 'salvar' a Itália e a Espanha e que continuará a funcionar ao invés de ser substituído pelo MEE como fora previsto. De onde virão os recursos para o MEE? Dos orçamentos nacionais de cada país, pois este tem o poder despótico de requisitar-lhes recursos a qualquer momento – os quais terão de ser transferidos no prazo de sete dias. Ou seja, o futuro que eles preparam é depauperar os orçamentos dos estados membros da zona euro – os quais cobrem as despesas sociais de cada país – em benefício do capital financeiro. Subscreva a Acção colectiva contra o Mecanismo Europeu de Estabilidade, o novo ditador europeu OS ABUTRES DA UE PÕEM A GRÉCIA SOB TUTELA ABSOLUTA A última declaração do eurogrupo acerca da Grécia pode ser caracterizada como uma manifestação de neocolonialismo predatório. Além de uma 'reforçada e permanente presença sobre o terreno na Grécia' [da monitoragem da troika] o Eurogrupo da UE impôs a introdução na estrutura legal grega, dentro de dois meses, de 'uma disposição que assegure que seja concedida prioridade aos pagamentos do serviço da dívida'. E acrescenta que 'Esta disposição será introduzida na Constituição grega tão logo quanto possível'. A Europa dos monopólios e ao serviço do capital financeiro põe assim as suas garras de fora. Mesmo que falte leite para as crianças gregas, a prioridade terá que ser dada aos pagamentos do serviço da dívida. Esse é o caminho que eles preparam para todos nós, portugueses inclusive. Um vice-rei britânico na Índia colonial não agiria de forma mais despótica do que o faz agora a UE. A solidariedade com os trabalhadores gregos na sua luta pela ruptura com a ditadura da União Europeia e do capital financeiro é mais necessária do que nunca. A RENÚNCIA DO PR ALEMÃO Na Alemanha, Christian Wulff acaba de renunciar à Presidência da República. O Chefe do Estado alemão renunciou por ter aceite um empréstimo privado de 500 mil euros a uma taxa de juro favorável , bem como por alegações que pelos padrões portugueses são consideradas pouco significativas. Mas o que dizer de um Presidente da República envolvido no caso BPN e com amizades tão suspeitas como Dias Loureiro e Oliveira e Costa ? A DEMOCRACIA COMO FARSA A aprovação do novo memorando da Troika pelo parlamento grego, na madrugada do dia 13, significa que a democracia burguesa já deixou de funcionar na Grécia. O governo e o parlamento daquele país já não representam o seu povo. Tratam-se de meros fantoches submissos à Troika FMI-BCE-UE. O seu primeiro-ministro não eleito é um banqueiro imposto pela União Europeia. Os 199 deputados que aprovaram este diploma selvagem e de cumprimento impossível perderam os últimos resquícios de dignidade. As condições impostas foram tão revoltantes que 42 deputados da coligação governamental infringiram a disciplina partidária e votaram contra (21 da ND, o partido da direita, e outros 21 do Pasok). Este desenlace significa que a democracia burguesa na Grécia já deu o que tinha a dar e que a solução dos problemas do país passa pelo desligamento da UE, a ruptura com a Europa dos monopólios, o cancelamento unilateral da dívida e o poder popular. A luta heróica do povo grego continuará – é preciso apoiá-la. Por outro lado, pode-se antever que os sacrifícios inúteis agora impostos ao povo grego – assim como ao povo português, irlandês, espanhol e outros da Europa – constituem o começo do fim da UE e talvez do próprio euro enquanto moeda comum. MENSAGEM VINDA DA ACRÓPOLE LIBERDADE PARA OS PRESOS POLÍTICOS DA COLÔMBIA http://www.areitoimagen.blogspot.com/ EUA: CANDIDATO DEFENDE O ASSASSÍNIO 'O assassinato de cientistas iranianos é uma coisa maravilhosa' (sic). A afirmação é do sr. Rick Santorum, candidato à Presidência da República dos Estados Unidos da América (ver Digital Journal ). Ele diz o que a sra. Clinton pensa mas não diz. Assine a petição: Parar os preparativos de guerra! Acabar com o embargo! Solidariedade com os povos iraniano e sírio! PORTUGAL: A INIQUIDADE DESTA AUSTERIDADE De todos os estados europeus submetidos a programas de austeridade, 'Portugal é o único país com uma distribuição claramente regressiva, com perdas percentuais que são consideravelmente maiores no primeiro e segundo decil do que nos grupos mais altos da distribuição do rendimento. É o oposto do caso da Grécia onde as perdas percentuais são maiores nos decis do topo e aqueles na base perdem relativamente pouco' (sic). Esta afirmação consta na pg. 19 do relatório The distributional effects of austerity measures: a comparison of EU countries , publicado pela Comissão Europeia. Como se verifica no gráfico acima, Portugal é o único país onde as medidas de austeridade estão a exigir mais aos pobres do que aos ricos. A iniquidade das medidas de austeridade adoptadas pelo governo Troika-Passos Coelho – decorrente das suas opções de classe – é assim confirmada pela própria Comissão Europeia. A ESTRATÉGIA DA TENSÃO A histeria em relação ao suposto programa de armas nucleares do Irão continua a agitar os media ditos 'de referência'. Trata-se de uma campanha de mentiras orquestrada pelo imperialismo a fim de aumentar a tensão no Médio Oriente. Todos eles omitem, cuidadosamente, o facto de Israel dispor de um arsenal nuclear da ordem das 200 ogivas. E omitem igualmente a verdadeira 'bomba atómica' do Irão: a possibilidade de encerrar o transito no Estreito de Ormuz, por onde se escoa grande parte do petróleo mundial. Na semana passada, Obama assinou uma lei que lhe dá autoridade para novas sanções contra a República Islâmica. E enquanto intensifica a campanha anti-iraniana, prossegue o trabalho de sapa de desestabilizar a Síria através de ONGs financiadas e armadas pelo imperialismo. O lobby sionista domina os EUA e conduz o mundo a perigos crescentes. Tudo isto se passa no momento em que a humanidade já ultrapassou o Pico de Hubbert e tem início o esgotamento dos recursos petrolíferos mundiais. Uma agressão militar contra o Irão não é lógica nem racional – mas o imperialismo nem sempre é lógico ou racional. E sabemos que no passado todas as grandes crises do capitalismo resultaram em guerra. DESINTEGRAÇÃO DA EUROZONA E DITADURA DO MEE A última cimeira de Bruxelas deu mais um passo rumo à desintegração da eurozona. O processo avança enquanto os 'líderes' europeus entretêm-se com contos de fadas, tais como o da mudança de tratados europeus. Tivéssemos em Portugal autoridades lúcidas, já estariam elas a estudar planos 'B', ou seja, a elaboração de planos de contingência para a saída do euro. No estágio avançado de deterioração em que está a zona euro, agora mesmo as propostas reformistas inteligentes de Varoufakis e Stuart Holland (apresentadas há mais de um ano) provavelmente já não seriam viáveis. O verdadeiro plano que o capital financeiro prepara, mas de que pouco se fala nos jornais económicos, é o de uma nova ditadura europeia através do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) . O Tratado do MEE foi assinado – à socapa – em 20 de Junho de 2011 e aguarda ratificações dos parlamentos nacionais da zona euro. Assim, Portugal, que já perdeu a sua soberania monetária e está em vias de perder a sua soberania orçamental, se aprovar o MEE perderá também a soberania sobre o seu Tesouro público. Ou seja, cairá numa situação colonial de novo tipo. A VIDA APÓS O EURO Vários bancos centrais europeus estão a estudar a sua capacidade técnica para emitir papel-moeda caso haja uma ruptura da união monetária da zona euro. O banco central irlandês e grego têm capacidades de impressão próprias, embora possam precisar de capacidades adicionais. A notícia está no Wall Street Journal . O ASSALTO DO FMI, BCE & UE A PORTUGAL Portugal terá de pagar juros de 34,4 mil milhões de euros pelo salvamento de 78 mil milhões acordado este ano com o FMI, BCE & UE – ou seja, o total a ser devolvido aos ditos 'salvadores' será de 112,4 mil milhões de euros (juros+principal). Um salvamento assim é como atar um peso de chumbo a alguém que esteja a afogar-se. Tal empréstimo jamais poderá ser pago – o objectivo deliberado da troika foi submeter o país de modo permanente à servidão da dívida. A verdadeira saída para esta situação, a única que atende realmente aos interesses do povo português, é a recuperação da soberania monetária do país e a libertação das peias da UE. Os custos da saída do euro são inferiores aos custos da permanência no mesmo, com a consequente escravização eterna à ditadura do capital financeiro. NOVOS NEGÓCIOS GREGOS O governo dos EUA aprovou a entrega de 400 tanques Abrams à Grécia, tendo enviado ao seu governo uma carta quanto ao preço e disponibilidade. Por sua vez, o governo francês insiste em vender três fragatas à Grécia, o que tem provocado desgosto entre concorrentes da construção naval alemã. Assim se vê de onde vem o endividamento grego. Ao mesmo tempo, pode-se apreciar a qualidade de gestão de um governo sob a tutela da Troika FMI/BCE/UE. LÍBIA: A RESISTÊNCIA CONTINUA O martírio de Khadafi alvoroça os carrascos do povo líbio: NATO, Klinton, Sarkozy, Cameron & transnacionais do petróleo, além dos seus serviçais locais, os bandos do CNT-Al Qaeda. O facto de se regozijarem com um assassinato mostra o nível ético a que chegaram. No plano moral já perderam a guerra há muito. A resistência de Sirte, sob os caça-bombardeiros da NATO, ficará como uma das páginas épicas da História. O heroísmo do povo de Sirte compara-se com o de Faluja, no Iraque, em ambos os casos submetidos à selvajaria fascista. Mas o contentamento dos abutres poderá ser sol de pouca dura. A resistência do povo líbio à guerra neocolonial continua. A História da Líbia não acabou. Continua a haver um governo legítimo e uma resistência valorosa – tal como no Iraque, no Afeganistão e em todos os países sob a bota da ocupação imperialista. http://lavoixdelalibye.com/ http://www.resistencialibia.org/es/portada.aspx http://leonorenlibia.blogspot.com/ http://www.algeria-isp.com/ http://libyasos.blogspot.com/ A TRAGÉDIA GREGA REENCENADA EM PORTUGAL Eles estão na ofensiva. Querem a ruptura dos pactos sociais e não se importam com a ruína da economia real do país. A entrega da proposta de Orçamento para 2012 é a oficialização da ofensiva, a declaração de guerra a 99% dos portugueses. Diante desse ataque, a passividade, as meias medidas, as respostas tíbias são o caminho certo para a derrota. É preciso afirmar as coisas com clareza e sem rodeios: existem soluções alternativas, mas nenhuma delas dentro do actual sistema. Nenhuma solução razoável pode ser encontrada enquanto Portugal não recuperar a sua soberania monetária. Esta recuperação permitiria o lançamento de uma moeda de emissão estatal (e não bancária como agora) para financiar a economia nacional. Tudo isto pode ser feito em conjunto com outros países que padecem situação semelhante. Além disso, o actual descalabro dos bancos portugueses – incapazes sequer de captar recursos internos para financiar a economia – permitirá uma nacionalização barata dos mesmos. Também é preciso afirmar com clareza que a dívida externa de Portugal (maior do que a da Grécia) é um problema mais grave e preocupante do que o défice das contas públicas e que os bancos portugueses são os principais responsáveis pela mesma. Eles, a troika e os seus capatazes locais, querem uma ruptura favorável ao capital financeiro. As forças progressistas devem contrapor uma proposta de ruptura favorável à esmagadora maioria do povo português. A timidez na contraproposta, o mero possibilismo , conduz a uma tragédia. PORTUGAL ENREDADO 'O Estado deve ao Estado rendas de edifícios que o Estado vendeu ao Estado para que o défice do Estado fosse menor e a dívida do Estado parecesse que não era do Estado'. Se não entendeu na primeira leitura, tente uma segunda no Jornal de Negócios . A conclusão que se tira de tudo isto é que as trafulhices do governo Sócrates continuam imparáveis no governo do sr. Passos Coelho. As teias tecidas são fortes, as conivências PS-PPD ainda maiores e a vontade política de por tudo em pratos limpos é escassa. Por que é que pouco se fala das PPPs? 'O COLAPSO DA EUROZONA É QUASE CERTO' 'A menos que haja uma mudança dramática e simultânea na política da Itália, da Alemanha e do Banco Central Europeu, o colapso da eurozona é quase certo. Nem a Itália, nem a Espanha, Portugal, Irlanda ou Grécia serão capazes de manter a sua condição de membros da eurozona e manter a sustentabilidade da sua dívida soberana com os spreads actuais da taxa de juro. Alguma coisa terá de ceder'. Quem afirma isto é um editor do Finantial Times, Wolfgang Munchau. O seu artigo pode ser lido em Eurointelligence . Face a isto, cabe perguntar para onde nos leva a subserviência do governo PSD/CDS aos ditames da troika FMI/UE/BCE. O desligamento de Portugal da eurozona é inevitável e os sacrifícios agora impostos aos portugueses são inúteis. No fim do programa da troika Portugal estará numa situação económica pior do que agora. Não há luz no fundo deste túnel. 11/SET DEZ ANOS DEPOIS As demolições controladas do WTC e o ataque – com míssil – ao Pentágono cumprem agora 10 anos. Tais eventos foram previstos em documentos dos neocom dos EUA, que os consideravam o sinal (necessário) para desencadear guerras e agressões contínuas por todo o mundo a fim de alcançar o que chamavam de 'século americano'. Esse desígnio louco desencadeou uma série de guerras bárbaras e criminosas por toda a parte do planeta, as quais ainda continuam. Tem importância estudar, dissecar e denunciar os eventos do 11/Set porque eles foram o pretexto forjado das novas agressões imperiais. Os eventos do 11/Set podem ser comparados aos acontecimentos de 1933 em Berlim, quando Goering ordenou incendiar o Reischstag para culpar os comunistas e alcançar o poder total para os nazis. Podem também ser comparados ao 'incidente do Golfo de Tonquim', uma provocação montada em 1964 pelo imperialismo a fim de desencadear a Guerra do Vietname. Tais factos históricos devem ser recordados, porque nos media que se dizem 'referência' (do que? e para quem?) continua a enxurrada de desinformação acerca do 11/Set, das guerras em curso promovidas pelo imperialismo (Iraque, Afeganistão, Líbia) e de outras que se ameaçam (Argélia, Síria, Irão, Iémen). OS ABUTRES REPARTEM O BOTIM Estão reunidos em Paris, numa cimeira convocada por Sarkozy & Cameron , os países que participaram da agressão contra a Líbia. Consideram eles que chegou o momento de repartir os despojos. E cada um deles quer garantir o seu naco o mais depressa possível, antes que o vizinho o tome. Falam em 'ajuda' à Líbia, mas o que querem é saqueá-la – inclusive os activos do seu banco central e do seu Fundo Soberano congelados no estrangeiro. SACRIFÍCIOS INÚTEIS Multiplicam-se as declarações acerca do fim do euro. Um importante dirigente da indústria alemã defende que a Alemanha, Áustria, Holanda e Finlândia saiam do euro . O conhecido historiador Hans-Joachim Voth afirma que 'O euro não pode sobreviver na sua forma actual' . O economista liberal Charles Gave considera que 'o euro é um Frankenstein que não pode funcionar' . Tudo isso significa que os sacrifícios que estão a ser exigidos aos povos da Grécia, Irlanda e Portugal são inúteis. Trata-se de uma tentativa de espreme-los ao máximo, em benefício dos credores, antes de abandoná-los. Quando os abandonarem, no fim do processo, estarão numa situação económica pior do que a actual. Não há luz no fim deste túnel: só trevas. Tivéssemos nós uma classe dominante minimamente lúcida, não submetida ao diktat externo e intelectualmente preparada, tomaria ela a iniciativa de afastar Portugal do euro. O passo seguinte seria a criação de uma nova moeda – mas não o antigo escudo. A nova moeda deveria ser de emissão estatal, nos moldes propostos por Rudo de Rujiter (v. Sair do euro – e depois? ). Esta deveria ser a perspectiva também das forças progressistas. Propor o aumento da produção nacional é um objectivo louvável, mas de duvidosa factibilidade sob o euro e a ditadura da troika. Tal proposta traz implícita a ideia (errada) de que poderia haver soluções dentro do sistema actual. O CANCRO DO TGV CONTINUA A CORROER Os gastos com o TGV totalizavam 116 milhões de euros no fim de 2010, informa o Jornal de Negócios . Mas ninguém teve a coragem de cancelar um projecto que é tão insano quanto o de um novo aeroporto . Mesmo que a situação económica do país fosse excelente, não há tráfego de passageiros que justifique semelhantes dispêndios. Enquanto isso, o outro verdadeiro cancro que corroi o país – o consumo desbragado de petróleo – é ignorado pelos poderes públicos. Bastaria generalizar o gás natural como combustível para o transporte e a factura petrolífera do país – 6,7 mil milhões de euros em 2010 – cairia drasticamente. Mas o anunciado aumento do IVA sobre o gás natural, equalizando-o com o dos refinados de petróleo, desestimula esta substituição. O VIÉS DE CLASSE DESTA OPÇÃO FISCAL Chama-se renda ( rent, em inglês) aos ganhos obtidos pelos detentores de determinados privilégios (exemplos: propriedade da terra, de PPPs, de títulos da dívida pública, de concessões de estradas portajadas ou de portos e aeroportos, etc). As rendas não correspondem ao trabalho efectuado pelos seus beneficiários. Elas devem ser contrapostas aos rendimentos do trabalho (exemplos: salários ou lucros de empresários produtivos). Os rendimentos do trabalho são ganhos merecidos, ao passo que as rendas não o são. A distinção entre ganhos merecidos e não merecidos tem todo o interesse em matéria de política fiscal. Tributar a propriedade e a riqueza é uma medida louvável pois reduz o grau de desigualdade da sociedade, tornando-a menos injusta. Tributar o trabalho é o caminho para o depauperamento do tecido social, a redução do rendimento disponível da população e, em última análise, uma medida recessiva. Mas foi este o caminho escolhido pelo governo do sr. Passos Coelho ao anunciar em sede de IRS um extra de 50% sobre o equivalente ao 13º mês dos assalariados (subsídio de Natal) e dos profissionais precários que emitem recibos verdes (metade de 1/14 avos do rendimento anual dos mesmos). Uma opção de classe contra o trabalho e a favor dos rentistas. Do lado das receitas, muitas outras opções haveria para atingir os mesmos objectivos (exemplos: tributar transferências financeiras, o off-shore da Madeira, as grandes fortunas, etc). Mas convém não esquecer que a promessa eleitoral do governo era actuar sobretudo do lado da despesa. Mudaram-se os tempos (só 15 dias), mudaram-se as vontades... O DESVANECIMENTO DAS RESERVAS-OURO DO BP Em 31/Dezembro/1974 o Banco de Portugal (BP) tinha 865.936 kg de ouro nas suas reservas. Em 31/Dezembro/2010 as reservas-ouro do BP eram apenas de 382.509,58 kg. Ou seja, em 36 anos desapareceram 483.426,42 kg de ouro o que dá uma média de 13.428,5 kg por ano. Agora o Público noticia que a cotação do ouro atingiu o recorde histórico de US$1506,75 dólares por onça-troy (31,103 gr) e que, em consequência, valorizou-se o que resta nas reservas do BP (€12,5 mil milhões em Fevereiro). Quanto valeriam se o banco central houvesse preservado as suas reservas-ouro? Esta gente andou a desbaratá-lo quando a sua cotação era baixa e agora que esta dispara em flecha o BP tem menos da metade do que dispunha antes. Ninguém pede contas a Vitor Constâncio e aos ex-governadores anteriores? NOVO AEROPORTO: ELES ESTÃO LOUCOS Só em juros, o novo aeroporto de Lisboa custaria 3,66 mil milhões de euros . Foi o que afirmou em 18/Abril/2011 o responsável pela NAER , a empresa pública responsável por este elefante branco. Ou seja, o montante dos juros custaria mais do que o investimento na construção do próprio aeroporto. orçamentado em 3,1 mil milhões de euros. Desse total, apenas 800 a 940 milhões de euros seriam da responsabilidade do investidor privado que ficasse responsável pela sua construção e exploração. Esses juros teriam que ser pagos ao longo de um período de 28 anos, entre 2015 e 2043, disse o sr. Carlos Madeira, da NAER. Estranhamente, aquele responsável não quiz dizer a que taxa(s) foi calculado o montante de €3,66 mil milhões de juros. É aberrante que se continue a falar em tom sério deste projecto megalómano. Lisboa não precisa de qualquer novo aeroporto – mesmo que a situação económica do país fosse excelente. Mas no momento em que Portugal está num estado de descalabro económico e financeiro e com o FMI/UE/BCE a preparar medidas drásticas contra o padrão de vida dos portugueses, tal projecto torna-se mentecapto e monstruoso. É estranhíssima a passividade da sociedade portuguesa diante de tal aberração. Continua a ser válido sempre assinar a Petição contra a construção de um novo aeroporto . IRLANDA: QUEIMAR BANQUEIROS E SAIR DO EURO Quase a metade dos executivos das 200 principais empresas da Irlanda considera que os accionistas dos bancos deveriam ser 'queimados' (sic), revela um inquérito do Sunday Independent . Trata-se de uma sequela das condições punitivas impostas pelo FMI/UE no acordo de €67,5 mil milhões para o salvamento da banca irlandesa. A Alemanha e a França pressionam por um aumento do imposto rendimento sobre as empresas em troca de um pequeno alívio nas condições de reembolso do empréstimo. 'Alguns economistas acreditam que os problemas de dívida da Irlanda podiam ser resolvidos pela saída do euro e a desvalorização da sua divisa. A ideia de romper com a Eurozona ganhou terrenos nos últimos meses. Ela teria sido impensável antes da crise de dívida soberana que esmagou a Grécia, a Irlanda e mais recentemente Portugal, o qual pediu um salvamento na semana passada', informa o Independent. . MAGNÍFICA VITÓRIA DO POVO ISLANDÊS ! No referendo de 9 de Abril de 2011 o povo islandês deu uma magnífica prova de lucidez, consciência e civismo ao votar 'Não' ao pagamento das dívidas dos banqueiros corruptos do Icesave. Trata-se de uma vitória memorável que ficará registada na história económica mundial. Apesar das pressões brutais feitas em favor do 'Sim', com ameaças de toda espécie por parte da União Europeia, do FMI, das agências de classificação, dos governos britânico e holandês e dos políticos locais que dominam o parlamento e cozinharam um acordo dito 'menos mau' que o anterior (rejeitado num primeiro referendo), o povo islandês soube ver onde estavam os seus verdadeiros interesses. Contados 90% dos votos, os resultados mostram que o campo do 'Não' tem 59,1 por cento e o do 'Sim' apenas 40,9 por cento . Deve-se louvar a dignidade e coragem do Presidente da República da Islândia, que soube enfrentar pressões a favor do acordo cozinhado pelo parlamento e exigiu a sua ratificação em referendo popular. Ver também: A crise económica na Islândia: o remédio do FMI não é a solução , de Michael Hudson Islândia: a chantagem odiosa , de Jean Tosti ARÁBIA SAUDITA ATINGIU O PICO, CONFIRMA A WIKILEAKS A Arábia Saudita não dispõe de suficientes reservas de petróleo para aumentar a sua produção , diz telegrama da Embaixada dos EUA em Riad revelado pela WikiLeaks. Este documento é apenas a confirmação daquilo que já se sabia há vários anos e que foi amplamente analisado pelo falecido banqueiro Matthew Simmons , dando origem ao seu livro Crepúsculo no deserto (Twilight in the Desert) . A fuga deste telegrama de Riad serve no entanto para confirmar que as autoridades dos EUA: 1) sabem muito bem que o mundo atingiu o Pico Petrolífero e que entramos agora na fase do declínio da produção. 2) adoptam uma política deliberada de silenciamento quanto a este problema crucial para os destinos humanos. RUPTURA COM A AMAZON Até hoje, 5 de Dezembro, resistir.info tinha um acordo de parceria com a Amazon.fr. Era um serviço adicional que prestava aos seus leitores e que lhe permitia receber uma pequena comissão na venda de livros, discos e outros produtos daquela empresa. Este acordo é agora rompido devido à atitude censórea da Amazon em relação ao Wikileaks. Doravante resistir.info recusa-se a colaborar com a Amazon e defende o boicote à referida empresa: não lhes comprar mais livros, discos ou quaisquer outros produtos. Resistir.info segue, assim, o apelo contido na na carta aberta de Daniel Ellsberg , em que condena a covardia e o servilismo da Amazon ao terminar abruptamente a hospedagem do Wikileaks no seu servidor devido a pressões de um senador dos EUA. Resistir.info sabe que sofrerá uma penalização financeira com a ruptura pois perderá as comissões acumuladas naquela empresa. Para reduzi-la solicita o apoio dos seus leitores. IRLANDA: SACRIFÍCIO INÚTIL Os termos do 'salvamento' que o FMI/UE/BCE impôs à Irlanda são muito piores do que tudo o que já foi visto até agora. Até o dinheiro do Fundo de Reserva Nacional de Pensões (NPRF) foi devorado na voragem. Os abutres não perdoaram nem a pensão dos velhinhos! Este salvamento não é do povo irlandês e sim dos banqueiros privados irlandeses. A manobra decorreu em vários passos: 1) Num autêntico acto de traição nacional o governo irlandês resolveu garantir a dívida dos banqueiros privados irlandeses (os tais que estavam em situação muito saudável segundo o teste de stress feito em Julho pelo BCE). 2) Em consequência, de imediato o défice orçamental irlandês sofreu um aumento brutal, saltando de 11,9% do PIB para 32% do PIB. 3) Diante de tal défice a UE/FMI obrigou o governo irlandês a impor sacrifícios brutais ao seu povo (despedimentos em massa, cortes na educação, saúde, salários e pensões, etc) em troca do dito 'salvamento'. 4) Ainda assim, cedo ou tarde, a Irlanda (tal como a Grécia e outros países europeus) entrará em incumprimento (default). Destes tristes episódios podem-se tirar algumas lições: 1) Os sacrifícios que o capital financeiro pede/exige a governos servis como o irlandês, grego, português e outros são inúteis pois não levarão ao aumento das respectivas produções nacionais nem resolverão os problemas económicos subjacentes. 2) Em situações de insolvência mais vale declarar moratória antes de uma ruína total do que persistir inutilmente em pagar dívidas impagáveis. 3) Sacrificar povos no altar do capital financeiro é uma opção e não uma inevitabilidade. 4) Filosoficamente, a resolução de um problema de dívida incobrável pode-se dar tanto em favor dos credores como dos devedores. 5) Historicamente, verifica-se que as classes dominantes sempre optaram pela resolução em favor dos credores e as oprimidas sempre pretenderam o inverso. 6) A capitulação frente às exigências do capital financeiro leva à pauperização dos povos – cabe a estes tomarem o destino nas suas mãos se quiserem salvar-se. OPÇÕES FISCAIS E AUTOFAGIA Tributar a propriedade e a riqueza é o caminho para uma sociedade menos injusta. Tributar o trabalho e as actividades produtivas é o caminho para a recessão. Foi esta última a opção adoptada pelo governo conjunto Sócrates-Passos Coelho. Os aumentos de impostos (IVA, IRS, IRC) anunciados a 12 de Maio resultam de um Estado que continua a desbaratar recursos em obras inúteis e gasta a mãos-cheias em coisas de duvidosa utilidade. Trata-se de um Estado autofágico, que destrói património público (exemplo: demolições de edifícios escolares em bom estado) só para dar contratos a empreiteiros de construção civil. Do ponto de vista simbólico, seria mais decente que os ministros do governo Sócrates começassem por cortar os seus próprios salários. Em tempo: quanto está a custar ao erário público esta recepção ao papa? POVOS DA EUROPA: LEVANTEM-SE A Acrópole amanheceu com este apelo do Partido Comunista Grego. 'CITAM-SE A PAR, GRÉCIA E PORTUGAL' 'Nós estamos num estado comparável sómente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá... vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal'. Eça de Queirós, 1872, in 'As Farpas' OS MESMOS DE SEMPRE AGORA FINGEM-SE SURPREENDIDOS Os mesmos indivíduos que assinaram o Tratado de Maastricht. os mesmos que defenderam com entusiasmo a perda da soberania monetária portuguesa com a adesão ao Euro. os mesmos que efectuaram privatizações selvagen. os mesmos que destruíram as duas maiores conquistas da Revolução de Abril – o Sector Empresarial do Estado e a Reforma Agrária –. os mesmos que alegremente endividaram o país de forma alucinante. os mesmos que dilapidaram as reservas ouro do Banco de Portugal (em 31/Dezembro/1974 havia 865.936 kg). os mesmos que promoveram a desindustrialização, com a destruição do tecido produtivo nacional e a liquidação de panos inteiros da economia (construção naval, siderurgia, pescas, metalurgia pesada, ...). os mesmos que restabeleceram em Portugal o capitalismo monopolista e financeiro. os mesmos que põem Portugal a reboque do imperialismo/NATO fornecendo-lhe tropa para ocupar o Afeganistão. os mesmos que depauperaram os trabalhadores piorando drasticamente a repartição do rendimento nacional. os mesmos que defenderam e defendem projectos ruinosos como a construção de estádios para o jogo da bola ou de um novo aeroporto inútil. os mesmos que carpinteiraram o PEC a fim de tentar disfarçar o descalabro e agravar ainda mais a situação. os mesmos que conduziram ao actual estado de estagnação económica (crescimento previsto do PIB de 0,3% em 2010). estes mesmos indivíduos fingem-se agora muito surpreendidos quando as agências de rating degradam a classificação portuguesa. São eles os dirigentes do PS, PPD/PSD & CDS. Eles falam em 'contágio' da Grécia. Mas a peste está neles, não nos gregos. UMA EUROPA ASQUEROSA A óptica de classe dos governantes da União Europeia ficou bem caracterizada pelas últimas medidas adoptadas. Primeiro emprestaram a mão-cheias – à taxa de 1% – aos banqueiros que provocaram a crise. A seguir emprestam – à taxa de 5% – às vítimas gregas dessa mesma crise. Por outro lado, esta Europa pretende controlar os orçamentos dos Estados membros antes mesmo de estes serem aprovados pelos respectivos parlamentos. E ao mesmo tempo, recusa-se a aplicar um imposto aos bancos que provocaram a crise e que receberam centenas de milhares de milhões de euros de ajudas públicas para sanar os seus balanços apodrecidos — eles continuarão a obter lucros milionários. Estes desenvolvimentos mostram o que pode acontecer a Portugal se se submeter passivamente ao diktat da UE. A puxadela da orelha de Cavaco dada pelo presidente checo é só uma advertência suave. A FORTALEZA DA ECONOMIA PORTUGUESA A fortaleza da economia portuguesa é espantosa. Continua viva apesar de 35 anos de saqueio, com privatizações selvagens, negociatas escandalosas, gestão ruinosa, estupidezes de política energética, incompetência governativa, desindustrialização, depauperação dos trabalhadores, desemprego, pioria da repartição do rendimento nacional, investimentos loucos, endividamento crescente. A tudo isso sobreviveu a economia portuguesa. Mas até quando será isso possível? A capacidade de resistência não é infinita. A gestão catastrófica e autista do sr. Sócrates, digno continuador dos seus antecessores, continua a agravar a situação, a ameaçar com a ruína a actual e as futuras gerações de portugueses. Há que atalhá-lo o mais breve possível. O Plano de Estabilidade e Crescimento que anda a cozinhar será uma continuação do presente, mais do mesmo. O povo grego está a dar resposta a planos desse jaez. CURSO RÁPIDO DE ECONOMIA E ENERGIA Crash course é um notável curso de economia, energia e meio ambiente: http://www.chrismartenson.com/crashcourse . Ele pode ser assistido em inglês, castelhano ou francês. São cerca de 20 lições. O curso cobre praticamente tudo que é realmente importante, desde a função exponencial e a reserva fraccionária dos bancos até o endividamento geral, o Pico Petrolífero e o esgotamento dos recursos. É claro que um trabalho tão rigoroso e exacto como esse nunca poderia ser realizado por um economista vulgar formatado na escola de pensamento neoliberal. O seu autor, Chris Martenson, é de facto um cientista e, espantosamente, a sua especialidade é num ramo completamente distinto: a neurotoxicologia (!). ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense? Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa. Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937. Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa. Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém. Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos). Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah. Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido. Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972). OUTRA INFORMAÇÃO SOBRE GAZA: Gaza Today Gaza Siege Maan News Agency Angry Arab Palestinian Information Center Uruknet Moments of Gaza Apresentação Power Point: a_terra_prometida.pps (2551 kB). Clique com o botão direito do rato e faça 'Save As...' para descarregar. DO GUETO DE VARSÓVIA AO GUETO DE GAZA Em Abril de 1943 os judeus do Gueto de Varsóvia foram massacrados pela máquina militar do III Reich nazi. Em Dezembro de 2008 os palestinos do Gueto de Gaza são massacrados pela máquina militar do IV Reich nazi-sionista. Ambos os povos exerceram o seu direito inalienável à revolta contra a opressão. É hipócrita e cínica a atitude do governo português a recomendar que cessem os ataques de ambos os lados. Com essa argumentação pretende-se comparar a resistência digna do povo palestino e a acção criminosa do invasor sionista que massacra a população civil e destrói a infraestrutura de Gaza, depois de sustentar durante meses um bloqueio total contra o seu povo. Este genocídio só é possível porque o lobby judeu mundial concede-lhe o combustível necessário, porque os EUA dá cobertura política, economica e bélica ao agressor, porque a União Europeia lhe deu um sinal verde e porque grande parte da população israelense dá apoio à limpeza étnica promovida pelo governo nazi-sionista. Só o levantamento generalizado no mundo árabe e a solidariedade internacional, com todo tipo de protestos por toda a parte, poderá deter essa acção criminosa. Neste momento é importante reiterar a solidariedade com o governo legítimo do Hamas e repudiar a posição cúmplice do actual presidente da Autoridade Nacional Palestina, sr. Mahmud Abbas. Este, apesar da carnificina em curso, optou por acusar o Hamas pelo que está a acontecer e de forma submissa procura negociar com os assassinos do seu povo. A CRIAÇÃO DO DINHEIRO Quem cria o dinheiro? A resposta está em Money as Debt , filme de 47 minutos de Paul Grignon. O DVD em inglês pode ser encomendado aqui . Para assistir ao filme dobrado em castelhano clique em Diñero es Deuda . É melhor do que ouvir certos comentaristas económicos que peroram na TV portuguesa... Se quiser aprofundar o tema leia também O banco central dos EUA: O templo e os seus segredos sujos Custos, malfeitorias e perigos do dólar Segredos do dinheiro, dos juros e da inflação . OS ADORADORES DO DEUS MERCADO Os adoradores do deus mercado, os adeptos do neoliberalismo, os entusiastas do capitalismo high tech, os analistas económicos que debitam vulgaridades nos media 'de referência', todos eles estão agora confrontados com uma realidade brutal: a ruína do capitalismo, pelo menos da forma em que o conhecemos. Estes últimos sete dias representaram uma viragem na história do capitalismo mundial (nacionalização de facto dos passivos da Fannie e do Freddie, falência do Lehman, salvamento da AIG, aumento gigantesco da dívida externa dos EUA, início do reflacionamento da economia estado-unidense). Há que ser claro: o que o Federal Reserve e o Tesouro dos EUA querem salvar não é a economia dos Estados Unidos e sim os seus banqueiros. O plano em curso é para reflacionar os activos imobiliários a fim de minorar os desastrosos balanços dos bancos. Por isso aumentarão o endividamento da população daquele país. Ou seja, resolvem um problema de dívidas insolventes com a acumulação de ainda mais dívidas. Trata-se de uma neo-escravização através da dívida. A repartição do rendimento nacional dos EUA obviamente irá piorar. A procissão ainda vai no adro. A crise sistémica do capitalismo está longe de acabada. As sequelas e repercussões pelo mundo afora têm desdobramentos que mal se podem adivinhar. O risco de o imperialismo empreender uma fuga para a frente através da guerra é enorme. Tudo isso num pano de fundo de uma realidade física inescapável: o mundo já atingiu o Pico Petrolífero, o que tem consequências fundas. INFLAÇÃO & DEFLAÇÃO EM SIMULTÂNEO A situação económica é, provavelmente, inédita. Não há memória de manifestações de inflação e de deflação em simultâneo . Por um lado, sobem os preços do petróleo e dos alimentos (mesmo sem considerar a desvalorização acelerada do dólar americano). Por outro, verifica-se uma queda nos valores dos bens imóveis, de muitas empresas industriais (se fossem vendidas hoje já não valeriam o mesmo que há um ano atrás) e obviamente das bolhas nos mercados de acções e outros títulos. Mais: o fenómeno tem um carácter mais ou menos generalizado entre os países da OCDE. O capitalismo pode conviver muito bem com a inflação. As advertências frequentes que os banqueiros fazem contra a inflação não passa de conversa destinada ao grande público. Mas daquilo que realmente os preocupa eles nunca falam: é a deflação. A deflação introduz um risco sistémico. Empréstimos efectuados tendo como base uma garantia colateral de um determinado valor tornam-se menos seguros. Se o montante em dívida ultrapassar o valor depreciado da garantia, o tomador será tentado a abandonar a sua obrigação contratual. Tudo isso indica que o mundo está a entrar em águas ignotas. Há um grande trabalho de investigação a fazer. A CENTRALIDADE DO PICO PETROLÍFERO A questão do Pico Petrolífero é central, pois determina todas as outras. Isto é importante, em particular e sobretudo, na questão dos grandes investimentos públicos. Trata-se de despesas muitíssimo vultosas, elas provocam dívidas que comprometem não só a geração actual como gerações futuras. Este governo prevê investimentos colossais – como novo aeroporto, TGV e agora um terceiro atravessamento do Tejo – que não podem ser suportados pela combalida economia portuguesa. Além de serem investimentos que não se destinam a aumentar a capacidade de produção nacional, eles estão a ser decididos sem que sequer se tente antever o que virá a ser o mundo pós Pico Petrolífero. Gastar recursos em activos fixos que estimulam o tráfego rodoviário, aumentam o consumo de petróleo e dentro de poucos anos ficarão sub-utilizados é má utilização de recursos públicos. Muitos empreiteiros ganharão com isso, mas a sociedade como um todo perderá. Tais erros terão de ser pagos no futuro. REALIDADE E FICÇÃO Os 'aquecimentistas' globais juram a pés juntos que a temperatura do mundo está a aumentar. Com base nessa crença conseguem dos governos que lhes financiem passeios a Bali e outros lugares turísticos a fim de assistir às conferências do IPCC. E com base na crença no diabolismo do dióxido de carbono (CO2) os mais espertos arquitectam polpudos negócios relativos aos direitos de emissão. Por sua vez, os media que arrogantemente se auto-classificam como 'referência' (do quê?) instilam o medo na opinião pública quanto a supostas tragédias que estariam para acontecer (alteamento dos mares, derretimento dos pólos, etc). A ignorância científica é tamanha que alguns até dizem que o CO2 seria um 'poluente'. Mal sabem tais escrevinhadores que cada vez que expiram estão a deitar CO2 cá para fora (ainda não se atreveram a recomendar que parássemos de respirar, por enquanto). No entanto, a realidade acaba por se impor às ficções (muitas delas interessadas) dos 'aquecimentistas'. Agora o artigo de um investigador português, Luís de Sousa , acaba de mostrar que na verdade a temperatura em muitas partes do mundo está a arrefecer. O seu artigo mostra que houve quedas de neve inéditas em Buenos Aires, Bagdad, norte da Arábia Saudita e em muitas outros lugares, bem como o espessamento do gelo no Árctico. A sua investigação empírica corrobora a tese do grande climatologista Marcel Leroux, que dissecou o aquecimento global classificando-o como uma impostura científica . Na verdade, a grande tragédia do mundo é a ignorância dos políticos que o governam — desde Al Gore até aqueles cá do burgo lusitano. Quanto tempo e quanto dinheiro não foi e continua ser desperdiçado no combate ao dito aquecimento global e às emissões de CO2? Tais recursos poderiam ter sido bem aplicados a problemas reais como o combate a emissões realmente nocivas para os seres humanos a exemplo do SO2, dos NOx e outros poluentes Por outro lado, verifica-se que o aparente arrefecimento do mundo detectado por Luis de Sousa irá coincidir no tempo com o Pico máximo da produção petrolífera mundial que está a ser atingido neste momento. Esta gente preparou o mundo para o aquecimento global e não o preparou para o Pico Petrolífero. Mas, tal como uma vingança da natureza, verifica-se uma onda de frio no exacto momento em que se inicia a escassez do principal combustível que permite o aquecimento. COMPREENDER A FUNÇÃO EXPONENCIAL Compreender a função exponencial é uma tarefa urgente para a humanidade. Todos deveriam entendê-la, a principiar pelos políticos. Assim, não seria repetida tão frequentemente a lenga lenga mistificatória do 'sustentável'. Como mostrou Jared Diamond, em Collapse , a extinção de muitas civilizações deveu-se à não compreensão do que é uma função exponencial. O vídeo abaixo (em castelhano) é a reprodução de uma conferência do Dr. Albert A. Bartlett, da Universidade do Colorado. Para assistir ligue o alto-falante e clique sobre a imagem: PETIÇÃO INTERNACIONAL PARA PROIBIR AS ARMAS COM URÂNIO EMPOBRECIDO Clique a imagem para assinar. O PREÇO DO PETRÓLEO To get the BRENT oil price , please enable Javascript. A tendência estrutural para a alta do preço do petróleo é inelutável. As causas básicas para isto estão na Curva de Hubbert , no pico petrolífero, na diminuição das reservas mundiais, no facto de os maiores campos petrolíferos do mundo estarem próximos do pico, no não planeamento do consumo deste recurso finito, na anarquia do mercado capitalista, no desperdício absurdo dos países desenvolvidos (a começar pelos EUA), no gigantesco fracasso militar dos EUA no Iraque. No entanto, nada disto transparece nos media ditos 'de referência' que continuam a desinformar os seus leitores com dados conjunturais e desenquadrados do contexto geral. Os piores cegos são aqueles que não só não querem ver como também desinformam os outros acerca da realidade. O não reconhecimento da realidade impede a adopção das medidas que se impõem. Texto do protocolo A POLÍCIA NAS BIBLIOTECAS 'ADVERTÊNCIA 'Embora a Biblioteca de Santa Cruz faça todos os esforços para proteger a sua privacidade, sob a Lei Pública Federal 107-56, USA PATRIOT ACT, os registos dos livros e de outros materiais emprestados por esta biblioteca podem ser obtidos por agentes federais. 'Aquela lei federal proíbe os funcionários da biblioteca de o informarem se agentes federais obtiveram registos sobre a sua pessoa. Questões acerca desta política deveriam ser dirigidas ao Procurador Geral John Ashcroft, Departamento da Justiça, Washington, D.C. 20530'. '...sob certas condições, os capitalistas privados inevitavelmente controlam, directa ou indirectamente, as principais fontes de informação (imprensa, rádio, educação). É então extremamente difícil, e na maior parte dos casos na verdade quase impossível, para o cidadão individual chegar a conclusões objectivas'. Albert Einstein, no seu ensaio de 1949 Porquê o socialismo . 'As acções alcançaram o que parece ser um patamar permanentemente alto'. Irving Fisher, Professor of Economics, Yale University, 1929. Henry Kissinger: 'O desafio básico é que a chamada globalização é realmente um outro nome para o papel dominante dos Estados Unidos'. Palestra no Trinity College, Dublim, 12/Out/99. O mestre de Bush: 'Com voz ou sem ela, o povo pode sempre ser levado a submeter-se à vontade dos dirigentes. É fácil. Tudo o que se tem de fazer é dizer-lhe que está a ser atacado, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo e por exporem o país ao perigo'. Reichsmarschal Hermann Goering, comandante da Força Aérea Nazi (Luftwaffe), nos Julgamentos de Nuremberg. Em 1996, depois de cinco anos de sanções e de persistentes bombardeamentos contra o Iraque, o repórter da CBS Lesley Stahl fez a seguinte pergunta à embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Madeline Albright: — Ouvimos dizer que meio milhão de crianças morreu (em consequência da política americana contra o Iraque). Valeu a pena pagar esse preço? Resposta de Madeline Albright: — Nós pensamos que valeu a pena. Ver um crime com calma é cometê-lo. José Martí Porque resistir.info (documento de posição) Email: resistir[arroba]resistir.info Os assinantes do Protonmail também podem contactar através do endereço: resistir[arroba]protonmail.com Tradutores resistir.info é feito por voluntários não remunerados. Mas as tarefas são muitas e o pessoal que nele trabalha não chega. Assim, resistir.info gostaria de ter colaboradores benévolos que pudessem efectuar traduções de boa qualidade (do inglês, francês e espanhol) para o português. Os leitores de resistir.info que se identifiquem com as suas ideias e que tenham disponibilidade para colaborar queiram por favor entrar em contacto. resistir.info agradece que leiam previamente a página de normas . Investigue este sítio com FreeFind SOLICITAÇÃO DE APOIO Resistir.info precisa do apoio dos seus leitores e amigos. Só eles poderão permitir que continue a manter a sua independência pois o sítio não dispõe de outras fontes de receitas. Os leitores e amigos que quiserem e puderem contribuir dispõem de várias alternativas: 1) Em Portugal: efectuar transferências bancárias pontuais para o NIB 003601689910004600741 ou efectuar depósitos em qualquer agência do Montepio Geral ou caixa multibanco. 2) No estrangeiro: efectuar transferências bancárias para o International Bank Account Number (IBAN) PT50003601689910004600741 . 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Contador actual: Estatísticas Sobre o julgamento, em segunda instância, do ex-presidente Lula , PCB, 07/Jan O discurso de Ano Novo de Kim Jong-un e a perspectiva para a paz , Hyun Lee, 06/Jan Pavel Groudinine, candidato do PCFR às presidenciais de 2018 , Guillaume Suing, 05/Jan Quanta morte e destruição nos aguardam em 2018? , Paul Craig Roberts, 04/Jan Haiti: do tráfico de escravos à escravatura económica da dívida , Jérôme Duval, 03/Jan 'Força alguma prevalecerá sobre a independência e a justiça' , KCNA, 31/Dez/2017 Quer guerra com a Coreia do Norte? Peça-a ao Congresso , Daniel L. Davis, 31/Dez Os melhores livros de 2017 , Michael Roberts, 29/Dez Um comboio descontrolado rumo à digitalização total da moeda e do trabalho , Peter Koenig, 28/Dez 'Caminhamos para uma 'indianização' do Brasil' , Ricardo Antunes, 27/Dez As novas sanções à Coreia do Norte , Peter Koenig, 26/Dez Reflexões sobre a crise atual e as tarefas da esquerda revolucionária no Brasil , Edmilson Costa, 25/Dez Acerca do imperialismo em Marx , Prabhat Patnaik, 24/Dez Fantasma georgiano , César Príncipe, 20/Dez 'O bloqueio naval é um acto de guerra' , KCNA, 15/Dez Turquia reivindica a liderança muçulmana , M K Bhadrakumar, 14/Dez Coreia: A mais mortífera campanha de bombardeamento da história , Ted Nace, 12/Dez Santinho de Donskoi , César Príncipe, 11/Dez 'Pela ruptura com a submissão ao Euro e à UE' , Paula Santos, 11/Dez 'O preço do ouro explodirá & o dólar será liquidado' , Peter Schiff, 10/Dez Os meus meninos de Gaza , João Carlos Lopes Pereira, 09/Dez Viva a Grande Revolução de Outubro, contra 100 anos de agressão imperialista! , Andre Vltchek, 08/Dez A intensificação da militarização e da agressividade da UE , CWPE, 04/Dez Será que não conseguem perceber a guerra a surgir no horizonte? , Paul Craig Roberts, 03/Dez O engodo e o dinheiro do engodo , Pierre Lévy, 01/Dez Para onde tem ido todo o excedente? , David Ruccio, 30/Nov 'Como se pode ser norte-coreano?' , Robert Charvin, 28/Nov 'Problemas económicos do socialismo na URSS', o autor e a obra (2) , Daniel Vaz de Carvalho, 27/Nov 'Problemas económicos do socialismo na URSS', o autor e a obra (1) , Daniel Vaz de Carvalho, 26/Nov Ameaças militares dos EUA são provocações para a guerra nuclear , Carla Stea, 25/Nov Como a Coreia do Norte rastreia seus mísseis de longo alcance? , Chad O'Carroll, 23/Nov E tudo o Espírito Santo levou , Soares Novais, 22/Nov Ishiguro, a Nova Guerra Fria e o labirinto da memória , M K Bhadrakumar, 21/Nov Será que a América sobreviverá a Washington? , Paul Craig Roberts, 20/Nov O pior que há em nós , João Carlos Lopes Pereira, 20/Nov Consumidores de combustíveis pagam em Portugal preços superiores aos da UE , Eugénio Rosa, 14/Nov Clinton, Assange e a guerra à verdade , John Pilger, 13/Nov Carta de Marx a Stuart: Sobre a natureza do Estado , César Príncipe, 12/Nov A conjuntura leninista , Prabhat Patnaik, 10/Nov Alta dos preços do petróleo em consequência do expurgo saudita , Alexander Mercouris, 09/Nov 'Enfrentar as ilusões do reformismo' , PCB, 08/Nov A Revolução de Outubro, normal ou monstruosa? , Annie Lacroix-Riz, 07/Nov A intriga no cerne do triângulo Pequim-Riad-Washington , Valentin Katasonov, 06/Nov O capitalismo neoliberal e a sua crise , Prabhat Patnaik, 04/Nov Coreia do Norte: Uma vítima, não uma ameaça , Felicity Arbuthnot, 03/Nov Argentina: a instalação da ditadura mafiosa , Jorge Beinstein, 02/Nov O que não aprendemos com a Revolução Russa , Mauro Luis Iasi, 31/Out O governo burguês e a monarquia procuram superar a crise económica de estado com um auto-golpe , PCPE, 30/Out Adeus civilização ocidental , Paul Craig Roberts, 27/Out Catalunha: nacionalismo burguês, ressurgências franquistas , Andres B. Alonso, 26/Out Washington proíbe a Sérvia de desminar a Síria , Daniel McAdams, 25/Out Brasil: Por uma frente de esquerda socialista , PCB, 24/Out Independência e auto-determinação: Armas para a construção do império ou para a libertação nacional? , James Petras, 23/Out O abismo brasileiro , Guilherme Boulos, 22/Out O petrodólar e a nova divisa chinesa com lastro ouro , Paul Craig Roberts, 20/Out Contributos para a luta contra incêndios florestais em Portugal , Armando José Pereira Marcelino, 18/Out Acerca da guerra bacteriológica durante a Guerra da Coreia , Jeffrey Kaye, 18/Out Mudanças estruturais no interior do imperialismo , Prabhat Patnaik, 16/Out Como a administração Trump está a travar uma guerra feroz à Coreia do Norte , Gregory Elich, 14/Out BCE ganhou quase 8 mil milhões de euros com a crise financeira grega , 13/Out A ascensão da 'Nova política' da Grã-Bretanha , John Pilger, 11/Out 'Não matem em prol de Trump e do Pentágono!' , Kermit Leibensperger, 10/Out A esquerda diante da lição de dignidade e democracia na Catalunha , Oskar Matute e María del Río, 09/Out Demissões na TAP-ME do Brasil , Luís Eduardo Gomes, 06/Out O recanto dos cretinos , Carlo Frabetti, 04/Out A encruzilhada da Venezuela , Edmilson Costa, 03/Out A RDPC explica que a ONU traiu a sua missão , Ri Yong Ho, 02/Out A crescente desigualdade de rendimento , Prabhat Patnaik, 01/Out Perante a repressão na Catalunha , PCPE, 29/Set A guerra de Trump ao povo norte-coreano , Gregory Elich, 28/Set A morte da história , John Pilger, 26/Set O cartel dos negócios da água em campanha autárquica , Luisa Tovar, 25/Set A senilidade do presidente Trump , Kim Jong-Un, 24/Set A guerra dos cruzeiros , César Príncipe, 22/Set Venezuela rompe com o petrodólar , Manlio Dinucci, 21/Set A ofensiva do Outono: EUA, França e Brasil , James Petras, 20/Set Os EUA não ouvem 'palavras educadas' , KCNA, 19/Set A Google é a NSA , Phil Butler, 18/Set Respeito aos direitos humanos na República Bolivariana da Venezuela , CETIM, 17/Set Governos europeus investem no tráfico de refugiados , José Goulão, 16/Set Forças Armadas e polícias numa pseudodemocracia agonizante , Henrique Júdice Magalhães, 15/Set Uma lição económica para a China e a Rússia , Paul Craig Roberts, 14/Set A viragem da América rumo ao fascismo e suas contradições , Prabhat Patnaik, 13/Set Os 'aristocratas' da Autoeuropa , Soares Novais, 12/Set Quem domina a América? , James Petras, 11/Set EUA: a crise e seu impacto sobre a classe trabalhadora , José C. Valenzuela Feijóo, 09/Set EUA: origens dos lucros e parasitismo crescente , José C. Valenzuela Feijóo, 08/Set FARC, um novo partido para uma nova Colômbia , Edmilson Costa, 07/Set Ensaio nuclear norte-coreano: legítimo e necessário , Ruptures, 06/Set EUA: uma contradição peculiar e novíssima , José Valenzuela Feijóo, 05/Set Venezuela e Angola, história de duas eleições , João Carlos Graça, 04/Set A Revolução de Outubro e a sobrevivência do capitalismo , Prabhat Patnaik, 03/Set Como acabar com o terrorismo – 10 receitas fáceis de aplicar , Purificación González de la Blanca, 02/Set Washington parece um jardim-de-infância sob o efeito de LSD , The Saker, 31/Ago O Afeganistão e a rota da CIA para a heroína , Pepe Escobar, 30/Ago O bitcoin e as tulipas digitais , Alejandro Nadal, 29/Ago Novo estudo climático desmente a teorização aquecimentista , Tyler Durden, 28/Ago Como é belo o mundo livre! , Bruno Guigue, 26/Ago Coreia do Norte, ou o fim do mito da Nova Ordem Multilateral , Alberto Cruz, 25/Ago Operação militar do Brasil com EUA na Amazônia tem Venezuela como alvo , Brasil 247, 24/Ago O 'rastro ucraniano' dos mísseis norte-coreanos , Eduard Popov, 23/Ago Malorússia, o novo Estado que substituirá a Ucrânia , DONI News, 22/Ago Portugal devastado: rotina ou terrorismo? , José Goulão, 21/Ago Que emprego está a ser criado em Portugal? , Eugénio Rosa, 20/Ago Relações EUA-Rússia destinadas a uma viragem incrível , M K Bhadrakumar, 19/Ago Tirem as mãos da Venezuela! , PCB, 18/Ago A auto-defesa e a RDPC , Workers World, 17/Ago Comunicado da FANB perante a nova ameaça imperialista do governo norte-americano , Força Armada Nacional Bolivariana, 16/Ago Coreia do Norte: Sanções mortíferas impostas pela instituição que diz defender a paz e a justiça, o Conselho de Segurança da ONU , Peter Koenig, 15/Ago O império ataca de novo , Neil Clark, 14/Ago Venezuela: Rupturas na narrativa , Thierry Deronne, 13/Ago Brasil, o paraíso dos rentistas , Ana Araujo e José Martins, 11/Ago Venezuela: As reservas internacionais e o serviço da dívida externa , PCV, 10/Ago Vinte anos após a crise financeira asiática , Prabhat Patnaik, 09/Ago Cinco mentiras do BE sobre a constituinte venezuelana , António Santos, 08/Ago O chamamento da guerra nuclear , John Pilger, 07/Ago Brasil: O calendário e a marcha dos acontecimentos , Mauro Luis Iasi, 06/Ago As consequências da destruição da URSS , Juozas Ermalavichyus, 05/Ago Dumbo, uma das (muitas) ferramentas da CIA , WikiLeaks, 04/Ago Mrs. Janet Yellen não piscou , Fábio Magalhães e José Martins, 02/Ago O que significa a vitória do chavismo na Constituinte? , Victor Hugo Majano, 02/Ago UE quer congelar contas para travar corridas bancárias , Tyler Durden, 01/Ago Não há quem possa com o povo de Hugo Chávez , Carlos Aznárez, 31/Jul Estará a Coreia do Norte a derrotar as sanções? , Henri Féron, 31/Jul Venezuela: O ABC da Assembleia Nacional Constituinte , Pablo Siris Seade, 29/Jul A CIA e a contra-revolução na Venezuela , Atilio A. Borón, 28/Jul A ignorância, a preguiça e o preconceito , Agostinho Lopes, 27/Jul O que significa CIMA? , Néstor García Iturbe, 26/Jul Um antídoto para o vocabulário de duplo sentido em teoria económica , Jamie Morgan, 25/Jul Venezuela: Frente Popular anti-imperialista e antifascista , PCV, PPT, REDES, PRT, BRAVO SUR, VOCES y GAYONES, 18/Jul EUA, estado das guerras , Nicolas J. S. Davies, 17/Jul Despedir trabalhadores, fechar agências, vender ativos e transformar a CGD numa 'Caixinha' , Eugénio Rosa, 16/Jul Sociedade moçambicana põe em causa legalidade de empréstimos 'odiosos' , Jubilee Debt Campaign, 15/Jul PCB repudia condenação de Lula e política petista de conciliação de classe , 14/Jul O estado do Estado , Demétrio Alves, 11/Jul Denunciar o desastre social e o vocabulário do engano (2) , Michael Hudson, 10/Jul Denunciar o desastre social e o vocabulário do engano (1) , Michael Hudson, 09/Jul Primeira reunião Putin-Trump: resultados quase nulos , The Saker, 08/Jul Porque Washington está preocupada com o ICBM norte-coreano , Stephen Gowans, 07/Jul O desenvolvimento acelerado dos mísseis da Coreia Norte , Gregory Elich, 03/Jul A má fé do governo colombiano , KKE, 02/Jul A intervenção do banco central serve os Um Porcento , Paul Craig Roberts, 30/Jun 'No Brasil, a barbárie tem a cara de um processo de reversão neocolonial' , Plínio de Arruda Sampaio Jr, 28/Jun Como as classes populares fizeram história , Marcus Rediker, 27/Jun Síria: o fim da guerra agora está à vista , Moon of Alabama, 26/Jun Para onde vamos: socialismo ou barbárie? , Anita Leocadia Prestes, 26/Jun É Nato o neonazismo na Europa , Manlio Dinucci, 25/Jun Cada vez mais próximos da guerra , Brian Cloughley, 24/Jun Novo choque petrolífero em 2020, afirma o presidente da Total , Charles Sannat, 23/Jun Pedrógão, uma raiva sem fim... , Agostinho Lopes, 22/Jun Todo apoio à greve geral do dia 30 de junho! , Frente de Esquerda Socialista, 22/Jun Por trás do alarde quanto ao e-comércio , Rahul Varman, 21/Jun Após as legislativas francesas , Ruptures, 20/Jun Cresce a resistência de classe à 'globalização' , Prabhat Patnaik, 19/Jun Brasil: Meirelles, tão sujo quanto Temer , Osvaldo das Neves, 16/Jun Venezuela, entre o chavismo e a restauração colonial , Jorge Beinstein, 15/Jun A crise no Qatar , The Saker, 14/Jun O confronto petrolífero e as novas rotas mundiais , Rui Namorado Rosa, 13/Jun O baile dos bancos zumbis , Simone Wapler, 12/Jun Brasil: Uma reforma trabalhista feita pelos parasitas , Crítica da Economia, , 11/Jun Contra a transformação da Grécia num centro de operações da NATO , KKE, 07/Jun Brasil: Temer estará no fim? , Michael Roberts, 06/Jun A Miguel Urbano, um comunista , Ángeles Maestro, 05/Jun Terrorismo na Grã-Bretanha: O que é que a primeira-ministra sabia? , John Pilger, 04/Jun Uma guerra curta e vitoriosa: A varinha mágica do presidente dos EUA , Andrei Akulov, 02/Jun Documentos de identificação descobertos no rastro de ataques terroristas , Michel Chossudovsky, 01/Jun Como os media inventam a 'repressão' na Venezuela , Thierry Deronne, 31/Mai Miguel Urbano Rodrigues e o PCB , 30/Mai Miguel Urbano Rodrigues, 02/08/1925 – 27/05/2017 , 29/Mai Orhan Pamuk e as duas Turquias , Miguel Urbano Rodrigues, 28/Mai 'Ao aprofundar seu programa, as classes dominantes aprofundam a própria ingovernabilidade do Brasil' , José Antônio Martins, 25/Mai História da guerra da Coreia , Eric Struch, 24/Mai Como manter comunicações privadas na era do Big Brother , The Saker, 23/Mai 'A melhor solução para Portugal é a saída unilateral do Euro' , Octávio Teixeira, 22/Mai A luta de classes em França, século XXI , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Mai Brasil: Ocupar as ruas para derrubar Temer e derrotar as contra-reformas! , PCB, 19/Mai A resolução firme da Coreia do Norte é legítima, não temerária , Finian Cunningham, 18/Mai O crescimento exponencial da insegurança , Paul Craig Roberts, 17/Mai O engano, a traição e a esquerda: O prémio 'Traidor do Ano' , James Petras, 16/Mai Kadima! En Marche! , Thierry Meyssan, 15/Mai As eleições em França: Vitória do 'centro' ou da extrema-direita? , João Carlos Graça, 13/Mai Trump, na Coreia do Norte estará a assassinar seres humanos! , Andre Vltchek, 12/Mai A tentativa de golpe dos EUA na Venezuela , Misión Verdad, 11/Mai Secessões , Jacques Sapir, 06/Mai Mélenchon, a boiada e a dignidade política , Jacques Sapir, 05/Mai Foi bonita a luta, pá! Agora, é seguir na ofensiva até a derrubada do governo usurpador! , Edmilson Costa, 04/Mai Brasil: A saída está nas ruas , Afonso Costa, 02/Mai Lutas ideológicas no capitalismo contemporâneo , Prabhat Patnaik, 01/Mai 28 de Abril: dia histórico de luta da classe trabalhadora brasileira , PCB, 29/Abr A revolução tecnológica, o impacto no emprego e na repartição da riqueza criada , Eugénio Rosa, 29/Abr O consumo na Coreia do Norte , Ruediger Frank, 28/Abr França: Dois mapas e uma eleição , Jacques Sapir, 27/Abr A desintegração europeia está em marcha , Pierre Lévy, 26/Abr Argentina em contra-revolução (acidentada) , Jorge Beinstein, 25/Abr A guerra afegã forjada por Svetlana Alexievich , Miguel Urbano Rodrigues, 24/Abr Crítica a certas visões oportunistas contemporâneas sobre o estado , KKE, 23/Abr Estará o império americano à beira do colapso? , John W. Whitehead, 19/Abr Quando Portugal ardeu , Miguel Carvalho, 18/Abr Estará à vista o fim do mundo? , Paul Craig Roberts, 17/Abr Bolo de chocolate: o novo normal da política externa de Trump , Pepe Escobar, 16/Abr Manifesto do PCB aos trabalhadores e à juventude , 15/Abr RDPC: 'Política de Trump mais viciosa que a de Obama' , Associated Press, 14/Abr Recuperar a soberania monetária , Octávio Teixeira, 10/Abr Pentágono treinou 'rebeldes' da Al Qaeda na Síria na utilização de armas químicas , Michel Chossudovsky, 08/Abr Coreia do Norte: O grande embuste revelado , Christopher Black, 07/Abr A UE tenciona recorrer a Israel para assegurar seu abastecimento de gás , Ruptures , 05/Abr Os pobrezinhos , António Lobo Antunes, 04/Abr 'O problema do poder na Venezuela não está resolvido' , Carlos Aquino, 03/Abr Intervenção na Assembleia-geral do Montepio Geral – Associação Mutualista, em 30/3/2017 , Eugénio Rosa, 01/Abr Brasil: O melancólico retorno dos órfãos da burguesia nacional , Edmilson Costa, 30/Mar Bancos privados é que criam 97 por cento de todo o dinheiro – não os governos ou os bancos centrais , George Washington, 29/Mar Álvaro Lins , Miguel Urbano Rodrigues, 28/Mar A revisão da reforma antecipada feita pelo governo , Eugénio Rosa, 27/Mar A reserva de soberania e o futuro de Portugal , João Ferreira do Amaral, 26/Mar CIA: Matérias escuríssimas , WikiLeaks, 25/Mar MPPM condena actuação de António Guterres , MPPM, 24/Mar Informação aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 22/Mar A maré crescente do militarismo no século XXI , James Petras, 21/Mar Tecnocracia e ilusão tecnológica , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Mar Por uma abordagem objetiva, aberta e contraditória da Revolução Russa , Annie Lacroix-Riz, Georges Gastaud e Jean Salem, 16/Mar Brasil: Intensificar as lutas nas ruas para derrotar o governo golpista , PCB, 15/Mar Novas formas de produção ou um novo modo de produção , Daniel Vaz de Carvalho, 14/Mar Porque Trump quer manter Andrew Jackson na nota de 20 dólares , Valentin Katasonov, 13/Mar Governo PS faz crescer a pobreza em Portugal , Eugénio Rosa, 13/Mar Taxas de juro e utilização de papel-moeda , Prabhat Patnaik, 06/Mar A digitalização da indústria e dos serviços , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Mar Endividamento externo cubano: o caminho rumo à normalização , Marlén Sánchez Gutiérrez, 03/Mar A renegociação da dívida pública é indispensável , Octávio Teixeira, 02/Mar 'Governo através da discussão' , Prabhat Patnaik, 28/Fev Presidente Trump: Diplomacia e democracia na América , James Petras, 27/Fev As relações dos EUA com a Coreia do Norte em tempos de mudança , Gregory Elich, 26/Fev Como foi conseguida a redução do défice em 2016 , Eugénio Rosa, 24/Fev Conceitos divergentes de populismo , Prabhat Patnaik, 23/Fev Os media corporativos dos EUA fazem campanha golpista , Tyler Durden, 22/Fev Os riscos para Trump e todos nós , Paul Craig Roberts, 20/Fev A destruição do Brasil e sua decomposição moral , Aldo Fornazieri, 19/Fev Portugal: Investimento em queda mas Fundos Comunitários não foram utilizados , Eugénio Rosa, 18/Fev A economia milagreira , Carlos Carvalhas, 14/Fev Os laços de Trump ao passado e a ressurreição da esquerda , James Petras, 13/Fev O centenário da Grande Revolução Socialista de Outubro , KKE, 09/Fev Estará liquidada a administração Trump? , Paul Craig Roberts, 08/Fev Médio Oriente aprofunda rejeição a Trump após a 'proibição muçulmana' , Melkulangara Bhadrakumar, 07/Fev Trump: capitalismo nacionalista, uma alternativa à globalização? , James Petras, 06/Fev Não é a NATO e sim certa esquerda que está 'obsoleta' , Manlio Dinucci, 04/Fev Tecnologia: uma questão política central , Daniel Vaz de Carvalho, 02/Fev Será que Trump pode cumprir? , Paul Craig Roberts, 01/Fev Cuidado com os zumbis , Michael Roberts, 31/Jan O legado de bombardeamentos deixado por Obama , Nicolas J. S. Davies, 30/Jan Atuação das Forças Armadas em presídios apaga incêndio com gasolina , Nadine Borges, 29/Jan EUA, o titã epiléptico , Christophe Trontin, 27/Jan Pânico geral entre os euro-atlantistas , Pierre Lévy, 26/Jan Resposta a Tomás Correia , Eugénio Rosa, 25/Jan Os desafios à nova administração do 'bloco central' da CGD e ao próprio governo , Eugénio Rosa, 24/Jan O esgotamento da actual fase histórica do capitalismo , Guglielmo Carchedi, 23/Jan A questão não é Donald Trump – somos nós , John Pilger, 22/Jan Losurdo e a atualidade da luta de classes , Miguel Urbano Rodrigues, 20/Jan Trump apavora burguesia mexicana , José Valenzuela Feijóo, 19/Jan Da finança de casino à servidão das elites , Daniel Vaz de Carvalho, 18/Jan As 10 vitórias do Presidente Nicolás Maduro em 2016 , Ignacio Ramonet, 17/Jan A declaração de guerra dos neocons contra Trump , The Saker, 16/Jan Sobre o Novo Banco , Carlos Carvalhas, 14/Jan Obama, o criminoso de guerra carrasco de mulheres e crianças , Paul Craig Roberts, 13/Jan Denúncia é um ato de resistência política , Edward Snowden, 12/Jan O fim da União Europeia , Jacques Sapir, 10/Jan A atualidade de Marx face à financeirização: capital fictício, divida e juro , Daniel Vaz de Carvalho, 09/Jan A desmonetização e a questão da inflação , Prabhat Patnaik, 08/Jan Poderá Trump reparar a economia em 2017? , Paul Craig Roberts, 06/Jan Os segredos dos abutres que rondam o Novo Banco , 05/Jan Assange: Caso encerrado , Rixstep, 04/Jan Os povos da ex-URSS , Miguel Urbano Rodrigues, 03/Jan O que estará a tramar o regime Obama? , Paul Craig Roberts, 02/Jan O futuro pertence-lhe, Comandante Fidel , Rémy Herrera, 31/Dez Portugal: um país de pensões e salários mínimos promovido pelos governos , Eugénio Rosa, 30/Dez A dialéctica do autoritarismo , Prabhat Patnaik, 29/Dez ONU condena o estado nazi-sionista , MPPM, 27/Dez A vergonha, a cólera e a traição de Tsipras , Jacques Sapir, 26/Dez O aumento incomportável dos juros com a divida pública , Eugénio Rosa, 24/Dez Mais um avião caiu: somos todos Chapecó , Mauro Luis Iasi, 23/Dez Os melhores livros de 2016 , Michael Roberts, 22/Dez A um passo da guerra comercial global , Valentin Katasonov, 20/Dez EUA: A impressionante audácia do golpe em andamento , Paul Craig Roberts, 19/Dez A crise sistémica global e algumas bofetadas desesperadas , Jorge Beinstein, 19/Dez As assimetrias regionais em Portugal e a situação no Montepio , Eugénio Rosa, 17/Dez A má fé da Amnistia Internacional em relação a Cuba , Maxime Vivas, 16/Dez Desfazer o sofrimento , Sandra Monteiro, 15/Dez Chubais – A próxima cabeça neoliberal a rolar na Rússia? , F. William Engdahl, 14/Dez Quão vil é o fracassado Obama? , M K Bhadrakumar, 13/Dez Desmonetização e taxas de empréstimos bancárias , Prabhat Patnaik, 12/Dez A baixa escolaridade dos patrões portugueses , Eugénio Rosa, 12/Dez O ano em que o globalismo estourou , Pål Steigan, 10/Dez A revolução esquecida de 1383 , António Santos, 09/Dez Um por cento dos adultos possui 51% da riqueza mundial. 