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  SISCONCURSO - Sistema de Concursos - Universidade Federal de Goiás SISCONCURSO Sistema de Concursos Clique aqui e baixe a resolução para professor efetivo. Clique aqui e baixe a resolução para professor substituto/visitante. Clique aqui e baixe o tutorial para inscrições em concursos. Início | Logar | Cadastre-se | Meu cadastro | Inscrições | Sair | Ajuda Concursos/Processos Seletivos Previstos ou ... 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PPG - Comunicação ... substituto FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Sistemas de Informação e Decisão I e II, Segurança de Informação e Proteção do Conhecimento, Gerência de Sistemas de Informação GOIÂNIA 32/02017 ... CIVIL E AMBIENTAL Geomática/Subárea: Topografia e Geodésia, Sistema de Informação Geográfica (SIG) e ... - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Comunicação, Design e Tecnologia GOIÂNIA 1/2017 Professor CACHE

SISCONCURSO - Sistema de Concursos - Universidade Federal de Goiás SISCONCURSO Sistema de Concursos Clique aqui e baixe a resolução para professor efetivo. Clique aqui e baixe a resolução para professor substituto/visitante. Clique aqui e baixe o tutorial para inscrições em concursos. Início | Logar | Cadastre-se | Meu cadastro | Inscrições | Sair | Ajuda Concursos/Processos Seletivos Previstos ou com Inscrições Abertas N.º Edital Seleção Unidade Concurso/Processos Seletivo Local 58/2017 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Química GOIÂNIA Informações Inscrever 54/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Sensoriamento Remoto e Geoestatística APARECIDA DE GOIANIA Informações Cancelado 18/2017 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Toxicologia Veterinária GOIÂNIA Informações Inscrever 18/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Logística APARECIDA DE GOIANIA Informações Inscrever Concursos/Processos Seletivos em Andamento N.º Edital Seleção Unidade Concurso/Processo Seletivo Local Situação 63/2017 Técnico administrativo substituto FL - FACULDADE DE LETRAS Profissional Técnico Especializado em Linguagem de Sinais - LIBRAS teste GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Departamento de Pedagogia/Pedagogia GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Artes Visuais/Gravura em Relevo e Gravura em Metal GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Desenho de Moda/Desenho de Moda I e II, Ilustração Digital de Moda, Pesquisa em Design de Moda e Desenvolvimento de Produtos de Moda GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Desenho Técnico GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Design de Ambientes/Fundamentos de Geometria Descritiva, Representação 2D e 3D, Laboratório de Projetos Interiores GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Design de Ambientes/Gestão de Projetos e Marketing, Tecnologia de Materiais, Ergonomia e Conforto Acústico GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Design Gráfico/Orientação Supervisionada de Projetos de Design. Gestão em Design e Design Estratégico. Materiais e Tecnologias Gráficas. Estudos Cromáticos. Design Ambiental e História do Design GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Filosofia GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História da América Colonial GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Medicina Legal GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Farmacologia GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Ensino de Geografia GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva GOIÂNIA EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Engenharia Civil/Geotecnia e Desenho Técnico CATALÃO EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Engenharia Civil/Hidráulica, Mecânica dos Fluídos e Desenho Técnico CATALÃO EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto UAEREJ_CSA - UAE REJ CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS Direito JATAÍ EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto UAEREJ_GEO - UAE REJ ESTUDOS GEOGRÁFICOS Geografia Física JATAÍ EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Clínica Médica JATAÍ EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto CIEXA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS EXATAS - JATA Educação Matemática e Matemática Básica JATAÍ EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto CIEXA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS EXATAS - JATA Física Geral JATAÍ EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto CIEXA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS EXATAS - JATA Química Geral/Orgânica JATAÍ EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto CH-GOIAS - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS HUMANAS - GOI Ensino de Física GOIÁS EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto IMTEC-CAT - UNID. ACAD. ESP/MATEMATICA E TECNOLOGI Matemática CATALÃO EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Administração Geral GOIÁS EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Fundamentos Histórico Teórico Metodológicos do Serviço Social e Estágio Supervisionado GOIÁS EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Projeto, Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo/Concepção e Crítica GOIÁS EM ANDAMENTO 61/2017 Professor substituto CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Projeto, Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo/Concepção e Representação GOIÁS EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Cirurgia de Grandes Animais GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Forragicultura e Pastagens GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Produção de Suínos GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Geologia Estrutural APARECIDA DE GOIANIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Gestão e Meio Ambiente em Transportes APARECIDA DE GOIANIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Hidrogeologia APARECIDA DE GOIANIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Sensoriamento Remoto e Geoestatística APARECIDA DE GOIANIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Relações Internacionais (Política e Negócios Internacionais) GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Didática e Estágio em Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia da Educação GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia Social do Trabalho e Psicologia Organizacional GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FEFD - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FISICA E DANÇA Educação Física, Saúde Coletiva e Formação em Saúde GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FEFD - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FISICA E DANÇA Formação de Professores e Estágio em Educação Física Escolar GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Alimentos e Nutrição Básica GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição em Saúde Pública GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Astronomia GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Dermatologia GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Doenças Infecciosas e Parasitárias GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Imunologia GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Virologia GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Química Analítica/Subárea: Química Ambiental ou Eletroanalítica GOIÂNIA EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo CEGEN - UAE - DE GESTÃO DE NEGÓCIOS - CATALÃO Administração Geral CATALÃO EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Linguística e Formação de Professores de Língua Portuguesa JATAÍ EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Psicologia da Saúde JATAÍ EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Educação Física e Saúde CATALÃO EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Enfermagem na Saúde do Adulto/Idoso em Cuidados Clínicos e Cirúrgicos CATALÃO EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Ciências Florestais JATAÍ EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Estágio Supervisionado em Biomedicina, Bioética, Exercício Profissional e Gestão Laboratorial JATAÍ EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Farmacologia, Bioquímica e áreas afins JATAÍ EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Saúde do Adulto e Idoso com ênfase em Anatomia Humana JATAÍ EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo CH-GOIAS - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS HUMANAS - GOI Letras-Português GOIÁS EM ANDAMENTO 54/2017 Professor efetivo FAE-CAT - UNID. ACAD. ESP./EDUCAÇÃO - CATALÃO Ensino de Ciências da Natureza em Física CATALÃO EM ANDAMENTO 18/2017 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Contabilidade Gerencial GOIÂNIA EM ANDAMENTO 18/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Medicina da Criança e do Adolescente JATAÍ EM ANDAMENTO 17/2017 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Microbiologia Aplicada, Doenças Infecciosas e Diagnóstico Molecular aplicados à Medicina Veterinária GOIÂNIA EM ANDAMENTO Concursos/Processos Seletivos Encerrados N.º Edital Seleção Unidade Concurso/Processo Seletivo Local 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO PPG - Ensino na Educação Básica GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro EA - ESCOLA DE AGRONOMIA PPG - Agronegócio GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro EA - ESCOLA DE AGRONOMIA PPG - Agronomia GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro EA - ESCOLA DE AGRONOMIA PPG - Ciência e Tecnologia de Alimentos GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro EA - ESCOLA DE AGRONOMIA PPG - Genética e Melhoramento de Plantas/ EA GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL PPG - Engenharia Ambiental e Sanitária GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL PPG - Geotecnia, Estruturas e Construção Civil GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro EMC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO PPG - Engenharia Elétrica e de Computação GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA PPG - Ciência Animal GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA PPG - Zootecnia/EVZ GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS PPG - Economia GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS PPG - Arte e Cultura Visual/FAV GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS PPG - Projeto e Cidade GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS PPG - Antropologia Social GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS PPG - Ciência Política GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS PPG - Performances Culturais GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FD - FACULDADE DE DIREITO PPG - Direito Agrário GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FD - FACULDADE DE DIREITO PPG - Direito e Políticas Públicas GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO PPG - Educação GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FEFD - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FISICA E DANÇA PPG - Educação Física GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM PPG - Enfermagem GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FF - FACULDADE DE FARMÁCIA PPG - Assistência e Avaliação em Saúde GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FF - FACULDADE DE FARMÁCIA PPG - Ciências Farmacêuticas GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FF - FACULDADE DE FARMÁCIA PPG - Nanotecnologia Farmacêutica/UFG GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA PPG - Filosofia GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FH - FACULDADE DE HISTÓRIA PPG - História GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PPG - Comunicação GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FL - FACULDADE DE LETRAS PPG - Letras e Linguística GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FM - FACULDADE DE MEDICINA PPG - Ciências da Saúde GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FM - FACULDADE DE MEDICINA PPG - Ensino na Saúde/FM GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO PPG - Nutrição e Saúde GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA PPG - Odontologia GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PPG - Biodiversidade Animal/ ICB GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PPG - Biodiversidade Vegetal/ ICB GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PPG - Ciências Biológicas GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PPG - Ciências Fisiológicas GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PPG - Ecologia e Evolução GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PPG - Genética e Biologia Molecular GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS PPG - Geografia - Goiânia GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IF - INSTITUTO DE FÍSICA PPG - Física GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA PPG - Ciência da Computação GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA PPG - Matemática GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA PPG - Biologia da Relação Parasito-Hospedeiro GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA PPG - Medicina Tropical e Saúde Pública GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA PPG - Engenharia Química GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA PPG - Química GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro PRPG - PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO PPG - Biotecnologia e Biodiversidade - UNB GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro PRPG - PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO PPG - Ciências Ambientais GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro PRPG - PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO PPG - Direitos Humanos/PRPG GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro PRPG - PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO PPG - Educação em Ciências e Matemática GOIÂNIA 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS PPG - Educação/REJ JATAÍ 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro UAEREJ_GEO - UAE REJ ESTUDOS GEOGRÁFICOS PPG - Geografia/REJ JATAÍ 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA PPG - Agonomia/REJ JATAÍ 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA PPG - Biociência Animal/REJ JATAÍ 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA PPG - Ciências Aplicadas à Saúde/REJ JATAÍ 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IFQC-CAT - UNID. ACAD. ESP/FISICA E QUIMICA - CAT PPG - Ciências Exatas e Tecnológicas/ RC CATALÃO 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IFQC-CAT - UNID. ACAD. ESP/FISICA E QUIMICA - CAT PPG(UFG) - Química/RC CATALÃO 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IFQC-CAT - UNID. ACAD. ESP/FISICA E QUIMICA - CAT PPG(UFGD,UEG E UFG) - Química/RC CATALÃO 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IGEO-CAT - UNID. ACAD. ESP/GEOGRAFIA - CATALAO PPG - Geografia/RC CATALÃO 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro ILELI-CAT - UNID. ACAD. ESP/LETRAS E LINGUISTICA C PPG - Estudos da Linguagem/RC CATALÃO 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro IMTEC-CAT - UNID. ACAD. ESP/MATEMATICA E TECNOLOGI PPG - Modelagem e Otimização/RC CATALÃO 55/2017 Professor Visitante/Estrangeiro INHCS-CAT - UNID.ACAD.ESP/HIST. E CIENCIAS SOCIAIS PPG - História/RC CATALÃO 54/2017 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Matemática GOIÂNIA 54/2017 Professor efetivo EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Estruturas/Subárea: Mecânica das Estruturas GOIÂNIA 54/2017 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Angiologia e Cirurgia Vascular GOIÂNIA 54/2017 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Geral e/ou Cirurgia do Aparelho Digestivo GOIÂNIA 54/2017 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Plástica GOIÂNIA 54/2017 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Neurocirurgia GOIÂNIA 46/2017 Professor substituto CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Fisiologia animal, humana e comparada JATAÍ 46/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Educação Física, Esporte e Estágio JATAÍ 46/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Educação Física, Saúde e Estágio JATAÍ 46/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Estágio, Expressão Corporal e Dança JATAÍ 46/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Farmacologia JATAÍ 43/2017 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Departamento de Geografia/ Geografia GOIÂNIA 43/2017 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Composição Musical e Linguagens Musicais GOIÂNIA 43/2017 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Guitarra, Ensino Coletivo de Violão e Prática de Conjunto GOIÂNIA 43/2017 Professor substituto EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Bovinocultura de Leite GOIÂNIA 43/2017 Professor substituto EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Forragicultura e Pastagens GOIÂNIA 43/2017 Professor substituto EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Suinocultura GOIÂNIA 43/2017 Professor substituto EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Técnica Operatória e Cirurgia de Grandes Animais GOIÂNIA 43/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Pneumologia GOIÂNIA 43/2017 Professor substituto ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ensino de Ciências e Biologia e Estágio Curricular Supervisionado GOIÂNIA 43/2017 Professor substituto CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Medicina Veterinária Preventiva JATAÍ 43/2017 Professor substituto CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Ensino de Biologia e Estágio Curricular Supervisionado JATAÍ 43/2017 Professor substituto CIEXA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS EXATAS - JATA Estrutura de Dados e Arquitetura de de Computadores JATAÍ 43/2017 Professor substituto CH-GOIAS - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS HUMANAS - GOI Ensino de Física GOIÁS 43/2017 Professor substituto CH-GOIAS - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS HUMANAS - GOI Filosofia Geral e Filosofia da Educação GOIÁS 43/2017 Professor substituto INHCS-CAT - UNID.ACAD.ESP/HIST. E CIENCIAS SOCIAIS Sociologia CATALÃO 32/02017 Professor substituto FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Assistência de Enfermagem ao Paciente Crítico GOIÂNIA 32/02017 Professor substituto FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Cirúrgica GOIÂNIA 32/02017 Professor substituto FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Pediátrica e Neonatológica GOIÂNIA 32/02017 Professor substituto FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Psiquiátrica GOIÂNIA 32/02017 Professor substituto FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Sistemas de Informação e Decisão I e II, Segurança de Informação e Proteção do Conhecimento, Gerência de Sistemas de Informação GOIÂNIA 32/02017 Professor substituto IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Geografia Humana GOIÂNIA 32/02017 Professor substituto IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Matemática/ Estatística GOIÂNIA 32/02017 Professor substituto CEGEN - UAE - DE GESTÃO DE NEGÓCIOS - CATALÃO Administração Geral CATALÃO 27/2017 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Bateria, Prática de Conjunto e Música de Câmara GOIÂNIA 27/2017 Professor substituto FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Hematologia Clínica e Líquidos Corporais GOIÂNIA 27/2017 Professor substituto FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História do Brasil GOIÂNIA 27/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Medicina Interna e Geriatria GOIÂNIA 27/2017 Professor substituto FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Odontologia Coletiva e Estágios em Odontologia Coletiva GOIÂNIA 27/2017 Professor substituto FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Odontologia Coletiva e Estágios em Odontologia Coletiva GOIÂNIA 27/2017 Professor substituto UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Língua Inglesa JATAÍ 27/2017 Professor substituto UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Psicologia do Trabalho e das Organizações JATAÍ 27/2017 Professor substituto UAEREJ_CSA - UAE REJ CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS Direito JATAÍ 27/2017 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Enfermagem/ Estágio Curricular Obrigatório em Enfermagem CATALÃO 27/2017 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Saúde Coletiva CATALÃO 27/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Hidroterapia, Ergonomia , Fisioterapia Dermatofuncional, Fisioterapia Geral e Estágio Supervisionado JATAÍ 27/2017 Professor substituto IMTEC-CAT - UNID. ACAD. ESP/MATEMATICA E TECNOLOGI Matemática CATALÃO 21/2017 Professor substituto EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Desenho Técnico e Construções Rurais GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Bateria, Prática de Conjunto e Música de Câmara GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Harmonia Funcional Aplicada, Prática de Harmonia e Conjunto Musical MPB GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Doenças Parasitárias dos Animais GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Toxicologia e Práticas Hospitalares GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Museologia GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto FL - FACULDADE DE LETRAS Espanhol GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Geral e Aparelho Digestivo GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Medicina Interna e Geriatria GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Neurocirurgia GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Alimentação Coletiva GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Alimentos e Nutrição Básica GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição em Saúde Pública GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Patologia Geral GOIÂNIA 21/2017 Professor substituto UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Psicologia da Saúde JATAÍ 21/2017 Professor substituto UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Psicologia do Trabalho e das Organizações JATAÍ 21/2017 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Gerenciamento e Gestão em Enfermagem CATALÃO 21/2017 Professor substituto CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Solos JATAÍ 21/2017 Professor substituto CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Anatomia Humana e Comparada JATAÍ 21/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Medicina da Família e Comunidade JATAÍ 21/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Parasitologia JATAÍ 21/2017 Professor substituto CIEXA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS EXATAS - JATA Sistemas Operacionais e Arquitetura de Computadores JATAÍ 21/2017 Professor substituto IFQC-CAT - UNID. ACAD. ESP/FISICA E QUIMICA - CAT Física Geral CATALÃO 18/2017 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Educação Física GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Matemática GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Meteorologia e Climatologia Agrícola e Florestal GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Construção Civil/Subárea: Processos Construtivos e Materiais e Componentes de Construção GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Estruturas/Subárea: Mecânica das Estruturas GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Geomática/Subárea: Topografia e Geodésia, Sistema de Informação Geográfica (SIG) e Sensoriamento Remoto GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Hidrologia e Recursos Hídricos GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Direção de Arte: Desenho, Plástica e Representação Gráfica GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Cirurgia de Pequenos Animais GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Doenças Parasitárias dos Animais GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Toxicologia Veterinária GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Contabilidade Gerencial GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Engenharia de Materiais APARECIDA DE GOIANIA 18/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Geologia Estrutural APARECIDA DE GOIANIA 18/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Logística APARECIDA DE GOIANIA 18/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Logística APARECIDA DE GOIANIA 18/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Planejamento e Controle da Produção APARECIDA DE GOIANIA 18/2017 Professor efetivo FCT - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA Portos e Vias Navegáveis APARECIDA DE GOIANIA 18/2017 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Administração em Enfermagem GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem em Saúde Coletiva GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Pediátrica GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História Moderna e Contemporânea GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Fundamentos Filosóficos e Sócio-Históricos da Educação e Políticas Educacionais do Brasil GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Linguística GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Ginecologia e Obstetrícia GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Ortopedia e Traumatologia GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Pediatria Geral GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Pediatria Geral e Medicina do Adolescente GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Alimentação Coletiva GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Dentística GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Endodontia GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Botânica Criptogâmica GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ecologia GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Médica GOIÂNIA 18/2017 Professor efetivo FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Engenharia Mecânica CATALÃO 18/2017 Professor efetivo UAEREJ_GEO - UAE REJ ESTUDOS GEOGRÁFICOS Geografia Física JATAÍ 18/2017 Professor efetivo IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Ciências Biológicas/Zoologia de Vertebrados/Anatomia Animal Comparada/Biogeografia CATALÃO 18/2017 Professor efetivo CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Solos JATAÍ 18/2017 Professor efetivo CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Anatomia Humana e Comparada JATAÍ 18/2017 Professor efetivo CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Zoologia JATAÍ 18/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Clínica Médica JATAÍ 18/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Imagenologia JATAÍ 18/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Imagenologia JATAÍ 18/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Medicina da Criança e do Adolescente JATAÍ 18/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Medicina da Criança e do Adolescente JATAÍ 18/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Medicina da Família e Comunidade JATAÍ 18/2017 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Psiquiatria JATAÍ 18/2017 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Direito Administrativo, Financeiro e Tributário GOIÁS 17/2017 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Microbiologia Aplicada, Doenças Infecciosas e Diagnóstico Molecular aplicados à Medicina Veterinária GOIÂNIA 17/2017 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Fármacos e Medicamentos GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Artes Cênicas GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Departamento de Educação Infantil/ Pedagogia GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Departamento de História/ História GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Departamento de Língua Estrangeira - Inglês/ Inglês GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Departamento de Matemática/ Matemática GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Departamento de Pedagogia/ Pedagogia GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Fitopatologia GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Ciências Ambientais GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Musicoterapia GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Regência e Canto GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Contabilidade Geral GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Fotografia e Vídeo GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Observação, Investigação e Linguagem GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Penal GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Didática/ Estágio GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FEFD - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FISICA E DANÇA Ginástica e Educação Física Escolar GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FEFD - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FISICA E DANÇA Processos de Formação em Dança: Técnica, Criação e Prática na Escola GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Geral e Aparelho Digestivo GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Medicina Interna e Geriatria GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Módulo Clínica Médica, Anestesiologia e Dor e Módulo de Emergências e Traumas GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Neurocirurgia GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Anatomia e Escultura Dental, Pré - clínica I e II, Área de Oclusão nas disciplinas: Clínica de Atenção Básica I e II, Estágio em Clínica Integrada I e II GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Odontopediatria/ Pré-clínica Infantil, Clínica Infantil I e II GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Fisiologia Vegetal GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Microbiologia GOIÂNIA 11/2017 Professor substituto FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Engenharia de Minas/ Processamento Mineral CATALÃO 11/2017 Professor substituto UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Letras Inglês JATAÍ 11/2017 Professor substituto UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Linguística e Formação de Professores de Língua Portuguesa JATAÍ 11/2017 Professor substituto UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Psicologia do Trabalho e das Organizações JATAÍ 11/2017 Professor substituto UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Teoria Literária e Literatura Brasileira JATAÍ 11/2017 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Educação Física, Saúde e Esporte CATALÃO 11/2017 Professor substituto CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Economia e Administração Rural JATAÍ 11/2017 Professor substituto CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Anatomia Humana e Comparada JATAÍ 11/2017 Professor substituto CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Anatomia Vegetal JATAÍ 11/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Bioquímica Clínica, Líquidos Corporais e Estágio Supervisionado em Análises Clínicas JATAÍ 11/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Diagnóstico Molecular, Biologia Celular e Molecular, Genética e Estágio Supervisionado em Análises Clínicas JATAÍ 11/2017 Professor substituto INHCS-CAT - UNID.ACAD.ESP/HIST. E CIENCIAS SOCIAIS Ensino de História CATALÃO 1/2017 Professor substituto CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Economia / Introdução à Economia, Economia Industrial, Engenharia Econômica e Fundamentos de Contabilidade APARECIDA DE GOIANIA 1/2017 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Departamento de Educação Física / Educação Física GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Desenvolvimento Rural / Sociologia Rural e Políticas de Desenvolvimento GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Horticultura / Paisagismo e Floricultura GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Pedagogia do Teatro e Teorias do Espetáculo GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Bovinocultura de Corte GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Economia Geral GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Relações Internacionais GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Sociologia GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Comunicação, Design e Tecnologia GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Organização e Representação da Informação GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Teorias da Comunicação e Mídias Digitais GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FL - FACULDADE DE LETRAS LIBRAS GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FL - FACULDADE DE LETRAS Línguas Indígenas e Bilinguismo GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Ginecologia e Obstetrícia GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Prótese Dentária I e II, Estágio em Clínica Integrada, Práticas Integradas em Reabilitação Bucal I e II GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Ciências da Computação/INF GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Dermatologia GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Química Orgânica GOIÂNIA 1/2017 Professor substituto FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Engenharia de Minas / Processamento Mineral CATALÃO 1/2017 Professor substituto FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Engenharia de Produção CATALÃO 1/2017 Professor substituto UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Linguística e Formação de Professores de Língua Portuguesa JATAÍ 1/2017 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Ciências da Computação/IBIOTEC CATALÃO 1/2017 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Enfermagem CATALÃO 1/2017 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Nutrição CATALÃO 1/2017 Professor substituto CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Clínica de Grandes Animais e Semiologia Veterinária JATAÍ 1/2017 Professor substituto CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Bioquímica de Biomoléculas e Metabolismo Celular JATAÍ 1/2017 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Enfermagem Geral JATAÍ 1/2017 Professor substituto CH-GOIAS - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS HUMANAS - GOI Serviço Social GOIÁS 1/2017 Professor substituto IMTEC-CAT - UNID. ACAD. ESP/MATEMATICA E TECNOLOGI Matemática CATALÃO 61/2016 Professor substituto FL - FACULDADE DE LETRAS Línguas Indíginas e Bilinguismo GOIÂNIA 61/2016 Professor substituto FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Planejamento e Infraestrutura de Transportes e Desenho Técnico CATALÃO 61/2016 Professor substituto UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Práticas de Ensino de História JATAÍ 61/2016 Professor substituto UAEREJ_GEO - UAE REJ ESTUDOS GEOGRÁFICOS Geografia Humana JATAÍ 61/2016 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Enfermagem CATALÃO 61/2016 Professor substituto CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Clínica de Grandes Animais e Semiologia Veterinária JATAÍ 61/2016 Professor substituto CIEXA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS EXATAS - JATA Ensino de Química e Química Geral JATAÍ 61/2016 Professor substituto IFQC-CAT - UNID. ACAD. ESP/FISICA E QUIMICA - CAT Química Geral e Orgânica CATALÃO 61/2016 Professor substituto IGEO-CAT - UNID. ACAD. ESP/GEOGRAFIA - CATALAO Geografia Física CATALÃO 61/2016 Professor substituto ILELI-CAT - UNID. ACAD. ESP/LETRAS E LINGUISTICA C LIBRAS CATALÃO 51/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Economia dos Transportes APARECIDA DE GOIANIA 51/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Infraestrutura de Transporte APARECIDA DE GOIANIA 51/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Logística APARECIDA DE GOIANIA 51/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Portos e Vias Navegáveis APARECIDA DE GOIANIA 51/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Portos e Vias Navegáveis APARECIDA DE GOIANIA 51/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Sistemas Inteligentes de Transportes APARECIDA DE GOIANIA 51/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Transporte Ferroviário APARECIDA DE GOIANIA 51/2016 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Língua Portuguesa GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Estruturas/Subárea: Mecânica das Estruturas GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Geomática/Subárea: Topografia, Sistema de Informação Geográfica (SIG) e Gestão Ambiental GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Hidrologia e Recursos Hídricos GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo EMC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO Engenharia Elétrica GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Gestão de Pessoas GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Gestão de Pessoas GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Antropologia GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo FEFD - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FISICA E DANÇA Handebol GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Fundamentos Filosóficos e Sociohistóricos da Educação e Políticas Educacionais do Brasil GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Tradução GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Angiologia e Cirurgia Vascular GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Angiologia e Cirurgia Vascular GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Emergências Clínicas/Clínica Médica GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Odontologia Coletiva e Estágios em Odontologia Coletiva GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Astronomia GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Educação Ambiental e Planejamento Ambiental GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Estatística GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Biotecnologia GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva GOIÂNIA 51/2016 Professor efetivo UAEREJ_CHL - UAE REJ CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Letras Clássicas/Filologia JATAÍ 51/2016 Professor efetivo CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Tecnologia de Produtos Florestais JATAÍ 51/2016 Professor efetivo FAE-CAT - UNID. ACAD. ESP./EDUCAÇÃO - CATALÃO Filosofia da Educação CATALÃO 51/2016 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Administração Geral - Dedicação Exclusiva GOIÁS 51/2016 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Administração Geral - 20 horas GOIÁS 48/2016 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Departamento de Educação Infantil/ Pedagogia GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Departamento de Pedagogia/ Ciências GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Educação Física GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Hidráulica e Saneamento/ Fenômenos de Transporte, Mecânica dos Fluidos, Hidráulica, Hidrologia e Ciências Ambientais GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Cenografia e Direção de Arte GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Estágio, Práticas de Ensino de Música e Piano GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Pedagogia do Teatro GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Técnicas de Bilogia Celular e Molecular Aplicadas à Medicina Veterinária GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Modelagem de Vestuário e Gestão de Processos Produtivos/ Iniciação à Modelagem, Modelagem I, Modelagem II, Modelagem III e Gestão de Processos Produtivos GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Teoria, História e Projeto de Arquitetura GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Odontopediatria/ Pré-Clínica Infantil, Clínica Infantil I e II GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Ensino de Geografia GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Geral GOIÂNIA 48/2016 Professor substituto FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Planejamento e Infraestrutura de Transportes e Desenho Técnico CATALÃO 48/2016 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Ciências Biológicas/ Zoologia de Vertebrados, Anatomia Animal Comparada e Evolução CATALÃO 48/2016 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Enfermagem Geral CATALÃO 48/2016 Professor substituto IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Psicologia CATALÃO 48/2016 Professor substituto CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Clínica de Grandes Animais e Semiologia Veterinária JATAÍ 48/2016 Professor substituto CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Zoologia (Ênfase em Vertebrados) e Ecologia JATAÍ 48/2016 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Medicina/ Imunologia JATAÍ 48/2016 Professor substituto CH-GOIAS - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS HUMANAS - GOI Filosofia Moderna e Ensino de Filosofia GOIÁS 48/2016 Professor substituto FAE-CAT - UNID. ACAD. ESP./EDUCAÇÃO - CATALÃO Ciência da Natureza CATALÃO 48/2016 Professor substituto ILELI-CAT - UNID. ACAD. ESP/LETRAS E LINGUISTICA C LIBRAS CATALÃO 39/2016 Professor substituto CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geologia/ Desenho Técnico APARECIDA DE GOIANIA 39/2016 Professor substituto CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Pedagogia GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Contrabaixo Acústico, Prática de Conjunto, Literatura e Repertório GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Forragicultura GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Administração