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https://pt.wikipedia.org/wiki/Esquilo
  Esquilo – Wikipédia, a enciclopédia livre Esquilo Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: 'Serelepe' redireciona para este artigo. Para esquilo existente na Mata Atlântica, veja caxinguelê . Para demais acepções, veja Esquilo (desambiguação) . Atenção: Este artigo foi listado como um artigo com problemas . Ajude-nos na discussão deste artigo. O motivo da marcação ... . Família Sciuridae G. Fischer, 1817 Subfamília Ratufinae Moore, 1959 Gênero Ratufa Gray, 1867 (4 espécies) Subfamília Sciurillinae Moore, 1959 Gênero Sciurillus Thomas, 1914 (1 espécie) Subfamília Sciurinae G. Fischer, 1817 Tribo Sciurini G. Fischer, 1817 Gênero Microsciurus J. A. Allen, 1895 (4 espécies) Gênero Rheithrosciurus Gray, 1867 (1 espécie) Gênero Sciurus Linnaeus, 1758 (28 espécies) Gênero Syntheosciurus Bangs, 1902 (1 espécie) Gênero Tamiasciurus Trouessart, 1880 (3 espécies) Tribo CACHE

Esquilo – Wikipédia, a enciclopédia livre Esquilo Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: 'Serelepe' redireciona para este artigo. Para esquilo existente na Mata Atlântica, veja caxinguelê . Para demais acepções, veja Esquilo (desambiguação) . Atenção: Este artigo foi listado como um artigo com problemas . Ajude-nos na discussão deste artigo. O motivo da marcação foi a seguinte: ausencia de fontes e informações controversas Esquilo Diversas espécies de esquilos Estado de conservação Pouco preocupante Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Rodentia Família : Sciuridae Subdivisões Ver texto Os esquilos pertencem a uma grande família de mamíferos roedores de pequeno e médio porte conhecida como Sciuridae . No Brasil, são também conhecidos como serelepe , caxinguelê , caxinxe [ 1 ] , quatimirim [ 2 ] , quatipuru [ 2 ] , agutipuru [ 3 ] ou acutipuru [ 4 ] . Na Galiza e algumas zonas de Portugal também é conhecido por esquio [ 5 ] . Os esquilos estão espalhados por quase todo o mundo, a maioria nas zonas de climas temperado ou tropical, mas também em algumas zonas de clima frio. Como todos os roedores, possui presas fortíssimas, com que roem sementes com facilidade, principalmente bolotas. Índice 1 Etimologia 2 Comportamento 3 Classificação 4 Características 5 Tipos 5.1 Arborícolas 5.2 Voadores 5.3 Terrestres 6 Referências 7 Ligações externas Etimologia [ editar | editar código-fonte ] 'Esquilo' é uma palavra com origem no termo grego skioúros [ 6 ] . 'Caxinguelê' é oriundo do termo quimbundo kaxinjiang'elê , que significa 'rato de palmeira' [ 1 ] . 'Quatimirim' origina-se do termo tupi kwa'ti mi'rim , que significa ' quati pequeno' [ 2 ] . 'Acutipuru', 'agutipuru' e 'quatipuru' vêm do termo tupi acutipu'ru , que significa ' cutia enfeitada' [ 4 ] . Comportamento [ editar | editar código-fonte ] As sementes são as principais fontes de alimentação, mas também consomem insetos e frutas . Quando coletam alimento, enterram algumas sementes que encontram, sendo que algumas chegam a germinar, como pinhões e coquinhos, acabando por plantar árvores como araucária e jerivá . Constroem ninhos com folhas e galhos, para abrigarem as suas crias da chuva e do vento, em ramos muito altos, em árvores como a cajarana . Durante a gestação, os pais preparam o ninho para receber os filhotes, que variam de 3 a 10 por ninhada. Quando adulto, as maiores espécies da família chegam a medir de 53 a 73 centímetros de comprimento (com a cauda). Classificação [ editar | editar código-fonte ] Sciuridae é uma família de mamíferos roedores que inclui cerca de 279 espécies classificadas em 51 gêneros. Família Sciuridae G. Fischer, 1817 Subfamília Ratufinae Moore, 1959 Gênero Ratufa Gray, 1867 (4 espécies) Subfamília Sciurillinae Moore, 1959 Gênero Sciurillus Thomas, 1914 (1 espécie) Subfamília Sciurinae G. Fischer, 1817 Tribo Sciurini G. Fischer, 1817 Gênero Microsciurus J. A. Allen, 1895 (4 espécies) Gênero Rheithrosciurus Gray, 1867 (1 espécie) Gênero Sciurus Linnaeus, 1758 (28 espécies) Gênero Syntheosciurus Bangs, 1902 (1 espécie) Gênero Tamiasciurus Trouessart, 1880 (3 espécies) Tribo Pteromyini Brandt, 1855 Gênero Aeretes G. M. Allen, 1940 (1 espécie) Gênero Aeromys Robinson e Kloss, 1915 (2 espécies) Gênero Belomys Thomas, 1908 (1 espécie) Gênero Biswamoyopterus Saha, 1981 (1 espécie) Gênero Eoglaucomys Howell, 1915 (1 espécie) Gênero Eupetaurus Thomas, 1888 (1 espécie) Gênero Glaucomys Thomas, 1908 (2 espécies) Gênero Hylopetes Thomas, 1908 (9 espécies) Gênero Iomys Thomas, 1908 (2 espécies) Gênero Petaurillus Thomas, 1908 (3 espécies) Gênero Petaurista Link, 1795 (8 espécies) Gênero Petinomys Thomas, 1908 (9 espécies) Gênero Pteromys G. Cuvier, 1800 (2 espécies) Gênero Pteromyscus Thomas, 1908 (1 espécie) Gênero Trogopterus Heude, 1898 (1 espécie) Subfamília Callosciurinae Pocock, 1923 Tribo Callosciurini Gênero Callosciurus Gray, 1867 (15 espécies) Gênero Dremomys Heude, 1898 (6 espécies) Gênero Exilisciurus Moore, 1958 (3 espécies) Gênero Glyphotes Thomas, 1898 (1 espécie) Gênero Hyosciurus Archbold e Tate, 1935 (2 espécies) Gênero Lariscus Thomas e Wroughton, 1909 (4 espécies) Gênero Menetes Thomas, 1908 (1 espécie) Gênero Nannosciurus Trouessart, 1880 (1 espécie) Gênero Prosciurillus Ellerman, 1947 (5 espécies) Gênero Rhinosciurus Blyth, 1856 (1 espécie) Gênero Rubrisciurus Ellerman, 1954 (1 espécie) Gênero Sundasciurus Moore, 1958 (16 espécies) Gênero Tamiops J. A. Allen, 1906 (4 espécies) Tribo Funambulini Pocock, 1923 Gênero Funambulus Lesson, 1835 (5 espécies) Subfamília Xerinae Osborn, 1910 Tribo Xerini Osborn, 1910 Gênero Atlantoxerus Major, 1893 (1 espécie) Gênero Spermophilopsis Blasius, 1884 (1 espécie) Gênero Xerus Hemprich e Ehrenberg, 1833 (4 espécies) Tribo Protoxerini Moore, 1959 Gênero Epixerus Thomas, 1909 (1 espécie) Gênero Funisciurus Trouessart, 1880 (9 espécies) Gênero Heliosciurus Trouessart, 1880 (6 espécies) Gênero Myosciurus Thomas, 1909 (1 espécie) Gênero Paraxerus Major, 1893 (11 espécies) Gênero Protoxerus Major, 1893 (2 espécies) Tribo Marmotini Pocock, 1923 Gênero Ammospermophilus Merriam, 1892 (5 espécies) Gênero Cynomys Rafinesque, 1817 (5 espécies) Gênero Marmota Blumenbach, 1779 (14 espécies) Gênero Sciurotamias Miller, 1901 (2 espécies) Gênero Spermophilus F. Cuvier, 1825 (42 espécies) Gênero Tamias Illiger, 1811 (25 espécies) Características [ editar | editar código-fonte ] Sua gestação varia de 30 a 32 dias e sua ninhada possui de três a cinco crias. Seu tamanho varia muito, desde os pequenos esquilos Myosciurus pumilio , que têm de sete a dez centímetros de comprimento às grandes marmotas da espécie Marmota marmota , que têm de 53 a 73 centímetros de comprimento. Tipos [ editar | editar código-fonte ] Reproduzir conteúdo Um dos vários esquilos dentro do campus Keele da York University . Arborícolas [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Esquilo florestal Os esquilos arborícolas correspondem à imagem que idealizamos do que seja um esquilo. São animais de hábito diurno, com os sentidos bem apurados e com uma anatomia bastante adaptada à vida nas copas das árvores, onde se sentem mais seguros de predadores terrestres. Embora os esquilos arborícolas passem noventa por cento da sua vida nas alturas, por vezes podem ser encontrados no solo da floresta procurando por alimento que tenham armazenado anteriormente, mas sempre alertas ao mínimo ruído ou movimento, pois essa prevenção lhes é, muitas vezes, vital. Como espécies arborícolas, podem ser citados: o esquilo-vermelho-euroasiático ( Sciurus vulgaris ), o esquilo-cinzento-americano ( Sciurus carolinensis ), o esquilo-peruano ( Sciurus igniventris ), o esquilo-tricolor ( Callosciurus prevostii ), entre muitas outras, sendo a maior família de esquilos. Voadores [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Esquilo-voador Os esquilos voadores são também esquilos arborícolas, no entanto são uma família com bastantes particularidades. Esta família de esquilos é de hábitos noturnos, tendo para tal olhos grandes e bem desenvolvidos. Os esquilos voadores têm também uma anatomia muito característica, tendo uma membrana de pele que percorre o seu corpo unindo as patas dianteiras às traseiras, o que lhes possibilita fazer voos planados de uma árvore para outra, diferentemente do que algumas pessoas pensam que eles realmente voam, mas eles direcionam o voo com o auxilio da cauda achatada que funciona como leme. Também ao contrário dos esquilos arborícolas, os esquilos voadores muito raramente descem ao solo, pois a sua membrana não lhes permite uma boa deslocação e rapidez deixando-os bastante vulneráveis aos predadores. Espécies voadoras são o esquilo-voador-euroasiático ( Pteromys ), esquilo-voador-do-sul ( Glaucomys volans ), esquilo-voador-de-norte ( Glaucomys sabrinus ), esquilo-voador-gigante-vermelho ( Petaurista petaurista ), etc. Terrestres [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Esquilo-terrestre Os esquilos terrestres são diurnos e fazem túneis debaixo do solo onde constroem os seus ninhos, estando para isso fisicamente adaptados. São animais com patas desenvolvidas para escavar, orelhas pequenas que permitem maior liberdade de movimento nos túneis e, como não necessitam se equilibrar, a cauda é mais curta. A grande maioria das espécies de esquilos terrestres vive em colônias e cada membro do grupo tem um papel a desempenhar, o que faz desse tipo de esquilo o mais inteligente de todos os tipos de esquilo. Como espécies terrestres, podem ser citados: o cão-da-pradaria ( Cynomys ), o esquilo-terrestre-de-richardson ( Spermophilus richardsonii ), o esquilo-siberiano ( Tamias sibiricus ), a Marmota ( Marmota ) etc. [1] Referências ↑ a b FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa . Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.376 ↑ a b c FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa . Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 427 ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa . Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.69 ↑ a b FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa . Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.43 ↑ Verbete 'esquio' no dicionário Priberam . ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa . Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.711 HOFFMAN, R. S.. THORINGTON, R. W. Family Sciuridae . In: WILSON, D. E.. REEDER, D. M. (Eds.). Mammal Species of the World: A Taxonomic and Geographic Reference . 3. ed. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 2005. v. 2, p. 754-818. Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Esquilo Vermelho Esquilo da Sibéria Fonte Sciuridae - ADW O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Esquilo v • e Famílias viventes de Roedores Reino: Animalia Filo: Chordata Classe: Mammalia Infraclasse: Eutheria Superordem: Euarchontoglires Sciuromorpha Aplodontiidae Gliridae Sciuridae (Esquilos, marmotas, cães-da-pradaria) Castorimorpha Castoroidea Castoridae (Castores) Geomyoidea Geomyidae Heteromyidae Myomorpha Dipodoidea Dipodidae (Gerbils) Muroidea Platacanthomyidae Spalacidae (Ratos-toupeiras) Calomyscidae Nesomyidae Cricetidae (Hamsters) Muridae (Ratos e camundongos) Anomaluromorpha Anomaluridae Pedetidae Hystricomorpha Ctenodactylidae Diatomyidae Hystricidae (Porcos-espinhos do Velho Mundo) Phiomorpha Bathyergidae Petromuridae Thryonomyidae Caviomorpha (histricognatas do Novo Mundo) Erethizontidae (Porcos-espinhos do Novo Mundo) Caviidae Cuniculidae (Pacas) Dasyproctidae (Cutias) Dinomyidae (Pacarana) Capromyidae Ctenomyidae Echimyidae Myocastoridae (Ratão-do-banhado) Octodontidae Abrocomidae Chinchillidae (Chinchillas e viscachas) Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Esquilo&oldid=50386873 ' Categorias : Espécies pouco preocupantes Esquilos Categoria oculta: !Imagem local diferente da no Wikidata Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Afrikaans አማርኛ Aragonés Ænglisc العربية Asturianu Atikamekw Авар Azərbaycanca تۆرکجه Беларуская Беларуская (тарашкевіца)‎ Български বাংলা བོད་ཡིག Brezhoneg Bosanski Català Нохчийн Cebuano Tsetsêhestâhese Čeština Чӑвашла Cymraeg Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Nordfriisk Frysk Gaeilge Galego Avañe'ẽ Gaelg עברית हिन्दी Hrvatski Magyar Հայերեն Bahasa Indonesia Ido Íslenska Italiano 日本語 Basa Jawa ქართული Адыгэбзэ Қазақша ಕನ್ನಡ 한국어 Kurdî Коми Кыргызча Latina Lëtzebuergesch Лакку Lietuvių Latviešu Олык марий Македонски മലയാളം मराठी Bahasa Melayu မြန်မာဘာသာ Эрзянь Nedersaksies नेपाली नेपाल भाषा Nederlands Norsk nynorsk Norsk Nouormand Sesotho sa Leboa Diné bizaad Occitan ଓଡ଼ିଆ Ирон ਪੰਜਾਬੀ Papiamentu Polski پنجابی Runa Simi Română Armãneashti Русский संस्कृतम् Саха тыла Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Slovenščina ChiShona Soomaaliga Shqip Српски / srpski Sranantongo Basa Sunda Svenska Kiswahili தமிழ் తెలుగు ไทย Tagalog Türkçe Українська Tiếng Việt Walon Winaray ייִדיש Vahcuengh 中文 Bân-lâm-gú 粵語 IsiZulu Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 18h42min de 5 de novembro de 2017. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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Blog Sou conservador sim, e daí? skip to main | skip to sidebar Início Links interessantes Nosso Patrono Editora Petrus Quem somos Home Multimídia Charges Vídeos Música Canto Gregoriano Música Erudita Notícias Nacionais Internacionais Religião Igreja no Brasil Igreja no Mundo Perseguição Religiosa Outros temas Aborto Revolução Cultural Revolução Homossexual Sobre o blog Frase 'A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus.' (de Bonald). ( Frases antigas ) São Paulo, terça-feira, 15 de setembro de 2015 Ideologia de Gênero na prática: saia para homens Autor: Edson Oliveira | 19:22 3 comentários ​Prezados, Salve Maria! Vejam até onde está chegando a Ideologia de Gênero quando aplicada na vida comum. Agora está em 'moda' uma espécie de 'feminismo masculino' que pretende que os homens devem se livrar da 'ditadura da calça' e usar saias femininas como o normal de um vestuário para homens. Recomendo a leitura atenta do artigo no link abaixo e saibam que isto não é apenas um movimento na Europa, mas que algumas escolas de ensino infantil, no Brasil, já estão doutrinando as crianças para aderirem a tal moda: http://ipco.org.br/ipco/noticias/saias-para-homens Não adianta apenas rir do ridículo que há nessa 'moda', é preciso nos preocuparmos com o futuro moral de nossas crianças. Clique aqui e receba as atualizações deste blog em seu Email Reações: São Paulo, sexta-feira, 21 de agosto de 2015 Ideologia de Gênero na Educação Autor: Edson Oliveira | 10:42 Seja o primeiro a comentar A família brasileira está em pé de guerra contra a implantação da Ideologia de Gênero nas escolas. Cabe destacar aqui todo o empenho promovido por diversos movimentos que pressionaram ou estão pressionando seus Vereadores e Deputados Estaduais para remover o vírus dessa ideologia dos programas que apontam as metas a serem atingidas nos próximos 10 anos na educação brasileira. Entre as instituições presentes nos protestos, é digno de nota a atuação dos jovens voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira em Curitiba , Brasília e São Paulo e de diversos amigos e simpatizantes da instituição em várias outras cidades brasileiras que colaboraram para que 98% dos municípios até agora rejeitassem a introdução da nefasta Ideologia de Gênero no ensino educacional. Como a batalha em São Paulo não acabou, o IPCO está promovendo uma campanha de e-mails tanto aos Vereadores quanto aos Deputados Estaduais. Participe: Mande uma mensagem aos Vereadores para evitar a Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação. Mande uma mensagem aos Deputados Estaduais para evitar a Ideologia de Gênero no Plano Estadual de Educação. Clique aqui e receba as atualizações deste blog em seu Email Reações: São Paulo, sexta-feira, 26 de junho de 2015 ITÁLIA — Pais e mães indignados contra o ensinamento da “Teoria de Gênero” a seus filhos Autor: Paulo Roberto Campos | 20:57 Seja o primeiro a comentar Blog da Família: ITÁLIA — Pais e mães indignados contra o ensinamen... : Monumental manifestação em prol da família tradicional, belo exemplo para o Brasil de recusa ao ensinamento da Ideologia de Gênero nas ... Clique aqui e receba as atualizações deste blog em seu Email Reações: São Paulo, quinta-feira, 25 de junho de 2015 Vitória parcial: Guerra contra a Ideologia de Gênero, muita luta ainda pela frente em São Paulo Autor: Edson Oliveira | 14:44 Seja o primeiro a comentar As famílias terão muito que lutar agora no Plenário para não permitir manobras que camuflem a Ideologia de Gênero e nos façam pensar que vencemos. Relatório das sessões do dia 17 e 19 de junho. Na manhã do dia 17/6, católicos se reuniram novamente no palácio Anchieta, Câmara Municipal de São Paulo, para reafirmar a vitória da família cristã brasileira, e levar ao vácuo a segunda tentativa de alguns ativistas feministas e homossexuais. O campo em questão: o futuro de todas as crianças do município, mas também de todo o País, uma vez que se trata da maior Câmara sul-americana. A alternativa é simples, mas sinistra: As escolas serão ambientes de formação escolar ou de futuros agitadores sociais? Em frente ao crucifixo e aos parlamentares, estavam os brados dos católicos de todas as idades que abafavam as ofensas dos militantes pró-gênero, que dessa vez compareceram número maior do que das vezes anteriores, embora bastante minoritários frente aos católicos. Nove caravanistas do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira estiveram nessa frente para mais uma vez unir-se aos vários grupos pró-família para combater essa ideologia contrária aos interesses do verdadeiro povo, e principalmente, aos de Deus. Quando chegamos no Palácio Anchieta às 8h37, já encontramos os portões de entrada da Câmara abarrotados de pessoas pró-família de todas as idades. Dentro do plenário 1º de maio, havia cerca de 200 católicos e 15 ativistas com bandeiras homossexuais que começaram provocando com brados como este: “Cuidado, fascista, a América latina vai ser toda feminista!”. Um ativista de aproximadamente 40 anos berrava isolado, sem parar: Fascistas! Fascistas! Fariseus!”. Os católicos puxavam brados em favor da família, “Viva a castidade!” e recitaram duas vezes em voz alta a Ave-Maria. O Vereador Adilson Amadeu afirmou que “a gente tem que realmente proteger de verdade, amar as crianças e a família. O ‘gênero’ vai ficar aguardando na fila, porque nós vamos continuar sustentando o que foi relatado pelo nosso querido relator Ricardo Nunes”. Sem argumentação criativa, a militância apenas berrava: “Demagogo! Demagogo!”. E as famílias respondiam: “Direito da família, educação que gera vida! Direito da família, educação que gera vida!”. O Ver. Paulo Fiorilo (PT), que teve seu substitutivo derrotado na semana passada, ameaçou com normas regimentais questionar sua derrota em outras instâncias se houvesse nesse dia a votação do novo texto, pois o presidente da sessão havia cometido um equívoco de nomear um relator cujo regimento da Câmara tornava impedido. Ainda afirmou: “O meu substitutivo foi derrotado! E alguns aqui comparam com a derrota do Brasil por 7 a 1... É uma comparação esdrúxula! esdrúxula!”. De fato, seria esdrúxula se comparassem a derrota da “Ideologia de Gênero” com o fracasso do Brasil na Copa do Mundo. Mas a comparação era apenas para dizer que o Brasil teve uma revanche satisfatória, uma vez que a família é muitíssimo mais importante do que 22 pessoas correndo atrás de uma bola. Com bom humor, os cristãos responderam ao vereador - “Gol do Brasil!”. No final, a votação foi postergada para a sexta-feira seguinte (19), para continuar o debate. Para os católicos presentes, ficou uma mostra de como ficaria (ou pode ficar) nosso País sob a dominação dos militantes anti-família. Cabe às famílias professar sua Fé. E por professar a Fé não se entende apenas fazê-lo na paz das paróquias e catedrais, mas também energicamente e com fervor em público, nesses tempos críticos em que passamos. Nossa inércia é o certificado da vitória dos “ímpios, ébrios e libertinos”, como cita o apóstolo São Paulo (I Cor. 6:9-10). No dia 19, sexta-feira última, foi feita uma convocação geral para a militância LGBT estar presente na votação. Mas as famílias paulistanas chegaram antes e lotaram o plenário. Contrariamente ao regimento interno, desta vez foi permitido que algumas pessoas ficassem de pé, uma manobra para permitir a entrada dos ativistas LGBT que chegavam atrasados. Os guardas levaram os mais agitadores do movimento LGBT para o lado direito do plenário e, quando a sessão acabou, tiraram eles por outra saída. Havia 5 guardas do lado LGBT e apenas um para “controlar” as famílias. A militância bradava: “O Estado é laico!” e, logo em seguida, “Deus é amor” e puxaram um Pai-Nosso (sic!). A ironia e contradição deles, super-defensores da laicidade do Estado, foi respondida com uma Ave-Maria – a qual eles não tiveram a ousadia de rezar juntos – e três vezes a jaculatória “São Miguel, rogai por nós”. Houve um silêncio inesperado da parte LGBT e uma pessoa ouviu um deles dizer: “exorcismo também é discriminação”. A pergunta que se faz é: “Discriminação contra quem?”. O IPCO distribuiu entre as famílias um manifesto contra a Ideologia de Gênero e um cartão vermelho – ideia que já foi utilizada com sucesso por nossos correspondentes em Jundiaí – contendo no verso o desenho de uma família e a afirmação de que a educação moral é um dever da família. A votação terminou com o resultado de 9 X 0 a favor do novo substitutivo que, apesar de ter representado uma vitória parcial a favor da família, por ter tirado os termos de gênero, deixou aberto um rombo que ameaça a educação e o futuro moral de nossos filhos e netos. Se não fosse a necessidade do representante do PT justificar seu voto aparentemente contraditório, não saberíamos o teor e a manobra feita (ver abaixo). De fato, o Ver. Paulo Fiorilo (PT), que antes havia apresentado um parecer que mantinha a questão de “gênero” e que agora votou favorável ao substitutivo, disse que o tema ainda pode ser resgatado no Plenário: 'Conseguimos incluir um artigo da lei orgânica na meta 1 que fala em: ‘educação igualitária, desenvolver um espírito crítico em relação a estereótipos sexuais , sociais e raciais das aulas, cursos, livros didáticos, materiais escolares e literatura .’ Possibilita manter esse debate vivo, e no plenário', disse. As famílias terão muito que lutar agora no Plenário para não permitir tais manobras que camuflem a Ideologia de Gênero e nos façam pensar que vencemos. A votação no Plenário será feita somente em agosto. Isso dará tempo para muitas manobras sombrias, mas também tempo para nos mobilizarmos. Saiba como fazer sua parte! Clique aqui e junte-se a nós nesta luta em defesa da família! Você receberá alertas sobre as datas e situação dos projetos em tramitação que visam destruir a família! Envie este artigo para seus amigos e familiares e nos ajude nesta luta em defesa da família! Quanto mais pessoas souberem do fato, mais dificilmente eles conseguirão aplicar este tipo de leis! A força deles está em agir na surdina! Veja como foi a última votação! Clique aqui e receba as atualizações deste blog em seu Email Reações: São Paulo, terça-feira, 16 de junho de 2015 Em dois cliques, envie seu protesto contra a Ideologia de Gênero aos vereadores de São Paulo Autor: Edson Oliveira | 14:13 1 comentário Uma vitória contra a Ideologia de Gênero! Conforme já publicamos em nosso site, a Comissão de Finanças da Câmara Municipal de São Paulo aprovou o texto do Plano Municipal de Educação sem a menção à nefasta e absurda “Ideologia de Gênero”! Vigilância! Agora a votação segue no plenário com a presença dos 55 vereadores . Mande agora mesmo, em apenas dois cliques, sua mensagem para que o plenário não permita o ensino da Ideologia de Gênero nas escolas municipais de São Paulo. Se você não é da cidade de São Paulo, não receie em participar , uma vez que as decisões da Câmara Municipal da capital paulista influenciam as demais. Na votação ocorrida na Comissão de Finanças da Câmara Municipal de São Paulo havia representantes de câmaras de outras cidades para acompanhar o debate. Ainda assim, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira preparou uma mensagem padrão para que você possa enviar para seus vereadores . Fonte: IPCO Clique aqui e receba as atualizações deste blog em seu Email Reações: São Paulo, quinta-feira, 11 de junho de 2015 Vídeo – Filial Súplica ao Papa Francisco sobre o futuro da família Autor: Edson Oliveira | 10:33 Seja o primeiro a comentar Uma aliança de organizações poderosas, forças políticas e os meios de comunicação – que sempre trabalham contra a própria existência da família – estão trabalhando febrilmente para desmantelar o ensinamento da Igreja sobre o casamento e a família no próximo Sínodo de Outubro de 2015, em Roma. Na verdade, eles estão bombardeando o Santo Padre e os Padres Sinodais com mensagens de revolta contra os valores morais tradicionais clamando por “mudança, mudança, mudança” no interior da Igreja. Neste momento crítico, devemos defender a verdade e pedir ao Santo Padre para proteger o futuro da família. O Instituto Plinio Corrëa de Oliveira está unindo forças com mais de 20 grupos pró-família ao redor do mundo para recolher o maior número possível de assinaturas antes do início do próximo Sínodo. Todos estão convidados a assinar. Como participar? Pela internet: 1) Clique aqui e assine você também! Através do abaixo-assinado: 1) Faça o download e imprima o arquivo em PDF (*). 2) Assine e colete o apoio de seus familiares e amigos. e 3) Envie por correio as assinaturas para o endereço que consta no documento. (*) OBS: Se preferir o arquivo PDF sem o logotipo do IPCO, clique aqui . Sua ajuda será preciosa, pois o lobby anticristão já está trabalhando para arrastar o próximo Sínodo sob os ventos malsãos de estilos de vida hedonista que não só não resolvem o problema moral do mundo moderno, como o agrava de forma acentuada. Que a Sagrada Família ajude a todos nós nesta iniciativa em prol dos ensinamentos milenares de Nosso Senhor Jesus Cristo. Clique aqui e receba as atualizações deste blog em seu Email Reações: São Paulo, segunda-feira, 8 de junho de 2015 Cardeal e bispos brasileiros alertam contra a implantação da Ideologia de Gênero nos Planos Municipais de Educação Autor: Edson Oliveira | 15:28 Seja o primeiro a comentar Dom Orani Tempesta. Este blog publicou recentemente uma matéria sobre a nota do bispo de Amparo (SP) contra a inserção da Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação (PME), a ele já se somam diversos outros bispos e o cardeal Dom Orani Tempesta. No ano passado, o Governo Dilma fracassou ao tentar impor o termo “gênero” no Plano Nacional de Educação (PNE). A Lei 13.005/2014 estabeleceu que até o fim de junho de 2015 os municípios, coordenados pelo Fórum Nacional de Educação, deveriam entregar seus planos. Protestos no Congresso contra a Ideologia de Gênero no PNE, em 2014. Desrespeitando o Congresso Nacional, que retirou toda a referência ao “gênero” no PNE, o Governo Federal, através do mencionado Fórum Nacional de Educação, órgão do Ministério da Educação, publicou um documento no qual impõe aos quase 6.000 municípios brasileiros a Ideologia de Gênero como uma diretriz da educação escolar. Os bispos do Paraná, Tocantins e Goiás, Dom Keller e o cardeal do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, protestaram, em pronunciamentos, particulares ou em conjunto com suas respectivas Regionais, contra a introdução da nefasta ideologia de Gênero nas escolas brasileiras. Os bispos do Paraná rejeitam a implantação e divulgação da referida ideologia e reafirmaram a “prioridade da família, fundada no sacramento do matrimônio entre um homem e uma mulher, como escola de valores”. Para os bispos de Tocantins e norte de Goiás “essa ideologia, de maneira oculta e à revelia da população brasileira, pretende acabar com as bases da nossa cultura e fundar uma nova ordem em que cada um pode decidir autonomamente e de maneira não definitiva a própria orientação sexual ou livre opção sexual”. Denunciam também que há “organizações nacionais e internacionais muito ocupadas em destruir a família natural, constituída por um pai, uma mãe e seus filhos. Hoje um dos recursos mais perigosos para atentar contra a família se chama ‘ideologia de gênero’”. Esta, uma vez aplicada “destrói o ser humano em sua integralidade e, por conseguinte, a sociedade, cuja célula-mãe é a família”. E conclamam “aos fiéis católicos do Estado a acompanhar com responsabilidade as discussões e decisões dos gestores do Estado e dos Municípios, a formação escolar dos próprios filhos e as decisões tomadas em cada estabelecimento de ensino, dando o próprio testemunho cristão, e posicionando-se corajosamente contra a ideologia de gênero em todos os ambientes que frequentam. Expressamos veementemente o nosso desejo de que todas as forças vivas do Estado se unam em defesa da vida, da família e da sociedade em geral. Que as futuras gerações possam ter a certeza de que não fomos omissos e de que lutamos, dentro da lei e da ordem, contra os prejuízos de uma ideologia perigosamente revolucionária.” Dom Keller. Dom Keller, bispos da Diocese de Frederico Westphalen (RS), explica em nota para seus diocesanos os aspectos antropológicos e teológicos da rejeitável Ideologia de Gênero e também conclama para que os fiéis católicos e as pessoas de boa vontade façam oposição “à ideologia de gênero – tão contrária aos planos de Deus – a ameaçar as crianças e adolescentes de nossas escolas”. E afirma que “tentar distorcer os planos divinos nunca leva o ser humano à maior felicidade. ao contrário, o conduz a não poucos e nem pequenos desatinos, conforme os que vemos hoje em quaisquer noticiários, frutos amargos da rejeição de Deus em seus santos desígnios de amor para conosco”. Em Nota Pastoral , o cardeal Dom José Orani Tempesta, faz um histórico da origem marxista, feminista, freudista e relativista da Ideologia de Gênero, especialmente difundida pela escola de Frankfurt, pelo construtivismo e pelo existencialismo de Simone de Beauvoir que afirma que “não se nasce mulher, mas você se torna uma mulher. não se nasce um homem, mas você se torna um homem”. Dom Orani comenta que, na perspectiva de Simone de Beauvoir, “o gênero seria uma construção sociocultural sustentada pela experiência. Ora, se a experiência da mulher foi a de ser dominada pelo homem ao longo da história, na visão de Beauvoir, toda hierarquia deveria ser eliminada da vida pública e privada para dar lugar a relações de igualitarismo marxista.” Dom Orani conclui dizendo que “a ideologia do gênero tornou-se um instrumento utilizado para atacar a dignidade da pessoa e também a família, pois esta representa para eles um tipo de 'dominação'. Ao contrário, nós dizemos que é pela família que conseguiremos restaurar tal dignidade. pois é por ela que somos educados e formamos verdadeiros valores e ideais”. E pergunta se “uma sociedade com indivíduos que cultivam ódio a Deus e tentam destruir valores intrinsecamente sagrados como a vida e a família poderão ter um futuro promissor?” Clique aqui e receba as atualizações deste blog em seu Email Reações: São Paulo, quarta-feira, 3 de junho de 2015 Bispo de Amparo publica nota contra a Ideologia do Gênero Autor: Edson Oliveira | 13:05 1 comentário O Administrador Diocesano de Amparo, Dom Pedro Carlos Cipolini (foto acima), publicou, no dia 29 de maio último, uma nota contra a implantação da Ideologia de Gênero nas escolas municipais de São Paulo através do Plano Municipal de Educação (PME). Dom Cipolini afirma que com a inserção Ideologia de Gênero “o plano do Criador estaria subvertido pela criatura a partir de nossas escolas, repetindo o episódio bíblico da torre de Babel no qual os homens querem desafiar a Deus colocando-se no seu lugar (cf. Gn 11,1-9)”. O prelado exorta para que tenhamos empenho em manifestar a nossos vereadores “de modo respeitoso e firme” a nossa oposição “a essa perigosíssima ideologia”. “A Igreja tem o direito e o dever de fazer ouvir a sua voz quando a sociedade se afasta da reta ordem natural”, diz Dom Cipolini e que não permitamos que esta mesma ordem natural “seja subvertida por meio de conteúdos antinaturais ministrados em nossas escolas”. Clique aqui e receba as atualizações deste blog em seu Email Reações: São Paulo, domingo, 31 de maio de 2015 Urgente: Audiência Pública sobre a Ideologia de Gênero na Câmara de São Paulo Autor: Edson Oliveira | 14:31 Seja o primeiro a comentar Ideologia de Gênero será tema na Audiência Pública desta terça-feira, 2 de junho, às 12 horas, na Câmara de São Paulo. Dia 2/6 – Audiência Pública sobre gênero no PME na Comissão de Finanças Horário : 12:00 horas Local : Câmara de São Paulo – Sala Prestes Maia – 1° Andar Compareça para protestar contra a inclusão da Ideologia de Gênero no Plano de Educação da Cidade de São Paulo. Clique aqui e receba as atualizações deste blog em seu Email Reações: Postagens mais antigas Livro 'Psicose Ambientalista' Repercussão 'O blog Sou Conservador Sim, e daí? cumpre com extrema clareza (...) a postura [de se assumir como conservador]. Os membros do blog não realizam uma separação entre a defesa de valores familiares e aquilo que deve circular no ambiente institucional'. (Jornal do Commercio, 3/7/2011) Pesquise no blog Translator Receba as atualizações por e-mail Cadastre seu e-mail: Top 5 da Semana Tags Arquivo 'Noivo da Morte' - Hino da Legião Espanhola 'Buscar sempre diminuir a distância com o inimigo para lutar à baioneta' (Credo Legionário). Criada em 1920 pelo Rei Alfon... CARNAVAL: A verdade sobre a mentira da folia imoral e pagã Numa linguagem cada vez mais rara de se ouvir, a repórter paraibana Raquel Sheherazade [foto] , sem receio da “censura”, diz o que pensa a ... “Se queres a paz natalina, prepara-te para a guerra” Com meus votos de um Feliz e Abençoado Natal e um Novo Ano repleto das mais escolhidas graças da Sagrada Família — Jesus, Maria e José — p... 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http://www.huffpostbrasil.com/2017/12/29/caca-a-judith-butler-e-homao-da-porra-quanto-o-brasil-precisa-evoluir-no-debate-sobre-genero_a_23308703/
  Caça à Judith Butler e 'homão da porra': Quanto o Brasil precisa evoluir no debate sobre gênero ETC Notícias Política Mundo Moedas e Cotações Opinião Carros Mulheres Feminismo Maternidade Zika em Alagoas Lei Maria da Penha LGBT Amor Preconceito Comportamento Equilíbrio Família Relacionamento Horóscopo Bem-estar Viagem Sexo Viral Comida Alimentação Saudável Receitas Restaurantes Entretenimento Televisão ... Caça à Judith Butler e 'homão da porra': Quanto o Brasil precisa evoluir no debate sobre gênero ... gênero Sociólogo Richard Miskolci, da UFSCar, reflete sobre a evolução da questão de gênero no País ... gênero e orientação sexual foi abraçada por diversos setores da sociedade. O protagonismo da drag ... entendimento do que é a questão de gênero pela opinião pública ainda se limita a 'modelos individuais ... Facebook Instagram Google+ Gênero não é o binário homem-mulher tampouco masculino-feminino, mas é um CACHE

Caça à Judith Butler e 'homão da porra': Quanto o Brasil precisa evoluir no debate sobre gênero ETC Notícias Política Mundo Moedas e Cotações Opinião Carros Mulheres Feminismo Maternidade Zika em Alagoas Lei Maria da Penha LGBT Amor Preconceito Comportamento Equilíbrio Família Relacionamento Horóscopo Bem-estar Viagem Sexo Viral Comida Alimentação Saudável Receitas Restaurantes Entretenimento Televisão Cinema Música Livros & HQs FEATURED Lei Maria da Penha LGBTfobia Xenofobia no Brasil ETC Amor Animais Arte Boas Notícias Carros Ciência Cinema Comida Comportamento Crime Economia Elas na Política Entretenimento Esportes Equilíbrio Família Famosos Feminismo Horóscopo Identidades LGBT Livros & HQs Marketing Maternidade Meio Ambiente Moedas e Cotações Mulheres Mundo Música Notícias Opinião Política Quiz Séries Sexo Televisão Tempo Viagem Viral Vozes AOL Mail Feedback Termos | Política de Privacidade Direitos Autorais عربي (Arabic) Australia Brasil Canada Deutschland España France Ελλάδα (Greece) India Italia 日本 (Japan) 한국 (Korea) Maghreb México Québec (en français) South Africa United Kingdom United States EDITION BR عربي (Arabic) Australia Canada Deutschland España France Ελλάδα (Greece) India Italia 日本 (Japan) 한국 (Korea) Maghreb México Québec (en français) South Africa United Kingdom United States Notícias Política Mundo Moedas e Cotações Opinião Carros Intervenção militar mostra incapacidade dos políticos de desempenhar seus papéis, diz especialista Na TV, Temer destaca união de 'homens e mulheres de bem' contra crime organizado Acerte o seu relógio: Horário de verão termina neste domingo (18) Esta comunidade nômade viveu toda sua vida no mar. 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By Ana Beatriz Rosa 29/12/2017 10:54 -02 | Atualizado 30/12/2017 11:41 -02 NurPhoto via Getty Images Manifestantes protestam contra a vinda da filósofa Judith Butler ao Brasil, na frente do Sesc Pompéia, em São Paulo. Feminismo foi eleita a palavra do ano em 2017 pela editora americana Merriam-Webster. De acordo com a empresa, o termo liderou o topo das pesquisas com picos de buscas durante o período da eleição de Donald Trump e do surgimento do movimento de mulheres #MeToo (#EuTambém), que denunciou casos de assédio na indústria de entretenimento dos Estados Unidos. No Brasil, a diversidade de gênero e orientação sexual foi abraçada por diversos setores da sociedade. O protagonismo da drag-queen Pabllo Vittar no entretenimento, a personagem de Carol Duarte na novela A Força do Querer e as manifestações contra a decisão da Justiça que abria espaço para a 'cura gay' são exemplos de como o tema tem sido tratado no País. Porém, a presença dos conceitos de 'feminismo' e de 'diversidade' em conversas na mesa do bar não quer dizer que exista um consenso entre os brasileiros sobre transformações sociais efetivas que assegurem os direitos das mulheres e da população LGBT . Ao contrário, a tensão que se mantém no País permite a ascensão de pautas como a PEC 181 , que restringe aborto até em casos de estupro, a 'caça às bruxas' em torno de Judith Butler e o crescimento de nomes em defesa da 'família tradicional brasileira', representada pela pré-candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência. Para o professor de Sociologia da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) Richard Miskolci, o entendimento do que é a questão de gênero pela opinião pública ainda se limita a 'modelos individuais' e 'comportamentais', a exemplo do 'padrão Rodrigo Hilbert de homão da porra' que viralizou nas redes sociais no início do ano. INSCREVER-SE E SEGUIR Quero receber por e-mail os conteúdos mais importantes e as histórias que bombaram na semana. Saiba mais Newsletter Por favor, insira um e-mail válido Obrigado por assinar! Você deve receber em instantes um e-mail para confirmar sua inscrição. Ocorreu um problema no processamento de sua assinatura. por favor, tente novamente mais tarde Twitter Facebook Instagram Google+ Gênero não é o binário homem-mulher tampouco masculino-feminino, mas é um termo que sublinha a desigualdade dos binários e se mantém aberto para o que ainda não existe, mas é possível. Richard Miskolci Nacho Doce / Reuters Protesto contra Judith Butler no Brasil. Em entrevista ao HuffPost Brasil, Richard Miskolci, professor do departamento de Sociologia da UFSCar e coordenador do Quereres - Núcleo de Pesquisa em Diferenças, Gênero e Sexualidade fala sobre as diferentes formas de 'ser homem' e de como o feminismo tem impulsionado o debate sobre gênero e diversidade no mundo. HuffPost Brasil: Como você enxerga o debate sobre questões de gênero atualmente? Richard Miskolci : Na universidade o debate está maduro. Dos estudos sobre mulheres aos de gênero, até os estudos sobre queer as pesquisas se sofisticaram teórica e conceitualmente. Na sociedade brasileira, as questões de gênero ganharam forte impulso nos últimos anos, mas o que tem sido propagado pela mídia ainda segue um conceito essencialista e identitário. Gênero tende a ser confundido como sinônimo de mulher e as diferenças entre identidades sexuais. Isso acaba por criar oposições binárias e antagonismos simplificadores entre mulheres e homens, homossexuais e heterossexuais, pessoas trans e não-trans. Essas oposições são resultado de uma era marcada por uma política de identidades que dissemina conflitos e erode alianças políticas entre grupos subalternizados. Na era das redes sociais e das bolhas de opinião, demandas por reconhecimento de igualdade jurídica têm sido confundidas com perseguição e punição de indivíduos. Desigualdades e injustiças que exigiram mudanças legais e institucionais têm sido apresentadas como ameaças pela vigilância comportamental. Ainda, existe uma captura por parte da mídia e de determinados movimentos sociais de uma retórica neoliberal individualista que aposta na mudança das atitudes ao invés de focar em transformações coletivas. Então, isso quer dizer que não avançamos em nada? ​ O fato de que gênero tenha se tornado tema central no debate público é algo a ser comemorado, pois é o resultado de décadas de trabalho de acadêmicas e ativistas que enfrentaram obstáculos para convencer a sociedade de que há um eixo de desigualdade social tão importante quanto o de classe social ou de raça. No fundo, gênero, classe e raça é uma tríade indissociável para se pensar o mundo em que vivemos. Até mesmo as reações conservadoras ao conceito de gênero podem ser vistas como prova de força e centralidade que esse debate possui na vida social contemporânea. ​ Como o tema pode ser trabalhado e discutido de forma mais acessível e clara para a população? ​Nunca antes foi tão importante explicitar que gênero é um conceito analítico criado pelo pensamento feminista, portanto não pode ser reduzido ou desqualificado como ideológico. Gênero é a superação do essencialismo, da ideia que reduzia questões complexas do ser humano a uma oposição simplista de homem versus mulher. A ideia de gênero atenta para o fato de que há desigualdades também entre homens e entre mulheres.​ Assim como ensinou Judith Butler, gênero não é algo que 'se é' ou 'se tem', mas é o resultado de regulações sociais. É o resultado das normas que nos controlam e nos inserem em um eixo de desigualdades que envolve também a sexualidade e o desejo. Gênero não é o binário homem-mulher tampouco masculino-feminino, é um termo que sublinha a desigualdade dos binários e se mantém aberto para o que ainda não existe, mas é possível. Se quisermos superar desigualdades e injustiças, então, teremos que mudar as bases legais e institucionais vigentes para abrir as possibilidades de agregar todas as pessoas e que essa população que não se encaixa no binário tenha garantidos os seus direitos básicos à vida e à segurança. É possível ressignificar o olhar que as pessoas (tanto do sexo feminino ou masculino) têm sobre seu próprio gênero? ​Sim, é possível, mas esse trabalho envolve transformações culturais e institucionais profundas que mal começaram a ser esboçadas em nossa sociedade. A recente preocupação midiática com questões de gênero, por exemplo, ainda carece da superação dos essencialismos e das armadilhas identitárias. Infelizmente, predomina a proliferação de oposições simplificadas​ na maior parte das coberturas jornalísticas e representações ​​midiáticas. O fato é que a discussão sobre gênero é uma abertura para possíveis formas de ser, mas que não serão alcançadas sem conquistas jurídicas como uma lei que permita a plasticidade e/ou o deslocamento para além de como o Estado e a cultura nos classifica como cidadãos. Um caso que chamou atenção das redes sociais em 2017 foi o 'padrão Rodrigo Hilbert', como modelo de parceiro perfeito, por exemplo, por dividir as responsabilidades domésticas com sua esposa. Assim, discute-se o machismo enraizado que permite que categorias de 'masculino e feminino' ainda sejam muito naturais em determinados espaços, como o mercado de trabalho e o lar. Estaríamos caminhando para uma sociedade em que estes papéis de gênero convergem para uma noção melhor de igualdade? ​A mídia vive de modelos, de representações idealizadas. Tais modelos são exceções que confirmam a regra, já que o público sabe que há uma distância quase intransponível entre um modelo (ou ator) e uma pessoa comum. Forma-se mais um segmento de consumo do que uma transformação social, mesmo porque essa captura por parte da mídia é outro exemplo da tendência contemporânea de apostar nas mudanças individuais e comportamentais, deixando de fora as transformações coletivas que são mais efetivas. Por exemplo, ainda estamos distantes da aprovação da igualdade salarial entre homens e mulheres, da paridade entre homens e mulheres nas posições de comando, do equilíbrio entre homens e mulheres na política. Alçar alguém a um exemplo ou modelo é o mesmo que esperar que uma mudança de comportamento organicamente resolva problemas estruturais. Divulgação/GNT Padrão Rodrigo Hilbert de 'Homão da Porra' marcou 2017. E qual o papel do homem na sociedade de hoje? Não deveríamos mais falar em homem no singular, já que graças ao conceito de gênero sabemos que há muitas formas de ser homem. A historiadora feminista Margareth Rago defende que o feminismo veio libertar as mulheres e defendê-las em sua pluralidade de formas de existência. O feminismo afasta a ideia da mulher compreendida de uma forma unívoca. Também é possível afirmar algo similar sobre os homens. Há uma diversidade de homens e reconhecer isso já é uma forma de desconstruir o poder e a mística que alçou 'o homem' como sinônimo de ser humano ou cidadão. Esse modelo é uma imposição cultural que visa à dominação e acaba por subalternizar as mulheres. Por outro lado, também afasta homens que nunca puderam - e muitos nem querem - ser esse homem-padrão, o ideal social do dominador.​ Por que, na sua visão, a construção cultural do que é 'ser homem' está sempre associada à virilidade e à violência? ​Trata-se de um ideal cultural que está em xeque, eu diria que até em crise, há décadas. Pense na velha afirmação de que 'homem não chora'. Quem hoje em dia ainda acredita nisso? Sensibilidade e masculinidade não são necessariamente opostas ou incompatíveis, assim como a violência não é a prova de que alguém é 'homem de verdade'. A própria noção de 'homem de verdade', que exclui homossexuais da masculinidade, torna-se, a cada dia, mais contestável. O que já foi um dia compreendido socialmente como um homem está em transformação, assim como aqueles que ainda o encarnam sob o escrutínio cotidiano. Assistimos às mudanças estruturais e legais que t ​​​​​​ êm ocorrido, como o reconhecimento do nome materno como a principal identificação aqui no Brasil, a obrigatoriedade de assumir a paternidade, de pagar pensão alimentícia e a ilegalidade do uso da violência contra mulheres. Como os homens podem internalizar essas mudanças e, de fato, contribuir para a igualdade de gênero no mundo e para a não perpetuação da violência contra a mulher? ​É fundamental fugir do estereótipo de que todo homem é um agressor em potencial, o que não condiz com a realidade, assim como impede a sociedade de perceber que há também desigualdade e violência entre homens. Há múltiplas maneiras de ser homem e, entre elas, há aqueles que não aceitam e até se voltam contra a violência. Muitos homens homossexuais, por exemplo, também foram historicamente alvo de violência por parte de alguns homens. Mas há homens de diversas orientações sexuais que não agem de forma violenta, assim como até podem ser aliados contra a masculinidade hegemônica que também os oprime, agride ou os relega à subalternidade. Em outras palavras, em uma perspectiva de gênero, portanto não-essencialista, homens podem ser feministas, contra a violência e a favor da igualdade. Tudo depende de terem acesso a um vocabulário mais amplo para compreenderem a si mesmos e seu lugar no mundo. Mas para isso é preciso algumas mudanças, como a inclusão da temática de gênero no ensino, uma perspectiva afeita às diferenças na ordem institucional e também, por que não, por sua disseminação cultural via mídias. ​ Recebemos Judith Butler no Brasil e ela foi alvo de uma 'caça às bruxas' por parte da população. Por que essa reação tão agressiva à teoria de Butler? Grupos de interesse que vão muito além de qualquer pauta moral disseminaram, em redes sociais, a ideia de que Butler era a encarnação do conceito de gênero, um referente que usam para reforçar uma aliança circunstancial entre setores conservadores e autoritários, religiosos e agnósticos. Tais grupos, a despeito de tudo o que os distingue, têm o objetivo comum de impedir a expansão dos direitos sexuais e reprodutivos e controlar as políticas públicas, em especial as educacionais, para disseminar suas pautas políticas autoritárias e econômicas neoliberais. ​ Divulgação Pabllo Vittar e o empoderamento da população LGBTQ. Ao mesmo tempo que há essa rejeição, há a captação pelo mercado publicitário de pautas voltadas para a 'diversidade' e o 'empoderamento'. Isso abre espaço para o debate e para o protagonismo de indivíduos antes marginalizados. Um exemplo é a drag queen Pabllo Vittar. Como lidar com essa apropriação? E de que forma ela favorece ou prejudica a comunidade LGBTQ? ​Diversidade, empoderamento e protagonismo fazem parte de um vocabulário neoliberal que precisa ser discutido em sua exploração comercial, assim como em seus efeitos conflitivos para as relações sociais. Diversidade é um termo que domestica as diferenças criando a imagem de que é possível conviver com o outro, desde que cada um fique no seu quadrado, algo perfeito para a segmentação midiática e comercial. Empoderamento parte do pressuposto de que o poder pode ser transferido para certos indivíduos, mascarando o fato de que sempre há relações de poder e que mudanças sociais não serão disseminadas apenas alçando algumas pessoas como exemplos ou heróis. Protagonismo é um termo claramente midiático herdado da televisão e do cinema, mas que passou a pautar lutas políticas do presente por meio da competição por atenção nas redes sociais. É na chave da diversidade-empoderamento-protagonismo que as mídias têm criado seus modelos de comportamento disseminando uma versão neoliberal, individualista e mercadológica da antiga política das identidades que perdura desde os anos 1970. Por que, então, temos medo de falar sobre questões de gênero quando o tema vai além da 'lacração'? Qual o papel das políticas públicas nessa discussão? ​A discussão sobre gênero nas mídias ainda carece de aprofundamento e sofisticação. Apesar das simplificações, essa discussão tem incomodado e ecoado em segmentos sociais autoritários e/ou conservadores. É no intento de explorar o potencial político e eleitoral desses segmentos que alguns grupos têm forjado uma aliança circunstancial materializando uma campanha contra os direitos sexuais e reprodutivos, os quais apresentam esses direitos como se fossem uma ameaça ao invés de uma conquista. 'No fundo, vivemos uma disputa entre defensores dos direitos humanos, em particular os sexuais e reprodutivos, e aqueles que buscam impedir seu avanço para manter - ou restaurar - uma ordem social hierárquica e autoritária que subalterniza mulheres, homossexuais, pessoas trans, intersex e tantas outras. Não por acaso, é pelo controle de políticas públicas como as educacionais que lutam os conservadores, pois políticas públicas podem transformar estruturalmente nossa sociedade.'​ LEIA MAIS Algumas pessoas andam preocupadas com o 'padrão' Rodrigo Hilbert de 'homão da porra' Por que não alimentar a história de Rodrigo Hilbert 'homão da porra' Judith Butler: ‘As pessoas encontram conforto e segurança no conservadorismo’ Ni Una A Menos: Argentina contra a violência de gênero Ni Una A Menos: Argentina contra a violência de gênero 1 of 33 Compartilhe este slide: Sugira uma correção Ana Beatriz Rosa Editora de Comportamento. ETC: feminismo judith butler LGBT Pabllo Vittar questões de gênero rodrigo hilbert Conversas INSCREVE-SE NA NOSSA NEWSLETTER Por favor, insira um e-mail válido Obrigado por assinar! Você deve receber em instantes um e-mail para confirmar sua inscrição. Ocorreu um problema no processamento de sua assinatura. por favor, tente novamente mais tarde NOVO! 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  Género (ciências sociais) – Wikipédia, a enciclopédia livre Género (ciências sociais) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde junho de 2017) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . ... Género, veja Género . Género ( português europeu ) ou gênero ( português brasileiro ) é uma gama de ... sociais baseadas no sexo, incluindo o papel social de gênero e outros papéis sociais, e a identidade de gênero . [ 1 ] [ 2 ] [ 3 ] Algumas culturas têm papéis de gênero específicos que podem ser ... sexólogo John Money introduziu a distinção terminológica entre sexo biológico e gênero como um papel social em 1955. Antes de seu trabalho, era incomum usar a palavra 'gênero' para se referir a qualquer CACHE

Género (ciências sociais) – Wikipédia, a enciclopédia livre Género (ciências sociais) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde junho de 2017) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Nota: Para outros significados de Género, veja Género . Género ( português europeu ) ou gênero ( português brasileiro ) é uma gama de características pertencentes e diferenciadas entre a masculinidade e a feminilidade . Dependendo do contexto, essas características podem incluir o sexo biológico como o estado de ser do sexo masculino, do sexo feminino ou uma variação hermafrodita que pode complicar a atribuição do sexo, as estruturas sociais baseadas no sexo, incluindo o papel social de gênero e outros papéis sociais, e a identidade de gênero . [ 1 ] [ 2 ] [ 3 ] Algumas culturas têm papéis de gênero específicos que podem ser considerados distintos da categoria 'homens' e 'mulheres', como a hijra na Índia e Paquistão . O sexólogo John Money introduziu a distinção terminológica entre sexo biológico e gênero como um papel social em 1955. Antes de seu trabalho, era incomum usar a palavra 'gênero' para se referir a qualquer coisa, exceto para se referir a categorias gramaticais . [ 1 ] [ 2 ] No entanto, o significado da palavra dado por Money não se generalizou até a década de 1970, quando as teorias feministas abraçaram o conceito da distinção entre o sexo biológico e a construção social de gênero. Hoje, a distinção é rigorosamente seguida em alguns contextos, principalmente nas ciências sociais [ 4 ] [ 5 ] e em documentos escritos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). [ 3 ] Em outros contextos, incluindo algumas áreas das ciências sociais, gênero inclui sexo ou o substitui. [ 1 ] [ 2 ] Por exemplo, em pesquisas com animais, gênero é geralmente utilizado para se referir ao sexo biológico dos animais. [ 2 ] Essa mudança no significado de gênero pode ser atribuída na década de 1980. Em 1997, a Food and Drug Administration (FDA) começou a usar gênero em vez de sexo . [ 6 ] Depois, em 2011, a FDA modificou sua posição e começou a usar sexo como classificação biológica e gênero como 'auto representação de uma pessoa como homem ou mulher, ou como essa pessoa é respondida por instituições sociais com base na apresentação de gênero do indivíduo.' [ 7 ] As ciências sociais têm um ramo dedicado aos estudos de gênero . Outras ciências, como sexologia e neurociência , também são interessadas no assunto. Embora as ciências sociais às vezes abordem o gênero como uma construção social , e os estudos de gênero geralmente abordam dessa forma, a pesquisa nas ciências naturais investigam se diferenças biológicas em homens e mulheres influenciam o desenvolvimento do gênero em humanos. [ 2 ] [ 8 ] Índice 1 Ciências humanas 2 Feminismo e estudos de gênero 3 Status legal 4 Gênero e cooperação 5 Referências 6 Ver também Ciências humanas [ editar | editar código-fonte ] Na Antropologia clássica a distinção de gênero é recorrente no estudo da organização social e do parentesco, mas a questão não é problematizada, ficando restrita a esses dois aspectos. Para Lewis Henry Morgan , antropólogo clássico do evolucionismo, a descendência pela linha feminina só é possível em sociedades 'menos avançadas', sendo a passagem da descendência para a linha paterna o que marcaria a passagem à civilização e emergência de uma nova ordem social. Na tradição estruturalista, Lévi-Strauss percebe que a troca de mulheres através do casamento representa uma forma básica de garantir a aliança entre os grupos de parentesco e constituir, assim, a sociedade. A crítica feminista pontua que, assim como Morgan e Lévi-Strauss, a maior parte dos antropólogos clássicos observou e descreveu cuidadosamente o comportamento dos homens e das mulheres nas diversas esferas de atividade, seus desempenhos no ritual e sua presença no imaginário mítico. No entanto, essa descrição etnográfica é marcada pelo etnocentrismo , inclusive na abordagem das distinções de gênero e das relações entre homens e mulheres. [ 9 ] No entanto, há três teóricos clássicos que são considerados pioneiros ao abordar temáticas que o feminismo passou a estudar: Bronislaw Malinowski , Gregory Bateson e Margaret Mead . Em A vida sexual dos selvagens , Malinowski abordou a questão da sexualidade, tratando-na como uma força sociológica e cultural que fundamenta o amor, o namoro, o casamento e a família, incorporando, então, ao tema as relações de gênero. Entretanto, esta concepção de gênero inclui apenas a dicotomia homem/mulher, sem abordar as relações estabelecidas entre homens e mulheres. Conceitualmente não havia distinção entre sexo e gênero, ou seja, qualquer tipo de relação entre homens e mulheres era de ordem sexual. [ 9 ] Bateson ao descrever o naven, cerimônia do povo Iatmul, da Nova Guiné, examina a construção simbólica da feminilidade e da masculinidade deste povo: homens vestem-se de mulheres e vice-versa. Essa conduta está relacionada à estrutura e ao ethos da cultura Iatmul. Mas essa considerável diferenciação na conduta de homens e mulheres e na construção simbólica seria algo 'típico' das sociedades simples. [ 9 ] Margaret Mead, em Coming of age in Samoa , publicado em 1928, através do relato etnográfico sobre um povo diferente, faz a crítica da moralidade do povo dos Estados Unidos. Em Samoa, a passagem da infância para a adolescência era um processo suave, sem a ansiedade que essa passagem gerava nos Estados Unidos. Mead observou que 'as jovens mulheres samoanas adiavam o casamento por muitos anos, enquanto desfrutavam do sexo ocasional, mas que, uma vez casadas, 'assentavam' e criavam com êxito os próprios filhos'. Já em Sexo e Temperamento , etnografia de 1935, Mead aborda o comportamento como uma variável que não pode ser analisada sem levar a cultura em consideração, e que também não é algo determinado por aspectos fisiológicos ligados ao sexo. A etnografia foi feita junto a três tribos da Nova Guiné: os Arapesh das montanhas, os Mundugumor habitantes do rio, e os Tchambuli habitantes do lago. Essas tribos possuíam culturas relativamente simples e homogênea, que enfatizavam certos comportamentos/temperamentos, enquanto outros eram desaprovados e até mesmo punidos. Mead procurou mostrar, através do contraste com outras culturas, como cada um de nós pertence a um sexo e tem um temperamento que é compartilhado com outros de nosso sexo e do sexo oposto. Os temperamentos que reputamos naturais em um sexo são meras variações do temperamento humano às quais os membros de um ou ambos os sexos podem ser, com maior ou menor sucesso, aproximados através da educação. [ 10 ] O livro O segundo sexo , de Simone de Beauvoir , em 1949 abriu, através da Filosofia e Literatura, um debate político mais aprofundado, ao contestar o determinismo biológico e/ou desígnio divino, retomando a perspectiva hegeliana de que ser é tornar-se, resultando na ideia de que não se nasce mulher, mas se torna mulher. Ao distinguir o componente social do sexo feminino do seu aspecto biológico, Lucila Scavone destaca que 'essa constatação lançou a primeira semente para os estudos de gênero, já que ela distingue o componente social do sexo feminino de seu aspecto biológico, ainda sem conceituar ‘gênero’'. [ 11 ] Ao psicólogo e sexologista John Money é creditada a expressão papel de gênero ( gender role em inglês) em 1955. 'A expressão papel de gênero é usada para significar tudo o que a pessoa diz ou faz para evidenciar a si mesma como garoto ou homem, como garota ou mulher, respectivamente. Isso inclui, mas não é restrito a, sexualidade , no senso de erotismo .' [ 12 ] Elementos de tais papéis incluem vestimenta, modo de falar, gestos, profissão e outros fatores que não são limitados pelo sexo biológico. Por se presumir que os aspectos sociais de gênero são normalmente os aspectos de interesse na sociologia e disciplinas relacionadas, papel de gênero é normalmente abreviado por gênero . sem que haja ambiguidade neste contexto. A diferença conceitual entre sexo e gênero foi estabelecida pelo psicólogo norte-americano Robert Stoller em 1968: sexo refere-se aos aspectos anatômicos, morfológicos e fisiológicos (genitália, gônadas, cromossomos sexuais, hormônios) da espécie humana. [ 13 ] [ 14 ] Stoller estudou casos de meninos e meninas classificados, à época, como hermafroditas (hoje em dia a expressão correta é 'pessoas intersexo ') ou que possuíam 'genitais escondidos' e que foram educados de acordo com um gênero que não correspondia ao seu sexo biológico. [ 13 ] [ 14 ] Esses meninos e meninas, mesmo depois de saberem que suas genitálias externas eram mal formadas ou sofreram alguma mutilação acidental, empenhavam-se em manter os padrões de comportamento de acordo com os quais haviam sido educados, [ 14 ] o que levou Stoller à conclusão de que seria 'mais fácil mudar o sexo biológico do que o gênero de uma pessoa'. [ 13 ] Muitas sociedades reconhecem apenas dois papéis de gênero - masculino ou feminino — e estes correspondem ao sexo biológico. Entretanto, algumas sociedades explicitamente incorporam pessoas que adotam o papel de gênero oposto ao sexo biológico, por exemplo em algumas sociedades indígenas norte-americanas. Outras sociedades incluem papéis bem desenvolvidos que são explicitamente considerados distintos dos arquétipos masculinos e femininos. Na linguagem da sociologia de gênero há a inclusão de um terceiro gênero , um tanto distinto do sexo biológico (algumas vezes a base para os papéis de gênero incluem a intersexualidade ou incorpora eunucos ). Um exemplo é o papel de gênero adotado pelas Hijras da Índia e Paquistão . O povo Bugis de Celebes , Indonésia possui uma tradição de incorporar todas as características acima. Joan Roughgarden , uma bióloga estadunidense, argumenta que em algumas espécies animais não-humanas, ocorre a existência de mais de dois gêneros, de forma que pode haver múltiplas formas de comportamento disponíveis para organismos de um determinado sexo biológico. [ 15 ] Considerando as dinâmicas sociais como as apresentadas acima debate-se quais das diferenças entre gêneros masculinos e femininos são aprendidas socialmente, ou refletidas biologicamente. Construcionistas sociais argumentam que os papéis de gênero são inteiramente arbitrários, e que a biologia não interfere nos comportamentos sociais. Na Sociologia clássica, a questão de gênero não foi desenvolvida, já que era considerada uma questão micro, cujas explicações não eram totalizantes. Houve algumas tentativas de estudo sobre as relações entre mulheres e homens e sobre a participação das mulheres, como as pesquisas de Madeleine Guilbert sobre o trabalho das mulheres, em 1946. [ 16 ] A partir da década de 1960, através da influência dos estudos feministas, o gênero passa a ser uma das variáveis para a análise sociológica. Lucila Scavone ressalta que os estudos feministas e/ou estudos de gênero, por sua relativa autonomia histórica, teórica e política, ainda causam certo preconceito às/aos cientistas sociais em geral, 'que consideram-no de menor importância diante de questões sociológicas e políticas abrangentes'. [ 17 ] A dicotomia indivíduo X sociedade, característica da Sociologia clássica, foi desconstruída por sociólogos contemporâneos, como Norbert Elias , Pierre Bourdieu , Anthony Giddens , Bruno Latour que também buscaram soluções para apreender sociologicamente a realidade social no duplo movimento sartreano ('interiorização da exteriorização e da exteriorização da interiorização”), abrindo então caminho ao estudo da diferenciação social, processo que torna possível a desconstrução de outras dicotomias clássicas como: 'particular x universal. sujeito x objeto. natureza x cultura. mente x corpo. razão x emoção e dá lugar nas Ciências Sociais a abordagens não totalizantes e a um longo processo de transição de paradigmas'. [ 11 ] Os objetos de investigação sociológica são, em grande medida, definidos por urgências sociais: 'Questões sociais e problemas sociológicos caminham juntos. Assim, os problemas relacionados ao trabalho, à saúde, à política, à educação, à família, à religião, à violência, às ciências, à cultura, à identidade, ao corpo, às tecnologias produtivas e reprodutivas, e à sexualidade passaram a ser tratados com o ‘olhar de gênero’. E foi esse olhar que deu visibilidade às relações de dominação e poder que dividem o mundo social em gêneros e que questionaram uma ordem sexual tida como natural'. [ 18 ] Giddens destaca que as diferenças sociais entre homens e mulheres despertam o interesse sociológico porque estão intimamente relacionadas às desigualdades e às relações de poder em uma sociedade. Na Sociologia há três formas de interpretação das desigualdades e diferenças entre os gêneros que são mais abrangentes. A primeira delas é composta por autores que sustentam que as diferenças biológicas (cromossomos, hormônios, tamanho cerebral, herança genética) são determinantes das diferenças comportamentais entre homens e mulheres. Ou seja, essas diferenças são verificadas em todas as sociedades, e que, por isso, os fatores naturais são responsáveis pelas desigualdades entre os gêneros, negando, portanto, a importância dos processos de interação social na questão do comportamento humano. A segunda abordagem é guindada pela socialização de gênero que interpreta as desigualdades entre homens e mulheres como decorrente da socialização em papéis diferentes. Assim, no contato com organismos sociais (família, escola, igreja, etc.) é que as crianças aprendem a agir de acordo com as expectativas relacionadas ao seu sexo biológico, sem considerar, entretanto, que os indivíduos podem rejeitar ou modificar os papéis sociais de gênero. A terceira abordagem coloca que, assim como o gênero, o sexo também é construído socialmente, ou seja, o corpo humano e a biologia estão sujeitos às escolhas pessoais e ao agenciamento humano. De acordo com os ideais de masculinidade e feminilidade, homens e mulheres serão encorajados a cultivar uma imagem específica do corpo e um determinado conjunto gestual. [ 19 ] A sociologia contemporânea refere-se aos papéis de gênero masculino e feminino como masculinidades e feminilidades, respectivamente no plural ao invés do singular, enfatizando a diversidade tanto dentro das culturas como entre as mesmas. Feminismo e estudos de gênero [ editar | editar código-fonte ] A filósofa e feminista Simone de Beauvoir aplicou o existencialismo para a experiência de vida da mulher: “Ninguém nasce mulher, torna-se”. [ 20 ] No contexto é um testamento filosófico, entretanto é uma verdade sociológica – a maturidade em relação ao contexto social é aprendida, não instintiva – e verdade nos estudos de gênero – a feminilidade como uma aprendizagem social e cultural. Dentro da teoria feminista a terminologia para as questões de gênero se desenvolveu por volta da década de 1970 . Na edição de 1974 do livro Masculine/Feminine or Human? de Janet Sa autora usa “ gênero inato ” e “ papéis sexuais aprendidos ”, mas na edição de 1978, o uso de sexo e gênero é invertido. Na década de 1980 , a maioria dos escritos feministas passaram a concordar no uso de gênero apenas para aspectos socioculturais adaptados. Os estudos de gênero se iniciaram na década de 1960, na Europa e nos Estados Unidos, em que outros grupos sociais, como os negros e homossexuais, também se organizavam para reivindicar o direito à diferença. Nesses movimentos, embora as mulheres militassem da mesma forma que os homens, seu papel era considerado secundário, com os homens nas funções de comando dentro da militância, o que levou à problematização das questões de gênero nesse contexto. No Brasil os estudos de gênero, também chamados de relações de gênero, emergem durante a década de 1970/80, em torno da problemática da “condição feminina”. Inicialmente acreditava-se que havia um problema da mulher, que deveria ser pensado unicamente pelas mulheres, já que, durante séculos, os homens as silenciaram e reprimiram. Na década de 1980 os estudos sobre a 'condição feminina' dão espaço aos estudos sobre as mulheres, já que não é possível falar de uma única condição feminina no Brasil, e no mundo: há diferenças de classe, idade, raça/etnia, orientação sexual. No entanto, permanece a referência a uma unidade biológica: todas as mulheres se reconheceriam pela morfologia do sexo feminino (seios, vagina, útero). Na década de 1990 chega ao Brasil o conceito de gênero, através das pesquisadoras feministas norte-americanas, para assinalar que as características e comportamentos que reputamos como naturais de um gênero são construções sociais e culturais e que, portanto, não podem ser interpretadas como determinados por aspectos biológicos. A partir de então, passa-se aos estudos de gênero, que buscam explicar como as diferenças entre mulheres e homens são utilizadas para justificar, e até mesmo legitimar, desigualdades. [ 13 ] Os estudos de gênero emergem na mesma época em que eclode a chamada segunda onda do feminismo , revelando o diálogo entre o feminismo e as teorias sociais, constituindo, também, base teórica e científica para a contestação das desigualdades sociais entre mulheres e homens. [ 16 ] Nos estudos de gênero, o termo gênero é usado para se referir às construções sociais e culturais de masculinidades e feminilidades. Neste contexto, gênero explicitamente exclui referências para as diferenças biológicas e foca nas diferenças culturais. Isto emergiu de diferentes áreas: da sociologia nos anos 50 . das teorias do psicanalista Jacques Lacan . e no trabalho de feministas como Olympe de Gouges , Jeanne Deroin , Simone de Beauvoir, Monique Wittig , Daniele Kergoat , Júlia Kristeva , Jane Flax , Carole Pateman , Nancy Fraser , Joan Scott , Gayle Rubin , Christine Delphy e Judith Butler . A distinção entre o componente social do sexo feminino e a sua base biológica é discutida na contemporaneidade. A filósofa Judith Butler analisa, de maneira crítica, a dicotomia entre sexo e gênero: para ela, os corpos sexuados podem ser base para uma variedade de gêneros e que o gênero não se limita apenas às duas possibilidades usuais. [ 16 ] Esse desdobramento do conceito de gênero foi dado nos anos 1990, através da teoria queer , que questiona a normatividade heterossexual e ressalta o 'aspecto socialmente contingente e transformável dos corpos e da sexualidade'. [ 21 ] Para Butler o gênero é uma performance que se dá em qualquer corpo, 'portanto desconectado da ideia de que a cada corpo corresponderia somente um gênero'. [ 22 ] Butler percebe o corpo da mesma forma que o gênero, como um construto cultural, ressaltando o aspecto cultural/social da vinculação entre sexo e gênero. 'Com a proposição de gênero como performance, Butler também vai solapar o peso metafísico da identidade (de gênero). Para ela, não há identidades que precedam o exercício das normas de gênero, é o exercício mesmo que termina por criar as normas. É a repetição das normas de gênero que promove isto, que no pensamento da desconstrução chamamos de 'duplo gesto'. A repetição das normas como performance se dá sempre ao mesmo tempo em que se dá a possibilidade de burlá-las, de fazê-las nem verdadeiras, nem falsas'. [ 22 ] Status legal [ editar | editar código-fonte ] O sexo masculino ou feminino das pessoas possui significância legal – sexo é indicado em documentos legais, e leis agem diferentemente sobre homens e mulheres. Muitos sistemas de pensão possuem idades de aposentadoria diferentes para homens ou mulheres. O casamento é permitido geralmente para casais de sexo opostos. A questão que surge é sobre o que determina alguém como masculino ou feminino. Na maioria dos casos isto é tido como corriqueiro, mas a questão se complica para pessoas intersexuais ou transgênero . Jurisdições diferentes têm adotado respostas diferentes para esta questão. Praticamente todos os países permitem mudança do status legal de gênero nos casos de intersexualidade, quando o gênero designado no nascimento é considerado biologicamente incerto – tecnicamente, entretanto, esta não é uma mudança de status por si. E um reconhecimento de um status que já existia, mas desconhecido, no nascimento . Nos últimos tempos, jurisdições também têm provido de procedimentos para mudanças no gênero legal de pessoas transgêneros. O gênero designado, quando há indicações de que a genitália sexual pode não ser decisiva em casos particulares é normalmente definida por uma série de condições, incluindo cromossomos e gônadas . Assim, por exemplo, em muitas jurisdições uma pessoa com cromossomos XY mas com gônadas femininas pode ser reconhecida como feminina no nascimento. A habilidade de alterar o gênero legal para pessoas transgêneros em particular têm levantado o fenômeno em algumas jurisdições da mesma pessoa ter gêneros diferentes para diferentes áreas da lei. Por exemplo, na Austrália , pessoas transexuais poderiam ser reconhecidas como tendo o gênero que identificavam sob muitas áreas da lei, incluindo a previdência social , mas não para a lei do casamento. Assim, por um período, foi possível para a mesma pessoa ter dois gêneros diferentes sob a lei australiana. Em sistemas federativos, é possível que uma mesma pessoa tenha um gênero sob a lei estadual e outro sob a lei federal (e.g., quando a legislação de um estado reconhece transições de gênero, e a legislação federal não). Gênero e cooperação [ editar | editar código-fonte ] Gênero, e particularmente os papéis da mulher são extensamente reconhecidos como importantes para as questões de cooperação internacional . Isto muitas vezes significa um foco em igualdade de gênero, garantindo participação, mas inclui um entendimento dos diferentes papéis e expectativas dos gêneros dentro das comunidades. Assim como endereçar as desigualdades diretamente, a atenção para questões de gênero é considerada importante para o sucesso dos programas desenvolvidos, para todos os participantes. Algumas organizações que trabalham em países em desenvolvimento e na questão do desenvolvimento incorporaram a advocacia e empoderamento das mulheres nos seus trabalhos. exemplo notável é a organização ambiental queniana de Wangari Maathai chamada Green Belt . Referências ↑ a b c Udry, J. Richard (novembro de 1994). «The Nature of Gender» (PDF) . Demography . 31 (4): 561–573. JSTOR 2061790 . PMID 7890091 . doi : 10.2307/2061790 ↑ a b c d e Haig, David (abril de 2004). «The Inexorable Rise of Gender and the Decline of Sex: Social Change in Academic Titles, 1945–2001» (PDF) . Archives of Sexual Behavior . 33 (2): 87–96. PMID 15146141 . doi : 10.1023/B:ASEB.0000014323.56281.0d . Arquivado do original (PDF) em 15 de junho de 2012 ↑ a b «What do we mean by 'sex' and 'gender'?» . World Health Organization . Consultado em 26 de novembro de 2015 . Arquivado do original em 30 de janeiro de 2017 ↑ «GENDER» . Social Science Dictionary . Consultado em 20 de março de 2015 ↑ Lindsey, Linda L. (2010). «Ch. 1. The Sociology of gender». Gender Roles: A Sociological Perspective (PDF) . [S.l.]: Pearson. ISBN 0-13-244830-0 . Arquivado do original (PDF) em 5 de abril de 2015 ↑ «Guideline for the Study and Evaluation of Gender Differences in the Clinical Evaluation of Drugs» (PDF) ↑ «Draft Guidance for Industry and Food and Drug Administration Staff Evaluation of Sex Differences in Medical Device Clinical Studies» . U.S. Food and Drug Administration . 19 de dezembro de 2011 . Consultado em 3 de agosto de 2014 ↑ Yudkin, M. (1978). «Transsexualism and women: A critical perspective». Feminist Studies . 4 (3): 97–106. JSTOR 3177542 . doi : 10.2307/3177542 ↑ a b c SOARES, Mireya Suárez de (1995). «Enfoques feministas e antropologia» (PDF) . Consultado em 18 de outubro de 2013 ↑ MEAD, Margaret (2000). Sexo e temperamento . São Paulo: Perspectiva ↑ a b SCAVONE, Lucila (2008). «Estudos de gênero: uma sociologia feminista?» (PDF) . p. 175 . Consultado em 22 de outubro de 2013 ↑ Money, John 'Hermaphroditism, gender and precocity in hyperadrenocorticism: Psychologic findings', Bulletin of the Johns Hopkins Hospital 96 (1955): 253–264. Traduzido da Wikipédia em inglês ↑ a b c d GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ a b c LIMA, Rita de Lourdes (2011). «Diversidade, identidade de gênero e religião: algumas reflexões» . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ Roughgarden, Joan 'Evolução do Gênero e da Sexualidade', Editora Planta ↑ a b c SCAVONE, Lucila (2008). «Estudos de gênero: uma sociologia feminista?» (PDF) . Consultado em 22 de outubro de 2013 ↑ SCAVONE, Lucila (2008). «Estudos de gênero: uma sociologia feminista?» (PDF) . p. 173 . Consultado em 22 de outubro de 2013 ↑ SCAVONE, Lucila (2008). «Estudos de gênero: uma sociologia feminista?» (PDF) . p. 179 . Consultado em 22 de outubro de 2013 ↑ GIDDENS, Anthony (2005). «Gênero e sexualidade». Sociologia . Porto Alegre: Artmed. pp. 101–127 ↑ De Beauvoir, Simone “O Segundo Sexo Vol. 2, pág. 9. Tradução Sérgio Millet, Ed. Nova Fronteira. ↑ SCAVONE, Lucila (2008). «Estudos de gênero: uma sociologia feminista?» (PDF) . p. 180 . Consultado em 22 de outubro de 2013 ↑ a b RODRIGUES, Carla (2012). «Performance, gênero, linguagem e alteridade: J. Butler leitora de J. Derrida» (PDF) . p. 150-151 . Consultado em 22 de outubro de 2013 Ver também [ editar | editar código-fonte ] Livro: Gênero Feminilidade Masculinidade Identidade de gênero Orientação Sexual Papel social de gênero Feminismo Sistema de género Gênero na ficção especulativa v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Género_(ciências_sociais)&oldid=50911844 ' Categorias : Gênero Sociedade LGBT Categorias ocultas: !Artigos que carecem de notas de rodapé desde junho de 2017 Palavras que diferem em versões da língua portuguesa !Navecaixas órfãs Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas አማርኛ العربية Azərbaycanca Беларуская Беларуская (тарашкевіца)‎ Български Català کوردی Čeština Cymraeg Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Gaeilge Gaelg עברית हिन्दी Հայերեն Bahasa Indonesia Ido Íslenska Italiano 日本語 Patois ქართული Қазақша 한국어 Кыргызча Lëtzebuergesch Lingála Latviešu Македонски മലയാളം मराठी Bahasa Melayu नेपाल भाषा Nederlands Norsk Occitan ਪੰਜਾਬੀ Polski Română Русский Scots Srpskohrvatski / српскохрватски සිංහල Simple English Slovenčina Slovenščina Српски / srpski Svenska தமிழ் ไทย Tagalog Türkçe Татарча/tatarça Українська Tiếng Việt Winaray ייִדיש 中文 Bân-lâm-gú Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 21h41min de 2 de janeiro de 2018. 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  Ostreoida – Wikipédia, a enciclopédia livre Ostreoida Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Ostreoida Classificação científica Reino : Animalia Filo : Mollusca Classe : Bivalvia Subclasse : Pteriomorphia Ordem : Ostreoida Família Anomiidae Dimyidae Entoliidae Gryphaeidae Ostreidae Pectinidae Placunidae Plicatulidae Propeamussiidae Spondylidae Syncyclonemidae A ordem ... Entoliidae Gênero Pectinella Família Pectinidae ( escalopes ) Gênero Aequipecten Gênero Amusium Gênero Anguipecten Gênero Annachlamys Gênero Argopecten Gênero Bractechlamys Gênero Chlamys Gênero Coralichlamys Gênero Cryptopecten Gênero Decatopecten Gênero Delectopecten Gênero Equichlamys Gênero Excellichlamys Gênero Flexopecten Gênero Glorichlamys Gênero Gloripallium Gênero Haumea Gênero Hyalopecten Gênero Juxtamusium Gênero Lissopecten Gênero Mesopeplum Gênero Mimachlamys Gênero Minnivola Gênero CACHE