10% possuem 89% e os 50% de baixo possuem apenas 1% , Michael Roberts, 08/Dez O referendo italiano, o Euro e a soberania... (2) , Jacques Sapir, 06/Dez O referendo italiano, o Euro e a soberania... (1) , Jacques Sapir, 05/Dez ONU rejeita apelo do governo britânico sobre Assange , Christoph Peschoux, 04/Dez O que pode sair errado? , William Blum, 03/Dez O papel da social-democracia na destruição do social e da democracia , Daniel Vaz de Carvalho, 02/Dez Acordo de Paris sobre o clima: uma nova fonte de lucro para os monopólios , KKE, 30/Nov A guerra do ocidente à verdade , Paul Craig Roberts, 29/Nov Sobre as 'alterações climáticas' , João Lopes, 28/Nov Fidel, um Aquiles comunista , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Nov O monstro eléctrico ao vivo , Clemente Pedro Nunes, 26/Nov Brasil: As eleições municipais e a grande derrota do PT , Edmilson Costa, 24/Nov A escolaridade da população empregada aumentou, mas o PIB real por habitante e os salários não aumentaram , Eugénio Rosa, 21/Nov A desmonetização de notas de dinheiro , Prabhat Patnaik, 19/Nov 'Efeito Trump' divide a opinião europeia , M K Bhadrakumar, 16/Nov Combate à pobreza em Portugal está nas declarações de intenção , Eugénio Rosa, 15/Nov Daniel Ortega traiu a Revolução sandinista , Miguel Urbano Rodrigues, 14/Nov Crise capitalista e ofensiva imperialista , Giorgos Marinos, 13/Nov A transformação da Caixa Económica Montepio Geral numa S.A. , Eugénio Rosa, 11/Nov Que espécie de administração Trump? , Paul Craig Roberts, 10/Nov Trump, riscos e oportunidades , Saker, 10/Nov O derrube do muro de Berlim (09/Nov/89) , Daniel Vaz de Carvalho, 9/Nov Será que a oligarquia ainda pode roubar a eleição presidencial? , Paul Craig Roberts, 7/Nov Brasil: Truculência policial concertada contra o MST , MST, 5/Nov Assange: Clinton & ISIS financiados pelo mesmo dinheiro. não permitirão a vitória de Trump , John Pilger, 5/Nov Brasil: Após as eleições, céu escuro e nuvens pesadas , Ronald Santos Barata, 4/Nov Como as máquinas de votar são programadas a fim de roubar eleições , Paul Craig Roberts, 3/Nov Rússia homenageia ícone americano à véspera da eleição , M K Bhadrakumar, 2/Nov Por dentro do governo invisível: guerra, propaganda, Clinton & Trump , John Pilger, 1/Nov Urge alterar a situação da Administração Pública , Eugénio Rosa, 1/Nov Léxico imperial , Duran, 31/Out Como funciona a máquina de propaganda do ocidente , Nikolai Starikov, 30/Out A mitificação e a mistificação do capitalismo , Daniel Vaz de Carvalho, 26/Out Desenvolver 'infraestrutura' , Prabhat Patnaik, 25/Out Reflexão sobre histórias polémicas do PCUS, da Revolução de Outubro e da URSS , Miguel Urbano Rodrigues, 24/Out Eleições aldrabadas são uma tradição americana , Paul Craig Roberts, 23/Out Colaborador de resistir.info ascende a secretário-geral do PCB , 19/Out Marxismo e crises capitalistas , Science & Society, 18/Out O Orçamento de Estado para 2017 , Eugénio Rosa, 17/Out Sobre os acordos de paz na Colômbia , Rizospastis, 15/Out O mito de uma Europa em paz , Nadine Rosa-Rosso, 14/Out A migração como revolta contra o capital , Prabhat Patnaik, 11/Out Pentágono começa guerra furtiva na Síria , Mike Whitney, 10/Out As aflições de Kerry são indescritíveis , M K Bhadrakumar, 09/Out EUA e Rússia comunicam-se apesar da disputa síria , M K Bhadrakumar, 08/Out As pensões da Segurança Social e da CGA em 2017 , Eugénio Rosa, 08/Out O ultimato de Putin aos Estados Unidos , Rostislav Ishchenko, 07/Out Quarenta milhões de russos tomam parte em ensaio de 'desastre nuclear' , Tyler Durden, 05/Out Eleitorado colombiano rejeitou o acordo de paz com as FARC , odiario.info, 03/Out Taxas de juro negativas ou reservas de 100%: a alquimia versus a química , Herman Daly, 03/Out A infindável espiral descendente do oportunismo europeu , Rizospastis, 02/Out Que futuro para as FARC? , Miguel Urbano Rodrigues, 30/Set Crise: algumas perguntas e respostas , Jorge Figueiredo, 29/Set A dimensão da evasão e fraude fiscal em Portugal , Eugénio Rosa, 28/Set Quem hesita está perdido e a Rússia hesitou , Paul Craig Roberts, 26/Set O suicídio do FMI , Valentin Katasonov, 24/Set Silas continua entre nós , José Goulão, 22/Set O capitalismo Drácula , Jorge Beinstein, 21/Set Humboldt e o descobrimento da natureza , Miguel Urbano Rodrigues, 20/Set O Federal Reserve e o seu papel sombrio nas eleições dos EUA , Valentin Katasonov, 19/Set A posição provocadora da UE e do governo Tsipras acerca das reparações de guerra da Alemanha , KKE, 17/Set Enganados novamente… , Chris Hedges, 15/Set Portugal: O golpe em curso , Carlos Carvalhas, 14/Set As falsas esperanças da conferência da Europa do 'Sul' , 14/Set O Movimento 9/11 Truth 15 anos depois: onde estamos? , The Saker, 13/Set O 15º aniversário do crime e do encobrimento do século , Gary G. Kohls, 11/Set Empréstimos secretos do Credit Suisse a Moçambique , Jonathan Stevenson, 10/Set Acerca de 'comentadores' e 'analistas' , Daniel Vaz de Carvalho, 08/Set A subversão de conceitos , Prabhat Patnaik, 07/Set Fora Temer: intensificar a luta contra o Estado Burguês , PCB, 06/Set NED, a janela legal da CIA , Thierry Meyssan, 06/Set A necessária superação da esquerda decorativa , Daniel Correa da Silva, 05/Set Serás um pateta com a mente controlada pela CIA? , Paul Craig Roberts, 04/Set Um desfecho melancólico: notas sobre o momento histórico e os desafios da esquerda , Plínio de Arruda Sampaio Junior, 03/Set Eles provocam a guerra nuclear através dos media , John Pilger, 31/Ago Sobre as leis de bronze da lumpemburguesia , Nildo Ouriques, 30/Ago Sigam a pista do dinheiro para perceber a origem da 'ameaça russa' , Neil Clark, 29/Ago Os desafios futuros à nova administração da CGD , Eugénio Rosa, 28/Ago O euro e as mentiras , Jacques Sapir, 23/Ago A lógica do capitalismo neoliberal , Prabhat Patnaik, 22/Ago Brasil: Bloco da Esquerda Socialista emite declaração , 20/Ago Uma nova elite jornalística , Fernando Correia, 18/Ago O neoliberalismo no sector dos transportes , José Manuel Oliveira, 17/Ago A fraqueza da Rússia é sua política económica , Paul Craig Roberts e Michael Hudson, 16/Ago Teerão contra Washington: Da defensiva à ofensiva , Valentin Katasonov, 15/Ago O Brasil ficou barato e o mundo ficou caro , Octávio Linera e José Martins, 14/Ago Obama contra Trump, Putin e Erdogan , James Petras, 13/Ago Coronel desmascara o telelixo e os jornais portugueses , Carlos de Matos Gomes, 12/Ago A Rússia derrota terrorismo... enquanto a América aclama um show monstruoso , Finian Cunningham, 11/Ago A longa depressão , Michael Roberts, 10/Ago Dirigentes da UE ao serviço dos EUA actuam contra os interesses dos povos europeus , Pyotr Iskenderov, 09/Ago Quem é o general Campbell e como ele preparou o golpe turco , Anastasia Kazimirko-Kirillova, 08/Ago Uma guerra esquecida – A derrota dos EUA no Laos , Miguel Urbano Rodrigues, 08/Ago A OPA dos grupos económicos sobre a futura administração da CGD: Conivência do governo e passividade dos partidos que o apoiam? , Eugénio Rosa, 07/Ago 'A guerra que está para vir entre a China e a América' , John Pilger, 05/Ago Democracia e soberania popular em vez da integração neoliberal e de um sistema monetário falhado , Lexit network, 03/Ago A reposição dos rendimentos dos trabalhadores em 2016 , Eugénio Rosa, 02/Ago Estará a Europa condenada à vassalagem a Washington? , Paul Craig Roberts, 01/Ago A dura literatura russa anticapitalista , Andre Vltchek, 31/Jul Sanções: Uma pedra a menos no caminho e o essencial dos problemas por resolver , Ricardo Paes Mamede, 29/Jul Integração económica e livre mobilidade do trabalho , Prabhat Patnaik, 28/Jul O tratamento inaceitável aplicado à CGD , Eugénio Rosa, 27/Jul Os ingleses destruíram em 1814 a Casa Branca e o Capitólio , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Jul Quem tem autoridade na Europa? , Valentin Katasonov, 25/Jul Crítica da crítica acrítica (I) , Daniel Vaz de Carvalho, 24/Jul Polícia anti-terrorista francesa pede destruição das provas de Nice , Paul Craig Roberts, 23/Jul Pokemon, o jogo que traz espiões para dentro de casa , Sergey Kolyasnikov, 22/Jul Começa uma nova etapa da luta de classes no Brasil , Edmilson Costa, 20/Jul Nada mais feroz do que um sultão desprezado , Pepe Escobar, 19/Jul Comissão Europeia chantageia Portugal , Eugénio Rosa, 18/Jul As nove vidas de Erdogan e o golpe de Gulen , M K Bhadrakumar, 17/Jul Turquia: Não há alternativa excepto o povo , PCT, 16/Jul Acerca da estagnação secular , Monthly Review , 15/Jul América Latina, da ficção à realidade , Miguel Urbano Rodrigues, 13/Jul Consequências do actual Tratado Orçamental , Eugénio Rosa, 12/Jul A globalização e os trabalhadores do mundo , Prabhat Patnaik, 11/Jul Alertas vermelhos: Sinais de implosão na economia global , Jorge Beinstein, 10/Jul Reflexões da classe dominante , Daniel Vaz de Carvalho, 09/Jul Repressão brutal em França , CGT, 08/Jul Recapitalizar a CGD: O Banco Público, apesar de tudo! , José Alberto Lourenço, 07/Jul O silêncio da esquerda: Brexit, euro-austeridade e TTIP , Michael Hudson, 06/Jul Escritos de Marx sobre as bolhas financeiras: Visões mais aguçadas do que as de economistas contemporâneos , Ismael Hossein-Zadeh, 05/Jul A teoria económica dos 1%: Como desconstruir a teoria convencional , John Weeks, 04/Jul Brexit: Uma revolta contra a hegemonia da finança globalizada , Prabhat Patnaik, 03/Jul Do cessar-fogo na Colômbia à paz, desejada mas muito distante , Miguel Urbano Rodrigues, 01/Jul O povo chinês sente-se ultrajado , Andre Vltchek, 30/Jun Estados disfuncionais – II: O desmantelamento do poder do Estado face ao capital , Daniel Vaz de Carvalho, 29/Jun Many Thanks to the English Working Class , João Rodrigues, 28/Jun Porque os britânicos disseram não à Europa , John Pilger, 28/Jun Taxas de juro, empreendedores e rentistas , Prabhat Patnaik, 27/Jun A União Europeia está morta , Pierre Lévy, 26/Jun O resultado do referendo britânico sobre a saída da UE , KKE, 25/Jun Tenha esperança, agora é possível outra Grã-Bretanha e outra Europa , TUAEU, 24/Jun Rússia arrebenta o plano B do EUA para a Síria , M K Bhadrakumar, 23/Jun Não temos outra escolha senão a vitória! , Presidente Bachar al-Assad, 21/Jun Governo português & UE colaboram com torturadores , 21/Jun Uma oportunidade para golpear o capitalismo , Daphne Liddle, 19/Jun Quinze factos acerca da implosão da economia estado-unidense , Michael Snyder, 18/Jun Ensino: Lucros privados, financiamento público , Eugénio Rosa, 17/Jun Guerra não convencional contra a Venezuela , Gustavo Borges Revilla, Diego Sequera, 16/Jun A caotizaçao do Brasil , Andrew Fishman, 15/Jun A estratégia dos EUA , Jorge Beinstein, 14/Jun França: Choramingões indignos , Jacques Sapir, 13/Jun A Wall Street por trás do golpe de Estado no Brasil , Michel Chossudovsky, 09/Jun Hillary Clinton, a rainha do caos – um livro de Diana Johnstone , Miguel Urbano Rodrigues, 07/Jun Como a Rússia está a preparar-se para a III Guerra Mundial , The Saker, 06/Jun Sobre a evolução da situação no Brasil , Rizospastis , 04/Jun Pobreza mundial , Prabhat Patnaik, 03/Jun Síntese do desmoronar europeu agora em curso , Pierre Leconte, 02/Jun O governo grego arcará com uma grave responsabilidade se arrastar o país à participação num novo massacre na Líbia , KKE, 01/Jun Estados disfuncionais (I): A liberdade irrestrita para o capital , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Jun A silenciar a América quando ela prepara uma nova guerra , John Pilger, 31/Mai A natureza da crise sistêmica global: às vésperas do choque das placas tectônicas do capital , Edmilson Costa, 30/Mai Administração Pública: Inversão da destruição que estava em curso? , Eugénio Rosa, 28/Mai Grécia: Sobre o acordo do Eurogrupo , KKE, 27/Mai Carta à ministra do Mar acerca dos estivadores de Lisboa , International Dockworkers Council, 26/Mai O usurpador e o caminho da usurpação , Mauro Luis Iasi, 26/Mai Lançado no Brasil o Bloco da Esquerda Socialista , 25/Mai O Euro e a crise na e da União Europeia , João Ferreira, 24/Mai O mini-plano de Vieira da Silva de combate à evasão e fraude dos patrões , Eugénio Rosa, 23/Mai A social-democracia apunhalou a revolução alemã em 1918 , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Mai Eurocomunismo, ou o render dos ideais (II) , Catarina Casanova, 19/Mai O colapso da União Europeia: Voltar à soberania nacional e a europeus felizes? , Peter Koenig, 18/Mai Nove teses sobre a contra-revolução neoliberal , Juarez Guimarães, 17/Mai O golpeachment no Brasil, a nova revolução colorida , Pepe Escobar, 16/Mai 'Portugal precisa de se libertar do euro' , Vasco Cardoso, 16/Mai Organizar a luta contra o ilegítimo governo Temer e os ataques do capital , PCB, 14/Mai Brasil: Nós acusamos , Vladimir Safatle, 14/Mai Nota do MST sobre afastamento da presidente Dilma Roussef , 13/Mai Apontamentos críticos sobre o artigo 'O sistema de ensino em Portugal', de Eugénio Rosa , Eugénio Rosa, 12/Mai 'Com as decisões nas mãos do atual Congresso, não há democracia nem legitimidade. Por isso insisto em eleições gerais' , Luciana Genro, 11/Mai Origem e apogeu das lumpen-burguesias latino-americanas , Jorge Beinstein, 11/Mai Na 'guerra de quarta geração', o inimigo somos nós , Ignácio Ramonet, 10/Mai O sistema de ensino em Portugal , Eugénio Rosa, 09/Mai Nove teses acerca da guerra em que estamos envolvidos , Rostislav Ishchenko, 08/Mai O governo SYRIZA-ANEL treme diante da raiva e indignação do povo e já ultrapassou todas as fronteiras da vilania política , Dimitris Koutsoumpas, 07/Mai Eurocomunismo, ou o render dos ideais , Catarina Casanova, 07/Mai Do Estado oligárquico ao Estado democrático , Daniel Vaz de Carvalho, 06/Mai O sistema SWIFT: Uma arma potencial na Guerra Híbrida , Valentin Katasonov, 05/Mai Começou a III Guerra Mundial , Paul Craig Roberts, 04/Mai Brasil: O Império do Caos ataca outra vez , Pepe Escobar, 03/Mai O PE 2016-2020 do governo PS está dependente da conjuntura e contem ameaças de mais austeridade , Eugénio Rosa, 02/Mai Brasil: 'O golpe em boa parte já foi dado' , Virgínia Fontes, 01/Mai Lenine e o imperialismo , Miguel Urbano Rodrigues, 01/Mai Trump e Clinton: Censurando o intragável , John Pilger, 23/Abr A boa UE, o mau FMI e o governo SYRIZA-ANEL , Dimitris Koutsoumpas, 23/Abr Brasil: Após o golpe de domingo 17/Abril , Ruy Braga, 22/Abr Brasil: Só a luta dos trabalhadores pode construir uma alternativa à esquerda no nosso país , PCB, 21/Abr ADSE: Contributos para reflexão e debate sobre o seu futuro , Eugénio Rosa, 21/Abr Jogo jogado? , Marcelo Badaró Mattos, 20/Abr Guerra híbrida das hienas dilacera o Brasil , Pepe Escobar, 20/Abr Os antecedentes da tormenta indicam por onde recomeçar , Saul Leblon, 19/Abr Crise no Brasil , Perry Anderson, 18/Abr O materialismo contra o moralismo , João Vilela, 18/Abr Nem impeachment nem pacto com a burguesia: A saída é pela esquerda! , PCB, 16/Abr Uma crítica aos pós-modernistas , Edmilson Costa, 16/Abr Presidente Killary , Paul Craig Roberts, 15/Abr Centrismo ou linha revolucionária , Catarina Casanova, 14/Abr Lutar ! , Samuel Pinheiro Guimarães, 12/Abr Sobre o marxismo e a questão da casta , Prabhat Patnaik, 11/Abr Panama papers: A WikiLeaks põe em causa a credibilidade da ICIJ , Bruno Bertez, 09/Abr RDPC: isolada, demonizada e desumanizada pelo Ocidente , Andre Vltchek, 08/Abr A Argentina depois do golpe brando , Jorge Beinstein, 07/Abr Autópsia de uma cobertura jornalística , Media Lens, 06/Abr Como manipular eleições , Jordan Robertson, Michael Riley e Andrew Willis, 05/Abr 'A degradação institucional brasileira chegou ao seu ponto mais agudo' , Ricardo Antunes, 04/Abr Acerca da assembleia-geral de 31/Março do Montepio , Eugénio Rosa, 04/Abr Terror, terrorismo, terroristas , João Carlos Lopes Pereira, 03/Abr Em 2015 agravou-se a desigualdade na repartição do rendimento em Portugal , Eugénio Rosa, 02/Abr O último cavalo encilhado! , Ivan Pinheiro, 01/Abr O novo Admirável mundo novo , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Abr Alexandra Kollontai, uma mulher à frente do seu tempo , Miguel Urbano Rodrigues, 31/Mar O sistema financeiro mundial, a banca nacional e a soberania , Carlos Carvalhas, 31/Mar 'Nacionalizar é necessário mas não basta. É preciso socializar os bancos públicos' , Octávio Teixeira, 30/Mar A saída pela esquerda é a formação de um bloco anticapitalista , PCB, 30/Mar A revolução do pato amarelo no Brasil , Wayne Madsen, 29/Mar As hipócritas preleções dos EUA a Cuba , Marjorie Cohn, 28/Mar Controlo público da banca , Eugénio Rosa, 27/Mar Um golpe e nada mais , Vladimir Safatle, 26/Mar Uma guerra mundial começou – rompa o silêncio , John Pilger, 25/Mar Ilusões progressistas devoradas pela crise , Jorge Beinstein, 24/Mar A 'revolução' do Brasil começa a revelar suas verdadeiras cores , Pepe Escobar, 23/Mar Todos à Assembleia-Geral do Montepio , Eugénio Rosa, 22/Mar Brasil: Enfrentar a ofensiva do capital a partir das lutas dos trabalhadores , PCB, 22/Mar Brasil: A imposição do medo à maioria da população , Virgínia Fontes, 21/Mar Acerca das taxas de rendimento negativas , Bruno Bertez, 20/Mar O Brasil no rescaldo das manifestações de 13 de março , Ana Saldanha, 18/Mar EUA: Umas eleições infernais , William Blum, 18/Mar Brasil: Dois clãs em disputa pelo aparelho de Estado , Valéria Nader e Gabriel Brito, 17/Mar Fagocitose e declínio económico , Liliane Held-Khawam, 17/Mar Brasil: A pantomima da ética fascista e das bravatas de Luiz Inácio , Fausto Arruda, 16/Mar Análise da retirada militar russa da Síria , The Saker, 15/Mar Por que temos desemprego? , Prabhat Patnaik, 15/Mar Acerca do planeamento democrático do desenvolvimento: Lenine, Keynes e Hayek , Daniel Vaz de Carvalho, 14/Mar Administração pública, das palavras à realidade , Eugénio Rosa, 13/Mar O novo patrão da Casa Branca será tal como o anterior, seja quem for , John W. Whitehead, 11/Mar Bem-vindo a França, Orwell – mais uma vez! , Finian Cunningham, 10/Mar A questão dos refugiados-imigrantes , KKE, 09/Mar Sanções da ONU impõem sofrimento ao povo norte-coreano , Gregory Elich, 09/Mar Comércio Mundial: Os sinais de advertência de 2015 , Valentin Katasonov, 08/Mar Brasil: O impasse da conciliação e o caminho da luta , PCB, 07/Mar Capitalismo: Uma história fantasmática , Arundhati Roy, 07/Mar Transportes: O desastre provocado pela política neoliberal e privatizadora , Carlos Carvalho, 06/Mar O aumento das dívidas à Segurança Social , Eugénio Rosa, 06/Mar Brasil: Como superar os males do lulismo , Hamilton Octavio de Souza, 04/Mar A derrocada em câmara lenta da Europa , Pepe Escobar, 04/Mar DU: Munições perfurantes, choque tóxico , Phil Butler, 03/Mar A oligarquia financeira comparada à aristocracia feudal , Ismael Hossein-Zadeh e Anthony A. Gabb, 02/Mar Será que os americanos vivem numa realidade falsa criada por orquestração? , Paul Craig Roberts, 01/Mar Putin não pode inclinar-se, as tensões com os EUA aumentarão , M K Bhadrakumar, 29/Fev Eleições presidenciais de 2016 nos EUA: A revolta das massas , James Petras, 29/Fev Os pensionistas são esquecidos no OE-2016 , Eugénio Rosa, 29/Fev TAP: Trampolinices , Henrique Custódio, 28/Fev Capitalismo: competição, conflito, crise , Anwar Shaikh, 26/Fev O ocidente está reduzido a canibalizar-se , Paul Craig Roberts, 24/Fev Os polícias de tráfego 'de esquerda' do capitalismo , KKE, 23/Fev Negócios sem dinheiro , Valentin Katasonov, 22/Fev Reencontro com Florestan Fernandes , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Fev Crise dos imigrantes: Factos, mito ou conspiração? , Brainstorm, 19/Fev 'EUNAVFOR MED – Operação Sofia' , WikiLeaks, 18/Fev A finança global e o imposto Robin Hood , Valentin Katasonov, 17/Fev Os lucros exorbitantes das petrolíferas , Eugénio Rosa, 16/Fev Saiam das nossas costas! , João Vilela, 15/Fev Capital fictício , L. N. Krasavina, 13/Fev Como obter um certificado de democracia , Daniel Vaz de Carvalho, 12/Fev Ensaio termonuclear da Coreia do Norte: Desafio ao mundo ou auto-preservação? , Alexander Vorontsov, 11/Fev A carga fiscal em 2016 , Eugénio Rosa, 10/Fev A estratégia atlantista para atacar a Rússia é a privatização , Paul Craig Roberts e Michael Hudson, 10/Fev A inundação de refugiados na Europa , Ghassan Kadi, 09/Fev Trabalhadores gregos exigiram: Retirem a lei guilhotina , KKE, 08/Fev Destruição da capacidade produtiva e défice estrutural , Eugénio Rosa, 07/Fev Libertar Julian Assange: O último capítulo , John Pilger, 06/Fev Quem possui o vírus Zika? , Guillaume Kress, 05/Fev Por um Imposto sobre Transacções Financeiras , Prabhat Patnaik, 03/Fev Grécia 2016: Intensificação da resistência popular ao governo SYRIZA-ANEL , KKE, 02/Fev Porque o petróleo abaixo dos US$30/barril é um grande problema , Gail Tverberg, 01/Fev O ministro Vieira da Silva pretende alterar o regime de reforma antecipada , Eugénio Rosa, 01/Fev República da Cromolândia , César Príncipe, 29/Jan Galeria de bandidos do FMI: vigaristas, violadores e trapaceiros , James Petras, 27/Jan Portugal: Os mais ricos entre os ricos não pagam os impostos devidos , Paulo Sá, 26/Jan O 'esboço do OE 2016' do governo PS , Eugénio Rosa, 25/Jan Crescimento através da redistribuição , Prabhat Patnaik, 24/Jan O mundo enfrenta uma onda gigantesca de incumprimentos , Ambrose Evans-Pritchard, 23/Jan Quem ouve o grito dos pobres, o clamor dos trabalhadores, a voz da terra? , Manuel Brotas, 22/Jan O herdeiro , Manuel Loff, 21/Jan O cartel bancário que dirige o mercado petrolífero , Valentin Katasonov, 20/Jan Guerra, terrorismo e crise econômica global em 2015 , Michel Chossudovsky, 19/Jan O mito do horário semanal de 40 horas no setor privado , Eugénio Rosa, 18/Jan A querela saudita-iraniana: Outra escaramuça na guerra do petróleo , Pepe Escobar, 18/Jan Apontamento sobre a metamorfose de Pacheco Pereira , Miguel Urbano Rodrigues, 16/Jan Casus belli , KKE, 15/Jan Preço do petróleo: Rússia rompe o monopólio da Wall Street , F. William Engdahl, 14/Jan O levante dos secundaristas em São Paulo , Edmilson Costa, 13/Jan Crise económica e má gestão na banca em Portugal , Eugénio Rosa, 13/Jan Comunicado da Força Armada Nacional Bolivariana , Gen. Padrino Lópes, 12/Jan O governo dos EUA é a mais completa organização criminosa da História da humanidade , Paul Craig Roberts, 12/Jan Acerca do capitalismo monopolista transnacional , Daniel Vaz de Carvalho, 11/Jan Finança internacional: A herança de 2015 , Valentin Katasonov, 08/Jan A indiscutível ditadura dos banqueiros , João Carlos Lopes Pereira, 07/Jan A contra utopia de Huxley e o seu pessimismo , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Jan Os patrões de Novembro e os excluídos de Abril , João Vilela, 05/Jan A nova estratégia de negociação comercial do imperialismo , Prabhat Patnaik, 04/Jan Esclarecimentos aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 03/Jan Marcelux , César Príncipe, 02/Jan Christine Lagarde sobe ao palco pela última vez? , Valentin Katasonov, 31/Dez/2015 Breve perfil científico e político de Einstein , Jorge Rezende, 30/Dez A Argentina oscila entre a crise de governabilidade e a ditadura mafiosa , Jorge Beinstein, 29/Dez Erro 451 – o código de censura da web , UnderNews, 27/Dez Cenário de 19 Fukushimas paira sobre a Ucrânia , Dmitry Orlov, 26/Dez Banif: Estória sem exemplo , Fernando Campos, 24/Dez A defesa do capitalismo liberal , Prabhat Patnaik, 22/Dez A 'guerra invisível' da diplomacia russa , Rostilav Ischenko, 21/Dez A herança de pobreza deixada pelo governo PSD/CDS no Natal de 2015 , Eugénio Rosa, 20/Dez O colapso da ordem financeira global começa dia 21 , Valentin Katasonov, 19/Dez Resposta de um criminoso climático , Chris Horner, 18/Dez As 1000 famílias que mandam nisto tudo (e não pagam impostos) , Elisabete Miranda, 16/Dez Reinventar a banca: da Rússia à Islândia e ao Equador , Ellen Brown, 15/Dez Como os EUA e a UE manipulam a consciência pública: o caso de Montenegro , Ion Todescu, 14/Dez Em fase terminal , Jorge Bateira, 13/Dez Os sectores estratégicos e a política de transportes da UE , Miguel Viegas, 13/Dez O FMI perdoou a dívida da Ucrânia à Rússia , Michael Hudson, 10/Dez As novas ideias liberticidas do governo francês , Guillaume Champeau, 09/Dez Venezuela: derrota eleitoral revolucionária, por agora! , Carlos Morais, 08/Dez O embuste do modelo baseado nas exportações , Eugénio Rosa, 08/Dez Brasil: O processo de impeachment em nada favorece os trabalhadores, seja qual for o resultado , PCB, 08/Dez A CNN e o sistema eleitoral venezuelano , Eva Golinger, 07/Dez Cientista alemão mostra que a NASA manipula dados climáticos , Joshua Krause, 06/Dez As eleições de 2/12/2015 para a Associação Mutualista Montepio Geral , Eugénio Rosa, 05/Dez Governo grego obriga contribuintes a declararem o dinheiro 'debaixo do colchão' , Tyler Durden, 04/Dez Estará a Turquia a travar guerra à Rússia também na Crimeia, no Cáucaso e na Ásia Central? , Ekaterina Blinova, 02/Dez É urgente uma reforma democrática do sistema fiscal para corrigir as profundas injustiças introduzidas pela 'troika' e PSD/CDS , Eugénio Rosa, 01/Dez Rumo ao domínio corporativo global , Prabhat Patnaik, 30/Nov Quando o velho se esconde por detrás do novo , Ana Saldanha, 29/Nov Os contornos da criminosa tentativa de privatização da TAP , Célula do PCP na TAP/SPDH, 28/Nov Apelo final aos associados do Montepio: Votem na lista C , Eugénio Rosa, 27/Nov A inversão da razão , Prabhat Patnaik, 26/Nov 25 de Novembro , César Príncipe, 25/Nov A estratégia da direita e a teoria do PREC 2 , Daniel Vaz de Carvalho, 23/Nov Carta aos associados do Montepio para reflexão , Eugénio Rosa, 22/Nov De Pol Pot ao ISIS: O sangue nunca secou , John Pilger, 20/Nov O que precedeu os ataques do estado islâmico na França , Moon of Alabama, 19/Nov Atentado em Paris: as lágrimas de crocodilo dos dirigentes europeus e dos EUA , Edmilson Costa, 18/Nov A volta dos passaportes abandonados , Jean-Claude Paye, 17/Nov Massacre de 13/Nov em Paris: Cui Bono ? , Pepe Escobar, 16/Nov Os ataques terroristas de Paris e a 'narrativa oficial' , Paul Craig Roberts, 15/Nov A recuperação da memória na luta dos Povos , Miguel Urbano Rodrigues, 15/Nov Sete ideias falsas instiladas pelo governo PSD-CDS , João Oliveira, 13/Nov A reescravização dos povos ocidentais , Paul Craig Roberts, 12/Nov O slogan 'Fabricar na Índia' , Prabhat Patnaik, 11/Nov Matando o hospedeiro , Michael Hudson, 10/Nov Os comissários de Bruxelas: ao serviço de si próprios e das multinacionais , Bernard Gensane, 09/Nov O tratamento desigual a que estão a ser sujeitas as listas para as eleições do Montepio e o programa da lista C , Eugénio Rosa, 08/Nov A punção das contas bancárias já foi legalizada , Philippe Herlin, 07/Nov Carta aberta aos associados do Montepio , Eugénio Rosa, 06/Nov O Vietname entrega o seu futuro soberano à TPP , Sergei Solodovnik, 06/Nov O Brasil está parado, mas os bancos continuam lucrando , Maria Lucia Fattorelli, 05/Nov Sobre o ruído de fundo , César Príncipe, 04/Nov Como falar de modo 'equilibrado' acerca do conflito na Palestina , Majed Bamya, 03/Nov Fortalecer a luta da classe trabalhadora contra a exploração capitalista, as guerras imperialistas e o fascismo , Dimitris Koutsoumbas, 02/Nov A privatização da EDP e a subida do preço da eletricidade em Portugal , Eugénio Rosa, 01/Nov Passos julga que ainda governa Portugal , César Príncipe, 31/Out Nazi-sionistas da Argentina processam o director de 'Resumen Latinoamericano' , Carlos Aznárez, 31/Out O Acordo TPP: o tratado de comércio livre mais agressivo da História , Florentino Lopez Martinez, 30/Out Bancos centrais: Confusão e medo na antecipação de choques , Valentin Katasonov, 29/Out A estrutura da força de trabalho mundial , Prabhat Patnaik, 28/Out A migração estratégica engendrada como arma de guerra , Leonid Savin, 27/Out O jogo da hipocrisia num sistema institucional apodrecido , Miguel Urbano Rodrigues, 26/Out A 'objetividade' do jornalismo em Portugal e a degradação dos serviços públicos essenciais à população , Eugénio Rosa, 26/Out Os presstitutos a actuarem , Paul Craig Roberts, 26/Out A aristocracia não está satisfeita – quer ainda mais , Eric Zuesse, 25/Out O usurpador , César Príncipe, 23/Out Companhias militares privadas ao serviço da classe capitalista transnacional , Peter Phillips, 23/Out Não nos intimidamos! , PCB, 22/Out Ui! a NATO! , César Príncipe, 20/Out Termina o jogo , Ángeles Maestro, 19/Out Por que razão me candidato ao Conselho de Administração da Associação Mutualista - Montepio Geral , Eugénio Rosa, 18/Out Democracia capturada , César Príncipe, 17/Out O 'relatório' MH-17 , Paul Craig Roberts, 15/Out As posições revisionistas (oportunistas) do marxismo, o reformismo burguês e a situação no Brasil de hoje , Anita Leocádia Prestes, 15/Out A privatização da RDA: um exemplo para a Grécia? , Herwig Lerouge, 14/Out Incumprimento técnico ou sentença de morte para a economia ucraniana? , Valentin Katasonov, 12/Out COP21: O clima vai bem, obrigado! , István E. Markó, 11/Out Reflexão sobre as eleições , Miguel Urbano Rodrigues, 08/Out Isto tornou-se rotina , Paul Craig Roberts, 07/Out Carta a um internacionalista , César Príncipe, 06/Out O Partido Trabalhista britânico, o marxista McDonnell e a negação do défice , Michael Roberts, 05/Out Partido das sondagens , César Príncipe, 03/Out O acto revolucionário de contar a verdade , John Pilger, 03/Out A libertação do euro , João Oliveira, 02/Out Votar contra o reino cadaveroso , César Príncipe, 01/Out O Estado e a esquerda , Prabhat Patnaik, 30/Set Economia política, políticas económicas e eleições , Daniel Vaz de Carvalho, 29/Set Viagem ao Brasil , Jorge Figueiredo, 28/Set Ciência e tecnologia nos programas eleitorais , OTC, 28/Set 'Desligamento' e reacção interna , Prabhat Patnaik, 02/Set Equilíbrio competitivo ou planeamento económico? , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Set Agitação popular e ódio de classe , João Vilela, 01/Set Mentiras acerca do colapso económico em curso , Brandon Smith, 31/Ago Agatha Christie - O segredo do seu êxito , Miguel Urbano Rodrigues, 31/Ago Syriza v.2: Que interesses de classe diz representar , Antonis, 30/Ago O crash no mercado de acções , Deirdre Griswold, 29/Ago Os bancos centrais engendraram este colapso financeiro , James Corbett, 28/Ago Frente às eleições antecipadas , KKE, 27/Ago A desvalorização do yuan , Prabhat Patnaik, 25/Ago A era das guerras imperiais , James Petras, 24/Ago 'Os EUA financiam a imigração maciça para a Europa' , Pierre-Alain Depauw, 22/Ago Guerras híbridas, novo instrumento dos EUA , 21/Ago Golpe branco no Brasil: O capital ganha com a crise e os trabalhadores pagam a conta , PCB, 20/Ago A campanha eleitoral e a politização , João Vilela, 19/Ago Em defesa dos migrantes que chegam à Grécia , PAME, 18/Ago O euro e o desemprego em Portugal , Manuel Brotas, 17/Ago O que é 'a Esquerda'? Dez observações , Antonis, 17/Ago Três crises… falta uma , Mauro Luis Iasi, 16/Ago Oráculo de Yeborath , César Príncipe, 15/Ago Em defesa da Valorsul como empresa pública , 14 Câmaras Municipais, 14/Ago 'O que ocorreu na Grécia demonstra que outro capitalismo é impossível' , Angeles Maestro, 14/Ago 'A proposta do KKE é a única realista e a favor do povo' , Dimitris Koutsoumbas, 13/Ago A quebra dos salários e dos rendimentos das famílias e o agravamento das desigualdades com o governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 12/Ago A recessão mundial está destinada a agravar-se , Prabhat Patnaik, 11/Ago Porque os baixos preços do petróleo podem transformar-se em algo muito pior , Gail Tverberg, 10/Ago Portugal: Defesa da agricultura exige ruptura com a UE , Miguel Viegas, 09/Ago A política venenosa da Plataforma de Esquerda do SYRIZA , Antonis, 07/Ago O quatrilião de dólares de derivativos: Os bail-ins vêm aí , Bill Holter, 05/Ago A crise grega, o desastre da chamada 'esquerda radical' e as carpideiras neoreformistas no Brasil , Edmilson Costa, 04/Ago Cinco lições e uma conclusão acerca do caso SYRIZA , Daniel Vaz de Carvalho, 03/Ago Assange: a história não contada de uma luta heróica pela justiça , John Pilger, 02/Ago A situação na Grécia e o papel anti-povo do SYRIZA , Giorgos Marinos, 31/Jul A ilusão da redução do desemprego em Portugal , Eugénio Rosa, 31/Jul Lições gregas , Manuel Loff, 30/Jul Cunhal e o anti-imperialismo: a propósito da Grécia , João Vilela, 29/Jul Greece for Sale , Prabhat Patnaik, 28/Jul O comboio do Euro descarrila , Michael Roberts, 27/Jul Este texto não é sobre a Grécia , Miguel Tiago, 25/Jul Declaração conjunta de solidariedade com o KKE , 24/Jul As aldrabices estatísticas de Passos Coelho , Eugénio Rosa, 23/Jul Grécia, o arauto do colapso financeiro global , Valentin Katasonov, 22/Jul Jornalismo bumbum , César Príncipe, 21/Jul O papel canalha da Confederação Europeia de Sindicatos , PAME, 20/Jul Tribunal de Contas condena governo P. Coelho , Eugénio Rosa, 19/Jul A doença degenerativa da economia: o neoclassicismo , Daniel Vaz de Carvalho, 17/Jul Declaração acerca do novo acordo-memorando , KKE, 16/Jul Pacote Tsipras: Um acto de traição contra o povo grego , Michel Chossudovsky, 15/Jul A crise grega demonstra que a alternativa ao sistema capitalista passa pela Revolução , Miguel Urbano Rodrigues, 14/Jul O ataque financeiro à Grécia , Michael Hudson, 13/Jul Não ao novo memorando 'de esquerda' , KKE, 11/Jul Governo grego ameaça capitular diante da Troika , Stephen Lendman, 10/Jul A operação em curso – nome de código: Grécia , Daniel Vaz de Carvalho, 09/Jul Contra o consenso dos partidos burgueses anti-povo , KKE, 08/Jul Grécia rejeita a Troika , Michael Hudson, 07/Jul Acerca do referendo-relâmpago , Dimitris Koutsoumbas, 06/Jul O espectro dos anos trinta , Prabhat Patnaik, 05/Jul Vermo-nos gregos… , João Carlos Graça, 04/Jul Grécia: um país e um povo em luta pela sua dignidade e pelo seu futuro , Eugénio Rosa, 04/Jul Grécia: Saída da UE, com o povo no poder , Kostas Papadakis, 03/Jul Razões para desconfiar desta 'aristocracia' , Daniel Vanhove, 02/Jul A burguesia lusitana e as eleições , José Ferreira, 01/Jul O referendo de 5 de Julho e a posição do KKE , KKE, 29/Jun Grécia: Declaração de Delphi , Peter Koenig, 29/Jun Não à continuação da bancarrota do povo , KKE, 27/Jun Do capitalismo para o socialismo, um processo de transição , Daniel Vaz de Carvalho, 25/Jun A injustiça contra Julian Assange tem de terminar , John Pilger, 24/Jun Colapso: Grécia , Charles Hugh-Smith, 23/Jun Grécia: Todos às ruas! , PAME, 22/Jun Sobre a libertação da Grécia , João Vilela, 22/Jun Brasil: 'É preciso acabar com a sangria da dívida pública' , Maria Lúcia Fattorelli, 22/Jun Syriza: Saqueio, pilhagem e prostração , James Petras, 21/Jun A Associação Mutualista e a alteração dos estatutos da Caixa Económica-MG , Eugénio Rosa, 20/Jun Miséria económica e caos sangrento , Tommy McKearney, 19/Jun 'O plano de ajuda à Grécia era ilegal e ilegítimo' , Dominique Berns e Eric Toussaint, 18/Jun Fome é o preço que os gregos pagarão para permanecerem na UE , Paul Craig Roberts, 17/Jun A crise da partidocracia espanhola e o surgimento de partidos emergentes , Angeles Maestro, 17/Jun Grécia: O caminho da ruptura é o da saída real , Dimitris Koutsoumpas, 16/Jun Ucrânia: Nasce a 'Oposição da Esquerda Unida' , 16/Jun Implicações económicas do incumprimento da Ucrânia , Michael Hudson, 15/Jun O PCP tornado invisível pela comunicação social , José Pacheco Pereira, 14/Jun Programas eleitorais do PSD/CDS e PS , Eugénio Rosa, 13/Jun Governo insiste na destruição da TAP , SITAVA, 12/Jun O declínio mundial das reservas cambiais estrangeiras , Prabhat Patnaik, 12/Jun Um grande Povo e a sua grande herança , Miguel Urbano Rodrigues, 11/Jun Estaremos na antecâmara de uma ditadura financeira? , Liliane Held-Khawam, 10/Jun Marx no Largo do Rato , César Príncipe, 09/Jun Por que é urgente lutar contra a OTAN e redescobrir o sentido da ação política , Domenico Losurdo, 08/Jun Nos EUA até candeeiros de rua espiam o povo , 07/Jun Grécia mártir, heroica, humanizada , Miguel Urbano Rodrigues, 06/Jun Campo de concentração da banca , Valentin Katasonov, 05/Jun A onda conservadora no mundo e as lutas atuais na América Latina , Ivan Pinheiro, 05/Jun Um lugar para o socialismo. Socialismo, porquê , Daniel Vaz de Carvalho, 04/Jun A duplicidade como política de Washington para a América Latina , James Petras, 03/Jun O SYRIZA sem máscara , Miguel Urbano Rodrigues, 02/Jun A repartição entre o 'Trabalho' e o 'Capital' da riqueza criada em Portugal, 2010-2014 , Eugénio Rosa, 02/Jun Os silêncios de ouro no sistema de propaganda dos EUA , Edward S. Herman, 01/Jun Plano de emergência para o combate à precariedade e ao desemprego , Associação de Combate à Precariedade, 24/Mai Uma revolução colorida na Macedónia , Paul Craig Roberts, 24/Mai Ilyá Ehrenburg e a Espanha da II República , Miguel Urbano Rodrigues, 23/Mai Concepções erradas acerca do neoliberalismo , Prabhat Patnaik, 22/Mai França, estado policial , José Goulão, 21/Mai Seymour Hersh sucumbe à desinformação , Paul Craig Roberts, 20/Mai Call centers: Um exemplo a seguir , João Vilela, 19/Mai Como combater a propaganda ocidental , Andre Vltchek, 18/Mai O mito da redução da TSU para acabar com o trabalho precário e o novo contrato do PS (?) para facilitar o despedimento individual , Eugénio Rosa, 17/Mai Já é tempo de celebrar os heróis reais, como o que acabámos de perder , John Pilger, 16/Mai A vulgar e sorrateira actividade do Syriza no dia 9 de Maio , KKE, 14/Mai Em estudo na Islândia: Retirar aos bancos comerciais a capacidade de criar moeda , Romaric Godin, 14/Mai Serás pobre , Sandra Monteiro, 13/Mai Emprego, exclusão do mercado de trabalho e baixa de salários no período da 'troika' e do governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 12/Mai A vitória deles e a nossa , João Vilela, 12/Mai Colômbia: A planificação do Terrorismo de Estado e a estratégia de confundir , Azalea Robles, 11/Mai Comando e controle , Jorge Figueiredo, 10/Mai Advertência de generais da antiga RDA , 08/Mai Ordem é ninguém passar fome e Progresso é o povo feliz , Otto Filgueiras, 07/Mai A voz do dono torna a censura obsoleta , Manuel Augusto Araújo, 06/Mai Ser de esquerda , Daniel Vaz de Carvalho, 05/Mai As diferenças no cálculo da pensão na Segurança Social e na CGA , Eugénio Rosa, 04/Mai Os 'esquadrões da morte' uniformizados dos Estados des-Unidos , Wayne Madsen, 03/Mai 16 sinais de que a economia dos EUA está encalhada , Michael Snyder, 02/Mai A fraude do aquecimento global de origem antropogénica , Signatários da carta aberta, 01/Mai Grécia atravessa as linhas vermelhas , Michael Roberts, 30/Abr EUA atravessam o sinal amarelo , M K Bhadrakumar, 29/Abr Missão impossível para a UE, não para a NATO , Manlio Dinucci, 28/Abr Até à Vitória Final , João Vilela, 28/Abr O Trotsky de Padura, Danton e a Revolução , Miguel Urbano Rodrigues, 27/Abr A utilização da Segurança Social para aumentar a competitividade determina a sua transformação numa segurança social minimalista e assistencialista , Eugénio Rosa, 26/Abr A Austrália secreta trava guerra contra o seu próprio povo , John Pilger, 25/Abr De onde vem o conservadorismo? , Mauro Luis Iasi, 24/Abr O sistema bancário ocidental é um castelo de cartas , Valentim Katasonov, 23/Abr Primárias e partido único , José Goulão, 22/Abr Exegese de uma 'notícia' da Bloomberg , Joaquin Flores, 21/Abr A alternância e seus consensos , Daniel Vaz de Carvalho, 20/Abr Um cenário croata na Ucrânia , The Saker, 19/Abr Piketty: Regular o capitalismo através da fiscalidade? , Tony Andreani e Rémy Herrera, 17/Abr Basta de falsas ilusões! , Julio Díaz, 16/Abr 'Os EUA combaterão pelo Donbass até ao último ucraniano' , Leonid Reshetnikov, 15/Abr Plano para recuperar o poder de criação monetária , Raúl Ilargi Meijer, 14/Abr Ucrânia bloqueia milhares de sítios web e confisca jornal , Eric Zuesse, 13/Abr Os BRICS e a ficção da 'desdolarização' , Michel Chossudovsky, 11/Abr Jean Salem e a cultura integral , Miguel Urbano Rodrigues, 10/Abr O machado da guerra, o anzol da paz e os crápulas transparentes , Jorge Beinstein, 09/Abr 'Uma espécie de golpe de estado está em curso no Montepio' , Eugénio Rosa, 09/Abr Os bancos centrais como bancarrotas de último recurso , Valentin Katasonov, 08/Abr A governanta confiável do imperialismo , Zoltan Zigedy, 07/Abr A guerra termonuclear como possibilidade real , Paul Craig Roberts, 06/Abr E depois do Adeus , César Príncipe, 04/Abr Carta de Albert Einstein alertando para o fascismo sionista em Israel , Albert Einstein, 03/Abr Grécia: Nenhum apoio ao governo, o povo deve lançar a sua contra-ofensiva , KKE, 02/Abr Snowden, Obama e o IV Reich Americano , Miguel Urbano Rodrigues, 01/Abr O conceito de imperialismo , Prabhat Patnaik, 31/Mar Cofres do Estado cheios, bolsos dos portugueses vazios , Eugénio Rosa, 29/Mar Cidadão sob ataque do estado policial lituano e o mundo sob o ataque de Washington , Paul Craig Roberts, 27/Mar Haverá sangue... , Jacques Sapir, 26/Mar Burocracia e fascismo no Brasil , João Vilela, 25/Mar Que o povo governe: Aí é que está a dignidade , Red Roja, 25/Mar 'O Capital no Século XXI' , Michel Gruselle, 24/Mar Um barril de escorpiões , Coronel Cassad, 23/Mar A situação atual da banca em Portugal e a má gestão que continua a imperar , Eugénio Rosa, 22/Mar Colombo, um D. Quixote que chegou à América desafiando a Geografia e a História , Miguel Urbano Rodrigues, 21/Mar A América Latina na dinâmica da guerra global , Jorge Beinstein, 20/Mar As negociações gregas e as 'linhas vermelhas' , KKE, 19/Mar A veia terrorista de Barack Obama , José Goulão, 18/Mar O laço do BCE em torno da Grécia: Como bancos centrais arreiam governos , Ellen Brown, 17/Mar Sobre a direita no Donbass antifascista , Oscar Valadares, 16/Mar Brasil: Contra a chantagem do impeachment e a conciliação governista , PCB, 15/Mar As dívidas à Segurança Social aumentaram com o governo PSD/CDS , Eugénio Rosa, 15/Mar As consequências laborais do TTIP: crónica de um desastre anunciado , Stop TTIP, 14/Mar O capital fictício, como a finança se apropria do nosso futuro , Daniel Vaz de Carvalho, 13/Mar Maduro: 'Sanções dos Estados Unidos são prólogo de agressão' , Miguel Urbano Rodrigues, 12/Mar Exército europeu unificado , Coronel Cassad, 12/Mar O fascismo está outra vez em ascensão , John Pilger, 11/Mar Reforma política e corrupção , Samuel Pinheiro Guimarães, 10/Mar Porque a união energética da UE irá fracassar , Igor Alexeev, 09/Mar O aumento dos desequilíbrios entre os países da UE agrava a crise europeia , Eugénio Rosa, 08/Mar O euro e as lições da história , Alexandre Abreu, 07/Mar A balcanização da Ucrânia , Miroslav Lazanski, 06/Mar Venezuela: Golpe no Caribe , Luis Britto García, 05/Mar A desilusão: a hera na lapela , Mauro Luis Iasi, 04/Mar O ódio aos russos do fascismo ucraniano , Miguel Urbano Rodrigues, 04/Mar Grécia: Grande comício contra o novo acordo anti-povo , KKE, 03/Mar Um modelo que gera o atraso e o endividamento do país , Eugénio Rosa, 02/Mar A desindustrialização da Ucrânia , Ivan Lizan, 02/Mar Acerca de negociações: lições do caso Syriza , Daniel Vaz de Carvalho, 01/Mar/2015 Artigos anteriores em resistir.info: Em 2002 e 2003 Em 2004 Em 2005 Em 2006 Em 2007 Em 2008 Em 2009 Em 2010 Em 2011 Em 2012 Em 2013 Em 2014 Em 2015 (até 27/Fevereiro) Outros sítios web a visitar Livros para descarregar / Books for download



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Não há dúvida alguma que o aquecimento dos anos ‘80 e ‘90 parou. “O IPCC defende que segundo seus modelos podemos esperar uma pausa de 15 anos. Mas isso significa que dentro de poucos anos, eles estarão admitindo que erraram”. Fonte James Lovelock se arrepende ? 2006 : “ antes do fim do século bilhões de pessoas morrerão e os poucos casais sobreviventes ficarão no Ártico onde o clima fique tolerável”. ( The Independent ). 2012 : “O problema é que nós não sabemos o que o clima está fazendo . Há 20 anos nós achávamos que sabíamos. Isso nos levou a alguns livros alarmistas – o meu incluído – porque parecia muito claro, mas não aconteceu” (MSNBC, 23.04. 2012). Prof. Claude Allègre. ex-ministro de Educação, Pesquisa e Tecnologia da França: “as proclamações dos fanáticos dos gases estufa consistem em denunciar a parte do homem no clima sem fazer nada, salvo organizar conferências e preparar protocolos que viram letra morta”. Dr. Philip Lloyd, físico nuclear sul-africano, co-coordinador do IPCC: “O volume de CO2 que nós produzimos é insignificante em termos de circulação natural entre ar, água e solo… Estou preparando um circunstanciado estudo sobre os relatórios do IPCC e dos Sumários para Responsáveis Políticos, identificando o modo pelo qual esses Sumários distorceram a ciência.” Geólogo Friedrich-Karl Ewert, Convenção da ONU sobre mudança climática, 07.09.10, Bonn: “O serviço de climatologia alemão possui medições que remontam até 1701. Neles lêem-se quase as mesmas tendências para o arrefecimento ou para o aquecimento. Do ponto de vista da temperatura global a mudança é tão pequena que pode melhor ser descrita como estabilidade das temperaturas. “Contrariamente aos cenários dos modelos computacionais o CO2 antropogénico é vazio de significados porque sua influência não é reconhecível.” John Zyrkowski, presidente de Lean Techniques, LLC: Zyrkowski escreveu o livro “É o sol e não seu 4x4. O CO2 não vai destruir a terra” , defendendo que os relatórios do IPCC estão irremediavelmente distorcidos. Roger Pielke Jr, prof. de Meio Ambiente, Univ de Colorado-Boulder, sobre climas extremos de 2010: “nas questões relativas aos eventos climáticos extremos e a mudança climática, a ciência do IPCC tem um nível similar às interpretações de Nostradamus e dos calendários Maias” . Dr. Denis Rancourt, ex-professor da Universidade de Ottawa, abandona alarmismo climático: O movimento da mudança climática antropogênica não é mais do que um “fenômeno social corrupto ... Mais bem é um fenômeno psicológico social e nada mais do que isso”. veja vídeo ). Prof Andrei Kapitsa, Universidade de Moscou, pioneiro na descoberta do lago sub-glacial Vostok: “Os teorizadores de Kyoto puseram a charrete diante dos cavalos. É o aquecimento global que eleva os níveis de CO2 na atmosfera, e não o contrário... Grande número de documentos críticos submetidos à Conferência da ONU de 1995 em Madri sumiu sem deixar rastro. Resultado: só ficou um lado, a discussão sofreu um pesado viés e a ONU declarou que o aquecimento global era um fato científico”. Prof. John Christy, Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de Alabama: “Ouço dizer freqüentemente que há um consenso de milhares de cientistas sobre o problema do aquecimento global e que o homem está em vias de provocar uma mudança catastrófica no sistema climático. Eu, eu sou um cientista e penso como muitos outros que isso absolutamente não é verdadeiro”. Prof. Patrick Michaels, Departamento de Ciências Ambientais da Universidade de Virginia: “Quem diz que o CO2 é o responsável da maior parte do aquecimento do século XX, não viu as cifras as mais elementares”. Atualizações em seu email RECEBA AS ATUALIZAÇÕES EM SEU E-MAIL Digite seu email: Jairam Ramesh, ministro do Meio Ambiente da Índia: “Não há evidencia cientifica conclusiva para relacionar o aquecimento global com o que está acontecendo nos glaciares do Himalaia” . O ministro acrescentou que alguns glaciares estão diminuindo num nível “historicamente não alarmante” e contradisse o relatório do IPCC de 2007 segundo o qual eles “poderiam desaparecer completamente pelo ano 2035 se não antes” . “The Guardian”, 9.11.09. Carta aberta de 100 cientistas ao secretário-geral da ONU, 14/12/2007: “É impossível deter as alterações climáticas... O IPCC tem publicado conclusões cada vez mais alarmistas sobre a influência climática do CO2 de origem humana, um gás não poluente que é essencial à fotossíntese (...) as conclusões do IPCC são absolutamente injustificadas... Tentar impedir o clima de se alterar é fútil” William Gray, meteorologista pioneiro em furacões: “Eu já lhe disse cem vezes: o aquecimento global é uma farsa! Esse pânico vai fazer seu percurso. Dentro de 15-20 anos, nós vamos olhar para trás e ver que era uma farsa.” (Ken Kayes Storm Center, 02/04/09) Harry Flaherty, chefe do Nunavut Wildlife Management Board, Canadá: 'Nós não estamos vendo efeitos negativos sobre a população de ursos polares provocados pela chamada “mudança climática” ou pela contração do gelo. Os ursos polares são muito espertos... se adaptaram às mudanças climáticas durante muitos milhares de anos. Quando ouvimos falar que os ursos polares estão em vias de extinção, nós sorrimos para nós mesmos.” Senador James M. Inhofe, discursando no Senado dos EUA: “Com toda a histeria, todo o medo, toda a ciência trapaceira, poderia ser o aquecimento global o maior embuste jamais perpetrado nos cidadãos americanos? Seguramente, parece isso.” (28/07/03) Kelvin Kemm, físico nuclear sul-africano e diretor de Stratek Business: “A conferência do clima de Copenhague continuará a suprimir a verdade científica, e tentando travar o desenvolvimento econômico africano?” Lord Monckton: “Climategate: ‘Verdes’ pegos com a mão na botija” “Verdes pegos com a mão na botija”, escrito de Lord Monckton of Brenchley. Veja o texto integral em PDF. Receba gratis em seu email RECEBA AS ATUALIZAÇÕES EM SEU E-MAIL Digite seu email: Dr. Will Happer, Prof. de Física na Universidade de Princeton: “Estou convencido de que o alarme corrente pelo CO² está errado… Os temores de um aquecimento global antrópico estão desprovidos de garantias e não estão baseados em boa ciência.” Prof. Nir Shaviv, Instituto de Física Racah da Universidade Hebréia de Jerusalém: “Não há evidências diretas que liguem o aquecimento global no século XX com gases estufa antropogénicos”. Colunista Gerald Warner, azedamento do “Climagate” e perigos em Copenhague: “A este ritmo, Copenhague vai se transformar numa convenção de comédia com o mundo real rindo desses mentirosos . Agora é a hora de montar a resistência maciça ao tiranetes e atingi-los onde dói: no bolso. Aprofundando o caso, pode haver em muitos países processos criminais das pessoas que falsificaram dados para obter financiamentos e impor restrições fiscais potencialmente desastrosas para o mundo, em decorrência de uma fraude maciça. Há um mundo novo lá fora, Al [Gore], e, como você deve ter notado, o clima é muito frio mesmo.” The Telegraph, 26.11.2009 Prof. Robert M. Carter, geólogo da Universidade James Cook, Queensland, Austrália: “Há um problema com o aquecimento global: parou em 1998! “Desde o início dos ’90, jornais e revistas do mundo trazem rios de cartas e artigos alarmistas sobre uma hipotética mudança climática causada pelo homem. Esses artigos estão trufados de termos como “se”, “poderia”, “pode”, “provavelmente”, “tal vez”, “previsto”, “projetado”, “modelado”— e outros que pressupõem uma fantasia profunda, ou uma ignorância de fatos e princípios científicos vizinha do absurdo. “O problema não é a mudança climática, mas o sofisticado “lavado de cérebro” que está sendo feito sobre o público, burocratas e políticos”. Prof. Henrik Svensmark, Universidade Técnica de Copenhague, Dinamarca: “Na verdade o aquecimento global parou e está começando um arrefecimento. Nenhum modelo de clima previu esse arrefecimento da Terra ‒ muito pelo contrário. Isto significa que as projeções de clima futuro não são dignas de confiança”. Don J. Easterbrook, geólogo na Universidade de Washington Ocidental, Bellingham, EUA: “Uma analise das tendências de aquecimento e arrefecimento ao longo dos últimos 400 anos mostra uma ‘correlação quase exata’ entre todas as alterações climáticas conhecidas do período e a transmissão de energia solar à Terra e, ao mesmo tempo, que não tiveram nenhuma relação com o CO2. (...) É praticamente um fato estrepitoso que estamos diante da perspectiva de 30 anos de esfriamento global”. Prof. Vaclav Klaus, presidente da República Checa: Pergunta: “O Sr. não acredita que nós estamos arruinando nosso planeta?” Resposta: “Tal vez só o Sr. Al Gore possa dizer algo a respeito disso. Porque uma pessoa sã não consegue.” Geólogo Anderson C.R. Soares: 'A política dos chamados ambientalistas , desconhecedoras da Geologia é, na verdade, uma política de suicídio coletivo . Geologicamente falando, as emissões de CO2 não constituem problema, mas uma solução para uma vida melhor aqui na Terra'. 'Aquecimento Global - Realidade e Fantasia' Download PDF PORTUGUÊS -- INGLÊS Gilberto Câmara, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe): “Esse número de 20% [das emissões de CO2 do planeta por conta do desmatamento] divulgado pelo G8 é um número 'chutado' que está rodando pelo mundo. E a ciência brasileira até agora não se deu ao trabalho de checar esse dado . (...) o G8 deve estar equivocado e ter se baseado em dados fracos.” R.Austin e W.Happer, professores de Física em Princeton. L.Gould, em Hartford. R.Lindzen (MIT) etc: “O céu não está caindo, a Terra vem se esfriado há dez anos. O presente esfriamento NÃO foi predito pelos modelos de computador alarmistas. Os melhores meteorologistas do mundo não podem predizer o clima com duas semanas de antecipação, e nem ousam predizer o resto do século. Pode Al Gore? Pode John Holdren? Estamos sendo inundados de afirmações de que as provas são claras, de que o debate está encerrado e de que devemos agir imediatamente, mas de fato NÃO EXISTEM ESSAS PROVAS, NÃO EXISTEM.” Prof David S Gee, professor emérito de Ciências da Terra, Universidade de Uppsala, Suécia: “Durante mais quantos anos o planeta deverá ainda esfriar para que comecemos a ouvir que o planeta não está aquecendo? Durante mais quantos anos deverá continuar o atual esfriamento?” Prof Ivar Giaever, Premio Nobel de Fisica 1973: 'Eu não acredito no aquecimento global... ele transformou-se numa nova religião'. Ian Plimer, professor de Geologia da Universidade de Adelaide, Austrália: “O aquecimento global antrópico [ligado ao homem] é o maior, mais perigoso e mais ruinosamente caro golpe trapaceiro da história. É a nova religião para a população urbana que perdeu a fé no Cristianismo. O relatório do IPCC é sua Bíblia. Al Gore e Lord Stern são seus profetas.' Prof. Frederick Singer, ex-diretor do serviço meteorológico satelital dos EUA e revisor do IPCC: “O CO2 é claramente um gás industrial ligado ao crescimento econômico, ao transporte, ao carro, àquilo que nos chamamos de civilização. E há forças no movimento ecologista que são pura e simplesmente contra o crescimento econômico que eles consideram intrinsecamente mau.” Atualizações em seu email RECEBA AS ATUALIZAÇÕES EM SEU E-MAIL Digite seu email: Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres: “O aquecimento global foi manipulado para legitimar uma série de mitos que existiam previamente: anti-carro, anti-crescimento e por cima de tudo, anti o grande Satã que é os Estados Unidos”. Lord Lawson of Blaby, ex- Ministro de Economia e ex-secretário de energia da Grã-Bretanha: “A esquerda ficou fortemente desorientada pelo fracasso manifesto do socialismo e, mais ainda, do comunismo como ele foi implantado. Em conseqüência eles tiveram que encontrar outra via para canalizar seu anti-capitalismo” . Patrick Moore, Co-fundador da Greenpeace. ' A outra razão pela qual o extremismo ambiental surgiu foi o fracasso do comunismo mundial. O muro caiu, e um monte de pacifistas e ativistas políticos migraram para o movimento ambientalista trazendo seu neo-marxismo consigo. Aprenderam a usar a 'lingua verde' de um jeito muito inteligente para disfarçar programas que na verdade tinham mais a ver com anticapitalismo e antiglobalização que com ecologia ou ciência'. Dr. Habibullo Abdussamatov, chefe de pesquisas espaciais do Observatório Pulkovo de São Petersburgo “Os alarmistas do aquecimento global confundiram causa e efeito. Na medida que a radiação solar aquece a Terra, CO2 é liberado na atmosfera pelos oceanos do mundo.” Prof. David Deming, geofísico e professor assistente de Artes e Ciências da Universidade de Oklahom “Hoje há uma distorção acachapante na mídia no que se refere ao aquecimento global. Nos últimos dois anos, esse viés cresceu ao ponto de atingir a histeria irracional. Cada desastre natural que acontece agora é ligado ao aquecimento global sem se importar quão tênue ou impossível é essa conexão. O resultado disso é que o publico está largamente desinformado sobre esta e outras questões ambientais.” (O Prof. Deming foi punido por autoridades universitárias comprometidas com o alarmismo por causa desta e outras declarações semelhantes) Dr. Patrick Frank, químico, autor de mais de 50 artigos: “Não há base científica garantida alguma para asseverar que o aquecimento é causado por gases estufa produzidos pelo homem porque a teoria física atual é extremamente inadequada para definir qualquer causa que seja”. Dr. João Corte-Real, catedrático em meteorologia da Universidade de Évora: “Não vai haver qualquer catástrofe , e se estivermos, de facto, a viver uma alteração climática à escala planetária (...) saberemos encontrar soluções para enfrentar essa situação. Falar em catástrofe não é científico, não é humano, é uma forma primitiva de apresentar as questões” . Prof. Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres: “A visão atual nos apresenta o aquecimento trazendo conseqüências apocalípticas. Porém, cada vez que a gente analisa o aquecimento climático medieval, ele nos aparece associado à riqueza. Por toda parte na cidade de Londres, há pequenos vestígios das vinhas que cresciam durante o período quente medieval. Foi uma era maravilhosamente rica, de grande prosperidade.” Yuri A. Izrael, vice-presidente do IPCC: “Não há prova de uma relação entre a atividade humana e o aquecimento global”. Nigel Calder, ex-diretor de “New Scientist”: “Os princípios os mais elementares do jornalismo parecem ter sido abandonados. “Nós temos uma nova geração de repórteres: os jornalistas ambientais. Se o trabalho deles é jogado na lixeira perdem o emprego! “Então as reportagens têm que ser cada vez mais histéricas porque existem ainda, infelizmente, diretores desabusados que pedem: ‘você sabe, aquilo que você disse há 5 anos, bem, agora é muito pior! Os mares podem crescer tal vez 2m50 na próxima terça-feira’ e coisas do gênero. “Então o jornalista fica constrangido a ser mais, mais e cada vez mais alarmista.” Prof. José Joaquim Delgado Domingos do Instituto Superior Técnico, Lisboa: “Tornar prioritário o combate às emissões de CO2 , invocando catástrofes climáticas sem fundamento científico convincente, é esquecer o contexto mais global. Uma das mais graves consequências deste reducionismo é a promoção de soluções altamente centralizadoras e perversas, (...) Actualmente, nenhuma das bases de dados de referência mostra aumento global da temperatura terrestre desde 1998, ou da camada superior dos oceanos”. Prof. Tom Victor Segalstad, chefe do Museu de Geologia do Museu de Ciências Naturais da Universidad “É a procura de um mítico naufrágio em CO2 para explicar um incomensurável tempo de existência do CO2 para caber num hipotético modelo de computador do CO2 que leva a mostrar que a queima de uma quantidade impossível de combustível fóssil está esquentando a atmosfera”. Receba gratis em seu email RECEBA AS ATUALIZAÇÕES EM SEU E-MAIL Digite seu email: Dr. Kiminori Itoh, físico-químico ambientalista, membro do IPCC: “Os temores espalhados sobre o aquecimento global constituem o pior escândalo científico da história... Quando o público perceba a verdade, vai se sentir decepcionado com a ciência e com os cientistas”. Prof. Paul Reiter, Instituto Pasteur, Paris: 'Nós achamos que vivemos numa era de razão, e o alarme pelo aquecimento global parece ciência. mas não é ciência, é propaganda.' Dr. Harrison ‘Jack’ Schmitt, geólogo e ex-astronauta: “É ridículo falar de ‘consenso’ em torno da idéia de que os humanos estão causando um ‘aquecimento global’ quando a experiência, os dados geológicos, a história e o atual esfriamento apontam no sentido oposto. ‘Consenso’ apenas quer dizer que não há um conhecimento definitivo. O susto com o aquecimento global está sendo usado como instrumento para o controle governamental da vida, da renda e da tomada de decisões dos cidadãos americanos”. Walter Cunningham, físico e ex-astronauta: “A NASA deveria estar na linha de frente colhendo provas científicas e desmontando a atual histeria do “aquecimento global antropogênico”. Infelizmente, está virando mais uma agência que caiu na política do aquecimento global ou, pior ainda, da ciência politizada.” Dr Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da EMBRAPA: “O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável . (...) outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se prevêem coisas ruins com as mudanças climáticas. É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé”. Dr. Vaclav Klaus, Presidente da República Checa “Como uma pessoa que viveu sob o comunismo na maior parte de sua vida eu me sinto obrigado a dizer que a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade hoje em dia é o ambientalismo, não o comunismo. A ideologia ecologista quer substituir o livre e espontâneo desenvolvimento da humanidade com uma espécie de planificação central que agora é chamada de global”. Henrik Svensmark, diretor do Centro para Pesquisas do Clima Solar, Centro Espacial de Dinamarca: “Aqueles que acham absolutamente certo que o aumento da temperatura deve-se exclusivamente ao CO2 não tem justificação científica. É pura conjetura.” Freeman Dyson, da US National Academy of Sciences e professor emérito de Física de Princeton: “O mundo real é turvo, complicado e cheio de coisas que nós não entendemos ainda. É muito mais fácil para um cientista se sentar num prédio com aquecimento e fazer rodar modelos de computador do que se vestir com roupas de inverno e sair a medir o que realmente está acontecendo do lado de fora nos pântanos e nas nuvens. É por isto que os expertos em modelos climáticos acabam acreditando nos seus próprios modelos...” Prof. Nils Axel Mörner, ex-presidente da Comissão Internacional para as Mudanças do Nível do Mar: “O mar não está crescendo e não cresceu nada nos últimos 50 anos” Martin Keeley, Prof. de Geologia do Petróleo no University College de Londres: “O aquecimento global é, além do mais, uma fraude perpetrada por cientistas com interesses dissimulados, mas que têm necessidade urgente de fazerem cursos de geologia, lógica e filosofia da ciência.” Prof. David Bellamy, naturalista: “O aquecimento global — pelo menos na última visão de pesadelo moderno — é um mito. Estou certo disso e também pensa assim um crescente número de cientistas. Mas o que é verdadeiramente preocupante é que os políticos e responsáveis pelas decisões políticas não pensam assim.” Harrison “Jack” Schmitt, ex-astronauta e geólogo da NASA: “O ‘medo do aquecimento global’ está sendo usado como um instrumento político para aumentar o controle do governo sobre a vida dos americanos, suas rendas e tomadas de decisões”. Robert Essenhigh, PhD, Professor de Engenharia Mecânica da Ohio State University: “Certamente podemos tentar o controle e freio da produção do dióxido de carbono, mas isto parece ter um custo entre altíssimo e catastrófico. E com qual finalidade, se ela não é problema? Eu não estou só nesta posição. Mas muitos que estão no poder não querem ouvir. Então, isto é ciência ou apenas política?” Richard Keen, climatologista do Department of Atmospheric and Oceanic Sciences, Colorado Univ “A Terra vem se esfriando desde 1998, em desafio às predições do IPCC da ONU... A temperatura global em 2007 foi a mais fria numa década e a mais fria do milênio... tal vez seja por isso que o “aquecimento global” está sendo chamado de “mudança climática”. Prof. Ian Clark, Departamento das Ciências da Terra, Universidade de Otawa: 'Não podemos dizer que o CO2 vá dirigir as mudanças climáticas, certamente nunca o fez no passado.' Dr. Takeda Kunihiko , vice-reitor do Instituto de Ciências e Tecnologia, Univ de Chubu, Japão: “As emissões de CO 2 não causam absolutamente qualquer problema … Qualquer cientista sabe isso, mas não lhe pagam para dizê-lo … [A alguns pagam para dizer o contrário!] O aquecimento global, como veículo político, mantém os europeus sentados no carro e os países em desenvolvimento a andarem descalços” Dr. Miklós Zágoni, especialista em aquecimento global abandonou a defesa do protocolo de Kyoto: “O instrumento regulador da natureza é o vapor de água: mais CO2 diminui a umidade no ar, mantendo a proporção geral dos ‘gases estufa’ nas condições de equilíbrio necessárias”. Timothy Ball, ex-professor de climatologia da Universidade de Winnipeg, Canadá: “O CO2 não é um gás poluente. Ele tem conseqüências positivas , na verdade. Quanto maior sua concentração na atmosfera, maior o crescimento das plantas. A atividade do Sol é o principal fator que afeta o clima no planeta, mas quase não é mencionada. (... ) Eles [os especialistas] têm medo de falar, são acusados de receber dinheiro da indústria do petróleo. Eu mesmo já fui alvo de ataques pessoais”. Dr. Pal Brekke, físico solar, do Norwegian Space Centre em Ohio: “Quem pretende que o debate está encerrado e que as conclusões são definitivas faz uma abordagem fundamentalmente anti-científica numa das questões mais nevrálgicas da nossa época”. James Peden, físico da atmosfera, trabalhou no Space Research and Coordination Center de Pittsburgh “Os modelos climáticos não pertencem à ciência, trata-se de brinquedos de montar computadorizados com os quais a gente pode construir o que bem entende”. Dr. John Theon, ex-chefe do Programa de Pesquisas Climáticas da NASA: “Não se justifica racionalmente utilizar os modelos de previsão climática na hora de definir as políticas públicas.” Hajo Smit , meteorologista holandês, ex-membro do Comitê Holandês junto do IPCC: “Gore incitou-me a [realizar] uma investigação científica profunda que me levou rápida e solidamente para o campo dos céticos … Os modelos climáticos, na melhor das hipóteses, podem servir para explicar as alterações climáticas depois delas terem sucedido” Dr. Guy LeBlanc Smith, ex-chefe de pesquisas da CSIRO, Austrália: “Eu ainda estou para ver uma prova crível de que o dióxido de carbono (CO2) está provocando a mudança climática, ou que só o CO2 feito pelo homem a está provocando. Faltam dados atmosféricos e os dados do cerne do gelo recusam essa hipótese. Quando é que nós acordaremos coletivamente de essa ilusão enganosa?” Eduardo Tonni, chefe do Departamento de Paleontologia da Universidade de La Plata, Argentina: “O alarmismo (do aquecimento global) tem a sua justificação no fato de que é algo que gera fundos [para investigação]. (...) Se alguém dizer que a mudança global é provocado por efeitos naturais, ficará sentado a ver navios. (...) lamentavelmente, trata-se de mais um produto de mercado” Geoffrey G. Duffy, Prof. da Universidade de Auckland, Nova Zelândia: “Ainda que o nível do gás carbônico (CO²) dobrasse ou triplicasse, isso virtualmente teria pouco impacto, posto que o vapor de água e a água condensada em partículas nas nuvens dominam a cena em todo o mundo e assim será sempre.” Dr. Jarl R. Ahlbeck, engenheiro químico na Universidade Abo Akademi da Finlândia: “Até agora, as medições do mundo real não dão base para se preocupar com um aquecimento catastrófico futuro.” Dra. Joanne Simpson , cientista da [Física da] Atmosfera: “Desde que deixei de fazer parte de qualquer organização e de receber algum financiamento [para investigação], falo com toda a franqueza: como cientista continuo cética” Dr Arthur Douglas, ex-presidente do Atmospheric Sciences Department da Universidade de Creighton: “Qualquer que seja o clima, não está sendo causado pelo aquecimento global. Se está acontecendo alguma coisa é que tal vez esteja começando um período de arrefecimento.” Bob Carter, professor de geologia na Universidade James Cook, Austrália “Ao longo dos últimos anos vem sendo registrados sinais climáticos mais frios do habitual em todo o mundo, levando muitos cientistas a questionar a moda, já muito desatualizada, do alarmismo com o aquecimento global”. Luiz Carlos Baldicero Molion, Prof. de Meteorologia da Universidade Federal de Alagoas: “Quando eu digo que muito provavelmente estamos num processo de resfriamento, eu faço por meio de dados. (...) eu já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos. (...) inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio. Começou exatamente com a mesma fórmula de agora. (...) um terrorismo climático como é esse aquecimento global ” Victor M. Velasco Herrera, pesquisador do Instituto de Geofísica da Universidade Autônoma do México “Os modelos e previsões do IPCC da ONU não são corretos porque eles só se baseiam em modelos matemáticos e apresentam resultados e cenários que não incluem, por exemplo, a atividade solar.” Philip K. Chapman, geofísico, engenheiro astronáutico, ex-astronauta, físico do M.I.T. “Todos esses que exigem inverter a curva do aquecimento global com urgência precisam desligar o pisca-pisca e apresentar algum pensamento sobre o que nós deveríamos fazer se, em lugar do aquecimento global, nós estivéssemos enfrentando um esfriamento global”. Stanley B. Goldenberg, especialista em furacões da National Oceanic and Atmospheric Administration: “Há uma mentira ovante que está sendo espalhada pela mídia e que faz acreditar que só uma franja de cientistas não acredita no aquecimento global provocado pelo homem”. Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL: quarta-feira, 20 de dezembro de 2017 Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Postado por Luis Dufaur às 20:47 6 comentários Share | Marcadores: Natal domingo, 17 de dezembro de 2017 Terra entrou em mini-era glacial, mas IPCC ainda discute o furado Acordo de Paris Fonte congelada pela atual onda polar, Bryant Park, Nova Iorque Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A Terra ingressou numa mini-era de gelo que poderá durar entre 60 e 80 anos e diminuirá a temperatura global em 0,2º C segundo relatório do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autônoma de México (UNAM). O investigador Víctor Manuel Velasco explicou que o fenômeno é causado pela diminuição da atividade solar que vem sendo registrada há anos. Velasco estudou os períodos glaciares e interglaciares da Terra e a variabilidade solar. Os resultados apoiam uma teoria que poderá quantificar a diminuição da atividade solar e seu impacto na Terra. “Hipótese alguma sobre mudança climática consegue explicar por que que acontecem esses períodos”, esclareceu ele. Para o cientista, a diminuição da temperatura global é devida a “um ciclo natural da natureza” já verificado em outros séculos com lapsos de 120 anos e que depende exclusivamente do sol. Já em 2010 partes do planeta entraram nessa “mini” era de gelo e “as ondas de neve históricas que estão acontecendo no mundo são mostra disso”, acrescentou. Por exemplo, no século VI houve um mínimo de atividade solar conhecida como “mínimo medieval”. Posteriormente veio o “período quente medieval”, seguido de mais uma “mini” era de gelo no Ancien Régime e um novo período quente que se prolongou até o fim do século XX. O fenômeno, aliás, é bem conhecido pelos cientistas sérios. Porém, como fere o mito do “aquecimento global” a mídia e os ativistas alarmistas menosprezavam-no aduzindo ser invenção de “céticos” pagos pelas multinacionais. Victor Manuel Velasco Herrera A última conferência mundial do IPCC, COP-23, foi realizada em Bonn em novembro de 2017, para a aplicação do acordo de Paris atingido de morte pela saída dos EUA. O fiasco dessa reunião tornou mais fácil que informações importantes como as fornecidas, aliás há tempos, pela UNAM cheguem ao grande público. A onda polar na passagem de ano 2017-2018 qualificada de “ciclone bomba” ou “furacão de inverno” é apenas uma amostra dessa tendência natural. Mas tem inspirado incontáveis comentários sarcásticos dos americanos sobre o “aquecimento global” ou sobre a manipulação abusiva da expressão “mudanças climáticas”, aliás genérica e até inexpressiva demais de tão banal e corriqueira que é. Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Share | domingo, 10 de dezembro de 2017 Festa de “energias renováveis” depaupera espanhóis Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca. Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A grande crise que abalou a economia mundial no início do século foi pretexto para o governo socialista espanhol de Zapatero empurrar as energias alternativas. Sempre haverá possíveis novas fontes de energia e é desejável que sempre apareçam novas. O planeta as possui ou recebe – como é do caso do sol – em volumes que superam todo cálculo. O problema é ter a tecnologia para aproveitá-las. E não desativar aquelas que de momento se apresentam viáveis em troca de um pulo no vazio. Quando atingirmos um conhecimento técnico que justifique a mudança, essa acontecerá naturalmente. Mas a enigmática e anárquica turma ambientalista quer que o mundo pule no precipício do ignoto. Ou, pior, que se jogue no abismo do que se sabe que agora não é rentável nem viável. Assim precipitam os homens num pauperismo energético que se avizinha lentamente a uma quase morte. Tudo em nome de uma utopia miserabilista e anti-humana!! O primeiro ministro socialista Zapatero instalou centenas de moinhos de vento – não como os de don Quixote, mas modernas eólicas – e incontáveis painéis solares nas montanhas e planícies da Espanha célebres pelo seu tórrido sol. As inversões – de fabuloso volume com um dinheiro que teoricamente não havia – duplicaram a capacidade instalada de energia renovável de 15.000 a 30.000 megawatts. O líder socialista se gabou nos foros internacionais de que a Espanha liderava o ranking mundial de países verdes. Discutível, mas político não pensa muito na verdade. Para a festa vieram inversores de todos os cantos do planeta. Mas não durou muito. Já em 2009 o governo que convidou os comensais os deixou na sua fome. A festa impaga acabou numa “guerra” de processos de todos contra todos nos tribunais nacionais e internacionais, segundo o jornal “El Mundo” de Madri. Erros de planificação ligados a tecnologias ainda não dominadas provocaram uma escalada vertical da conta que pagam os lares: 32% mais cara que em 2007 malgrado as promessas sedutoras – em verdade mentirosas – das “energias alternativas”. Acresce enorme déficit – perto de 30 bilhões de euros – a ser pago, é claro, não pelo governo responsável mas pelos consumidores. Na prática, 40% da conta que hoje pagam os lares para ter energia vão para tampar esse buraco. Cartaz convoca a manifestação para fechar a central nuclear de Santa Maria de Garoña. A perspectiva de tirar petróleo em território espanhol usando o fracking foi abortada pela pressão dos incansáveis verdes que arruinavam o país com imensos ventiladores e tetos solares ainda contra-produtivos. Várias centrais de carvão foram fechadas com mais pressões anarco-ecologistas. Resultado: essas fontes diminuíram em 16% a potência instalada da produção nacional, as regiões produtoras de carvão pararam e os operários acabaram na rua, na greve ou na aposentadoria antecipada obrigatória. Mais um estrago do ativismo ambientalista: a central nuclear de Santa María de Garoña, foi fechada na província de Burgos. Greves políticas, discussões intérminas alimentadas por comunistas e ambientalistas fizeram dela um símbolo da frustração. Para completar, o governo da União Europeia bem instalado em Bruxelas e bem trufado de radicais ecologistas, empurra Espanha a se jogar mais rápido e com mais entusiasmo no mesmo precipício. O Ministério de Energia tenta relançar as renováveis e por em funcionamento as instalações sabotadas pelos verde-vermelhos. É mais do mesmo, mas serve para estender a mão chorando para receber subsídios da tirânica UE. O grande desafio é abaratar as contas das famílias e das empresas, vítimas deste pesadelo “alternativo”. Sete de cada 10 espanhóis não entende o que está pagando em contras de luz complicadas e astronômicas. A reputação do setor elétrico tal vez só nas guerras esteve tão baixa. Motivo único: os preços básicos sempre mais caros em nome de mirabolantes teorias. Após empobrecer todo o mundo os fanáticos verde-vermelhos anunciam pomposamente que chegou o momento de definir o modelo energético do país. E enquanto falam utopias, pedem fechar mais duas usinas de carvão “para reduzir suas emissões de CO2”. Esse fechamento, segundo o novo ministro de energia Álvaro Nadal, elevará mais 15% o preço da luz neste inverno que está começando. O objetivo é só um: abaixar o nível de vida dos homens. No fim, o índio na choça será o modelo de baixo consumo energético. Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Share | Marcadores: energias alternativas , miserabilismo domingo, 3 de dezembro de 2017 Desenvolvimento sustentável: uma bobagem sem sentido, disse “pai da hipotese Gaia” Lovelock: “desenvolvimento sustentável é bobagem sem sentido” Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O britânico James Lovelock é uma espécie de patriarca ainda vivo do ambientalismo mais radical. Ele cunhou a 'hipotese Gaia', o mito que atribui à Terra o caráter de um ser vivo. A ideia é antiquíssima, muitos índios sulamericanos lha explicariam melhor, como a superstição da Pachamama andina. Mas Loveloch a revestiu de roupagens pseudo-científicas e o ambientalismo mundial a acolheu como a última palavra em matéria de profecia. E assim continua sendo. Esse guru do ambientalismo impactou o mundo reconhecendo corajosamente que tinha errado adotando o catastrofismo climático. E ele repetiu declarações que convém sempre lembrar e q ajudam a por em seu lugar os mitos ambientalistas. Lovelock não está sozinho nesta evolução de fanáticos do ambientalismo que forçados pela realidade corrigem pelo menos algum ponto de vista. O patriarca Lovelock disse coisas que desgostaram a seus adeptos e, sobre tudo, a seus patrocinadores político-ideológicos. Não espanta então que a grande mídia voltasse a silenciar as novas declarações de Lovelock, sobre tudo no Brasil que sedeou a Rio+20. A própria Rio+20 prestigiada especialmente pelos governos de esquerda do mundo – com a ausência dos governantes mais prudentes – fingiu não tomar conhecimento. “Nós nos jogamos pelas energias renováveis sem nenhum tipo de reflexão”, disse Lovelock. Foto: energia solar no desero de Neguev, Israel. Lovelock foi entrevistado por Leo Hickman, colunista para o meio ambiente do jornal de tendência socialista “The Guardian”, de Londres, no dia 6 de junho 2012. Há cinco anos portanto. Mas os fanáticos ambientalistas não se deram por aludidos. Hickman publicou a transcrição completa da entrevista no dia 15 em seu “The environment blog, The Guardian, The world’s leading journalist on climate, energy and wildlife” . Para Lovelock “o chamado ‘desenvolvimento sustentável’, é uma bobagem sem sentido”. Ele defendeu que é menos absurdo do que esse talismã de que chegou a falar a Rio+20 pensar “no futuro cultivar dentro da cidade os alimentos necessários. É uma via a percorrer muito melhor que o chamado ‘desenvolvimento sustentável’, que é uma bobagem sem sentido ”. Na entrevista, defendeu o “fracking” tecnologia para tirar gás e petróleo fraturando camadas inferiores da terra e gerar a pressão que puxará para fora esses combustíveis de origem fóssil. Uma blasfêmia horrorosa para os ambientalistas que cultuam Gaia! Ele defendeu que é um método barato e rápido para se obter energia na quantidade necessária para manter o atual nível de vida. Para maior ultrajem do fanatismo verde Lovelock reconheceu que a fonte de energia “boa” é a nuclear. E tentou justificar seu passado dizendo: “ Nós nos jogamos pelas energias renováveis sem nenhum tipo de reflexão. “E elas se mostraram de modo desesperançador ineficientes e desagradáveis. “Eu, pessoalmente, não suporto as eólicas a qualquer preço. “As energias tiradas da biomassa, solar, etc, todas elas trazem uma grande promessa, mas não estão disponíveis para amanhã, nem mesmo para daqui a 10 anos ”. “Energias como a eólica não estão disponíveis nem mesmo para daqui a 10 anos” Lovelock há tempos vem sendo pressionado seus discípulos mais anti-capitalistas que exigem deles posições mais radicais. “Os ideólogos – explicou – vieram nos dizer de parar de queimar qualquer material com carbono já. Foi como no caso todo dos CFCs. Eu fiquei muito abalado e percebi o problema ao vivo. “Eles começaram a me chamar de negacionista porque eu disse que não se poderia parar de fazer CFCs de modo imediato. Ficaríamos sem geladeiras no mundo todo e poderiam acontecer intoxicações alimentares em massa. “Eu disse que era necessário dar tempo ao setor industrial para encontrar alternativas seguras. Esse teria sido o modo correto de agir. E o mesmo se pode dizer sobre o clima”. Falando ainda sobre o serviço meteorológico inglês – o Met Office – explicou: “Eu mantenho contato com o Centro Hadley. Eles são um dos melhores centros de clima no mundo. Algo para se orgulhar. ... “ Eles estão sob enorme pressão do governo e não estão autorizados a dizer o que realmente pensam”. Climatólogos ingleses “não estão autorizados a dizer o que realmente pensam” A nova governança ecológica mundial que quer se instalar a partir da Rio+20 obviamente não gosta de cientistas que falem objetivamente em nome da ciência. Porque dizem coisas que prejudicam os rumos arbitrários do super-governo planetário verde que pretende se instalar sob disfarce de ciência! Que verde é esse? Que quer essa supergovernança? O que é que é a “economia verde” apregoada? Diante dessas interrogações ficam ainda mais preocupantes as afirmações do guru inglês sobre a “religião verde”. Carnaval caótico esquerdista e ôco distrai as atenções de uma aventura totalitária “ A religião verde – disse Lovelock – agora está passando por cima da religião cristã . Isso mostra como os verdes são religiosos”. Não é que Lovelock tenha mudado muito suas posições. É que ele percebe que a agressividade da ofensiva verde está tornando a opinião pública avessa à meta visada pelo ambientalismo. Explicou isso reafirmando: “ eu acho que as pessoas ainda não notaram que a religião verde usa todo tipo de conceitos próprios das religiões . “Os verdes acostumam apontar culpados. Mas você não pode ganhar a adesão das pessoas que te rodeiam dizendo que eles são culpados por colocar CO2 no ar”. Esses religiosos de uma religião sem ciência, sem escrúpulos e sem Deus querem assumir o controle do mundo. Mas, essa não foi a estrada das aventuras totalitárias que flagelaram a humanidade nos momentos mais negros da História? Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Share | Marcadores: alarmismo , aquecimento global , CO2 , energias alternativas , fracking , Gaia , Lovelock , nuclear , Rio+20 domingo, 26 de novembro de 2017 A proliferação dos ursos polares e a ideologia ambientalista anti-humana Avanço dos ursos preocupa e crianças não podem ir tranquilas à escola Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Turistas no Ártico russo não podiam acreditar. E a distância acharam que se tratava de blocos de gelo na praia. Mas eram 200 ursos polares, “em perigo de extinção” segundo o mito ambientalista, se banqueteando com uma baleia. “Nós todos ficamos atônitos”, contou Alexandre Gruzdev, diretor da reserva natural da ilha Wrangel, no Extremo Oriente russo, citado por “Clarín” de Buenos Aires. Os ursos polares fizeram a festa ao borde da água com uma baleia que foi empurrada pelas ondas. E o grupo ursino era muito familiar, incluindo duas mães ursas cada uma com quatro crias. Essa quantidade de filhotes é pouco comum explicou Gruzdev, mas indica boa saúde. Com o degelo cíclico do Ártico em andamento há menos superfície gelada e os ursos polares passam obviamente mais tempo em terra firme. Caçam mais, comem mais, engordam mais e se multiplicam mais, como já tivemos ocasião de comentar neste blog. Confira: Problema dos ursos polares ‘em extinção’: estão gordos e numerosos demais Mas essa multiplicação empurra os predadores para perto das cidades vizinhas, que se tornam cada vez mais perigosas para os humanos. Parece gado, mas o 'rebanho' é de perigosos ursos polares 'em extinção' Os ursos polares descansam entre agosto e novembro na ilha de Wrangel, no nordeste siberiano antes de recomeçar a caçar focas. As fotos da devoração, tão natural e satisfatória para os ursos, contradizem as imagens divulgadas pela propaganda ambientalista fazendo crer que os fofinhos – em verdade ferozes – ursos estão em 'perigo de extinção'. Mas na ilha russa de Wrangel estão aparecendo mais e mais numerosos, explicou Eric Regehr, especialista da Universidade de Washington. Foram contabilizados 589, um número “anormalmente alto” e mais do dobro das estimativas precedentes, alertou Regehr, quem acresceu que estão “com boa saúde”. “O problema agora é saber quando a população humana começará a sentir os efeitos negativos”, pois “esse umbral vai se alcançar”, disse o especialista. “São animais engenhosos e capazes de se adaptar” e isso gera um conflito inevitável com os homens. A partir da metade de outubro, eles passaram a se aproximar perigosamente da aldeia de Ryrkaipi, a 200 km da ilha de Wrangel. Um deles “quebrou a janela de uma casa”, contou Viktor Nikiforov, especialista e coordenador do centro russo de mamíferos marinos. A cidadinha tem 600 habitantes e está alarmada: as crianças estão proibidas de irem a pé até a escola pois os ursos não são os bichinhos bonzinhos que se faz crer. O crescimento é constante. Em 2015, cientistas russos ficaram cercados e pediram a intervenção armada do governo. Ficaram cancelados os atos públicos e guindastes estão tirando esqueletos de morsas trazidos pelo mar. Agora são os habitantes de Ryrkaipi que poderiam ser declarados em “perigo de extinção”. Mas isso não serve para a propaganda ecologista e as eventuais vítimas não interessam ao militantismo ecologista. “A concentração de seres humanos e animais na mesma zona aumenta e há conflitos”, denuncia Nikiforov. “Temos que nos preocupar com as transformações que acontecem na natureza”, acrescentou. Por certo, sim, sobre tudo diante de animais tão perigosos. Até a pouco a propaganda nos dizia que o “aquecimento global” estava ameaçando a espécie. E agora que a espécie está quase superdimensionada, o que diz a demagogia? Pois que a culpa toda é do “aquecimento global” provocado pelo homem! Não é piada. É ideologia anti-humana repetida pelos realejos da macromídia. Postado por Luis Dufaur às 19:53 2 comentários Share | Marcadores: anti-humanismo , Ártico , espécies protegidas domingo, 19 de novembro de 2017 Professor alemão: discurso 'verde' sobre o fim da vida na Terra é mentiroso Ulrich A Glasmacher, da Universidade de Heidelberg, Alemanha Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Há 350 milhões de anos o planeta Terra enfrentava mudanças climáticas semelhantes às vividas atualmente, explicou o pesquisador alemão Ulrich A. Glasmacher, da Universidade de Heidelberg. Porém, isso não causou catástrofe alguma . Cá estamos nós. O cientista disse que as mudanças climáticas “não são fenômenos novos na história. “Há 350 milhões de anos tivemos os mesmos problemas de hoje. Estamos no mesmo ponto daquela época”, explicou ele durante a 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) , segundo reportagem de Heloisa Cristaldo para a Agência Brasil . De acordo com Glasmacher, a temperatura do planeta não está aumentando, mas apenas oscilando: “As temperaturas estão flutuando – sobem e descem. Mas estamos muito influenciados pela mídia”. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Share | Marcadores: arrefecimento global , catastrofismo , CO2 , Groenlândia domingo, 12 de novembro de 2017 Vaticano acolhe maiores inimigos da vida com pretextos ambientalistas radicais Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, denunciou que o Catholic Relief Services da Conferência Episcopal dos EUA promove abortivos e a contraceptivos no Quênia Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O cientista social e escritor Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, qualificou o sofisma do “aquecimento global” de inimigo da santidade das vidas humanas inocentes. Ele falou durante o simpósio internacional “Ambientalismo e mudança climática: uma avenida para a limitação da população” , sobre a natureza anticristã do controle da população mundial. Divulgada pelo “Life Site News” , sua palestra teve o seguinte título: “Como os inimigos radicais da vida estão tocando sua agenda global para acabar com a pobreza eliminando os pobres”, Especialista em política interior da China, Mosher começou lembrando que a temperatura da Terra sempre está oscilando, por vezes de modo dramático. “Fiz um estudo histórico das mudanças climáticas na China, o qual mostra que há 2.000 anos a temperatura média do país era vários graus mais quente do que hoje. E precisou passar muito tempo para que ocorresse a alguém falar em mudança climática e aquecimento global”. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Share | Marcadores: aborto , aquecimento global , controle da natalidade , Paul Ehrlich , Vaticano domingo, 5 de novembro de 2017 Vegetação consome quase 20 vezes o CO2 produzido pelos combustíveis fósseis Soja na Argentina Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs As plantas retiram dióxido de carbono (CO2) da atmosfera para a fotossíntese em proporções que desanimam a demagogia catastrofista. Christian Beer, do Instituto Max Planck (Alemanha), e colegas afirmam que as plantas consomem cerca de 123 bilhões de toneladas de CO2 da atmosfera por ano. O estudo foi publicado online pela revista Science . Para se ter uma ideia, segundo os cientistas a quantidade total de carbono injetada na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis é de cerca de 7 bilhões de toneladas por ano. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 6 comentários Share | Marcadores: CO2 , exageros domingo, 29 de outubro de 2017 Oráculo do pinguim: o gelo da Antártica cresceu demais. Parem a demagogia! Pinguim de Adélia emitiu seu oráculo em Hope Bay: gelo aumenta e morrem de fome. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Dogma aquecimentista incontestável: a Terra esquenta! Uma das provas mais aterrorizadoras é que a superfície gelada da Antártida está diminuindo! Esta é a posição da ONU, das ONGs, dos cientistas no vento premiados com altos cargos nos governos, nas instituições oficiais, reconhecidos como oráculos pela ‘Laudato Si’ e pela mídia. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 21:40 1 comentários Share | Marcadores: alarmismo , Antártica , aquecimento global , derretimento , polos domingo, 22 de outubro de 2017 “Igreja pan-amazônica”: “a última loucura” para desfazer o Brasil? “Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil? + Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Criar um santuário ecológico desmembrando oito nações sul-americanas? Forjar uma nova realidade místico-tribal no território amazônico apagando fronteiras e passado das nações? Parece absurdo, mas essa é a ideia que explica o fundo do chamado Corredor Tríplice A ou Caminho da Anaconda . O projeto engoliria de início 200 milhões de hectares desde os Andes até o Atlântico, ou uma terça parte da superfície amazônica. O projeto é tido por seus promotores como a “última loucura” em matéria ambientalista. O principal promotor é a Fundação Gaia Amazonas , presidida por Martin von Hildebrand, que há três anos vem arregimentando ONGs internacionais, ministérios, academias de ciência, reservas indígenas e o próprio Vaticano. Uma grande reportagem sobre o ameaçador projeto foi publicada pelo jornal colombiano “El Espectador” . Ela foi divulgada em português pelo Instituto Humanitas Unisinos – ADITAL A reportagem sublinha, bem no espírito da manobra, que “a ideia é tão maluca que, por isso mesmo, é possível”. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 23:19 2 comentários Share | Marcadores: Amazônia , Francisco I , Sínodo Pan-Amazônico domingo, 15 de outubro de 2017 Furacões passam, mas a fábrica de pânicos verdes fica Furacão Harvey atinge o Texas Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O último período estival no Golfo do México foi, como todos os anos, marcado pelos furacões. O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori , pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série. Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista. No dia 28 de agosto em Politico , o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou. Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados. Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek . Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 20:02 0 comentários Share | Marcadores: alarmismo , Cuba , EUA , furacões , tempestades tropicais domingo, 8 de outubro de 2017 Ditador turco confessa venalidade no Acordo de Paris Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário, essencial era - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos 'ricos'. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O presidente-ditador da Turquia, Recep Erdogan, admitiu que sua única razão para assinar o Acordo de Paris era tirar dinheiro dos EUA e de outras nações ricas, escreveu o site The Conservative Tree House. Os EUA comunicaram oficialmente à ONU em 4 de agosto sua saída do Acordo, noticiou “The New York Times ”. Porém, aguardam-se mais algumas tratativas. Como com a saída dos EUA do tratado o ditador turco não vê possibilidade de auferir benefícios financeiros, ele afirmou que não parece provável que seus submissos deputados aprovem o Acordo. Segundo a agência Reuters , Erdogan confessou a oferta venal durante conferência de imprensa na reunião do G20 em Hamburgo. Erdogan acrescentou que a França – que exercia a presidência da assembleia da COP21 por acontecer em Paris – prometeu ao líder fundamentalista que seu país seria incluído na lista dos que ganhariam uma compensação financeira. “Então nós dissemos que se isso acontecesse o acordo passaria no Parlamento turco. Mas se não, não passaria”, explicou cinicamente Erdogan. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Share | Marcadores: acordo de Paris , COP21 , François Hollande domingo, 24 de setembro de 2017 Problema dos ursos polares ‘em extinção’: estão gordos e numerosos demais The Washington Times : a extinção dos ursos polares foi um dos espantalhos de Al Gore em 'Uma Verdade Inconveniente' Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A especialista em ursos polares, Dra. Susan Crockford, expôs em sua página Polar Bear Science o perigo que está acossando os ursos brancos. Até agora o alarmismo ambientalista explorava uma possível extinção dos ursos polares como um dos mais propagandísticos ícones das apocalípticas “mudanças climáticas”. Mas o ícone está sumindo das manchetes alarmistas. O que houve? Neste ano, os ursos polares da Baía de Hudson , perto de Churchill, Manitoba, apareceram em muito boa forma, apesar de um inverno muito frio. Churchill é um bom indicador e é considerada a “capital mundial do urso polar”. Não apenas puderam ser flagrados muito gordos , como também apareceram em grande número . E não só na Baía de Hudson, mas também em outros locais onde eles se fazem ver durante o derretimento sazonal do gelo do Ártico. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Share | Marcadores: Ártico , espécies protegidas domingo, 17 de setembro de 2017 “Condenem-me a morte, mas o clima não está esquentando!” John Coleman: “Condenem-me a morte, o clima não está esquentando!” Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs John Coleman desempenhou-se durante décadas como anunciador da meteorologia na TV, com grande sucesso de público. Apoiado na sua reputação, ele acabou fundando o renomado Weather Channel . Com uma longa experiência no acompanhamento das questões climáticas, Coleman percebeu as matreirices subjacentes às alegações demagógicas feitas em nome da “mudança climática”. Agora, em uma entrevista para MyNewsLA.com , ele mandou um “ultimato” a Al Gore e a outros ambientalistas radicais que menosprezam aqueles que não pensam como eles, e que qualificam de “negacionistas” e de “o que existe de pior da humanidade”. Se for assim, disse Coleman, que não esconde sua recusa aos demagogos climáticos, “condenem-me à morte”. “Sou apenas um velho idiota cético – um negacionista, como eles me chamam – que deveria ser encarcerado ou morto”, arguiu. “Eu entendo como eles se sentem. Mas você sabe de uma coisa? Eu sei que estou certo. Então eu não me incomodo”. Para Coleman, os cientistas “algorianos” manipulam os dados e extraem bilhões de dólares em créditos para pesquisas e seu próprio bolso. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Share | Marcadores: alarmismo , aquecimento global , John Coleman domingo, 10 de setembro de 2017 Grandes furacões diminuíram 70% desde 1926 Dr. Roger Pielke Jr.: “o mundo está passando por um período de desastres climáticos inusualmente baixos” Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A grande imprensa, escrita ou eletrônica, focou com ênfase os efeitos devastadores do furacão Harvey que a partir de 25 de agosto atingiu severamente cidades do Texas, notadamente Houston, chegando até a Luisiana. Tratou-se de um dos mais intensos dos últimos anos, chegando a ser considerado em certo momento ‘categoria 4+’, pouco abaixo do máximo, da categoria 5. O anterior desse nível remonta a 2004. Enquanto escrevemos a lista dos mortos, ela chega aos 30, e os danos estavam sendo estimados em volta de 45 - 75 bilhões de dólares. Certa grande mídia – aliás, majoritária – atribuiu mais uma vez as causas às “mudanças climáticas”, ao “aquecimento global” e outras ficções. A utopia anticivilização do ambientalismo radical não se incomoda com as vítimas, e se chora seus males é para manipulá-los no sentido de seus projetos comuno-tribais. Porém, o professor Roger Pielke Jr., da Universidade de Colorado Boulder, uma das grandes autoridades mundiais em fenômenos climáticos extremos, pôs os pingos nos is no que se refere às causas verdadeiras do Harvey. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Share | Marcadores: alarmismo , desmentidos científicos , EUA domingo, 3 de setembro de 2017 Não houve em 2.000 anos mudanças anormais no clima John Abbot e Jennifer Marohasy: nos últimos 2.000 anos não houve mudanças climáticas anormais Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Para estudar o “aquecimento global” os cientistas australianos John Abbot e Jennifer Marohasy publicaram em GeoResJ o resultado da análise de seis séries de dados de 2.000 anos em diferentes regiões geográficas: “The application of machine learning for evaluating anthropogenic versus natural climate change” Eles estudaram as marcas deixadas pelo clima nos anéis de crescimento das árvores, no pólen, nos sedimentos lacustres, nos estalagmites, etc. e assim verificaram as tendências da temperatura global antes da aparição dos termômetros. Todas as provas recolhidas sugerem que o planeta estava por volta de um grau mais quente durante o Período Quente Medieval. Os autores concluíram que portanto não há nada de antinatural ou sem precedentes na tão falada “mudança climática” do fim do século XX e no início do XXI. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 09:26 1 comentários Share | Marcadores: aquecimento global , Climategate , Pequena Idade de Gelo , Período Quente Medieval domingo, 27 de agosto de 2017 “Igreja da Eutanásia”: no fundo inconfessável do ambientalismo radical Exibicionista, inumana, blasfema a 'Igreja da Eutanásia' não vai obter o que quer. Mas agita uma bandeira para a qual tendem os 'moderados' do ambientalismo Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Andando pelas ruas, é frequente bater os olhos em novas igrejas das mais inesperadas denominações, em sua maioria de inspiração evangélica ou de cultos e práticas orientais, Mas nos arraiais ambientalistas radicais surge de vez em quando alguma seita ainda mais inesperada. É o caso da Igreja da Eutanásia , fundada no ano de 1992 em Boston, EUA, por Chris Korda. Antinatalista, transgênero e vegana, Chris, nascida em 1962, é sobrinha-neta do magnata húngaro Sir Alexander Korda, muito conhecido na indústria cinematográfica britânica, e filha única do renomado escritor e romancista Michael Korda, antigo editor-chefe da rede de livrarias Simon & Schuster. O dogma fundamental de sua igreja é único, muito simples e de acordo com as crenças verdes radicais: “Salva o planeta, suicida-te”! Essa igreja verde se autodefine como “associação sem fins lucrativos cujos esforços se encaminham para restabelecer o equilíbrio entre os seres humanos e as demais espécies da Terra”, noticiou o jornal “El Mundo”, de Madri. Dito equilíbrio planetário só seria possível com uma redução voluntária e massiva da população humana. Parece uma singularidade de alguns exaltados, mas temos recolhido neste blog abundantes testemunhos de arautos do antinatalismo verde que ocupam altas posições no establishment político-midiático, possuem fortunas enormes e são recebidos com sorrisos nos ambientes vaticanos impregnados pela encíclica Laudato Si’ . Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Share | Marcadores: aborto , anti-humanismo , controle da natalidade , eutanásia domingo, 20 de agosto de 2017 Agricultura lidera preservação no Brasil mas é hostilizada pelo ambientalismo Chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstra que o Brasil é potência em preservação ambiental Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O Dr. em Ecologia Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil grande produtor de alimentos, energia e fibras, é uma potência em preservação ambiental, em artigo para “O Estado de S.Paulo”. Mais de 66% do território nacional é recoberto por vegetação nativa. E esse número sobe para quase 75% quando agregadas as áreas de pastagem nativa do Pantanal, do Pampa, da Caatinga e dos Cerrados. Toda a produção de grãos (milho, arroz, soja, feijão...), fibras (algodão, celulose...) e agroenergia (cana-de-açúcar, florestas energéticas...) ocupa 9% do País. Os agricultores preservam mais vegetação nativa no interior de seus imóveis (20,5% do Brasil) do que todas as unidades de conservação juntas (13%)! Mais de 4,1 milhões de imóveis rurais, somando uma área superior a 410 milhões hectares, estavam cadastrados no Serviço Florestal Brasileiro até maio de 2017. Os agricultores informaram detalhadamente, num mapa com base em imagens de satélite e em diversas fichas, todo o uso e ocupação de suas terras, em conformidade com o Código Florestal. É como se ao declarar o Imposto de Renda o contribuinte informasse a planta da casa, a disposição de cada móvel, o uso de cada cômodo e ainda, na Amazônia, por exemplo, deixasse claro que não utiliza 80% de seu apartamento a título de reserva legal. E que cuida de tudo e paga impostos, mesmo sobre o que lhe é vedado usar. Os dados finalizados pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) demonstram o papel único da agropecuária na preservação ambiental. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Share | Marcadores: agronegócio , Brasil , desmatamento , reserva ecológica domingo, 13 de agosto de 2017 “Mínimo solar” pode trazer surpresas para a atividade humana A desaparição das manchas na superfície solar é sinal típico do 'Mínimo Solar' Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A NASA publicou relatório ilustrado com um vídeo avisando que a sociedade deve estar atenta para eventuais desarranjos dos equipamentos magnéticos e eletrônicos. A causa não é o “aquecimento global”, mas algo que parece o inverso: a entrada do sol em seu mínimo de atividade. O ‘mínimo solar’ é cíclico – cada 11 anos – e em geral não provoca catástrofes, mas excepcionalmente pode gerar transtornos ao homem. O problema é a fragilidade dos instrumentos digitais em que repousa a organização humana. Com muito pouca influência magnética perturbadora os chips podem se desarranjar e acarretar graves contratempos. O relatório da NASA intitula-se “O mínimo solar está chegando”. Ele sublinha que a cada 11 anos o sol oscila ciclicamente entre seu “mínimo” e seu “máximo” de atividade. Hoje o sol está entrando no “mínimo”, explicou Dean Pesnell, do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland. “É um momento periódico do ciclo solar” em que a atividade do astro-rei é relativamente baixa. Porém a atividade é a mais fraca desde 1906. O mínimo de manchas solares prolongadas é conhecido como Mínimo de Maunder. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Share | Marcadores: alarmismo , aquecimento global , astrofísica , mínimo solar domingo, 6 de agosto de 2017 Religiosos e indígenas querem decidir na Noruega sobre as florestas brasileiras Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Uma Iniciativa Inter-religiosa da Floresta Tropical, promovida pelo Ministério do Clima e Ambiente da Noruega, reuniu em Oslo líderes de diversas crenças e povos, como os pigmeus africanos e etnias indígenas sul-americanas. O inédito encontro se inseriu numa longa serie de ingerências de governos e ONGs internacionais no Brasil e em outros países. O governo norueguês vai cortar em 2017 pelo menos 50% de suas doações ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, aduzindo o aumento no desmatamento nos últimos dois anos. O ministro norueguês do Meio Ambiente, Vidar Helgesen, agradeceu o apoio que essas ingerências encontram em líderes religiosos locais. “Em lugares onde o Estado não tem presença ou controle, sempre há comunidades de fé. Sempre há u ma igreja ou outro lugar de adoração. Essa infraestrutura é um recurso que pode ser mobilizado em favor das florestas de uma forma mais consistente”, disse. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Share | Marcadores: Amazônia , Brasil , desmatamento , indigenismo , ONGs domingo, 30 de julho de 2017 Suprimir filhos para impedir a mudança climática?! O anti-humanismo verde fala A propaganda ambientalista contra os filhos atinge patamares inimagináveis e com o pretexto de combater a mudança climática!!! Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Seth Wynes, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e Kimberly A. Nicholas, da Universidade Lund, na Suécia, com ar de ciência publicaram na revista “Environmental Research Letters” um estudo com conclusões que até há pouco só se ouviam em grupos niilistas extremamente “anti-humanos”. Em poucas palavras, resumiu Agenda Europe , os autores defendem: “Salve o clima, não tenha filhos. Ou, ainda melhor, erradique a humanidade”. O pretexto é muito batido e bem fajuto: combater as mudanças climáticas e reduzir a emissão de CO2. Para isso, eles propõem a introdução em nível planetário de quatro costumes fundamentais: alimentação vegana, parar de viajar de avião, deixar de usar carro e limitar a família. Leia mais... veja artigo e fotos completas Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Share | Marcadores: anti-humanismo , controle da natalidade Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) ARAUTOS E PROFECIAS DO AMBIENTALISMO NEO-COMUNISTA Naomi Klein, ideóloga pro anarco-comunismo: isto não é contra o CO2, é contra o capitalismo “Nosso modelo econômico está em guerra contra a Terra. Nós não podemos mudar as leis da natureza. Mas nós podemos mudar nossa economia. A mudança climática é nossa melhor chance...” Heartland Google CEO Eric Schmidt: questionar o alarmismo climático é criminoso: “Tem gente que no meu ponto de vista duvida criminalmente da ciência.” “Concordo ‒ acrescentou James Cameron ‒ criminalmente. Gente, nós temos que evoluir mentalmente e filosoficamente para algo que nunca existiu antes. Nós precisamos nos transformar num povo tecno-indígena da Terra toda, não de um Estado, mas de um planeta” (Sillicon Valley, oct 2010) Anos '60: quando o pânico na moda era a fome e a superpopulação do Planeta Sec. executiva da UNFCCC: contra o “aquecimento global” o comunismo chinês é melhor que democracia o maoísmo “está fazendo o certo” para combater o “aquecimento global”. A democracia é “muito danosa” para a aprovação de legislação contra o “aquecimento global” . A Assembleia do Povo chinesa aprova massivamente as decisões do Comité Central do Partido Comunista e outras dependências do governo. . Leia mais . Jilmar Tatto, Secretário de Transportes de São Paulo “No futuro, a pessoa que andar de carro numa grande cidade será tratada como um fumante”. (“O Globo” 27/08/2013) Jacques Yves Cousteau: “Para estabilizar a população mundial nós devemos eliminar 350.000 pessoas por dia. É horrível dizê-lo, mas é igualmente horrível não dizê-lo”. (Courrier de l'Unesco) Marina Silva ex-ministra do Meio Ambiente “Não podemos mais perder tempo com “bolhas” de prosperidade ilusória que custam os recursos de mil anos e se desfazem em menos de uma década”. (OESP, 28.4.2012) James Hansen diretor da NASA, “Natural Science”, 01.08.03: “A insistência nos cenários extremos foi útil, sem dúvida, quando o público ignorava o que está em jogo com o aquecimento global e as fontes de energia” . Na Columbia University, julho de 2006: “Todos os brados dos cientistas céticos não serão abafados enquanto eles não estiverem mortos”. Christopher Manes, líder do “Earth First”: “É possível que a extinção da espécie humana não seja inevitável, e [será] até uma boa coisa”. Judi Bari, ativista da “Earth First”: “Eu acredito que se nós não derrubarmos o capitalismo, não teremos chance alguma de salvar o mundo do ponto de vista ecológico” . Paul Watson, co-fundador de Greenpeace e fundador da Sea Shepherd Conservation Society: “Qual seja a verdade não tem importância . Só interessa o que as pessoas acham que é a verdade” ( Magazine Forbes , nov. 1991) Mayer Hillman, do Policy Studies Institute, think-tank ambientalista: “ a democracia é um objetivo menos importante que a proteção do planeta contra o fim da vida. … as restrições às emissões de carbono devem ser impostas ao povo, goste ele ou não ”. Maurice Strong, ex-secretário geral da ECO 92 e ex-conselheiro de Kofi Annan, sec. geral da ONU: “É possível que nós cheguemos a um ponto em que, para salvar o mundo, a solução seja o afundamento da civilização industrial… procurar a pobreza… reduzir o consumo dos recursos… instalar normas para a mortalidade ”. Stephen Schneider do National Center for Atmospheric Research, Boulder, Colorado: “Nós devemos apresentar cenários terríficos, proferir afirmações simplistas e catastróficas sem nos importarmos das dúvidas que possamos ter . Cada um de nós tem de escolher entre a eficácia e a honestidade”. (Discover Magazine 1989) Ottmar Edenhofer, co-diretor do Grupo de Trabalho III do IPCC: “Temos que dizer claramente que nós de fato redistribuímos as riquezas do mundo por meio da política do clima. … temos que nos liberar da ilusão de que a política internacional pelo clima é uma política ambientalista. Ela não tem quase nada que ver com uma política para o meio ambiente com problemas do tipo desmatamento ou buraco de ozono”. Paul Ehrlich, prof. da Universidade Stanford. em 2000 Inglaterra será uma ilha povoada de famintos “ até o ano de 2000, o Reino Unido será simplesmente um pequeno grupo de ilhas empobrecidas, habitadas por cerca de 70 milhões de famintos. ” (“O Globo”, 11.5.2012) Frei Betto “Matar e desmatar”: mortes ocorrerão com novo Código Florestal: “ mortes por assassinato ocorrerão se a presidente Dilma não tomar providências enérgicas para qualificar os assentamentos rurais, impedir o desmatamento e puni-lo com rigor, cobrar as multas aplicadas, federalizar os crimes contra os direitos humanos e, sobretudo, vetar o Código Florestal e promover a reforma agrária ”. Antonio Delfim Neto ex-ministro, embaixador e deputado: planeta não suporta população “Conflitos serão inevitáveis. Não há como o planeta sustentar nove bilhões de pessoas com renda de US$ 20 mil cada”. (“O Globo”, 11.5.2012) Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria da Presidência: bloquear ao povo padrões de consumo da elite “o mundo se acabaria rapidamente se fosse universalizado o padrão de consumo das elites”. (“O Globo”, 11.5.2012) John Holdren, assessor de Obama para Ciência: usar outro “termo talismã” para a mesma coisa: O termo “aquecimento global” é facilmente ridicularizável. “Cada vez que saímos com nossos carros (perguntam-nos) cadê do aquecimento global? Mas, se falarmos de “perturbação climática global” ( global climate disruption ) é um termo genérico que pode se aplicar a todas as condições climáticas”. Charles Manson, em 1987: “Eu estou trabalhando para salvar o meu ar, minha água, minhas árvores e os meus animais selvagens, e eu estou tentando acabar com a sociedade. ... as calotas polares estão derretendo porque vocês estão produzindo tanto calor com essa máquina .... Talvez eu deveria ter matado quatro ou cinco centenas de pessoas, então eu teria teria me sentido como se eu tivesse realmente oferecer algo a sociedade .... a verdade é que o planeta Terra está morrendo”. 'Today Show', MSNBC Frente de Libertação da Terra, SP, junho 2010: “Da mesma maneira que esses carros queimaram, outros carros, casas, caminhões e estabelecimentos que/de quem danificam e exploram a terra e os animais, também queimarão.” (após atentado que queimou loja da Land Rover, SP) Evo Morales, presidente da Bolívia: Se as nações ricas desistirem de Kyoto “seremos responsáveis por um ecocídio e um genocídio. Ou morre o capitalismo ou morre a mãe-Terra ”. (COP16, Cancún, dez 2010) Cineasta James Cameron, diretor de “Avatar”: “Se isto continua, nós teremos extinguido 70% das espécies do planeta pelo fim do século.” (Silicon Valley, oct 2010) “Acampamento Terra Livre 2011 pela Mãe Terra” repudia Código Florestal: “Não admitiremos que a Mãe Terra [...] seja arrancada mais uma vez das nossas mãos ou destruída irracionalmente, como foi há 511 anos pelos colonizadores europeus”. Hugo Chávez, presidente da Venezuela: Os países capitalistas são “os maiores assassinos do clima” . (COP16, Cancún, dez 2010) Bin Laden, chefe terrorista e ambientalista islâmico: “O número de vítimas causadas pelas mudanças climáticas é muito grande [...] maior do que as vítimas de guerra... O aquecimento está destruindo a capacidade do povo muçulmano de se alimentar com seus próprios produtos agrícolas. Esta é uma questão de vida ou morte”. Outra proposta de pânico em Bremen: “a acidificação dos oceanos” No Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Polar e Marítima (AWI), em Bremerhaven, patrocinados pela Comissão Européia, 200 cientistas debateram como novo pânico “a acidificação dos oceanos”. “Os oceanos acidificam-se muito mais rápido do que nunca na história da Terra ... O gás estufa CO2 não somente causa o aquecimento global mas, também, está acidificando cada vez mais os oceanos”. Geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves a “Jornal Sem Terra” (do MST): “A Reforma Agrária é fundamental para a questão ecológica, ... Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo. Então buscar uma sociedade para além do capitalismo é fundamental.” Guy R. McPherson, prof. de Biologia Evolutiva na Universidade de Arizona: “A mudança climática global ameaça extinguir nossas espécies lá pela metade do século se nós não liquidamos já com a economia industrial” . O prof. McPherson ganhou notoriedade anunciando “o fim do mundo” ( veja vídeo ). Em 2009, ele abandonou a carreira para se preparar para o “colapso” e vive do leite e ovos de pequenos animais numa comunidade rural. Senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva: “Chico (Mendes) talvez nem soubesse o que queria dizer ecologia e muito menos holocausto ecológico quando começou sua romaria pela floresta para organizar a peãzada dos seringueiros ‒ primeiro, no sindicato dos trabalhadores rurais e, mais tarde, para criar o PT. (...) ele acabou juntando numa bandeira só a luta ecológica, a luta sindical e a luta partidária , porque sabia que elas são indissociáveis...” John Holdren, assessor de Obama para Ciência: “As informações sobre mudanças climáticas podem (e devem) ser utilizadas para incentivar manifestações públicas para mudar as barreiras estruturais e comportamentais da sociedade”. Jornalista Jeremy Hsu: “As extinções massivas serviram como grandes teclas para dar um reset que mudaram drasticamente a diversidade das espécies no mundo, (...) Alguns cientistas especulam que os efeitos causados pelos humanos ‒ desde a caça até a mudança climática ‒ estão impulsionando outra grande extinção de massa” . David Foreman, porta-voz da Ong 'Earth First!': “O homem não é mais importante que qualquer outra espécie... Bem poderia ser que nossa extinção conserte as coisas”. citado por John Fayhee na revista 'Backpacker', setembro 1988, p. 22 IPCC e a “desertificação” da Amazônia: “o IPCC (...) conclui, com 80% de certeza, que mais da metade da floresta amazônica pode se transformar em savana (...) A mudança climática tende à desertificação e salinização de áreas próprias para a agricultura. O semi-árido poderá passar para zona árida levando à extinção de várias espécies da flora e fauna.” (Agência Brasil, 6/04/07) Prefeitura de São Paulo: boicote à carne para “salvar o planeta” “A campanha “Segunda Sem Carne” terá o apoio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo. “A justificativa, segundo a secretaria, é que a dieta carnívora em ampla escala “é comprovadamente insustentável”, além de não trazer benefícios à saúde.” (Folha de S. Paulo, 20/9/2009) Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC: “O estilo de vida ocidental é insustentável. Eu não entendo por que não pode haver um medidor em cada quarto de hotel para registrar quanto V. consome com o ar condicionado ou aquecimento e depois V. pagar. Com mudanças deste tipo, poder-se-ia obter que o pessoal comece a medir seus atos consumistas. O uso de carros deve ser reprimido. Acho que podemos manipular os preços para regular o uso de veículos particulares. Os restaurantes oferecerem água gelada aos clientes é um esbanjamento enorme . Acho que (...) os adultos foram corrompidos por causa dos caminhos que percorremos há anos.” “The Observer”, 29.11.2009. Presidente Barack Hussein Obama, então senador, 03/04/06: “Hoje estamos vendo que a mudança climática consiste em uma cadeia de catástrofes naturais e os padrões climáticos devastadores que o aquecimento global está começando a detonar em todo o mundo.” Dr. David Viner, Universidade de East Anglia, CRU, março 2000: “em poucos anos a nevasca será “um evento muito raro e emocionante” e as “crianças apenas saberão o que é que é a neve” ( 'The Mail' ). “Climate justice now!” “Para nós, as lutas pela justiça climática e pela justiça social são uma mesma coisa. É a luta por territórios, terras, florestas e água, para a reforma agrária e urbana, soberania alimentar e energética, para as mulheres e os direitos do trabalhador. É a luta pela igualdade e a justiça para os povos indígenas , para os povos do Sul global, para a redistribuição da riqueza e para o reconhecimento da dívida histórica ecológica devida pelo Norte ”. “Via Campesina Internacional”: “As atuais formas globais de produção, consumo e mercado causaram uma destruição massiva do meio ambiente, incluindo o aquecimento global, as espécies animais e vegetais estão desaparecendo num ritmo sem precedentes. Exigimos urgentemente: “1) O desmantelamento completo das companhias de agrocombustíveis . 2) A substituição da agricultura industrializada pela agricultura sustentável apoiada por verdadeiros programas de reforma agrária .” Paul Singer, apologista da “economia solidária”: “o padrão de consumo no mundo vai ter que mudar. Teremos que fazer um só automóvel levar mais gente, criar bolsões de bicicleta e ciclovias, entre outras coisas. O aquecimento global deve ser contido o mais depressa possível. Teremos que voltar a uma dieta de cereais. Seremos condenados à fome se não mudarmos nossa forma de alimentação. ” Carlos Vicente, da “Ação Internacional pelos Recursos Genéticos”: “precisamos substituir o transporte de carros individuais, que consomem muita gasolina e álcool, pelo transporte coletivo, (...) as conseqüências perversas do aquecimento do planeta, das mudanças climáticas, podem levar para pressionar os governos a que realizem tais mudanças.” (revista Biodiversidad, 4-6-2007) Suprema Mestra Ching Hai, 'vinda do Himalaia': “Precisamos salvar este planeta primeiro, para que possamos ficar. Pois se todo o gelo derreter, e se o mar ficar quente, então o gás poderia ser liberado do oceano, e poderíamos ser envenenados. Do modo como vai, se eles [os políticos] não consertarem, será o fim em 4 ou 5 anos. (...) Eles precisam ser vegetarianos (...) proibindo a carne, citando todo o mal que a carne causa aos seres humanos e ao planeta (...) o vegetarianismo serve para diminuir a má distribuição da energia (carma) e comover a misericórdia do Céu”. Ross Gelbsan, ativista ambiental: “Não somente os jornalistas não estão obrigados a informar o que dizem os cientistas céticos sobre o aquecimento global. Eles estão obrigados a não noticiar o que esses cientistas dizem. ” Ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff: “A roda do aquecimento global não pode mais ser parada , (...) a Terra como conjunto de ecossistemas já se tornou insustentável porque o consumo humano, especialmente dos ricos que esbanjam, já passou em 40% de sua capacidade de reposição. Esta conjuntura pode levar a uma tragédia ecológico-humanitária de proporções inimagináveis e, até pelo final do século, ao desaparecimento da espécie humana . “Uma Silva sucessora de um Silva?”, agência Adital. Evo Morales, presidente da Bolívia: “Se quisermos salvar a Terra e a humanidade, não temos outra alternativa a não ser acabar com o sistema capitalista” . (entrevista coletiva na COP-15, Copenhague). George Monbiot, ambientalista do “The Guardian”, Londres: “Eu poucas vezes me senti tão sozinho . Diante da crise [Climategate], eu sei que a maioria dos ambientalistas adotaram o negacionismo. (...) Não há modo de salvá-lo. Phil Jones [chefe da Climatic Research Unit, ver post sobre Climategate] tem que cair fora, quanto mais demorar, pior vai ser para ele” . George Monbiot (II), ambientalista do “The Guardian”, Londres: “Não há como negá-lo: estamos perdendo. A negação da mudança climática está se espalhando como uma doença contagiosa. (...) Pesquisa no mês passado do Pew Research Centre sugere que a proporção de americanos que acreditam haver provas sólidas do aquecimento caiu de 71% para 57% em apenas 18 meses . Pesquisa da Rasmussen Reports sugere que os eleitores americanos que acham que o aquecimento global tem causas naturais (44%) superam os que acreditam que é resultado da ação humana (41%) .” Jonathon Porrit, decano dos 'gurus verdes' no Reino Unido: “[precisamos de uma catástrofe para fazer mudar qualquer coisa] falei em sentido literal. A única maneira de sacudir essa negação é um choque tão profundo e tão doloroso no sistema que não teremos outra escolha senão fazer essas mudanças.” “Expresso”, Portugal, 6.12.2009. Hans Joachim Schellnhuber, conselheiro chefe do governo alemão para proteção climática: “Cada pessoa na terra só poderia produzir 110 toneladas de CO2 entre 2010 e 2050 (…) Alemanha, EUA e outros países industrializados já esgotaram sua cota (…) cada pessoa nesses países deveria pagar €100 por ano (…) As cifras parecem gigantescas (…) se os alemães não mudam seus hábitos o próximo governo deverá adotar um novo e drástico plano climático”. “Der Spiegel”, 09/04/2009. Paul Ehrlich, no livro “The Population Bomb”, Ballantine Books 1968: “Um câncer é uma multiplicação descontrolada de células. a explosão populacional é uma multiplicação descontrolada de pessoas ... Nossos esforços devem passar do tratamento dos sintomas para a extirpação do câncer… Nós devemos ter um controle populacional … compulsivo se os métodos voluntários fracassam”. Clube de Roma, profetizou que o petróleo acabaria em 1980: “Procurando um novo inimigo que nos unisse nós chegamos à idéia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a falta de água, a fome e coisas do gênero fariam o serviço... Todos esses perigos são provocados pela intervenção humana... então, o inimigo real é a humanidade ela própria... um adversário comum para realizar o governo mundial. Não importa se este inimigo comum é real ou … se a gente o inventa para servir no caso.” David Foreman, porta-voz da ONG 'Earth First!': “Eu não vejo outra solução para evitar a ruína da Terra salvo uma drástica redução da população humana”. citado por Gregg Easterbrook em “The New Republic”, 30-4-1990, p. 18 João Pedro Stédile, líder do MST: “a sociedade tem que tomar uma decisão: ou muda ou vai para o brejo. (...) Cientistas advertem que, se o aquecimento global aumentar mais, vai trazer um desequilíbrio na vida do planeta que pode levar inclusive a uma catástrofe do ser humano. .” Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês: “A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando ela sente medo verdadeiramente ... [Para nos preservarmos das pandemias] “é preciso montar uma polícia mundial, criar reservas mundiais de alimentos e aplicar um sistema de impostos mundial. Assim conseguiremos criar as bases de um verdadeiro governo mundial mais rápido do que impelidos por simples razões econômicas”. Blog “Conversation avec Jacques Attali”. Timothy E. Wirth, ex-senador e ex-assessor de Al Gore, presidente da ‘United Nations Foundation’: “ Ainda que a teoria do aquecimento global esteja errada, nós estaremos fazendo a coisa certa em termos de política econômica e ambientalista”. Jeffery Sachs, diretor do The Earth Institute: “Obama está inaugurando um novo rumo histórico reorientando a economia do consumo privado para o investimento publico. A ideologia do livre mercado é um anacronismo na era da mudança climática”. David Attenborough, diretor de 'The Optimum Population Trust': “Eu já vi a vida selvagem ameaçada pela crescente pressão humana em todo o mundo, e não é por causa da economia ou da tecnologia. É que por trás de cada ameaça está a estarrecedora explosão dos números da população humana. “Qualquer ambientalista sério sabe perfeitamente bem que o crescimento da população é o cerne de todos os problemas ambientais”. (The Telegraph, 14.4.2009) MAIS Paul W. Taylor, professor de ética na City University, New York, no livro “Respect for Nature”: “Se se der o total, absoluto e definitivo desaparecimento do Homo Sapiens , não somente a comunidade da vida na Terra continuará a existir… mas o fim da época humana sobre a Terra será comemorada com um caloroso 'Feliz libertação'!” (Princeton Univ Press, 1989) pg. 115 Maurice Strong, secretário geral da Conferência da ONU para Meio Ambiente e Desenvolvimento ECO-92: “Não é que a única esperança para o planeta consiste no colapso das civilizações industriais? Não é nossa responsabilidade torná-lo realidade?” Stewart Brand, em 'The Whole Earth Catalog': “Nós fazíamos votos… por um desastre ou por uma mudança social vindoura que nos catapultasse de volta para a idade de pedra”. Brand abdicou de muitas idéias extremistas partilhadas com ambientalistas. Faye Dunaway, porta-voz de “Mother Earth/Gaia” na série 'Voice of the Planet': “Você acha que Hiroshima foi ruim, mas eu quero te dizer: Hiroshima não foi suficientemente ruim!” Osama bin Laden: “ A vida da humanidade toda está em perigo por causa do aquecimento global provocado, em grande medida, pelas emissões das fábricas das grandes corporações. (...) as estatísticas falam da morte e da migração de milhões de seres humanos por causa desse aquecimento , especialmente na África.” Premiê socialista espanhol na ONU “luta contra a mudança climática': “O mais singular da intervenção de Zapatero foi a ênfase na luta contra a mudança climática. Embora a Espanha seja o país mais atingido pela recessão econômica, com um desemprego pero de 20%, ele garantiu que o aquecimento global terá efeitos “muito mais devastadores para as gerações vindouras” e que “a saída da crise passa pelo crescimento sustentável”. (El País, Madri, 25/09/2009) Premiê socialista britânico Gordon Brown: “Não podemos nos permitir o fracasso [em Copenhague 2009]. Se hesitamos, a Terra estará em perigo. Para o planeta não há Plano B. Não podemos ceder diante da catástrofe de uma mudança climática não controlada”. (Foro das principais economias sobre Energia e Clima). Rajendra K. Pachauri, presidente do IPCC: “há necessidade de mudar os estilos de consumo. Reduzir o tamanho da industria pecuarista por meio da redução do consumo é a via mais efetiva para cortar as emissões de gases estufa. (…) Uma mudança nos níveis de consumo será necessário para ter um CO2 baixo e uma sociedade sustentável.” Ted Turner, bilhonário fundador da CNN: “O aquecimento global matará a maioria de nós, e fará do resto uns canibais.” Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá: “Não tem importância se nossa ciência toda é falsa, há benefícios ambientais colaterais... a mudança climática fornece a maior chance para impor a justiça e a igualdade no mundo.” David Suzuki, líder contra os políticos que no aderem ao alarmismo climático: “Eu gostaria desafiar vocês a fazerem um bom esforço para ver se há uma via legal para meter no cárcere nossos assim chamados líderes, porque o que eles estão fazendo é um ato criminal”. Barbara Stocking, executiva chefe de Oxfam na Gra-Bretanha: “Transferir fundos dos países ricos para ajudar os pobres e vulneráveis a se adaptarem â mudança climática não é sequer o 1% do necessário. Esta injustiça flagrante deve ser tratada na Conferência de Copenhague em dezembro [2009].” Emma Brindal, coordinadora da ‘Campanha pela Justiça Climática’ de Friends of the Earth: “A resposta à mudança climática deve trazer no seu cerne a redistribuição dos recursos e da riqueza.” Frei Betto: frade dominicano teólogo da libertação: “ A bandeira da ecologia também é revolucionária . A questão ecológica atinge indistintamente a todos. (...) Nós tínhamos uma idéia de classe, muito permeada pelo econômico. Às vezes, deixávamos de ampliar o leque de aliados por não perceber que há demandas que dizem respeito à vida das classes dominantes, tanto quanto à nossa vida, como é a questão do meio ambiente.” “Desafios da Educação Popular”. Filme “A era da estupidez” reedita falsos de Al Gore: “Com estreia nos EUA e no Canadá na véspera da reunião extraordinária da ONU sobre o clima, e no resto do mundo (inclusive no Brasil), o filme é um libelo político . “O roteiro tem a tarefa difícil de emocionar um público já saturado de mensagens catastrofistas sobre o clima e exposto nos últimos anos a filmes como o documentário “Uma Verdade Inconveniente”. (Folha de S.Paulo, 21/09/2009) Barack Hussein Obama, presidente dos EUA: “Os EUA – e o mundo ‒ enfrentam poucos desafios mais urgentes do que combater a mudança climática (...). A ciência já deixou atrás a discussão e os fatos são claros. Os nível dos mares está subindo. As praias estão encolhendo. Vemos secas recorde, crescentes fomes, tempestades mais fortes cada vez que vem a estação dos furacões .” Discurso para governadores e mais de 600 ambientalistas de todo o mundo, novembro 2008. Thomas E. Lovejoy, conselheiro do Banco Mundial: “O planeta esta no ponto de ser tomado pela febre, se é que já não o fez, e nós humanos somos a doença. Nós deveríamos estar em guerra contra nós mesmos e contra nossos estilos de vida”. John Theodore Houghton, primeiro presidente do IPCC, co-premiado com o Nobel da Paz: “Se nós não anunciarmos desastres, ninguém nos ouvirá”. Robert F. Kennedy, Jr.: “Os criadores de porcos em grande escala são uma ameaça maior para os EUA e para a democracia americana que Osama bin Laden e sua rede terrorista”. John Holdren, assessor para Ciência do presidente Obama: “Um envolvente Regime Planetário controlaria o desenvolvimento, administração, conservação e distribuição de todos os recursos naturais , renováveis e não-renováveis. Ele teria o poder de controlar a poluição não só da atmosfera e dos oceanos, mas também da água doce de rios e lagos. Regularia todo o comércio incluindo todos os alimentos. Ele determinaria a população ótima para o mundo. Ele deveria ter poder para impor limites populacionais aos países. E se Vs. querem saber quem faria o aborto e a esterilização de massa forçados, eu respondo: ‘pois o Regime Planetário com certeza! ’ Livro: “Ecoscience: Population, Resources, Environment”. Noel Brown, ex-diretor do Programa de Meio Ambiente da ONU: “Se a tendência atual não é invertida, pelo ano 2000 (sic!) nações inteiras serão apagadas da face da terra pelo crescida dos mares devido ao aquecimento global. As enchentes costeiras e o quebra das safras provocarão êxodos de “eco-refugiados” que ameaçarão pôr em caos a política”. David Graber, do U.S. National Park Services: “Nós viramos uma praga para nós mesmos e para a Terra. É cosmicamente improvável que o mundo desenvolvido opte acabar com a orgia de consumo de energia fóssil, e que o Terceiro Mundo abandone seu consumo suicida da natureza. Enquanto o Homo Sapiens não voltar ao estado de natureza, para alguns de nós só fica aguardar o vírus certo para ficarmos sozinhos.” Paul Ralph Ehrlich, professor da Universidade Stanford: “Fornecer energia abundante e barata à sociedade equivaleria a dar uma metralhadora a uma criança idiota.” Carlos Walter Porto-Gonçalves “ a questão ecológica é fundamental no debate sobre Reforma Agrária (...) O aquecimento global acaba criando uma oportunidade fantástica (...) O campesinato, assim como as populações indígenas passam a adquirir um papel central no debate sobre o futuro da humanidade. Os males que nós estamos vivendo derivam todos do capitalismo. ” Al Gore, Prêmio Nobel pela pregação ambientalista “Muitos cientistas estão alertando agora que nós estamos nos aproximando de vários ‘pontos de virada’ que poderiam — num período brevíssimo de 10 anos — tornar impossível impedirmos danos irreversíveis na habitabilidade do planeta para a civilização humana.” Discurso na New York University Law School (18/09/06) Ted Turner, bilionário fundador da CNN: “O ideal seria que a população mundial fosse de 250-300 milhões de pessoas, quer dizer uma diminuição de 95% dos níveis atuais.” Stephen H. Schneider, professor de Biologia Ambiental e Mudança Global na Universidade Stanford: “Isso, naturalmente, implica a obtenção de muita cobertura da mídia. Portanto, temos que oferecer cenários assustadores, fazer simplificações, declarações dramáticas, e fazer pouca menção de quaisquer dúvidas que possamos ter” . David Foreman, co-fundador de Earth First!: “Nós devemos transformar isto num lugar inseguro e inóspito para os capitalistas e seus projetos. Devemos contestar as estradas e a extensão das terras cultivadas, parar a construção de barragens, denunciar os danos das barragens existentes, libertar os rios represados e devolver à vida selvagem milhões de acres de terra atualmente explorados.” James Hansen, diretor do Instituto Goddard, da NASA: 'Os executivos chefes de grandes companhias de petróleo deveriam ser processados por graves crimes contra a humanidade e contra a natureza”. Hansen acusava-os de espalhar ativamente a dúvida sobre o aquecimento global da mesma maneira que as empresas de tabaco confundem as relações entre fumo e câncer. Monika Kopacz, pesquisadora e ativista: “Só o exagero sensacional cria o caso que vai atrair a atenção dos políticos e dos leitores . Então, sim, os climatólogos podem exagerar, mas no mundo de hoje essa é a única forma de garantir qualquer ação política e, mais ainda, mais verbas federais”. Louis Proyect da Universidade Columbia: “A resposta ao aquecimento global é a abolição da propriedade privada (…) Um mundo socialista daria uma prioridade enorme as fontes de energia alternativas. Isto é o que os socialistas voltados para a ecologia estão agora explorando detidamente.” Michael Oppenheimer, professor de Geociências e Relações internacionais, Universidade de Princeton: “Não podemos permitir que outros países tenham o mesmo número de carros, o mesmo patamar de industrialização que nós temos nos EUA. Nós temos que parar esses países do Terceiro Mundo exatamente onde estão”. José Bové: ativista “verde” altermundialista e anticapitalista: “A ecologia não é compatível com o capitalismo . Todas as ideologias produtivistas fracassaram (...) com o aquecimento climático que se acelera. (...) Nós temos necessidade de virar as costas para o modelo produtivista agrícola que eliminou milhões de camponeses, destruiu a qualidade dos alimentos e depredou o meio ambiente .” Le Monde, 23.6.09 Jacques Attali, ex-presidente Banco Europeu para a Reconstrução: “a transformação do clima, piorada ou não pela atividade humana, poderia ter em curto prazo c onseqüências mortais para a espécie humana : liberando bactérias contidas na tundra siberiana ou poços de metano que se estenderiam sobre o planeta como uma nuvem asfixiante. Alguns cientistas até predizem a data da catástrofe: 2012. ” Blog “Conversation avec Jacques Attali”. O “Pravda” de Moscou encheu 3 páginas web com matéria tirada sem licença de nosso blog ( 1 , 2 , 3 ). Poderes como o Kremlin esquadrinham o debate ecológico no Brasil, cientes que dele dependem o mundo e a religião do III milênio Pesquisar este blog Mais lidos da semana Terra entrou em mini-era glacial, mas IPCC ainda discute o furado Acordo de Paris Fonte congelada pela atual onda polar, Bryant Park, Nova Iorque Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política inter... Vegetação consome quase 20 vezes o CO2 produzido pelos combustíveis fósseis Soja na Argentina Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diver... Verdes sem argumentos: o Brasil está alimentando mais de um bilhão de pessoas! A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de polític... Aquecimento global: pseudociência baseada em fraudes Conferência do Prof Ricardo Felício promovida pelo IPCO. Foto: Paulo Roberto Campos / ABIM. Luis Dufaur Em 25 de junho último... 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17/7/2015 Grátis Ver no iTunes 67 Clean TrenzaloreCast #66: Séries Originais da Netflix Está no ar o 66º TrenzaloreCast! 10/7/2015 Grátis Ver no iTunes 68 Clean TrenzaloreCast #65: 1ª temporada - The Long Game / Father's Day Está no ar o 65º TrenzaloreCast! 3/7/2015 Grátis Ver no iTunes 69 Clean TrenzaloreCast #64: Adaptações na Ficção Está no ar o 64º TrenzaloreCast! 19/6/2015 Grátis Ver no iTunes 70 Clean TrenzaloreCast #63: O Doutor - Um Herói por Acidente Está no ar o 63º TrenzaloreCast! 13/6/2015 Grátis Ver no iTunes 71 Clean TrenzaloreCast #62: 1ª temporada - Dalek Está no ar o 62º TrenzaloreCast! 5/6/2015 Grátis Ver no iTunes 72 Clean TrenzaloreCast #61: Histórias da Infância sobre Mistérios Alienígenas Está no ar o 61º TrenzaloreCast! 1/5/2015 Grátis Ver no iTunes 73 Clean TrenzaloreCast #60: Amando Van Gogh e a Viagem no Tempo de About Time Está no ar o 60º TrenzaloreCast! 22/4/2015 Grátis Ver no iTunes 74 Clean TrenzaloreCast #59: O dia em que a Marvel dominou o TrenzaloreCast Está no ar o 59º TrenzaloreCast! 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23/12/2014 Grátis Ver no iTunes 83 Clean TrenzaloreCast #49: ClassicWho - The Curse of Fenric Está no ar o 49º TrenzaloreCast! 19/11/2014 Grátis Ver no iTunes 84 Clean TrenzaloreCast #48: Death in Heaven Está no ar a 48ª edição do TrenzaloreCast! 12/11/2014 Grátis Ver no iTunes 85 Clean TrenzaloreCast #47: Dark Water Está no ar o 47º TrenzaloreCast! 4/11/2014 Grátis Ver no iTunes 86 Clean TrenzaloreCast #46: In the Forest of the Night Está no ar o 46º TrenzaloreCast! 28/10/2014 Grátis Ver no iTunes 87 Clean TrenzaloreCast #45: Flatline Está no ar o 45º TrenzaloreCast! 21/10/2014 Grátis Ver no iTunes 88 Clean TrenzaloreCast #44: Mummy On the Orient Express Está no ar o 44º TrenzaloreCast! 15/10/2014 Grátis Ver no iTunes 89 Clean TrenzaloreCast #43: Kill the Moon Está no ar o 43º TrenzaloreCast! 7/10/2014 Grátis Ver no iTunes 90 Clean TrenzaloreCast #42: The Caretaker Está no ar o 42º TrenzaloreCast! 1/10/2014 Grátis Ver no iTunes 91 Clean TrenzaloreCast #41: Time Heist Está no ar o 41º TrenzaloreCast! 24/9/2014 Grátis Ver no iTunes 92 Clean TrenzaloreCast #40: Listen Está no ar o 40º TrenzaloreCast! 17/9/2014 Grátis Ver no iTunes 93 Clean TrenzaloreCast Extra #1: GallifreyCon 2014 Podcast brasileiro sobre Doctor Who, originalmente criado de fãs para fãs 10/9/2014 Grátis Ver no iTunes 94 Clean TrenzaloreCast #39: Robot of Sherwood Está no ar o 39º TrenzaloreCast! 10/9/2014 Grátis Ver no iTunes 95 Clean TrenzaloreCast #38: Into the Dalek Está no ar o 38º TrenzaloreCast! 3/9/2014 Grátis Ver no iTunes 96 Clean TrenzaloreCast #37: Deep Breath Está no ar o 37º TrenzaloreCast! 27/8/2014 Grátis Ver no iTunes 97 Clean TrenzaloreCast #36: Um ano de Trenzalore Está no ar o 36º TrenzaloreCast! 20/8/2014 Grátis Ver no iTunes 98 Clean TrenzaloreCast #35: A 8ª temporada está chegando Está no ar o 35º TrenzaloreCast! 13/8/2014 Grátis Ver no iTunes 99 Clean TrenzaloreCast #34: ClassicWho - Day of the Daleks Está no ar o 34º TrenzaloreCast! 6/8/2014 Grátis Ver no iTunes 100 Clean TrenzaloreCast #33: O Maravilhoso Universo da Big Finish Está no ar o 33º TrenzaloreCast! 