Geral GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Contabilidade Pública e Geral GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Avaliação Psicológica/ Psíco-diagnóstico GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Fundamento e Metodologia da Língua Portuguesa na Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia da Educação GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto FEFD - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FISICA E DANÇA Educação Física GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Clínica Médica - Cardiologia GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Clínica Médica - Especialidade Endocrinologia GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto FM - FACULDADE DE MEDICINA Semiologia Médica GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Ensino de Geografia GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Matemática/Estatística GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva GOIÂNIA 39/2016 Professor substituto CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Tecnologia de Produtos Florestais JATAÍ 39/2016 Professor substituto CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Clínica Médica JATAÍ 39/2016 Professor substituto IMTEC-CAT - UNID. ACAD. ESP/MATEMATICA E TECNOLOGI Matemática CATALÃO 39/2016 Professor substituto CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Administração Geral - CSA GOIÁS 39/2016 Professor substituto CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Fundamentos do Serviço Social/ Estágio Supervisionado GOIÁS 39/2016 Professor substituto CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Metodologia da Pesquisa e Metodologia da Extensão GOIÁS 39/2016 Professor substituto CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Sociologia GOIÁS 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Cristalografia APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Cristalografia APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Engenharia de Produção APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geologia do Brasil APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geologia do Brasil APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geologia Econômica APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geologia Econômica APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geologia Geral APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geologia Geral APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Mineralogia APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Mineralogia APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Petrologia Metamórfica APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Projeto de Rodovias APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Prospecção APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Prospecção APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Regulação em Transportes APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Transporte Ferroviário APARECIDA DE GOIANIA 29/2016 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Pedagogia GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Ciência e Tecnologia de Alimentos GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Gestão e Engenharia Ambiental GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo EMC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO Eletrônica GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Equideocultura GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Arquitetura e Urbanismo GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Processual do Trabalho GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Didática e Estágio em Educação Infantil e Anos Iniciais GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo FEFD - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FISICA E DANÇA Handebol e Jogos e Brincadeiras GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Leitura, Produção de Texto e Ensino de Língua Portuguesa GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Tradução GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Literaturas de Língua Portuguesa e Ensino de Literatura GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Clínica Médica GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Clínica Médica: Medicina de Família e Comunidade e Estágios Supervisionados GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva GOIÂNIA 29/2016 Professor efetivo CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Biologia Celular, Histologia e Embriologia JATAÍ 29/2016 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Hidroterapia, Ergonomia, Fisioterapia Dermatofuncional, Fisioterapia Geral e Estágio Supervisionado JATAÍ 29/2016 Professor efetivo CH-GOIAS - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS HUMANAS - GOI Ciências da Natureza GOIÁS 29/2016 Professor efetivo CH-GOIAS - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS HUMANAS - GOI Pedagogia GOIÁS 29/2016 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Administração - Processos Operacionais e Logística GOIÁS 17/2016 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Planejamento e Infraestrutura de Transportes APARECIDA DE GOIANIA 17/2016 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Medicina Física e Reabilitação/Fisiatria GOIÂNIA 17/2016 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Medicina Laboratorial (Patologia Clínica) GOIÂNIA 17/2016 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Oncologia Clínica/Clínica Médica GOIÂNIA 17/2016 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Anatomia Topográfica. Sistêmica e Segmentar. e Neuroanatomia Humana GOIÂNIA 17/2016 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Experimental GOIÂNIA 17/2016 Professor efetivo CEGEN - UAE - DE GESTÃO DE NEGÓCIOS - CATALÃO Administração Geral CATALÃO 17/2016 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Dermatologia JATAÍ 17/2016 Professor efetivo ILELI-CAT - UNID. ACAD. ESP/LETRAS E LINGUISTICA C Língua Inglesa, Literaturas de Língua Inglesa e Ensino CATALÃO 17/2016 Professor efetivo IMTEC-CAT - UNID. ACAD. ESP/MATEMATICA E TECNOLOGI Ensino de Matemática CATALÃO 17/2016 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Administração Geral GOIÁS 17/2016 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Matemática e Estatística Aplicada à Administração GOIÁS 77/2015 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Educação Física GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Geografia GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Língua Inglesa GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Melhoramento de Plantas GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo EMC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO Ensaios Mecânicos e Metrologia GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Viola, Música de Câmara e Prática de Orquestra GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Forragicultura e Pastagens GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Tecnologia de Produtos de Origem Animal GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Design de Moda GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO História da Educação GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia Social e Organizacional GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Imagem, Som e Tecnologia GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras, Linguística e Ensino de Libras GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Literaturas de Língua Francesa, Língua Francesa e Ensino de Língua Francesa GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Literaturas de Língua Portuguesa e Ensino de Literatura GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Clínica Médica GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Endodontia GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Periodontia GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Farmacologia GOIÂNIA 77/2015 Professor efetivo FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Geologia Geral, Pesquisa Mineral, Geologia Estrutural e Processos Formadores de Depósitos Minerais CATALÃO 77/2015 Professor efetivo CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Patologia Veterinária JATAÍ 77/2015 Professor efetivo CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Anatomia Humana e Comparada JATAÍ 77/2015 Professor efetivo CIEXA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS EXATAS - JATA Engenharia de Software JATAÍ 77/2015 Professor efetivo CIEXA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS EXATAS - JATA Engenharia de Software JATAÍ 77/2015 Professor efetivo LHS-JATAI - UNID. ACAD. ESP/LETRAS-HUMANAS-SOCIAIS Direito Penal, Sociologia e Sociologia Criminal JATAÍ 77/2015 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Direito Processual Civil e Prática Processual Civil GOIÁS 77/2015 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Fundamentos do Direito GOIÁS 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Algoritmos e Programação de Computadores (APC), Sistemas de Informações (SI) e Simulação de Sistemas APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Ciência dos Materiais APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Economia dos Transportes APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Economia dos Transportes APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Engenharia de Tráfego APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Engenharia de Tráfego APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Estratigrafia APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geologia Estrutural APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geotecnia APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Infraestrutura de Transportes APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Infraestrutura de Transportes APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Modelagem de Transporte APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Sedimentologia APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Sedimentologia APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Sedimentologia APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Simulação de Sistemas, Planejamento e Controle da Produção 1 (PCP 1), Planejamento e Controle da Produção 2 (PCP 2) e Planejamento e Controle da Produção 3 (PCP 3) APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Transporte Aéreo APARECIDA DE GOIANIA 63/2015 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Geomática/Subárea: Topografia e Geodésia, Sensoriamento Remoto e Sistema de Informação Geográfica (SIG) GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Geotecnia/Subárea: Geossintéticos e Melhoramento de Solos GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Hidráulica e Saneamento GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo EECA - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL Geomática/Subárea: Topografia e Geodésia, Sensoriamento Remoto e Sistema de Informação Geográfica (SIG) GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo EMC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO Eletrônica GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Doenças Infecciosas dos Animais GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Melhoramento Genético Animal GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Economia Política GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Métodos Quantitativos GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Teoria Econômica GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Ciência Política GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Sociologia GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Fundamentos Filosóficos e Sócio-Históricos da Educação GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FEFD - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FISICA E DANÇA Pedagogia do Esporte: Ênfase em Voleibol e Handebol GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Filosofia Medieval GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História do Brasil: Império e República GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Administração de Unidades de Informação, Serviços e Produtos de Informação GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Tradução GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Língua Portuguesa como Língua de Relações Interculturais GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Torácica GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Clínica Médica GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Patologia (Patologia Cirúrgica) GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Pediatria GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição em Saúde Pública GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Biologia Celular, Histologia e Embriologia GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Bioquímica e Biologia Molecular GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Fisiologia Animal e Humana GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Ensino de Geografia GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Planejamento Urbano e Regional GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Sistemas de Informação - DE GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Sistemas de Informação - 20 horas GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Educação Matemática GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Estatística GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Matemática GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Doenças Infecciosas e Parasitárias GOIÂNIA 63/2015 Professor efetivo FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Engenharia de Produção - DE CATALÃO 63/2015 Professor efetivo FENG - UAE - DE ENGENHARIA - CATALÃO Engenharia de Produção - 20 horas CATALÃO 63/2015 Professor efetivo CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Desenho Técnico, Topografia, Armazenamento de Grãos e Física JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Fitotecnia JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Fruticultura JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Melhoramento Genético Animal JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Anatomia Patológica JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Anatomia Patológica JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Anestesiologia e Dor JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Clínica Cirúrgica JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Clínica Médica JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Enfermagem Fundamental e Especializada JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Ginecologia e Obstetrícia JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Imagenologia JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Imagenologia JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Medicina da Família e Comunidade JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Medicina da Família e Comunidade JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Oftalmologia JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Ortopedia e Traumatologia JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Otorrinolaringologia JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Otorrinolaringologia JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Saúde Coletiva e Bioestatística JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Saúde do Adulto com ênfase em Anatomia Humana JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CIEXA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS EXATAS - JATA Física Geral JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CIEXA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS EXATAS - JATA Matemática JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CH-GOIAS - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS HUMANAS - GOI Licenciatura em Física GOIÁS 63/2015 Professor efetivo FENAD-CAT - UNID. ACAD. ESP/ENG. E ADM - CATALÃO Engenharia de Produção - DE CATALÃO 63/2015 Professor efetivo FENAD-CAT - UNID. ACAD. ESP/ENG. E ADM - CATALÃO Engenharia de Produção - 20 horas CATALÃO 63/2015 Professor efetivo FENAD-CAT - UNID. ACAD. ESP/ENG. E ADM - CATALÃO Engenharia de Produção - 20 horas CATALÃO 63/2015 Professor efetivo FENAD-CAT - UNID. ACAD. ESP/ENG. E ADM - CATALÃO Estruturas CATALÃO 63/2015 Professor efetivo FENAD-CAT - UNID. ACAD. ESP/ENG. E ADM - CATALÃO Planejamento, Pesquisa Mineral e Projeto de Mineração CATALÃO 63/2015 Professor efetivo IFQC-CAT - UNID. ACAD. ESP/FISICA E QUIMICA - CAT Química Geral e Química Orgânica CATALÃO 63/2015 Professor efetivo LHS-JATAI - UNID. ACAD. ESP/LETRAS-HUMANAS-SOCIAIS Direito Constitucional e Teoria do Direito JATAÍ 63/2015 Professor efetivo LHS-JATAI - UNID. ACAD. ESP/LETRAS-HUMANAS-SOCIAIS Educação Matemática JATAÍ 63/2015 Professor efetivo LHS-JATAI - UNID. ACAD. ESP/LETRAS-HUMANAS-SOCIAIS Psicologia Escolar e Educação JATAÍ 63/2015 Professor efetivo LHS-JATAI - UNID. ACAD. ESP/LETRAS-HUMANAS-SOCIAIS Psicologia Social e Psicanálise JATAÍ 63/2015 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Administração - Processos Operacionais e Logística GOIÁS 63/2015 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Projeto, Desenho Técnico e Informática GOIÁS 63/2015 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Projeto e Conforto Ambiental GOIÁS 63/2015 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Projeto e Desenho de Observação GOIÁS 63/2015 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Projeto e Tecnologias da Construção GOIÁS 63/2015 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Projeto, Teoria e História da Arquitetura GOIÁS 63/2015 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Sistemas Estruturais em Arquitetura GOIÁS 63/2015 Professor efetivo CSA-GOIAS - UNID.ACAD.ESP/CIENC SOCIAIS APLIC-GOIA Teorias e Projeto da Paisagem Urbana GOIÁS 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Energia e Eletricidade para Engenharia de Produção e Automação e Controle APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Engenharia de Produção APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Engenharia de Tráfego APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geofísica APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geologia Geral APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Infraestrutura de Transportes APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Introdução à Economia, Economia Industrial e Engenharia Econômica APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Planejamento e Controle da Produção 1 (PCP1), Planejamento e Controle da Produção 2 (PCP 2) e Planejamento e Controle da Produção 3 (PCP 3) APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Sedimentologia e Estratigrafia APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Segurança do Trabalho, Ergonomia e Engenharia do Trabalho e Projeto de Instalações Industriais APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Topografia e Geodésia APARECIDA DE GOIANIA 30/2015 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Desenvolvimento Rural/Teoria Econômica GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Irrigação e Recursos Hídricos GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo EMC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO Projeto Mecânico GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Administração de Operações GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Administração Pública GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Epistemologia Contemporânea GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História: Patrimônio Histórico, Memória e Identidade GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Administração de Unidades de Informação, Serviços e Produtos de Informação GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Unidades de Informação e os Contextos Social, Cultural e Educacional GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Linguística GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Tradução GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição Clínica GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Odontologia Coletiva e Estágios em Odontologia Coletiva GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Análise e Gestão Ambiental GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Teórica GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Educação Matemática. GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Fenômenos de Transporte GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Termodinâmica GOIÂNIA 30/2015 Professor efetivo REGGOIAS - REGIONAL GOIÁS Administração Financeira GOIÁS 30/2015 Professor efetivo REGGOIAS - REGIONAL GOIÁS Economia GOIÁS 30/2015 Professor efetivo IBIOTEC-CA - UNID. ACAD. ESP/BIOTECNOLOGIA - CATALA Teoria da Computação, Análise e Projeto de Algoritmos e Teoria dos Grafos CATALÃO 30/2015 Professor efetivo CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Anestesiologia, Farmacologia e Terapêutica Veterinárias JATAÍ 30/2015 Professor efetivo CIAGRA-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS AGRARIAS-JATA Fitotecnia JATAÍ 30/2015 Professor efetivo CIBIO-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS BIOLOGICAS-JA Fisiologia e Anatomia Vegetal JATAÍ 30/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Anatomia Patológica JATAÍ 30/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Anestesiologia e Dor JATAÍ 30/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Cardiologia JATAÍ 30/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Clínica Cirúrgica JATAÍ 30/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Medicina de Família e Comunidade JATAÍ 30/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Medicina Legal e Deontologia Médica JATAÍ 30/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Patologia Geral Humana JATAÍ 30/2015 Professor efetivo CISAU-JAT - UNID. ACAD. ESP/CIENCIAS DA SAUDE-JATA Pediatria JATAÍ 30/2015 Professor efetivo FENAD-CAT - UNID. ACAD. ESP/ENG. E ADM - CATALÃO Lavra CATALÃO 30/2015 Professor efetivo FENAD-CAT - UNID. ACAD. ESP/ENG. E ADM - CATALÃO Planejamento e Controle da Produção CATALÃO 30/2015 Professor efetivo LHS-JATAI - UNID. ACAD. ESP/LETRAS-HUMANAS-SOCIAIS Educação Matemática JATAÍ 7/2015 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Entomologia GOIÂNIA 7/2015 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Contabilidade Governamental GOIÂNIA 7/2015 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Teoria Econômica GOIÂNIA 7/2015 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Civil e Direito Processual Civil GOIÂNIA 7/2015 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Médica GOIÂNIA 7/2015 Professor efetivo REGGOIAS - REGIONAL GOIÁS Matemática e Estatística Aplicada à Administração GOIÁS 7/2015 Professor efetivo REGGOIAS - REGIONAL GOIÁS Projeto e Desenho de Observação GOIÁS 7/2015 Professor efetivo REGJATAI - REGIONAL JATAÍ Filosofia e Fundamentos JATAÍ 75/2014 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Algoritmos e Programação de Computadores (APC), Sistemas de Informações (SI) e Simulação de Sistemas APARECIDA DE GOIANIA 75/2014 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Cristalografia e Mineralogia APARECIDA DE GOIANIA 75/2014 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Desenho Técnico APARECIDA DE GOIANIA 75/2014 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Engenharia de Produção APARECIDA DE GOIANIA 75/2014 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Geologia Geral APARECIDA DE GOIANIA 75/2014 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Introdução à Economia, Economia Industrial e Engenharia Econômica APARECIDA DE GOIANIA 75/2014 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Planejamento e Infraestrutura de Transportes APARECIDA DE GOIANIA 75/2014 Professor efetivo CAG - CAMPUS APARECIDA DE GOIÂNIA Topografia APARECIDA DE GOIANIA 75/2014 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Horticultura GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Topografia e Geodésia GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Artes Visuais - Licenciatura GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Fisiologia do Exercício e Teoria do Treinamento Esportivo GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Metodologia do Ensino da Dança e Estágio Curricular GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Administração de Unidades de Informação, Serviços e Produtos de Informação GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Administração de Unidades de Informação, Serviços e Produtos de Informação GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Unidades de Informação e os Contextos Social, Cultural e Educacional GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Geografia Física GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Parasitologia Aplicada à Biotecnologia GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Química Analítica/Subárea: Química Ambiental GOIÂNIA 75/2014 Professor efetivo REGCATALAO - REGIONAL CATALÃO Ensino de Química e Química Geral (Teórica e Experimental) CATALÃO 75/2014 Professor efetivo REGCATALAO - REGIONAL CATALÃO Psicologia da Educação CATALÃO 75/2014 Professor efetivo REGJATAI - REGIONAL JATAÍ Anestesiologia e Farmacologia Veterinárias JATAÍ 75/2014 Professor efetivo REGJATAI - REGIONAL JATAÍ Enfermagem Clínica e Enfermagem em Doenças Infecciosas JATAÍ 75/2014 Professor efetivo REGJATAI - REGIONAL JATAÍ Enfermagem do Adulto com ênfase em Anatomia Humana JATAÍ 75/2014 Professor efetivo REGJATAI - REGIONAL JATAÍ Patologia Veterinária JATAÍ 75/2014 Professor efetivo REGJATAI - REGIONAL JATAÍ Psicologia Clínica e da Saúde JATAÍ 75/2014 Professor efetivo REGJATAI - REGIONAL JATAÍ Teoria da História, Historiografia, Monografia e Técnica de Pesquisa JATAÍ 73/2014 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Biologia Celular e Molecular Aplicadas à Ciência Animal GOIÂNIA 73/2014 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Fármacos e Medicamentos GOIÂNIA 73/2014 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ecologia GOIÂNIA 73/2014 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Química GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Cultura, Currículo e Avaliação CATALÃO 65/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Educação Bilíngue para Surdos, Alfabetização e Formação de Professores CATALÃO 65/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ensino de Ciências da Natureza em Física CATALÃO 65/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Formação de Professores: Estágio e Metodologia de Ensino CATALÃO 65/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática Industrial CATALÃO 65/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Planejamento e Controle da Produção CATALÃO 65/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Políticas Educacionais CATALÃO 65/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Probabilidade e Estatística CATALÃO 65/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Qualidade e Produto CATALÃO 65/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia e Processos Clínicos JATAÍ 65/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Analítica e Geral JATAÍ 65/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Orgânica e Geral JATAÍ 65/2014 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Conservação e Manejo de Florestas GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Desenvolvimento Rural/Teoria Econômica GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Tecnologia de Produtos Florestais GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo EMC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO Materiais e Processos de Fabricação GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Medicina de Emergência e Terapia Intensiva em Medicina Veterinária GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Produção de Bovinos de Leite GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Contabilidade Societária GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Economia e Métodos Quantitativos GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Ética GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Ensino de Libras GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Linguística e Ensino de Português para Surdos e Ouvintes GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Clínica Médica GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição em Saúde Pública GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Botânica GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ensino de Ciências e Biologia e Estágio Supervisionado GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Estatística Aplicada GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Matemática GOIÂNIA 65/2014 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Termodinâmica GOIÂNIA 38/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia de Produção CATALÃO 38/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Psicologia da Educação CATALÃO 38/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Agronomia/Extensão Rural GOIÁS 38/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Fundamentos do Serviço Social/Estágio Curricular GOIÁS 38/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Licenciatura em Física GOIÁS 38/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Pedagogia GOIÁS 38/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Projeto, Desenho Técnico e Informática GOIÁS 38/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Projeto e Desenho de Observação GOIÁS 38/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Projeto, Teoria e História da Arquitetura GOIÁS 38/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Projeto, Teoria e História do Urbanismo GOIÁS 38/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Direito Civil, Responsabilidade Civil, Empresarial e Prática Civil JATAÍ 38/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Filosofia Geral e Jurídica, Hermenêutica e Ética Profissional e Jurídica JATAÍ 38/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Imagenologia JATAÍ 38/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Linguística/Linguística Histórica JATAÍ 38/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Matemática JATAÍ 38/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia Humanista-Existencial-Fenomenológica JATAÍ 38/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Sociologia Geral e Jurídica, Metodologia e História do Pensamento Jurídico JATAÍ 38/2014 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Artes Visuais - Licenciatura GOIÂNIA 38/2014 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Civil e Direito Processual Civil GOIÂNIA 38/2014 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Linguística GOIÂNIA 38/2014 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Tradução GOIÂNIA 38/2014 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Engenharia Física GOIÂNIA 38/2014 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Experimental GOIÂNIA 38/2014 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Médica GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia de Produção CATALÃO 22/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Estruturas CATALÃO 22/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Formação de Professores: Estágio e Metodologia de Ensino CATALÃO 22/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Administração - Processos Operacionais e Logística GOIÁS 22/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Administração Financeira GOIÁS 22/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Administração Geral GOIÁS 22/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Direito GOIÁS 22/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Economia GOIÁS 22/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Matemática e Estatística Aplicada à Administração GOIÁS 22/2014 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Sociologia GOIÁS 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Anatomofisiologia JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Bioquímica Clínica e Biologia Molecular JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Clínica Cirúrgica JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ensino de Libras JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Farmacologia Básica e Aplicada JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Genética Médica JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Humanidades JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Imagenologia JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Imunologia Médica JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Medicina da Família e Comunidade JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Medicina de Urgência/Emergência JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Microbiologia Médica JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Morfologia JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Parasitologia Médica JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Patologia Geral, Citopatologia, Histopatologia e Experimentação JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Patologia Geral e Clínica em Humanos JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Políticas Educacionais JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia Humanista-Existencial-Fenomenológica JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Analítica e Geral JATAÍ 22/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Geral JATAÍ 22/2014 Professor efetivo EMC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO Materiais e Processos de Fabricação GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Clínica Médica de Pequenos Animais GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Medicina de Emergência e Terapia Intensiva em Medicina Veterinária GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Produção de Bovinos de Corte GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Produção de Bovinos de Leite GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Relações Internacionais e Economia Política Internacional GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Relações Internacionais e Política Externa GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Relações Internacionais e Segurança Internacional GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Medicina Legal GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Médico-Cirúrgica GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História do Brasil: Império e República GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA Teoria e Metodologia da História GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Engenharia Física GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Engenharia de Software GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Fundamentos de Engenharia de Software GOIÂNIA 22/2014 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Estatística Aplicada GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia do Trabalho CATALÃO 4/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Esportes Individuais e Coletivos e Estágio JATAÍ 4/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Histologia e Embriologia JATAÍ 4/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia e Processos Clínicos JATAÍ 4/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia Escolar e Educacional JATAÍ 4/2014 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Geral, Orgânica e Biomoléculas JATAÍ 4/2014 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Comunicação/Educação Infantil GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Economia e Métodos Quantitativos GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Antropologia GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Civil e Direito Processual Civil GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Metodologia do Ensino da Dança e Estágio Curricular GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Biblioteconomia - Organização e Tratamento da Informação GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Língua Portuguesa: Leitura e Produção de Texto GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Anatomofisiologia GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Biodiversidade Animal GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ensino de Ciências e Biologia e Estágio Supervisionado GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Estágio Supervisionado em Análises Clínicas GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Evolução GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Bacteriologia Aplicada à Biotecnologia GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Patologia Geral Aplicada à Biotecnologia GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva GOIÂNIA 4/2014 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Simulação e Controle de Processos GOIÂNIA 91/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Administração Geral CATALÃO 91/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Economia CATALÃO 91/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia do Trabalho CATALÃO 91/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Estruturas CATALÃO 91/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Libras - Língua Brasileira de Sinais CATALÃO 91/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática Industrial CATALÃO 91/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática Industrial CATALÃO 91/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Qualidade e Produto CATALÃO 91/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem em Saúde da Mulher JATAÍ 91/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Analítica e Geral JATAÍ 91/2013 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Comunicação/Inglês GOIÂNIA 91/2013 Professor efetivo EMC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO Projeto Mecânico GOIÂNIA 91/2013 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Pedagogia do Teatro GOIÂNIA 91/2013 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Estágio, Políticas Públicas e Trabalho em Saúde, Esporte e Lazer GOIÂNIA 91/2013 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Ética GOIÂNIA 91/2013 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Alimento e Nutrição Básica GOIÂNIA 91/2013 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição em Saúde Pública GOIÂNIA 91/2013 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Genética Humana e Molecular GOIÂNIA 91/2013 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Astronomia GOIÂNIA 91/2013 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Doenças Infecciosas e Parasitárias GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geografia Física CATALÃO 84/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geografia Humana CATALÃO 84/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geotecnia CATALÃO 84/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geotecnia CATALÃO 84/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geotecnia CATALÃO 84/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Biologia (Licenciatura) GOIÁS 84/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Filosofia da Educação GOIÁS 84/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Fundamentos do Serviço Social/Estágio Supervisionado GOIÁS 84/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Letras-Português GOIÁS 84/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Letras-Português/Libras - Professor Intérprete GOIÁS 84/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Matemática (Licenciatura) GOIÁS 84/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Pedagogia GOIÁS 84/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Química (Licenciatura) GOIÁS 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Alfabetização e Letramento JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Anatomia, Fisiologia e Patologia Funcional JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Clínica Cirúrgica JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Clínica Médica JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Esportes Individuais e Coletivos e Estágio JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Esportes Individuais e Coletivos e Estágio JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ginecologia e Obstetrícia JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Matemática e Educação Matemática JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Medicina da Família e Comunidade JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Medicina de Urgência/Emergência JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Pediatria JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia Médica e Saúde Mental JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Saúde Coletiva e Epidemiologia JATAÍ 84/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Semiologia Médica JATAÍ 84/2013 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Topografia e Geodésia GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Educação Musical e Estágio Supervisionado em Música GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Civil e Direito Processual Civil GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Público GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Prática Jurídica GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Epistemologia Contemporânea GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Ensino de Libras GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Ensino de Libras GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Linguística GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Tradução GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Linguística e Ensino de Português para Surdos e Ouvintes GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Linguística e Ensino de Português para Surdos e Ouvintes GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Literaturas de Língua Portuguesa e Ensino de Literatura GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Português para Estrangeiros GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Português para Estrangeiros GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Teoria da Literatura e Ensino de Literatura GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Engenharia Física GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Médica GOIÂNIA 84/2013 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Matemática e Estatística GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Administração Geral CATALÃO 66/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Educação das Ciências da Natureza CATALÃO 66/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Educação do Campo CATALÃO 66/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Educação e Linguagem CATALÃO 66/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Educação Matemática CATALÃO 66/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Lavra CATALÃO 66/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Didática e Prática de Ensino de História JATAÍ 66/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Geral e Físico-Química JATAÍ 66/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Geral, Orgânica e Biomoléculas JATAÍ 66/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Geral, Orgânica e Biomoléculas JATAÍ 66/2013 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Comunicação/Francês GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Engenharia de Alimentos GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Gênese e Mineralogia do Solo GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Estruturas/Subárea: Mecânica das Estruturas GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Estruturas/Subárea: Resistência dos Materiais, Estruturas Metálicas e Estruturas de Madeira GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Estruturas/Subárea: Resistência dos Materiais, Estruturas Metálicas e Estruturas de Madeira GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Hidráulica e Saneamento - DE GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Hidráulica e Saneamento - 20 horas GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Hidráulica e Saneamento - 20 horas GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Saneamento e Recursos Hídricos GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Patologia Clínica Veterinária GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Tecnologia na Fabricação de Rações Animais GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Teoria e Projeto em Design de Ambientes GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Arquitetura da Informação, Mineração de Dados, Gerência de Tecnologias de Informação GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Gestão Documental, Gestão de Documentos Digitais GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Mídias Sociais, Laboratório de Mídias Sociais, Design da Informação GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Sistemas de Informação e Decisão I e II, Segurança de Informação e Proteção do Conhecimento, Gerência de Sistemas de Informação GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História da América Colonial GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Arquitetura da Informação, Mineração de Dados, Gerência de Tecnologias de Informação GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo FIC - FACULDADE DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Sistemas de Informação e Decisão I e II, Segurança de Informação e Proteção do Conhecimento, Gerência de Sistemas de Informação GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Medicina do Adolescente GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Banco de Dados GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Fundamentos de Engenharia de Software - DE GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Fundamentos de Engenharia de Software - 20 horas GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Redes e Sistemas Distribuídos GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Tecnologias de Engenharia de Software - DE GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Tecnologias de Engenharia de Software - 20 horas GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Visão Computacional GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Estatística - DE GOIÂNIA 66/2013 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Estatística - 20 horas GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Anatomia e Patologia CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO As Políticas de Estado para a Educação Básica no Brasil CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Botânica, Ecologia e Paleontologia CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Didática e Ensino de Geografia CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Enfermagem Fundamental com ênfase em Saúde Coletiva CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Civil CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Filosofia da Educação CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Física Geral CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Formação de Professores: Estágio e Metodologia de Ensino CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geodésia, Topografia, Mecânica dos Fluidos e Hidráulica CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geodésia, Topografia, Mecânica dos Fluidos e Hidráulica CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geodésia, Topografia, Mecânica dos Fluidos e Hidráulica CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geoestatística e Estatística CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geoestatística e Estatística CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO História da Educação CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Língua Inglesa, Literaturas de Língua Inglesa e Ensino CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Linguística, Língua Portuguesa e Ensino CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Probabilidade e Estatística CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Processo de Cuidar em Saúde da Criança/Processo de Cuidar em Saúde do Adolescente com atuação em Estágio Curricular Obrigatório CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Processos Psicossociais, Educação e Saúde CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Química Geral e Química Analítica CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Resistência de Materiais, Mecânica das Rochas, Estabilidade de Taludes, Fundamentos de Mecânica dos Solos, Pilhas de Estéril e Barragens de Rejeitos CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Resistência de Materiais, Mecânica das Rochas, Estabilidade de Taludes, Fundamentos de Mecânica dos Solos, Pilhas de Estéril e Barragens de Rejeitos CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO UTI, Urgência e Emergência CATALÃO 53/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Filosofia Antiga GOIÁS 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Anestesiologia e Farmacologia Veterinárias JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ciências Florestais JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ciências Florestais JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Clínica de Equinos e Reprodução Animal JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Prática Trabalhista JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Direito do Trabalho, Processo do Trabalho e Prática Trabalhista JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Direito Tributário, Econômico e Administrativo JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Educação Matemática JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem e Saúde Coletiva - DE JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem e Saúde Coletiva - 20 horas JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem e Saúde da Mulher JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem em Saúde do Adulto com ênfase em Anatomia JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem em Saúde Mental JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Saúde do Adulto e Idoso com ênfase em Assistência de Enfermagem ao Paciente Crítico e Atendimento Pré-Hospitalar JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Saúde do Adulto e Idoso com ênfase em Cirúrgica e Central de Materiais e Esterilização JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Saúde do Adulto e Idoso com ênfase em Cirúrgica e Central de Materiais e Esterilização JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Saúde do Adulto e Idoso com ênfase em Enfermagem Clínica e Doenças Infecciosas JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ensino de Ciências e Biologia e Estágio Supervisionado JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Esportes Individuais e Coletivos e Estágio JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Estágio Supervisionado e Didática JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Exercício Físico em Condições e Populações Especiais e Estágio JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Filosofia e Fundamentos JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Genética e Biologia Evolutiva JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Geografia Física JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Geografia Humana JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Língua Inglesa e Ensino JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Parasitologia Veterinária e Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Pesquisa, Conhecimento e Gestão em Saúde Pública e Estágio relacionado à Educação Física JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia da Educação JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia e Processos Clínicos JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia e Processos Clínicos JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia e Processos Psicossociais JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia Escolar e Educacional JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Analítica e Geral JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Geral e Bioquímica JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Inorgânica e Geral JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Sociologia e Fundamentos JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Teoria da Computação JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Teoria da Computação JATAÍ 53/2013 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências Humanas e Filosofia/Filosofia GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA Sociologia Rural GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Epidemiologia Veterinária/Sanidade de Suínos GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Produção de Suínos GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Contabilidade Gerencial GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS História da Arte e da Imagem GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Projeto de Arquitetura e Urbanismo GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Ciência Política GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Museologia GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Toxicologia GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Urologia GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Biotecnologia GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Química Analítica GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Química Inorgânica GOIÂNIA 53/2013 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Termodinâmica e Simulação de Processos GOIÂNIA 50/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Direito do Trabalho, Direito Processual Trabalhista e Prática Jurídica Trabalhista GOIÁS 50/2013 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Direito Processual Penal e Pratíca Jurídica Penal GOIÁS 50/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Língua Inglesa JATAÍ 50/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Núcleo de Prática Jurídica-Estágio JATAÍ 50/2013 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Teoria da Literatura e Literatura de Língua Portuguesa JATAÍ 50/2013 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Geral GOIÂNIA 50/2013 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Plástica GOIÂNIA 50/2013 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Torácica GOIÂNIA 50/2013 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Pneumologia GOIÂNIA 50/2013 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Psiquiatria Clínica e Forense GOIÂNIA 50/2013 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Reumatologia GOIÂNIA 50/2013 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ensino de Ciências e Biologia e Estágio Supervisionado em Ciências e Biologia CATALÃO 86/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Analítica e Geral JATAÍ 86/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Geral JATAÍ 86/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Inorgânica e Geral JATAÍ 86/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Orgânica e Geral JATAÍ 86/2012 Professor efetivo EMC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA, MECÂNICA E DE COMPUTAÇÃO Projeto Mecânico GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Educação Musical e Estágio Supervisionado em Música GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Trombone e Música de Câmara GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Contabilidade Gerencial GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Tectônica e Composição em Arquitetura e Urbanismo GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Técnica Operatória e Cirurgia Experimental GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Pedologia e Geomorfologia GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Estatística GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Matemática - Adjunto GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Matemática - Titular GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Química Inorgânica GOIÂNIA 86/2012 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Termodinâmica e Simulação de Processos GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Administração Geral CATALÃO 77/2012 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Sociologia CATALÃO 77/2012 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Administração Geral GOIÁS 77/2012 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Contabilidade GOIÁS 77/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ciência do Solo JATAÍ 77/2012 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências Humanas e Filosofia/Filosofia GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Economia Política GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Teoria Econômica GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Planejamento e Desenho Urbano GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Relações Internacionais GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Sociologia GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Epistemologia Contemporânea GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Ética Geral GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Filosofia Antiga/Medieval GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Filosofia Política GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História: Patrimônio Histórico, Memória e Identidade GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Clínica Médica GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Pneumologia GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Radiologia e Diagnóstico por Imagem/Imagenologia GOIÂNIA 77/2012 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição Clínica GOIÂNIA 57/2012 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática CATALÃO 57/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Conservação do Solo e Topografia JATAÍ 57/2012 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Química de Produtos Naturais e Sintéticos GOIÂNIA 57/2012 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Tecnologia e Nanotecnologia Farmacêuticas GOIÂNIA 57/2012 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Diagnóstico Integrado das Afecções do Complexo Bucomaxilofacial GOIÂNIA 57/2012 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar GOIÂNIA 57/2012 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Anatomia Vegetal GOIÂNIA 57/2012 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ensino de Ciências e Biologia e Estágio Curricular Supervisionado GOIÂNIA 57/2012 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Fisiologia Geral e Humana GOIÂNIA 57/2012 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Histologia, Embriologia e Biologia Celular GOIÂNIA 48/2012 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Psicologia GOIÁS 48/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Saúde do Adulto e Idoso JATAÍ 48/2012 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Flauta Doce e Educação Musical GOIÂNIA 48/2012 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Flauta Doce e Educação Musical GOIÂNIA 48/2012 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Linguagem e Estruturação Musicais e Violão GOIÂNIA 48/2012 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Métodos Quantitativos Aplicados à Contabilidade GOIÂNIA 48/2012 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Métodos Quantitativos Aplicados à Contabilidade GOIÂNIA 48/2012 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Fenômenos de Transporte e Operações Unitárias GOIÂNIA 35/2012 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Arquitetura e Organização de Computadores CATALÃO 35/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Didática, Estágio e Ensino de Geografia JATAÍ 35/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem em Saúde da Mulher, Criança e Adolescente JATAÍ 35/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem em Saúde da Mulher, Criança e Adolescente JATAÍ 35/2012 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Engenharia da Água e Solo com ênfase em Automação Agrícola GOIÂNIA 35/2012 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicodiagnóstico e Técnicas de Avaliação Psicológica GOIÂNIA 35/2012 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Metodologia de Ensino e Pesquisa em Basquetebol GOIÂNIA 35/2012 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Alimento e Nutrição Básica GOIÂNIA 20/2012 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Psicologia Cognitiva e Comportamental CATALÃO 20/2012 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Metodologia do Ensino da Dança GOIÂNIA 20/2012 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História da Arte GOIÂNIA 20/2012 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Patologia Geral Aplicada à Biotecnologia GOIÂNIA 5/2012 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Geografia Humana e Ensino de Geografia JATAÍ 5/2012 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Agricultura GOIÂNIA 5/2012 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Economia Rural GOIÂNIA 5/2012 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Engenharia Florestal GOIÂNIA 5/2012 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Hidráulica e Saneamento GOIÂNIA 5/2012 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Hidráulica e Saneamento GOIÂNIA 5/2012 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Hidráulica e Saneamento GOIÂNIA 5/2012 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Circuitos Elétricos e Eletrônica GOIÂNIA 5/2012 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Teoria de Controle Linear GOIÂNIA 5/2012 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Museologia - Gestão de Museus e Avaliação GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ciência da Computação CATALÃO 89/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Econômica CATALÃO 89/2011 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Ensino de Filosofia e Filosofia da Educação GOIÁS 89/2011 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Fundamentos do Serviço Social e Política Social GOIÁS 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Direito Civil, Direito Processual Civil e Direito Empresarial JATAÍ 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Direito Penal e Direito Processual Penal JATAÍ 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Física Experimental - Subárea: Física da Matéria Condensada JATAÍ 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Física Geral JATAÍ 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Física Geral e Ensino de Física JATAÍ 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Física/Física Geral e Ensino de Física JATAÍ 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Fisioterapia Aplicada à Neurologia e Estágio Supervisionado JATAÍ 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Fisioterapia Cardiorrespiratória, Unidade de Terapia Intensiva, Estágio Supervisionado e Fisioterapia Geral JATAÍ 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Manejo Florestal JATAÍ 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Qumíca Analítica e Química Geral JATAÍ 89/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Tecnologia de Produtos Florestais JATAÍ 89/2011 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Topografia GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Gestão Ambiental GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Planejamento e Gestão Ambiental GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Sistemas de Abastecimento e Tratamento de Águas GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Sistemas de Abastecimento e Tratamento de Águas GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Sistemas de Abastecimento e Tratamento de Águas GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Sistemas de Coleta, Transporte e Tratamento de Águas Residuárias GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Transportes - Subárea: Planejamento e Operação de Transportes GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Administração Estratégica GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Administração Geral GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Contabilidade Ambiental e Social GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Teoria do Direito GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Urgência/Endodontia GOIÂNIA 89/2011 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Anatomia Humana e Neuroanatomia GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ciências Políticas CATALÃO 82/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Economia Mineral CATALÃO 82/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO História Moderna e Contemporânea CATALÃO 82/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Lavra CATALÃO 82/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Sociologia CATALÃO 82/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Construções Rurais e Desenho Técnico JATAÍ 82/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Contruções Rurais e Desenho Técnico JATAÍ 82/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Fitotecnia e Sementes JATAÍ 82/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia Comunitária JATAÍ 82/2011 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Materiais e Processos de Fabricação GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Projeto Mecânico GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Termo-Fluido Dinâmica GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Musicoterapia GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Cirurgia de Pequenos Animais GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Equideocultura GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Biblioteconomia - Tratamento da Informação GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Radiojornalismo e Produção Radiofônica GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Redação em Relações Públicas GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Pediátrica e Neonatológica GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Ciências Ambientais e Saúde GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Ciências Ambientais e Saúde GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Cultura e Humanidades GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Linguística Aplicada à Educação Bilíngue GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Linguística Descritiva GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Literaturas de Língua Francesa, Língua Francesa e Ensino de Língua Francesa GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Geral Experimental GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Geral Teórica GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Sistema Dinâmico GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Dermatologia GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Imunologia Aplicada à Biotecnologia GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva - Adjunto - Dedicação Exclusiva GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva - Adjunto - 20 horas GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva - Assistente GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva - Auxiliar GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Ensino de Química GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Espectrometria de Massas GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Modelagem, Simulação e Controle de Processos GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Processos da Indústria Química, Projetos de Processos e Instalações Químicas GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Química Analítica GOIÂNIA 82/2011 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Química Inorgânica GOIÂNIA 69/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ciências Sociais CATALÃO 69/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Desenvolvimento de Produtos CATALÃO 69/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Desenvolvimento de Produtos CATALÃO 69/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Fisiologia e Biofísica CATALÃO 69/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO História do Brasil CATALÃO 69/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Algoritmos e Programação de Computadores JATAÍ 69/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Estrutura de Dados e Engenharia de Software JATAÍ 69/2011 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências da Natureza e Matemática/Matemática GOIÂNIA 69/2011 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Desenvolvimento Rural GOIÂNIA 69/2011 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Desenvolvimento Rural GOIÂNIA 69/2011 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ecologia GOIÂNIA 54/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Matemática JATAÍ 54/2011 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia da Saúde e Hospitalar JATAÍ 54/2011 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências da Natureza/Matemática GOIÂNIA 54/2011 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Ressonância Magnética Nuclear GOIÂNIA 40/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Zoologia de Invertebrados CATALÃO 40/2011 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Bioclimatologia, Comportamento e Bem Estar Animal GOIÂNIA 40/2011 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Criação de Animais de Companhia GOIÂNIA 40/2011 Professor efetivo EVZ - ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Criação de Animais de Companhia GOIÂNIA 40/2011 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Etnologia Indígena GOIÂNIA 40/2011 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Etnologia Indígena GOIÂNIA 40/2011 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Biomecânica do Movimento e Anatomia Humana GOIÂNIA 40/2011 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Fundamentos Modernos e Contemporâneos da Dança GOIÂNIA 40/2011 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Metodologia do Ensino da Dança e Estágio GOIÂNIA 40/2011 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Processos de Criação e Composição Coreográfica GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências Humanas e Filosofia/Filosofia GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Agricultura GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Fitopatologia GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Tecnologia de Alimentos GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Gestão de Pessoas GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Gestão de Projetos e Processos Organizacionais GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Gestão de Projetos e Processos Organizacionais GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Negócios Internacionais e Comércio Exterior GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Assistência Farmacêutica e Farmácia Comunitária GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Bioquímica Clínica e Semiologia Farmacêutica GOIÂNIA 28/2011 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Bioquímica Clínica e Semiologia Farmacêutica GOIÂNIA 18/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Logística e Gestão de Cadeia de Suprimento CATALÃO 18/2011 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Biblioteconomia - Tecnologia da Informação GOIÂNIA 18/2011 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Teoria da Imagem e Produção Audiovisual GOIÂNIA 18/2011 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Civil e Empresarial GOIÂNIA 18/2011 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Civil e Empresarial GOIÂNIA 18/2011 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Civil e Empresarial GOIÂNIA 18/2011 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição Clínica GOIÂNIA 7/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Antropologia CATALÃO 7/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ciências Políticas CATALÃO 7/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ergonomia e Projeto CATALÃO 7/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática CATALÃO 7/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática CATALÃO 7/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática Aplicada CATALÃO 7/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática Aplicada CATALÃO 7/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Probabilidade e Estatística CATALÃO 7/2011 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Sociologia CATALÃO 7/2011 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Prática e Ensino de Projeto GOIÂNIA 7/2011 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Teorias e Processos da Arte Contemporânea GOIÂNIA 7/2011 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras, Linguística e Ensino - Professor Assistente GOIÂNIA 7/2011 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras, Linguística e Ensino - Professor Auxiliar GOIÂNIA 7/2011 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Cartografia, Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto GOIÂNIA 7/2011 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Geografia Física GOIÂNIA 79/2010 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Climatologia Agrícola e Recursos Hídricos GOIÂNIA 79/2010 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Engenharia Florestal GOIÂNIA 79/2010 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Horticultura GOIÂNIA 79/2010 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Literatura Brasileira e Ensino de Literatura GOIÂNIA 75/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Fenômenos de Transporte,Hidráulica,Saneamento e Hidrologia CATALÃO 75/2010 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Filosofia Moderna e Contemporânea GOIÁS 75/2010 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Fundamentos da Educação GOIÁS 75/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Radiofotobiologia e Bioquímica JATAÍ 75/2010 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Fitossanidade GOIÂNIA 75/2010 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Materiais e Processos de Fabricação GOIÂNIA 75/2010 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Projeto Mecânico GOIÂNIA 75/2010 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Termo-Fluido Dinâmica GOIÂNIA 75/2010 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Artes Cênicas - Interpretação e Pedagogia Teatral GOIÂNIA 75/2010 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História:Patrimônio Histórico,Memória e Identidade GOIÂNIA 75/2010 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Reumatologia GOIÂNIA 71/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Civil CATALÃO 71/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Civil CATALÃO 71/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Didática e Prática de Ensino de História JATAÍ 71/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Geografia Humana e Ensino de Geografia JATAÍ 71/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia e Saúde Pública:enfoque fenomenológico-existencial JATAÍ 71/2010 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Ciência Política GOIÂNIA 71/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Políticas Educacionais GOIÂNIA 71/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia da Educação GOIÂNIA 71/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia da Educação GOIÂNIA 67/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia de Estruturas CATALÃO 67/2010 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Fundamentos do Serviço Social/Estágio Supervisionado GOIÁS 67/2010 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Ensino de Artes Visuais Modalidade a Distância GOIÂNIA 67/2010 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS História da Arte e da Imagem GOIÂNIA 67/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Fundamentos Filosóficos e Sócio-Históricos da Educação GOIÂNIA 67/2010 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Diagnóstico Integrado das Afecções do Complexo Bucomaxilofacial GOIÂNIA 67/2010 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Didática em Geografia GOIÂNIA 67/2010 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Bacteriologia GOIÂNIA 46/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geologia Sedimentar CATALÃO 46/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geologia Sedimentar CATALÃO 46/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geologia Sedimentar CATALÃO 46/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geologia Sedimentar CATALÃO 46/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geologia Sedimentar CATALÃO 46/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Sistemas Operacionais CATALÃO 46/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Sistemas Operacionais CATALÃO 46/2010 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Construção Civil Sub-Área:Sistemas Prediais,Administração de Obras e Serviços de Saneamento GOIÂNIA 46/2010 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Construção Civil Sub-Área:Sistemas Prediais,Administração de Obras e Serviços de Saneamento GOIÂNIA 46/2010 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Transportes Sub-Área:Planejamento de Transportes GOIÂNIA 46/2010 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Prática Jurídica e Estágio Supervisionado GOIÁS 46/2010 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Prática Jurídica e Estágio Supervisionado GOIÁS 46/2010 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Prática Jurídica Trabalhista e Previdenciária GOIÁS 46/2010 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Processo Civil e Estágio Supervisionado GOIÁS 46/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Arte e Educação GOIÂNIA 46/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia da Educação GOIÂNIA 46/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia: Fundamentos Epistemológicos e Teorias da Personalidade GOIÂNIA 46/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia:Fundamentos Epistemológicos e Teorias da Personalidade GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Fenômeno de Transportes e Hidrologia CATALÃO 32/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Toxicologia Veterinária, Farmacologia Veterinária e Terapêutica Veterinária JATAÍ 32/2010 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Monitoramento Ambiental GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Instalações Elétricas Industriais GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Administração Estratégica e Negócios Internacionais GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Administração Financeira GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Econometria GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Teoria Econômica GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Estética e História da Imagem GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Civil GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Didática/Didática e Formação de professores e estágio nos anos iniciais do ensino fundamental e educação infantil GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Educação, Comunicação e Mídias GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia e Processos Clínicos GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Aspectos Nutricionais e Biodinâmicos do Movimento GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Aspectos Nutricionais e Biodinâmicos do Movimento GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Ensino e Pesquisa em Basquetebol GOIÂNIA 32/2010 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Língua Portuguesa e Lingüística e Ensino GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Economia Mineral CATALÃO 29/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Lavra CATALÃO 29/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Lavra CATALÃO 29/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Lavra CATALÃO 29/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Doenças Infecciosas do Animais Domésticos e Saúde Pública JATAÍ 29/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Eletrotermofototerapia Fisioterapia Geral JATAÍ 29/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Esporte Coletivo e Individual JATAÍ 29/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Esporte e Estágio JATAÍ 29/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Silvicultura JATAÍ 29/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Silvicultura JATAÍ 29/2010 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Administração Mercadológica GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Ensino de Artes Visuais: Modalidade a Distância GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Ciência, Sociedade e Intervenção Profissional GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Dança Educação e Improvisação GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Educação Física, Saúde Coletiva e Políticas de Saúde no Brasil GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Clínica Cirurgica GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Filosofia Geral GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Filosofia Geral GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Filosofia Moderna GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Cristalografia GOIÂNIA 29/2010 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Ciência da Computação GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Física Geral CATALÃO 023/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geologia Estrutural/Geologia Sedimentar CATALÃO 023/2010 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Clínica JATAÍ 023/2010 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Artes Cênicas-Teatro-Educação e Novas Tecnologias GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Representação Linguagem e Tecnologia em Design de Interiores GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Museologia-Expografia GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História Moderna e Contemporânea GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História Moderna e Contemporânea GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Odontologia Legal GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Biologia Molecular de Procariotos-EAD GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Bioquímica e Biologia Molecular-EAD GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Fisiologia Geral de Vertebrados GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Morfologia e Taxonomia Vegetal GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Geral Teórica e Experimental GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Cristalografia GOIÂNIA 023/2010 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Físico-Química GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Fenômeno de Transportes e Hidrologia CATALÃO 13/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Processos Psicossociais: Educação, Desenvolvimento e Aprendizagem CATALÃO 13/2010 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Comunicação - Letras e LInguística/Língua Portuguesa GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Microprocessadores GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Microprocessadores GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Artes Cênicas-Cenografia e Iluminação Cênica GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Artes Cênicas-Figurino,Maquiagem e Formas Animadas GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Artes