Ostreoida – Wikipédia, a enciclopédia livre Ostreoida Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Ostreoida Classificação científica Reino : Animalia Filo : Mollusca Classe : Bivalvia Subclasse : Pteriomorphia Ordem : Ostreoida Família Anomiidae Dimyidae Entoliidae Gryphaeidae Ostreidae Pectinidae Placunidae Plicatulidae Propeamussiidae Spondylidae Syncyclonemidae A ordem Ostreoida é uma ordem que compreende ostras e outras famílias de bivalves relacionadas. Cerca de onze famílias da ordem Ostreoida são reconhecidas, mas subordens , superfamílias e subfamílias são bastante utilizadas, relativamente, nesta ordem. A classificação seguinte representa uma síntese de diferentes visões, reconciliadas até onde foi possível. A lista de gêneros é ilustrativa. isto é, não é completa. Superfamílias, famílias e gêneros importantes [ editar | editar código-fonte ] Fóssil do interior de uma concha de Spondylus , do Plioceno , encontrado em Chipre Bordas do manto de uma ostra espinhenta ( Spondylus ) Spondylus regius Vieira Spondylus princeps Fóssil de Crassostrea virginica Ostras abertas, eum mercado em Lyon Subordem Pectinina Superfamília Pectinoidea Família Entoliidae Gênero Pectinella Família Pectinidae ( escalopes ) Gênero Aequipecten Gênero Amusium Gênero Anguipecten Gênero Annachlamys Gênero Argopecten Gênero Bractechlamys Gênero Chlamys Gênero Coralichlamys Gênero Cryptopecten Gênero Decatopecten Gênero Delectopecten Gênero Equichlamys Gênero Excellichlamys Gênero Flexopecten Gênero Glorichlamys Gênero Gloripallium Gênero Haumea Gênero Hyalopecten Gênero Juxtamusium Gênero Lissopecten Gênero Mesopeplum Gênero Mimachlamys Gênero Minnivola Gênero Mirapecten Gênero Nodipecten Gênero Notochlamys Gênero Patinopecten Gênero Pecten Gênero Pedum Gênero Pseudohinnites Gênero Semipallium Gênero Serratovola Gênero Somalipecten Gênero Veprichlamys Gênero Volachlamys Família Propeamussiidae Família Spondylidae (ostras-espinhosas) Gênero Spondylus Família Syncyclonemidae Gênero Cyclochlamys ' Gênero Cyclopecten ' Gênero Parvamussium ' Gênero Propeamussium ' Gênero Similipecten ' Superfamília Anomioidea Família Anomiidae Subfamília Anomiinae Gênero Anomia Gênero Enigmonia Subfamília Placunanomiinae Gênero Monia Gênero Patro Gênero Pododesmus Família Placunidae Gênero Placuna Subordem Ostreina Superfamília Dimyoidea ( mexilhões de água doce ) Família Dimyidae Gênero Dimya Superfamília Ostreoidea Família Gryphaeidae Gênero Hyotissa Gênero Neopycnodonte Gênero Parahyotissa Gênero Pycnodonte Família Ostreidae (ostras verdadeiras) Subfamília Crassostreinae Gênero Crassostrea Gênero Saccostrea Gênero Striostrea Subfamília Lophinae Gênero Alectryonella Gênero Anomiostrea Gênero Dendostrea Gênero Lopha Subfamília Ostreinae Gênero Booneostrea Gênero Nanostrea Gênero Ostrea Gênero Planostrea Gênero Pretostrea Gênero Pustulostrea Gênero Tiostrea Superfamília Plicatuloidea Família Plicatulidae Gênero Plicatula Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês , cujo título é « Ostreoida », especificamente desta versão . Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] O Wikispecies tem informações sobre: Ostreoida European checklist of marine species, for Molluscs (em inglês ) Man and Molluscs Bivalve page (em inglês ) Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ostreoida&oldid=48013050 ' Categoria : Bivalves Categoria oculta: !Imagem local idêntica à do Wikidata Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Català Cebuano Deutsch English Español Euskara فارسی Français Italiano 日本語 한국어 Latina Latviešu Nederlands Polski Simple English Svenska Українська Winaray 中文 Editar ligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 14h48min de 14 de fevereiro de 2017. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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Ostreoida – Wikipédia, a enciclopédia livre Ostreoida Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Ostreoida Classificação científica Reino : Animalia Filo : Mollusca Classe : Bivalvia Subclasse : Pteriomorphia Ordem : Ostreoida Família Anomiidae Dimyidae Entoliidae Gryphaeidae Ostreidae Pectinidae Placunidae Plicatulidae Propeamussiidae Spondylidae Syncyclonemidae A ordem Ostreoida é uma ordem que compreende ostras e outras famílias de bivalves relacionadas. Cerca de onze famílias da ordem Ostreoida são reconhecidas, mas subordens , superfamílias e subfamílias são bastante utilizadas, relativamente, nesta ordem. A classificação seguinte representa uma síntese de diferentes visões, reconciliadas até onde foi possível. A lista de gêneros é ilustrativa. isto é, não é completa. Superfamílias, famílias e gêneros importantes [ editar | editar código-fonte ] Fóssil do interior de uma concha de Spondylus , do Plioceno , encontrado em Chipre Bordas do manto de uma ostra espinhenta ( Spondylus ) Spondylus regius Vieira Spondylus princeps Fóssil de Crassostrea virginica Ostras abertas, eum mercado em Lyon Subordem Pectinina Superfamília Pectinoidea Família Entoliidae Gênero Pectinella Família Pectinidae ( escalopes ) Gênero Aequipecten Gênero Amusium Gênero Anguipecten Gênero Annachlamys Gênero Argopecten Gênero Bractechlamys Gênero Chlamys Gênero Coralichlamys Gênero Cryptopecten Gênero Decatopecten Gênero Delectopecten Gênero Equichlamys Gênero Excellichlamys Gênero Flexopecten Gênero Glorichlamys Gênero Gloripallium Gênero Haumea Gênero Hyalopecten Gênero Juxtamusium Gênero Lissopecten Gênero Mesopeplum Gênero Mimachlamys Gênero Minnivola Gênero Mirapecten Gênero Nodipecten Gênero Notochlamys Gênero Patinopecten Gênero Pecten Gênero Pedum Gênero Pseudohinnites Gênero Semipallium Gênero Serratovola Gênero Somalipecten Gênero Veprichlamys Gênero Volachlamys Família Propeamussiidae Família Spondylidae (ostras-espinhosas) Gênero Spondylus Família Syncyclonemidae Gênero Cyclochlamys ' Gênero Cyclopecten ' Gênero Parvamussium ' Gênero Propeamussium ' Gênero Similipecten ' Superfamília Anomioidea Família Anomiidae Subfamília Anomiinae Gênero Anomia Gênero Enigmonia Subfamília Placunanomiinae Gênero Monia Gênero Patro Gênero Pododesmus Família Placunidae Gênero Placuna Subordem Ostreina Superfamília Dimyoidea ( mexilhões de água doce ) Família Dimyidae Gênero Dimya Superfamília Ostreoidea Família Gryphaeidae Gênero Hyotissa Gênero Neopycnodonte Gênero Parahyotissa Gênero Pycnodonte Família Ostreidae (ostras verdadeiras) Subfamília Crassostreinae Gênero Crassostrea Gênero Saccostrea Gênero Striostrea Subfamília Lophinae Gênero Alectryonella Gênero Anomiostrea Gênero Dendostrea Gênero Lopha Subfamília Ostreinae Gênero Booneostrea Gênero Nanostrea Gênero Ostrea Gênero Planostrea Gênero Pretostrea Gênero Pustulostrea Gênero Tiostrea Superfamília Plicatuloidea Família Plicatulidae Gênero Plicatula Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês , cujo título é « Ostreoida », especificamente desta versão . Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] O Wikispecies tem informações sobre: Ostreoida European checklist of marine species, for Molluscs (em inglês ) Man and Molluscs Bivalve page (em inglês ) Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ostreoida&oldid=48013050 ' Categoria : Bivalves Categoria oculta: !Imagem local idêntica à do Wikidata Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Català Cebuano Deutsch English Español Euskara فارسی Français Italiano 日本語 한국어 Latina Latviešu Nederlands Polski Simple English Svenska Українська Winaray 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 14h48min de 14 de fevereiro de 2017. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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R. Martin Gênero: Ficção , Ficção científica Mais Detalhes Sonhos em flor Autor: Estelle Laure Gênero: Romance Mais Detalhes Sem fôlego Autor: Abbi Glines Gênero: Romance Mais Detalhes Mudbound – Lágrimas sobre o Mississippi Autor: Hillary Jordan Gênero: Ficção , Romance Mais Detalhes Tipos incomuns Autor: Tom Hanks Gênero: Ficção Mais Detalhes Pedra Pagã, A Autor: Nora Roberts Gênero: Romance Mais Detalhes pérola que rompeu a concha, A Autor: Nadia Hashimi Gênero: Romance Vídeos Destaques Livros de mistérios Nota 0 / 0 votos Coluna de fogo Nota 5 / 6 votos As coisas que fazemos por amor Nota 5 / 1 votos A pérola que rompeu a concha Nota 3 / 2 votos Origem Nota 4 / 18 votos Encontre um título Busca avançada Gênero Fantasia Ficção Ficção Científica Jovem Não Ficção Policial Romance Romance De Época Romance Histórico Terror Thriller Os livros Mais Vendidos Lista completa Mais Detalhes Origem Autor: Dan Brown Gênero: Policial Mais Detalhes cabana, A Autor: William P. Young Gênero: Romance Mais Detalhes Coluna de fogo Autor: Ken Follett Gênero: Romance Mais Detalhes Travessia, A - nova edição Autor: William P. Young Gênero: Mais Detalhes irmã da pérola, A Autor: Lucinda Riley Gênero: Romance Mais Detalhes Dois a dois Autor: Nicholas Sparks Gênero: Romance Mais Detalhes Como se casar com um marquês Autor: Julia Quinn Gênero: Romance de Época Mais Detalhes Como agarrar uma herdeira Autor: Julia Quinn Gênero: Romance de Época Mais Detalhes Outlander: a viajante do tempo Autor: Diana Gabaldon Gênero: Romance Mais Detalhes sete irmãs, As Autor: Lucinda Riley Gênero: Romance Autores Arqueiro Com autores como Dan Brown, James Patterson e Deepak Chopra em seu hall de grandes talentos, a Arqueiro conta com os maiores nomes da literatura mundial em seus quadros, trazendo para os leitores brasileiros títulos de qualidade e grandes sucessos tanto do exterior quanto produzidos em território nacional. Saiba mais sobre eles Editora Arqueiro Livros Fantasia Ficção Ficção Científica Jovem Não Ficção Policial Romance Romance De Época Romance Histórico Terror Thriller Séries Quarteto Smythe-Smith A Maldição Do Tigre A Pousada A Saga Do Império A Saga Do Mago A Sina Do Sete Agentes Da Coroa Alex Cross Anjo Da Noite As Crônicas Das Irmãs Bruxas As Modistas As Quatro Estações Do Amor As Sete Irmãs Caroline E West Chance Ciclo Terramar Clube Das Mulheres Contra O Crime Desejo Proibido Deuses Do Egito Escola Irmãs Lyndon Mar Despedaçado Mickey Bolitar Myron Bolitar Nina Borg Nobres Vigaristas Noites Em Florença Números Do Amor O Doador De Memórias O Livro Malazano Dos Caídos O Mochileiro Das Galáxias Os Bedwyns Os Bridgertons Os Hathaways Os Números Do Amor Os Rothwells Outlander Perfeição Private Quarteto De Noivas Sea Breeze Sem Limites Signos Do Amor Tensão Tigana Trilogia A Crônica Do Matador Do Rei Trilogia A Passagem Trilogia A Primeira Lei Trilogia Das Joias Negras Trilogia Espada De Shannara Trilogia O Inferno De Gabriel Trilogia O Século Trilogia Primos O'Dwyer Arqueiro Lançamentos Próximos Lançamentos E-books Autores Sala de Imprensa Receba novidades Newsletter Fale Conosco Editora Arqueiro © 2018. 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https://pt.wikipedia.org/wiki/Camelidae
  Camelidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Camelidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Camelidae Dromedário Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Artiodactyla Subordem : Ruminantia Infraordem : Tylopoda Família : Camelidae Gray , 1821 Géneros Atuais Llama Vicugna Camelus Camelidae é uma família de mamíferos artiodáctilos ... Camelidae Gray, 1821 Gênero † Myotylopus Schlaikjer, 1935 (incerta sedis) Subfamília †Poebrodontinae J. A. Wilson, 1974 Gênero † Peoreodon Gênero † Hidrosotherium Wilson, 1974 Subfamília †Poebrotheriinae Cope, 1874 Gênero † Poebrotherium Leidy, 1847 Gênero † Paralabis McKenna, 1966 Gênero † Paratylopus Matthew, 1904 Gênero † Gentilicamelus Loomis, 1936 [= Gomphotherium ] Subfamília †Pseudolabidinae Simpson, 1945 Gênero † Pseudolabis Matthew, 1904 Subfamília Camelinae (Gray, 1821) Zittel, 1893 Gênero CACHE

Camelidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Camelidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Camelidae Dromedário Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Artiodactyla Subordem : Ruminantia Infraordem : Tylopoda Família : Camelidae Gray , 1821 Géneros Atuais Llama Vicugna Camelus Camelidae é uma família de mamíferos artiodáctilos ruminantes (sub-ordem Tylopoda). Os camelídeos são animais exclusivamente herbívoros e de grandes dimensões. Esta família distingue-se dos restantes dos ruminantes por terem um aparelho digestivo constituído por três (em vez de quatro) câmaras. Outras características distintivas incluem o lábio superior fendido em duas partes independentes, um dente incisivo isolado na maxila superior e células sanguíneas eritrócitos de forma elíptica (em vez de circular). Os camelídeos estão distribuídos pela Ásia , África , América do Sul e Austrália . Llama ( lhama e guanaco ) Vicugna ( vicunha e alpaca ) Camelus ( camelo e dromedário ) Classificação [ editar | editar código-fonte ] Família Camelidae Gray, 1821 Gênero † Myotylopus Schlaikjer, 1935 (incerta sedis) Subfamília †Poebrodontinae J. A. Wilson, 1974 Gênero † Peoreodon Gênero † Hidrosotherium Wilson, 1974 Subfamília †Poebrotheriinae Cope, 1874 Gênero † Poebrotherium Leidy, 1847 Gênero † Paralabis McKenna, 1966 Gênero † Paratylopus Matthew, 1904 Gênero † Gentilicamelus Loomis, 1936 [= Gomphotherium ] Subfamília †Pseudolabidinae Simpson, 1945 Gênero † Pseudolabis Matthew, 1904 Subfamília Camelinae (Gray, 1821) Zittel, 1893 Gênero † Dyseotylops Stock, 1935 (incerta sedis) Gênero † Nothotylopus Patton, 1969 (incerta sedis) Tribo †Protolabidini (Cope, 1884) Webb, 1965 Gênero † Tanymykter Honey e Taylor, 1978 Gênero † Michenia Frick e Taylor, 1971 Gênero † Protolabis Cope, 1876 Tribo Lamini Webb, 1965 Gênero † Hemiauchenia Gervais e Ameghino, 1880 Gênero † Pliauchenia Cope, 1875 Gênero † Alforjas Harrison, 1979 Gênero † Blancocamelus Dalquest, 1975 Gênero † Camelops Leidy, 1854 Gênero † Palaeolama Gervais, 1867 Gênero † Pleiolama Webb e Meachen, 2004 Gênero Lama G. Cuvier, 1800 Gênero Vicugna Lesson, 1842 Gênero † Eulamaops Ameghino, 1889 Tribo Camelini (Gray, 1821) Webb, 1965 Gênero † Procamelus Leidy, 1858 Gênero † Megatylopus Matthew e Cook, 1909 Gênero † Paracamelus Schlosser, 1903 Gênero Camelus Linnaeus, 1758 Gênero † Gigantocamelus Barbour e Schultz, 1939 Gênero † Titanotylops Barbour e Schultz, 1934 Gênero † Megacamelus Frick, 1929 Subfamília †Aepycamelinae Webb, 1965 Gênero † Oxydactylus Peterson, 1904 Gênero † Australocamelus Patton, 1969 Gênero † Aepycamelus MacDonald, 1956 Gênero † Priscocamelus Stevens, 1969 Gênero † Delahomeryx Stevens, 1969 Gênero † Hesperocamelus MacDonald, 1949 Gênero † Nothokemas White, 1940 Subfamília †Miolabinae Hay, 1902 Gênero † Capricamelus Whistler e Webb, 2005 Gênero † Miolabis Hay, 1899 Gênero † Paramiolabis Kelly, 1992 Subfamília †Stenomylinae Matthew et al., 1910 Gênero † Stenomylus Peterson, 1906 Gênero † Blickomylus Frick e Taylor, 1968 Gênero † Rakomylus Frick, 1937 Subfamília †Floridatragulinae Maglio, 1966 Gênero † Floridatragulus White, 1940 Gênero † Aguascalientia Stevens, 1977 Gênero † Cuyamacamelus Kelly, 1992 O Wikispecies tem informações sobre: Camelidae O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Camelidae v d e Espécies viventes de Artiodactyla (Ungulados de dedos pares) Reino: Animalia Filo: Chordata Classe: Mammalia Infraclasse: Eutheria Superordem: Laurasiatheria Subordem Ruminantia Antilocapridae Antilocapra antilocapra ( A. americana ) Giraffidae Okapia Ocapi ( O. johnstoni ) Giraffa girafa ( G. camelopardalis ) Moschidae Moschus M. leucogaster cervo-almiscarado-siberiano ( M. moschiferus ) M. berezovskii M. fuscus Tragulidae Hyemoschus H. aquaticus Moschiola M. indica M. kathygre M. meminna Tragulus T. javanicus T. kanchil T. napu T. nigricans T. versicolor T. williamsoni Cervidae Grande família lista abaixo Bovidae Grande família listada abaixo Família Cervidae Cervinae Muntiacus M. muntjak M. reevesi M. crinifrons M. feae M. atherodes M. rooseveltorum M. gongshanensis M. vuquangensis M. truongsonensis M. putaoensis Elaphodus E. cephalophus Dama gamo ( D. dama ) gamo-persa ( D. mesopotamica ) Axis A. axis Rucervus R. duvaucelii Panolia P. eldii Elaphurus cervo-do-padre-david ( E. davidianus ) Hyelaphus H. porcinus H. calamianensis H. kuhlii Rusa sambar ( R. unicolor ) R. timorensis R. mariannus R. alfredi Cervus veado-vermelho ( C. elaphus ) uapiti ( C. canadensis ) C. albirostris C. nippon Capreolinae Alces alce ( A. alces ) Hydropotes hidrópote ( H. inermis ) Capreolus C. capreolus C. pygargus Rangifer rena ( R. tarandus ) Hippocamelus H. antisensis huemul ( H. bisulcus ) Mazama veado-mateiro ( M. americana ) veado-mateiro-pequeno ( M. bororo ) M. bricenii M. chunyi veado-catingueiro ( M. gouazoubira ) veado-mão-curta ( M. nana ) veado-roxo ( M. nemorivaga ) M. pandora M. rufina M. temama Ozotoceros veado-campeiro ( O. bezoarticus ) Blastocerus cervo-do-pantanal ( B. dichotomus ) Pudu P. mephistophiles P. puda Odocoileus cariacu ( O. virginianus ) veado-mula ( O. hemionus ) Família Bovidae Cephalophinae Cephalophus C. spadix C. adersi C. dorsalis C. niger C. nigrifrons C. monticola C. harveyi C. jentinki C. maxwellii C. natalensis C. ogilbyi C. callipygus C. rufilatus C. rubidus C. weynsi C. leucogaster C. crusalbum C. sylvicultor C. zebra Sylvicapra S. grimmia Hippotraginae Hippotragus palanca-vermelha ( H. equinus ) palanca-negra ( H. niger ) Oryx O. beisa O. dammah órix ( O. gazella ) órix-da-arábia ( O. leucoryx ) Addax adax ( A. nasomaculatus ) Reduncinae Kobus K. anselli K. ellipsiprymnus K. kob K. leche K. megaceros K. vardonii Redunca R. arundinum R. fulvorufula R. redunca Aepycerotinae Aepyceros Impala ( A. melampus ) Peleinae Pelea P. capreolus Alcelaphinae Beatragus B. hunteri Damaliscus D. korrigum topi ( D. lunatus ) D. pygargus D. superstes Alcelaphus gondonga ( A. buselaphus ) A. caama A. lichtensteinii Connochaetes C. gnou C. taurinus Pantholopinae Pantholops chiru ( P. hodgsonii ) Caprinae Grande subfamília listada abaixo Bovinos Grande subfamília listada abaixo Antilopinae Grande subfamília listada abaixo Família Bovidae (subfamília Caprinae ) Ammotragus A. lervia Budorcas B. taxicolor Capra cabra-selvagem ( C. aegagrus ) C. caucasia C. cylindricornis C. falconeri íbex ( C. ibex ) C. nubiana C. pyrenaica íbex-siberiano ( C. sibirica ) C. walie Hemitragus H. hylocrius H. jayakari H. jemlahicus Naemorhedus N. baileyi N. crispus N. caudatus N. goral N. sumatraensis N. swinhoei Oreamnos O. americanus Ovibos boi-almiscarado ( O. moschatus ) Ovis argali ( O. ammon ) ovelha ( O. aries ) carneiro-selvagem ( O. canadensis ) carneiro-de-dall ( O. dalli ) muflão ( O. musimon ) O. nivicola urial ( O. orientalis ) Pseudois P. nayaur P. schaeferi Rupicapra camurça-dos-pirineus ( R. pyrenaica ) camurça( R. rupicapra ) Família Bovidae (subfamília Bovinae ) Boselaphini Tetracerus T. quadricornis Boselaphus B. tragocamelus Bovini Bubalus búfalo-asiático ( B. bubalus ) B. depressicornis B. mindorensis Bos B. javanicus gauro ( B. gaurus ) iaque ( B. mutus ) boi ( B. taurus ) B. sauveli zebu ( B. indicus ) Pseudonovibos P. spiralis Pseudoryx saola ( P. nghetinhensis ) Syncerus búfalo-africano ( S. caffer ) Bison bisão-americano ( B. bison ) bisão-europeu ( B. bonasus ) Strepsicerotini Tragelaphus sitatunga ( T. spekeii ) inhala ( T. angasii ) imbabala ( T. scriptus ) T. buxtoni T. imberbis cudo ( T. strepsiceros ) T. eurycerus Taurotragus elande ( T. oryx ) elande-gigante ( T. derbianus ) Família Bovidae (subfamília Antilopinae ) Antilopini Ammodorcas A. clarkei Antidorcas cabra-de-leque ( A. marsupialis ) Antilope A. cervicapra Gazella G. gazella G. erlangeri G. spekei gazela-dorcas ( G. dorcas ) G. saudiya G. bennettii gazela-de-thomson ( G. thomsonii ) G. rufifrons G. dama gazela-de-grant ( G. granti ) G. soemmerringii G. cuvieri G. leptoceros G. subgutturosa Litocranius gazela-girafa ( L. walleri ) Procapra P. gutturosa P. picticaudata P. przewalskii Saigini Pantholops chiru ( P. hodgsonii ) Saiga saiga ( S. tatarica ) Neotragini Dorcatragus D. megalotis Madoqua M. guentheri M. kirkii M. piacentinii M. saltiana Neotragus N. batesi N. moschatus N. pygmaeus Oreotragus antílope-salta-rochas ( O. oreotragus ) Ourebia O. ourebi Raphicerus R. campestris R. melanotis R. sharpei Subordem Suina Suidae Babyrousa B. babyrussa B. celebensis B. togeanensis Hylochoerus H. meinertzhageni Phacochoerus P. aethiopicus P. africanus Porcula P. salvania Potamochoerus P. larvatus P. porcus Sus S. ahoenobarbus S. barbatus S. bucculentus S. cebifrons S. celebensis S. oliveri S. philippensis javali ( S. scrofa ) S. verrucosus Tayassuidae Tayassu queixada ( T. pecari ) Parachoerus P. wagneri Pecari Caititu ( P. tajacu ) P. maximus Subordem Tylopoda Camelidae Lama lhama ( L. glama ) guanaco ( L. guanicoe ) Vicugna vicunha ( V. vicugna ) alpaca ( V. pacos ) Camelus dromedário ( C. dromedarius ) camelo-bactriano ( C. bactrianus ) Cetartiodactyla (clado acima de Artiodactyla) Hippopotamidae Hippopotamus hipopótamo-comum ( H. amphibius ) Choeropsis hipopótamo-pigmeu ( C. liberiensis ) Este artigo sobre artiodáctilos , integrado no Projeto Mamíferos é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Camelidae&oldid=51137188 ' Categoria : Camelídeos Categorias ocultas: !Imagem local diferente da no Wikidata !Esboços maiores que 1000 bytes !Esboços sobre artiodáctilos Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Afrikaans العربية Asturianu Azərbaycanca Български Brezhoneg Català Cebuano Čeština Dansk Deutsch English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Nordfriisk Frysk Gaeilge Gàidhlig Galego עברית हिन्दी Hrvatski Magyar Interlingua Bahasa Indonesia Italiano 日本語 La .lojban. 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  Binário de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Binário de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia ... Binário de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Binário de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall ... Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti CACHE

Binário de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Binário de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e O binário de gênero [ 1 ] [ 2 ] [ 3 ] [ 4 ] é a classificação do sexo e do gênero em duas formas distintas, opostas e desconectadas de masculino e feminino . homem e mulher. É um dos tipos gerais de sistemas de gênero . Como um dos princípios centrais do cissexismo , pode descrever o tabu que desencoraja as pessoas a misturar ou atravessar os papeis sociais de gênero , ou de identificarem-se como uma terceira (ou outra) identidade de gênero , completamente fora da binária homem-mulher. Pode, ainda, representar a discriminação que estigmatiza pessoas intersexo e transgêneras , especialmente aquelas cujo gênero não é binário - isto é, que não identificam-se normalmente dentro do binário de gênero. [ 5 ] O termo descreve um sistema no qual a sociedade divide as pessoas entre homem e mulher , e determina para elas papeis sociais de gênero , identidades de gênero e atributos. Papeis de gênero são um dos aspectos de um sistema de gêneros binários. Várias sociedades têm utilizado o binário de gênero para dividir e organizar as pessoas, apesar da forma como isto ocorre diferir entre as sociedades. [ carece de fontes ? ] Um aspecto universal dos binários de gênero é o de que as mulheres cisgêneras são as que gestam crianças. Binários de gênero existem como formas de estabelecer ordem, embora algumas pessoas, tais como Riki Wilchins , em GenderQueer: Voices from Beyond the Sexual Binary argumentam que os binários de gênero dividem e polarizam a sociedade. Certas religiões notávies são frequentemente utilizadas como autoridades para a justificação e descrição do binário de gênero. Exceções têm sempre existido ao binário de gênero na forma de identidades transgêneras específicas. Além da identificação biológica de indivíduos intersexo , elementos de ambos ou nenhum dos dois gêneros tem sido tomados por todas as pessoas, como as identidades dois-espíritos dos povos nativos dos Estados Unidos e as hijra na Índia . No ocidente contemporâneo, a transgeneridade quebra com o binário de gênero na forma de indivíduos não-binários e/ou genderqueer . Pessoas transexuais possuem um local único em relação ao binário de gênero porque em vários casos sua expressão de gênero transiciona de um lado para o outro do binário de gênero, mas ainda conforma dentro do binário de gênero propriamente dito. Índice 1 Limitações 2 Ver também 3 Referências 4 Ligações externas Limitações [ editar | editar código-fonte ] Vários acadêmicos tem contestado a existência de um binário de gênero claramente definido. Há um número crescente de pesquisa que ilustra que a evidência para as duas categorias distintas de homem e mulher é problemática e que é uma profecia que termina em si mesma. Por exemplo, Judith Lorber explica o problema em falhar em questionar a divisão das pessoas nestes dois grupos 'mesmo que se encontrem mais diferenças significativas dentro do próprio grupo do que diferenças entre os dois grupos.' [ 6 ] Lorber argumenta que isso corrobora com o fato de que o binário de gênero é bastante arbitrário, e leva a falsas expectativas para ambos os gêneros. Há, em substituição a este problema, apoio crescente para a possibilidade de se utilizar categorias adicionais que comparem as pessoas sem 'presunções sobre quem se parece com quem'. [ 6 ] Ao permitir uma visão mais fluida do gênero, as pessoas poderão melhor se identificar como preferirem, e a pesquisa acadêmica encontrará diferentes similaridades e diferenças. Um outro problema com o binário de gênero é a insistência em que homens são masculinos e mulheres são femininas. Isto reduz as opções para que as pessoas ajam fora de seus papeis sociais de gênero sem caírem no escrutínio das outras. Ademais, homem e mulher não necessariamente traduzem-se como masculino e feminino já que estes termos estão carregados com significados que atendem a interesses 'politicamente contextualizados e construídos', não sendo categorias mutualmente exclusivas. [ 7 ] Portanto, a asserção da feminilidade aplicando-se somente às mulheres e da masculinidade somente aos homens é fundamentalmente falha. É importante distinguir feminilidade e masculinidade como descrições para comportamentos e atitudes, sem amarrá-las diretamente aos gêneros masculino e feminino. Ao empregar masculino e feminino como adjetivos, eles são ferramentas úteis para entender as ações humanas. [ 8 ] Descrições de gêneros possuem usos, mas ao conectá-los a gêneros específicos, eles se tornam termos opressivos que permitem discriminação continuada. Ver também [ editar | editar código-fonte ] Androginia Feminismo Transfeminismo Genderqueer Transgênero Transexualidade Papel social de gênero Transfobia Referências ↑ Marjorie Garber (25 de novembro de 1997). Vested Interests: Cross-dressing and Cultural Anxiety . [S.l.]: Psychology Press. pp. 2, 10, 14–16, 47. ISBN 978-0-415-91951-7 . Consultado em 18 de setembro de 2012 ↑ Claudia Card (1994). Adventures in Lesbian Philosophy . [S.l.]: Indiana University Press. p. 127. ISBN 978-0-253-20899-6 . Consultado em 18 de setembro de 2012 ↑ Rosenblum, Darren (2000). « ' Trapped' in Sing-Sing: Transgendered Prisoners Caught in the Gender Binarism» . Michigan Journal of Gender & Law . 6 . Consultado em 18 de setembro de 2012 ↑ Medrado, Benedito. Jorge Lyra (2008). «Por uma matriz feminista de gênero para os estudos sobre homens e masculinidades» . Estudos Feministas . 16 (3). ISSN 0104-026X . Consultado em 21 de julho de 2013 A referência emprega parâmetros obsoletos |mes= ( ajuda ) ↑ Theberge, Nancy. ''It’s Part of the Game’: Physicality and the Production of ender in Women’s Hockey.” In The Gendered Society Reader, edited by Michael S. Kimmel, Amy Aronson, and Amy Kaler, 73-80. Toronto, ON: Oxford University Press, 2011. ↑ a b Lorber, Judith. 'Believing is Seeing: Biology as Ideology.' In The Gendered Society Reader, edited by Michael S. Kimmel, Amy Aronson, and Amy Kaler, 11-18. Toronto, ON: Oxford University Press, 2011. ↑ Johnson, Allan. The Gender Knot: Unraveling Our Patriarchal Legacy. Philadelphia, PA: Temple University Press, 2005. ↑ Beckwith, Karen. 'A Common Language of Gender.' Politics and Gender 1(1) (2005):128-137. Accessed May 8, 2013, doi:10.1017/S1743923X05211017. Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] GenderQueer: Voices from Beyond the Sexual Binary (Alyson), ( Joan Nestle , Clair Howell Co-Editors) 2002 ISBN 1-55583-730-1 «Pregnant males and pseudopenises: complex sex in the animal kingdom» . Ars Technica Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Binário_de_gênero&oldid=49270668 ' Categorias : Transgeneridade Estudos de gênero Discriminação Categorias ocultas: !Páginas que usam referências com parâmetros depreciadas !Artigos que carecem de notas de rodapé desde abril de 2017 !Páginas que usam links mágicos ISBN Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Català English Esperanto Español فارسی Français עברית Italiano 한국어 Latviešu Nederlands Русский اردو 中文 Bân-lâm-gú Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 16h57min de 11 de julho de 2017. 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Dia das Mães - CidadeVerde.com Facebook Twitter Instagram Youtube Google Plus Whatsapp Feed Menu Geral Busca Política Entretenimento Geral Esporte Vídeos Economia Cidades Viver Bem Destaques TV/Rádio Menu Local Início Fale com o colunista Mães que rompem barreiras e criam filhos com liberdade das cores 08/05/16, 08:26 Fernanda, Daniela, Romana e Amanda educam os filhos livres de esteriótipos em busca de uma sociedade com menos preconceitos Criadas em uma sociedade considerada patriarcal, tradicional e heteronormativa, mães piauienses decidiram romper com esse tripé e optaram por educar os filhos com a liberdade das cores e mais flexível na questão de gênero. Essas mães desconstruíram os próprios preconceitos alegando que os próprios filhos aprendessem, desde a primeira infância, as diferenças para viver em uma sociedade mais igualitária e com menos violência. Hoje, no Dia das Mães, o Cidadeverde.com conta a história de algumas mulheres que, ao viver a maternidade, descobriram que o amor incondicional pelos filhos as fariam enfrentar as práticas preoconceituosas de alguns para que eles tivessem a liberdade de ser apenas crianças e, quando jovens e adultos, pudessem viver, por exemplo, a própria identidade de gênero e, consequentemente, respeitar as das demais pessoas. Não somente com relação a identidade de gênero, mas conviver com toda e qualquer diferença - seja ela religiosa, étnica, de classe social ou orientação sexual. No Especial, Fernanda, Romana, Daniela, Amanda e M* (que pediu para não ser identificada) buscam uma educação livre de estereótipos e o rompimento de uma sociedade que, culturalmente, repassou por gerações que o sexo masculino e feminino está ligado, respectivamente, aos gêneros masculino e feminino. Para elas, a sociedade deveria considerar a educação sem a distinção de gênero normal, mas, infelizmente, recebem olhares atravessados e, muitas vezes, são alvos de piadas preconceituosas. Elas defendem que é preciso reconstruir o hoje sem diferenciar objetos e atividades como “de menina” e “de menino” para um futuro melhor. Daniela e Manuela Daniela e Manuela Uma gravidez não planejada trouxe a Manuela para os braços da Daniela. Hoje, aos 5 anos de idade, Manu é ensinada a aceitar as diferenças e possui uma criação, a todo instante, desde a orientação sexual das pessoas ao desenrolar político do país, baseada no diálogo aberto com a mãe. Manu gosta de karaté e balé, brinca de bola e boneca, usa roupas da seção feminina e masculina, tudo com muita naturalidade. Para Daniela, a infância é a fase dos porquês, principalmente aos 5 anos de idade. Por isso, é momento ideal para que a criança comece a entender com clareza que a sociedade é plural. “Eu tento fazer da Manuela uma pessoa sábia para um mundo que não é fácil, pois ele é cheio de preconceitos. Eu luto é pelo caráter dela, não para firmar uma orientação sexual, por exemplo. Eu ensino pra que ela não trate ninguém com diferença, que somos todos iguais, que cada um tem seu tempo de se autoconhecer. Que ela também pode vir considerada ‘uma pessoa diferente’. Talvez isso ainda só não despertou”, pontua Daniela, de 31 anos. Amanda e a filha caçula, Paty Amanda e Paty/Sophia/Victoria Aos 37 anos, Amanda segue a vida de mãos dadas com as três filhas: Victoria, Sophia e Paty. Elas têm, respectivamente, 15, 7 e 5 anos de idade. três meninas que já possuem personalidades próprias: uma mais tímida, outra mais extrovertida – uma completando a outra. Para Amanda, é preciso lutar todos os dias para que as filhas, principalmente Paty, por ser uma criança trans, sejam felizes, pois, afinal, a alegria delas é que a faz sorrir também. “Minhas filhas são carinhosas, educadas, felizes e caridosas”, afirma Amanda, acrescentando que todas são educadas para superarem as barreiras do preconceito. O Especial trouxe uma matéria exclusiva com Amanda. reveja aqui. M* e S* M* e S* M* é uma mãe, de que, por receio de familiares, no momento, preferiu o anonimato dela e do filho, de 2 anos. Motivo: M* decidiu que o filho desde cedo teria noção do mundo real, esse que durante toda a sua infância foi “escondido”. O filho, desde os primeiros processos educativos, seria educado a não reproduzir práticas machistas e preconceituosas. “Assim, desde que ele nasceu, utilizo materiais lúdicos para discutir esses temas, são livros infantis, brinquedos, elementos que possam auxilia-lo a crescer de modo mais livre e consciente das diferenças e do respeito que se deve a todas elas. Dentro dessa perspectiva, quando ele ainda tinha cerca de 1 ano e meio de idade junto com os brinquedos tradicionais de menino como carros e bolas eu adquiri bonecas e bonecos, vassourinhas, rodos de brinquedo, panelas. Minha intenção, quando coloco esses elementos para que ele interaja, é que ele cresça tendo entendimento que os papeis sociais definidos para homens e mulheres são construções sociais, e não determinantes naturais. Homens e mulheres são responsáveis por seus filhos, todos são responsáveis pela limpeza do ambiente em que convivem e por aí vai, o quanto antes as crianças tiverem consciência disso, muito antes as mesmas se sentirão responsáveis por essas atividades”. Romana e as filhas Ava e Malu Romana e Ava e Malu Na casa delas “não tem isso de coisa de menino e coisa de menina”. A jornalista Romana Naruna acredita que já na primeira infância as crianças começam a formar uma identidade. Os gostos são percebidos nos pequenos detalhes como na escola de uma roupa. Por isso, fez da aquarela o enxoval da Malu e da Ava para apresentar, desde cedo, que a sociedade é colorida, plural e rica em diversidade sem precisar diferenciar objetos, cores e situações por gênero. “A Malu tanto tem bonecas como carrinhos, bolas, legos. Não definimos nada por gênero, até porque não faz o menor sentido. O máximo de divisão que há aqui em casa é entre coisas de bebês, de crianças e de adultos. Tentamos sempre ampliar a visão quando ela vem da creche com algum pré-conceito ou ideia formada nessa questão dos gêneros. Acho que o mais difícil é isso, impedir que os estereótipos vindos de fora se tornem mais fortes do que a desconstrução que tentamos fazer”. A história da Romana com as filhas também foi destaque no Especial Dia das Mães. A matéria completa está disponível neste link. Fernanda e Nícolas Fernanda e Nícolas A história da mãe do Nícolas, a assistente social Fernanda Costa, também foi destaque no Especial Dia das Mães. Durante a conversa com o Cidadeverde.com, Fernanda, de 26 anos, defende que as crianças precisar ser livres para escolher roupas, atividades e comportamentos que mais lhe despertem afinidade. Ela disse ainda que o filho é educado para ajudar nos afazeres domésticos de acordo com a idade, além de brincar com carros, bonecas e utensílios cor de rosa. Conheça mais sobre a história dos dois aqui. Na reportagem, Fernanda também destacou que os adultos precisam deixar de sexualizar a infância ao relacionar objetos e atividades com a sexualidade de uma criança. Todos os dias, essas mães, mesmo sem se conhecerem, lutam por uma sociedade mais justa, digna e sem discriminação para os seus filhos – e de todas as outras mães. Elas lutam por uma infância livre de opressões baseadas em gênero e sexualidade. Elas pedem por respeito às diferenças, pela alegria das brincadeiras e dos sorrisos inocentes de cada criança. “Deixemos nossas crianças sermos quem elas são, deixemos livres para escolher cores, sabores e afetos. Nosso papel como mães é de orientar nossas crianças para que cresçam no caminho do bem, para que respeitem todas as formas de ser gente, que estejam comprometidas com a transformação dessa sociedade em outra sociedade, mais digna e mais justa”, declara Fernanda, mãe do Nícolas. Carlienne Carpaso carliene@cidadeverde.com Mãe de filha trans fala da dor e das alegrias: 'não vamos agredir, vamos trabalhar para ter respeito' 08/05/16, 08:24 “Eu era uma menina. Aí, veio uma fadinha e me transformou em um menino”, disse Paty*, 5 anos, para a mãe, a autônoma Amanda, quando tinha apenas um ano e meio de idade. Hoje, Paty é a caçula da família e corrige a todos que a chamarem pelo nome masculino: “oi, quem é esse?”, conta a mãe, sorrindo, em entrevista especial ao Cidadeverde.com para o “Dia das Mães”. Depois de noites sem dormir, crises de choro e negar para si mesmo a identidade de gênero da filha, Amanda decidiu pensar e agir unicamente como mãe e lutar pela felicidade da Paty, rompendo estereótipos e enfrentando os preconceitos. Antes de iniciar o processo de mudança no guarda-roupa e nos brinquedos, um ato repentino da Paty assustou Amanda. Desde então, ela deixou de ter duas meninas e um menino para ser mãe de três meninas: Victoria, Sophia e Paty. “Paty sempre se referiu a ela como menina, e eu não entedia. Pensava que ela estava errando, mas, na cabeça dela, nós que estávamos errados. Eu falava: ‘você está lindo hoje’. e ela me corrigia: ‘linda’ eu dizia: ‘você é o príncipe da mamãe’, e ela retornava com: ‘princesa da mamãe’. Eu cheguei a pensar que ela era gay. Então, vamos trabalhar para respeitar. não vamos agredir e punir. Só depois, assistindo a um documentário, pesquisando sobre o tema, que cheguei à conclusão que minha filha era uma criança trans. Depois de um tempo, eu mesma só a enxergava como menina. Não tinha nada considerado pela sociedade de menino ali”, relatou Amanda. Brincalhona, carinhosa, educada e super animada, Patty hoje é o oposto do que era antes, quando precisava usar roupas e agir de acordo com os padrões do gênero masculino, que são impostos cul turalmente pela sociedade a partir das normas heteronormativas relacionando o gênero com o sexo biológico. Exemplo disso foi o que Amanda fez ao receber a notícia que teria “o primeiro filho homem”: comprou todo o enxoval na cor azul já que, tradicionalmente, a cor rosa é para menina. Ao recordar, Amanda brinca: “eu ficava falando: ‘agora vou ter algum pra fazer brincadeiras bem brutas, jogar videogame, correr’. e isso não aconteceu”. “Aqui em casa não temos mais essa relação de gênero com os brinquedos. Aqui tudo é brinquedo. No início da transição, que foi feita aos pouquinhos, eu também comecei a ter noção de que roupa precisa ser algo indefinido, não ter gênero. Teve uma eleição que não consegui votar porque ela só queria ir se fosse de vestido. Eu chorava tanto com medo de sair e ela ser maltratada. Tudo foi dolorido. Um dia, a vesti de vestido e fui para uma festa de família porque as pessoas precisam respeitar que Paty era uma menina”, desabafa a mãe. Durante a entrevista, Paty acrescentou que não apenas gosta de vestido como a sua cor preferida é o roxo. Decidida não somente pelo estilo de roupa e o mundo das cores, Paty já pensa no futuro. “Eu vou ser costureira, arquiteta, modelo e professora. Pra ser tudo isso eu vou precisar de dinheiro, então vou vender bolinhos de caramelo”, disse, correndo de um lado para o outro da casa. Ao ouvir a irmã, Sophia lembrou que ela também é a mais bagunceira da casa e que adora brincar de bonecas. Carta para Firmino Filho: “Precisamos conversar sobre a Paty'. Amanda relatou ao Cidadeverde.com que Paty foi rejeitada por inúmeras escolas particulares em Teresina por, simplesmente, ser e defender o que a filha é: uma menina. As discriminações ocorreram disfarçadamente e, após inúmeros nãos, Amanda pediu ajuda ao Ministério Público e transferiu Paty para a rede municipal de ensino. Neste ano, com a filha matriculada em uma escola pública, com todo material escolar com o nome social, sendo respeitada e educada com profissionais qualificados, veio a decisão do projeto de Lei N° 20/2016, de autoria da vereadora Cida Santiago, que proíbe o debate sobre as questões de gênero nas escolas de educação básica da rede municipal. O PL, que passou por dois processos de votação, foi arquivado na última quinta-feira (5). Dos 29 vereadores da Casa, 24 votaram a matéria, que teve 12 votos a favor e 12 contra. Então o presidente da Casa, vereador Luiz Lobão (PMDB), deu o voto de minerva, optando pela não aprovação. Para Amanda, o arquivamento não foi uma vitória em si, pois os que votaram contra alegaram inconstitucionalidade da matéria. não pelo fato do conteúdo discriminatório que o PL indicava . 'Os vereadores não queriam se comprometer com o assunto tanto que muitos que votaram à favor do arquivamento apoiavam o PL. Acredito que eles serão mais detalhista e que um novo projeto, com outra cara, irá surgir', ressalta. Amanda chegou a fazer uma carta pedindo que o então prefeito de Teresina, Firmino Filho, vetasse o PL. Nas escolas anteriores, a mãe disse que não era respeitada a identidade de gênero da criança. “Faziam a Paty escrever o nome de menininho. Na chamada, que a professora poderia contornar e chamar o nome social, mas não, ela chamava o masculino. A Paty sentia tudo isso. Ela já não queria mais estudar. Quando soube do PL, não consegui dormir”. A seguir, segue trecho da carta. “Senhor Prefeito, a questão de gênero é uma realidade na rede pública Municipal, a Paty é a prova disso. Por isso, venho através desta pedir o veto da lei que veda a distribuição, exposição e divulgação de material didático contendo manifestações de gênero nos estabelecimentos de ensino da rede pública Municipal, pois é contraditório existir leis de inclusão de pessoas LGBT e não poder falar sobre elas. Onde fica a orientação do MEC para trabalhar com temas transversais? O que será das outras crianças como a Paty? Como a administração municipal pretende fazer a inclusão nestes casos? O senhor já parou para pensar que crianças também sofrem homofobia e transfobia? Com discussões tão avançadas sobre o tema, por que sancionar essa lei que atrasa o desenvolvimento da sociedade? Pois não falar no assunto não vai fazer as Patys, as Lauras, as Milenas e os Vitos desaparecerem da sociedade”. Amanda diz que a carta foi um pedido de diálogo para que respeitem a diversidade, que o prefeito – assim como toda a sociedade - lute contra todas as discriminações de gênero desde a infância. “As pessoas acham que criança não tem querer. Não é que a gente tenha que fazer todos os gostos. Não é uma questão de ideologia. É respeitar a criança enquanto ser humano. É deixar a criança ser feliz”. *Nome foi substituído para preservar a identidade da criança Carlienne Carpaso carliene@cidadeverde.com Mães que educam filhos livres de estereótipos 04/05/16, 10:10 Mães em busca de uma sociedade que respeite as diferenças desde a infância. Na semana que antecede o Dia das Mães, o Cidadeverde.com conversou com mulheres que, no dia a dia da maternidade, decidiram educar os filhos com a liberdade das cores, atividades e objetos apropriados para cada idade independente de gênero e sem sexualizar a infância. Elas buscam uma educação livre de estereótipos e o rompimento de uma sociedade que, culturalmente, repassou por gerações que o sexo masculino e feminino está ligado, unicamente, aos gêneros masculino e feminino. E, como consequência dessa criação secular, são atividades e objetos separados para cada um deles: meninos nascem meninos e vivem como meninos – jogando futebol, usando azul e brincando de carrinhos, já as meninas nascem meninas e vivem como meninas brincando de bonecas, casinha e usando rosa. Para elas, é preciso dialogar com os filhos para que haja respeito não somente pela própria identidade de gênero e das demais pessoas, mas também para toda e qualquer diferença - seja ela religiosa, étnica, de classe social ou orientação sexual, por exemplo. As mães entrevistadas para o Especial Dia das Mães - que durante toda essa semana publicou matérias relacionadas ao tema - acreditam que, com essa maneira de criação, as crianças desde cedo aprenderam a conviver com as diferenças e, por isso, a intolerância não irá aumentar os casos de violência, discriminação e mortes. Para que os filhos não façam parte desse índice de criminalidade. Fernanda e Nícolas Fernanda Costa tem 26 anos e é mãe do Nicolas, de 6 anos. Para ela, as crianças são livres para escolher roupas, atividades e comportamentos que mais lhe despertem afinidade. Fernanda, que é assistente social, após ter contato com inúmeros casos de violência doméstica em que o homem sentiam-se “donos” das mulheres ao ponto de agredi-las, decidiu mudar a criação do filho. “Queria que meu filho pensasse diferente, que ele vivenciasse uma vida doméstica em que homens e mulheres dividem as atividades. Ele arruma o próprio quarto, usa a vassoura, brinca de boneca, tem brinquedos e outros utensílios cor de rosa, e não vê problema nisso. Ele sabe que brincar de carro ou de boneca é a mesma coisa, e que todos os brinquedos podem ser usados por todas as crianças. Certamente, isso o fará crescer uma pessoa melhor, por entender que não há papéis sociais predeterminados no gênero e que todas as tarefas podem ser exercidas por homens e mulheres. Meu filho recebe uma educação que respeite todas as formas de ser e estar no mundo”. Fernanda também destaca que é importante a sociedade deixar de sexualizar a infância. Por exemplo, classificar a sexualidade de uma criança só porque ela usa determinada cor ou brinque com algum objeto considerado socialmente como sendo do sexo biológico oposto. “É preciso deixar claro que proporcionar uma educação livre de conceitos de gênero para uma criança em nada tem a ver com determinar a sua orientação sexual, tem a ver com criar seres humanos para uma cultura de paz e respeito entre as pessoas. Se fossemos todos criados em ambientes livres de imposições de gênero, seriamos uma sociedade sem machismo, homofobia e afins”. Carlienne Carpaso carliene@cidadeverde.com Mães e estilistas flertam com moda unissex e minimizam a diferença de gênero 03/05/16, 10:10 Um dos grandes momentos de uma gravidez é a tão esperada revelação pelo sexo biológico da criança: “será se é menino ou menina”? E, logo que revelado pela ultrassonagrafia, o enxoval começa a ser organizado, principalmente, na clássica combinação de produtos na cor azul para meninos e na cor rosa para meninas. Aos 26 anos, a jornalista Romana Naruna é mãe da Malu, que tem dois anos, e da recém-nascida, Ava. Romana acredita que as crianças precisam ser livres e, se for para começar pela cor da roupa, que seja. Por isso, uma mistura de cores tomou de conta dos enxovais: rosa, azul, verde, amarela. a aquarela inteira invadiu o guarda-roupa das pequenas peças de roupa. “Os estereótipos de gênero que criamos quando eles ainda nem saíram do útero são, a meu ver, aprisionadores. Eu só queria (e quero) que a Malu, minha primeira filha, fosse quem ela quisesse ser. Lembro que uma vez fui com ela a uma consulta e estava toda vestida de azul escuro, não devia ter mais que 2 meses. Uma senhora viu e comentou: aah, que lindo! Tem mesmo carinha de menino. Enfim. A Ava nasceu a menos de 2 semanas, mas usamos a mesma lógica com ela”. Em entrevista ao Cidadeverde.com para o Especial Dia das Mães, Romana revelou que, normalmente, compra as roupas da Malu na seção de “meninos” sem qualquer constrangimento: o importante é o conforto que a peça traz, além de respeitar, desde a infância, os gostos da criança desde a primeira infância. “A Malu já vai desenvolvendo os seus próprios gostos em relação ao que vestir. Eu respeito porque acredito que faz parte da formação da identidade dela. Então, ao mesmo tempo em que opta por uma camiseta vista como de 'menininha' também tem um pijama favorito de dinossauro, que foi comprado na seção masculina da loja. Nunca dizemos para ela que não pode fazer ou vestir algo porque é menina”, afirmou a jornalista. Romana defende que os adultos precisam deixar as crianças serem, simplesmente, crianças, e não mini adultos. “Elas nascem despidas de todas essas barreiras sociais que temos, encaram o mundo com simplicidade. Nós é que complicamos. Quando falamos em rompimento, creio que muita gente fica de cabelo em pé, imaginando o apocalipse, mas é tão mais simples. A verdade é que precisamos ser reeducados para educá-las. Eu tento me reciclar todo santo dia para deixar com elas esse legado. O mundo mais livre começa dentro de casa e ainda estamos aqui no início da caminhada”. Meninas furam orelhas, meninos não! Durante a entrevista, outro detalhe que chamou a atenção foi o fato da Malu e Ava não terem as orelhas furadas. Afinal, meninas já saem da maternidade e, por vezes, da sala do parto – seja normal ou cesárea – com brincos na orelha. “A questão do furo nas orelhas nunca tinha me chamado a atenção até que fiquei grávida. Ganhei dois pares de brincos para por nela (Malu)”. José, o pai das crianças, que estranhou o presente e Romana chegou a ficar chateada, pois, até então, era normal furar as orelhas já nas primeiras horas de vida. “Ele me perguntou: Mas pra quê? Qual a necessidade? E eu realmente comecei a pensar: pra quê? Os brincos eram um mero adorno, mas com um peso doloroso já, uma ‘marcação’ do que é nascer menina. Dizem que não dói, que é lindo e tal, mas a verdade e que dói sim. Dói ser definida por um enfeite sem ter assim escolhido. Então optamos por não furar a orelha de nenhuma das duas. Será escolha delas quando tiverem crescida”. Roupas são apenas roupas Para o designer, stylist e produtor de moda, Rafael López, a atitude de caracterizar a relação entre gênero e vestuário - meninos usam objetos na cor azul e meninas a cor rosa - ocorre desde a infância. E, pensando em romper com isso, muitas mães e profissionais da moda iniciaram a adoção da roupa sem gênero, ou seja, meninos e meninas com a liberdade de usar qualquer peça nas mais diferentes cores e formatos porque, em regra, são apenas roupas. Já a relação entre gênero e cores associado à orientação sexual, López , faz com que meninos rejeitem os objetos na cor rosa porque é do universo feminino, afinal, os adultos já induziram uma simples cor à orientação sexual de uma criança. O machismo e a homofobia vêm sendo praticado desde o berço, enfatiza o desingner. O desrespeito à diversidade sexual e a identidade de gênero também. “O vestuário não tem sexo ou gênero”, defende Rafael, que irá investir no conceito de moda ‘agênero’ e lançará uma marca que não se prende aos modelos de masculino e feminino porque, desde criança, ele sentia vontade de usar “roupas de mulheres”, mas não se sentia à vontade porque sempre era repreendido ao ser flagrado usando as roupas da mãe. Ele somente incorporou o “guarda-roupa feminino” ao entrar na universidade quando passou a estudar Moda. “A minha marca trabalha o produto sem gênero, que está disponível para todas as pessoas. Antes, não falava sobre isso por não ser obrigação dizer se a roupa é para menina ou para menino, mas percebi o quanto é importante para ser mais uma voz no meio desse discurso heteronormativo”, diz, acrescentando que recebe muitos olhares curiosos de crianças ao andar pelas roupas usando barba, batom e saia. Rafael já vivenciou momentos de discriminação por parte dos adultos pelo modo de se vestir já que as pessoas encontram no produtor a mistura dos dois universos. Novos consumidores Na década de 20, a estilista Coco Chanel – com muita ousadia para a época - criou roupas para mulheres a partir das peças masculinas, como a calça pantalona e a camiseta bretão. Desde então, a moda tem se direcionado cada dia mais para um universo sem gênero. A expectativa é que a “moda agênero” seja incorporada pelos consumidores dessa nova geração, que vê o vestuário como uma liberdade de ser e vestir o que traz conforto, independente de qual seção esteja inserido em uma loja. Em 2016, Jaden Smith, 17 anos, filho do ator Will Smith, usou roupas consideradas do universo feminino na campanha de verão 2016 da grife Louis Vuitton. A Gucci, por exemplo, no desfile masculino do inverno 2016, vestiu homens e mulheres com o mesmo estilo de roupas. Outras marcas também estão rompendo os estereótipos sobre as formas tradicionais de gênero, esse movimento também vem sendo chamado, por muitos, de gender-bender (além-gênero, em tradução livre). Dentre elas, Prada e Giorgio Armani. Para Rafael Lòpez, se desde a infância houvesse a liberdade e o conforto das crianças usarem as peças que visual e psicologicamente lhe fazem bem, as pessoas trans, por exemplo, não seriam agredidas pelas ruas. Além disso, elas não precisariam esperar até a fase adulta, por exemplo, para lutar pelo direito de usar uma peça que está de acordo com a sua identidade de gênero. A moda sem gênero faz com que o guarda-roupa seja bastante variado e, praticamente, a regra é unanime entre mães e estilistas: o conforto. “Em Teresina, que é um lugar super quente, os homens deveriam ter a liberdade de usar saia porque é muito melhor para trabalhar no calor. Não é uma questão de ser trans ou não porque não existe saia pra quem. Existe saia pra todos. É apenas uma roupa”, ressalta, citando uma situação pessoal presenciada nos últimos dias. “Eu já estava sentado em um metro quando um casal evangélico sentou ao meu lado. O filho deles olhou pra mim: nossa um homem cabeludo, de barba, com maquiagem e roupa de mulher. Então, ele já sabia que barba era um ponto masculino, aparentemente na cabeça dela, mas maquiagem me saia era de menina. Ele consegue identificar isso. Então, da mesma forma que você ensina esse tipo de coisa para a criança, ele vai entender que saia e maquiagem não é apenas para menina. O momento certo de ensinar é na infância”, relatou Rafael. Carlienne Carpaso carliene@cidadeverde.com Simone de Beauvoir e Judith Butler: filósofas do gênero 03/05/16, 09:30 Em 1990, Judith Butler lançou o livro que seria um dos marco do feminismo e que influenciou os estudos de gênero e a teoria queer –nome dado ao amplo campo para o qual o gênero, sexo e orientação sexual são construções sociais, e não determinações biológicas. O livro 'Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade”, Judith defende que o gênero é uma produção social e é um ato intencional construído ao longo dos anos. De fora para dentro e de dentro para fora. Segundo ela, gênero não deve ser visto como um atributo fixo de uma pessoa, mas como uma variável fluída, apresentando diferentes configurações. Butler acredita que é preciso tratar os papéis homem-mulher ou feminino-masculino não como categorias fixas, mas constantemente mutáveis, fora do padrão voltado para a reprodução. A questão de gênero surgiu como importante reflexão para o feminismo. No fim dos anos 1940, a filósofa francesa Simone de Beauvoir afirmou que ninguém nasce mulher, mas torna-se mulher. Ao afirmar isso, ela contesta o pensamento determinista do final do século 19 que usava a biologia para explicar a inferiorização do sexo feminino e as desigualdades sociais entre os gêneros. Para a filósofa, o “ser mulher” é uma construção social e cultural. Para tornar-se homem ou mulher é preciso submeter-se a um processo que chamamos de socialização de gênero, baseado nas expectativas que a cultura de uma sociedade tem em relação a cada sexo. Assim, ao nascer, uma pessoa deve ter uma determinada conduta e seguir normas e comportamentos “aceitáveis” de acordo com seu gênero. Num passado recente, as mulheres não podiam estudar, votar ou trabalhar fora de casa. Deveriam exercer exclusivamente o papel da maternidade. Os homens também estão presos ao seu papel de masculinidade. Hoje ainda vivemos padrões de papeis femininos e masculinos diariamente. Se um bebê nasce menino, ganha presentes associados à cor azul. Se menina, rosa. Carrinhos para meninos, bonecas para meninas. Se o gênero constrói uma identidade do feminino e do masculino, ele pode prender homens e mulheres em papeis rígidos. No Brasil, o cartunista Laerte Coutinho surpreendeu ao aparecer vestido de mulher e assumir uma nova identidade de gênero – ou pós-gênero, como ele diz, já que ainda não consegue se enquadrar em outras opções. Em 2014, a Marvel anunciou que Thor, um dos seus personagens mais famosos, virá em versão mulher na próxima HQ. O personagem salvará uma mulher e herdará seus poderes. Pelo Twitter, o diretor-executivo da Marvel Digital, Ryan Penagos, esclareceu que ela realmente substituirá o atual deus do trovão. 'Ela não é a Mulher-Thor, Lady Thor, ou Thorita. Ela é o THOR', escreveu ele. Posts anteriores 1 2 » Busca Buscar Mais Recentes Mães que rompem barreiras e criam filhos com liberdade das cores Mãe de filha trans fala da dor e das alegrias: 'não vamos agredir, vamos trabalhar para ter respeito' Mães que educam filhos livres de estereótipos Mães e estilistas flertam com moda unissex e minimizam a diferença de gênero Simone de Beauvoir e Judith Butler: filósofas do gênero Discutir gênero na infância é o caminho para sociedade igualitária, afirmam especialistas Editorias Política Geral Entretenimento Esporte Economia Cidades Videos Destaques da TV/Rádio Colunas & Blogs Bicharada Blog Congresso das Cidades Blog das Cidades Carnaval 2016 Carnaval 2017 Carnaval 2018 Cia das Empresas Ciência Viva Cineas Santos Cláudia Brandão Coluna do Zózimo Corso de Teresina 2015 Corso de Teresina 2016 Corso de Teresina 2017 Corso de Teresina 2018 Dia das Mães Dia das Mães 2017 Diversidade Economia & Negócios Elivaldo Barbosa Elvira Raulino Fenelon Rocha Idas e Vindas Janelas em Rotação José Corsino Marcos Sávio Moda InSana Mulheres Admiráveis Na Esportiva Natal da Cidade 2016 Operação Mata Mosquito Péricles Mendel Previdência Rayldo Pereira Rita Prado Semanário Jurídico Suzane Jales Tudo de Moda Ubiracy Saboia Universo Acessível Vida Programas Aparecida - 300 anos de fé Automundo Cidade Verde Esporte Cidade Viva Corso 2018 Feito em Casa Jornal Cidade Verde Jornal do Piauí Notícia da Manhã Piauí Que Trabalha Retrospectiva Cidade Verde - 2017 Teresina Criativa Viva Piauí 2017 Hot Sites Especiais Cidade Verde Amarela Cidade Verde Juniors Cup Teresina nos Une Viva Piauí 2011 Viva Piauí 2012 Cidade Verde Olímpica Olimpiauí Blog Olimpiauí Natal da Cidade 2011 25 anos Teresina 163 anos Cidades Altos Bom Jesus Campo Maior Corrente Esperantina Floriano José de Freitas Luis Correia Oeiras Parnaiba Paulistana Pedro II Picos Pimenteiras Piracuruca Piripiri São João do Piauí São Raimundo Nonato Fale Conosco Rua Godofredo Freire, 1642 Bairro Monte Castelo CEP: 64000-100 Teresina - PI Tel: (86) 3131-1767 / 1001 / 1759 Celular: (86) 99950-0009 WhatsApp: (86) 99902-2937 redacao@cidadeverde.com Copyright 2018 - TV Cidade Verde - Site by Masavio