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Part 21: The Role of the Media: Act I http://www. ae911truth.org/blog-categorie s/psychology/393-news-media-events-shure-part-21-the-role-of-the-media-act-1.html … # Journalism pic.twitter.com/SUYBuNfCSd MediaMonarchy.com , James Corbett , Truthstream Media e 6 outros Seguir Seguir @ mediamonarchy Seguindo Seguindo @ mediamonarchy Deixar de Seguir Deixar de seguir @ mediamonarchy Bloqueado Bloqueou @ mediamonarchy Desbloquear Desbloquear @ mediamonarchy Pendente Solicitação para seguir de @ mediamonarchy está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ mediamonarchy MediaMonarchy.com @ mediamonarchy Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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A 501(c)(3) Seguir Seguir @ GroundZeroMedia Seguindo Seguindo @ GroundZeroMedia Deixar de Seguir Deixar de seguir @ GroundZeroMedia Bloqueado Bloqueou @ GroundZeroMedia Desbloquear Desbloquear @ GroundZeroMedia Pendente Solicitação para seguir de @ GroundZeroMedia está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ GroundZeroMedia Ground Zero Media @ GroundZeroMedia Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) 9 respostas 55 retweets 56 curtiram Responder 9 Retweetar 55 Retweetado 55 Curtir 56 Curtiu 56 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 25 de dez de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet Norwegian Media Goes Berserk, Then Silent, Over Articles by AE911Truth Authors — Newspaper ‘Modern Times’ Faces Brunt of the Assault http://www. ae911truth.org/news/394-news- media-events-norwegian-media-goes-berserk-then-silent-over-articles-by-ae911truth-authors.html … pic.twitter.com/8DwgewVnaG 3 respostas 40 retweets 44 curtiram Responder 3 Retweetar 40 Retweetado 40 Curtir 44 Curtiu 44 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 24 de dez de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet Free Fall host Andy Steele is joined by recent AE911Truth petition signer Drew DePalma, whose mother, Jean DePalma, perished in the World Trade Center's North Tower, and AE911Truth's Director of Strategy and Development Ted Walter. https:// soundcloud.com/user-989685163 /122117-drew-depalma-and-ted-walter … # Engineer 0 resposta 20 retweets 20 curtiram Responder Retweetar 20 Retweetado 20 Curtir 20 Curtiu 20 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 24 de dez de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet Tragedy and awakening — Sixteen years after losing his mother on 9/11, Drew DePalma is ready to speak out - http://www. ae911truth.org/news/400-news- media-events-tragedy-and-awakening.html … # Engineer # architects pic.twitter.com/XFSUF2OpcE MediaMonarchy.com , James Corbett , Truthstream Media e 7 outros Seguir Seguir @ mediamonarchy Seguindo Seguindo @ mediamonarchy Deixar de Seguir Deixar de seguir @ mediamonarchy Bloqueado Bloqueou @ mediamonarchy Desbloquear Desbloquear @ mediamonarchy Pendente Solicitação para seguir de @ mediamonarchy está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ mediamonarchy MediaMonarchy.com @ mediamonarchy Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ corbettreport Seguindo Seguindo @ corbettreport Deixar de Seguir Deixar de seguir @ corbettreport Bloqueado Bloqueou @ corbettreport Desbloquear Desbloquear @ corbettreport Pendente Solicitação para seguir de @ corbettreport está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ corbettreport James Corbett @ corbettreport Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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A 501(c)(3) Seguir Seguir @ TheOnlyEdAsner Seguindo Seguindo @ TheOnlyEdAsner Deixar de Seguir Deixar de seguir @ TheOnlyEdAsner Bloqueado Bloqueou @ TheOnlyEdAsner Desbloquear Desbloquear @ TheOnlyEdAsner Pendente Solicitação para seguir de @ TheOnlyEdAsner está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ TheOnlyEdAsner Ed Asner @ TheOnlyEdAsner Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ BrasscheckTV Seguindo Seguindo @ BrasscheckTV Deixar de Seguir Deixar de seguir @ BrasscheckTV Bloqueado Bloqueou @ BrasscheckTV Desbloquear Desbloquear @ BrasscheckTV Pendente Solicitação para seguir de @ BrasscheckTV está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ BrasscheckTV Brasscheck TV @ BrasscheckTV Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) 1 resposta 29 retweets 35 curtiram Responder 1 Retweetar 29 Retweetado 29 Curtir 35 Curtiu 35 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 20 de dez de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet Year-end Fund Drive: Donate $25 and Receive 50 Bobby McIlvaine Palm Cards! http:// action.ae911truth.org/o/50694/t/0/bl astContent.jsp?email_blast_KEY=1382847 … pic.twitter.com/EFRz2tX6yI MediaMonarchy.com , James Corbett , Truthstream Media e 6 outros Seguir Seguir @ mediamonarchy Seguindo Seguindo @ mediamonarchy Deixar de Seguir Deixar de seguir @ mediamonarchy Bloqueado Bloqueou @ mediamonarchy Desbloquear Desbloquear @ mediamonarchy Pendente Solicitação para seguir de @ mediamonarchy está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ mediamonarchy MediaMonarchy.com @ mediamonarchy Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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A 501(c)(3) Seguir Seguir @ TheOnlyEdAsner Seguindo Seguindo @ TheOnlyEdAsner Deixar de Seguir Deixar de seguir @ TheOnlyEdAsner Bloqueado Bloqueou @ TheOnlyEdAsner Desbloquear Desbloquear @ TheOnlyEdAsner Pendente Solicitação para seguir de @ TheOnlyEdAsner está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ TheOnlyEdAsner Ed Asner @ TheOnlyEdAsner Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ RT_America Seguindo Seguindo @ RT_America Deixar de Seguir Deixar de seguir @ RT_America Bloqueado Bloqueou @ RT_America Desbloquear Desbloquear @ RT_America Pendente Solicitação para seguir de @ RT_America está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ RT_America RT America @ RT_America Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 17 de dez de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet 9/11 Father Seeks Justice | The Bobby McIlvaine Act https://www. youtube.com/watch?v=dUgCgN w4EZg&feature=youtu.be … 7 respostas 54 retweets 61 curtiram Responder 7 Retweetar 54 Retweetado 54 Curtir 61 Curtiu 61 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 17 de dez de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet The Bobby McIlvaine Act Video Is Here: Help Us Spread It Widely on Twitter, Facebook, YouTube and all social media platforms. http:// action.ae911truth.org/o/50694/t/0/bl astContent.jsp?email_blast_KEY=1382745 … pic.twitter.com/MBLtnLD3wF MediaMonarchy.com , James Corbett , Truthstream Media e 7 outros Seguir Seguir @ mediamonarchy Seguindo Seguindo @ mediamonarchy Deixar de Seguir Deixar de seguir @ mediamonarchy Bloqueado Bloqueou @ mediamonarchy Desbloquear Desbloquear @ mediamonarchy Pendente Solicitação para seguir de @ mediamonarchy está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ mediamonarchy MediaMonarchy.com @ mediamonarchy Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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A 501(c)(3) Seguir Seguir @ TheOnlyEdAsner Seguindo Seguindo @ TheOnlyEdAsner Deixar de Seguir Deixar de seguir @ TheOnlyEdAsner Bloqueado Bloqueou @ TheOnlyEdAsner Desbloquear Desbloquear @ TheOnlyEdAsner Pendente Solicitação para seguir de @ TheOnlyEdAsner está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ TheOnlyEdAsner Ed Asner @ TheOnlyEdAsner Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ RT_America Seguindo Seguindo @ RT_America Deixar de Seguir Deixar de seguir @ RT_America Bloqueado Bloqueou @ RT_America Desbloquear Desbloquear @ RT_America Pendente Solicitação para seguir de @ RT_America está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ RT_America RT America @ RT_America Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ billburr Seguindo Seguindo @ billburr Deixar de Seguir Deixar de seguir @ billburr Bloqueado Bloqueou @ billburr Desbloquear Desbloquear @ billburr Pendente Solicitação para seguir de @ billburr está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ billburr Bill Burr @ billburr Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ GovJVentura Seguindo Seguindo @ GovJVentura Deixar de Seguir Deixar de seguir @ GovJVentura Bloqueado Bloqueou @ GovJVentura Desbloquear Desbloquear @ GovJVentura Pendente Solicitação para seguir de @ GovJVentura está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ GovJVentura Jesse Ventura @ GovJVentura Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ JimmyDoreShow Seguindo Seguindo @ JimmyDoreShow Deixar de Seguir Deixar de seguir @ JimmyDoreShow Bloqueado Bloqueou @ JimmyDoreShow Desbloquear Desbloquear @ JimmyDoreShow Pendente Solicitação para seguir de @ JimmyDoreShow está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ JimmyDoreShow The Jimmy Dore Show @ JimmyDoreShow Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 23 de nov de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet On this Thanksgiving Day, we at Architects & Engineers for 9/11 Truth pause to give thanks to the many thousands of concerned citizens who have contributed to the cause of 9/11 Truth over the past sixteen years. http:// action.ae911truth.org/o/50694/t/0/bl astContent.jsp?email_blast_KEY=1381318 … # architect # engineer pic.twitter.com/iDaIsEReda MediaMonarchy.com , James Corbett , Truthstream Media e 5 outros Seguir Seguir @ mediamonarchy Seguindo Seguindo @ mediamonarchy Deixar de Seguir Deixar de seguir @ mediamonarchy Bloqueado Bloqueou @ mediamonarchy Desbloquear Desbloquear @ mediamonarchy Pendente Solicitação para seguir de @ mediamonarchy está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ mediamonarchy MediaMonarchy.com @ mediamonarchy Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ corbettreport Seguindo Seguindo @ corbettreport Deixar de Seguir Deixar de seguir @ corbettreport Bloqueado Bloqueou @ corbettreport Desbloquear Desbloquear @ corbettreport Pendente Solicitação para seguir de @ corbettreport está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ corbettreport James Corbett @ corbettreport Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ truthstreamnews Seguindo Seguindo @ truthstreamnews Deixar de Seguir Deixar de seguir @ truthstreamnews Bloqueado Bloqueou @ truthstreamnews Desbloquear Desbloquear @ truthstreamnews Pendente Solicitação para seguir de @ truthstreamnews está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ truthstreamnews Truthstream Media @ truthstreamnews Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ JimmyDoreShow Seguindo Seguindo @ JimmyDoreShow Deixar de Seguir Deixar de seguir @ JimmyDoreShow Bloqueado Bloqueou @ JimmyDoreShow Desbloquear Desbloquear @ JimmyDoreShow Pendente Solicitação para seguir de @ JimmyDoreShow está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ JimmyDoreShow The Jimmy Dore Show @ JimmyDoreShow Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ truthandshadows Seguindo Seguindo @ truthandshadows Deixar de Seguir Deixar de seguir @ truthandshadows Bloqueado Bloqueou @ truthandshadows Desbloquear Desbloquear @ truthandshadows Pendente Solicitação para seguir de @ truthandshadows está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ truthandshadows Craig McKee @ truthandshadows Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ cbrouillet Seguindo Seguindo @ cbrouillet Deixar de Seguir Deixar de seguir @ cbrouillet Bloqueado Bloqueou @ cbrouillet Desbloquear Desbloquear @ cbrouillet Pendente Solicitação para seguir de @ cbrouillet está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ cbrouillet Carol Brouillet @ cbrouillet Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ TheOnlyEdAsner Seguindo Seguindo @ TheOnlyEdAsner Deixar de Seguir Deixar de seguir @ TheOnlyEdAsner Bloqueado Bloqueou @ TheOnlyEdAsner Desbloquear Desbloquear @ TheOnlyEdAsner Pendente Solicitação para seguir de @ TheOnlyEdAsner está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ TheOnlyEdAsner Ed Asner @ TheOnlyEdAsner Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ gandbradio Seguindo Seguindo @ gandbradio Deixar de Seguir Deixar de seguir @ gandbradio Bloqueado Bloqueou @ gandbradio Desbloquear Desbloquear @ gandbradio Pendente Solicitação para seguir de @ gandbradio está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ gandbradio Guns and Butter @ gandbradio Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) 5 respostas 46 retweets 68 curtiram Responder 5 Retweetar 46 Retweetado 46 Curtir 68 Curtiu 68 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 16 de nov de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet In this special episode of 9/11 Free Fall, host Andy Steele referees a debate between Truth and Shadows blogger Craig McKee and official-story supporter Colin Doran on the question of what happened at the # Pentagon on September 11, 2001. https:// soundcloud.com/user-989685163 /111617-pentagon-debate … 3 respostas 22 retweets 24 curtiram Responder 3 Retweetar 22 Retweetado 22 Curtir 24 Curtiu 24 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 16 de nov de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet 9/11 Free Fall Radio: Pentagon Debate between Truth and Shadows blogger Craig McKee and official-story supporter Colin Doran on the question of what happened at the # Pentagon September 11, 2001. https:// soundcloud.com/user-989685163 /111617-pentagon-debate … pic.twitter.com/putZYoOFAv MediaMonarchy.com , James Corbett , Eddie Bravo e 7 outros Seguir Seguir @ mediamonarchy Seguindo Seguindo @ mediamonarchy Deixar de Seguir Deixar de seguir @ mediamonarchy Bloqueado Bloqueou @ mediamonarchy Desbloquear Desbloquear @ mediamonarchy Pendente Solicitação para seguir de @ mediamonarchy está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ mediamonarchy MediaMonarchy.com @ mediamonarchy Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 15 de nov de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet Norwegian Media Goes Berserk, Then Silent, Over Articles by AE911Truth Authors http:// action.ae911truth.org/o/50694/t/0/bl astContent.jsp?email_blast_KEY=1380856 … # architect # engineer # nist # nytid # TrulsLie # DavidLlewelyn pic.twitter.com/qVV7W1jPty MediaMonarchy.com , James Corbett , Truthstream Media e 7 outros Seguir Seguir @ mediamonarchy Seguindo Seguindo @ mediamonarchy Deixar de Seguir Deixar de seguir @ mediamonarchy Bloqueado Bloqueou @ mediamonarchy Desbloquear Desbloquear @ mediamonarchy Pendente Solicitação para seguir de @ mediamonarchy está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ mediamonarchy MediaMonarchy.com @ mediamonarchy Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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A 501(c)(3) Seguir Seguir @ billburr Seguindo Seguindo @ billburr Deixar de Seguir Deixar de seguir @ billburr Bloqueado Bloqueou @ billburr Desbloquear Desbloquear @ billburr Pendente Solicitação para seguir de @ billburr está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ billburr Bill Burr @ billburr Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ eddiebravo Seguindo Seguindo @ eddiebravo Deixar de Seguir Deixar de seguir @ eddiebravo Bloqueado Bloqueou @ eddiebravo Desbloquear Desbloquear @ eddiebravo Pendente Solicitação para seguir de @ eddiebravo está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ eddiebravo Eddie Bravo @ eddiebravo Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 5 de nov de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet Bobby McIlvaine: November 5, 1974 – September 11, 2001 — Go to http:// AE911Truth.org/Justice to learn more and email your representatives today. pic.twitter.com/hJOzWJbLFz MediaMonarchy.com , James Corbett , Truthstream Media e 5 outros Seguir Seguir @ mediamonarchy Seguindo Seguindo @ mediamonarchy Deixar de Seguir Deixar de seguir @ mediamonarchy Bloqueado Bloqueou @ mediamonarchy Desbloquear Desbloquear @ mediamonarchy Pendente Solicitação para seguir de @ mediamonarchy está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ mediamonarchy MediaMonarchy.com @ mediamonarchy Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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A 501(c)(3) Seguir Seguir @ JimmyDoreShow Seguindo Seguindo @ JimmyDoreShow Deixar de Seguir Deixar de seguir @ JimmyDoreShow Bloqueado Bloqueou @ JimmyDoreShow Desbloquear Desbloquear @ JimmyDoreShow Pendente Solicitação para seguir de @ JimmyDoreShow está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ JimmyDoreShow The Jimmy Dore Show @ JimmyDoreShow Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) 0 resposta 28 retweets 22 curtiram Responder Retweetar 28 Retweetado 28 Curtir 22 Curtiu 22 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 5 de nov de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet 9/11 Free Fall Radio: The Next Step for the Bobby McIlvaine Act https:// soundcloud.com/user-989685163 /the-next-step-for-the-bobby-mcilvaine-act … # architect # engineer 0 resposta 9 retweets 14 curtiram Responder Retweetar 9 Retweetado 9 Curtir 14 Curtiu 14 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 26 de out de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet The Story of Losing a Son to 9/11 - Share Bobby McIlvaine’s Story with Millions http:// action.ae911truth.org/o/50694/t/0/bl astContent.jsp?email_blast_KEY=1379839 … # architect # engineer pic.twitter.com/Fdo7SXJUjR Eddie Bravo , RT America , Ground Zero Media e 6 outros Seguir Seguir @ eddiebravo Seguindo Seguindo @ eddiebravo Deixar de Seguir Deixar de seguir @ eddiebravo Bloqueado Bloqueou @ eddiebravo Desbloquear Desbloquear @ eddiebravo Pendente Solicitação para seguir de @ eddiebravo está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ eddiebravo Eddie Bravo @ eddiebravo Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ RT_America Seguindo Seguindo @ RT_America Deixar de Seguir Deixar de seguir @ RT_America Bloqueado Bloqueou @ RT_America Desbloquear Desbloquear @ RT_America Pendente Solicitação para seguir de @ RT_America está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ RT_America RT America @ RT_America Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ GroundZeroMedia Seguindo Seguindo @ GroundZeroMedia Deixar de Seguir Deixar de seguir @ GroundZeroMedia Bloqueado Bloqueou @ GroundZeroMedia Desbloquear Desbloquear @ GroundZeroMedia Pendente Solicitação para seguir de @ GroundZeroMedia está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ GroundZeroMedia Ground Zero Media @ GroundZeroMedia Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ JimmyDoreShow Seguindo Seguindo @ JimmyDoreShow Deixar de Seguir Deixar de seguir @ JimmyDoreShow Bloqueado Bloqueou @ JimmyDoreShow Desbloquear Desbloquear @ JimmyDoreShow Pendente Solicitação para seguir de @ JimmyDoreShow está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ JimmyDoreShow The Jimmy Dore Show @ JimmyDoreShow Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ billburr Seguindo Seguindo @ billburr Deixar de Seguir Deixar de seguir @ billburr Bloqueado Bloqueou @ billburr Desbloquear Desbloquear @ billburr Pendente Solicitação para seguir de @ billburr está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ billburr Bill Burr @ billburr Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 23 de out de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet Time to Tell Millions about the Bobby McIlvaine Act-Help Raise $5,000 to Produce the Video that Will Do Just That! http:// action.ae911truth.org/o/50694/t/0/bl astContent.jsp?email_blast_KEY=1379634 … pic.twitter.com/w969R3PhO6 WTC7Evaluation , MediaMonarchy.com , James Corbett e 7 outros Seguir Seguir @ WTC7Evaluation Seguindo Seguindo @ WTC7Evaluation Deixar de Seguir Deixar de seguir @ WTC7Evaluation Bloqueado Bloqueou @ WTC7Evaluation Desbloquear Desbloquear @ WTC7Evaluation Pendente Solicitação para seguir de @ WTC7Evaluation está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ WTC7Evaluation WTC7Evaluation @ WTC7Evaluation Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ mediamonarchy Seguindo Seguindo @ mediamonarchy Deixar de Seguir Deixar de seguir @ mediamonarchy Bloqueado Bloqueou @ mediamonarchy Desbloquear Desbloquear @ mediamonarchy Pendente Solicitação para seguir de @ mediamonarchy está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ mediamonarchy MediaMonarchy.com @ mediamonarchy Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ corbettreport Seguindo Seguindo @ corbettreport Deixar de Seguir Deixar de seguir @ corbettreport Bloqueado Bloqueou @ corbettreport Desbloquear Desbloquear @ corbettreport Pendente Solicitação para seguir de @ corbettreport está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ corbettreport James Corbett @ corbettreport Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ truthstreamnews Seguindo Seguindo @ truthstreamnews Deixar de Seguir Deixar de seguir @ truthstreamnews Bloqueado Bloqueou @ truthstreamnews Desbloquear Desbloquear @ truthstreamnews Pendente Solicitação para seguir de @ truthstreamnews está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ truthstreamnews Truthstream Media @ truthstreamnews Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ eddiebravo Seguindo Seguindo @ eddiebravo Deixar de Seguir Deixar de seguir @ eddiebravo Bloqueado Bloqueou @ eddiebravo Desbloquear Desbloquear @ eddiebravo Pendente Solicitação para seguir de @ eddiebravo está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ eddiebravo Eddie Bravo @ eddiebravo Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ billburr Seguindo Seguindo @ billburr Deixar de Seguir Deixar de seguir @ billburr Bloqueado Bloqueou @ billburr Desbloquear Desbloquear @ billburr Pendente Solicitação para seguir de @ billburr está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ billburr Bill Burr @ billburr Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) Seguir Seguir @ RT_America Seguindo Seguindo @ RT_America Deixar de Seguir Deixar de seguir @ RT_America Bloqueado Bloqueou @ RT_America Desbloquear Desbloquear @ RT_America Pendente Solicitação para seguir de @ RT_America está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ RT_America RT America @ RT_America Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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A 501(c)(3) Seguir Seguir @ GroundZeroMedia Seguindo Seguindo @ GroundZeroMedia Deixar de Seguir Deixar de seguir @ GroundZeroMedia Bloqueado Bloqueou @ GroundZeroMedia Desbloquear Desbloquear @ GroundZeroMedia Pendente Solicitação para seguir de @ GroundZeroMedia está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ GroundZeroMedia Ground Zero Media @ GroundZeroMedia Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. A 501(c)(3) 1 resposta 47 retweets 53 curtiram Responder 1 Retweetar 47 Retweetado 47 Curtir 53 Curtiu 53 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 10 de out de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet Jet Fuel [Aviation Kerosene] Didn't Even Bring Down This Tree... Nor do Kerosene heaters/gas stoves melt w use # engineer # architect # nist pic.twitter.com/WZwYUwouho WTC7Evaluation , MediaMonarchy.com , James Corbett e 6 outros Seguir Seguir @ WTC7Evaluation Seguindo Seguindo @ WTC7Evaluation Deixar de Seguir Deixar de seguir @ WTC7Evaluation Bloqueado Bloqueou @ WTC7Evaluation Desbloquear Desbloquear @ WTC7Evaluation Pendente Solicitação para seguir de @ WTC7Evaluation está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ WTC7Evaluation WTC7Evaluation @ WTC7Evaluation Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 6 de out de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet A Former NIST Employee Spoke Out — This is How We Spread His Message: Share the DVD http:// us1.campaign-archive.com/?e=%5BUNIQID%5 D&u=d03bf3ffcac549c7dc7888ef5&id=e426365f93 … # nist # Engineer # Architect pic.twitter.com/pbxpcpK2m5 WTC7Evaluation , Eddie Bravo , ReThink911 e 4 outros Seguir Seguir @ WTC7Evaluation Seguindo Seguindo @ WTC7Evaluation Deixar de Seguir Deixar de seguir @ WTC7Evaluation Bloqueado Bloqueou @ WTC7Evaluation Desbloquear Desbloquear @ WTC7Evaluation Pendente Solicitação para seguir de @ WTC7Evaluation está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ WTC7Evaluation WTC7Evaluation @ WTC7Evaluation Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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Desfazer Desfazer AE911Truth ‏ @ AE911Truth 28 de set de 2017 Mais Copiar link para o Tweet Incorporar Tweet Dr. Griffin Takes On Bush, Cheney, and the ‘Miraculous’ Destruction of the WTC Towers http://www. ae911truth.org/news/389-news- media-events-griffin-takes-on-bush-cheney-and-the-miraculous-destruction-of-the-wtc-towers.html … # engineer # architect # NIST pic.twitter.com/C3Jwd1qFbq MediaMonarchy.com , James Corbett , Truthstream Media e 6 outros Seguir Seguir @ mediamonarchy Seguindo Seguindo @ mediamonarchy Deixar de Seguir Deixar de seguir @ mediamonarchy Bloqueado Bloqueou @ mediamonarchy Desbloquear Desbloquear @ mediamonarchy Pendente Solicitação para seguir de @ mediamonarchy está pendente Cancelar Cancelar sua solicitação para seguir @ mediamonarchy MediaMonarchy.com @ mediamonarchy Science of 9/11 — More than 2,900 architects & engineers call for a real investigation into the destruction of all 3 WTC skyscrapers on 9/11. 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A 501(c)(3) 12 respostas 111 retweets 103 curtiram Responder 12 Retweetar 111 Retweetado 111 Curtir 103 Curtiu 103 Obrigado. O Twitter irá usar isso para melhorar sua timeline. Desfazer Desfazer @AE911Truth ainda não tweetou. Voltar ao topo da página ↑ O carregamento parece estar demorando. O Twitter deve estar sobrecarregado ou passando por algum problema momentâneo. Tente novamente ou acesse o Status do Twitter para obter mais informações. Novo no Twitter? Inscreva-se agora para obter sua própria timeline personalizada! 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https://es.wikipedia.org/wiki/Cerebelo
  Cerebelo - Wikipedia, la enciclopedia libre Cerebelo De Wikipedia, la enciclopedia libre Saltar a: navegación , búsqueda Cerebelo Encéfalo humano, con el cerebelo marcado en púrpura Imagen de RMN de una sección sagital de un encéfalo humano. Cerebelo en púrpura. Latín [ TA ]: cerebellum TA A14.1.07.001 Es parte de Encéfalo Arterias cerebelosa superior , cerebelosa inferior anterior , cerebelosa inferior ... originará la médula oblongada ( bulbo raquídeo ). El límite entre estas dos porciones está marcado por la ... metencéfalo está constituido por placas alares y basales separadas por el surco limitante . Las placas ... rombencéfalo . El rombencéfalo ya está divido en mielencéfalo y metencéfalo , y se ven los primeros ... del resto de los hemisferios. Inicialmente, la placa cerebelosa está compuesta por tres capas, que de ... pared posterior del tronco del encéfalo y está incluido dentro de un estuche osteofibroso -la celda CACHE

Cerebelo - Wikipedia, la enciclopedia libre Cerebelo De Wikipedia, la enciclopedia libre Saltar a: navegación , búsqueda Cerebelo Encéfalo humano, con el cerebelo marcado en púrpura Imagen de RMN de una sección sagital de un encéfalo humano. Cerebelo en púrpura. Latín [ TA ]: cerebellum TA A14.1.07.001 Es parte de Encéfalo Arterias cerebelosa superior , cerebelosa inferior anterior , cerebelosa inferior posterior Venas superior del vermis , inferior del vermis , cerebelosas superiores , cerebelosas inferiores , cerebelosa precentral , petrosa Enlaces externos Gray pág.788 MeSH Cerebellum NeuroLex ID Cerebellum FMA 67944 [ editar datos en Wikidata ] El cerebelo es una región del encéfalo cuya función principal es de integrar las vías sensitivas y las vías motoras . Existe una gran cantidad de haces nerviosos que conectan el cerebelo con otras estructuras encefálicas y con la médula espinal. El cerebelo integra toda la información recibida para precisar y controlar las órdenes que la corteza cerebral envía al aparato locomotor a través de las vías motoras. Es el regulador del temblor fisiológico. Por ello, lesiones a nivel del cerebelo no suelen causar parálisis pero sí desórdenes relacionados con la ejecución de movimientos precisos, mantenimiento del equilibrio , la postura y aprendizaje motor. Los primeros estudios realizados por fisiólogos en el siglo XVIII indicaban que aquellos pacientes con daño cerebelar mostraban problemas de coordinación motora y movimiento. Durante el siglo XIX comenzaron a realizarse los primeros experimentos funcionales, causando lesiones o ablaciones cerebelares en animales . Los fisiólogos observaban que tales lesiones generaban movimientos extraños y torpes, descoordinación y debilidad muscular. Estas observaciones y estudios llevaron a la conclusión de que el cerebelo era un órgano encargado del control de la motricidad. [ 1 ] ​ Sin embargo, las investigaciones modernas han mostrado que el cerebelo tiene un papel más amplio, estando así relacionado con ciertas funciones cognitivas como la atención y el procesamiento del lenguaje , la música , el aprendizaje y otros estímulos sensoriales temporales. Fue descrito por primera vez por Herófilo en el siglo IV a. C. Animación del cerebelo Índice 1 Características generales 2 Desarrollo 3 Evolución filogenética 4 Anatomía 4.1 Descripción externa 4.1.1 Cara superior 4.1.2 Cara inferior 4.1.3 Cara anterior 4.2 Divisiones 4.2.1 Morfológica 4.2.2 Filogenética 4.3 Representación topográfica del cuerpo 4.4 Estructura interna 4.4.1 Corteza cerebelosa 4.4.1.1 Capas de la corteza 4.4.1.2 Tipos neuronales 4.4.1.3 Fibras extrínsecas 4.4.1.4 Glia 4.4.2 Núcleos profundos 4.4.3 Sustancia blanca 4.4.4 Sustancia gris 4.5 Conexiones cerebelosas 4.5.1 Aferencias del vestíbulocerebelo 4.5.2 Eferencias del vestíbulocerebelo 4.5.3 Aferencias del espinocerebelo 4.5.4 Eferencias del espinocerebelo 4.5.5 Aferencias del cerebrocerebelo 4.5.6 Eferencias del cerebrocerebelo 4.5.7 Aferencias procedentes de los sistemas monoaminérgicos 4.6 Pedúnculos 4.6.1 Pedúnculos cerebelosos inferiores 4.6.2 Pedúnculos cerebelosos medios 4.6.3 Pedúnculos cerebelosos superiores 4.7 Irrigación arterial 4.7.1 Arteria cerebelosa superior 4.7.2 Arteria cerebelosa anteroinferior 4.7.3 Arteria cerebelosa posteroinferior 4.8 Drenaje venoso 5 Circuitos neuronales 5.1 Circuitos neuronales de los núcleos profundos: arco principal 5.2 Circuitos neuronales de la corteza cerebelosa: arco secundario 5.2.1 Circuitos excitadores 5.2.2 Circuitos inhibidores 5.3 Señales de salida 5.4 Depresión a largo plazo de las células de Purkinje: aprendizaje motor 6 Teorías sobre la función cerebelosa 6.1 Modelado de la función cerebelosa 7 Patología 7.1 Síndrome cerebeloso 7.1.1 Síndrome cerebeloso de vermis 7.1.2 Síndrome cerebeloso hemisférico 7.1.3 Etiología del síndrome cerebeloso 8 Véase también 9 Referencias 10 Bibliografía 11 Lectura adicional 12 Enlaces externos Características generales [ editar ] El cerebelo es un órgano impar y medio, situado en la fosa craneal posterior, dorsal al tronco del encéfalo e inferior al lóbulo occipital. Presenta una porción central e impar, el vermis , y otras dos porciones mucho mayores que se extienden a ambos lados, los hemisferios. La organización celular de la corteza cerebelosa es muy uniforme, con las neuronas dispuestas en tres capas o estratos bien definidos. Esta organización tan uniforme permite que las conexiones nerviosas sean relativamente fáciles de estudiar. Para hacerse una idea general de las conexiones neuronales que se dan en la corteza cerebelosa, cabe imaginarse una hilera de árboles con cables uniendo las ramas de cada uno con las del siguiente. Desarrollo [ editar ] División del tubo neural en vesículas encefálicas primarias. El cerebelo deriva del metencéfalo. Al igual que el resto del sistema nervioso central y la piel , el cerebelo deriva de la capa ectodérmica del disco germinativo trilaminar. Durante las fases más tempranas del desarrollo embrionario, el tercio cefálico del tubo neural presenta tres dilataciones ( vesículas encefálicas primarias ) lo que nos permite dividirlo en tres segmentos distintos: prosencéfalo , mesencéfalo y rombencéfalo . El rombencéfalo es el segmento más caudal, y cuando el embrión tiene 5 semanas se divide en dos porciones: el metencéfalo, y el mielencéfalo. El metencéfalo es la porción más cefálica y dará lugar a la protuberancia (puente) y al cerebelo, mientras que del mielencéfalo se originará la médula oblongada ( bulbo raquídeo ). El límite entre estas dos porciones está marcado por la curvatura protuberencial . Al igual que todas las estructuras que derivan del tubo neural, el metencéfalo está constituido por placas alares y basales separadas por el surco limitante . Las placas alares contienen núcleos sensitivos que se dividen en tres grupos: el grupo aferente somático lateral, el grupo aferente visceral especial y el grupo aferente visceral general. Las placas basales contienen núcleos motores que se dividen en tres grupos: el grupo eferente somático medial, el grupo eferente visceral especial y el grupo eferente visceral general. Visión posterior del mesencéfalo y del rombencéfalo . El rombencéfalo ya está divido en mielencéfalo y metencéfalo , y se ven los primeros esbozos de lo que será el cerebelo (placa cerebelosa). Las porciones dorsolaterales de las placas alares se incurvan en sentido medial para formar los labios rómbicos . En la porción caudal del mesencéfalo, los labios rómbicos están muy separados, pero en la porción cefálica se aproximan a la línea media. Al ir profundizando el pliegue protuberencial, los labios rómbicos se comprimen en dirección cefalo-caudal y forman la placa cerebelosa . A las 12 semanas del desarrollo, en la placa cerebelosa se aprecia la existencia de tres porciones: el vermis , en la línea media, y dos hemisferios, a ambos lados. Al poco tiempo, una fisura transversal separa el nódulo del resto del vermis y los flóculos del resto de los hemisferios. Inicialmente, la placa cerebelosa está compuesta por tres capas, que de profunda a superficial son: capa neuroepitelial , capa del manto y capa marginal . Aproximadamente a las 12 semanas del desarrollo, algunas células originadas en la capa neuroepitelial emigran hacia la zona más superficial de la capa marginal. Estas células conservan la capacidad de dividirse y empiezan a proliferar en la superficie donde acaban formando la capa granulosa externa . En el embrión de 6 meses, la capa granulosa externa comienza a diferenciarse en diversos tipos celulares que emigran hacia el interior para pasar entre las células de Purkinje y dar origen a la capa granular interna. La capa granulosa externa termina por quedarse sin células y da origen a la capa molecular. Las células en cesta y las células estrelladas provienen de células que proliferan en la sustancia blanca (capa marginal). Los núcleos cerebelosos profundos, como el núcleo dentado , se sitúan en su posición definitiva antes del nacimiento mientras que la corteza del cerebelo alcanza su desarrollo completo después del nacimiento. Origen y características de las células progenitoras Contrario a la idea anatómica clásica. el cerebelo adulto no proviene únicamente del metencefalo. Los estudios de Hallonet y Nicole M. Le Douarin a principios de la década de los noventa mostraron que las células progenitoras del cerebelo provienen de la región caudal del mesensefalo y la rostral del metencéfalo. [ 2 ] ​ Para mostrarlo, crearon diferentes quimeras de pollo ( Gallus gullus ) y codorniz ( Corurnir coturnir juponica ), con injertos de las regiones metencefalicas y mesensefálicas de interés. Debido a que las células de codorniz presentan un núcleo en interfase con heterocromatina condensada, estas células son fácilmente diferenciables de las células de pollo luego de una tinción de Feulgen (tiñe el DNA) (Ver enlace externo). Haciendo uso de esta metodología, Hallonet y Le Douarin mostraron que las células mediorostrales del cerebelo adulto provienen del área caudal del mesencéfalo, mientras que el resto de las células progenitoras del cerebelo tienen origen en el área rostral del metencefalo. Los autores hacen énfasis en el origen estrictamente metencefálico de las células de la capa granular externa (EGL), que dará lugar a las células granulares en etapas posteriores del desarrollo. Las demás células del cerebelo (células de Purkinje, por ejemplo) provienen de las vesículas mes- y metencefalicas. Gao y Hatten querían mostar la potencialidad de las células progenitoras provenientes de la capa granular externa (EGL) y compararla con la potencialidad de las células progenitoras de la zona ventral (VZ). Para ello, aislaron células precursoras de estas zonas a partir de ratones E13, luego las implantaron en la capa granular externa de ratones postnatales y observaron los tipos celulares en los cuales se diferenciaban estas células. Se observó que las células progenitoras de la capa granular externa (EGL) eran unipotentes, produciendo únicamente células granulares. En contraste las células provenientes de la zona ventral se diferenciaron en neuronas de Purkinje, interneuronas, astroglia y células granulares, lo cual evidencia las restricciones que se dan durante el desarrollo dependiendo de los contextos espaciales y temporales en los cuales se desarrollan las células. [ 3 ] ​ Control genético del desarrollo del cerebelo Una de las ventajas de la teoría evolutiva en la biología es la posibilidad de formulación de hipótesis en otros grupos de organismos a partir del conocimiento en un grupo particular. El cerebelo es ejemplo perfecto de lo anterior. Debido a la gran facilidad de obtener mutantes en organismos como Drosophila, muchos genes involucrados en la identidad de segmentos fueron identificados en la segunda mitad del siglo XX. [ 4 ] ​ Debido a que estos genes eran capaces de establecer la identidad antero-posterior de los segmentos en Drosophila, varios investigadores propusieron la hipótesis que los homólogos en mamíferos podrían controlar los patrones de desarrollo. Los genes candidatos eran En (Engrailed), wingless y genes Pax. Al buscar sus homólogos en vertebrados y analizar los mutantes se encontró una ruta muy fina del control de desarrollo espacial y temporal del cerebelo en ratones. Las mutaciones en el gen (-/-) generan un fenotipo que prácticamente no desarrolla cerebelo. Mientras que mutaciones en el gen En-2 generan un fenotipo menos severo, con daños en la formación de las estructuras foliares de los lóbulos cerebelosos. Mutantes condicionales para En-1 activados en el día E-9 cuya expresión de En-2 es normal, presentan fenotipos casi normales. Esto sugiere que En1 determina el ”Territorio” del cerebelo en etapas tempranas, mientras que En2 es requerido en estadios posteriores. [ 5 ] ​ [ 6 ] ​Debido al efecto regulatorio de Wnt-1 (homólogo de wingless) y genes Pax sobre Engrailed, era predecible el fenotipo de mutantes para estos genes. Mutantes homocigotos de Wnt-1 mostraron la perdida completa del cerebelo, lo cual se correlaciona con la pérdida de expresión de En el “territorio cerebeloso” [ 7 ] ​ Programas de desarrollo en el cerebelo La transición célula progenitora a neurona madura, implica una serie de cambios morfológicos y moleculares altamente regulada espacial y temporalmente. Estos cambios incluyen el arresto del ciclo mitótico, la formación de axón y dendritas, la expresión de proteínas específicas como proteínas canal, en algunos casos migraciones y finalmente el establecimiento de conectividad (sinapsis) con otras neuronas. A pesar de ser rutinas que incluyen la mayoría de estos procesos, distintos tipos celulares presentan sus programas en diferente orden. Por ejemplo, las células de Purkinje al igual que células del cortex cerebral migran justo después de salir del ciclo celular y forman conexiones axonales en etapas posteriores del desarrollo. Por el contrario, las células precursoras de células granulares inician el crecimiento axonal al salir del ciclo celular y posteriormente inician su migración a la capa interna (IGL). [ 7 ] ​A continuación se muestran algunas características del desarrollo de las células granulares del cerebelo. Células granulares Los patrones de expresión génica durante el desarrollo de las células granulares, permite establecer cuatro etapas: La neurogenesis, el inicio de la diferenciación neuronal, el crecimiento axonal y migración y finalmente la formación de conexiones sinápticas. En la figura 1 se muestran los marcadores específicos de cada etapa. Proliferación El proceso de proliferación ocurre principalmente en la capa externa del EGL (oEGL) durante las tres primeras semanas postnatales en ratón. Los primeros estudios de proliferación in vitro mostraron que estas células tienen la capacidad proliferativa en ausencia de mitógenos, sugiriendo actividad autocrina en la regulación de la proliferación celular. [ 8 ] ​ Más recientemente se han mostrado algunas moléculas de señalización cuya relación con la proliferación es más clara. Wechsler y Scott de la universidad de Stanford mostraron la expresión de mensajeros de Shh en células de Purkinje a nivel somático y dendrítico, por su parte las células granulares expresaban el gen ptc (inhibidor de la ruta shh en ausencia de Shh) y los genes gli1/2 que codifican factores de transcripción corriente abajo en la cascada de señalización de Shh. Luego evaluaron el papel que juega Shh en la proliferación de las células granulares, encontrando que la presencia de este factor incrementa la proliferación de estas células 100 veces. Este efecto fue específico para células granulares (no se vieron incrementos significativos en la proliferación de células glia). Para dar validez biológica a los resultados in vitro, los investigadores inhibieron la actividad de Shh con la expresión de anticuerpos anti-Shh por parte de células de hibridoma inyectadas en los animales en el periodo postnatal inicial. [ 9 ] ​ [ 10 ] ​ Dichos experimentos causaron una notable disminución en el grosor de la capa granular externa (EGL), al igual que disminución en el número de células. Ello permite concluir el efecto causal de la señalización de Shh en el estadio proliferativo de las células granulares. La presencia de ptc2 en las células granulares es de relevancia, puesto que las células granulares con la ruta de señalización Shh activa no entran en la etapa de diferenciación celular, incluso mutantes para ptc generan meduloblastoma en ratones y en humanos. Por lo tanto, la actividad de Shh es esencial en etapas iniciales del desarrollo (proliferación) de las células granulares pero su inhibición y regulación posterior es necesaria para continuar el curso del desarrollo normal de estas células. Un artículo reciente sobre el tema, que habla sobre Shh y ATF5 en el control de la proliferación de células granulares puede ser consultado [ 11 ] ​ Diferenciación Dando continuidad al proceso, las neuronas granulares deben terminar la proliferación celular inducida por agentes mitógenos como Shh. Sato y colaboradores mostraron el efecto antagónico de JASP1 sobre Shh a través de la modulación de la actividad de JNK.La activación de esta ruta de señalización por el factor de crecimiento fibroblástico FGF-2 produce una colocalización de JASP1 y las formas fosforiladas de JNK y ERK en la membrana celular, [ 12 ] ​ que posteriormente dará lugar a la inhibición de la actividad mitógena de Shh permitiendo salir del ciclo celular. Ello es evidenciado por un decrecimiento en la población de células positivas para el factor Ki67 (proliferación) y el aumento de células positivas p27-Kip1 (represor del ciclo celular) y BrdU. [ 13 ] ​ Otro gen implicado en la interfase diferenciación-migración es el gen weaver. Mutantes para este gen tienen proliferación de las células precursoras granulares normal (GCPs), sin embargo estas células no pueden salir del ciclo celular y terminan muriendo. Estas células pueden expresar algunos marcadores neuronales como N-CAM, L1 y MAP-2, pero la expresión de genes tardíos como TAG-1 y astrotactina es eliminada. [ 14 ] ​ Migración Las neuronas granulares inmaduras que inician la diferenciación celular, comienzan la formación de un axón con la forma característica de T (ubicado hacia lo que será la capa molecular). Este estadio del desarrollo es identificable por la presencia de TAG-1 en el axón en formación. Del otro extremo, se inician translocaciones sucesivas y discretas del núcleo. este proceso de migración desde el EGL hasta el IGL atravesando la capa de células de Purkinje (PCL) implica la interacción y contacto directo entre células gliales de Berman y las neuronas granuales. En 1988, a través de técnicas inmunológicas y de microscopía Edmonson y colaboradores descubrieron la proteína de membrana astrotactina (ASTN1), una glicoproteína de 100 kDa cuya función es estabilizar las uniones temporales entre la astroglia y las neuronas granulares. En este artículo se muestra como los mutantes weaver, mencionados en el apartado anterior no expresan esta proteína y paralelamente son incapaces de unirse a las células gliales de Bergman e iniciar la migración. [ 15 ] ​ Estudios recientes realizados por el grupo de la Dr.Hatten han demostrado la actividad no redundante de la ASTN2. Esta proteína fue descubierta a partir de análisis bioinformáticos de homología. Increíblemente (como la misma autora dice), esta proteína no es expuesta a la superficie celular como su homóloga ASTN1, y por lo tanto no pude tener una función directa en la adhesión neuron-glia. En una primera fase del estudio se mostró el control dinámico en la exocitosis endocitosis de vesículas con ASTN1, esta glicoproteína es exocitada en el área distal del proceso líder (proceso citoplasmático que define la dirección de migración) donde es requerido un punto de adhesión para aplicar las fuerzas que conducen la translocación somática. Una vez se ha dado este movimiento se requiere de ASTN1 en la nueva frontera de migración y la membrana con ASTN1 que se encuentra cerca al núcleo es endocitada para su posterior reciclaje. La ASTN2 interactúa físcamente con la ASTN1 y parece regular la cantidad de ASTN1 que es exportada a la membrana. [ 16 ] ​ Tinción de Nissl de cerebelo maduro donde se diferencia la capa molecular(ML), la capa celular de Purkinje (PCL) y la capa granular interna con neuronas granulares(100x) Ampliación que permite comparar el tamaño y morfología de las células de Purkinje(grandes y con gran arborización dendrítrica) y las neuronas granulares (pequeñas, redondas de coloración violeta oscura)(400x) Además de las interacciones celulares glía-neurona, las células granulares deben establecer una polaridad que dé dirección a la migración y organizar los componentes motores que ejecutan el desplazamiento. Al respecto, Solecki y colaboradores han trabajado en el control de componentes citoesqueléticos en el proceso de migración. En primer lugar se ensambla una caja de microtúbulos alrededor del núcleo, ello es coordinado por el centrosoma. Los movimientos discretos del núcleo son precedidos por el avance del centrosoma en la dirección del proceso líder, lo cual es coordinado molecularmente por el complejo Par6 (actualmente se realizan estudios sobre GTPases que interactúan con el complejo Par6, que puedan contribuir en la explicación de la polaridad en la migración). [ 17 ] ​ Uno de los mecanismos moleculares encargados directamente en el movimiento es la activación motores actomiosínicos. [ 18 ] ​ Establecimiento de conexiones sinápticas Terminada la migración, las neuronas se localizan en la capa granular interna, listas para el proceso que las convertirá en neuronas funcionales: Las conexiones sinápticas. Los axones con forma de T de la capa molecular dan origen a conexiones con las dendritas de las células de Purkinje, mientras que las fibras musgosas forman terminales nerviosas alrededor de los somas de las neuronas granulares (glomérulos sinápticos).Otro cambio que ocurre en la maduración de las células granulares es la expresión de la subunidad α6 del receptor GABA (Hay que recordar que la modulación electrofisiológica depende de los receptores canal activos, como el receptor GABA) y la expresión de la enzima deshidrogenasa de ácido glutámico (cataliza la descarboxilación del glutamato para sintetizar GABA). [ 6 ] ​ Piper y colaboradores ha identificado un factor de transcripción que gatilla la expresión de la subunidad α6 del receptor GABA en estas células, [ 19 ] ​ haciendo pensar que estos cambios en el desarrollo están controlados por cascadas divergentes (la activación de pocos factores de transcripción es responsable de un perfil de expresión genética muy distinto.En las figuras 2 y 3 se muestran cortes de cerebelo adulto, donde se puede identificar la capa granular, la capa decélulas de purkinje y la capa granular interna (IGL)después de la migración y establecimiento de conexiones sinápticas. Evolución filogenética [ editar ] El cerebelo aparece en todos los vertebrados pero con diferente grado de desarrollo: muy reducido en peces , anfibios y aves , alcanza su máximo tamaño en los primates especialmente en el hombre. Anatomía [ editar ] El cerebelo se encuentra pegado a la pared posterior del tronco del encéfalo y está incluido dentro de un estuche osteofibroso -la celda cerebelosa o subtentorial- formado por una pared superior y otra inferior. La pared superior está constituida por una prolongación de la duramadre denominada tienda del cerebelo y la pared inferior la forman las fosas cerebelosas del hueso occipital recubiertas por la duramadre . Normalmente, el cerebelo de un varón adulto pesa unos 150 g y mide 10 cm de ancho, 5 cm de alto y 6 cm en sentido antero-posterior. En los niños la relación entre el volumen del cerebelo y del cerebro es de 1 a 20, mientras que en adultos es de 1 a 8. Descripción externa [ editar ] El cerebelo está conformado por dos hemisferios separados por un vermis, tiene forma de cono truncado aplastado en sentido supero-inferior en el cual se pueden diferenciar tres caras: superior, inferior y anterior. Cara superior [ editar ] Visión superior del cerebelo humano. . La cara superior tiene la forma de un tejado con dos vertientes laterales y está en contacto con la tienda del cerebelo. En la parte central, presenta una elevación alargada en sentido antero-posterior que recibe el nombre de vermis superior. A ambos lados del vermis superior se extienden dos superficie inclinadas y casi planas que constituyen las caras superiores de los hemisferios cerebelosos. La cara superior está separada de la cara inferior por el borde circunferencial del cerebelo. En una vista superior, el borde circunferencial presenta dos escotaduras: una anterior en relación con el tronco del encéfalo, y otra posterior en relación con la hoz del cerebelo . El borde circunferencial del cerebelo está recorrido longitudinalmente por una fisura profunda denominada fisura prima o surco primario. Cara inferior [ editar ] Visión inferior del cerebelo humano. Donde se ven la cara inferior y la cara anterior del cerebelo. La cara inferior está directamente apoyada sobre la duramadre que recubre las fosas cerebelosas. Muestra un amplio surco en la línea media denominado vallécula o cisura media que alberga la hoz del cerebelo y en cuyo fondo se encuentra el vermis inferior que es la continuación del superior. Lateralmente a la cisura media se localizan las caras inferiores de las hemisferios cerebelosos, que son convexas hacia abajo. En la parte más anterior y a ambos lados del vermis inferior, los hemisferios cerebelosos presentan una prominencia ovoidea denominada amígdala cerebelosa . Estas amígdalas guardan una estrecha relación con el bulbo raquídeo. Cara anterior [ editar ] La cara anterior está íntimamente relacionada con la cara posterior del tronco del encéfalo y para poder verla es necesario seccionar los tres pares de pedúnculos que la unen a ella. Presenta una depresión central que se corresponde con el techo del [IV ventrículo] y está delimitada por los pedúnculos de ambos lados y por los velos medulares superior e inferior. Por encima de esta depresión asoma el extremo anterior del vermis superior o língula , y por debajo se ve el extremo anterior del vermis inferior o nódulo . A ambos lados del nódulo, y por debajo de los pedúnculos cerebelosos inferiores, hay unas prominencias denominadas flóculos . El nódulo y los folículos están unidos entre sí por el pedúnculo del floculo que, en parte, corre sobre el velo medular inferior. Divisiones [ editar ] Hay tres maneras diferentes de dividir el cerebelo: morfológicamente, filogenéticamente y funcionalmente. Morfológica [ editar ] Sección sagital de encéfalo humano. 1:Língula. 2:Lobulillo central. 3:Culmen. 4:Fisura prima. 5:Declive. 6:Folium. 7:Túber. 8:Pirámide. 9:Úvula. 10:Nódulo (lóbulo floculonodular). 11:Amígdala cerebelosa. A:Lóbulo anterior. B:Lóbulo posterior. Clásicamente se realiza una división morfológica que es meramente descriptiva de la superficie del cerebelo, y no tiene base funcional ni ontogénica ni ninguna aplicación en la práctica clínica. La superficie del cerebelo se encuentra surcada por muchas fisuras transversales más o menos paralelas entre sí. Entre ellas hay dos que destacan por ser las más profundas y nos sirven para dividirlo en lóbulos. Una es la fisura prima o primaria que recorre la cara superior y la divide aproximadamente en dos mitades iguales, y la otra es la fisura posterolateral o dorsolateral que se localiza en la cara anterior en posición caudal respecto del nódulo y los flóculos. Estas fisuras delimitan los tres lóbulos del cerebelo: el anterior, el posterior y el floculonodular. Cada uno de estos lóbulos incluye una porción que forma parte del vermis y otra que forma parte de los hemisferios cerebelosos. La porción del vermis que corresponde a cada lóbulo se subdivide en segmentos a los que, generalmente, se asocia un par de lobulillos situados en los hemisferios cerebelosos. La subdivisión dentro de cada uno de los lóbulos viene determinada por la existencia otras fisuras transversales de menor profundidad. El lóbulo anterior se sitúa por delante de la fisura prima y abarca parte de la cara anterior y parte de la cara superior. Se subdivide en: Língula (I), que es la porción más anterior del vermis y se une al velo medular superior . Lobulillo central (II y III), que se sitúa justo por encima de la língula y se prolonga a ambos lados mediante las alas del lobulillo central (H II y H III). La fisura que lo separa de la língula recibe el nombre de fisura precentral. Culmen (IV y V), que es la porción más craneal de todo el vermis y se asocia lateralmente con la porción anterior de los lobulillos cuadrangulares (H IV y H V). La fisura que lo separa del lobulillo central se denomina postcentral. El lóbulo posterior se sitúa entre las fisuras prima y posterolateral y abarca parte de la cara superior y parte de la cara inferior. Se subdivide en: Declive (VI), que desciende desde el culmen hacia atrás y se asocia lateralmente al lobulillo simple o porción inferoposterior del lobulillo cuadrangular (H VI). Folium u hoja del vermis (VII-A), que es una estrecha lámina de unión entre los lobulillos semilunares superiores (o anseriformes. H VII-A) izquierdo y derecho. Túber o tubérculo del vermis (VII-B), que se asocia lateralmente a los lobulillos semilunares inferiores (H VII-A) y a los lobulillos gráciles (delgados o paramedianos. H VII-B), y se sitúa justo por debajo de la fisura horizontal que lo separa del folium. Pirámide del vermis (VIII), que se sitúa por delante del túber y se asocia con los lobulillos digástricos (H VIII-A y B) izquierdo y derecho. La fisura que la separa del túber se llama prepiramidal y la fisura que la separa de la úvula se llama postpiramidal o secundaria. Úvula del vermis (IX), que se encuentra entre las dos amígdalas cerebelosas (H IX) justo por encima de la pirámide. El lóbulo floculonodular se sitúa por delante de la fisura posterolateral y como su propio nombre indica está formado por el nódulo (X) -que corresponde al vermis- y los flóculos (H X) -que corresponden a los hemisferios-, unidos por el pedúnculo del flóculo. El término cuerpo del cerebelo se utiliza para denominar a la totalidad del cerebelo, a excepción del lóbulo floculonodular. El vermis superior está constituido por la língula, el lobulillo central, el culmen, el declive y el folium. El vermis inferior está constituido por el túber, la pirámide, la úvula y el nódulo. Algunos autores en vez de distinguir tres lóbulos distinguen cuatro: el anterior, el medio, el posterior y el floculonodular. La diferencia radica en que dividen al lóbulo posterior en dos mediante la fisura prepiramidal, de tal forma que por encima de ella se extiende el lóbulo medio y por debajo el lóbulo posterior. Filogenética [ editar ] Desde el punto de vista filogenético, el cerebelo puede dividirse en tres porciones: arqueocerebelo, paleocerebelo y neocerebelo. Esta división es de gran interés porque cada una de las porciones posee cierta identidad funcional y clínica. El arquicerebelo . Es la porción filogenéticamente más antigua y se corresponde con el lóbulo floculonodular. Surge durante el desarrollo filogenético al mismo tiempo que el aparato vestibular del oído interno. La mayoría de aferencias que recibe provienen de los núcleos vestibulares y se corresponde en gran medida con el vestíbulocerebelo. Tiene una función de equilibrio. El paleocerebelo . Es más moderno que el arqueocerebelo y está integrado por la pirámide, la úvula, el lobulillo central con las alas, el culmen y el lobulillo cuadrangular. La mayoría de las aferencias que recibe provienen de la médula espinal y tiene cierta correspondencia con el espinocerebelo. Tiene una función de control postural. El neocerebelo . Es la parte más moderna y está formado por la totalidad del lóbulo posterior a excepción de la pirámide y la úvula. La mayoría de las aferencias que recibe provienen de la corteza cerebral a través de los núcleos del puente y se identifica con el cerebrocerebelo. Tiene una función de coordinación motora (movimientos voluntarios). Representación topográfica del cuerpo [ editar ] Del mismo modo que la corteza somatosensitiva , la corteza motora , los ganglios basales, los núcleos rojos y la formación reticular poseen una representación topográfica de las diferentes partes del cuerpo, esto sucede también en el caso de la corteza cerebelosa. El tronco y el cuello así como las porciones proximales de las extremidades quedan situadas en la región perteneciente al vermis. En cambio, las regiones faciales y las porciones distales de las extremidades se localizan en las bandas paravermianas. Las porciones laterales de los hemisferios cerebelosos (cerebrocerebelo) al igual que el lóbulo floculonodular (vestibulocerebelo), no poseen una representación topográfica del cuerpo. Estas representaciones topográficas reciben aferencias desde todas las porciones respectivas del cuerpo y también desde las áreas motoras correspondientes en la corteza cerebral y en el tronco del encéfalo. A su vez, devuelven señales motoras a las misma áreas respectivas de la corteza motora y también a las regiones topográficas oportunas del núcleo rojo y de la formación reticular en el tronco del encéfalo. Estructura interna [ editar ] De una forma similar al cerebro, el cerebelo puede dividirse en sustancia gris y sustancia blanca . La sustancia gris se dispone en superficie, donde forma la corteza cerebelosa, y en el interior, donde constituye los núcleos profundos. La sustancia blanca se localiza en la parte interna, envolviendo por completo a los núcleos profundos. Corteza cerebelosa [ editar ] La corteza cerebelosa tiene una superficie muy extensa, unos 500 cm² gracias a los numerosos pliegues o circunvoluciones ( folia cerebelli ) predominantemente transversales que aumentan unas tres veces su área. Los abundantes surcos y fisuras le dan a la superficie vergosa y venosa un aspecto rugoso característico. La corteza está conformada por multitud de unidades histofuncionales conocidas como laminillas cerebelosas. En un corte sagital de una circunvolución del cerebelo visto al microscopio, se puede observar que está integrada por multitud de microcircunvoluciones. Estas microcircunvoluciones son las laminillas cerebelosas, que están constituidas por una fina lámina de sustancia blanca recubierta de sustancia gris. La sustancia gris periférica de la laminilla cerebelosa tiene un espesor de alrededor de 1 mm. Posee una estructura histológica, homogénea en todas sus regiones, constituida por tres capas en las que se distinguen siete tipos fundamentales de neuronas. Al igual que el resto del sistema nervioso , la corteza cerebelosa también posee células gliales y vasos sanguíneos . Capas de la corteza [ editar ] Esquema de la estructura de la corteza cerebelosa. . En la corteza cerebelosa, de profundo a superficial, se puede distinguir las siguientes capas: capa de células granulares, capa media o de células de Purkinje y capa molecular o plexiforme. La capa granular es la capa más profunda de la corteza cerebelosa y limita en su zona interna con la sustancia blanca. Debe su nombre a que en ella predominan un tipo de pequeñas neuronas intrínsecas denominadas granos o células granulares del cerebelo. Debido a las características tintoriales de los núcleos de estas células, la capa granular presenta un aspecto linfocitoide ( basófilo ), aunque de cuando en cuando se pueden apreciar unos pequeños espacios acelulares eosinófilos denominados islotes protoplásmicos. Tiene una anchura variable de 500 en la convexidad a 100 μm en el surco, siendo la capa de mayor espesor de la corteza cerebelosa. La capa de las células de Purkinje está constituida por los somas de las células de Purkinje que se disponen en una formando una lámina monocelular. A pocos aumentos presenta una mayor densidad celular en la convexidad de la laminilla que en los surcos. Algunos autores no consideran que las células de Purkinje formen una capa definida y dividen la corteza cerebelosa solo en dos capas: granular y molecular. La capa molecular recibe su nombre porque contiene principalmente prolongaciones celulares y pocos somas neuronales. Tiene un carácter tintorial eosinófilo (adquiere color rosáceo en los cortes teñidos con hematoxilina-eosina). Su espesor aproximado es de unos 300 a 400 μm y su superficie se halla cubierta por la piamadre . Tipos neuronales [ editar ] Dibujo de las células de Purkinje (A) y las células granulares (B) en la corteza cerebelosa de una paloma , por Santiago Ramón y Cajal en 1899. Instituto Santiago Ramón y Cajal, Madrid ( España ). Las neuronas de la corteza cerebelosa se clasifican en: neuronas principales o de proyección y las intrínsecas o interneuronas. Las principales son aquellas cuyos axones salen de la corteza para alcanzar los núcleos cerebelosos profundos o los núcleos vestibulares. Las intrínsecas son las que extienden sus axones exclusivamente por la corteza. También tenemos que tener en cuenta las fibras aferentes extrínsecas que llegan a la corteza, entre las que destacan las fibras musgosas y las trepadoras. Las neuronas principales son las células de Purkinje cuya disposición, forma y tamaño son homogéneos en toda la corteza cerebelosa. Se ha calculado que en el cerebelo humano existen unos 30 millones de estas neuronas. Su soma tiene un diámetro de entre 40 y 80 μm. De la parte superior del cuerpo neuronal parte un grueso tronco dendrítico que se ramifica profusamente en ramas de primer, segundo y tercer orden, de forma que constituyen un denso árbol dendrítico característico de estas neuronas. Este árbol dendrítico se extiende por todo el espesor de la capa molecular, con la particularidad de que se arboriza prácticamente en un solo plano, perpendicular al eje transversal de la laminilla. De esta forma en secciones parasagitales se aprecia en toda su extensión las ramificaciones de estas neuronas, mientras que en secciones transversales se observa su arborización como unas pocas y estrechas ramas verticales. Las dendritas se hallan cubiertas de espinas, de modo que se ha calculado que cada célula de Purkinje puede tener de 30.000 a 60.000 espinas. De la parte inferior del soma se origina el axón que, cerca de su origen, se mieliniza, atraviesa la capa de células granulares y, tras emitir colaterales, ingresa en la sustancia blanca. Desde aquí los axones de las células de Purkinje se dirigen hacia los núcleos cerebelosos y vestibulares donde terminan. Las recurrentes axónicas vuelven a la capa de células de Purkinje en cuyas proximidades se arborizan formando los plexos supragangliónico e infragangliónico. Ultraestructuralmente, las células de Purkinje se caracterizan porque su soma muestra abundante retículo endoplásmico rugoso y un aparato de Golgi muy desarrollado. Tanto en el soma como en las dendritas y el axón aparecen frecuentemente cisternas membranosas aplanadas pertenecientes al retículo endoplásmico liso justo por debajo de las membrana (cisternas hipolemnales). Estas cisternas hipolemnales son características de este tipo celular, aunque puede hallarse algunas de ellas en otros tipos de neuronas de gran tamaño. Las neuronas intrínsecas se distribuyen por las capas granular y molecular. En la capa granular se encuentran tres tipos de células: las células granulares, las grandes células estrelladas -células de Golgi y de Lugaro- y las células monodendríticas o monopolares en penacho. En la capa molecular se hallan las células estrelladas pequeñas -células estrelladas y células en cesta-. Las células granulares o granos del cerebelo, son las neuronas de menor tamaño de todo el sistema nervioso humano y su soma mide de 5 a 8 μm de diámetro. Se hallan densamente empaquetadas en la capa granular. Son muy numerosas, calculándose que en el cerebelo humano hay unos 50.000 millones de estas neuronas. El soma no posee apenas grumos de Nissl y está ocupado casi por completo por el núcleo, que presenta cromatina densa, lo que provoca una gran cromofilia y es responsable del aspecto linfocitoide de la célula. Los cuerpos neuronales no están recubiertos de glía y se sitúan muy próximos entre sí pero sin presentar sinápsis. Del soma parten cuatro a seis dendritas cortas, de unos 30 μm de longitud, con un trayecto algo flexuoso y sin ramificaciones, que presentan en su interior neurotúbulos y neurofilamentos . Estas dendritas terminan en varias dilataciones que recuerdan a los dedos de una mano, que confluyen en los islotes protoplásmicos y mediante las cuales establece sinapsis con las fibras musgosas. Del soma, o de una de sus dendritas, parte el axón, amielínico en todo su trayecto, que asciende por la capa molecular siguiendo un trayecto ligeramente curvo. Una vez alcanzada la superficie de la capa molecular, el axón se ramifica en T dando origen a dos fibras denominadas fibras paralelas. Estas fibras paralelas llevan un trayecto transversal, es decir paralelo al eje de la laminilla y perpendicular a la arborización dendríticas de las células de Purkinje. Las fibras paralelas llegan a medir de 2 a 3 mm de longitud, lo que resulta extraordinario para una neurona con un soma tan pequeño. Normalmente, los granos más profundos son los que tienen los axones más gruesos y dan origen a las fibras paralelas más profundas. Mediante las fibras paralelas, las células granulares, hacen sinapsis 'en passant' con las espinas dendríticas de las células de Purkinje, de forma que una sola células granular puede contactar con un número variable (50 a 100) de células de Purkinje y, a su vez, cada una de estas recibe impulsos de unas 200.000 a 300.000 fibras paralelas. Esta disposición recuerda a la de los postes y los cables de un tendido eléctrico. Además las fibras paralelas hacen también sinapsis 'en passant' sobre las dendritas de las células de Golgi, las células en cesta y las estrelladas. Las células granulares reciben sus aferencias de las rosetas de las fibras musgosas y de los axones de las células de Golgi. Ambos tipos de terminales hacen sinapsis sobre las varicosidades digitiformes de las células granulares formando, en conjunto, lo que se denomina glomérulo cerebeloso. Bajo el nombre de grandes células estrelladas se incluyen a todas aquellas neuronas, distintas de los granos y de las células monodendríticas en penacho, que se sitúan en la capa granular. Las células de Golgi son de un tamaño algo menor a las células de Purkinje y su número es similar al de estas últimas neuronas. Su soma tiene forma estrellada y se halla preferentemente situado en la zona superficial de la capa de células granulares. Contiene abundantes grumos de Nissl y neurofibrillas, y un retículo endoplásmico liso y un aparto de Golgi casi tan ricos como los de la célula de Purkinje. en cambio, las cisternas hipolemnales son muy escasas. Presenta un núcleo escotado, con cromatina laxa y un prominente nucléolo excéntrico. Sus dendritas, en número de cuatro o cinco, parten en dirección horizontal o descendente, se incurvan y se dicotamizan adoptando en conjunto la forma de un ramillete no muy tupido, que se proyecta hacia la capa molecular. Las espinas dendríticas no son muy abundantes. A medida que nos alejamos del soma, las dendritas van disminuyen su contenido en orgánulos y en las regiones más distales solo hay haces de neurotúbulos y algo de retículo endoplásmico liso. A diferencia de la célula de Purkinje, el campo dendrítico de la célula de Golgi se dispone en las tres dimensiones y comprende un amplio territorio abarcando un área de unas 20 células de Purkinje. De la región basal de la célula o de uno de los troncos dendríticos principales parte un axón con forma de plexo ramificado, extraordinariamente denso, situado en la capa de células granulares. El plexo axónico de las células de Golgi presenta tres tipos básicos de arborización con una correspondencia funcional perfecta. En el primer tipo, el plexo axónico cubriría un campo similar al campo dendrítico. en el segundo tipo, el axón se extendería mucho más pero sin salirse de la laminilla. en el tercer tipo, se originan dos plexos, uno en la propia laminilla y otro en la vecina. El plexo axónico acaba en numerosos grupos de terminaciones arracimados que confluyen en los islotes protoplásmicos y hacen sinapsis con las dendritas de las células granulares. Las células de Golgi reciben sus aferencias de las fibras musgosas y las fibras trepadoras y, en menor proporción, de otras neuronas como las células granulares. Un tipo característico de sinapsis son las axo-somáticas formadas por una dilatación de las fibras musgosas que se incrusta en cuerpo de una célula de Golgi, quedando casi envuelta por su citoplasma. Las células de Lugaro no son tan conocidas ni están tan estudiadas como otros tipos neuronales del cerebelo. Se caracterizan por tener un gran soma fusiforme localizado justo por debajo de la capa de células de Purkinje. Tienen largas dendritas opositopolares rectilíneas o en abanico, que se extienden siguiendo un plano transversal y cubriendo un campo que alberga 1 o 2 hileras completas de células de Purkinje. Su axón se bifurca en un amplio plexo arrosariado que se extiende desde la zona superior de la capa granular hasta la superficie de la capa molecular, dispuesto en un plano sagital. A parte de las células de Golgi y de Lugaro, hay otros tipos de células que también son grandes células estrelladas. Se trata de elementos aberrantes y, por lo tanto, muy infrecuentes y con escaso significado funcional. Son células de Golgi, células de Purkinje y neuronas de proyección de los núcleos profundos, en una situación ectópica. Las células monodendríticas en penacho son un nuevo tipo celular descrito recientemente. Se encuentran en la capa granular, presentan un soma esférico y un único tronco dendrítico que termina en una corta arborización en penacho. Las células estrelladas pequeñas pueden ser superficiales (células estrelladas) o profundas (células en cesta). Las células en cesta son un tipo especial de células estrelladas pequeñas a las que Cajal denominó 'pequeñas estrelladas profundas'. En el cerebelo humano, hay alrededor de 90 millones de células en cesta. Se caracterizan porque su soma tiene forma triangular o estrellada con unos 10 a 20 μm de diámetro y se sitúa en la mitad interna de la capa molecular justo por encima de las células de Purkinje. Tiene una núcleo lobulado y excéntrico, y su citoplasma posee unas pocos orgánulos concentradas en el polo opuesto al núcleo. Los grumos de Nissl y las cisternas hipolemnales son escasas, y el aparato de Golgi y el retículo endoplásmico liso están poco desarrollados. Sus dendritas pueden ser descendentes aunque lo normal es que asciendan hasta el tercio superior de la capa molecular, miden entre 100 y 200 μm de longitud, y se orientan en el mismo plano, aproximadamente, que las células de Purkinje. Las dendritas son rectilíneas, casi sin ramificaciones y con espinas, aunque mucho menos abundantes y más groseras que las de las células de Purkinje. Tienen abundantes neurotúbulos, neurofilamentos y retículo endoplásmico liso hasta en sus porciones más distales, y mitocondrias, retículo endoplásmico rugoso y aparato de Golgi en los principales tronco dendríticos. El axón, que puede alcanzar 1 mm de longitud, tras recorrer un trayecto horizontal en el plano sagital, aumenta de calibre, emite colaterales a la capa molecular y finaliza en una serie de terminales que rodean los somas de las células de Purkinje estableciendo numerosos contactos sinápticos. Estos terminales axónicos forman una especie de cesta -por lo que estas neuronas reciben su característico nombre- confluyendo sus extremos en la base del soma de la célula de Purkinje donde forman un pincel que rodea el segmento inicial del axón. Cada axón de una célula en cesta puede dar origen a unas diez cestas perisomáticas, mientras que varias células en cesta contribuyen a formar los nidos pericelulares de una célula de Purkinje. En contraposición a las otras neuronas del cerebelo, los campos axónicos de las células en cesta presentan una notable superposición. Las aferencias de las células en cesta provienen principalmente de las fibras trepadoras y paralelas, así como de células estrelladas, de colaterales del plexo supragangliónico de las células de Purkinje y de otras células en cesta. Dentro de las células estrelladas se distinguen varios tipos diferentes, aunque su morfología general es esencialmente similar en todas ellas. Su soma es estrellado o poligonal y se sitúa en la parte externa de la capa molecular. Tiene un núcleo con cromatina laxa y un citoplasma con escasos orgánulos. Su axón, después de un tramo inicial de 5 a 6 μm de longitud, se ramifica cerca del soma formando un plexo que termina haciendo sinapsis sobre diferentes zonas de la célula de Purkinje y sobre otras interneuronas. Sus dendritas se originan de cinco o seis troncos principales y se ramifican en el plano transversal formando un plexo varicoso provisto de espinas que se extiende por la capa molecular recibiendo sinapsis de las fibras paralelas y trepadoras además de otras células estrelladas y de células en cesta. Además hay otras células estrelladas que son algo más grandes y presentan un aspecto muy similar al de las células en cesta llegando a participar en la formación de las cestas perisomáticas aunque sin formar parte del pincel. Fibras extrínsecas [ editar ] Las fibras extrínsecas son los axones mielínicos aferentes que alcanzan la corteza cerebelosa desde otras regiones del sistema nervioso central. Las más importantes son las fibras musgosas y las trepadoras. Las fibras musgosas son gruesas fibras mielínicas que proceden de numerosas áreas del sistema nervioso como son el ganglio y núcleos vestibulares, la médula espinal, la formación reticular y los núcleos del puente. A través de estas fibras el cerebelo recibe información procedente de, prácticamente, todo el sistema nervioso incluida la corteza cerebral. Entran principalmente por los pedúnculos cerebelosos medio y superior, y dan colaterales para los núcleos profundos, distribuyéndose a continuación por toda la corteza cerebelosa. Las fibras musgosas al llegar a la capa granular siguen un trayecto tortuoso y se dividen en varias ramas que presentan dilataciones arborizadas y varicosas parecidas al musgo y denominadas rosetas o rosáceas. Cada fibra musgosa da origen a unas 20 rosetas que se localizan tanto en el curso de la fibra como en sus terminaciones y bifurcaciones. Estas rosetas hacen sinapsis sobre las dilataciones digitiformes de las células granulares y los axones de las células de Golgi, formando los denominados glomérulos cerebelosos. Además hacen sinapsis con el soma de las células de Golgi. Las fibras musgosas son gruesas, con abundantes neurotúbulos, neurofilamentos y mitocondrias. Están envueltas en una gruesa vaina de mielina en cuyos nodos de Ranvier se localizan las rosetas. Las fibras trepadoras son los axones de las neuronas de proyección del núcleo olivar inferior desde donde penetran en el cerebelo por el pedúnculo inferior. Una única neurona del núcleo olivar inferior da origen