Cênicas-História e Teorias do Espetáculo GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Artes Cênicas-Produção Cultural e Teorias do Espetáculo GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Clínica de Equinos GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Sociologia GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Relações Públicas e Comunicação Organizacional GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Telejornalismo e Produção Audiovisual GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Educação Física,Infância e Escola GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Metodologia do Ensino da Educação Física na Escola GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Modelagem Molecular/Química Farmacêutica Medicinal GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA História do Brasil-Colônia e Império GOIÂNIA 13/2010 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Geografia Humana GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ciências Políticas CATALÃO 1/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia de Estruturas - Subárea: Estrutura de Aço e Madeira CATALÃO 1/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ensino de Ciências e Biologia, Estágio Curricular Supervisionado em Ciências e Biologia CATALÃO 1/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática Aplicada CATALÃO 1/2010 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Matemática Industrial CATALÃO 1/2010 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Melhoramento Genético de Plantas GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Anatomia Humana e Comparada GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Genética Humana e Molecular GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Cristalografia GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Aplicada à Medicina GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Magnetismo e Materiais GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Micologia GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Nanobiotecnologia e Biologia Molecular GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Parasitologia GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Patologia GOIÂNIA 1/2010 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Saúde Coletiva GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo CACG - CAMPUS CIDADE DE GOIÁS Política Social GOIÁS 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Administração Rural e Agronegócios JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Algoritmos e Programação de Computadores JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Anatomia Humana e Comparada JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Bases para o Cuidar do Indivíduo e da Família JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Bovinocultura de Corte e Forragicultura JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Direito Privado JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Direito Público JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Doenças Infecciosas e Saúde Pública JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ecologia Florestal JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Epidemiologia e Saúde/Gestão Hospitalar e Laboratorial JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Física JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Fisioterapia/Sub área: Semiologia Fisioterapêutica e Fisioterapia Geral JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Fundamentos da Educação JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Literatura: Teoria Literária e Ensino de Literatura JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Matemática Aplicada JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Morfofisiologia Humana e Animal JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Morfofisiologia Vegetal JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Olericultura e Tecnologia de Alimentos de Origem Vegetal JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Parasitologia Veterinária e Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Psicologia Social e do Trabalho JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Geral JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Silvicultura, Melhoramento Florestal e Estatística Experimental JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Teoria e Método na Geografia JATAÍ 092/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Teorias e Técnicas Psicanalítica JATAÍ 092/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Engenharia Ambiental: Ciências Ambientais GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Engenharia Ambiental: Monitoramento Ambiental GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Engenharia Ambiental: Planejamento Urbano e Ambiental GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Engenharia Ambiental: Recursos Hídricos GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Publicidade e Propaganda GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Bioprocessos e Biotecnologia GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Botânica Criptógamos GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ecologia GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ensino de Ciências e Biologia e Estágio Curricular Supervisionado GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Fisiologia Vegetal GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Histoquímica, Histologia e Embriologia GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Zoologia de Invertebrados GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Cartografia e Geoprocessamento GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Geologia Aplicada GOIÂNIA 092/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Geologia Geral GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Termo-Fluido Dinâmica GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Bioquímica e Metabolismo GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Representação e Linguagem e Informática Aplicada à Arquitetura GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Teoria e História da Arquitetura e Projeto de Arquitetura GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo e Projetos Urbanos GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Estado e Políticas Públicas GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Estado e Políticas Públicas GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Museologia - Conservação de Bens Culturais GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Museologia - Conservação de Bens Culturais GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Museologia - Documentação Museológica GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Museologia - Expografia GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Museologia - Gestão de Museus GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Teoria Antropológica GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Biblioteconomia - Gestão, Produtos e Serviços de Informação GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Didática/Didática e Formação de Professores e Estágio nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Educação Infantil GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia e Processos Clínicos GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Anatomia e Fisiologia Aplicada às Praticas Corporais GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Ciência, Sociedade e Intervenção Profissional GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Dança, Educação e Improvisação GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Danças Populares Brasileiras, História e Musicalidade GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Educação Física, Saúde Coletiva e Políticas Públicas de Saúde no Brasil GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Fundamentos Clássicos e Modernos da Dança GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Estética GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Ética Contemporânea GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Filosofia do Século XVII GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Filosofia Geral GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FAFIL - FACULDADE DE FILOSOFIA Teoria do Conhecimento GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA Metodologia e Didática da História GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Linguística GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Literatura Brasileira e Ensino de Literatura GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Alimentos e Nutrição Básica GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Geomorfologia GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Banco de Dados GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Ciência da Computação GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Engenharia de Software GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Inteligência Artificial GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Sistemas de Computação GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Teoria da Computação e Otimização GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Educação Matemática GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Estatística GOIÂNIA 085/2009 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Matemática GOIÂNIA 079/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ecologia Florestal JATAÍ 079/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem em UTI e Emergência JATAÍ 079/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Geografia Física JATAÍ 079/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Microbiologia Geral, Veterinária e de Alimentos JATAÍ 079/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Morfologia dos Animais JATAÍ 079/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Políticas Educacionais JATAÍ 079/2009 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Produção, Materiais e Logística GOIÂNIA 079/2009 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Tecnologia da Informação GOIÂNIA 079/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Sociologia GOIÂNIA 079/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia e Processos Clínicos GOIÂNIA 079/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia Social GOIÂNIA 079/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia Social do Trabalho GOIÂNIA 079/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Língua e Literaturas em Língua Espanhola e Ensino de Língua e Literaturas Espanhola GOIÂNIA 079/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Teoria Literária e Ensino da Literatura GOIÂNIA 075/2009 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Violoncelo e Música de Câmara GOIÂNIA 075/2009 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Violoncelo e Música de Câmara GOIÂNIA 075/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Relações Públicas: Gestão Estratégica e Marketing GOIÂNIA 075/2009 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Civil GOIÂNIA 075/2009 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Civil GOIÂNIA 060/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Química Inorgânica e Química Industrial CATALÃO 060/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Prática Contábil e Contabilidade Financeira GOIÂNIA 060/2009 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Prática Contábil e Contabilidade Financeira GOIÂNIA 060/2009 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA Didática e Prática do Ensino de História/História da África GOIÂNIA 060/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Oftalmologia GOIÂNIA 047/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Elétrica CATALÃO 047/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ensino de Física CATALÃO 047/2009 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Aquicultura GOIÂNIA 047/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Língua Brasileira de Sinais GOIÂNIA 047/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Latim e Língua Portuguesa GOIÂNIA 047/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Latim e Língua Portuguesa GOIÂNIA 047/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Língua Portuguesa, Linguística e Ensino GOIÂNIA 047/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Língua Portuguesa, Linguística e Ensino GOIÂNIA 047/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Políticas Educacionais do Brasil e Fundamentos Filosóficos e Sócio-históricos da Educação GOIÂNIA 047/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Psicologia da Educação GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ensino de Física JATAÍ 040/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Física Experimental/Subárea: Física da Matéria Condensada JATAÍ 040/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Física Experimental/Subárea: Física da Matéria Condensada JATAÍ 040/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Física Teórica/Subárea: Física Computacional JATAÍ 040/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ História do Brasil JATAÍ 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Arte e Educação GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Arte e Educação GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Ciências Naturais nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Educação Infantil GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Didática e Formação de Professores e Estágio nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Educação Infantil GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Educação, Comunicação e Mídias GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Filosofia da Educação GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Fundamentos e Metodologia de Ensino de Língua Portuguesa na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Fundamentos e Metodologia de Ensino de Matemática na Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Fundamentos e Metodologia em Ciências Humanas GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Política e Gestão da Educação GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia da Educação GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Neuropsicologia GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicodiagnóstico e Técnica de Avaliação Psicológica GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia e Saúde GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia e Saúde GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia Social GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicologia Social GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Psicopatologia GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Técnicas Psicoterápicas GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Sociologia da Educação GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Didática em Geografia GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Didática em Geografia GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Fundamentos do Saber Geográfico GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Fundamentos do Saber Geográfico GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Fundamentos do Saber Geográfico GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Algoritmos e Otimização GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Algoritmos e Otimização GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Banco de Dados GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Engenharia de Software GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Linguagens de Programação GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Metodologia e Técnicas da Computação GOIÂNIA 040/2009 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Estatística GOIÂNIA 039/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Contabilidade CATALÃO 039/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Contabilidade CATALÃO 039/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Economia Geral GOIÂNIA 039/2009 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Piano, Harmonia Funcional e Percepção GOIÂNIA 039/2009 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Violão, Educação Musical, Mídias e Tecnologias GOIÂNIA 039/2009 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Violão, Educação Musical, Mídias e Tecnologias GOIÂNIA 039/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Ciências Sociais e Educação GOIÂNIA 039/2009 Professor efetivo FCS - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS Ciências Sociais e Educação GOIÂNIA 039/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Políticas Educacionais GOIÂNIA 039/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Anatomia Humana e Comparada GOIÂNIA 032/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Mecânica CATALÃO 032/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Mecânica CATALÃO 032/2009 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Direito Privado/Professor Adjunto GOIÁS 032/2009 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Direito Privado/Professor Assistente GOIÁS 032/2009 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Direito Público/Professor Adjunto GOIÁS 032/2009 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Direito Público/Regime de Trabalho: Dedicação Exclusiva GOIÁS 032/2009 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Direito Público/Regime de Trabalho: 20 horas GOIÁS 032/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Filosofia da Educação GOIÂNIA 032/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Filosofia da Educação GOIÂNIA 032/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Ensino e Pesquisa em Atletismo GOIÂNIA 032/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Ensino e Pesquisa em Atletismo GOIÂNIA 032/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Metodologia do Ensino em Educação Física e Estágio GOIÂNIA 032/2009 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Odontologia Coletiva e Estágio em Odontologia Coletiva GOIÂNIA 032/2009 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Otimização GOIÂNIA 032/2009 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Sistemas Dinâmicos GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Artes (Disciplina: Artes Visuais) GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências da Natureza e Matemática (Disciplina: Ciências e Biologia) GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências da Natureza e Matemática (Disciplina: Física) GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências da Natureza e Matemática (Disciplina: Informática) GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências da Natureza e Matemática (Disciplina: Informática) GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências da Natureza e Matemática (Disciplina: Matemática) GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências da Natureza e Matemática (Disciplina: Matemática)/Adjunto GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências da Natureza e Matemática (Disciplina: Matemática)/Assistente GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências Humanas e Filosofia (Disciplina: Filosofia) GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências Humanas e Filosofia (Disciplina: Sociologia) GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Comunicação (Disciplina: Educação Física)/Regime de Trabalho: Dedicação Exclusiva GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Comunicação (Disciplina: Educação Física)/Regime de Trabalho: 20 horas GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Espanhol (Disciplina: Língua Espanhola)/Professor Assistente GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Espanhol (Disciplina: Língua Espanhola)/Professor Auxiliar GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Sistemas de Energia GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Administrativo e Direito Processual Administrativo GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito do Trabalho, Direito Processual do Trabalho e Direito Previdenciário GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Empresarial GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Tributário GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Estágio Supervisionado de Direito Processual Civil e Direito Processual Trabalhista e Laboratório de Prática de Direito Processual Civil e Prática de Direito Processual Trabalhista GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Estágio Supervisionado de Direito Processual Penal e Laboratório de Prática de Direito Processual Penal GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Introdução ao Direito e História do Pensamento Jurídico GOIÂNIA 028/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia/Processos Psicossociais: Trabalho, Instituição, Organização e Grupo GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Topografia CATALÃO 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Assistência de Enfermagem ao Paciente Crítico JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ciência do Solo JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Educação Física e Saúde JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Eficiência Reprodutiva dos Rebanhos JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Cirúrgica JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Cirúrgica JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Cirúrgica JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Clínica JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Clínica JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Ginecológica e Obstetrícia JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Pediátrica e Neonatológica JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Enfermagem Pediátrica e Neonatológica JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Ensino de Ciências e de Biologia e Estágio Supervisionado JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Estágio Supervisionado em História JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Fundamentos de Fisioterapia. Cinesiologia e Cinesioterapia JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ História Moderna JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Parasitologia JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Tecnologia da Madeira JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Tecnologia da Madeira JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Tecnologia e Inspeção de Produtos de Origem Animal JATAÍ 018/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências da Natureza e Matemática (Disciplina: Química) GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Comunicação (Disciplina: Espanhol) GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Comunicação (Disciplina: Francês) GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Comunicação (Disciplina: Inglês) GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Administração de Marketing GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Administração Financeira GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Administração Mercadológica GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Administração Pública GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Administração Pública GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Desenho Técnico GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Topografia e Geoprocessamento GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Estatística e Experimentação Animal GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Estatística e Experimentação Animal GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO História da Educação GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo FE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO Psicologia da Educação GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo FH - FACULDADE DE HISTÓRIA Etnohistória GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Atenção Odontológica à Saúde da Criança e do Paciente com Necessidades Especiais GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Atividades Cirúrgicas Integradas na Clínica Odontológica GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Clínicas Odontológicas e Estágios em Clínicas Odontológicas GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Diagnóstico Integrado das Afecçoes do Complexo Bucomaxilofacial GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Fenômenos de Transferência e Operações Unitárias GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Fenômenos de Transferência: Quantidade de Movimento, Calor e Massa GOIÂNIA 018/2009 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Fenômenos de Transferência: Quantidade de Movimento, Calor e Massa GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Anestesiologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Cardiologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Geral e Aparelho Digestivo GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Cirurgia Vascular GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Clínica Médica GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Coloproctologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Endocrinologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Gastroenterologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Ginecologia e Obstetrícia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Hematologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Medicina Comunitária GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Medicina do Adolescente GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Nefrologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Neurocirurgia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Oftalmologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Ortopedia e Traumatologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Otorrinolaringologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Patologia Funcional GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Pediatria Geral GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Pneumologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Práticas Integradoras GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Psicologia Médica GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Psiquiatria GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Reumatologia GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Técnica Operatória e Cirúrgica Experimental GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Telemedicina GOIÂNIA 016/2009 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Urologia GOIÂNIA 011/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Educação Matemática CATALÃO 011/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Educação Matemática CATALÃO 011/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Administração Financeira GOIÂNIA 011/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Sociologia e Extensão Rural GOIÂNIA 011/2009 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Ciências Sociais, História, Antropologia e Economia GOIÁS 011/2009 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Fundamentos do Serviço Social GOIÁS 011/2009 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Dentística/Disciplinas: Pré-Clínica I e II, Clínica de Atenção Básica I e II GOIÂNIA 011/2009 Professor efetivo FO - FACULDADE DE ODONTOLOGIA Odonto Social e Saúde Coletiva/Disciplinas: Odontologia Coletiva I e II, Estágio em Odontologia I, II, III, IV GOIÂNIA 008/2009 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Artes/Teatro GOIÂNIA 008/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Ciência do Solo GOIÂNIA 008/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Engenharia de Alimentos GOIÂNIA 008/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Engenharia e Tecnologia de Alimentos GOIÂNIA 008/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Engenharia Florestal GOIÂNIA 008/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Engenharia Florestal GOIÂNIA 008/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Tecnologia de Alimentos GOIÂNIA 008/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Tecnologia de Alimentos GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Economia Mineral CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Economia Mineral CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Economia Mineral CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Economia Mineral CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Enfermagem em Saúde Coletiva CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Enfermagem Fundamental com Ênfase em Saúde Coletiva CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geoestatística CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geologia e Geografia Física CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geotecnia - Mecânica das Rochas e dos Solos CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geotecnia - Mecânica das Rochas e dos Solos CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Lavra CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Lavra CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Lavra CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Meio Ambiente e Mineração CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Meio Ambiente e Mineração CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Processamento Mineral CATALÃO 006/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Processamento Mineral CATALÃO 006/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Administração Geral GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Contabilidade Financeira GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Contabilidade Financeira GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Contabilidade Financeira e Contabilidade Gerencial GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Contabilidade Tributária e Financeira GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Econometria GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Economia Política GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Teoria da Contabilidade, Auditoria e Perícia GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Teoria Econômica GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Circuitos Elétricos e Eletrônicos GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo FACE - FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E CIÊNCIAS ECONÔMICAS Contabilidade Financeira e Contabilidade Gerencial GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo IME - INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Matemática GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Bacteriologioa GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Dermatologia GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Doenças Infecciosas e Parasitárias GOIÂNIA 006/2009 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Imunologia GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Cultura, Currículo e Avaliação JATAÍ 002/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Física/Subárea: Geral, Experimental e Aplicada JATAÍ 002/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Genética e Bioestatística JATAÍ 002/2009 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Química Geral e Química Analítica JATAÍ 002/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Ciências Biológicas GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Construção Civil/Subárea: Sistemas Prediais, Administração de Obras e Serviços de Saneamento GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Estruturas GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Fenômenos de Transporte GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Fenômenos de Transporte GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Geotecnia GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Geotecnia Ambiental GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Gestão Ambiental GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Desenho: Práticas e Reflexões entre a Tradição e o Campo Ampliado GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Métodos Quantitativos e Estatística Aplicada às Ciências Sociais GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Libras e Educação de Surdos GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Língua Inglesa e Inglês Instrumental GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Língua Portuguesa GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Língua Portuguesa e Libras GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Lingüística e Libras GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Português como Segunda Língua para Povos Indígenas numa Perspectiva Bilíngüe Intercultural GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FL - FACULDADE DE LETRAS Teoria da Literatura e Educação de Surdos GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição em Saúde Pública GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo FANUT - FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição em Saúde Pública GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Anatomia Animal GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Biologia Celular e Biologia dos Tecidos, Órgãos e Sistemas GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Bioquímica e/ou Biologia Molecular: Enzimologia e/ou Química de Proteínas GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Bioquímica e/ou Biologia Molecular: Genômica e/ou Proteômica e/ou Bioinformática GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ensino de Ciências e Biologia e Estágio Supervisionado GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ensino de Ciências e Biologia e Estágio Supervisionado (Ensino a Distância) GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Farmacologia GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Histologia e Embriologia, Biologia do Desenvolvimento, Histologia e Desenvolvimento Buco-Dental GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Histologia e Embriologia e Educação a Distância GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Bioinorgânica ou Catálise Heterogênea GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Conservação de Massa e Energia e Termodinâmica Aplicada à Engenharia Química GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Eletroforese ou Análise por Injeção em Fluxo GOIÂNIA 002/2009 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Síntese Orgânica GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ciência da Computação CATALÃO 001/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Didática, Estágio e Formação Docente CATALÃO 001/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Direito CATALÃO 001/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO História da América CATALÃO 001/2009 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Lingüística e Ensino de Língua Portuguesa CATALÃO 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Administração de Agência Experimental GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Criação Publicitária e Direção de Arte GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Fontes de Informação GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Jornalismo Impresso GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Linguagens de Classificação GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Pesquisa de Opinião e Mercado GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Planejamento de Campanha e Mídia GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Planejamento Gráfico e Editorial GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Planejamento Gráfico Visual GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Radiojornalismo GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Representação Descritiva de Documentos GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Serviço de Referência GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Webjornalismo GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Webpublicidade GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Webpublicidade GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Filosofia Antiga e Medieval GOIÁS 001/2009 Professor efetivo GOIÁS - FACULDADE DE DIREITO - EXTENSÃO GOIÁS Lógica, Filosofia da Linguagem e Filosofia da Ciência GOIÁS 001/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Ensino e Pesquisa em Educação Física Adaptada, Inclusão e Diferença GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Ensino e Pesquisa em Ginástica GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Fundamentos de Biomecânica e Anatomia Funcional na Análise de Movimento GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Fundamentos Históricos e Sócio-Antropólogicos da Educação Física GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Intervenção Profissional da Educação Física em Ambientes Não Formais GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Metodologia do Ensino e Pesquisa em Atividades Aquáticas GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Metodologia do Ensino e Pesquisa em Práticas Corporais Holísticas GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Clínica e Centro de Material e Esterelização GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem em Pediatria GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem em Saúde Coletiva GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Fundamental Aplicada a Indivíduos, Família e Comunidade GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Fundamental Aplicada a Indivíduos, Família e Comunidade GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Biogeografia GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Cartografia GOIÂNIA 001/2009 Professor efetivo IESA - INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO-AMBIENTAIS Geologia GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Ensino de Arte GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Ensino de Arte - Educação a Distância GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Fotografia e Vídeo GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS História do Mobiliário e Projetos de Interiores GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Projeto de Arquitetura e Informática aplicada à Arquitetura GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Projeto de Comunicação Visual (Metodologias, Processos Produtivos e Projetos de Comunicação Visual para Mídias Impressa e Digital) GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Projeto de Comunicação Visual (Metodologias, Processos Produtivos e Projetos de Comunicação Visual para Mídias Impressa e Digital) GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FAV - FACULDADE DE ARTES VISUAIS Teoria e História da Arquitetura e Projetos de Arquitetura GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Filosofia GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Filosofia Antiga GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Filosofia Antiga GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Filosofia e Educação GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Filosofia e Educação GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Ontologia e Metafísica GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Assistência Farmacêutica em Saúde Coletiva GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Bioquímica Clínica GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Hematologia Clínica GOIÂNIA 114/2008 Professor efetivo FF - FACULDADE DE FARMÁCIA Produção, Controle e Análise de Alimentos GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Ensino de Física GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Ensino de Física - Ensino a Distância GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Experimental GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Experimental - Biofísica GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Experimental - Magnetismo GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo IF - INSTITUTO DE FÍSICA Física Teórica GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Banco de Dados GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Engenharia de Software GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Linguagens de Programação GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos GOIÂNIA 112/2008 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Teoria da Computação GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Educação Matemática JATAÍ 109/2008 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Estatística JATAÍ 109/2008 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Matemática JATAÍ 109/2008 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Artes Cênicas - Montagem de Espetáculos e Encenação GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Artes Cênicas - Técnicas Corporais e Interpretação Teatral GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Flauta Doce, Linguagem e Estruturação Musical GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Antropologia e Métodos GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Ciência Política GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Ciência Política com ênfase em Métodos e Técnicas de Pesquisa GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Didática e Prática de Ensino em História GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA História Medieval GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Museologia GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Sociologia GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo FCHF - FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA Sociologia com ênfase em Métodos e Técnicas de Pesquisa GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Neurologia GOIÂNIA 109/2008 Professor efetivo FM - FACULDADE DE MEDICINA Semiologia Médica GOIÂNIA 107/2008 