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  Archaeoceti – Wikipédia, a enciclopédia livre Archaeoceti Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Archaeoceti Basilosaurus Estado de conservação Extinta ( fóssil ) Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Cetacea Subordem : Archaeoceti Flower, 1833 Famílias Ver texto Arqueocetos , ou ' Baleias ancestrais ', são um grupo parafilético ... Flower, 1833 Famíla Pakicetidae Gingerich e Russell, 1990 Gênero Pakicetus Gingerich e Russell, 1981 Gênero Nalacetus Thewissen e Hussain, 1998 Gênero Ichthyolestes Dehm e Oettingen-Spilberg, 1958 Gênero Himalayacetus Bajpai e Gingerich, 1998 Família Ambulocetidae Thewissen, Madar e Hussain, 1996 Gênero Ambulocetus Thewissen, Hussain e Arif, 1994 Gênero Gandakasia Dehm e Oettingen-Spilberg, 1958 Família Remingtonocetidae Kumar e Sahni, 1986 Gênero Andrewsiphius Sahni e Mishra, 1975 Gênero CACHE

Archaeoceti – Wikipédia, a enciclopédia livre Archaeoceti Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Archaeoceti Basilosaurus Estado de conservação Extinta ( fóssil ) Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Cetacea Subordem : Archaeoceti Flower, 1833 Famílias Ver texto Arqueocetos , ou ' Baleias ancestrais ', são um grupo parafilético dos cetáceos também chamados de Autoceta ou Neoceti - os novos cetáceos. Outrora pensou-se que os Arqueocetos tinham evoluído dos mesoniquídeos , tendo em conta as suas características dentais. Entretanto, estudos genéticos recentes mostram que as primeiras baleias evoluíram dos artiodáctilos (talvez da família Hippopotamidae que inclui o moderno Hipopótamo ). Os ancestrais dos archaeoceti provavelmente divergiram dos artiodáctilos no Cretáceo ou no Paleoceno . A maioria dos Arqueocetos tinha membros posteriores diferentes dos cetáceos de hoje. O primeiro archaeoceti provavelmente foi terrestre. À medida que o Eoceno foi passando, os arqueocetos deixaram de ser terrestres para virarem animais aquáticos . No final do Eoceno já os basilosaurídeos tinham dado origem aos cetáceos modernos. Os Arqueocetos sobreviveram à grande extinção que se deu entre o Eoceno e o Oligoceno mas sofreram baixas no seu género Os últimos arqueocetos foram extintos no Oligoceno , mais provavelmente os basilossauros. Outra explicação são as mudanças climáticas. a medida que o Mioceno progrediu, o oceano se tornou mais frio. A causa da extinção foi provavelmente a combinação dos dois fatores. Taxonomia e Filogenia [ editar | editar código-fonte ] Baseada em Uhen (2003): Subordem Archaeoceti Flower, 1833 Famíla Pakicetidae Gingerich e Russell, 1990 Gênero Pakicetus Gingerich e Russell, 1981 Gênero Nalacetus Thewissen e Hussain, 1998 Gênero Ichthyolestes Dehm e Oettingen-Spilberg, 1958 Gênero Himalayacetus Bajpai e Gingerich, 1998 Família Ambulocetidae Thewissen, Madar e Hussain, 1996 Gênero Ambulocetus Thewissen, Hussain e Arif, 1994 Gênero Gandakasia Dehm e Oettingen-Spilberg, 1958 Família Remingtonocetidae Kumar e Sahni, 1986 Gênero Andrewsiphius Sahni e Mishra, 1975 Gênero Remingtonocetus Kumar e Sahni, 1986 Gênero Dalanistes Gingerich, Arif e Clyde, 1995 Gênero Attockicetus Thewissen e Hussain, 2000 Gênero Kutchicetus Bajpai e Thewissen, 2000 Família Protocetidae Stromer, 1908 Subfamília Protocetinae Stromer, 1908 Gênero Protocetus Fraas, 1904 Gênero Eocetus Fraas, 1904 Gênero Pappocetus Andrews, 1920 Gênero Babiacetus Trivedy e Satsangi, 1984 Gênero Takracetus Gingerich, Arif e Clyde, 1995 Gênero Georgiacetus Hulbert, Petkewich, Bishop, Bukry e Aleshire, 1998 Gênero Natchitochia Uhen, 1998 Subfamília Indocetinae Gingerich, Raza, Arif, Anwar e Zhou, 1993 Gênero Indocetus Sahni e Mishra, 1975 Gênero Rodhocetus Gingerich, Raza, Arif, Anwar e Zhou, 1994 Gênero Qaisracetus Gingerich,Ul-Haq, Khan e Zalmout, 2001 Familia Basilosauridae Cope, 1868 Subfamília Basilosaurinae Cope, 1868 Gênero Basilosaurus Harlan, 1834 Gênero Basiloterus Gingerich, Arif, Bhatti, Anwar e Sanders, 1997 Gênero Gaviacetus Gingerich, Arif e Clye, 1995 Subfamília Dorudontinae Miller, 1923 Gênero Dorudon Gibbes, 1845 Gênero Zygorhiza True, 1904 Gênero Saghacetus Gingerich, 1992 Gênero Cynthiacetus Uhen, 2005 Gênero Ancalecetus Gingerich e Uhen, 1996 Gênero Chrysocetus Uhen e Gingerich, 2001 Filogenia [ editar | editar código-fonte ] Cetartiodactyla |-- Cetacea | |-- Pakicetidae | `--+-- Ambulocetidae | `--+-- Remingtonocetidae | `-- Protocetidae | |-- Georgiacetus | `-- Basilosauridae | |-- Basilosaurus | `--+-- Dorudon | `-- Autoceta | |-- Odontoceti | | |-- Squalodontoidea | | | |-- Squalodontidae | | | `-- Rhabdosteidae | | `-- Physeteroidea | `-- Mysticeti `-- Artiodactyla Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Paleos-Archaeoceti Archaeoceti Fossil Whales Archaeoceti Archeocete Cetacean Palaeobiology [1] Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Archaeoceti&oldid=45850541 ' Categoria : Cetáceos Categoria oculta: !Imagem local diferente da no Wikidata Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Azərbaycanca Català English Español فارسی Suomi Français Galego עברית Hrvatski Magyar Bahasa Indonesia Italiano 日本語 한국어 Nederlands Polski Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Svenska Українська Tiếng Việt 中文 粵語 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 22h14min de 10 de junho de 2016. 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  Camelidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Abrir menu principal β Pesquisar Editar Ler noutra língua Camelidae Camelidae Dromedário Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Artiodactyla Subordem : Ruminantia Infraordem : Tylopoda Família : Camelidae Gray , 1821 Géneros Atuais Llama Vicugna Camelus Camelidae é uma família de mamíferos artiodáctilos ruminantes ... ) Camelus ( camelo e dromedário ) Classificação Editar Família Camelidae Gray, 1821 Gênero † Myotylopus Schlaikjer, 1935 (incerta sedis) Subfamília †Poebrodontinae J. A. Wilson, 1974 Gênero † Peoreodon Gênero † Hidrosotherium Wilson, 1974 Subfamília †Poebrotheriinae Cope, 1874 Gênero † Poebrotherium Leidy, 1847 Gênero † Paralabis McKenna, 1966 Gênero † Paratylopus Matthew, 1904 Gênero † Gentilicamelus Loomis, 1936 [= Gomphotherium ] Subfamília †Pseudolabidinae Simpson, 1945 Gênero † Pseudolabis Matthew CACHE

Camelidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Abrir menu principal β Pesquisar Editar Ler noutra língua Camelidae Camelidae Dromedário Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Artiodactyla Subordem : Ruminantia Infraordem : Tylopoda Família : Camelidae Gray , 1821 Géneros Atuais Llama Vicugna Camelus Camelidae é uma família de mamíferos artiodáctilos ruminantes (sub-ordem Tylopoda). Os camelídeos são animais exclusivamente herbívoros e de grandes dimensões. Esta família distingue-se dos restantes dos ruminantes por terem um aparelho digestivo constituído por três (em vez de quatro) câmaras. Outras características distintivas incluem o lábio superior fendido em duas partes independentes, um dente incisivo isolado na maxila superior e células sanguíneas eritrócitos de forma elíptica (em vez de circular). Os camelídeos estão distribuídos pela Ásia , África , América do Sul e Austrália . Llama ( lhama e guanaco ) Vicugna ( vicunha e alpaca ) Camelus ( camelo e dromedário ) Classificação Editar Família Camelidae Gray, 1821 Gênero † Myotylopus Schlaikjer, 1935 (incerta sedis) Subfamília †Poebrodontinae J. A. Wilson, 1974 Gênero † Peoreodon Gênero † Hidrosotherium Wilson, 1974 Subfamília †Poebrotheriinae Cope, 1874 Gênero † Poebrotherium Leidy, 1847 Gênero † Paralabis McKenna, 1966 Gênero † Paratylopus Matthew, 1904 Gênero † Gentilicamelus Loomis, 1936 [= Gomphotherium ] Subfamília †Pseudolabidinae Simpson, 1945 Gênero † Pseudolabis Matthew, 1904 Subfamília Camelinae (Gray, 1821) Zittel, 1893 Gênero † Dyseotylops Stock, 1935 (incerta sedis) Gênero † Nothotylopus Patton, 1969 (incerta sedis) Tribo †Protolabidini (Cope, 1884) Webb, 1965 Gênero † Tanymykter Honey e Taylor, 1978 Gênero † Michenia Frick e Taylor, 1971 Gênero † Protolabis Cope, 1876 Tribo Lamini Webb, 1965 Gênero † Hemiauchenia Gervais e Ameghino, 1880 Gênero † Pliauchenia Cope, 1875 Gênero † Alforjas Harrison, 1979 Gênero † Blancocamelus Dalquest, 1975 Gênero † Camelops Leidy, 1854 Gênero † Palaeolama Gervais, 1867 Gênero † Pleiolama Webb e Meachen, 2004 Gênero Lama G. Cuvier, 1800 Gênero Vicugna Lesson, 1842 Gênero † Eulamaops Ameghino, 1889 Tribo Camelini (Gray, 1821) Webb, 1965 Gênero † Procamelus Leidy, 1858 Gênero † Megatylopus Matthew e Cook, 1909 Gênero † Paracamelus Schlosser, 1903 Gênero Camelus Linnaeus, 1758 Gênero † Gigantocamelus Barbour e Schultz, 1939 Gênero † Titanotylops Barbour e Schultz, 1934 Gênero † Megacamelus Frick, 1929 Subfamília †Aepycamelinae Webb, 1965 Gênero † Oxydactylus Peterson, 1904 Gênero † Australocamelus Patton, 1969 Gênero † Aepycamelus MacDonald, 1956 Gênero † Priscocamelus Stevens, 1969 Gênero † Delahomeryx Stevens, 1969 Gênero † Hesperocamelus MacDonald, 1949 Gênero † Nothokemas White, 1940 Subfamília †Miolabinae Hay, 1902 Gênero † Capricamelus Whistler e Webb, 2005 Gênero † Miolabis Hay, 1899 Gênero † Paramiolabis Kelly, 1992 Subfamília †Stenomylinae Matthew et al., 1910 Gênero † Stenomylus Peterson, 1906 Gênero † Blickomylus Frick e Taylor, 1968 Gênero † Rakomylus Frick, 1937 Subfamília †Floridatragulinae Maglio, 1966 Gênero † Floridatragulus White, 1940 Gênero † Aguascalientia Stevens, 1977 Gênero † Cuyamacamelus Kelly, 1992 O Wikispecies tem informações sobre: Camelidae O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Camelidae Este artigo sobre artiodáctilos , integrado no Projeto Mamíferos é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Camelidae&oldid=51137188 ' Última edição a 28 de janeiro de 2018, às 15h14min Conteúdo disponibilizado nos termos da CC BY-SA 3.0 , salvo indicação em contrário. Privacidade Versão desktop



https://pt.wikipedia.org/wiki/Dinomyidae
  Dinomyidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Dinomyidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Dinomyidae Ocorrência: Mioceno Inferior - Recente Josephoartigasia monesi Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Rodentia Subordem : Hystricomorpha Família : Dinomyidae Peters , 1873 Gêneros Ver texto Dinomyidae é uma família de ... de roedores sul-americanos, quase que completamente extinta, restando apenas um gênero e uma espécie ... Dinomyidae Peters, 1873 Gênero † Pseudodiodomus Paula Couto, 1979 incertae sedis Gênero † Agnomys Kraglievich, 1940 incertae sedis Subfamília Eumegamyinae Kraglievich, 1926 Gênero † Doellomys Alvarez, 1947 Gênero † Gyriabrus Ameghino, 1891 Gênero † Briaromys Ameghino, 1889 Gênero † Tetrastylus Ameghino, 1886 Gênero † Phoberomys Kraglievich, 1926 Gênero † Colpostemma Ameghino, 1891 Gênero † Orthomys CACHE

Dinomyidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Dinomyidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Dinomyidae Ocorrência: Mioceno Inferior - Recente Josephoartigasia monesi Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Rodentia Subordem : Hystricomorpha Família : Dinomyidae Peters , 1873 Gêneros Ver texto Dinomyidae é uma família de roedores sul-americanos, quase que completamente extinta, restando apenas um gênero e uma espécie vivente, conhecida como Pacarana . Classificação [ editar | editar código-fonte ] Família Dinomyidae Peters, 1873 Gênero † Pseudodiodomus Paula Couto, 1979 incertae sedis Gênero † Agnomys Kraglievich, 1940 incertae sedis Subfamília Eumegamyinae Kraglievich, 1926 Gênero † Doellomys Alvarez, 1947 Gênero † Gyriabrus Ameghino, 1891 Gênero † Briaromys Ameghino, 1889 Gênero † Tetrastylus Ameghino, 1886 Gênero † Phoberomys Kraglievich, 1926 Gênero † Colpostemma Ameghino, 1891 Gênero † Orthomys Ameghino, 1881 Gênero † Eumegamys Kraglievich, 1926 Gênero † Pseudosigmomys Kraglievich, 1931 Gênero † Pentastylodon Alvarez, 1947 Gênero † Eumegamysops Alvarez, 1947 Gênero † Telicomys Kraglievich, 1926 Gênero † Perumys Kretzoi e Voros, 1989 Gênero † Josephoartigasia Mones, 2007 Subfamília Potamarchinae Kraglievich, 1926 Gênero † Scleromys Ameghino, 1887 Gênero † Olenopsis Ameghino, 1889 Gênero † Simplimus Ameghino, 1904 Gênero † Eusigmomys Ameghino, 1905 Gênero † Potamarchus Burmeister, 1885 Subfamília Dinomyinae Peters, 1873 Gênero Dinomys Peters, 1873 Gênero † Telodontomys Kraglievich, 1934 Referências [ editar | editar código-fonte ] WOODS, C. A.. KILPATRICK, C. W. Infraorder Hystricognathi . In: WILSON, D. E.. REEDER, D. M. (Eds.). Mammal Species of the World: A Taxonomic and Geographic Reference . 3. ed. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 2005. v. 2, p. 1538-1600. McKENNA, M. C.. BELL, S. K. Classification of Mammals: Above the Species Level . New York: Columbia University Press, 1997. p. 631. Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Animal Web Diversity - Dinomyidae (em inglês ) v • e Famílias viventes de Roedores Reino: Animalia Filo: Chordata Classe: Mammalia Infraclasse: Eutheria Superordem: Euarchontoglires Sciuromorpha Aplodontiidae Gliridae Sciuridae (Esquilos, marmotas, cães-da-pradaria) Castorimorpha Castoroidea Castoridae (Castores) Geomyoidea Geomyidae Heteromyidae Myomorpha Dipodoidea Dipodidae (Gerbils) Muroidea Platacanthomyidae Spalacidae (Ratos-toupeiras) Calomyscidae Nesomyidae Cricetidae (Hamsters) Muridae (Ratos e camundongos) Anomaluromorpha Anomaluridae Pedetidae Hystricomorpha Ctenodactylidae Diatomyidae Hystricidae (Porcos-espinhos do Velho Mundo) Phiomorpha Bathyergidae Petromuridae Thryonomyidae Caviomorpha (histricognatas do Novo Mundo) Erethizontidae (Porcos-espinhos do Novo Mundo) Caviidae Cuniculidae (Pacas) Dasyproctidae (Cutias) Dinomyidae (Pacarana) Capromyidae Ctenomyidae Echimyidae Myocastoridae (Ratão-do-banhado) Octodontidae Abrocomidae Chinchillidae (Chinchillas e viscachas) Este artigo sobre roedores , integrado ao WikiProjeto Mamíferos é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . v • e Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Dinomyidae&oldid=38715093 ' Categoria : Roedores Categorias ocultas: !Imagem local diferente da no Wikidata !Esboços sobre roedores Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Български Brezhoneg Català Čeština Deutsch English Español فارسی Suomi Français עברית Magyar Italiano 한국어 Nederlands Occitan Polski Русский Українська Tiếng Việt Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 15h23min de 21 de abril de 2014. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Abrir menu principal β Pesquisar Editar Ler noutra língua Pteropodidae (Redirecionado de Morcego-da-fruta ) Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ser removido ... Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo Harpyionycterini Miller, 1907 Gênero Harpyionycteris CACHE

Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Abrir menu principal β Pesquisar Editar Ler noutra língua Pteropodidae (Redirecionado de Morcego-da-fruta ) Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Pteropodidae Ocorrência: Oligoceno Médio - Recente Acerodon jubatus Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Infraclasse : Placentalia Ordem : Chiroptera Subordem : Megachiroptera Dobson , 1875 Família : Pteropodidae Gray , 1821 Géneros 42, ver texto O Wikispecies tem informações sobre: Pteropodidae Pteropodidae é uma família de morcegos . O grupo inclui 143 espécies de morcegos de grandes dimensões e hábitos alimentares frugívoros e nectarívoros. São conhecidos pelo nome genérico de morcego-da-fruta e são nativos das regiões tropicais da Ásia , África e Oceania . A família Pteropodidae é a única da subordem Megachiroptera . Índice Classificação Editar Sistemática tradicional Editar Tradicionalmente a família Pteropodidae é dividida em duas subfamílias: Pteropodinae e Macroglossinae. Subfamília Pteropodinae Gray, 1821 Tribo Pteropodini Gray, 1821 Subtribo Rousettina Andersen, 1912 Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo Harpyionycterini Miller, 1907 Gênero Harpyionycteris Thomas, 1896 Tribo Epomophorini Gray, 1866 Gênero Plerotes Andersen, 1910 Gênero Hypsignathus H. Allen, 1861 Gênero Epomops Gray, 1870 Gênero Epomophorus Bennett, 1836 Gênero Micropteropus Matschie, 1899 Gênero Nanonycteris Matschie, 1899 Gênero Casinycteris Thomas, 1910 Gênero Scotonycteris Matschie, 1894 Tribo Cynopterini Andersen, 1912 Subtribo Nyctimenina Miller, 1907 Gênero Paranyctimene Tate, 1942 Gênero Nyctimene Borkhausen, 1797 Subtribo Cynopterina Andersen, 1912 Gênero Cynopterus F. Cuvier, 1825 Gênero Megaerops Peters, 1865 Gênero Ptenochirus Peters, 1861 Gênero Dyacopterus Andersen, 1912 Gênero Chironax Andersen, 1912 Gênero Thoopterus Matschie, 1899 Gênero Sphaerias Miller, 1906 Gênero Balionycteris Matschie, 1899 Gênero Aethalops Thomas, 1923 Gênero Penthetor Andersen, 1912 Gênero Latidens Thonglongya, 1972 Gênero Alionycteris Kock, 1969 Gênero Otopteropus Kock, 1969 Gênero Haplonycteris Lawrence, 1939 Subfamília Macroglossinae Gray, 1821 Tribo Notopterini Andersen, 1912 Gênero Melonycteris Dobson, 1877 Gênero Notopteris Gray, 1859 Tribo Macroglossini Gray, 1821 Gênero Eonycteris Dobson, 1873 Gênero Macroglossus F. Cuvier, 1872 Gênero Megaloglossus Pagenstecher, 1885 Gênero Syconycteris Matschie, 1899 Sistemática alternativa Editar Família Pteropodidae Subfamília Nyctimeninae Subfamília Cynopterinae Subfamília Harpyionycterinae Subfamília Epomophorinae Subfamília Pteropodinae Referências Editar Este artigo sobre morcegos , integrado no Projeto Mamíferos é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pteropodidae&oldid=47019729 ' Última edição a 22 de outubro de 2016, às 17h01min Conteúdo disponibilizado nos termos da CC BY-SA 3.0 , salvo indicação em contrário. Privacidade Versão desktop



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  Transfeminismo – Wikipédia, a enciclopédia livre Transfeminismo Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Símbolo do transfeminismo . Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião ... livre. Ir para: navegação , pesquisa Símbolo do transfeminismo . Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História ... Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king ... de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo CACHE

Transfeminismo – Wikipédia, a enciclopédia livre Transfeminismo Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Símbolo do transfeminismo . Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Parte da série sobre o Feminismo História História das mulheres • História do feminismo • Cronologia do direito feminino • Primeira onda • Segunda onda • Terceira onda Sufrágio Sufrágio feminino • Cronologia • Sufrágio no Brasil • Sufrágio em Portugal Variações Amazona • Analítico • Anárquico • Ateísta • Cultural • Cibernético • Diferença • Ecológico • Estrutural • Global • Hip-hop • Igualdade • Individualista • Lésbico • Liberal • Lipstick • Marxista • Materialista • Maternal • Moderno • Mulherismo • Negro • Neofeminismo • Novo • Pós-colonial • Pró-sexo • Pró-vida • Radical • Separatista • Social • Socialista • Standpoint • Transfeminismo • Transnacional Vertentes religiosas Budista • Cristão • Divino feminino • Mórmon • Hindu • Islâmico • Reclaiming • Judaico Por país Brasil • China • Egito • França • Indonésia • Índia • Irã • Japão • Nepal • Nicarágua • Polônia • Portugal • Ucrânia • Reino Unido • Estados Unidos Conceitos Antifeminismo • Direitos da mulher • Efeitos na sociedade • Feminicídio • Feminismo e igualdade • Feminismo na cultura • Feminismo na rede • Girl power • Guerras sexuais feministas • Igualdade de género • Interseccionalidade • Lesbianismo político • Literatura feminina • Movimento feminista • Mitologia revisionista feminista • Olhar fixo • Pós-feminismo • Pró-feminismo • Viés de gênero da segunda geração • War on Women Teoria Crítica literária • Economia • Écriture féminine • Epistemologia • Estudos das mulheres Estudos de gênero • Estudos feministas • Ética • Filosofia • Ginocentrismo • Heteropatriarcado • Jurisprudência • Mainstreaming de gênero • Matriarcado • Movimento artístico • Neutralidade de gêneros • Patriarcado • Sexologia • Sociologia • Tealogia • Teologia • Teoria de cinema Teoria política • Visões sobre pornografia • Visões sobre trangeneridade e transsexualidade Aspectos culturais Ficção científica feminista • Mulheres na ficção especulativa • Mulheres guerreiras na cultura Portal Feminismo v • e Transfeminismo é uma corrente do feminismo voltada especialmente às questões da transgeneridade . O transfeminismo nasce da aplicação de conceitos transgêneros ao discurso feminista, e do discurso feminista sobre os conceitos da transgeneridade. e tem suas raízes no feminismo negro , trazendo como um de seus conceitos centrais a intersecionalidade . O transfeminismo , ou feminismo transgênero , é tanto como uma filosofia quanto como uma práxis acerca das identidades trans, que visa a transformação dos feminismos a partir de uma crítica fundamental à biologização do conceito de gênero , reconhecendo que confundir sexo biológico e gênero corresponde a somente considerar mulheres cisgênero como mulheres, e homens cisgênero como homens, excluindo assim mulheres e homens transgênero. [ 1 ] O transfeminismo é a aplicação dos discursos e dos pensamentos feministas para um discurso que inclua as pessoas trans. Significa também o estabelecimento do transfeminismo dentro do feminismo tradicional, com algumas questões específicas que se aplicam a pessoas trans ( transexuais , transgêneros e travestis ), mas com boa parte das questões podendo ser relevantes a todas as mulheres. Nas últimas décadas a ideia de que todas as mulheres passam por uma experiência comum tem sido criticada por mulheres negras, lésbicas e de baixa renda, citando apenas algumas. Mulheres trans estão questionando também o que significa ser uma mulher , e estão desafiando a ideia de gênero como um fato biológico . Insistem que suas experiências como mulheres sejam reconhecidas como parte da causa feminista. O transfeminismo engloba todos os grandes temas da terceira onda do feminismo . O transfeminismo não é apenas a fusão das questões trans no feminismo, é uma análise crítica da segunda onda do feminismo pela perspectiva da terceira onda . O transfeminismo critica as principais noções de masculinidade e argumenta que as mulheres precisam de direitos iguais. Como parte dos estudos de gênero, análises transfeministas tem proposto o entendimento das questões de gênero sem viéses biologizantes, que confundam a construção e o estabelecimento social das condições de vida de homens e mulheres com a sua constituição biológica. O transfeminismo é um conceito relativamente novo, ainda cercado de desinformações, mas que vem se desenvolvendo teoricamente a partir do trabalho de alguns pensadores e pesquisadores, e tem crescido e sendo assimilado ao discurso feminino oficial na medida em que mais e mais mulheres trans reivindicam e participam de atividades, grupos, eventos e encontros feministas. Índice 1 Princípios 2 Transfeminismo X Feminismos 2.1 Similaridades 3 Ver também 4 Referências 5 Ligações externas Princípios [ editar | editar código-fonte ] O transfeminismo não é uma forma de pensamento e de prática restrita à população trans, pode ser aplicada a todos os grupos e condições sociais, como um movimento intelectual e político, partindo de 4 (quatro) princípios básicos: desmantelar e redefinir a equiparação entre gênero e biologia. reiterar o caráter interacional das opressões. reconhecer a história de lutas das travestis e das mulheres transexuais e as experiências pessoais da população transgênero de forma geral. e validar as contribuições de quaisquer pessoas, transgênero ou cisgênero. [ 2 ] Transfeminismo X Feminismos [ editar | editar código-fonte ] De muitas formas o transfeminismo é similar a formas convencionais do feminismo. Muitas feministas aceitam mulheres trans no feminismo oficial. entretanto, o transfeminismo também tem suas oponentes, especialmente entre aquelas que defendem uma 'essência' de base biológica na natureza feminina, ou do 'ser mulher'. Similaridades [ editar | editar código-fonte ] Uma das similaridades do transfeminismo com as demais linhas do feminismo é a crença de que a mulher deve se libertar dos tradicionais papéis sociais de gênero . O transfeminismo oferece um novo sentido para gênero. A ideia de que a mulher não deve seguir tradicionais papéis sociais de gênero ocupa um importante papel no feminismo, e o transfeminismo apresenta um novo olhar para esta questão. Pessoas trans forçam a sociedade a questionar suas visões convencionais sobre sexo e gênero o que é exatamente o que as feministas estão tentando fazer. Feministas e transfeministas, juntas, estão lutando contra a ideia de que a biologia significa destino. Feministas designadas no nascimento como mulheres querem ser julgadas por seus méritos, não por gênero. Transfeministas queres ser julgadas da mesma forma, não pelo sexo com que nasceram, nem mesmo o sexo/gênero para o qual transicionaram, mas por seus méritos. A desordem de identidade de gênero é correntemente listada como uma diagnosticável desordem mental pela Associação Psiquiátrica Americana. Tanto transfeministas quanto tradicionais feministas muitas vezes concordam que tal desordem deve ser removida da lista. As transfeministas argumentam que possuir um gênero diferente não é apenas um 'direito trans' é um direito das mulheres também. Esta é outra similaridade entre os dois tipos de feminismo, mulheres são consideradas 'outro gênero' simplesmente porque não são homens, enquanto pessoas trans são consideradas 'outro gênero' porque não vêem a si mesmos como pertencendo ao gênero com que foram designadas ou designados. Enfim, o transfeminismo pode ser entendido não como uma proposta fora do feminismo, mas como mais uma das expressões dos feminismos contemporâneos, e por isso também é denominado como feminismo transgênero, um ferramenta útil de análise social e histórica dentro dos estudos e intervenções em gênero. Ver também [ editar | editar código-fonte ] Teoria queer Capitalismo rosa Intersecionalidade Heteropatriarcado Identidade de gênero Heteronormatividade Heterossexualidade obrigatória Cis-homonormatividade Referências ↑ Jesus, J. G. & Alves, H. (2010). Feminismo transgênero e movimentos de mulheres transexuais . Cronos, 11 , 2, 8-19. Disponível em http://www.periodicos.ufrn.br/index.php/cronos/article/view/2150/pdf . ↑ J G Jesus e L M Andrade. «Feminismo Transgênero ou Transfeminismo» . Consultado em 6 de dezembro de 2012 !CS1 manut: Usa parâmetro autores ( link ) Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Transfeminismo - Feminismo intersecional voltado às questões trans* v • e Lésbica , Gay , Bissexual , Transgênero ( LGBT ) Identidades sexuais e de gênero Lésbica · Gay · Bissexual · Travesti · Transexual · Transgênero · Queer · Intersexual · Assexual · Pansexual · Polisexual Orientação sexual Assexualidade · Homossexualidade · Bissexualidade · Pansexualidade · Polisexualidade · Não-heterossexual · Biologia e orientação sexual · Demografia · Escala de Kinsey · Grade de Klein História Cronologia · GLBT Historical Society · História do lesbianismo · Temas LGBT na mitologia · Homossexualidade na Grécia Antiga · Homossexualidade na Roma Antiga · Pederastia · Homossexuais na Alemanha Nazista · Museu da Homossexualidade · Movimentos sociais · Rebelião de Stonewall · Libertação gay · Anarco-queer · Socialismo e direitos gays Comunidade LGBT e cultura Sair do armário · Drag king · Drag queen · Bar gay · Bairro gay · Ícone gay · Urso · Orgulho · Parada LGBT · Chuca · Símbolos · Ficção slash · Femslash · Turismo · Temas LGBT na ficção especulativa · Queer Horror · Homossexualidade e vampiros Legislação e direitos Legislação sobre a homossexualidade no mundo ( África · América do Norte · América Central · América do Sul · Ásia · Europa · Oceania ) · Cronologia dos direitos LGBT · Adoção · Homoparentalidade · União civil · Casamento entre pessoas do mesmo sexo · Lei da sodomia · Serviço militar · Crime de ódio · Grupos pelos direitos LGBT · Aspecto legais da transgeneridade · Declaração da ONU (2008) · Nome social Atitudes da sociedade Dia do Orgulho Hétero · Estereótipos LGBT · Heteronormatividade · Heteropatriarcado · Homonacionalismo · Homossexualidade e religião · Oposição aos direitos LGBT · Papel social de gênero · Pinkwashing · Simpatizante LGBT · Homossocialização Preconceito · Violência Bifobia · Binarismo · Cissexismo · Heterossexismo · Homofobia · Lesbofobia · Monossexismo · Transfobia · Transmisoginia · Violência contra pessoas LGBT · Suicídio entre jovens LGBT · Retórica anti-LGBT Campo acadêmico e Discurso Antropologia e homossexualidade · Capitalismo rosa · Diversidade sexual · Estudos de gênero · Feminismo lésbico · Filmes LGBT · Homoerotismo · Conservadorismo LGBT · Literatura LGBT · Teoria queer · Transfeminismo Homossexualidade por região Homossexualidade na África · Homossexualidade na América do Norte · Homossexualidade na América Central · Homossexualidade no Caribe · Homossexualidade na América do Sul · Homossexualidade na Ásia · Homossexualidade na Europa · Homossexualidade na Oceania · Categoria:LGBT · Portal LGBT Portal do feminismo Portal LGBT Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Transfeminismo&oldid=50035935 ' Categorias : Correntes do feminismo Transgeneridade Intersecionalidade Categoria oculta: !CS1 manut: Usa parâmetro autores Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Català کوردی Zazaki Ελληνικά English Esperanto Español فارسی Français Galego עברית Magyar Italiano Nederlands Norsk Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Српски / srpski Türkçe Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 23h11min de 4 de outubro de 2017. 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Uma peculiaridade Origem: Wikilivros Portal:Piratas/Glossário: Termos Sobre Gênero , Sexualidade/Romanticidade, Feminismo, TW, Não-Monogamia, Preconceitos. multiplicidade de gênero . - Andrógine (identidade de gênero ): gênero relacionado com androginia, ou seja, gênero ambíguo. Um meio-termo entre os gêneros feminino Origem: Wikiversidade Dad Squarisi Dicas Valiosas, em Correio Braziliense, 21/01/2009 'Conhecer de antemão o gênero que se vai produzir é meio caminho para escrever bem. Funciona como forma Origem: Wikiquote Brasil piora em ranking mundial de desigualdade de gênero ranking elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, que analisa a desigualdade de gênero em 142 países. Houve piora em relação à pesquisa anterior, divulgada no Origem: Wikinotícias Ver (20 anteriores | 20 posteriores ) ( 20 | 50 | 100 | 250 | 500 ) Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/wiki/Especial:Pesquisar ' Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Página especial Variantes Vistas Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Ferramentas Carregar ficheiro Páginas especiais Versão para impressão Noutros idiomas Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Mahu – Wikipédia, a enciclopédia livre Mahu Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT ... : navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história ... Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas CACHE

Mahu – Wikipédia, a enciclopédia livre Mahu Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Nota: Se procura pela divindade africana, veja Mawu . Mahu na tradicional cultura havaiana são pessoas pertencentes ao terceiro gênero que figuram tradicionalmente na sociedade dos nativos do Havaí, similarmente aos fakaleiti de Tonga e os fa'afafine de Samoa . Este artigo sobre LGBT é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mahu&oldid=46766779 ' Categoria : Identidades transgênero Categorias ocultas: !Esboços menores que 1001 bytes !Esboços sobre LGBT !Navecaixas órfãs Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Afrikaans Zazaki English Español Français Galego Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 01h20min de 21 de setembro de 2016. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Cigarra – Wikipédia, a enciclopédia livre Cigarra Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página foi marcada para revisão, devido a incoerências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a coerência e o rigor deste artigo. Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem ... ciclos vitais de duração variada, enquanto as larvas ficam sob a terra. Mas sete espécies do gênero ... dura de dois a cinco anos. Algumas espécies têm ciclos de vida muito mais longo, como o gênero norte ... ] Subfamília Cicadinae [ editar | editar código-fonte ] Família Platypleurini Gênero Platypleura ... albivannata Gênero Suisha Suisha coreana Família Tibicenini Gênero Tibicen Tibicen auletes Tibicen aurifera ... walkeri Gênero Cryptotympana Cryptotympana facialis Cryptotympana yayeyamana Cryptotympana atrata CACHE

Cigarra – Wikipédia, a enciclopédia livre Cigarra Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página foi marcada para revisão, devido a incoerências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a coerência e o rigor deste artigo. Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde abril de 2017) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Cicadoidea cigarras Tibicen linnei Classificação científica Reino : Animalia Filo : Arthropoda Classe : Insecta Ordem : Hemiptera Subordem : Auchenorrhyncha Infraordem : Cicadomorpha Superfamília : Cicadoidea Famílias Cicadidae Tettigarctidae Uma cigarra repousada sobre uma madeira. Som de cigarras Cicadoidea é uma superfamília da ordem Hemiptera , subordem Homoptera , que agrupa os insectos conhecidos pelos nomes comuns de cigarra e cega-rega . [ 1 ] Existem mais de 1 500 espécies conhecidas deste insetos (sendo que a Carineta fasciculata pode ser considerada como a espécie-tipo brasileira ). São notáveis devido à cantoria entoada pelos machos, diferente em cada espécie e que é ouvida no período quente do ano. Os machos destes insetos possuem aparelho estridulatório, situado nos lados do primeiro segmento abdominal, emitindo, cada espécie, um som característico. As cigarras também são reconhecidas pela forma característica e pelo tamanho grande, que varia cerca de 15 milímetros até pouco mais de 65 milímetros de comprimento e atingindo até 10 cm de envergadura. Possuem um 'bico' comprido para se alimentar da seiva de árvores e plantas onde normalmente vivem. A importância da cigarra no ecossistema é positiva, por um lado, por servir de alimento para os predadores e, negativa, por outro, porque constitui-se em pragas de algumas culturas. As suas ninfas vivem alimentando-se da seiva das raízes das plantas, causando sensíveis prejuízos pela quantidade de líquidos vitais que retiram e pelos ferimentos causados às raízes, facilitando a penetração de fungos e bactérias. Muitas espécies de cigarra têm períodos diferentes de amadurecimento, com ciclos vitais de duração variada, enquanto as larvas ficam sob a terra. Mas sete espécies do gênero Magicicada têm uma característica adicional: elas são sincronizadas, ou seja, saem do chão todas ao mesmo tempo, para cerca de duas semanas de canto ensurdecedor, acasalamento e postura de ovos. Índice 1 Etimologia 2 Características 3 Ciclo de vida 3.1 Hábitos 3.1.1 O 'canto' da cigarra 3.1.2 Alimentação 3.1.3 A 'urina da cigarra' 3.2 Fases do ciclo de vida 4 Classificação científica 4.1 Família Cicadidae 4.1.1 Subfamília Cicadinae 4.1.2 Tibicininae 4.2 Tettigarctidae 5 Gêneros - lista geral 6 Principais tipos 6.1 Japão 6.2 Outros locais 7 Benefícios e perdas 7.1 Benefícios 7.2 Perdas 8 Cultura 9 Uso culinário 9.1 Cigarras como alimento dos nativos das Américas 10 Obras de arte 10.1 Literatura 11 Referências Etimologia [ editar | editar código-fonte ] 'Cigarra' originou-se do termo latino cicaro . [ 2 ] Características [ editar | editar código-fonte ] Existem mais de 1 500 tipos diferentes de cigarra. Já foram detectados exemplares com desde vinte milímetros até 130 milímetros de comprimento. Normalmente, são encontrados em regiões de florestas tropicais , mas também podem ser encontrados em outros tipos de vegetações. No compartimento interno da barriga do macho, desenvolvem-se os músculos e os elementos que soltam o som do canto da cigarra, que serve para atrair a fêmea. Além disso, ele também canta quando é atacado ou capturado por inimigos naturais. De outro lado, o compartimento da barriga da fêmea fica lotado de ovos e a parte traseira desenvolve-se como ovulador. Ciclo de vida [ editar | editar código-fonte ] Uma cigarra em processo de ecdise . A cigarra é um inseto de metamorfose incompleta ( Hemimetabolismo ). Ovo → Ninfa →Inseto adulto Fêmeas põem seus ovos e morrem logo depois. Os ovos eclodem. Os insetos jovens (ou 'ninfas') caem no chão e entram na terra. As ninfas vivem na terra por 1 a 17 anos (depende da espécie) se alimentando da seiva de raízes. Depois desse período, elas cavam túneis, sobem nas árvores e sofrem uma metamorfose, a ecdise , se tornando adultas e prontas para o acasalamento. O acasalamento ocorre geralmente durante os meses quentes do ano, o que varia de acordo com a região geográfica. As cigarras masculinas começam a cantar com um ruído zumbindo agudo, alto para atrair fêmeas. As fêmeas também fazem um pequeno som mas bem baixo. As cigarras masculinas cantam vibrando as membranas no lado de baixo do primeiro segmento abdominal . As cigarras masculinas são também capazes de fazer um grito alto quando perturbadas. Acredita-se que tal gritar pode ser eficaz diante de determinados predadores . No caso do Japão , normalmente as cigarras adultas aparecem no verão , mas também existem tipos de cigarra que aparecem na primavera como o Haru Zemi - Terpnosia , e os que aparecem no Outono , como a cigarra coreana Suisha . Com o aquecimento global avançando nestes anos, já está até comum encontrar cigarras cantando nos meses de Outubro. O normal é a forma adulta viver entre 1 a 2 semanas devido à dificuldade natural de maturação mas, nos campos, diz-se que as cigarras sobrevivem por quase 1 mês. [ 3 ] Cigarra após ecdise Além disso, o período como ninfa vivendo dentro da terra dura entre 3 a 17 anos e, no caso do abura zemi ( Graptopsaltria nigrofuscata ), é de 6 anos. Ao contrário do que se pensa ser uma sobrevivência curta, é, na realidade, uma das mais longas entre os insetos. Hábitos [ editar | editar código-fonte ] O 'canto' da cigarra [ editar | editar código-fonte ] Entre os insetos, as cigarras são as únicas que produzem o som estridente que todos conhecem. Algumas das espécies maiores conseguem atingir os 120 decibéis com facilidade, [ 4 ] enquanto outras menores realizam a proeza de alcançar uma sonoridade tão aguda que seu canto simplesmente não é percebido pelo ouvido humano, embora cães e outros animais possam chegar a uivar de dor por causa dele. Após o acasalamento, as fêmeas depositam os ovos em rachaduras nos caules de plantas hospedeiras. Depois que os ovos eclodem, as ninfas, fase jovem da cigarra, descem por fios de seda até o solo, onde elas ficam a maior parte da vida. No Brasil, o ciclo de vida desses insetos dura um ou dois anos, sendo apenas dois ou três meses fora do solo. Em outros países, como os Estados Unidos, o ciclo de vida das cigarras pode chegar a até 17 anos. Até mesmo as cigarras se protegem contra o volume intenso de seu próprio canto. Tanto o macho como a fêmea dessa espécie de insetos possuem um par de grandes membranas que funcionam como orelhas. Elas são os tímpanos , conectados ao órgão auditivo por um pequeno tendão que reage quando o macho canta, dobrando-os para que o som alto não lhes provoque danos. A crença de que as cigarras 'explodem' quando cantam não é verdadeira. A 'casca' da cigarra que encontramos presas às árvores são o exoesqueleto do inseto que realizou a última muda ou ecdise , concluindo sua forma adulta. [ 5 ] Alimentação [ editar | editar código-fonte ] As cigarras não se alimentam de moscas, vermes ou grãos. Enquanto jovens, elas sugam a seiva das plantas pela raiz e injetam toxinas . Na fase adulta, elas também se alimentam da seiva, mas, desta vez, sugada pelo caule e folhas das plantas. Para algumas culturas, as cigarras são pragas de grande importância. Segundo o professor do Departamento de Entomologia Agrícola, Marcelo Picanço, em alguns casos as plantas morrem ou ficam depauperadas, podendo ser encontradas milhares de ninfas nas raízes. A ingazeira , os eucaliptos e abacateiros são exemplos de plantas hospedeiras prejudicadas pelas cigarras, mas é na cultura de café que as cigarras causam maiores danos. Em Minas Gerais , o ataque das cigarras aos cafezais é mais frequente na região sul do estado . A depauperação da planta causa descoloração e queda precoce das folhas, sendo mais preocupante nas épocas de seca . As consequências são quebra significante da produção e até mesmo perda total da lavoura se não for controlada a tempo. Para controlar a praga, são utilizados inseticidas aplicados na fase chuvosa para melhor absorção das raízes e para que as ninfas sejam combatidas logo que furam os solos. Também é possível fazer o controle com o fungo Metarhizium . Mas o controle biológico é mais eficaz quando associado ao uso de inseticidas, porque, dessa forma, o fungo tem mais facilidade de penetrar nas ninfas debilitadas. Também é possível o controle cultural, eliminando os pés de café infectados, plantando outros no local após três anos e evitando o plantio de outras plantas hospedeiras do inseto próximo às plantações. As cigarras estão presentes em quase todas as regiões do mundo, tanto em climas quentes como frios, e têm poucos predadores. Na fase adulta, são alimento para pássaros e, enquanto ninfas, são atacadas por besouros , por alguns mamíferos como o tatu e por formigas predadoras que vivem nos solos. A 'urina da cigarra' [ editar | editar código-fonte ] Quando falhamos ao tentar pegar uma cigarra, na hora que ela foge, ela costuma 'urinar'. No ditado popular, diz-se que ela 'dá o troco pela tentativa'. entretanto, muitos dizem que na realidade, na hora que ela levanta voo, ela elimina o excesso de líquidos para deixar o corpo mais leve e facilitar a fuga. Outros dizem que seu ventre é fraco e o impulso do voo faz com que elimine o que está armazenado. Na realidade, ela está eliminando a seiva retirada da árvore e não necessariamente pondo em alvo quem a ataca. Isso não só acontece na hora do voo mas, mesmo durante a extração da seiva, isso vem a ocorrer. Após análises, foi verificado que a substância excretada (a popular 'urina da cigarra') praticamente só possui água, não sendo constatada praticamente quase nenhum resíduo tóxico. Fases do ciclo de vida [ editar | editar código-fonte ] Sequência de fotos de uma cigarra realizando ecdise em Ohio , nos Estados Unidos . Após o acasalamento, a fêmea faz cortes na casca de um galho para depositar os seus ovos. Ela pode fazer isso repetidamente, até que ela colocou várias centenas de ovos. Quando os ovos eclodem, as ninfas recém-nascidas caem no chão. A maioria das cigarras passa por um ciclo de vida que dura de dois a cinco anos. Algumas espécies têm ciclos de vida muito mais longo, como o gênero norte-americano , Magicicada , que tem um número distinto de 'crias' que passam por qualquer um de 17 anos ou, no Sul dos Estados Unidos , um ciclo de vida de 13 anos. Estes ciclos de vida longos, talvez, desenvolvidos como uma resposta a predadores, como a vespa assassina de cigarras e louva-deus . Um predador com um menor ciclo de vida de pelo menos dois anos não pode de forma confiável depredar as cigarras. As cigarras vivem no subsolo como ninfas a maior parte da sua vida, em profundidades que variam de cerca de 30 centímetros até 2,5 metros. A alimentação das ninfas é o suco da raiz e têm fortes patas dianteiras para cavar. No final ínstar ninfal, elas constroem um túnel de saída para a superfície e emergem. Elas, então, mudam (trocam de pele), em uma planta por perto para a última hora e emergem como adultos. As peles permanecem abandonadas, continuam agarradas à casca das árvores. Ovos depositados nos cortes dessa árvore Período de transformação desde ninfa até adulto Saindo da casca rachada Sai totalmente Pendurada pelas patas e esticando as asas A casca permanece presa Classificação científica [ editar | editar código-fonte ] Família Cicadidae [ editar | editar código-fonte ] Subfamília Cicadinae [ editar | editar código-fonte ] Família Platypleurini Gênero Platypleura Platypleura kaempferi Platypleura kuroiwae Platypleura miyakona Platypleura yayeyamana Platypleura albivannata Gênero Suisha Suisha coreana Família Tibicenini Gênero Tibicen Tibicen auletes Tibicen aurifera Tibicen bihamatus Tibicen bifida Tibicen canicularis Tibicen chiricahua Tibicen chisosensis Tibicen chloromera Tibicen cultriformis Tibicen davisi Tibicen dealbata Tibicen dorsata Tibicen duryi Tibicen figurata Tibicen inauditus Tibicen linnei Tibicen longiopercula Tibicen lyricen Tibicen montezuma Tibicen ochreoptera Tibicen parallela Tibicen pruinosa Tibicen resh Tibicen resonans Tibicen robinsoniana Tibicen similaris Tibicen superba Tibicen texanus Tibicen townsendii Tibicen variegata Tibicen walkeri Gênero Cryptotympana Cryptotympana facialis Cryptotympana yayeyamana Cryptotympana atrata Gênero Chremistica Chremistica biloba Chremistica bimaculata Chremistica borneensis Chremistica brooksi Chremistica echinaria Chremistica guamusangensis Chremistica hollowayi Chremistica kecil Chremistica malayensis Chremistica minor Chremistica nesiotes Chremistica niasica Chremistica pontianaka Chremistica sumatrana Chremistica tagalica Chremistica tridentigera Chremistica umbrosa Família Polyneurini Gênero Graptopsaltria Graptopsaltria nigrofuscata Graptopsaltria bimaculata Gênero Formotosena Família Cicadini Gênero Leptosemia Gênero Terpnosia Terpnosia vacua Terpnosia nigricosta Gênero Euterpnosia Euterpnosia chibensis Gênero Tanna Tanna japonensis Tanna japonensis ishigakiana Gênero Pomponia Semia Purana Taiwanosemia Formocicada Família Oncotympanini Gênero Oncotympana Oncotympana maculaticollis Gênero Dundubiini Gênero Meimuna Meimuna opalifera Platylomia Platylomia constanti Platylomia maxima Macrosemia Família Moganniini Gênero Nipponosemia Gênero Mogannia Tibicininae [ editar | editar código-fonte ] Família Cicadettini Gênero Cicadetta Família Mudini Gênero Muda Huechysini Scieroptera Huechys Tettigarctidae [ editar | editar código-fonte ] Gênero Tettigarcta Gêneros - lista geral [ editar | editar código-fonte ] Abagazara Abricta Abroma Adeniana Aestuansella Afzeliada Ahomana Akamba Albanycada Aleeta Ambragaeana Amphipsalta Anapsaltodea Angamiana Arcystasia Arenopsaltria Arfaka Arunta Auta Ayuthia Azanicada Babras Baeturia Balinta Bavea Beameria Becquartina Bijaurana Birrima Brevisiana Burbunga Buyisa Cacama Calopsaltria Calyria Capcicada Carineta Chinaria Chlorocysta Chonosia Chremistica Chrysocicada Cicada Cicadatra Cicadetta Cicadivetta Cigarra Clidophleps Coata Conibosa Cornuplura Cosmopsaltria Crassisternata Cryptotympana Cyclochila Cystopsaltria Cystosoma Daza Decebalus Derotettix Diceroprocta Diceropyga Diemeniana Dilobopyga Dinarobia Dorachosa Dulderana Dundubia Durangona Elachysoma Euryphara Euterpnosia Fidicina Formotosena Fractuosella Froggattoides Gaeana Gazuma Gerodi Glaucopsaltria Graptotettix Guaranisaria Gudanga Guineapsaltria Gymnotympana Hemidictya Henicopsaltria Henicotettix Herrera Higurashi Hilaphura Hovana Huechys Hylora Illyria Imbabura Inyamana Ioba Iruana Jacatra Jafuna Jassopsaltria Jiraiya Kanakia Karenia Katoa Kikihia Klapperichicen Kobonga Koma Kongota Koranna Kumanga Lacetas Lembeja Lemuriana Leptopsalta Leptopsaltria Ligymolpa Lisu Luangwana Lycurgus Lyristes Macrosemia Macrotristria Magicicada Malagasia Malgachialna Malgotilia Maoricicada Mapondera Mardalana Marteena Masupha Maua Mauricia Megapomponia Meimuna Melampsalta Mendozana Mogannia Monomatapa Mouia Muda Musimoia Musoda Munza Nabalua Nablistes Nelcynadana Neocicada Neomuda Neoplatypedia Nosola Notopsalta Novemcella Okanagana Okanagodes Orapa Orientopsaltria Oudeboschia Owra Oxypleura Pacarina Paectira Pagiphora Paharia Panka Paragudanga Paranistria Parnisa Parnkalla Parvittya Pauropsalta Pinheya Platylomia Platypedia Platypleura Plautilia Pomponia Prasia Procollina Prosotettix Prunasis Psallodia Psaltoda Psilotympana Purana Puranoides Pycna Quesada Quintilia Rhinopsalta Rhodopsalta Rustia Salvazana Sapantanga Saticula Scieroptera Selymbria Severiana Sinosena Sinotympana Soudaniella Spoerryana Stagea Stagina Stellenboschia Subpsaltr Systophlochius Tacua Taipinga Takapsalta Talainga Tamasa Taphura Tanna Terengganua Terpnosia Tettigades Tettigarcta Tettigetta Tettigomyia Tettigotoma Thaumastopsaltria Thopha Tibicen Tibicina Tibicinoides Tosena Toxopeusella Trismarcha Tryella Tugelana Tympanistalna Ueana Urabunana Venustria Viettealna Xosopsaltria Xossarella Zammara Zouga Principais tipos [ editar | editar código-fonte ] Japão [ editar | editar código-fonte ] No total, existem aproximadamente 30 tipos conhecidos. Entretanto, os 3 tipos Cicadetta radiator , Cicadetta yezoensis , Baeturia kuroiwae são Tibicininae e todos os demais estão classificados como Cicadoidae . Quanto ao canto da cigarra, mesmo sendo da mesma espécie , pode ter formas diferentes de expressão. Terpnosia vacua Euterpnosia chibensis Mogannia minuta Platypleura kaempferi Tanna japonensis Meimuna opalifera Oncotympana maculaticollis Tibicen japonicus Graptopsaltria nigrofuscata Cryptotympana fucialis Euterpnosia chibensis Mogannia minuta Tanna japonensis Meimuna opalifera Oncotympana maculaticollis Tibicen bihamatus Graptopsaltria nigrofuscata Cryptotympana fucialis Outros locais [ editar | editar código-fonte ] Brasil Carineta fasciculata Cigarra-do-cafeeiro Cigarinha-do-milho ( Dalbulus maidis ) Cigarra-carineta ( Carineta fasciculata ) Cigarra-do-cafeeiro ( Fidicina spp) Cigarra-do-cafeeiro ( Quesada gigas ) Cigarra-fidicina ( Ficidina pullata , F. drewseni e F. mannifera ) Cigarra-quesada ( Quesada gigas e Quesada sodalis ) Cigarrinha ( Oncometopia facialis ) Cigarrinha ( Mahanarva fimbriolata ) Cigarrinha ( Agallia albidula ) Cigarrinha ( Deois flavopicta ) Cigarrinha ( Deois incompleta ) Cigarrinha ( Zulia entreriana ) Cigarrinha ( Acrogonia terminalis ) Cigarrinha-verde ( Empoasca kraemeri ) Cigarrinha-da-folha ( M. rubicunda identata ) Cigarrinha-das-raízes ( Mahanarva fimbriolata ) Cigarrinha-das-crucíferas ( Aethalion reticulatum ) Cigarrinha-das-folhas ( Mahanarva posticata ) Cigarrinha-do-CVC ( Dilobopterus costalimai ) Cigarrinhas-das-pastagens ( Decis flavopicta ) Cigarrinhas-das-pastagens ( Deois schach ) Cigarrinhas-das-pastagens ( Tomaspia sp.) Sudeste Asiático Pomponia imperatoria Pomponia imperatoria Comprimento de 80 milímetros, com as asas de 130 milímetros e abertura de 200 milímetros, é considerada a maior cigarra do mundo. A cor do corpo é avermelhada e as asas transparentes. Comummente encontrada no Sudeste Asiático . À noite, canta com um som parecido com o do sapo-boi . É uma espécie próxima da Tanna japonensis . Voam para dentro do fogo. América do Norte Magicicada sp. Não é uma espécie em específico, M. decim , M. cassini , M. decula mas o resumo de 3 espécies. Mede de 30 a 40 milímetros e é considerada pequena. Comum na região central e Leste da América do Norte , e na região norte aparece uma vez a cada 17 anos: na região Sul, em 13 anos. Existem pessoas que comem esta cigarra quando adulta e quando dão como praga, são fáceis de apanhar, tanto que os seus predadores naturais ficam empanturrados de tanto comer. Conhecida como Periodical cicada . Benefícios e perdas [ editar | editar código-fonte ] Benefícios [ editar | editar código-fonte ] Perdas [ editar | editar código-fonte ] As cigarras normalmente botam seus ovos nos vãos das árvores, mas já foram detectados casos no Japão em que elas ovularam por engano em fios eléctricos e em cabos de fibra óptica, causando interferências nas telecomunicações . Em específico na região oeste do Japão, uma fêmea do Cryptotympana facialis ovulou numa fibra óptica e o cabo acabou sendo danificado. No Norte dos Estados Unidos, houve uma grande infestação de cigarras e elas sugaram toda a seiva da árvore, acabando com a vida do vegetal. Cultura [ editar | editar código-fonte ] 'O caderno dos insetos', de Masuyama Sessai (1754–1819) Com um canto especial, a cigarra que sai para o mundo morre bem rapidamente, sendo motivo de emoção e símbolo do belo desde os remotos tempos no Japão e representando a sensibilidade pelas coisas óbvias da natureza. Uso culinário [ editar | editar código-fonte ] As cigarras têm sido comidas por humanos na China , Malásia , Birmânia , América Latina , no Congo e nos Estados Unidos . No Norte da China , as cigarras são assadas ou fritas como guloseima . Cigarras como alimento dos nativos das Américas [ editar | editar código-fonte ] As cigarras, bem como outros invertebrados serviam de alimento para os ameríndios . [ 6 ] Os Cahuilla do sul da Califórnia , grelhavam as cigarras para comê-las. O que sobrava era seco e guardado para ser depois consumido puro ou acompanhando papas . Os Shoshoni de Idaho , Nevada , Califórnia e Utah coletavam os insetos pela manhã, quando estava frio, grelhavam-nos para queimar as pernas e asas e depois os trituravam. Os Paiute de Nevada , Califórnia , Oregon e Idaho coletavam os insetos pela manhã e pelo fim da tarde e os assavam em um pequeno buraco no solo. No processo, as pernas e asas eram queimadas e, depois, os insetos eram armazenados para consumo nos meses de inverno. [ 7 ] Obras de arte [ editar | editar código-fonte ] Literatura [ editar | editar código-fonte ] ' Genshi Monogatari ', capítulo ' Cigarra Vazia ' ' Haiku e Universo ' 'Tranquilidade, entrando profundo na rocha pela voz da cigarra' ( Matsuo Basho ) 'O canto da cigarra não envergonha o calor do casal' ( Ihara Seisaku ) 'A cigarra já foi dormir, enquanto dobrava o quimono' ( Yosa Buson ) 'O canto da cigarra no pinheiro visto pelas pessoas lá de casa' ( Mukai Kyorai ) Fábulas e outros textos: ' A cigarra e a formiga ', fábula de Jean de La Fontaine Haicais : 'No pôr do sol, a cigarra voa reto' ( Masaoka Shiki ) 'A cigarra canta na curva do pinheiro: atrás, o Rio Chikuma' ( Terada Torahiko ) O Commons possui imagens e outras mídias sobre Cigarra O Wikispecies tem informações sobre: Cigarra Referências ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa . 2ª edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 404. ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa . Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p. 404 ↑ Yomiuri TV Scramble 「Este ano deu a louca nas cigarras!? Descobrindo os mistérios das cigarras」 (2007/8/3) http://www.ytv.co.jp/ns/special/bn/2007/08/asx/sp070803.asx ↑ How Stuff Works – Cigarra ↑ É verdade que a cigarra canta até explodir? ↑ CAVALCANTE, Messias S. Comidas dos Nativos do Novo Mundo . Barueri, SP. Sá Editora. 2014, 403p. ISBN 9788582020364 ↑ CAMPBELL, Paul D. Survival skills of native California . Layton, Utah, Gibbs Smith Publisher. 1999, 448 p. v d e Famílias de Hemiptera extantes Reino: Animalia Filo: Arthropoda Classe: Insecta Subclasse: Pterygota Infraclasse: Neoptera Superordem: Paraneoptera Subordem Auchenorrhyncha Cicadomorpha Cercopoidea (Cercopoidea) Aphrophoridae Cercopidae Clastopteridae Epipygidae Machaerotidae Cicadoidea (cigarras) Cicadidae Tettigarctidae (cigarras-peludas) Membracoidea Aetalionidae Cicadellidae Melizoderidae Membracidae Myerslopiidae Fulgoromorpha (bichos-frade) Fulgoroidea Acanaloniidae Achilidae Achilixiidae Cixiidae Delphacidae Derbidae Dictyopharidae Eurybrachyidae Flatidae Fulgoridae Gengidae Hypochthonellidae Issidae Kinnaridae Lophopidae Meenoplidae Nogodinidae Ricaniidae Tettigometridae Tropiduchidae Subordem Sternorrhyncha Aleyrodoidea Aleyrodidae Aphidoidea (afídios) Anoeciidae Aphididae Drepanosiphidae Greenideidae Hormaphididae Lachnidae Mindaridae Pemphigidae Phloeomyzidae Thelaxidae Coccoidea (cochonilhas) Aclerdidae Asterolecaniidae Beesoniidae Carayonemidae Cerococcidae Coccidae Conchaspididae Dactylopius Diaspididae Eriococcidae Halimococcidae Kermesidae Kerriidae Lecanodiaspididae Margarodidae Micrococcidae Monophlebidae Ortheziidae Phenacoleachiidae Phoenicococcidae Pseudococcidae Putoidae Stictococcidae Phylloxeroidea Adelgidae Phylloxeridae Psylloidea Aphalaridae Calophyidae Carsidaridae Homotomidae Phacopteronidae Psyllidae Triozidae Subordem Heteroptera (incluindo Coleorrhyncha ) Dipsocoromorpha Ceratocombidae Dipsocoridae Hypsipterygidae Schizopteridae Stemmocryptidae Enicocephalomorpha Enicocephaloidea Aenictopecheidae Enicocephalidae Gerromorpha (semi-aquáticos) Gerroidea Gerridae Hermatobatidae Veliidae Hebroidea Hebridae Hydrometroidea Hydrometridae Macroveliidae Paraphrynoveliidae Mesovelioidea (alfaiates) Madeoveliidae Mesoveliidae Leptopodomorpha Saldidae Leptopodidae Omaniidae Aepophilidae Nepomorpha (aquáticos) Corixoidea Corixidae Nepoidea Belostomatidae Nepidae Ochteroidea Gelastocoridae Ochteridae Aphelocheiroidea Aphelocheiridae Potamocoridae Naucoroidea Naucoridae Notonectoidea Notonectidae Pleoidea Helotrephidae Pleidae Peloridiomorpha (Coleorrhyncha) Peloridiidae Cimicomorpha Cimicoidea Anthocoridae Cimicidae Curaliidae ( Curalium cronini ) Joppeicidae Lasiochilidae Lyctocoridae Medocostidae Microphysidae Miridae Nabidae Pachynomidae Plokiophilidae Polyctenidae Reduviidae Thaumastocoridae Tingidae Velocipedidae Pentatomomorpha Aradoidea Aradidae Termitaphididae Pentatomoidea (bichos-escudo) Urostylididae Acanthosomatidae Tessaratomidae Dinidoridae Cydnidae Thaumastellidae Parastrachiidae Corimelaenidae Lestoniidae Phloeidae Scutelleridae Plataspididae Pentatomidae Canopidae Megarididae Coreoidea Alydidae Coreidae Hyocephalidae Rhopalidae Stenocephalidae Lygaeoidea Artheneidae Berytidae Blissidae Colobathristidae Cryptorhamphidae Cymidae Geocoridae Henicocoridae Heterogastridae Idiostolidae Lygaeidae Malcidae Ninidae Oxycarenidae Pachygronthidae Rhyparochromidae Piesmatidae Pyrrhocoroidea Pyrrhocoridae Largidae Note: tradicionalmente Coleorrhyncha não incluídos em Heteroptera . Heteroptera incluindo Coleorrhyncha referido como Prosorrhyncha . Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Cigarra&oldid=50219030 ' Categorias : Cicadomorpha Cicadoidea Categorias ocultas: !Páginas que usam hiperligações mágicas ISBN !Artigos a revisar !Artigos que carecem de notas de rodapé desde abril de 2017 !Artigos com imagem local porém sem imagem no Wikidata Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas বাংলা English Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 19h59min de 22 de outubro de 2017. 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  Muxe – Wikipédia, a enciclopédia livre Muxe Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT ... : navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história ... Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas CACHE

Muxe – Wikipédia, a enciclopédia livre Muxe Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Nas culturas zapotecas de Oaxaca (sul do México ), uma muxe (ou muxhe ) é uma pessoa de corporalidade testiculada que não se identifica como homem nem como mulher, porém com expressão de gênero feminina, é um gênero não-ocidental. podem ser vistas como um terceiro gênero . [ 1 ] Algumas se casam com mulheres e têm filhos enquanto outras escolhem homens como parceiros sexuais ou românticos. [ 2 ] De acordo com o antropólogo Lynn Stephen , muxe 'podem fazer certos tipos de trabalhos femininos tais como bordados ou decorações caseiras, mas outras fazem o trabalho masculino de confeção de joias. Muitas agora tem trabalhos braçais e estão envolvidas em política'. [ 3 ] Acredita-se que a palavra muxe é derivada da palavra espanhola do século XVI para 'mulher', mujer . Leitura adicional [ editar | editar código-fonte ] Roscoe, Will (1998). Changing Ones: Third and Fourth Genders in Native North America. New York: St. Martin’s Press. Lacey, Marc ' A Lifestyle Distinct: The Muxe of Mexico ' The New York Times, 7 de dezembro de 2008 Referências ↑ Chiñas, Beverly (1995). Isthmus Zapotec attitudes toward sex and gender anomalies, pp. 293-302 in Stephen O. Murray (ed.), 'Latin American Male Homosexualities' Albuquerque: University of New Mexico Press. Chiñas (p. 294) define muxe como 'pessoas que parecem ser predominantemente masculinas mas apresentam certas características femininas' e preenchem um 'papel de terceiro gênero entre homens e mulheres, tomando algumas características de cada um.' ↑ Stephen, Lynn (2002), Sexualities and Genders in Zapotec Oaxaca . Artigo online ↑ Ibid. Este artigo sobre LGBT é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Muxe&oldid=47417374 ' Categoria : Identidades transgênero Categorias ocultas: !Esboços maiores que 1000 bytes !Esboços sobre LGBT !Navecaixas órfãs Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas English Español Français Galego Italiano Polski Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 02h00min de 8 de dezembro de 2016. 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Chan Kim Gênero: Administração e Negócios Mais Detalhes revelação, A Autor: C. Baxter Kruger, Ph.D. Gênero: Espiritualidade Mais Detalhes homem ideal, O Autor: Geoffrey Miller , Tucker Max Gênero: Autoajuda , Comportamento - Relacionamentos Vídeos Destaques Rodrigo Fonseca entrevista Renato Aragão Nota 5 / 1 votos Carlos Burle - profissão: surfista Nota 5 / 1 votos O homem mais feliz da história, de Augusto Cury Nota 5 / 4 votos Vicente Falconi - O que importa é resultado Nota 0 / 0 votos Encontre um título Busca avançada Gênero Administração E Negócios Artes Autoajuda Biografias Coleção 1001 E 501 Coleção Autoestima Coleção De Bolso Coleção Na Vida Como No Esporte Coleção Você Sa Comportamento - Relacionamentos Espiritualidade Ficção História Do Brasil Infantojuvenil Inspiração Meditação Não Ficção Poesia Saúde 'Se as nossas quedas nos ensinam o que precisamos aprender, elas se transformam em sucesso.' - Sri Prem Baba Transformando o sofrimento em alegria Os livros Mais Vendidos Lista completa Mais Detalhes Propósito Autor: Sri Prem Baba Gênero: Autoajuda , Espiritualidade , Inspiração , Meditação Mais Detalhes História da riqueza no Brasil Autor: Jorge Caldeira Gênero: Não Ficção Mais Detalhes Segredos da mente milionária, Os Autor: T. Harv Eker Gênero: Autoajuda Mais Detalhes homem mais feliz da história, O Autor: Augusto Cury Gênero: Ficção Mais Detalhes Poder do agora, O Autor: Eckhart Tolle Gênero: Autoajuda , Espiritualidade Mais Detalhes homem mais inteligente da história, O Autor: Augusto Cury Gênero: Ficção Mais Detalhes Monge e o executivo, O Autor: James C. Hunter Gênero: Administração e Negócios , Autoajuda Mais Detalhes Armas da persuasão, As Autor: Robert B. Cialdini Gênero: Administração e Negócios Mais Detalhes coisas que você só vê quando desacelera, As Autor: Haemin Sunim Gênero: Espiritualidade Mais Detalhes Vicente Falconi - O que importa é resultado Autor: Cristiane Correa Gênero: Administração e Negócios , Biografias Autores Sextante A Sextante reúne hoje grandes nomes da literatura nacional e internacional entre seus autores. Fazem parte do acervo os consagrados Brian Weiss, James Van Praagh, James Hunter, Augusto Cury, Paulo Coelho, Mark W. Baker e Hugh Prather, entre outros. 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https://pt.wikipedia.org/wiki/Spaghetti_western
  Spaghetti western – Wikipédia, a enciclopédia livre Spaghetti western Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa O norte-americano Lee Van Cleef , um dos astros internacionais do western spaghetti , em cena do filme Da uomo a uomo de 1967 Cenários de faroeste em Almeria , Espanha, usados por Sergio Leone em seus famosos filmes dos anos de 1960 Spaghetti western , Faroeste ... . Essas produções foram geralmente filmadas na Itália ou na Espanha . Graças a este gênero prolífico, por ... popularidade na Itália, após o declínio do faroeste americano (popular nos anos 50). O gênero também foi bem sucedido fora da Itália, influenciando os temas e convenções do gênero western de produção não-europeu. Um tributo foi prestado ao gênero no decorrer do Festival Internacional de Cinema de Veneza , em 2007, com uma retrospectiva de 32 títulos. Índice 1 Nascimento e desenvolvimento do gênero 2 O CACHE