a unas diez fibras trepadoras. Tienen menor diámetro que las musgosas. Al llegar al cerebelo, estas fibras dan colaterales para los núcleos profundos y luego se distribuyen por toda la corteza cerebelosa donde pierden la mielina. Penetran en la capa granular en línea recta y sin varicosidades dando una o dos colaterales. Alcanzar la capa de células de Purkinje donde cada fibra se superpone a varias células de Purkinje ascendiendo sobre ellas a la vez que se ramifica. Hay una fibra trepadora por cada 5 a 10 células de Purkinje que realiza unas 300 sinapsis con cada neurona. El destino de las colaterales de la capa granular son las dendritas y los somas de las células de Golgi. Las fibras trepadoras en su porción más distal se hacen finas y amielínicas, con algunos neurofilamentos, pocas mitocondrias y abundantes sinapsis 'en passant' con las dendritas de las células de Purkinje. También presentan unos botones muy densos y repletos de vesículas redondeadas que demuestran la existencia de sinapsis entre estas fibras y las dendritas de las células estrelladas y las células en cesta. Además de las musgosas y las trepadoras, la corteza cerebelosa recibe otras fibras nerviosas aferentes entre las que destacan las procedentes de locus caeruleus, que son noradrenérgicas y se distribuyen por las tres capas, y las que se originan en los núcleos del rafe , que envían serotonina a la capa de células granulares y a la capa molecular. Glia [ editar ] En la corteza cerebelosa predominan los astrocitos protoplásmicos entre los que destaca un tipo peculiar de astrocito denominado glia de Bergmann. El soma de esta célula tiene forma irregular y se halla entre las células de Purkinje desde donde parten de dos a tres prolongaciones con gruesas excrecencias protoplásmicas que se extienden por toda la capa molecular y alcanzan la piamadre. Una vez alcanzada la piamadre se adosan a ella mediante unos ensanchamientos que forman la capa limitante de Cajal. Otro tipo especial de astrocitos son las células de Fañanás cuyos somas se sitúan en la capa molecular y sus expansiones no alcanzan la piamadre. Tanto las células de Fañanás como la glia de Bergmann no presentan ninguna pecularidad ultraestructural, expresando ambas positividad para el anticuerpo de la proteína gliofibrilar ácida (GFAP). En la capa granular se pueden observar astrocitos protoplasmáticos que no aíslan todas las neuronas y que parecen formar círculos alrededor de los glomérulos cerebelosos. Así mismo existen oligodendrocitos en la capa molecular pero no en la granular. Núcleos profundos [ editar ] En el interior de la sustancia blanca podemos encontrar 4 pares de núcleos de sustancia gris, que de medial a lateral son: el núcleo del fastigio (o del techo), el globoso, el emboliforme y el dentado. El emboliforme y el globoso está muy relacionados funcionalmente y en conjunto forman el núcleo interpuesto. Los núcleos vestibulares del bulbo raquídeo también funcionan en ciertos aspectos como si fueran núcleos cerebelosos profundos debido a sus conexiones directas con la corteza del lóbulo floculonodular. El núcleo del fastigio es una masa gruesa con forma de cometa, ubicada casi en la línea media, justo por encima del techo del IV ventrículo del cual está separado por una delgada capa de sustancia blanca. El núcleo globoso es alargado en sentido anteroposterior y se sitúa entre el núcleo del fastigio y el emboliforme. El núcleo emboliforme tiene forma de coma, con la parte gruesa dirigida hacia delante y se sitúa junto al hilio del núcleo dentado. El núcleo dentado es el de mayor tamaño y se ha calculado que tiene unas 250.000 neuronas. Es de color gris amarillento y tiene forma de bolsa con pliegues abierta hacia delante y hacia la línea media. La abertura se denomina hilio del núcleo dentado y por él salen la mayor parte de las fibras que forman el pedúnculo cerebeloso superior. En el núcleo dentado se distinguen al menos dos tipos de neuronas: las grandes o de proyección y las pequeñas o interneuronas. Pero los circuitos sinápticos de este núcleo no están claramente establecidos. Tanto las neuronas de proyección como las interneuronas tienen prolongaciones no muy numerosas, largas y poco ramificadas, que les dan un aspecto general estrellado. El núcleo dentado, como el resto de los núcleos cerebelosos, además de recibir colaterales de fibras que desde otros centros nerviosos llegan al cerebelo, reciben los axones de las células de Purkinje. Cada uno de estos axones finaliza en un dilatado plexo terminal sobre unas 30 neuronas de los núcleos cerebelosos. Los axones de las neuronas de proyección se dirigen a través de los pedúnculos hacia centros nerviosos específicos. No hay conexiones directas de la corteza cerebelosa con el exterior, excepto por algunos axones de las células de Purkinje que alcanzan directamente los núcleos vestibulares. Sustancia blanca [ editar ] En un corte sagital del cerebelo, la sustancia blanca adopta una disposición arborescente por lo que a veces se la conoce como árbol de la vida del cerebelo o arbor vitae . Está formada por una masa voluminosa central, denominada cuerpo o centro medular, de la que parten prolongaciones hacia las circunvoluciones del cerebelo denominadas láminas blancas. El cuerpo medular se continúa hacia delante directamente con los pedúnculos, que también están constituidos de sustancia blanca. Desde el punto de vista histológico, la sustancia blanca del cerebelo está constituida por axones junto con astrocitos fibrosos y abundantes oligodendrocitos productores de la envoltura mielínica. Los axones de la sustancia blanca son tanto fibras eferentes y aferentes como fibras intrínsecas que conectan diferentes áreas corticales entre sí. Las fibras aferentes de la corteza corresponden a axones de las células de Purkinje mientras que las de los núcleos profundos corresponden a axones de las neuronas de proyección de dichos núcleos. Las aferencias corresponden a las fibras musgosas, las trepadoras y las que provienen de los sistemas noradrenérgico y serotoninérgico. Entre las fibras intrínsecas o propias se distinguen dos tipos: las fibras comisurales y las arqueadas o de asociación. Las comisurales cruzan la línea media y conectan las mitades opuestas del cerebelo mientras que las arquedas conectan circunvaluciones cerebelosas adyacentes entre sí. Sustancia gris [ editar ] La sustancia gris (o materia gris) corresponde a aquellas zonas del sistema nervioso central de color grisáceo integradas principalmente por somas neuronales y dendritas carentes de mielina junto con células gliales (neuroglia). En la médula espinal se aprecia en su centro y hacia los laterales, en forma de mariposa o letra H, mientras que en el cerebro ocupa la zona externa, con excepción de los internos ganglios basales que sirven como estaciones de relevo. En el cerebro se dispone en su superficie y forma la corteza cerebral, que corresponde a la organización más compleja de todo el sistema nervioso. Conexiones cerebelosas [ editar ] Al cerebelo llegan aferencias de todas las vías motoras y de todas las sensitivas, incluyendo la olfatoria [ 20 ] ​ y de él parten eferencias para controlar todas las vías motoras descendentes. Las eferencias no suelen hacer sinapsis directamente sobre las motoneuronas de la vía final común excepto en las de los músculos extrínsecos del globo ocular. Las eferencias normalmente actúan sobre los núcleos motores del tronco del encéfalo. El número de fibras aferentes cerebelosas es más de 40 veces superior al de fibras eferentes. Todas las conexiones del cerebelo pasan por los pedúnculos. A continuación se expondrán las principales conexiones que establece el cerebelo ordenadas siguiendo su división funcional. Hay que tener en cuenta que las fibras aferentes, al contrario que las eferentes, no terminan sobre la corteza cerebelosa siguiendo de manera estricta la división funcional. Aferencias del vestíbulocerebelo [ editar ] Mayoritariamente provienen del sistema vestibular mediante dos tractos: el vestibulocerebeloso directo o de Edinger y el vestíbulocerebeloso indirecto. También recibe algunas fibras del tracto corticopónticocerebeloso que provienen de la corteza visual del lóbulo occipital (fibras occipitopónticocerebelosas). El tracto vestibulocerebeloso directo o de Edinger está formado por los axones de las neuronas localizadas en el ganglio vestibular o de Scarpa, que llegan preferentemente al nódulo y algunas a la banda vermiana. No pasa por los núcleos vestibulares, no se decusa en su trayecto y entra directamente por el pedúnculo inferior. Transmite información sobre la posición de la cabeza y las aceleraciones lineales y angulares que sufre el cuerpo. El tracto vestibulocerebeloso indirecto está formado por los axones de las neuronas asentadas en los núcleos vestibulares superior y medial, que van a terminar en los flóculos y, en menor medida, en la banda vermiana. No se decusa en su trayecto y entra por el pedúnculo inferior. Transmite información sobre la posición de la cabeza y las aceleraciones lineales y angulares que sufre el cuerpo. Eferencias del vestíbulocerebelo [ editar ] Los principales tractos de fibras que parten del vestíbulocerebelo son: el cerebelovestibular, el floculooculomotor y el uncinado de Russell. El tracto cerebelovestibular está formado por fibras directas y cruzadas que se origina en los flóculos y que salen del cerebelo por el pedúnculo inferior para alcanzar los núcleos vestibulares medial y lateral. Regula la actividad de los tractos vestibuloespinales medial y lateral. El tracto floculooculomotor se origina en los flóculos, se decusa en pleno cerebelo, sale por el pedúnculo superior y asciende por el tronco del encéfalo hasta llegar al núcleo del nervio oculomotor (o motor ocular común). Controla los movimientos del globo ocular. El tracto uncinado de Russell se origina en los flóculos, se cruza y se dirige cranealmente hacia el pedúnculo cerebeloso superior. Pero antes de alcanzar ese pedúnculo, cambia bruscamente de dirección formando una especie de gancho y termina saliendo por el inferior. Acaba en los núcleos vestibulares. En su trayecto en el cerebelo emite colaterales que salen por el pedúnculo superior y alcanzan los núcleos de los nervios motores oculares, la formación reticular y el hipotálamo. Controla los movimientos del globo ocular y la actividad de los tractos vestíbuloespinales. Aferencias del espinocerebelo [ editar ] Las aferencias del espinocerebelo proceden de tres zonas del neuroeje : la médula espinal, el bulbo raquídeo y el mesencéfalo. A nivel de la médula espinal las aferencias llegan por medio de los tractos espinocerebelosos posterior y anterior. Estos tractos son capaces de transmitir impulsos nerviosos más rápido que cualquier otra vía del SNC alcanzando una velocidad de 120 m/s. Esta rapidez es necesaria para que llegue al cerebelo la información sobre los cambios ocurridos en los grupos musculares periféricos y poder coordinarlos a tiempo. El tracto espinocerebeloso anterior (ventral) o de Gowers se origina en la médula, en neuronas que se asientan en la zona lateral de la base del asta posterior, entre los últimos segmentos lumbares y los sacrococcígeos. Algunas de sus fibras cruzan la comisura gris para ascender por el cordón lateral del lado contrario, donde se sitúa próximo a la superficie medular. Las pocas fibras que no se cruzan ascienden por el cordón lateral del mismo lado. Todas sus fibras atraviesan el bulbo y el puente, y llegan hasta la zona más caudal del mesencéfalo donde cambian bruscamente de dirección para entrar al cerebelo por el pedúnculo superior. Alcanza el vermis y las bandas paravermianas de ambos lados. Transmite información propioceptiva inconsciente y exterioceptiva de la extremidad inferior. El tracto espinocerebeloso posterior (dorsal) o de Flechsing está formado por axones de neuronas cuyo soma se localiza en la columna torácica o núcleo de Stilling-Clarke . Asciende por el cordón lateral pegado a la superficie y justo por detrás del tracto espinocerebeloso anterior. Al alcanzar el bulbo penetra en el cerebelo por el pedúnculo inferior y llega hasta el vermis y la banda paravermiana del mismo lado de su origen. Transmite información propioceptiva inconsciente y exteroceptiva procedente del tronco y la extremidad inferior. A nivel del bulbo raquídeo las aferencias llegan por medio de los tractos cuneocerebeloso, olivocerebeloso y reticulocerebeloso. El tracto cuneocerebeloso está formado por los axones de las neuronas que asientan en el núcleo cuneiforme accesorio (fibras arqueadas externas posteriores). Asciende por el bulbo raquídeo sin decusarse y mezclado con el tracto espinocerebeloso posterior. Entra por el pedúnculo cerebeloso inferior y acaba en el vermis y en la banda paravermiana del mismo lado. Transmite la sensibilidad propioceptiva inconsciente y exteroceptiva de la mitad superior del cuerpo. El tracto olivocerebeloso es la conexión más importante que se establece entre bulbo raquídeo y cerebelo. Está formado por axones de las neuronas del núcleo olivar inferior y de los núcleos olivares accesorios . Estos núcleos reciben información somatoestésica, visual y de la corteza cerebral además de recibir aferencias vestibulares y del propio cerebelo. Al poco de originarse, el tracto olivocerebeloso se decusa totalmente y entra en el cerebelo por el pedúnculo inferior. Termina proporcionando fibras trepadoras para toda la corteza cerebelosa. Transmite al cerebelo la información recibida por los núcleos olivares. El tracto reticulocerebeloso está formado por axones de neuronas localizadas en la formación reticular bulbar y póntica. Parte de las fibras se cruzan y otra parte van directas. Entra por el pedúnculo cerebeloso inferior y alcanza principalmente el espinocerebelo aunque también manda algunas fibras para el cerebrocerebelo. Transmite información compleja, tanto de la periferia como de la corteza cerebral y otras partes del sistema nervioso central . A nivel del mesencéfalo las aferencias llegan por medio de los tractos tectocerebeloso, trigeminocerebeloso y rubrocerebeloso. El tracto tectocerebeloso está formado por los axones de las neuronas de los tubérculo cuadrigéminos superiores e inferiores. Entran en el cerebelo a través del pedúnculo superior del mismo lado y terminan en la parte media del vermis. Transmite información visual y acústica proveniente de la corteza cerebral. El tracto trigeminocerebeloso está formado por axones de neuronas del núcleo mesencefálico del nervio trigémino que entran al cerebelo a través del pedúnculo superior sin decusarse por el camino. Terminan en el vermis y en la banda vermiana del mismo lado de su origen. Transmite información propioceptiva del macizo craneofacial . El tracto rubrocerebeloso está formado por axones de neuronas asentadas la porción parvocelular del núcleo rojo que se decusan en su totalidad antes de alcanzar el cerebelo por el pedúnculo superior. Eferencias del espinocerebelo [ editar ] Las principales referencias que parten del espinocerebelo son: el tracto interpuestorreticular, el tracto interpuestoolivar, el tracto interpuestotectal y el tracto interpuestorrúbrico. El tracto interpuestorreticular se origina en el núcleo interpuesto, sus fibras se decusan parcialmente y salen del cerebelo por los pedúnculos inferiores para alcanzar los núcleos de la formación reticular. El tracto interpuestoolivar sale por el pedúnculo cerebeloso superior, se decusa en su totalidad a nivel del mesencéfalo y desciende por el tronco del encéfalo para alcanzar el núcleo olivar inferior. El tracto interpuestotectal se decusa parcialmente antes de salir por el pedúnculo cerebeloso superior y ascender por el tronco del encéfalo hasta alcanzar los tubérculos cuadrigéminos superior e inferiores. El tracto interpuestorrúbrico es la eferencia más importante del espinocerebelo y principal vía de descarga del núcleo interpuesto. Las fibras que lo conforman salen del cerebelo por el pedúnculo superior, se decusan en su totalidad en el mesencéfalo y alcanzan el núcleo rojo contralateral. Desde el núcleo rojo parten axones hacia el núcleo ventral intermedio del tálamo que, a su vez, envía axones para la corteza cerebral motora y sensorial. Controla la actividad de las vías motoras que descienden hasta la médula espinal. Aferencias del cerebrocerebelo [ editar ] Todas las aferencias que recibe el cerebrocerebelo forman parte del tracto corticoponticocerebeloso . Este tracto se origina en una amplia zona de la corteza cerebral que abarca los lóbulos frontal, parietal, occipital y temporal, y antes de entrar en el cerebelo hace sinapsis en los núcleos del puente. La mayoría de las fibras que van desde la corteza hacia los núcleos del puente son colaterales de axones que se dirigen hacia otras zonas del encéfalo o hacia la médula espinal y cuyo cuerpo neuronal se sitúa en la capa V del cortex cerebral. Estas fibras se pueden dividir, según su origen, en: frontopónticas, parietopónticas, occipitopónticas y temporopónticas. Las fibras frontopónticas se originan en las cortezas motora y premotora, y pasan por el brazo anterior de la cápsula interna . En el mesencéfalo, discurren por la base de los pedúnculos cerebrales medialmente al tracto corticonuclear . Terminan en los núcleos del puente más mediales. Las fibras parietopónticas se originan en las áreas somatosensitivas primaria y secundaria y en áreas visuales. Pasan por el brazo posterior de la cápsula interna y luego por la base de los pedúnculos cereberales lateralmente al tracto corticoespinal . Terminan en los núcleos del puente más laterales. Las fibras occipitopónticas se originan en áreas secundarias relacionadas con el procesamiento de estímulos visuales del movimiento (corriente magnocelular de la vía óptica ). Pasan por la porción retrolenticular de la cápsula interna y luego por la base de los pedúnculos cereberales lateralmente al tracto corticoespinal. Terminan en los núcleos del puente más laterales. Las fibras temporopónticas pasan por la porción sublenticular de la cápsula interna y a nivel del mesencéfalo se colocan lateralmente al tracto corticoespinal. Termina en los núcleos del puente más laterales. Las fibras que van desde los núcleos del puente al cerebelo (fibras pontocerebelosas) siguen un trayecto horizontal por la protuberancia, se decusan y entran por el pedúnculo medio. Terminan en la corteza de los hemisferios y en el núcleo globoso. Eferencias del cerebrocerebelo [ editar ] La mayoría de las eferencias del cerebrocerebelo salen por el tracto dentadotalámico . Este tracto está formado por los axones de las neuronas localizadas en el núcleo dentado, que salen del cerebelo por el pedúnculo superior. Se decusan en la porción caudal del mesencéfalo (decusación de Wernekink) y terminan en el núcleo ventral intermedio del tálamo. Desde el tálamo parten fibras tálamocorticales que alcanzan las misma áreas de la corteza cerebral de las que partieron las aferencias corticoponticocerebelosas. Existe un grupo de fibras denominadas dentadorrúbricas , que partiendo del núcleo dentado salen por el pedúnculo cerebeloso superior, se decusan y alcanzan el núcleo rojo contralateral. Aferencias procedentes de los sistemas monoaminérgicos [ editar ] El cerebelo, al igual que otras partes del SNC, recibe fibras de los sistemas neuroquímicos moduladores. Concretamente de dos de los sistemas monoaminérgicos: el noradrenégico y el serotoninérgico. El sistema noradrenérgico manda el tracto caeruleocerebeloso desde el grupo A6 (que coincide con el locus caeruleus) hacia el cerebelo. Este tracto penetra por el pedúnculo superior y termina distribuido por todos los núcleos y la corteza. Sus fibras no se comportan como fibras musgosas ni como trepadoras sino como proyecciones difusas. El tracto serotoninérgico cerebeloso se origina en los grupos B5 y B6, entra por el pedúnculo medio y termina distribuido por todos los núcleos y la corteza. Sus fibras acaban en proyecciones difusas. Pedúnculos [ editar ] El cerebelo se fija a la cara posterior del tronco del encéfalo mediante 3 pares de pedúnculos por los que discurren todas las fibras nerviosas que entran y salen de él. Hay dos pedúnculos inferiores, dos pedúnculos medios y dos pedúnculos superiores. Pedúnculos cerebelosos inferiores [ editar ] Los pedúnculos cerebelosos inferiores o cuerpos restiformes conectan el cerebelo con la parte superior del bulbo raquídeo. Entre ellos se extiende el velo medular inferior. Por ellos entran las fibras del tracto espinocerebeloso dorsal, las del tracto cuneocerebeloso, las de los tractos vestibulocerebelosos, las del tracto reticulocerebeloso y las fibras trepadoras provenientes del núcleo olivar inferior y accesorios (tracto olivocerebeloso). A través de ellos salen las fibras del tracto cerebelovestibular, las del tracto uncinado de Russell y las del tracto interpuestorreticular. Pedúnculos cerebelosos medios [ editar ] Los pedúnculos cerebelosos medios o pontinos conectan el cerebelo con la protuberancia o puente. Son los más grandes y están separados de los pedúnculos superiores por el surco interpeduncular. Constituyen las caras laterales de la protuberancia. Por ellos entran las fibras del tracto corticopontocerebeloso y las del tracto serotoninérgico cerebeloso. A través de ellos no salen fibras eferentes importantes. Las fibras de los pedúnculos medios se organizan en tres fascículos: superior, inferior y profundo. El fascículo superior , el más superficial, deriva de las fibras transversales superiores de la protuberancia. Se dirige dorsal y lateralmente, cruzando superficialmente a los otros dos fascículos. Se distribuye principalmente por los lobulillos de la cara inferior de los hemisferios cerebelosos y por las porciones adyacentes de la cara superior. El fascículo inferior está constituido por las fibras transversales inferiores de la protuberancia. Pasa profundamente al fascículo superior y se continúa hacia atrás y hacia abajo más o menos paralelo a él. Se distribuye por los lobulillos de la cara inferior en las porciones cercanas al vermis. El fascículo profundo incluye la mayor parte de las fibras transversas profundas de la protuberancia. En sus primeros tramos está cubierta por los fascículos inferior y superior, pero termina por cruzarse oblicuamente y aparece al lado medial del fascículo superior, de quien recibe un paquete de fibras. Sus fibras se disgregan y acaban en los lobulillos de la parte anterior del cara superior. Las fibras de este fascículo cubren a las del cuerpo restiforme. Pedúnculos cerebelosos superiores [ editar ] Los pedúnculos cerebelosos superiores conectan el cerebelo con el mesencéfalo. Entre estos dos pedúnculos se extiende el velo medular superior. Por ellos entran las fibras del tracto espinocerebeloso ventral, las del tracto tectocerebeloso, las del tracto trigeminocerebeloso, las del tracto rubrocerebeloso y las del tracto caeruleocerebeloso. A través de ellos salen las fibras del tracto floculooculomotor, las del interpuestoolivar, las del interpuestorrúbrico, las del interpuestotectal, las del tracto dentadotalámico, las dentadorrúbricas y las colaterales del uncinado de Russell. Irrigación arterial [ editar ] Hay tres pares de arterias principales que irrigan el cerebelo: las arterias cerebelosas superiores (SCA), las arterias cerebelosas inferoanteriores (AICA) y las arterias cerebelosas inferoposteriores (PICA). Arteria cerebelosa superior [ editar ] Se origina de la arteria basilar justo por debajo del lugar donde esta se divide en sus dos ramas terminales. Se dirige lateralmente y hacia atrás contorneando el pedúnculo cerebeloso correspondiente, a la altura del surco pontomesencefálico. Pasa inmediatamente por debajo del nervio motor ocular común (III) y atraviesa la cisterna ambiens acompañando al nervio troclear (IV). Sus ramas terminales discurren por la piamadre , entre la tienda del cerebelo y la cara superior del cerebelo. Se anastomosa con las arterias cerebelosas inferiores. Irriga la corteza cerebelosa de la cara superior y los núcleos profundos, así como los pedúnculos cerebeloso superiores y medios. Cuando contornea el mesencéfalo, la arteria cerebelosa superior da la arteria romboidal que sigue el pedúnculo cerebeloso superior y penetra en el interior del cerebelo para irrigar a los núcleos profundos. También da varias ramas colaterales que llegan hasta la glándula pienal , el velo medular superior y la tela coroidea del III ventrículo . Arteria cerebelosa anteroinferior [ editar ] Se origina de la arteria basilar justo por encima del lugar donde esta se forma por la unión de las dos arterias vertebrales . Se dirige lateralmente y hacia atrás, contorneando la cara lateral del puente justo por debajo del origen aparente del nervio trigémino (V). Sigue su trayecto por el borde inferior del pedúnculo cerebeloso medio. Irriga la porción anterior de la cara inferior del cerebelo, así como los nervios facial (VII) y vestibulococlear (VIII). Sus ramas terminales se anastomosan con las de las arterias cerebelosas inferoposterior y superior. En algunas personas, la arteria cerebelosa inferior emite la arteria laberíntica o auditiva interna (en otras personas la arteria laberíntica se origina en la arteria basilar). Esta rama acompaña al nervio vestíbulococlear (VIII) a través del conducto auditivo interno hasta alcanzar el oído medio . Arteria cerebelosa posteroinferior [ editar ] Se origina de las arterias vertebrales justo por debajo del lugar donde estas se unen para formar la arteria basilar. Se dirige hacia atrás rodeando la parte superior del bulbo raquídeo y pasando entre el origen del nervio vago (X) y el nervio accesorio (XI). Sigue su trayecto sobre el pedúnculo cerebeloso inferior y cuando alcanza la cara inferior del cerebelo se divide en dos ramas terminales: una medial y otra lateral. La rama medial se continúa hacia atrás por la cisura media, entre los dos hemisferios cerebelosos. La rama lateral se distribuye por la superficie inferior de los hemisferios hasta llegar al borde circunferencial, donde se anastomosa con las arterias cerebelosas inferoanterior y superior. Irriga la parte posterior de la cara inferior del cerebelo, el pedúnculo cerebeloso inferior, el núcleo ambiguo , el núcleo motor del nervio vago , el núcleo espinal del nervio trigémino , el núcleo solitario , los núcleos vestibulares y los núcleos cocleares . Sus ramas colaterales más importantes son la rama coroidea del IV ventrículo y las ramas bulbares medial y lateral. La primera contribuye al plexo coroideo del IV ventrículo, y las otras dos irrigan el bulbo raquídeo y el pedúnculo cerebeloso inferior. Drenaje venoso [ editar ] Las principales venas que drenan la sangre del cerebelo son: las venas superiores del cerebelo, la vena superior del vermis, la vena precentral del cerebelo, las venas inferiores del cerebelo, la vena inferior del vermis y las venas petrosas. Todas ellas terminan por enviar la sangre a senos venosos de la duramadre. Las venas superiores del cerebelo recogen la sangre de la porción lateral de la cara superior de los hemisferios cerebelosos y normalmente desembocan en el seno transverso . La vena superior del vermis recoge la sangre del vermis superior y desemboca en el seno recto a través de la vena cerebral interna o la vena cerebral magna (vena de Galeno). La vena precentral del cerebelo recoge la sangre de la língula y del lobulillo central, y desemboca en la vena cerebral magna. Las venas inferiores del cerebelo recogen la sangre de la porción lateral de la cara inferior de los hemisferios cerebelosos y desembocan en los senos transverso, occipital y petroso superior. La vena inferior del vermis recoge la sangre del vermis inferior y desemboca directamente en el seno recto . Las venas petrosas recogen la sangre de la región del flóculo y desembocan en el seno petroso inferior o en el superior. sistematización de las caras del cerebelo 1 superior lolbulo occipital 2 anterior tallo cerebral 3 posterior protuberancia occipital interna bordes laterales 4 inferior fosa cerebelosa 5 lingula espino talamico dorsal vía propioseptiva inconsciente del dolor brazos y piernas Circuitos neuronales [ editar ] En conjunto, las conexiones neuronales del cerebelo se pueden dividir en: axones aferentes, que transmiten la información de otras partes del SNC al cerebelo. circuitos cerebelosos intrínsecos -corticales y nucleares-, que integran y procesan la información. y axones eferentes, que transmiten la información procesada a otras partes del SNC. Los axones o fibras aferentes alcanzan la corteza cerebelosa tras dar colaterales para los núcleos cerebelosos profundos o para los núcleos vestibulares. A su vez, la información es procesada en los circuitos intrínsecos de la corteza cerebelosa, y el resultado, en forma de impulsos nerviosos, es enviado por los axones de las células de Purkinje a los núcleos profundos. En estos núcleos la información también se procesa y de ellos parten las fibras eferentes del cerebelo tanto en dirección ascendente, hacia el tálamo y corteza, como descendente, hacia la médula espinal. De esta forma el circuito funcional básico del cerebelo que constituido por dos arcos: uno principal o excitador, que pasa por los núcleos profundos, y otros secundario o inhibidor, que pasa por la corteza y regula al anterior. Este circuito se repite unas 30 millones de veces en todo el cerebelo y está formado por una sola célula de Purkinje y la neurona nuclear de proyección correspondiente más las interneuronas relacionadas con ellas. El circuito funcional básico y los elementos celulares que lo conforman son idénticos en todas las partes del cerebelo, por este motivo se considera que la información se procesa de forma similar en todo el cerebelo. Circuitos neuronales de los núcleos profundos: arco principal [ editar ] El arco principal está constituido por las ramas colaterales de las fibras musgosas y trepadoras, que terminan en las neuronas de los núcleos profundos. Los axones de las neuronas de proyección de los núcleos profundos salen del cerebelo a través de los pedúnculos para terminar en diferentes núcleos del tronco del encéfalo y en el tálamo. En los núcleos profundos se encuentran principalmente sinapsis axodendríticas y algunas axosomáticas, aunque también existen disposiciones más complejas como sinapsis en serie y tríadas. La sinapsis más frecuente es la sinapsis axodendrítica excitadora que se establece entre un terminal de las colaterales axónicas de las fibras musgosas o trepadoras -como elemento presináptico- y una dendrita de una neurona de proyección o una interneurona de los núcleos profundos -elemento postsináptico-. Las colaterales de las fibras musgosas y las fibras trepadoras usan como neurotransmisor principal el glutamato, aunque también pueden utilizar otros neurotransmisores (en espacial las fibras musgosas). Los circuitos sinápticos que se realizan entre las propias neuronas de los núcleos profundos son poco conocidos. Desde el punto de vista funcional, los núcleos profundos del cerebelo poseen dos tipos básicos de neurona de proyección: unas neuronas gabaérgicas (inhibidoras) y pequeñas que mandan su axón hacia el núcleo olivar inferior, y otras neuronas glutaminérgicas (excitadoras) que mandan sus axones a otros centros nerviosos. Las neuronas de proyección de los núcleos profundos en condiciones normales disparan permanentemente potenciales de acción a una frecuencia de más de 100 por segundo. Esta frecuencia puede modularse al alza o a la baja dependiendo de las señales excitadoras e inhibidoras que le lleguen a la neurona. Las señales excitadoras provienen principalmente de las colaterales axónicas de las fibras musgosas y trepadoras, mientras que las señales inhibidoras provienen de los axones de las células de Purkinje, que forman parte del arco secundario. El equilibrio entre estos dos efectos es ligeramente favorable a la excitación, lo que explica por qué la frecuencia de descargas de las neuronas de proyección se mantiene relativamente constante a un nivel moderado de estimulación continúa. Circuitos neuronales de la corteza cerebelosa: arco secundario [ editar ] El arco secundario pasa a través de la corteza cerebelosa y está constituido en torno a una pieza neural fundamental: la célula de Purkinje. En la célula de Purkinje terminan dos tipos de circuitos: los circuitos excitadores o principales, que son los que la estimulan, y los circuitos inhibidores, formados por interneuronas inhibidoras. Finalmente, los axones de las células de Purkinje se proyectan sobre las neuronas de los núcleos cerebelosos y vestibulares, ejerciendo sobre ellos una acción inhibitoria mediante sinapsis gabaérgicas. De esta forma se modula y regula el arco principal excitador. A todo esto hay que añadir que las terminaciones noradrenérgicas que llegan al cerebelo liberan un neurotransmisor de forma difusa que produce una hiperpolarización de las células de Purkinje. Circuitos excitadores [ editar ] Las células de Purkinje pueden ser estimuladas por dos vías distintas: mediante las fibras trepadoras (vía directa) o mediante las fibras musgosas (vía indirecta). Las fibras trepadoras, al terminar sobre el soma y el árbol dendrítico de las células de Purkinje, producen una estimulación directa y muy específica mediante sinapsis tipo I de Gray que utilizan como neurotransmisor el glutamato. Al formar múltiples contactos con cada célula de Purkinje, una sola fibra trepadora produce una acción excitadora mucho más eficaz que las fibras musgosas. Las fibras musgosas no actúan de forma directa sobre las células de Purkinje sino que lo hacen a través de unas interneuronas excitatorias, las células granulares. La presencia de interneuronas excitatorias es muy infrecuente en el sistema nervioso y es característica de la corteza cerebelosa. A nivel del glomérulo cerebeloso, las fibras musgosas hacen sinapsis tipo I de Gray (excitadoras) sobre las dendritas de las células granulares y los impulsos son vehiculados por las fibras paralelas hasta alcanzar las dendritas de las células de Purkinje. Las fibras paralelas presentan sinapsis que contienen vesículas esféricas con glutamato y conformación tipo I de Gray, lo que concuerda con su carácter excitador. En conjunto, las fibras musgosas actúan sobre las células de Purkinje con mucha convergencia y divergencia, estableciendo conexiones más inespecíficas que las fibras trepadoras. Las células de Purkinje no cumplen el principio que dice que todos los potenciales de acción producidos por una neurona son iguales porque presenta dos tipos de potenciales de acción distintos dependiendo de la vía por la cual sean estimuladas. Si se estimulan de manera directa a través de las fibras trepadoras, generan una despolarización prolongada y un potencial de acción de pico complejo con una frecuencia de descarga de 3 o 4 herzios . Al ser estimuladas por la vía indirecta a través de las fibras musgosas generan un potencial de acción breve denominado pico sencillo, con una frecuencia de descarga de 100 a 200 herzios . Para generar un pico sencillo es necesaria la suma temporal y espacial de la estimulación producida por varias fibras paralelas. Todo esto demuestra que la información aportada por los dos tipos de fibras extrínsecas que llegan al cerebelo es diferente y es procesada de manera distinta. Circuitos inhibidores [ editar ] Los circuitos inhibidores están constituidos por los tres tipos fundamentales de interneuronas inhibitorias: las células de Golgi, las células estrelladas y las células en cesta. Pueden actuar directamente sobre las células de Purkinje -como lo hacen las células estrelladas y las células en cesta- o indirectamente a través de las células granulares -como lo hacen las células de Golgi-. Todas estas interneuronas utilizan GABA como neurotransmisor inhibidor. Las células estrelladas y las células en cesta son estimuladas por las fibras paralelas de los granos, que previamente han sido estimuladas por las fibras musgosas, y son las encargadas de modular la activación de las células de Purkinje por las fibras trepadoras produciendo un fenómeno de inhibición lateral . Esta inhibición lateral hace más precisa la señal que llega a las células de Purkinje de la misma manera que otros mecanismos de inhibición lateral acentúan el contraste de las señales en otros muchos circuitos neuronales de sistema nervioso. Las células de Golgi reciben estímulos excitatorios de las fibras paralelas y, en menor cantidad, de las fibras trepadoras y musgosas. Actúan a nivel de los glomérulos cerebelosos haciendo sinápsis tipo II de Gray (inhibitaria) sobre las dendritas de las granos. Mediante estas sinpasis modulan la activación de las células granulares por las fibras musgosas y, por consiguiente, regulan la actividad de las células de Purkinje. De esta forma, las células de Golgi crean un circuito de retroalimentación negativa para las células granulares. Señales de salida [ editar ] Depresión a largo plazo de las células de Purkinje: aprendizaje motor [ editar ] Teorías sobre la función cerebelosa [ editar ] Modelado de la función cerebelosa [ editar ] Patología [ editar ] Clásicamente las lesiones del cerebelo se manifiestan clínicamente por: Hipotonía : Se caracteriza por una resistencia disminuida a la palpación o manipulación pasiva de los músculos. por lo general, se acompaña de reflejos osteotendinosos disminuidos y de tipo pendular, junto a un llamativo fenómeno de rebote en la prueba de Stewart-Holmes. Ataxia o descoordinación de los movimientos voluntarios : La alteración de la coordinación de los movimientos voluntarios da lugar a la aparición de hipermetría, asinergia, discronometría y adiadococinesia. En las pruebas cerebelosas (dedo-nariz o talón-rodilla), la velocidad y el inicio del movimiento no se encuentran afectos, pero cuando el dedo o el talón se aproximan a la nariz o la rodilla, sobrepasan su destino o corrigen la maniobra excesivamente (hipermetría). La asinergia consiste en una descomposición del movimiento en sus partes constituyentes. Todos estos trastornos se observan mejor cuanto más rápidamente se ejecutan las maniobras. La adiadococinesia indica una dificultad o la imposibilidad para ejecutar movimientos alternativos rápidos (prueba de las marionetas). Alteración del equilibrio y de la marcha : La alteración de la estática provoca inestabilidad en ortostatismo, por lo que el paciente debe ampliar su base de sustentación (separa los pies). al permanecer de pie y al andar su cuerpo presenta frecuentes oscilaciones. A diferencia de los trastornos vestibulares, estas alteraciones no se modifican al cerrar los ojos. La marcha es característica y semeja la de un borracho (marcha de ebrio), titubeante, con los pies separados y desviándose hacia el lado de la lesión. Temblor intencional : Grueso y evidente al intentar un movimiento (temblor intencional o de acción).Hay que tener en cuenta que el cerebelo regula el temblor fisiológico, por tanto, su lesión provoca este tipo de temblor. Incluso, hay otros tipos de temblor relacionados directamente con el cerebelo: temblor holocraneal o de negación, temblor mixto,y temblor distónico, etc.... Otros : Palabra escandida, explosiva, nistagmus, fatigabilidad, etc. Síndrome cerebeloso [ editar ] La enfermedad o lesión de la totalidad o de una gran parte del cerebelo es lo que se conoce como síndrome cerebeloso. Las lesiones selectivas del cerebelo son extremadamente raras. Síndrome cerebeloso de vermis [ editar ] La causa más frecuente es el meduloblastoma del vermis en los niños. El compromiso del lóbulo floculonodular produce signos y síntomas relacionados con el sistema vestibular. Dado que el vermis es único e influye sobre las estructuras de la línea media, la descoordinación muscular afecta a la cabeza y el tronco, y no a las extremidades. Se produce una tendencia a la caída hacia delante o hacia atrás, así como dificultad para mantener la cabeza quieta y en posición erecta. También puede haber dificultad para mantener el tronco erecto. Síndrome cerebeloso hemisférico [ editar ] La causa de este síndrome puede ser un tumor o una isquemia en un hemisferio cerebeloso. En general, los síntomas y signos son unilaterales y afectan a los músculos ipsilaterales al hemisferio cerebeloso enfermo. Están alterados los movimientos de las extremidades, especialmente de los brazos y piernas, donde la hipermetría y la descomposición del movimiento son muy evidentes A menudo, se produce oscilación y caída hacia el lado de la lesión. También son hallazgos frecuentes la disartria y el nistagmo. Etiología del síndrome cerebeloso [ editar ] Accidente cerebrovascular de fosa posterior que afectó el cerebelo por hemorragia. Las etiología más frecuentes de síndromes cerebelosos son: Vasculares: Insuficiencia vertebro-basilar Infartos Hemorragias Trombosis Tumorales: Meduloblastoma (vermis del cerebelo) Astrocitoma quístico (hemisferios cerebelosos) Hemangioblastoma (hemisferios cerebelosos) Neurinoma del acústico (ángulo pontocerebeloso) Metástasis Paraneoplasico (cáncer de pulmón) Traumáticas: Contusión Laceración Hematomas Tóxicas: Alcohol Drogas Hidantoinatos Infecciosas: Cerebelitis virosicas Cerebelitis supuradas Absceso Tuberculomas Degenerativas: Enfermedad de Friedrich Enfermedad de Pierre-Marie Esclerosis múltiple Autoinmune: Ataxia por gluten Malformaciones: Arnold Chiari Malformación de Dandy Walker Malformaciones vasculares Véase también [ editar ] Cerebro Encéfalo Sistema nervioso central Nervio Neurogluten Referencias [ editar ] ↑ Fine EJ, Ionita CC, Lohr L (2002). «The history of the development of the cerebellar examination». Semin Neurol 22 (4): 375-84. PMID 12539058 . ↑ Hallonet, M. E. 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ISBN 0-683-06752-4 Enlaces externos [ editar ] LOGICORTEX : Página en español con información actualizada sobre neuropsicología clínica y cognitiva (anatomía, procesos cognitivos, patologías, descargas gratuitas, enlaces...). Lista de laboratorios que investigan el cerebelo en la Universidad de Stanford . Cerebelo y coordinación Cerebelo y Esclerosis múltiple Ganglio basal y cerebelo 'El Tesoro en el fondo del cerebro' Imágenes del cerebelo Cortes histológicos de cerebelo de primate Anatomía y Fisiología del cerebelo Developmental Biology cinema :En este enlace encontrará información y videos relacionados al procedimiento reportado por Le Douarin (Quimeras de pollo y codorniz). Wikimedia Commons alberga contenido multimedia sobre Cerebelo . Obtenido de « https://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Cerebelo&oldid=104771844 » Categoría : Cerebelo Categorías ocultas: Wikipedia:Páginas con enlaces mágicos de PMID Wikipedia:Artículos buenos en la Wikipedia en ruso Wikipedia:Artículos destacados en la Wikipedia en inglés Wikipedia:Artículos buenos en la Wikipedia en lituano Wikipedia:Páginas con enlaces mágicos de ISBN Menú de navegación Herramientas personales No has iniciado sesión Discusión Contribuciones Crear una cuenta Acceder Espacios de nombres Artículo Discusión Variantes Vistas Leer Editar Ver historial Más Buscar Navegación Portada Portal de la comunidad Actualidad Cambios recientes Páginas nuevas Página aleatoria Ayuda Donaciones Notificar un error Imprimir/exportar Crear un libro Descargar como PDF Versión para imprimir En otros proyectos Wikimedia Commons Herramientas Lo que enlaza aquí Cambios en enlazadas Subir archivo Páginas especiales Enlace permanente Información de la página Elemento de Wikidata Citar esta página En otros idiomas Aragonés العربية ܐܪܡܝܐ Беларуская Български বাংলা Brezhoneg Bosanski Català کوردی Čeština Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Eesti Euskara فارسی Suomi Français Gaeilge Galego עברית Hrvatski Kreyòl ayisyen Magyar Հայերեն Bahasa Indonesia Ido Íslenska Italiano 日本語 ქართული Қазақша ಕನ್ನಡ 한국어 Latina Lietuvių Latviešu മലയാളം Монгол Bahasa Melayu مازِرونی Nederlands Norsk nynorsk Norsk Polski Português Română Русский Scots Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Slovenčina Slovenščina Soomaaliga Shqip Српски / srpski Svenska తెలుగు Тоҷикӣ ไทย Tagalog Türkçe ئۇيغۇرچە / Uyghurche Українська Oʻzbekcha/ўзбекча Tiếng Việt 中文 Bân-lâm-gú 粵語 Editar enlaces Se editó esta página por última vez el 8 ene 2018 a las 16:46. 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Capital (y ciudad más poblada) Buenos Aires 34°35′59″S 58°22′55″O  /  -34.599722222222, -58.381944444444 Idioma oficial Castellano [ 4 ] ​ [ n 2 ] ​ • Hablados Lenguas de Argentina Gentilicio Argentino, -na Forma de gobierno República federal democrática • Presidente Mauricio Macri • Vicepresidenta Gabriela Michetti Órgano legislativo Congreso de la Nación Argentina Independencia • Primera Junta • Declarada • Reconocida de España 25 de mayo de 1810 (207 años) 9 de julio de 1816 (201 años) [ n 3 ] ​ 9 de julio de 1859 (158 años) Superficie Puesto 8.º • Total 2 780 400 km² [ n 4 ] ​ [ 5 ] ​ • Agua (%) 1,1 % Fronteras 11 968 km [ 5 ] ​ Línea de costa 4989 km [ 5 ] ​ Punto más alto Aconcagua Población total Puesto 32.º • Estimación 44 044 811 hab. (2017) [ 6 ] ​ • Censo 40 117 096 hab. (2010) [ 7 ] ​ • Densidad (est.) 15,84 hab./km² PIB ( PPA ) Puesto 23.º • Total (2016) USD 927 875 millones [ 8 ] ​ • Per cápita USD 22 404 [ 9 ] ​ PIB (nominal) Puesto 21.º • Total (2016) USD 545 866 millones [ 10 ] ​ • Per cápita USD 12 449 [ 11 ] ​ IDH (2016) 0.827 [ 12 ] ​ [ 13 ] ​ ( 45.º ) – Muy alto Moneda Peso ($, ARS ) Huso horario UTC−3 Código ISO 032/ARG/AR Dominio internet .ar Prefijo telefónico +54 Prefijo radiofónico AYA-AZZ, LOA-LWZ, L2A-L9Z Siglas país para aeronaves LQ, LV Código del COI ARG Membresía ONU , OEA , Mercosur , UNASUR , CIN , OIEA , OMC , CAN , [ n 5 ] ​ CAF , [ n 5 ] ​ FMI , G-15 , G-20 , G24 , G-77 , GR , ALADI , UL , [ n 5 ] ​ BID , CFI , CNUCYD , ONUDI , OLADE , Interpol , OMS , Unesco , OEI , ABINIA , OMPI , OMT , OACI , OMI , UIT , UPU , OMM , CELAC . ↑ Es un lema que nunca ha sido declarado oficialmente como tal. Fue utilizado desde 1813 hasta 1841 en la acuñación de moneda junto al Escudo Nacional. Véase ASAMBLEA GENERAL CONSTITUYENTE - Sesión del 12 de marzo de 1813. Archivado el 4 de enero de 2014 en la Wayback Machine . Abandonado posteriormente, fue reincorporado en la numismática argentina desde 1992 hasta la actualidad. ↑ El guaraní es cooficial en la provincia de Corrientes . Los idiomas qom , moqoit y wichí son idiomas cooficiales en la Provincia del Chaco . ↑ Existe una conjetura no comprobada, avalada por una línea historiográfica, que sostiene que las provincias bajo protección militar de José Gervasio Artigas ( Liga Federal ), proclamaron la independencia nacional en el denominado Congreso de Oriente el 29 de junio de 1815. ↑ Corresponde a la superficie continental americana sin incluir las islas Malvinas . Incluyéndolas, sería de 2 891 810 km². Sumando la superficie continental antártica ( Antártida Argentina y las restantes islas de las Islas del Atlántico Sur ) de 969 464 km², la superficie total se elevaría a los 3 761 274 km² (según datos del Instituto Geográfico Nacional de la República Argentina ). ↑ a b c En carácter de Asociado en la CAN y CAF. Como Observador permanente en la UL. [ editar datos en Wikidata ] Escucha este artículo ( info ) Esta narración de audio fue creada a partir de una versión específica de este artículo (concretamente del 9 de mayo de 2010) y no refleja las posibles ediciones subsiguientes. Más artículos grabados ¿Problemas al reproducir este archivo? La República Argentina , conocida simplemente como Argentina , [ n 1 ] ​ es un país soberano de América del Sur , ubicado en el extremo sur y sudeste de dicho subcontinente. Adopta la forma de gobierno republicana , democrática , representativa y federal . La Argentina está organizada como un Estado federal descentralizado , integrado por un Estado nacional y veinticuatro estados jurisdiccionales con constitución propia y autonomía política -veintitrés provincias y una ciudad autónoma -. [ 14 ] ​ [ 15 ] ​ Las 23 provincias se reservan todos los poderes no delegados al Estado nacional. [ 16 ] ​ Los municipios son autónomos y su capital federal es la Ciudad de Buenos Aires . La Constitución reconoce la preexistencia étnica y cultural de los pueblos indígenas , garantizando sus derechos a la identidad, a una educación bilingüe e intercultural y a la propiedad comunitaria de sus tierras. Integra el Mercosur —bloque del que fue fundador en 1991—, la Unión de Naciones Sudamericanas (Unasur), la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC) y la Organización de Estados Americanos (OEA). En 2016, su Índice de Desarrollo Humano fue del 0,827 y se encuentra en el puesto 45, [ 17 ] ​ en el grupo de países de desarrollo humano muy alto. Su Índice de Desarrollo Humano ajustado por la desigualdad es de 0,698. con un coeficiente de Gini de 42,7. [ 18 ] ​ En educación, posee una inversión del 5,1 % del PBI, [ 18 ] ​ teniendo las más altas tasas de matrícula en toda la región, con una población casi al tope del alfabetismo. Según el Banco Mundial , su PIB nominal es el 21.º del mundo. [ 19 ] ​ Debido a su importancia geopolítica y económica, es uno de los tres estados soberanos latinoamericanos que forma parte del denominado Grupo de los 20 e integra además el grupo de los NIC o nuevos países industrializados . [ 20 ] ​ Su capacidad tecnológica y científica le ha permitido diseñar y producir satélites , [ 21 ] ​ construir reactores nucleares y ser una potencia, aunque en los últimos años, su influencia se ha visto reducida debido a las transiciones internas que está sufriendo. Argentina ha brindado una creciente cooperación nuclear a países de América Latina, el Magreb, el Golfo Pérsico, el sudeste asiático y Oceanía, a partir de las capacidades desarrolladas por la Comisión Nacional de Energía Atómica (CNEA) y por la empresa estatal INVAP . [ 22 ] ​ Es el país latinoamericano que más premios Nobel ha ganado —cinco en total—, tres de ellos vinculados con la ciencia. Con una superficie de 2 780 400 km², [ 5 ] ​ es el país hispanohablante más extenso del planeta, el segundo más grande de América Latina, y octavo en el mundo , si se considera solo la superficie continental sujeta a soberanía efectiva. Su plataforma continental , reconocida por la ONU en 2016, alcanza los 6 581 500 km² [ 23 ] ​ convirtiéndose en una de las más grandes del mundo, [ 24 ] ​ extendiéndose desde el continente americano hasta el Polo Sur en la Antártida , a través de Atlántico Sur . Si se cuentan las islas Malvinas , Georgias del Sur , Sandwich del Sur y otras numerosas islas menores (administradas por el Reino Unido pero de soberanía en litigio ), más una porción del área antártica llamada Antártida Argentina al sur del paralelo 60° S, sobre la cual Argentina reclama soberanía, la superficie se eleva a 3 761 274 km². [ 25 ] ​ Es uno de los veinte países que tienen presencia permanente en la Antártida, siendo entre ellos el que tiene mayor cantidad de bases permanentes , con seis bases en total. Su relieve puede dividirse en cinco grandes áreas: la Cordillera de los Andes , al oeste del país y al sur de la Isla de Tierra del Fuego, siendo el Aconcagua (6962 m) el punto más alto de América. la extensa llanura chacopampeana , de pocas ondulaciones y de un millón de kilómetros cuadrados, en el centro-norte. la meseta patagónica (600 000 km²) en el sur. la cuenca del Plata y la Mesopotamia , esta última presenta un relieve de esteros y lagunas, siendo al nordeste más alta y amesetada. mientras que hacia el sur se ondula formando cuchillas y lomadas de baja altura. los territorios insulares en el Atlántico sur. Su territorio reúne una gran diversidad de climas , causada por una amplitud latitudinal que supera los 30° —incluyendo varias zonas geoastronómicas —, una diferencia en la altitud que va de 0 a casi 7000 msnm y la extensión del litoral marítimo que alcanza 4725 km. Amplias llanuras húmedas limitan con extensos desiertos y altas montañas, mientras que la presencia de climas tropicales y subtropicales en el norte, contrastan con las nevadas y fríos extremos en las zonas cordilleranas y el sur. Su territorio continental americano, que abarca gran parte del Cono Sur , limita al norte con Bolivia y Paraguay , al nordeste con Brasil , al este con Uruguay y el océano Atlántico , al oeste con Chile y, siempre en su sector americano , al sur con Chile y las aguas atlánticas del pasaje de Drake . Los primeros registros de pobladores en el actual territorio argentino se remontan al período Paleolítico . La colonización española comenzó en 1512. Argentina surgió como el estado sucesor del Virreinato del Río de la Plata , una entidad del Imperio español fundada en 1776. El 25 de mayo de 1810 alcanzó la independencia de facto cuando fue depuesto el último virrey español que gobernó desde Buenos Aires, [ 26 ] ​ organizándose la Primera Junta de gobierno. El 9 de julio de 1816 la independencia fue proclamada de manera formal en San Miguel de Tucumán . [ 27 ] ​ Índice 1 Toponimia 2 Historia 2.1 Prehistoria 2.2 Conquista española 2.3 La Independencia 2.4 La formación del Estado federal 2.5 La organización constitucional 2.6 Gobiernos conservadores y primeros gobiernos radicales 2.7 Alternancia de golpes de estado y regímenes democráticos 2.8 Recuperación de la democracia 3 Gobierno y política 3.1 Poder Ejecutivo Nacional 3.2 Poder Legislativo Nacional 3.3 Poder Judicial Nacional 3.4 Ministerio Público 3.5 Gobiernos provinciales 3.6 Relaciones exteriores 3.7 Defensa y seguridad 3.7.1 Fuerzas Armadas 3.7.2 Fuerzas de Seguridad 3.8 Derechos humanos 4 Organización territorial 5 Regiones integradas 6 Geografía 6.1 Superficie 6.2 Ubicación 6.3 Enclaves y exclaves 6.3.1 Entre la Argentina y el Uruguay 6.3.2 Entre la Argentina y el Paraguay 6.4 Regiones naturales 6.5 Relieve 6.6 Hidrografía 6.7 Clima 7 Flora y fauna 7.1 Flora 7.2 Fauna 8 Economía 8.1 Sector agrícola y ganadero 8.2 Petróleo, minería, bosques y pesca 8.3 Industria manufacturera y construcción 8.4 Turismo 8.5 Transporte 8.6 Energía 9 Ciencia y tecnología 10 Medios de comunicación 10.1 Telecomunicaciones 10.2 Diarios 11 Población 11.1 Demografía 11.2 Ciudades por población 11.3 Salud 11.4 Emigración 11.5 Composición étnica 11.5.1 Extranjeros 11.5.2 Pueblos indígenas 11.6 Urbanización 11.7 Ciudades principales 12 Cultura 12.1 Literatura 12.2 Música 12.3 Cine 12.4 Teatros 12.5 Artes plásticas 12.6 Idioma 12.7 Religión 12.8 Educación 12.9 Museos, espacios de memoria y salas de espectáculos 12.10 Gastronomía 12.11 Deporte 12.12 Feriados nacionales 13 Símbolos patrios 14 Véase también 15 Notas y referencias 15.1 Notas 15.2 Referencias 16 Bibliografía 17 Enlaces externos Toponimia [ editar ] Artículo principal: Origen del nombre de la República Argentina El país tiene tres nombres oficiales establecidos desde 1860 por el artículo 35 la Constitución nacional, que pueden ser usados indistintamente: «Provincias Unidas del Río de la Plata», «República Argentina» y «Confederación Argentina». El más utilizado de los tres es el segundo, «República Argentina». Por elipsis del sustantivo, suele decirse correctamente «la Argentina». Sin embargo, está muy extendido el uso sin el artículo. El nombre «Argentina» proviene del latín argentum (‘ plata ’) y está asociado a la leyenda de la Sierra de la Plata , común entre los primeros exploradores europeos de la región, tanto españoles como portugueses . Fueron estos quienes denominaron Rio da Prata (‘ Río de la Plata ’) al gran estuario descubierto por la expedición portuguesa de 1502 en la que participaba Américo Vespucio , y al que luego llegó Juan Díaz de Solís en 1516, llamándolo Mar Dulce. Portada de la primera edición del poema La Argentina de Martín del Barco Centenera , 1602. El nombre se menciona por primera vez en el poema publicado en 1602 por el español Martín del Barco Centenera titulado La Argentina y conquista del Río de la Plata , en el que se describe la región del Río de la Plata como también la fundación de la ciudad de Buenos Aires. [ 28 ] ​ [ 29 ] ​ El topónimo aparece ratificado al publicarse en 1612 la obra La Argentina manuscrita , del criollo asunceno Ruy Díaz de Guzmán , obra de historia en la que, en medio de un relato épico , se hace una descripción de la región. A finales del siglo XVIII, la palabra era de uso común para denominar todo lo relacionado con el Río de la Plata, su cuenca, su territorio y sus pobladores, pero el virreinato creado en 1776, antecedente inmediato del país independizado en 1816, llevó el nombre de « Virreinato del Río de la Plata ». La Primera Junta de Gobierno utilizó el nombre de Provincias Unidas del Río de la Plata , que fue también empleado por los gobiernos que le sucedieron hasta que, en 1816, el Congreso de Tucumán proclamó la independencia de las Provincias Unidas en Sud América , nombre que mantuvo en la Constitución de 1819 . Oficialmente, se utilizó por primera vez la denominación República Argentina en la Constitución de 1826 . Durante el gobierno de Juan Manuel de Rosas (1835-1852) se utilizaron, entre otros, los nombres de Confederación Argentina , República de la Confederación Argentina, y Federación Argentina. La Constitución Argentina de 1853 se sancionó en nombre del pueblo de la Confederación Argentina, pero al incorporarse el Estado de Buenos Aires , en 1860 se cambió por Nación Argentina y se incorporó el artículo 35: Las denominaciones adoptadas sucesivamente desde 1810 hasta el presente, a saber: Provincias Unidas del Río de la Plata. República Argentina, Confederación Argentina, serán en adelante nombres oficiales indistintamente para la designación del Gobierno y territorio de las provincias, empleándose las palabras «Nación Argentina» en la formación y sanción de las leyes. [ 30 ] ​ El 8 de octubre de 1860, en la ciudad de Paraná , entonces capital de la Confederación Argentina, el presidente Santiago Derqui decretó que: [...] siendo conveniente a este respecto establecer la uniformidad en los actos administrativos, el Gobierno ha venido a acordar que para todos estos actos se use la denominación República Argentina. [ 31 ] ​ El nombre fue confirmado definitivamente en 1862 por Bartolomé Mitre , primer presidente del país reunificado, al utilizar el título de presidente de la Nación Argentina . Historia [ editar ] Artículo principal: Historia de la Argentina Prehistoria [ editar ] Artículo principal: Prehistoria argentina Cueva de las Manos , a orillas del río Pinturas , en la provincia de Santa Cruz , 7300 a. C. El arte más antiguo de Sudamérica. El primer registro poblacional del territorio actualmente controlado por la Argentina se remonta al 12º o al 13 er milenio AP , de acuerdo a los hallazgos de Los Toldos y Piedra Museo . [ 32 ] ​ Entre los pueblos originarios , los cazadores y recolectores habitaron la Patagonia , la Pampa y el Chaco . Los agricultores se instalaron en el noroeste , Cuyo , las Sierras de Córdoba y después en la mesopotamia . Tastil , en el noroeste, fue la ciudad precolombina más grande ubicada en el actual territorio argentino, con una población de 2000 habitantes. [ 33 ] ​ Los primeros rastros de vida humana en este territorio corresponden a pueblos de un nivel cultural paleolítico que tres mil años atrás incorporaron los primeros aportes culturales mesolíticos y neolíticos . [ 34 ] ​ Hasta la época de la conquista y de la colonización europea , el territorio argentino ha estado ocupado por diversos pueblos originarios, con diferentes organizaciones sociales que se pueden dividir en tres grupos principales: [ 35 ] ​ [ 36 ] ​ Cazadores y recolectores de alimentos básicos canoeros oceánicos, como los yagán o yámana y los haush en Tierra del Fuego y los canales fueguinos . Cazadores avanzados y recolectores de alimentos como los pámpidos , en el centro-este: hets en las praderas y estepas de la región pampeana y norpatagónica . y chonks en la Patagonia —invadidos desde el s. XVIII por los mapuches alfareros procedentes del centrosur del actual Chile— y los qom y wichi en la región chaqueña . [ 37 ] ​ También pertenecen a este grupo los pámpidos charrúas y minuanes , que habían incorporado la cerámica. Los agricultores con cerámica como los guaraníes y las culturas andinas y derivadas. A partir del segundo milenio, los avá (un pueblo amazónido conocido desde el siglo XVII por los españoles como «guaraníes») invadieron el NEA y el Litoral argentino . eran cultivadores de mandioca y avaty o maíz en forma de roza (tala y quema de florestas) y por ello semisedentarios. [ 35 ] ​ Las culturas centradas en la agricultura y ganadería del NOA eran puramente sedentarias, y habían desarrollado redes comerciales englobadas en el conjunto actualmente llamado « diaguita ». tras establecer un sistema cuasi-estatal en torno a señoríos locales, fueron sometidos por el imperio incaico hacia el año 1480. Influidos por estas culturas andinas, otros pueblos como los henia - kâmîare , tonocotés y huarpes desarrollaron una agricultura y ganadería de menor desarrollo, adaptada a las condiciones de las regiones llanas y serranas del centro de la actual Argentina y de Cuyo. [ 35 ] ​ En los siglos XIV y XV, el Imperio incaico conquistó parte de las actuales provincias de Jujuy , Salta , Catamarca , el extremo oeste de la provincia de Tucumán , parte oeste de las provincias de La Rioja y San Juan , el noroeste de la provincia de Mendoza y, probablemente, el norte de la de Santiago del Estero , [ 38 ] ​ incorporando sus territorios al Collasuyo , que era la parte sur del Tahuantinsuyo o regiones de tal imperio. Tradicionalmente, se atribuye la conquista al monarca inca Túpac Yupanqui . Varios señoríos de la región, como los omaguacas , los likanantai (atacamas) , los huarpes , los diaguitas y otros, intentaron resistir, pero los incas lograron dominarlos, trasladando a sus territorios a los mitimaes o colonos deportados de las tribus de los chichas , que habitaban en lo que es el suroeste del actual territorio boliviano. Otros, como los sanavirones , los lule - tonocoté y los henia-kâmîare (popularmente llamados «comechingones»), resistieron con éxito la invasión incaica y se mantuvieron como señoríos independientes. [ 35 ] ​ Conquista española [ editar ] Artículo principal: Conquista y colonización española de la Argentina Vista de Buenos Aires a fines del siglo XVIII, vista desde la ribera del Río de la Plata. Litografía de la época. A partir de comienzos del siglo XVI el Imperio Español conquistó aproximadamente un tercio del actual territorio argentino, sometiendo a los pueblos originarios que lo habitaban. Como en todo el continente la población indígena sufrió una gran mortandad que produjo una catástrofe demográfica , razón por la cual los conquistadores europeos introdujeron esclavos secuestrados en el África subsahariana . El fuerte Sancti Spiritu fue el primer asentamiento español, instalado en 1527 a orillas del río Paraná, a 40 km al norte de la actual ciudad de Rosario . [ 39 ] ​ La primera exploración del noroeste y centro del país fue la entrada de Diego de Rojas en 1543. Las ciudades de Asunción (1537), [ n 2 ] ​ Santiago del Estero (1553), Córdoba (1573) y Buenos Aires (1536/1580) fueron las bases del establecimiento colonial que se impuso en la mitad norte del actual territorio argentino, sujeto a la autoridad de la Corona Española (la Gobernación del Río de la Plata ). Entre 1560 y 1667 los señoríos diaguitas mantuvieron una larga resistencia conocida como las guerras calchaquíes en el actual noroeste argentino . En el siglo XVII se establecieron las misiones jesuíticas guaraníes . Fueron comunidades misionales fundados por la Compañía de Jesús entre los guaraníes y pueblos afines, que tenían como fin evangelizar y evitar la esclavización de los indígenas de las actuales provincias de Misiones , Corrientes , y parte del Paraguay y Brasil . Cumplieron con éxito su tarea, hasta que en el año 1768, el rey español Carlos III ordenó expulsar a los jesuitas . Durante la mayor parte del período colonial, el territorio argentino fue parte del Virreinato del Perú , hasta que en 1776 el rey Carlos III de España creó con parte de su territorio el Virreinato del Río de la Plata . La ciudad de Buenos Aires fue designada como su capital por su creciente importancia como centro comercial, y con la idea de resistir mejor a un eventual ataque portugués, así como también para tener un acceso más fácil a España a través de la navegación atlántica. [ 40 ] ​ En el siglo XVIII la multiplicación natural del ganado vacuno y equino cimarrón en las llanuras pampeana , de la Banda Oriental del Río de la Plata y del sur de Brasil, provocó la aparición de un tipo especial de campesino independiente a caballo llamado gaucho —en el caso de los varones— y china —en el caso de las mujeres. Los gauchos desarrollaron una cultura de características propias , adhirieron y lucharían en la guerra de la Independencia y enfrentaron a los estancieros para garantizar su derecho al acceso al ganado y la tierra, hasta ser vencidos en la segunda mitad del siglo XIX. Esta riqueza en ganado salvaje también llevó a la aparición de indígenas de tradición ecuestre en el Chaco , la Pampa y la Patagonia , que entablaron una dinámica de lucha intermitente por los recursos ganaderos con la población española y criolla . Hasta mediados del siglo XIX, gran parte de la Patagonia y las Pampas permanecieron bajo el control de diferentes pueblos indígenas: principalmente, chonks y luego también los mapuches en la Patagonia y ranqueles en la llanura pampeana hasta el último cuarto del siglo XIX. Asimismo, los territorios de gran parte de la región chaqueña no fueron colonizados por los europeos, sino que permanecieron habitados por pueblos autóctonos como los qoms , moqoits (mocovís o, mocovíes), pilagás y wichis hasta principios del siglo XX. La población indígena sedentaria fue sometida a relaciones de dependencia permanente respecto de la población española. Aunque con el paso de las generaciones fue absorbida dentro una población étnicamente identificable como 'criolla', este proceso de mestización no fue total, como lo demuestra la participación de poblaciones del Noroeste del actual territorio argentino en el gran levantamiento indígena de 1780 con epicentro en el Cuzco , dirigido por el inca Túpac Amaru II . La Independencia [ editar ] Imagen de la Casa Histórica de la Independencia , ubicada en Tucumán . Artículo principal: Independencia de la Argentina Manuel Belgrano , miembro de la Primera Junta , comandante militar y creador de la bandera argentina . El libertador José de San Martín . Juana Azurduy , generala (PM) del Ejército argentino, asumió la comandancia de las guerras en el Alto Perú por la emancipación del Virreinato del Río de la Plata . Es honrada en la Argentina y en Bolivia. Hacia 1806 y 1807 tuvieron lugar las Invasiones Inglesas al Río de la Plata, que fueron repelidas en dos oportunidades por las guarniciones militares y por la población civil, que se organizó en unidades de milicias formadas por numerosos criollos —tanto porteños como provenientes del Interior—, españoles, indígenas y hasta esclavos negros. El virrey Rafael de Sobremonte fue culpado de cobardía e impericia ante los iniciales triunfos de los invasores, y reemplazado por el cabildo de la capital, siendo reemplazado por Santiago de Liniers , héroe de la Reconquista y la Defensa . [ 41 ] ​ Los principales líderes de estas milicias se convirtieron rápidamente en una nueva élite de poder en la ciudad de Buenos Aires, ingresando como miembros del Cabildo . Aunque Liniers haya sido confirmado en su cargo por el Rey de España , la destitución de un virrey por presión popular fue un hecho inédito en la historia de América , que —junto a la victoria sobre los ejércitos británicos— dieron un gran prestigio a Buenos Aires, que ganó un carácter de « Hermana mayor » ante las demás provincias. [ 42 ] ​ En mayo del año 1810 , ante la noticia de la completa derrota española frente a Napoleón Bonaparte , el pueblo de Buenos Aires inició la Revolución de Mayo , que derrocó y expulsó al Virrey Cisneros , eligiendo en su lugar una junta de gobierno integrada mayoritariamente por criollos que dio origen a la prolongada Guerra de la Independencia de las Provincias Unidas del Río de la Plata contra España (1810-1824). Mientras se desarrollaba la guerra de independencia, también tenía lugar una compleja disputa por la forma de organización del nuevo Estado, que generó en 1814 el inicio de una guerra civil que —con intermitencias— duraría más de medio siglo. El líder de la fracción federal , el oriental José Gervasio Artigas fue proclamado Protector de la Unión de los Pueblos Libres , una liga de provincias que se negaban a ser administrados por el gobierno unitario de Buenos Aires. La misma organizó el llamado Congreso de Oriente en Concepción del Uruguay , del cual aún se discute si alcanzó a proclamar —como se proponía— la independencia de España. [ 43 ] ​ El 9 de julio de 1816 , en la ciudad de San Miguel de Tucumán , reunido el congreso de diputados de las provincias del noroeste y centro-oeste del país y de la de Buenos Aires, junto con algunos diputados exiliados del Alto Perú , [ n 3 ] ​ proclamó la independencia de las Provincias Unidas en Sud América , utilizando la siguiente fórmula: [ 44 ] ​ [...] recuperar los derechos de que fueron despojadas, e investirse del alto carácter de una nación libre e independiente del rey Fernando VII, sus sucesores y metrópoli [...] [ n 4 ] ​ En varios puntos de Sudamérica los nuevos gobiernos debieron enfrentar la resistencia contrarrevolucionaria de los ejércitos realistas, que intentaban restaurar la autoridad de la monarquía española en la región. Comenzaron las guerras por la independencia. Algunos de los principales comandantes fueron Manuel Belgrano , al mando del Ejército del Norte , José de San Martín , creador del Ejército de los Andes , Martín Miguel de Güemes , organizador de la guerra gaucha y Juana Azurduy , comandante de la guerra de guerrillas en el Alto Perú . El Estado argentino considera a San Martín como el mayor héroe militar de su independencia y lo honra con el título de « Padre de la Patria ». Junto a Simón Bolívar , fueron los máximos responsables de las gestas libertadoras que terminaron con la presencia española en el continente. La formación del Estado federal [ editar ] Artículo principal: Período de las Autonomías Provinciales (Argentina) Juan Manuel de Rosas , caudillo federal de la Provincia de Buenos Aires entre 1830 y 1852. Las primeras décadas como país independiente fueron conflictivas: ante la hegemonía de los unitarios , los federales se alzaron repetidamente en defensa de la autonomía de las provincias, llevando —tras la llamada Anarquía del Año XX — a la división del país en provincias autónomas gobernadas generalmente por caudillos militares, mientras que el país —excepto un breve intervalo entre 1825 y 1827— careció de un gobierno nacional hasta 1852. Cada provincia asumió la plenitud del gobierno en el ámbito de su territorio. La guerra de la independencia continuó hasta el año 1825, pero se luchó preferentemente en la frontera norte y en el Perú . Mientras tanto, la Provincia Oriental fue invadida por el reino de Portugal , de quien pasó al Imperio del Brasil . La consecuente Guerra del Brasil culminó con la Convención Preliminar de Paz de 1828, que declaró independiente al territorio en disputa, con el nombre de Estado Oriental del Uruguay . [ 45 ] ​ Poco antes, en 1825, el Alto Perú formó la República de Bolivia , y al año siguiente le fue agregada la ciudad de Tarija y su jurisdicción. El territorio restante —que había logrado aumentar en algo su territorio con algunos territorios quitados a los indígenas — comenzó a usar el nombre de Argentina a mediados de los años 1820 . Justo José de Urquiza caudillo federal de Entre Ríos , primer presidente de la Argentina luego de la sanción de la Constitución. A principios de los años 1830 , los federales lograron triunfar en todo el país, que adoptó el nombre de Confederación Argentina . Durante más de veinte años, el gobernador federal de Buenos Aires, Juan Manuel de Rosas , asumió en los hechos la máxima autoridad nacional, aunque en teoría sólo era el depositario de la representación externa del conjunto de las provincias. [ 46 ] ​ Durante la época de su hegemonía combatió y derrotó sucesivos levantamientos de los unitarios, [ n 5 ] ​ un bloqueo del Río de la Plata por parte de Francia y luego otro bloqueo conjunto por parte de Gran Bretaña y Francia. También mantuvo conflictos bélicos contra la Confederación Perú-Boliviana , y contra el llamado Gobierno de la Defensa de Montevideo , la capital uruguaya, debido a la injerencia de los dos partidos de ese país — blancos y colorados — en las guerras civiles argentinas. Pese a la paz que fue capaz de imponer y el crecimiento económico —al menos de las provincias del Litoral—, los enemigos de Rosas reclamaban libertades individuales, políticas y de expresión, que eran férreamente anuladas por el gobernador porteño. el núcleo de sus reclamos era la sanción de una constitución política que organizara formalmente el Estado nacional y garantizara los derechos de los ciudadanos. La organización constitucional [ editar ] Artículo principal: Organización Nacional (Argentina) Domingo Faustino Sarmiento , presidente y destacado por su dedicación en la educación pública de la Argentina. En 1852, Rosas fue derrotado en la batalla de Caseros por el Ejército Grande , una alianza entre las provincias de Entre Ríos y Corrientes , las tropas coloradas de Uruguay y otras de Brasil . La alianza fue encabezada por el federal antirrosista Justo José de Urquiza , gobernador de Entre Ríos, quien asumió la presidencia provisional. [ 47 ] ​ Este período duró hasta la sanción de una Constitución en 1853, que con algunos cambios ha regido en el país hasta la actualidad. La misma adoptó un régimen federal, pero la provincia de Buenos Aires se separó de la Confederación Argentina, que debió establecer su capital en la ciudad de Paraná . En 1859, la Confederación derrotó a Buenos Aires en la batalla de Cepeda , forzándola a firmar el Pacto de San José de Flores , por el cual Buenos Aires se reincorporaba a la que desde entonces pasó a llamarse República Argentina. No obstante, la reunificación definitiva fue lograda bajo la dirección de Buenos Aires tras la batalla de Pavón (1861), durante la presidencia de Bartolomé Mitre . En 1865, la Argentina se involucró nuevamente en una guerra civil en Uruguay, a lo cual el Paraguay respondió ocupando la ciudad de Corrientes . Tras firmar una Triple Alianza con el Brasil y Uruguay, [ 48 ] ​ la Argentina tomó parte en la Guerra de la Triple Alianza contra el Paraguay, que duró cinco años y requirió la participación de diez mil soldados argentinos. [ 49 ] ​ El Paraguay resultó finalmente derrotado en 1870, quedando totalmente devastado y muerta una gran parte de su población masculina. [ 50 ] ​ Pese a su enorme costo económico y en vidas humanas, y a que fue causa de la continuación de las guerras civiles en la Argentina, este país logró consolidar sus límites en el noreste, ya que se fijó la frontera en los ríos Pilcomayo , Paraguay y Paraná . [ 50 ] ​ Durante las presidencias de Mitre, y sobre todo de Sarmiento y Avellaneda , la Argentina se insertó en la economía mundial como un país agroexportador, sostenido por una amplia red ferroviaria y el avance del sistema educativo . Tras dos sangrientas revoluciones en 1874 y 1880, en este último año la ciudad de Buenos Aires fue fue federalizada , y se estableció un equilibrio durable entre las provincias y la capital. Gobiernos conservadores y primeros gobiernos radicales [ editar ] Artículos principales: República Conservadora (Argentina) y Primeras presidencias radicales (Argentina) . Cuadro de Juan M. Blanes reproduciendo la jura en 1898, del general Julio Argentino Roca —herido en la frente por un atentado— en el antiguo edificio del Congreso Nacional . El presidente Roque Sáenz Peña logró que en 1912 fuera sancionada la ley de voto secreto y obligatorio o llamada Ley Sáenz Peña . Entre 1878 y 1884 se produjeron las llamadas Conquista del Desierto y del Chaco , con el objeto de dar por término a sus constantes ataques a las estancias y poblados y, al mismo tiempo, incorporar a los esquemas productivos los territorios conquistados. La primera, impulsada por Julio A. Roca , consistió en una serie de incursiones militares a los territorios pampeanos y patagónicos dominados por los pueblos originarios, repartiéndolos entre los miembros de la Sociedad Rural , financiadores de las expediciones. [ 51 ] ​ [ 52 ] ​ La conquista del Chaco duró hasta fines del siglo, [ 53 ] ​ dado que su incorporación plena al sistema económico nacional sólo tuvo lugar cuando se reemplazó la mera extracción de maderas y tanino por la producción de algodón . El gobierno argentino consideró a los indígenas como seres inferiores, sin los mismos derechos que los criollos y europeos . Entre 1880 y 1916, el Partido Autonomista Nacional (PAN) monopolizó el poder sobre la base de elecciones fraudulentas, propiciado por el sistema del voto cantado y durante 25 años, la figura excluyente fue el general Julio Argentino Roca . La llamada República Conservadora o República Oligárquica organizó un exitoso y moderno modelo agroexportador basado en la llamada división internacional del trabajo impuesta por el Imperio Británico , orientado principalmente a la producción de carne y granos con destino al mercado británico. En el relato tradicional el país fue visto en esa época como 'el granero del mundo'. [ 54 ] ​ Este modelo económico generó una fuerte concentración de la riqueza en pocas manos y la exclusión de las clases trabajadoras y de las poblaciones asentadas fuera de la región pampeana . La economía alcanzó altos niveles de crecimiento que atrajeron una gran corriente inmigratoria principalmente constituida por millones de italianos y españoles, y en menor medida de seguidos de europeos orientales y asiáticos occidentales . La población argentina, que representaba el 0,13 % de la población mundial en 1869 , pasaría a representar el 0,55 % en 1930 , proporción en la que, aproximadamente, se estabilizaría desde entonces. [ 55 ] ​ Hipólito Yrigoyen , primer presidente elegido por el voto universal y secreto de los varones (1916-1922 y 1928-1930). La prosperidad de la economía impulsó el crecimiento de una considerable clase media , integrada mayoritariamente por inmigrantes o sus descendientes. Los inmigrantes europeos también introdujeron en el país ideas políticas nuevas como el socialismo y el anarquismo , así como participaron junto a la población local, especialmente la afroargentina , en la creación de organizaciones de ayuda mutua y sindicatos . [ 56 ] ​ [ 57 ] ​ [ 58 ] ​ Surgieron partidos políticos modernos como la Unión Cívica Radical (UCR) y el Partido Socialista (PS). Después de más de dos décadas de conflictos políticos y sociales, fraudes electorales, y graves actos de represión, en 1912 fue sancionada la Ley Sáenz Peña , que estableció el sufragio secreto , obligatorio y universal para votantes masculinos . En la primera elección presidencial con sufragio secreto, los conservadores fueron desplazados del poder por los radicales dirigidos por Hipólito Yrigoyen , que fue presidente entre 1916 y 1922, y entre 1928 y 1930. Durante su primer gobierno se inició el movimiento estudiantil conocido como la reforma universitaria , que se extendió por toda América Latina y se produjeron las masacres obreras de la Semana Trágica y la Patagonia rebelde . Entre ambos gobiernos de Yrigoyen fue elegido presidente el también radical Marcelo T. de Alvear . Alternancia de golpes de estado y regímenes democráticos [ editar ] Artículos principales: Década Infame , Historia de la Argentina entre 1943 y 1963 e Historia de la Argentina entre 1963 y 1983 . Juan Domingo Perón fue el primer presidente en ser elegido por el sufragio universal y secreto de hombres y mujeres al ser reelecto en 1951. Eva Perón fue la primera precandidata a integrar la fórmula presidencial. El 6 de septiembre de 1930 se produjo el primero de una serie de golpes de Estado en Argentina que llevó a un grupo cívico-militar a establecer una dictadura justificada por la Corte Suprema como ' gobierno de facto ', después de derrocar a Hipólito Yrigoyen. Este golpe de Estado inició una secuela de gobiernos fraudulentos conocidos como la Década Infame . [ n 6 ] ​ El modelo agroexportador argentino entró en crisis por el cierre de los mercados internacionales causado por la Crisis de 1929 . El país impulsó un proceso de sustitución de importaciones que desarrolló un amplio sector industrial . [ 59 ] ​ La Década Infame fue derrocada por la Revolución del 43 , un segundo golpe de estado que instaló un gobierno militar en cuyo seno se produciría una alianza entre sindicatos y algunos militares que dieron origen al peronismo . A pesar de la presión de Estados Unidos desde que este país entró a la guerra a fines de 1941 cuando fue atacado por Japón , la Argentina se mantuvo neutral durante la mayor parte del resto de la Segunda Guerra Mundial , uniéndose a los Aliados el 27 de marzo de 1945 , durante el gobierno del general Edelmiro Farrell , poco antes de la terminación de la Guerra. En 1946 fue electo presidente Juan Domingo Perón con apoyo de los sindicatos organizados en el Partido Laborista . Perón, acompañado por su esposa Evita , encabezó un nuevo movimiento que puso el acento en la justicia social , la soberanía política y la independencia económica. Bajo su gobierno se estableció el sufragio femenino en 1947 , la igualdad de hombres y mujeres en el derecho familiar, la igualdad de los hijos nacidos dentro o fuera del matrimonio, la gratuidad de la enseñanza universitaria, se erradicó el paludismo , etc. [ 60 ] ​ A través de la Fundación Eva Perón , se desarrolló una ayuda social sin precedentes en el país, brindando apoyo económico a los sectores más vulnerables. También se nacionalizaron los ferrocarriles y el comercio exterior, y se generó un fuerte proceso de industrialización, promoviendo la industria pesada. En 1951 Perón fue reelegido para un nuevo período presidencial con el 62,5 % de los votos en lo que constituyó la primera elección con sufragio universal de hombres y mujeres en la Argentina. En 1952 murió Evita. Casi 60 años después, sería declarada la Mujer del Bicentenario , como el símbolo del protagonismo de la mujer en la historia argentina. [ 60 ] ​ El peronismo contó con una amplia adhesión de la población, pero también con un fuerte rechazo de los sectores opositores, polarizándose la sociedad argentina en peronistas y antiperonistas . Su política perjudicó a los intereses británicos, dominantes hasta entonces en la economía, que apoyaron a los opositores. [ 61 ] ​ El inicio de un conflicto con la Iglesia católica debilitó la lealtad al gobierno de vastos sectores y unificó a la oposición. [ 62 ] ​ Víctimas del Bombardeo de la Plaza de Mayo de 1955. El 16 de junio de 1955 una conjura cívico-militar, utilizando unos treinta aviones de la Armada y de la Fuerza Aérea , bombardearon y ametrallaron a la población de Buenos Aires en la Plaza de Mayo y otros lugares. [ 63 ] ​ Este ataque produjo 308 víctimas oficialmente identificadas —entre ellas 111 activistas sindicales que incluyen a 23 mujeres—, un número de muertos que no pudieron ser individualizados debido a las mutilaciones y más de 700 heridos. [ 64 ] ​ En septiembre Perón fue derrocado por un nuevo golpe autodenominado Revolución Libertadora , que proscribió al peronismo, muchos de cuyos partidarios fueron encarcelados o fusilados, lo que le valió al golpismo el mote de «Revolución Fusiladora». Perón se vio obligado a exiliarse hasta el final de la proscripción en 1973. [ 61 ] ​ Arturo Frondizi ( UCRI ) fue elegido presidente en 1958 con el peronismo proscrito. Durante la proscripción, el peronismo continuará teniendo influencia en la política y el sindicalismo —ámbito en el que ganó la mayoría de las elecciones—, negando legitimidad a las autoridades instaladas por medios no democráticos y desarrollando una actividad opositora conocida por la Resistencia peronista . En 1958 fue elegido presidente Arturo Frondizi ( UCRI ) en elecciones con el peronismo proscripto pero luego de realizar un pacto electoral con Perón, siendo derrocado por un nuevo golpe militar en 1962 . El golpe esta vez tuvo la particularidad de que el poder fue asumido por el civil José María Guido , nombrado presidente por la Corte Suprema de Justicia ese mismo día tras el derrocamiento y arresto de Frondizi, alegando para su nombramiento un vacío de poder . A pesar de que formalmente Guido ejercía la presidencia, el verdadero poder material residía en la esfera militar. Durante su mandato se agudizaron los enfrentamientos entre dos facciones del Ejército Argentino , conocidas como Azules y Colorados , llegándose a enfrentamientos armados. La victoria del sector «azul» permitió al general Juan Carlos Onganía reunificar al Ejército. Arturo Illia fue elegido presidente en 1963 con el peronismo proscripto y el expresidente Frondizi aún detenido por los militares que lo derrocaron. Con el peronismo todavía proscripto y el expresidente Frondizi detenido, [ 65 ] ​ en 1963 fue elegido como mandatario Arturo Umberto Illia ( UCRP ), quien también sería depuesto por un golpe militar en 1966 , que llevaría al gobierno a Onganía. Su dictadura, la primera de las tres que conformaron la autodenominada Revolución Argentina (1966-1973), fue también la primera dictadura permanente instalada en el marco de los regímenes militares que se multiplicaron en América Latina con apoyo activo de Estados Unidos a través de la Escuela de las Américas y la doctrina de la seguridad nacional en el marco global de la Guerra Fría . La abolición de la actividad política y el terrorismo de estado , provocó un estado insurreccional de la población que se manifestó en la aparición de varias organizaciones guerrilleras —como Montoneros , las FAR y el ERP — y gran cantidad de puebladas insurreccionales , como el Cordobazo , el Rosariazo y el Tucumanazo , entre otras. [ 66 ] ​ Acorralada por la insurrección popular, la dictadura organizó una salida electoral con participación del peronismo (aunque impidiendo la candidatura de Perón). En 1974 María Estela Martínez de Perón se convirtió en la primera mujer americana en ocupar el cargo de jefe de Estado. En 1973 el peronismo fue legalizado y triunfó en las elecciones presidenciales , dando inicio a lo que ha dado en llamarse el tercer peronismo . Tras la renuncia del presidente Héctor José Cámpora , ese mismo año, Juan Domingo Perón fue elegido presidente por tercera vez, precipitando así su muerte nueve meses después. Lo sucedió su vicepresidenta y esposa, María Estela Martínez de Perón . Este período se caracterizó por un acelerado deterioro de la situación interna, producto de la crisis del petróleo de 1973 y la generalizada violencia política, incluyendo la organización desde el gobierno de una fuerza parapolicial llamada la Alianza Anticomunista Argentina (Triple A) que junto a las fuerzas policiales y militares, asesinaron a cientos de opositores desde 1973 —varios de ellos ' detenidos-desaparecidos '—, así como la instalación de centros clandestinos de detención en el marco de la represión ordenada por los llamados decretos de aniquilamiento . [ 67 ] ​ El 24 de marzo de 1976 se produjo un nuevo golpe militar que instaló una nueva dictadura permanente autodenominada Proceso de Reorganización Nacional , que duraría casi ocho años, y que estaría internacionalmente coordinada con las demás dictaduras sudamericanas mediante el Plan Cóndor , bajo el amparo de los Estados Unidos . Durante la misma se implantó un régimen de terrorismo de estado que llevó a cabo un plan sistemático de secuestro, tortura y eliminación de opositores, calificado por la justicia de genocidio , causando miles desaparecidos y cientos de niños que sufrieron la supresión de su identidad . [ n 7 ] ​ [ 68 ] ​ La primera junta militar, de izquierda a derecha: Emilio Massera, Jorge Videla y Orlando Agosti. Condenados a prisión perpetua en 1985 por crímenes de lesa humanidad. Como respuesta se formaron organizaciones de derechos humanos , como las Madres de Plaza de Mayo y las Abuelas de Plaza de Mayo , que desempeñarán un rol crucial en el «juicio y castigo a los culpables» y en la recuperación de los bebés secuestrados cuya identidad había sido suprimida. También el movimiento sindical opuso una fuerte resistencia, llegando a declarar varias huelgas generales, a pesar de las desapariciones que lo afectaron masivamente, la disolución de la CGT y la intervención de los sindicatos. La dictadura contó con apoyo activo de los principales grupos empresariales, ocupando funciones claves del gobierno, así como del Fondo Monetario Internacional , las empresas multinacionales, los principales medios de prensa, junto a periodistas y comunicadores destacados. El plan económico siguió los lineamientos de la Escuela de Chicago —frecuentemente identificada con el neoliberalismo —. Un sector importante de la población apoyó la dictadura, en tanto que otro sector la resistió mediante la acción guerrillera , la creación de organizaciones de derechos humanos como las Madres de Plaza de Mayo , o la acción sindical y las huelgas . La deuda externa , que condicionará a los gobiernos democráticos a partir de 1983, pasó de 7.700 millones en 1976 a 45.000 millones de dólares en 1983, en muchos casos fruto de operaciones delictivas en beneficio de los grupos económicos y las empresas multinacionales. En 1978 , se produjo una grave crisis con Chile por los límites en la zona del canal Beagle , que llevó a ambos países al borde de la guerra. En el año 1982 se desarrolló la Guerra de las Malvinas con el Reino Unido . la derrota argentina fue uno de los factores que llevaron al colapso del régimen militar y al llamado a elecciones generales para el año siguiente. Recuperación de la democracia [ editar ] Artículo principal: Historia de la Argentina entre 1983 y 2003 Raúl Alfonsín , presidente entre 1983 y 1989, es reconocido como el «Padre de la Democracia». El gobierno democrático fue restablecido el 10 de diciembre de 1983. El nuevo presidente fue Raúl Alfonsín , de la Unión Cívica Radical , quien dispuso investigar los crímenes de lesa humanidad de la dictadura creando la Conadep , ente que produjo un decisivo informe titulado Nunca más . Las tres primeras juntas militares fueron enjuiciadas y algunos de sus miembros condenados, aunque también bajo su mandato y por presión militar comenzaron a sancionarse las leyes de impunidad . En 1984 se puso fin a la disputa limítrofe con Chile sobre el canal de Beagle . En 1985 acordó con el nuevo presidente democrático de Brasil José Sarney , iniciar el proceso de integración regional que se concretaría en 1991 con el nombre de Mercosur . Después de las elecciones presidenciales de 1989 y afectada la gobernabilidad del país por un proceso hiperinflacionario , Alfonsín se vio obligado a dejar la Presidencia y entregar el mando con seis meses de anticipación. [ 69 ] ​ Menem y su mujer Zulema Yoma, saludan en el balcón de la Casa Rosada, a partir de este momento comienza la era menemista que durara hasta 1999. Asumió Carlos Menem del Partido Justicialista . Con un fuerte protagonismo del ministro Domingo Cavallo detuvo la inflación mediante un régimen de convertibilidad y llevó adelante un amplio proceso de privatizaciones, desregulación, apertura de la economía y endeudamiento externo, en consonancia con el Consenso de Washington de 1989 y apoyo del FMI. Socialmente apareció la desocupación masiva y la criminalidad se elevó bruscamente, convirtiéndose ambos en problemas centrales de la agenda política. [ 70 ] ​ [ 71 ] ​ En 1991 la Argentina entró en guerra contra Irak sin autorización del Congreso Nacional, bajo las órdenes de Estados Unidos. [ 72 ] ​ [ 73 ] ​ En 1992 y 1994 sufrió dos grandes atentados terroristas , contra la embajada de Israel y contra la AMIA , con 23 y 85 muertos respectivamente, sin que se descubrieran los culpables, en investigaciones con muchas irregularidades. [ 74 ] ​ Se resolvió la disputa limítrofe con Chile por 481 km² ubicados en la zona del Lago del Desierto . En 1994 un pacto entre Alfonsín y Menem permitió la reforma de la Constitución y al año siguiente Ménem fue reelecto. Una operación de tráfico de armas a Ecuador y Croacia causó la voladura de la fábrica de armamentos de Río Tercero , dañando la ciudad, causando siete muertos y afectando seriamente las relaciones con el Perú. [ 75 ] ​ Los conflictos sociales y las huelgas aumentaron, estallando puebladas y cortes de ruta que dieron origen al movimiento piquetero . [ 76 ] ​ En 1998 comenzó un período de recesión que duró cuatro años y desembocó en la peor crisis de la historia argentina. [ 77 ] ​ Fernando de la Rúa asume en 1999 acabando con diez años de gobierno menemista. En diciembre de 1999 asumió la presidencia Fernando de la Rúa de la Unión Cívica Radical , que por entonces formaba parte de La Alianza . Tomó medidas para reducir el déficit público -entre ellas la reducción de las jubilaciones- y flexibilizar los derechos laborales, siguiendo las indicaciones del FMI . [ 78 ] ​ La crisis económica y social se agravó y el gobierno designó al exministro del presidente Menem, Domingo Cavallo, quien dispuso la congelación de los depósitos bancarios (medida conocida como 'el Corralito' ), que culminó en una insurrección social generalizada , con decenas de asesinatos causados por las fuerzas de represión, que llevó a la renuncia del Presidente el 20 de diciembre de 2001. [ 79 ] ​ [ 80 ] ​ [ 81 ] ​ Durante dos semanas de incertidumbre se sucedieron varios presidentes, entre ellos el breve gobierno de Adolfo Rodríguez Saá , durante el cual el país entró en default al declarar la moratoria de la deuda externa. [ 81 ] ​ [ 82 ] ​ El 2 de enero de 2002 la Asamblea Legislativa eligió a Eduardo Duhalde , del Partido Justicialista, como presidente provisional. Duhalde puso fin a la convertibilidad, estableciendo un régimen de pesificación asimétrica , conocido como 'el corralón'. [ 83 ] ​ El peso se devaluó un 300 % y los bancos no devolvieron los depósitos en dólares de sus clientes, provocando acciones en su contra de amplios sectores de clase media. En este período la pobreza trepó al 56 % de la población y la desocupación al 26 %, estableciéndose los subsidios llamados Plan de Jefes y Jefas de Hogar Desocupados, que alcanzó un pico de dos millones de planes en mayo de 2003. La deuda externa llegó al 135% del PBI. [ 84 ] ​ Ese año la inflación fue del 41% y el aumento de los precios de los alimentos llegó al 74,9%. [ 85 ] ​ El peronista Néstor Kirchner fue elegido en 2003, inaugurando el ciclo conocido como kirchnerismo . En 2003 fue elegido presidente Néstor Kirchner del Partido Justicialista , fuerza principal del Frente para la Victoria . En este período el Congreso inició el procedimiento de juicio político contra cinco miembros de la Corte Suprema , motivando la renuncia de tres y la remoción de otros dos. [ 86 ] ​ Se anularon las leyes de impunidad y se reabrieron los juicios por crímenes de lesa humanidad durante la dictadura, en los que se condenaron a varios cientos de represores. [ 87 ] ​ Se impulsó la desarticulación del ALCA . Se canceló la deuda con el FMI y se realizó una reestructuración de la deuda externa con una fuerte quita. El PBI creció de 97 mil millones de dólares en 2002 a 329 mil millones de dólares en 2007. [ 88 ] ​ El desempleo se redujo del 17,9% en 2002 al 8,5% en 2007. [ 89 ] ​ La política laboral restableció las paritarias anuales (negociaciones colectivas entre patronos y sindicatos), dispuso la fijación anual del salario mínimo por acuerdo tripartito, reduciéndose el trabajo no registrado de 50% en 2003 al 39% en 2007. [ 90 ] ​ La inflación fue moderada, aunque con tendencia al ascenso: pasó del 5,3% de 2004 [ 91 ] ​ a un estimado en torno al 15 o 20% para 2007, [ 92 ] ​ aunque las estadísticas oficiales informaban una tasa considerablemente menor debido a la injerencia del Poder Ejecutivo en el Instituto Nacional de Estadística . [ 93 ] ​ Cristina Fernández de Kirchner , presidenta de la Nación entre 2007 y 2015. [ 94 ] ​ En 2007 ganó nuevamente el Frente para la Victoria (FPV), convirtiéndose Cristina Fernández de Kirchner en la primera mujer elegida para ese cargo en el país. Algunas de las medidas de este período fueron la constitución de la UNASUR y la CELAC , la reestatización del sistema de seguridad social , la creación de la Asignación Universal por Hijo , la renacionalización de Aerolíneas Argentinas , la ley de matrimonio igualitario , la derogación de la Ley de Radiodifusión de la dictadura y la sanción de una nueva ley de medios . A poco de iniciar su período enfrentó un extenso paro patronal agropecuario apoyado por manifestaciones masivas, debido a la política oficial de retenciones a las exportaciones. En 2011 el FPV ganó por tercera vez las elecciones presidenciales, resultando reelecta Cristina Kirchner. Durante su segundo mandato se reestatizó el 51 % de las acciones de la petrolera YPF , se sancionó la ley de identidad de género , se entregaron millones de netbooks a chicos de escuelas públicas ( Conectar Igualdad ), se aprobó un nuevo Código Civil y Comercial y se impulsó el desarrollo del sector industrial, destacándose la puesta en órbita el 16 de octubre de 2014, del satélite ARSAT-1 , un satélite de comunicación geoestacionario por parte de la empresa estatal ARSAT , habiendo sido construido por la empresa argentina INVAP . Posteriormente, el 30 de setiembre de 2015, se lanzó el ARSAT-2 , el cual al igual que el anterior fueron puestos en órbita desde la Guyana Francesa . Con el desarrollo y puesta en órbita de estos satélites, Argentina pasó a formar parte del selecto grupo de países de la industria espacial global. Asimismo, estaba previsto dentro del Plan Nacional Espacial , el lanzamiento del ARSAT-3, pero dicho desarrollo ha quedado en suspenso, luego del cambio de administración política producida después de las elecciones del año 2015. Hubo una fuerte confrontación judicial y mediática con el Grupo Clarín . [ 95 ] ​ Durante los dos períodos de Cristina Kirchner, se redujo la pobreza, la desocupación y el trabajo no registrado y se duplicó la clase media. [ 89 ] ​ [ 96 ] ​ En 2012 comenzó un largo período dificultades económicas y deterioro de los indicadores sociales, en el marco de la Gran Recesión mundial y especialmente de la crisis económica de Brasil, con una inflación cercana al 30%, aunque los datos oficiales continuaron indicando tasas menores. [ 97 ] ​El gobierno tomó medidas como el establecimiento de regulaciones para la compra de dólares, el aumento de gasto público y diversos tipos de subsidios a la industria y los servicios públicos. Durante sus dos períodos el PBI creció de 329 mil millones a 548 mil millones de dólares en 2014. [ 88 ] ​ Mauricio Macri, asumió el 10 de diciembre de 2015 como presidente de la Nación. En las elecciones de 2015 triunfó Mauricio Macri , de Propuesta Republicana (PRO), con la alianza electoral Cambiemos , iniciando una etapa de cambio completo de la orientación que habían tenido hasta ese momento las políticas de los gobiernos kirchneristas, retomando el proyecto neoliberal . El nuevo gobierno aplicó una serie de medidas como la libre adquisición de moneda extranjera, [ 98 ] ​ rebajas a las retenciones a las exportaciones, [ 99 ] ​ y devaluación del peso, lo que condujo a un descenso del PBI por enfriamiento de la economía. A comienzos de 2016, la Ley de Servicios de Comunicación Audiovisual fue modificada por decreto de Mauricio Macri, [ 100 ] ​ limitando su carácter antimonopólico , beneficiando a las principales empresas de medios de comunicación del país. [ 101 ] ​ Contrayendo deuda por emisión de bonos (la más grande de un país emergente de la historia), [ 102 ] ​ el gobierno argentino acordó pagos a los Fondos buitre en litigio con el país por cifras mayores a las demandadas por los mísmos. Un primer pago de 9300 millones de dólares (el cual fue calificado por el fiscal Federico Delgado como una 'estafa gigantesca' al Estado nacional) [ 103 ] ​ dio lugar a una 'tercera generación', una nueva tanda de demandantes con bonos que no ingresaron a los canjes de deuda previos. [ 104 ] ​ [ 105 ] ​ En menos de dos años (entre diciembre de 2015 y junio de 2017) la deuda emitida por el gobierno argentino fue casi 100 mil millones de dólares, [ 106 ] ​ alcanzando la cifra de 216.351 millones de dólares en diciembre de 2017. [ 107 ] ​ Gobierno y política [ editar ] Artículo principal: Política de la Nación Argentina Casa Rosada , sede del Poder Ejecutivo. La Constitución de 1853 estableció un sistema de gobierno representativo , republicano y federal , que ha sido mantenido por todas las reformas constitucionales realizadas desde entonces. La Argentina se formó por la unión federativa de las provincias que surgieron después de la disolución del Virreinato del Río de la Plata y por la incorporación de las que se fueron constituyendo a partir de los Territorios Nacionales. Las provincias son autónomas , lo cual está explicitado en el artículo 121 de la Constitución Nacional [ 108 ] ​ La Constitución vigente en la actualidad es la que resulta del texto establecido por la Convención Constituyente de 1994 . Las autoridades del gobierno federal tienen su sede en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires , que es actualmente la Capital de la República o Capital de Nación , denominaciones utilizadas en la Constitución Nacional y en la ley de federalización , pero llamada de manera habitual Capital Federal . Véase también: Constitución de la Nación Argentina Poder Ejecutivo Nacional [ editar ] Artículo principal: Presidente de la Nación Argentina Artículo principal: Poder Ejecutivo Nacional (Argentina) El Poder Ejecutivo Nacional (PEN) es desempeñado por un ciudadano con el título de Presidente de la Nación Argentina , el cual es elegido por sufragio directo en doble vuelta junto con el candidato a vicepresidente . La segunda vuelta electoral se realiza entre las dos opciones más votadas si en la primera ninguna hubiera obtenido más del 45 % de los votos válidos o, si habiendo obtenido la opción más votada entre el 40 % y el 45 %, existiera una diferencia con la segunda opción menor al 10 %. [ 109 ] ​ A partir del 10 de diciembre de 2015 el titular del PEN es Mauricio Macri , del partido Propuesta Republicana PRO integrante del Frente Cambiemos , con mandato hasta el 9 de diciembre de 2019 . Es el 8 vo presidente desde la recuperación del orden constitucional en 1983. [ 110 ] ​ El presidente y el vicepresidente duran cuatro años en sus mandatos y pueden ser reelegidos inmediatamente por un mandato más. [ 111 ] ​ El gabinete de ministros del presidente de la Nación es dirigido por el Jefe de Gabinete de ministros , quien se encuentra a cargo de la administración del país y es responsable ante el Congreso. [ 112 ] ​ Véase también: Elecciones presidenciales de Argentina de 2015 Poder Legislativo Nacional [ editar ] Artículo principal: Congreso de la Nación Argentina Palacio del Congreso , sede del Poder Legislativo Nacional . El poder legislativo es ejercido por el Congreso de la Nación Argentina , integrado por dos cámaras. La Cámara de Diputados reúne a los representantes directos de la población. Son elegidos por el sistema de representación proporcional ( sistema D'Hondt ), duran cuatro años en su mandato y se renuevan por mitades cada dos años, pudiendo ser reelegidos indefinidamente. Son electos tomando como distrito único cada provincia y la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, donde se vota, por una lista de todos los candidatos de cada partido político o alianza electoral, a los puestos que cada distrito ponga en disputa en esa elección. [ 113 ] ​ Cuenta con un total de 257 miembros. El Senado reúne a los representantes de las 23 provincias y la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, correspondiéndole a cada una dos senadores por la mayoría y uno por la minoría, sumando en total 72 miembros. Son elegidos por voto directo, duran seis años en su mandato y se renuevan por tercios cada dos años, pudiendo ser reelegidos indefinidamente. [ 114 ] ​ Por la Ley 24 012 de 1991 se estableció el cupo femenino en los cargos electivos, obligando a los partidos políticos a incluir un mínimo de un tercio de mujeres entre los candidatos. [ 115 ] ​ Desde entonces, la participación de las mujeres en la política se ha incrementado notablemente, siendo Argentina el país sudamericano con mayor cantidad de mujeres en el Poder Legislativo y estando, a su vez, entre los primeros diez a nivel mundial. [ 116 ] ​ El Congreso de la Nación Argentina es el encargado de la formación y sanción de las leyes federales. además, tiene a su cargo la sanción de los códigos legales civil, penal, comercial, laboral y de minería, entre otros destinados a organizar la legislación común de fondo. [ 117 ] ​ Cuenta con un organismo constitucional autónomo de asistencia técnica: la Auditoría General de la Nación , a cargo del control de legalidad, gestión y auditoría de toda la actividad de la administración pública. [ 118 ] ​ Asimismo, en el ámbito del Congreso funciona el Defensor del Pueblo de la República Argentina como órgano independiente, sin recibir instrucciones de ninguna autoridad. Su propósito es defender los derechos humanos y los derechos constitucionales y legales que puedan ser afectados por la Administración. [ 119 ] ​ Véanse también: Senado de la Nación Argentina y Cámara de Diputados de la Nación Argentina . Poder Judicial Nacional [ editar ] Artículo principal: Poder Judicial de la Nación Argentina Palacio de Justicia de la Nación , donde sesiona la Corte Suprema de Justicia de la Nación Argentina . El poder judicial está encabezado por una Corte Suprema de Justicia integrada por cinco jueces abogados nombrados por el presidente de la Nación con acuerdo del Senado, que requiere para ello una mayoría de dos tercios. [ 120 ] ​ Los tribunales inferiores están encargados de resolver los conflictos regulados por la legislación federal en todo el país ( tribunales federales ) y, también, por la legislación común en la Ciudad Autónoma de Buenos Aires ( tribunales nacionales ). La designación de los jueces la realiza el presidente de la Nación con acuerdo del Senado, sobre la base de una terna integrada por candidatos seleccionados en concurso público por el Consejo de la Magistratura , órgano de composición multisectorial, a quien corresponde el control directo de los jueces y la administración del Poder judicial. [ 121 ] ​ Los jueces permanecen en sus cargos «mientras dure su buena conducta» y sólo pueden ser removidos en caso de infracciones graves, por un Jurado de Enjuiciamiento , integrado por legisladores, magistrados y abogados. Ministerio Público [ editar ] Artículo principal: Ministerio Público de la Argentina La Constitución establece también el Ministerio Público como órgano independiente y con autonomía funcional y financiera, con la función de promover la actuación de la justicia. El Ministerio Público es un organismo constitucional (art. 120) y es considerado por parte de la doctrina como un cuarto poder , en tanto que otra parte sostiene que se trata de un órgano extra poder . [ 122 ] ​ Se trata de un organismo bicéfalo integrado por el Ministerio Público Fiscal , dirigido por el Procurador General de la Nación y encargado de la acción de los fiscales , y el Ministerio Público de la Defensa dirigido por el Defensor General de la Nación y encargado de la acción de los defensores oficiales. [ 123 ] ​ El Defensor del Pueblo no forma parte de este organismo, sino que constituye un órgano independiente en el ámbito del Congreso de la Nación, con autonomía funcional. Gobiernos provinciales [ editar ] Artículos principales: Provincias de la Argentina y Gobernadores de la Argentina . Centro Cívico , Sede del Poder Ejecutivo de la Provincia de San Luis . Sede del Poder Legislativo de Santiago del Estero . Palacio de Justicia , Sede del Poder Judicial de Córdoba . En la República Argentina existen 23 provincias que, debido al sistema federal adoptado por la Constitución, son autónomas y mantienen todo el poder no delegado explícitamente al gobierno federal. Todas las provincias cuentan con una constitución republicana y representativa que organiza sus propios poderes, ejecutivo, legislativo y judicial, y regula el régimen de autonomía municipal . Las provincias pueden sancionar leyes sobre cuestiones no federales, pero las principales leyes comunes ( civiles , comerciales , penales , laborales , de seguridad social y de minería ) están reservadas al Congreso Nacional ( Constitución Nacional , artículo 75, inciso 12). En todas las provincias, el poder ejecutivo está a cargo de un gobernador que dura en sus funciones cuatro años y que, en general, puede ser reelegido. El poder legislativo en algunas provincias está ejercido por una legislatura unicameral y en otras por una legislatura bicameral. [ 124 ] ​ Todas las provincias cuentan con un poder judicial con su correspondiente Corte Superior provincial y tribunales encargados de resolver los conflictos regidos por la ley común (civil, penal, comercial, laboral, administrativo local). [ 125 ] ​ La Ciudad Autónoma de Buenos Aires tiene un régimen especial de autonomía sin llegar a ser una provincia. Una ley sancionada en 1880 la confirmó como capital de la República y la federalizó, separándola de la provincia de Buenos Aires . Su organización política cuenta también con una Constitución republicana que establece un gobierno dividido en tres poderes (ejecutivo, legislativo y judicial) y un régimen de descentralización en comunas. Las restricciones en materia de autonomía han influido para que hasta 2006 careciera de policía propia y un sistema judicial para resolver conflictos motivados en la aplicación de las leyes comunes. El titular del poder ejecutivo lleva el título de Jefe de Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires . La Constitución Nacional pide a cada provincia la organización de un régimen municipal [ 126 ] ​ y reconoce a los municipios su autonomía. [ 127 ] ​ Los municipios dirigen los destinos de cada ciudad o pueblo. por lo general, su jurisdicción se extiende a la zona rural aledaña y, en ocasiones, abarca localidades menores. Relaciones exteriores [ editar ] Artículo principal: Relaciones exteriores de la Argentina Países con embajadas argentinas. Celebración de los 20 años del Mercosur: los iniciadores José Sarney y Alfonsín , con Lula y Kirchner . Mauricio Macri junto a Barack Obama en su visita oficial a la República Argentina. Las relaciones exteriores de la República Argentina son las relaciones que tiene dicho país con los demás países del exterior, tanto en el campo político, como en los campos económico, comercial, militar, jurídico, geopolítico y geoestratégico. Con fuerte presencia internacional, desde sus inicios, la Argentina ha sido un actor primordial en Sudamérica y ha jugado un rol importante en el escenario político global, aunque su orientación y alianzas han variado mucho a lo largo del tiempo y de los diferentes gobiernos. Aun así, la Argentina se ha caracterizado, en general, y con algunas excepciones, por un mayor nivel de autonomía respecto de las grandes potencias, y una política exterior más soberana, en comparación con otros países latinoamericanos, debido a su mayor nivel de desarrollo, a la percepción de tener un rol importante que jugar en el mundo, y al mayor peso que han tenido a lo largo de su historia ideologías, intelectuales y corrientes antiimperialistas. En ese sentido, su política exterior es comparable a la de otras potencias intermedias. Las relaciones exteriores de Argentina son gestionadas por el Ministerio de Relaciones Exteriores, Comercio Internacional y Culto de la República Argentina . Actualmente, la Canciller es Susana Malcorra . Participó en cada fase de la operación de Haití , y también ha contribuido en operaciones pacificadoras en diversas zonas del mundo. En reconocimiento a sus contribuciones a la seguridad internacional y a la pacificación, el presidente estadounidense Bill Clinton designó a la Argentina como aliado importante extra-OTAN en enero de 1998. [ 128 ] ​ La Argentina mantiene una disputa de soberanía sobre las islas Malvinas , Sándwich del Sur , Aurora y Georgias del Sur , administradas por el Reino Unido , junto con sus espacios marítimos circundantes. [ 129 ] ​ Asimismo, reclama casi 1 millón de kilómetros cuadrados en la Antártida que no son reconocidos por otro país, excepto parcialmente por Chile. Durante 2006 comenzó un litigio con Uruguay debido al inicio de las obras de una planta celulósica de la empresa finlandesa Metsä-Botnia en la localidad uruguaya de Fray Bentos . La Argentina ha demandado a Uruguay ante la Corte Internacional de Justicia argumentando que la instalación de las plantas de celulosa es contaminante y se ha realizado en violación del Estatuto del Río Uruguay . [ 130 ] ​ Defensa y seguridad [ editar ] Tanque Argentino Mediano del Ejército Argentino . Destructor ARA Sarandí (D-13) de la Armada Argentina . Cazabombardero Lockheed Martin A-4AR Fightinghawk de la Fuerza Aérea Argentina . Fuerzas Armadas [ editar ] Artículo principal: Fuerzas Armadas Argentinas Las Fuerzas Armadas están compuestas por el Ejército Argentino (EA), la Armada Argentina (ARA) y la Fuerza Aérea Argentina (FAA), son las encargadas de la defensa nacional y protección del país. Se encuentran bajo el mando del presidente de la Nación, que es su comandante en jefe y atiende sus cuestiones a través del Ministerio de Defensa . [ 120 ] ​ En conjunto, forman uno de los mayores poderíos en toda América Latina debido a los pasados conflictos bélicos que sufrió Argentina, aunque este poder se ha reducido considerablemente a partir de 1983 cuando se retomó la vuelta a la democracia y se concluyó con el servicio militar obligatorio en 1994 para así evitar futuros golpes de estado. [ 131 ] ​ En tiempos de paz, las fuerzas mantienen un entrenamiento constante, investigaciones aplicadas, desarrollo de sus propios equipos y realizan misiones de paz en todo el planeta. La edad mínima para ingresar es de 18 años, sin que exista un servicio militar obligatorio . Actualmente se encuentran llevando a cabo la Misión de Estabilización de las Naciones Unidas en Haití (MINUSTAH) e integran la Fuerza de las Naciones Unidas para el Mantenimiento de la Paz en Chipre (UNFICYP), de conformidad con los mandatos de la Organización de las Naciones Unidas . [ 132 ] ​ Desde 2016 se encuentran meramente autorizadas para derribar aviones hostiles que ingresen al espacio vital aéreo argentino sin permiso previo, siguiendo una serie de pasos protocolares como alertar a todas las fuerzas nacionales y al presidente, proceder a identificar la aeronave, advertirle, intimidarla y en caso de no ceder, tomar la medida de fuerza extrema. Estas medidas drásticas son con el fin de combatir el delito complejo, el crimen organizado y el narcotráfico que inquieta cada vez más al país. [ 133 ] ​ Fuerzas de Seguridad [ editar ] La seguridad de las aguas territoriales corresponde a la Prefectura Naval Argentina (PNA), la de regiones fronterizas y obras de infraestructura críticas a la Gendarmería Nacional Argentina (GNA), y la de los aeropuertos a la Policía de Seguridad Aeroportuaria (PSA). estas fuerzas de seguridad dependen del Ministerio de Seguridad . El Sistema de Inteligencia Nacional dirige las acciones de inteligencia , dentro de los que se destaca la Agencia Federal de Inteligencia (AFI), aunque también existen diferentes organismos públicos como la Dirección de Observaciones Judiciales , el Departamento de Intercepción y Captación de las Comunicaciones , la Inteligencia de la Gendarmería Nacional , la Oficina Anticorrupción , entre otras. [ 134 ] ​ Cada provincia cuenta con su propia policía , que puede trabajar en conjunto con la Policía Federal Argentina (PFA), la fuerza de seguridad que se encarga de los delitos de ámbito exclusivamente federal o que involucran a más de una jurisdicción. La Policía Federal fue hasta 2009 la fuerza policial de la ciudad de Buenos Aires , cuando el entonces jefe de Gobierno porteño Mauricio Macri creó la Policía Metropolitana de Buenos Aires , la misma fue creada en el marco de la ley n.º 2894, de Seguridad Pública, que fue sancionada el 28 de octubre de 2008 y promulgada por medio del decreto 1354 del 18 de noviembre de ese año. La reglamentación de la norma se registró el 20 de marzo de 2009 por medio del decreto 210. [ 135 ] ​ Derechos humanos [ editar ] 'Casa por la Identidad', antiguo predio de la Escuela Superior de Mecánica de la Armada (Ex ESMA). En su Constitución, Argentina establece la jerarquía constitucional de los tratados de derechos humanos (art. 75, inciso 22). En materia de derechos humanos , respecto a la pertenencia a los siete organismos de la Carta Internacional de Derechos Humanos, que incluyen al Comité de Derechos Humanos (HRC), Argentina ha firmado o ratificado: Estatus de los principales instrumentos internacionales de derechos humanos [ 136 ] ​ Argentina Tratados internacionales CESCR [ 137 ] ​ CCPR [ 138 ] ​ CERD [ 139 ] ​ CED [ 140 ] ​ CEDAW [ 141 ] ​ CAT [ 142 ] ​ CRC [ 143 ] ​ MWC [ 144 ] ​ CRPD [ 145 ] ​ CESCR CESCR-OP CCPR CCPR-OP1 CCPR-OP2-DP CEDAW CEDAW-OP CAT CAT-OP CRC CRC-OP-AC CRC-OP-SC CRPD CRPD-OP Pertenencia Firmado y ratificado, firmado pero no ratificado, ni firmado ni ratificado, sin información, ha accedido a firmar y ratificar el órgano en cuestión, pero también reconoce la competencia de recibir y procesar comunicaciones individuales por parte de los órganos competentes. Organización territorial [ editar ] Artículo principal: Provincias de la Argentina La República Argentina está organizada en 23 provincias y la Ciudad Autónoma de Buenos Aires , en donde se encuentra la sede del Gobierno federal. Mediante la ley 23512 de 1987, [ 146 ] ​ la Capital de la República debe ser trasladada a un nuevo Distrito Federal , a crearse en los municipios de Viedma y Guardia Mitre (Río Negro) y parte del Partido de Patagones (Buenos Aires). El traslado fue aceptado por las provincias de Río Negro (Ley 2086) y Buenos Aires (Ley 10454), pero caducó en ambos casos en 1992 al no efectuarse. Para octubre de 2013 la ley nacional sigue vigente, pero el traslado ha sido desactivado y Buenos Aires continúa siendo la capital de la república de pleno derecho. Las provincias nominalmente son entidades autónomas y dividen su territorio en departamentos y estos a su vez se componen de municipios , con la excepción de la provincia de Buenos Aires que sólo lo hace en municipios denominados partidos . [ 147 ] ​ Los departamentos, en general, no cuentan con funciones administrativas, aunque en las provincias de Mendoza , San Juan y La Rioja cada departamento es un municipio. En algunas provincias los departamentos son utilizados como distritos electorales para determinar representantes a las legislaturas provinciales y sirven como unidades de descentralización de diversos órganos provinciales como la policía y el Poder Judicial (véase: autarquía ). La Constitución Nacional de 1994 reconoce la autonomía municipal, pero da potestad a las provincias para reglar su alcance y contenido, [ 30 ] ​ por lo que existen municipios autónomos con potestad para sancionar cartas orgánicas municipales y otros que no pueden hacerlo. También existen provincias que no han actualizado sus constituciones para reconocer la autonomía de sus municipios. Hasta diciembre de 2010, 144 municipios , haciendo uso de su autonomía institucional, habían dictado su propia carta orgánica. Las provincias cuentan con gobierno locales y dentro de cada régimen suelen encontrarse tipificaciones de municipios, hay casos de unidades administrativas similares a los municipios ―en general, localidades con escasa población―, pero que no cuentan con autonomía y sus gobernantes son delegados del gobernador. De acuerdo a los datos proporcionados por el Instituto Geográfico Nacional [ 148 ] ​ y por el INDEC, [ 149 ] ​ las provincias, sus superficies (estos datos pueden variar cuando son suministrados por las propias provincias, debido a disputas de límites interprovinciales) y poblaciones, son: Distrito Capital Población (censo 2010) [ 7 ] ​ Superficie (en km²) PBG per cápita [ 150 ] ​ (US$, 2008, est.) Mapa Ciudad de Buenos Aires [ n 8 ] ​ 2 890 151 200 23 309 Buenos Aires Ciudad Autónoma de Buenos Aires Catamarca Chaco Chubut Córdoba Corrientes Entre Ríos Formosa Jujuy La Pampa La Rioja Mendoza Misiones Neuquén Río Negro Salta San Juan San Luis Santa Cruz Santa Fe Santiago del Estero Tierra del Fuego Tucumán La Plata San Fernando del Valle de Catamarca Resistencia Rawson Córdoba Corrientes Paraná Formosa San Salvador de Jujuy Santa Rosa La Rioja Mendoza Posadas Neuquén Viedma Salta San Juan San Luis Río Gallegos Santa Fe de la Vera Cruz Santiago del Estero Ushuaia San Miguel de Tucumán Océano Pacífico Océano Atlántico Mar de Weddell Chile Bolivia Paraguay Brasil Uruguay Islas Malvinas Disputadas con el Reino Unido . Antártida Argentina Provincia de Buenos Aires La Plata 15 625 084 307 571 7310 Catamarca San Fernando del Valle de Catamarca 367 828 102 602 6009 Chaco Resistencia 1 055 259 99 633 2015 Chubut Rawson 509 108 224 686 15 422 Córdoba Córdoba 3 308 876 165 321 6477 Corrientes Corrientes 992 595 88 199 4001 Entre Ríos Paraná 1 235 994 78 781 5682 Formosa Formosa 530 162 72 066 2879 Jujuy San Salvador de Jujuy 673 307 53 219 3755 La Pampa Santa Rosa 318 951 143 440 5987 La Rioja La Rioja 333 642 89 680 4162 Mendoza Mendoza 1 738 929 148 827 9079 Misiones Posadas 1 101 593 29 801 3751 Neuquén Neuquén 551 266 94 078 26 273 Río Negro Viedma 638 645 203 013 8247 Salta Salta 1 214 441 155 488 4220 San Juan San Juan 681 055 89 651 5642 San Luis San Luis 432 310 76 748 5580 Santa Cruz Río Gallegos 273 964 243 943 [ n 9 ] ​ 30 496 Santa Fe Santa Fe de la Vera Cruz 3 194 537 133 007 8423 Santiago del Estero Santiago del Estero 874 006 136 351 3003 Tierra del Fuego, Antártida e Islas del Atlántico Sur Ushuaia 127 205 21 571 [ 151 ] ​ 20 682 Tucumán San Miguel de Tucumán 1 448 188 22 524 3937 ARGENTINA 40 117 096 [ n 10 ] ​ 2 780 400 [ n 10 ] ​ 8269 La Argentina extiende su soberanía sobre el mar adyacente a sus costas y de sus islas , así como también sobre el lecho y subsuelo de las áreas marinas, sus recursos vivos y minerales, y sobre su espacio aéreo marino. El Estado argentino ejerce su soberanía marítima en distintos grados: mar territorial (12 millas marinas desde la línea de base costera), la zona marítima contigua (24 millas marinas), la zona económica exclusiva (200 millas marinas) y la plataforma continental argentina , cuyo proceso de delimitación finalizó en 2016, estableciéndose sobre un área de 6.581.500 km², [ 23 ] ​ una de las más extensas del mundo. [ 24 ] ​ Véase también: Provincias de Argentina por superficie, población y densidad (2010) Regiones integradas [ editar ] Artículo principal: Regiones integradas (Argentina) Con excepción de la provincia de Buenos Aires y la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, las demás provincias han firmado tratados interprovinciales de integración [ 152 ] ​ conformando cuatro regiones para diversos fines: Región del Norte Grande Argentino , formada por las provincias de: Catamarca, Corrientes, Chaco, Formosa, Jujuy, Misiones, Tucumán, Salta y Santiago del Estero. (759 883 km²). Región del Nuevo Cuyo , formada por las provincias de: La Rioja, Mendoza, San Juan y San Luis. (404 906 km²). Región de la Patagonia , formada por las provincias de: Chubut, La Pampa, Neuquén, Río Negro, Santa Cruz y Tierra del Fuego, Antártida e Islas del Atlántico Sur. (930 638 km²). Región Centro , formada por las provincias de: Córdoba, Entre Ríos y Santa Fe. (377 109 km²). Geografía [ editar ] Artículo principal: Geografía de la Argentina Superficie [ editar ] Mapa oficial de la Argentina elaborado en 2009. En verde se indica la superficie de la plataforma continental argentina , reconocida por las Naciones Unidas en 2016. El mapa incluye las reclamaciones territoriales sobre las Islas Malvinas , las Islas Aurora , las Islas Georgias , las Sándwich del Sur y la Antártida Argentina . El territorio de la República Argentina está integrado por un sector americano y otro antártico (cuya soberanía se reclama). El territorio de la República Argentina es el segundo más grande de América del Sur y de América Latina , el cuarto más grande de América y el octavo en extensión de la Tierra , si se considera sólo la superficie continental sujeta a soberanía efectiva. Si se cuentan los territorios reclamados, lo convierte en el séptimo país más extenso del mundo. La superficie del sector americano de la Argentina mide 2 795 677 km². [ 25 ] ​ De ellos, 2 780 400 km² corresponden al área nacional bajo soberanía efectiva, [ 5 ] ​ es decir, la ciudad de Buenos Aires , las 22 provincias continentales argentinas y los departamentos de Ushuaia y Río Grande de Tierra del Fuego . El resto está constituido por los archipiélagos en litigio con el Reino Unido , país que los controla. [ 129 ] ​ incluyen los 11 410 km² de las islas Malvinas , los 3560 km² de las islas Georgias del Sur , y los 307 km² de las Islas Sándwich del Sur . Estos tres archipiélagos forman parte del Departamento Islas del Atlántico Sur . La superficie del sector antártico ―área bajo los postulados del Tratado Antártico ― mide 965 597 km². corresponden a la Antártida Argentina (territorio reclamado), incluida como departamento de la provincia de Tierra del Fuego. Además, esta superficie incluye a las islas Shetland del Sur y las islas Orcadas del Sur . La superficie total de la Argentina, sumados ambos sectores americano y antártico, totaliza 3 761 274 km² incluyendo los territorios cuya soberanía es reclamada (en tal caso sería el séptimo país del mundo en extensión). En esta cantidad no se incluye la franja oceánica argentina de 200 millas marinas ( zona económica exclusiva ), ni la plataforma continental (que suma 6 581 500 km² entre el continente americano y la Antártida a lo largo del océano Atlántico ), ni el sector argentino del Río de la Plata . Ubicación [ editar ] Mapa ( proyección Mercator ) en el cual se transpolan la mayor parte del territorio argentino del continente americano y otros Estados soberanos del Cono Sur (en el centro del mapa y con tono gris) a latitudes equivalentes en el Hemisferio Norte (Europa, Norteamérica, Asia, etc.). el arriba y el abajo es una convención eurocentrica en lo real el geoide de nuestro planeta Tierra carece de «arribas» o de «abajos». Ubicación de Argentina en América del Sur y territorios reclamados en la Antártida y situación comparativa en un mapamundi de todo el planeta. Ubicada en el sur del continente de América , forma parte del Cono Sur junto a Chile, Uruguay, Paraguay y el sur de Brasil. [ 153 ] ​ Limita al norte con Bolivia y con Paraguay. El límite con Bolivia lo marca la frontera fijada sobre la sierra de Cochinoca, los ríos Grande de San Juan, Bermejo , Grande de Tarija , Itaú y Pilcomayo y el paralelo 22. así como también por el tratado de 1889 , por el cual la Argentina cedió su reclamo sobre la provincia de Tarija a cambio de la Puna de Atacama . El de Paraguay, en cambio, lo marcan los ríos Pilcomayo, Paraguay y Paraná según un tratado y un laudo arbitral ( laudo Hayes ), ambos de 1876 . [ 153 ] ​ Limita al este con Brasil, con Uruguay, el Río de la Plata y el mar Argentino . El límite con Brasil está demarcado, de acuerdo al Laudo de Cleveland sobre Misiones (1895) , por los ríos Iguazú , San Antonio , Pepirí Guazú y Uruguay . Los límites con Uruguay los marcan el río homónimo y el de la Plata, fronteras acordadas por el Tratado del Río de la Plata . [ 153 ] ​ Limita al oeste con Chile, cuya frontera común está constituida en su mayor parte por la cordillera de los Andes , demarcada de acuerdo al tratado de 1881 , 1899 y 1995 , y los laudos británicos de 1902 (Andes patagónicos). Su territorio americano limita al sur con Chile —el conflicto del Beagle respecto del canal Beagle fue resuelto mediante una mediación papal aceptada por ambos países— [ 153 ] ​ y sus aguas jurisdiccionales llegan hasta el pasaje de Drake , también llamado mar de Hoces , que une los océanos Atlántico y Pacífico . [ 153 ] ​ Según la publicación Limits of ocean and seas de 1953 de la Organización Hidrográfica Internacional también posee dos breves sectores pertenecientes al océano Pacífico sur: la pequeña cuña al sur de Santa Cruz formada entre punta Dungeness , el cabo Vírgenes y el cabo del Espíritu Santo . y, más extensamente incluye tácitamente, en las aguas, costas, e islas de la porción argentina del canal de Beagle, al sudoeste de Tierra del Fuego . [ 154 ] ​ Sin embargo, el proyecto de la 4.ª edición de Limits of ocean and seas de 2001 pasa a la punta Dungeness el límite interoceánico aclarando que fue lo acordado por Argentina y Chile en 1984. [ 155 ] ​ En cuanto al canal Beagle, Argentina no lo considera incluido en ningún océano. El territorio emergido sobre el cual la Argentina ejerce soberanía efectiva se extiende por más de 33° de latitud entre sus extremos norte y sur, y por casi 20° de longitud de este a oeste. Según la web del Instituto Geográfico Nacional , [ 156 ] ​ tiene 1423 km de este a oeste y 3694 km de longitud de norte a sur, expresando que los puntos extremos son: al este, un punto situado en la ciudad de Bernardo de Irigoyen , en la provincia de Misiones , a 26°15′15″S 53°38′52″O  /  -26.25417, -53.64778 . al oeste un punto al oeste del cerro Bertrand o Agassiz Norte en el parque nacional Los Glaciares , provincia de Santa Cruz : 50°01′00″S 73°34′00″O  /  -50.01667, -73.56667 . al norte la confluencia de los ríos Grande de San Juan y Mojinete, en la provincia de Jujuy a 21°46′50″S 66°13′10″O  /  -21.78056, -66.21944 . y al sur el cabo San Pío , al sur de la isla Grande de Tierra del Fuego , a 55°03′00″S 66°31′00″O  /  -55.05000, -66.51667 . sin embargo, la web de la Subsecretaría de Catastro de Tierra del Fuego señala que la punta Falsa 55°03′34″S 66°26′29″O  /  -55.05944, -66.44139 y el islote Blanco 55°03′51″S 66°33′06″O  /  -55.06417, -66.55167 se hallan aún más al sur que el cabo San Pío. [ 157 ] ​ Enclaves y exclaves [ editar ] Entre la Argentina y el Uruguay [ editar ] El Río de la Plata , entre Argentina y Uruguay, es el más ancho río y estuario del planeta. Por la firma del Tratado del Río Uruguay de 1961 que fijó el límite en este río entre la Argentina y Uruguay, se definió que al sur de la zona del Ayuí ―que es el lugar donde posteriormente se construyó la Represa de Salto Grande ―, el límite pasase por el canal más profundo, separando también las islas. Pese a eso, las islas Filomena Grande , Filomena Chica , Palma Chica , Bassi , Tres Cruces , y los islotes Alba y Chingolo , se acordó que perteneciesen a Uruguay por tener población de ese origen, aunque las aguas que las rodean pertenezcan a la República Argentina. De esta manera, esas islas constituyen enclaves de Uruguay en aguas argentinas. [ 158 ] ​ La isla Martín García es un exclave argentino cercano a la confluencia de los ríos Paraná y Uruguay en aguas de uso común para ambos países, pero dentro del sector del Río de la Plata cuyo lecho y subsuelo fue adjudicado a Uruguay por el Tratado del Río de la Plata de 1973. Este tratado reafirmó la jurisdicción argentina sobre la isla, terminando con una disputa de un siglo entre ambos países. [ 158 ] ​ Debido a la sedimentación aluvional , se formó una isla frente a la costa norte de Martín García que fue llamada por Argentina como Punta Bauzá y por Uruguay como Timoteo Domínguez, y fue objeto de disputa entre ambos países. Con la firma del Tratado del Río de la Plata Argentina reconoció la soberanía uruguaya sobre la isla que, posteriormente, quedó unida a Martín García, constituyendo una frontera seca . Entre la Argentina y el Paraguay [ editar ] De acuerdo con los tratados firmados con la República del Paraguay , se convino que las islas en los ríos Paraná y Paraguay (excepto Yacyretá y Cerrito ) fuesen adjudicadas al país del que se hallen más cerca sus costas, siendo las aguas divididas por el canal principal del río. [ 159 ] ​ Tras la demarcación de las islas en 1980 han quedado enclaves de uno y otro país en las aguas del otro, tanto en el río Paraná como en el río Paraguay . Pertenecen a la República Argentina dentro de la provincia de Corrientes las islas de: Apipé Grande , Entre Ríos , el grupo Caá Verá , las islas Verdes , y las dos islas de Costa Larga . todas ellas situadas en el río Paraná en aguas paraguayas. Regiones naturales [ editar ] Artículo principal: Regiones geográficas de Argentina Cerros Madre e Hija al fondo y los bosques petrificados en la Povincia de Santa Cruz. De acuerdo al más reciente informe del Fondo Mundial para la Naturaleza ( WWF ) Argentina es el noveno país (entre más de 150) con mayor riqueza y biodiversidad natural. [ 160 ] ​ [ n 11 ] ​ En 2011, las Cataratas del Iguazú (en la provincia de Misiones ) fueron consagradas como una de las Siete maravillas naturales del mundo [ 161 ] ​ El territorio continental argentino está situado entre la cordillera de los Andes , el océano Atlántico Sur y el continente antártico . En el país se pueden distinguir tres grandes zonas geográficas claramente diferenciadas: la zona central y norte, de llanuras . la zona sur, de mesetas . la zona oeste, montañosa . [ 162 ] ​ Detalle de las minas de Wanda, Misiones. En el norte del país se encuentran regiones de vegetación densa. en algunos sectores la misma es boscosa y en otros es selvática , compuesta por la región chaqueña y los esteros del Iberá . estas zonas de abundante vegetación se mezclan con otras extensas zonas de palmares y pastizales . La región misionera es una región diferenciada, siendo una prolongación de las sierras del Brasil, con serranías bajas pero accidentadas, de clima subtropical , muy húmedo y vegetación selvática . El extremo noroeste del país está ocupado por una región de meseta alta llamada Puna o Altiplano. [ 162 ] ​ En el centro del país se encuentra la llanura pampeana , que puede dividirse en dos regiones: Pampa húmeda y Pampa occidental o seca . Esta última tiene un clima más continental . En la Pampa húmeda la Sierra de la Ventana y Tandilia (con un máximo de altura apenas superior a los 500 metros sobre el nivel del mar) [ 162 ] ​ [ 163 ] ​ son los únicos accidentes geográficos que quiebran la monotonía del paisaje y son los restos de una cordillera muy antigua. [ 162 ] ​ En el centro-oeste del país se encuentra la región de Cuyo , que está constituida por las provincias de San Juan , Mendoza y San Luis , donde predomina un relieve montañoso, serrano, con escasa vegetación. [ 162 ] ​ Yacarés de los Esteros del Iberá , en la Provincia de Corrientes . (El segundo mayor humedal del mundo). En el sur del país (sector americano sin contar la Antártida Argentina ) se encuentra la Patagonia , una extensa zona de mesetas y serranías de origen precámbrico , que comprende a las provincias de Río Negro , Neuquén , Chubut , Santa Cruz y Tierra del Fuego . [ 162 ] ​ En el noreste y centro-este del país se ubican los ríos más importantes, que corresponden a la Cuenca del Plata , la tercera cuenca en extensión del Hemisferio Occidental. Los principales cursos fluviales de la misma son los siguientes: Paraguay , Bermejo , Colorado , Uruguay y el más largo, el Paraná . Los dos últimos avanzan juntos hasta encontrarse en el estuario del Río de la Plata . Dicho estuario es el más grande del planeta y afluye en la sección del océano Atlántico que corresponde al Mar Argentino . La tierra que se encuentra entre ambos ríos es llamada Mesopotamia y es compartida por las provincias de Misiones , Corrientes y Entre Ríos . [ 162 ] ​ La Argentina tiene 4989 km de costas oceánicas en su sector americano. [ 5 ] ​ La zona del océano Atlántico sobre la plataforma continental es inusualmente ancha y se la denomina Mar Argentino , el cual cuenta con importantes recursos pesqueros e hidrocarburíferos. Las costas que baña el mar varían entre zonas de dunas y acantilados. La alternancia de corrientes frías de la Antártida y cálidas del Brasil permite que la temperatura de las costas no descienda uniformemente con el descenso en la latitud, sino que tenga variaciones. La costa meridional de Tierra del Fuego forma la orilla norte del Pasaje de Drake . [ 162 ] ​ Véase también: Áreas naturales protegidas de la Argentina Región pampeana Sierras Pampeanas Mesopotamia Gran Chaco Región de Cuyo Puna en el Noroeste argentino Yungas en el Noroeste argentino Parque nacional Talampaya , provincia de La Rioja . Patagonia en sector cordillerano Clima desértico en la Patagonia Vista de la Quebrada de Cafayate , en el punto denominado Tres Cruces. Glaciar Perito Moreno , en el Parque nacional Los Glaciares , sur de Argentina. Las Cataratas del Iguazú se encuentran más de un 80% en territorio argentino , fueron declaradas como Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO y son una de las Siete maravillas naturales del mundo . Glaciar Perito Moreno , Parque nacional Los Glaciares , Santa Cruz . Uno de los glaciares más visitados y una de las mayores reservas de agua dulce del mundo. Fue declarado Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO en 1981. Relieve [ editar ] Mapa físico de la Argentina (según altimetría ) en su sector del continente llamado América y mares e islas adyacentes correspondientes al continente de América. Las características generales de la orografía de la Argentina son la presencia de montañas en el oeste y de llanos en el este, configurando una planimetría que disminuye en altitud de oeste a este. [ 164 ] ​ El extremo oeste está conformado por la sección principal de la cordillera de los Andes . Al norte se encuentran los sectores más altos de la cordillera, que son también los más altos del continente. Allí se encuentra el cerro Aconcagua , que con una altitud de 6960,8 msnm , [ 165 ] ​ es el punto más alto del mundo fuera del sistema de los Himalayas . El tramo patagónico de los Andes, en cambio, posee picos notoriamente más bajos que los del norte. En el norte, al este de los Andes y también en sentido norte-sur se extienden las Sierras Subandinas , una serie de sierras escalonadas que conforman valles muy poblados. Al sur de las mismas se encuentran las Sierras Pampeanas , más espaciadas entre sí y separadas por llanuras. [ 164 ] ​ La meseta patagónica es un conjunto de altiplanos y llanuras elevadas y áridas, enclavada entre los Andes patagónicos y el océano Atlántico, donde cae abruptamente en altos acantilados que dan al Mar Argentino. Aquí se encuentra también la depresión más profunda de toda América: la Laguna del Carbón (Santa Cruz) a 105 metros bajo el nivel del mar. [ 164 ] ​ En la Mesopotamia oriental, sobre las estribaciones del macizo de Brasilia , el relieve se presenta como sierras bajas en la provincia de Misiones. Hacia el sur, en las provincias de Corrientes y Entre Ríos, se transforman en cuchillas o lomadas de origen sedimentario más bajas aún, constituyendo una topografía ondulante. [ 164 ] ​ La gran llanura Chacopampeana es una planicie con pocas ondulaciones, subtropical al norte ( Gran Chaco ) y templada al sur ( Llanura pampeana ). Drenada en gran parte por el río Paraná , su pendiente es suave, de dirección noroeste - sudeste y prácticamente imperceptible, por lo que los ríos que la surcan son sinuosos, presentando además esteros y pantanos en el Chaco y gran cantidad de lagunas en la Pampa. La monotonía del paisaje sólo se quiebra con la presencia de algunos sistemas serranos. [ 164 ] ​ Véase también: Geología de la Argentina El Aconcagua , ubicado en la provincia de Mendoza , es con 6960,8 msnm el punto más alto del mundo fuera de los Himalayas , además de ser la cumbre de mayor altitud de los hemisferios meridional y occidental . El Monte Pissis es la tercera cumbre de mayor altura de los hemisferios Sur y Occidental , con una altitud de 6795 msnm . El Chaltén en la Patagonia argentina . El Nevado Ojos del Salado es el volcán más alto del mundo, y la segunda cumbre más alta del continente. Los ocho volcanes más altos del planeta Tierra se hallan en la cordillera argentina. La Quebrada de Humahuaca , un profundo surco de origen tectónico-fluvial, considerado Patrimonio Mundial de la Humanidad . Hidrografía [ editar ] Principales ríos de la Argentina Nombre Longitud ( km ) Salado del Norte 2355 Paraná 1630 Uruguay 1170 Colorado 1140 Bermejo - Teuco 1000 Pilcomayo 850 Chubut 810 Salado 640 Negro 635 Deseado 615 Chico de Santa Cruz 600 San Juan 500 Mendoza 400 Nota: todas las longitudes exclusivamente por territorio argentino. Los ríos argentinos se clasifican en 3 cuencas o vertientes: los de la vertiente del Atlántico , los de la vertiente del Pacífico y, por último, los pertenecientes a las diversas cuencas endorreicas del interior del país. [ 166 ] ​ La vertiente del Atlántico es la más extensa y está compuesta por la Cuenca del Plata , el Sistema Patagónico y una serie de ríos menores en la provincia de Buenos Aires. La Cuenca del Plata es la más importante, culmina en el estuario del Río de la Plata y es desaguada por los ríos Paraná (el más caudaloso y extenso del país), Uruguay y los diversos afluentes de estos, destacándose el Paraguay , el Pilcomayo , el Bermejo , el Salado y el Iguazú . El sistema patagónico está formado por ríos alóctonos, alimentados por los deshielos de los Andes. Se destacan por su caudal el río Colorado , el Negro , el Chubut y el Santa Cruz . [ 166 ] ​ La vertiente del Pacífico es la de menor extensión. Integrada por ríos cortos, alimentados por los deshielos y lluvias de los Andes Patagónicos como el Manso en Río Negro y el Futaleufú en Chubut. [ 166 ] ​ En el centro y oeste del territorio hay varias cuencas endorreicas, compuestas por ríos de caudal variable que se pierden en el suelo por evaporación o infiltración o desaguan en lagunas interiores o salinas . Sobresalen la cuenca del Desaguadero , que agrupa a los ríos cuyanos, y la de la laguna cordobesa de Mar Chiquita (o Mar de Ansenuza ), donde desembocan los ríos Dulce , Primero y Segundo . [ 166 ] ​ Las cuencas lacustres argentinas se encuentran mayoritariamente en la Patagonia, como consecuencia de la acción glaciaria que las formó. Se destacan los lagos Nahuel Huapi , Viedma y Argentino . En la llanura chaco-pampeana hay gran cantidad de lagunas de agua dulce y salobre, y en el litoral zonas pantanosas como los esteros del Iberá . [ 166 ] ​ La laguna argentina más extensa es Mar Chiquita , en la provincia de Córdoba. Existen 22 humedales de importancia internacional , con una superficie total de más de 56 000 km 2 , distribuidos en todo el territorio. [ 167 ] ​ Varios de ellos cuentan con cierto grado de protección, por coincidir o estar incluidos en parques nacionales o provinciales . Los humedales son importantes para la conservación de la biodiversidad, especialmente en regiones áridas o desérticas como la puna . [ 168 ] ​ En el caso de las aves, se estima que el 25% de las especies registradas en Argentina tiene algún grado de dependencia con el ambiente de los humedales. [ 169 ] ​ Los recursos hídricos del país también incluyen los extensos glaciares muchos de ellos en campos de hielos que bajan desde los Andes como el Perito Moreno y de los territorios reclamados subantárticos y antárticos. y las aguas subterráneas de acuíferos , como el Puelche y el Guaraní . El aprovechamiento hidroeléctrico de los ríos ha propiciado la formación de varios embalses , como el de Yacyretá en el Paraná, el de Salto Grande en el Uruguay y el de El Chocón en el Limay . [ 166 ] ​ En cuanto a los citados glaciares el Instituto Argentino de Nivología, Glaciología y Ciencias Ambientales ( IANAGLA ) del CONICET ha relevado, sin contar a los del sector antártico y sólo los del sector americano, más de 4000 glaciares que abarcan más de 3700 km² , esta multitud de glaciares constituye un gran conjunto de «embalses» naturales de agua dulce congelada durante todo el año, gran parte de tales glaciares alimentan a varias cuencas hídricas incluso en sectores que de otro modo serían totalmente desérticos. [ 170 ] ​ Los esteros del Iberá , en Corrientes , abarcan entre 15 000 y 25 000 km² y son el segundo humedal más grande del mundo. Lago Nahuel Huapi . Lago Puelo , Chubut Glaciar Upsala , Santa Cruz . Glaciar Perito Moreno El glaciar Viedma es el glaciar más largo del país y el segundo del hemisferio sur fuera de la Antártida. Cañón del río Jachal , Andino , Provincia de San Juan. Laguna Brava, (4000 msnm), humedal en la zona altoandina de la provincia de La Rioja Clima [ editar ] Artículo principal: Clima de la Argentina La Argentina posee una gran variedad de climas como consecuencia de la combinación de su amplitud latitudinal , —en el norte, en el límite con Bolivia , 21°46′S 66°13′O  /  -21.767, -66.217 , y en el sur, cabo San Pío , 55°03′S 66°31′O  /  -55.050, -66.517 —, su variedad de relieves, —desde 0 a 6962 msnm en el Aconcagua — y su litoral marítimo que se extiende 4725 km. En general, el clima predominante es templado , aunque adquiere las características de clima tropical en el extremo noreste y subpolar en el extremo suroeste (si se incluye a la Antártida Argentina también se incluye al clima polar ). El norte del país se caracteriza por veranos muy cálidos y húmedos, con inviernos suaves y secos, estando sujeto a sequías periódicas. El centro del país tiene veranos cálidos con lluvias y tormentas, e inviernos frescos. Las regiones meridionales tienen veranos templados e inviernos fríos con grandes nevadas , especialmente en zonas montañosas. Las elevaciones más altas en todas las latitudes son las que experimentan condiciones más frías, con un clima árido y nivel montano. Climogramas de algunas zonas de la Argentina. Salta Posadas Resistencia La Rioja Mendoza Buenos Aires Bariloche Mar del Plata Trelew Ushuaia Clima tropical serrano Clima subtropical sin estación seca Clima subtropical con estación seca Clima árido de sierras y bolsones Clima semiárido Clima templado pampeano húmedo Clima templado mediterráneo Clima templado oceánico Clima árido patagónico Clima frío húmedo Flora y fauna [ editar ] Véase también: Ecorregiones de Argentina Flora [ editar ] Las plantas subtropicales dominan el norte del país, como parte de la región del Gran Chaco . El género Dalbergia de árboles está bien diseminado y se halla representado por el palo de rosa y el árbol del quebracho . también son predominantes los árboles blancos y negros del algarrobo ( Prosopis alba y Prosopis nigra ). La sabana existe en las regiones más secas, cerca de los Andes. Las plantas acuáticas prosperan en los humedales que dotan a la región. [ 171 ] ​ En la zona central del país se encuentra la Pampa húmeda , una gran pradera . Originalmente, la pampa no tenía virtualmente ningún árbol. pero debido a la intervención humana se encuentran presentes ciertas especies importadas como el sicómoro americano o el eucalipto . Uno de los árboles nativos de la zona es el ombú , un árbol de tipo perennifolio . [ 171 ] ​ Los suelos superficiales de la llanura pampeana poseen una gran cantidad de humus . Esto hace que la región sea muy productiva para la agricultura . [ 171 ] ​ La pampa occidental o pampa seca recibe menos de 500mm/año de precipitaciones, y es una llanura de hierbas duras o estepa . En gran parte su tussok es el mismo del Comahue , la región central de la pampa occidental, y se halla recubierta de «montes» o bosques del árbol caducifolio llamado caldén . El mismo se distribuye en una diagonal que va desde los límites meridionales de las provincias de Córdoba y San Luis hasta los límites meridionales de las provincias de La Pampa y Buenos Aires. [ 171 ] ​ La mayor parte de la vegetación de la Patagonia argentina está compuesta de arbustos y hierbas, adaptadas para soportar las condiciones secas de dicho hábitat. El suelo es duro y rocoso e imposibilita la agricultura a gran escala, a excepción de los valles . Los bosques coníferos crecen en la Patagonia occidental y en la isla de Tierra del Fuego . Las coníferas nativas de la región incluyen el alerce , ciprés de la cordillera , ciprés de las guaitecas , el huililahuán , el lleuque , mañío hembra , y la araucaria , mientras que los árboles hojosos nativos incluyen varias especies de Nothofagus , entre ellos el coigüe , el lenga y el ñire . [ 171 ] ​ Árboles foráneos presentes en plantaciones de la silvicultura son la Picea , el ciprés , y el pino . Las plantas comunes son el copihue y el colihue . En Cuyo , abundan los arbustos espinosos semiáridos y otras plantas xerófilas . A lo largo de varios oasis , las hierbas y árboles de río crecen en números significativos. El área presenta las condiciones óptimas para el crecimiento a gran escala de las vides de uva . En el noroeste de la Argentina hay muchas especies del cactus . En las elevaciones más altas (sobre 4000 msnm ), no crece ninguna vegetación importante debido a la altitud extrema, y los suelos están virtualmente desprovistos de cualquier vida de plantas. [ 171 ] ​ La flor del ceibo es la flor y el árbol nacional de la Argentina por el decreto n.