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Ciência da Informação - Bibliotecas Pública, Escolar e Comunitária GOIÂNIA 107/2008 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Ciência da Informação - Representação Semântica de Conteúdos GOIÂNIA 107/2008 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Ciência da Informação - Usuário, Produtos e Serviços de Informação GOIÂNIA 107/2008 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Publicidade e Propaganda GOIÂNIA 107/2008 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Publicidade e Propaganda GOIÂNIA 107/2008 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Relações Públicas GOIÂNIA 107/2008 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Relações Públicas GOIÂNIA 107/2008 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Relações Públicas GOIÂNIA 107/2008 Professor efetivo FACOMB - FACULDADE DE COMUNICAÇÃO E BIBLIOTECONOMIA Relações Públicas GOIÂNIA 107/2008 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Metodologia e Técnicas da Computação GOIÂNIA 103/2008 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências Humanas e Filosofia (Disciplina: História) GOIÂNIA 103/2008 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Ciências Humanas e Filosofia (Disciplina: História) GOIÂNIA 103/2008 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Ensino de Química GOIÂNIA 103/2008 Professor efetivo IQ - INSTITUTO DE QUÍMICA Ressonância Magnética Nuclear GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo EEC - ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Estruturas (Subárea: Mecânica Computacional) GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Canto e Regência Coral GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Guitarra Elétrica, Violão Popular e Ensino Coletivo de Instrumento GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Percussão e Bateria GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo EMAC - ESCOLA DE MÚSICA E ARTES CÊNICAS Violão, Ensino Coletivo de Instrumento, Harmonia, Contraponto e Análise GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Bioquímica e/ou Biologia Molecular GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Botânica com ênfase em Morfo-Anatomia Ecológica e/ou Ecofisiologia Vegetal GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Ecologia GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Fisiologia Humana e Comparada GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Genética (Genética da Conservação ou Ecologia Molecular) GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Genética (Genética Humana) GOIÂNIA 104/2008 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Zoologia GOIÂNIA 102/2008 Professor efetivo EEEC - ESCOLA DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Materiais, Metrologia e Usinagem GOIÂNIA 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Administração em Geral CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Antropologia CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Bioquímica CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Bioquímica CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Botânica e Ecologia Vegetal CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ciências Econômicas e Ciências Contábeis CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Desenvolvimento, Aprendizagem e Processos Educacionais CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Economia CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Civil (Construção Civil) CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Civil (Estruturas) CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Civil (Estruturas) CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Civil (Fenômenos de Transporte e/ou Hidráulica e/ou Saneamento) CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Civil (Geotecnia) CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Civil (Hidráulica e/ou Saneamento) CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Civil (Transportes) CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia de Minas (Geoestatística) CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia de Minas (Processamento/Beneficiamento Mineral) CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia de Minas (Prospecção e/ou Geologia Econômica) CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia de Software CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia e Automação CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Econômica CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Engenharia Química CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Ergonomia e Projeto CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Física da Matéria Condensada - Teoria CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Fundamentos da Educação Brasileira CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Geografia e Didática para o Ensino de Geografia CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Gestão de Qualidade CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Literatura e Ensino de Literatura CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Logística CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Metodologia de Ensino em Ciências e Biologia, Estágio Supervisionado, Genética e Evolução CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Metodologia do Ensino em Educação Física e Esporte CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Microbiologia CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Organização CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Pesquisa Operacional CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Planejamento e Controle da Produção CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Processos Clínicos: Teorias e Práticas Psicoterápicas CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Processos Psicossociais e Instituições: Concepções Teórico-Práticas CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Processos Psicossociais e Instituições: Concepções Teórico-Práticas CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Processos Psicossociais: Trabalho e Práticas Organizacionais CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Psicologia da Educação CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Psicometria e Técnicas de Avaliação Psicológica CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Psicopatologia e Processos Clínicos: Modos de Atuação, Intervenção e Acompanhamento CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Química Geral e Eletroquímica CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Química Geral e Físico-Química CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Química Geral e Química Analítica CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Química Geral e Química Orgânica CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Sistemas Operacionais e Distribuídos CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Sociologia CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Teoria e Método em Geografia CATALÃO 100/2008 Professor efetivo CAC - CAMPUS CATALÃO Zoologia e Ecologia Animal CATALÃO 98/2008 Professor efetivo CAJ - 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FACULDADE DE NUTRIÇÃO Nutrição GOIÂNIA 50/2008 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Anatomia Humana GOIÂNIA 50/2008 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Genética/Genética Molecular GOIÂNIA 50/2008 Professor efetivo ICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Metodologia do Ensino de Ciências e Biologia e Estágio Supervisionado GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo CAJ - CAMPUS JATAÍ Educação Fisica Escolar e Esporte JATAÍ 48/2008 Professor efetivo CEPAE - CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO Letras e Linguistica. Educação (Disciplina: língua Portuguesa) GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Administração Financeira e Marketing GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Agricultura GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Auditoria, Perícia e Contabilidade Geral GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Contabilidade Governamental e Contabilidade Geral GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Economia Politica GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Engenharia de Alimentos GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Fruticultura, Olericultura, Silvicultura, Paisagismo e Floricultura, Propagação de Plantas e Manejo de Plantas Daninhas GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Produção e Operações GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EA - ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Teoria Economica GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Anestesiologia Animal GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Clínica de Eqüinos GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Inspeção e Tecnologia de Alimentos de Origem Animal GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Medicina e Criação de Animais Silvestres GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo EV - ESCOLA DE VETERINÁRIA Nutrição e Controle de Qualidade de Alimentos para Animais Monogástricos GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Agrário e Direito Ambiental GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo FD - FACULDADE DE DIREITO Direito Empresarial e Direito Agrário GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Educação Fisica e Escola GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo FEF - FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA Metodologia do Ensino e Pesquisa em Esporte GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem em Saúde Coletiva GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Enfermagem Fundamental com Ênfase em Saúde Coletiva GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Saúde do Adulto e do Idoso com Ênfase em Enfermagem Cirúrgica GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo FEN - FACULDADE DE ENFERMAGEM Saúde do Adulto e do Idoso com Ênfase em Enfermagem Clínica Médica GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Dermatologia GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Patologia Geral GOIÂNIA 48/2008 Professor efetivo IPTSP - INSTITUTO DE PATOLOGIA TROPICAL E SAÚDE PÚBLICA Virologia GOIÂNIA 44/2008 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Algoritmos e Otimização GOIÂNIA 44/2008 Professor efetivo INF - INSTITUTO DE INFORMÁTICA Linguagens de Programação GOIÂNIA © 2007 Cercomp UFG - www.cercomp.ufg



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  Entropia da informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Entropia da informação Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, comprometendo a sua verificabilidade (desde fevereiro de 2014) . Por favor, adicione mais referências inserindo-as no texto . Material sem fontes poderá ... Entropia da informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Entropia da informação Origem: Wikipédia ... considerada por Einstein como a primeira lei de todas a ciências. Para a área de Teoria da Informação ... de informação, o que consequentemente permite a quantificação da informação presente que flui ... resultado de um experimento aleatório, maior é a informação que se obtém ao observar a sua ocorrência. Índice 1 Contexto Histórico 2 Aplicações diversas da Entropia 3 Entropia e Informação 4 Entropia CACHE

Entropia da informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Entropia da informação Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção cita fontes confiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, comprometendo a sua verificabilidade (desde fevereiro de 2014) . Por favor, adicione mais referências inserindo-as no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Entropia , quando relacionada à termodinâmica, é a medida do grau de irreversibilidade de um determinado sistema. Então, quanto menor a chance do sistema voltar ao seu estado original, maior será o grau de entropia. É considerada por Einstein como a primeira lei de todas a ciências. Para a área de Teoria da Informação , a entropia é definida como sendo uma forma de medir o grau médio de incerteza a respeito de fontes de informação, o que consequentemente permite a quantificação da informação presente que flui no sistema. Em termos simples, o conceito de entropia se associa à idéia de que, quanto mais incerto é o resultado de um experimento aleatório, maior é a informação que se obtém ao observar a sua ocorrência. Índice 1 Contexto Histórico 2 Aplicações diversas da Entropia 3 Entropia e Informação 4 Entropia como conceito da Teoria da Informação 5 Ver também 6 Referências 7 Ligações externas Contexto Histórico [ editar | editar código-fonte ] O engenheiro e matemático Claude Shannon é considerado o pai da teoria da informação. Americano, atuou nas áreas de engenharia elétrica, comunicações, criptografia e xadrez computacional, instalando bases tanto para a indústria de computadores quanto para a de telecomunicações. Shannon introduziu, em 1948, no trabalho A Mathematical Theory of Communication [ 1 ] , publicado na revista Bell System Technical Journal , conceitos primordiais que deram origem à teoria da informação, entre eles a entropia da informação e a capacidade de canal. Nesse trabalho, Shannon desenvolve um modelo teórico para o problema da comunicação envolvendo a transmissão de mensagens digitais. Ele parte do pressuposto de que uma mensagem transmitida por um receptor é invariavelmente recebida com ruídos, isto é, quando uma informação passa por um canal de comunicação ela sofre distorções e chega ao receptor precisando ser submetida a um processo de decodificação. Shannon então demonstrou matematicamente que, se por exemplo consideramos a transmissão de um sinal ruidoso como uma conversa barulhenta, este pode ser recuperado no transmissor sem distorção, respeitadas características como a capacidade de transmissão daquele meio (canal). Basta nesse sentido empregar um código corretor de erros adequado, de modo que os sinais serão recebidos com probabilidade de erro arbitrariamente pequena. Norbert Wiener , na mesma época, associou entropia ao processo de comunicação/informação, afirmando que, nos processos onde há perda de informação, há uma situação igual aos processos que ganham entropia. Segundo Wiener, a soma de informação em um sistema é a medida de seu grau de organização e, ao mesmo tempo, de seu grau de desorganização, sendo assim, um é o negativo do outro. As definições de Shannon tiveram impacto direto no desenvolvimento das comunicações, da criptografia, da computação digital, da codificação de sinais (vídeo, imagem, texto), assim como em problemas da linguística, psicologia e fonética. A linguagem, por exemplo, é um mecanismo de comunicação que tem um código de correção de erros embutido nas suas regras de sintaxe, ortografia e semântica. Aplicações diversas da Entropia [ editar | editar código-fonte ] Nos anos seguintes a criação do conceito, outros pesquisadores o modificaram e generalizaram, criando outras formas de entropia. Logo, o conceito da entropia de informação foi aplicado nas mais diversas áreas de conhecimento, como por exemplo Ciência da Informação, biologia, medicina, ecologia, economia e linguística, assim se tornando cada vez mais um método interdisciplinar. Um dos exemplos da consequência de entropia é o primeiro experimento relacionado à química que demonstra uma auto-organização de partículas duras, não-biológicas, sem ajuda de interações atrativas, como ligações químicas. Cristais complexos foram criados sem a ajuda de interações, como por exemplo os tetraedros se organizaram espontaneamente em um quasicristal, este, por vez, terá suas propriedades diferentes de um cristal ou de um sólido comum, ele poderá ter propriedade ópticas únicas. Na termodinâmica, a entropia tem um papel fundamental, pois é com não-conservação da entropia, ou seja, com a variação de desordem do sistema que máquinas térmicas funcionam. A compreensão do funcionamento dessas máquinas leva ao conceito da entropia do sistema. Entropia e Informação [ editar | editar código-fonte ] Informação, de acordo com diferentes autores, é um termo que vem sendo usado mais a partir da década de 1950 . É usado para significar mensagens, notícias, novidades, dados, conhecimento, literatura, símbolos, signos e, até mesmo, 'dicas' e sugestões. Pode até parecer um termo vago, sendo necessário um contexto em que é empregada. Georges Ifrah apresenta pelo menos 26 diferentes conceitos de informação Diferentemente da energia, a informação é algo que se cria e que existe cada vez mais em maior quantidade no nosso Universo. Segundo Zdenek Zeman, 'a expressão da informação de um sistema tem por base, como se sabe, a fórmula matemática da entropia negativa'. Partido dessa ideia, informação, isto é, de entropia negativa , pode exprimir, também, a medida da ordem de um sistema nervoso ou de um sistema social. A entropia negativa é atingida quando a probabilidade de ocorrer todos os símbolos é igual, ou seja, é equiprovável e não há a tendência de ocorrer determinado grupo de símbolos. Shannon abordou, também o conceito de redundância é relacionado à entropia no sentido de que a redundância é tudo o que não é fundamental para ser entendido em uma determinada mensagem, ou seja, é entendida como algo complementar. Então é a medida de entropia para que a mensagem atinja a entropia máxima. No trabalho desenvolvido por ele em A Teoria Matemática da Comunicação onde é abordada a relação entre a entropia e a informação, Shannon faz a afirmação que a informação contida em uma mensagem pode ser medida pela quantidade de entropia que, por sua vez, é relacionada à frequência dos grupo de símbolos que são transmitidos. A teoria da informação afirma que quanto menos informações sobre um sistema, maior será sua entropia. A quantidade de informação de uma mensagem é entendida na teoria da informação como sendo o menor número de bits , unidade de informação, necessários para conter todos os valores ou significados desta mensagem. Por exemplo, se quisermos transmitir ou armazenar os números dos meses do ano, serão necessários, no mínimo, 4 bits para representar esta informação. Portanto, a quantidade de informação de uma mensagem é medida pela entropia da mensagem, a qual mede, também a sua incerteza, que é expressa pelo número de bits que precisam ser recuperados quando a mensagem está cifrada para obter novamente um texto claro. Entropia como conceito da Teoria da Informação [ editar | editar código-fonte ] A Teoria da Informação teve inicialmente como destaque as questões técnicas, sendo uma das primeiras teorias a separar com nitidez a informação da significação. A Teoria da Informação está situada dentro da cibernética, onde a informação se mostra como uma medida probabilística. Esta teoria tem um grande interesse pelo funcionamento dos sinais, pelas transformações energéticas mediante a codificação da mensagem e sua de codificação. Ela opera com os seguintes conceitos: ruído. redundância entropia. imprevisibilidade. Em fontes contínuas, a codificação da informação gera ruído na mensagem, isso se dá pelo fato de que a fonte contínua precisaria de um vasto repertório de símbolos e que, como consequência, necessitaria uma capacidade de transmissão grande e, como é sabido, não existe um canal livre de ruído. Shannon abordou, também o conceito de redundância é relacionado à entropia no sentido de que a redundância é tudo o que não é fundamental para ser entendido em uma determinada mensagem, ou seja, é entendida como algo complementar. Então é a medida de entropia para que a mensagem atinja a entropia máxima. A entropia desejada de uma informação é a máxima que é dada pelas probabilidades equivalentes de ocorrer todos os símbolos. A teoria da informação não estuda uma língua pelo número de símbolos alfabéticos que a compõem, mas sim pela análise à redundância na língua, considerando que o inverso da entropia é a redundância, ou seja, a organização do sistema em questão. Uma língua entrópica dispõe de um vocabulário rico, com palavras diferenciadas, que mostram o poder das combinatórias. uma língua pouco entrópica é pobre e repetitiva. Em relação a imprevisibilidade, quanto maior for, será menor a chance de apreensão por parte do receptor, pois o receptor depende da ordem em que as mensagens são transmitidas. A imprevisibilidade total é correspondente à informação nula, ou seja, não há informação. A medida da informação pode ser calculada a partir da fórmula de Hartley (1928): I(U)= log b {\displaystyle \log _{b}} (r) . onde r é o número de resultados possíveis da variável aleatória U e b é a unidade da informação (Por exemplo: Informação binária, b = 2). Já a medida de entropia, também chamada por Shannon de medida de informação é dada por: H(U)= - Σ pi log 2 {\displaystyle \log _{2}} (pi) . onde pi é a probabilidade do i-ésimo resultado. Uma maneira mais simples de medir a entropia é perceber que há duas possibilidades de ocorrência de um evento: p e q, sendo q = 1-p Então a entropia do sistema é calculado como: H(U)= - (p log 2 {\displaystyle \log _{2}} (p) + q log 2 {\displaystyle \log _{2}} (q)) Ver também [ editar | editar código-fonte ] Informação Sociedade da Informação Entropia Referências ↑ Shannon, Claude E. (1948) 'A mathematical theory of communication', Bell System Technical Journal . 27(3): 379–423. doi:10.1002/j.1538-7305.1948.tb01338.x http://cm.bell-labs.com/cm/ms/what/shannonday/shannon1948.pdf https://www.universoracionalista.org/a-morte-e-a-vitoria-da-entropia/ http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ordem-partir-desordem-entropia-sozinha-cria-cristais-complexos#.VyilS4-cHIU Livro: Informação, Linguagem e Comunicação. Décio Pignatari - Publicado por Atelie Editorial, 2003. Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Entropia (teoria da informação) . Bernardo N. B. Lima, Leandro Martins Cioletti, Marcelo de O. Terra Cunha, Gastãoo A. Braga. Entropia: introdução à Teoria Matemática da (des)Informação . Departamento de Matemática - UFMG. Nestor Caticha - Física e Informação . IF USP . 21/11/2006. Este artigo é um esboço . Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o . Editor: considere marcar com um esboço mais específico . Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Entropia_da_informação&oldid=50728287 ' Categorias : Teoria da informação Aleatoriedade Entropia Categorias ocultas: !Artigos que carecem de notas de rodapé desde fevereiro de 2014 !Esboços !Esboços maiores que 10000 bytes Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Boarisch Български Bosanski Català کوردی Cymraeg Dansk Deutsch Ελληνικά English Español فارسی Français Galego עברית Magyar Italiano 日本語 한국어 Lietuvių Олык марий Nederlands ਪੰਜਾਬੀ Polski Română Русский Simple English Slovenčina Slovenščina Српски / srpski Basa Sunda Svenska తెలుగు ไทย Türkçe Українська اردو Tiếng Việt 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 14h53min de 11 de dezembro de 2017. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Arquitetura de informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Arquitetura de informação Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa A Arquitetura da informação ( AI ) é a arte de expressar um modelo ou conceito de informação utilizados em atividades que exigem detalhes explícitos de sistemas complexos. Entre essas atividades estão sistemas de biblioteca, sistemas de gerenciamento ... Arquitetura de informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Arquitetura de informação Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa A Arquitetura da informação ( AI ) é a arte de expressar um modelo ou conceito de informação utilizados em atividades que exigem detalhes ... crítico. Arquitetura da informação tem um significado um pouco diferente nestas diferentes ... . Índice 1 Definições 2 Conceitos 2.1 Arquitetura de Informação do Modelo TMN 2.2 Definição segundo CACHE

Arquitetura de informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Arquitetura de informação Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa A Arquitetura da informação ( AI ) é a arte de expressar um modelo ou conceito de informação utilizados em atividades que exigem detalhes explícitos de sistemas complexos. Entre essas atividades estão sistemas de biblioteca, sistemas de gerenciamento de conteúdo . desenvolvimento web , interações de usuários , desenvolvimento de banco de dados , programação , artigos técnicos , arquitetura corporativa e de design de software de sistema crítico. Arquitetura da informação tem um significado um pouco diferente nestas diferentes ramificações de arquitetura de SI ou TI. A maioria das definições possuem qualidades comuns: um design estrutural de ambientes compartilhados, métodos de organização e etiquetagem de sites web , intranets e comunidades online , e meios de trazer os princípios de design e arquitetura para a paisagem digital . Índice 1 Definições 2 Conceitos 2.1 Arquitetura de Informação do Modelo TMN 2.2 Definição segundo a I.A.I 3 Objetivo da Arquitetura da Informação 4 Modelo de Informação 5 Sistemas Gerentes e Agentes 6 Referências 7 Ver também 8 Ligações externas Definições [ editar | editar código-fonte ] Historicamente o termo 'arquitetura da informação' é atribuído a Richard Saul Wurman . Wurman enxerga a arquitetura assim como ela é 'usada por arquitetos de palavras de política externa'. A arquitetura tradicional (voltada para a construção civil) é conceituada como a arte ou técnica de projetar e edificar ambientes habitados. Como atividade humana, ela existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries, e tem evoluído à medida que ganhou importância o design do ambiente construído, buscando-se a organização de espaços físicos. Nos tempos atuais, um novo tipo de arquitetura tem sido necessário, sobretudo em grandes organizações. Lidando com estruturas digitais de informação e software, ao invés de estruturas físicas de alvenaria, a Arquitetura de Informação consiste no design de ambientes informacionais compartilhados e resistentes à entropia , que vem a ser o estado de desordem natural de qualquer sistema, na ausência de uma força organizadora. Muitos dos artigos publicados sobre esse tema apontam o design de interfaces ou a estruturação de sítios na Web , como o seu principal foco. Entretanto a interface é uma janela para a informação . Até mesmo a melhor interface só é tão boa quanto a informação por trás dela. O oposto também é válido: até a informação mais compreensivelmente formatada só será tão útil quanto a sua interface. Assim, embora mutuamente dependentes, essas disciplinas não são a mesma coisa, nem tampouco estão contidas integralmente uma na outra. Não por acaso, a Arquitetura de Informações guarda muitas semelhanças com aquela sua ancestral. A principal delas é a característica de ser centrada no ser humano: como a informação só pode existir em 'comunidades de sentido', a Arquitetura de Informações trata primeiramente de pessoas, buscando assegurar-lhes conforto e, somente depois, de tecnologia. Com esse objetivo, faz-se necessário, por exemplo, o estabelecimento de padrões capazes de homogeneizar o significado de palavras, expressões e símbolos utilizados em todo o ciclo de produção das soluções de tecnologia da informação . Um vocabulário controlado contribui muito para minimizar as barreiras de entendimento, proporcionando um meio eficiente e confiável para a troca de informações. Nas organizações situa-se no domínio dessa disciplina a responsabilidade por manter a 'visão do todo', assim materializada no modelo arquitetural das informações corporativas voltadas ao atendimento das necessidades dos clientes, acionistas e sociedade, considerando o movimento do mercado e em conformidade com órgãos reguladores. Conceitos [ editar | editar código-fonte ] O termo 'arquitetura da informação' descreve um conjunto de habilidades especializadas que se relaciona à interpretação da informação e expressão de distinções entre signos e sistemas de signos. Há algum grau de origem na biblioteconomia . Muitas escolas com biblioteca e departamentos de ciência da informação ensinam arquitetura da informação. A arquitetura da informação é a categorização da informação em uma estrutura coerente, preferencialmente aquela que a maioria das pessoas possa compreender rapidamente. Geralmente é hierárquica, mas pode ter outras estruturas, como concêntrica ou até mesmo caótica. Ela está totalmente relacionada com filosofia e semiótica . No contexto do projeto de sistemas de informação, a arquitetura da informação refere-se à análise e ao design dos dados armazenados pelos sistemas de informação, concentrando sobre as entidades, seus atributos e relacionamentos. Ela refere-se à modelagem de dados pra um banco de dados individual e para os modelos de dados corporativos que uma empresa utiliza para coordenar a definição de dados em várias (talvez dezenas ou centenas) de diferentes bancos de dados. O 'modelo de dados canônico' é aplicado para tecnologias de integração como uma definição para dados específicos passados entre os sistemas de uma empresa. Em um alto nível de abstração ela também pode se referir à definição de depósitos de dados. Arquitetura de Informação do Modelo TMN [ editar | editar código-fonte ] Arquitetura de Informação do modelo TMN [ 1 ] são as informações trocadas entre os diversos sistemas de gerenciamento definem a arquitetura de informação, segundo nível da TMN . Define a comunicação entre o sistema de gerência e o elemento de rede (sistema ou equipamento) a ser gerenciado, baseado no modelo de orientação a objetos . Os conceitos de orientação a objetos e comunicação gerente/agente são a base dessa arquitetura da informação . Definição segundo a I.A.I [ editar | editar código-fonte ] Arquitetura da informação é definida pela Information Architecture Institute como: O design estrutural de ambientes de informação compartilhada. A arte e ciência de organização e rotulação de sites web, intranets, comunidades online e software de apoio à encontrabilidade e usabilidade . Uma comunidade de prática emergente focada em trazer princípios de design e arquitetura para o paisagismo digital. Objetivo da Arquitetura da Informação [ editar | editar código-fonte ] O objetivo da Arquitetura da Informação é tornar eficaz a interação entre o usuário e a interface do qual ele esta interagindo. A interação humano-computador e a usabilidade de um sistema estarão comprometidas caso as informações e o conteúdo não esteja organizado e apresentado de forma clara e coerente para o usuário (Pressman & Lowe, 2009. Nielsen & Loranger, 2007). Garantir uma experiência de uso de qualidade de um sistema interativo exige organizar e apresentar as informações de modo a facilitar seu acesso, de tal forma que o usuário a encontre intuitivamente (Camargo, 2010. Moraes & Rosa, 2008. Pressman & Lowe, 2009). Para Preece et alii (2005), a apresentação das informações influencia a facilidade ou a dificuldade de encontrar e/ ou entender a informação. assim, em sistemas interativos, é importante que a informação seja apresentada para que seja imediatamente percebida e compreendida. A importância da organização e apresentação da informação ganha relevância quando sua ausência é percebida. Preece et alii (2005) apresenta duas figuras comparativas para ilustrar essa situação, uma das informações organizadas e a outra não. Modelo de Informação [ editar | editar código-fonte ] É usado para definir a visão orientada a objetos de um sistema gerenciado através de interfaces TMN dos gerentes e agentes. Para gerenciar a rede de telecomunicações é necessário que se conheça as características dos sistemas componentes da rede e dos recursos (serviços de telecomunicações) a serem gerenciados. O modelo de informação padroniza as informações de gerência que são trocadas entre esses elementos através de interfaces padrão. O sistema de gerência é comumente chamado de sistema gerente enquanto que os sistemas gerenciados são chamados de sistemas agentes . [ 2 ] A informação trocada pelos sistemas de gerência é estruturada como objetos gerenciados, por sua vez os objetos que implementam as funções de gerência representam os recursos da rede de telecomunicações como dados e funções . O objeto gerenciado é uma abstração de um recurso real (por exemplo, um modem , um rádio , etc.) e representa suas propriedades. O objeto gerenciado é definido por atributos, operações de gerenciamento que lhe podem ser aplicadas, pelo comportamento apresentado em resposta a estímulos internos ou externos e pelas notificações por ele emitidas. O modelo de informação não limita a implementação dos sistemas de gerência de rede de telecomunicações , pelo contrário, possui uma série de características de sistema aberto : Um recurso pode ser representado por um ou mais objetos gerenciados, sendo que no caso de ser representado por múltiplos objetos, cada um deles representa uma visão diferente do recurso. Por exemplo, uma central telefônica pode ser representada e gerenciada na rede da Embratel e na rede da Telefónica . A correspondência de que para cada objeto gerenciado se tenha um recurso real não é necessariamente verdadeira. Objetos gerenciados podem representar recursos lógicos. Por exemplo, um sistema operativo . Só os recursos modelados por objetos gerenciados são percebidos pelos sistemas de gerência. Um objeto gerenciado pode fornecer uma visão abstrata de recursos representados por outros objetos gerenciados. Um objeto gerenciado pode estar contido em outro. Sistemas Gerentes e Agentes [ editar | editar código-fonte ] O Gerenciamento de um ambiente de telecomunicações é uma aplicação típica de processamento de informação. Sendo a rede de telecomunicações em si um ambiente distribuído, seu gerenciamento e intrinsecamente uma aplicação distribuída, envolvendo o intercâmbio de informações entre processos de gerência com o objetivo de monitoração e controle de recursos físicos (equipamentos) e recursos lógicos ( software ) da rede. Os processos do sistema de gerenciamento assumem um dos possíveis papeis: Sistema 1 - Gerente: é a parte da aplicação distribuída que emite operações de gerenciamento e recebe notificações. Sistema 2 - Agente: é a parcela da aplicação distribuída que gerencia os objetos associados. O papel de agente é responder as operações de gerenciamento emitidas pelo gerente, e também fornecer ao gerente uma visão destes objetos, emitindo notificações que espelhem o comportamento dos mesmos. Referências ↑ M.3010: Principles for a telecommunications management network ↑ Fonte: Redes de Telecomunicações, TMN e Gerência Integrada de Redes e Serviços Ver também [ editar | editar código-fonte ] Wireframe Arquitetura de dados Modelagem de dados Administração de dados Ciência da Informação Economia da Informação Design de interação Usabilidade Taxonomia Acessibilidade Web Sinalização por canal comum número 7 Telefonia e Telefone Telegrafia e Telégrafo Telecomunicações Rede de Telecomunicações Rede de Transmissão Rede de Telefonia Fixa e Rede de Telefonia Celular Princípios da Gerência de Redes Gerência de Redes de Telecomunicações e Modelo TMN Alexander Graham Bell Guglielmo Marconi Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] O que é arquitetura de informação em websites EBAI - Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação IxDA (em inglês) - Interaction Design Association IAI (em português ) - Instituto de Arquitetura de Informação Lista de discussão AIfIA Mapa da arquitetura de informação no brasil (em português ) Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Arquitetura_de_informação&oldid=50195065 ' Categorias : Engenharia de software Ciência da computação Ciência da informação Telecomunicações Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Català Čeština Dansk Deutsch English Español Eesti فارسی Suomi Français עברית Hrvatski Bahasa Indonesia Italiano 日本語 한국어 မြန်မာဘာသာ Nederlands Norsk Polski Русский Slovenčina Svenska Türkçe Українська 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 11h04min de 20 de outubro de 2017. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Política de privacidade - Meta Política de privacidade From Meta, a Wikimedia project coordination wiki Jump to: navigation , search This page is a translated version of the page Privacy policy and the translation is 100% complete. Other languages: العربية • ‎ azərbaycanca • ‎ تۆرکجه • ‎ башҡортса • ‎ беларуская • ‎ български • ‎ روچ کپتین بلوچی • ‎ বাংলা • ‎ bosanski • ‎ català • ‎ нохчийн • ‎ کوردی ... poderá usar os sites da Wikimedia. Introdução Uso da informação Compartilhamento Proteção ... política de privacidade cobre e o que não cobre 2 Uso da informação 2.1 Tipos de informações que ... Informação de conta & registro 2.1.3 Informação relacionada ao seu uso dos sites da Wikimedia 2.1.3.1 Informação que recebemos automaticamente 2.1.3.2 Informação que coletamos 2.1.3.3 Emails 2.1.3.4 ... poucas informações pessoais sobre você. Nós não alugamos ou vendemos a sua informação a terceiros. Ao CACHE