Spaghetti western – Wikipédia, a enciclopédia livre Spaghetti western Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa O norte-americano Lee Van Cleef , um dos astros internacionais do western spaghetti , em cena do filme Da uomo a uomo de 1967 Cenários de faroeste em Almeria , Espanha, usados por Sergio Leone em seus famosos filmes dos anos de 1960 Spaghetti western , Faroeste espaguete , [ 1 ] Faroeste Macarrônico , [ 2 ] ou Bang-bang à italiana [ 3 ] é um subgênero western de produção italiana das décadas de 1960 e 1970 , muitas vezes com a participação de atores famosos, mesmo em início de sua carreira que mais tarde viriam a tornar-se estrelas internacionais. Essas produções foram geralmente filmadas na Itália ou na Espanha . Graças a este gênero prolífico, por cerca de oito anos (aproximadamente entre 1964 a 1973) o western experimentou uma renovada popularidade na Itália, após o declínio do faroeste americano (popular nos anos 50). O gênero também foi bem sucedido fora da Itália, influenciando os temas e convenções do gênero western de produção não-europeu. Um tributo foi prestado ao gênero no decorrer do Festival Internacional de Cinema de Veneza , em 2007, com uma retrospectiva de 32 títulos. Índice 1 Nascimento e desenvolvimento do gênero 2 O declínio 3 Locações e personagens 4 Principais filmes por ano 5 Grandes estrelas do gênero 5.1 Atores e atrizes 5.2 Diretores 5.3 Compositores 6 Referências 7 Ligações externas Nascimento e desenvolvimento do gênero [ editar | editar código-fonte ] Inicialmente o termo Spaghetti western , originário dos Estados Unidos, indicava somente os longa-metragens rodados em italiano, pobres de meios, segundo as convenções dos primeiros westerns, em parte intencionalmente, como consequência da limitação financeira. Embora o público tenha apreciado o gênero, a crítica reconheceu unicamente o valor dos filmes dirigidos por Sergio Leone , os quais alcançaram um sucesso notório também nos cinemas norte-americanos. Muitas produções eram de baixo custo e suas cenas externas eram gravadas em locais que lembravam o longínquo oeste americano, como a Sicília e o Sul da Espanha . Em alguns casos mais raros a África Mediterrânea. Entre os filmes mais conhecidos, e provavelmente os arquétipos do gênero, estão aqueles da considerada Trilogia dos dólares , dirigidos por Sergio Leone, com Clint Eastwood , que deu vida ao papel do pistoleiro sem nome , e as famosas trilhas sonoras de Ennio Morricone : Per un pugno di dollari (1964), Per qualche dollaro in più (1965) e Il buono, il brutto, il cattivo (1966). Também dirigidos por Leone, C'era una volta il West (1968) e Giù la testa (1971). Além de Leone, outros diretores se notabilizaram, entre os quais, Tonino Valerii , Florestano Vancini , Duccio Tessari, Sergio Corbucci , Lucio Fulci e Sergio Sollima . O declínio [ editar | editar código-fonte ] O gênero, após a explosão inacreditável nos anos 60 e 70, declinou repentinamente a partir de 1973, dando vida a pouquíssimos filmes nas décadas seguintes. Há algumas produções esparsas como, Gli spietati ( Unforgiven ), de 1992, Kill Bill vol. 1 e 2 (2003) e Django Unchained , de 2012, de Quentin Tarantino . Locações e personagens [ editar | editar código-fonte ] Os filmes eram gravados geralmente no deserto da Almería , mas muitos foram ambientados em locações italianas, sobretudo no Lácio e no sul. Frequentemente também se utilizavam espaços altos, nos quais é fácil a formação de neblinas, o que explica porque em alguns filmes o sol apareça pouco ou quase nunca seja visível, elemento que finalizava o caráter desolado da cenografia. As locações mais usadas eram a plana Camposecco, próxima à Camerata Nuova (na fronteira entre Lácio e Abruzzo ), além do parque della Valle del Treia entre Roma e Viterbo, as zonas de Bassano Romano e Formello (na época escassamente urbanizadas), as cavernas de travertino, próximo Tívoli Terme e a campanha de Lunghezza, na periferia de Roma. Também serviram de locação as planícies de Castelluccio, os relevos da Amiata e do Gran Sasso . Algumas cenas foram gravadas na Puglia , na proximidade de Gargano , onde o território assume o típico caráter de desolação e de vegetação selvagem, incluindo a presença de cactos. Na Calábria o local predileto dos diretores se encontrava nas colinas e nos desertos de verão, entre Mesoraca e a Ilha de Capo Rizzuto. Uma variante do gênero é chamada de Zapata Western, filmes ambientados durante a Revolução Mexicana . [ 4 ] O tema é recorrentes nos westerns gravados na Espanha, os bandidos mexicanos e a zona quente da fronteira entre México e Estados Unidos . Raras foram as presenças de índios ou nativos americanos nas películas italianas, dada a evidente dificuldade de representação de atores que tivessem uma fisionomia adaptada. Típicos do gênero são também os títulos, particulares e quase falantes das verdadeiras e próprias frases que espelham os estereótipos das películas, sobretudo no que tange aos apelidos dos personagens, tais como, Trinity, Alleluja e Sartana. Também notável é a presença recorrente de alguns personagens. Django , Sartana , Sabata , Trinity , entre outros, que criaram sagas por vezes longas, além de uma dezena de filmes cujos protagonistas eram muito similares. Outro elemento importante são os inúmeros disparos e a morte de várias pessoas, sobretudo por autoria do herói que faz justiça pelas próprias mãos. Nesse contexto também aparece a presença constante do duelo, frequentemente no fim do filme, o verdadeiro ápice de toda a história. Principais filmes por ano [ editar | editar código-fonte ] 1951 Io sono il capataz 1952 El Bandolero Stanco Il sogno di Zorro 1953 La monataña sin ley Johnny Rettet Nebrador 1955 Villi Pohjola El Coyote 1956 El conquistador de Texas Ramsbottom cabalga de nuevo La justicia del Coyote 1958 Serenata de Texas Smart y Sedle La rubia y el Sheriff 1959 El terror de Oklahoma La Sceriffa 1961 Le goût de la violence Tierra Brutal 1964 I sette del Texas Le pistole non discutono Los pistoleros de Arizona Per un pugno di dollari 1965 100.000 dollari per Ringo Adiós gringo Il ritorno di Ringo Minnesota Clay Per qualche dollaro in più Una pistola per Ringo Un dollaro bucato 1966 Django Djurado Dos mil dólares por Coyote I cinque della vendetta Il buono, il brutto, il cattivo La colt è la mia legge La resa dei conti Le colt cantarono la morte e fu... tempo di massacro 10.000 dollari per un massacro Navajo Joe Quien sabe? Ramon, il messicano Ringo del Nebraska Sette pistole per i MacGregor Sugar Colt Uccidi o muori Un dollaro tra i denti Un fiume di dollari Un río de dólares Yankees Yo soy la Revolución 1967 Ballata per un pistolero Clint el solitario Da uomo a uomo Dio non paga il sabato Dio perdona... Io no! El Desperado Dove si spara di più El precio de un hombre Faccia a faccia I giorni dell'ira I giorni della violenza Il figlio di Django Il tempo degli avvoltoi Joe l'implacabile Killer Calibro 32 La morte non conta i dollari L'ultimo killer Little Rita nel West Mille dollari sul nero Preparati la bara! Professionisti per un massacro ¿Quien Sabe? Requiescant Se sei vivo spara Wanted 1968 20.000 dollari sporchi di sangue Ammazzali tutti e torna solo Black Jack C'era una volta il West Dai nemici mi guardo io! ...E per tetto un cielo di stelle Il grande silenzio Il mercenario I vigliacchi non pregano Joko invoca Dio… e muori L'ira di Dio L'uomo, l'orgoglio, la vendetta Lo voglio morto Odia il prossimo tuo Ognuno per sè Preparati la bara! Quel caldo maledetto giorno di fuoco Quella sporca storia nel west Se incontri Sartana prega per la tua morte Se vuoi vivere… spara Sentenza di morte T'ammazzo! - Raccomandati a Dio Tepepa Uno di più all'inferno Vendo cara la pelle 1969 Cimitero senza croci Django il bastardo E Dio disse a Caino... Ehi amico... c'è Sabata, hai chiuso! Garringo Gli Specialisti Il prezzo del potere La taglia è tua... l'uomo l'ammazzo io Passa Sartana... È l'ombra della Tua Morte Sono Sartana, il vostro becchino Una lunga fila di croci 1970 Arriva Sabata! Arrivano Django e Sartana... è la fine Buon funerale, amigos!... paga Sartana C'è Sartana... vendi la pistola e comprati la bara Ciakmull - L'uomo della vendetta Django sfida Sartana E Dio disse a Caino... El Condor Indio Black, sai che ti dico: Sei un gran figlio di... La collera del vento La sfida dei MacKenna Lo chiamavano Trinità Mátalo! Quel maledetto giorno d'inverno... Django e Sartana all'ultimo Sartana nella valle degli avvoltoi Una nuvola di polvere... un grido di morte... arriva Sartana Vamos a matar, compañeros 1971 Anda muchacho, spara! A Town Called Hell Blindman Condenados a vivir ...continuavano a chiamarlo Trinità Era Sam Wallach... lo chiamavano 'così sia' È tornato Sabata... hai chiuso un'altra volta Giù la testa Il mio nome è Mallory... M come morte Il venditore di morte La vendetta è un piatto che si serve freddo Lo chiamavano King Per una bara piena di dollari Prega il morto e ammazza il vivo Soleil Rouge W Django! ¡Viva la muerte... tua! Testa t'ammazzo, croce... sei morto... Mi chiamano Alleluja 1972 Amico, stammi lontano almeno un palmo Bada alla tua pelle, spirito santo! Il grande duello La caza del oro Los Amigos Una ragione per vivere e una per morire 1973 Il mio nome è Nessuno Il mio nome è Shangai Joe 1974 Di Tresette ce n'è uno, tutti gli altri son nessuno Il bianco, il giallo, il nero Il mio nome è Shangai Joe 1975 Il mio nome è Scopone e faccio sempre cappotto I quattro dell'Apocalisse Zorro 1976 Diamante Lobo Keoma Una donna chiamata Apache 1977 California 1978 Amore, piombo e furore Sella d'argento 1985 Tex e il signore degli abissi 1987 Django 2 - Il grande ritorno Grandes estrelas do gênero [ editar | editar código-fonte ] Atores e atrizes [ editar | editar código-fonte ] Tony Anthony William Berger Barbara Bouchet Frank Braña Mario Brega Charles Bronson Yul Brynner Claudia Cardinale Chuck Connors James Coburn Alex Cord Richard Crenna Brandon De Wilde Clint Eastwood George Eastman Jack Elam Henry Fonda Gianni Garko Giuliano Gemma Sancho Gracia Brett Halsey Richard Harrison Terence Hill George Hilton John Huston Klaus Kinski Marianne Koch Peter Lee Lawrence John Phillip Law Eduardo Fajardo Ignazio Spalla Guy Madison Toshiro Mifune Tomas Milian Gordon Mitchell Ricardo Montalban Franco Nero Alex Nicol Jack Palance Slim Pickens Luigi Pistilli Hunt Powers Wayde Preston Fernando Rey Burt Reynolds Jason Robards Fernando Sancho Bud Spencer Anthony Steffen Rod Steiger Woody Strode José Suárez Lee Van Cleef Dan van Husen Gian Maria Volonté Eli Wallach Patrick Wayne Orson Welles Frank Wolff Robert Woods Daniele Vargas Roberto Camardiel Clint Eastwood Diretores [ editar | editar código-fonte ] Enzo Barboni Mario Caiano Alberto Cardone Enzo G. Castellari Sergio Corbucci Lucio Fulci Sergio Leone Gianfranco Parolini Sergio Sollima Ramón Torrado Tonino Valerii Compositores [ editar | editar código-fonte ] Luis Bacalov Francesco De Masi Giampiero Reverberi Ennio Morricone Bruno Nicolai Riz Ortolani Piero Piccioni Armando Trovaioli Piero Umiliani Referências ↑ Gustavo Miller (14 de julho de 2012). « ' É um faroeste espaguete surrealista', define Tarantino sobre 'Django livre ' » . G1 ↑ 'Os oito odiados' leva a novos extremos as manias de Quentin Tarantino ↑ «Cinecittá foi a Hollywood da Itália» . Jornal Hoje . 25 de julho de 2015 ↑ Gaberscek, Carlo (2008). 'Zapata Westerns: The Short Life of a Subgerne (1966–1972)'. Bilingual Review 29 (2/3): 45–58. Academic Search Premier. EBSCO. Web. 25 debril de 2011. Bibliografia Marco Giusti. Dizionario del Western all'italiana, Mondadori ISBN 978-88-04-57277-0 . Roger A. Fratter, Ai confini del western , Pozzo D'Adda, 2005. Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Spaghetti western Portal do cinema Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Spaghetti_western&oldid=49837596 ' Categorias : Géneros de cinema Filmes de faroeste spaghetti Filmes da Itália Categoria oculta: !Páginas que usam links mágicos ISBN Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Български Català Čeština Dansk Deutsch English Esperanto Español Euskara فارسی Suomi Français Frysk Gaeilge Galego עברית Magyar Bahasa Indonesia Íslenska Italiano 日本語 ქართული Қазақша 한국어 Nederlands Norsk nynorsk Norsk Polski Română Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Svenska Kiswahili Türkçe Українська Tiếng Việt 中文 Editar ligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 18h24min de 12 de setembro de 2017. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



http://pt.wikipedia.org/wiki/Gobiesocidae
  Gobiesocidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Gobiesocidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Gobiesocidae Aspasmogaster tasmaniensis Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Actinopterygii Ordem : Perciformes Família : Gobiesocidae O Wikispecies tem informações sobre: Gobiesocidae Gobiesocidae é uma família de peixes teleósteos perciformes ... gênero Lepadogaster Lepadogaster lepadogaster A classificação dos gobiesocídeos varia. FishBase , um ... ] . FishBase lista cerca de 152 espécies distribuídas por 45 gêneros : Gênero Acyrtops Acyrtops amplicirrus Acyrtops beryllinus Gênero Acyrtus Acyrtus artius Acyrtus pauciradiatus Acyrtus rubiginosus Gênero ... obtusirostris Alabes occidentalis Alabes parvulus Alabes scotti Alabes springeri Gênero Apletodon ... Apletodon pellegrini Gênero Arcos Arcos decoris Arcos erythrops Arcos macrophthalmus Arcos CACHE

Gobiesocidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Gobiesocidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Gobiesocidae Aspasmogaster tasmaniensis Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Actinopterygii Ordem : Perciformes Família : Gobiesocidae O Wikispecies tem informações sobre: Gobiesocidae Gobiesocidae é uma família de peixes teleósteos perciformes da subordem Gobiesocoidei . São popularmente conhecidos como peixes-ventosa [ 1 ] devido ao disco sugador em seu ventre, embora o termo geralmente se aplique mais especificamente à espécie Gobiesox barbatulus [ 2 ] . Também são conhecidos como gobiesocídeos [ 1 ] . Índice 1 Habitat 2 Descrição 3 Classificação 4 Referências Habitat [ editar | editar código-fonte ] Ocorrem nas águas rasas dos oceanos Atlântico , Pacífico , além de existirem umas poucas espécies de água doce . Algumas espécies vivem associadas a invertebrados, como ouriços-do-mar e lírios-do-mar [ 3 ] , às quais se aderem através de seu disco sugador. Outras espécies freqüentemente se aderem a pedras e corais [ 2 ] . Descrição [ editar | editar código-fonte ] Espécies dessa família freqüentemente possuem barbatanas pélvicas, modificadas para a forma de um disco sugador. Também possui uma barbatana dorsal, sem espinha. Não possui escamas na cabeça e no corpo [ 3 ] . Classificação [ editar | editar código-fonte ] Cochleoceps orientalis Chelmonops truncatus sendo 'limpo' por Cochleoceps orientalis Espécimes do gênero Lepadogaster Lepadogaster lepadogaster A classificação dos gobiesocídeos varia. FishBase , um reconhecido banco de dados sobre peixes, põe Gobiesocidae como a única família na ordem Gobiesociformes [ 4 ] . Já ITIS coloca a família na subordem Gobiesocoidei da ordem dos Perciformes [ 5 ] . FishBase lista cerca de 152 espécies distribuídas por 45 gêneros : Gênero Acyrtops Acyrtops amplicirrus Acyrtops beryllinus Gênero Acyrtus Acyrtus artius Acyrtus pauciradiatus Acyrtus rubiginosus Gênero Alabes Alabes bathys Alabes brevis Alabes dorsalis Alabes elongata Alabes gibbosa Alabes hoesei Alabes obtusirostris Alabes occidentalis Alabes parvulus Alabes scotti Alabes springeri Gênero Apletodon Apletodon dentatus bacescui Apletodon dentatus dentatus Apletodon incognitus Apletodon microcephalus Apletodon pellegrini Gênero Arcos Arcos decoris Arcos erythrops Arcos macrophthalmus Arcos poecilophthalmos Arcos rhodospilus Gênero Aspasma Aspasma minima Gênero Aspasmichthys Aspasmichthys ciconiae Gênero Aspasmodes Aspasmodes briggsi Gênero Aspasmogaster Aspasmogaster costata Aspasmogaster liorhyncha Aspasmogaster occidentalis Aspasmogaster tasmaniensis Gênero Chorisochismus Chorisochismus dentex Gênero Cochleoceps Cochleoceps bassensis Cochleoceps bicolor Cochleoceps orientalis Cochleoceps spatula Cochleoceps viridis Gênero Conidens Conidens laticephalus Conidens samoensis Gênero Creocele Creocele cardinalis Gênero Dellichthys Dellichthys morelandi Gênero Derilissus Derilissus altifrons Derilissus kremnobates Derilissus nanus Derilissus vittiger Gênero Diademichthys Diademichthys lineatus Gênero Diplecogaster Diplecogaster bimaculata bimaculata Diplecogaster bimaculata euxinica Diplecogaster bimaculata pectoralis Diplecogaster ctenocrypta Diplecogaster megalops Gênero Diplocrepis Diplocrepis puniceus Gênero Discotrema Discotrema crinophila Gênero Eckloniaichthys Eckloniaichthys scylliorhiniceps Gênero Gastrocyathus Gastrocyathus gracilis Gênero Gastrocymba Gastrocymba quadriradiata Gênero Gastroscyphus Gastroscyphus hectoris Gênero Gobiesox Gobiesox adustus Gobiesox aethus Gobiesox barbatulus Gobiesox canidens Gobiesox crassicorpus Gobiesox daedaleus Gobiesox eugrammus Gobiesox fluviatilis Gobiesox fulvus Gobiesox juniperoserrai Gobiesox juradoensis Gobiesox lucayanus Gobiesox maeandricus Gobiesox marijeanae Gobiesox marmoratus Gobiesox mexicanus Gobiesox milleri Gobiesox multitentaculus Gobiesox nigripinnis Gobiesox nudus Gobiesox papillifer Gobiesox pinniger Gobiesox potamius Gobiesox punctulatus Gobiesox rhessodon Gobiesox schultzi Gobiesox stenocephalus Gobiesox strumosus Gobiesox woodsi Gênero Gouania Gouania willdenowi Gênero Gymnoscyphus Gymnoscyphus ascitus Gênero Haplocylix Haplocylix littoreus Gênero Kopua Kopua kuiteri Kopua nuimata Gênero Lecanogaster Lecanogaster chrysea Gênero Lepadichthys Lepadichthys bolini Lepadichthys caritus Lepadichthys coccinotaenia Lepadichthys ctenion Lepadichthys erythraeus Lepadichthys frenatus Lepadichthys lineatus Lepadichthys minor Lepadichthys sandaracatus Lepadichthys springeri Gênero Lepadogaster Lepadogaster candolii Lepadogaster lepadogaster Lepadogaster purpurea Lepadogaster zebrina Gênero Liobranchia Liobranchia stria Gênero Lissonanchus Lissonanchus lusheri Gênero Modicus Modicus minimus Modicus tangaroa Gênero Opeatogenys Opeatogenys cadenati Opeatogenys gracilis Gênero Parvicrepis Parvicrepis parvipinnis Gênero Pherallodichthys Pherallodichthys meshimaensis Gênero Pherallodiscus Pherallodiscus funebris Pherallodiscus varius Gênero Pherallodus Pherallodus indicus Pherallodus smithi Gênero Posidonichthys Posidonichthys hutchinsi Gênero Propherallodus Propherallodus briggsi Gênero Rimicola Rimicola cabrilloi Rimicola dimorpha Rimicola eigenmanni Rimicola muscarum Rimicola sila Gênero Sicyases Sicyases brevirostris Sicyases hildebrandi Sicyases sanguineus Gênero Tomicodon Tomicodon absitus Tomicodon abuelorum Tomicodon australis Tomicodon bidens Tomicodon boehlkei Tomicodon briggsi Tomicodon chilensis Tomicodon clarkei Tomicodon cryptus Tomicodon eos Tomicodon fasciatus Tomicodon humeralis Tomicodon lavettsmithi Tomicodon leurodiscus Tomicodon myersi Tomicodon petersii Tomicodon prodomus Tomicodon reitzae Tomicodon rhabdotus Tomicodon rupestris Tomicodon vermiculatus Tomicodon zebra Gênero Trachelochismus Trachelochismus melobesia Trachelochismus pinnulatus Referências ↑ a b Houaiss, Antônio . Dicionário Houaiss da língua portuguesa . Verbete gobiesocídeo . Rio de Janeiro: Objetiva, 2001 p. 1461 ↑ a b Houaiss, Antônio . Dicionário Houaiss da língua portuguesa . Verbete peixe-ventosa . Rio de Janeiro: Objetiva, 2001 p. 2170 ↑ a b «Family Gobiesocidae - Clingfishes and singleslits» ( HTML ) (em Inglês ). FishBase . Consultado em 24 de Dezembro de 2007 !CS1 manut: Língua não reconhecida ( link ) ↑ «Order Summary for Gobiesociformes» ( HTML ) (em Inglês ). FishBase . Consultado em 24 de Dezembro de 2007 !CS1 manut: Língua não reconhecida ( link ) ↑ «ITIS Standard Report Page: Gobiesocidae» ( HTML ) (em Inglês ). ITIS . Consultado em 24 de Dezembro de 2007 !CS1 manut: Língua não reconhecida ( link ) Este artigo sobre peixes é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . v • e Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Gobiesocidae&oldid=34521158 ' Categoria : Perciformes Categorias ocultas: !CS1 manut: Língua não reconhecida !Imagem local idêntica à do Wikidata !Esboços sobre peixes !Esboços maiores que 5000 bytes Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Afrikaans العربية Azərbaycanca Català Cebuano Deutsch English Español Euskara فارسی Suomi Français Gaeilge Magyar Italiano 日本語 한국어 Nederlands Polski Română Русский Svenska Українська Tiếng Việt Winaray 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 12h08min de 17 de março de 2013. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



https://pt.wikipedia.org/wiki/Transfobia
  Transfobia – Wikipédia, a enciclopédia livre Transfobia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2016). Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior . Parte de uma série sobre Discriminação Formas gerais Aparentismo Aporofobia Classismo Elitismo ... Gordofobia Sidafobia Idade Adultismo Gerontofobia Pedofobia Gênero e sexualidade Acefobia Bifobia ... Antidiscriminatórias Direitos civis Emancipação Inclusão social Integração racial Igualdade de gênero Portal v • e Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher CACHE

Transfobia – Wikipédia, a enciclopédia livre Transfobia Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2016). Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior . Parte de uma série sobre Discriminação Formas gerais Aparentismo Aporofobia Classismo Elitismo Especismo Etarismo Intolerância religiosa LGBTfobia Preconceito linguístico Psicofobia Racismo Sadismo Sexismo Tamanhismo Xenofobia Discriminação social Anatomia e fisiologia Altismo Capacitismo Gordofobia Sidafobia Idade Adultismo Gerontofobia Pedofobia Gênero e sexualidade Acefobia Bifobia Cissexismo Heterofobia Heterossexismo Homofobia Intersexofobia Lesbofobia Misandria Misoginia Monossexismo Panfobia Polifobia Transfobia Transmisoginia Discriminação étnico-cultural Anglofobia Antiamericanismo Antiarabismo Antiarmenianismo Antieuropeísmo Antissemitismo Francofobia Indofobia Lusofobia Discriminação religiosa Ateofobia Anticatolicismo Anticristianismo Anti-hinduísmo Antimormonismo Antiprotestantismo Antijudaísmo Cristofobia Islamofobia Manifestações Crime de ódio Discriminação reversa Escravidão Exclusão social Fisiologismo Genocídio Etnocídio Heteronormatividade Heteropatriarcado Homonormatividade Intolerância religiosa Limpeza étnica Linchamento Machismo Paternalismo Pogrom Preconceito Segregação espacial Segregação racial Movimentos Discriminatórios Anti-indigenismo Arianismo Ku Klux Klan Macartismo Neonazismo Seita Supremacismo árabe branco indígena negro Antidiscriminatórios Abolicionismo Direito das crianças Direito dos animais Direitos civis Feminismo Indigenismo Masculinismo Movimentos civis LGBT Movimento Negro Movimento sexo-positivo Sufrágio universal Transfeminismo Políticas Discriminatórias Apartheid Nazismo Ação afirmativa Cota racial Antidiscriminatórias Direitos civis Emancipação Inclusão social Integração racial Igualdade de gênero Portal v • e Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e A transfobia é uma série de atitudes ou sentimentos negativos em relação às pessoas travestis , transexuais e transgêneros . Seja intencional ou não, a transfobia pode causar severas consequências para quem por ela é assim discriminado. As pessoas trans também podem ser alvo da homofobia , tal como homossexuais podem ser alvo de transfobia, por parte de pessoas que incorretamente não distinguem identidade de gênero de orientação sexual. Como outras formas de discriminação, o comportamento discriminatório ou intolerante pode ser direto (desde formas fisicamente violentas ou verbais até recusas em comunicar com a pessoa em causa) ou indireto (como recusar-se a garantir que pessoas transexuais sejam tratadas da mesma forma que as pessoas cissexuais ). A transfobia também pode ser definida como aversão sem controle, repugnância, ódio, preconceito de algumas pessoas ou grupos contra pessoas e grupos com identidades de gênero travestis, transgêneros, transexuais, também denominados população trans. Historicamente, há uma sobreposição dos papéis socialmente construídos para homens e mulheres às anatomias genitais tradicionalmente entendidas como feminina (vagina) ou masculina (pênis). Essa sobreposição leva ao entendimento da categoria sexo como algo universal (todos os seres vivos teriam sexo), binário (macho e fêmea) e globalizante das identidades e papéis sociais. Assim, pessoas e grupos trans vivenciam vários níveis de discriminação, o que incorre em sofrimento e negação de direitos. [ 1 ] Índice 1 Brasil 1.1 Transfobia no sistema judiciário 2 Ver também 3 Referências 4 Ligações externas Brasil [ editar | editar código-fonte ] No Brasil não há a tipificação desse tipo de crime. Encontra-se no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 122/2006 ( PL 122 ), apresentado em 2006 na Câmara dos Deputados do Brasil , mas que ainda não tramitou pelas duas Casas que compõem o Congresso Nacional do Brasil para que possa ser assinado como Lei. O PL tem como objetivo criminalizar a discriminação motivada pela orientação sexual ou pela identidade de gênero da pessoa discriminada, ou seja, tem o objetivo de criminalizar homofobia, transfobia e lesbofobia . Em 29 de janeiro de 2004, ativistas transexuais participaram, no Congresso Nacional, do lançamento da primeira campanha contra a transfobia no país. A partir de então, 29 de janeiro é o Dia da Visibilidade Trans, cujo objetivo é ressaltar a importância da diversidade e respeito para o movimento trans (travestis, transexuais e transgêneros). [ 2 ] Há muitos exemplos de transfobia em diferentes formas e manifestações pela sociedade. Algumas instâncias claramente envolvem violência e extrema malícia, enquanto outras envolvem uma falta de conhecimento ou experiência com a condição, às vezes envolvendo predisposição inconsciente baseada em ditos religiosos ou convenções sociais. Transfobia no sistema judiciário [ editar | editar código-fonte ] Cruzes sobre a bandeira LGBT , representando as vítimas de violência transfóbica e homofóbica . Um exemplo é o caso de Roberta Góes Luiz em São José do Rio Preto , interior de São Paulo. Roberta entrou com processo de adoção de uma criança cujos cuidados lhe foram entregues pela própria mãe da criança, uma menor de idade que não tinha condições de cuidar do recém-nascido . O Tribunal de Justiça, a pedido do promotor de justiça Cláudio Santos de Moraes, negou a guarda da criança à Roberta com a justificativa de que 'Roberta e o companheiro, Paulo, são pessoas de bem, têm condições financeiras, mas não formam um casal normal. ' Outro exemplo é o de Luíza Mouraria em São Vicente , litoral paulista. Luiza manteve um relacionamento amoroso com um rapaz, Daniel Guilherme. sem que o mesmo soubesse do fato de Luiza ser transexual. Quando descobriu, Daniel junto com seu irmão, André Guilherme, planejaram o assassinato de Luiza. A mesma foi agredida até a morte com socos, pontapés e um pedaço de madeira. Depois, prenderam junto ao corpo uma pedra e o atiraram ao mar. André e Daniel tiveram prisão preventiva, mas foram soltos 30 dias depois devido a um habeas-corpus concedido pelo Supremo Tribunal de Justiça. No processo (HC 53296) Luíza é tratada como um ' homossexual que se travestia de mulher e se apresentava como Luíza. '. [ 3 ] [ 4 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Homofobia Lesbofobia Declaração sobre orientação sexual e identidade de gênero das Nações Unidas Referências ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de. ALVES, Hailey (2010). «Feminismo transgênero e movimentos de mulheres transexuais» . Cronos - Revista do Programa de Pós-graduação em Ciências da UFRN . pp. 8–19 . Consultado em 9 de setembro de 2013 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores ( link ) ↑ «Chamada Blogagem Coletiva: Dia da Visibilidade Trans» . Consultado em 9 de setembro de 2013 ↑ «STJ coloca em liberdade assassinos de transexual» . transfeminismo.sarava.org. 19 de junho de 2006 . Consultado em 20 de novembro de 2007 ↑ «Prisão preventiva: Ausência de fundamentação» . Supremo Tribunal Federal . Notadez. 19 de junho de 2006 . Consultado em 20 de novembro de 2007 Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Manifesto Transgênero (em português ) JESUS, Jaqueline Gomes de. Blogueiras Feministas . Meu lugar de mulher trans (em português ) ANDRADE, Daniela. Blogueiras Feministas . Não há lugar para a transfobia no feminismo (em português ) RANKIN, Lauren. Blogueiras Feministas . Uma transexual inspiradora (em português ) FREITAS, Aline. Blogueiras Feministas . A morte e a morte de uma travesti (em português ) ANDRADE, Daniela. Blogueiras Feministas . v • e Lésbica , Gay , Bissexual , Transgênero ( LGBT ) Identidades sexuais e de gênero Lésbica · Gay · Bissexual · Travesti · Transexual · Transgênero · Queer · Intersexual · Assexual · Pansexual · Polisexual Orientação sexual Assexualidade · Homossexualidade · Bissexualidade · Pansexualidade · Polisexualidade · Não-heterossexual · Biologia e orientação sexual · Demografia · Escala de Kinsey · Grade de Klein História Cronologia · GLBT Historical Society · História do lesbianismo · Temas LGBT na mitologia · Homossexualidade na Grécia Antiga · Homossexualidade na Roma Antiga · Pederastia · Homossexuais na Alemanha Nazista · Museu da Homossexualidade · Movimentos sociais · Rebelião de Stonewall · Libertação gay · Anarco-queer · Socialismo e direitos gays Comunidade LGBT e cultura Sair do armário · Drag king · Drag queen · Bar gay · Bairro gay · Ícone gay · Urso · Orgulho · Parada LGBT · Chuca · Símbolos · Ficção slash · Femslash · Turismo · Temas LGBT na ficção especulativa · Queer Horror · Homossexualidade e vampiros Legislação e direitos Legislação sobre a homossexualidade no mundo ( África · América do Norte · América Central · América do Sul · Ásia · Europa · Oceania ) · Cronologia dos direitos LGBT · Adoção · Homoparentalidade · União civil · Casamento entre pessoas do mesmo sexo · Lei da sodomia · Serviço militar · Crime de ódio · Grupos pelos direitos LGBT · Aspecto legais da transgeneridade · Declaração da ONU (2008) · Nome social Atitudes da sociedade Dia do Orgulho Hétero · Estereótipos LGBT · Heteronormatividade · Heteropatriarcado · Homonacionalismo · Homossexualidade e religião · Oposição aos direitos LGBT · Papel social de gênero · Pinkwashing · Simpatizante LGBT · Homossocialização Preconceito · Violência Bifobia · Binarismo · Cissexismo · Heterossexismo · Homofobia · Lesbofobia · Monossexismo · Transfobia · Transmisoginia · Violência contra pessoas LGBT · Suicídio entre jovens LGBT · Retórica anti-LGBT Campo acadêmico e Discurso Antropologia e homossexualidade · Capitalismo rosa · Diversidade sexual · Estudos de gênero · Feminismo lésbico · Filmes LGBT · Homoerotismo · Conservadorismo LGBT · Literatura LGBT · Teoria queer · Transfeminismo Homossexualidade por região Homossexualidade na África · Homossexualidade na América do Norte · Homossexualidade na América Central · Homossexualidade no Caribe · Homossexualidade na América do Sul · Homossexualidade na Ásia · Homossexualidade na Europa · Homossexualidade na Oceania · Categoria:LGBT · Portal LGBT v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem 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  A Coca-Cola e a ideologia de gênero: Quem está por trás da campanha sórdida? – Mídia Sem Máscara × Editorial Colunistas Diário Filosófico Arquivos Contato Artigos Destaques Globalismo Notícias Faltantes A Coca-Cola e a ideologia de gênero: Quem está por trás da campanha sórdida? Editoria MSM 6 de dezembro de 2017 - 18:31:20 Por Marlon Derosa. Certamente a campanha de propaganda de final de ano da ... A Coca-Cola e a ideologia de gênero: Quem está por trás da campanha sórdida? – Mídia Sem Máscara ... Faltantes A Coca-Cola e a ideologia de gênero: Quem está por trás da campanha sórdida? Editoria MSM 6 de ... globalistas em todas as sociedades, incluindo a expansão do acesso ao aborto, ideologia de gênero, feminismo ... , promotora da pauta dos “direitos sexuais”, aborto e gênero. Fundação Coca-Cola A Coca-Cola também ... Institute. Nulac Institute , que luta pela pauta de gênero e outras pautas na América Latina. Open CACHE

A Coca-Cola e a ideologia de gênero: Quem está por trás da campanha sórdida? – Mídia Sem Máscara × Editorial Colunistas Diário Filosófico Arquivos Contato Artigos Destaques Globalismo Notícias Faltantes A Coca-Cola e a ideologia de gênero: Quem está por trás da campanha sórdida? Editoria MSM 6 de dezembro de 2017 - 18:31:20 Por Marlon Derosa. Certamente a campanha de propaganda de final de ano da Coca-Cola que leva a imagem da drag queen Pabllo Vittar nas latas de refrigerante não agrada a grande maioria da população brasileira. A Coca-Cola fez outra campanha nessa linha no “Dia do Orgulho LGBT”, em junho desse ano, com a frase: “ Essa Coca-Cola é Fanta sim, e daí? “. Diante desse tipo de postura empresarial, mais uma vez, surge a pergunta: Por que uma empresa faria uma campanha de marketing que vai contra a matriz cultural de seu mercado alvo? Lembro-me das aulas de marketing. A Coca-Cola foi analisada, em sala da aula, por ter grande sensibilidade com a cultura local dos diversos mercados em que atua. Certa vez, por conta do festival de Parentins, no estado do Amazonas, a empresa chegou a fabricar latas na cor azul, para ser agradável a uma parcela daquela comunidade. Essa e outras campanhas ilustravam uma máxima que deveríamos aprender, sobre estratégia empresarial: “pensar globalmente, agir localmente”. Acionista chave da Coca-Cola Warren Buffett possui nada menos do que 16.7 bilhões de dólares em ações da Coca-Cola. Nos últimos anos tem ficado evidente quais são as agendas que Buffett busca incentivar. Em 2015, ele colocou 215 milhões de dólares em grupos pró-aborto. O LifeSiteNews conseguiu apurar que entre 2003 e 2014, Buffett subsidiou a Planned Parenthood, a maior clínica de abortos do mundo, em pelo menos 440 milhões de dólares. Também destinou 2.2 bilhões de dólares para a Fundação Bill e Melinda Gates, que atua na distribuição de medicamentos abortivos e contraceptivos em diversos países do mundo. Buffet também tem sua própria fundação, que leva o nome de sua primeira esposa: Susan Thompson Buffett Foundation (Fundação Susan Thompason Buffett). As ações desenvolvidas pela Fundação Susan Thompason Buffett fizeram Warren Buffett ser intitulado pela Bloomberg como o maior “ícone feminista”. Trata-se da terceira maior fundação dos Estados Unidos, atrás apenas de suas parceiras de agenda, a The Bill and Melinda Gates e a Ford Foundation. A Fundação Susan Thompson destaca-se também na distribuição gratuita, em escala global, de ‘contraceptivos’ DIU (Dispositivo Intrauterino). A Bloomberg destacou ainda o altíssimo investimento da Fundação em pesquisas acadêmicas nessa área. Segundo o site InsidePhylanthropy , o mega-bilionário destina 99% de sua riqueza para causas filantrópicas. Desse montante, 83% se destina a Fundação Bill e Melinda Gates. O motivo de destinar mais recursos para a fundação de Gates ao invés de suas próprias fundações é que Buffett teria ficado impressionado com a eficiência da Fundação Bill e Melinda Gates, na distribuição de medicamentos abortivos, contraceptivos e outras pautas da saúde reprodutiva ao redor do mundo, com foco especial na África. Agenda Globalista Para muitos empresários e profissionais bem intencionados, a frase “pensar globalmente e agir localmente”, aprendida na faculdade ou no MBA, significaria uma perspectiva de gestão que agrega uma visão estratégica integrada e internacional, com ações locais que permitam identificação dos valores de cada sociedade, para a satisfação das necessidades locais de cada país e sociedade, obviamente respeitando sua cultura. Tudo muito romântico e belo! A verdade é que essa frase está longe de ser uma teoria de marketing. Trata-se de mais um slogan da estratégia globalista dos mega-capitalistas, que não estão nem um pouco preocupados com a satisfação das necessidades de cada sociedade ou com respeito de suas crenças, mas sim, com a engenharia social. Isso está evidente. O verdadeiro significado desse slogan consiste em introduzir agendas globalistas em todas as sociedades, incluindo a expansão do acesso ao aborto, ideologia de gênero, feminismo, e consequentemente, obtém-se a destruição da família. Tenho visto de forma recorrente como os livros de marketing tem servido, há décadas, aos objetivos de mega capitalistas e globalistas. Dentro de muitos livros, onde se esperaria encontrar teorias acadêmicas e conhecimento científico, encontram-se diversos produtos de marketing, vendidos como se fossem teorias acadêmicas e tendências a serem seguidas “ para o bem dos clientes, das empresas e da sociedade “. O famoso guru Philip Kotler contribuiu sobremaneira para isso, e ficou fácil entender o porquê. Ele trabalhou por décadas para a Kellogg Foundation, que é outra fundação bastante envolvida em diversos movimentos políticos de esquerda, promotora da pauta dos “direitos sexuais”, aborto e gênero. Fundação Coca-Cola A Coca-Cola também possui sua fundação. A The Coca-Cola Foundation (Fundação Coca-Cola) atua desde 1984, em mais de 122 países, focando em três principais áreas: Mulheres, Água e Bem Estar. Seus programas tem um especial no “ empoderamento feminino ” e distribuição de medicamento para mulheres de países da África, América Latina e Ásia, atuando em parceria com outras fundações, conhecidíssimas como: Bill e Melinda Gates Foundation. Para atuar em tantos países a Coca-Cola Foundation movimenta bilhões de dólares entre as diversas fundações e ONGs espalhadas e conectadas em todo o mundo. A lista das organizações, disponível no site da da Coca-Cola, relaciona 262 organizações cujo montante de doações passa de 72,6 bilhões de dólares somente no ano de 2016. Na lista constam organizações como a Gay e Lesbian Victory Institute. Nulac Institute , que luta pela pauta de gênero e outras pautas na América Latina. Open Society Foundation , de George Soros. Em entrevistas, em dez 2016, o CEO da Coca-Cola, Muhtar Kent, afirma que é feminista e que a pauta feminista faz parte da estratégia da Coca-Cola, porque “é boa para os negócios”. Estratégia empresarial versus valores da população Em julho, época da campanha “ Essa Coca-Cola é Fanta, e dai? “, a Coca-Cola havia anunciado a criação criado um Comitê LGBTI+. Segundo o líder desse comitê interno, “A diversidade está no DNA da Coca-Cola”. Para a empresa, “A criação do comitê LBGT+ foi um passo importante na cultura da empresa”. Apesar disso, uma das fotos da campanha foi criticada na internet também por conter apenas homens brancos na foto. Em tempos em que a população vive aflita pelas incessantes tentativas de incluir questões polêmicas de ideologia de gênero e sexualidade precoce no material escolar de crianças de 6 anos de idade, e em que Fátima Bernardes leva diariamente, em seu programa matinal, crianças com aparente disforia de gênero, buscando, evidentemente, quebrar tabus e trabalhar na normalização desses casos, a postura da Coca-Cola no incentivo dessas pautas traz ainda mais tensão ao ambiente atual. Em evento recente no Instituto Coca-Cola, a diretora Executiva do Instituto afirmou : “Acreditamos que as empresas podem e devem atuar para além das fronteiras de suas políticas de recursos humanos, para além das paredes de seus escritórios e fábricas, como agentes incentivadores de transformações que rompam os padrões culturais e tornem a sociedade mais justa e igualitária. É por isso que essa parceria com a ONU Mulheres tem um papel tão importante para a promoção do empoderamento socioeconômico das mulheres em comunidades de todo o Brasil” (grifo nosso) A empresa também lançou alguns vídeos defendendo o fim da estigmatização de atividades entre homens e mulheres e o empoderamento feminino. Em um dos vídeos, chegam a usar o termo “fazer decisões sobre o próprio corpo”, decidindo se querem ser mães ou não. A empresa mostra-se claramente voltada ao trabalho de transformação da sociedade , por meio da desconstrução de valores culturais. Neste contexto, não parece por acaso a utilização de uma drag queen como “garota” propaganda. Principalmente quando vemos quais são as pautas que Buffett, principal acionista, tem investido. Controle populacional e pauta feminista: as fundações e projetos patrocinados pelo maior acionista da Coca-Cola tem diversos elementos em comum, dentre os quais podemos destacar o controle populacional. Contudo, eles sabem que o controle populacional não passa apenas por alternativas de contracepção e expansão do acesso aos serviços de aborto, mas também pela implantação de uma cultura anti-natalista e é nesse contexto que entra o grande foco no “empoderamento” das mulheres. A pauta feminista e de “empodeiramento” vem no sentido de desestimular a maternidade por meio de grandes estímulo à carreira e ao empreendedorismo. Talvez por isso o programa The Coca-Cola Company’s 5by20 initiative tem como objetivo “ empodeirar ” cinco milhões de mulheres até 2020. O estímulo do movimento gay por parte dessas fundações também parece vir ao encontro desses objetivos de controle populacional, uma vez que esperam, com um desestímulo da chamada “heteronormatividade”, reduzir o número de famílias tradicionais no futuro. Assim, parece conveniente incentivar e promover a imagem de um ídolo jovem drag queen. Informações: InsidePhylanthropy Coca-Cola Company – annual report 2016 Coca Cola Company – Why Investing in women and girls will drive economic growth and sustainable development Coca-ColaCompany.com – Gender and Macroeconomics: What is next Fool.com HuffpostBrasil.com/ – Warren Buffett Foundationdonation contraception… Conheça parte do Comitê LGBT+ que está trabalhando a diversidade sexual na Coca-Cola Brasil G1 Globo – Em ação contra homofobia, Coca-Cola estampa ‘É Fanta, e daí?’ em latas Marlon Derosa , pesquisador independente e tradutor, escreve e coordena pesquisas para o site EstudosNacionais.com (no qual o presente artigo foi publicado) e para a Revista Estudos Nacionais. Desenvolve projetos editoriais na editora Estudos Nacionais e Livraria Pius. Tags: Esquerdismo , feminismo , Globalismo , ideologia de gênero , movimento gay , Notícias Faltantes Newton (ArkAngel) Deveria se chamar “Empoderamento da mulher…feia”. Pablo Vittar deveria ser garota(o) propaganda de produtos orientais, mais especificamente de “Broto de Bambu”. João Sena De gueixa também. Patrick Christian Eu ri na parte “Talvez por isso o programa The Coca-Cola Company’s 5by20 initiative tem como objetivo “empodeirar” cinco milhões de mulheres até 2020”. Porque percebi que o ‘criador’ do texto não sabe o que fala e nesse texto de 200 linhas umas 5 são de sua autoria e fala bobagem. João Sena Você percebeu, né Patrick. Nossa, sua capacidade de apreensão é surpreendente, dispensa qualquer tipo de argumentação. É no gosto ou não gosto. E o que me impressiona mais é que você sabe fazer conta e análise textual. Parabéns!! Patrick Christian Você é o criador do texto? Não irei debater com quem tem opinião formada em redes sociais nem tampouco tentar dizer sobre essa “ideologia de gênero” que as pessoas tem medo, muito menos de aborto, menos ainda sobre o empoderamento feminino ou seja qual for vertente, simplesmente não vale a pena. A situação é a seguinte, se você não consegue sair do seu círculo de pensamento (familiar ou amigos) você dificilmente irá ter um respaldo sobre esses assuntos. Vou te deixar a seguinte reflexão: por que diabos mega-bilionários capitalistas (como diz o texto, aliás quem usa isso como forma de xingamento?) usam suas fortunas para apoio ao aborto ou contraceptivos femininos? Pensa um pouco, pensa como se fosse uma mulher, uma mulher desamparada, uma mulher sem condições financeiras, em que a sociedade só sabe maltratar. Jhessica Eduarda Patrick 👏👏👏👏 Right Romanorum PENSA VOCÊ UM POUCO SÓ POR SI MESMO SEM SER INDUZIDO PELOS “ARJUMENTOS” DESSES MANIPULADORES. NÃO DÓI LHE GARANTO! E SINTA COMO SE FOSSE UMA CRIANÇA( OU FETO QUE SEJA) DESAMPARADA E INDEFESA SENDO ABORTADA E NEGADA SUA EXISTÊNCIA SEM CULPA PELO QUE LEVOU SUA MÃE A CONCEBÊ-LA PORQUE ESSA IDEOLOGIA SÓ QUER SABER DE DESCARTAR… Patrick Christian Não meu irmão, não tem como eu pensar como um feto, nem mesmo pensar como um embrião, eles não pensam. Talvez você deva saber que por lei o aborto é permitido em algumas condições, mas se por lei é permitido você deve pensar porquê permitiram, veja bem, seja por motivo de risco de vida da mãe porque neste caso a vida da mãe vem a ser como prioridade que a do bebê, feto, ou embrião, e segundo em caso de estupro, não estou inventando, é lei. O que te faz pensar que “essa ideologia só sabe descartar”?. É desumano sim saber que um feto em estado avançado venha a ser abortado, mas você deve pensar o lado da mãe que o fez, a mãe não tem amparo médico, não tem o amparo paterno o que acontece na grande maioria das vezes, não tem condições financeiras porque vem de família pobre e nem tem como a si própria se sustentar, veja bem, falo da grande maioria que aborta às escondidas, falo das mães pobres, aquelas que por riscos reais de morte buscam clínicas clandestinas (já que é proibido). Mas o ponto que quero pegar é a parte na qual você diz “desamparada e indefesa”, o que te faz pensar que a mãe que não vai abortar por conta da proibição irá ter uma criança amparada e com toda a segurança do mundo? Não percebes que será só mais uma criança que a mãe não consegue cuidar, não percebes que a mulher quer ter o direito de abortar porque ela quer fazer uma faculdade? Ou mesmo vencer na vida? Não pense que com a liberação do aborto você encontrará bebês mortos em cada esquina, saia desse pensamento de que um embrião é uma criança ou um feto, são coisas diferentes, deixe que as mulheres façam suas escolhas. Newton (ArkAngel) Concordo que, em risco de vida, se dê a preferência à vida da mãe, isto inclusive está escrito em livros de Allan Kardec, de filosofia espiritualista. Quanto às outras situações…bem, o que digo é que nos dias atuais, com todos as campanhas e meios de comunicação presentes, só engravida quem quer. Métodos anticoncepcionais existem aos montes. Não podemos colocar a culpa pela desgraça da mãe no feto, pois o mesmo é consequência, e não a causa dos atos imprudentes da mãe. Se a mãe não tem o amparo paterno, isto é justamente um problema de caráter, pois nesta situação juntam-se a falta de prudência da mãe e a insensibilidade e descaso do pai. E ainda por cima, as feministas e afins, dizendo “cuidar das mulheres”, ficam descendo a lenha na sociedade patriarcal. Ora, isto é um completo desconhecimento sobre o que representa a tal “sociedade patriarcal”. Na antiga Roma, a maioria dos habitantes era escravo, ou seja, não tinha direitos políticos e nem voz na sociedade. como escravo também morre, com o tempo a quantidade destes ia diminuindo, e era necessário “renovar o estoque”. Para isto, simplesmente todos os homens escravos eram colocados para fazer sexo com todas as mulheres escravas. O resultado disto é que as crianças nascidas deste arranjo, futuros escravos, simplesmente não sabiam quem era seus pais. Ou seja, eram largadas à própria sorte. Com o advento do cristianismo, a responsabilidade do pai sobre seus filhos passou a fazer parte dos costumes da sociedade, e a abstenção de tal responsabilidade era mal vista e até censurada. Neste novo arranjo, os pais deveriam cuidar da prole e da família até que os filhos tivessem condições de se sustentarem sozinhos, e isto, pelo menos na maioria dos casos, perdura até hoje. Então, ao contrário do que as feministas dizem hoje, o patriarcado protege as mulheres e crianças, impondo ao homem a responsabilidade sobre seus atos. Devemos isto ao cristianismo, caso não fosse assim, o que teríamos seriam hordas de crianças abandonadas à própria sorte, pois bem ou mal, a religião impõe um freio aos instintos primitivos e imperfeições que todos temos, ao nos legar as palavras de um homem sábio que estava muito acima de todos nós. Lucas Santos Amaral Texto falacioso é o seu… retórica de péssima índole e sem embasamento moral, filosófico ou factual… em suma… blablabla de quem tem a profundidade intelectual de um pires… explique ao menos qual a sua concepção de FETO antes de valorar “a liberação do aborto” em vista do “direito a escolha das mulheres”… como se sodomitas tivessem algum conhecimento do que vem a ser a existência feminina ao criticar outros de fazer o mesmo… não se busca explicação para desajustamentos e sim padronizar comportamentos inadequados a um processo civilizatório sadio… coisa que vc desconhece a existência… Ceci Gostaria até de ajudar a esclarecer a confusão que parece rodear esse tema. O termo “ideologia de gênero” foi algo criado com a intenção de deturpar um conjunto de áreas de estudo, que simplesmente falam de aspectos humanos. educação sexual, sexualidade, igualdade de gênero, identidade de gênero e possivelmente outros. São assuntos que visam ser debatidos. O objetivo não é doutrinar crianças a mudar identidade de gênero ou sexualidade. Primeiramente a questão de combater as diferenças de gênero é uma necessidade em uma sociedade tão desigual. Onde o pensamento de que a mulher é inferior ao homem ou que existem papéis naturais, excluindo oportunidades, como por exemplo a participação de mulheres em áreas ligadas a ciência. Ou em casos mais cotidianos, situações que levam mulheres a crer que abusos sofridos são algo normal ou que são culpadas de alguma forma. Isso são exemplos considerando a imagem feminina, mas homens também podem ser vítimas dessa desigualdade e das expectativas que se constroem em cima de papéis de gênero. A ideia em cima desses assuntos é promover o respeito mútuo. Quando se fala de amar ao próximo, não vejo o que pode ser feito em termos práticos, mais significativo que isso. Rafael Show. Right Romanorum SHOWRUME? Caio Ceci, muitas vezes falta enxergarmos o que não está explícito nessas campanhas, como também nesses investimentos milionários. Sobre “papéis naturais”, muitos existem sim, e lhe indico um documentário sobre o caso chamado: “Hjernevask” (“Lavagem Cerebral” em português). Você acredita que essas grandes fundações e empresas estão realmente preocupadas em respeito mútuo e amor ao próximo? A Coca-Cola não dá um tiro sem mirar muito bem o alvo antes. Osvaldo Pereira Júnior O que tem a ver respeito mútuo com o de o governo obrigar eu a chamar um homem mutilado de mulher? Antes de respeitar você eu tenho que me respeitar primeiro. Se eu sacrifico a minha própria inteligência e ignoro o que os meus olhos estão vendo só para agradar outra pessoa eu estarei me desrespeitando. Bichas mutilados JAMAIS serão mulheres e mulheres mutiladas JAMAIS serão homens. É isso que vocês esquerdopatas ridiculos tem que entender. Osvaldo Pereira Júnior Pablo Vittar continuará sendo um homem barbado até os últimos dias de vida. As fantasias de travesti que ele se veste, não fará dele uma pessoa de um terceiro gênero, mas simplesmente o fará um homem que se veste ridicularmente como uma mulher. Ou seja,um travesti qualquer que é algo quase tão velho como andar pra frente, Desculpe se eu magoei vocês esquerdinhas. Jucelito Schlichting Só uma coisinha… vai tnc Right Romanorum NÃO DESEJE AOS OUTROS O QUE VOCÊ APRECIA…NEM TODOS TÊM O MESMO GOSTO SEU,QUERIDA! Marco Uma centelha de lucidez menino mau , agora numa escala evolutiva ja que tu consegue notar as diferenças em outras pessoas mostre-nos que o digníssimo se esforça pra viver em uma sociedade plural .vc consegue! Lucas Santos Amaral Galinha emplumada em terreno alheio leva pinto… é isso que tu quer ???… rsrsrssrssss… Ceci Pablo Vittar é drag Queen. Ele não se identifica como transexual. Apenas como um menino gay e artista. Tem diferença. Então Renato, já que para você é um esforço tão grande respeitar os outros ao ponto de que você acha que está se desrespeitando, só posso lamentar pois soa apenas como uma confissão do quanto sua mente é pequena no momento. Não serei eu a mudar isso. Espero que a vida o ajude. Ceci Digo, Osvaldo* Osvaldo Pereira Júnior Pablo Vittar é um homem barbado que se veste como uma mulher se tornando assim um travesti que por sinal ainda é feio pra cacete. Terceiro gênero só existe na cabecinha de doentes mentais. Osvaldo Pereira Júnior Pelo menos o Pablão não chegou ao nível de demência de querer cortar o bilau fora e chamar aquilo de vagina. Menos mal. Ainda tenho esperança na recuperação de Pablão como um homem pleno. Pior são os dementes que cortam o bilau fora e ainda querem nos obrigar a chamá-los de meninas. Esses são imperdoáveis. Newton (ArkAngel) Podem pensar o que quiserem, mas o homossexualismo é uma perversão do instinto sexual. Tudo aquilo que corrompe as finalidades e funções para as quais tais coisas foram criadas é perversão. Entretanto, estes fatos não nos dão o direito de desrespeitar os homossexuais como seres humanos, afinal de contas, todos somos imperfeitos. O que irrita a maioria das pessoas que não são gays são justamente a prepotência e arrogância de certos sujeitos que infelizmente se dizem representantes de tais pessoas, ao berrarem: “Vocês héteros são a encarnação do mal na Terra, tomem a mim como referência e exemplo!” O fato de serem, teoricamente, uma classe oprimida, e é justamente por isso que fazem manifestações, não os torna imunes à idiotice humana. Tais manifestações são caricaturais (e têm como não ser?) e passam a impressão errônea de que todos os gays são depravados e vivem rebolando em cima das caixas de som. Se querem respeito, devem escolher melhor seus “representantes”. Mas também não vamos confundir as coisas. Uma pessoa homossexual pode ser o melhor ser humano do planeta, inclusive, por experiência própria, um dos sujeitos mais decentes, corretos e caridosos que conheço na vida é homossexual, este fato nada tem a ver com o caráter e integridade da pessoa. Porém, este fato não torna o homossexualismo algo normal. Pode ser muitíssimo comum, mas normal não é e nunca será. Marco Presume-se que o normal é ser como vc ! Senhor me permita ser diferente , ninguém merece isso! Newton (ArkAngel) Nada disso. O conceito de “normal” é aquilo que não se desvia da finalidade. A merda é normal? Sim, porém comer merda não é normal. entretanto, existem pessoas que o fazem. O sexo anal causa uma série de problemas físicos, pois o sistema excretor é completamente isolado do resto do organismo para evitar a penetração de bactérias nocivas, e o sexo homossexual rompe essa proteção natural. Pra se ter uma noção, basta lembrar-se dos procedimentos pré-operatórios de uma cirurgia com risco de perfuração intestinal. O paciente fica sem comer por várias horas para parar de produzir fezes, toma um comprimido laxante para eliminar o máximo possível das fezes ainda existentes, toma uma carga de antibióticos para matar as bactérias e submete-se a uma lavagem intestinal até que a água saia limpa, sendo que a última lavagem é com antibióticos. Tudo isso para que possíveis bactérias não entrem para o meio interno por algum corte na parede intestinal, levando o paciente a morrer por septicemia. Mas ninguém se prepara para um sexo anal jejuando, tomando laxantes e antibióticos e fazendo lavagem intestinal completa com antibióticos. Tudo isto é ciência, não tem nada ver com agendas políticas e sociais. Agora, se a pessoa quiser ignorar tudo isso, ninguém deve impedir. Todos têm o direito de serem diferentes, mesmo que possa lhe custar a sua própria vida. Paulo “da mesma maneira que os gays querem levar sua vida sem interferência de outros, os héteros também querem.” —- E desde quando um gay interfere na vida dos héteros? Eu continuo casado com uma mulher. Ninguém está me impedindo. Newton (ArkAngel) Qualquer pessoa interfere na vida de outra a partir do momento em que quer obrigá-la a aceitar coisas que a outra não deseja. Um pai ou mãe é obrigado a aceitar que seus filhos de 6 anos sejam obrigados a ler uma cartilha sobre sexo que mostre relações explícitas, gays ou héteros? Isso não é interferir? https://uploads.disquscdn.com/images/bf43a7e2bc20db6ec85b8849d4c9cba2307fb164a73df16c41c94263e91d1cc7.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/3ca12a59ff99f5de482fc64bf682c4adcb8c1c84756d2c9b66597ba01453d6c3.jpg Agora, se colocar uma cartilha falando mal do comunismo, aí somos “fascistas” Não adianta pegar trechos do texto e colocá-los isoladamente fora do contexto geral. É desonestidade. Paulo Pelo visto, a sua cisma é contra a exibição de nudez pra crianças. Mas por algum motivo vc está fixado em atacar a homossexualidade. Por que será? E por que vc não se importa que crianças vejam mulheres nuas no carnaval? Por que vc não critica esse evento? Newton (ArkAngel) Se você prestar atenção, verá que nas imagens que postei há a cena de uma relação sexual entre homem e mulher também. Sou contra a sexualização precoce das crianças pequenas, e não acho legal a exposição destas à nudez e atos sexuais, sejam héteros ou homossexuais. Você por acaso já viu as propostas do deputado Jean Wyllys? Ele se diz representante dos gays. Procure saber, e entenderá melhor o motivo de meu repúdio. Tentar dissimuladamente estimular e futuramente legalizar a pedofilia não é bom. Newton (ArkAngel) Não tenho ojeriza aos gays, mas sim, aos gayzistas. Quem disse que não me importo com as crianças vendo putaria no carnaval? Você é mestre em suposições. Paulo Entra lá em alguma matéria sobre carnaval. Lê os comentários. Te dou um doce se vc mostrar pelo menos 10 pessoas tentando proteger as crianças e falando mal das mulheres nuas. Newton (ArkAngel) Como já disse, eu respondo pelos MEUS atos, não posso fazer nada pela hipocrisia alheia. Procuro viver de acordo com os mesmos princípios que prezo. Lucas Santos Amaral Ser diferente é permitido e sempre será… só não aceitamos é a ditadura das minorias… isso não passará… e o choro é livre pois nada muda a natureza das coisas, até dos anormais… Lucas Santos Amaral Nem nós merecemos a psicopatia de vcs… Paulo Toda vez que vejo essas frases moralistas como “homossexualismo(sic) é uma perversão…”, já presumo que o autor é gay enrustido. Hétero não está nem aí se o gay namora ou deixa de dar seu corpo pra quem quiser. Essa ideia de que quem condena é um enrustido está, aliás, fundamentada na conclusão de psiquatras. Newton (ArkAngel) Em primeiro lugar, não generalize experiências pessoais. Homossexualismo é uma perversão do instinto sexual. Qualquer tentativa de se transgredir a ordem natural das coisa é perversão. Comer é uma coisa normal. por outro lado, comer merda não é, e no entanto, há pessoas que o fazem. Mas por si só, a perversão não torna uma pessoa má, apenas é uma distorção da ordem natural (que muitos negam existir). E não tem nada a ver com moral. Mesmo porque a moral pode muitas vezes ser relativa, enquanto a perversão não o é. A questão não é se importar ou não com os gays, o que está em jogo é a arrogância e prepotência de certas pessoas que se dizem “representantes” dos homossexuais. Tais pessoas querem impor suas preferências como se fossem exemplos positivos e referências morais, ao mesmo tempo em que condenam aqueles que não aceitam tais imposições. Deu pra observar que agindo desta maneira, um ativista torna-se tão “fascista” (pra usar uma palavra que está na moda, obviamente que tal palavra possui hoje em dia conotação distorcida) quanto aqueles que ele acusa? Muitas vezes não posso deixar de pensar que o homossexualismo é uma espécie de seleção natural… Paulo Rapaz, o que vc tem a ver com os gays? Em quê exatamente eles te fazem mal? Nenhum deles está te impondo o que quer que seja. Deixe os outros viverem em paz. Não se trata de experiência pessoal, pois eu sou hétero e bem relacionado com uma mulher e gays não são uma ameaça pra mim. Quem é vc pra afirmar que ordem natural é a que seguimos? A sua Bíblia, só pode ser. O livro de fantasias em que cada um retira a sua verdade que convém. A desnecessária omite-se, como é o caso, por exemplo, da inferiorização da mulher. Está repleto de passagens bíblicas que menosprezam a mulher o quanto podem, mas isso não é comentado. Homossexualidade nada tem a ver com comer fezes. Isso só mostra a sua ignorância em Biologia. Ela é uma orientação sexual. Já se nasce assim e não há nada que se possa fazer. Por mais que eu queira, não posso deixar de me atrair por mulher. E assim é o homem gay ou a mulher. Ele(a) não pode parar se atrair por alguém do mesmo sexo. Quem foi que te disse que o propósito da natureza é apenas procriar? Já sei. A sua religiosidade ou a da sua família. O obscurantismo. Newton (ArkAngel) Pessoalmente,nenhum gay me incomoda. Mas não penso somente em mim. Eu não afirmo nada, apenas constato. Se você não se importa que a raça humana seja extinta, tudo bem. Pois é justamente a isso que o homossexualismo conduz. obviamente, não vai ser em 10 anos ou 100. A Bíblia não tem nada a ver com isso, nem católico eu sou. É apenas a realidade. Claro que homossexualismo não tem nada a ver com coprofilia. A única coisa em comum é que ambas são perversões de instintos naturais. Ninguém me disse que o propósito da natureza é somente procriar. Nem eu acho isso. Obscurantismo está em sua cabeça por estereotipar coisas relativas à religião. Religiosos radicais podem ser, e quase sempre o são, fanáticos de visão estreita. Religião, no sentido mais profundo, nada tem a ver com sistemas de crenças e dogmas imutáveis. Aliás, coisa essa que pelo visto você não tem a mínima noção do que seja. Paulo Os seres humanos não serão extintos, pois a heterossexualidade é INSTINTIVA. A natureza não é perfeita, tanto que existem doenças genéticas e até bebês morrem logo ao nascer(entre outros problemas diversos). Porém, na natureza existe um constante equilíbrio de nascimentos de heterossexuais, bissexuais e homossexuais. Sempre foi assim. Não há o menor risco de algum dia acabar a reprodução. O seu pensamento é religioso e por isso não aceita que homossexualidade é genética. Crianças que são expostas a cenas de beijos e carinhos entre gays não se tornam iguais a eles. Faça um teste com 100 bebês e os acompanhe por 10 anos. A maioria será heterossexual. Não importa o quanto vc os incentive a se comportar como menino ou menina. A capacidade que temos de amar alguém do sexo oposto(no meu caso, sou heterossexual) está dentro de nós. Faz parte da nossa essência. Não é o ambiente que faz uma mulher “virar” lésbica ou um homem “virar” travesti. Eles é que sempre foram. Podem ter descoberto anos depois, mas é uma realidade que sempre foram. Não adianta religiosos como vc acobertarem a realidade, colocarem uma venda ou um pano em cima dos homossexuais fazendo com que não tenham direito à expressão, ao casamento, à adoção de filhos, porque GAY É GAY. Sempre foi e será. Também é ser humano e merece consideração. ” única coisa em comum é que ambas são perversões de instintos naturais.” E por que seria perversão? Ainda diz que não é religioso? Qual o seu fundamento pra classificar que um casal de homens ou de mulheres são perversos? Que mal eles fizeram a vc e à sociedade? Se dois homens se amam e fazem sexo anal, o que isso interfere na sua vida? Qual é o mal que eles fazem a si próprios? O problema é o sexo anal? Mas tantos homens fazem isso com as esposas e vc fica caladinho. Estranho, não? Tantos homens apreciam uma bunda de mulher. Isso seria também perversão? E o carnaval com centenas de mulheres nuas? Crianças vendo seios e nádegas. Ninguém diz nada. Newton (ArkAngel) Exato, a heterossexualidade é instintiva porque é natural. Não sei de onde vem tanta ojeriza sua à religião,mas ,bem isso não vem ao caso, rs… Se pra você, “ser religioso” é ser alguém que vive com medo de um fantasmão, ou velho barbudo que vive observando as merdas que todos fazemos para depois castigar, ou então um sujeito que morre de vontade de fazer coisas que são “pecado”, mas não faz por medo de ir pro inferno, esse alguém não sou eu em absoluto. Não creio piamente em um sistema organizado e hierarquizado de crenças e dogmas. Como todos nós, já fiz coisas erradas na vida. porém, com o passar do tempo, insistir em coisas que não são boas para nós é burrice. Porém, como em quase tudo nessa vida, existe sempre o lado bom e ruim .Procuro sempre avaliar e aproveitar o que várias coisas têm a oferecer de bom, e descartar as nocivas. Apesar de não me considerar religioso, na acepção mais comum da palavra, pois não frequento igrejas, cultos, e nem faço pregação de coisa alguma, não posso deixar de notar que muitas religiões contém ensinamentos que nos são úteis em busca de uma vida melhor e mais saudável. Vamos nos ater, neste caso, à pratica do sexo anal, o qual você parece defender ferrenhamente. O sexo anal causa uma série de problemas físicos, pois o sistema excretor é completamente isolado do resto do organismo para evitar a penetração de bactérias nocivas, e o sexo anal homossexual ou hétero rompe essa proteção natural. Pra se ter uma noção, basta lembrar-se dos procedimentos pré-operatórios de uma cirurgia com risco de perfuração intestinal. O paciente fica sem comer por várias horas para parar de produzir fezes, toma um comprimido laxante para eliminar o máximo possível das fezes ainda existentes, toma uma carga de antibióticos para matar as bactérias e submete-se a uma lavagem intestinal até que a água saia limpa, sendo que a última lavagem é com antibióticos. Tudo isso para que possíveis bactérias não entrem para o meio interno por algum corte na parede intestinal, levando o paciente a morrer por septicemia. Mas ninguém se prepara para um sexo anal jejuando, tomando laxantes e antibióticos e fazendo lavagem intestinal completa com antibióticos. Muitas vezes, as pessoas fazem sexo sob efeito de drogas ou bebidas, e sequer se lembram no dia seguinte. O homossexualismo representa um comportamento de risco maior porque, apesar de o elemento passivo na relação fazer o papel da fêmea, tal pessoa, por ser homem, geralmente apresenta comportamento sexual masculino, mais agressivo e com maior tendência à promiscuidade. Homens são naturalmente mais promíscuos que mulheres. Com esses pressupostos, só um cego não enxerga o tremendo risco que é o sexo anal sem proteção. Tudo isto é ciência, não tem nada ver com religião, política ou agendas sociais. Agora, se a pessoa quiser ignorar tudo isso, ninguém deve impedir. Todos têm o direito de serem diferentes, mesmo que possa lhe custar a sua própria vida. Devemos respeitar o que cada um quer para si mesmo. Na questão do homossexualismo ser genético, não sei bem ao certo se é o único fator determinante, mas estudos dizem que a influência do ambiente é muito forte, não só em relação ao homossexualismo, mas em várias tendências do homem. Se ninguém diz nada quanto à nudez e depravação no carnaval, bem como à práticas sexuais nocivas, não posso responder pelos outros, de minha parte, sempre condenei tais práticas e procurei passar estes valores para meus filhos. Vivo de acordo com meus princípios. Lucas Santos Amaral Fale por vc, Paulete enrustida revoltada… tá aqui porque quer… Paulo Quanta falta de argumentação. Precisa recorrer aos deboches. Lucas Santos Amaral Sou debochado só com os frescos… Lucas Santos Amaral Correto… em seu mundo… não no nosso… impor seu pensamento a nós é tão nefasto quanto o contrário… fique com o seu mundo e nós com o nosso… o que não aceitaremos é a ditadura das minorias… contentem-se com a nossa paciência… isso já é muito… e as pessoas que não concordarem com nosso estilo de vida que se abstenham de frequentar nossos espaços até para preservarem suas pregas… depois não fiquem de mimimi que são perseguidos… porque, como diz o bom ditado, QUEM NÃO AGUENTA PICA NÃO FAZ PROPAGANDA DE CU… se puseram a cara a tapa, serão esbofeteados… e ouvirão: PEDE PRA SAIR… PEDE PRA SAIR… Paulo Que tanto ódio é esse? Vc é enrustido? Lucas Santos Amaral NÃO… só enrustidos como vc podem ter ódio ???… até isso os gayzistas querem tirar do héteros ???… vai vendo… Lucas Santos Amaral Porque ???… tá procurando um companheiro macho ???… já sou casado… com mulher, diga-se de passagem… não fique magoadinho… Rafael Parece que essa campanha vai colocar várias personalidades nas latas não só Pablo Vittar, quem não quiser não compra. Simples assim. Aliás conspiracionista que é conspiracionista não toma Coca- Cola e nem come no Mcdonalds. Osvaldo Pereira Júnior Para a sua infelicidade eu acabei de comprar uma latinha da coca-cola com Pabro Vittar e escrevi nela. “Esse homem é um travesti”. Sinto muito! Diego Eduardo da Silva Sempre esse bobalhão vem comentar aqui. Não tem um artigo que esse zé ruela não apresenta uma objeção maluca qualquer. Não trata-se da imagem do tal Vittar, o artigo trata das investidas da empresa abordando e promovendo a ideologia por meios muito mais eficientes do que a foto na lata. A foto na lata citada no artigo é uma ilustração para chamar atenção para um problema maior. Já que desprendeu tempo para comentar, devia ter utilizado um pouco também para ler o artigo. e mais um certo tanto para entendê-lo. nillsson camargos Vai pro colo do capeta todos que apoiam essas safadezas. Marco Não sei o que você entende como apoio,(para mim é simplesmente reconhecimento de direitos de outro ser humano) ódio ,rancor, pré conceitos, segregação, intolerância, repressão com toda certeza tem muito uso empregado pelo citado capeta! Que o altíssimo ilumine seu caminho. Right Romanorum E o reconhecimento dos DEVERES de todos os seres humanos? Isso não interessa a vocês? Só os privilégios e vantagens, isto é,o que convém,não é? E por favor não relacione o que o capeta emprega e usa, isso não comove os que já entendem o que ele por meio de seus vassalos usa contra os valores tradicionais de uma sociedade sadia! É puro mimimi de quem não tem argumentos e muito menos razão… Marco E eu que pensava que tinha problemas ,estou envergonhado ,mas espero que vc se recupere nando_dsqs Vá capinar um lote, sabe o que é isso ? Lucas Santos Amaral Rafinha… dissestes bem… consome quem quer… assim como os esquerdistas que odeiam as multinacionais mas não largam de adquirir seu HP e muito menos seu celular Apple de última geração… a muito não contribuo para a coca e a grobeleza… mas eles tem muita gordura pra queimar… não sentirão o baque… o que temos que fazer é reeducar nossas crianças para que não contribuam com quem são seus algozes… para que elas não se tornem tontos dazisquerdas, consumidores de produtos com selos pop politicamente corretos… Renato Três observações, duas profissionais, outra pessoal. Digamos que eu queira comprar uma Coca Cola e na lata esteja escrito essa “Coca Cola é Fanta sim, é daí?”. Bom, daí que eu deixo essa lata pra lá e pego uma Pepsi. Sou homofóbico? Não, é que eu detesto Fanta – vai que eu abro a lata e, ao invés do glorioso líquido negro (adoro), vem aquele lixo, alaranjado ou roxo? Então, pra mim a ação induz ao erro. Ela pode até ser linda do ponto de vista do “buzz marketing”, mas acho duvidosa do ponto de vista do trading. A segunda observação é: acho complicado quando uma empresa sai colocando rótulos nos consumidores. É como o chocolate Snickers que mudou sua embalagem e ali vinham uns adjetivos meio pejorativos. Porra, não quero ser rotulado por um chocolate, anda mais um porcaria. A terceira: tem um instituto de pesquisa que identificou que hoje o público que está no auge do seu poder de compra é o pessoal na faixa dos 35-55 anos. Só que toda a propaganda está direcionada ao público na faixa dos 20 anos. Pra mim isso é um reflexo da juniorização dos departamentos de marketing e das agências de propaganda – eles estão fazendo propaganda para eles mesmos. Não é à toa que o marketing promocional cresceu tanto. Marlon > “e consequentemente, obtém-se a destruição da família” Sua teoria é que o objetivo da Coca-Cola é destruir a família? Pra quê? Quanta baboseira! Sim, as mulheres devem ter controle sobre o próprio corpo. Sim, os gays merecem ser quem são sem você ficar os obrigando a se esconder. E também as drag queens. E os transsexuais. Não existe “normalização” – todas essas pessoas são normais. É algo normal, que acontece na natureza. Pessoas como você é que causaram a “anormalização” desses comportamentos e agora estão incomodadas em perder esse status. Essas pessoas não são anormais, são apenas minorias, como os canhotos. Já houve um tempo em que os canhotos eram reprimidos e as crianças canhotas ficavam treinando, treinando, treinando, pra fingir que eram destras. Sofrimento desnecessário. E ainda hoje existem milhões de crianças (e adultos!) gays fingindo que são hétero, levando vidas infelizes e sofrendo por causa de gente como você. Newton (ArkAngel) Nunca vi um viado sendo impedido de ir ou vir para onde quisesse somente pelo fato de ser viado. Agora, se um hétero resolve ir a um bar gay, a primeira coisa que vão dizer ao verem que tal pessoa não é gay sempre será isto: “Se você não é gay, o que está fazendo aqui?” Cadê a tal da “tolerância”, tão propagandeada? Na verdade, esses gayzistas, ideologistas de gênero e afins estão mesmo é querendo obter privilégios, tratamentos especiais, enfim, todos querem uma “boiada”. Leiam o art. 5º da Constituição. “ Marco Quanto rancor mais amor por favor, somos todos únicos aceita que dói menos Newton (ArkAngel) Concordo que cada um de nós é uma personalidade única, mas é justamente o contrário que querem nos impor, com o maldito coletivismo. Quem pensa diferente do politicamente correto é mandado para o ostracismo. Right Romanorum MENOS RANCOR DE VOCÊS COM RELAÇÃO ÀO QUE É NATURAL E SADIO, ISSO SIM É ÚNICO E VERDADEIRO… SE DÓI MENOS, COMO VOCÊ DEVE MESMO SABER,, NÃO ME INTERESSA ASSIM MESMO! Marco Brutos também amam ,solte sua franga e seja feliz, não dói nada colega .deus me livre daquilo que vc chama de natural ! abraços nando_dsqs Fumar é feio e dar a rosca é bonito, esse é teu lema. Paulo Essa é a coerência cristã: “Amai-vos uns aos outros, EXCETO se contrariar o que pensamos. Nesse caso, odeie o próximo e o condene à infelicidade”. Marco Aurelio Agarie E desde qdo discordar seria anti-cristão? Paulo Discordar é ser cristão. Não haveria outro motivo pra interferir na felicidade alheia. Lucas Santos Amaral É o que diremos a vcs quando pusermos as coisas nos eixos novamente… ACEITA QUE DÓI MENOS… loguinho e vcs voltarão para o limbo de onde nunca deveriam ter saído… Paulo Assiste ao vídeo, Lucas. É a sua cara. https://www.youtube.com/watch?v=iHpj2buB8hk Lucas Santos Amaral PUTA QUE PARIU… PERDI 13MIN e 34 seg. preciosos da minha vida só pra saber que loira falsa é cretina mesmo e que veado gosta de homem… rsrssrsrsssss… valeu Paulete… me fez perder tempo suficiente para deixar de oprimir pelos fatos da vida meia dúzia de frescos como vc… Osvaldo Pereira Júnior Em um ambiente desses é óbvio que muitas pessoas vão ser condicionadas a se tornarem homosexuais. Marco Talvez vc tenha dúvidas sobre sua sexualidade e tenha medo de ver alguma cena não convencional e sair por aí a repetila mas não se preocupe normalmente os diferentes costumam ser bem receptivos abraços calorosos é sem rancor “Carp3ty” .) Pohaaa, leia a matéria antes de falar essa asneira! Vocês LGBT’s trazem tudo para o pessoal, se a pessoa falar contra é por que ela tem medo de vira gay. A matéria e o comentário do Osvaldo estão falando em âmbito mundial. Você aceitando ou não, dois indivíduos do mesmo sexo não se reproduzem ou com disse Levi Fidelix: “orgão excretor não reproduz”, isso é biologia básica, qualquer criança percebe isso, e querendo ou não tudo isso favorece a engenharia social que visa um controle populacional! oraaa porraaaaaaa! Marco Ah a vida imita a arte no caso ?!?!?!? E por falar em controle seja ele populacional ou o remoto não me parece nada ruim. Robô Zinho sem controle. “Carp3ty” .) O que é que tem a ver a arte com isso? Karalho, você leu o artigo? Quero ver se quem está no controle da engenharia social escolher você ou sua família para morrerem se você vai continuar achando “nada ruim” Marco Desculpe-me não tenho e nem tive a intenção de ofender cidadão,se lhe pareceu essa minha intenção ,agora vc escreve e analisa os textos com viseiras só pode ser ou perdi tempo com um principiante dos mais toscos ,e sou pessim “Carp3ty” .) Desisto. Você não leu o artigo e escreve feito um bêbado. Não sei se realmente é tapado ou mal intencionado, mas o fato é que você não está em busca de conhecimento como maioria aqui. Você é o exemplo vivo do analfabetismo funcional somado a histeria na cabeça confusa de uma pessoa que não consegue sequer organizar os próprios pensamentos. Repito, desisto, não mais reponderei seus comentários. Marcos TC Chora mais comunista Lucas Santos Amaral TROLL GAYZISTA DETECTED… Paulo “Você aceitando ou não, dois indivíduos do mesmo sexo não se reproduzem” E o que quer dizer essa frase? Que só por isso um casal homossexual não deve se casar? E se eu disser que muitos casais héteros não querem ter filhos? Devem ser impedidos de se casar tb? Osvaldo Pereira Júnior O que as pessoas tem de fazer não é deixar de consumir coca-cola ou qualquer outro produto que faz parte da agenda gay pois isso não os afetará em nada afinal a esmagadora maioria das pessoas não vão deixar de consumir esses produtos. O que temos de fazer é continuar bebendo coca-coca mas continuar sendo contra a ideologia de gênero. Seria mais inteligente por parte dos conservadores fazerem vídeos com uma latinha de coca nas mãos dizendo ” Eu bebo coca-coca e sou contra a ideologia de gênero”. Eles ficariam putos de raiva. Newton (ArkAngel) Vamos lançar um refrigerante com a foto do Cel. Ustra ou do Bolsonaro, a intenção política por trás disso vai aparecer rapidinho. Jucelito Schlichting Se a foto fosse de mulheres seminuas, os conservadores não fariam NENHUM estardalhaço. Mas… como é do Pablo… noooooossa. Vão durmi seu hipócritas. Tão preocupados com o quê? Se tomarem a Coca Cola vão virar gays? Qual é? Alex Nascimento É incrível como brasileiro não tem a capacidade de identificar o tema do texto. Não se trata de uma conspiração maluca ou coisa do tipo o questionamento e o tema do texto é por qual interesse essas grandes companhias, acionistas, organizações internacionais e afins querem moldar os costumes da sociedade da qual sustentam as mesmas? Paulo Se vc acha que uma imagem de um gay molda uma sociedade, vc não se sente muito heterossexual. Alex Nascimento Ah claro, eu não aceitar propaganda gay é ser gay. Boa. Right Romanorum LAMENTÁVEL, MAS VOCÊ NÃO ENTENDEU NADA DO QUE SE DISCUTE AQUI, BONECA! Jucelito Schlichting Vou usar uma resposta de vocês… mimimi. Acho que resume. Kkkkkkkkkkk nando_dsqs Porque se preocupa tanto em querer explicar? Porque isso te incomoda muito Lucas Santos Amaral Talvez porque na esquizofrenia gayzista o que mais os afetam seja a solidão gay… ninguém gosta de gays e afeminados… e eles sabem disso… fingem desconhecer esse fato, mas no fundo eles choram na cama que é lugar quente, rasgando as vísceras por um amor verdadeiro que NUNCA chegará… por isso os índices de suicídio entre os veados e sapatas é altíssimo… eles sabem que são desajustados naturais e que jamais alcançarão a verdadeira felicidade… mas há uma saída para eles… o CELIBATO HONESTO E VERDADEIRO… para isso foram criados… para a santidade moral e abstenia sexual… se assim fizerem se tornarão mais santos que nós, héteros que fizerem por merecer, porque a cruz que carregam é muito mais pesada que a nossa… mas isso é para mentes profundas e não para trollzinhos desvairados que pululem nossas páginas… saudações… Hausberg Beers wtf! heteronormatividade…? tipo.. ser normal? é o fim da picada… ao inferno com estes putos… Vanderson Os malucomunistas estão infestando o site com seus pensamentos e gostos desordenados, demoraram pra perceber que perderam a hegemonia midiática agora estão atacando.Que bom! Vanderson E essa tal de Ceci esclarecendo as coisas kkkkkkkkkk, muito obrigado pela aula. Patricia Gonçalves Cheio de esquerdistinha e liberalzinho pago pra encher o saco no MSM… Tudo pra vcs é conspiração. Beleza. Quando o Islam matar todos vocês ou o globalismo que vcs atanto amam começar a explodir o mundo com suas medidas grotescas e tudo estiver caminhando pro fim, nem assim vcs vão acordar. Vão dizer que é tudo culpa do capitalismo, do Trump e do Bolsonaro. Mas uma coisa é certa: todo mundo vai se foder, inclusive vocês. Alexandre De Quadros Quadros Por de traz da ideologia de gênero existem conceitos destruidores, que partem para desconstruir e criminalizar a família. Pretensão da ideologia de gênero é de “desconstruir o ser humano”. Marco Vc tem problema é .? Alexandre De Quadros Quadros Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero” Right Romanorum VOCÊ,BONECA,TEM PROBLEMA E SÉRIO! Marcos TC Chorem mais comunistas Alexandre De Quadros Quadros mesmo hoje, com todos os avanços, não pode mudar o sexo de ninguém. Pode se identificar como um homem trans ou uma mulher trans, ou como uma das novas definições, mas, por fim toda célula do corpo humano, o DNA dessa célula segue codificado para seu nascimento biológico. Danilo Dalla Vecchia É o ”empobrecimento” intelectual ou repressão da liberdade de pensar do individuo , isso e muito mais é o que o feminismo e outros ‘ismos’ causam,,,, , essas merdas dessas ‘idiotologias’ são como lobotomia coletiva . Vou tentar é consumir refrigerante local da CINE ao invés de coco-cola . Rafael Nascimento Pare de beber coca-cola. Além de melhorar sua saúde vc também para de financiar essa porcaria. Dr. Lair Ribeiro já afirmou várias vezes que o refrigerante é o pior lixo que vc pode por na boca. Lucas Santos Amaral O alvo das guerras culturais globalistas é o Islã, mas quem é o boi de piranha nesse processo é o povo ocidental… nós somos os sapos e pererecas usados no grande laboratório a céu aberto que é o mundo cristão… Lucas Santos Amaral Nenhuma das bonecas que comentaram abaixo quer ir passar uns dias em cuba ou no irã que tanto prezam… porque será ???… rsrsrssrsrsssss… Paulo Achei estranho a contradição do autor se denominar de direita e no início do texto usar “da drag queen”. Esse “cantor” é um homem. É “do drag queen”. Lucas Santos Amaral Os gayzistas, como sempre, ordenadas como cabritas, ciscando em terreno alheio… vai voar pena de franga d’água pra todo lado… depois irão ficar de mimimi “cholando” que são perseguidas e blablabla… pois pra mim todo castigo pra fresco é pouco… Todos os direitos reservados © 2018 Termos de Uso Cópias de textos Comentários Submissão de artigos Contatos Leitores Colabore com o MSM Anúncios Colabore com o nosso projeto Anuncie no MSM Sobre Nós Quem somos Política de Privacidade Política de Cookies Termos de Uso Mídia Sem Máscara © 2018