º 138474/42. [ 172 ] ​ Véase también: Recursos forestales argentinos Véase también: Especies de la flora argentina El ombú , propio de la pampa argentina. Quebracho colorado chaqueño . Flor del ceibo , la flor nacional. Araucarias en Neuquén . Caldén , en La Pampa . Lengas en Tierra del Fuego . Lahuán o la conífera llamada alerce patagónico, en Chubut . Palmeras yatay en Entre Ríos Cury , prospera desde el este de la provincia de Misiones . Jacarandá , árbol endémico del país que fue introducido en otras partes del mundo. Fauna [ editar ] Artículo principal: Fauna de la Argentina En el norte tropical y mayormente subtropical se encuentra una gran cantidad de especies animales. Hay grandes felinos como el yaguareté , el puma , y el ocelote . grandes cánidos como el lobo de crin , el úrsido llamado oso de anteojos . primates ( monos aulladores ). reptiles grandes como dos especies de yacarés . Otros animales son el tapir , los carpinchos , dos especies de osos hormigueros , el hurón mayor , tres especies de pecaríes , la nutria gigante , el coatí , y varias especies de tortugas . [ 173 ] ​ En la zona subtropical de la Argentina existen muchas aves como el águila harpía (la mayor ave predadora del continente), decenas de especies de diminutos colibríes , tres especies de flamencos , cinco especies de tucanes y diversas especies de loros . Las praderas centrales están pobladas por los armadillos , el colo colo , y el ñandú o avestruz sudamericana. Los halcones , diversos patos así como las garzas y las perdices , también habitan la zona, al igual que varias especies de ciervos y zorros . Algunas especies se extienden hacia la Patagonia . [ 173 ] ​ Las montañas occidentales son el hogar de diversos animales. Entre ellos están la llama , el guanaco y la vicuña , que son algunas de las especies más reconocibles de Sudamérica. También en esta región están el gato andino y el cóndor . Este último es el ave voladora de mayor tamaño del mundo, así como también una de las que vuela hasta mayores alturas. [ 173 ] ​ En la Argentina meridional habitan el puma, el huemul , el pudú (el ciervo más pequeño del mundo) y el introducido jabalí . La costa de la Patagonia es rica en vida animal: el elefante marino , el lobo marino , el león marino , y diversas especies de pingüinos . En el extremo sur se encuentran los cormoranes , que se alimentan de peces. [ 173 ] ​ Las aguas territoriales de la Argentina tienen abundante vida oceánica. están los mamíferos como los delfines y las ballenas . Una de las ballenas más destacadas es la ballena franca , junto con las orcas son el gran atractivo turístico de península Valdés y Puerto Madryn . Los peces marinos incluyen las sardinas , las merluzas , los salmones , y los cazones . también está presente el calamar y la centolla en Tierra del Fuego. Los ríos y las corrientes en la Argentina tienen muchas especies de peces de agua dulce como las truchas y un pez sudamericano como el dorado . [ 173 ] ​ Las especies de ofidios que habitan en la Argentina incluyen a la boa constrictora , a la venenosa yarará y a la serpiente de cascabel . [ 173 ] ​ Véase también: Recursos ictícolas y marítimos de la Argentina Zorro colorado fueguino . Hornero , ave nacional del país. Ballena franca austral . Flamencos de la puna . Lobos marinos de un pelo en la península de Valdés Yaguareté , habitante del norte argentino. El puma habita en casi todo el país. Tucán de Formosa . Cóndor andino . Economía [ editar ] Artículos principales: Economía de la Argentina , Agricultura en Argentina , Comercio exterior de Argentina y Turismo en Argentina . Buenos Aires , capital federal del país, es considerada una metrópolis mundial. [ 174 ] ​ [ 175 ] ​ [ 176 ] ​ [ 177 ] ​ Con un PBI de 315 millones de dólares, se convierte en una de las ciudades más ricas del mundo. [ 178 ] ​ Así mismo es la ciudad más visitada de Sudamérica [ 179 ] ​ y la más competitiva de toda América Latina. [ 180 ] ​ Exportaciones argentinas, 2007. El complejo hidrocarburos-químico-petroquímico-plásticos reúne el 21,9 % de las exportaciones totales, [ 181 ] ​ mientras que la cadena de la soja (soya) reúne un 16 %, entre distintos rubros (semillas y porotos, aceite, harinas y pellets). [ 182 ] ​ Bolsa de Comercio de Rosario , provincia de Santa Fe . Argentina es la segunda economía más grande de Sudamérica, sólo superada por Brasil. [ 183 ] ​ Junto con este, son los únicos países sudamericanos en integrar el G-20 , que reúne a las economías más grandes, ricas e industrializadas del planeta. Argentina cuenta con grandes recursos naturales y se beneficia de ello, [ 184 ] ​ tiene un sector orientado a la explotación y exportación agrícola de avanzada tecnología, [ 185 ] ​ gran desarrollo de su industria nuclear y satelital, [ 186 ] ​ una base industrial potente y diversificada, [ 187 ] ​ avanzado desarrollo científico-tecnológico [ 188 ] ​ y una población sumamente alfabetizada. [ 189 ] ​ Es uno de los mayores productores de soja del mundo, después de los Estados Unidos y Brasil, con 48 millones de toneladas en el año 2011. [ 190 ] ​ A nivel continental, en 2014 se encontraba en cuarto lugar en producción de petróleo (después de Brasil, Venezuela y Colombia). [ 191 ] ​ Es el único país del continente americano ―junto con Estados Unidos― que ha alcanzado un gran desarrollo de su industria nuclear , [ 192 ] ​ y un avanzado desarrollo de la industria satelital. [ 193 ] ​ El país es uno de los mayores exportadores de carne en el mundo, y su producción se ha reconocido numerosas veces como la de mejor calidad. Es el primer productor mundial de girasol , yerba mate , limones , y aceite de soja, segundo en miel y manzanas , el más grande productor de trigo y lana [ 194 ] ​ en Latinoamérica, [ 195 ] ​ entre otros cultivos. Es el mayor productor de vino en América Latina, quinto en el mundo, y el principal productor de biodiésel a nivel global. [ 196 ] ​ La producción de gas natural y petróleo son importantes también. El Yacimiento Aguilar, en la provincia de Jujuy , es la mayor concentración de minerales de plomo y cinc de Sudamérica, y el Bajo de la Alumbrera en la provincia de Catamarca , es uno de los yacimientos para la extracción más grandes de oro y cobre en América Latina, siendo la Argentina el décimo tercer mayor productor de oro del mundo. [ 197 ] ​ Posee la tercera reserva de gas más grande del planeta. [ 198 ] ​ Argentina es el más importante productor de software de Sudamérica y ocupa el segundo puesto en cuanto a fabricación de autopartes, después de Brasil. Exportaciones a [ 199 ] ​ Importaciones de [ 199 ] ​ País Porcentaje País Porcentaje Brasil 18,78 % Brasil 31,12 % China 9,26 % Estados Unidos 13,69 % Chile 7,11 % China 10,26 % Estados Unidos 6,38 % Alemania 4,69 % La economía argentina se ve beneficiada por una gran riqueza y variedad de recursos naturales , una población con un buen grado de educación , un sistema de agricultura y una importante base industrial , que llegó a ser la más desarrollada de América Latina y una de las diez más grandes del mundo, pero que ha evidenciado cierto estancamiento relativo, a partir del último cuarto del siglo XX. Según los últimos datos del Fondo Monetario Internacional, el producto bruto interno en 2012 fue de 474 812 millones de dólares a precios corrientes, ubicándose en el puesto 24.º según su PBI nominal , [ 200 ] ​ mientras que el PBI a paridad de poder adquisitivo fue de 756 226 millones de dólares , ocupando el puesto 21. [ 8 ] ​ El PBI per cápita en PPA fue de dólares 18 319. Mientras que el desempleo en el primer trimestre del 2012 fue de 7,1 %. [ 201 ] ​ Según los datos del FMI para 2012, el PIB considerado en términos de paridad de poder adquisitivo alcanzó los 756 226 millones de dólares, resultando la Argentina la tercera potencia en materia económica de América Latina , superada por Brasil y México . En tanto, el PBI per cápita medido en paridad de poder adquisitivo de US$ 18 319, es el más alto de América Latina . [ 202 ] ​ Luego del récord de 2008, las exportaciones pasaron de 70 589 a 56 060 millones de dólares en 2009. En tanto las importaciones descendieron de 57 413 a 35 214 millones de dólares en el mismo período. [ 203 ] ​ El Mercosur continúa siendo el principal socio comercial, hacia donde se envió el 23 % de los embarques y desde donde se adquirieron el 16 % de las importaciones. [ 204 ] ​ El país mantiene una deuda externa de aproximadamente 120 000 millones de dólares (2009), equivalente al 38,7 % del PBI. El monto de la misma se debe principalmente a las operaciones realizadas durante la última dictadura cívico-militar (1976-1983), [ 205 ] ​ período en el cual la deuda creció un 364 %, y a una toma masiva de préstamos externos durante los dos gobiernos sucesivos de Carlos Menem , debido a la política de dólar barato llevada adelante por la ley de convertibilidad . [ 206 ] ​ [ 207 ] ​ En este último el crecimiento de la deuda fue del 123 %. La relación entre el PBI y la deuda externa alcanzó su punto crítico en enero de 2002 cuando representó el 190 % del PBI. Desde entonces una combinación de reducción de la deuda, moderación en la toma de nuevos créditos y aumento considerable del PBI, redujeron la deuda externa a poco menos del 41,5 % del PBI. La presión tributaria se ubicó en 2012 en el 36,9 % [ 208 ] ​ por encima de Brasil (32,4 %) [ 209 ] ​ y cercana a los niveles de Europa (38 %), la misma ha aumentado considerablemente desde el 16,7 % que registró en el período 1997 -2002. La estructura impositiva descansa principalmente en el Impuesto al Valor Agregado (IVA) que aporta el 31 % del total, aunque su importancia relativa se ha reducido frente al promedio 1997-2002, que fue del 39 %, debido a un aumento del aporte del Impuesto a las Ganancias , que pasó del 19 % al 21 % y sobre todo de las retenciones a las exportaciones que pasó del 1 % al 10 %. [ 210 ] ​ Sede del Banco Central de la República Argentina en la Ciudad de Buenos Aires, Edificio de Reconquista 266. La población argentina, en cierta forma, se encuentra acostumbrada a los altibajos que de vez en cuando afectan a la economía nacional. Sus ciudadanos saben cómo actuar frente a nuevas situaciones desfavorables que luego vuelven a retornar a la normalidad. [ 211 ] ​ Tales son los casos como el INDEC , que en 2012 cifró la inflación argentina acumulada en el 9,9 %, aunque para las consultoras privadas y los gobiernos provinciales fue del 24,4 %. Estas irregularidades en las estadísticas han propiciado que el Fondo Monetario Internacional, en una medida sin precedentes, haya recomendado suspender al país del derecho al voto y otros derechos relacionados dentro del organismo. [ 212 ] ​ [ 213 ] ​ En febrero de 2014, el gobierno argentino difundió los valores del índice de precios al consumidor de acuerdo con el nuevo método de cálculo, índice que los analistas económicos independientes consideraron en aquel momento en general verosímil, [ 214 ] ​ sin embargo, a finales de aquel año la brecha entre la inflación que brindó el INDEC y las mediciones privadas arrojó una diferencia de al menos 10 puntos, [ 215 ] ​ [ 216 ] ​ así, en febrero de 2015, El INDEC informó que en enero subió 1,1% el índice de precios al consumidor en relación con el mes anterior y 20,9% acumulado respecto de enero de 2014 , mientras que el «IPC Congreso» (Diputados de la oposición que difunden el Índice de Precios al Consumidor elaborado por las consultoras privadas) difundido para el mismo período arrojó una suba 2,08% en enero de 2015 , con una suba interanual de 32,21%. [ 217 ] ​ [ 218 ] ​ En abril de 2015, el Estado argentino había acumulado reservas en el Banco Central ( BCRA ) por 33.900 millones de dólares. [ 219 ] ​ En 2002 durante el momento más crítico de la crisis, los valores de pobreza estaban cercanos al 54 % y los de desempleo del 21,5 %. Durante los años siguientes estos indicadores sociales lograron reducirse muy considerablemente. En el país, los índices de indigencia y la pobreza se miden a partir de la información del Índice de Precios al Consumidor (IPC) que realiza el INDEC a partir de la estimación de la Canasta Básica de Alimentos y la Canasta Básica Total. A partir de 2007, cuando el INDEC fue cuestionado por la supuesta injerencia por parte del Ejecutivo para alterar el indicador IPC y por tanto alterando los resultados en los indicadores de indigencia y pobreza, se dio una proliferación de mediciones privadas para la inflación, la indigencia y la pobreza. En el primer semestre de 2012, el índice de pobreza se ubicó en el orden de 6,5 %, siendo la más baja de América Latina para ese año, por debajo de Uruguay (6,7 %). Según la Cepal (que realiza la medición a partir de la Encuesta Permanente de Hogares del propio INDEC) la pobreza en la Argentina en 2012 fue la más baja de América Latina para ese año, por debajo incluso de Uruguay (5,7 %). [ 220 ] ​ En octubre de 2013, el INDEC decidió por descontinuar la publicación de los indicadores de pobreza e indigencia debido a discrepancias con la metodología. En enero del 2016, tras el cambio de gobierno, el INDEC fue intervenido y modificó la metodología de medición, lo cual dio como resultado que en el segundo trimestre del 2016 el país poseía un índice de pobreza del 32,2%. [ 221 ] ​ [ 222 ] ​ [ 223 ] ​ Este índice colocó al país levemente por encima del promedio de población en condiciones de pobreza en Latinoamérica, 28% según Cepal. La metodología fue criticada por diversos sectores por la sobreestimación de los índices de pobreza e indigencia debido a razones políticas. [ 224 ] ​ [ 225 ] ​ [ 226 ] ​ [ 227 ] ​ Respecto al crecimiento de la clase media en Argentina, el Banco Mundial considera de 'clase media' a aquellas personas que reciben un ingreso por día y per cápita de entre 10 y 50 dólares. con este parámetro, el Banco Mundial estableció a fines de 2012 que Argentina había duplicado su clase media desde 2003, representando un aumento de 9.3 millones de personas (25% de la población) siendo el mayor crecimiento de la Región. Ese aumento de más de 9.3 millones representa un 25 por ciento de la población total de Argentina, el mayor porcentaje de crecimiento de la clase media en toda la región durante la última década, seguido por Brasil con 22 por ciento y Uruguay con 20 por ciento. Banco Mundial [ 228 ] ​ La Argentina forma parte del bloque regional conocido como Mercosur , integrado por Argentina, Brasil , Paraguay Uruguay y Venezuela , en tanto que Bolivia se encuentra en proceso de adhesión. Dicho bloque constituye el mayor productor de alimentos del mundo, tiene un PBI de 3,3 billones de dólares, lo que representa el 82,3 % del PBI total de toda Sudamérica y cuenta con más de 270 millones de habitantes (cerca del 70 % de América del Sur), lo que lo convierte en el bloque más grande, más poblado, económicamente más poderoso y mejor integrado de Latinoamérica . [ 229 ] ​ [ 230 ] ​ Como consecuencia del tamaño del bloque económico Mercosur, las relaciones comerciales entre la Argentina y Brasil aumentaron hasta volverse de primera importancia para ambos países. Argentina y Brasil son los dos socios más grandes, influyentes y económicamente más poderosos del bloque, [ 231 ] ​ y desde la formación del Mercosur se han dado numerosos choques entre ambas potencias sudamericanas: [ 232 ] ​ [ 233 ] ​ la balanza comercial entre ambos países comenzó a tornarse deficitaria para la Argentina desde junio de 2003, lo que constituyó motivo de preocupación para empresarios y funcionarios de ese país. [ 234 ] ​ Dicho déficit fue revertido brevemente en mayo de 2009, y nuevamente revertido en el 2012 lográndose superávit con Brasil. [ 235 ] ​ En 2006, los gobiernos de la Argentina y Brasil firmaron una serie de acuerdos bilaterales, entre los que se encuentra la cláusula de adaptación competitiva y los acuerdos referidos a los intercambios comerciales del sector de los automotores. El propósito de ambos acuerdos es reducir las asimetrías presentes en el bloque. [ 236 ] ​ Dichas asimetrías han sido motivo de queja de los países más pequeños como Uruguay y Paraguay, quienes se ven en desventaja frente a los socios económicamente más grandes, Argentina y Brasil, y han criticado el tutelaje que ejercen estos últimos sobre el bloque. [ 237 ] ​ La moneda oficial de la Argentina desde 1992 es el Peso ($). Economía Argentina según el FMI (1980-2011) [ 238 ] ​ Sector agrícola y ganadero [ editar ] Véase también: Vino de Argentina Sembrado de soja en la provincia de Buenos Aires . La Argentina es el tercer mayor productor de soja del mundo. [ 239 ] ​ La cadena de la soja es una de las tres cadenas más importantes del país, junto a la petroquímica y a la metalúrgica-mecánica. Vino Catena Malbec, originario de Mendoza. El Censo Nacional Agropecuario realizado por el Instituto Nacional de Estadística y Censos , en el año 2002, estimó que en las explotaciones agropecuarias residen 1 233 589 personas, siendo las provincias de Buenos Aires, Córdoba, Mendoza, Misiones y Santa Fe las que concentran la mayor cantidad de establecimientos agropecuarios. [ 240 ] ​ La producción de alimentos provenientes de la agricultura y la ganadería vacuna en la región pampeana , es tradicionalmente, uno de los ejes de la economía argentina. En total la producción rural incluido el sector forestal, representaba en 2007 el 5,61 % del PIB total. [ 241 ] ​ El principal producto del sector es la soja , una oleaginosa que ocupa la mitad de las tierras sembradas y que origina la cadena de la soja , uno de los principales encadenamientos productivos del país. [ 242 ] ​ Los principales productos agropecuarios del país son: Los granos, que se dividen a su vez en dos grandes sectores: Oleaginosas : principalmente, soja y en menor medida girasol . Cereales : principalmente, maíz y trigo . El ganado vacuno : principalmente de las razas Aberdeen angus , Hereford y Shorton , para la producción de carne vacuna , componente básico de la dieta de la población argentina. El ganado Holando-Argentino : para la producción de leche . Una parte sustancial de la producción agrícola se exporta sin manufacturación en forma de granos (soja, maíz, trigo y girasol), representando el 15 % de las exportaciones totales. [ 243 ] ​ El resto se destina como materia prima , principalmente a la industria de la alimentación . La soja se diferencia sustancialmente del resto de los productos agropecuarios por el hecho de que no se consume en el mercado interno, y por lo tanto prácticamente la totalidad se exporta. Por el contrario, los cereales, lácteos y la carne vacuna constituyen la base de la dieta alimentaria de la población, razón por la cual una parte considerable se destina al consumo en el mercado interno . Si bien Argentina se ha caracterizado a todo lo largo del siglo XX por ser un país que se ubicó entre los principales exportadores de carne vacuna del mundo, a partir de 2009 comenzó la caída en las exportaciones cárnicas, motivadas en especial debido al tipo de cambio. Como consecuencia, a partir de 2013 Argentina ya no está ubicada entre los 10 países que más carne exportan en el mundo, perdiendo su claro liderazgo en este importante sector de la economía nacional. A partir de 2015 se comenzó a trabajar nuevamente para liderar el sector, asimismo la carne argentina sigue siendo reconocida como la de mejor calidad en el mundo. [ 244 ] ​ Fuera de la economía agro-ganadera de la región pampeana, la economía argentina cuenta con las denominadas economías regionales , sistemas productivos locales generalmente apoyados en la producción especializada de un grupo limitado de cultivos. Entre ellas se encuentran la economía cuyana apoyada en la vid y la industria del vino derivada. los valles patagónicos dedicados a la manzana y la pera . la región noroeste , dedicado al azúcar , cítricos y tabaco . la provincia de Misiones y nordeste de Corrientes orientadas a la yerba mate , té y la madera . el algodón en la región chaqueña . el arroz , principalmente en Corrientes. el olivo en las zonas áridas de montaña. y el ganado ovino en la Patagonia. Por el clima subtropical de muchas de las zonas del país, Argentina también produce sus propios cultivos tropicales , tales como banana , [ 245 ] ​ ananá , [ 246 ] ​ mango , [ 247 ] ​ maracuyá , [ 248 ] ​ palta , papaya [ 249 ] ​ y café , [ 250 ] ​ [ 251 ] ​ [ 252 ] ​ aunque la mayoría de lo producido de estos cultivos es para el consumo interno. Petróleo, minería, bosques y pesca [ editar ] Actividad minera en la Cordillera de los Andes , proyecto Veladero en San Juan . Puerto Madero, sede de una importante cantidad de empresas nacionales y extranjeras. La Argentina posee una considerable riqueza petrolera y gasífera, que le permite organizar una cadena de producción petroquímica que, junto a la cadena de la soja y la industria metal-mecánica, constituye la base de la economía nacional. En conjunto la cadena petroquímica es responsable de un 20 % de las exportaciones totales, de las cuales sólo el 4,6 % se exporta en bruto, sin industrialización. Los principales yacimientos se encuentran en la provincia del Neuquén, el golfo de San Jorge y la provincia de Salta. la provincia del Neuquén concentra cerca de la mitad de toda la producción de hidrocarburos. Una red de oleoductos y gasoductos transporta los productos a Bahía Blanca , donde se encuentra el principal polo petroquímico y a la conurbación industrial que se extiende entre Rosario y La Plata y que tiene como núcleo principal el Gran Buenos Aires . Históricamente, la minería argentina ha sido escasa, pero la misma se ha activado en la última década, fundamentalmente sobre minerales metalíferos: cobre (3 % de las exportaciones), oro , plata , zinc , manganeso , uranio y azufre . Posee la tercera reserva mundial de litio y se sitúa en la cuarta posición en cuanto a producción de este mineral, [ 253 ] ​ esto de debe a que parte de su territorio se encuentra en una zona denominada Triángulo del Litio , que concentra el 85 % de las reservas mundiales. [ 254 ] ​ Los recursos mineros se concentran en las provincias cordilleranas a lo largo de 4500 km. Las exportaciones argentinas de minerales pasaron de 253 millones de dólares en 1996 a 2650 millones en 2006, algo más del 3 % del total. [ 255 ] ​ El mar Argentino está ubicado sobre una extensa plataforma submarina , muy rica en recursos pesqueros, que alcanza un ancho de 550 km a los 52° de latitud sur y 1 890 000 km². Sin embargo, la pesca ha sido una producción marginal, y debido a la crisis poblacional de la merluza (principal producto pesquero argentino) provocada por la excesiva pesca durante los años 1990 , la participación del sector en las exportaciones totales se ha reducido de un 3 % a un 2 %. [ 256 ] ​ En sentido contrario, la producción forestal y maderera , principalmente pinos y eucaliptos , se ha venido expandiendo, con centro en las provincias mesopotámicas , superando el 2 % del total exportado. Véanse también: Historia del petróleo en la Argentina y Minería en Argentina . Industria manufacturera y construcción [ editar ] Fábrica de General Motors en Rosario , una de las más importantes en todo el planeta. [ 257 ] ​ Producción de acero en San Nicolás , Provincia de Buenos Aires . La industria manufacturera argentina es el sector que más valor aporta al PIB , con un 17,5 % del total (2007). [ 258 ] ​ El sector industrial manufacturero también es uno de los principales generadores de empleo (junto con el comercio y el sector público), con 13 % en 2007, [ 259 ] ​ Por su parte la industria de la construcción aporta el 6,7 % del PIB (2007) y ha sido la principal impulsora de la recuperación del empleo después de 2002, ocupando un 9,5 % del total de la fuerza de trabajo en 2007. [ 258 ] ​ [ 259 ] ​ En la industria argentina se distinguen dos grandes sectores, de tamaño similar, que aportan cada una, aproximadamente un tercio de las exportaciones totales: [ 260 ] ​ la agro-industria, denominada manufactura de origen agropecuario (MOA). la industria de origen no agrario, denominada manufactura de origen industrial (MOI). Madryn Aluar.jpg Entre las industrias de manufacturas de origen agropecuario se destaca la industria aceitera, integrante de la cadena de la soja, la de mayor crecimiento en las últimas dos décadas, concentrando el 31,8 % del total del sector alimentos y el 20 % de las exportaciones totales del país. Luego le siguen la de la carne (11,1 %), la de la leche (7,7 %), la del café y chocolate (7,5 %), la del vino y otras bebidas alcohólicas (5,7 %), la del pan, pastas y galletas (4,5 %), la de la harina de trigo (4,5 %), la de la cerveza (4,1 %), etc. [ 261 ] ​ Las principales ramas de las industrias de origen no agropecuario , son la fabricación de automotores que aporta el 8,7 % de las exportaciones, química (5,6 %) y metalúrgica (5,3 %), maquinaria (3,4 %) y plásticos (2,6 %) (porcentajes correspondientes a 2006). [ 262 ] ​ También son importantes las industrias del papel , de las piedras preciosas, caucho y textiles. A partir de 2003 la industria ha tenido un proceso de revitalización competitiva, movido principalmente por la política económica de dólar alto. El Gran Buenos Aires es aún el área industrial más importante del país, donde se concentra la mayor parte de la actividad fabril de la Argentina. Otros centros industriales importantes existen en Córdoba , Rosario , Tucumán y Mendoza , San Luis y Tierra del Fuego , muchos de ellos fomentados para descentralizar la industria. Históricamente, el país ha tenido importantes sectores industriales como la industria naval relacionada con la Flota Mercante de Argentina , [ 263 ] ​ que se redujeron considerablemente a partir de la década de 1990 a raíz del proceso de privatizaciones [ 264 ] ​ y que en la actualidad se están recuperando. [ 264 ] ​ Véase también: Historia de la industria en la Argentina Turismo [ editar ] Artículo principal: Turismo en la Argentina La Argentina es el país más visitado de América del Sur y el cuarto más visitado del continente americano . Según cifras oficiales de la Organización Mundial del Turismo , en 2010 el país recibió a más de 5 300 000 turistas extranjeros, lo que significó unos 4930 millones de dólares de ingreso de divisas . [ 265 ] ​ Los turistas extranjeros provienen principalmente de Brasil , Chile , Perú , Colombia , México , Bolivia , Ecuador , Puerto Rico , Uruguay , Costa Rica , Venezuela y Paraguay de entre los países latinoamericanos. los países europeos de España , Italia , Francia , Países Bajos , Alemania , Irlanda , Portugal , Reino Unido , Bélgica y Suiza . y de Estados Unidos , Canadá y de China [ 266 ] ​ de los países del resto del mundo. Dotada de un inmenso territorio con grandes atracciones turísticas, una variedad de climas enorme, maravillas naturales, cultura, costumbres y gastronomías famosas a nivel internacional, un grado de desarrollo muy alto, buena calidad de vida, y una infraestructura bien preparada, la Argentina es receptora de masivas cantidades de viajeros. La valuación de la moneda local tras la devaluación de 2002 favoreció el arribo de grandes cantidades de turistas extranjeros, [ 267 ] ​ haciendo al país comercialmente más accesible que en la década de 1990. [ 267 ] ​ Al encarecerse los costos para viajar al exterior, muchos argentinos también se volcaron al turismo nacional. [ 267 ] ​ El repunte del sector es muy notorio: los ingresos por turismo receptivo ocupan el tercer lugar en el ranking de entrada de divisas como equivalente de exportaciones . En 2006, el sector representó el 7,41 % del PIB , [ 268 ] ​ aunque hay que tener en cuenta que la salida de residentes argentinos con fines turísticos supera las entradas y equivale a un 12 % del PBI. [ 269 ] ​ Los extranjeros ven a la Argentina como una zona sin conflictos armados, terrorismo o crisis sanitarias. [ 270 ] ​ Buenos Aires se destaca como el centro favorito de los turistas extranjeros y nacionales (5 250 000 en 2007). [ 271 ] ​ Son atraídos por una ciudad populosa, cosmopolita y con amplia infraestructura. Entre otros muchos factores, el tango es uno de los motivos para la visita a la capital argentina. [ 272 ] ​ La característica noche porteña es uno de los grandes atrayentes por su variada oferta cultural, gastronómica y de entretenimiento. Otro destacado centro de atracción son las Cataratas del Iguazú , en la provincia de Misiones , declaradas en 1984 Patrimonio Natural de la Humanidad por la Unesco . La caída del caudaloso río Iguazú se complementa con la Selva subtropical que la rodea. Argentina cuenta con una importante variedad de sitios montañosos , en varios de ellos se practica el montañismo y otros basan su atractivo turístico en el contacto con la nieve o en sus paisajes característicos. Los principales se encuentran en el oeste del país, en la Cordillera de los Andes , aunque también hay formaciones montañosas en las Sierras de Córdoba . Entre los sitios utilizados para el alpinismo se encuentra el cerro Aconcagua , la montaña más alta de América. Los parajes turísticos más importantes por su nieve son Bariloche y Las Leñas . Una formación conocida internacionalmente es la Quebrada de Humahuaca . El Tren a las Nubes es uno de los tres ferrocarriles más altos del mundo. Parte desde la provincia de Salta , y cruza la Quebrada del Toro pasando por Tastil ―considerada como uno de los principales centros urbanos prehispánicos de Sudamérica― donde se hallan ruinas arqueológicas . El Parque provincial Ischigualasto , también conocido como «Valle de la Luna» , está situado en el extremo norte de la provincia de San Juan , a 330 km de la ciudad de San Juan . Es un área protegida donde puede verse totalmente al descubierto y perfectamente diferenciado todo el período Triásico en forma completa y ordenada, por lo cual el 29 de noviembre de 2000 fue declarado Patrimonio de la Humanidad por la Unesco . Los glaciares son una de las principales atracciones de la Patagonia Argentina . El más conocido es el Glaciar Perito Moreno , cuya accesibilidad y característica ruptura periódica le otorgan un atractivo singular. Se expande sobre las aguas del brazo sur del lago Argentino , con un frente de 5 km y una altura por sobre el nivel del lago, de entre los 70 y 60 metros. Esta pared de hielo cubre una extensión de 230 km² . El área de hielos continentales y glaciares es un tesoro natural, declarado Patrimonio de la Humanidad por la Unesco en 1981 . En los últimos años ha tenido importancia la implementación del turismo enólogo , un turismo temático basado en la vitivinicultura con la iniciativa de la denominadas «Rutas del Vino» en las provincias de San Juan y Mendoza así como en los Valles Calchaquíes salteños, turismo que atrae numerosos turistas extranjeros para degustar los vinos argentinos . [ 273 ] ​ El turismo invernal tiene su máximo exponente en la región de los Lagos, ubicada al pie de la Cordillera de los Andes en las Provincias del Neuquén, Río Negro, Chubut, Santa Cruz y Tierra del Fuego Antártida e Islas del Atlántico Sur. además de la práctica de deportes de montaña, la zona tiene como atractivos lagos de origen glaciar y Parques Nacionales rodeados de frondosa vegetación. En el centro de la misma, la ciudad de San Carlos de Bariloche a orillas del lago Nahuel Huapi y a pocos kilómetros del cerro Catedral , se posiciona como el principal centro invernal de Sudamérica, atrayendo a la mayor parte del turismo tanto nacional como extranjero. [ 274 ] ​ Durante la época estival una buena parte del turismo interno argentino se dirige a diversas ciudades de la costa atlántica de la provincia de Buenos Aires , siendo Mar del Plata la mayor de ellas. La mayor parte de dichas ciudades concentra su actividad económica en la temporada veraniega. El segundo destino en cuanto a captación del turismo interno lo constituyen las Sierras de Córdoba , siendo su principal centro turístico Villa Carlos Paz en el Valle de Punilla . El Litoral argentino con sus playas fluviales, los complejos termales y los carnavales en la provincia de Corrientes y en la provincia de Entre Ríos , entre otros, constituye el tercer destino del turismo nacional. [ 275 ] ​ Tradicionalmente, el mes de enero (pleno verano meridional) es el que genera la mayor demanda de alquileres. Por su parte, la zona de la península Valdés (en la provincia de Chubut ) es un área declarada Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO en la que se conjugan la costa atlántica y la Patagonia argentina . otro gran destino internacional con tales características se ubica en la provincia de Tierra del Fuego, Antártida e Islas del Atlántico Sur . Ushuaia , la capital provincial, sirve como punto de partida a excursiones y cruceros a la Antártida . Véase también: Áreas naturales protegidas de la Argentina Buenos Aires es la ciudad más visitada por el turismo internacional de América del Sur. Cataratas del Iguazú , una de las Siete Maravillas del Mundo. Valle de la Luna o Ischigualasto , en San Juan , posee un valor paleontológico incalculable. Declarado Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO en el 2000. Vista del Lago Nahuel Huapi , en las provincias de Neuquén y Río Negro . El Cerro Catedral en Bariloche , Río Negro , es el centro de esquí más grande de América Latina . Bariloche es asimismo el mayor destino turístico de la Patagonia La Iglesia San Francisco en Salta . Catedral de Bariloche. El Faro Les Éclaireurs en Ushuaia , ciudad internacionalmente reconocida como la más austral del Planeta. El Cerro Chaltén Península Valdés recibe la mayor población reproductora de ballenas francas australes del mundo. San Martín de los Andes a orillas del Lago Lácar Ruinas Pucará de Tilcara en Jujuy . Cerro de los Siete Colores en Purmamarca Reducción jesuítica de San Ignacio Miní , próxima a la localidad de San Ignacio , en la provincia de Misiones La Cueva de las manos , fechadas en el 7350 a. C, son una de las expresiones artísticas más antiguas de América. Quebrada de las Conchas en Salta Istmo de Quetrihué visto desde el mirador de Bahía Mansa , Villa La Angostura Cueva glaciar en el Parque Nacional Los Glaciares Hotel Llao Llao , Bariloche . Parque Nacional Los Cardones , Salta Viaducto La Polvorilla , uno de los principales puntos de perspectiva del Tren a las nubes Cabildo colonial , hoy Museo histórico del norte Formación rocosa en Cafayate Salinas Grandes noroestinas ubicadas en la zona limítrofe entre las provincias de Salta y Jujuy Villa de Balcozna en Catamarca Volcán Antofalla en Catamarca Campo de Piedra Pómez en la puna de Catamarca Arquitectura neocolonial en la ciudad de La Rioja Parque Nacional Talampaya , La Rioja Aeropuerto Internacional Malvinas Argentinas en Ushuaia , el más austral del territorio continental argentino, portal de entrada a la Antártida . Transporte [ editar ] Artículo principal: Transporte en la Argentina Aerolíneas Argentinas , una de las compañías aéreas más seguras del mundo. [ 276 ] ​ Buenos Aires, todas las capitales provinciales excepto Ushuaia y municipios de tamaño medio se encuentran interconectados por los 37 740 km de rutas asfaltadas . Argentina también tiene 600 000 km de calles municipales. Imagen de la autovía de la ruta 14 que une la Provincia de Buenos Aires con la localidad de Paso de los Libres, Provincia de Corrientes. A las históricas Autopista Buenos Aires - La Plata y Autovía 2 se han incorporado la Autopista Córdoba - Carlos Paz , Rosario - Córdoba , Villa Mercedes - Mendoza , Autovía Mesopotámica , entre otras. Además varias ciudades tienen circunvalaciones de cuatro carriles. Se estima en 8 527 256 el número de vehículos que forman el parque automotor argentino, distribuido en 5 325 231 de automóviles, 1 370 312 de vehículos livianos, 417 042 de carga y 62 785 para transporte de pasajeros, sin contabilizar 517 449 unidades no especificadas. [ 277 ] ​ El sistema ferroviario fue privatizado a comienzos de la década de 1990, comprendiendo tanto el transporte de carga como el traslado urbano de pasajeros. A la fecha del 2006 cuenta con alrededor de 31 902 kilómetros operativos de líneas férreas. [ 199 ] ​ En total existen unos 40 245 km de ferrovías, pero muchos tramos han quedado abandonados en las etapas 1963, 1977, y los años 1990. Vista del puente de Zárate, provincia de Buenos Aires. Es uno de los iconos de la infraestructura Argentina. Argentina cuenta con alrededor de 11 000 km de vías navegables. [ 278 ] ​ La red de hidrovías está compuesta por los ríos de La Plata , Paraná , Paraguay y Uruguay . Los principales puertos fluviales son los de Zárate y Campana . La mayoría de los productos importados por la Argentina llega al país por vía marítima. Los principales puertos son los siguientes: Buenos Aires , La Plata - Ensenada , Bahía Blanca , los puertos del Up-River , Mar del Plata , Quequén - Necochea , Comodoro Rivadavia , Puerto Deseado , Puerto Madryn y Ushuaia . El puerto de Buenos Aires es históricamente el primero en importancia individual, pero la zona conocida como Up-River , que se extiende a lo largo de 67 km de la porción santafesina del río Paraná , reúne 17 puertos que concentran el 50 % del total de las exportaciones del país. [ 279 ] ​ [ 280 ] ​ El gran Buenos Aires dispone de 2 terminales aéreas dada la gran demanda que existe. El Aeropuerto Internacional de Ezeiza , a unos 35 km del centro de Buenos Aires, es el más grande del país y uno de los más modernos del continente. Dispone de instalaciones para manejo y almacenaje de carga. La entrada directa a la capital argentina es el aeroparque Jorge Newbery , donde recibe gran cantidad de vuelos de cabotaje y regionales, principalmente de países vecinos. La compañía Aerolíneas Argentinas , que fuera privatizada en 1990 y ahora nuevamente en manos del estado argentino. realiza vuelos nacionales e internacionales. Existen, también, diversas líneas aéreas domésticas. Las principales compañías aéreas internacionales utilizan Buenos Aires como destino final o escala obligatoria en sus rutas. [ 281 ] ​ Véanse también: Red ferroviaria argentina y Rutas nacionales de la Argentina . Energía [ editar ] Artículo principal: Sector eléctrico en Argentina Represa Los Caracoles , sobre el río San Juan en la provincia de San Juan Cristina Fernández de Kirchner junto a ingenieros nucleares, pone en funcionamiento la capacidad total de la central nuclear Atucha II Dr Néstor Kirchner . Argentina, fue el primer país en América Latina en desarrollar este tipo de energía. Aerogenerador en las inmediaciones de la ciudad de Comodoro Rivadavia, Provincia de Chubut. El sector eléctrico en la Argentina se organiza a partir de la articulación de entidades o empresas que desarrollan la generación , el transporte y la distribución de la energía . [ 282 ] ​ La generación de energía eléctrica alcanzó los 129 815 GWh en el año 2014, lo que representa un crecimiento de algo más del 40% respecto de los 91 845 GWh registrados en el año 2004. El 64% se generó en plantas térmicas , el 31% hidráulicas , el 4% nucleares y sólo el 1% eólicas y solares . [ 283 ] ​ El desarrollo de instalaciones de generación de energía a partir de recursos renovables se encuentra en pleno desarrollo. Hacia finales del año 2014, existía una potencia instalada de 187 MW de generación de energía eólica en la región patagónica y noroeste argentino y 8 MW de generación de energía solar en la región cuyana . [ 284 ] ​ Argentina cuenta con gran potencial de generación de energía mareomotriz , dadas las condiciones de las corrientes y la amplitud de mareas de la costa patagónica. [ 285 ] ​ En diciembre de 2014 se instalaron en la provincia de Santa Cruz los primeros dos equipos para la obtención de datos sobre la potencialidad de este recurso. [ 286 ] ​ Esta Nación fue la primera en América latina en construir una central nuclear , actualmente cuenta con tres campos nucleares (Atucha I 'Juan Domingo Perón', Atucha II 'Dr Néstor Kirchner' y 'Embalse') y una cuarta en período de construcción. [ 287 ] ​ El desarrollo de la energía geotérmica prácticamente no presenta avances destacables, pese a la presencia de afluentes termales y la evidencia de actividad volcánica potencial en diversos puntos del país. [ 288 ] ​ El transporte de energía eléctrica se desarrolla a través de una red de líneas de alta tensión y distribución troncal de 33 453 km de longitud lo que representa un incremento de más del 65 % en la longitud del sistema de redes existente en el año 2004. [ 283 ] ​ La distribución de energía eléctrica está a cargo de empresas que, a fines del año 2014 sumaban más de 40 entidades, cubriendo un área de 2 262 664 km 2 , lo que representa algo más del 80 % de la superficie del país y proporcionando el servicio a 13 496 085 usuarios de pequeños consumos (demanda menor a 4000 kWh /bimestre), la mayoría usuarios residenciales. [ 289 ] ​ En el año 2014, se produjeron 30 880 627 m 3 de petróleo y 41 483 811 millones de m 3 de gas natural . [ 290 ] ​ Paralelamente, durante los últimos años cobró notoriedad el hallazgo de grandes volúmenes de hidrocarburos en reservorios no convencionales (I.e: gas de lutita ). Según un informe, Argentina estaría en el segundo puesto a nivel mundial en cuanto a este tipo de reservas. [ 291 ] ​ Ciencia y tecnología [ editar ] Artículos principales: Ciencia y tecnología de la Argentina e Historia de la ciencia en la Argentina . Lanzamiento del satélite argentino Delta II, con el SAC-D/Aquarius , moderno satélite de observación climática y oceanográfica lanzado el 10 de junio de 2011 . Luis Federico Leloir , uno de los tres premios Nobel científicos obtenidos por argentinos. Bernardo Houssay fue el primer latinoamericano en obtener un Nobel científico, en 1947, cuando fue galardonado con el Premio Nobel de Medicina . [ 292 ] ​ [ 293 ] ​ INVAP es una empresa nacional de alta tecnología reconocida en el mundo entero por su profesionalismo y calidad de los servicios que brinda. [ 294 ] ​ En la imagen, el satélite SAOCOM . El prototipo VeX-1B del lanzador satelital Tronador II , en su rampa para lanzamiento en el Puerto espacial de Punta Indio El Instituto Balseiro es considerado uno de los más prestigiosos de su tipo en el mundo. La República Argentina, es el país latinoamericano que más Premios Nobel ha ganado, [ 295 ] ​―Cinco en total―.Tres de ellos están vinculados con la ciencia : el Premio Nobel de Medicina fue otorgado a Bernardo Alberto Houssay , primer Nobel científico latinoamericano. el mismo galardón fue recibido por César Milstein . El Premio Nobel de Química fue otorgado a Luis Federico Leloir . En tanto, el Premio Nobel de la Paz fue entregado a Carlos Saavedra Lamas así como a Adolfo Pérez Esquivel . A esos cinco debemos sumarle la bióloga Sandra Myrna Díaz quien recibiera el Premio Nobel de la Paz como miembro del Grupo Intergubernamental de Expertos sobre el Cambio Climático en 2007. [ 296 ] ​ [ 297 ] ​ [ 298 ] ​ En el 2012 Juan Martín Maldacena recibió el premio Yuri Milner de Física Fundamental [ 299 ] ​ por sus aportes al principio holográfico , a la teoría de las cuerdas y la teoría conforme de campos , conocida como 'conjetura Maldacena'. El principal organismo de investigación científica en la Argentina es el Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET). Se trata de una institución estatal, dependiente del gobierno nacional, en el ámbito del Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación Productiva , considerada una de las más prestigiosas en América. [ 300 ] ​ El CONICET cuenta con una Carrera de Investigador y está organizado en Institutos, que gozan de autonomía temática y científica y en el 2008 congrega a un conjunto de casi 3500 personas dedicadas a la investigación científica y tecnológica. [ 301 ] ​ Argentina es el principal precursor de la tecnología nuclear y satelital en América Latina, siendo este, el más avanzado en su tipo. [ 302 ] ​ Es el único país del continente americano ―junto con Estados Unidos ― que produce y exporta satélites . [ 303 ] ​ Además produce chips de alta tecnología y es ―junto con Estados Unidos, Inglaterra , Francia y Rusia ― uno de los productores mundiales de turbinas aeronáuticas exportadores a otros países. También ofrece su propio modelo de central nuclear compacta de cuarta generación y provee de pequeños reactores nucleares a diversos países, todos, diseñados y producidos por la prestigiosa empresa pública INVAP . El Instituto Balseiro , ubicado en Bariloche , es considerado como una de las mejores instituciones científicas del mundo, [ 304 ] ​ [ 305 ] ​ forma profesionales en Física, Ingeniería Nuclear, Ingeniería Mecánica, Ingeniería en Telecomunicaciones y postgraduados en Física, Física Médica e Ingeniería. Es, además, el primero y hasta el momento, el único centro latinoamericano de capacitación en ciencias y aplicaciones de tecnologías nucleares dentro de la órbita de la AIEA (International Atomic Energy Agency). En temas como la informática , la nanotecnología y la biotecnología se desarrollan programas bien estructurados que tienden a concentrar esfuerzos y dar sentido a las capacidades que se desarrollan. [ 306 ] ​ También construye helicópteros, maquinarias agrícolas, produce el ciclo completo de la energía nuclear y tiene un misil antibuque en fase final. Además construye radares militares y civiles para el control del tráfico aéreo y lucha contra el narcotráfico . En julio de 2016 en el Hospital de Pediatría Garrahan se logró realizar con éxito el primer trasplante de corazón no compatible a una beba de 7 meses que padecía de una miocardiopatía dilatada. El nuevo procedimiento consistió en la incorporación de componentes del grupo sanguíneo del donante en la sangre del receptor para así evitar el rechazo del órgano. La intervención resultó exitosa, fue la primera realizada en América Latina y la tercera a nivel mundial. [ 307 ] ​ En el 2002 la Argentina logró exitosamente la clonación del primer vacuno, convirtiéndola en el primer país latinoamericano y uno de los únicos nueve países del mundo en haber completado esta tarea. [ 308 ] ​ El 6 de abril de 2012 se logró la inédita clonación de Rosita ISA, el primer bovino nacido en el mundo al que se le incorporaron dos genes humanos, y que resultará en una leche con lactoferrina humana y lisozima (una proteína y una enzima) con propiedades antibacteriales y antivirales ideales para el sistema inmunológico de los bebés. [ 309 ] ​ Argentina también se ubica entre los cuatro únicos países a nivel mundial (junto a Estados Unidos, Italia y Canadá) en lograr la clonación de caballos de alto valor competitivo. [ 310 ] ​ En los sesenta y setenta , la Argentina efectuó experiencias enviando a distintos animales en vuelos suborbitales a bordo de cohetes de elaboración propia, lo que transformó a este país en la cuarta nación en haber enviado animales al espacio, y una de las únicas seis en la actualidad en haberlo hecho, junto a los Estados Unidos, la Unión Soviética , Francia , Japón y China . En 1995 la Unesco eligió a la Argentina como la sede para instalar el Observatorio Pierre Auger en Malargüe ( provincia de Mendoza ), el cual comenzó a funcionar en 2005. Se trata de un proyecto conjunto de más de 20 países en el que colaboran unos 250 científicos de más de 30 instituciones, con la finalidad de detectar partículas subatómicas que provienen del espacio exterior, denominadas rayos cósmicos . Entre algunos de los más eminentes avances en materia de desarrollo armamentístico se cuenta el misil AS-25K , uno de los últimos desarrollos de CITEFA (Instituto de Investigaciones Científicas y Técnicas de las Fuerzas Armadas) y que se presentará en versiones aire-mar y aire-superficie. A partir del 2003, con la implementación de programas como el Plan Raíces en un marco de políticas de estado, y hasta julio de 2011 se consiguió la repatriación de 834 científicos [ 311 ] ​ [ 312 ] ​ y el 7 de octubre de 2013 se presentó a la científica repatriada número 1.000, [ 313 ] ​ logrando revertir la tendencia de fuga de cerebros que existía en la Argentina. [ 314 ] ​ Según datos del 2005, [ 315 ] ​ con relación al PBI, el sector público aporta el 0,30 % al sector de ciencia y tecnología, mientras que el privado aporta el 0,16 %. sin embargo, la participación de los sectores privado y público en las actividades científicas y tecnológicas se viene incrementando desde el año 2002. [ 316 ] ​ Véanse también: Centro de Investigaciones Científicas y Técnicas de las Fuerzas Armadas , CONICET , Investigaciones Aplicadas , Instituto Nacional de Tecnología Industrial e Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria . Medios de comunicación [ editar ] Estudio del programa Vivo en Argentina, de LS 82 TV Canal 7 , la primera estación de televisión en el país. Telecomunicaciones [ editar ] Artículo principal: Telecomunicaciones de Argentina Los principales canales televisivos que transmiten desde Buenos Aires son: América TV , Canal 9 , Telefe , Canal 13 y la TV Pública , siendo este último de propiedad estatal y el único de alcance totalmente nacional. Aun así, los demás suelen ser retransmitidos, en todo o en parte, por canales provinciales. También hay un canal educativo y estatal, Encuentro . Entre los canales de noticias, los más vistos son C5N , TN , América 24 , entre otros. Asimismo, Argentina se destaca por poseer una gran oferta de canales de televisión por cable . Según datos de 2001, la gran mayoría de los hogares posee televisión y el 54 % cuenta con TV por cable. [ 281 ] ​ En los últimos años los sistemas de televisión paga se han expandido, alcanzando los 6 millones de hogares en el año 2006 y concentrando casi la mitad de la audiencia de televisión por cable en Latinoamérica . El país es el cuarto a nivel mundial con mayor penetración de TV por cable por hogar, sólo superado por Canadá , Estados Unidos y Dinamarca . [ 317 ] ​ En marzo de 2008, se estimaba que el parque de computadoras en la Argentina era de 7 millones. [ 318 ] ​ A finales de 2007, la disponibilidad de Internet alcanzó al 39,7 % [ 319 ] ​ de la población, con más de 16 millones de usuarios, y las conexiones por banda ancha en marzo de 2008 llegaron a 2 557 413 (penetración sobre el 6,6 % de la población). [ 320 ] ​ En el primer trimestre de 2010, 26 de cada 100 hogares tienen acceso de banda ancha, ubicando al país en segundo lugar en Latinoamérica. Además fue el que más creció en el último año. [ 321 ] ​ La cantidad de sitios web registrados con el código del país ( .ar ) en agosto de 2008 era de casi 1,7 millones. [ 322 ] ​ El servicio de comunicaciones telefónicas fue privatizado en 1990 bajo el gobierno de Carlos Menem . [ 323 ] ​ Hay 8,3 millones de líneas telefónicas instaladas, en una proporción de 23 líneas para cada grupo de 100 habitantes. La tasa de penetración de telefonía móvil es de 102 teléfonos celulares por cada 100 personas, con un total de 40 millones de líneas. [ 324 ] ​ Este número elevado se debe, en parte, a que personas de bajo nivel adquisitivo pudieron en los últimos años acceder a los planes de pago. El servicio postal , que cubre todo el país, es de propiedad mixta (privada y estatal). El principal exponente del sector es el Correo Argentino . Hay casi 1500 estaciones de radio, de las cuales 260 son AM , y 1150 son FM . [ 281 ] ​ Véase también: Televisión de Argentina Diarios [ editar ] Circulan en la Argentina más de 200 diarios, [ 281 ] ​ de los cuales los más vendidos son publicados en Buenos Aires : Clarín (el de mayor circulación), [ 325 ] ​ La Nación , Página/12 , Perfil , Tiempo Argentino y Crónica , entre otros. Algunos de los principales periódicos del interior del país son: Los Andes (de Mendoza ), La Capital (de Mar del Plata ), La Capital (de Rosario ), El Día (de La Plata ), La Gaceta (de San Miguel de Tucumán ), La Nueva Provincia (de Bahía Blanca ), Diario de Cuyo (de San Juan ), La Voz del Interior (de Córdoba ), Diario Río Negro (de la provincia homónima ) y El Tribuno (de Salta ). Población [ editar ] Demografía [ editar ] Artículo principal: Demografía de Argentina Artículo principal: Anexo:Provincias de Argentina por IDH La población de la República Argentina (de acuerdo a las estimaciones del INDEC ) al 1 de julio de 2015 asciende a 43.131.966 habitantes. [ 326 ] ​ Proyección y estimación de población entre 1950 y 2015 Fuente: INDEC . Conforme a datos definitivos, la población de la República Argentina de acuerdo con el censo del 27 de octubre de 2010 que realizó el INDEC asciende a 40 117 096 habitantes, [ 327 ] ​ con una densidad media de 14,4 hab/km² [ 328 ] ​ (sin considerar la superficie reclamada de la Antártida Argentina e Islas del Atlántico Sur ). Como el relevamiento de 2001 había arrojado un total de 36 260 130 habitantes, el incremento de población fue de 3 856 966 habitantes con una tasa de variación intercensal 2001-2010 del 10,6 %, menor a la registrada entre los censos de 1991 y 2001 del 11,2 %. [ 329 ] ​ El país registró en los comienzos del siglo XX altas tasas de crecimiento poblacional, debido a los procesos de inmigración sumados a un alto crecimiento vegetativo que durante este siglo se vio estabilizado y en continuo descenso (a excepción del decenio 1970 - 1980 ). Desde la década del 60´ , el crecimiento total es aproximadamente el resultado de la diferencia entre la tasa bruta de natalidad y la tasa bruta de mortalidad . En el período censal 1980 - 1991 , la tasa de crecimiento anual medio fue del 14,7 por mil (1,47%), en el decenio 1991 - 2001 del 10,1 por mil (1,01%) y entre 2001 - 2010 del 11,4 por mil (1,14%). [ 330 ] ​ Pirámide de población de la Argentina. Año 2010 Fuente: INDEC. Debido a la evolución de las tasas de mortalidad y el flujo migratorio internacional, el índice de masculinidad muestra un constante descenso desde mediados del siglo XX: de 105 varones por cada 100 mujeres a 94,8 por cada 100 para 2010. Del total de la población según el censo de 2010 arrojó un 51,3 % de mujeres y un 48,7 % de varones. Según datos del censo 2010, la población de «65 años o más» correspondería al 10,2 % del total y la de «60 años o más», al 14,3 %, haciendo que la Argentina sea el tercer país más envejecido de América Latina después de Uruguay y Cuba . A su vez, con el correr de las décadas, se nota un paulatino descenso de la población entre «0 a 14 años», representando el 25,5 % en 2010, inferior al 28,3 % de 2001. [ 331 ] ​ El país ha sido receptor de importantes corrientes inmigratorias que continúan en la actualidad, alcanzando un pico en el período 1880-1930 , y cuenta con importantes comunidades extranjeras, principalmente paraguayos , bolivianos , chilenos , peruanos , italianos y españoles . A partir de mediados de los años sesenta comienzan a registrarse considerables corrientes emigratorias, que obedecen al proceso de « fuga de cerebros » con mucha pérdida de capital humano , a las persecuciones políticas que existieron hasta 1983 y a las reiteradas crisis económicas, siendo los principales destinos España , Italia , Estados Unidos y México . [ 332 ] ​ El censo de 2001 registró un saldo migratorio negativo en el quinquenio 1995 -2000, proceso que el INDEC ha estimado que continuó durante el quinquenio 2000-2005, revirtiendo así el histórico saldo positivo del país. [ 333 ] ​ De acuerdo al Informe sobre Desarrollo Humano del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo , la Argentina tiene un Índice de Desarrollo Humano (IDH) de 0,811. A nivel mundial, se sitúa en el puesto 45 dentro de los 187 estados que participan en el ranking, clasificado como un país de IDH muy alto que junto con Chile son los únicos países de América Latina que se encuentran en este nivel de IDH. [ 18 ] ​ Ciudades por población [ editar ] Artículo principal: Ciudades de Argentina por población La tabla siguiente muestra la población de la jurisdicción administrativa denominada municipio. No incluye la población total del aglomerado urbano al que pertenece que, generalmente, excede los límites administrativos, también llamada área metropolitana . Buenos Aires Córdoba Rosario La Plata Ciudades de Argentina por población Nro. Ciudad Provincia Pob. Nro. Ciudad Provincia Pob. Mar del Plata San Miguel de Tucumán Ciudad de Salta Santa Fe de la Vera Cruz Ciudad de Corrientes 1.º Buenos Aires No aplica 2 890 151 11.º Resistencia Chaco 290 723 2.º Córdoba Córdoba 1 329 604 12.º Posadas Misiones 277 564 3.º Rosario Santa Fe 948 312 13.º Merlo ( Gran Buenos Aires ) Buenos Aires 244 168 4.º La Plata Buenos Aires 740 369 14.º Paraná Entre Ríos 235 967 5.º Mar del Plata Buenos Aires 618 989 15.º San Salvador de Jujuy Jujuy 231 229 6.º San Miguel de Tucumán Tucumán 549 163 16.º Quilmes ( Gran Buenos Aires ) Buenos Aires 230 810 7.º Salta Salta 420 137 17.º Santiago del Estero Santiago del Estero 174 575 8.º Santa Fe de la Vera Cruz Santa Fe 391 231 18.º Pilar ( Gran Buenos Aires ) Buenos Aires 226 517 9.º Corrientes Corrientes 314 546 19.º Banfield ( Gran Buenos Aires ) Buenos Aires 223 898 10.º Bahía Blanca Buenos Aires 291 327 20.º Guaymallén ( Gran Mendoza ) Mendoza 223 365 Fuente:Censo Nacional 2010 - INDEC . [ 334 ] ​ Véase también: Anexo:Aglomerados urbanos de Argentina Salud [ editar ] Artículo principal: Salud en la Argentina Argentina tiene un plan estructural sólido y de acceso que es modelo en América Latina. En los últimos años, se inauguraron 91 hospitales públicos —en su mayoría— de alta complejidad. [ 335 ] ​ Se destaca por tener un tratamiento de VIH, vacunación y de fertilización asistida totalmente gratuitos a su población. [ 336 ] ​ [ 337 ] ​ La atención a la salud está garantizada por el sistema de salud público, el sistema de obras sociales y el de la salud privada. Alrededor de un 37,6 % de la población se atiende por el sistema público y un 51,52 % por obras sociales. La medicina argentina, es prestigiosa a nivel global por haber sido inventora de diversas técnicas y descubrimientos que hoy son utilizadas en todo el mundo [ 338 ] ​ y por las investigaciones que se mantienen constantemente en todas las especialidades médicas. [ 339 ] ​ El país tiene instituciones tanto públicas como privadas que se encuentran entre las mejores del mundo, [ 340 ] ​ tales son los casos como el Hospital de Pediatría Garrahan , el Hospital El Cruce Néstor Kirchner, el Hospital de Clínicas, entre otros. En el sector privado lideran el Hospital Universitario Austral , el Hospital Italiano , el Instituto FLENI y varios nosocomios más. [ 341 ] ​ La regulación de la atención a los problemas de salud está a cargo del Ministerio de Salud y Ambiente , dependiente del Poder Ejecutivo. El porcentaje del gasto en salud correspondiente al PBI fue de un 8,9 % en 2003 y a 2015 había aumentado a 10,2 % siendo superior a los demás países latinoamericanos. [ 342 ] ​ Además, el país cuenta con una proporción favorable de 3,01 médicos por cada mil habitantes. [ 343 ] ​ Las enfermedades que más afectan a la población son el Mal de Chagas , es la principal enfermedad endémica de la Argentina, se estima en dos millones de infectados, [ 344 ] ​ el sida afecta 5.000 nuevas personas cada año, [ 345 ] ​ [ 346 ] ​ y la tuberculosis . [ 347 ] ​ Véase también: Agua potable y saneamiento en la Argentina Emigración [ editar ] Artículo principal: Emigración argentina La República Argentina tiene, con respecto a otros países de la región, un porcentaje bajo de ciudadanos residiendo fuera de sus fronteras. Según la OIM (Organización internacional para las migraciones) en su informe Perfil Migratorio de Argentina 2012 , la población argentina que se encontraba fuera de sus fronteras geográficas ascendía a 971 698, lo que representa el 2,4 % de la población, siendo los principales destinos España (30,0 %), Estados Unidos (23,3 %), Chile (8,5 %) y Paraguay (6,1 %). [ 348 ] ​ Puesto País de residencia Población Porcentaje 1.º España 291 740 30,0 % 2.º Estados Unidos 224 952 23,3 % 3.º Chile 82 539 8,5 % 4.º Paraguay 59 115 6,1 % 5.º Israel 48 312 5,0 % 6.º Bolivia 45 424 4,7 % 7.º Brasil 27 700 2,9 % 8.º Uruguay 22 743 2,3 % 9.º Canadá 19 210 2,0 % 10.º Australia 14 190 1,5 % 11.º México 13 696 1,4 % 12.º Francia 11 899 1,2 % 13.º Italia 11 239 1,2 % 14.º Reino Unido 9 002 0,9 % 15.º Venezuela 8 533 0,9 % 16.º Ecuador 7 394 0,8 % 17.º Alemania 7 391 0,8 % 18.º Suiza 5 706 0,6 % 19.º República Dominicana 3 940 0,4 % 20.º Japón 3 893 0,4 % 21.º Suecia 3 220 0,3 % 22.º Perú 2 997 0,3 % 23.º Países Bajos 2 644 0,3 % 24.º Colombia 2 570 0,3 % 25.º Bélgica 1 835 0,2 % 26.º Portugal 1 465 0,2 % 27.º Dinamarca 1 302 0,1 % 28.º Austria 1 166 0,1 % 29.º Panamá 1 154 0,1 % 30.º Nueva Zelanda 994 0,1 % Otros países 33 733 3,1 % TOTAL 971 698 100 % Composición étnica [ editar ] Artículo principal: Composición étnica de la Argentina Sociedad italiana en Posadas , Misiones . La población argentina tiene una composición étnica heterogénea, en la que convive el hecho de haber recibido una gran corriente inmigratoria, mayoritariamente italiana y española en segundo lugar, con el hecho de que un 53% de la población tiene al menos un antepasado indígena . Al igual que Estados Unidos , Canadá , Australia , Nueva Zelanda , Brasil , o Uruguay , la Argentina es considerada como un «país de inmigración», [ 349 ] ​ es decir una sociedad que ha sido influida decisivamente por uno o más fenómenos inmigratorios masivos. además de que la mayoría de los argentinos ha tenido al menos un ascendiente europeo o árabe , teniendo Argentina la mayor comunidad de italianos inmigrados del extranjero. La actual población argentina es el resultado directo de una gran ola de inmigrantes (principalmente trabajadores de las clases campesinas y obreras) que ingresaron entre 1850-1950 , mayoritariamente italianos y españoles . A estos se les suma el aporte de las poblaciones previas a la independencia de la Argentina , que datan del período colonial, como lo son las poblaciones indígenas originarias, criollas , afroargentinas y los gauchos . Cerca del 90 % de la población argentina se autodenomina «eurodescendiente», [ 350 ] ​ [ 351 ] ​ pero de acuerdo con los resultados de un estudio realizado en 2010 por el genetista argentino Daniel Corach , ha establecido que el mapa genético de la Argentina está compuesto en un 94,1 % proveniente de diferentes etnias europeas , principalmente italianas y españolas, un 18 % de diferentes etnias amerindias , y un 4,3 % de etnias africanas , y que, repartido entre los anteriores grupos porcentuales, un 53,7 % de la población tiene al menos un antepasado indígena casi siempre por línea materna. [ 352 ] ​ [ 353 ] ​ La población cuenta también con importantes comunidades de judíos , árabes , armenios , gitanos , británicos , irlandeses , franceses , portugueses , alemanes , eslavos de todas las regiones, tanto eslavos occidentales (como por ejemplo polacos , checos y eslovacos ). eslavos orientales (como por ejemplo rusos y ucranianos ). y eslavos meridionales (principalmente croatas y eslovenos ), japoneses , chinos , coreanos , sudafricanos , paraguayos , bolivianos , peruanos , uruguayos , chilenos , mexicanos , brasileños , cubanos , etc. Extranjeros [ editar ] Artículo principal: Inmigración en la Argentina El censo de 2010 registró la presencia de 1 805 957 extranjeros residentes en el país (lo cual representa un 4,5 % de la población total). [ 354 ] ​ Puesto País de procedencia 2010 2001 1991 1.º Paraguay 550 713 325 046 254 115 2.º Bolivia 345 272 233 464 145 670 3.º Chile 191 147 212 429 247 987 4.º Perú 157 514 88 260 15 939 5.º Italia 147 499 216 718 356 923 6.º Uruguay 116 592 117 564 135 406 7.º España 94 030 134 417 244 212 8.º Brasil 41 330 34 712 33 966 9.º Estados Unidos 19 147 10 552 9 755 10.º Colombia 17 576 3 876 2 638 11.º China 8 929 4 184 2 297 12.º Alemania 8 416 10 362 15 451 13.º Corea del Sur 7 321 8 290 8 371 14.º Francia 6 995 6 578 6 309 15.º Portugal 6 785 9 340 13 229 16.º Polonia 6 428 13 703 28 811 17.º Venezuela 6 379 2 774 1 934 18.º México 6 042 3 323 2 277 19.º República Dominicana 5 661 1 497 N/D 20.