Política de privacidade - Meta Política de privacidade From Meta, a Wikimedia project coordination wiki Jump to: navigation , search This page is a translated version of the page Privacy policy and the translation is 100% complete. Other languages: العربية • ‎ azərbaycanca • ‎ تۆرکجه • ‎ башҡортса • ‎ беларуская • ‎ български • ‎ روچ کپتین بلوچی • ‎ বাংলা • ‎ bosanski • ‎ català • ‎ нохчийн • ‎ کوردی • ‎ čeština • ‎ Cymraeg • ‎ dansk • ‎ Deutsch • ‎ Deutsch (Sie-Form)‎ • ‎ Zazaki • ‎ Ελληνικά • ‎ emiliàn e rumagnòl • ‎ English • ‎ Canadian English • ‎ British English • ‎ Esperanto • ‎ español • ‎ euskara • ‎ فارسی • ‎ suomi • ‎ français • ‎ Nordfriisk • ‎ Frysk • ‎ galego • ‎ Avañe'ẽ • ‎ ગુજરાતી • ‎ עברית • ‎ हिन्दी • ‎ hrvatski • ‎ magyar • ‎ Bahasa Indonesia • ‎ italiano • ‎ 日本語 • ‎ ქართული • ‎ ភាសាខ្មែរ • ‎ 한국어 • ‎ Ripoarisch • ‎ Кыргызча • ‎ Lëtzebuergesch • ‎ Ligure • ‎ lietuvių • ‎ Basa Banyumasan • ‎ македонски • ‎ മലയാളം • ‎ Bahasa Melayu • ‎ မြန်မာဘာသာ • ‎ مازِرونی • ‎ Napulitano • ‎ norsk bokmål • ‎ नेपाली • ‎ Nederlands • ‎ Nederlands (informeel)‎ • ‎ occitan • ‎ ਪੰਜਾਬੀ • ‎ polski • ‎ پښتو • ‎ português • ‎ português do Brasil • ‎ română • ‎ русский • ‎ sicilianu • ‎ Scots • ‎ سنڌي • ‎ ၽႃႇသႃႇတႆး • ‎ සිංහල • ‎ Soomaaliga • ‎ shqip • ‎ српски / srpski • ‎ svenska • ‎ Kiswahili • ‎ தமிழ் • ‎ తెలుగు • ‎ тоҷикӣ • ‎ ไทย • ‎ Türkçe • ‎ удмурт • ‎ українська • ‎ اردو • ‎ Tiếng Việt • ‎ მარგალური • ‎ ייִדיש • ‎ Yorùbá • ‎ 粵語 • ‎ 中文 ← Políticas e recomendações Política de privacidade Atalho  : PP Esta Política de Privacidade da WMF explica como coletamos, usamos e compartilhamos suas informações pessoais. Ao usar o Wikimedia Sites, você concorda com esta Política. Quer ajudar a traduzir? Traduza as mensagens que faltam . Privacy Policy Este é um resumo da Política de Privacidade. Para ler todos os termos, role para baixo ou clique aqui . Isenção de responsabilidade: Este resumo não integra a Política de privacidade e, portanto, não se trata de documento legal. Trata-se apenas de uma referência útil para a compreensão da Política de privacidade na íntegra. Pense nele como interface de fácil utilização para a nossa Política de privacidade. Acreditamos que você não precisa fornecer informações pessoais para participar do movimento de conhecimento livre e, portanto, você pode: Ler, editar ou usar qualquer site da Wikimedia sem a necessidade de registrar uma conta . Registrar uma conta sem fornecer endereço de e-mail ou nome real. Queremos entender como os sites da Wikimedia são usados para que possamos aperfeiçoá-los para você e, por esse motivo, coletamos algumas informações quando você: Faça contribuições públicas . Registra uma conta ou atualiza a sua página de usuário Acessa os sites da Wikimedia. Envia e-mails à Wikimedia, participa de uma pesquisa ou fornece feedback . Temos o compromisso de: Descrever a forma como suas informações podem ser usadas ou compartilhadas nesta. Política de privacidade. Adotar medidas razoáveis para garantir a segurança das suas informações. Jamais vender suas informações ou compartilhá-las com terceiros para fins de marketing. Somente compartilhar suas informações em circunstâncias muito limitadas, como, por exemplo, para aperfeiçoar os sites da Wikimedia , cumprir a lei ou protegê-lo e a terceiros . Manter seus dados pelo período mais breve possível de tempo, que seja consistente com a manutenção, entendimento e melhoria dos sites da Wikimedia, e com as nossas obrigações perante a lei. Esteja ciente: Qualquer conteúdo adicionado ou alteração que fizer em um site da Wikimedia será divulgada publicamente e permanecerá disponível . Se você adicionar um conteúdo ou fizer alguma alteração em algum site da Wikimedia sem estar registrado , esse conteúdo ou alteração vai ser publicamente e permanentemente atribuído ao endereço de IP que utilizou naquele momento, ao invés de um nome de usuário. A nossa comunidade de editores e colaboradores voluntários é um órgão autovigilante. Alguns administradores dos sites da Wikimedia escolhidos pela comunidade usam ferramentas que concedem acesso limitado a informações não-públicas sobre contribuições recentes, para que possam proteger os sites da Wikimedia e aplicar as políticas. Esta política de privacidade não é aplicável a todos os sites da Wikimedia, pois alguns deles possuem sua própria política de privacidade (como o [ Shop ] ou projetos desenvolvidos por terceiros no [ Labs ], por exemplo). Como parte do nosso compromisso com o ensino e a pesquisa em todo o mundo, ocasionalmente, liberamos informações públicas e agregadas ou informações não-pessoais para o público em geral, por meio de dumps de dados e conjuntos de dados. Para a proteção da Wikimedia Foundation e outros usuários, se não concordar com esta Política de privacidade, você não poderá usar os sites da Wikimedia. Introdução Uso da informação Compartilhamento Proteção Informações importantes Contents Contents 1 Introdução 1.1 Bem-vindo(a)! 1.1.1 Definições 1.1.2 O que esta política de privacidade cobre e o que não cobre 2 Uso da informação 2.1 Tipos de informações que recebemos de você, como nós as recebemos, e como as usamos 2.1.1 Suas contribuições públicas 2.1.2 Informação de conta & registro 2.1.3 Informação relacionada ao seu uso dos sites da Wikimedia 2.1.3.1 Informação que recebemos automaticamente 2.1.3.2 Informação que coletamos 2.1.3.3 Emails 2.1.3.4 Questionários & Feedback 2.1.3.5 Informações de localização 2.1.3.5.1 GPS e outras tecnologias de localização 2.1.3.5.2 Metadados 2.1.3.5.3 Endereços IP 3 Compartilhamento 3.1 Quando nós compartilharemos suas informações? 3.1.1 Com sua permissão 3.1.2 Por razões legais 3.1.3 Se a organização for transferida (muito improvável!) 3.1.4 Para proteger você, nós, e aos outros 3.1.5 Para nossos prestadores de serviços 3.1.6 Para Compreender & Experimentar 3.1.7 Porque você tornou público 4 Proteção 4.1 Como nós protegemos seus dados? 4.2 Por quanto tempo nós mantemos seus dados? 5 Informações importantes 5.1 Onde está a fundação & O que isto significa para mim? 5.2 Nossa resposta a não acompanhar os sinais (DNT) 5.3 Alterações a esta política de privacidade 5.4 Contate-nos 5.5 Obrigado! Esta é uma tradução. Para a versão oficial e vinculativa deste documento, consulte o Original em inglês . Introdução Bem-vindo(a)! A Fundação Wikimedia é uma organização sem fins lucrativos que gere sites colaborativos de conhecimento livre, como a Wikipédia , o Wikimedia Commons o Wikicionário . Esta política explica como nós coletamos, usamos e compartilhamos suas informações pessoais. Nós coletamos muito poucas informações pessoais sobre você. Nós não alugamos ou vendemos a sua informação a terceiros. Ao utilizar os sites da Wikimedia, você concorda com esta política. O movimento Wikimedia é fundamentado num princípio simples mas poderoso: nós conseguimos fazer mais juntos do que qualquer um de nós sozinho. Nós não conseguimos trabalhar de forma coletiva sem recolher, partilhar e analisar informação sobre os nossos usuários, haja vista que procuramos novas formas de fazer os nossos sites da Wikimedia mais utilizáveis, eficazes, seguros e úteis. Acreditamos que a coleta e a utilização de informações requerem transparência no processo. Esta política de privacidade explica como a Fundação Wikimedia, a organização sem fins lucrativos que abriga os sites da Wikimedia, como a Wikipédia, coleta e partilha a informação recebida pela sua utilização dos sites. É essencial compreender que, ao usar qualquer site da Wikimedia, você consente com a coleta, a transferência, o processamento, o armazenamento, a divulgação e o uso dessa informação nos termos desta política de privacidade. Isto significa que a leitura atenta desta política é importante. Nós acreditamos que você não deve ter que fornecer informações pessoais para participar no movimento do conhecimento livre. Não necessita revelar coisas como o seu nome real, endereço ou data de nascimento para se registrar com uma conta padrão ou poder contribuir com conteúdo para os sites da Wikimedia. Nós não vendemos ou alugamos a sua informação que não é pública, nem a fornecemos a outros para que lhe vendam o que quer que seja. Nós a usamos apenas para descobrir como tornar os sites da Wikimedia mais interessantes e acessíveis, para ver quais ideias funcionam e para tornar a aprendizagem e a contribuição mais divertidas. Em sumaː nós utilizamos a sua informação para tornar os sites da Wikimedia melhores para você. Afinal, são pessoas como você, os campeões do conhecimento livre, que tornam possível não só a existência dos sites da Wikimedia, mas também o seu crescimento e prosperidade. Definições Porque todo mundo (não apenas os advogados) deve ser capaz de facilmente compreender como e porque sua informação é coletada e usada. usamos a linguagem comum em vez de termos mais formais em toda esta política. Para ajudar a garantir sua compreensão de alguns termos-chave em paticular, aqui está uma tabela de traduções: Quando dizemos ... ... queremos dizer: 'Fundação Wikimedia' / 'a Fundação' / 'nós' / 'nosso' / 'nossa' A Wikimedia Foundation, Inc., organização sem fins lucrativos que opera as Wikipédias. 'Wikipédias' / 'nossos serviços' Wikimedia, sites e serviços (independentemente de linguagem), incluindo nossos principais projetos, tais como a Wikipédia e o Wikimedia Commons, bem como aplicações móveis, APIs, e-mails e notificações. excluindo, no entanto, sites e serviços listados na seção 'O que essa privacidade política não cobre' abaixo. 'você' / 'seu' / 'eu' Você, independentemente de se você é um indivíduo, grupo ou organização, e independentemente de se você estiver usando os Sites da Wikimedia ou nossos serviços, em nome de si mesmo ou outra pessoa. 'esta política' / 'esta política de privacidade' Este documento, intitulado 'Wikimedia Foundation Política de Privacidade'. 'contribuições' Conteúdo que você adicionar ou alterações feitas em qualquer Wikipédias. 'informações pessoais' As informações que você nos forneceu ou as informações que coletamos de você, proporciona: que poderia ser usado para identificá-lo pessoalmente. Para ser claro, enquanto nós não necessariamente coletamos todos os tipos de informação, considera-se, no mínimo, o seguinte para ser 'informação pessoal', se for de outra forma não pública e pode ser usada para identificá-lo: (a) seu nome verdadeiro, endereço, número de telefone, endereço de e-mail, senha, número de identificação no government-issued ID, endereço IP, informação user-agent, número de cartão de crédito. (b) quando associado a um dos itens na subseção (a), quaisquer dados sensíveis, tais como data de nascimento, sexo, orientação sexual, origem racial ou étnica, estado civil ou familiar, condições médicas ou deficiência, filiação política e religião. e (c) qualquer um dos itens em subseções (a) ou (b) quando associado a sua conta de usuário. 'terceiros' / 'terceiros' Indivíduos, entidades, sites, serviços, produtos e aplicativos que não são controlados, gerenciados, ou operados pela Wikimedia Foundation. Isto inclui outros usuários Wikimedia e organizações independentes ou grupos que ajudam a promover o movimento Wikimedia como Capítulos da Wikimedia , organizações temáticas , e grupos de usuários bem como os voluntários, funcionários, conselheiros, diretores, bolseiros , e empreiteiros dessas organizações ou grupos. Reconhecemos que somente uma minoria de vocês está familiarizada com termos técnicos como 'tracking pixels' e 'cookies' utilizados na política de privacidade. Se você não está familiarizado com a terminologia de privacidade ou é um especialista que só quer refrescar a memória, você achará o nosso glossário de termos-chave bastante útil. O que esta política de privacidade cobre e o que não cobre Exceto conforme explicado abaixo, esta política de privacidade é aplicável à nossa coleta e manipulação de informações sobre você que recebemos como resultado de seu uso de qualquer um dos sites da Wikimedia. Esta política aplica-se também à informação que recebemos de nossos parceiros ou outros terceiros. Para entender mais sobre o que esta política de privacidade abrange, por favor, veja abaixo. Exemplos do que esta política de privacidade cobre Por uma questão de clareza, esta política de privacidade abrange, independentemente da linguagem: Todos os nossos grandes sites (que se encontram na lista dos projetos principais ), tais como a Wikipédia, incluindo páginas de usuário, páginas de discussão e quadros de avisos. Nossos blogs e APIs (a menos que tenhamos providenciado uma política separada para esses serviços). Nossos sites e aplicações móveis, que podem ser encontrados em nossa lista oficial. E-mails, SMS e notificações enviadas por nós, ou enviadas de você para nós. Esta política de privacidade, no entanto, não abrange algumas situações onde podemos recolher ou processar informação. Por exemplo, alguns usos podem ser cobertos por políticas de privacidade separadas (como as da Loja Wikimedia ) ou sites ou serviços executados por terceiros (tais como projetos de desenvolvedor de terceiros na Wikimedia Labs ). Para entender mais sobre o que esta política de privacidade não abrange, por favor, veja abaixo. Mais sobre o que esta Política de privacidade não abrange Esta seção é parte da Política de privacidade e se destina a explicar, de forma detalhada, as situações não cobertas pela nossa Política de privacidade. Sites da Wikimedia com políticas alternativas Alguns sites da Wikimedia Foundation têm políticas de privacidade ou disposições que diferem das disposições desta Política de privacidade. Estes sites incluem: Wikimedia Shop (abrangidos pela política da loja ). e Donate.wikimedia.org , incluindo o processo de doação, como clicar no banner de doação (abrangidos pela Política de privacidade do doador ). Estes sites, e outros como eles, fornecem um link para a sua política de privacidade (se ela for independente) ou para uma explicação de todas as disposições diferentes (se a política do site é baseado na presente Política de privacidade). Membros da comunidade Os Sites da Wikimedia são frutos de amor colaborativo que são constantemente mantidos e atualizados por uma comunidade global de voluntários. Como resultado disso, alguns voluntários têm acesso a determinadas informações não divulgadas ao público, e o uso de tais informações não pode ser regido por esta Política de privacidade. Os exemplos incluem: Voluntários Administrativos , como CheckUsers ou Stewards . Estes são voluntários que aplicam as políticas dos sites da Wikimedia e que garantem a segurança dos Sites da Wikimedia. Quando esses administradores acessam informações não públicas, eles são obrigados a cumprir a nossa Política de acesso a informações não públicas , assim como outras políticas específicas de ferramentas. Fornecedores de ferramentas . Temos suporte de plataformas para desenvolvedores terceiros para experimentar e desenvolver novas ferramentas e sites, como Labs Labs wmflabs.org . Quando você usa uma das ferramentas desenvolvidas por esses voluntários, você pode transferir as informações para eles. Quando esses voluntários acessam informações que não são públicas, eles são obrigados a cumprir os termos que regem aquela plataforma em particular onde a ferramenta está disponível. Outros usuários . Nós oferecemos várias ferramentas que permitem que os usuários se comuniquem uns com os outros. As comunicações podem ser abrangidas por esta política enquanto elas passarem através de nossos sistemas, mas os usuários que recebem essas comunicações, e o que eles vão fazer com a comunicação depois que recebem a mesma não é abrangido por esta política. Os exemplos incluem: Postagem de listas de e-mails hospedados pela Fundação. Solicitar o apoio de voluntários através do nosso sistema de compra de bilhetes on-line (e-mails enviados para info[at]wikimedia.org vão para este sistema). Enviar e-mails para outros usuários através dos sites da Wikimedia (por exemplo, usando o recurso “enviar e-mail para este usuário). e Entrar em chats no IRC (como no canal #wikipedia). Terceiros Esta Política de privacidade aplica-se somente à forma como a WMF coleta e trata as informações. Terceiros que possam receber informações quando você usa o Wikimedia Sites podem incluir: Provedores de serviços que podemos usar para ajudar a fornecer os nossos serviços para você. Por exemplo, as nossas ações em relação às suas informações no nosso blog são cobertas por esta Política de privacidade, mas se o nosso blog estiver hospedado pela WordPress , a WordPress também pode coletar informações enviadas automaticamente pelo navegador ou por meio de cookies que eles enviam. Se você estiver curioso sobre as práticas de privacidade de qualquer terceiro fornecedor, você deve consultar diretamente a sua política de privacidade. Sites executados por outras organizações , como sites da Internet ligados a partir das seções “Referências” da Wikipedia, ou executados pelos capítulos da Wikimedia ou outras movement organizations . Essas organizações podem receber informações de você se você visitar os sites depois de usar um dos Sites da Wikimedia. Eles são regidos por suas próprias políticas de privacidade. Aplicativos móveis fornecidos por outras organizações ou indivíduos . Essas organizações ou indivíduos podem receber informações de você se você usar esses aplicativos para acessar os sites da Wikimedia ou o conteúdo dos Sites da Wikimedia. Eles são regidos por suas próprias políticas de privacidade. Instrumentos de coleta de dados de terceiros que são colocados na Wikimedia Sites por voluntários ou outros terceiros. Às vezes, os voluntários podem colocar uma ferramenta de coleta de dados como um script, gadget, tracking pixel, ou botão compartilhar em um site da Wikimedia sem o nosso conhecimento. Esta política não abrange como terceiros processam as informações que recebem como resultado de tais ferramentas. Se você encontrar uma tal ferramenta de terceiros e você acreditar que ela viola esta política, você pode remover a ferramenta por si só, ou relatar a sua existência para privacy[at]wikimedia.org para que possamos investigar. Onde políticas comunitárias controlam informações, tais como a política de CheckUser , a comunidade relevante pode complementar as regras e obrigações estabelecidas na presente política. No entanto, não lhe é facultado criar novas exceções ou reduzir as proteções oferecidas por esta política. Voltar ao topo Uso da informação Tipos de informações que recebemos de você, como nós as recebemos, e como as usamos Suas contribuições públicas Tudo que você posta nos sites Wikimedia pode ser visto e utilizado por todos. Os sites da Wikimedia foram criados inicialmente para ajudá-lo a partilhar o seu conhecimento com o mundo, e nós partilhamos as suas contribuições porque você nos pediu que assim fizéssemos. Quando você faz uma contribuição para qualquer site da Wikimedia, incluindo páginas de usuário ou discussão, você está criando um registro público permanente para cada pedaço do conteúdo adicionado, removido ou alterado por você. O histórico da página mostrará quando a sua contribuição ou eliminação foi feita, bem como o seu nome de usuário (se tiver iniciado uma sessão) ou o seu endereço IP (se não estiver logado a sua conta). Podemos usar as suas contribuições públicas, tanto agregadas às contribuições públicas de outros quanto individualmente, para desenvolver novos recursos ou produtos relacionados aos dados obtidos para você, ou para saber mais sobre como os sites da Wikimedia têm sido utilizados. A menos que esta política estabeleça o contrário, você deve assumir que a informação com a qual contribui ativamente nos sites da Wikimedia, incluindo dados pessoais, é visível publicamente e pode ser encontrada pelos mecanismos de busca. Como a maioria das coisas na Internet, qualquer conteúdo que você compartilhar pode ser copiado e redistribuído em toda a Internet por outras pessoas. Por favor, não contribua com qualquer informação que possa ocasionar-lhe um desconforto se tornada pública permanentemente, como a revelação do seu nome real ou localização em suas contribuições. Você deve estar ciente de que dados específicos, tornados públicos por você, ou dados agregados que são tornados públicos por nós podem ser usados por qualquer pessoa para análise e para inferir informações sobre os usuários, como o país onde o usuário vive, sua afiliação política e sexo. Voltar ao topo Informação de conta & registro Você não precisa criar uma conta para usar qualquer site da Wikimedia. Se você criar uma conta, não há necessidade de nos fornecer o seu nome real ou endereço de e-mail. Se você não criar uma conta, as suas contribuições serão atribuídas publicamente a seu endereço IP . Quer criar uma conta? Ótimo! Não quer criar uma conta? Sem problemas! Não é necessário criar uma conta para ler ou contribuir para um site da Wikimedia, exceto em raras circunstâncias . No entanto, se você contribuir sem se registrar, a sua contribuição será publicamente atribuída ao endereço IP associado ao seu dispositivo. Se você deseja criar uma conta padrão , na maioria dos casos, nós exigimos somente um nome de usuário e uma senha. Seu nome de usuário será publicamente visível, então por favor, tenha cuidado ao usar seu nome real como seu nome de usuário. Sua senha é usada apenas para verificar se a conta é sua. Seu Endereço IP é também automaticamente enviado para nós, e podemos gravá-lo temporariamente para ajudar a impedir o abuso. Nenhuma outra informação pessoal é necessária: sem nome, sem endereço de email, sem data de nascimento, nenhuma informação de cartão de crédito. Uma vez criadas, contas de usuário não podem ser excluídas (embora você possa ocultar as informações em sua página de usuário, caso opte por isso). Isso ocorre porque suas contribuições públicas devem ser associadas com o seu autor (você!). Então, certifique-se de escolher um nome com o qual você irá se sentir confortável nos próximos anos. Para uma melhor compreensão dos dados demográficos de nossos usuários, para fins de localização e de como podemos melhorar nossos serviços, podemos solicitar-lhe mais informações demográficas, como sexo ou idade. Nós informaremos a você se esses dados serão postados em meios públicos ou privados, de modo que possa tomar uma decisão sobre a sua intenção de fornecê-los. O envio de tais informações é sempre totalmente opcional. Se não quiser fazê-lo, então não o faça - simples assim. Voltar ao topo Informação relacionada ao seu uso dos sites da Wikimedia Poderemos utilizar tecnologias comuns para recolher informações sobre como você utiliza os sites da Wikimedia. Nós usamos esta informação para aprimorar a sua experiência de usuário e desenvolver novos recursos. Queremos tornar os sites Wikimedia melhores para você, aprendendo mais sobre como você os usa. Exemplos disto podem incluir quantas vezes você visita os sites Wikimedia, o que mais lhe agrada, o que acha útil, como chega aos sites Wikimedia e se utilizaria uma recurso útil se explicássemos o seu funcionamento de forma diferente. Queremos também que esta política e as nossas práticas reflitam os valores da nossa comunidade. Por esta razão, mantemos as informações relacionadas à sua utilização dos sites da Wikimedia confidenciais, salvo o disposto nesta Política. Voltar ao topo Informação que recebemos automaticamente Como outros websites, nós recebemos algumas informações sobre você automaticamente quando você visita os Sites da Wikimedia. Esta informação nos ajuda a administrar as Wikipédias e melhorar a sua experiência de usuário. Em razão de como os navegadores funcionam e similarmente a outros grandes websites, nós recebemos algumas informações automaticamente quando você visita os sites da Wikimedia. Esta informação inclui o tipo de dispositivo que você está usando (possivelmente indicando números de identificação únicos do dispositivo, para algumas versões beta das nossas aplicações móveis), o tipo e a versão do seu navegador , a preferência de idioma do navegador, o tipo e a versão do sistema operacional do seu dispositivo e, em alguns casos, o nome do seu provedor de internet ou operadora móvel, o website que o redirecionou aos sites da Wikimedia, as páginas que você solicita e visita, e a data e hora de cada solicitação feita aos sites da Wikimedia. Em outras palavras, nós utilizamos esta informação para melhorar a sua experiência nos sites da Wikimedia. Por exemplo, usamos esta informação para administrar os sites, oferecer maior segurança e combater o vandalismo. otimizar aplicações móveis, personalizar o conteúdo e definir preferências de idioma, testar recursos para ver o que funciona e melhorar seu desempenho. compreender como os usuários interagem com os sites da Wikimedia, rastrear e estudar o uso de vários recursos, entender melhor a demografia dos diferentes sites da Wikimedia e analisar tendências. Voltar ao topo Informação que coletamos Nós usamos uma variedade de tecnologias comumente usados, como cookies, para entender como usar os Sites da Wikimedia, tornar nossos serviços mais seguro e mais fácil de usar e para ajudar a criar uma experiência melhor e mais personalizada para você. Coletamos ativamente alguns tipos de informações com uma variedade de tecnologias comumente usados. Estes geralmente incluem tracking pixels , JavaScript e uma variedade de tecnologias 'dados armazenados localmente', como cookies e armazenamento local . Percebemos que algumas dessas tecnologias não tem a melhor reputação na cidade e pode ser utilizado para fins menos-do que-nobre. Então, nós queremos ser tão claro quanto pudermos sobre por que podemos usar esses métodos e o tipo de informação nós usamo-los para recolher. Extensivo browser sniffing é incompatível com esta política. Não coletaremos informações de profundidade de cor, fontes disponíveis, HTTP_ACCEPT cabeçalhos ou versões do plugin.4 Dependendo de qual tecnologia que usamos, dados armazenados localmente podem ser qualquer coisa de texto, Fotos e artigos inteiro (como explicaremos mais abaixo) de informações pessoais (como sua Endereço IP ) e informações sobre o seu uso dos Sites Wikimedia (como seu nome de usuário ou o tempo da sua visita). Nós usamos essas informações para tornar a sua experiência com os sites da Wikimedia melhor e mais segura, para compreender mais as preferências e a interação do usuário com os sites da Wikimedia e, em geral, para melhorar os nossos serviços. Jamais usaremos cookies de terceiros, a menos que tenhamos a sua permissão para fazê-lo. Se alguma vez deparar-se com uma ferramenta de coleta de dados que não tenha sido autorizada por você (como, por exemplo, uma ferramenta que possa ter sido erroneamente alocada por outro usuário ou administrador), entre em contato conosco pelo e-mail privacy@wikimedia.org . Dados armazenados localmente, JavaScript e tracking pixels nos ajuda a fazer coisas como: Proporcionar-lhe uma experiência personalizada, como o uso de cookies para saber sua preferência de idioma, lembrar as preferências de usuário que você definiu para que então possamos fornecê-la com a aparência personalizada que você quer e para falar de questões interessantes sobre Wikimedia e eventos na sua região. Fornecer conteúdo mais relevante para você mais rapidamente. Por exemplo, podemos usar armazenamento local para armazenar seus artigos mais recentemente lidos diretamente no seu dispositivo, então eles podem ser recuperados rapidamente. Também, nós pode utilizar cookies para aprender sobre os temas pesquisados para que podemos otimizar os resultados de pesquisa, que nós entregamos para você. Entenda como usar os Sites da Wikimedia, assim sabemos o que funciona e o que é útil. Por exemplo, podemos usar cookies para aprender sobre a lista de artigos que você está seguindo na sua lista de vigiados para que podemos recomendar artigos semelhantes que você pode estar interessado em. Compreender como você usa os sites da Wikimedia através de diferentes dispositivos, de forma a deixarmos nossos variados sites da Wikimedia mais eficientes e efetivos para você. Faça com que os sites da Wikimedia sejam mais práticos para o uso, como, por exemplo, utilizando cookies para registrar a sessão ao fazer login ou para lembrar seu nome de usuário no campo do login. Quer saber mais? Você pode lêr mais sobre alguns dos cookies específicos que usamos, quando expirarem, e que podemos usá-los para em nossa FAQ . Acreditamos que esta recolha de dados ajuda a melhorar a sua experiência de usuário, mas você pode remover ou desabilitar alguns ou todos os dados armazenados localmente por meio de configurações do seu navegador, dependendo do seu navegador. Você pode aprender mais sobre algumas opções que você tem em nossa FAQ . Enquanto os dados armazenados localmente podem não ser necessários utilizar nossos sites, alguns recursos podem não funcionar corretamente se você desabilitar esse recurso. Enquanto que os exemplos acima que dizem respeito à informação recolhida sobre você através de ferramentas de recolha de dados são mantidos confidenciais de acordo com esta política, por favor note que alguma informação sobre as ações tomadas pelo seu nome de utilizador são publicadas através de registros públicos bem como ações tomadas por outros utilizadores. Por exemplo, um registro público pode conter a data da criação da sua conta num site da Wikimedia, bem como as datas de criação de outras contas nos sites Wikimedia. Informações disponíveis através de registros públicos não incluirão as suas informações pessoais. Voltar ao topo Emails Se você optar por fornecer o seu endereço de email, vamos mantê-la confidencial, exceto conforme previsto nesta política. Nós podemos eventualmente enviar-lhe emails sobre informações importantes. Você pode escolher optar receber determinados tipos de notificações. Você terá a opção de informar um endereço de e-mail no momento da inscrição ou, mais adiante, ao interagir com os sites da Wikimedia. Ao fazê-lo, seu endereço de e-mail será mantido sob sigilo, exceto conforme previsto nesta Política. Nós não vendemos, locamos ou utilizamos seu endereço de e-mail para anunciar produtos ou serviços de terceiros à você. Nós usamos o seu endereço de email para informá-lo sobre as coisas que estão acontecendo com a Fundação, os sites da Wikimedia, ou o movimento Wikimedia, como informações importantes sobre sua conta, permitindo que você saiba se algo está mudando sobre os Sites ou sobre as políticas da Wikimedia, alertá-lo quando houver uma mudança em um artigo que você decidiu seguir. Por favor, note que se você nos enviar email, poderemos manter sua mensagem, o email e qualquer outra informação que você nos fornece, para que possamos processar e responder seu pedido. Você pode optar por limitar alguns destes tipos de notificações, como aqueles alertando-se um artigo for alterado. Outros, tais como aqueles que contêm informações essenciais que todos os usuários precisam saber para participar com êxito as Wikipédias, não poderá optar fora de. Você pode gerenciar quais os tipos de notificações que você recebe e quantas vezes você recebê-los, indo para suas preferências de notificações. Você pode aprender mais sobre o e-mail e notificações e como alterar suas preferências em nosso FAQ . Jamais solicitaremos sua senha por e-mail (mas poderemos enviar uma senha temporária à você por e-mail, caso tenha optado por redefinir uma nova senha). Se receber um e-mail com o conteúdo mencionado, avise-nos enviando uma mensagem para privacy@wikimedia.org , para que possamos investigar a origem do e-mail. Direto de comunicação entre usuários (por exemplo, as mensagens enviadas através do recurso 'Este usuário de E-mail'), na medida em que tais comunicações são confidenciais e armazenados em ou em trânsito na Wikimedia Foundation sistemas, são mantidos em sigilo por nós, salvo o disposto na presente política. Voltar ao topo Questionários & Feedback Podemos pedir a você para fornecer informações por meio de pesquisa ou fornecer feedback, mas você nunca será obrigado a participar. Participar em inquéritos opcionais ou fornecendo feedback nos ajuda a fazer os sites da Wikimedia melhor. Porque cada pesquisa e solicitação de feedback pode ser usado para diversos fins, vamos dizer-lhe, no momento em que nós damos-lhe a pesquisa ou pedido de feedback, como nós planejamos usar suas respostas e qualquer informação pessoal que você fornece. Se você não se sentir confortável com a forma como planeja usar o questionário de feedback ou resultados, você não é obrigado a participar da pesquisa, ou dar feedback. Voltar ao topo Informações de localização GPS e outras tecnologias de localização Se você consentir, podemos usar tecnologias de localização comumente usados ​​para mostrar-lhe o conteúdo mais relevante. Alguns recursos que oferecemos para trabalhar melhor, se sabemos dentro de que área você está. Mas é completamente até você, mesmo que você não queira que a gente use ferramentas de geolocalização para fazer alguns recursos disponíveis para você. Se você consentir, podemos usar GPS (e outras tecnologias comumente usados ​​para determinar a localização) para mostrar-lhe o conteúdo mais relevante. Mantemos as informações obtidas por essas tecnologias confidenciais, salvo o disposto nesta Política. Você pode aprender mais, verificando a lista de exemplos de como usar essas tecnologias em nosso FAQ . Voltar ao topo Metadados Podemos receber automaticamente dados de localização do dispositivo. Por exemplo, se você faz o upload de uma foto usando o aplicativo móvel Wikimedia Commons, por favor, esteja ciente de que a configuração de seu dispositivo móvel padrão normalmente resulta em ter os metadados associados com a sua foto que está sendo incluída no upload. Às vezes, podemos receber automaticamente dados de localização do dispositivo. Por exemplo, se você quiser fazer upload de uma foto no aplicativo móvel Wikimedia Commons, podemos receber metadados , como o lugar e a hora que você tirou a foto, automaticamente a partir de seu dispositivo. Por favor, esteja ciente de que, ao contrário de informações de localização recolhidos utilizando sinais GPS descritos acima, a configuração de seu dispositivo móvel padrão geralmente inclui os metadados na sua foto ou vídeo para upload os sites da Wikimedia. Se você não quer que os metadados enviados para nós e tornado público no momento do seu upload, por favor alterar as configurações do dispositivo. Voltar ao topo Endereços IP Quando você visita qualquer Site Wikimedia, nós automaticamente recebemos o Endereço IP do dispositivo que está usando para acessar a Internet, que pode ser usada para inferir a sua localização geográfica. Finalmente, quando você visitar qualquer site Wikimedia, recebemos automaticamente o endereço IP do dispositivo (ou o seu servidor proxy ) que você está usando para acessar a Internet, o que poderia ser usado para inferir sua localização geográfica. Mantemos endereços IP confidencial, salvo o disposto nesta Política. Por exemplo, se você faz uma contribuição sem assinar em sua conta, o seu endereço IP usado no momento será publicamente e permanentemente gravadas. Se você estiver visitando sites da Wikimedia com o seu dispositivo móvel, nós podemos usar seu endereço de IP para fornecer informações anônimos ou agregadas a prestadores de serviços em relação ao volume de uso em determinadas áreas. Usamos endereços IP para pesquisa e análise, para melhor personalizar o conteúdo, os avisos e as configurações para você, para combater o spam, roubo de identidade, malware e outros tipos de abuso, e para fornecer melhores aplicações móveis e outros. Voltar ao topo Compartilhamento Quando nós compartilharemos suas informações? Podemos compartilhar suas informações quando você nos dá permissão específica para isso. Com sua permissão Podemos compartilhar suas informações para um determinado fim, se você concorda. Você pode encontrar mais informações na lista de exemplos em nossa FAQ . Voltar ao topo Por razões legais Divulgaremos suas informações em resposta a um processo legal oficial somente se nós acreditamos que seja legalmente válido. Iremos notificá-lo de tais solicitações, quando possível. Podemos acessar, preservar ou divulgar suas informações pessoais se acreditarmos que é necessário para satisfazer um mandado válido e legalmente exigível, intimação, ordem judicial, lei ou regulamento, ou outra ordem judicial ou administrativa. No entanto, se acreditarmos que um determinado pedido de divulgação de informações de um usuário é legalmente inválida ou um abuso do sistema legal e do usuário afetado não pretende opor-se à divulgação, vamos tentar o nosso melhor para combatê-la. Estamos comprometidos com notificá-lo via email pelo menos 10 (dez) dias corridos, quando possível, antes de divulgar suas informações pessoais em resposta a uma demanda legal. No entanto, só pode fornecer um aviso, se não estão legalmente impedidos de entrar em contato com você, não há nenhuma ameaça credível para a vida ou de ferimentos graves que é criado ou aumentado por divulgar o pedido, e você nos forneceu um endereço de email. Nada na presente Política de Privacidade destina-se a limitar quaisquer objecções legais ou defesas que você pode ter com pedidos de terceiros (seja civil, criminal ou governamental) para divulgar suas informações. Recomendamos procurar o aconselhamento de um advogado imediatamente se tal pedido é feito envolvendo você. Encontre mais informações, consulte nossa página de resposta intimação. Voltar ao topo Se a organização for transferida (muito improvável!) No caso improvável de que a propriedade da Fundação mude, iremos fornecer-lhe 30 dias de antecedência antes de qualquer informação pessoal é transferido para os novos proprietários ou ficarem sujeitas a uma política de privacidade diferente. No caso extremamente improvável que a posse de todos ou quase todos da Fundação mude, ou vamos passar por uma reorganização (tal incorporação, fusão ou aquisição), vamos continuar a manter as suas informações pessoais confidenciais, salvo o disposto na presente Política e fornecer um aviso para você via os sites da Wikimedia e uma notificação em [$ wikimediaannounce wikimediaAnnounce-L] ou lista de discussão semelhante, pelo menos 30 (trinta) dias corridos antes que qualquer informação pessoal é transferido ou ficarem sujeitas a uma política de privacidade diferente. Voltar ao topo Para proteger você, nós, e aos outros Nós, ou os usuários com certos direitos administrativos, pode divulgar informação que é necessária para: Reforçar ou investigar possíveis violações da Fundação ou políticas de base comunitária. Proteger a nossa organização, infra-estrutura, funcionários, prestadores de serviços, ou do público, e Evitar danos físicos ou iminente grave ou morte de uma pessoa. Nós, ou os usuários específicos com determinados direitos administrativos, conforme descrito abaixo, poderá ter de partilhar a sua informação pessoal, se for razoavelmente acredita ser necessário para fazer cumprir ou investigar possíveis violações do nosso Termos de Uso , esta Política de Privacidade ou qualquer Foundation ou políticas baseadas na comunidade de usuários. Também pode-se precisar acessar e compartilhar informações para investigar e nos defender contra ameaças legais ou ações. Sites Wikimedia são colaborativos, com os utilizadores a escrever a maioria das políticas, e selecionando entre si as pessoas a manter certos direitos administrativos. Estes direitos podem incluir o acesso a uma quantidade limitada de informações, de outra forma não públicas, sobre as contribuições recentes e atividade de outros usuários. Eles usam este acesso para ajudar a proteger contra o vandalismo e abuso, a luta assédio de outros usuários, e, geralmente, tentar minimizar o comportamento disruptivo nos sites da Wikimedia. Estes grupos selecionados pelo usuário vários administrativas que têm suas próprias diretrizes de privacidade e confidencialidade, mas todos estes grupos são supostamente para concordar em seguir o nosso Acesso ao Nonpublic Política de Informação . Estes grupos administrativos selecionadas pelo usuário são responsáveis ​​para outros usuários através de freios e contrapesos: usuários são selecionados através de um processo conduzido pela comunidade e supervisionado por seus pares através de uma história registrada de suas ações. Esperamos que isso nunca venha à tona, mas podemos divulgar suas informações pessoais se acreditarmos que é razoavelmente necessário para prevenir danos corporais iminente e grave ou morte de uma pessoa, ou para proteger a nossa organização, os funcionários, prestadores de serviços, usuários ou do público . Também podemos divulgar suas informações pessoais se acreditarmos que é necessário detectar, impedir ou de outra forma avaliar e abordar possíveis spams, malware, fraude, abuso, atividade ilegal, e segurança ou preocupações técnicas. (Confira a lista de exemplos em nosso FAQ . Para mais informações) Voltar ao topo Para nossos prestadores de serviços Podemos revelar informações pessoais aos nossos prestadores de serviços terceirizados ou contratados para ajudar a executar ou melhorar os sites da Wikimedia e prestar serviços de apoio a nossa missão . Por mais difícil que podemos tentar, não podemos fazer tudo. Então, às vezes usamos os prestadores de serviços terceirizados ou contratados que ajudam a corrida ou aprimorar os sites da Wikimedia para que você e outros usuários. Podemos dar acesso às suas informações pessoais a estes fornecedores ou empreiteiros, conforme necessário para executar os seus serviços para nós ou para usar suas ferramentas e serviços. Colocamos requisitos, tais como acordos de confidencialidade, no lugar para ajudar a garantir que esses prestadores de serviços tratar suas informações de forma consistente com, e não menos proteção da sua privacidade do que, os princípios desta Política. (Confira a lista de exemplos em nosso FAQ .) Voltar ao topo Para Compreender & Experimentar Podemos dar aos desenvolvedores voluntários e pesquisadores acesso a sistemas que contêm as informações que lhes permitam proteger, desenvolver e contribuir para os sites da Wikimedia. Nós também podemos compartilhar informações não pessoais ou agregadas com terceiros interessados ​​em estudar os sites da Wikimedia. Quando compartilhamos informações com terceiros para esses fins, vamos colocar proteções técnicas e contratuais razoáveis ​​para proteger suas informações de acordo com esta Política. O software de código aberto que aciona os sites da Wikimedia depende das contribuições voluntárias de desenvolvedores de software, que despendem tempo escrevendo e testando códigos para ajudar o site a melhorar e a evoluir de acordo com as necessidades dos usuários. Para facilitar o trabalho dos desenvolvedores, nós poderemos conceder a alguns deles acesso limitado aos sistemas que contêm informações pessoais sobre você, mas apenas até o limite necessário para que desenvolvam e contribuam com os sites da Wikimedia. Da mesma forma, podemos compartilhar informações não pessoais ou agregadas com pesquisadores, estudiosos, acadêmicos e outros interessados ​​que desejam estudar os sites da Wikimedia. Compartilhar esta informação ajuda a entender o uso, a visualização e estatísticas demográficas e padrões. Eles então podem compartilhar suas descobertas com a gente e nossos usuários para que todos nós possamos entender melhor e aprimorar os sites da Wikimedia. Quando damos acesso a informações pessoais para os desenvolvedores de terceiros ou pesquisadores, colocamos requisitos, tais como proteções técnicas e contratuais razoáveis, no lugar para ajudar a garantir que esses prestadores de serviços tratar suas informações de forma consistente com os princípios desta Política e de acordo com nossas instruções. Se esses desenvolvedores e pesquisadores mais tarde publicar o seu trabalho ou resultados, pedimos que eles não divulgar suas informações pessoais. Por favor, note que, apesar das obrigações que impõem aos desenvolvedores e pesquisadores, não podemos garantir que eles vão cumprir o nosso acordo, nem garantimos que vamos examinar regularmente ou auditar os seus projetos. (Você pode aprender mais sobre o re-identificação em nossa FAQ .) Voltar ao topo Porque você tornou público Informações que você post é público e pode sido visto e usadas por todos. Qualquer informação que você postar publicamente nos sites da Wikimedia é apenas isso - pública. Por exemplo, se você colocar o seu endereço de correspondência em sua página de discussão, que é público, e não está protegido por esta Política. E se você editar, sem registrar ou entrar em sua conta, o seu endereço de IP será visto publicamente. Por favor, pense cuidadosamente sobre o seu nível desejado de anonimato antes de revelar informações pessoais em sua página de usuário ou em outro lugar. Voltar ao topo Proteção Como nós protegemos seus dados? Nós usamos uma variedade de medidas físicas e técnicas, políticas e procedimentos para ajudar a proteger suas informações contra acesso não autorizado, uso ou divulgação. Nós nos esforçamos para proteger suas informações contra acesso, uso ou divulgação não autorizados. Nós usamos uma variedade de medidas físicas e técnicas, políticas e procedimentos (tais como procedimentos de controle de acesso, firewalls de rede e segurança física) destinadas a proteger nossos sistemas e suas informações pessoais. Infelizmente, a transmissão ou armazenamento de dados totalmente seguras não existe, por isso, não podemos garantir que nossa segurança não seja ultrapassada (através de medidas técnicas ou violação das nossas políticas e procedimentos). Voltar ao topo Por quanto tempo nós mantemos seus dados? Nós só manter suas informações pessoais enquanto for necessário para manter, entender e melhorar os sites da Wikimedia ou para cumprir com as leis dos E.U.A. Assim que recebermos suas informações pessoais, nós mantê-lo para o menor tempo possível, que é consistente com a manutenção, a compreensão ea melhoria dos sites da Wikimedia, e nossas obrigações sob a aplicável lei dos EUA. Informações não pessoais podem ser mantidas indefinidamente. (Confira a lista de exemplos em nosso FAQ .) Por favor, lembre-se que algumas informações são mantidas e exibidas indefinidamente, como o seu endereço IP (se você editar enquanto não logado) e quaisquer contribuições públicas para os sites da Wikimedia. Voltar ao topo Informações importantes Para a proteção da Fundação Wikimedia e outros usuários, se você não concorda com essa Política de Privacidade, você não deve usar os Sites Wikimedia. Onde está a fundação & O que isto significa para mim? Você está concordando com a utilização de suas informações nos Estados Unidos e para a transferência de informações para outros países em conexão com a prestação de nossos serviços, para você e os outros. A Wikimedia Foundation é uma organização sem fins lucrativos com sede em San Francisco, Califórnia, com servidores e centros de dados localizados nos EUA Se você decidir usar sites da Wikimedia, seja de dentro ou de fora os EUA, você concorda com a coleta, transferência, armazenamento, processamento, divulgação e outros usos de suas informações nos EUA, como descrito nesta Política de Privacidade. Você também concorda com a transferência de suas informações por nós dos EUA para outros países, que podem ter as leis de proteção de dados diferentes ou menos rigorosos do que o seu país, em conexão com o fornecimento de serviços para você. Voltar ao topo Nossa resposta a não acompanhar os sinais (DNT) Nós não permitimos rastreamento por sites de terceiros que não tenham visitado. Nós não compartilhamos seus dados com terceiros para fins de marketing. Estamos fortemente empenhados em não compartilhar informações não-públicas com terceiros. Em particular, nós não permitimos rastreamento por sites de terceiros que não tenham visitado (incluindo serviços de análise, redes de publicidade e plataformas sociais), nem nós compartilhar suas informações com terceiros para fins de marketing. No âmbito desta política, podemos compartilhar suas informações apenas em situações particulares, que você pode aprender mais sobre no ' quando nós podemos compartilhar suas informações ' desta Política de Privacidade. Protegemos todos os usuários desta forma e, portanto, não alteraremos nosso comportamento em resposta a um sinal de “não rastrear” de um navegador da internet. Para mais informações sobre 'Do Not Track' sinais e como lidar com eles, por favor visite nosso 'Do Not Track' FAQ . Voltar ao topo Alterações a esta política de privacidade Mudanças substanciais nesta Política não será feita até que depois de um período de comentário público de pelo menos 30 dias. Porque as coisas mudam naturalmente ao longo do tempo e porque queremos garantir que nossa Política de Privacidade reflita com precisão nossas práticas e a lei, pode ser necessário modificar esta Política de Privacidade de tempos em tempos. Reservamo-nos o direito de fazê-lo da seguinte maneira: Em caso de alterações substanciais, vamos fornecer as alterações propostas para os nossos usuários em, no mínimo, 3 (três) idiomas (selecionados a nosso critério) por um período de discussão aberto com, no mínimo, 30 (trinta) dias de antecedência. Antes do início de qualquer período de discussão, vamos fornecer um aviso sobre tais alterações e a oportunidade de comentar nos sites da Wikimedia, numa notificação em WikimediaAnnounce-L ou alguma lista de discussão similar. Para alterações menores, como correções gramaticais, mudanças legais ou administrativas, ou correções de afirmações imprecisas, nós vamos postar as mudanças e, quando possível, providenciar uma nota pelo menos 3 (três) dias de antecedência, através de WikimediaAnnounce-L ou uma lista de discussão similar. Pedimos a você que, por favor, verifique a versão mais atualizada do nossa política de privacidade . O seu uso contínuo dos sites das Wikimedia após esta política de privacidade entrar em vigor implica na aceitação tácita, da sua parte, desta política de privacidade. O seu uso contínuo dos sites das Wikimedia após qualquer versão posterior desta política de privacidade entrar em vigor, conforme esclarecido acima, compreende a aceitação, da sua parte, da referida versão da política de privacidade. Contate-nos Se você tiver dúvidas ou sugestões sobre esta política de privacidade, ou acerca da informação coletada sob esta política, envie um e-mail para privacy@wikimedia.org ou contate-nos diretamente. Obrigado! Obrigado por ler nossa política de privacidade. Nós esperamos que você goste de usar os sites da Wikimedia e agradecemos a sua participação na criação, na manutenção e o constante trabalho dedicado à melhoria do maior repositório de conhecimento livre no mundo. Por favor, note que, no caso de eventuais diferenças de significado ou interpretação entre a versão original em inglês desta política de privacidade e uma tradução, a versão original em inglês terá precedência. Voltar ao topo +/- Translate Páginas relacionadas à privacidade Política de privacidade · Perguntas frequentes · Glossário de termos principais · Perguntas frequentes sobre intimações · Diretrizes de retenção de dados · Acesso a informações não públicas ( Acordo de confidencialidade · Como assinar · Underage exemptions ) · Política de privacidade de doadores Retrieved from ' https://meta.wikimedia.org/w/index.php?title=Privacy_policy/pt-br&oldid=17588886 ' Categories : Policy proposals/pt-br Privacy policy/pt-br Navigation menu Personal tools English Not logged in Talk Contributions Create account Log in Namespaces Content page Discussion Variants Views Read Translate View history More Search Navigation Main page Wikimedia News Translations Recent changes Random page Help Babel Community Wikimedia Forum Mailing lists Requests Babylon Reports Research Planet Wikimedia Beyond the Web Meet Wikimedians Events Movement affiliates Donate Print/export Create a book Download as PDF Printable version Tools What links here Related changes Special pages Permanent link Page information Cite this page In other languages Add links This page was last edited on 31 December 2017, at 21:10. 