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Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Transgénero ( português europeu ) ou Transgênero ( português brasileiro ) são pessoas que têm uma identidade de gênero , ou expressão de gênero diferente de seu sexo atribuído. [ 1 ] [ 2 ] [ 3 ] Pessoas transgêneros às vezes são chamadas de transexuais se desejam assistência médica para a transição de um sexo para outro. O transgênero também é um termo abrangente: além de incluir pessoas cuja identidade de gênero é o oposto do sexo atribuído ( homens trans e mulheres trans ), pode incluir pessoas que não são exclusivamente masculinas ou femininas (pessoas que são genderqueer , por exemplo, bigênero , pangênero , genderfluid ou agênero). [ 2 ] [ 4 ] [ 5 ] Outras definições de transgênero também incluem pessoas que pertencem a um terceiro gênero . [ 6 ] [ 7 ] Poucas vezes, o termo transgênero é definido de modo amplo para incluir cross-dressers , [ 8 ] independentemente de sua identidade de gênero. Ser transgênero é independente da orientação sexual : [ 9 ] as pessoas transgênero podem se identificar como heterossexuais , homossexuais , bissexuais , pansexuais , assexuais etc, ou podem considerar os rótulos convencionais de orientação sexual inadequados ou inaplicáveis. O termo transgênero também se distingue de intersexo , termo que descreve pessoas nascidas com características do sexo físico que não se encaixam nas noções binárias típicas de corpos masculinos ou femininos. [ 10 ] O grau em que os indivíduos se sentem genuínos, autênticos e confortáveis dentro de sua aparência externa e aceitam sua identidade genuína tem sido chamado de 'congruência transgênero', e o grau em que sentem que seu gênero é reconhecido como verdadeiro, baseados na leitura social de seus corpos tem sido chamado de 'passabilidade'. [ 11 ] Muitas pessoas transgênero experimentam disforia de gênero e alguns procuram tratamentos médicos como terapia de reposição hormonal , cirurgia de redesignação sexual ou psicoterapia . [ 12 ] Nem todos os transgêneros desejam estes tratamentos e alguns não podem se submeter a eles por razões financeiras ou médicas. [ 12 ] [ 13 ] A maioria das pessoas transgêneros enfrenta discriminação no trabalho e ao tentar um trabalho, [ 14 ] em acomodações públicas [ 15 ] e cuidados de saúde. [ 16 ] Os transgêneros não são legalmente protegidos da discriminação em muitos lugares. [ 17 ] Índice 1 Evolução da terminologia transgênero 2 Transexual e sua relação com o transgênero 3 Classificação em subgrupos 4 História 5 Observação gramatical 6 Termos relacionados 7 Referências 8 Notas 9 Ligações externas Evolução da terminologia transgênero [ editar | editar código-fonte ] O psiquiatra John F. Oliven da Universidade de Columbia cunhou o termo 'transgênero' em seu trabalho de referência de 1965, Sexual Hygiene and Pathology ( Higiene Sexual e Patologia ', escrevendo que o termo que havia sido usado anteriormente 'é enganoso. na verdade, 'transgênero' é o que se quer dizer, porque sexualidade não é um fator maior no transvestismo preliminar.' [ 18 ] [ 19 ] O termo transgênero foi popularizado então com definições variando por várias pessoas transgêneros, transexuais e travestis , incluindo Virginia Prince, [ 20 ] que o usou na edição de dezembro 1969 de Transvestia , uma revista nacional para trajes que ela fundou. [ 21 ] Em meados da década de 1970, tanto 'pessoas transgênero' quanto 'pessoas trans' estavam em uso como termos gerais, [ note 1 ] e 'transgênero' foi usado para descrever pessoas que queriam viver como cross-gender sem cirurgia de reajustamento sexual (SRS). [ 22 ] Em 1976, o transgênero foi abreviado como TG em materiais educacionais. [ 23 ] Em 1984, desenvolveu-se o conceito de 'comunidade transgênero', no qual o transgênero era usado como um termo genérico [ 24 ] em 1985, Richard Elkins criou o 'Trans-Gender Archive' na Universidade do Ulster. Em 1992, a Conferência Internacional sobre Direito Transgênero e Política de Emprego definiu o transgênero como um termo amplo abrangente, incluindo 'transexuais, transgêneros, cross-dresser' e qualquer pessoa em transição. [ 25 ] O termo homem trans refere-se a um homem que está na transição de mulher para homem, e mulher trans refere-se a uma mulher que está transição de homem para mulher. Manuais de profissionais de saúde, guias profissionais de estilo jornalístico e grupos de defesa LGBT aconselham a adoção por outros do nome e dos pronomes identificados pela pessoa em questão, incluindo referências atuais ao passado da pessoa transgênero. [ 26 ] [ 27 ] Além disso, transgênero deve ser usado como um adjetivo, não um substantivo (por exemplo, 'Max é transgênero' ou 'Max é um homem transgênero' não 'Max é um transgênero') [ 28 ] [ 29 ] [ 30 ] As pessoas que não são nem transgêneros — ou seja, aquelas cujo senso de identidade pessoal corresponde ao gênero que lhes foram atribuído no nascimento — são denominadas cisgênero . [ 31 ] Transexual e sua relação com o transgênero [ editar | editar código-fonte ] Ver artigos principais: Transexual e Transgênero O termo 'transexual' foi introduzido ao idioma inglês em 1949 por David Oliver Cauldwell [ note 2 ] e popularizado por Harry Benjamin em 1966, ao mesmo tempo que o termo 'transgênero' foi cunhado e começou a ser popularizado. [ 20 ] Desde a década de 1990, o termo 'transexual' tem sido geralmente utilizado para descrever o subconjunto de pessoas transexuais [ 32 ] [ 33 ] que desejam transitar permanentemente para o sexo com o qual se identificam e que para isso procuram assistência médica (por exemplo, a cirurgia de mudança de sexo). No entanto, as preocupações dos dois grupos são por vezes diferentes. Por exemplo, homens e mulheres transexuais que podem pagar por tratamentos médicos (ou que têm cobertura institucional para seu tratamento) tendem a se preocupar com a privacidade médica e a estabelecer um status legal durável como seu gênero mais tarde na vida. As distinções entre os termos 'transgênero' e 'transexual' são comumente baseadas em Distinções entre gênero (psicológico, social) e sexo (físico) . [ 34 ] [ 35 ] Assim, pode-se dizer que a transexualidade lida mais com aspectos materiais do seu sexo, enquanto as considerações transgênero lidam mais com a disposição ou predisposição de gênero interna, bem como as expectativas sociais relacionadas que podem acompanhar um determinado papel de gênero. [ 36 ] Muitas pessoas transgênero preferem a designação transgênero e rejeitam transexual . [ 37 ] [ 38 ] [ 39 ] Por exemplo, Christine Jorgensen Rejeitou publicamente o termo 'transexual' em 1979 e, em vez disso, se identificou em uma publicação como 'transgênero', dizendo: 'o gênero não tem a ver com parceiros de cama, tem a ver com a identidade'. [ 40 ] [ 41 ] Refere-se à preocupação de que 'transexual' implica algo a ver com sexualidade , quando se trata realmente de identidade de gênero. [ 42 ] [ note 3 ] Algumas pessoas transexuais (aquelas que desejam ou fizeram a cirurgia de troca de sexo), no entanto, se opõem ser incluídas no 'guarda-chuva transgênero'. [ 43 ] [ 44 ] [ 45 ] [ 46 ] Em seu livro de 2007 Transgender, an Ethnography of a Category , O antropólogo David Valentine afirma que 'o transgênero' foi cunhado e usado por ativistas para incluir muitas pessoas que não necessariamente se identificam com o termo, e afirma que as pessoas que não se identificam com o termo 'transgênero' não devem ser incluídas no espectro transgênero. [ 43 ] Leslie Feinberg também afirma que transgênero não é um auto-identificador (para algumas pessoas), mas uma categoria imposta por observadores para entender outras pessoas. [ 44 ] No entanto, essas afirmações são contestadas pelo Transgender Health Program (THP) na Fenway Health, em Boston que observa que não há definições universalmente aceitas e a confusão terminológica é comum porque os termos que eram populares na virada do século 21 podem agora ser considerados ofensivos. O THP recomenda que os clínicos perguntem aos clientes qual a terminologia que preferem e evitem o termo 'transexual', a menos que tenham certeza de que um cliente se sente confortável com ele. [ 42 ] Harry Benjamin Inventou um sistema de classificação para transexuais e travestis, chamado de Escala de Orientação Sexual (EOS), no qual ele atribuiu transexuais e travestis a uma das seis categorias com base em suas razões para cross-dressing e a relativa urgência de sua necessidade (se houver) para a cirurgia de reatribuição de sexo. [ 47 ] Benjamin considerou a intensidade moderada como 'verdadeiro transexual' necessitar de estrogênio ou de testosterona como um 'substituto ou preliminar à operação'. [ 47 ] as pessoas que atendem à definição de Benjamin de um 'verdadeiro transexual', mas não desejam a cirurgia incluem Miriam Rivera . Há também pessoas que tiveram a cirurgia, mas não cumprem a definição de 'transexual', como Gregory Hemingway. [ 48 ] [ 49 ] Classificação em subgrupos [ editar | editar código-fonte ] Além dos homens trans e das mulheres trans, cuja identidade de gênero binária é o oposto do sexo que lhes foi atribuído e que formam o núcleo do 'guarda-chuva transexual', sendo incluídos nas definições mais restritas, vários outros grupos são incluídos em definições mais amplas do termo. Isso inlcui pessoas cujas identidades de gênero não são exclusivamente masculinas ou femininas, mas podem, por exemplo, ser andróginos , bigênero , pangêneros ou agêneros - muitas vezes agrupadas sob o termo alternativo genderqueer [ 5 ] - e pessoas do terceiro sexo (alternativamente, algumas referências e algumas sociedades conceitualizam as pessoas transgênero como um terceiro gênero). [ 6 ] [ 7 ] Embora algumas referências definam o transgênero muito amplamente para incluir travestis / cross-dresser , [ 8 ] elas são geralmente excluídas, assim como os fetichistas transvesticos (porque eles são considerados como expressando uma parafilia e não uma identificação de gênero) e drag kings e drag queens que são performers e cross-dressers com a finalidade de entretenimento). A psicóloga brasileira Jaqueline Gomes de Jesus define a população transgênero, ou simplesmente trans, como aquela 'composta eminentemente por mulheres transexuais , homens transexuais e travestis , e por outros grupos, tais como os denominados crossdressers , drag queens / drag kings ou transformistas , queer / andróginos ou transgênero'. [ 50 ] História [ editar | editar código-fonte ] A gênero designado entendemos como uma série de expectativas de implicações sociais baseadas nas características físicas (principalmente a genitália) com vias a dividir a sociedade humana em dois grandes grupos: homens e mulheres . A isso podemos incluir características de hábitos e comportamentos, que podem ser variáveis em relação a tempo/espaço como por exemplo em termos de roupa, embora seja comum um homem usar calças no dia-a-dia em Portugal e Brasil , tal não acontece em locais como o Vaticano , por outro lado em meados do século XX seria impensável uma mulher usar calças em Portugal, situação que hoje em dia é vista como socialmente aceitável. Também há outras características de comportamento que enquanto alguns a atribuem justificativas biológicas outros atribuem justificativas sociais e apontam suas origens no surgimento da sociedade patriarcal tais como passividade, cooperação, emoção nas mulheres e atividade, competição e razão nos homens. Estereótipos de género existem de forma binária em áreas tão diversas como a forma de agir, cuidados com a apresentação, emprego, educação, responsabilidades e relacionamentos. Mais recentemente alguns destes estereótipos de género tornaram-se mais esbatidos e menos reforçados que no passado, tendo os governos tomado medidas ativas neste sentido em áreas como o emprego. A letra 'T' da sigla LGBT era originalmente utilizada para identificar as travestis (incluindo crossdressers ) e/ou transexuais , posteriormente passou a ser utilizada para identificar uma categoria supostamente mais abrangente de pessoas - os transgéneros. Contudo, muitas pessoas transgénero não se consideram como parte deste movimento, por entender que as questões relacionadas com gênero e identidade fazem parte de um outro espectro não abrangido por grupos que primariamente focam suas ações em questões relativas à orientação sexual. Pelo facto de, tecnicamente, os termos transexual , transgénero e travesti refletirem realidades diversas, apesar de por vezes haver a acepção de que transgénero descreve todas as pessoas que não são cisgénero (caso de transexuais e travestis) algumas pessoas preferem utilizar apenas a expressão trans ou a sigla T* para mais corretamente abranger todas estas pessoas. Algumas pessoas transexuais não se consideram transgéneros, por não considerarem a si como em trânsito entre gêneros, entendem que sua identidade de gênero sempre foi uma só, e que foram designadas erroneamente. O termo transgênero, entretanto, se refere mais à mudança em como alguém é socializado, percebido e tratado a partir de uma auto-identificação positiva de sua identidade, do que ao gênero 'mudar'. Ele de fato seria, entretanto, inadequado para pessoas que foram socializadas como sendo do sexo oposto àquele designado no nascimento, quando foi percebido que quando crianças apresentavam transtorno de identidade de gênero infantil por seus tutores sociais e legais. Pode-se afirmar portanto, e ao contrário do que se pensaria à primeira vista, que apenas algumas pessoas 'transexuais' são englobadas pelo conceito de transgénero. Muitos destes sentem-se enquadradas dentro dos papéis sociais tradicionais para os homens e as mulheres sem nunca terem tido necessidade de transicionar enquanto adolescentes ou adultos. O mesmo se passa com os andróginos e intersexos onde a questão de ser ou não transgénero apenas se aplica se as características que os definem como andrógino ou intersexo são visíveis socialmente. Praticamente em todas as sociedades a sexualidade (e, por inerência a orientação sexual ) tem uma esfera visível em termos sociais, em actos tão variados desde uma troca de carícias em público até um acto formal de casamento, passando então a fazer parte do estereótipo social de género. Assumindo esta definição alargada de 'género', as pessoas que atuem publicamente fora do comportamento pré-estabelecido como heterossexual (mesmo que no seu íntimo sejam efectivamente heterossexuais) podem também ser consideradas transgéneras. Vários países e culturas do mundo têm sua forma específica de designar determinados sub-grupos de pessoas transgénero. Na Índia existem as hijras que foram designadas como homens no nascimento e mais tarde passaram a viver como mulheres, na Tailândia o termo Kathoey é utilizado de forma semelhante a transgénero. Classificações assim também foram um dia muito prevalentes nas Américas, na África, e entre os ilhéus do Pacífico Sul, e os aborígenes australianos e siberianos, então é possível que a construção de apenas 2 gêneros seja na realidade um entendimento novo para as culturas humanas difundido por meio das religiões abraâmicas, e mesmo assim não-absoluto, dada a existência histórica das khanith no Mundo Árabe e das travestis na América Latina. No Brasil, entre os especialistas e a própria comunidade, não há consenso sobre o termo. As pessoas que não se identificam com um dos gêneros binários normalmente são identificadas com o termo queer, [ 51 ] com um suposto 'gênero neutro', [ 52 ] com a denominação andrógino, ou pelo termo genérico transgênero. [ 53 ] Cresce também o uso do termo 'não-binário'. A designação de gênero irá corresponder uma série de expectativas e comportamentos esperados e tem como primeira referência a genitália (sexo) no momento do nascimento, ou seja, a parte mais visível em termos sociais, o que tradicionalmente dividiu a sociedade entre homens e mulheres, como primeira classificação das pessoas em sociedade. Observação gramatical [ editar | editar código-fonte ] A palavra transgénero ainda não está dicionarizada na língua portuguesa . Contudo, seu uso torna-se a cada dia mais e mais corrente, dando margem à derivação. Ou seja, além dos substantivos transgénero , transgeneridade e transgenerismo , temos ainda os adjetivos , de acordo com o que rege a norma culta da língua ('adjetivo concorda em gênero e número com substantivo'). [ 54 ] [ 55 ] [ 56 ] Portanto: homem transgénero / mulher transgénera / grupos transgéneros / comunidades transgéneras. Em Portugal a palavra transgénero começou a ser utilizada pela primeira vez pela rede ex aequo - associação jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes , associação essa que mais tarde foi também a primeira que passou a adoptar o termo transgenerismo para substituição do termo transgenderismo, que soa como uma tradução grosseira e imprecisa do inglês transgenderism . No português do Brasil , tanto a palavra como suas variantes se escrevem com um acento circunflexo em vez do agudo, quando este aparece. Por exemplo, transgênero . Termos relacionados [ editar | editar código-fonte ] Androginia Crossdressing Drag queen Eunuco Gay Hijra Identidade de gênero Intersexualidade Kathoey Lésbica Transexualidade Transfobia Travestilidade Referências ↑ Terry Altilio, Shirley Otis-Green (2011). Oxford Textbook of Palliative Social Work . [S.l.]: Oxford University Press . p. 380. ISBN 0199838275 . Consultado em 13 de novembro de 2016 . 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O termo transgênero foi inventado por John Oliven (1965) e popularizado por várias pessoas transgêneros que abriram caminho para o conceito e a prática do transgênero. Às vezes, diz-se que Virginia Prince (1976) popularizou o termo, mas a história mostra que muitas pessoas transexuais advogaram o uso deste termo muito antes de Prince. ↑ Elkins, Richard. King, Dave (2006). The Transgender Phenomenon . [S.l.]: Sage. pp. 13–14. ISBN 978-0-7619-7163-4 ↑ Stryker, S. (2004), '... lived full-time in a social role not typically associated with their natal sex, but who did not resort to genital surgery as a means of supporting their gender presentation ...' in Transgender from the GLBTQ: an encyclopedia of gay, lesbian, bisexual, transgender and queer culture. Retrieved 2007-04-10. ↑ The Radio Times (1979: 2 June) ↑ Peo, TV-TS Tapestry Board of Advisors, Roger E. (1984). «The 'Origins' and 'Cures' for Transgender Behavior» . The TV-TS Tapestry (2) . 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(em inglês ) The first Israeli Poetry about Transgenderism, 'Tof Ha'kivshan' by Zachi Cohen (2008, Gvanim) Open at the ISRAELI PSYCHOLOGY PORTAL v • e Lésbica , Gay , Bissexual , Transgênero ( LGBT ) Identidades sexuais e de gênero Lésbica · Gay · Bissexual · Travesti · Transexual · Transgênero · Queer · Intersexual · Assexual · Pansexual · Polisexual Orientação sexual Assexualidade · Homossexualidade · Bissexualidade · Pansexualidade · Polisexualidade · Não-heterossexual · Biologia e orientação sexual · Demografia · Escala de Kinsey · Grade de Klein História Cronologia · GLBT Historical Society · História do lesbianismo · Temas LGBT na mitologia · Homossexualidade na Grécia Antiga · Homossexualidade na Roma Antiga · Pederastia · Homossexuais na Alemanha Nazista · Museu da Homossexualidade · Movimentos sociais · Rebelião de Stonewall · Libertação gay · Anarco-queer · Socialismo e direitos gays Comunidade LGBT e cultura Sair do armário · Drag king · Drag queen · Bar gay · Bairro gay · 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  Transgénero – Wikipédia, a enciclopédia livre Transgénero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde março de 2015) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( ... ( notícias , livros e acadêmico ) Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall ... ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões CACHE

Transgénero – Wikipédia, a enciclopédia livre Transgénero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde março de 2015) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Transgénero ( português europeu ) ou Transgênero ( português brasileiro ) são pessoas que têm uma identidade de gênero , ou expressão de gênero diferente de seu sexo atribuído. [ 1 ] [ 2 ] [ 3 ] Pessoas transgêneros às vezes são chamadas de transexuais se desejam assistência médica para a transição de um sexo para outro. O transgênero também é um termo abrangente: além de incluir pessoas cuja identidade de gênero é o oposto do sexo atribuído ( homens trans e mulheres trans ), pode incluir pessoas que não são exclusivamente masculinas ou femininas (pessoas que são genderqueer , por exemplo, bigênero , pangênero , genderfluid ou agênero). [ 2 ] [ 4 ] [ 5 ] Outras definições de transgênero também incluem pessoas que pertencem a um terceiro gênero . [ 6 ] [ 7 ] Poucas vezes, o termo transgênero é definido de modo amplo para incluir cross-dressers , [ 8 ] independentemente de sua identidade de gênero. Ser transgênero é independente da orientação sexual : [ 9 ] as pessoas transgênero podem se identificar como heterossexuais , homossexuais , bissexuais , pansexuais , assexuais etc, ou podem considerar os rótulos convencionais de orientação sexual inadequados ou inaplicáveis. O termo transgênero também se distingue de intersexo , termo que descreve pessoas nascidas com características do sexo físico que não se encaixam nas noções binárias típicas de corpos masculinos ou femininos. [ 10 ] O grau em que os indivíduos se sentem genuínos, autênticos e confortáveis dentro de sua aparência externa e aceitam sua identidade genuína tem sido chamado de 'congruência transgênero', e o grau em que sentem que seu gênero é reconhecido como verdadeiro, baseados na leitura social de seus corpos tem sido chamado de 'passabilidade'. [ 11 ] Muitas pessoas transgênero experimentam disforia de gênero e alguns procuram tratamentos médicos como terapia de reposição hormonal , cirurgia de redesignação sexual ou psicoterapia . [ 12 ] Nem todos os transgêneros desejam estes tratamentos e alguns não podem se submeter a eles por razões financeiras ou médicas. [ 12 ] [ 13 ] A maioria das pessoas transgêneros enfrenta discriminação no trabalho e ao tentar um trabalho, [ 14 ] em acomodações públicas [ 15 ] e cuidados de saúde. [ 16 ] Os transgêneros não são legalmente protegidos da discriminação em muitos lugares. [ 17 ] Índice 1 Evolução da terminologia transgênero 2 Transexual e sua relação com o transgênero 3 Classificação em subgrupos 4 História 5 Observação gramatical 6 Termos relacionados 7 Referências 8 Notas 9 Ligações externas Evolução da terminologia transgênero [ editar | editar código-fonte ] O psiquiatra John F. Oliven da Universidade de Columbia cunhou o termo 'transgênero' em seu trabalho de referência de 1965, Sexual Hygiene and Pathology ( Higiene Sexual e Patologia ', escrevendo que o termo que havia sido usado anteriormente 'é enganoso. na verdade, 'transgênero' é o que se quer dizer, porque sexualidade não é um fator maior no transvestismo preliminar.' [ 18 ] [ 19 ] O termo transgênero foi popularizado então com definições variando por várias pessoas transgêneros, transexuais e travestis , incluindo Virginia Prince, [ 20 ] que o usou na edição de dezembro 1969 de Transvestia , uma revista nacional para trajes que ela fundou. [ 21 ] Em meados da década de 1970, tanto 'pessoas transgênero' quanto 'pessoas trans' estavam em uso como termos gerais, [ note 1 ] e 'transgênero' foi usado para descrever pessoas que queriam viver como cross-gender sem cirurgia de reajustamento sexual (SRS). [ 22 ] Em 1976, o transgênero foi abreviado como TG em materiais educacionais. [ 23 ] Em 1984, desenvolveu-se o conceito de 'comunidade transgênero', no qual o transgênero era usado como um termo genérico [ 24 ] em 1985, Richard Elkins criou o 'Trans-Gender Archive' na Universidade do Ulster. Em 1992, a Conferência Internacional sobre Direito Transgênero e Política de Emprego definiu o transgênero como um termo amplo abrangente, incluindo 'transexuais, transgêneros, cross-dresser' e qualquer pessoa em transição. [ 25 ] O termo homem trans refere-se a um homem que está na transição de mulher para homem, e mulher trans refere-se a uma mulher que está transição de homem para mulher. Manuais de profissionais de saúde, guias profissionais de estilo jornalístico e grupos de defesa LGBT aconselham a adoção por outros do nome e dos pronomes identificados pela pessoa em questão, incluindo referências atuais ao passado da pessoa transgênero. [ 26 ] [ 27 ] Além disso, transgênero deve ser usado como um adjetivo, não um substantivo (por exemplo, 'Max é transgênero' ou 'Max é um homem transgênero' não 'Max é um transgênero') [ 28 ] [ 29 ] [ 30 ] As pessoas que não são nem transgêneros — ou seja, aquelas cujo senso de identidade pessoal corresponde ao gênero que lhes foram atribuído no nascimento — são denominadas cisgênero . [ 31 ] Transexual e sua relação com o transgênero [ editar | editar código-fonte ] Ver artigos principais: Transexual e Transgênero O termo 'transexual' foi introduzido ao idioma inglês em 1949 por David Oliver Cauldwell [ note 2 ] e popularizado por Harry Benjamin em 1966, ao mesmo tempo que o termo 'transgênero' foi cunhado e começou a ser popularizado. [ 20 ] Desde a década de 1990, o termo 'transexual' tem sido geralmente utilizado para descrever o subconjunto de pessoas transexuais [ 32 ] [ 33 ] que desejam transitar permanentemente para o sexo com o qual se identificam e que para isso procuram assistência médica (por exemplo, a cirurgia de mudança de sexo). No entanto, as preocupações dos dois grupos são por vezes diferentes. Por exemplo, homens e mulheres transexuais que podem pagar por tratamentos médicos (ou que têm cobertura institucional para seu tratamento) tendem a se preocupar com a privacidade médica e a estabelecer um status legal durável como seu gênero mais tarde na vida. As distinções entre os termos 'transgênero' e 'transexual' são comumente baseadas em Distinções entre gênero (psicológico, social) e sexo (físico) . [ 34 ] [ 35 ] Assim, pode-se dizer que a transexualidade lida mais com aspectos materiais do seu sexo, enquanto as considerações transgênero lidam mais com a disposição ou predisposição de gênero interna, bem como as expectativas sociais relacionadas que podem acompanhar um determinado papel de gênero. [ 36 ] Muitas pessoas transgênero preferem a designação transgênero e rejeitam transexual . [ 37 ] [ 38 ] [ 39 ] Por exemplo, Christine Jorgensen Rejeitou publicamente o termo 'transexual' em 1979 e, em vez disso, se identificou em uma publicação como 'transgênero', dizendo: 'o gênero não tem a ver com parceiros de cama, tem a ver com a identidade'. [ 40 ] [ 41 ] Refere-se à preocupação de que 'transexual' implica algo a ver com sexualidade , quando se trata realmente de identidade de gênero. [ 42 ] [ note 3 ] Algumas pessoas transexuais (aquelas que desejam ou fizeram a cirurgia de troca de sexo), no entanto, se opõem ser incluídas no 'guarda-chuva transgênero'. [ 43 ] [ 44 ] [ 45 ] [ 46 ] Em seu livro de 2007 Transgender, an Ethnography of a Category , O antropólogo David Valentine afirma que 'o transgênero' foi cunhado e usado por ativistas para incluir muitas pessoas que não necessariamente se identificam com o termo, e afirma que as pessoas que não se identificam com o termo 'transgênero' não devem ser incluídas no espectro transgênero. [ 43 ] Leslie Feinberg também afirma que transgênero não é um auto-identificador (para algumas pessoas), mas uma categoria imposta por observadores para entender outras pessoas. [ 44 ] No entanto, essas afirmações são contestadas pelo Transgender Health Program (THP) na Fenway Health, em Boston que observa que não há definições universalmente aceitas e a confusão terminológica é comum porque os termos que eram populares na virada do século 21 podem agora ser considerados ofensivos. O THP recomenda que os clínicos perguntem aos clientes qual a terminologia que preferem e evitem o termo 'transexual', a menos que tenham certeza de que um cliente se sente confortável com ele. [ 42 ] Harry Benjamin Inventou um sistema de classificação para transexuais e travestis, chamado de Escala de Orientação Sexual (EOS), no qual ele atribuiu transexuais e travestis a uma das seis categorias com base em suas razões para cross-dressing e a relativa urgência de sua necessidade (se houver) para a cirurgia de reatribuição de sexo. [ 47 ] Benjamin considerou a intensidade moderada como 'verdadeiro transexual' necessitar de estrogênio ou de testosterona como um 'substituto ou preliminar à operação'. [ 47 ] as pessoas que atendem à definição de Benjamin de um 'verdadeiro transexual', mas não desejam a cirurgia incluem Miriam Rivera . Há também pessoas que tiveram a cirurgia, mas não cumprem a definição de 'transexual', como Gregory Hemingway. [ 48 ] [ 49 ] Classificação em subgrupos [ editar | editar código-fonte ] Além dos homens trans e das mulheres trans, cuja identidade de gênero binária é o oposto do sexo que lhes foi atribuído e que formam o núcleo do 'guarda-chuva transexual', sendo incluídos nas definições mais restritas, vários outros grupos são incluídos em definições mais amplas do termo. Isso inlcui pessoas cujas identidades de gênero não são exclusivamente masculinas ou femininas, mas podem, por exemplo, ser andróginos , bigênero , pangêneros ou agêneros - muitas vezes agrupadas sob o termo alternativo genderqueer [ 5 ] - e pessoas do terceiro sexo (alternativamente, algumas referências e algumas sociedades conceitualizam as pessoas transgênero como um terceiro gênero). [ 6 ] [ 7 ] Embora algumas referências definam o transgênero muito amplamente para incluir travestis / cross-dresser , [ 8 ] elas são geralmente excluídas, assim como os fetichistas transvesticos (porque eles são considerados como expressando uma parafilia e não uma identificação de gênero) e drag kings e drag queens que são performers e cross-dressers com a finalidade de entretenimento). A psicóloga brasileira Jaqueline Gomes de Jesus define a população transgênero, ou simplesmente trans, como aquela 'composta eminentemente por mulheres transexuais , homens transexuais e travestis , e por outros grupos, tais como os denominados crossdressers , drag queens / drag kings ou transformistas , queer / andróginos ou transgênero'. [ 50 ] História [ editar | editar código-fonte ] A gênero designado entendemos como uma série de expectativas de implicações sociais baseadas nas características físicas (principalmente a genitália) com vias a dividir a sociedade humana em dois grandes grupos: homens e mulheres . A isso podemos incluir características de hábitos e comportamentos, que podem ser variáveis em relação a tempo/espaço como por exemplo em termos de roupa, embora seja comum um homem usar calças no dia-a-dia em Portugal e Brasil , tal não acontece em locais como o Vaticano , por outro lado em meados do século XX seria impensável uma mulher usar calças em Portugal, situação que hoje em dia é vista como socialmente aceitável. Também há outras características de comportamento que enquanto alguns a atribuem justificativas biológicas outros atribuem justificativas sociais e apontam suas origens no surgimento da sociedade patriarcal tais como passividade, cooperação, emoção nas mulheres e atividade, competição e razão nos homens. Estereótipos de género existem de forma binária em áreas tão diversas como a forma de agir, cuidados com a apresentação, emprego, educação, responsabilidades e relacionamentos. Mais recentemente alguns destes estereótipos de género tornaram-se mais esbatidos e menos reforçados que no passado, tendo os governos tomado medidas ativas neste sentido em áreas como o emprego. A letra 'T' da sigla LGBT era originalmente utilizada para identificar as travestis (incluindo crossdressers ) e/ou transexuais , posteriormente passou a ser utilizada para identificar uma categoria supostamente mais abrangente de pessoas - os transgéneros. Contudo, muitas pessoas transgénero não se consideram como parte deste movimento, por entender que as questões relacionadas com gênero e identidade fazem parte de um outro espectro não abrangido por grupos que primariamente focam suas ações em questões relativas à orientação sexual. Pelo facto de, tecnicamente, os termos transexual , transgénero e travesti refletirem realidades diversas, apesar de por vezes haver a acepção de que transgénero descreve todas as pessoas que não são cisgénero (caso de transexuais e travestis) algumas pessoas preferem utilizar apenas a expressão trans ou a sigla T* para mais corretamente abranger todas estas pessoas. Algumas pessoas transexuais não se consideram transgéneros, por não considerarem a si como em trânsito entre gêneros, entendem que sua identidade de gênero sempre foi uma só, e que foram designadas erroneamente. O termo transgênero, entretanto, se refere mais à mudança em como alguém é socializado, percebido e tratado a partir de uma auto-identificação positiva de sua identidade, do que ao gênero 'mudar'. Ele de fato seria, entretanto, inadequado para pessoas que foram socializadas como sendo do sexo oposto àquele designado no nascimento, quando foi percebido que quando crianças apresentavam transtorno de identidade de gênero infantil por seus tutores sociais e legais. Pode-se afirmar portanto, e ao contrário do que se pensaria à primeira vista, que apenas algumas pessoas 'transexuais' são englobadas pelo conceito de transgénero. Muitos destes sentem-se enquadradas dentro dos papéis sociais tradicionais para os homens e as mulheres sem nunca terem tido necessidade de transicionar enquanto adolescentes ou adultos. O mesmo se passa com os andróginos e intersexos onde a questão de ser ou não transgénero apenas se aplica se as características que os definem como andrógino ou intersexo são visíveis socialmente. Praticamente em todas as sociedades a sexualidade (e, por inerência a orientação sexual ) tem uma esfera visível em termos sociais, em actos tão variados desde uma troca de carícias em público até um acto formal de casamento, passando então a fazer parte do estereótipo social de género. Assumindo esta definição alargada de 'género', as pessoas que atuem publicamente fora do comportamento pré-estabelecido como heterossexual (mesmo que no seu íntimo sejam efectivamente heterossexuais) podem também ser consideradas transgéneras. Vários países e culturas do mundo têm sua forma específica de designar determinados sub-grupos de pessoas transgénero. Na Índia existem as hijras que foram designadas como homens no nascimento e mais tarde passaram a viver como mulheres, na Tailândia o termo Kathoey é utilizado de forma semelhante a transgénero. Classificações assim também foram um dia muito prevalentes nas Américas, na África, e entre os ilhéus do Pacífico Sul, e os aborígenes australianos e siberianos, então é possível que a construção de apenas 2 gêneros seja na realidade um entendimento novo para as culturas humanas difundido por meio das religiões abraâmicas, e mesmo assim não-absoluto, dada a existência histórica das khanith no Mundo Árabe e das travestis na América Latina. No Brasil, entre os especialistas e a própria comunidade, não há consenso sobre o termo. As pessoas que não se identificam com um dos gêneros binários normalmente são identificadas com o termo queer, [ 51 ] com um suposto 'gênero neutro', [ 52 ] com a denominação andrógino, ou pelo termo genérico transgênero. [ 53 ] Cresce também o uso do termo 'não-binário'. A designação de gênero irá corresponder uma série de expectativas e comportamentos esperados e tem como primeira referência a genitália (sexo) no momento do nascimento, ou seja, a parte mais visível em termos sociais, o que tradicionalmente dividiu a sociedade entre homens e mulheres, como primeira classificação das pessoas em sociedade. Observação gramatical [ editar | editar código-fonte ] A palavra transgénero ainda não está dicionarizada na língua portuguesa . Contudo, seu uso torna-se a cada dia mais e mais corrente, dando margem à derivação. Ou seja, além dos substantivos transgénero , transgeneridade e transgenerismo , temos ainda os adjetivos , de acordo com o que rege a norma culta da língua ('adjetivo concorda em gênero e número com substantivo'). [ 54 ] [ 55 ] [ 56 ] Portanto: homem transgénero / mulher transgénera / grupos transgéneros / comunidades transgéneras. Em Portugal a palavra transgénero começou a ser utilizada pela primeira vez pela rede ex aequo - associação jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes , associação essa que mais tarde foi também a primeira que passou a adoptar o termo transgenerismo para substituição do termo transgenderismo, que soa como uma tradução grosseira e imprecisa do inglês transgenderism . No português do Brasil , tanto a palavra como suas variantes se escrevem com um acento circunflexo em vez do agudo, quando este aparece. Por exemplo, transgênero . Termos relacionados [ editar | editar código-fonte ] Androginia Crossdressing Drag queen Eunuco Gay Hijra Identidade de gênero Intersexualidade Kathoey Lésbica Transexualidade Transfobia Travestilidade Referências ↑ Terry Altilio, Shirley Otis-Green (2011). Oxford Textbook of Palliative Social Work . [S.l.]: Oxford University Press . p. 380. ISBN 0199838275 . Consultado em 13 de novembro de 2016 . 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O termo transgênero foi inventado por John Oliven (1965) e popularizado por várias pessoas transgêneros que abriram caminho para o conceito e a prática do transgênero. Às vezes, diz-se que Virginia Prince (1976) popularizou o termo, mas a história mostra que muitas pessoas transexuais advogaram o uso deste termo muito antes de Prince. ↑ Elkins, Richard. King, Dave (2006). The Transgender Phenomenon . [S.l.]: Sage. pp. 13–14. ISBN 978-0-7619-7163-4 ↑ Stryker, S. (2004), '... lived full-time in a social role not typically associated with their natal sex, but who did not resort to genital surgery as a means of supporting their gender presentation ...' in Transgender from the GLBTQ: an encyclopedia of gay, lesbian, bisexual, transgender and queer culture. Retrieved 2007-04-10. ↑ The Radio Times (1979: 2 June) ↑ Peo, TV-TS Tapestry Board of Advisors, Roger E. (1984). «The 'Origins' and 'Cures' for Transgender Behavior» . The TV-TS Tapestry (2) . 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You would not say that Elton John is 'gayed' or Ellen DeGeneres is 'lesbianed,' therefore you would not say Chaz Bono is 'transgendered.' ↑ Dan Savage, Savage Love: Gayed, Blacked, Transgendered (Creative Loafing, 11 January 2014) ↑ Guardian and Observer style guide : use transgender [...] only as an adjective: transgender person, trans person. never 'transgendered person' or 'a transgender' ↑ Martin, Katherine. «New words notes June 2015» . Oxford University Press . Consultado em 2 de agosto de 2015 ↑ Transgender Rights (2006, ISBN 0-8166-4312-1 ), edited by Paisley Currah, Richard M. Juang, Shannon Minter ↑ A. C. Alegria, Transgender identity and health care: Implications for psychosocial and physical evaluation , in the Journal of the American Academy of Nurse Practitioners , volume 23, issue 4 (2011), pages 175–182: 'Transgender, Umbrella term for persons who do not conform to gender norms in their identity and/or behavior (Meyerowitz, 2002). Transsexual, Subset of transgenderism. persons who feel discordance between natal sex and identity (Meyerowitz, 2002).' ↑ Por exemplo, Virginia Prince usou transgênero para distinguir cross-dressers de pessoas trans sexual ( «glbtq > social sciences >> Prince, Virginia Charles» . glbtq.com ), writing in Men Who Choose to Be Women (em Sexology , Fev. 1969) que 'Eu, pelo menos, conhecer a diferença entre sexo e gênero e ter simplesmente optado por mudar o último e não o primeira.' ↑ «Sex -- Medical Definition» . medilexicon.com : Define o sexo como uma qualidade biológica ou fisiológica, enquanto o gênero é uma categoria (psicológica) a que um indivíduo é atribuído por si ou por outros...'. ↑ UNCW: Developing and Implementing a Scale to Assess Attitudes Regarding Transsexuality ↑ R Polly, J Nicole, Understanding the transsexual patient: culturally sensitive care in emergency nursing practice , in the Advanced Emergency Nursing Journal (2011): 'O uso da terminologia por indivíduos transexuais para se auto-identificar varia. Como mencionado acima, muitos indivíduos transexuais preferem o termo transgênero, ou simplesmente trans, porque é mais inclusivo e leva menos estigmas. Existem alguns indivíduos transexuais [,] entretanto, que rejeitam o termo transgênero. Esses indivíduos consideram o transexualismo como uma condição congênita tratável. Após a transição médica e / ou cirúrgica, eles vivem dentro do binário como um homem ou uma mulher e não pode revelar o seu histórico de transição.' ↑ A Swenson, Medical Care of the Transgender Patient , in Family Medicine (2014): 'Enquanto algumas pessoas transexuais ainda preferem usar o termo para descrever a si mesmas, muitas pessoas transgênero preferem o termo transgênero para transexual.' ↑ «GLAAD Media Reference Guide» . Consultado em 27 de dezembro de 2013 ↑ Parker, Jerry (18 de outubro de 1979). «Christine Recalls Life as Boy from the Bronx» . Newsday / Winnipeg Free Press . Consultado em 28 de maio de 2012 . If you understand trans-genders,' she says, (the word she prefers to transsexuals), 'Então você entende que o gênero não tem a ver com parceiros de cama, tem a ver com a identidade. ↑ «News From California: 'Transgender ' » . Appeal-Democrat/Associate Press . 11 de maio de 1982. pp. A–10 . Consultado em 28 de maio de 2012 . Ela descreve pessoas que tiveram essas operações 'transgênero' ao invés de transexual. 'A sexualidade é com quem você dorme, mas o gênero é quem você é', explicou ela. ↑ a b «Fenway Health Glossary of Gender and Transgender Terms» (PDF) . Janeiro de 2010 . Consultado em 27 de dezembro de 2013 ↑ a b Valentine, David. Imagining Transgender: An Ethnography of a Category , Duke University, 2007 ↑ a b Stryker, Susan . Introduction. In Stryker and S. Whittle (Eds.), The Transgender Studies Reader , New York: Routledge, 2006. 1–17 ↑ Kelley Winters, 'Gender Madness in American Psychiatry, essays from the struggle for dignity, 2008, p. 198. 'Some Transsexual individuals also identify with the broader transgender community. others do not.' ↑ Boyd, Hellen. «The Umbrella» . enGender . Consultado em 28 de junho de 2012 . A única parte do gênero binário que nós *necessariamente* desafiamos é a noção de que as pessoas são sempre atribuídas ao lado direito do binário no nascimento e não precisam de simpatia ou ajuda se a atribuição estiver errada. ↑ a b Benjamin, H. (1966). The transsexual phenomenon . New York: Julian Press, page 23. ↑ Conway, Lynn (2003). «The Strange Saga of Gregory Hemingway» {{{2}}} ↑ Schoenberg, Nara (19 de novembro de 2001). «The Son Also Falls From elephant hunter to bejeweled exhibitionist, the tortured life of Gregory Hemingway» . CHICAGO TRIBUNE . Cópia arquivada em 20 de novembro de 2001 {{{2}}} ↑ J G Jesus. «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . Consultado em 6 de dezembro de 2012 ↑ «A nova geração gay das Universidades dos EUA» . Consultado em 3 de maio de 2014 ↑ «Jovem do sexo neutro: 'Não sabia se eu era homem ou mulher ' » . Consultado em 3 de maio de 2014 ↑ J G Jesus. «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . Consultado em 29 de agosto de 2013 ↑ UOL Educação ↑ www.infoescola.com.br ↑ Ciberdúvidas Notas [ editar | editar código-fonte ] ↑ *In April 1970, TV Guide published an article which referenced a post-operative transsexual movie character as being 'transgendered.'( «Sunday Highlights» . TV Guide . 26 de abril de 1970 . Consultado em 28 de maio de 2012 . [R]aquel Welch (left), moviedom's sex queen soon to be seen as the heroine/hero of Gore Vidal's transgendered 'Myra Breckinridge'... ) In the 1974 edition of Clinical Sexuality: A Manual for the Physician and the Professions , transgender was used as an umbrella term and the Conference Report from the 1974 'National TV.TS Conference' held in Leeds, West Yorkshire, UK used 'trans-gender' and 'trans.people' as umbrella terms.( Oliven, John F. (1974). Clinical sexuality: A Manual for the Physician and the Professions 3rd ed. University of Michigan (digitized Aug 2008): Lippincott. pp. 110, 484–487. ISBN 978-0-397-50329-2 . 'Transgender deviance' p 110, 'Transgender research' p 484, 'transgender deviates' p 485, Transvestites not welcome at 'Transgender Center' p 487 ), (2006). The Transgender Phenomenon ( Elkins, Richard. King, Dave (2006). The Transgender Phenomenon . [S.l.]: Sage. p. 13. ISBN 978-0-7619-7163-4 ) However A Practical Handbook of Psychiatry (1974) references 'transgender surgery' noting, 'The transvestite rarely seeks transgender surgery, since the core of his perversion is an attempt to realize the fantasy of a phallic woman.'( Novello, Joseph R. (1974). A Practical Handbook of Psychiatry . University of Michigan, digitized August 2008: C. C. Thomas. p. 176. ISBN 978-0-398-02868-8 ) ↑ Magnus Hirschfeld coined the German term 'Transsexualismus' in 1923, which Cauldwell translated into English. ↑ The recurring concern that transsexual implies sexuality stems from the tendency of many informal speakers to ignore the sex and gender distinction and use gender for any male/female difference and sex for sexual activity . ( Liberman, Mark. «Single-X Education» . Language Log . Consultado em 28 de junho de 2012 ) Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Site de Lynn Conway (em português ) informação sobre identidade de género e sobre o processo de transição para as pessoas transexuais em múltiplas línguas. Inversões do Papel de Gênero (em português ) texto científico sobre questões ligadas ao género humano. (em inglês ) The first Israeli Poetry about Transgenderism, 'Tof Ha'kivshan' by Zachi Cohen (2008, Gvanim) Open at the ISRAELI PSYCHOLOGY PORTAL v • e Lésbica , Gay , Bissexual , Transgênero ( LGBT ) Identidades sexuais e de gênero Lésbica · Gay · Bissexual · Travesti · Transexual · Transgênero · Queer · Intersexual · Assexual · Pansexual · Polisexual Orientação sexual Assexualidade · Homossexualidade · Bissexualidade · Pansexualidade · Polisexualidade · Não-heterossexual · Biologia e orientação sexual · Demografia · Escala de Kinsey · Grade de Klein História Cronologia · GLBT Historical Society · História do lesbianismo · Temas LGBT na mitologia · Homossexualidade na Grécia Antiga · Homossexualidade na Roma Antiga · Pederastia · Homossexuais na Alemanha Nazista · Museu da Homossexualidade · Movimentos sociais · Rebelião de Stonewall · Libertação gay · Anarco-queer · Socialismo e direitos gays Comunidade LGBT e cultura Sair do armário · Drag king · Drag queen · Bar gay · Bairro gay · 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Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Mukhannathun – Wikipédia, a enciclopédia livre Mukhannathun Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia ... livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall ... ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões CACHE

Mukhannathun – Wikipédia, a enciclopédia livre Mukhannathun Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Mukhannathun ('efeminados', do árabe مخنثون, 'homens que parecem mulheres', singular mukhannath ) é a palavra em árabe clássico para pessoas que hoje poderiam ser chamadas transgêneros ou mulheres transexuais (transexuais homem para mulher). Vários 'mukhannathun' aparecem em muitos hadith . [ 1 ] [ 2 ] Em um hadith, o profeta Maomé protege um mukhannath de um grupo de pessoas indisciplinadas. [ 1 ] Esses textos poderiam indicar que transexuais muçulmanos seriam aceitos como são 'dentro dos limites de Medina e Meca '. [ 3 ] Fora do texto religioso, eles são fortemente associados com música e entretenimento. [ 3 ] Gênero e sexualidade [ editar | editar código-fonte ] Os mukhannathun como um grupo não se encaixam perfeitamente em qualquer uma das categorias de sexo ou sexualidade utilizado no Ocidente, neste momento. [ 3 ] Enquanto eles não sejam de modo algum heterossexuais , não se pode dizer que eles sejam simplesmente homossexuais masculinos. [ 3 ] Ao mesmo tempo que sejam variantes de gênero, parece que a intensidade difere de cada mukhannath para outro. [ 3 ] Referências ↑ a b «USC-MSA compendium of Muslim Text» . Partial Translation of Sunan Abu-Dawud, Book 41: General Behavior (Kitab Al-Adab), Número 4910 (em inglês). Usc.edu ↑ «Hadith on this matter» . USC-MSA compendium of Muslim Text: Partial Translation of Sunan Abu-Dawud, Book 32: Clothing (Kitab Al-Libas), Número 4095 (em inglês). Usc.edu ↑ a b c d e Rowson, Everett K. (outubro de 1991). «The Effeminates of Early Medina» (PDF) . American Oriental Society. Journal of the American Oriental Society (em inglês). 111 (4): 671–693. doi : 10.2307/603399 Este artigo sobre LGBT é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mukhannathun&oldid=46766782 ' Categorias : LGBT Identidades transgênero Islamismo Categorias ocultas: !CS1 inglês-fontes em língua (en) !Esboços maiores que 1000 bytes !Esboços sobre LGBT !Navecaixas órfãs Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية English Français Galego Bahasa Melayu Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 01h21min de 21 de setembro de 2016. 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https://pt.wikipedia.org/wiki/Monotremata
  Monotremata – Wikipédia, a enciclopédia livre Monotremata Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Monotremata Ocorrência: Cretáceo Inferior - Recente : 123–0 Ma PreЄ Є O S D C P T J K Pg N Ornitorrinco Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Subclasse : Prototheria Ordem : Monotremata Bonaparte , 1837 Famílias e gênero incertae sedis ... : Mammalia Subclasse : Prototheria Ordem : Monotremata Bonaparte , 1837 Famílias e gênero incertae ... Americano de História Natural, Nova Iorque. Família incertae sedis Gênero † Kryoryctes Pridmore, Rich ... , 2005 Família † Kollikodontidae [ nota 3 ] Flannery, Archer, Rich & Jones, 1995 Gênero † Kollikodon ... † Steropodontidae [ nota 4 ] Archer, Flannery, Ritchie & Molnar, 1985 Gênero † Steropodon Archer, Flannery, Ritchie & Molnar, 1985 † Steropodon galmani Archer, Flannery, Ritchie & Molnar, 1985 Gênero CACHE