º Ucrania 4 830 8 290 3 498 Otros países 57 351 86 561 99 422 TOTAL 1 805 957 1 531 940 1 628 210 Fuente: INDEC Censo 1991, 2001, 2010. Representación de la llegada de los inmigrantes a la Argentina, en la XVII Fiesta Nacional del Inmigrante en Oberá, Misiones. La Constitución Argentina contiene un artículo, el 25, referido a la inmigración, que prohíbe establecer limitaciones para ingresar al país, a los « extranjeros que traigan por objeto labrar la tierra, mejorar las industrias, e introducir y enseñar las ciencias y las artes ». El mismo artículo le ordena al Estado fomentar la inmigración «europea». El texto del artículo 25 proviene de la constitución de 1853 que buscó fomentar la inmigración proveniente del noroeste de Europa, aunque luego predominaron los inmigrantes mediterráneos, del este europeo y del medio oriente, bajo la base del precepto alberdiano de «gobernar es poblar», destinada a generar un tejido social de tipo rural y a finalizar la ocupación de los territorios obtenidos mediante una campaña militar contra los indígenas denominada Conquista del Desierto y a la vez modificar sustancialmente la composición poblacional. Entre 1870 y 2000, el saldo migratorio del país (resultado neto de inmigración menos emigración) se estimaba en alrededor de 6,3 millones de personas. [ 355 ] ​ Al momento de organizarse constitucionalmente a mediados del siglo XIX, la Argentina era un país escasamente poblado, con menor población que otros países sudamericanos como Bolivia, Chile y Perú. Mediante la política inmigratoria el país pasó de tener una población de 1,1 millones de habitantes en 1850 (3,5 % de América Latina), para alcanzar 11,8 millones de habitantes en 1930 (11,1 % de América Latina). [ 356 ] ​ El primer censo nacional (en 1869) arrojó un total de 1 737 000 habitantes. En 1960 el país tenía ya un poco más de 20 millones, es decir que en 90 años había multiplicado su población inicial por 10, mientras que en el mismo lapso, la población mundial se multiplicó por 5. [ 357 ] ​ Las composiciones étnicas derivadas de la inmigración, es muy variada según las zonas y hasta localidades del país. La región central fue y sigue siendo lugar de mayor atracción de grandes corrientes migratorias, como las provenientes de Italia , España , Paraguay , Bolivia , Uruguay y Perú , por citar las principales. La ciudad de Buenos Aires, en particular, registró además importantes corrientes inmigratorias de origen judío y armenio. Algunas provincias, como Misiones, Entre Ríos y Chaco, registraron importantes corrientes provenientes de Polonia , Rusia y Alemania . La región noroeste registró mayor atracción relativa de las corrientes migratorias procedentes de países árabes o de Medio Oriente. La Patagonia argentina registró corrientes inmigratorias relativamente mayores provenientes de Chile , Suiza , Alemania y el Reino Unido (principalmente de Gales ). Las políticas de colonización llevaron también a la conformación de varias ciudades con composiciones étnicas de origen inmigratorio definido como sucede, a modo de simple ejemplo, en la provincia de Buenos Aires con Pigüé para los franceses y Carlos Casares para los judíos, o galeses y bolivianos en la zona oriental de la provincia de Chubut . Las provincias fronterizas tienen mayor proporción de corrientes inmigratorias provenientes de los países con los que limitan. Pueblos indígenas [ editar ] Artículo principal: Indígenas de la Argentina Luis Capece Guaile, alias Copacho , lonco tehuelche o aónikenk -pueblo originario de la región patagónica argentina-, nacido en 1845 y fallecido en 1939. Los datos definitivos de la Encuesta Complementaria de Pueblos Indígenas (ECPI) realizada en 2004-2005 [ 358 ] ​ destacan la existencia de 35 pueblos indígenas en la Argentina, integrados por 600 329 individuos (457 363 que se autorreconocen pertenecientes a algún pueblo aborigen más 142 966 que no pertenecen pero son descendientes en primera generación de un pueblo) equivalente a aproximadamente el 1,6 % de la población total. [ n 12 ] ​ Ello sin perjuicio de que poco más de la mitad de la población tiene al menos un antepasado indígena, aunque en la mayoría de los casos se ha perdido la memoria familiar de esa pertenencia. En el censo realizado en el 2010, 955 032 personas se autorreconocieron como indígenas o descendientes de pueblos indígenas, representando con ello el 2,4 % de la población nacional. [ 359 ] ​ En relación con los grupos originarios, en el área chaqueña habitan comunidades de qoms , pilagás , wichí , chorotes , mocovíes , chanés , chulupíes y guaraníes de los grupos chiriguanos y tapieté . En las zonas andinas de la región noroeste de país habitan diferentes pueblos englobados actualmente en la denominación de collas , además de diaguitas . En las regiones patagónicas y pampeanas se encuentran comunidades de mapuches , rankulches y tehuelches . La provincia de Misiones cuenta con comunidades mbyá guaraníes y grupos menores de chiripás y paí tavyterá , también integrantes del pueblo guaraní. Los pueblos originarios que constituyeron la base del mestizaje en la época colonial estaban divididos en tres grandes grupos: los pertenecientes al grupo de la la civilización andina , principalmente diaguitas , sanavirones y comechingones . los pertenecientes a grupo chaco-mesopotámico, principalmente la civilización guaraní , los guaycurúes y el pueblo wichí . y los pueblos de cazadores-recolectores del sur, principalmente los pueblos het , chonk y posteriormente, tras la llegada de los españoles, los mapuches . La reforma de la Constitución realizada en 1994 reconoció «la preexistencia étnica y cultural de los pueblos indígenas argentinos», así como el respeto a su identidad y el derecho a una educación bilingüe e intercultural . [ 360 ] ​ Urbanización [ editar ] Artículo principal: Urbanización en la Argentina En 1914 la población urbana superó por primera vez a la rural. Uno de los principales factores del rápido crecimiento de las zonas urbanas fue la gran inmigración europea que fue desarrollando los principales centros urbanos del país como Buenos Aires , Córdoba y Rosario . [ 361 ] ​ En 1960 quince ciudades tenían una población de más de 100 000 habitantes, en donde vivía el 71 % de la población urbana. Entre estas ciudades se destaca Buenos Aires , la única que superaba los 100 000 habitantes en 1869 y que constituye uno de los ejemplos más destacados de primacía en la urbanización. [ 362 ] ​ Por entonces, las zonas urbanas de la Argentina constituían el 59 % de la población, igual que en los Estados Unidos , en forma ligeramente superior a Oceanía (53 %) y por debajo de Inglaterra , país que lideró el porcentaje de conglomeraciones urbanas desde los inicios del siglo XIX, con 69 %. [ 363 ] ​ En 1970 , Argentina alcanzó el 78,5 % en su índice de urbanización y en 1975 llegó al 80,7 %. En 1990 el 86,9 % de la población vivía en zonas urbanas, proceso impulsado desde los años 1950 , al igual que en toda América Latina, por el flujo de inmigración interna de zonas rurales hacia zonas urbanas a causa de las condiciones económicas y sociales desfavorables [ 364 ] ​ El Censo de 2001 estableció que la urbanización del país había llegado al 89,3 % de la población total. [ 365 ] ​ La Argentina presenta uno de los procesos de urbanización más temprana entre los países latinoamericanos. Ciudades principales [ editar ] Véase también: Anexo:Áreas urbanas de Argentina con más de 30.000 habitantes La Argentina es, a menudo, descrita como un país macrocefálico , [ 366 ] ​ [ 367 ] ​ debido a la enorme influencia de su capital, Buenos Aires, en casi todos los aspectos de la vida nacional. Con un área metropolitana de más de doce millones de habitantes, es el principal centro urbano del país, concentrando un 31 % de la población y un 40 % del producto bruto en apenas un 0,14 % del territorio. En un distante segundo lugar se encuentra el Gran Córdoba , cuya población es casi diez veces menor. Las veinte concentraciones urbanas más importantes de la Argentina son: Puesto Ciudad Provincia(s) Población (2010) Ciudad principal 1.º Gran Buenos Aires Buenos Aires - Ciudad de Buenos Aires 13 588 171 Buenos Aires 2.º Gran Córdoba Córdoba 1 468 842 Córdoba 3.º Gran Rosario Santa Fe 1 236 089 Rosario 4.º Gran Mendoza Mendoza 937 154 Mendoza 5.º Gran San Miguel de Tucumán Tucumán 794 327 San Miguel de Tucumán 6.º Gran La Plata Buenos Aires 787 294 La Plata 7.º Mar del Plata Buenos Aires 593 337 Mar del Plata 8.º Gran Salta Salta 539 187 Salta 9.º Gran Santa Fe Santa Fe 490 171 Santa Fe 10.º Gran San Juan San Juan 461 213 San Juan 11.º Gran Resistencia Chaco 385 726 Resistencia 12.º Santiago del Estero - La Banda Santiago del Estero 360 923 Santiago del Estero 13.° Gran Corrientes Corrientes 346 334 Corrientes 14.° Neuquén - Plottier - Cipolletti Neuquén - Río Negro 341 301 Neuquén 15.º Gran Posadas Misiones 319 469 Posadas 16.º Gran San Salvador de Jujuy Jujuy 310 106 San Salvador de Jujuy 17.º Gran Bahía Blanca Buenos Aires 291 327 Bahía Blanca 18.º Gran Paraná Entre Ríos 264 076 Paraná 19.º Formosa Formosa 222 226 Formosa 20.º Gran San Luis San Luis 209 414 San Luis Córdoba , 2° ciudad más poblada del país. Rosario , la tercera urbe más poblada de Argentina. Mendoza , la cuarta ciudad más poblada. San Miguel del Tucumán , 5ta urbe del País y principal centro urbano del NOA Mar del Plata , principal ciudad en la Costa Atlántica Argentina . Salta , importante ciudad, 8° del País. Santa Fe , importante centro urbano del Litoral. San Juan , segundo centro urbano importante de Cuyo . Resistencia , principal centro urbano del NEA . Ciudad de Neuquén , importante urbe y centro de la Patagonia . Posadas , importante ciudad de la Mesopotamia . Cultura [ editar ] Artículo principal: Cultura de la Argentina La cultura argentina está marcada por el carácter multiétnico y multicultural de su población, el fuerte sincretismo de sus formas de expresión, y una positiva valoración del progreso y la modernidad , en la que se conjugan, no sin conflictos, un sentido de pertenencia a las culturas europeas y latinoamericanas , con fuertes aportes asiáticos y africanos . El escritor argentino Ernesto Sabato ha reflexionado sobre la naturaleza de la cultura argentina del siguiente modo: Fracturada la primitiva realidad hispanoamericana en esta cuenca del Plata por la inmigración, sus habitantes venimos a ser algo dual, con todos los peligros pero asimismo con todas las ventajas de esa condición: por nuestras raíces europeas vinculamos de modo entrañable el interior de la nación con los perdurables valores del Viejo Mundo . por nuestra condición de americanos, a través del folklore interior y el viejo castellano que nos unifica, nos vinculamos al resto del continente, sintiendo de algún modo la vocación de aquella Patria Grande que imaginaron San Martín y Bolívar . Ernesto Sabato. [ 368 ] ​ Literatura [ editar ] Artículo principal: Literatura de la Argentina Artículo principal: Premios Grammy Latinos La literatura argentina ocupa un lugar destacado dentro de la literatura en español , con exponentes de finales del siglo XIX como José Hernández (autor de Martín Fierro , traducido a más de 70 idiomas), o del siglo XX, como Jorge Luis Borges , quien es considerado uno de los veintiséis autores centrales del canon de la literatura occidental de todos los tiempos por el crítico literario Harold Bloom . [ 369 ] ​ Julio Cortázar , Adolfo Bioy Casares , Ernesto Sabato y Juan Gelman (salvo Cortázar, todos ellos ganaron el Premio Miguel de Cervantes ). Música [ editar ] Artículo principal: Música de la Argentina Carlos Gardel , cantante y compositor de origen francés o uruguayo (naturalizado argentino ), considerado el tanguero más importante de la primera mitad del siglo XX. El tango es un estilo musical y un baile nacido en los arrabales porteños con difusión internacional, ligado fuertemente con la Argentina y con Uruguay , pero sobre todo con Buenos Aires . En este género musical se destacaron Carlos Gardel , considerado como el Rey del Tango , y el marplatense mundialmente reconocido Ástor Piazzolla , en tanto que en el baile se destaca el éxito mundial de Tango Argentino , creado en 1983 por Claudio Segovia y Héctor Orezzoli , con bailarines como Juan Carlos Copes , María Nieves y Virulazo . Anualmente se realiza en Buenos Aires el Festival y Campeonato Mundial de Baile de Tango . Juan Carlos Jiménez Rufino , más conocido como La Mona Jiménez ( Córdoba , Argentina , 11 de enero de 1951 ), es uno de los más reconocidos e influyentes intérpretes y compositores argentinos del cuarteto . En Argentina tiene una amplia difusión la llamada música folklórica o simplemente folklore , inspirada en los géneros rurales tradicionales. La música folklórica argentina tiene características regionales diferenciadas: en la música litoraleña predominan géneros como el chamamé y la chamarrita . en el folklore surero- patagónico , predominan géneros como la milonga , el triunfo y el malambo . en el folklore cuyano predomina la cueca y la tonada . en el folklore norteño predominan las chacareras y las zambas . y en el folklore del noroeste andino , predominan los carnavalitos , sayas y taquiraris . Grupos folclóricos como Los Chalchaleros y cantantes solistas como Jorge Cafrune , Atahualpa Yupanqui , Mercedes Sosa , Oscar Palavecino y Soledad Pastorutti se encuentran entre los exponentes más importantes de estos géneros. Entre los varios encuentros de música folklórica se destacan el Festival de Cosquín en Córdoba y el carnaval jujeño . El «rock nacional» argentino ha tenido un amplio desarrollo desde finales de los años 1960 y una fuerte influencia en el rock iberoamericano cantado en español ampliamente conocido en todo el continente. Posee exponentes destacados como las bandas fundacionales Los Gatos , Almendra , Manal y Sui Generis , además de Patricio Rey y sus Redonditos de Ricota , Soda Stereo o los músicos como Litto Nebbia y Luis Alberto Spinetta , además de Charly García , Fito Páez , Andrés Calamaro y el Indio Solari . Los recitales multitudinarios suelen celebrarse en estadios , siendo el de mayor capacidad el Estadio Monumental Antonio Vespucio Liberti . Los festivales más exitosos de la actualidad son el Cosquín Rock y el Quilmes Rock , celebrados anualmente. La cantante tucumana Mercedes Sosa , una de las máximas exponentes del llamado « folklore argentino ». Gustavo Cerati , líder de Soda Stereo , una de las bandas más importantes del rock latino. La balada romántica , con cantantes de fama sudamericana como Sandro de América , la cumbia , también llamada «bailanta», con un ritmo más simple que el modelo original colombiano, y el cuarteto (este ritmo especialmente en la provincia de Córdoba ), son los géneros de mayor arraigo en los sectores populares. Buenos Aires es la principal elegida para los conciertos de artistas extranjeros al realizar sus giras, y suele ser escenario de la música electrónica en América Latina, con importantes fiestas como la South American Music Conference , la Creamfields que con su convocatoria de más de 60 000 personas, [ 370 ] ​ se convirtió en una de las más importantes del mundo y el Ultra Music Festival Buenos Aires. La ciudad, junto con Mar del Plata y Bariloche, tienen también su propio estilo de música electrónica. Con base en el Conservatorio Nacional de Música y el Teatro Colón, se ha desarrollado una sólida escuela de música y danza clásicas . En la música clásica, destacan compositores como Alberto Ginastera , intérpretes como Martha Argerich y directores como Daniel Barenboim . En danza clásica, destacan Jorge Donn , Maximiliano Guerra , Paloma Herrera , Marianela Núñez , Iñaki Urlezaga y Julio Bocca . este último, director también del Ballet Argentino. Entre las creaciones inclasificables de la música argentina se encuentra la obra de María Elena Walsh —orientada en gran medida pero no exclusivamente al público infantil— y los espectáculos humorísticos-musicales del conjunto Les Luthiers . Cine [ editar ] Artículo principal: Cine de la Argentina El secreto de sus ojos ganadora de los Premios Óscar 2010. El cine argentino es, históricamente, uno de los más desarrollados de América Latina . Cuenta con el promedio de salas por persona más alto de Latinoamérica. [ 371 ] ​ Los primeros largometrajes animados, mudos y sonoros, fueron realizados por Quirino Cristiani . Dos películas fueron galardonadas con el premio Óscar a la mejor película de habla no inglesa como La historia oficial ( 1985 ), dirigida por Luis Puenzo y el El secreto de sus ojos (2009) de Juan José Campanella . Además el cine argentino ha cosechado numerosos premios internacionales, entre ellos los del festival de Goya , los del Festival Internacional de Cine de Berlín , y regionalmente los del Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana , entre otros. Isabel Sarli en la película Días calientes ( 1966 ) dirigida por Armando Bó . Las películas más vistas de la historia del cine argentino son Nazareno Cruz y el lobo (1975), de Leonardo Favio (3,3 millones). El santo de la espada (1970), de Leopoldo Torre Nilsson . Juan Moreira (1973), de Leonardo Favio. El secreto de sus ojos (2009), de Juan José Campanella (2,41 millones). Metegol (2013), de Juan José Campanella (1,60 millones) [ 372 ] ​ y Relatos salvajes (2014), de Damián Szifron . De la época del cine clásico argentino, en las décadas de 1930 y 1940 se destaca La guerra gaucha (1942) de Lucas Demare y las películas cómicas protagonizadas por Niní Marshall . En el cine erótico se destacaron por su popularidad en toda América Latina, las películas del Armando Bo protagonizadas por Isabel Sarli . Teatros [ editar ] El Teatro Colón de Buenos Aires es uno de los cinco teatros de ópera más importantes del mundo. [ 373 ] ​ Debido al fenómeno de concentración urbana conocido como macrocefalia que afecta a la Argentina, gran parte de la actividad teatral del país se concentra en la ciudad de Buenos Aires. [ 374 ] ​ El eje de la actividad teatral es la avenida Corrientes , en cuya zona de influencia se ubican muchos de los teatros y salas más importantes, como el Teatro Colón , el Teatro General San Martín , el Teatro Presidente Alvear , el Teatro Nacional Cervantes , el Teatro Gran Rex y el Teatro Maipo . La ciudad en total cuenta con más de 300 teatros. En otras ciudades del país existen importantes teatros, como el Teatro Argentino en La Plata , el Teatro El Circulo en Rosario , el Teatro del Libertador General San Martín (ex Rivera Indarte) de Córdoba , el Teatro 3 de Febrero en Paraná y el Teatro Vera en la ciudad de Corrientes , el Teatro San Martín de San Miguel de Tucumán, el Auditorio Juan Victoria de la ciudad de San Juan, entre otros. Artes plásticas [ editar ] Artículos principales: Pintura de la Argentina y Artes precolombinas en la Argentina . La pintura y la escultura de la Argentina se nutren de estilos novedosos con influencias europeas e indoamericanas. La tercera década del siglo XX representó una etapa fundamental para el desarrollo de la pintura, realizándose grandes acontecimientos relacionados con nuevas orientaciones estéticas. Es por este motivo que el lapso comprendido entre 1920 y 1930 es considerado como el de formación de la pintura moderna argentina, teniendo exponentes como Antonio Berni , Gyula Kosice ―fundador del Movimiento Madí , el movimiento de la Nueva Figuración Argentina ―, Raúl Soldi y León Ferrari . y exponentes de pintura popular como Florencio Molina Campos y Benito Quinquela Martín . La historieta argentina también tiene importantes representantes de fama internacional. al menos durante todo el siglo XX, el humor gráfico argentino ha ocupado un lugar preeminente en el género, gracias a artistas como Quino , con su famoso personaje de Mafalda , Guillermo Mordillo y Roberto Fontanarrosa . En la historieta de ficción se destacan Héctor Germán Oesterheld y Francisco Solano López con la obra El eternauta . En la historieta infantil es relevante la obra de Manuel García Ferré , con personajes como Hijitus y Anteojito , así como revistas y películas de dibujos animados. También es de destacar la importante tradición de publicaciones de revistas de historietas que han sido muy importantes dentro del mundo de la historieta en español, como es el caso de Fierro . Véase también: Arquitectura en la Argentina Idioma [ editar ] Artículo principal: Lenguas de la Argentina La Torre de Babel de Libros, una obra de Marta Minujín. El idioma español es entendido y hablado como primera o segunda lengua por prácticamente la totalidad de la población argentina. [ 4 ] ​ El italiano y el quechua tienen más de un millón de hablantes. De todos los países del mundo donde el español o castellano tiene estatus predominante, la Argentina es el de mayor extensión territorial. El idioma español es el único idioma de uso en la administración pública a nivel nacional, sin que ninguna norma legal lo haya declarado como oficial. La provincia de Corrientes declaró en 2004 la cooficialidad del idioma guaraní para la enseñanza y los actos de gobierno, aunque no se encuentra reglamentada. La provincia del Chaco estableció por ley 6.604 de 2010 (reglamentada por Decreto 257/2010) la cooficialidad de los idiomas qom , wichí y mocoví . La amplitud del país, la existencia de distintos sustratos lingüísticos producidos por la variedad de lenguas amerindias y las diferentes aportaciones de las lenguas vernáculas de los inmigrantes europeos de finales del siglo XIX y comienzos del XX, han dado lugar a varias modalidades dialectales diferentes. El dialecto rioplatense es el dialecto de prestigio en todo el territorio y el más reconocido como variante argentina fuera del país. está fuertemente influido por el italiano , y presenta la particularidad de ser voseante incluso en los registros más formales de la lengua. La región patagónica ―poblada mayoritariamente por inmigrantes provenientes de la región central del país― adoptó también el uso de esta variante, con ligeras variantes fonológicas, probablemente por influjo de la inmigración chilena del siglo XX. En el noroeste del país, por un lado, y en el Nordeste argentino , por otro, la influencia del quechua y del guaraní, respectivamente, ha dado origen a dialectos algo distintos, que a su vez presentan variaciones subdialectales regionales. El argentino Ernesto Guevara fue apodado el Che debido al uso frecuente de la muletilla argentina che . [ 375 ] ​ En las provincias de San Juan , Mendoza , y menor proporción en las provincias de San Luis y La Rioja , se da la intersección entre vestigios del español chileno y el rioplatense, presentándose modismos y pronunciación similar a la chilena, donde se pronuncia «ll» e «y» como [ʝ] y se asibilan las erres, en /rr /> [řř] (sonoramente), y /r/ inicial > [ř], y en casos cultos o semicultos, a [rr] debilitadas o normales. Cuyo, por su antigua dependencia y vecindad geográfica con Chile , posee un limitado número de voces que señala esos contactos. también se incorporaron voces mapuches en el caudal de los chilenismos. Hay zonas de Cuyo que denotan mayor cercanía a Chile ( Malargüe , Calingasta ), otras más influidas desde el Río de la Plata , sea en la entonación o en algunas pronunciaciones. Esta influencia se remonta al lunfardo porteño, que cabalgando en el flujo cultural rioplatense, asentó en la sociedad cuyana improntas más seguras, desde las clases altas (por los estudiantes y el tango), y que luego se perpetra hasta hoy con los medios de comunicación. Son manifestaciones que integran los capítulos de una dialectología regional, pero de ninguna manera la gramática . [ 376 ] ​ En el noroeste argentino, el español andino se fusiona con el dialecto de rioplatense. La provincia de Córdoba y en especial su capital provincial , posee una curva de la entonación singular, distintiva primera oída. Otros rasgos significativos del español hablado en la Argentina, aparte de los lexicales (en los que abundan italianismos , quechuismos , guaranismos, y araucanismos ), son el yeísmo con rehilamiento y el uso de vocablos del guaraní como en la expresión che . El yeísmo con rehilamiento, pronunciación de la ll y de la y como una fricativa postalveolar, se encuentra muy extendido en el habla culta, con la excepción más notable del Nordeste argentino. El idioma guaraní (avañe'ë) cuenta con hablantes en todo el Nordeste y, especialmente, en el interior de la provincia de Corrientes , donde comparte el estatus oficial junto con el idioma español. El idioma quechua cuenta con un llamativo número de hablantes en la provincia de Santiago del Estero , donde se habla un dialecto muy diferenciado denominado quichua, y también en zonas de la provincia de Jujuy donde se usa una variedad de este idioma más similar a la que se habla en el suroeste de Bolivia . El idioma mapudungun , la lengua de los mapuches , cuenta con hablantes en las provincias de la Patagonia , reflejando la larga y fuerte influencia de los mapuches , o araucanización , sobre los nativos argentinos de las áreas patagónicas y la llanura pampeana. En la periferia de las grandes aglomeraciones urbanas, producto de constantes migraciones del noreste argentino, de Paraguay , Bolivia y Perú , hay hablantes del guaraní , quechua y aimara . En algunas zonas limítrofes con el Brasil , es habitual el uso del portuñol , hibridación del español de la Argentina con el portugués de Brasil , dado sobre todo en la provincia de Misiones , y en menor medida en Corrientes y Entre Ríos . Diversas comunidades de inmigrantes e hijos de inmigrantes todavía mantienen las lenguas de su región de origen, aunque este uso se pierde a medida que avanzan las generaciones. El más destacable por la cantidad de hablantes es el italiano , siendo otros destacables el alemán , japonés , portugués , yiddish en las comunidades judías argentinas , galés en Chubut , polaco y más recientemente el chino mandarín . Algunas jergas se han extendido tanto que han merecido tratamientos especiales, como el lunfardo y el rosarigasino . El primero se halla muy difundido por su uso en las letras del tango, pero ha perdido buena parte de su influencia en el habla corriente, por el cambio generacional. Religión [ editar ] Artículo principal: Religión en la Argentina Véase también: Iglesia católica en Argentina El argentino Jorge Bergoglio , que adoptó el nombre de Francisco , es el primer papa de la Iglesia católica nacido en América. En la Argentina la libertad de cultos está garantizada por el «artículo 14» de la Constitución Nacional , aunque el Estado reconoce un carácter preeminente a la Iglesia católica , que cuenta con un estatus jurídico diferenciado respecto al del resto de iglesias y confesiones: según el artículo 2 de la Constitución , el Estado nacional debe sostenerla y según el Código civil , es jurídicamente asimilable a un ente de derecho público no estatal. Se trata, con todo, de un régimen diferenciado que no conlleva su oficialidad como religión de la República. [ 377 ] ​ El Arzobispo de Buenos Aires , actualmente el cardenal Mario Aurelio Poli , es el Primado de la Iglesia católica en Argentina . [ 378 ] ​ El anterior Arzobispo de Buenos Aires fue Jorge Mario Bergoglio que desde el 13 de marzo de 2013 es el actual Papa Francisco . La Argentina y la Santa Sede tienen firmado un concordato que regula las relaciones entre el Estado argentino y la Iglesia católica. Imagen del Gauchito Gil y San La Muerte . El 88 % de los argentinos han sido bautizados como católicos. [ 379 ] ​ [ 380 ] ​ Sin embargo, el porcentaje de habitantes del país que se considera practicante se ubica entre el 69 % y el 78 %, de los cuales la cuarta parte nunca asiste a la iglesia. [ 381 ] ​ El 12 % de la población profesa el evangelismo , el 12 % se considera agnóstica , el 4 % se considera atea , el 1,5 % es musulmana y el 1 % es judía . La Primera Encuesta sobre Creencias y Actitudes Religiosas en Argentina realizada en 2008 estableció que el 91 % de la población cree en Dios, reduciéndose ese porcentaje al 85 % en la franja de 18 a 29 años. siendo mayoritaria la religión católica (76,5 %), seguida por la religión evangélica (9 %) —dentro de las cuales el 7,9 % son pentecostales—, Testigos de Jehová (1,2 %), mormones (0,9 %) y otras religiones (1,2 %). [ 382 ] ​ A pesar de su larga tradición católica, la Argentina tiene solo dos santos reconocidos: el mártir Héctor Valdivielso Sáez ( 1910 - 1934 ) y el sacerdote diocesano José Gabriel Brochero ( 1840 - 1914 ). Existen, asimismo, creencias populares de carácter religioso muy difundidas, como el culto a la Difunta Correa , [ 383 ] ​ a la Madre María , [ 384 ] ​ a Pancho Sierra , [ 385 ] ​ al Gauchito Gil [ 386 ] ​ o a Ceferino Namuncurá . [ 387 ] ​ Este último fue beatificado por la Iglesia católica en 2007. La Pachamama , una deidad femenina relacionada con la 'Madre Tierra' común a varios pueblos originarios , también tiene una presencia importante en las creencias de la población argentina. [ 388 ] ​ Véase también: Creencias y devociones argentinas Educación [ editar ] Artículos principales: Educación en la Argentina e Historia de la educación en Argentina . El Palacio Pizzurno, Sede del Ministerio de Educación de la Nación. Universidad Nacional de Córdoba , primera universidad argentina y del Cono Sur y una de las primeras universidades de toda América , fue fundada en 1613, donde se inició en 1918 el movimiento latinoamericano de Reforma Universitaria . La República Argentina, es conocida por tener una educación que se encuentra entre las más avanzadas, enciclopedistas y progresistas de América Latina. Con un 6,47 % de su PBI afectado a la educación, tal índice es el más alto del continente. El temprano desarrollo de la educación popular colocó al país junto a las naciones de mayor alfabetización del mundo. Argentina fue el primer país de América en establecer la educación primaria, secundaria y universitaria totalmente gratuita, obligatoria y de calidad. La histórica lucha por tener una población alfabetizada, llevó al país a tener grandes científicos e intelectuales reconocidos mundialmente. [ 389 ] ​ Facultad de Derecho de la Universidad de Buenos Aires , una de las más prestigiosas de América. El uso del delantal blanco como uniforme escolar , como un paradigma de un ideal de igualdad o unidad, ha caracterizado siempre a la escuela pública, laica y gratuita, cuyo gran impulsor fue Domingo Faustino Sarmiento y se concretó con la Ley N.º 1420 de Educación Común. Según la nueva Ley de Educación (de 2006), la instrucción es obligatoria entre los 5 y los 18 años. En los años noventa se implementaron distintos tipos de sistemas educativos como la Educación General Básica y Educación Polimodal en la provincia de Buenos Aires , o la educación secundaria en la Capital Federal . la nueva ley marca el retorno al sistema tradicional de primaria, secundaria y colegios técnicos. En todos los niveles de enseñanza existen instituciones educativas públicas y privadas. El Estado garantiza la educación gratuita en todos ellos con excepción del postgrado universitario. Según el Censo Nacional de Población, Hogares y Viviendas 2010 del INDEC , el porcentaje de alfabetización asciende al 98,1 % de la población, siendo uno de los más altos de América Latina . [ 390 ] ​ Sobre un total de 36,2 millones de habitantes (2001), 11,1 millones (31 %) cursaban estudios formales: 9 551 728 personas (entre 3 y 18 años) concurrían a jardines de infantes, escuelas primarias o secundarias. 494 461 personas concurrían a establecimientos superiores no universitarios. 1 125 257 personas concurrían a establecimientos universitarios. El 20 de junio de 1949 , el presidente Juan Domingo Perón decretó que las universidades nacionales de la Argentina serían gratuitas para los habitantes del país y de todos los países latinoamericanos. Esa ley se mantiene hasta la actualidad. En Argentina existen 55 universidades públicas nacionales en todo el territorio, [ 391 ] ​ y 49 privadas. [ 392 ] ​ La Universidad de Buenos Aires (UBA) es la más grande del país y una de las 10 más prestigiosas de América Latina . [ 393 ] ​ El censo institucional informó que más de 250 000 alumnos estudiaban en la UBA en el año 2011. [ 394 ] ​ Elemento de lista de viñetas Museos, espacios de memoria y salas de espectáculos [ editar ] Fachada del Museo Arqueológico de Alta Montaña . MAAM. Ciudad de Salta . Estadio Único de La Plata por dentro. Los museos más sobresalientes son el Museo Histórico Nacional de Argentina y el MALBA , donde se hacen exposiciones de pintura y escultura. Son muy importantes también los museos paleontológicos de la Patagonia ( Trelew , Plaza Huincul , etc.). las ruinas jesuíticas de San Ignacio , en Misiones o el Palacio San José en Entre Ríos . También son importantes los espacios de memoria creados donde funcionaron centros de detención clandestina durante la dictadura de Videla , como la ESMA en Buenos Aires y La Perla en Córdoba. Por otro lado, se destaca la actividad cultural veraniega en Mar del Plata y Villa Carlos Paz . y las fiestas y festivales populares como el Festival de Cosquín o el de Jesús María en la provincia de Córdoba . El Carnaval de Gualeguaychú es el espectáculo teatral a cielo abierto más grande de la Argentina, y considerado el tercer carnaval más importante del mundo. [ 395 ] ​ Cientos de fiestas nacionales se desarrollan en el país durante todo el año. Véase también: Fiestas nacionales de Argentina En Buenos Aires existen alrededor de 100 cines y 90 teatros, con una abundante cartelera de espectáculos. La capital de Argentina también se distingue en la presentación de espectáculos o artistas de renombre internacional. Se encuentran, entre otros, los centros culturales como el Borges, el Recoleta o el San Martín . Gastronomía [ editar ] Artículo principal: Gastronomía de la Argentina La gastronomía argentina se destaca fundamentalmente por la carne vacuna y los vinos , así como por una amplia disposición de alimentos de todo tipo a precios relativamente bajos. [ 396 ] ​ Puede considerarse básicamente configurada sobre las culturas alimentarias de las civilizaciones precolombinas andinas ―con su aporte crucial del maíz , la papa y el tomate ― y guaraníes , y luego, durante la era colonial, la multiplicación por azar de animales vacunos salvajes de libre apropiación en las pampas, sobre la que se fundó la cultura gauchesca . Sobre esas bases actúan los muy fuertes influjos de las gastronomías italiana y española . Gaucho argentino con la indumentaria pampera o pampeana difundida a fines de siglo XIX (boina de origen vasco, y «botas patrias»). La comida típica argentina es el asado o parrillada (carne y entrañas de vaca cocinadas a las brasas), además de las empanadas (especie de pasteles rellenos de carne y otros gustos), los tamales , la humita y el locro . Como en los países vecinos, es muy habitual el consumo de un sándwich de chorizo, denominado choripán . La papa y la batata son alimentos ampliamente utilizados desde tiempos precolombinos. Las pastas , la pizza , y el puchero también se han constituido en comidas típicas de la gastronomía argentina. La tradición italiana de los « ñoquis del día 29 del mes» forma parte de la cultura popular tanto en la Argentina como en el Uruguay . La producción y consumo de leche es muy importante, consumiéndose alrededor de 240 litros por persona por año. [ 397 ] ​ De la existencia de grandes disponibilidades de leche se ha derivado un alto consumo de alimentos derivados como quesos (el país cuenta con 8 quesos propios) y dulce de leche , entre otros. Entre los dulces, el alfajor es un producto ampliamente consumido y producido con múltiples variables regionales. Lo mismo sucede con los helados , en especial con los de tipo italiano, aunque ya desde el tiempo de la colonia española existía alguna afición a los helados de tipo sorbete. La bebida característica que Argentina comparte con otros países vecinos es una infusión precolombina de origen guaraní preparada con hojas de yerba mate (planta originaria de América del Sur ) llamada mate . El mate también puede ser preparado como un té, siendo denominado en este caso mate cocido . La colonización española introdujo el consumo del café , que se ha hecho masivo, generalizándose desde los tiempos coloniales los « cafés » como lugares de encuentro. Existe también un amplio consumo de té , ya sea de su variedad clásica introducida por influencia de la inmigración británica, como de hierbas digestivas de provenientes de antiguas tradiciones precolombinas como el boldo y la peperina . En menor medida, existe la costumbre de consumir infusiones de chocolate , también por influencia colonial. Entre las bebidas alcohólicas se destaca el vino , del cual la Argentina es el quinto productor mundial, y que es producido principalmente en Mendoza y San Juan , y en otras provincias cordilleranas. Entre los vinos característicos del país se destaca el malbec . El desayuno clásico es pan con manteca y dulce, acompañado de café, leche y, eventualmente, mate. este último suele reemplazar totalmente al desayuno. La cena suele realizarse después de las 21:00 h. Existe la tradición de dedicar el almuerzo del domingo al asado o las pastas, en reuniones familiares o con amigos. Una docena de empanadas salteñas . Asado . Milanesa a la napolitana con papas fritas . Alfajores triples con dulce de leche . Locro . Deporte [ editar ] Artículo principal: Deporte en Argentina Carlos Monzón . Campeón del mundo de boxeo de peso mediano. Defendió el título mundial en 14 oportunidades y se retiró campeón. Diego Maradona con la Copa del Mundo de 1986 en sus manos. El 10 , es reconocido internacionalmente como uno de los mejores jugadores en la historia del fútbol mundial. El deporte nacional es el pato , que comenzó a practicarse en el país a principios del siglo XVII. En 1941 se fundó la Federación Argentina de Pato, y en 1953 fue declarado deporte nacional. [ 398 ] ​ El fútbol , superó a todas las disciplinas en el gusto de los argentinos. Miembro de la FIFA , la Selección Argentina de Fútbol participó en 16 de las 20 fases finales de los Campeonatos Mundiales , logrando ser sede y campeona en 1978 y en México ( 1986 ), además de llegar a subcampeona en Uruguay ( 1930 ), Italia ( 1990 ) y Brasil ( 2014 ) y formar parte de la candidatura de Uruguay-Argentina-Paraguay para la Copa Mundial de Fútbol 2030 . También obtuvo la medalla de oro en los Juegos Olímpicos de Atenas 2004 y los Juegos Olímpicos de Beijing 2008 , además de 14 campeonatos en la Copa América . Entre los equipos más importantes del país se destacan los Cinco grandes del fútbol argentino que son el Club Atlético Boca Juniors , Club Atlético River Plate , Club Atlético Independiente , Racing Club y Club Atlético San Lorenzo de Almagro . Lionel Messi , escogido cinco veces como el mejor futbolista del mundo (2009-2012 y 2015). Emanuel Ginóbili , uno de los mejores jugadores de baloncesto argentino de la historia: campeón olímpico con la Selección nacional , y 4 veces campeón de la NBA con los San Antonio Spurs . El futbolista Alfredo Di Stéfano es considerado uno de los mejores jugadores de la historia del fútbol y el primer grande de este deporte. [ 399 ] ​ [ 400 ] ​ Guillermo Vilas , uno de los mejores tenistas de todos los tiempos. Diego Armando Maradona es considerado uno de los máximos exponentes en la historia mundial. [ 401 ] ​ [ 402 ] ​ Ha sido elegido como el Mejor Jugador del Siglo con el 53,6% de los votos en una votación oficial realizada en el sitio web de la FIFA y obtuvo la tercera ubicación en una encuesta efectuada por los miembros de la Comisión del Fútbol de esa institución y los suscriptores de la FIFA Magazine . [ 403 ] ​ Marcó el llamado Gol del Siglo . Lionel Messi , desde 2009, es considerado por diversos organismos deportivos, [ 404 ] ​ [ 405 ] ​ [ 406 ] ​ [ 407 ] ​ [ 408 ] ​ por varios futbolistas, [ 409 ] ​ [ 410 ] ​ [ 411 ] ​ [ 412 ] ​ [ 413 ] ​ directores técnicos [ 414 ] ​ [ 415 ] ​ [ 416 ] ​ [ 417 ] ​ y la prensa, [ 418 ] ​ [ 419 ] ​ [ 420 ] ​ [ 421 ] ​ como «el actual mejor jugador del mundo». En boxeo , Argentina se ha destacado tanto en el masculino como en el femenino, habiendo dado 40 campeones mundiales y 13 campeonas mundiales. [ n 13 ] ​ Carlos Monzón fue campeón mundial mediano entre 1970 y 1977. Entre las boxeadoras, la Tigresa Acuña inició en 2003 una generación de campeonas mundiales. En los Juegos Olímpicos , el boxeo aportó 7 medallas de oro, 7 de plata y 10 de bronce. Juan Manuel Fangio , quíntuple campeón mundial de Fórmula 1 , es reconocido internacionalmente como uno de los mejores automovilistas en la historia. Gabriela Sabatini fue una destacada tenista en la década de 1980 y 1990, promoviendo la difusión del tenis en el país. Nicolino Locche apodado el intocable , fue incorporado al Salón Internacional de la Fama del Boxeo en 2003. El básquet tiene un rico pasado en el país: Argentina fue campeón mundial en 1950 . Sin embargo, en las décadas de 1960 y 1970 fue perdiendo importancia. Con la creación de la Liga Nacional en 1984, recuperó y ganó en popularidad. La irrupción de Emanuel Ginóbili en la NBA , y las grandes actuaciones de la Selección Argentina a nivel internacional, contribuyeron a un mayor seguimiento por parte del público. En 2002, la Selección dirigida por Rubén Magnano alcanzó la final del Campeonato Mundial en Indianápolis , el cuarto lugar en el Campeonato Mundial Japón 2006 , la medalla de oro en los Juegos Olímpicos de Atenas 2004 (el título más importante de su historia) y la de bronce en los Juegos Olímpicos de Pekín 2008 . A toda esa camada de basquetbolistas argentinos que en el lapso de más de 15 años consiguieron para la Selección nacional gran cantidad de medallas de oro, plata y bronce en todos los torneos de mayor relevancia organizados por la FIBA (como ser Juegos Olímpicos , Mundial , FIBA Diamond Ball y Campeonato FIBA Américas ) se la conoce como La Generación Dorada , siendo considerada por algunos como ' el mejor equipo de la historia del deporte argentino '. [ 422 ] ​ [ 423 ] ​ [ 424 ] ​ [ 425 ] ​ Los tenistas argentinos han ganado muchos lauros desde la irrupción en el tenis masculino de Guillermo Vilas en los años setenta y de Gabriela Sabatini en el femenino, en los ochenta y noventa. Contemporáneamente, algunos tenistas argentinos han tenido logros destacados como David Nalbandian , que se consagró campeón del ATP World Tour Finals en 2005. Juan Martín del Potro que fue campeón del US Open en 2009, junto con sus medallas de bronce y plata. Gastón Gaudio , que fue campeón de Roland Garros en 2004, en una final argentina contra Guillermo Coria . y Paola Suárez , que obtuvo medalla de bronce en dobles femenino en los Juegos Olímpicos de Atenas 2004 , así como 4 torneos de dobles de Roland Garros , el Abierto de Australia (2004) y tres US Open . En la Copa Mundial por Equipos , Argentina obtuvo el título cuatro veces, el último en 2010. El mayor logro del tenis argentino fue la obtención de la Copa Davis de 2016 . [ 426 ] ​ Esta consagración en la Copa Davis convierte a Argentina en uno de los dos países de América (junto a Estados Unidos) que detenta el trofeo , además de ser el único país latinoamericano en obtenerlo. El hockey sobre césped femenino también ha registrado grandes logros como la obtención de la medalla de plata en los Juegos Olímpicos de Sídney 2000 y Londres 2012 , siete Champions Trophy , dos Campeonatos Mundiales (2002) y (2010), una Liga Mundial , medalla de bronce en los Juegos Olímpicos de Atenas 2004 y Beijing 2008 . Luciana Aymar es considerada la mejor jugadora de hockey del mundo siendo galardonada en ocho oportunidades por la Federación Internacional de Hockey . Por otra parte, la Selección masculina, más conocida como Los Leones , ha obtenido también destacados logros al ganar la medalla de oro en los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro 2016 , la medalla de bronce en el Campeonato Mundial 2014 y en el Champions Trophy de 2008 además de 9 medallas de oro y 4 de plata en Juegos Panamericanos . Jeanette Campbell , primera deportista olímpica de Argentina en 1936 , donde además obtuvo la medalla de plata en natación. El rugby en Argentina es amateur, con más de setenta mil practicantes registrados. El seleccionado argentino, conocido como « Los Pumas », es el mejor equipo del continente americano y se encuentra en el grupo de los diez equipos que disputan los dos torneos regionales más importantes del mundo. La máxima conquista obtenida hasta el momento fue el tercer puesto en el Campeonato Mundial de Francia 2007 . Desde 2012, la selección disputa del Rugby Championship junto con las mejores selecciones del hemisferio sur: Nueva Zelanda, Sudáfrica y Australia. El automovilismo también ocupa un lugar importante en las preferencias de los argentinos, siendo Juan Manuel Fangio el mayor deportista en este rubro, quien en los años cincuenta logró cinco títulos mundiales de Fórmula 1 . También son frecuentes los rallís por lo que desde el año 2009 la extensa y en gran parte silvestre geografía Argentina es una de las sedes del célebre Rally Dakar . [ 427 ] ​ Por su parte Argentina tiene destacada presencia internacional en el deporte ecuestre llamado polo , quizás por la previa tradición en el (también deporte ecuestre) ya citado «pato». La Selección de polo de Argentina ganó cinco Campeonatos mundiales y dos medallas de oro en los Juegos Olímpicos. El futsal es una disciplina en constante desarrollo en el país. Es organizado por dos entes: la Confederación Argentina de Fútbol de Salón y la Asociación del Fútbol Argentino . Los logros más importantes de la Selección argentina de futsal fueron: en la AMF, el campeonato mundial de 1994 y el subcampeonato de 2007. [ 428 ] ​ en la FIFA la obtención de la Copa Mundial de 2016 , [ 429 ] ​ la Copa América en 2003 y en 2015, y el cuarto lugar en la Copa Mundial de fútbol sala de la FIFA de 2004 . [ 430 ] ​ En pádel , el equipo argentino se destaca por ser uno de los mejores del mundo en la rama masculina y femenina , siendo ambos los máximos conquistadores del Campeonato Mundial de Pádel . Por el lado de los hombres obtuvieron el título en diez oportunidades. Mientras que, las mujeres ocho. [ 431 ] ​ Otro deporte en el que Argentina ha destacado internacionalmente es la pelota vasca , juego en el cual inventó una de las disciplinas que se practican, la pelota paleta o paleta argentina , disciplina en la que los pelotaris argentinos tienen la hegemonía mundial, mientras que se ubican en el tercer lugar en el medallero histórico del conjunto de disciplinas que se enfrentan en el Campeonato del Mundo , por detrás de Francia y España . Véase también: Argentina en los Juegos Olímpicos Juan Martín del Potro llegó a ser 4.º en el ranking de la ATP . Luis Scola , jugador de la NBA , es considerado uno de los jugadores argentinos de básquet más importantes de todos los tiempos. Felipe Contepomi , ex capitán de Los Pumas , 3.º puesto en la Copa Mundial de Rugby de 2007 y participante del Rugby Championship . Luciana Aymar , ex capitana de Las Leonas , ocho veces escogida Mejor Jugadora del Mundo . Paleta inventada en la Argentina estilizando la paleta vacuna, que originó la disciplina pelota paleta o paleta argentina dentro de la pelota vasca , disciplina en la que los pelotaris argentinos lideran el medallero mundial. Daniel Scioli , motonauta, ocho veces campeón mundial entre las décadas de 1980 y 90. La Tigresa Acuña inauguró una generación de mujeres boxeadoras que dio trece campeonas mundiales entre 2003 y 2013. Daniel Martinazzo , dos veces campeón mundial de hockey sobre patines , fue considerado el mejor jugador del mundo en la década de 1980 . Pascual Pérez fue campeón olímpico y campeón mundial de boxeo . Este deporte es el que más medallas olímpicas aportó al país. Di Stéfano con la albiceleste . Selección argentina de básquet campeona del mundo en 1950. Monolito en el Estadio Panathinaikó de Atenas recordando que Argentina fue uno de los doce países fundadores del Comité Olímpico Internacional . Feriados nacionales [ editar ] Artículo principal: Días feriados en la Argentina Los feriados en la Argentina se clasifican en días feriados y días no laborables. Estos pueden ser nacionales, provinciales o municipales, o ser exclusivos de una rama laboral o educativa. Asimismo, existen diversos aniversarios no tipificados como feriados, en los cuales se recuerdan acontecimientos generalmente de tipo contemporáneo y que pueden incluir actividad social o cobertura mediática, pero que permanecen como días laborables. Los feriados nacionales incluyen festividades de la Iglesia católica, fiestas cívicas, conmemoraciones y feriados turísticos. Existen feriados que caen siempre en el mismo día de cada año y otros que son móviles. Algunos feriados son trasladables a un día lunes por motivos de promoción turística. Los días no laborables nacionales incluyen al Jueves Santo y días específicos para los habitantes judíos y musulmanes . Así mismo se han implementado desde 2011 mediante el Decreto 1585/2010 los denominados feriados puente con fines turísticos. Símbolos patrios [ editar ] Artículo principal: Símbolos patrios de Argentina La República Argentina posee una serie de elementos emblemáticos definidos por ley. [ 432 ] ​ La bandera de la Argentina , compuesta por tres franjas horizontales proporcionales celestes y blancas y con un sol en el medio, fue diseñada por Manuel Belgrano en 1812 y adoptada como símbolo patrio el 20 de julio de 1816 . El escudo de la Argentina , que representa la unión de las provincias, comenzó a utilizarse en 1813 como sello de los documentos oficiales. El Himno Nacional Argentino fue aprobado en 1813, escrito por Vicente López y Planes y con música de Blas Parera . aunque a partir de la presidencia de Julio Argentino Roca se acortó a sólo tres párrafos para omitir las proclamaciones antiespañolas. La Escarapela de Argentina se usó por primera vez durante la Revolución de Mayo y se oficializó dos años después. El hornero , presente en casi todo el territorio nacional, fue proclamado pájaro oficial de manera unánime en 1927. La piedra nacional es la rodocrosita , la cual se puede encontrar en las sierras Capillitas, en la provincia de Catamarca . La flor del ceibo fue nombrada «flor nacional». El quebracho colorado chaqueño es el «árbol forestal nacional». [ 433 ] ​ El deporte nacional es el pato . la danza nacional, el pericón , el vino es la bebida nacional, y el mate es la infusión nacional. [ 434 ] ​ Véase también [ editar ] Portal:Argentina . Contenido relacionado con Argentina . Notas y referencias [ editar ] Notas [ editar ] ↑ El artículo 35 de la Constitución Nacional Argentina reconoce como nombres oficiales Provincias Unidas del Río de la Plata , República Argentina y Confederación Argentina , y establece el uso de las palabras “Nación Argentina” en la formación y sanción de las leyes. ↑ Las ciudades de Asunción y Santiago del Estero comparten el título de 'madre de ciudades', ya que diez de las quince ciudades que existían en el actual territorio argentino al finalizar el siglo XVI fueron fundadas por expediciones partidas de estas dos ciudades. debido a un proceso ocurrido en el siglo XIX, Asunción terminaría por quedar fuera del actual territorio argentino. ↑ Las provincias del Litoral argentino y la Provincia Oriental (unidas en la Liga Federal bajo el protectorado de José Artigas) no estuvieron representadas. Tampoco lo estuvieron el Paraguay —ya independiente de hecho desde 1811— ni la mayor parte del Alto Perú. ↑ Al ser jurada el 21 de julio de 1816, y para disipar rumores sobre una intención de someterse a Portugal, se retocó en una sesión secreta el acta aprobada el 9 de julio y se usó en la fórmula de juramento la siguiente frase: {{cita|[...] independencia del rey de España Fernando VII, sus sucesores y metrópoli y toda otra dominación extranjera. Véase «19 de julio: El acta se modifica» . Ministerio de educación . Consultado el 27 de junio de 2008 . ↑ En sentido estricto, no todos los enemigos de Rosas propugnaban un sistema de gobierno unitario, pero la propaganda rosista logró exitosamente confundirlos a todos en un mismo nombre, que repugnaba a los federales de las provincias interiores. ↑ En 1945, José Luis Torres escribió un libro titulado La Década Infame , en el que analiza críticamente este período. El término fue desde entonces tomado de manera generalizada para denominar al período. ↑ La cifra exacta está sujeta a debate: la CONADEP registró 8961 casos, mientras que otros organismos de derechos humanos elevan la cifra a 30 000. El número de las indemnizaciones otorgadas por el Estado a familiares de desaparecidos llega a 13 000. ↑ La Ciudad de Buenos Aires es una entidad de segundo grado constitucional, pero no organizada como provincia sino según un régimen especial ( Ciudad Autónoma ), similar y equiparable al propio de provincia. ↑ El dato incluye la parte del campo de hielo Patagónico Sur que Argentina disputa con Chile. ↑ a b No incluyen 980 874 km² de la Antártida Argentina y las Islas del Atlántico Sur, que están bajo administración del Reino Unido, por los que Argentina reclama soberanía, totalizando una superficie de 3 761 274 km². ↑ De acuerdo al informe de la WWF, Argentina sólo es antecedida en riqueza natural y biodiversidad por los países continentes de Brasil, China, EE.UU. Rusia, India, Australia y por la, mediana en extensión, Indonesia. ↑ El número exacto de pueblos depende de si se consideran como tales o no, a parcialidades integrantes de algunas culturas con características propias y a los grupos mestizados resultantes del renacimiento de su identidad cultural autóctona ↑ Entre 2003 y 2013, las siguientes boxeadoras argentinas obtuvieron títulos mundiales: Marcela Acuña , Mónica Acosta , Fernanda Alegre , Yésica Bopp , Carolina Duer , Érica Farías , Carolina Gutiérrez Gaite , Yésica Marcos , Alejandra Oliveras , Patricia Quirico y Claudia Andrea López . Referencias [ editar ] ↑ Pezzano, Luciano EN UNIÓN Y LIBERTAD . Publicado en el Jornario de las XXIV Jornadas Nacionales de Numismática y Medallística – Vol. II. Santiago del Estero , 2005. Versión digital consultada 6/6/2016 ↑ Instituto de Estudios Iberoamericanos, Documentos para la historia de la bandera argentina. Página 134. ↑ Fernández, Sebastián Martín. 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Brasil Acesso à informação menu icon Participe Serviços Legislação Canais Ir para o conteúdo 1 Ir para o menu 2 Ir para a busca 3 Ir para o rodapé 4 Acessibilidade Alto Contraste Mapa do Site CNPq Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações Youtube SoundClound Twitter RSS Perguntas frequentes Central de Atendimento Serviços E-mail do Pesquisador Área de imprensa Você está aqui: CNPq / MENU Assuntos Institucional Apresentação Organograma Competências Base Jurídica Regimento Interno PO-951 Lei nº 1.310 Decreto nº 8.866 Conselho Deliberativo Agenda de autoridades Presidência Diretoria - DCOI Diretoria - DEHS Diretoria - DABS Diretoria - DGTI Diretoria Executiva Comitês de Assessoramento Membros dos Comitês Critérios de Julgamento Renovação de CAs Normas do CA Calendário Comissão de Integridade Apresentação Composição Diretrizes Documentos da CIAC Quem é quem Propriedade Intelectual SESPI Restrição de Acesso à Informação Normas Comissão de Ética Pública Apresentação Informes Normas Gerais Normas Específicas Ofícios Documentos da CEP Gestão de Documentos História A Criação Questão Nuclear Anos 50 Anos 60 Anos 70 Anos 80 Anos 90 Servidores Estatísticas e Indicadores Apresentação Bolsas e auxilios Séries Históricas Demanda e atendimento Indicadores de Pesquisa Titulação de Bolsistas Grupos de Pesquisa - Censos Contatos Bolsas e Auxílios Apresentação Bolsas Modalidades Cartão Bolsista no Exterior Auxílio deslocamento Bolsistas Egressos (Exterior) Auxílios Apresentação Cartão Pesquisa Chamadas Abertas Encerradas Resultados Calendário regular Tabelas de valores Bolsas No país No exterior Fomento Tecnológico Diárias para auxílios Calendários Bolsas no país Bolsas no exterior Auxílios Prestação de contas Bolsas e Auxílios Vigentes Bolsas Projetos de Pesquisa Eventos Científicos Pesquisador Visitante Periódicos Científicos Mapa de Investimentos Programas Apresentação ALI Apresentação Histórico Chamadas Públicas Publicações CBAB Apresentação RHAE Apresentação Arquivos Serviços Mulher e Ciência Apresentação Ações Histórico Eventos Pioneiras da Ciência do Brasil - 5ª Edição Estatísticas Publicações Vídeos Projetos Pioneiras da Ciência Jovens Pesquisadoras Contatos PELD Apresentação Histórico Sítios PELD Chamadas Públicas Parcerias Eventos Publicações Estatísticas Galeria de Imagens ILTER Repositório de dados PELD Selo PELD Contato PROANTAR Apresentação PPBIO Apresentação Ciência sem Fronteiras Cooperação Internacional Apresentação Bolsas Organismos Convênios Bilaterais CIAM CERN Ciências do Mar CPLP PROSUL CYTED Mata Atlântica PROÁFRICA IBAS Programa MCT-Mz SISBIOTA Apresentação REFLORA Apresentação Rede PRÓ CENTRO-OESTE Apresentação Programas Institucionais de Iniciação C&T Apresentação Ensino Superior PIBIC PIBIC nas Ações Afirmativas PIBITI PICME Ensino Fundamental / Médio PIBIC Ensino Médio PIC-OBMEP IC-Jr/FAPs Formulários e Orientações Para o Gestor Institucional Para o Comitê Externo e Institucional Para o Coordenador Para o Estudante Reunião Anual 2014 Reunião Anual 2015 Painel ICT PROTAX Apresentação BIONORTE Apresentação Arquipélago e Ilhas Oceânicas Apresentação Importações para Pesquisa Apresentação CNPq Expresso TIP Credenciamento Pessoa Física Pessoa Jurídica AEX (Expedição Científica) Isenção de Autorização Como solicitar Requisitos Emissão do Visto Formulários e Documentos Autorizações Prévias Análise da Proposta Alteração de Projetos Vigentes Relatórios Técnicos Legislação In English (summary) Contato REBIOTERIO Apresentação Tutorial Prêmios Apresentação Menção Especial de Agradecimento Regulamento Agraciados Pesquisador Emérito Regulamento Agraciados Fotos Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero Prêmio MERCOSUL de Ciência e Tecnologia Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica Prêmio Fotografia-Ciência & Arte Prêmio Almirante Álvaro Alberto Prêmio Jovem Cientista Prêmio José Reis Popularização da Ciência Por que popularizar? Fazendo Divulgação Científica Apresentação Entrevistas Links Interessantes Prêmios Pioneiras da ciência Museus e Centros de Ciência Apresentação Centro-Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Olimpíadas científicas Feiras e Mostras de Ciência Apresentação Feiras Nacionais Feiras Estaduais Feiras Municipais Itinerantes Semana Nacional de CT&I Relatórios de pesquisa Memória do CNPq Bibliografia Dirigentes Programa Editorial Apresentação Ciências Agrárias Ciências Biológicas Ciências da Saúde Ciências Exatas e da Terra Ciências Humanas Ciências Sociais Aplicadas Linguística, Letras e Artes Engenharias Multidisciplinar Outras Calendário Contato Destaque Iniciação científica Pesquisador emérito Pesquisador sênior Mídia Imagens da Ciência Vídeos Publicações Pesquisa e Notícia Comunicação Imprensa Cadastro de jornalistas Fale com a Coordenação Publicações Impressos Identidade visual Marca CNPq Manual de aplicação Área de Imprensa Parcerias Apresentação Instituições Nacionais Internacionais CORI Investimentos em CT&I Serviços Ferramentas Ouvidoria Apresentação Histórico Publicações e Documentos Legislação Fale com a ouvidoria Central de Atendimento Emissão de Contra-cheques Declaração de Rendimentos Assinador Digital Consultar Autenticidade de Documentos Autenticador Digital Gerador GRU Sua Senha Esqueceu sua senha? 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Publicado no Diário Oficial nesta quinta-feira, 8, o Decreto 9.283 estabelece as novas regras que desburocratizam as atividades de pesquisa e inovação e criam novos mecanismos para integrar instituições científica e tecnológicas. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Qui, 08 Fev 2018 17:56:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet Depois de dois anos de trabalho coletivo envolvendo entidades públicas e privadas de ciência, tecnologia e inovação (CT&I), foi concluído o decreto que regulamenta o Marco Legal do setor, sancionado em 2016. Publicado no Diário Oficial nesta quinta-feira, 8, o Decreto 9.283 estabelece as novas regras que desburocratizam as atividades de pesquisa e inovação e criam novos mecanismos para integrar instituições científica e tecnológicas (ICTs). O anúncio da nova legislação foi feito no Palácio do Planalto e contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab. o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Mario Neto Borges, além de representantes das outras agências públicas de financiamento de pesquisa e entidades sociais e privadas de apoio à CT&I. No evento, Mario Neto Borges lembrou do início das discussões do Marco Legal, em 2011, durante uma reunião do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência Tecnologia e Inovação (Consecti), com órgãos de fiscalização dos governos federal e estadual. 'Na época, chamamos de 'Código Nacional' e a ideia foi abraçada pelo então Deputado Federal, Sibá Machado, relator da proposta na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara', apontou Mario Neto. E celebrou: 'Essa regulamentação publicada hoje marca um divisor de águas na ciência brasileira'. O ministro Kassab também ressalta que a medida vai alavancar a ciência e a pesquisa no país. 'O Marco Legal dará transparência, segurança jurídica para se fazer importações, convênios ou subvenção para uma empresa, além de segurança para aquilo que se está querendo beneficiar. Temos a oportunidade de dar uma contribuição decisiva para conferir clareza a essas atividades', apontou. Para a presidente de honra da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, um dos grandes destaques de todo o processo de elaboração da regulamentação foi o ineditismo de ter a ciência básica, a ciência aplicada, a tecnologia e a iniciativa privada 'andando de mãos dadas em nome da nação'. O atual presidente da SBPC, Ildeu de Castro Moreira, também enfatizou a construção coletiva do decreto, mas ressaltou que a regulamentação legal precisa vir acompanhada de mais recursos para o setor. Segundo o procurador-chefe do CNPq, Leopoldo Muraro, que atuou diretamente nas discussões de elaboração do decreto, ele 'agora, surge uma nova etapa, cabendo a cada um trabalhar para dar efetividade aos dispositivos legais em vigor e alavancar o desenvolvimento científico e tecnológico do País'. As novas regras O Decreto regulamenta o arcabouço jurídico iniciado com a Emenda Constitucional nº 85/15 e a Lei nº 13.243/16, que ficou conhecida como o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação. Dentre as facilidades implementadas com o Marco Legal, está a prestação de contas dos instrumentos que financiam as atividades de pesquisa, permitindo, às agências de fomento, transferir recursos para o desenvolvimento de soluções inovadoras. Além disso, a regulamentação estimula a mobilidade do pesquisador público nos processos de inovação tecnológica, bem como a sua participação nos ganhos econômicos e sociais resultantes. Outros benefícios previstos são: a simplificação na celebração de convênios para a promoção da pesquisa pública. maior facilidade para a internacionalização de ICTs. aumento da interação entre ICTs e empresas. incremento de incentivos para a promoção de ecossistemas de inovação. diversificação de instrumentos financeiros e de apoio à inovação. maior compartilhamento de recursos entre atores públicos e privados. simplificação de procedimentos de importação de bens e insumos para pesquisa. novos estímulos para a realização de encomendas tecnológicas. e flexibilidade no remanejamento entre recursos orçamentários. Coordenação de Comunicação Social do CNPq Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Seu browser não está habilitado para ler javascript. Habilite para uma melhor experiência. Sex, 09 Fev 2018 17:05:00 -0200 Feita em tempo recorde, pesquisa que associou Zika vírus e microcefalia é premiada Coordenação de Comunicação Social do CNPq Sex, 09 Fev 2018 17:05:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet Atualmente, existem mais de um milhão de casos de Zika vírus no mundo, sendo 210 mil no Brasil Levantamento inédito que comprovou a associação do surto de Zika vírus com os bebês nascidos com microcefalia na região nordeste do Brasil é o vencedor da 17ª edição do Prêmio Péter Murányi , conforme decisão do júri realizado ontem (8). O trabalho, coordenado pela doutora Celina Turchi e indicado pela Fundação Oswaldo Cruz, apontou, ainda, a relação do vírus com o aumento da mortalidade de fetos. O estudo epidemiológico, o primeiro que estabeleceu a associação entre microcefalia e infecção pelo vírus da Zika, acompanhou, de janeiro a novembro de 2016, a gestação de mulheres atendidas em oito maternidades públicas do Recife. Durante o período, 32 recém-nascidos foram diagnosticados com microcefalia. Testes laboratoriais apontaram a presença de infecção por Zika vírus em 13 deles. De acordo com Vera Murányi Kiss, presidente da Fundação Péter Murányi, entidade organizadora da premiação, estudos como esse mostram a importância do trabalho dos pesquisadores brasileiros para preservar o futuro das próximas gerações. 'Essa votação foi uma das mais emocionantes que já participei, devido ao nível dos finalistas. Todos são muito impactantes. Era impossível não pensar no tamanho do benefício que os trabalhos ofereciam à população, conforme íamos analisando os três estudos', relata. Vera sinalizou também que essa perplexidade para escolher a colocação de cada concorrente é motivo de orgulho, afinal, significa que cumpriram, com louvor, os critérios de avaliação. A mesma opinião é compartilhada pelo diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Marcelo Marcos Morales. ¿Trabalhos como esse são de extrema importância, pois mostram a capacidade da ciência brasileira em resolver problemas nacionais e também mundiais¿, afirma. O CNPq é um dos apoiadores do prêmio e participa da comissão julgadora. Os resultados apontados pelo grupo de estudos chefiado pela doutora Celina permitiram que fossem criadas medidas de combate ao mosquito transmissor do Zika vírus por parte do poder público, como a distribuição de repelentes para grávidas moradoras de áreas de risco para a doença e o acompanhamento das crianças portadoras de microcefalia. Bem como, auxiliou na análise clínica das infecções. 'É uma doença que gerou intensa comoção social e isso evidencia a gravidade desses eventos ligados à saúde reprodutiva da mulher, o desconhecimento sobre a causa e transmissão da infecção e dos possíveis fatores de risco expostos. Podemos dizer que esse estudo, realizado por pesquisadores brasileiros, moveu a fronteira do conhecimento científico e, hoje, é referência nos guias de manejo da síndrome do Ministério da Saúde e também é utilizado como fonte de orientação para os EUA', relata Celina. Reconhecimento internacional O trabalho resultou na inclusão de sua coordenadora, a médica epidemiologista Celina Turchi, entre as 100 pessoas mais influentes do mundo eleitas em 2017 pela revista norte-americana Time. A cientista brasileira foi a responsável por formar uma rede internacional, com cerca de 30 profissionais de diversas especialidades e instituições, reunidos no Microcephaly Epidemic Research Group (Grupo de Pesquisa da Epidemia de Microcefalia), que conseguiu, em apenas três meses, identificar como o vírus Zika e a microcefalia estavam associados - os estudos começaram em janeiro de 2016, e, em abril, já havia fortes indícios dessa relação. Recorde de inscrições para a edição 2018 Para esta edição, focada em saúde, o Prêmio Péter Murányi recebeu 225 trabalhos, vindos de toda a América Latina, recorde de inscritos em toda a história da premiação. O trabalho vitorioso foi selecionado por um júri composto por representantes de entidades nacionais e internacionais ligadas à área da saúde, integrantes de universidades federais, estaduais e privadas, personalidades de renome e membros da sociedade. O Prêmio Péter Murányi é realizado anualmente, com temas que se alternam a cada edição: Saúde, Ciência & Tecnologia, Alimentação e Educação ¿ cada tema é revisitado a cada quatro anos. O valor total é de R$ 250 mil, divididos entre o vencedor (R$ 200 mil), o segundo (R$ 30 mil) e o terceiro colocados (R$ 20 mil). A entrega ocorrerá em abril, durante a festa de premiação. A premiação conta com o apoio das seguintes entidades, além do CNPq: CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola). Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras). SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência). Aciesp(Academia de Ciências do Estado de São Paulo). ABC (Academia Brasileira de Ciências), Aconbras (Associação dos Cônsules no Brasil). Fonte: Assessoria de Comunicação Fundação Péter Murányi Sex, 09 Fev 2018 08:01:00 -0200 Divulgação científica é tema de simpósio no Rio de Janeiro Coordenação de Comunicação Social do CNPq Sex, 09 Fev 2018 08:01:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet A divulgação científica como atividade prática vem, há algumas décadas, conquistando importância e espaço no Brasil. A interface acadêmica do campo, no entanto, embora atraia atenção crescente, ainda é emergente no país e precisa enfrentar dificuldades e desafios para se estabelecer como área de conhecimento independente. O simpósio A ciência da divulgação científica II: a construção de um campo acadêmico , que vai acontecer de 5 a 7 de março, no Museu da Vida/COC/Fiocruz, visa justamente contribuir para o fortalecimento dessa interface da divulgação científica. O evento é uma realização da Fiocruz e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia voltado para a Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia, que conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnologico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Com a participação de diversos especialistas no campo, do Brasil e de outros cinco países, o evento abordará uma série de temas relevantes nos estudos da divulgação científica, entre eles a inserção da ciência na cultura, a percepção pública da ciência e tecnologia e pesquisas em museus de ciências. O simpósio é organizado pela coordenação do Mestrado Acadêmico em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde e da Especialização em Divulgação e Popularização da Ciência e do Museu da Vida, vinculados à Casa de Oswaldo Cruz, com apoio da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz. Veja a programação em: http://museudavida.fiocruz.br/index.php/noticias/13-educacao/894-evento-no-museu-da-vida-discute-estudos-da-divulgacao-cientifica Coordenação de Comunicação Social do CNPq Ter, 06 Fev 2018 18:12:00 -0200 Presidente do CNPq profere aula inaugural no IME Coordenação de Comunicação Social do CNPq Ter, 06 Fev 2018 18:12:00 -0200 Imprimir Comunicar erro Compartilhar Tweet O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Mario Neto Borges , proferiu, nessa segunda-feira, 05, aula Inaugural no Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro (RJ) com o tema 'Ações Governamentais para o Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Brasil'. Além dos alunos e professores do IME, autoridades civis e militares prestigiaram a palestra, evento que marca o início do ano acadêmico de 2018. O presidente do CNPq destacou a importância da participação do CNPq nessa ocasião, que, anualmente, conta com destaques da engenharia e da CT&I: 'Proferir a Aula Inaugural no IME é uma honra e um privilégio, considerando que este Instituto é a mais antiga escola de engenharia do País, tendo, atualmente, todos seus cursos avaliados com nota máxima pelo MEC', ressaltou Mario Neto, destacando, ainda, a importância do Exercito Brasileiro quanto à contribuição para o desenvolvimento nacional não só na formação de recursos humanos altamente qualificados como também na garantia da soberania nacional. 'São valores também explícitos na Missão do CNPq. Foi uma grande oportunidade para estreitarmos os laços e unir esforços em prol do Brasil', concluiu. O IME é um estabelecimento de ensino do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) responsável, no âmbito do Exército Brasileiro, pelo ensino superior de Engenharia e pela pesquisa básica. Ministra cursos de graduação, pós-graduação e