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(function(b,d){var a=b.createElement('iframe').(a.frameElement||a).style.cssText='width: 0. height: 0. border: 0. position: absolute'.a.src='javascript:false'.a.id='GoogleAnalyticsIframe'.var c=b.getElementsByTagName('script')[0].c.parentNode.insertBefore(a,c).a=a.contentWindow.document.a.open().write('<body onload=\'var js = document.createElement('script').js.src = ''+d+''.document.body.appendChild(js).\'>').a.close()})(document,'https://analytics.mlstatic.com/ga/mlb-ml-analytics.min.gz.js'). .hdetail{fill:#ccc}.hbackground{fill:#999} Mercado Livre - Onde comprar e vender de tudo Cadastre-se Entre Ajuda Contato Políticas de Privacidade Políticas de Privacidade Privacidade e Confidencialidade da Informação Leia com atenção estas Políticas de privacidade antes de cadastrar-se ou mesmo navegar nos Sites do MercadoLivre. Estas Políticas de privacidade (doravante denominadas 'Políticas de privacidade') aplicam-se a todos os Usuários cadastrados e integram os Termos e condições gerais de uso do MercadoLivre. Estas Políticas de privacidade contêm informações claras e completas sobre coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção dos dados pessoais dos Usuários e visitantes do MercadoLivre, com a finalidade de demonstrar absoluta transparência quanto a este importante assunto. O Mercado Livre toma precauções e cautelas para resguardar toda a informação, utilizando os mecanismos de segurança em informática mais completos e eficazes. O MercadoLivre, pela natureza dos serviços prestados, coleta e, em alguns casos, revela informações de seus usuários e visitantes relativas aos dados cadastrais e registros de acesso aos seus Sites, para terceiros, tais como, não se limitando a, empresas integrantes de seu grupo econômico, parceiros comerciais, membros do Programa de Proteção à Propriedade Intelectual, autoridades e pessoas físicas ou jurídicas que aleguem ter sido lesadas por usuários cadastrados. Coleta e Armazenamento de dados pessoais A primeira providência para utilizar os serviços do Mercado Livre é cadastrar-se e informar seus dados pessoais ('Informação Pessoal') completos e exatos. Poderão ser solicitados, recebidos e armazenados os seguintes dados: apelido para operar no site do MercadoLivre, nome, número de documento ou identificação válida e informação de contato (como número de telefone, endereço de e-mail, endereço físico etc.). O Mercado Livre poderá confirmar os dados pessoais informados, consultando entidades públicas, companhias especializadas ou bancos de dados e está desde já expressamente autorizado a fazê-lo. O Mercado Livre coleta e armazena automaticamente algumas informações sobre a atividade dos Usuários cadastrados e visitantes de seu site. Tal informação pode incluir a URL de onde eles provêm (seja ela do próprio Mercado Livre ou não), a que URL acessaram em seguida (seja ela do próprio Mercado Livre ou não), o navegador que utilizam e seus IPs de acesso, as páginas visitadas, as buscas realizadas, os anúncios, compras ou vendas, qualificações e réplicas inseridas, mensagens nos fóruns, endereços físicos ou eletrônicos, dentre outras que poderão ser armazenadas e retidas. O Mercado Livre acessa as listas de contatos dos dispositivos móveis utilizados pelos usuários para fornecer seus serviços. Essa informação somente será utilizada para localizar e marcar números de telefones celulares e/ou endereços de e-mails de potenciais usuários. Por sua vez, os usuários reconhecem que têm autorização para compartilhar tais informações com o MercadoLivre. Sobre os potenciais usuários, o Mercado Livre não armazenará nomes, endereços, dados bancários, números de RG, CPF ou outra informação que permita identificar uma pessoa. Somente armazenará números de telefones celulares e endereços de e-mails. O usuário, ao cadastrar-se no MercadoLivre, está ciente e concorda expressamente que o Mercado Livre poderá intermediar e armazenar as trocas de mensagens eletrônicas entre os usuários dentro da comunidade com o objetivo principal de proporcionar a segurança nas relações e comunicações da comunidade. Todos os dados pessoais dos usuários serão armazenados em um arquivo automatizado de dados pessoais, localizado nos EUA. O Usuário, ao cadastrar-se no MercadoLivre, confirma que está informado da localização deste arquivo e autoriza esta transferência internacional de seus dados. A qualquer momento o Usuário cadastrado no Mercado Livre poderá solicitar a exclusão definitiva de seus dados ou o cancelamento de seu cadastro, ressalvadas as hipótese de manutenção previstas em lei. Para mais informações, leia 'Direitos de acesso, remoção e retificação da informação pessoal' abaixo. Segurança da informação O Mercado Livre está obrigado a observar todas as normas aplicáveis em matéria de medidas de segurança de Informação Pessoal. Além disso, emprega os padrões mais avançados da indústria em matéria de proteção das informações pessoais, incluindo, entre outras medidas, firewalls e Secure Socket Layers ('SSL'). O Mercado Livre considera os dados de seus Usuários como um bem precioso que deve ser protegido de qualquer perda ou acesso não autorizado. Emprega, portanto, diversas técnicas de segurança para proteger tais dados de acessos não autorizados. Ainda assim, é necessário considerar que a segurança absoluta não existe na internet. O Mercado Livre não será responsável por interceptações ilegais ou violação de seus sistemas ou bases de dados por pessoas não autorizadas, tampouco se responsabilizará pela indevida utilização da informação obtida por esses meios. O uso que fazemos da informação Para fornecer um excelente serviço e para que os usuários possam realizar operações de forma ágil e segura, o Mercado Livre requer certas informações de caráter pessoal, incluindo endereço de e-mail. A coleta dessas informações nos permite oferecer aos Usuários serviços e funcionalidades que possam ser melhor adequados às suas necessidades e personalizar nossos serviços para fazer com que suas experiências no Mercado Livre sejam o mais satisfatórias possível. A Informação Pessoal que solicitamos tem as seguintes finalidades: Ajudar o comprador e o vendedor a entrarem em contato direto entre si, após o Usuário potencial comprador manifestar sua intenção de compra. Neste caso, o Mercado Livre fornecerá, por e-mail, aos interessados, os dados pessoais (nome, telefones, localidade e e-mail) de sua contraparte. O Mercado Livre não autoriza o uso de tais informações para finalidade diversa da conclusão do negócio, tal como publicidade, promoção ou outras atividades não relacionadas ao MercadoLivre, salvo expressa autorização do Usuário a sua contraparte. Desenvolver estudos internos sobre os interesses, comportamentos e demografia dos Usuários para compreender melhor suas necessidades e interesses e oferecer melhores serviços ou prover-lhes informação adequada ao seu perfil. Aprimorar nossas iniciativas comerciais e promocionais e analisar as páginas visitadas, buscas realizadas pelos Usuários para melhorar nossa oferta de conteúdos e produtos, personalizar conteúdos, sua apresentação e serviços. Enviar aos nossos Usuários mensagens sobre novos serviços, publicidade, promoções e banners, notícias sobre o MercadoLivre, além da informação expressamente autorizada na seção de preferências. O Usuário poderá solicitar que o excluam das listas para o envio de mensagens promocionais ou publicitárias. Para fazer isso basta acessar Minha conta > Configurações > “E-mails”. Compartilhar a Informação Pessoal (incluindo endereço de e-mail) com os provedores de serviços, para aprimorar ou facilitar as operações realizadas no MercadoLivre, tais como, sem se limitar a serviços de: transporte, pagamento, seguro, call center, programas de fidelidade, entre outros. Fornecer a Informação Pessoal dos Usuários às entidades que intervenham na resolução de disputas entre eles: seguradoras, juízos arbitrais, e demais órgãos competentes para solucionar tais disputas. O Mercado Livre empregará os melhores esforços para que se cumpram elevados padrões de segurança e privacidade dos Dados Pessoais de seus Usuários, mediante a assinatura de acordos ou convênios, os quais estabelecerão a responsabilidade de tais provedores de serviços pelo uso indevido da Informação Pessoal dos Usuários. Em alguns casos, estes provedores de serviços recolherão informação diretamente do Usuário, que poderá receber notificação a respeito da participação de um provedor de serviços em tais atividades, ficando ao critério do Usuário decidir quais informações serão fornecidas, bem como autorizar usos adicionais pretendidos pelos provedores de serviço. Confidencialidade da informação Uma vez registrado no Site, o Mercado Livre não venderá, alugará ou compartilhará a Informação Pessoal, exceto nas formas estabelecidas nestas Políticas de privacidade. Será feito tudo o que estiver ao alcance no sentido de proteger a privacidade da Informação Pessoal. Não será considerada Informação Pessoal, não estando, portanto, sujeita ao sigilo, as informações (a) que já eram de domínio público na ocasião em que foram recebidas, ou passem a ser de domínio público sem infringir as obrigações ora assumidas. (b) que venham a ser de conhecimento das partes de modo não confidencial, recebidas de terceiros, cuja aquisição e revelação tenham sido de modo totalmente independente, sem infringir quaisquer das obrigações ora assumidas e sem qualquer caráter sigiloso. ou (c) cuja revelação seja exigida por lei, regulamento ou decisão administrativa, judicial ou arbitral. Apelido de usuário Para interagir dentro do site, os Usuários devem utilizar um apelido que os identifique. Os Usuários não terão acesso à informação pessoal de outros Usuários, salvo quando tenham realizado com eles alguma negociação através da plataforma do MercadoLivre, caso em que ambas as partes terão acesso aos dados uma da outra. Senha pessoal Para acesso dos serviços reservados unicamente aos Usuários devidamente registrados, estes irão dispor de uma senha pessoal. Com ela poderão comprar, vender, ofertar, qualificar, dentre outras atividades. Esta senha, que é escolhida pelo próprio Usuário, deve ser mantida sob absoluta confidencialidade e, em nenhum caso, deverá ser revelada ou compartilhada com outras pessoas. O Usuário será responsável por todos os atos que sejam realizados com o uso de seu nome e senha pessoal, o que inclui pagamentos de tarifas por serviços ou responsabilização por prejuízos que possam vir a sofrer de outros Usuários ou terceiros, por qualquer motivo. Se por qualquer razão um Usuário desconfiar que alguém pode conhecer sua senha pessoal, deverá modificá-la acessando, pelo menu de navegação do site, a Minha conta, depois a Configuração e, em seguida, Dados pessoais. Uso da informação por outros Usuários Para facilitar a interação entre todos os membros da comunidade do MercadoLivre, é permitido um acesso limitado a certos dados de contato dos Usuários publicados no site, tais como nome de Usuário, telefones, município e endereço de e-mail. Os Usuários só poderão utilizar a informação pessoal de outros Usuários obtida no site para: Comunicações relacionadas ao Mercado Livre que não constituam comunicações comerciais não solicitadas. Utilizar serviços oferecidos no Mercado Livre (por exemplo: depósito, seguros, envio ou transporte e reclamações sobre fraude). Qualquer outra finalidade a que o Usuário correspondente consinta expressamente, uma vez que tenha sido comunicado previamente sobre tal informação, conforme legalmente previsto. Sob nenhuma circunstância se deve comunicar informação pessoal ou endereço de e-mail de outro Usuário a nenhum terceiro, sem o consentimento do Mercado Livre e do Usuário afetado. Cookies O Usuário e o visitante do site do Mercado Livre manifesta conhecer e aceitar que poderá ser utilizado um sistema de coleta de dados de navegação mediante à utilização de cookies. Os cookies são pequenos arquivos que se instalam no disco rígido, com uma duração limitada de tempo que ajudam a personalizar os serviços. Também serão ofertadas algumas funcionalidades que só estarão disponíveis pelo emprego dos cookies. Os cookies são utilizados com o fim de conhecer os interesses, o comportamento e a demografia de quem visita ou é Usuário do site, e dessa forma, compreender melhor suas necessidades e interesses e dar-lhes um melhor serviço ou prover-lhes informação relacionada. Também será usada a informação obtida por intermédio dos cookies para analisar as páginas navegadas pelo visitante ou Usuário, as buscas realizadas, melhorar as iniciativas comerciais e promocionais, mostrar publicidade ou promoções, banners de interesse, notícias sobre o MercadoLivre, aperfeiçoar a oferta de conteúdos e bens, personalizar esses conteúdos, apresentação e serviços. também poderá haver utilização de cookies para promover e fazer cumprir as regras e segurança do site. O Mercado Livre poderá adicionar cookies nos e-mails que envia para medir a efetividade das promoções. Utilizam-se adicionalmente os cookies para que o Usuário não tenha que introduzir sua senha tão frequentemente durante uma seção de navegação, também para contabilizar e corroborar os registros e a atividade do Usuário relacionados a outros acordos comerciais, sempre tendo como objetivo da instalação dos cookies o benefício do Usuário. O Mercado Livre não usará os cookies com fins alheios à sua operação. 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Na categoria Serviços, o vendedor deverá incluir no anúncio seu endereço de e-mail e seu telefone, e será optativa a publicação de seu endereço e da URL de seu site. O vendedor só poderá inserir os dados mencionados, conforme o caso, dentro do campo específico para isso, no momento de publicar o anúncio. Em nenhuma hipótese deverá incluí-lo na descrição ou no título do anúncio, nem em nenhum outro lugar fora do campo específico. Tampouco poderá o vendedor incluir algum outro dado pessoal dentro ou fora do campo indicado. O Mercado Livre não será responsável pelo uso que o vendedor, o comprador, qualquer Usuário ou outra pessoa puderem fazer da informação publicada. Ordem de autoridades competentes - Requerimentos Legais O Mercado Livre coopera com as autoridades competentes e com terceiros para garantir o cumprimento das leis, salvaguardar a integridade e a segurança do site e de seus Usuários, impedir atividades ilegais, por exemplo, em matéria de proteção de direitos de propriedade industrial e intelectual, prevenção a fraudes e outros. O Mercado Livre poderá revelar a Informação Pessoal e registros de acesso, dados de navegação etc., nos termos previstos na legislação brasileira. O Mercado Livre pode comunicar aos participantes do Programa de Proteção de Propriedade Intelectual o apelido de usuário, nome completo, endereço, número de telefone, e-mail etc., de forma que, a seu critério, entenda necessária ou adequada tal divulgação em relação a investigações de fraude, infração de direitos de propriedade industrial ou intelectual, pirataria, ou qualquer outra atividade ilegal. Este direito será exercido pelo MercadoLivre, nos termos previstos na legislação brasileira, independentemente de ordem judicial ou administrativa. Além disso, o Mercado Livre se reserva o direito de comunicar informação sobre seus Usuários a outros Usuários, entidades ou terceiros, quando haja motivos suficientes para considerar que a atividade de um Usuário seja potencialmente ilícita ou prejudicial a outras pessoas. Este direito será utilizado pelo MercadoLivre, nos termos previstos na legislação brasileira, quando considere apropriado ou necessário para manter a integridade e a segurança do site e de seus Usuários, para fazer cumprir os Termos e condições gerais e demais Políticas do site. Mudanças nas preferências de e-mails Sem prejuízo de o Mercado Livre buscar manter seus Usuários atualizados a todo momento sobre promoções, novidades, mudanças etc., os Usuários podem selecionar os e-mails e informações promocionais que gostariam de receber do MercadoLivre. Se o Usuário não quiser receber e-mails, pode alterar suas preferências, seguindo as instruções existentes nas próprias mensagens ou acessando conta na seção Minha conta > Configurações > E-mails. Ali, poderá selecionar as preferências de e-mails para que sejam consideradas nas futuras comunicações. Informação na seção de perguntas e respostas O Mercado Livre permite aos Usuários realizarem perguntas e respostas nos anúncios. Nestas seções os Usuários podem realizar comentários sempre sujeitos às regras aplicáveis nesta Política e nos Termos e condições. A informação pessoal inserida na seção de perguntas e respostas pode ser lida, coletada ou utilizada por qualquer pessoa. O Mercado Livre não será responsável pelo uso dessa Informação Pessoal publicada pelo Usuário nestes campos do site. Direitos de cancelamento e retificação de dados pessoais O usuário, ao cadastrar-se, manifesta conhecer e pode exercitar seus direitos de cancelar seu cadastro e acessar e atualizar seus dados pessoais. O Usuário garante e responde pela veracidade, exatidão, vigência e autenticidade dos dados pessoais, e se compromete a mantê-los devidamente atualizados. Uma vez cadastrado no MercadoLivre, o Usuário poderá revisar e atualizar as seguintes informações fornecidas durante o processo de cadastro: Nome de usuário e endereço de e-mail. Informações de cadastro e contato, como número de telefone e endereço físico. Senha pessoal Sem prejuízo das mudanças que efetue, o Mercado Livre conservará os dados pessoais originais por motivos de segurança e controle de fraudes. Em casos excepcionais, em conformidade com a legislação brasileira, serão mantidos nos arquivos do Mercado Livre os dados pessoais de Usuários que nos tenham requerido expressamente sua remoção, com o objetivo de utilizá-los para solução de litígios ou reclamações, detecção de problemas ou incidentes e dar cumprimento ao disposto nos Termos e condições gerais de uso. Os Usuários devem atualizar seus dados pessoais regularmente, com a alteração dos campos, a fim de que outros Usuários possam contatá-los quando realizarem uma negociação. Para fazer qualquer modificação na informação fornecida quanto ao cadastramento, o Usuário deve acessar o item Minha conta e selecionar a opção Configurações , em seguida, Dados pessoais . A informação foi útil? Sim Não O que aconteceu? A informação não está clara Não encontrei o que estava buscando Muito obrigado pela sua opinião! /************* Validacion del form ****************/ var validForm = true, btnReady = false, countdown, MAX_COUNTDOWN_CHARS = 1000. $('.cx-send-icon').css('fill','#eeeeee'). /************* Lógica del form ****************/ $('#helpFull').click(function(){ showSendLoading(). updateFaqSurvey('','',true) }). $('#buttonSend').click(function(){ var reason = $('input[name=reasonSelect]:checked').val(). var comment = $('#commentBox').val(). if(validForm) { showSendLoading(). updateFaqSurvey(reason, comment, false) } }). $('.close-faqText').click(function(){ cancelSurvey(). $('.sendFaqMessage').removeClass('setDisplay'). $('input[type=radio]').attr('checked',false). }). $('.cx-send-icon').click(function(){ var reason = $('input[name=reasonSelect]:checked').val(). var comment = $('#commentBox').val(). if(validForm && btnReady) { showSendLoading(). updateFaqSurvey(reason, comment, false). $('.sendFaqMessage').removeClass('setDisplay'). } }). $('#buttonCancel').click(function(){ cancelSurvey(). }). $('input[name=reasonSelect]').click(function(){ var reason = $('input[name=reasonSelect]:checked').val(). switch(reason) { case 'La información no fue clara': showSendLoading(). updateFaqSurvey(reason,'',false) break. case 'No encontré lo que estaba buscando': showSendLoading(). updateFaqSurvey(reason,'',false) break. } }). /********************* Llamadas Ajax ***********************/ function updateFaqSurvey(reason, comment, helpfull){ $.ajax({ url : '/ajuda/faq_survey', type: 'POST', data : { uuid: 'QDwCwzH7ST-YnrYKPLhauw', helpfull:helpfull, reason: reason, comment: comment, formId: ' ', faqId: '1442', callerId: '-1', siteId: 'MLB', nativeMobile : 'false', platform : '' }, timeout: 5000, success: function(data, textStatus, jqXHR) { showSendMessage() }, error: function (jqXHR, textStatus, errorThrown) { showSendMessage() } }). } /****************** Funciones de visualizacion**************/ function showNotFound(){ $('#notFoundTitle').show(). prepareComment(). } function showOtherProblem(){ $('#otherProblemTitle').show(). prepareComment(). } function prepareComment(){ $('#reasonSection').hide(). $('#commentArea').show(). $('#commentBox').focus(). initCountdown(). } $('#notHelpFull').click(function(){ $('#helpfullValue').val(false). $('#efectivitySurveyMainSection').hide(). $('#reasonSection').show(). }). function showSendMessage(){ $('#sendLoadingBox').hide(). $('#sendSurveyMessage').show(). } function showSendLoading(){ $('#reasonSection').hide(). $('#commentArea').hide(). $('#efectivitySurveyMainSection').hide(). $('#otherProblemTitle').hide(). $('#notFoundTitle').hide(). $('#sendLoadingBox').show(). } function cancelSurvey(){ $('#notFoundTitle').hide(). $('#otherProblemTitle').hide(). $('#commentArea').hide(). $('#efectivitySurveyMainSection').show(). destroyCountdown(). validForm = true. } function initCountdown(){ countdown = $('#commentBox').countdown({'max': MAX_COUNTDOWN_CHARS, 'plural': '# caracteres.', 'singular': '# caractere.' }). } function destroyCountdown(){ if(countdown){ countdown.destroy(). countdown = undefined. } else { console.info('countdown not set.'). } } $('#commentBox').keyup(function(){ if(countdown._exceeded || countdown._remaining === MAX_COUNTDOWN_CHARS || !$(this).val()){ validForm = false. $('#commentBox').addClass('ch-validation-error'). $('#buttonSend').addClass('disabled-btn'). $('.cx-send-icon').css('fill','#eeeeee'). $('#buttonSend').attr('disabled','disabled'). btnReady = false. } else { validForm = true. $('#commentBox').removeClass('ch-validation-error'). $('#buttonSend').removeClass('disabled-btn'). $('.cx-send-icon').css('fill','#3483fa'). $('#buttonSend').removeAttr('disabled'). btnReady = true. } }). 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  A Escola Como Espaço de Inclusão Digital - Brasil Escola Disciplinas Artes Biografias Biologia Espanhol Educação Física Filosofia Física Geografia Geografia do Brasil Gramática História História da América História do Brasil História Geral Inglês Italiano Literatura Matemática Português Quí­mica Redação Sociologia MAIS ACESSADAS Por que as dietas a base de shakes tendem ao fracasso? Afinal, por que ... onde a tecnologia da informação e comunicação (TIC) se direcione para fazer valer a inclusão dos ... sociedade da informação anulando, assim, as diferenças sociais não pertinentes a este processo. Ao se ... . Palavras-chave : Inclusão Digital. Processos educativos. Tecnologia da informação e Comunicação. LISTA DE ... PROCEDIMENTO METODOLÓGICO 11 3 AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 13 3.1 Novas ... , várias formas de pensar e interagir através de meios de comunicação e informação onde o aluno apropria CACHE

A Escola Como Espaço de Inclusão Digital - Brasil Escola Disciplinas Artes Biografias Biologia Espanhol Educação Física Filosofia Física Geografia Geografia do Brasil Gramática História História da América História do Brasil História Geral Inglês Italiano Literatura Matemática Português Quí­mica Redação Sociologia MAIS ACESSADAS Por que as dietas a base de shakes tendem ao fracasso? Afinal, por que as zebras são listradas? Veja aqui! Crise dos Mísseis: rivalidade entre EUA e URSS a mil! Especial África do Sul Ano Novo Carnaval Dia da Independência Dia das Crianças Dia das Mães Dia dos Pais Halloween Férias Festa Junina Natal Páscoa Volta às Aulas MAIS ACESSADAS Entenda já o que foi o cerco de Constantinopla. A crônica no mundo jornalístico. Fique por dentro já! Como lidar com a depressão ou evitá-la? 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Você sabe redigir um currículo corretamente? Aprenda a organizar uma pesquisa científica. Home Matemática A Escola Como Espaço de Inclusão Digital Imprimir Texto -A +A A Escola Como Espaço de Inclusão Digital Matemática Facetas da inclusão digital caracterizando-se em sua maioria em uma pesquisa de campo. COMPARTILHE CURTIDAS 0 RESUMO Analisando o crescimento da informatização dos serviços oferecidos à sociedade atual, cada vez mais se busca a necessidade da inclusão digital dos cidadãos nesse modo de vida. Ao acontecer o uso destes recursos tecnológicos, eles devem ser apropriados de meios onde a tecnologia da informação e comunicação (TIC) se direcione para fazer valer a inclusão dos indivíduos neste ciberespaço. Deste modo, a escola se apresenta como ambiente capaz de fazer imergir tais tecnologias a serviço de uma metodologia de ensino a favor da interação dos alunos nesta sociedade da informação anulando, assim, as diferenças sociais não pertinentes a este processo. Ao se utilizar diferentes mídias, que colaboram para a apropriação de um ambiente de comunicação, o computador e seus inúmeros recursos destacam-se como ferramenta de acesso apoiado por diferentes programas sociais do governo federal. Baseado nestes preceitos, o presente trabalho tem como objetivo apresentar o tema de inclusão digital no ambiente escolar como uma ação educacional que envolve o professor, ao capacitar-se para apropriação e ideal uso de recursos tecnológicos, e o aluno como sujeito no espaço de interação e comunicação de novas formas de colaboração, interatividade, conhecimento e cidadania. Para idealizar a fundamentação teórica deste trabalho, utilizou-se como instrumento para coleta de dados um questionário a alunos do 3º ano do ensino médio de uma escola pública do município de Lagoa Vermelha, a professores de diferentes disciplinas da mesma escola e de professores da área de informática na educação, que atuam em universidades, com a finalidade de conhecer a real situação em que a escola está inserida ao se deparar com propostas de utilização de recursos tecnológicos, sua infraestrutura e acessibilidade, valorizando a pesquisa com a enriquecida contribuição da opinião de professores da área de interesse. Será realizada, também, a aplicação de um software matemático para complementar a pesquisa de campo, desenvolvendo, assim, uma visão amadurecida do tema escolhido. Palavras-chave : Inclusão Digital. Processos educativos. Tecnologia da informação e Comunicação. LISTA DE FIGURAS Figura 01 - Gráfico do total de PIDs por região 20 Figura 02 - Mapa da exclusão digital no Brasil 25 Figura 03 - Computadores em casa 28 Figura 04 - Acesso à internet 29 Figura 05 - Dispositivos de armazenamento mais utilizados 30 Figura 06 - Situação dos laboratórios de informática na escola 31 Figura 07 - Software matemático 31 Figura 08 - Quadro de avaliação dos professores quanto à utilização dos recursos computacionais nas aulas 33 Figura 09 - Alunos praticando as atividades com o software 46 Figura 10 - Alunos praticando as atividades com o software 47 SUMARIO 1 INTRODUÇÃO 09 2 PROCEDIMENTO METODOLÓGICO 11 3 AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 13 3.1 Novas possibilidades tecnológicas e a formação de professores preparados a usar as novas tecnologias 17 4 A IMPORTÂNCIA DA INCLUSAO DIGITAL NO AMBIENTE ESCOLAR 19 4.1 Programas de Inclusão digital apoiados pelo Governo Federal 20 4.2 Conceituando a exclusão digital 24 4.3 Qual é a diferença do uso das tecnologias nas escolas públicas e particulares? 25 5 DESCRIÇÃO E ANÁLISE DOS QUESTIONÁRIOS E DOS DADOS DA PESQUISA 27 5.1 A inclusão digital na visão dos alunos 28 5.2 A inclusão digital na visão dos professores 33 5.3 A inclusão digital na visão de professores da área de informática na educação 36 6 APLICAÇÃO DO SOFTWARE RÉGUA E COMPASSO COM OS ALUNOS DE ENSINO MÉDIO 44 6.1 Conhecendo o software Régua e Compasso 45 6.2 Período da realização da atividade com o Régua e Compasso 45 6.3 Avaliação com os alunos sobre o uso do software 47 6.4 Uma análise da avaliação realizada com o software educativo 48 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS 50 REFERÊNCIAS 52 APÊNDICES 53 1 INTRODUÇÃO Ao iniciar o presente trabalho, apresentando o tema de inclusão digital na escola, diz-se que ele tem por finalidade abordar facetas da inclusão digital caracterizando-se, em sua maioria, em uma pesquisa de campo. Nesse sentido, recorreu-se a autores de diversas áreas para sustentação do estudo obtendo, assim, uma visão mais ampla da realidade em que a inclusão digital está presente na escola e, ainda, na realidade dos alunos. Desta forma, o objetivo específico foi definido como: analisar a escola como espaço de interação e comunicação proporcionado pela inclusão digital. Nesta linha, buscou-se entender que as tecnologias de rede precisam fazer parte do cotidiano escolar. A valorização do aprendizado através de mídias digitais, várias formas de pensar e interagir através de meios de comunicação e informação onde o aluno apropria-se das TIC (tecnologias de informação e comunicação) é o caminho a ser traçado. Como parte do processo de aprendizagem, tais tecnologias necessitam ser apropriadas e entendidas pelos professores, que fazem um papel fundamental neste processo. Através de uma interação por parte dos professores com os recursos tecnológicos, eles acabam por interagir com a realidade que o aluno está inserido. Não se deve desconsiderar que estes, nos cursos de formação, não possuem tanto contato com a tecnologia como forma de ensinar, acarretando, assim, um despreparo ao optarem ou necessitarem de recursos tecnológicos. Em um breve relato, neste trabalho houve um apontamento sobre os programas que o governo federal executa e apoia a favor da inclusão digital dos cidadãos. Diante disso, as escolas aos poucos tem se adaptado às iniciativas que lhe são apresentadas. Dentro de um patamar de informação e comunicação, o ambiente escolar começa a abrir caminhos para a tecnologia acontecer neste processo. Diante disso, pretende-se abordar mais profundamente o tema relacionado através de um relato de pesquisa de campo, onde se procurou explorar, conhecer e entender como se dá o processo de inclusão digital e a realidade escolar que os alunos estão inseridos. Muitas vezes, devido à falta de infraestrutura nas escolas ou pouco incentivo por parte dos professores, os alunos acabam demonstrando pouca interatividade com o ciberespaço. Com vista ao melhor entendimento e apropriação do conteúdo, objetivou-se conhecer a opinião de professores especialistas na área, que desta forma podem contribuir qualitativamente para uma pesquisa criteriosa e elaborada. Desse modo, ao entender que a inclusão digital tem um papel muito importante no processo de aprendizagem, pois ela procura formar cidadãos com capacidade de interagir com outros e compartilhar decisões/informações que propiciem a lógica da informação a serviço da interatividade. Através da inquietação que se procura entender: a escola, como integrante na formação de cidadãos, está proporcionando o espaço para a inclusão digital dos indivíduos que compartilham dela? Ao procurar responder a pergunta buscou-se, através de referenciais teóricos, de um trabalho de pesquisa de campo e aplicando um software educativo, compreender e procurar confrontar a teoria com a prática. Sendo a introdução o primeiro capítulo e segundo o procedimento metodológico, apresentam os anseios deste trabalho e a forma que ele será desenvolvido. Em seguida, o terceiro capítulo abordando as tecnologias de informação e comunicação, e a importância da inclusão digital no ambiente escolar no quarto capítulo, complementando o estudo teórico da pesquisa. Nos capítulos seguintes, inicia-se a pesquisa de campo, sendo o quinto capítulo caracterizado pela descrição e analise dos questionários avaliados por professores e alunos. No sexto capítulo, é realizada a aplicação do software Régua e Compasso e seu desenvolvimento. Ao finalizar este trabalho, o sétimo capítulo apresenta as considerações finais, seguindo das referências e apêndices. 2 PROCEDIMENTO METODOLÓGICO O presente trabalho de conclusão de curso tem por objetivo estudar, aplicar e relatar a importância da inclusão digital na escola, em especial de uma escola pública do município de Lagoa Vermelha. Por meio desta pesquisa, de carácter exploratório e se tratando de relatos de pesquisa de campo, buscou-se investigar qual a real situação que a escola apresenta neste momento. Procurando entender de que forma a inclusão digital acontece, ou seja, ferramentas para que ela seja concretizada, foi realizado um estudo baseado nos pensamentos de vários autores sobre as tecnologias de informação e comunicação e inclusão digital, o qual se caracteriza como ferramentas tecnológicas para que o aluno se torne incluído digitalmente. Ao sentir a necessidade de compreender claramente as faces que norteiam a inclusão digital, foi solicitado a dois professores da área de interesse, dentre eles o professor Dr. Adriano Canabarro Teixeira, responsável pelo projeto “Mutirão pela Inclusão Digital” e pesquisador da área, sua opinião sobre questões que instigavam o pensamento da autora do TCC em relação ao tema desta pesquisa e, através de um questionário, o mesmo contribuiu com suas ideias de uma forma produtiva, fazendo com que houvesse uma maior interação sobre o assunto. Houve também a importante contribuição do professor Max G. Haetinger, onde se teve a oportunidade de conhecê-lo, através de uma palestra que ministrou em uma feira de livros. Na oportunidade foi adquirido um livro de sua autoria com o título “Informática na Educação: um olhar criativo”, o qual também foi usado como referência neste trabalho. O professor participou desta pesquisa, de forma que respondeu ao questionário sobre inclusão digital, através da gravação de um vídeo, respondendo e comentando todas as questões. A pesquisa caracterizou-se, também, pela realização de questionamentos com sete alunos do terceiro ano do ensino médio e quatro professores de diversas disciplinas de uma escola pública estadual do município de Lagoa Vermelha/RS, os quais contribuíram com suas opiniões e conhecimentos a respeito, sendo que, ao final, foi realizado um levantamento e análise dos dados obtidos. Em outro momento, ao realizar uma experiência com desenvolvimento de uma atividade com uso de um software matemático com os alunos da escola pública. Deve-se observar que ele foi escolhido numa oficina da Jornada Nacional de Educação Matemática da UPF, no ano de 2010, onde foram desenvolvidas várias atividades com o uso do software matemático “Régua e Compasso” que tem por objetivo desenvolver construções geométricas. Por este motivo foi escolhida esta atividade para aplicar ao grupo de alunos, sendo que através desta proposta os alunos aprenderam mais uma ferramenta tecnológica a serviço da educação. Após concluir a parte da aplicação, procedeu-se a análise do desenvolvimento da atividade através de questionários entregues aos alunos, que manifestaram sua visão em relação a participarem de uma atividade deste gênero. Portanto, a pesquisa de campo e a confrontação dos princípios da inclusão digital com a realidade que o aluno está submetido, serão destacadas nas considerações finais deste trabalho de conclusão de curso, apontando os aspectos importantes da inclusão digital na escola, o processo educativo como meio de utilização dos recursos tecnológicos e, também, uma análise do que se pode constatar através o trabalho desenvolvido. 