Monotremata – Wikipédia, a enciclopédia livre Monotremata Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Monotremata Ocorrência: Cretáceo Inferior - Recente : 123–0 Ma PreЄ Є O S D C P T J K Pg N Ornitorrinco Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Subclasse : Prototheria Ordem : Monotremata Bonaparte , 1837 Famílias e gênero incertae sedis † Kollikodontidae † Steropodontidae Ornithorhynchidae Tachyglossidae † Kryoryctes Monotremata [ nota 1 ] (aportuguesados para monotremados ou monotrématos ) é uma ordem de mamíferos que põem ovos , diferindo significativamente com os modos reprodutivos dos marsupiais e dos placentários . Eles retêm muitas características de seus ancestrais terapsídeos , porém apresentam várias características mamíferas importantes, como a presença de pelos , coração dividido em quatro câmaras, três ossículos auditivos e a presença de glândulas mamárias com produção de leite . Encontrados na Austrália , Tasmânia e Nova Guiné , os monotremados provavelmente originaram-se durante o Mesozoico , quando se separaram da vertente Theria . Compreendendo duas famílias, três gêneros e cinco espécies viventes, esta ordem constitui uma das mais distintas entre os mamíferos atuais. Índice 1 Distribuição geográfica 2 Características 3 Classificação e evolução 4 Ver também 5 Notas 6 Referências 7 Ligações externas Distribuição geográfica [ editar | editar código-fonte ] Os monotremados estão restritos à região australásica , distribuindo-se pela Austrália , Tasmânia , Nova Guiné e ilhas adjacentes, incluindo Kangaroo , King , Grupo Furneaux e Salawati . Características [ editar | editar código-fonte ] Os monotremados mantiveram algumas características esqueléticas presentes nos seus ancestrais reptilianos, entre as quais as mais importantes são a estrutura da cintura escapular e alguns traços craniais. O crânio é razoavelmente grande, a caixa craniana arredondada e o focinho alongado. Os adultos das espécies viventes não possuem dentes . Dentes vestigiais estão presentes na mandíbula de jovens ornitorrincos, mas eles nunca irrompem da gengiva . Várias espécies fósseis apresentam a dentição totalmente desenvolvida. Os monotremados retêm cartilagens escleróticas, embora elas não sejam ossificadas, formando um anel ósseo, como o que ocorre com os demais amniotas, incluindo os sinapsídeos não-mamíferos. Também está presente o osso septomaxilar, o qual não é encontrado nos térios . O arco zigomático está reduzido ou ausente. O dentário (que forma a mandíbula ) é delgado com um vestígio rudimentar do processo coronóide. Os ossos lacrimais estão ausentes e não possuem bula timpânica (cóclea). O esqueleto pós-craniano dos monotremados é também único entre os mamíferos. Mostram um mosaico de características inerentes dos terapsídeos não encontradas em nenhum outro mamífero, e modificações provavelmente relatadas aos hábitos escavadores dos monotremados modernos. A cintura pélvica apresenta o formato derivado mamífero, apesar de conservar os ossos epipúbicos, enquanto sua cintura escapular é mais similar à condição tipicamente réptil, conservando os ossos coracóide, epicoracóide e interclavícula. O ombro é mais rigidamente ligado ao esqueleto axilar. O fêmur e úmero são perpendiculares ao corpo como nos répteis . Apresentam costelas cervicais. Detalhe do esporão presente no Ornitorrinco . A cloaca está presente em ambos os sexos, e constitui o orifício único, que deu nome a ordem, onde desembocam o sistema digestório , urinário e reprodutivo. Nos machos, os testículos são abdominais e o pênis situado na parte ventral da cloaca, conduz apenas o esperma . As fêmeas são ovíparas, não possuem vagina , apresentam ovidutos, onde os óvulos são fertilizados, cobertos pelo albúmen e recobertos com uma casca, e como todos os mamíferos apresentam glândulas mamárias , apesar de não possuir mamilos . Os machos apresentam um esporão no tornozelo , nos ornitorrincos esse esporão é sulcado para a passagem de uma substância glandular venenosa. Apesar de possuírem muitas características reptilianas, os monotremados são tipicamente mamíferos. Como todos os mamíferos, possuem pelos, o coração dividido em quatro câmaras, nutrem seus filhotes com leite e são animais de sangue quente. Classificação e evolução [ editar | editar código-fonte ] Mandíbula do Steropodon em exibição no Museu Americano de História Natural , em Nova Iorque. Vários nomes ordinais têm sido usados para os monotremados, entre estes, Ornithodelphia de Blainville, 1834, e Monotremata Bonaparte, 1837, são os mais comumente utilizados, [ 1 ] e entre estes, Monotremata têm sido preferível ao seu antecessor por ser de uso mais comum tanto na forma científica quanto na vernácula. [ 1 ] [ 2 ] A ordem Monotremata é tradicionalmente inserida na subclasse Prototheria , [ 2 ] que durante as décadas de 1960 e 1970 incluiu diversas ordens fósseis, como a Docodonta , Triconodonta e Multituberculata , [ 3 ] [ 3 ] entretanto, estudos posteriores demonstraram que este arranjo taxonômico era parafilético . [ 4 ] [ 5 ] Arranjos filogenéticos do início da década de 2000 incluíram a ordem no clado Australosphenida , [ 5 ] [ 6 ] posteriormente referido como uma subclasse. [ 1 ] Em 2008, uma nova análise filogenética demonstrou que este clado era polifilético , uma vez que a Ausktribosphenida está agrupada com a Theria , não tendo qualquer relação com a Monotremata. [ 7 ] Arranjo sistemático: [ 1 ] [ 8 ] [ 9 ] [ 10 ] [ 11 ] Ordem Monotremata [ nota 2 ] Bonaparte, 1837 Crânio do Obdurodon dicksoni exposto no Museu Americano de História Natural, Nova Iorque. Família incertae sedis Gênero † Kryoryctes Pridmore, Rich, Vickers-Rich & Gambaryan, 2005 † Kryoryctes cadburyi Pridmore, Rich, Vickers-Rich & Gambaryan, 2005 Família † Kollikodontidae [ nota 3 ] Flannery, Archer, Rich & Jones, 1995 Gênero † Kollikodon Flannery, Archer, Rich & Jones, 1995 † Kollikodon ritchiei Flannery, Archer, Rich & Jones, 1995 Família † Steropodontidae [ nota 4 ] Archer, Flannery, Ritchie & Molnar, 1985 Gênero † Steropodon Archer, Flannery, Ritchie & Molnar, 1985 † Steropodon galmani Archer, Flannery, Ritchie & Molnar, 1985 Gênero † Teinolophos Rich, Vickers-Rich, Constantine, Flannery, Kool & van Klaveren, 1999 † Teinolophos trusleri Rich, Vickers-Rich, Constantine, Flannery, Kool & van Klaveren, 1999 Família Ornithorhynchidae Gray, 1825 Gênero Ornithorhynchus Blumenbach, 1800 Ornithorhynchus anatinus (Shaw, 1799) Gênero † Obdurodon Woodburne & Tedford, 1975 † Obdurodon dicksoni Archer, Jenkins, Hand, Murray & Godthelp, 1992 † Obdurodon insignis Woodburne & Tedford, 1975 Gênero Monotrematum Pascual, Archer, Ortiz, Jaureguizar, Prado, Godthelp & Hand, 1992 † Monotrematum sudamericanum Pascual, Archer, Ortiz, Jaureguizar, Prado, Godthelp & Hand, 1992 Exemplares de Tachyglossus aculeatus em ilustração de John Gould para o livro Mammals of Australia (1849-1861). Família Tachyglossidae Gill, 1872 Gênero Tachyglossus Illiger, 1811 Tachyglossus aculeatus (Shaw, 1792) Gênero Zaglossus Gill, 1872 Zaglossus attenboroughi Flannery & Groves, 1998 Zaglossus brujini (Peters & Doria, 1876) Zaglossus bartoni Thomas, 1907 † 'Zaglossus' hacketti [ nota 5 ] (Glauert, 1914) Gênero † Megalibgwilia Griffiths, Wells & Barrie, 1991 † Megalibgwilia robusta (Dun, 1986) † Megalibgwilia ramsayi [ nota 6 ] (Owen, 1884) Os monotremados provavelmente originaram-se na Austrália durante o Mesozoico e se espalharam para a América do Sul via Antártica no final do Cretáceo. [ 3 ] Estudos moleculares sobre o tempo de divergência entre Prototheria-Theria sugerem que a divisão ocorreu no Triássico Superior , a aproximadamente 220 milhões de anos, com uma variação entre 237 e 204. [ 15 ] Os tempos de divergência moleculares são, em geral, mais antigos que as evidências paleontológicas estabelecidas. [ 15 ] O mais antigo monotremado conhecido data do Cretáceo Inferior , com aproximadamente 120 milhões de anos. [ 16 ] Entretanto, novas análises de materiais fósseis fragmentados sugerem que o mais antigo monotremado data de 200 milhões de anos, [ 12 ] aproximando-se com as datas moleculares. [ 15 ] O registro fóssil do grupo é relativamente escasso. Três formas são conhecidas do Mesozoico, todas do Cretáceo, Steropodon , Kollikodon e Teinolophos . [ 9 ] [ 16 ] [ 17 ] Na América do Sul, uma única forma foi descrita, Monotrematum sudamericanum , do Paleoceno Inferior da Patagônia , Argentina . [ 18 ] Os demais monotremados fósseis descritos datam do Mioceno , Oligoceno e Pleistoceno . [ 19 ] [ 20 ] [ 21 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Fauna da Austrália Notas ↑ Do grego μονός ( monos ), único + τρῆμα ( trema ), orifício. uma alusão a presença da cloaca. ↑ Mckenna e Bell (1997) dividiram os monotremados em duas ordens Platypoda Gill, 1872 e Tachyglossa Gill, 1872, e consideraram o nome Monotremata como sinônimo de Prototheria. [ 8 ] Entretanto, como o período de divergência entre as duas famílias ainda é desconhecido, conservativamente, Groves (2005) manteve as famílias em uma única ordem, a Monotremata. [ 10 ] ↑ Novos estudos sugerem que o Kollikodon , apesar de ter certas características semelhantes às dos monotremados, não está relacionado com estes, sendo melhor considerado um mamífero basal de afinidade incerta, [ 12 ] entretanto, um estudo em andamento sugere uma relação próxima ao clado Haramiyida + Multituberculata . [ 13 ] ↑ Alguns taxonomistas incluem os gêneros Steropodon e Teinolophos na família Ornithorhynchidae. [ 7 ] ↑ Esta espécie pode representar um gênero distinto. [ 3 ] ↑ Zaglossus harrisoni Scott & Lord, 1922 , descrito a partir de um fêmur encontrado na Tasmânia, é indistinguível do material referente a M. ramsayi e deve ser designado a esta espécie. [ 14 ] Referências ↑ a b c d KIELAN-JAWOROWSKA, Z.. CIFELLI, R.L.. LUO, Z.-X. (2004). Mammals form the Age of Dinosaurs . Origins, Evolution and Structure. New York: Columbia University Press. 630 páginas. ISBN 9780231119184 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores ( link ) ↑ a b SIMPSON, G.G. (1945). «The principles of classification and a classification of mammals». Bulletin of American Museum of Natural History . 85 : 1-350 ↑ a b c d ' ↑ ROWE, T. (1988). «Definition, Diagnosis, and Origin of Mammalia». Journal of Vertebrate Paleontology . 8 (3): 241-264 ↑ a b LUO, Z.. KIELAN-JAWOROWSKA, Z.. CIFELLI, R. (2002). «In quest for a phylogeny of Mesozoic mammals». 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Introduction to Monotremata - Berkeley University (em inglês ) Mikko's Haaramo Phylogeny - Monotremata O Wikispecies tem informações sobre: Monotremata v • e Ordens viventes de mamíferos por infraclasse Reino Animalia Filo Chordata Subfilo Vertebrata (não categorizado) Amniota Prototheria / Australosphenida Monotremata Metatheria (Inclui Marsupialia ) Ameridelphia Paucituberculata Didelphimorphia Australidelphia Microbiotheria Notoryctemorphia Dasyuromorphia Peramelemorphia Diprotodontia Eutheria (Inclui Placentalia ) Xenarthra Cingulata Pilosa Afrotheria Afrosoricida Macroscelidea Tubulidentata Hyracoidea Proboscidea Sirenia Laurasiatheria Soricomorpha Erinaceomorpha Chiroptera Pholidota Carnivora Perissodactyla Artiodactyla Cetacea Euarchontoglires Rodentia Lagomorpha Scandentia Dermoptera Primates Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Monotremata&oldid=49523658 ' Categoria : Monotremados Categorias ocultas: !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de editores !Páginas com citações usando parâmetros sem suporte !Páginas que usam links mágicos ISBN !Imagem local diferente da no Wikidata Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Afrikaans Alemannisch العربية Azərbaycanca Беларуская Беларуская (тарашкевіца)‎ Български Brezhoneg Bosanski Català Cebuano Čeština Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Nordfriisk Gaeilge Galego עברית हिन्दी Hrvatski Kreyòl ayisyen Magyar Հայերեն Interlingua Bahasa Indonesia Íslenska Italiano 日本語 La .lojban. 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  Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Pteropodidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: ... Andersen, 1912 Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo Harpyionycterini Miller, 1907 Gênero CACHE

Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Pteropodidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Pteropodidae Ocorrência: Oligoceno Médio - Recente Acerodon jubatus Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Infraclasse : Placentalia Ordem : Chiroptera Subordem : Megachiroptera Dobson , 1875 Família : Pteropodidae Gray , 1821 Géneros 42, ver texto O Wikispecies tem informações sobre: Pteropodidae Pteropodidae é uma família de morcegos . O grupo inclui 143 espécies de morcegos de grandes dimensões e hábitos alimentares frugívoros e nectarívoros. São conhecidos pelo nome genérico de morcego-da-fruta e são nativos das regiões tropicais da Ásia , África e Oceania . A família Pteropodidae é a única da subordem Megachiroptera . Índice 1 Classificação 1.1 Sistemática tradicional 1.2 Sistemática alternativa 2 Referências Classificação [ editar | editar código-fonte ] Sistemática tradicional [ editar | editar código-fonte ] Tradicionalmente a família Pteropodidae é dividida em duas subfamílias: Pteropodinae e Macroglossinae. Subfamília Pteropodinae Gray, 1821 Tribo Pteropodini Gray, 1821 Subtribo Rousettina Andersen, 1912 Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo Harpyionycterini Miller, 1907 Gênero Harpyionycteris Thomas, 1896 Tribo Epomophorini Gray, 1866 Gênero Plerotes Andersen, 1910 Gênero Hypsignathus H. Allen, 1861 Gênero Epomops Gray, 1870 Gênero Epomophorus Bennett, 1836 Gênero Micropteropus Matschie, 1899 Gênero Nanonycteris Matschie, 1899 Gênero Casinycteris Thomas, 1910 Gênero Scotonycteris Matschie, 1894 Tribo Cynopterini Andersen, 1912 Subtribo Nyctimenina Miller, 1907 Gênero Paranyctimene Tate, 1942 Gênero Nyctimene Borkhausen, 1797 Subtribo Cynopterina Andersen, 1912 Gênero Cynopterus F. Cuvier, 1825 Gênero Megaerops Peters, 1865 Gênero Ptenochirus Peters, 1861 Gênero Dyacopterus Andersen, 1912 Gênero Chironax Andersen, 1912 Gênero Thoopterus Matschie, 1899 Gênero Sphaerias Miller, 1906 Gênero Balionycteris Matschie, 1899 Gênero Aethalops Thomas, 1923 Gênero Penthetor Andersen, 1912 Gênero Latidens Thonglongya, 1972 Gênero Alionycteris Kock, 1969 Gênero Otopteropus Kock, 1969 Gênero Haplonycteris Lawrence, 1939 Subfamília Macroglossinae Gray, 1821 Tribo Notopterini Andersen, 1912 Gênero Melonycteris Dobson, 1877 Gênero Notopteris Gray, 1859 Tribo Macroglossini Gray, 1821 Gênero Eonycteris Dobson, 1873 Gênero Macroglossus F. Cuvier, 1872 Gênero Megaloglossus Pagenstecher, 1885 Gênero Syconycteris Matschie, 1899 Sistemática alternativa [ editar | editar código-fonte ] Família Pteropodidae Subfamília Nyctimeninae Subfamília Cynopterinae Subfamília Harpyionycterinae Subfamília Epomophorinae Subfamília Pteropodinae Referências [ editar | editar código-fonte ] Este artigo sobre morcegos , integrado no Projeto Mamíferos é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pteropodidae&oldid=47019729 ' Categoria : Morcegos Categorias ocultas: !Artigos que carecem de fontes desde outubro de 2016 !Imagem local diferente da no Wikidata !Esboços maiores que 1000 bytes !Esboços sobre morcegos Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Azərbaycanca Български Bahasa Banjar Brezhoneg Bosanski Cebuano Čeština Dansk Deutsch English Español Euskara فارسی Suomi Français Gaeilge Galego עברית Hrvatski Magyar Interlingua Bahasa Indonesia Italiano 日本語 Basa Jawa ქართული 한국어 Lietuvių Bahasa Melayu Nederlands Norsk nynorsk Norsk Occitan Polski پنجابی Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Slovenščina Српски / srpski Seeltersk Svenska Kiswahili ไทย Tagalog Türkçe Українська Tiếng Việt Winaray 中文 粵語 Editar ligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 17h01min de 22 de outubro de 2016. 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  Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Pteropodidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Morcego-da-fruta ) Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ... Pteropodini Gray, 1821 Subtribo Rousettina Andersen, 1912 Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo CACHE

Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Pteropodidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Morcego-da-fruta ) Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Pteropodidae Ocorrência: Oligoceno Médio - Recente Acerodon jubatus Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Infraclasse : Placentalia Ordem : Chiroptera Subordem : Megachiroptera Dobson , 1875 Família : Pteropodidae Gray , 1821 Géneros 42, ver texto O Wikispecies tem informações sobre: Pteropodidae Pteropodidae é uma família de morcegos . O grupo inclui 143 espécies de morcegos de grandes dimensões e hábitos alimentares frugívoros e nectarívoros. 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Subfamília Pteropodinae Gray, 1821 Tribo Pteropodini Gray, 1821 Subtribo Rousettina Andersen, 1912 Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo Harpyionycterini Miller, 1907 Gênero Harpyionycteris Thomas, 1896 Tribo Epomophorini Gray, 1866 Gênero Plerotes Andersen, 1910 Gênero Hypsignathus H. Allen, 1861 Gênero Epomops Gray, 1870 Gênero Epomophorus Bennett, 1836 Gênero Micropteropus Matschie, 1899 Gênero Nanonycteris Matschie, 1899 Gênero Casinycteris Thomas, 1910 Gênero Scotonycteris Matschie, 1894 Tribo Cynopterini Andersen, 1912 Subtribo Nyctimenina Miller, 1907 Gênero Paranyctimene Tate, 1942 Gênero Nyctimene Borkhausen, 1797 Subtribo Cynopterina Andersen, 1912 Gênero Cynopterus F. Cuvier, 1825 Gênero Megaerops Peters, 1865 Gênero Ptenochirus Peters, 1861 Gênero Dyacopterus Andersen, 1912 Gênero Chironax Andersen, 1912 Gênero Thoopterus Matschie, 1899 Gênero Sphaerias Miller, 1906 Gênero Balionycteris Matschie, 1899 Gênero Aethalops Thomas, 1923 Gênero Penthetor Andersen, 1912 Gênero Latidens Thonglongya, 1972 Gênero Alionycteris Kock, 1969 Gênero Otopteropus Kock, 1969 Gênero Haplonycteris Lawrence, 1939 Subfamília Macroglossinae Gray, 1821 Tribo Notopterini Andersen, 1912 Gênero Melonycteris Dobson, 1877 Gênero Notopteris Gray, 1859 Tribo Macroglossini Gray, 1821 Gênero Eonycteris Dobson, 1873 Gênero Macroglossus F. Cuvier, 1872 Gênero Megaloglossus Pagenstecher, 1885 Gênero Syconycteris Matschie, 1899 Sistemática alternativa [ editar | editar código-fonte ] Família Pteropodidae Subfamília Nyctimeninae Subfamília Cynopterinae Subfamília Harpyionycterinae Subfamília Epomophorinae Subfamília Pteropodinae Referências [ editar | editar código-fonte ] Este artigo sobre morcegos , integrado no Projeto Mamíferos é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pteropodidae&oldid=47019729 ' Categoria : Morcegos Categorias ocultas: !Artigos que carecem de fontes desde outubro de 2016 !Imagem local diferente da no Wikidata !Esboços maiores que 1000 bytes !Esboços sobre morcegos Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Azərbaycanca Български Bahasa Banjar Brezhoneg Bosanski Cebuano Čeština Dansk Deutsch English Español Euskara فارسی Suomi Français Gaeilge Galego עברית Hrvatski Magyar Interlingua Bahasa Indonesia Italiano 日本語 Basa Jawa ქართული 한국어 Lietuvių Bahasa Melayu Nederlands Norsk nynorsk Norsk Occitan Polski پنجابی Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Slovenščina Српски / srpski Seeltersk Svenska Kiswahili ไทย Tagalog Türkçe Українська Tiếng Việt Winaray 中文 粵語 Editar ligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 17h01min de 22 de outubro de 2016. 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  Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Pteropodidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Está a ver a última edição feita nesta página por 177.4.4.127 ( discussão ) em 17h01min de 22 de outubro de 2016 . O endereço URL mostrado no navegador é uma ligação permanente para esta edição. Para mais informações consultar a página de ajuda história de edições . Navegação no histórico de edições: ... Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo Harpyionycterini Miller, 1907 Gênero Harpyionycteris CACHE

Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Pteropodidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Está a ver a última edição feita nesta página por 177.4.4.127 ( discussão ) em 17h01min de 22 de outubro de 2016 . O endereço URL mostrado no navegador é uma ligação permanente para esta edição. Para mais informações consultar a página de ajuda história de edições . Navegação no histórico de edições: ← ver edição anterior ( dif ) ver edição seguinte → (dif) ver última edição → (dif) Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Pteropodidae Ocorrência: Oligoceno Médio - Recente Acerodon jubatus Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Infraclasse : Placentalia Ordem : Chiroptera Subordem : Megachiroptera Dobson , 1875 Família : Pteropodidae Gray , 1821 Géneros 42, ver texto O Wikispecies tem informações sobre: Pteropodidae Pteropodidae é uma família de morcegos . O grupo inclui 143 espécies de morcegos de grandes dimensões e hábitos alimentares frugívoros e nectarívoros. São conhecidos pelo nome genérico de morcego-da-fruta e são nativos das regiões tropicais da Ásia , África e Oceania . A família Pteropodidae é a única da subordem Megachiroptera . Índice 1 Classificação 1.1 Sistemática tradicional 1.2 Sistemática alternativa 2 Referências Classificação [ editar | editar código-fonte ] Sistemática tradicional [ editar | editar código-fonte ] Tradicionalmente a família Pteropodidae é dividida em duas subfamílias: Pteropodinae e Macroglossinae. Subfamília Pteropodinae Gray, 1821 Tribo Pteropodini Gray, 1821 Subtribo Rousettina Andersen, 1912 Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo Harpyionycterini Miller, 1907 Gênero Harpyionycteris Thomas, 1896 Tribo Epomophorini Gray, 1866 Gênero Plerotes Andersen, 1910 Gênero Hypsignathus H. Allen, 1861 Gênero Epomops Gray, 1870 Gênero Epomophorus Bennett, 1836 Gênero Micropteropus Matschie, 1899 Gênero Nanonycteris Matschie, 1899 Gênero Casinycteris Thomas, 1910 Gênero Scotonycteris Matschie, 1894 Tribo Cynopterini Andersen, 1912 Subtribo Nyctimenina Miller, 1907 Gênero Paranyctimene Tate, 1942 Gênero Nyctimene Borkhausen, 1797 Subtribo Cynopterina Andersen, 1912 Gênero Cynopterus F. Cuvier, 1825 Gênero Megaerops Peters, 1865 Gênero Ptenochirus Peters, 1861 Gênero Dyacopterus Andersen, 1912 Gênero Chironax Andersen, 1912 Gênero Thoopterus Matschie, 1899 Gênero Sphaerias Miller, 1906 Gênero Balionycteris Matschie, 1899 Gênero Aethalops Thomas, 1923 Gênero Penthetor Andersen, 1912 Gênero Latidens Thonglongya, 1972 Gênero Alionycteris Kock, 1969 Gênero Otopteropus Kock, 1969 Gênero Haplonycteris Lawrence, 1939 Subfamília Macroglossinae Gray, 1821 Tribo Notopterini Andersen, 1912 Gênero Melonycteris Dobson, 1877 Gênero Notopteris Gray, 1859 Tribo Macroglossini Gray, 1821 Gênero Eonycteris Dobson, 1873 Gênero Macroglossus F. Cuvier, 1872 Gênero Megaloglossus Pagenstecher, 1885 Gênero Syconycteris Matschie, 1899 Sistemática alternativa [ editar | editar código-fonte ] Família Pteropodidae Subfamília Nyctimeninae Subfamília Cynopterinae Subfamília Harpyionycterinae Subfamília Epomophorinae Subfamília Pteropodinae Referências [ editar | editar código-fonte ] Este artigo sobre morcegos , integrado no Projeto Mamíferos é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . 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  Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Pteropodidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Megachiroptera ) Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ... Gray, 1821 Subtribo Rousettina Andersen, 1912 Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo CACHE

Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Pteropodidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Megachiroptera ) Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Pteropodidae Ocorrência: Oligoceno Médio - Recente Acerodon jubatus Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Infraclasse : Placentalia Ordem : Chiroptera Subordem : Megachiroptera Dobson , 1875 Família : Pteropodidae Gray , 1821 Géneros 42, ver texto O Wikispecies tem informações sobre: Pteropodidae Pteropodidae é uma família de morcegos . O grupo inclui 143 espécies de morcegos de grandes dimensões e hábitos alimentares frugívoros e nectarívoros. São conhecidos pelo nome genérico de morcego-da-fruta e são nativos das regiões tropicais da Ásia , África e Oceania . A família Pteropodidae é a única da subordem Megachiroptera . Índice 1 Classificação 1.1 Sistemática tradicional 1.2 Sistemática alternativa 2 Referências Classificação [ editar | editar código-fonte ] Sistemática tradicional [ editar | editar código-fonte ] Tradicionalmente a família Pteropodidae é dividida em duas subfamílias: Pteropodinae e Macroglossinae. Subfamília Pteropodinae Gray, 1821 Tribo Pteropodini Gray, 1821 Subtribo Rousettina Andersen, 1912 Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo Harpyionycterini Miller, 1907 Gênero Harpyionycteris Thomas, 1896 Tribo Epomophorini Gray, 1866 Gênero Plerotes Andersen, 1910 Gênero Hypsignathus H. Allen, 1861 Gênero Epomops Gray, 1870 Gênero Epomophorus Bennett, 1836 Gênero Micropteropus Matschie, 1899 Gênero Nanonycteris Matschie, 1899 Gênero Casinycteris Thomas, 1910 Gênero Scotonycteris Matschie, 1894 Tribo Cynopterini Andersen, 1912 Subtribo Nyctimenina Miller, 1907 Gênero Paranyctimene Tate, 1942 Gênero Nyctimene Borkhausen, 1797 Subtribo Cynopterina Andersen, 1912 Gênero Cynopterus F. Cuvier, 1825 Gênero Megaerops Peters, 1865 Gênero Ptenochirus Peters, 1861 Gênero Dyacopterus Andersen, 1912 Gênero Chironax Andersen, 1912 Gênero Thoopterus Matschie, 1899 Gênero Sphaerias Miller, 1906 Gênero Balionycteris Matschie, 1899 Gênero Aethalops Thomas, 1923 Gênero Penthetor Andersen, 1912 Gênero Latidens Thonglongya, 1972 Gênero Alionycteris Kock, 1969 Gênero Otopteropus Kock, 1969 Gênero Haplonycteris Lawrence, 1939 Subfamília Macroglossinae Gray, 1821 Tribo Notopterini Andersen, 1912 Gênero Melonycteris Dobson, 1877 Gênero Notopteris Gray, 1859 Tribo Macroglossini Gray, 1821 Gênero Eonycteris Dobson, 1873 Gênero Macroglossus F. Cuvier, 1872 Gênero Megaloglossus Pagenstecher, 1885 Gênero Syconycteris Matschie, 1899 Sistemática alternativa [ editar | editar código-fonte ] Família Pteropodidae Subfamília Nyctimeninae Subfamília Cynopterinae Subfamília Harpyionycterinae Subfamília Epomophorinae Subfamília Pteropodinae Referências [ editar | editar código-fonte ] Este artigo sobre morcegos , integrado no Projeto Mamíferos é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . 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  Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Pteropodidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: ... Andersen, 1912 Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo Harpyionycterini Miller, 1907 Gênero CACHE

Pteropodidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Pteropodidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes , o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2016) . Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé . Conteúdo sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Pteropodidae Ocorrência: Oligoceno Médio - Recente Acerodon jubatus Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Infraclasse : Placentalia Ordem : Chiroptera Subordem : Megachiroptera Dobson , 1875 Família : Pteropodidae Gray , 1821 Géneros 42, ver texto O Wikispecies tem informações sobre: Pteropodidae Pteropodidae é uma família de morcegos . O grupo inclui 143 espécies de morcegos de grandes dimensões e hábitos alimentares frugívoros e nectarívoros. São conhecidos pelo nome genérico de morcego-da-fruta e são nativos das regiões tropicais da Ásia , África e Oceania . A família Pteropodidae é a única da subordem Megachiroptera . Índice 1 Classificação 1.1 Sistemática tradicional 1.2 Sistemática alternativa 2 Referências Classificação [ editar | editar código-fonte ] Sistemática tradicional [ editar | editar código-fonte ] Tradicionalmente a família Pteropodidae é dividida em duas subfamílias: Pteropodinae e Macroglossinae. Subfamília Pteropodinae Gray, 1821 Tribo Pteropodini Gray, 1821 Subtribo Rousettina Andersen, 1912 Gênero Eidolon Rafinesque, 1815 Gênero Rousettus Gray, 1821 Gênero Lissonycteris Andersen, 1912 Gênero Myonycteris Matschie, 1899 Subtribo Pteropodina Gray, 1821 Gênero Pteropus Erxleben, 1777 Gênero Acerodon Jourdan, 1837 Gênero Pteralopex Thomas, 1888 Gênero Mirimiri Helgen, 2005 Gênero Styloctenium Matschie, 1899 Gênero Neopteryx Hayman, 1946 Subtribo Dobsoniina Andersen, 1912 Gênero Aproteles Menzies, 1977 Gênero Dobsonia Palmer, 1898 Tribo Harpyionycterini Miller, 1907 Gênero Harpyionycteris Thomas, 1896 Tribo Epomophorini Gray, 1866 Gênero Plerotes Andersen, 1910 Gênero Hypsignathus H. Allen, 1861 Gênero Epomops Gray, 1870 Gênero Epomophorus Bennett, 1836 Gênero Micropteropus Matschie, 1899 Gênero Nanonycteris Matschie, 1899 Gênero Casinycteris Thomas, 1910 Gênero Scotonycteris Matschie, 1894 Tribo Cynopterini Andersen, 1912 Subtribo Nyctimenina Miller, 1907 Gênero Paranyctimene Tate, 1942 Gênero Nyctimene Borkhausen, 1797 Subtribo Cynopterina Andersen, 1912 Gênero Cynopterus F. Cuvier, 1825 Gênero Megaerops Peters, 1865 Gênero Ptenochirus Peters, 1861 Gênero Dyacopterus Andersen, 1912 Gênero Chironax Andersen, 1912 Gênero Thoopterus Matschie, 1899 Gênero Sphaerias Miller, 1906 Gênero Balionycteris Matschie, 1899 Gênero Aethalops Thomas, 1923 Gênero Penthetor Andersen, 1912 Gênero Latidens Thonglongya, 1972 Gênero Alionycteris Kock, 1969 Gênero Otopteropus Kock, 1969 Gênero Haplonycteris Lawrence, 1939 Subfamília Macroglossinae Gray, 1821 Tribo Notopterini Andersen, 1912 Gênero Melonycteris Dobson, 1877 Gênero Notopteris Gray, 1859 Tribo Macroglossini Gray, 1821 Gênero Eonycteris Dobson, 1873 Gênero Macroglossus F. Cuvier, 1872 Gênero Megaloglossus Pagenstecher, 1885 Gênero Syconycteris Matschie, 1899 Sistemática alternativa [ editar | editar código-fonte ] Família Pteropodidae Subfamília Nyctimeninae Subfamília Cynopterinae Subfamília Harpyionycterinae Subfamília Epomophorinae Subfamília Pteropodinae Referências [ editar | editar código-fonte ] Este artigo sobre morcegos , integrado no Projeto Mamíferos é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . 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  Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia ... Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall ... Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine CACHE

Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Na sociedade , identidade de gênero se refere ao gênero com que a pessoa se identifica (i.e, se ela se identifica como sendo um homem, uma mulher ou se ela vê a si como fora do convencional), mas pode também ser usado para referir-se ao gênero que certa pessoa atribui ao indivíduo tendo como base o que tal pessoa reconhece como indicações de papel social de gênero (roupas, corte de cabelo, etc.). [ 1 ] Do primeiro uso, acredita-se que a identidade de gênero se constitui como fixa e como tal não sofrendo variações, independente do papel social de gênero que a pessoa apresente pra ela. Do segundo, acredita-se que a identidade de gênero possa ser afetada por uma variedade de estruturas sociais, incluindo etnicidade, trabalho, religião ou irreligião , e família . Jaqueline Jesus define a identidade de gênero como: 'Gênero com o qual uma pessoa se identifica, que pode ou não concordar com o gênero que lhe foi atribuído quando de seu nascimento. Diferente da sexualidade da pessoa. Identidade de gênero e orientação sexual são dimensões diferentes e que não se confundem. Pessoas transexuais podem ser heterossexuais, lésbicas, gays ou bissexuais, tanto quanto as pessoas cisgênero '. [ 2 ] Miriam Pillar Grossi destaca que, diferentemente dos papéis sociais de gênero , que não são biologicamente determinados, mas sim construtos culturais e históricos, a identidade de gênero 'remete à constituição do sentimento individual de identidade'. [ 3 ] No entanto, Henrietta L. Moore pontua que a identidade de gênero é construída e vivida na 'relação entre estrutura e práxis, entre o indivíduo e o social' [ 4 ] Índice 1 Identidade de gênero - além do superficial 2 Variantes na identidade de gênero 3 Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero 4 Ver também 5 Referências 6 Ver também 7 Ligações externas Identidade de gênero - além do superficial [ editar | editar código-fonte ] Martin Van Maele , 1905 O conceito identidade de gênero remete a outras categorias, sem as quais seu entendimento pode ficar incompleto. Primeiramente, deve-se ter em mente que sexo e gênero são conceitos distintos. Em 1968, Robert Stoller define a diferença conceitual entre sexo e gênero: sexo refere-se aos aspectos anatômicos, morfológicos e fisiológicos (genitália, cromossomos sexuais, hormônios) da espécie humana. [ 5 ] [ 6 ] Ou seja, a categoria sexo é definida por aspectos biológicos: quando falamos em sexo, estamos nos referindo a sexo feminino e sexo masculino, ou a fêmeas e machos. [ 5 ] [ 6 ] Já o conceito de gênero remete aos significados sociais, culturais e históricos associados aos sexos. [ 5 ] [ 6 ] [ 7 ] Robert Stoller, psicólogo norte-americano, estudou casos de crianças Intersexo (na época classificados como 'hermafroditas' ou como tendo 'genitais escondidos') que foram educadas de acordo com um gênero que lhes fora designado no nascimento. [ 5 ] [ 6 ] Essas crianças, mesmo depois de saberem que suas genitálias eram ambíguas, parciais, duplicadas, ausentes ou sofreram alguma intervenção cirúrgica compulsória, empenhavam-se em manter os padrões de comportamento de acordo com os quais haviam sido educados, [ 6 ] o que levou Stoller à conclusão de que seria ' mais fácil mudar o genital do que o gênero de uma pessoa'. [ 5 ] Rita de Lourdes de Lima destaca que a identidade de gênero nem sempre corresponde ao sexo do nascimento: uma pessoa pode nascer com o sexo feminino e sentir-se um homem ou vice-versa, [ 6 ] como acontece com travestis e pessoas transexuais. A identidade de gênero também não deve ser confundida com orientação sexual : a primeira remete à forma como as pessoas se autodefinem (como mulheres ou como homens), a segunda remete à questão da sexualidade, do desejo, da atração afetivo-sexual por alguém de algum gênero (homossexualidade, bissexualidade e heterossexualidade). [ 8 ] Variantes na identidade de gênero [ editar | editar código-fonte ] Para Jaqueline Gomes de Jesus, a vivência discordante de um gênero (que é cultural, social) com o que se esperaria de alguém de determinado sexo (que é biológico) não deve ser tratada como um transtorno, mas sim como uma questão de identidade, como acontece com travestis e pessoas transexuais, que compõem o grupo de transgêneros . [ 2 ] Para essa autora, as pessoas transexuais 'geralmente sentem que seu corpo não está adequado à forma como pensam e se sentem, e querem “corrigir” isso adequando seu corpo à imagem de gênero que têm de si. Isso pode se dar de várias formas, desde uso de roupas, passando por tratamentos hormonais e até procedimentos cirúrgicos'. [ 9 ] Ou seja, nem todas as pessoas transexuais buscam a cirurgia de redesignação sexual . Já as travestis são as pessoas que vivenciam 'papéis de gênero feminino, mas não se reconhece como homem ou mulher, entendendo-se como integrante de um terceiro gênero ou de um não-gênero'. [ 10 ] Já as pessoas intersexuais são aquelas 'cujo corpo varia do padrão de masculino ou feminino culturalmente estabelecido, no que se refere a configurações dos cromossomos, localização dos órgãos genitais (testículos que não desceram, pênis demasiado pequeno ou clitóris muito grande, final da uretra deslocado da ponta do pênis, vagina ausente), coexistência de tecidos testiculares e de ovários. A intersexualidade se refere a um conjunto amplo de variações dos corpos tidos como masculinos e femininos, que engloba, conforme a denominação médica, hermafroditas verdadeiros e pseudo-hermafroditas. O grupo composto por pessoas intersexuais tem-se mobilizado cada vez mais, a nível mundial, para que a intersexualidade não seja entendida como uma patologia, mas como uma variação, e para que não sejam submetidas, após o parto, a cirurgias ditas “reparadoras”, que as mutilam e moldam órgãos genitais que não necessariamente concordam com suas identidades de gênero ou orientações sexuais'. [ 11 ] Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero [ editar | editar código-fonte ] A percepção das diferenças entre os sexos ocorre na infância( Martin Van Maele , 1905 De acordo com Miriam Pillar Grossi, os papéis de gênero podem ser percebidos como a representação de personagens: tudo o que é associado ao sexo biológico, fêmea ou macho, em determinada cultura é considerado papel de gênero. Estes papéis mudam de uma cultura para outra e também sofrem modificações dentro de uma mesma cultura. [ 12 ] Assim, os atributos que estabelecem coisas e comportamentos classificados como 'típicos' ou 'naturais' de mulheres ou de homens constituem os chamados papéis sociais de gênero. Na cultura ocidental, pautada pelo saber masculino, esses papéis são pautados em dicotomias: os homens seriam dotados de uma natureza ativa, menos sentimentais, dotados de racionalidade e de instinto sexual desenvolvido e, portanto, suas atividades estão situadas na esfera pública. Já as mulheres seriam mais bondosas, emotivas e sentimentais, de sexualidade menos desenvolvida, 'naturalmente' passivas e submissas, por isso suas tarefas estão situadas na esfera privada: ser dona de casa, esposa e mãe. [ 13 ] Já a identidade de gênero, remete à constituição do sentimento individual de identidade, é uma categoria que permite pensar o lugar do indivíduo no interior de uma cultura e que, nem sempre, corresponde ao sexo biológico. Nossa identidade de gênero se constrói ainda no útero, quando há a rotulação do bebê como menina ou menino. A partir desse assinalamento do sexo, socialmente se esperará da criança comportamentos condizentes com ele. A identidade de gênero é composta pelos papéis de gênero, pela sexualidade e pelo significado social da reprodução. [ 5 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Transgênero Gênero na ficção especulativa Papel social de gênero Referências ↑ 'gender identity.' Encyclopædia Britannica Online. 11 Mar. 2011. ↑ a b JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 24 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 8 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ MOORE, Henrietta L. (2000). «Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência» . p. 15 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f LIMA, Rita de Lourdes (2011). «Diversidade, identidade de gênero e religião: algumas reflexões» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ SCOTT, Joan (1990). «Gênero: uma categoria útil de análise histórica» (PDF) . Revista Educação e Realidade . Porto Alegre . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 15 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 27 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 25 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 7 e 8 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ ZOLIN, Lúcia Osana (1997). «A condição social da mulher brasileira e seu modo de representação na literatura: do século XIX ao XX». Revista Unimar – Ciências Humanas e Sociais . 19(01): 41–59 Ver também [ editar | editar código-fonte ] Declaração sobre orientação sexual e identidade de gênero das Nações Unidas Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Inversões do Papel de Gênero: drag queens , travestismo e transexualismo (em português ) Texto científico sobre a questão da identidade de gênero pautada pela travestilidade e transexualidade. Violência de Gênero, Sexualidade e Saúde (em português ) Texto científico que aborda as raízes da violência contra a mulher, resgatando a construção social da identidade de gênero, das relações de gênero e da sexualidade na tradição dualista. O que é ser mulher? O que é ser homem? Subsídios para uma discussão das relações de gênero (em português ) Texto sobre a questão das desigualdades de gênero. v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Androginia Bigênero Boi Cisgênero Crossdresser Gender bender Genderqueer Homem / Macho Mulher / Fêmea Neutralidade de gênero Pangênero Sistema de gênero Transgénero Transexual Homem transexual Mulher transexual Variação de gênero Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Terceiro gênero Travesti Tumtum Winkte Identidades de orientação sexual Binário Assexualidade Bissexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Não-binário Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Pansexualidade Polissexualidade Terceiro gênero Dois-espíritos Outros Banjee Bi-curiouso Ex- gay Ex-ex- gay Gay Assexualidade cinza Heteroflexível Lésbica Escala de Kinsey Não-heterosexual Queer Questionamento Poliamor Orientação romântica Relacionados Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Generocídio Hermafrodita Intersexualidade Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade v • e Lésbica , Gay , Bissexual , Transgênero ( LGBT ) Identidades sexuais e de gênero Lésbica · Gay · Bissexual · Travesti · Transexual · Transgênero · Queer · Intersexual · Assexual · Pansexual · Polisexual Orientação sexual Assexualidade · Homossexualidade · Bissexualidade · Pansexualidade · Polisexualidade · Não-heterossexual · Biologia e orientação sexual · Demografia · Escala de Kinsey · Grade de Klein História Cronologia · GLBT Historical Society · História do lesbianismo · Temas LGBT na mitologia · Homossexualidade na Grécia Antiga · Homossexualidade na Roma Antiga · Pederastia · Homossexuais na Alemanha Nazista · Museu da 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LGBT · Papel social de gênero · Pinkwashing · Simpatizante LGBT · Homossocialização Preconceito · Violência Bifobia · Binarismo · Cissexismo · Heterossexismo · Homofobia · Lesbofobia · Monossexismo · Transfobia · Transmisoginia · Violência contra pessoas LGBT · Suicídio entre jovens LGBT · Retórica anti-LGBT Campo acadêmico e Discurso Antropologia e homossexualidade · Capitalismo rosa · Diversidade sexual · Estudos de gênero · Feminismo lésbico · Filmes LGBT · Homoerotismo · Conservadorismo LGBT · Literatura LGBT · Teoria queer · Transfeminismo Homossexualidade por região Homossexualidade na África · Homossexualidade na América do Norte · Homossexualidade na América Central · Homossexualidade no Caribe · Homossexualidade na América do Sul · Homossexualidade na Ásia · Homossexualidade na Europa · Homossexualidade na Oceania · Categoria:LGBT · Portal LGBT Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Identidade_de_gênero&oldid=50328379 ' Categorias : Gênero Feminismo Transgeneridade Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Български বাংলা Brezhoneg Català Čeština Cymraeg Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti فارسی Français Frysk Galego עברית Hrvatski Magyar Bahasa Indonesia Italiano 日本語 ქართული Қазақша ភាសាខ្មែរ 한국어 Latina Latviešu മലയാളം 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Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Identidade de género ) Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero ... Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia ... Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois CACHE

Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Identidade de género ) Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Na sociedade , identidade de gênero se refere ao gênero com que a pessoa se identifica (i.e, se ela se identifica como sendo um homem, uma mulher ou se ela vê a si como fora do convencional), mas pode também ser usado para referir-se ao gênero que certa pessoa atribui ao indivíduo tendo como base o que tal pessoa reconhece como indicações de papel social de gênero (roupas, corte de cabelo, etc.). [ 1 ] Do primeiro uso, acredita-se que a identidade de gênero se constitui como fixa e como tal não sofrendo variações, independente do papel social de gênero que a pessoa apresente pra ela. Do segundo, acredita-se que a identidade de gênero possa ser afetada por uma variedade de estruturas sociais, incluindo etnicidade, trabalho, religião ou irreligião , e família . Jaqueline Jesus define a identidade de gênero como: 'Gênero com o qual uma pessoa se identifica, que pode ou não concordar com o gênero que lhe foi atribuído quando de seu nascimento. Diferente da sexualidade da pessoa. Identidade de gênero e orientação sexual são dimensões diferentes e que não se confundem. Pessoas transexuais podem ser heterossexuais, lésbicas, gays ou bissexuais, tanto quanto as pessoas cisgênero '. [ 2 ] Miriam Pillar Grossi destaca que, diferentemente dos papéis sociais de gênero , que não são biologicamente determinados, mas sim construtos culturais e históricos, a identidade de gênero 'remete à constituição do sentimento individual de identidade'. [ 3 ] No entanto, Henrietta L. Moore pontua que a identidade de gênero é construída e vivida na 'relação entre estrutura e práxis, entre o indivíduo e o social' [ 4 ] Índice 1 Identidade de gênero - além do superficial 2 Variantes na identidade de gênero 3 Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero 4 Ver também 5 Referências 6 Ver também 7 Ligações externas Identidade de gênero - além do superficial [ editar | editar código-fonte ] Martin Van Maele , 1905 O conceito identidade de gênero remete a outras categorias, sem as quais seu entendimento pode ficar incompleto. Primeiramente, deve-se ter em mente que sexo e gênero são conceitos distintos. Em 1968, Robert Stoller define a diferença conceitual entre sexo e gênero: sexo refere-se aos aspectos anatômicos, morfológicos e fisiológicos (genitália, cromossomos sexuais, hormônios) da espécie humana. [ 5 ] [ 6 ] Ou seja, a categoria sexo é definida por aspectos biológicos: quando falamos em sexo, estamos nos referindo a sexo feminino e sexo masculino, ou a fêmeas e machos. [ 5 ] [ 6 ] Já o conceito de gênero remete aos significados sociais, culturais e históricos associados aos sexos. [ 5 ] [ 6 ] [ 7 ] Robert Stoller, psicólogo norte-americano, estudou casos de crianças Intersexo (na época classificados como 'hermafroditas' ou como tendo 'genitais escondidos') que foram educadas de acordo com um gênero que lhes fora designado no nascimento. [ 5 ] [ 6 ] Essas crianças, mesmo depois de saberem que suas genitálias eram ambíguas, parciais, duplicadas, ausentes ou sofreram alguma intervenção cirúrgica compulsória, empenhavam-se em manter os padrões de comportamento de acordo com os quais haviam sido educados, [ 6 ] o que levou Stoller à conclusão de que seria ' mais fácil mudar o genital do que o gênero de uma pessoa'. [ 5 ] Rita de Lourdes de Lima destaca que a identidade de gênero nem sempre corresponde ao sexo do nascimento: uma pessoa pode nascer com o sexo feminino e sentir-se um homem ou vice-versa, [ 6 ] como acontece com travestis e pessoas transexuais. A identidade de gênero também não deve ser confundida com orientação sexual : a primeira remete à forma como as pessoas se autodefinem (como mulheres ou como homens), a segunda remete à questão da sexualidade, do desejo, da atração afetivo-sexual por alguém de algum gênero (homossexualidade, bissexualidade e heterossexualidade). [ 8 ] Variantes na identidade de gênero [ editar | editar código-fonte ] Para Jaqueline Gomes de Jesus, a vivência discordante de um gênero (que é cultural, social) com o que se esperaria de alguém de determinado sexo (que é biológico) não deve ser tratada como um transtorno, mas sim como uma questão de identidade, como acontece com travestis e pessoas transexuais, que compõem o grupo de transgêneros . [ 2 ] Para essa autora, as pessoas transexuais 'geralmente sentem que seu corpo não está adequado à forma como pensam e se sentem, e querem “corrigir” isso adequando seu corpo à imagem de gênero que têm de si. Isso pode se dar de várias formas, desde uso de roupas, passando por tratamentos hormonais e até procedimentos cirúrgicos'. [ 9 ] Ou seja, nem todas as pessoas transexuais buscam a cirurgia de redesignação sexual . Já as travestis são as pessoas que vivenciam 'papéis de gênero feminino, mas não se reconhece como homem ou mulher, entendendo-se como integrante de um terceiro gênero ou de um não-gênero'. [ 10 ] Já as pessoas intersexuais são aquelas 'cujo corpo varia do padrão de masculino ou feminino culturalmente estabelecido, no que se refere a configurações dos cromossomos, localização dos órgãos genitais (testículos que não desceram, pênis demasiado pequeno ou clitóris muito grande, final da uretra deslocado da ponta do pênis, vagina ausente), coexistência de tecidos testiculares e de ovários. A intersexualidade se refere a um conjunto amplo de variações dos corpos tidos como masculinos e femininos, que engloba, conforme a denominação médica, hermafroditas verdadeiros e pseudo-hermafroditas. O grupo composto por pessoas intersexuais tem-se mobilizado cada vez mais, a nível mundial, para que a intersexualidade não seja entendida como uma patologia, mas como uma variação, e para que não sejam submetidas, após o parto, a cirurgias ditas “reparadoras”, que as mutilam e moldam órgãos genitais que não necessariamente concordam com suas identidades de gênero ou orientações sexuais'. [ 11 ] Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero [ editar | editar código-fonte ] A percepção das diferenças entre os sexos ocorre na infância( Martin Van Maele , 1905 De acordo com Miriam Pillar Grossi, os papéis de gênero podem ser percebidos como a representação de personagens: tudo o que é associado ao sexo biológico, fêmea ou macho, em determinada cultura é considerado papel de gênero. Estes papéis mudam de uma cultura para outra e também sofrem modificações dentro de uma mesma cultura. [ 12 ] Assim, os atributos que estabelecem coisas e comportamentos classificados como 'típicos' ou 'naturais' de mulheres ou de homens constituem os chamados papéis sociais de gênero. Na cultura ocidental, pautada pelo saber masculino, esses papéis são pautados em dicotomias: os homens seriam dotados de uma natureza ativa, menos sentimentais, dotados de racionalidade e de instinto sexual desenvolvido e, portanto, suas atividades estão situadas na esfera pública. Já as mulheres seriam mais bondosas, emotivas e sentimentais, de sexualidade menos desenvolvida, 'naturalmente' passivas e submissas, por isso suas tarefas estão situadas na esfera privada: ser dona de casa, esposa e mãe. [ 13 ] Já a identidade de gênero, remete à constituição do sentimento individual de identidade, é uma categoria que permite pensar o lugar do indivíduo no interior de uma cultura e que, nem sempre, corresponde ao sexo biológico. Nossa identidade de gênero se constrói ainda no útero, quando há a rotulação do bebê como menina ou menino. A partir desse assinalamento do sexo, socialmente se esperará da criança comportamentos condizentes com ele. A identidade de gênero é composta pelos papéis de gênero, pela sexualidade e pelo significado social da reprodução. [ 5 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Transgênero Gênero na ficção especulativa Papel social de gênero Referências ↑ 'gender identity.' Encyclopædia Britannica Online. 11 Mar. 2011. ↑ a b JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 24 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 8 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ MOORE, Henrietta L. (2000). «Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência» . p. 15 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f LIMA, Rita de Lourdes (2011). «Diversidade, identidade de gênero e religião: algumas reflexões» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ SCOTT, Joan (1990). «Gênero: uma categoria útil de análise histórica» (PDF) . Revista Educação e Realidade . Porto Alegre . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 15 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 27 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 25 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 7 e 8 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ ZOLIN, Lúcia Osana (1997). «A condição social da mulher brasileira e seu modo de representação na literatura: do século XIX ao XX». Revista Unimar – Ciências Humanas e Sociais . 19(01): 41–59 Ver também [ editar | editar código-fonte ] Declaração sobre orientação sexual e identidade de gênero das Nações Unidas Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Inversões do Papel de Gênero: drag queens , travestismo e transexualismo (em português ) Texto científico sobre a questão da identidade de gênero pautada pela travestilidade e transexualidade. Violência de Gênero, Sexualidade e Saúde (em português ) Texto científico que aborda as raízes da violência contra a mulher, resgatando a construção social da identidade de gênero, das relações de gênero e da sexualidade na tradição dualista. O que é ser mulher? O que é ser homem? Subsídios para uma discussão das relações de gênero (em português ) Texto sobre a questão das desigualdades de gênero. v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Androginia Bigênero Boi Cisgênero Crossdresser Gender bender Genderqueer Homem / Macho Mulher / Fêmea Neutralidade de gênero Pangênero Sistema de gênero Transgénero Transexual Homem transexual Mulher transexual Variação de gênero Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Terceiro gênero Travesti Tumtum Winkte Identidades de orientação sexual Binário Assexualidade Bissexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Não-binário Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Pansexualidade Polissexualidade Terceiro gênero Dois-espíritos Outros Banjee Bi-curiouso Ex- gay Ex-ex- gay Gay Assexualidade cinza Heteroflexível Lésbica Escala de Kinsey Não-heterosexual Queer Questionamento Poliamor Orientação romântica Relacionados Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Generocídio Hermafrodita Intersexualidade Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade v • e Lésbica , Gay , Bissexual , Transgênero ( LGBT ) Identidades sexuais e de gênero Lésbica · Gay · Bissexual · Travesti · Transexual · Transgênero · Queer · Intersexual · Assexual · Pansexual · Polisexual Orientação sexual Assexualidade · Homossexualidade · Bissexualidade · Pansexualidade · Polisexualidade · Não-heterossexual · Biologia e orientação sexual · Demografia · Escala de Kinsey · Grade de Klein História Cronologia · GLBT Historical Society · História do lesbianismo · Temas LGBT na mitologia · Homossexualidade na Grécia Antiga · Homossexualidade na Roma Antiga · Pederastia · Homossexuais na Alemanha Nazista · Museu da 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  Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Identidade de género ) Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero ... Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia ... Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois CACHE

Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Identidade de género ) Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Na sociedade , identidade de gênero se refere ao gênero com que a pessoa se identifica (i.e, se ela se identifica como sendo um homem, uma mulher ou se ela vê a si como fora do convencional), mas pode também ser usado para referir-se ao gênero que certa pessoa atribui ao indivíduo tendo como base o que tal pessoa reconhece como indicações de papel social de gênero (roupas, corte de cabelo, etc.). [ 1 ] Do primeiro uso, acredita-se que a identidade de gênero se constitui como fixa e como tal não sofrendo variações, independente do papel social de gênero que a pessoa apresente pra ela. Do segundo, acredita-se que a identidade de gênero possa ser afetada por uma variedade de estruturas sociais, incluindo etnicidade, trabalho, religião ou irreligião , e família . Jaqueline Jesus define a identidade de gênero como: 'Gênero com o qual uma pessoa se identifica, que pode ou não concordar com o gênero que lhe foi atribuído quando de seu nascimento. Diferente da sexualidade da pessoa. Identidade de gênero e orientação sexual são dimensões diferentes e que não se confundem. Pessoas transexuais podem ser heterossexuais, lésbicas, gays ou bissexuais, tanto quanto as pessoas cisgênero '. [ 2 ] Miriam Pillar Grossi destaca que, diferentemente dos papéis sociais de gênero , que não são biologicamente determinados, mas sim construtos culturais e históricos, a identidade de gênero 'remete à constituição do sentimento individual de identidade'. [ 3 ] No entanto, Henrietta L. Moore pontua que a identidade de gênero é construída e vivida na 'relação entre estrutura e práxis, entre o indivíduo e o social' [ 4 ] Índice 1 Identidade de gênero - além do superficial 2 Variantes na identidade de gênero 3 Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero 4 Ver também 5 Referências 6 Ver também 7 Ligações externas Identidade de gênero - além do superficial [ editar | editar código-fonte ] Martin Van Maele , 1905 O conceito identidade de gênero remete a outras categorias, sem as quais seu entendimento pode ficar incompleto. Primeiramente, deve-se ter em mente que sexo e gênero são conceitos distintos. Em 1968, Robert Stoller define a diferença conceitual entre sexo e gênero: sexo refere-se aos aspectos anatômicos, morfológicos e fisiológicos (genitália, cromossomos sexuais, hormônios) da espécie humana. [ 5 ] [ 6 ] Ou seja, a categoria sexo é definida por aspectos biológicos: quando falamos em sexo, estamos nos referindo a sexo feminino e sexo masculino, ou a fêmeas e machos. [ 5 ] [ 6 ] Já o conceito de gênero remete aos significados sociais, culturais e históricos associados aos sexos. [ 5 ] [ 6 ] [ 7 ] Robert Stoller, psicólogo norte-americano, estudou casos de crianças Intersexo (na época classificados como 'hermafroditas' ou como tendo 'genitais escondidos') que foram educadas de acordo com um gênero que lhes fora designado no nascimento. [ 5 ] [ 6 ] Essas crianças, mesmo depois de saberem que suas genitálias eram ambíguas, parciais, duplicadas, ausentes ou sofreram alguma intervenção cirúrgica compulsória, empenhavam-se em manter os padrões de comportamento de acordo com os quais haviam sido educados, [ 6 ] o que levou Stoller à conclusão de que seria ' mais fácil mudar o genital do que o gênero de uma pessoa'. [ 5 ] Rita de Lourdes de Lima destaca que a identidade de gênero nem sempre corresponde ao sexo do nascimento: uma pessoa pode nascer com o sexo feminino e sentir-se um homem ou vice-versa, [ 6 ] como acontece com travestis e pessoas transexuais. A identidade de gênero também não deve ser confundida com orientação sexual : a primeira remete à forma como as pessoas se autodefinem (como mulheres ou como homens), a segunda remete à questão da sexualidade, do desejo, da atração afetivo-sexual por alguém de algum gênero (homossexualidade, bissexualidade e heterossexualidade). [ 8 ] Variantes na identidade de gênero [ editar | editar código-fonte ] Para Jaqueline Gomes de Jesus, a vivência discordante de um gênero (que é cultural, social) com o que se esperaria de alguém de determinado sexo (que é biológico) não deve ser tratada como um transtorno, mas sim como uma questão de identidade, como acontece com travestis e pessoas transexuais, que compõem o grupo de transgêneros . [ 2 ] Para essa autora, as pessoas transexuais 'geralmente sentem que seu corpo não está adequado à forma como pensam e se sentem, e querem “corrigir” isso adequando seu corpo à imagem de gênero que têm de si. Isso pode se dar de várias formas, desde uso de roupas, passando por tratamentos hormonais e até procedimentos cirúrgicos'. [ 9 ] Ou seja, nem todas as pessoas transexuais buscam a cirurgia de redesignação sexual . Já as travestis são as pessoas que vivenciam 'papéis de gênero feminino, mas não se reconhece como homem ou mulher, entendendo-se como integrante de um terceiro gênero ou de um não-gênero'. [ 10 ] Já as pessoas intersexuais são aquelas 'cujo corpo varia do padrão de masculino ou feminino culturalmente estabelecido, no que se refere a configurações dos cromossomos, localização dos órgãos genitais (testículos que não desceram, pênis demasiado pequeno ou clitóris muito grande, final da uretra deslocado da ponta do pênis, vagina ausente), coexistência de tecidos testiculares e de ovários. A intersexualidade se refere a um conjunto amplo de variações dos corpos tidos como masculinos e femininos, que engloba, conforme a denominação médica, hermafroditas verdadeiros e pseudo-hermafroditas. O grupo composto por pessoas intersexuais tem-se mobilizado cada vez mais, a nível mundial, para que a intersexualidade não seja entendida como uma patologia, mas como uma variação, e para que não sejam submetidas, após o parto, a cirurgias ditas “reparadoras”, que as mutilam e moldam órgãos genitais que não necessariamente concordam com suas identidades de gênero ou orientações sexuais'. [ 11 ] Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero [ editar | editar código-fonte ] A percepção das diferenças entre os sexos ocorre na infância( Martin Van Maele , 1905 De acordo com Miriam Pillar Grossi, os papéis de gênero podem ser percebidos como a representação de personagens: tudo o que é associado ao sexo biológico, fêmea ou macho, em determinada cultura é considerado papel de gênero. Estes papéis mudam de uma cultura para outra e também sofrem modificações dentro de uma mesma cultura. [ 12 ] Assim, os atributos que estabelecem coisas e comportamentos classificados como 'típicos' ou 'naturais' de mulheres ou de homens constituem os chamados papéis sociais de gênero. Na cultura ocidental, pautada pelo saber masculino, esses papéis são pautados em dicotomias: os homens seriam dotados de uma natureza ativa, menos sentimentais, dotados de racionalidade e de instinto sexual desenvolvido e, portanto, suas atividades estão situadas na esfera pública. Já as mulheres seriam mais bondosas, emotivas e sentimentais, de sexualidade menos desenvolvida, 'naturalmente' passivas e submissas, por isso suas tarefas estão situadas na esfera privada: ser dona de casa, esposa e mãe. [ 13 ] Já a identidade de gênero, remete à constituição do sentimento individual de identidade, é uma categoria que permite pensar o lugar do indivíduo no interior de uma cultura e que, nem sempre, corresponde ao sexo biológico. Nossa identidade de gênero se constrói ainda no útero, quando há a rotulação do bebê como menina ou menino. A partir desse assinalamento do sexo, socialmente se esperará da criança comportamentos condizentes com ele. A identidade de gênero é composta pelos papéis de gênero, pela sexualidade e pelo significado social da reprodução. [ 5 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Transgênero Gênero na ficção especulativa Papel social de gênero Referências ↑ 'gender identity.' Encyclopædia Britannica Online. 11 Mar. 2011. ↑ a b JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 24 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 8 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ MOORE, Henrietta L. (2000). «Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência» . p. 15 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f LIMA, Rita de Lourdes (2011). «Diversidade, identidade de gênero e religião: algumas reflexões» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ SCOTT, Joan (1990). «Gênero: uma categoria útil de análise histórica» (PDF) . Revista Educação e Realidade . Porto Alegre . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 15 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 27 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 25 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 7 e 8 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ ZOLIN, Lúcia Osana (1997). «A condição social da mulher brasileira e seu modo de representação na literatura: do século XIX ao XX». Revista Unimar – Ciências Humanas e Sociais . 19(01): 41–59 Ver também [ editar | editar código-fonte ] Declaração sobre orientação sexual e identidade de gênero das Nações Unidas Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Inversões do Papel de Gênero: drag queens , travestismo e transexualismo (em português ) Texto científico sobre a questão da identidade de gênero pautada pela travestilidade e transexualidade. Violência de Gênero, Sexualidade e Saúde (em português ) Texto científico que aborda as raízes da violência contra a mulher, resgatando a construção social da identidade de gênero, das relações de gênero e da sexualidade na tradição dualista. O que é ser mulher? O que é ser homem? Subsídios para uma discussão das relações de gênero (em português ) Texto sobre a questão das desigualdades de gênero. v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Androginia Bigênero Boi Cisgênero Crossdresser Gender bender Genderqueer Homem / Macho Mulher / Fêmea Neutralidade de gênero Pangênero Sistema de gênero Transgénero Transexual Homem transexual Mulher transexual Variação de gênero Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Terceiro gênero Travesti Tumtum Winkte Identidades de orientação sexual Binário Assexualidade Bissexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Não-binário Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Pansexualidade Polissexualidade Terceiro gênero Dois-espíritos Outros Banjee Bi-curiouso Demissexual Ex- gay Ex-ex- gay Gay Assexualidade cinza Heteroflexível Lésbica Escala de Kinsey 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[ 1 ] Do primeiro uso, acredita-se que a identidade de gênero se constitui como fixa e como tal não sofrendo variações, independente do papel social de gênero que a pessoa apresente pra ela. Do segundo, acredita-se que a identidade de gênero possa ser afetada por uma variedade de estruturas sociais, incluindo etnicidade, trabalho, religião ou irreligião , e família . Jaqueline Jesus define a identidade de gênero como: 'Gênero com o qual uma pessoa se identifica, que pode ou não concordar com o gênero que lhe foi atribuído quando de seu nascimento. Diferente da sexualidade da pessoa. Identidade de gênero e orientação sexual são dimensões diferentes e que não se confundem. Pessoas transexuais podem ser heterossexuais, lésbicas, gays ou bissexuais, tanto quanto as pessoas cisgênero '. [ 2 ] Miriam Pillar Grossi destaca que, diferentemente dos papéis sociais de gênero , que não são biologicamente determinados, mas sim construtos culturais e históricos, a identidade de gênero 'remete à constituição do sentimento individual de identidade'. [ 3 ] No entanto, Henrietta L. Moore pontua que a identidade de gênero é construída e vivida na 'relação entre estrutura e práxis, entre o indivíduo e o social' [ 4 ] Índice 1 Identidade de gênero - além do superficial 2 Variantes na identidade de gênero 3 Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero 4 Ver também 5 Referências 6 Ver também 7 Ligações externas Identidade de gênero - além do superficial Martin Van Maele , 1905 O conceito identidade de gênero remete a outras categorias, sem as quais seu entendimento pode ficar incompleto. Primeiramente, deve-se ter em mente que sexo e gênero são conceitos distintos. Em 1968, Robert Stoller define a diferença conceitual entre sexo e gênero: sexo refere-se aos aspectos anatômicos, morfológicos e fisiológicos (genitália, cromossomos sexuais, hormônios) da espécie humana. [ 5 ] [ 6 ] Ou seja, a categoria sexo é definida por aspectos biológicos: quando falamos em sexo, estamos nos referindo a sexo feminino e sexo masculino, ou a fêmeas e machos. [ 5 ] [ 6 ] Já o conceito de gênero remete aos significados sociais, culturais e históricos associados aos sexos. [ 5 ] [ 6 ] [ 7 ] Robert Stoller, psicólogo norte-americano, estudou casos de crianças Intersexo (na época classificados como 'hermafroditas' ou como tendo 'genitais escondidos') que foram educadas de acordo com um gênero que lhes fora designado no nascimento. [ 5 ] [ 6 ] Essas crianças, mesmo depois de saberem que suas genitálias eram ambíguas, parciais, duplicadas, ausentes ou sofreram alguma intervenção cirúrgica compulsória, empenhavam-se em manter os padrões de comportamento de acordo com os quais haviam sido educados, [ 6 ] o que levou Stoller à conclusão de que seria ' mais fácil mudar o genital do que o gênero de uma pessoa'. [ 5 ] Rita de Lourdes de Lima destaca que a identidade de gênero nem sempre corresponde ao sexo do nascimento: uma pessoa pode nascer com o sexo feminino e sentir-se um homem ou vice-versa, [ 6 ] como acontece com travestis e pessoas transexuais. A identidade de gênero também não deve ser confundida com orientação sexual : a primeira remete à forma como as pessoas se autodefinem (como mulheres ou como homens), a segunda remete à questão da sexualidade, do desejo, da atração afetivo-sexual por alguém de algum gênero (homossexualidade, bissexualidade e heterossexualidade). [ 8 ] Variantes na identidade de gênero Para Jaqueline Gomes de Jesus, a vivência discordante de um gênero (que é cultural, social) com o que se esperaria de alguém de determinado sexo (que é biológico) não deve ser tratada como um transtorno, mas sim como uma questão de identidade, como acontece com travestis e pessoas transexuais, que compõem o grupo de transgêneros . [ 2 ] Para essa autora, as pessoas transexuais 'geralmente sentem que seu corpo não está adequado à forma como pensam e se sentem, e querem “corrigir” isso adequando seu corpo à imagem de gênero que têm de si. Isso pode se dar de várias formas, desde uso de roupas, passando por tratamentos hormonais e até procedimentos cirúrgicos'. [ 9 ] Ou seja, nem todas as pessoas transexuais buscam a cirurgia de redesignação sexual . Já as travestis são as pessoas que vivenciam 'papéis de gênero feminino, mas não se reconhece como homem ou mulher, entendendo-se como integrante de um terceiro gênero ou de um não-gênero'. [ 10 ] Já as pessoas intersexuais são aquelas 'cujo corpo varia do padrão de masculino ou feminino culturalmente estabelecido, no que se refere a configurações dos cromossomos, localização dos órgãos genitais (testículos que não desceram, pênis demasiado pequeno ou clitóris muito grande, final da uretra deslocado da ponta do pênis, vagina ausente), coexistência de tecidos testiculares e de ovários. A intersexualidade se refere a um conjunto amplo de variações dos corpos tidos como masculinos e femininos, que engloba, conforme a denominação médica, hermafroditas verdadeiros e pseudo-hermafroditas. O grupo composto por pessoas intersexuais tem-se mobilizado cada vez mais, a nível mundial, para que a intersexualidade não seja entendida como uma patologia, mas como uma variação, e para que não sejam submetidas, após o parto, a cirurgias ditas “reparadoras”, que as mutilam e moldam órgãos genitais que não necessariamente concordam com suas identidades de gênero ou orientações sexuais'. [ 11 ] Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero A percepção das diferenças entre os sexos ocorre na infância( Martin Van Maele , 1905 De acordo com Miriam Pillar Grossi, os papéis de gênero podem ser percebidos como a representação de personagens: tudo o que é associado ao sexo biológico, fêmea ou macho, em determinada cultura é considerado papel de gênero. Estes papéis mudam de uma cultura para outra e também sofrem modificações dentro de uma mesma cultura. [ 12 ] Assim, os atributos que estabelecem coisas e comportamentos classificados como 'típicos' ou 'naturais' de mulheres ou de homens constituem os chamados papéis sociais de gênero. Na cultura ocidental, pautada pelo saber masculino, esses papéis são pautados em dicotomias: os homens seriam dotados de uma natureza ativa, menos sentimentais, dotados de racionalidade e de instinto sexual desenvolvido e, portanto, suas atividades estão situadas na esfera pública. Já as mulheres seriam mais bondosas, emotivas e sentimentais, de sexualidade menos desenvolvida, 'naturalmente' passivas e submissas, por isso suas tarefas estão situadas na esfera privada: ser dona de casa, esposa e mãe. [ 13 ] Já a identidade de gênero, remete à constituição do sentimento individual de identidade, é uma categoria que permite pensar o lugar do indivíduo no interior de uma cultura e que, nem sempre, corresponde ao sexo biológico. Nossa identidade de gênero se constrói ainda no útero, quando há a rotulação do bebê como menina ou menino. A partir desse assinalamento do sexo, socialmente se esperará da criança comportamentos condizentes com ele. A identidade de gênero é composta pelos papéis de gênero, pela sexualidade e pelo significado social da reprodução. [ 5 ] Ver também Transgênero Gênero na ficção especulativa Papel social de gênero Referências ↑ 'gender identity.' Encyclopædia Britannica Online. 11 Mar. 2011. ↑ a b JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 24 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 8 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ MOORE, Henrietta L. (2000). «Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência» . p. 15 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f LIMA, Rita de Lourdes (2011). «Diversidade, identidade de gênero e religião: algumas reflexões» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ SCOTT, Joan (1990). «Gênero: uma categoria útil de análise histórica» (PDF) . Revista Educação e Realidade . Porto Alegre . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 15 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 27 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 25 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 7 e 8 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ ZOLIN, Lúcia Osana (1997). «A condição social da mulher brasileira e seu modo de representação na literatura: do século XIX ao XX». Revista Unimar – Ciências Humanas e Sociais . 19(01): 41–59 Ver também Declaração sobre orientação sexual e identidade de gênero das Nações Unidas Ligações externas Inversões do Papel de Gênero: drag queens , travestismo e transexualismo (em português ) Texto científico sobre a questão da identidade de gênero pautada pela travestilidade e transexualidade. Violência de Gênero, Sexualidade e Saúde (em português ) Texto científico que aborda as raízes da violência contra a mulher, resgatando a construção social da identidade de gênero, das relações de gênero e da sexualidade na tradição dualista. O que é ser mulher? O que é ser homem? Subsídios para uma discussão das relações de gênero (em português ) Texto sobre a questão das desigualdades de gênero. v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade 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Estereótipos LGBT · Heteronormatividade · Heteropatriarcado · Homonacionalismo · Homossexualidade e religião · Oposição aos direitos LGBT · Papel social de gênero · Pinkwashing · Simpatizante LGBT · Homossocialização Preconceito · Violência Bifobia · Binarismo · Cissexismo · Heterossexismo · Homofobia · Lesbofobia · Monossexismo · Transfobia · Transmisoginia · Violência contra pessoas LGBT · Suicídio entre jovens LGBT · Retórica anti-LGBT Campo acadêmico e Discurso Antropologia e homossexualidade · Capitalismo rosa · Diversidade sexual · Estudos de gênero · Feminismo lésbico · Filmes LGBT · Homoerotismo · Conservadorismo LGBT · Literatura LGBT · Teoria queer · Transfeminismo Homossexualidade por região Homossexualidade na África · Homossexualidade na América do Norte · Homossexualidade na América Central · Homossexualidade no Caribe · Homossexualidade na América do Sul · Homossexualidade na Ásia · Homossexualidade na Europa · Homossexualidade na Oceania · Categoria:LGBT · Portal LGBT 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Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia ... Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall ... Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine CACHE

Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Na sociedade , identidade de gênero se refere ao gênero com que a pessoa se identifica (i.e, se ela se identifica como sendo um homem, uma mulher ou se ela vê a si como fora do convencional), mas pode também ser usado para referir-se ao gênero que certa pessoa atribui ao indivíduo tendo como base o que tal pessoa reconhece como indicações de papel social de gênero (roupas, corte de cabelo, etc.). [ 1 ] Do primeiro uso, acredita-se que a identidade de gênero se constitui como fixa e como tal não sofrendo variações, independente do papel social de gênero que a pessoa apresente pra ela. Do segundo, acredita-se que a identidade de gênero possa ser afetada por uma variedade de estruturas sociais, incluindo etnicidade, trabalho, religião ou irreligião , e família . Jaqueline Jesus define a identidade de gênero como: 'Gênero com o qual uma pessoa se identifica, que pode ou não concordar com o gênero que lhe foi atribuído quando de seu nascimento. Diferente da sexualidade da pessoa. Identidade de gênero e orientação sexual são dimensões diferentes e que não se confundem. Pessoas transexuais podem ser heterossexuais, lésbicas, gays ou bissexuais, tanto quanto as pessoas cisgênero '. [ 2 ] Miriam Pillar Grossi destaca que, diferentemente dos papéis sociais de gênero , que não são biologicamente determinados, mas sim construtos culturais e históricos, a identidade de gênero 'remete à constituição do sentimento individual de identidade'. [ 3 ] No entanto, Henrietta L. Moore pontua que a identidade de gênero é construída e vivida na 'relação entre estrutura e práxis, entre o indivíduo e o social' [ 4 ] Índice 1 Identidade de gênero - além do superficial 2 Variantes na identidade de gênero 3 Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero 4 Ver também 5 Referências 6 Ver também 7 Ligações externas Identidade de gênero - além do superficial [ editar | editar código-fonte ] Martin Van Maele , 1905 O conceito identidade de gênero remete a outras categorias, sem as quais seu entendimento pode ficar incompleto. Primeiramente, deve-se ter em mente que sexo e gênero são conceitos distintos. Em 1968, Robert Stoller define a diferença conceitual entre sexo e gênero: sexo refere-se aos aspectos anatômicos, morfológicos e fisiológicos (genitália, cromossomos sexuais, hormônios) da espécie humana. [ 5 ] [ 6 ] Ou seja, a categoria sexo é definida por aspectos biológicos: quando falamos em sexo, estamos nos referindo a sexo feminino e sexo masculino, ou a fêmeas e machos. [ 5 ] [ 6 ] Já o conceito de gênero remete aos significados sociais, culturais e históricos associados aos sexos. [ 5 ] [ 6 ] [ 7 ] Robert Stoller, psicólogo norte-americano, estudou casos de crianças Intersexo (na época classificados como 'hermafroditas' ou como tendo 'genitais escondidos') que foram educadas de acordo com um gênero que lhes fora designado no nascimento. [ 5 ] [ 6 ] Essas crianças, mesmo depois de saberem que suas genitálias eram ambíguas, parciais, duplicadas, ausentes ou sofreram alguma intervenção cirúrgica compulsória, empenhavam-se em manter os padrões de comportamento de acordo com os quais haviam sido educados, [ 6 ] o que levou Stoller à conclusão de que seria ' mais fácil mudar o genital do que o gênero de uma pessoa'. [ 5 ] Rita de Lourdes de Lima destaca que a identidade de gênero nem sempre corresponde ao sexo do nascimento: uma pessoa pode nascer com o sexo feminino e sentir-se um homem ou vice-versa, [ 6 ] como acontece com travestis e pessoas transexuais. A identidade de gênero também não deve ser confundida com orientação sexual : a primeira remete à forma como as pessoas se autodefinem (como mulheres ou como homens), a segunda remete à questão da sexualidade, do desejo, da atração afetivo-sexual por alguém de algum gênero (homossexualidade, bissexualidade e heterossexualidade). [ 8 ] Variantes na identidade de gênero [ editar | editar código-fonte ] Para Jaqueline Gomes de Jesus, a vivência discordante de um gênero (que é cultural, social) com o que se esperaria de alguém de determinado sexo (que é biológico) não deve ser tratada como um transtorno, mas sim como uma questão de identidade, como acontece com travestis e pessoas transexuais, que compõem o grupo de transgêneros . [ 2 ] Para essa autora, as pessoas transexuais 'geralmente sentem que seu corpo não está adequado à forma como pensam e se sentem, e querem “corrigir” isso adequando seu corpo à imagem de gênero que têm de si. Isso pode se dar de várias formas, desde uso de roupas, passando por tratamentos hormonais e até procedimentos cirúrgicos'. [ 9 ] Ou seja, nem todas as pessoas transexuais buscam a cirurgia de redesignação sexual . Já as travestis são as pessoas que vivenciam 'papéis de gênero feminino, mas não se reconhece como homem ou mulher, entendendo-se como integrante de um terceiro gênero ou de um não-gênero'. [ 10 ] Já as pessoas intersexuais são aquelas 'cujo corpo varia do padrão de masculino ou feminino culturalmente estabelecido, no que se refere a configurações dos cromossomos, localização dos órgãos genitais (testículos que não desceram, pênis demasiado pequeno ou clitóris muito grande, final da uretra deslocado da ponta do pênis, vagina ausente), coexistência de tecidos testiculares e de ovários. A intersexualidade se refere a um conjunto amplo de variações dos corpos tidos como masculinos e femininos, que engloba, conforme a denominação médica, hermafroditas verdadeiros e pseudo-hermafroditas. O grupo composto por pessoas intersexuais tem-se mobilizado cada vez mais, a nível mundial, para que a intersexualidade não seja entendida como uma patologia, mas como uma variação, e para que não sejam submetidas, após o parto, a cirurgias ditas “reparadoras”, que as mutilam e moldam órgãos genitais que não necessariamente concordam com suas identidades de gênero ou orientações sexuais'. [ 11 ] Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero [ editar | editar código-fonte ] A percepção das diferenças entre os sexos ocorre na infância( Martin Van Maele , 1905 De acordo com Miriam Pillar Grossi, os papéis de gênero podem ser percebidos como a representação de personagens: tudo o que é associado ao sexo biológico, fêmea ou macho, em determinada cultura é considerado papel de gênero. Estes papéis mudam de uma cultura para outra e também sofrem modificações dentro de uma mesma cultura. [ 12 ] Assim, os atributos que estabelecem coisas e comportamentos classificados como 'típicos' ou 'naturais' de mulheres ou de homens constituem os chamados papéis sociais de gênero. Na cultura ocidental, pautada pelo saber masculino, esses papéis são pautados em dicotomias: os homens seriam dotados de uma natureza ativa, menos sentimentais, dotados de racionalidade e de instinto sexual desenvolvido e, portanto, suas atividades estão situadas na esfera pública. Já as mulheres seriam mais bondosas, emotivas e sentimentais, de sexualidade menos desenvolvida, 'naturalmente' passivas e submissas, por isso suas tarefas estão situadas na esfera privada: ser dona de casa, esposa e mãe. [ 13 ] Já a identidade de gênero, remete à constituição do sentimento individual de identidade, é uma categoria que permite pensar o lugar do indivíduo no interior de uma cultura e que, nem sempre, corresponde ao sexo biológico. Nossa identidade de gênero se constrói ainda no útero, quando há a rotulação do bebê como menina ou menino. A partir desse assinalamento do sexo, socialmente se esperará da criança comportamentos condizentes com ele. A identidade de gênero é composta pelos papéis de gênero, pela sexualidade e pelo significado social da reprodução. [ 5 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Transgênero Gênero na ficção especulativa Papel social de gênero Referências ↑ 'gender identity.' Encyclopædia Britannica Online. 11 Mar. 2011. ↑ a b JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 24 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 8 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ MOORE, Henrietta L. (2000). «Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência» . p. 15 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f LIMA, Rita de Lourdes (2011). «Diversidade, identidade de gênero e religião: algumas reflexões» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ SCOTT, Joan (1990). «Gênero: uma categoria útil de análise histórica» (PDF) . Revista Educação e Realidade . Porto Alegre . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 15 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 27 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 25 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 7 e 8 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ ZOLIN, Lúcia Osana (1997). «A condição social da mulher brasileira e seu modo de representação na literatura: do século XIX ao XX». Revista Unimar – Ciências Humanas e Sociais . 19(01): 41–59 Ver também [ editar | editar código-fonte ] Declaração sobre orientação sexual e identidade de gênero das Nações Unidas Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Inversões do Papel de Gênero: drag queens , travestismo e transexualismo (em português ) Texto científico sobre a questão da identidade de gênero pautada pela travestilidade e transexualidade. Violência de Gênero, Sexualidade e Saúde (em português ) Texto científico que aborda as raízes da violência contra a mulher, resgatando a construção social da identidade de gênero, das relações de gênero e da sexualidade na tradição dualista. O que é ser mulher? O que é ser homem? Subsídios para uma discussão das relações de gênero (em português ) Texto sobre a questão das desigualdades de gênero. v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana v • e Lésbica , Gay , Bissexual , Transgênero ( LGBT ) Identidades sexuais e de gênero Lésbica · Gay · Bissexual · Travesti · Transexual · Transgênero · Queer · Intersexual · Assexual · Pansexual · Polisexual Orientação sexual Assexualidade · Homossexualidade · Bissexualidade · Pansexualidade · Polisexualidade · Não-heterossexual · Biologia e orientação sexual · Demografia · Escala de Kinsey · Grade de Klein História Cronologia · GLBT Historical Society · História do lesbianismo · Temas LGBT na mitologia · Homossexualidade na Grécia Antiga · Homossexualidade na Roma Antiga · Pederastia · Homossexuais na Alemanha Nazista · Museu da Homossexualidade · Movimentos sociais · Rebelião de Stonewall · Libertação gay · Anarco-queer · Socialismo e direitos gays Comunidade LGBT e cultura Sair do armário · Drag king · Drag queen · Bar gay · Bairro gay · Ícone gay · Urso · Orgulho · Parada LGBT · Chuca · Símbolos · Ficção slash · Femslash · Turismo · Temas LGBT na ficção especulativa · Queer Horror · Homossexualidade e vampiros Legislação e direitos Legislação sobre a homossexualidade no mundo ( África · América do Norte · América Central · América do Sul · Ásia · Europa · Oceania ) · Cronologia dos direitos LGBT · Adoção · Homoparentalidade · União civil · Casamento entre pessoas do mesmo sexo · Lei da sodomia · Serviço militar · Crime de ódio · Grupos pelos direitos LGBT · Aspecto legais da transgeneridade · Declaração da ONU (2008) · Nome social Atitudes da sociedade Dia do Orgulho Hétero · Estereótipos LGBT · Heteronormatividade · Heteropatriarcado · Homonacionalismo · Homossexualidade e religião · Oposição aos direitos LGBT · Papel social de gênero · Pinkwashing · Simpatizante LGBT · Homossocialização Preconceito · Violência Bifobia · Binarismo · Cissexismo · Heterossexismo · Homofobia · Lesbofobia · Monossexismo · Transfobia · Transmisoginia · Violência contra pessoas LGBT · Suicídio entre jovens LGBT · Retórica anti-LGBT Campo acadêmico e Discurso Antropologia e homossexualidade · Capitalismo rosa · Diversidade sexual · Estudos de gênero · Feminismo lésbico · Filmes LGBT · Homoerotismo · Conservadorismo LGBT · Literatura LGBT · Teoria queer · Transfeminismo Homossexualidade por região Homossexualidade na África · Homossexualidade na América do Norte · Homossexualidade na América Central · Homossexualidade no Caribe · Homossexualidade na América do Sul · Homossexualidade na Ásia · Homossexualidade na Europa · Homossexualidade na Oceania · Categoria:LGBT · Portal LGBT Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Identidade_de_gênero&oldid=51097028 ' Categorias : Gênero Feminismo Transgeneridade Categoria oculta: !Navecaixas órfãs Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Български বাংলা Brezhoneg Català Čeština Cymraeg Dansk Deutsch Ελληνικά English 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Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Identidade de género ) Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero ... Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia ... Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois CACHE

Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Identidade de género ) Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Na sociedade , identidade de gênero se refere ao gênero com que a pessoa se identifica (i.e, se ela se identifica como sendo um homem, uma mulher ou se ela vê a si como fora do convencional), mas pode também ser usado para referir-se ao gênero que certa pessoa atribui ao indivíduo tendo como base o que tal pessoa reconhece como indicações de papel social de gênero (roupas, corte de cabelo, etc.). [ 1 ] Do primeiro uso, acredita-se que a identidade de gênero se constitui como fixa e como tal não sofrendo variações, independente do papel social de gênero que a pessoa apresente pra ela. Do segundo, acredita-se que a identidade de gênero possa ser afetada por uma variedade de estruturas sociais, incluindo etnicidade, trabalho, religião ou irreligião , e família . Jaqueline Jesus define a identidade de gênero como: 'Gênero com o qual uma pessoa se identifica, que pode ou não concordar com o gênero que lhe foi atribuído quando de seu nascimento. Diferente da sexualidade da pessoa. Identidade de gênero e orientação sexual são dimensões diferentes e que não se confundem. Pessoas transexuais podem ser heterossexuais, lésbicas, gays ou bissexuais, tanto quanto as pessoas cisgênero '. [ 2 ] Miriam Pillar Grossi destaca que, diferentemente dos papéis sociais de gênero , que não são biologicamente determinados, mas sim construtos culturais e históricos, a identidade de gênero 'remete à constituição do sentimento individual de identidade'. [ 3 ] No entanto, Henrietta L. Moore pontua que a identidade de gênero é construída e vivida na 'relação entre estrutura e práxis, entre o indivíduo e o social' [ 4 ] Índice 1 Identidade de gênero - além do superficial 2 Variantes na identidade de gênero 3 Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero 4 Ver também 5 Referências 6 Ver também 7 Ligações externas Identidade de gênero - além do superficial [ editar | editar código-fonte ] Martin Van Maele , 1905 O conceito identidade de gênero remete a outras categorias, sem as quais seu entendimento pode ficar incompleto. Primeiramente, deve-se ter em mente que sexo e gênero são conceitos distintos. Em 1968, Robert Stoller define a diferença conceitual entre sexo e gênero: sexo refere-se aos aspectos anatômicos, morfológicos e fisiológicos (genitália, cromossomos sexuais, hormônios) da espécie humana. [ 5 ] [ 6 ] Ou seja, a categoria sexo é definida por aspectos biológicos: quando falamos em sexo, estamos nos referindo a sexo feminino e sexo masculino, ou a fêmeas e machos. [ 5 ] [ 6 ] Já o conceito de gênero remete aos significados sociais, culturais e históricos associados aos sexos. [ 5 ] [ 6 ] [ 7 ] Robert Stoller, psicólogo norte-americano, estudou casos de crianças Intersexo (na época classificados como 'hermafroditas' ou como tendo 'genitais escondidos') que foram educadas de acordo com um gênero que lhes fora designado no nascimento. [ 5 ] [ 6 ] Essas crianças, mesmo depois de saberem que suas genitálias eram ambíguas, parciais, duplicadas, ausentes ou sofreram alguma intervenção cirúrgica compulsória, empenhavam-se em manter os padrões de comportamento de acordo com os quais haviam sido educados, [ 6 ] o que levou Stoller à conclusão de que seria ' mais fácil mudar o genital do que o gênero de uma pessoa'. [ 5 ] Rita de Lourdes de Lima destaca que a identidade de gênero nem sempre corresponde ao sexo do nascimento: uma pessoa pode nascer com o sexo feminino e sentir-se um homem ou vice-versa, [ 6 ] como acontece com travestis e pessoas transexuais. A identidade de gênero também não deve ser confundida com orientação sexual : a primeira remete à forma como as pessoas se autodefinem (como mulheres ou como homens), a segunda remete à questão da sexualidade, do desejo, da atração afetivo-sexual por alguém de algum gênero (homossexualidade, bissexualidade e heterossexualidade). [ 8 ] Variantes na identidade de gênero [ editar | editar código-fonte ] Para Jaqueline Gomes de Jesus, a vivência discordante de um gênero (que é cultural, social) com o que se esperaria de alguém de determinado sexo (que é biológico) não deve ser tratada como um transtorno, mas sim como uma questão de identidade, como acontece com travestis e pessoas transexuais, que compõem o grupo de transgêneros . [ 2 ] Para essa autora, as pessoas transexuais 'geralmente sentem que seu corpo não está adequado à forma como pensam e se sentem, e querem “corrigir” isso adequando seu corpo à imagem de gênero que têm de si. Isso pode se dar de várias formas, desde uso de roupas, passando por tratamentos hormonais e até procedimentos cirúrgicos'. [ 9 ] Ou seja, nem todas as pessoas transexuais buscam a cirurgia de redesignação sexual . Já as travestis são as pessoas que vivenciam 'papéis de gênero feminino, mas não se reconhece como homem ou mulher, entendendo-se como integrante de um terceiro gênero ou de um não-gênero'. [ 10 ] Já as pessoas intersexuais são aquelas 'cujo corpo varia do padrão de masculino ou feminino culturalmente estabelecido, no que se refere a configurações dos cromossomos, localização dos órgãos genitais (testículos que não desceram, pênis demasiado pequeno ou clitóris muito grande, final da uretra deslocado da ponta do pênis, vagina ausente), coexistência de tecidos testiculares e de ovários. A intersexualidade se refere a um conjunto amplo de variações dos corpos tidos como masculinos e femininos, que engloba, conforme a denominação médica, hermafroditas verdadeiros e pseudo-hermafroditas. O grupo composto por pessoas intersexuais tem-se mobilizado cada vez mais, a nível mundial, para que a intersexualidade não seja entendida como uma patologia, mas como uma variação, e para que não sejam submetidas, após o parto, a cirurgias ditas “reparadoras”, que as mutilam e moldam órgãos genitais que não necessariamente concordam com suas identidades de gênero ou orientações sexuais'. [ 11 ] Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero [ editar | editar código-fonte ] A percepção das diferenças entre os sexos ocorre na infância( Martin Van Maele , 1905 De acordo com Miriam Pillar Grossi, os papéis de gênero podem ser percebidos como a representação de personagens: tudo o que é associado ao sexo biológico, fêmea ou macho, em determinada cultura é considerado papel de gênero. Estes papéis mudam de uma cultura para outra e também sofrem modificações dentro de uma mesma cultura. [ 12 ] Assim, os atributos que estabelecem coisas e comportamentos classificados como 'típicos' ou 'naturais' de mulheres ou de homens constituem os chamados papéis sociais de gênero. Na cultura ocidental, pautada pelo saber masculino, esses papéis são pautados em dicotomias: os homens seriam dotados de uma natureza ativa, menos sentimentais, dotados de racionalidade e de instinto sexual desenvolvido e, portanto, suas atividades estão situadas na esfera pública. Já as mulheres seriam mais bondosas, emotivas e sentimentais, de sexualidade menos desenvolvida, 'naturalmente' passivas e submissas, por isso suas tarefas estão situadas na esfera privada: ser dona de casa, esposa e mãe. [ 13 ] Já a identidade de gênero, remete à constituição do sentimento individual de identidade, é uma categoria que permite pensar o lugar do indivíduo no interior de uma cultura e que, nem sempre, corresponde ao sexo biológico. Nossa identidade de gênero se constrói ainda no útero, quando há a rotulação do bebê como menina ou menino. A partir desse assinalamento do sexo, socialmente se esperará da criança comportamentos condizentes com ele. A identidade de gênero é composta pelos papéis de gênero, pela sexualidade e pelo significado social da reprodução. [ 5 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Transgênero Gênero na ficção especulativa Papel social de gênero Referências ↑ 'gender identity.' Encyclopædia Britannica Online. 11 Mar. 2011. ↑ a b JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 24 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 8 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ MOORE, Henrietta L. (2000). «Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência» . p. 15 . 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Subsídios para uma discussão das relações de gênero (em português ) Texto sobre a questão das desigualdades de gênero. v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana v • e Lésbica , Gay , Bissexual , Transgênero ( LGBT ) Identidades sexuais e de gênero Lésbica · Gay · Bissexual · Travesti · Transexual · Transgênero · Queer · Intersexual · Assexual · Pansexual · Polisexual Orientação sexual Assexualidade · Homossexualidade · Bissexualidade · Pansexualidade · Polisexualidade · Não-heterossexual · Biologia e orientação sexual · Demografia · Escala de Kinsey · Grade de Klein História Cronologia · GLBT Historical Society · História do lesbianismo · Temas LGBT na mitologia 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Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Identidade_de_gênero&oldid=51097028 ' Categorias : Gênero Feminismo Transgeneridade Categoria oculta: !Navecaixas órfãs Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Български বাংলা Brezhoneg Català Čeština Cymraeg Dansk Deutsch Ελληνικά English 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Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



http://pt.wikipedia.org/wiki/Furnariinae
  Furnariidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Furnariidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Furnariinae ) Ir para: navegação , pesquisa Furnariidae Furnarius rufus Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Aves Ordem : Passeriformes Subordem : Tyranni Família : Furnariidae Gray , 1840 Subdivisões Ver texto Furnariidae é uma família de aves passeriformes ... : Subfamília Sclerurinae Swainson, 1827 Gênero Geositta (a) Swainson, 1827 (11 espécies) Gênero Sclerurus ... . Gênero Certhiasomus (b) Derryberry, Claramunt, Chesser, Aleixo, Cracraft, Moyle & Brumfield, 2010 (1 espécie) Gênero Sittasomus Swainson, 1827 (1 espécie) Gênero Deconychura Cherrie, 1891 (1 espécie) Gênero Dendrocincla Gray, GR, 1840 (6 espécies) Gênero Glyphorynchus Wied, 1831 (1 espécie) Gênero Dendrexetastes Eyton, 1851 (1 espécie) Gênero Nasica Lesson, 1830 (1 espécie) Gênero Dendrocolaptes CACHE

Furnariidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Furnariidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (Redirecionado de Furnariinae ) Ir para: navegação , pesquisa Furnariidae Furnarius rufus Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Aves Ordem : Passeriformes Subordem : Tyranni Família : Furnariidae Gray , 1840 Subdivisões Ver texto Furnariidae é uma família de aves passeriformes natural do Novo Mundo, com cerca de 71 géneros e 236 espécies, mais de metade das quais endémicas da América do Sul , desde a Amazónia à Patagónia . O grupo pode ser encontrado em habitats e climas diversos, desde zonas costeiras a áridas, pântanos, zonas urbanas e agrícolas, e em altitudes de até 4 500 metros. A maior biodiversidade de furnarídeos encontra-se nas florestas tropicais de baixa altitude. Alguns exemplos do grupo são as muitas espécies de joão , limpa-folhas e bico-virado . Os furnarídeos são aves de pequeno a médio porte, medindo entre 10 a 26 cm de comprimento e pesando até 110 gramas. A sua plumagem é composta principalmente em tons de castanho e cinza e apresenta em algumas espécies padrões complexos de pintas e riscas. A forma do bico varia bastante conforme a espécie e hábitos alimentares, bem como a cauda que em alguns casos está adaptada para facilitar a trepa de árvores. Os furnarídeos têm pernas robustas e patas grandes, com os dedos exterior e médio fundidos até metade do comprimento. O grupo não apresenta dimorfismo sexual . Os furnarídeos formam casais monogâmicos que se mantém, em muitos casos, de ano para ano. A época de reprodução desenrola-se na Primavera ou Verão e inicia-se com a construção de um ninho complexo em forma de forno . O tipo de ninho varia consoante a espécie, mas a maioria é construída a partir de uma mistura de lama e gravetos (embora haja exemplos de aproveitamento de arame farpado , peles de cobra e ossos) e forrados com folhas, teias de aranha ou ervas. As posturas variam entre dois a cinco ovos brancos a esverdeados, que são incubados ao longo de 14 a 22 dias. Os juvenis tornam-se independentes ao fim de cerca de um mês, mas permanecem no território dos pais ao longo do ano seguinte. Em algumas espécies ajudam inclusivamente a criar a ninhada seguinte. Os furnarídeos são aves diurnas, territoriais e maioritariamente sedentárias, se bem que as espécies que vivem em altitude tendem a migrar na época de reprodução. A alimentação do grupo faz-se à base de insetos e outros pequenos invertebrados , exercendo um papel importante no controlo de pragas em zonas agrícolas. O IUCN lista 30 espécies de furnarídeos como vulneráveis ou ameaçadas de extinção , principalmente devido a deflorestação e fragmentação de habitats. Índice 1 Taxonomia 2 Notas 3 Referências 4 Ligações externas Taxonomia [ editar | editar código-fonte ] Com base na análise filogenética ( mtDNA citocromo b e nDNA ) deste grupo de aves, a família Dendrocolaptidae foi incluída na Furnariidae, já que o reconhecimento da Dendrocolaptidae fazia com que a Furnariidae fosse parafilética uma vez que os gêneros Sclerurus e Geositta são basais em relação aos dois outros grupos. [ 1 ] Um arranjo alternativo da sistemática do grupo feita por Moyle e colaboradores em 2009 mantém Dendrocolaptidae como família distinta e divide a Furnariidae tradicional em duas famílias, Furnariidae e Scleruridae. [ 2 ] Sistemática da família Furnariidae: Subfamília Sclerurinae Swainson, 1827 Gênero Geositta (a) Swainson, 1827 (11 espécies) Gênero Sclerurus Swainson, 1837 (6 espécies) Subfamília Dendrocolaptinae Gray, GR, 1840 Dendrocolaptes platyrostris . Gênero Certhiasomus (b) Derryberry, Claramunt, Chesser, Aleixo, Cracraft, Moyle & Brumfield, 2010 (1 espécie) Gênero Sittasomus Swainson, 1827 (1 espécie) Gênero Deconychura Cherrie, 1891 (1 espécie) Gênero Dendrocincla Gray, GR, 1840 (6 espécies) Gênero Glyphorynchus Wied, 1831 (1 espécie) Gênero Dendrexetastes Eyton, 1851 (1 espécie) Gênero Nasica Lesson, 1830 (1 espécie) Gênero Dendrocolaptes Hermann, 1804 (5 espécies) Gênero Hylexetastes Sclater, PL, 1889 (2 espécies) Gênero Xiphocolaptes Lesson, 1840 (4 espécies) Gênero Xiphorhynchus Swainson, 1827 (15 espécies) Gênero Dendroplex (c) Swainson, 1827 (2 espécies) Gênero Campylorhamphus Bertoni, 1901 (4 espécies) Gênero Drymotoxeres (d) Claramunt, Derryberry, Chesser, Aleixo & Brumfield, 2010 - (1 espécie) Gênero Drymornis Eyton, 1852 (1 espécie) Gênero Lepidocolaptes Reichenbacg, 1853 (7 espécies) Subfamília Furnariinae Gray, GR, 1840 Automolus leucophthalmus . Leptasthenura andicola . Synallaxis unirufa . Gênero Xenops (x) Illiger, 1811 (3 espécies) Gênero Berlepschia Ridgway, 1887 (1 espécie) Gênero Microxenops (e) Chapman, 1914 (1 espécie) Gênero Pygarrhichas Burmeister, 1837 (1 espécie) Gênero Ochetorhynchus (f) Meyen, 1834 (4 espécies) Gênero Pseudocolaptes Reichenbach, 1853 (2 espécies) Gênero Premnornis Ridgway, 1909 (1 espécie) Gênero Tarphonomus (g) Chesser & Brumfield, 2007 (2 espécies) Gênero Furnarius Vieillot, 1816 (6 espécies) Gênero Lochmias Swainson, 1827 (1 espécie) Gênero Phleocryptes Cabanis & Heine, 1860 (1 espécie) Gênero Limnornis Gould, 1839 (1 espécie) Gênero Geocerthia (h) Chesser & Claramunt, 2009 (1 espécie) Gênero Upucerthia Geoffroy Saint-Hilaire,I, 1832 (5 espécies) Gênero Cinclodes Gray, GR, 1840 (12 espécies) Gênero Anabazenops Lafresnaye, 1840 (2 espécies) Gênero Megaxenops Reiser, 1905 (1 espécie) Gênero Cichlocolaptes Reichenbach, 1853 (1 espécie) Gênero Heliobletus Reichenbach, 1853 (1 espécie) Gênero Philydor von Spix, 1824 (10 espécies) Gênero Anabacerthia Lafresnaye, 1840 (3 espécies) Gênero Syndactyla Reichenbach, 1853 (5 espécies) Gênero Simoxenops Chapman, 1937 (2 espécies) Gênero Ancistrops Sclater,PL, 1862 (1 espécie) Gênero Clibanornis Sclater,PL & Salvin, 1873 (1 espécie) Gênero Hylocryptus Chapman, 1919 (2 espécies) Gênero Hyloctistes Ridgway, 1909 (1 espécie) Gênero Automolus Reichenbach, 1853 (9 espécies) Gênero Thripadectes Sclater,PL, 1862 (7 espécies) Gênero Premnoplex Cherrie, 1891 (2 espécies) Gênero Margarornis Reichenbach, 1853 (4 espécies) Gênero Aphrastura Oberholser, 1899 (2 espécies) Gênero Sylviorthorhynchus Des Murs, 1827 (1 espécie) Gênero Leptasthenura Reichenbach, 1853 (10 espécies) Gênero Phacellodomus Reichenbach, 1853 (9 espécies) Gênero Hellmayrea Stolzmann, 1926 (1 espécie) Gênero Anumbius d'Orbigny & Lafresnaye, 1838 (1 espécie) Gênero Coryphistera Burmeister, 1860 (1 espécie) Gênero Asthenes (i) Reichenbach, 1853 (27 espécies) Gênero Acrobatornis Pacheco, Whitney & Gonzaga, 1996 (1 espécie) Gênero Metopothrix Sclater,PL & Salvin, 1866 (1 espécie) Gênero Xenerpestes von Berlepsch, 1886 (2 espécies) Gênero Siptornis Reichenbach, 1853 (1 espécie) Gênero Roraimia Chapman, 1929 (1 espécie) Gênero Thripophaga Cabanis, 1847 (4 espécies) Gênero Limnoctites Hellmayr, 1925 (1 espécie) Gênero Cranioleuca Reichenbach, 1853 (20 espécies) Gênero Pseudasthenes (j) Derryberry, Claramunt, O'Quin, Aleixo, Chesser, Remsen, Jr. & Brumfield, 2010 (4 espécies) Gênero Spartonoica Peters,JL, 1950 (1 espécie) Gênero Pseudoseisura Reichenbach, 1853 (4 espécies) Gênero Schoeniophylax Ridgway, 1909 (1 espécie) Gênero Certhiaxis Lesson, 1844 (2 espécies) Gênero Synallaxis (k) Vieillot, 1818 (33 espécies) Gênero Siptornopsis Cory, 1919 (1 espécie) Gênero Gyalophylax Peters, JK, 1950 (1 espécie) Notas [ editar | editar código-fonte ] Nota (a) : Inclui a espécie poeciloptera anteriormente classificada no gênero Geobates , sinonimizado no Geositta . [ 3 ] Nota (b) : Um novo gênero para Deconychura stictolaema . [ 4 ] Nota (c) : Anteriormente sinonimizado como o Xiphorhynchus , foi revalidado recentemente. [ 5 ] Nota (d) : Um novo gênero para Campylorhamphus pucherani . [ 6 ] Nota (e) : Anteriormente a espécie milleri era incluída no gênero Xenops , mas análises moleculares indicam que a espécie é mais próxima ao gênero Ochetorhynchus . [ 2 ] [ 7 ] Nota (f) : As espécies andeacola e ruficaudus anteriormente pertenciam ao gênero Upucerthia , a espécie phoenicurus ao gênero Eremobius e a melanurus ao Chilia . [ 8 ] [ 9 ] Nota (g) : Anteriormente as espécies eram incluídas no gênero Upucerthia . [ 10 ] Nota (h) : Um novo gênero para Upucerthia serrrana . [ 11 ] Nota (i) : Inclui os gêneros Schizoeaca e Oreophylax . [ 12 ] Nota (j) : Gênero descrito para acomodar quatro espécies previamente pertencentes ao gênero Asthenes . [ 12 ] Nota (k) : O gênero Poecilurus ( candei , kollari e scutatus ) anteriormente considerado distinto, foi sinonimizado como o Synallaxis . [ 7 ] Nota (x) : A posição do gênero Xenops dentro da família ainda é incerta. Análises filogenéticas demonstraram que o gênero está relacionado com a Dendrocolaptinae. [ 13 ] [ 14 ] Outras pesquisas determinaram que o gênero é basal aos demais Furnariinae, sendo o clado-irmão da subfamília [ 2 ] ou então o gênero mais basal da mesma. [ 7 ] Referências ↑ IRESTEDT, M.. FJELDSÅ, J.. JOHANSSON, U.S.. ERICSON, P.G.P. (2002). «Systematic relationships and biogeography of the tracheophone suboscines (Aves : Passeriformes)». Molecular Phylogenetics & Evolution . 23 : 499-512 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores ( link ) ↑ a b c MOYLE, R.G.. CHESSER, R.T.. BRUMFIELD, R.T.. TELLO, J.G.. MARCHESE, D.J.. CRACRAFT, J. 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Journal of Avian Biology . 37 : 260-272 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores ( link ) Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema: Imagens e media no Commons Diretório no Wikispecies Commons Wikispecies Animal Diversity Web - Furnariidae Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Furnariidae&oldid=47393575 ' Categoria : Tyranni Categorias ocultas: !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores !Páginas com erros CS1: caracteres invisíveis !Imagem local diferente da no Wikidata Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Asturianu Brezhoneg Català Cebuano Deutsch English Esperanto Español Euskara فارسی Suomi Français Avañe'ẽ עברית Magyar Italiano 日本語 한국어 Lietuvių Nederlands Norsk nynorsk Polski پنجابی Русский Svenska Українська Tiếng Việt Winaray 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 09h40min de 5 de dezembro de 2016. 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  Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia ... Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall ... Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine CACHE

Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Identidade de gênero Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Na sociedade , identidade de gênero se refere ao gênero com que a pessoa se identifica (i.e, se ela se identifica como sendo um homem, uma mulher ou se ela vê a si como fora do convencional), mas pode também ser usado para referir-se ao gênero que certa pessoa atribui ao indivíduo tendo como base o que tal pessoa reconhece como indicações de papel social de gênero (roupas, corte de cabelo, etc.). [ 1 ] Do primeiro uso, acredita-se que a identidade de gênero se constitui como fixa e como tal não sofrendo variações, independente do papel social de gênero que a pessoa apresente pra ela. Do segundo, acredita-se que a identidade de gênero possa ser afetada por uma variedade de estruturas sociais, incluindo etnicidade, trabalho, religião ou irreligião , e família . Jaqueline Jesus define a identidade de gênero como: 'Gênero com o qual uma pessoa se identifica, que pode ou não concordar com o gênero que lhe foi atribuído quando de seu nascimento. Diferente da sexualidade da pessoa. Identidade de gênero e orientação sexual são dimensões diferentes e que não se confundem. Pessoas transexuais podem ser heterossexuais, lésbicas, gays ou bissexuais, tanto quanto as pessoas cisgênero '. [ 2 ] Miriam Pillar Grossi destaca que, diferentemente dos papéis sociais de gênero , que não são biologicamente determinados, mas sim construtos culturais e históricos, a identidade de gênero 'remete à constituição do sentimento individual de identidade'. [ 3 ] No entanto, Henrietta L. Moore pontua que a identidade de gênero é construída e vivida na 'relação entre estrutura e práxis, entre o indivíduo e o social' [ 4 ] Índice 1 Identidade de gênero - além do superficial 2 Variantes na identidade de gênero 3 Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero 4 Ver também 5 Referências 6 Ver também 7 Ligações externas Identidade de gênero - além do superficial [ editar | editar código-fonte ] Martin Van Maele , 1905 O conceito identidade de gênero remete a outras categorias, sem as quais seu entendimento pode ficar incompleto. Primeiramente, deve-se ter em mente que sexo e gênero são conceitos distintos. Em 1968, Robert Stoller define a diferença conceitual entre sexo e gênero: sexo refere-se aos aspectos anatômicos, morfológicos e fisiológicos (genitália, cromossomos sexuais, hormônios) da espécie humana. [ 5 ] [ 6 ] Ou seja, a categoria sexo é definida por aspectos biológicos: quando falamos em sexo, estamos nos referindo a sexo feminino e sexo masculino, ou a fêmeas e machos. [ 5 ] [ 6 ] Já o conceito de gênero remete aos significados sociais, culturais e históricos associados aos sexos. [ 5 ] [ 6 ] [ 7 ] Robert Stoller, psicólogo norte-americano, estudou casos de crianças Intersexo (na época classificados como 'hermafroditas' ou como tendo 'genitais escondidos') que foram educadas de acordo com um gênero que lhes fora designado no nascimento. [ 5 ] [ 6 ] Essas crianças, mesmo depois de saberem que suas genitálias eram ambíguas, parciais, duplicadas, ausentes ou sofreram alguma intervenção cirúrgica compulsória, empenhavam-se em manter os padrões de comportamento de acordo com os quais haviam sido educados, [ 6 ] o que levou Stoller à conclusão de que seria ' mais fácil mudar o genital do que o gênero de uma pessoa'. [ 5 ] Rita de Lourdes de Lima destaca que a identidade de gênero nem sempre corresponde ao sexo do nascimento: uma pessoa pode nascer com o sexo feminino e sentir-se um homem ou vice-versa, [ 6 ] como acontece com travestis e pessoas transexuais. A identidade de gênero também não deve ser confundida com orientação sexual : a primeira remete à forma como as pessoas se autodefinem (como mulheres ou como homens), a segunda remete à questão da sexualidade, do desejo, da atração afetivo-sexual por alguém de algum gênero (homossexualidade, bissexualidade e heterossexualidade). [ 8 ] Variantes na identidade de gênero [ editar | editar código-fonte ] Para Jaqueline Gomes de Jesus, a vivência discordante de um gênero (que é cultural, social) com o que se esperaria de alguém de determinado sexo (que é biológico) não deve ser tratada como um transtorno, mas sim como uma questão de identidade, como acontece com travestis e pessoas transexuais, que compõem o grupo de transgêneros . [ 2 ] Para essa autora, as pessoas transexuais 'geralmente sentem que seu corpo não está adequado à forma como pensam e se sentem, e querem “corrigir” isso adequando seu corpo à imagem de gênero que têm de si. Isso pode se dar de várias formas, desde uso de roupas, passando por tratamentos hormonais e até procedimentos cirúrgicos'. [ 9 ] Ou seja, nem todas as pessoas transexuais buscam a cirurgia de redesignação sexual . Já as travestis são as pessoas que vivenciam 'papéis de gênero feminino, mas não se reconhece como homem ou mulher, entendendo-se como integrante de um terceiro gênero ou de um não-gênero'. [ 10 ] Já as pessoas intersexuais são aquelas 'cujo corpo varia do padrão de masculino ou feminino culturalmente estabelecido, no que se refere a configurações dos cromossomos, localização dos órgãos genitais (testículos que não desceram, pênis demasiado pequeno ou clitóris muito grande, final da uretra deslocado da ponta do pênis, vagina ausente), coexistência de tecidos testiculares e de ovários. A intersexualidade se refere a um conjunto amplo de variações dos corpos tidos como masculinos e femininos, que engloba, conforme a denominação médica, hermafroditas verdadeiros e pseudo-hermafroditas. O grupo composto por pessoas intersexuais tem-se mobilizado cada vez mais, a nível mundial, para que a intersexualidade não seja entendida como uma patologia, mas como uma variação, e para que não sejam submetidas, após o parto, a cirurgias ditas “reparadoras”, que as mutilam e moldam órgãos genitais que não necessariamente concordam com suas identidades de gênero ou orientações sexuais'. [ 11 ] Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero [ editar | editar código-fonte ] A percepção das diferenças entre os sexos ocorre na infância( Martin Van Maele , 1905 De acordo com Miriam Pillar Grossi, os papéis de gênero podem ser percebidos como a representação de personagens: tudo o que é associado ao sexo biológico, fêmea ou macho, em determinada cultura é considerado papel de gênero. Estes papéis mudam de uma cultura para outra e também sofrem modificações dentro de uma mesma cultura. [ 12 ] Assim, os atributos que estabelecem coisas e comportamentos classificados como 'típicos' ou 'naturais' de mulheres ou de homens constituem os chamados papéis sociais de gênero. Na cultura ocidental, pautada pelo saber masculino, esses papéis são pautados em dicotomias: os homens seriam dotados de uma natureza ativa, menos sentimentais, dotados de racionalidade e de instinto sexual desenvolvido e, portanto, suas atividades estão situadas na esfera pública. Já as mulheres seriam mais bondosas, emotivas e sentimentais, de sexualidade menos desenvolvida, 'naturalmente' passivas e submissas, por isso suas tarefas estão situadas na esfera privada: ser dona de casa, esposa e mãe. [ 13 ] Já a identidade de gênero, remete à constituição do sentimento individual de identidade, é uma categoria que permite pensar o lugar do indivíduo no interior de uma cultura e que, nem sempre, corresponde ao sexo biológico. Nossa identidade de gênero se constrói ainda no útero, quando há a rotulação do bebê como menina ou menino. A partir desse assinalamento do sexo, socialmente se esperará da criança comportamentos condizentes com ele. A identidade de gênero é composta pelos papéis de gênero, pela sexualidade e pelo significado social da reprodução. [ 5 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Transgênero Gênero na ficção especulativa Papel social de gênero Referências ↑ 'gender identity.' Encyclopædia Britannica Online. 11 Mar. 2011. ↑ a b JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 24 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 8 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ MOORE, Henrietta L. (2000). «Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência» . p. 15 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f LIMA, Rita de Lourdes (2011). «Diversidade, identidade de gênero e religião: algumas reflexões» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ SCOTT, Joan (1990). «Gênero: uma categoria útil de análise histórica» (PDF) . Revista Educação e Realidade . Porto Alegre . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 15 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 27 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 25 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 7 e 8 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ ZOLIN, Lúcia Osana (1997). «A condição social da mulher brasileira e seu modo de representação na literatura: do século XIX ao XX». Revista Unimar – Ciências Humanas e Sociais . 19(01): 41–59 Ver também [ editar | editar código-fonte ] Declaração sobre orientação sexual e identidade de gênero das Nações Unidas Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Inversões do Papel de Gênero: drag queens , travestismo e transexualismo (em português ) Texto científico sobre a questão da identidade de gênero pautada pela travestilidade e transexualidade. Violência de Gênero, Sexualidade e Saúde (em português ) Texto científico que aborda as raízes da violência contra a mulher, resgatando a construção social da identidade de gênero, das relações de gênero e da sexualidade na tradição dualista. O que é ser mulher? O que é ser homem? Subsídios para uma discussão das relações de gênero (em português ) Texto sobre a questão das desigualdades de gênero. v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana v • e Lésbica , Gay , Bissexual , Transgênero ( LGBT ) Identidades sexuais e de gênero Lésbica · Gay · Bissexual · Travesti · Transexual · Transgênero · Queer · Intersexual · Assexual · Pansexual · Polisexual Orientação sexual Assexualidade · Homossexualidade · Bissexualidade · Pansexualidade · Polisexualidade · Não-heterossexual · Biologia e orientação sexual · Demografia · Escala de Kinsey · Grade de Klein História Cronologia · GLBT Historical Society · História do lesbianismo · Temas LGBT na mitologia 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  Fa'afafine – Wikipédia, a enciclopédia livre Fa'afafine Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história ... . Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da ... Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões CACHE

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[ 1 ] [ 2 ] Os Fa'afafine são biologicamente homens que na infância por imposição familiar é escolhido para se tornar um fa'afafine, pela sua natureza, por assumir o papéis femininos , o que na sociedade tradicional de Samoa não é desencorajado. A palavra fa'afafine inclui o prefixo causativo 'fa'a', que significa 'à maneira de', e a palavra 'fafine', que significa 'mulher', e se assemelha com outras linguagens da Polinésia como o tonganês 'fakafefine' ou ' fakaleiti ', o maori 'whakawahine', e o havaiano ' mahu '. A gíria de Samoa 'mala' para faafafine ou gay é de menor utilização, sendo uma abjeta derivação da bíblia samoana. Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] UTOPIA Hawaii organization of mahu, fa'afafine and fakaleiti Fa'afafine New Zealand Community Activist Phylesha Acton-Brown ABC 2005 Fa'afafine - Samoan boys brought up as girls Fa'afafine artist and writer Dan Taulapapa McMullin Referências ↑ (A. J. Samuels e) Amrita Dasgupta. «Fa'afafines: The Third Gender» (em inglês). The Culture Trip . Consultado em 21 de junho de 2016 . Cópia arquivada em 24 de abril de 2016 ↑ William Kremer (23 de fevereiro de 2014). «O quebra-cabeça evolutivo da homossexualidade» . BBC . Consultado em 22 de junho de 2016 . Cópia arquivada em 23 de março de 2016 Milner, G.B. 1966. Samoan Dictionary. 'Fa'afafine' entry pg. 52 under 'Fafine' Besnier, Niko. 1994. Polynesian Gender Liminality Through Time and Space. In Third Sex, Third Gender: Beyond Sexual Dimorphism in Culture and History . Gilbert Herdt, ed. Pp. 285-328. New York: Zone. Schmidt, J. 2001. Redefining Fa'afafine: Western Discourses and the Construction of Transgenderism in Samoa . Intersections , Issue 6. Este artigo sobre LGBT é um esboço . 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Identidade de gênero – Wikipédia, a enciclopédia livre Abrir menu principal β Pesquisar Editar Ler noutra língua Identidade de gênero gênero em que a pessoa se identifica Na sociedade , identidade de gênero se refere ao gênero com que a pessoa se identifica (i.e, se ela se identifica como sendo um homem, uma mulher ou se ela vê a si como fora do convencional), mas pode também ser usado para referir-se ao gênero que certa pessoa atribui ao indivíduo tendo como base o que tal pessoa reconhece como indicações de papel social de gênero (roupas, corte de cabelo, etc.). [ 1 ] Do primeiro uso, acredita-se que a identidade de gênero se constitui como fixa e como tal não sofrendo variações, independente do papel social de gênero que a pessoa apresente pra ela. Do segundo, acredita-se que a identidade de gênero possa ser afetada por uma variedade de estruturas sociais, incluindo etnicidade, trabalho, religião ou irreligião , e família . Jaqueline Jesus define a identidade de gênero como: 'Gênero com o qual uma pessoa se identifica, que pode ou não concordar com o gênero que lhe foi atribuído quando de seu nascimento. Diferente da sexualidade da pessoa. Identidade de gênero e orientação sexual são dimensões diferentes e que não se confundem. Pessoas transexuais podem ser heterossexuais, lésbicas, gays ou bissexuais, tanto quanto as pessoas cisgênero '. [ 2 ] Miriam Pillar Grossi destaca que, diferentemente dos papéis sociais de gênero , que não são biologicamente determinados, mas sim construtos culturais e históricos, a identidade de gênero 'remete à constituição do sentimento individual de identidade'. [ 3 ] No entanto, Henrietta L. Moore pontua que a identidade de gênero é construída e vivida na 'relação entre estrutura e práxis, entre o indivíduo e o social' [ 4 ] Índice Identidade de gênero - além do superficial Editar Martin Van Maele , 1905 O conceito identidade de gênero remete a outras categorias, sem as quais seu entendimento pode ficar incompleto. Primeiramente, deve-se ter em mente que sexo e gênero são conceitos distintos. Em 1968, Robert Stoller define a diferença conceitual entre sexo e gênero: sexo refere-se aos aspectos anatômicos, morfológicos e fisiológicos (genitália, cromossomos sexuais, hormônios) da espécie humana. [ 5 ] [ 6 ] Ou seja, a categoria sexo é definida por aspectos biológicos: quando falamos em sexo, estamos nos referindo a sexo feminino e sexo masculino, ou a fêmeas e machos. [ 5 ] [ 6 ] Já o conceito de gênero remete aos significados sociais, culturais e históricos associados aos sexos. [ 5 ] [ 6 ] [ 7 ] Robert Stoller, psicólogo norte-americano, estudou casos de crianças Intersexo (na época classificados como 'hermafroditas' ou como tendo 'genitais escondidos') que foram educadas de acordo com um gênero que lhes fora designado no nascimento. [ 5 ] [ 6 ] Essas crianças, mesmo depois de saberem que suas genitálias eram ambíguas, parciais, duplicadas, ausentes ou sofreram alguma intervenção cirúrgica compulsória, empenhavam-se em manter os padrões de comportamento de acordo com os quais haviam sido educados, [ 6 ] o que levou Stoller à conclusão de que seria ' mais fácil mudar o genital do que o gênero de uma pessoa'. [ 5 ] Rita de Lourdes de Lima destaca que a identidade de gênero nem sempre corresponde ao sexo do nascimento: uma pessoa pode nascer com o sexo feminino e sentir-se um homem ou vice-versa, [ 6 ] como acontece com travestis e pessoas transexuais. A identidade de gênero também não deve ser confundida com orientação sexual : a primeira remete à forma como as pessoas se autodefinem (como mulheres ou como homens), a segunda remete à questão da sexualidade, do desejo, da atração afetivo-sexual por alguém de algum gênero (homossexualidade, bissexualidade e heterossexualidade). [ 8 ] Variantes na identidade de gênero Editar Para Jaqueline Gomes de Jesus, a vivência discordante de um gênero (que é cultural, social) com o que se esperaria de alguém de determinado sexo (que é biológico) não deve ser tratada como um transtorno, mas sim como uma questão de identidade, como acontece com travestis e pessoas transexuais, que compõem o grupo de transgêneros . [ 2 ] Para essa autora, as pessoas transexuais 'geralmente sentem que seu corpo não está adequado à forma como pensam e se sentem, e querem “corrigir” isso adequando seu corpo à imagem de gênero que têm de si. Isso pode se dar de várias formas, desde uso de roupas, passando por tratamentos hormonais e até procedimentos cirúrgicos'. [ 9 ] Ou seja, nem todas as pessoas transexuais buscam a cirurgia de redesignação sexual . Já as travestis são as pessoas que vivenciam 'papéis de gênero feminino, mas não se reconhece como homem ou mulher, entendendo-se como integrante de um terceiro gênero ou de um não-gênero'. [ 10 ] Já as pessoas intersexuais são aquelas 'cujo corpo varia do padrão de masculino ou feminino culturalmente estabelecido, no que se refere a configurações dos cromossomos, localização dos órgãos genitais (testículos que não desceram, pênis demasiado pequeno ou clitóris muito grande, final da uretra deslocado da ponta do pênis, vagina ausente), coexistência de tecidos testiculares e de ovários. A intersexualidade se refere a um conjunto amplo de variações dos corpos tidos como masculinos e femininos, que engloba, conforme a denominação médica, hermafroditas verdadeiros e pseudo-hermafroditas. O grupo composto por pessoas intersexuais tem-se mobilizado cada vez mais, a nível mundial, para que a intersexualidade não seja entendida como uma patologia, mas como uma variação, e para que não sejam submetidas, após o parto, a cirurgias ditas “reparadoras”, que as mutilam e moldam órgãos genitais que não necessariamente concordam com suas identidades de gênero ou orientações sexuais'. [ 11 ] Relação entre identidade de gênero e papel social de gênero Editar A percepção das diferenças entre os sexos ocorre na infância( Martin Van Maele , 1905 De acordo com Miriam Pillar Grossi, os papéis de gênero podem ser percebidos como a representação de personagens: tudo o que é associado ao sexo biológico, fêmea ou macho, em determinada cultura é considerado papel de gênero. Estes papéis mudam de uma cultura para outra e também sofrem modificações dentro de uma mesma cultura. [ 12 ] Assim, os atributos que estabelecem coisas e comportamentos classificados como 'típicos' ou 'naturais' de mulheres ou de homens constituem os chamados papéis sociais de gênero. Na cultura ocidental, pautada pelo saber masculino, esses papéis são pautados em dicotomias: os homens seriam dotados de uma natureza ativa, menos sentimentais, dotados de racionalidade e de instinto sexual desenvolvido e, portanto, suas atividades estão situadas na esfera pública. Já as mulheres seriam mais bondosas, emotivas e sentimentais, de sexualidade menos desenvolvida, 'naturalmente' passivas e submissas, por isso suas tarefas estão situadas na esfera privada: ser dona de casa, esposa e mãe. [ 13 ] Já a identidade de gênero, remete à constituição do sentimento individual de identidade, é uma categoria que permite pensar o lugar do indivíduo no interior de uma cultura e que, nem sempre, corresponde ao sexo biológico. Nossa identidade de gênero se constrói ainda no útero, quando há a rotulação do bebê como menina ou menino. A partir desse assinalamento do sexo, socialmente se esperará da criança comportamentos condizentes com ele. A identidade de gênero é composta pelos papéis de gênero, pela sexualidade e pelo significado social da reprodução. [ 5 ] Ver também Editar Transgênero Gênero na ficção especulativa Papel social de gênero Referências ↑ 'gender identity.' Encyclopædia Britannica Online. 11 Mar. 2011. ↑ a b JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 24 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 8 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ MOORE, Henrietta L. (2000). «Fantasias de poder e fantasias de identidade: gênero, raça e violência» . p. 15 . Consultado em 14 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ a b c d e f LIMA, Rita de Lourdes (2011). «Diversidade, identidade de gênero e religião: algumas reflexões» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ SCOTT, Joan (1990). «Gênero: uma categoria útil de análise histórica» (PDF) . Revista Educação e Realidade . Porto Alegre . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . Consultado em 15 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 15 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 27 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ JESUS, Jaqueline Gomes de (2012). «Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos» . p. 25 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ GROSSI, Miriam Pillar. «Identidade de gênero e sexualidade» (PDF) . p. 7 e 8 . Consultado em 17 de outubro de 2013 ↑ ZOLIN, Lúcia Osana (1997). «A condição social da mulher brasileira e seu modo de representação na literatura: do século XIX ao XX». Revista Unimar – Ciências Humanas e Sociais . 19(01): 41–59 Ver também Editar Declaração sobre orientação sexual e identidade de gênero das Nações Unidas Ligações externas Editar Inversões do Papel de Gênero: drag queens , travestismo e transexualismo (em português ) Texto científico sobre a questão da identidade de gênero pautada pela travestilidade e transexualidade. Violência de Gênero, Sexualidade e Saúde (em português ) Texto científico que aborda as raízes da violência contra a mulher, resgatando a construção social da identidade de gênero, das relações de gênero e da sexualidade na tradição dualista. O que é ser mulher? O que é ser homem? Subsídios para uma discussão das relações de gênero (em português ) Texto sobre a questão das desigualdades de gênero. Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Identidade_de_gênero&oldid=51097028 ' Última edição a 23 de janeiro de 2018, às 19h21min Conteúdo disponibilizado nos termos da CC BY-SA 3.0 , salvo indicação em contrário. Privacidade Versão desktop



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Mulher transexual – Wikipédia, a enciclopédia livre Mulher transexual Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Mulher transgênero , mulher transexual [ 1 ] ou, simplesmente, mulher trans é a pessoa que se identifica como sendo do gênero feminino embora tenha sido designada como pertencente ao gênero masculino. Em virtude da incongruência gênero designado versus gênero com que ela se identifica, uma mulher trans reivindica o reconhecimento social e legal como mulher. [ 1 ] [ 2 ] Índice 1 O conceito 2 Ver também 3 Referências 4 Ligações externas O conceito [ editar | editar código-fonte ] As mulheres trans comumente adotam nomes femininos e realizam transição hormonal ou cirúrgica para uma aparência socialmente aceita como feminina, em razão de seu reconhecimento enquanto mulheres e, por isso, da necessidade de serem tratadas como quaisquer mulheres cisgênero . [ 1 ] Assim como qualquer mulher cis, as transgênero podem ser lésbicas , bissexuais , assexuais , pansexuais ou heterossexuais , já que identidade de gênero e orientação sexual são coisas distintas. O tratamento hormonal de mulheres trans é feito com o uso de hormônios femininos e antiandrógenos. Algumas optam pela cirurgia de redesignação sexual a fim de se sentirem mais confortáveis psicológica e emocionalmente. No Brasil , são mulheres trans publicamente conhecidas Ariadna Thalia (ex- BBB ), Lea T , Carol Marra, Roberta Close , Carol Zwick , Michelly X , Layla Ken , Renata Finsk , Thelma Lipp , Leonora Áquila , Nany People , Tifanny Abreu ( jogadora de vôlei ) entre outras. Em Portugal , Nádia Almada e Filipa Gonçalves atingiram bastante projeção midiática. [ 3 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Cirurgia de redesignação sexual Homem transexual Travesti Mulher Referências ↑ a b c Núcleo de Estudos e Pesquisas de Gênero e Sexualidade - UFG (ed.), Orientações sobre Identidade de Gênero: Conceitos e Termos (PDF) , consultado em 2013 Verifique data em: |acessodata= ( ajuda ) ↑ Instituto Humanitas Unisinos (ed.), Transexualidade. «Nós fazemos gênero no dia a dia». Entrevista especial com Berenice Bento , consultado em 2013 Verifique data em: |acessodata= ( ajuda ) ↑ Da redação (2013). «Mais sobre Filipa Gonçalves» . Correio da Manhã . Consultado em 3 de novembro de 2015 Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Lynn Conway — site oficial (em português ) Este artigo sobre psicologia é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . Portal da ciência Portal da psicologia Portal das mulheres Portal LGBT Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Mulher_transexual&oldid=51188742 ' Categorias : LGBT Identidades transgênero Mulheres Categorias ocultas: !Páginas com erros CS1: datas !Esboços maiores que 1000 bytes !Esboços sobre psicologia Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Brezhoneg Čeština Cymraeg Deutsch Zazaki English Esperanto Español فارسی Suomi Français Bahasa Indonesia Italiano 한국어 Македонски Norsk Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English தமிழ் ไทย 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 17h44min de 3 de fevereiro de 2018. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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[Leia +] Novidades na banda Seiva Bruta [10/12/2014] Camiseta temática 'Vale das Sombras' e mudança de formação [Leia +] JT do Metal Nobre candidato a deputado distrital? [16/07/2014] Vocalista da banda de heavy metal cristã brasiliense, JT aparece em página de relacionamento fazendo campanha política. [Leia +] PROPHETTICA LANÇA SEU 2º TRABALHO O EP ( ALÉM DO TEMPO) [14/06/2014] A banda prophettica do abc paulista acaba de lançar seu 2º trabalho de estudio um ep com cinco faixas intitulado ( Além do tempo, com uma fusão entre Hard e Heavy metal a banda mostra o seu potencial levando a palavra de DEUS com suas letras fortes munidas de riffs quentes e refrões marcantes, confira o trabalho da banda e acompanhem as novidades. 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[28/02/2014] Com lançamento previsto para o final do mês de Março/2014, os capixabas do Puritan disponibilizam tease do disco. [Leia +] Vocalista do As I Lay Dying é condenado a nove anos de prisão [26/02/2014] Tim Lambesis confessou ter contratado homem para matar a ex-mulher.Ele chegou a pagar US$ 1 mil a pistoleiro que era policial disfarçado. [Leia +] Immortal Souls prestes a lançar seu 7º CD [15/02/2014] Seu último trabalho foi no ano de 2011, o 'The Requiem for the Art of Death' [Leia +] A Banda Throne Libera Making Of de sua Gravação. [13/02/2014] Será uma série de 6 vídeos, que falará sobre a Gravação de Seu álbum. [Leia +] If Tomorrow Disponibiliza Prévia do EP [12/02/2014] Trata-se das faixas 'Crucificado' e 'A Tua Procura' [Leia +] Músicos de várias partes do Brasil, reúnem-se em tributo ao Stryper [05/02/2014] O tributo tem como objetivo agradecer à Banda, por tudo que eles fizeram em pró da música no decorrer de todos esses anos. [Leia +] Stryper: o Metallica abriu um show para eles em 1982 [05/02/2014] Na época a banda Stryper era chamada Roxx Regime. [Leia +] Perpetual Faith disponibiliza duas músicas [30/01/2014] 'My Sacrifice' e 'Invoking the Grace' Fazem aparte do Cd 'Price of my Head' [Leia +] metalcristao.com 2006 - 2018



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  Tatu – Wikipédia, a enciclopédia livre Tatu Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Tatu redireciona para este artigo. Para outros significados, veja Tatu (desambiguação) . Tatu Ocorrência: 58.7–0 Ma PreЄ Є O S D C P T J K Pg N Tatu-galinha ( Dasypus novemcinticus ) Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Infraclasse : Eutheria ... ] Chlamyphorus truncatus Família Dasypodidae Subfamília Dasypodinae Gênero Dasypus Tatu-canastra ... hybridus Dasypus sabanicola Dasypus kappleri Dasypus pilosus Dasypus yepesi † Dasypus bellus Gênero † Stegotherium Subfamília Euphractinae Gênero Calyptophractus Pichiciego-maior , Calyptophractus retusus Gênero Chaetophractus Chaetophractus vellerosus Chaetophractus vellerosus Chaetophractus villosus Chaetophractus nationi Gênero † Peltephilus † Peltephilus ferox Gênero Chlamyphorus Chlamyphorus CACHE

Tatu – Wikipédia, a enciclopédia livre Tatu Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Tatu redireciona para este artigo. Para outros significados, veja Tatu (desambiguação) . Tatu Ocorrência: 58.7–0 Ma PreЄ Є O S D C P T J K Pg N Tatu-galinha ( Dasypus novemcinticus ) Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Infraclasse : Eutheria Superordem : Xenarthra Ordem : Cingulata Família : Dasypodidae Gray , 1821 Géneros Chlamyphorus Cabassous Chaetophractus Dasypus Euphractus Priodontes Tolypeutes Zaedyus O Wikispecies tem informações sobre: Tatu Tatu ou armadilho (em Portugal ) é uma denominação comum a mamíferos pertencentes à ordem Cingulata e família Dasypodidae . Caracteriza-se pela armadura que cobre o corpo. Nativos do continente americano, os tatus habitam as savanas , cerrados , matas ciliares e florestas molhadas. Têm importância para a medicina , uma vez que são os únicos animais, para além do homem , capazes de contrair lepra , sendo usados nos estudos dessa enfermidade [ carece de fontes ? ] . Índice 1 Etimologia 2 Questões ecológicas 3 Classificação 4 O tatu e os nativos do Novo Mundo 5 Referências 6 Links externos Etimologia [ editar | editar código-fonte ] 'Tatu' é derivado do tupi ta'tu . [ 1 ] ' Dasypodidae ' veio da junção dos termos gregos δασύς ( dasys ): 'piloso, peludo' e πούς, ποδός ( pous, podos ): 'pé', significando, portanto, 'pé peludo'. Questões ecológicas [ editar | editar código-fonte ] Os tatus tem grande importância ecológica, pois são capazes de alimentar-se de insetos (são, portanto, animais insetívoros), contribuindo para um equilíbrio de populações de formigas e cupins . Na Universidade da Região da Campanha , em Alegrete, no Rio Grande do Sul , no Brasil, uma pesquisa sobre a dieta dos tatus revelou que um único exemplar de tatu-mulita ( Dasypus hybridus ) com 2,5 quilogramas de peso é capaz de consumir 8 855 invertebrados em uma única noite. Quando estes animais são caçados pelo seu valor cinegético ( caça para alimento), acaba por se desequilibrar o ecossistema, pois se extermina um controlador natural de insetos, favorecendo o aumento destes invertebrados e resultando em problemas econômicos para a região. Classificação [ editar | editar código-fonte ] Chlamyphorus truncatus Família Dasypodidae Subfamília Dasypodinae Gênero Dasypus Tatu-canastra ( Priodontes maximus ). Tatu-galinha , Dasypus novemcinctus Dasypus septemcinctus Tatu-mulita , Dasypus hybridus Dasypus sabanicola Dasypus kappleri Dasypus pilosus Dasypus yepesi † Dasypus bellus Gênero † Stegotherium Subfamília Euphractinae Gênero Calyptophractus Pichiciego-maior , Calyptophractus retusus Gênero Chaetophractus Chaetophractus vellerosus Chaetophractus vellerosus Chaetophractus villosus Chaetophractus nationi Gênero † Peltephilus † Peltephilus ferox Gênero Chlamyphorus Chlamyphorus truncatus Gênero Euphractus Tatupeba , Euphractus sexcinctus Gênero Zaedyus Zaedyus pichiy Subfamília Tolypeutinae Gênero † Kuntinaru Gênero Cabassous Mataco ( Tolypeutes matacus ) Cabassous centralis Cabassous chacoensis Cabassous unicinctus Cabassous tatouay Gênero Priodontes Tatu-canastra , Priodontes maximus Genus Tolypeutes Mataco , Tolypeutes matacus Tatu-bola-da-caatinga , Tolypeutes tricinctus † táxon extinto O tatu e os nativos do Novo Mundo [ editar | editar código-fonte ] A maior parte dos nativos da América do Sul apreciavam a carne do tatu pura ou como ingrediente em outros pratos, bem como utilizavam sua carapaça , rabo e ossos para a confecção de utensílios. [ 2 ] Um dos mais conhecidos artefatos elaborados a partir da carapaça do tatu é o charango , instrumento cordófono de origem boliviana. O nome do instrumento em Quechua é quirquincho (kirkinchu), que quer dizer justamente 'tatu'. Atualmente, o instrumento é confeccionado totalmente em madeira. Usando fumaça para afugentar o tatu da toca Os Cinta Larga de Mato Grosso e Rondônia capturavam o tatu inserindo fumaça na sua toca . [ 3 ] Aaru era um beiju feito com massa de mandioca e tatu moqueado pelos Nambiquara do Mato Grosso e Rondônia . Os Xicrin do Pará usavam o rabo de tatu para confeccionar flauta , com a qual anunciavam sua chegada a aldeia amiga e eram recebidos pelos habitantes com sons emitidos por instrumentos semelhantes. [ 4 ] Cestos eram confeccionados com a carapaça do tatu. [ 5 ] Os Kaxinawá do Acre e Peru empregavam, muito antes do contato com os europeus , linha de envira e anzol confeccionado com a junção do cúbito e o rádio do tatu. [ 6 ] Moças menstruadas dos Uanana do Amazonas podiam se alimentar da formiga maniuara e do beiju . O peixe jeju ou carne de tatu eram os alimentos indicados após o rito de flagelação . Acreditavam que a carne do tatu era composta pelas carnes de todos os outros animais [ 4 ] Referências ↑ FERREIRA, A.B.H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa . Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p. 1 653 ↑ CAVALCANTE, Messias S. Comidas dos Nativos do Novo Mundo . Barueri, SP. Sá Editora. 2014, 403p. ISBN 9788582020364 ↑ SILVA, Alcionilio Bruzzi Alves da (1901-1987). A civilização indígena dos Uaupés . São Paulo, Linográfica Editora. 1962, 496 p. ↑ a b BASTOS, Abguar. A pantofagia ou as estranhas práticas alimentares da selva: Estudo na região amazônica . São Paulo, Editora Nacional. Brasília DF, INL. 1987, 153 p. ↑ LÉRY, Jean de (1534-1611). Viagem à terra do Brasil . Belo Horizonte, Edit. Itatiaia. São Paulo, Edit. da Universidade de São Paulo. 1980, 303 p. ↑ POVOS INDÍGENAS NO BRASIL (S/DATA). Kaxinawá. Atividades produtivas . Disponível em http://pib.socioambiental.org/pt/povo/kaxinawa/401 Consulta em 03/09/2012 O Commons possui imagens e outras mídias sobre Tatu COSTA, R., FACCIN, José R.M. & OLIVEIRA, E. Distribuição e Dieta de Dasypus hybridus (Desmerest, 1804) No Oeste do Rio Grande do Sul in: Anais do XXIV Congresso Brasileiro de Zoologia. Univali, Itajaí – SC, 2002. COSTA, R. G. A. COSTA, R. V.. FACCIN, J. R. M & OLIVEIRA, É. V. Impacto da Caça de Mamíferos Silvestres em Duas Macro Regiões do Rio Grande do Sul. In: II SALÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA INTERNACIONAL, 2002, Uruguaiana. Livro de Resumos. Uruguaiana: PUCRS – Campus II, 2002b. p. 20. Links externos [ editar | editar código-fonte ] Fotos de tatu gigante Reportagem sobre o menor tatu do mundo: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140122_tatu_rosa_an.shtml Este artigo sobre mamíferos é um esboço relacionado ao Projeto Mamíferos . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . v • e v • e Espécies viventes de Cingulata (Tatus) por subfamília Reino Animalia Filo Chordata Classe Mammalia Infraclasse Eutheria Superordem Xenarthra Dasypodinae Dasypus tatu-mulita ( D. hybridus ) tatu-de-quinze-quilos ( D. kappleri ) tatu-galinha ( D. novencimctus ) D. pilosus D. sabanicola tatu-galinha-pequeno ( D. septemcinctus ) D. yepesi Euphractinae Calyptophractus pichiciego-maior ( C. retusus ) Chaetophractus C. nationi C. vellerosus C. villosus Chlamyphorus pichiciego-menor ( C. truncatus ) Euphractus tatupeba ( E. sexcinctus ) Zaedyus Z. pichiy Tolypeutinae Cabassous C. centralis C. chacoensis C. tatouay C. unicinctus Priodontes tatu-canastra ( P. maximus ) Tolypeutes mataco ( T. matacus ) tatu-bola-da-caatinga ( T. tricinctus ) Categoria Portal da biologia Portal da zoologia Portal dos mamíferos Portal da América do Sul Controle de autoridade NDL : 00576590 Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tatu&oldid=49168857 ' Categorias : Tatus Xenarthra Categorias ocultas: !Páginas que usam links mágicos ISBN !Imagem local diferente da no Wikidata !Artigos que carecem de notas de rodapé desde junho de 2017 !Esboços sobre mamíferos !Esboços maiores que 5000 bytes Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Afrikaans العربية Aymar aru Azərbaycanca تۆرکجه Български বাংলা Brezhoneg Català Cebuano ᏣᎳᎩ Čeština Cymraeg Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Gaeilge Gàidhlig Galego Avañe'ẽ हिन्दी Hrvatski Magyar Bahasa Indonesia Ido Italiano 日本語 ქართული ಕನ್ನಡ 한국어 Перем Коми Кыргызча Latina Lietuvių Latviešu Bahasa Melayu မြန်မာဘာသာ مازِرونی Nāhuatl Nederlands Norsk nynorsk Norsk Diné bizaad Occitan Ирон Polski Runa Simi Română Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Slovenščina Српски / srpski Svenska Kiswahili தமிழ் ไทย Tagalog Türkçe Українська Tiếng Việt Winaray 中文 IsiZulu Editar ligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 20h53min de 29 de junho de 2017. 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Em A irmã da pérola , quarto volume da série As Sete Irmãs, duas jovens de séculos diferentes têm seus destinos cruzados numa emocionante história sobre amor, arte e superação. Ceci D’Aplièse sempre se sentiu um peixe fora d’água. Após a morte do pai adotivo e o distanciamento de sua adorada irmã Estrela, ela de repente se percebe mais sozinha do que nunca. Depois de abandonar a faculdade, decide deixar sua vida sem sentido em Londres e desvendar o mistério por trás de suas origens. As únicas pistas que tem são uma fotografia em preto e branco e o nome de uma das primeiras exploradoras da Austrália, que viveu no país mais de um século antes. A caminho de Sydney, Ceci faz uma parada no único local em que já se sentiu verdadeiramente em paz consigo mesma: as deslumbrantes praias de Krabi, na Tailândia. Lá, em meio aos mochileiros e aos festejos de fim de ano, conhece o misterioso Ace, um homem tão solitário quanto ela e o primeiro de muitos novos amigos que irão ajudá-la em sua jornada. Ao chegar às escaldantes planícies australianas, algo dentro de Ceci responde à energia do local. À medida que chega mais perto de descobrir a verdade sobre seus antepassados, ela começa a perceber que afinal talvez seja possível encontrar nesse continente desconhecido aquilo que sempre procurou sem sucesso: a sensação de pertencer a algum lugar. *** “A série das Sete Irmãs é um fenômeno notável.” – Lancashire Post “Lucinda Riley criou uma série que vai agradar a todos os leitores de Kristin Hannah e Kate Morton.” – Booklist Filha de um pastor em Edimburgo, no início do século XX, Kitty McBride é presenteada com a chance de deixar seu ambiente opressivo e ir para a Austrália como dama de companhia da Sra. McCrombie. Em Adelaide, seu destino se entrelaça com o da família da velha aristocrata, incluindo seus dois jovens sobrinhos: o impetuoso Drummond e o ambicioso Andrew, gêmeos idênticos, porém em tudo diferentes, além de herdeiros de um próspero comércio de pérolas. Seu bilhete para uma nova terra oferece todas as oportunidades de aventura com que ela sempre sonhou e um amor que ela jamais poderia imaginar... Cem anos depois, Ceci D’Aplièse decide seguir o exemplo das irmãs e ir atrás de sua família biológica. Seguindo as coordenadas deixadas pelo pai adotivo antes de morrer, ela parte rumo à Austrália, e se vê refazendo os intrincados passos de Kitty à medida que procura descobrir a própria história – uma narrativa improvável que envolve uma pérola amaldiçoada e um mergulho mágico na arte aborígine. Conteúdos Especiais zip capa em 3D png capa em alta resolução jpg capa web pdf Marcador de Página Please enable JavaScript to view the comments powered by Disqus. comments powered by Disqus Os livros Mais Vendidos Lista completa Mais Detalhes Origem Autor: Dan Brown Gênero: Policial Mais Detalhes Mais lindo que a lua Autor: Julia Quinn Gênero: Romance de Época Mais Detalhes cabana, A Autor: William P. Young Gênero: Romance Mais Detalhes Travessia, A - nova edição Autor: William P. Young Gênero: Mais Detalhes Sem fôlego Autor: Abbi Glines Gênero: Romance Mais Detalhes Coluna de fogo Autor: Ken Follett Gênero: Romance Mais Detalhes coroa da vingança, A Autor: Colleen Houck Gênero: Romance Mais Detalhes irmã da pérola, A Autor: Lucinda Riley Gênero: Romance Mais Detalhes Dois a dois Autor: Nicholas Sparks Gênero: Romance Mais Detalhes árvore dos anjos, A Autor: Lucinda Riley Gênero: Romance Editora Arqueiro Livros Fantasia Ficção Ficção Científica Jovem Não Ficção Policial Romance Romance De Época Romance Histórico Terror Thriller Séries Quarteto Smythe-Smith A Maldição Do Tigre A Pousada A Saga Do Império A Saga Do Mago A Sina Do Sete Agentes Da Coroa Alex Cross Anjo Da Noite As Crônicas Das Irmãs Bruxas As Modistas As Quatro Estações Do Amor As Sete Irmãs Caroline E West Chance Ciclo Terramar Clube Das Mulheres Contra O Crime Desejo Proibido Deuses Do Egito Escola Irmãs Lyndon Mar Despedaçado Mickey Bolitar Myron Bolitar Nina Borg Nobres Vigaristas Noites Em Florença Números Do Amor O Doador De Memórias O Livro Malazano Dos Caídos O Mochileiro Das Galáxias Os Bedwyns Os Bridgertons Os Guardiões Os Hathaways Os Números Do Amor Os Ravenels Os Rothwells Outlander Perfeição Private Quarteto De Noivas Sea Breeze Sem Limites Signos Do Amor Tensão Tigana Trilogia A Crônica Do Matador Do Rei Trilogia A Passagem Trilogia A Primeira Lei Trilogia Das Joias Negras Trilogia Espada De Shannara Trilogia O Inferno De Gabriel Trilogia O Século Trilogia Primos O'Dwyer Arqueiro Lançamentos Próximos Lançamentos E-books Autores Receba novidades Newsletter Fale Conosco Editora Arqueiro © 2018. 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https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Genderqueer&veaction=edit§ion=17
  Genderqueer – Wikipédia, a enciclopédia livre Genderqueer Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2016). Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior . Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade ... , livros e acadêmico ) A bandeira genderqueer . Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall ... Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria CACHE

Genderqueer – Wikipédia, a enciclopédia livre Genderqueer Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2016). Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior . Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Pode encontrar ajuda no WikiProjeto Ciências sociais . Se existir um WikiProjeto mais adequado, por favor corrija esta predefinição. Este artigo está para revisão desde julho de 2015 . Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde julho de 2015) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) A bandeira genderqueer . Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Genderqueer ( GQ . ou não-binário ) é um ' termo guarda-chuva ' (termo que, neste caso, embarca várias identidades diferentes dentro de si) para identidades de gênero que não sejam exclusivamente homem nem mulher, estando portanto fora do binário de gênero e da cisnormatividade . [ 1 ] Pessoas que se identificam como genderqueer podem ter variadas identidades de género, entre as quais: tanto homem quanto mulher (pessoa bigênera , trigênera , pangênera /multigênera) parcialmente homem ou mulher (pessoa demigênera) nem homem, nem mulher (pessoa sem gênero, agênera ) fluida entre os gêneros (gênero fluido) [ 2 ] terceiro gênero ou outro-gênero. incluindo pessoas que não nomeiam seu gênero [ 3 ] Índice 1 Diferença entre gênero, expressão de gênero e sexo biológico 2 Termos de Gênero 2.1 Geral 2.2 Gênero fluido 2.3 Agênero e Neutrois 2.4 Demigênero 2.5 Multigênero 3 História 4 A bandeira genderqueer 5 Pessoas genderqueer notáveis 6 Discriminação 6.1 Estados Unidos da América (E.U.A.) 7 Estado legal 7.1 Austrália 7.1.1 Opção 'X' no passaporte 7.2 Japão 8 Ver também 9 Referências Diferença entre gênero, expressão de gênero e sexo biológico [ editar | editar código-fonte ] O sexo biológico relaciona-se com o corpo, e é designado à nascença por médicos com base nas genitálias independentemente do gênero com que os bebês se possam vir a identificar mais tarde. Há 3 sexos: masculino, feminino e intersexo . O gênero é uma questão de autopercepção e não se prende com fatores externos. Uma pessoa pode ser cis (identifica-se com o gênero designado à nascença) ou trans (pode ser transexual - passa por tratamento médico para se assemelhar ao que a sociedade percepciona como o gênero com que ela se identifica - ou pode ser transgênero - não passando por tratamento médico, devido a razões pessoais, econômicas ou outras). Sendo trans, pode identificar-se com um gênero binário (homem ou mulher) ou não-binário (ver adiante). Expressão de gênero resulta de uma combinação entre comportamento social e maneirismos, com aparência (penteado, roupas...), e é geralmente encarada como feminina ou masculina. Considera-se que quem não exibe um alinhamento entre o que se considera feminino ou masculino é andrógino ou gênero não-conformativo. Termos de Gênero [ editar | editar código-fonte ] Geral [ editar | editar código-fonte ] Algumas pessoas genderqueer preferem utilizar pronomes neutros , tais como ' one ', ' ze ', ' sie ', ' hir ', ' co ', ' ey ' ou a versão singular de 'they', 'their' and 'them' , enquanto outros preferem os pronomes binários convencionais 'ela' ou 'ele'. Há ainda pessoas genderqueer que preferem que sejam referidas por pronomes alternados, variando por exemplo entre 'ele' e 'ela', e outras preferem não usar pronomes de todo. [ 4 ] Muitas pessoas genderqueer preferem o uso de uma linguagem neutra adicional, tal como (em Inglês) o título ' Mx ' em vez de Mr. ou Ms. Genderqueer foi uma das 56 opções de identidade de gênero adicionadas ao Facebook em Fevereiro de 2014. [ 5 ] Ao contrário do que se possa pensar, a identificação com gêneros não-binários não tem qualquer correlação com o facto de alguém ser, ou não, intersexo. Gênero fluido [ editar | editar código-fonte ] O gênero com que a pessoa se identifica varia através do tempo: às vezes sente-se cis, outras vezes trans binário, outras vezes trans não-binário, noutras identifica-se com vários gêneros, ou com nenhum. A velocidade com que o gênero muda varia de pessoa para pessoa, e para alguém se considerar gênero fluido, não tem de experienciar identificar-se com todos os gêneros. Além disso, gênero fluido não é uma mistura de identidades – é uma identidade própria. Agênero e Neutrois [ editar | editar código-fonte ] Apesar de tenderem a confundir-se, e de várias pessoas aplicarem a si mesmas ambos os termos, implicam coisas diferentes: o primeiro associa-se à negação de uma identificação, enquanto que o segundo é uma identificação-própria, relativamente aos gêneros binários. Agênero: Significa “sem gênero”, e quer dizer que a pessoa não se identifica com nenhum gênero, nem mesmo o fluido. Neutrois: Identifica-se como sendo gênero neutro. É diferente de não ter gênero. Demigênero [ editar | editar código-fonte ] Implica uma conexão parcial em relação a um certo gênero, sendo um termo guarda-chuva que engloba, por exemplo, demiboy (alguém que se identifica parcialmente com o gênero masculino) ou demigirl… Multigênero [ editar | editar código-fonte ] Identificação simultânea (mas com graus de identificação variáveis) com 2 ou mais gêneros. Ver também: pangênero . História [ editar | editar código-fonte ] A palavra genderqueer tem origem nos anos 90 , e começou por ser chamada 'Gender Queer' antes que se tornasse uma única palavra. O significado original era literalmente 'queer gender', traduzido para Português como 'género estranho'. O uso mais antigo da palavra é atribuído a Riki Anne Wilchins , ativista dos direitos LGBT+, que utilizou o conceito na primavera de 1995 na newsletter In Your Face . A bandeira genderqueer [ editar | editar código-fonte ] Criada por Marilyn Roxie em 2011, a bandeira de orgulho genderqueer e não-binário consiste em três riscas horizontais e foi criada para complementar as atuais bandeiras de gênero e sexualidade. A risca roxa, mistura de azul e rosa (cores tradicionalmente associadas com homens e mulheres, respetivamente), representa a androginia e 'queerness'. O branco simboliza agênero, refletindo o uso de branco na bandeira trans para gêneros neutros, e o verde representa todos cuja identidade está fora do gênero binário. Em 2013, Roxie clarificou que a semelhança entre as cores desta bandeira e a da 'Women's Social and Political Union', uma organização de sufrágio baseada no Reino Unido, não era intencional. Pessoas genderqueer notáveis [ editar | editar código-fonte ] Angel Haze , rapper de origem norte-americana, identifica-se como agender , tendo revelado a sua identidade de gênero publicamente em Fevereiro de 2015. O seu pronome pessoal de escolha é o ' singular they '. [ 6 ] Ruby Rose , atriz, modelo e DJ australiana, identifica-se como gênero fluido. O seu pronome pessoal de escolha é 'ela'. Discriminação [ editar | editar código-fonte ] Estados Unidos da América (E.U.A.) [ editar | editar código-fonte ] A maioria dos interrogados no questionário ' National Transgender Discrimination Survey ' escolheu a opção 'Um gênero não listado aqui'. 90% dos interrogados Q3GNLH ('Question 3 Gender Not Listed Here') reportaram testemunhar preconceitos anti-trans no local de trabalho e 43% reportaram ter tentado cometer suicídio . [ 7 ] Estado legal [ editar | editar código-fonte ] Austrália [ editar | editar código-fonte ] Opção 'X' no passaporte [ editar | editar código-fonte ] Desde 2003 que os cidadãos Australianos podem escolher 'X' como o seu gênero. [ 8 ] Japão [ editar | editar código-fonte ] No Japão, o ' X-gender ' é um terceiro género e identidade genderqueer conhecida como Xジェンダー . Ver também [ editar | editar código-fonte ] Transgênero Pangênero Identidade de gênero Queer Androginia Sistema de gênero Referências ↑ Usher, Raven, ed. (2006). North American Lexicon of Transgender Terms . San Francisco : [s.n.] ISBN 9781879194625 . OCLC 184841392 ↑ Winter, Claire Ruth (2010). Understanding Transgender Diversity: A Sensible Explanation of Sexual and Gender Identities . [S.l.]: CreateSpace. ISBN 9781456314903 . OCLC 703235508 ↑ Beemyn, Brett Genny (2008). «Genderqueer» . glbtq: An Encyclopedia of Gay, Lesbian, Bisexual, Transgender, and Queer Culture . Chicago : glbtq, Inc . Consultado em 3 de maio de 2012 ↑ Feinberg, Leslie (1996). Transgender Warriors: Making History from Joan of Arc to Dennis Rodman . [S.l.: s.n.] ↑ Peter Weber (21 de Fevereiro de 2014). «Confused by All the New Facebook Genders? Here's What They Mean.» ↑ «Twitter de Angel Haze» . 14 de Fevereiro de 2015 ↑ Jack Harrison, Jaime Grant e Jody L. Herman. «A Gender Not Listed Here: Genderqueers, Gender Rebels, and OtherWise in the National Transgender Discrimination Survey» (PDF) ↑ «Ten years of 'X' passports, and no protection from discrimination» . 12 de Janeiro de 2013 v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Genderqueer&oldid=51089736 ' Categorias : Transgeneridade Gênero Identidade de gênero Palavras, frases e expressões em inglês Categorias ocultas: !Páginas a reciclar desde dezembro de 2016 !Artigos a revisar sobre Ciências sociais !Artigos a revisar desde julho de 2015 !Artigos que carecem de notas de rodapé desde julho de 2015 !Navecaixas órfãs Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Català Čeština Cymraeg Dansk English Esperanto Español Euskara فارسی Suomi Français עברית Bahasa Indonesia Italiano 日本語 한국어 Nederlands Polski Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Slovenčina Svenska Tagalog Українська 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 22h34min de 22 de janeiro de 2018. 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  Genderqueer – Wikipédia, a enciclopédia livre Genderqueer Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2016). Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior . Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade ... , livros e acadêmico ) A bandeira genderqueer . Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall ... Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria CACHE

Genderqueer – Wikipédia, a enciclopédia livre Genderqueer Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2016). Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior . Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Pode encontrar ajuda no WikiProjeto Ciências sociais . Se existir um WikiProjeto mais adequado, por favor corrija esta predefinição. Este artigo está para revisão desde julho de 2015 . Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde julho de 2015) . Por favor, insira mais referências no texto . 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Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Genderqueer ( GQ . ou não-binário ) é um ' termo guarda-chuva ' (termo que, neste caso, embarca várias identidades diferentes dentro de si) para identidades de gênero que não sejam exclusivamente homem nem mulher, estando portanto fora do binário de gênero e da cisnormatividade . [ 1 ] Pessoas que se identificam como genderqueer podem ter variadas identidades de género, entre as quais: tanto homem quanto mulher (pessoa bigênera , trigênera , pangênera /multigênera) parcialmente homem ou mulher (pessoa demigênera) nem homem, nem mulher (pessoa sem gênero, agênera ) fluida entre os gêneros (gênero fluido) [ 2 ] terceiro gênero ou outro-gênero. incluindo pessoas que não nomeiam seu gênero [ 3 ] Índice 1 Diferença entre gênero, expressão de gênero e sexo biológico 2 Termos de Gênero 2.1 Geral 2.2 Gênero fluido 2.3 Agênero e Neutrois 2.4 Demigênero 2.5 Multigênero 3 História 4 A bandeira genderqueer 5 Pessoas genderqueer notáveis 6 Discriminação 6.1 Estados Unidos da América (E.U.A.) 7 Estado legal 7.1 Austrália 7.1.1 Opção 'X' no passaporte 7.2 Japão 8 Ver também 9 Referências Diferença entre gênero, expressão de gênero e sexo biológico [ editar | editar código-fonte ] O sexo biológico relaciona-se com o corpo, e é designado à nascença por médicos com base nas genitálias independentemente do gênero com que os bebês se possam vir a identificar mais tarde. Há 3 sexos: masculino, feminino e intersexo . O gênero é uma questão de autopercepção e não se prende com fatores externos. Uma pessoa pode ser cis (identifica-se com o gênero designado à nascença) ou trans (pode ser transexual - passa por tratamento médico para se assemelhar ao que a sociedade percepciona como o gênero com que ela se identifica - ou pode ser transgênero - não passando por tratamento médico, devido a razões pessoais, econômicas ou outras). Sendo trans, pode identificar-se com um gênero binário (homem ou mulher) ou não-binário (ver adiante). Expressão de gênero resulta de uma combinação entre comportamento social e maneirismos, com aparência (penteado, roupas...), e é geralmente encarada como feminina ou masculina. Considera-se que quem não exibe um alinhamento entre o que se considera feminino ou masculino é andrógino ou gênero não-conformativo. Termos de Gênero [ editar | editar código-fonte ] Geral [ editar | editar código-fonte ] Algumas pessoas genderqueer preferem utilizar pronomes neutros , tais como ' one ', ' ze ', ' sie ', ' hir ', ' co ', ' ey ' ou a versão singular de 'they', 'their' and 'them' , enquanto outros preferem os pronomes binários convencionais 'ela' ou 'ele'. Há ainda pessoas genderqueer que preferem que sejam referidas por pronomes alternados, variando por exemplo entre 'ele' e 'ela', e outras preferem não usar pronomes de todo. [ 4 ] Muitas pessoas genderqueer preferem o uso de uma linguagem neutra adicional, tal como (em Inglês) o título ' Mx ' em vez de Mr. ou Ms. Genderqueer foi uma das 56 opções de identidade de gênero adicionadas ao Facebook em Fevereiro de 2014. [ 5 ] Ao contrário do que se possa pensar, a identificação com gêneros não-binários não tem qualquer correlação com o facto de alguém ser, ou não, intersexo. Gênero fluido [ editar | editar código-fonte ] O gênero com que a pessoa se identifica varia através do tempo: às vezes sente-se cis, outras vezes trans binário, outras vezes trans não-binário, noutras identifica-se com vários gêneros, ou com nenhum. A velocidade com que o gênero muda varia de pessoa para pessoa, e para alguém se considerar gênero fluido, não tem de experienciar identificar-se com todos os gêneros. Além disso, gênero fluido não é uma mistura de identidades – é uma identidade própria. Agênero e Neutrois [ editar | editar código-fonte ] Apesar de tenderem a confundir-se, e de várias pessoas aplicarem a si mesmas ambos os termos, implicam coisas diferentes: o primeiro associa-se à negação de uma identificação, enquanto que o segundo é uma identificação-própria, relativamente aos gêneros binários. Agênero: Significa “sem gênero”, e quer dizer que a pessoa não se identifica com nenhum gênero, nem mesmo o fluido. Neutrois: Identifica-se como sendo gênero neutro. É diferente de não ter gênero. Demigênero [ editar | editar código-fonte ] Implica uma conexão parcial em relação a um certo gênero, sendo um termo guarda-chuva que engloba, por exemplo, demiboy (alguém que se identifica parcialmente com o gênero masculino) ou demigirl… Multigênero [ editar | editar código-fonte ] Identificação simultânea (mas com graus de identificação variáveis) com 2 ou mais gêneros. Ver também: pangênero . História [ editar | editar código-fonte ] A palavra genderqueer tem origem nos anos 90 , e começou por ser chamada 'Gender Queer' antes que se tornasse uma única palavra. O significado original era literalmente 'queer gender', traduzido para Português como 'género estranho'. O uso mais antigo da palavra é atribuído a Riki Anne Wilchins , ativista dos direitos LGBT+, que utilizou o conceito na primavera de 1995 na newsletter In Your Face . A bandeira genderqueer [ editar | editar código-fonte ] Criada por Marilyn Roxie em 2011, a bandeira de orgulho genderqueer e não-binário consiste em três riscas horizontais e foi criada para complementar as atuais bandeiras de gênero e sexualidade. A risca roxa, mistura de azul e rosa (cores tradicionalmente associadas com homens e mulheres, respetivamente), representa a androginia e 'queerness'. O branco simboliza agênero, refletindo o uso de branco na bandeira trans para gêneros neutros, e o verde representa todos cuja identidade está fora do gênero binário. Em 2013, Roxie clarificou que a semelhança entre as cores desta bandeira e a da 'Women's Social and Political Union', uma organização de sufrágio baseada no Reino Unido, não era intencional. Pessoas genderqueer notáveis [ editar | editar código-fonte ] Angel Haze , rapper de origem norte-americana, identifica-se como agender , tendo revelado a sua identidade de gênero publicamente em Fevereiro de 2015. O seu pronome pessoal de escolha é o ' singular they '. [ 6 ] Ruby Rose , atriz, modelo e DJ australiana, identifica-se como gênero fluido. O seu pronome pessoal de escolha é 'ela'. Discriminação [ editar | editar código-fonte ] Estados Unidos da América (E.U.A.) [ editar | editar código-fonte ] A maioria dos interrogados no questionário ' National Transgender Discrimination Survey ' escolheu a opção 'Um gênero não listado aqui'. 90% dos interrogados Q3GNLH ('Question 3 Gender Not Listed Here') reportaram testemunhar preconceitos anti-trans no local de trabalho e 43% reportaram ter tentado cometer suicídio . [ 7 ] Estado legal [ editar | editar código-fonte ] Austrália [ editar | editar código-fonte ] Opção 'X' no passaporte [ editar | editar código-fonte ] Desde 2003 que os cidadãos Australianos podem escolher 'X' como o seu gênero. [ 8 ] Japão [ editar | editar código-fonte ] No Japão, o ' X-gender ' é um terceiro género e identidade genderqueer conhecida como Xジェンダー . Ver também [ editar | editar código-fonte ] Transgênero Pangênero Identidade de gênero Queer Androginia Sistema de gênero Referências ↑ Usher, Raven, ed. (2006). North American Lexicon of Transgender Terms . San Francisco : [s.n.] ISBN 9781879194625 . OCLC 184841392 ↑ Winter, Claire Ruth (2010). Understanding Transgender Diversity: A Sensible Explanation of Sexual and Gender Identities . [S.l.]: CreateSpace. ISBN 9781456314903 . OCLC 703235508 ↑ Beemyn, Brett Genny (2008). «Genderqueer» . glbtq: An Encyclopedia of Gay, Lesbian, Bisexual, Transgender, and Queer Culture . Chicago : glbtq, Inc . Consultado em 3 de maio de 2012 ↑ Feinberg, Leslie (1996). Transgender Warriors: Making History from Joan of Arc to Dennis Rodman . [S.l.: s.n.] ↑ Peter Weber (21 de Fevereiro de 2014). «Confused by All the New Facebook Genders? Here's What They Mean.» ↑ «Twitter de Angel Haze» . 14 de Fevereiro de 2015 ↑ Jack Harrison, Jaime Grant e Jody L. Herman. «A Gender Not Listed Here: Genderqueers, Gender Rebels, and OtherWise in the National Transgender Discrimination Survey» (PDF) ↑ «Ten years of 'X' passports, and no protection from discrimination» . 12 de Janeiro de 2013 v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Genderqueer&oldid=51089736 ' Categorias : Transgeneridade Gênero Identidade de gênero Palavras, frases e expressões em inglês Categorias ocultas: !Páginas a reciclar desde dezembro de 2016 !Artigos a revisar sobre Ciências sociais !Artigos a revisar desde julho de 2015 !Artigos que carecem de notas de rodapé desde julho de 2015 !Navecaixas órfãs Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Català Čeština Cymraeg Dansk English Esperanto Español Euskara فارسی Suomi Français עברית Bahasa Indonesia Italiano 日本語 한국어 Nederlands Polski Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Slovenčina Svenska Tagalog Українська 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 22h34min de 22 de janeiro de 2018. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Genderqueer – Wikipédia, a enciclopédia livre Genderqueer Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2016). Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior . Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade ... , livros e acadêmico ) A bandeira genderqueer . Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall ... Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria CACHE

Genderqueer – Wikipédia, a enciclopédia livre Genderqueer Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2016). Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior . Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Pode encontrar ajuda no WikiProjeto Ciências sociais . Se existir um WikiProjeto mais adequado, por favor corrija esta predefinição. Este artigo está para revisão desde julho de 2015 . Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde julho de 2015) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) A bandeira genderqueer . Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Genderqueer ( GQ . ou não-binário ) é um ' termo guarda-chuva ' (termo que, neste caso, embarca várias identidades diferentes dentro de si) para identidades de gênero que não sejam exclusivamente homem nem mulher, estando portanto fora do binário de gênero e da cisnormatividade . [ 1 ] Pessoas que se identificam como genderqueer podem ter variadas identidades de género, entre as quais: tanto homem quanto mulher (pessoa bigênera , trigênera , pangênera /multigênera) parcialmente homem ou mulher (pessoa demigênera) nem homem, nem mulher (pessoa sem gênero, agênera ) fluida entre os gêneros (gênero fluido) [ 2 ] terceiro gênero ou outro-gênero. incluindo pessoas que não nomeiam seu gênero [ 3 ] Índice 1 Diferença entre gênero, expressão de gênero e sexo biológico 2 Termos de Gênero 2.1 Geral 2.2 Gênero fluido 2.3 Agênero e Neutrois 2.4 Demigênero 2.5 Multigênero 3 História 4 A bandeira genderqueer 5 Pessoas genderqueer notáveis 6 Discriminação 6.1 Estados Unidos da América (E.U.A.) 7 Estado legal 7.1 Austrália 7.1.1 Opção 'X' no passaporte 7.2 Japão 8 Ver também 9 Referências Diferença entre gênero, expressão de gênero e sexo biológico [ editar | editar código-fonte ] O sexo biológico relaciona-se com o corpo, e é designado à nascença por médicos com base nas genitálias independentemente do gênero com que os bebês se possam vir a identificar mais tarde. Há 3 sexos: masculino, feminino e intersexo . O gênero é uma questão de autopercepção e não se prende com fatores externos. Uma pessoa pode ser cis (identifica-se com o gênero designado à nascença) ou trans (pode ser transexual - passa por tratamento médico para se assemelhar ao que a sociedade percepciona como o gênero com que ela se identifica - ou pode ser transgênero - não passando por tratamento médico, devido a razões pessoais, econômicas ou outras). Sendo trans, pode identificar-se com um gênero binário (homem ou mulher) ou não-binário (ver adiante). Expressão de gênero resulta de uma combinação entre comportamento social e maneirismos, com aparência (penteado, roupas...), e é geralmente encarada como feminina ou masculina. Considera-se que quem não exibe um alinhamento entre o que se considera feminino ou masculino é andrógino ou gênero não-conformativo. Termos de Gênero [ editar | editar código-fonte ] Geral [ editar | editar código-fonte ] Algumas pessoas genderqueer preferem utilizar pronomes neutros , tais como ' one ', ' ze ', ' sie ', ' hir ', ' co ', ' ey ' ou a versão singular de 'they', 'their' and 'them' , enquanto outros preferem os pronomes binários convencionais 'ela' ou 'ele'. Há ainda pessoas genderqueer que preferem que sejam referidas por pronomes alternados, variando por exemplo entre 'ele' e 'ela', e outras preferem não usar pronomes de todo. [ 4 ] Muitas pessoas genderqueer preferem o uso de uma linguagem neutra adicional, tal como (em Inglês) o título ' Mx ' em vez de Mr. ou Ms. Genderqueer foi uma das 56 opções de identidade de gênero adicionadas ao Facebook em Fevereiro de 2014. [ 5 ] Ao contrário do que se possa pensar, a identificação com gêneros não-binários não tem qualquer correlação com o facto de alguém ser, ou não, intersexo. Gênero fluido [ editar | editar código-fonte ] O gênero com que a pessoa se identifica varia através do tempo: às vezes sente-se cis, outras vezes trans binário, outras vezes trans não-binário, noutras identifica-se com vários gêneros, ou com nenhum. A velocidade com que o gênero muda varia de pessoa para pessoa, e para alguém se considerar gênero fluido, não tem de experienciar identificar-se com todos os gêneros. Além disso, gênero fluido não é uma mistura de identidades – é uma identidade própria. Agênero e Neutrois [ editar | editar código-fonte ] Apesar de tenderem a confundir-se, e de várias pessoas aplicarem a si mesmas ambos os termos, implicam coisas diferentes: o primeiro associa-se à negação de uma identificação, enquanto que o segundo é uma identificação-própria, relativamente aos gêneros binários. Agênero: Significa “sem gênero”, e quer dizer que a pessoa não se identifica com nenhum gênero, nem mesmo o fluido. Neutrois: Identifica-se como sendo gênero neutro. É diferente de não ter gênero. Demigênero [ editar | editar código-fonte ] Implica uma conexão parcial em relação a um certo gênero, sendo um termo guarda-chuva que engloba, por exemplo, demiboy (alguém que se identifica parcialmente com o gênero masculino) ou demigirl… Multigênero [ editar | editar código-fonte ] Identificação simultânea (mas com graus de identificação variáveis) com 2 ou mais gêneros. Ver também: pangênero . História [ editar | editar código-fonte ] A palavra genderqueer tem origem nos anos 90 , e começou por ser chamada 'Gender Queer' antes que se tornasse uma única palavra. O significado original era literalmente 'queer gender', traduzido para Português como 'género estranho'. O uso mais antigo da palavra é atribuído a Riki Anne Wilchins , ativista dos direitos LGBT+, que utilizou o conceito na primavera de 1995 na newsletter In Your Face . A bandeira genderqueer [ editar | editar código-fonte ] Criada por Marilyn Roxie em 2011, a bandeira de orgulho genderqueer e não-binário consiste em três riscas horizontais e foi criada para complementar as atuais bandeiras de gênero e sexualidade. A risca roxa, mistura de azul e rosa (cores tradicionalmente associadas com homens e mulheres, respetivamente), representa a androginia e 'queerness'. O branco simboliza agênero, refletindo o uso de branco na bandeira trans para gêneros neutros, e o verde representa todos cuja identidade está fora do gênero binário. Em 2013, Roxie clarificou que a semelhança entre as cores desta bandeira e a da 'Women's Social and Political Union', uma organização de sufrágio baseada no Reino Unido, não era intencional. Pessoas genderqueer notáveis [ editar | editar código-fonte ] Angel Haze , rapper de origem norte-americana, identifica-se como agender , tendo revelado a sua identidade de gênero publicamente em Fevereiro de 2015. O seu pronome pessoal de escolha é o ' singular they '. [ 6 ] Ruby Rose , atriz, modelo e DJ australiana, identifica-se como gênero fluido. O seu pronome pessoal de escolha é 'ela'. Discriminação [ editar | editar código-fonte ] Estados Unidos da América (E.U.A.) [ editar | editar código-fonte ] A maioria dos interrogados no questionário ' National Transgender Discrimination Survey ' escolheu a opção 'Um gênero não listado aqui'. 90% dos interrogados Q3GNLH ('Question 3 Gender Not Listed Here') reportaram testemunhar preconceitos anti-trans no local de trabalho e 43% reportaram ter tentado cometer suicídio . [ 7 ] Estado legal [ editar | editar código-fonte ] Austrália [ editar | editar código-fonte ] Opção 'X' no passaporte [ editar | editar código-fonte ] Desde 2003 que os cidadãos Australianos podem escolher 'X' como o seu gênero. [ 8 ] Japão [ editar | editar código-fonte ] No Japão, o ' X-gender ' é um terceiro género e identidade genderqueer conhecida como Xジェンダー . Ver também [ editar | editar código-fonte ] Transgênero Pangênero Identidade de gênero Queer Androginia Sistema de gênero Referências ↑ Usher, Raven, ed. (2006). North American Lexicon of Transgender Terms . San Francisco : [s.n.] ISBN 9781879194625 . OCLC 184841392 ↑ Winter, Claire Ruth (2010). Understanding Transgender Diversity: A Sensible Explanation of Sexual and Gender Identities . [S.l.]: CreateSpace. ISBN 9781456314903 . OCLC 703235508 ↑ Beemyn, Brett Genny (2008). «Genderqueer» . glbtq: An Encyclopedia of Gay, Lesbian, Bisexual, Transgender, and Queer Culture . Chicago : glbtq, Inc . Consultado em 3 de maio de 2012 ↑ Feinberg, Leslie (1996). Transgender Warriors: Making History from Joan of Arc to Dennis Rodman . [S.l.: s.n.] ↑ Peter Weber (21 de Fevereiro de 2014). «Confused by All the New Facebook Genders? Here's What They Mean.» ↑ «Twitter de Angel Haze» . 14 de Fevereiro de 2015 ↑ Jack Harrison, Jaime Grant e Jody L. Herman. «A Gender Not Listed Here: Genderqueers, Gender Rebels, and OtherWise in the National Transgender Discrimination Survey» (PDF) ↑ «Ten years of 'X' passports, and no protection from discrimination» . 12 de Janeiro de 2013 v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Genderqueer&oldid=51089736 ' Categorias : Transgeneridade Gênero Identidade de gênero Palavras, frases e expressões em inglês Categorias ocultas: !Páginas a reciclar desde dezembro de 2016 !Artigos a revisar sobre Ciências sociais !Artigos a revisar desde julho de 2015 !Artigos que carecem de notas de rodapé desde julho de 2015 !Navecaixas órfãs Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Català Čeština Cymraeg Dansk English Esperanto Español Euskara فارسی Suomi Français עברית Bahasa Indonesia Italiano 日本語 한국어 Nederlands Polski Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Slovenčina Svenska Tagalog Українська 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 22h34min de 22 de janeiro de 2018. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Genderqueer – Wikipédia, a enciclopédia livre Genderqueer Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2016). Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior . Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade ... , livros e acadêmico ) A bandeira genderqueer . Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall ... Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria CACHE

Genderqueer – Wikipédia, a enciclopédia livre Genderqueer Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde dezembro de 2016). Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior . Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Pode encontrar ajuda no WikiProjeto Ciências sociais . Se existir um WikiProjeto mais adequado, por favor corrija esta predefinição. Este artigo está para revisão desde julho de 2015 . Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde julho de 2015) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) A bandeira genderqueer . Transgeneridade Conceitos Gênero Cisgênero Bigênero Binário de gênero Sexo Travestilidade Transexualidade Diversidade sexual Identidade de gênero Transtorno de identidade de gênero Papel social de gênero Queer Pós-gênero História Rebelião de Stonewall Anexo:Cronologia da história LGBT Identidades Mulher transexual Homem transexual Travesti Transgênero Genderqueer ou Não-binário Terceiro gênero Dois-espíritos Drag queen Drag king Fa'afafine Fakaleiti Hijra Kathoey Khanith Mahu Mukhannathun Muxe Virgem juramentada Acadêmico Estudos de gênero Teoria Queer Visões feministas Discriminação Transfobia Cissexismo Binarismo Transmisoginia Ativismo Movimento LGBT Transfeminismo Portal • Categoria v • e Genderqueer ( GQ . ou não-binário ) é um ' termo guarda-chuva ' (termo que, neste caso, embarca várias identidades diferentes dentro de si) para identidades de gênero que não sejam exclusivamente homem nem mulher, estando portanto fora do binário de gênero e da cisnormatividade . [ 1 ] Pessoas que se identificam como genderqueer podem ter variadas identidades de género, entre as quais: tanto homem quanto mulher (pessoa bigênera , trigênera , pangênera /multigênera) parcialmente homem ou mulher (pessoa demigênera) nem homem, nem mulher (pessoa sem gênero, agênera ) fluida entre os gêneros (gênero fluido) [ 2 ] terceiro gênero ou outro-gênero. incluindo pessoas que não nomeiam seu gênero [ 3 ] Índice 1 Diferença entre gênero, expressão de gênero e sexo biológico 2 Termos de Gênero 2.1 Geral 2.2 Gênero fluido 2.3 Agênero e Neutrois 2.4 Demigênero 2.5 Multigênero 3 História 4 A bandeira genderqueer 5 Pessoas genderqueer notáveis 6 Discriminação 6.1 Estados Unidos da América (E.U.A.) 7 Estado legal 7.1 Austrália 7.1.1 Opção 'X' no passaporte 7.2 Japão 8 Ver também 9 Referências Diferença entre gênero, expressão de gênero e sexo biológico [ editar | editar código-fonte ] O sexo biológico relaciona-se com o corpo, e é designado à nascença por médicos com base nas genitálias independentemente do gênero com que os bebês se possam vir a identificar mais tarde. Há 3 sexos: masculino, feminino e intersexo . O gênero é uma questão de autopercepção e não se prende com fatores externos. Uma pessoa pode ser cis (identifica-se com o gênero designado à nascença) ou trans (pode ser transexual - passa por tratamento médico para se assemelhar ao que a sociedade percepciona como o gênero com que ela se identifica - ou pode ser transgênero - não passando por tratamento médico, devido a razões pessoais, econômicas ou outras). Sendo trans, pode identificar-se com um gênero binário (homem ou mulher) ou não-binário (ver adiante). Expressão de gênero resulta de uma combinação entre comportamento social e maneirismos, com aparência (penteado, roupas...), e é geralmente encarada como feminina ou masculina. Considera-se que quem não exibe um alinhamento entre o que se considera feminino ou masculino é andrógino ou gênero não-conformativo. Termos de Gênero [ editar | editar código-fonte ] Geral [ editar | editar código-fonte ] Algumas pessoas genderqueer preferem utilizar pronomes neutros , tais como ' one ', ' ze ', ' sie ', ' hir ', ' co ', ' ey ' ou a versão singular de 'they', 'their' and 'them' , enquanto outros preferem os pronomes binários convencionais 'ela' ou 'ele'. Há ainda pessoas genderqueer que preferem que sejam referidas por pronomes alternados, variando por exemplo entre 'ele' e 'ela', e outras preferem não usar pronomes de todo. [ 4 ] Muitas pessoas genderqueer preferem o uso de uma linguagem neutra adicional, tal como (em Inglês) o título ' Mx ' em vez de Mr. ou Ms. Genderqueer foi uma das 56 opções de identidade de gênero adicionadas ao Facebook em Fevereiro de 2014. [ 5 ] Ao contrário do que se possa pensar, a identificação com gêneros não-binários não tem qualquer correlação com o facto de alguém ser, ou não, intersexo. Gênero fluido [ editar | editar código-fonte ] O gênero com que a pessoa se identifica varia através do tempo: às vezes sente-se cis, outras vezes trans binário, outras vezes trans não-binário, noutras identifica-se com vários gêneros, ou com nenhum. A velocidade com que o gênero muda varia de pessoa para pessoa, e para alguém se considerar gênero fluido, não tem de experienciar identificar-se com todos os gêneros. Além disso, gênero fluido não é uma mistura de identidades – é uma identidade própria. Agênero e Neutrois [ editar | editar código-fonte ] Apesar de tenderem a confundir-se, e de várias pessoas aplicarem a si mesmas ambos os termos, implicam coisas diferentes: o primeiro associa-se à negação de uma identificação, enquanto que o segundo é uma identificação-própria, relativamente aos gêneros binários. Agênero: Significa “sem gênero”, e quer dizer que a pessoa não se identifica com nenhum gênero, nem mesmo o fluido. Neutrois: Identifica-se como sendo gênero neutro. É diferente de não ter gênero. Demigênero [ editar | editar código-fonte ] Implica uma conexão parcial em relação a um certo gênero, sendo um termo guarda-chuva que engloba, por exemplo, demiboy (alguém que se identifica parcialmente com o gênero masculino) ou demigirl… Multigênero [ editar | editar código-fonte ] Identificação simultânea (mas com graus de identificação variáveis) com 2 ou mais gêneros. Ver também: pangênero . História [ editar | editar código-fonte ] A palavra genderqueer tem origem nos anos 90 , e começou por ser chamada 'Gender Queer' antes que se tornasse uma única palavra. O significado original era literalmente 'queer gender', traduzido para Português como 'género estranho'. O uso mais antigo da palavra é atribuído a Riki Anne Wilchins , ativista dos direitos LGBT+, que utilizou o conceito na primavera de 1995 na newsletter In Your Face . A bandeira genderqueer [ editar | editar código-fonte ] Criada por Marilyn Roxie em 2011, a bandeira de orgulho genderqueer e não-binário consiste em três riscas horizontais e foi criada para complementar as atuais bandeiras de gênero e sexualidade. A risca roxa, mistura de azul e rosa (cores tradicionalmente associadas com homens e mulheres, respetivamente), representa a androginia e 'queerness'. O branco simboliza agênero, refletindo o uso de branco na bandeira trans para gêneros neutros, e o verde representa todos cuja identidade está fora do gênero binário. Em 2013, Roxie clarificou que a semelhança entre as cores desta bandeira e a da 'Women's Social and Political Union', uma organização de sufrágio baseada no Reino Unido, não era intencional. Pessoas genderqueer notáveis [ editar | editar código-fonte ] Angel Haze , rapper de origem norte-americana, identifica-se como agender , tendo revelado a sua identidade de gênero publicamente em Fevereiro de 2015. O seu pronome pessoal de escolha é o ' singular they '. [ 6 ] Ruby Rose , atriz, modelo e DJ australiana, identifica-se como gênero fluido. O seu pronome pessoal de escolha é 'ela'. Discriminação [ editar | editar código-fonte ] Estados Unidos da América (E.U.A.) [ editar | editar código-fonte ] A maioria dos interrogados no questionário ' National Transgender Discrimination Survey ' escolheu a opção 'Um gênero não listado aqui'. 90% dos interrogados Q3GNLH ('Question 3 Gender Not Listed Here') reportaram testemunhar preconceitos anti-trans no local de trabalho e 43% reportaram ter tentado cometer suicídio . [ 7 ] Estado legal [ editar | editar código-fonte ] Austrália [ editar | editar código-fonte ] Opção 'X' no passaporte [ editar | editar código-fonte ] Desde 2003 que os cidadãos Australianos podem escolher 'X' como o seu gênero. [ 8 ] Japão [ editar | editar código-fonte ] No Japão, o ' X-gender ' é um terceiro género e identidade genderqueer conhecida como Xジェンダー . Ver também [ editar | editar código-fonte ] Transgênero Pangênero Identidade de gênero Queer Androginia Sistema de gênero Referências ↑ Usher, Raven, ed. (2006). North American Lexicon of Transgender Terms . San Francisco : [s.n.] ISBN 9781879194625 . OCLC 184841392 ↑ Winter, Claire Ruth (2010). Understanding Transgender Diversity: A Sensible Explanation of Sexual and Gender Identities . [S.l.]: CreateSpace. ISBN 9781456314903 . OCLC 703235508 ↑ Beemyn, Brett Genny (2008). «Genderqueer» . glbtq: An Encyclopedia of Gay, Lesbian, Bisexual, Transgender, and Queer Culture . Chicago : glbtq, Inc . Consultado em 3 de maio de 2012 ↑ Feinberg, Leslie (1996). Transgender Warriors: Making History from Joan of Arc to Dennis Rodman . [S.l.: s.n.] ↑ Peter Weber (21 de Fevereiro de 2014). «Confused by All the New Facebook Genders? Here's What They Mean.» ↑ «Twitter de Angel Haze» . 14 de Fevereiro de 2015 ↑ Jack Harrison, Jaime Grant e Jody L. Herman. «A Gender Not Listed Here: Genderqueers, Gender Rebels, and OtherWise in the National Transgender Discrimination Survey» (PDF) ↑ «Ten years of 'X' passports, and no protection from discrimination» . 12 de Janeiro de 2013 v • e Identidades de gênero e sexual Identidades de gênero Gênero Ageneridade Androginia Bigeneridade Boi Cisgeneridade Crossdresser Gênero- queer Homem / Homem transexual / Homem XX Mulher / Mulher transexual / Mulher XY Hermafroditismo Intersexualidade Não-binário Não-conformidade de gênero Neutralidade de gênero Pangeneridade Sistema de gênero Transgeneridade Transexualidade Terceiro gênero Akava'ine Androgynos Bakla Bissu Dois-espíritos Eunuco Virgem juramentada Fa'afafine Fakaleiti Femminiello Galli Hijra Kathoey Khanith Köçek Māhū Maknyah Mukhannathun Muxe Sādhin Takatāpui Travesti Tumtum Winkte Orientações sexuais Binário Assexualidade Bissexualidade Monossexualidade Heterossexualidade Homossexualidade Lésbica Gay Homens que fazem sexo com homens Não-binário Pansexualidade Polissexualidade Pomossexualidade Outros Ambifilia, Androfilia, Ginefilia Assexualidade cinza Banjee Bi-curiosidade Demissexualidade Escala de Kinsey Ex- gay Ex-ex- gay Heteroflexibilidade Não-heterossexualidade Orientação romântica Queer Questionamento Temas afins Heteropatriarcado Diferença entre sexo e gênero Fêmea Feminicídio Generocídio Macho Orientação sexual egodistônica Papel social de gênero Poliamor Sexualidade feminina Sexualidade masculina Transmisoginia Transtornos do desenvolvimento sexual Violência contra o homem Violência contra a mulher Sexualidade humana Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Genderqueer&oldid=51089736 ' Categorias : Transgeneridade Gênero Identidade de gênero Palavras, frases e expressões em inglês Categorias ocultas: !Páginas a reciclar desde dezembro de 2016 !Artigos a revisar sobre Ciências sociais !Artigos a revisar desde julho de 2015 !Artigos que carecem de notas de rodapé desde julho de 2015 !Navecaixas órfãs Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Català Čeština Cymraeg Dansk English Esperanto Español Euskara فارسی Suomi Français עברית Bahasa Indonesia Italiano 日本語 한국어 Nederlands Polski Русский Srpskohrvatski / српскохрватски Slovenčina Svenska Tagalog Українська 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 22h34min de 22 de janeiro de 2018. 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  A editar Camelidae (secção) – Wikipédia, a enciclopédia livre A editar Camelidae (secção) Ir para: navegação , pesquisa Não insira textos protegidos por direitos de autor pois serão removidos. Garanta a verificabilidade das informações: cite sempre fontes fiáveis . Escreva em português formal sem alterar as versões do português . Saiba o que não fazer e evite erros comuns ao editar . Veja também as ... contra spam. Não preencha isto! == Classificação == Família ''Camelidae'' Gray, 1821 *** Gênero †''Myotylopus'' Schlaikjer, 1935 (incerta sedis) * Subfamília †Poebrodontinae J. A. Wilson, 1974 *** Gênero †''Peoreodon'' *** Gênero †''Hidrosotherium'' Wilson, 1974 * Subfamília †Poebrotheriinae Cope, 1874 *** Gênero †''Poebrotherium'' Leidy, 1847 *** Gênero †''Paralabis'' McKenna, 1966 *** Gênero †''Paratylopus'' Matthew, 1904 *** Gênero †''Gentilicamelus'' Loomis, 1936 [=''Gomphotherium''] * Subfamília CACHE

A editar Camelidae (secção) – Wikipédia, a enciclopédia livre A editar Camelidae (secção) Ir para: navegação , pesquisa Não insira textos protegidos por direitos de autor pois serão removidos. Garanta a verificabilidade das informações: cite sempre fontes fiáveis . Escreva em português formal sem alterar as versões do português . Saiba o que não fazer e evite erros comuns ao editar . Veja também as nossas políticas e recomendações e a página de ajuda . Você não está autenticado(a). Embora sua edição seja bem-vinda, o seu endereço IP será registado no histórico desta página. Pode ocultar o seu IP criando uma conta , com a qual passará a dispor de muitos outros benefícios . Verificação contra spam. Não preencha isto! == Classificação == Família ''Camelidae'' Gray, 1821 *** Gênero †''Myotylopus'' Schlaikjer, 1935 (incerta sedis) * Subfamília †Poebrodontinae J. A. Wilson, 1974 *** Gênero †''Peoreodon'' *** Gênero †''Hidrosotherium'' Wilson, 1974 * Subfamília †Poebrotheriinae Cope, 1874 *** Gênero †''Poebrotherium'' Leidy, 1847 *** Gênero †''Paralabis'' McKenna, 1966 *** Gênero †''Paratylopus'' Matthew, 1904 *** Gênero †''Gentilicamelus'' Loomis, 1936 [=''Gomphotherium''] * Subfamília †Pseudolabidinae Simpson, 1945 *** Gênero †''Pseudolabis'' Matthew, 1904 * Subfamília Camelinae (Gray, 1821) Zittel, 1893 *** Gênero †''Dyseotylops'' Stock, 1935 (incerta sedis) *** Gênero †''Nothotylopus'' Patton, 1969 (incerta sedis) ** Tribo †Protolabidini (Cope, 1884) Webb, 1965 *** Gênero †''Tanymykter'' Honey e Taylor, 1978 *** Gênero †''Michenia'' Frick e Taylor, 1971 *** Gênero †''Protolabis'' Cope, 1876 ** Tribo Lamini Webb, 1965 *** Gênero †''Hemiauchenia'' Gervais e Ameghino, 1880 *** Gênero †''Pliauchenia'' Cope, 1875 *** Gênero †''Alforjas'' Harrison, 1979 *** Gênero †''Blancocamelus'' Dalquest, 1975 *** Gênero †''Camelops'' Leidy, 1854 *** Gênero †''Palaeolama'' Gervais, 1867 *** Gênero †''Pleiolama'' Webb e Meachen, 2004 *** Gênero ''[[Lama (gênero)|Lama]]'' G. Cuvier, 1800 *** Gênero ''[[Vicugna]]'' Lesson, 1842 *** Gênero †''Eulamaops'' Ameghino, 1889 ** Tribo Camelini (Gray, 1821) Webb, 1965 *** Gênero †''Procamelus'' Leidy, 1858 *** Gênero †''Megatylopus'' Matthew e Cook, 1909 *** Gênero †''Paracamelus'' Schlosser, 1903 *** Gênero ''[[Camelus]]'' Linnaeus, 1758 *** Gênero †''Gigantocamelus'' Barbour e Schultz, 1939 *** Gênero †''Titanotylops'' Barbour e Schultz, 1934 *** Gênero †''Megacamelus'' Frick, 1929 * Subfamília †Aepycamelinae Webb, 1965 *** Gênero †''Oxydactylus'' Peterson, 1904 *** Gênero †''Australocamelus'' Patton, 1969 *** Gênero †''[[Aepycamelus]]'' MacDonald, 1956 *** Gênero †''Priscocamelus'' Stevens, 1969 *** Gênero †''Delahomeryx'' Stevens, 1969 *** Gênero †''Hesperocamelus'' MacDonald, 1949 *** Gênero †''Nothokemas'' White, 1940 * Subfamília †Miolabinae Hay, 1902 *** Gênero †''Capricamelus'' Whistler e Webb, 2005 *** Gênero †''Miolabis'' Hay, 1899 *** Gênero †''Paramiolabis'' Kelly, 1992 * Subfamília †Stenomylinae Matthew et al., 1910 ** Gênero †''Stenomylus'' Peterson, 1906 *** Gênero †''Blickomylus'' Frick e Taylor, 1968 *** Gênero †''Rakomylus'' Frick, 1937 * Subfamília †Floridatragulinae Maglio, 1966 *** Gênero †''Floridatragulus'' White, 1940 *** Gênero †''Aguascalientia'' Stevens, 1977 *** Gênero †''Cuyamacamelus'' Kelly, 1992 {{wikispecies|Camelidae}} {{commonscat|Camelidae}} {{Artiodactyla|T.|state=autocollapse}} {{esboço-artiodáctilo}} [[Categoria:Camelídeos|!]] Resumo: Ao salvar, você concorda irrevogavelmente em liberar as suas contribuições sob as licenças Creative Commons Attribution/Share-Alike License 3.0 e GFDL . Você concorda em ser creditado por reutilizadores, no mínimo, por meio de uma hiperligação ou URL para a página na qual está contribuindo. Veja as condições de uso para detalhes. Não insira textos protegidos por direitos de autor (sob copyright ). Além disso, sempre cite as fontes das informações. 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https://pt.wikipedia.org/wiki/Spalacidae
  Spalacidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Spalacidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Spalacidae Ocorrência: Mioceno Inferior - Recente Cannomys badius Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Rodentia Superfamília : Muroidea Família : Spalacidae Gray , 1821 Subfamílias Spalacinae Myospalacinae Rhizomyinae Tachyoryctinae ... , incluindo as subfamílias Spalacinae e Bathyerginae, e classificou o gênero Myospalax separadamente na ... gênero Myospalax tem sido particularmente problemática. Em análises filogenéticas recentes, baseada na ... em caracteres morfológicos proposta por Simpson ( 1945 ), a subfamília foi invalidada, e o gênero ... reconhecido por Musser e Carleton como gênero distinto do Prosiphneus . gêneros viventes segundo ... microphthalmus Família Spalacidae Gray, 1821 Subfamília Myospalacinae Lilljeborg, 1866 Gênero CACHE

Spalacidae – Wikipédia, a enciclopédia livre Spalacidae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Spalacidae Ocorrência: Mioceno Inferior - Recente Cannomys badius Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Rodentia Superfamília : Muroidea Família : Spalacidae Gray , 1821 Subfamílias Spalacinae Myospalacinae Rhizomyinae Tachyoryctinae O Wikispecies tem informações sobre: Spalacidae Spalacidae é uma família de roedores fossoriais e semi-fossoriais endêmica do Velho Mundo . Constitui um grupo monofilético de muróideos adaptados a vida subterrânea, cujas principais adaptações são a redução dos olhos , orelhas e membros, garras dianteiras bem desenvolvidas, e corpo em formato fusiforme. São animais solitários, territorialistas e predominantemente sedentários. Cerca de seis espécies correm algum tipo de risco de extinção . E três espécies necessitam de uma revisão taxonômica . Índice 1 Distribuição geográfica e habitat 2 Características 2.1 Sinapomorfias 3 Comportamento 4 Hábitos alimentares e dieta 5 Reprodução 6 Classificação 6.1 História taxonômica 6.2 Sistemática 7 Conservação 8 Notas 9 Referências 10 Ligações externas Distribuição geográfica e habitat [ editar | editar código-fonte ] A família é endêmica do Velho Mundo. Podendo ser encontrada na Europa , da Ucrânia aos Bálcãs e leste do Mediterrâneo , na África , ao oeste, até a Líbia , e ao sul, até o norte da Tanzânia , e na Ásia , do oeste da China , ao sul, até Sumatra , e ao norte, até o sul da Sibéria . Estes roedores costumam ser encontrados em estepes , savanas , áreas agrícolas e florestas . Eles evitam áreas desérticas , preferindo solos úmidos e semiúmidos. Algumas espécies podem ser encontradas em regiões montanhosas, até os 4.000 metros de altitude. Características [ editar | editar código-fonte ] Todas as espécies recentes são caracterizadas por especializações morfológicas, fisiológicas e comportamentais associadas com o estilo de vida subterrâneo. Embora cada família possa ser diagnosticada por traços únicos, e o padrão de oclusão dos molares seja dissimilar, todos compartilham uma arquitetura cranial e esquelética integrada com um sistema muscular que caracterizam roedores altamente especializados a vida fossorial. [ 1 ] Possuem corpos fortes, arredondados, parecidos com o das toupeiras , olhos diminutos e orelhas externas curtas, pelagem densa, e membros curtos. As suas cabeças são largas e eles têm os músculos do pescoço desenvolvidos. Os incisivos são grandes e projetados anteriormente com a finalidade de ajudar na escavação das tocas, exceto na subfamília Myospalacinae (cujos integrantes utilizam os membros anteriores para cavar, em vez dos incisivos). O tamanho corporal é variado e oscila desde os 130 mm de comprimento e 100 gramas do Spalax leucodon , aos 480 mm e 4 quilogramas do Rhizomys sumatrensis . [ 2 ] Em algumas espécies, como Tachyoryctes splendens , os machos são maiores, e em outros, não há nenhum dimorfismo sexual discernível. Sinapomorfias [ editar | editar código-fonte ] Em estudo recente Norris e colaboradores [ 3 ] enumeraram várias características presentes em todos os membros desta família , e que os distingue do restante dos roedores muróideos (clado Eumuroidea). perda ou redução dos olhos. redução da orelha externa ( pinnae ). cauda menor que 50% do comprimento do corpo. corpo robusto. focinho largo. crânio triangular. canal infraorbital ovóide. canal infraorbital não se estende ventralmente para o teto do palato . perda ou redução da placa zigomática . canal infraorbital contendo o canal nasolacrimal . forame incisivo de tamanho pequeno a médio. musculatura do pescoço bem desenvolvida com pontos de fixação proeminentes no occipital . pequena redução do terceiro molar em comparação ao primeiro e segundo. número igual de cúspides no segundo e terceiro molar. orientação distinta do manúbrio do martelo ( manubrium mallei ). Comportamento [ editar | editar código-fonte ] Sistema de túneis da espécie Spalax ehrenbergi em Israel. As espécies passam a maior parte de suas vidas no subterrâneo, embora alguns possam vir à superfície ocasionalmente para forragear. Eles são ativos o ano todo, com o tempo de atividade diária (noturno, diurno ou crepuscular) variando entre as espécies. Esses roedores constroem elaborados sistemas de túneis, que cavam com os seus incisivos (Spalacinae, Rhizomyinae e Tachyoryctinae) ou com os membros anteriores (Myospalacinae) e usam seus membros traseiros ou o focinho para empurrar o solo para fora a medida que cavam. [ 2 ] Os sistemas de túneis incluem áreas bem definidas para descanso, alimentação, e defecação. São animais solitários, com cada animal habitando seu próprio sistema de túnel e defendendo um território que varia em tamanho dependendo da idade, sexo , e tamanho do indivíduo. Geralmente, são sedentários, mas algumas espécies migram sazonalmente quando a comida fica escassa. Hábitos alimentares e dieta [ editar | editar código-fonte ] A dieta compõe-se basicamente de raizes , bulbos, rizomas , e outras partes de plantas subterrâneas. Brotos, folhas , sementes , frutos, insetos , e outros artrópodes são comidos ocasionalmente por algumas espécies. Muitos armazenam grandes quantidades de comida em seus túneis subterrâneos. [ 2 ] Reprodução [ editar | editar código-fonte ] Os únicos sistemas de acasalamento que foram registrados para a família são a poliginia e poliginandria. Os machos e as fêmeas da maior parte das espécie somente se associam durante um curto período durante a corte e o acasalamento. Normalmente têm uma ou duas ninhadas por ano. As fêmeas de algumas espécies têm um estro pós-parto, engravidando novamente logo após o parto. Outras fêmeas têm somente uma ninhada na sua vida. O tempo da procriação varia entre e dentro das espécies, e depende da localização geográfica. A gestação dura entre quatro e sete semanas, e podem ter de um a cinco filhotes por ninhada. [ 2 ] As fêmeas constroem ninhos subterrâneos nos quais dão à luz filhotes altriciais . Os machos não ajudam a criar os filhotes. As fêmeas da maior parte das espécies cuidam dos filhotes durante quatro a seis semanas, e o filhote deixa o ninho com dois a três meses de idade. A longevidade máxima para a família é 4,5 anos, mas provavelmente não vivam mais que um ano na natureza. [ 2 ] Spalax ehrenbergi , detalhe para os incisivos proeminentes. Classificação [ editar | editar código-fonte ] As três linhagens fossoriais de Myomorpha - Myospalacinae, Spalacinae e Rhizomyinae - têm sido reconhecidas na maior parte das principais classificações. contudo, a sistemática entre esses grupos permaneceu inconstante. História taxonômica [ editar | editar código-fonte ] Alston (1876) designou a Spalacidae com uma família, incluindo as subfamílias Spalacinae e Bathyerginae, e classificou o gênero Myospalax separadamente na subfamília Siphneinae entre a família Muridae. Thomas (1896) incluiu duas subfamília na Spalacidae, Rhizomyinae e Spalacinae, e classificou a Myospalacinae como subfamília da Muridae. Miller e Gidley (1918) posicionaram Myospalacinae e Spalacinae na família Spalacidae, separando da Rhizomyidae. Ellerman (1940, 1941) e Simpson (1945) propuseram classificações similares, exceto que o primeiro colocou a Tachyoryctinae e a Myospalacinae dentro da Muridae , e o último colocou a Myospalacini (como tribo, não mais como subfamília) dentro da Cricetidae . Chaline et al. (1977) aboliu a família Spalacidae, colocando Spalacinae e Myospalacinae entre os Cricetidae, e a Tachyoryctoidinae e Rhizomyinae na Rhizomyidae. Adicionalmente, alguns autores (Nowak, 1991. Musser e Carleton, 1993. McKenna e Bell, 1997) classificaram todas as subfamília atuais dentro da família Muridae. Contudo, evidências moleculares recentes demonstraram que os gêneros Rhizomys , Tachyoryctes , Myospalax , e Spalax formam um grupo-irmão monofilético a todos os outros Muroidea , sendo então colocados dentro de uma família separada, a Spalacidae. [ 3 ] [ 4 ] [ 5 ] Esta classificação de fato segue a proposta por Tullberg (1899) há mais de 100 anos atrás. Um regresso a interpretação de Tullberg das afinidades filogenéticas entre Myospalax , Spalax , Rhizomys , e Tachyoryctes é a hipótese melhor apoiada pelo acúmulo de informação morfológica e molecular recente. Este acordo deve ser testado por novas análises cladísticas de sistemas multi-morfológicos e uma série mais ampla de genes . [ 1 ] A posição filogenética do gênero Myospalax tem sido particularmente problemática. Em análises filogenéticas recentes, baseada na sequência de vWF [ 6 ] ( fator de von Willebrand ) e do gene LCAT [ 7 ] (proteína nuclear Lecitina Colesterol Acil Transferase), Michaux e colaboradores, sugeriram que a subfamília Myospalacinae é mais próxima a Cricetinae , que a Spalacinae e Rhizomyinae. Assim, seguindo a hipótese prévia baseada em caracteres morfológicos proposta por Simpson ( 1945 ), a subfamília foi invalidada, e o gênero Myospalax passou a compor a tribo Myospalacini em meio a subfamília Cricetinae. Entretanto, análises filogenéticas posteriores utilizando IRBP [ 4 ] e 12S rRNA mitocondrial e citocromo b, [ 3 ] demonstraram que as três linhagens, Myospalacinae, Spalacinae e Rhizomyinae, formam um único e bem sustentado clado basal, em relação a todos os outros muróideos . Sistemática [ editar | editar código-fonte ] A sistemática supra-genérica segue Musser e Carleton (2005), [ 1 ] gêneros extintos de acordo com McKenna e Bell (1997), [ 8 ] com o acréscimo de Sinapospalax Sarica e Sen (2003) [ 9 ] e Mesosiphneus reconhecido por Musser e Carleton como gênero distinto do Prosiphneus . gêneros viventes segundo Musser e Carleton (2005). Modificações posteriores e/ou discordância entre autores vide notas. Spalax microphthalmus Família Spalacidae Gray, 1821 Subfamília Myospalacinae Lilljeborg, 1866 Gênero † Prosiphneus Teilhard de Chardin, 1926 Gênero † Mesosiphneus Kretzoi, 1961 Gênero Eospalax G. M. Allen, 1938 Gênero Myospalax Laxmann, 1769 Subfamília Rhizomyinae (a) Winge, 1887 Gênero † Anepsirhizomys Flynn, 1982 Gênero † Brachyrhizomys Teilhard de Chardin 1942 Gênero Cannomys Thomas, 1915 Gênero † Pararhizomys Teilhard de Chardin & Young 1931 Gênero Rhizomys Gray, 1831 Subfamília Tachyoryctinae (b) Miller & Gidley, 1918 Gênero † Eicooryctes Flynn, 1982 Gênero † Kanisamys Wood 1937 Gênero † Nakalimys Flynn & Sabatier, 1984 Gênero † Prokanisamys de Bruijn, Hussain & Leinders, 1981 Gênero † Pronakalimys Tong & Jaeger, 1993 Gênero † Protachyoryctes Hinton, 1933 Gênero † Rhizomyides Bohlin, 1946 Gênero † Tachyoryctoides Bohlin 1937 Gênero Tachyoryctes (c) Rüppell, 1835 Subfamília Spalacinae Gray, 1821 Gênero † Debruijnia Ünay, 1996 Gênero † Heramys Hofmeijer & de Bruijn, 1985 Gênero † Pliospalax Kormos 1932 Gênero † Sinapospalax Sarica & Sen, 2003 Gênero Spalax Güldenstaedt, 1770 Conservação [ editar | editar código-fonte ] Das 21 espécies listadas pela IUCN [ 10 ] , duas estão 'em perigo' ( Spalax arenarius . Tachyoryctes macrocephalus ), duas 'vulneráveis' ( Spalax zemni . Spalax giganteus ), duas 'quase ameaçadas' ( Spalax uralensis . Spalax graecus ), e doze estão 'pouco preocupantes' ou 'seguras'. Três espécies, Spalax nehringi , Spalax leucodon e Spalax ehrenbergi são classificadas como 'dados insuficientes', devido a problemas taxonômicos. A taxonomia atual das espécies é deficiente e uma revisão se faz necessária. Notas [ editar | editar código-fonte ] Nota (a) : McKenna e Bell (1997) consideram duas tribos na subfamília Rhizomyinae: Rhizomyini e Tachyoryctini. Nota (b) : A separação subfamilial de Tachyoryctinae e Rhyzominae é uma hipótese razoável, até o momento, apoiado por dados morfológicos de espécies recentes e extintas e um estudo de análise cladística que incorporou uma ampla variação de sistemas anatômicos e fontes moleculares. [ 1 ] Nota (c) : Steppan e colaboradores (2004), incluem o gênero Tachyoryctes na Rhizomyinae, indicando que a subfamília é monofilética. Referências ↑ a b c d MUSSER, G. G., CARLETON, M. D. (2005). Superfamily Muroidea in Wilson, D. E., Reeder, D. M. (eds). Mammal Species of the World a Taxonomic and Geographic Reference . 3ª edição. Johns Hopkins University Press, Baltimore. vol. 2, pp. 894-1531. ↑ a b c d e NOVAK, R. M.. WALKER, E. P. Walker’s Mammals of the World . Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1999. 2 v. p. 1936. ↑ a b c NORRIS, R. W.. ZHOUB, K.. ZHOUB, C.. YANGB, G.. KILPATRICK, C. W.. HONEYCUTT, R. L. (2003). The phylogenetic position of the zokors (Myospalacinae) and comments on the families of muroids (Rodentia) . Molecular Phylogenetics and Evolution 31: 972-978. ↑ a b JANSA, S. A. WEKSLER, M. (2004). Phylogeny of muroid rodents: relationships within and among major lineages as determined by IRBP gene sequences . Molecular Phylogenetics and Evolution 31: 256–276. ↑ STEPPAN, S., ADKINS, R., ANDERSON, J. (2004). Phylogeny and Divergence-Date Estimates of Rapid Radiations in Muroid Rodents Based on Multiple Nuclear Genes . Systematic Biology 53 (4), pp. 533-553. ↑ MICHAUX, J.. REYES, A.. CATZEFLIS, F. (2001). Evolutionary history of the most speciose mammals: molecular phylogeny of muroid rodents . Molecular Biololy Evolution 18: 2017–2031. ↑ MICHAUX, J.. CATZEFLIS, F. (2000). The bushlike radiation of muroid rodents is exemplified by the molecular phylogeny of the LCAT nuclear gene . Molecular Phylogenetics Evolution 17: 280–293. ↑ McKENNA, M. C.. BELL, S. K. Classification of Mammals: Above the Species Level . New York: Columbia University Press, 1997. p. 631. ↑ SARICA, N.. SEN, S. (2003). Spalacidae , p. 141-162. In Fortelius, M.. Kappelman, J.. Sen, S. (eds.), Geology and Paleontology of the Miocene Sinap Formation, Turkey . Columbia University Press, New York. ↑ IUCN. 2008. Spalacidae . In: 2008 IUCN Red List of Threatened Species. <www.iucnredlist.org>. Acessado em 18 de novembro de 2008. Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Spalacidae Spalacidae - ADW v • e Famílias viventes de Roedores Reino: Animalia Filo: Chordata Classe: Mammalia Infraclasse: Eutheria Superordem: Euarchontoglires Sciuromorpha Aplodontiidae Gliridae Sciuridae (Esquilos, marmotas, cães-da-pradaria) Castorimorpha Castoroidea Castoridae (Castores) Geomyoidea Geomyidae Heteromyidae Myomorpha Dipodoidea Dipodidae (Gerbils) Muroidea Platacanthomyidae Spalacidae (Ratos-toupeiras) Calomyscidae Nesomyidae Cricetidae (Hamsters) Muridae (Ratos e camundongos) Anomaluromorpha Anomaluridae Pedetidae Hystricomorpha Ctenodactylidae Diatomyidae Hystricidae (Porcos-espinhos do Velho Mundo) Phiomorpha Bathyergidae Petromuridae Thryonomyidae Caviomorpha (histricognatas do Novo Mundo) Erethizontidae (Porcos-espinhos do Novo Mundo) Caviidae Cuniculidae (Pacas) Dasyproctidae (Cutias) Dinomyidae (Pacarana) Capromyidae Ctenomyidae Echimyidae Myocastoridae (Ratão-do-banhado) Octodontidae Abrocomidae Chinchillidae (Chinchillas e viscachas) Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Spalacidae&oldid=38715220 ' Categoria : Roedores Categoria oculta: !Imagem local idêntica à do Wikidata Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikispecies Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Беларуская Български Brezhoneg Català Mìng-dĕ̤ng-ngṳ̄ Čeština Deutsch English Español Français עברית Magyar Հայերեն Italiano 한국어 Kurdî Lietuvių Македонски Nederlands Norsk Polski Română Русский Svenska Kiswahili ไทย Українська Tiếng Việt Vahcuengh 中文 粵語 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 15h31min de 21 de abril de 2014. 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  Arvicolinae – Wikipédia, a enciclopédia livre Arvicolinae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Arvicolinae Myodes glareolus Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Rodentia Família : Cricetidae Subfamília : Arvicolinae Gray , 1821 Gêneros Ver texto Arvicolinae é uma subfamília representado pelos campanhois (ou arvicolinos), ... , 1821 sensu Pavlinov & Rossolimo, 1987 Tribo Arvicolini Gray, 1821 sensu Giebel, 1855 Gênero Arvicola Lacépède, 1799 Gênero Microtus Schrank, 1798 Gênero Lasiopodomys Lataste, 1887 Gênero Neodon Hodgson, 1841 Gênero Phaiomys Blyth, 1863 Gênero Lemmiscus Thomas, 1912 Gênero Blanfordimys Argyropulo, 1933 Gênero Chionomys Miller, 1908 Gênero Proedromys Thomas, 1911 Gênero Volemys Zagorodnyuk, 1990 Tribo Lagurini Gênero Lagurus Gogler, 1841 Gênero Eolagurus Argyropulo, 1946 Tribo Ondatrini Gray CACHE

Arvicolinae – Wikipédia, a enciclopédia livre Arvicolinae Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Arvicolinae Myodes glareolus Classificação científica Reino : Animalia Filo : Chordata Classe : Mammalia Ordem : Rodentia Família : Cricetidae Subfamília : Arvicolinae Gray , 1821 Gêneros Ver texto Arvicolinae é uma subfamília representado pelos campanhois (ou arvicolinos), lemingues e ratos-almiscaradeiros (almiscarados), que compreende 26 gêneros e 123 espécies. Classificação [ editar | editar código-fonte ] A subfamília Arvicolinae compreende 24 gêneros distribuídos em 10 tribos, segundo Musser e Carleton (2005). O número de gêneros e o arranjo em tribos varia conforme o autor, Simpson (1945) reconheceu 21 gêneros em 3 tribos. e McKenna e Bell (1997) 24 gêneros em 8 tribos. Os números acima equivalem apenas aos gêneros viventes. Subfamília Arvicolinae Gray, 1821 sensu Pavlinov & Rossolimo, 1987 Tribo Arvicolini Gray, 1821 sensu Giebel, 1855 Gênero Arvicola Lacépède, 1799 Gênero Microtus Schrank, 1798 Gênero Lasiopodomys Lataste, 1887 Gênero Neodon Hodgson, 1841 Gênero Phaiomys Blyth, 1863 Gênero Lemmiscus Thomas, 1912 Gênero Blanfordimys Argyropulo, 1933 Gêner