3 AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO A generalização do uso de tecnologias em todos os ambientes da vida cotidiana, faz perceber que se está rodeado de tecnologias da informação e comunicação (TIC) a serviço da modernidade e agilidade dos processos, facilitando e criando um novo mundo, sendo que, aos poucos, a escola está sendo inserida neste contexto. Tem sido válido o fato de difundir a importância da inserção dos recursos tecnológicos na escola e apresentar propostas práticas de um trabalho fundamentado no uso de computadores, tendo em vista a busca de mudança à prática pedagógica, já que as tecnologias estão cada vez mais disponíveis no mercado e presentes na escola. Observando o caráter que as TIC têm de poder transformar e criar novos subsídios para o ensino e aprendizagem da educação, com o enfoque que ela possibilita criar e transmitir um conhecimento assimilado a formação do sujeito, Sancho (2006, p. 16) cita que estas tecnologias têm, invariavelmente, três tipos de efeitos: Em primeiro lugar, alteram a estrutura de interesses, o que tem consequências importantes na avaliação do que se considera prioritário, importante, fundamental ou obsoleto e também na configuração das relações de poder. Em segundo lugar, mudam o caráter dos símbolos, quando o primeiro ser humano começou a realizar operações comparativamente simples[...], passou a mudar a estrutura psicológica do processo de memória, ampliando-a para além das dimensões biológicas do sistema nervoso humano. [...] Em terceiro lugar, modificam a natureza da comunidade. Neste momento, para um grande número de indivíduos, esta área pode ser o ciberespaço, a totalidade do mundo conhecido e do virtual. (2006, p. 16). Isto demonstra que as pessoas que já convivem em meio a estas novas tecnologias não encontram grande dificuldade como aquelas que não costumam utilizá-las, sendo que, mais cedo ou mais tarde, as mesmas sentirão a necessidade de se apropriar involuntariamente. Buscando novos horizontes, no intuito de desenvolver uma prática inovadora, aproveitando o conhecimento remanescente e de forma homogênea, as tecnologias da informação e comunicação (TIC), vêm para poder atribuir transformações que se quer e necessita. Neste sentido, Bonilla (2005, p. 21) afirma que: As TIC, mais do que um simples avanço no desenvolvimento da técnica, representam uma virada conceitual, à medida que essas tecnologias não são mais apenas uma extensão dos sentidos humanos, onde o logos do fazer, um fazer mais e melhor, compõe a visão do mundo. As tecnologias da informação e comunicação são tecnologias intelectuais, pois ao operarem com proposições passam a operar sobre o próprio pensamento, um pensamento que é coletivo, que se encontra disperso, horizontalmente, na estrutura em rede da sociedade contemporânea. (2005, p. 21). Sendo assim, as tecnologias da informação e comunicação, têm sido instaladas no âmbito escolar através de projetos do governo1 e das próprias escolas. Desta forma, cria-se a oportunidade de professores introduzirem em suas aulas o uso das novas tecnologias disponíveis fato esse que, infelizmente, não tem acontecido na maioria das instituições escolares. Para que se entenda o motivo, pode-se destacar que os próprios professores ainda não interagiram com essas tecnologias havendo, em primeira instância, certo receio de aplicá-las. Segundo Scheffer (2006, p.13) novas possibilidades são oferecidas pelos sistemas multimídia e ambientes exploratórios que atuam como facilitadores da aprendizagem. Ela afirma que algumas dessas possibilidades são os softwares educativos, os quais se definem como um conjunto de recursos informáticos projetados com a intenção de serem utilizados em contextos de ensino e de aprendizagem. Como em qualquer metodologia que se propõe uma maneira diferente de ensinar, utilizar uma ferramenta tecnológica não seria diferente. Por esta razão, ela precisa estar implantada em um projeto, bem pensada para produzir esta mudança que se deseja realizar. Conforme Haetinger: Os softwares podem ser utilizados em sala de aula de modo diferente ao proposto pelos fabricantes dos mesmos, criando-se novos caminhos para exploração destes recursos, adequando-os a cada realidade para obtermos maior interatividade e resultados, aproximando-os de nossas comunidades. É como no ensino presencial: quando usamos um livro em sala de aula, ele pode ser apenas lido, ou integrado a outras atividades. O computador e seus aplicativos devem ser encarados de forma aberta, explorando-se todas as possibilidades laterais, olhando-se as “entrelinhas” para oferecermos aos alunos novas alternativas. (2003, p. 22). O fato da escola não ter absorvido totalmente as condições de usufruir de novas tecnologias, se justifica, em parte, o ensino tradicional que vem sendo aplicado, pois os professores ainda possuem a visão de que inserir uma tecnologia em sala de aula não complementaria a aprendizagem dos conteúdos propostos. Segundo Bonilla (2005, p.13) as concepções que se tem sobre educação não conseguem fugir da racionalidade que surgiu com a escrita e é realmente desta forma que a maioria dos educadores repassam o conhecimento, ou seja, não conseguem abranger a racionalidade de que o pensamento da escrita e fala podem ser incorporados às novas formas de organização e produção do conhecimento que estão emergindo com as tecnologias atuais. Segundo Betts (1998, p. 26) é importante ter como base de que estas tecnologias educacionais sem um objetivo concreto é inválida. Conforme suas palavras: Não podemos isolar a tecnologia do conjunto da prática educativa, porque, por si só, é burra. Existe a necessidade de intervenção de uma ação docente para que ocorra a construção do conhecimento. Nós, seres humanos, somos por natureza seres aprendentes e, conscientemente ou não, os facilitadores da construção do nosso próprio conhecimento. (1998, p. 26). Analisando de forma geral, além destas tecnologias auxiliarem no aprendizado em sala de aula, fora dela haveria uma complementação nas tarefas extras dos professores, como no preparo de provas e trabalhos, materiais atualizados disponíveis da internet, preenchimentos dos cadernos de chamada e auxílio em afazeres administrativos. Enfim, é importante e se faz necessário os professores buscarem essas facilidades por conta própria, pois o objetivo desta ferramenta é ser usada como meio e não como fim em si mesma, ou seja, ela deve ser vista como um recurso complementar e necessário. De acordo com Sancho (2006, p.19) a principal dificuldade para transformar os contextos de ensino com a incorporação de tecnologias diversificadas de informação e comunicação parece se encontrar no fato de que a tipologia do ensino dominante na escola é a centrada no professor. Pensando desta forma, a simplificação da rotina docente afetaria em levar os alfabetizadores a se inteirarem das tecnologias espontaneamente, o que é elementar, já que seus alunos no cotidiano já se apropriaram delas. Mesmo os que não possuem computadores com acesso à internet em casa, procuram acessá-la na escola ou em outros locais para navegar em sites de relacionamento, grupos de discussão e, ainda, realizam pesquisas para auxiliar nos deveres de casa, mesmo sem recomendação de seu professor. Com relação a esta interatividade, Menezes (2010, p. 122) afirma: Os sistemas de comunicação evoluem com extrema rapidez e essa dinâmica é parte da vertiginosa modernidade em que estamos imersos. Não podemos nos deslumbrar com essas novidades ou ficar apreensivos pelo perigo de que substituam nossa função de educar. Mas não devemos ignorar as possibilidades que eles abrem para aperfeiçoar nosso trabalho, como o acesso a sites de apoio e atualização pedagógica ou a programas interativos para alunos com dificuldades de aprendizagem. (2010, p.122). Portanto, não há motivos para ignorar o uso das tecnologias no ambiente escolar, a não ser que este recurso não possa ser usado de forma a gerar resultados no processo de ensino-aprendizagem melhores do que os que estão sendo apresentados. Para Menezes (2010, p. 122) não se pode cobrar um bom desempenho das escolas se elas estiverem décadas atrás do que já se tornou trivial nas práticas sociais, e isto é uma realidade, pois há escolas com salas de informática onde a estrutura física aparentemente sustenta a ideia de escola munida de tecnologias, porém não há apropriação das mesmas, o que acaba tornando o uso obsoleto, uma vez que os professores muitas vezes não estão preparados para utilizar estas tecnologias. A interatividade que os alunos têm com as tecnologias são mais avançadas do que possam ter seus professores ou pais, uma vez que eles, alunos, nasceram na era da informação e muitos possuem maior habilidade em entender a linguagem virtual do que a textual, pois aí está se tratando de diferentes tecnologias digitais. Portanto, de novas linguagens que fazem parte do cotidiano dos alunos e das escolas. Isso não significa que a educação atual seja pior ou ultrapassada, mas a realidade em que o aluno está imerso está mudando e a escola precisa acompanhar esta evolução. Pode-se considerar que algumas tecnologias digitais, não se tratando apenas dos computadores, já estão familiarizadas na escola, como o uso de calculadoras, calculadoras científicas, televisores e até mesmo os celulares. Eles podem, sim, ser considerados como tecnologias de informação e comunicação que possuem grande contribuição para um ensino estruturado e inovador. De acordo com Alba (2006, p.144) as novas tecnologias baseadas nas telecomunicações abrem possibilidades de utilização para gerar novas formas de comunicação, interação com a informação e socialização em contextos educativos. Não se pode ignorar as tecnologias digitais, se os próprios alunos não ignoram e elas estão amplamente acessíveis. Por exemplo, hoje em dia é difícil um estudante de ensino fundamental ou médio que não possua celular, então porque não tentar inclui-lo em uma atividade de aula, uma vez que ele oferece muitas possibilidades didáticas. As tecnologias abrem um imenso leque de recursos didáticos para educadores. Muitas escolas, por enquanto, as proíbem. 3.1 Novas possibilidades tecnológicas e a formação de professores preparados a usar as novas tecnologias A rápida evolução tecnológica em diversos setores da sociedade está exigindo dos profissionais da educação uma constante atualização. Nos cursos superiores, a formação de novos docentes enfrenta um novo desafio: o de ensinar as práticas educativas associadas às tecnologias para aprimorar o conhecimento nas aulas. O professor formando precisa estar ciente e compreender em quais situações a utilização da tecnologia irá ajudar no aprendizado dos alunos. Analisando o novo perfil do profissional e suas capacidades essenciais, Betts (1998, p. 28) ressalta que: Além de transformar-se num aprendiz vitalício e ser responsável pela própria carreira, o trabalhador, para ter sucesso na era do conhecimento, terá de desenvolver outras competências.[...]. Essas três competências – aprender a aprender, adaptabilidade e autodisciplina – são habilidades desenvolvidas nos primeiros anos de vida. portanto, o grande desafio para o Brasil é justamente investir maciçamente na qualidade da educação infantil, porque é lá que os futuros trabalhadores da era do conhecimento desenvolverão suas competências básicas para o futuro de suas vidas. (1998, p. 28). De fato, este novo profissional da educação pronto para encarar essas mudanças, precisa usar sua criatividade para melhor aproveitar situações de aprendizado, com a capacidade de compartilhar de suas experiências novas com equipes interdisciplinares (na escola e em grupos de estudo pedagógicos), engajado na facilidade de adaptar-se a diferentes situações, com uma capacidade crítica diante das disciplinas técnicas e humanistas. É um novo paradigma a ser alcançado. O professor, ao utilizar destes recursos tecnológicos a favor dos conteúdos, torna-se um mediador do conhecimento de uma forma democratizada, como relata uma professora de Florianópolis/SC à Revista Nova Escola. Em seu depoimento, ela coloca em foco a importância da tecnologia andar lado a lado com o ensino e como pode facilitar no aprendizado do aluno. Enfatiza, também, que alguns educadores ainda não se sentem capacitados, enquanto outros, empolgados, fazem mau uso dos recursos em atividades sem planejamento. [...] O fato é que nossos alunos são formados dentro da cultura digital e profundamente influenciados por ela. Com a democratização do uso da internet, o crescimento do número de lanhouses , o barateamento dos computadores, e mesmo a implantação de programas do governo destinados à informatização das escolas, não há por que trabalhar usando somente o quadro e o giz.” (MENEGUELLI, 2010, p. 49). Analisando pelo ponto de vista da professora, as TIC não devem ser consideradas como mero instrumento que possa acrescer conteúdos nas aulas, e sim ser um meio que pode completar a prática educativa, dando oportunidade aos estudantes de desenvolver habilidades tecnológicas básicas na sociedade da informação que a escola partilha hoje. 4 A IMPORTÂNCIA DA INCLUSAO DIGITAL NO AMBIENTE ESCOLAR A escola tem vivido um momento muito importante na era da sociedade da informação, onde a disseminação das tecnologias de informação e comunicação tem chegado inevitavelmente às salas de aulas. Nessa perspectiva, há um intuito de levar esta parte integrante da sociedade, alunos principalmente de escolas públicas, a se inteirarem de tecnologias que apropriem o sentido de informática educativa de uma maneira mais democrática. Quando um cidadão é incluído digitalmente, ele estará inserido a sociedade da informação de modo a evitar a exclusão social, pelo uso das tecnologias de informação e comunicação, tendo direito ao livre acesso à informação. Para apresentarmos a conceitualização de inclusão digital, a dimensão da proposta de inclusão, citamos as palavras de Teixeira onde ressalta que: [...] Assim, propõe-se o alargamento do conceito de inclusão digital para uma dimensão reticular, caracterizando-o como um processo horizontal que deve acontecer a partir do interior dos grupos com vista ao desenvolvimento de cultura de rede, numa perspectiva que considere processos de interação, de construção de identidade, de ampliação da cultura e de valorização da diversidade, para a partir de uma postura de criação de conteúdos próprios e de exercício da cidadania, possibilitar a quebra do ciclo de produção, consumo e dependência tecnocultural. (TEIXEIRA, 2010, p. 39). Através deste entendimento, percebe-se a dimensão acerca da apropriação dos recursos tecnológicos, seja no âmbito escolar ou mesmo no cotidiano do aluno. É necessário saber que incluir digitalmente é disponibilizar a tecnologia e fazer dela um instrumento de ensino e até mesmo de possibilidade de inclusão social. Com essas possibilidades tecnológicas que surgem juntamente com as tecnologias de rede, é preciso entender que incluir digitalmente não deixa de ser um processo de colaboração, onde a rede se torna um ambiente de troca de informações e conhecimentos, fazendo sentido em valer a cidadania, exercendo-a de uma forma democrática e consciente. 4.1 Programas de inclusão digital apoiados pelo Governo Federal As estatísticas a seguir apresentadas, são resultado do levantamento sobre iniciativas de inclusão digital no Brasil e seus respectivos pontos de inclusão digital (PIDs). Os quantitativos apresentados são organizados por: regiões administrativas (Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul), unidades da federação (UF) e categorias (Governo Federal, Governo Estadual, Governo Municipal, Terceiro Setor e Universidades). Através destes programas disponibilizados em apoio pelo governo, cada região do país se adapta ao programa capacitado e apropriado a desenvolver, como demonstra o gráfico mostrado na Figura 01. Figura 01 – Gráfico do total de PIDs por região. Fonte: http://inclusao.ibict.br/mid/mid_estatisticas.php No intuito de desenvolver ações que possibilitem a inclusão digital no Brasil, o governo executa e apoia diversos programas e órgãos, dentre os quais serão citados os principais em ação e, ainda, uma estatística sobre um levantamento que analisa seus resultados e a disponibilidade de cada um por região e por Estados. Dentre os programas do governo serão destacados: ProInfo, Casa Brasil, Inclusão digital, Computador para todos, Estação digital, Observatório Nacional de Inclusão Digital, Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) e Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). a) ProInfo - Programa Nacional de Informática na Educação: em ação: Ministério da Educação – O ProInfo é desenvolvido pela Secretaria de Educação a Distância (SEED), por meio do Departamento de Infra-Estrutura Tecnológica (DITEC), em parceria com as Secretarias de Educação Estaduais e Municipais. O programa funciona de forma descentralizada, sendo que em cada Unidade da Federação existe uma Coordenação Estadual do ProInfo, cuja atribuição principal é a de introduzir o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas da rede pública, além de articular as atividades desenvolvidas sob sua jurisdição, em especial as ações dos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs). É um programa educacional com o objetivo de promover o uso pedagógico da informática na rede pública de educação básica. O programa leva às escolas computadores, recursos digitais e conteúdos educacionais. Em contrapartida, Estados, Distrito Federal e municípios devem garantir a estrutura adequada para receber os laboratórios e capacitar os educadores para uso das máquinas e tecnologias. b) Programa Casa Brasil : em ação: Ministério da Ciência e Tecnologia, Instituto Nacional de TI, Ministério do Planejamento, Ministério das Comunicações, Ministério da Cultura, Ministério da Educação, Secom, Petrobrás, Eletrobrás/Eletronorte, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Implantação de espaços multifuncionais de conhecimento e cidadania em comunidades de baixo IDH, por meio de parcerias com instituições locais. Cada unidade de Casa Brasil abrigará um telecentro, com uso de software livre e pelo menos mais dois outros módulos, que podem ser uma biblioteca popular, um auditório, um estúdio multimídia, uma oficina de produção de rádio, um laboratório de popularização da ciência ou uma oficina de manutenção de equipamentos de informática, e um espaço para atividades comunitárias, além de um módulo de inclusão bancária nas localidades onde for possível. Atualmente são 74 unidades em funcionamento, atendendo em média 20 mil pessoas/mês. Já foram capacitadas mais de 1.000 pessoas nas 37 oficinas livres oferecidas a partir da plataforma de educação à distância construída pelo projeto. No total 86 unidades, selecionadas por meio de edital, serão implantas nas maiores cidades das cinco macro-regiões. c) Centros de Inclusão Digital : em ação: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) - A implantação de Centros de Inclusão Digital é uma ação que compõe o Programa de Inclusão Digital do MCT. O Programa constitui-se em um instrumento de promoção da inclusão social, cuja responsabilidade é da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (SECIS) e tem como objetivo proporcionar à população menos favorecida o acesso às tecnologias de informação, capacitando-a na prática das técnicas computacionais, voltadas tanto para o aperfeiçoamento da qualidade profissional quanto para a melhoria do ensino. d) Computador para todos : em ação: Presidência da República, Ministério do Desenvolvimento, Ministério da Ciência e Tecnologia e Serpro - Voltado para a classe C, permite à indústria e ao varejo a oferta de computador e acesso à Internet a preços subsidiados, e com linha de financiamento específica, além da isenção de impostos PIS/COFINS. PCs de até R$ 1.200 que obedeçam à configuração mínima podem ser parcelados em prestações de R$ 50. O equipamento deve utilizar obrigatoriamente software livre e contar com um processador de 1,4 GHz, disco rígido de 40 GB, memória RAM de 256 MB, monitor de 15 polegadas, unidade de disco flexível, unidade de CD-ROM (RW)/DVD-ROM (combo), modem de 56 K, placas de vídeo, áudio e rede on-board, mouse, teclado e porta USB e 26 programas. Notebooks de até R$ 1.800, que atendam a configurações mínimas descritas no portal do programa, também possuem isenção de impostos e têm financiamento facilitado. e) Programa Estação Digital : em ação: Fundação Banco do Brasil. Sempre com o apoio de um parceiro local, sendo a maioria organizações não governamentais, a iniciativa busca aproximar o computador da vida de estudantes, donas-de-casa, trabalhadores, populações tradicionais e cooperativas, economizando tempo e dinheiro, criando novas perspectivas e melhorando a qualidade de vida da população. Desde 2004 estão em funcionamento 202 unidades pelo Brasil, 41 em processo de instalação e mais 20 unidades aprovadas para implantação até o final de 2008. Cerca de 56% das unidades estão localizadas na região Nordeste, 16% no Centro-Oeste, 15% no sudeste, 11% no norte e 2% no sul, com a capacidade para atender de 500 a 1.000 pessoas por mês, e integradas a arranjos produtivos locais. f) Observatório Nacional de Inclusão Digital : em ação: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e parceiros. Aglutina informações sobre todos os programas de inclusão digital do governo federal no portal http://www.inclusaodigital.gov.br, com notícias, links, eventos e materiais de referência. Telecentros de todo o país - espaços sem fins lucrativos com conexão à internet, acesso livre à comunidade e capacitação - estão sendo cadastrados. Estima-se um total de 5.000 unidades de telecentros em funcionamento no Brasil, articuladas no âmbito federal, estadual e municipal. O ONID também trabalha na seleção de materiais de referência, tais como diretrizes, documentos, manuais, estudos e experiências de sucesso, para compartilhar melhores práticas entre os interessados no tema. No site http://www.onid.org.br são feitos o pré-cadastro e o mapeamento dos telecentros. g) Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) : Foi instituído por meio da Lei 9.998, de 17 de agosto de 2000, para financiar a implantação de serviços do setor especialmente para a população mais carente. Pela lei, o Ministério das Comunicações é encarregado de formular as políticas para orientar as aplicações do Fust. À Agencia Nacional de Telecomunicações (Anatel) compete a implementação e a fiscalização dos projetos, tendo como objetivos prioritários: implantação de redes digitais de informação, inclusive da Internet, em escolas e bibliotecas, incluindo os computadores para operação pelos usuários e redução das contas desses serviços para beneficiar prioritariamente estabelecimentos frequentados por população carente. instalação de redes de alta velocidade para implantar serviços de teleconferência entre escolas e bibliotecas, entre outros. O Fundo é composto da cobrança mensal de 1% da receita operacional bruta das prestadoras de serviços de telecomunicações, depois de deduzidos os pagamentos de impostos. Recebe também recursos do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), limitado a R$ 700 milhões por ano, e do preço cobrado pela Anatel pela concessão ou pelo uso de radiofrequência. Do total das verbas, 30% devem ir para programas implantados nas regiões de abrangência das Superintendências de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Nordeste (Sudene) e, no mínimo, 18% serão aplicados em educação, nos estabelecimentos públicos. Deve ser priorizado também o atendimento aos deficientes. h) Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) : Tem como objetivos promover a inclusão digital, reduzir as desigualdades social e regional, promover a geração de emprego e renda, ampliar os serviços de governo eletrônico e facilitar aos cidadãos o uso dos serviços do Estado, promover a capacitação da população para o uso das tecnologias de informação e aumentar a autonomia tecnológica e a competitividade brasileira. A implantação do Programa Brasil Conectado teve início com a publicação do Decreto nº 7.175, de 12 de maio de 2010, que lançou as bases para as ações a serem construídas e implantadas coletivamente. O desafio do PNBL é traduzi-los em ações concretas capazes de promover, direta ou indiretamente, em um primeiro momento, o desenvolvimento da infraestrutura nacional e uma maior oferta do serviço, a preços mais baixos. Portanto, citar os programas que potencializam a inclusão digital no Brasil, se justifica pela necessidade de evidenciá-los aqui, a título de conhecimento e interação do assunto, a fim de demonstrar que os primeiros passos para um país se tornar mais globalizado, atualmente, já estão sendo dados. Cabe aos educadores incentivar e participar destas iniciativas para inteirar a escola no mundo informatizado. 4.2 Conceituando a exclusão digital Para fins de se apropriar do entendimento e reflexos que a inclusão digital tem gerado, deve-se ressaltar a realidade que a exclusão digital no Brasil demonstra, caracterizando os que não são incluídos digitalmente e que estão fora da linha de privilegiados no mundo virtual. A exclusão digital é um conceito dos campos teóricos da comunicação, sociologia, tecnologia da informação, história e outras humanidades, que diz respeito às extensas camadas das sociedades que ficaram à margem do fenômeno da sociedade da informação e da expansão das redes digitais. Ela tem sido assunto de debates entre várias organizações governamentais e multilaterais. Políticas de inclusão digital incluem a criação de pontos de acesso à internet em comunidades carentes (favelas, cortiços, ocupações, assentamentos) e capacitação (treinamento) de usuários de ferramentas digitais (computadores, DVDs, vídeo digital, som digital, telefonia móvel). (WIKIPEDIA, 2010). Porém, não se deve pensar que, apenas pelo fato destas pessoas sentirem a necessidade de acessarem as novas tecnologias disponíveis, elas estarão munidas dessas tecnologias ou mesmo serão delas conhecedoras. Conforme o filósofo Lévy, precisa haver condição para o uso das tecnologias: [...] não basta estar na frente de uma tela, munido de todas as interfaces amigáveis que se possa pensar, para superar uma situação de inferioridade. É preciso antes de mais nada estar em condições de participar ativamente dos processos de inteligência coletiva que representam o principal interesse do ciberespaço. (LÉVY, 1999, p. 238). Assim, entende-se que ao se propor a inclusão digital, de alguma forma ela precisa ser planejada dentro de uma ação pedagógica onde professores, coordenação e direção estejam dispostos a realizar a proposta de incluir seus alunos digitalmente dentro das mídias disponíveis. Na Figura 02 visualiza-se o mapa da exclusão digital no Brasil, considerando o acesso à internet, onde é possível observar que a realidade que permeia o país, está baseada no fato de que a maioria dos brasileiros não são incluídos digitalmente. Figura 02 – Mapa da exclusão digital no Brasil Fonte: Mapa da Exclusão Digital (INFOEXAME,2010) 4.3 Qual é a diferença do uso das tecnologias nas escolas públicas e particulares? Quando se pensa em uma escola com visão futurista logo vem a ideia de que as ferramentas tecnológicas, de maneira homogênea, substituem o caderno e lápis. Na realidade, isso não acontece. Na maioria das escolas públicas, observa-se a situação dos laboratórios de informática que, infelizmente, é precária, além de que, quando são utilizados nas aulas pelos professores, elas se tornam muito superficiais. Isso acontece pelo despreparo de alguns docentes ao utilizar as tecnologias, pelo pequeno número de computadores disponíveis e funcionando, pela falta de profissionais da área preparados para auxiliar os professores e também pela falta de envolvimento de todos. Porém, em alguns lugares do Brasil, o uso deste recurso tecnológico nas escolas públicas tem gerado um bom resultado. Um exemplo disso é o Projeto UCA3 (Um Computador por Aluno), onde prevê mudanças nas ações pedagógicas, que desde 2005 investiga a possibilidade de adoção de laptops infantis educacionais como um meio de elevar a qualidade da educação pública brasileira. Como pode-se conhecer, este projeto propõe a inclusão digital pelo uso de computadores também pela família do aluno em casa. O governo brasileiro pretende instalar laboratórios de informática em todas as 130 mil instituições de ensino público do país, projeto avaliado em 650 milhões de reais. As primeiras escolas serão as do ensino médio e em seguida as municipais, sendo que todas deverão ter pelo menos um laboratório de informática. Nas escolas particulares nota-se que a situação é diferente. Existe mais compromisso das pessoas envolvidas, de professores preparados e menos burocracia para investimentos materiais. Porém, não é raro encontrar laboratórios de informática de escolas públicas melhores que os de escolas particulares. Isso acontece pelo fato de que na rede pública as verbas são maiores e a exigência de profissionais mais capacitados também. Portanto, pode-se usar como referência o fato em que nas escolas particulares a inclusão digital está basicamente efetivada, baseado no fácil acesso aos recursos disponíveis. Já na escola pública, apesar do incentivo do governo de disponibilizar a tecnologia, ela realmente não tem sido apropriada de maneira funcional por alunos e professores. 5 DESCRIÇÃO E ANÁLISE DOS QUESTIONÁRIOS E DOS DADOS DA PESQUISA Com o intuito de analisar o uso das tecnologias por parte dos alunos e professores e a inserção das TIC em âmbito escolar, tendo por base a inclusão digital, foi realizada uma pesquisa de campo através de questionários entregues a alunos e professores de uma escola estadual de ensino médio do município de Lagoa Vermelha e, ainda, a dois professores especialistas na área de informática na educação. Cada questionário foi definido a partir da proposta de trabalho. Inicialmente, foi elaborado um questionário para os alunos, onde o teor das perguntas era investigar se realmente eles estavam em contato com as TIC e se o acesso para as mesmas era facilitado, analisando fatos como: a disponibilidade de computadores em casa e na escola, quais tecnologias eles possuíam acesso e, principalmente, destacar a importância dos mesmos. Num segundo momento, a pesquisa teve seu foco direcionado para os professores da mesma escola, sendo questionados docentes de várias disciplinas, inclusive de matemática, com intuito de focar o uso de tecnologias em diversas áreas, visando conhecer a estrutura para utilização dos computadores na escola, qual era o interesse dos professores em utilizá-los em suas aulas e a metodologia empregada para o uso dos mesmos. Para aprimorar a pesquisa, buscou-se também a opinião de dois professores da área de informática educativa, para possibilitar uma visão geral de como a inclusão digital pode gerar na educação a mudança de ensino tão esperada e quais são as perspectivas e concepções sobre a mesma. Com o roteiro da pesquisa esquematizado, foram entregues os questionários aos interessados, que prontamente retornaram as respostas. Após o recebimento dos mesmos, por e-mail e folha escrita, os dados obtidos foram analisados e apresentados a seguir, buscando descrever o cenário educacional em que a inclusão digital se identifica. A forma escolhida para a apresentação e análise dos resultados foi através de gráficos das questões principais dos alunos, ilustrando as conclusões em formato de tabelas para a comparação das respostas dos professores estaduais e análise de cada questão dos professores da área. 5.1 A inclusão digital na visão dos alunos Apresentamos a seguir, gráficos de avaliação dos alunos quanto à utilização de tecnologias e computadores com acesso à internet. Com base nos dados obtidos, foram gerados os seguintes gráficos, que irão apresentar as primeiras conclusões. Todas as perguntas dos questionários foram objetos de análise, como se mostra a seguir: Figura 03 : Computadores em casa. Fonte: dados primários. No grupo pesquisado, pode-se observar através do gráfico da Figura 03, que grande parte dos alunos não possui acesso a computadores domiciliares, fato este que leva os alunos a acessarem por outros meios. Na segunda questão proposta, foi perguntado se os alunos, mesmo os que não possuem computador em casa, utilizavam computadores para auxiliar em suas tarefas escolares, sendo que 71% responderam que raramente utilizam e outros 29% frequentemente, mostrando que nenhum aluno respondeu que nunca ou sempre utiliza. Ao serem questionados em quais locais possuíam acesso ao computador, a maior parte dos alunos demonstrou que acessa em cursos de informática ou lan houses totalizando 35%, já outros 25% acessam de sua própria residência e na mesma proporção acessam na casa de amigos, sendo que apenas 15% acessam da escola. É fato que estes alunos podem obter acesso aos computadores e à internet com pouca dificuldade, mas é no ambiente escolar que eles menos possuem contato com as tecnologias por vários fatores, começando pela indisponibilidade que a escola, muitas vezes, apresenta. Ao passo que estes estudantes encontram disponibilidade de acesso na maior parte em lugares públicos, eles demonstram interesse em encontrar a mesma facilidade de acesso no ambiente em que estudam, ou seja, integrar o aprendizado escolar à facilidade de acesso as tecnologias de rede. Figura 04 : Acesso à internet. Fonte: dados primários. O gráfico da Figura 04 salienta que o grupo de alunos pesquisados não possui fácil acesso à rede, ou a utiliza poucas vezes, caracterizando pouca participação dos mesmos na apropriação dos recursos que a internet proporciona. Quando questionados o que costumavam acessar quando estavam navegando na rede, demonstraram maior interesse (cerca de 45%) em sites de busca e pesquisa como o Google, por exemplo, sendo este navegador de busca o mais acessado pelos internautas brasileiros. Com esta interatividade dos jovens se tratando de sites de relacionamento e bate papo, 25% dos alunos escolheram o Orkut, MySpace e Twitter como sites que costumam procurar quando estão navegando na internet, além do MSN para conversação, sendo que sites de jogos demonstraram ser os que os alunos menos optaram. Estes resultados revelam, também, que os educadores necessitam ficar alerta e pensar e repensar de que forma estes “espaços” que conquistam os jovens poderiam contribuir para o ensino na escola. Assim, o profissional atual da educação, necessita estar atento e saber usufruir da melhor forma essas tecnologias de fácil acesso e que despertam a atenção e interesse da maioria dos alunos. Quem sabe desta forma, as TIC consigam estar presentes na escola por iniciativa dos alunos também, é claro, objetivando a contribuição aos conteúdos ensinados. Figura 05 : Dispositivos de armazenamento mais utilizados. Fonte: dados primários. Através do esboço do gráfico da Figura 05, é possível perceber quais dispositivos de armazenamento os alunos utilizam ou se interessam mais, sendo que a maioria optou pelo CD, que é considerado um dispositivo de fácil acesso, mas alegaram que usufruem com menos frequência das outras citadas também. Em se tratando do uso do computador, como auxiliar no aprendizado na escola, foi questionado se o grupo achava importante, sendo que 100% dos mesmos responderam que consideram muito importante, pois contribui para aprimorar o aprendizado das matérias e, por estarem mais envolvidos com o mundo atual e as novas tecnologias disponíveis, nenhum aluno desconsiderou a importância do uso, demonstrando não achar importante ou mostrando indiferença. Eles apresentaram grande interesse em utilizar as tecnologias como ferramentas de aprendizagem, completando com uma metodologia diferente para cada conteúdo. Figura 06 : Situação dos laboratórios de informática na escola. Fonte: dados primários. Como demonstrado no gráfico da Figura 06, realmente a escola não dispõe de fácil acesso a rede de computadores, fazendo com que os alunos pouco frequentem e fiquem em contato com as tecnologias. Dentre os principais motivos, pode-se destacar que a escola, no momento, não possui a infraestrutura necessária para o trabalho com os mesmos. A escola não está, muitas vezes, munida com professores e profissionais capacitados para atender os alunos no laboratório e realizar atividades planejadas e que tenham objetivo associado aquilo que os alunos estão aprendendo. Figura 07 : Software matemático. Fonte: dados primários. Apesar de estarem disponíveis na rede inúmeros softwares matemáticos, os alunos demonstram que pouco conhecem ou não possuem acesso a eles, registrando o fato de que os professores na área da matemática não costumam apresentar estas ferramentas de aprendizado aos alunos. É fato que estes recursos didáticos só trazem benefícios ao ensinamento dos conteúdos, pois a partir do conhecimento dos mesmos o aluno passa a ter uma visão mais aberta para aprender que a matemática pode ser ensinada em outras dimensões. Apenas dois alunos do grupo questionado demonstraram conhecer um software matemático, o jogo chamado Matblaster5. Em relação a um software destinado a trabalhar com os conteúdos matemáticos, os alunos demonstraram não conhecer nenhum. Para dar encerramento ao questionário sobre inclusão digital para o grupo pesquisado, foi realizado o questionamento a seguir transcrito, com as respostas individuais apresentadas logo após: a) Considera importante aprender Matemática utilizando como ferramenta o computador e seus recursos? A 1 : Sim, eu considero porque é um método de ensino que desperta o interesse dos alunos. A 2 : Sim, pois se tornam mais interessantes as aulas. A 3 : Sim, pois serve para nos aproximarmos mais das tecnologias e saber sobre suas utilidades. A 4 : Considero por ser um jeito novo de aprender e mais interessante, é uma maneira de juntar duas coisas que eu gosto: Matemática e informática. A 5 : Sim, é uma maneira de aprender mais e prestar mais atenção. A 6 : Muito, porque a matemática tem que ser ensinada de várias maneiras, inclusive com algum software. A 7 : Porque assim se aprende melhor a fazer contas . Os alunos demonstraram, através de suas justificativas, que realmente são a favor da utilização de novas tecnologias nas aulas, ferramentas essas que, segundo os questionados, aprimorariam o conhecimento e fariam com que a disciplina de matemática se tornasse mais interessante e fácil de aprender. Análise das respostas dos alunos Por meio dos questionamentos realizados o grupo demonstrou que, apesar de estar um pouco distante das tecnologias que a sociedade da informação disponibiliza, tem curiosidade, vontade de conhecer e interagir com os recursos tecnológicos. Pode-se perceber através dos gráficos e comentários no geral, que os alunos estudam em uma escola que dispõe de laboratório de informática para os professores usarem com os alunos, mas o mesmo não é usado frequentemente. Eles reconhecem que a utilização do laboratório de informática auxilia muito na aprendizagem dos conteúdos e sentem a necessidade de dispor dos recursos computacionais para seus estudos em diversas matérias, pois entendem que, se utilizassem, só acrescentaria conhecimento. Outro ponto importante é que demonstram querer ter acesso ao laboratório, justamente para tornar as aulas diferentes e menos cansativas e monótonas, pois assim sairiam um pouco da rotina, contando que na idade em que se encontram estão muito ativos e não gostam de atividades rotineiras. Vale destacar, também, os questionamentos com relação à disciplina de matemática, considerada muitas vezes difícil e cansativa, mas, mesmo assim, o grupo pesquisado aponta as vantagens que existiriam se utilizassem recursos tecnológicos para aprimorar as aulas desta matéria. Portanto, os alunos expressam não só o interesse, mas a necessidade de estarem interagindo com as tecnologias, recursos que o computador pode oferecer, pois sabem que na sociedade contemporânea é cada vez mais exigido o domínio de ferramentas tecnológicas, sendo que a expectativa de mudança está centrada no meio escolar. 5.2 A inclusão digital na visão dos professores Perguntas Respostas Professores de Matemática Professores de Ciências Professores de CPA 6 1. Você possui computador em casa? Sim Sim Sim 2. Tem acesso à internet? Sim Tenho Sim 3. Se a resposta for não, você utiliza o computador e acessa a internet na escola? Acessa de outro local? *** *** *** 4. Você utiliza computador para auxiliar em suas aulas? Raramente Frequentemente Sempre Sempre 5. O computador da escola que o professor tem acesso é de fácil disponibilidade? Sim Sim, porque são poucos os professores que o usam. Sim Sim, mas somente para professores. 6. O que entende por Inclusão Digital? Por inclusão digital entende-se das pessoas que tem o computador com acesso, acesso a rede e o domínio. É um facilitador para os deficientes físicos também. Acessibilidade à informação tecnológica por todos. É um objeto de pesquisa pelo qual podemos desenvol- ver trabalhos, visualizar imagens e fotos, obter informações sobre o mundo todo através da internet, pesquisar sobre diversos assuntos e conteúdos que enriquecem as aulas e o aprendizado dos alunos. É o acesso às tecnologias da informação por todos os indivíduos da sociedade. 7. A escola na qual trabalha, dispõe de infraestrutura para o ensino das aulas no laboratório de informática? Aponte os prós e contras: Sim, dispõe de infraestrutura, porém os professores da disciplina precisam dominar o assunto e a máquina. Os contras: os computadores estão abertos para internet, Orkut, etc. Dispõe, mas por falta de manutenção realizada pelo governo nos computadores as aulas são prejudicadas. Sim, a escola recebeu computadores novos que estão sendo instalados para o uso dos alunos. As aulas de ciências ficam mais interessantes e de fácil compreensão quando conseguimos aplicar com imagens no computador e na internet. Contras: Não tem um computador para cada aluno. Não, pois dispomos de computadores, no entanto, não temos espaço físico nem ao menos recursos humanos para que o laboratório de informática possa funcionar. 8. Com que frequência trabalha com seus alunos no laboratório de informática e que recursos são utilizados? Sempre que possível em fim de capítulos ou véspera de provas (fazer exercícios). Só havia 03 computadores, impossível realizar o trabalho. Quando tínhamos o laboratório era de 15 em 15 dias devido ao número de alunos e professores que também utilizavam. Não trabalho, devido a não termos acesso. 8.1 Os alunos colaboram com as atividades desenvolvidas no laboratório de informática? Na minha disciplina sim. Colaborariam se fosse possível o trabalho. Sim, às vezes alguns tentam entrar em sites diferentes daquele que estamos trabalhando. Não temos acesso. 8.2 Cite pelo menos um software educativo que conhece, e se já trabalhou em sala de aula com algum. Tenho meus próprios programas (software). Ática: com gráficos, já trabalhei no 1º ano as funções quadrática, exponencial, logarítmica e trigonométrica. Já trabalhei com alguns de ciências, a maioria das vezes são conteúdos retirados da internet. Os caça - pistas. 9. Em sua opinião, o que está faltando para uma maior acessibilidade às ferramentas tecnológicas, como o computador na escola? Pessoas qualificadas no setor. Agora que chegaram novos computadores acho que há possibilidade de melhorar, pois são novos e os técnicos vieram arrumar os que estavam estragados. Acho que falta um incentivo do governo federal em equipar as salas de aula com um computador por aluno, isso seria muito proveitoso, favorecendo as aulas de biologia e ciências. Penso que o Estado deveria antes de investir em “máquinas” pensar em destinar recursos para a construção de um espaço adequado. 10. A participação dos professores em cursos e oficinas que auxiliam e orientam quanto à utilização dos recursos computacionais seria importante? E a disponibilidade para participar dos mesmos? Com certeza. A disponibilidade é assunto à parte. É extremamente importante, os professores tem carga horária cheia, às vezes falta tempo devido ao trabalho excessivo. Sim, seria muito importante e os professores estaduais tem pouca disponibilidade para participar de cursos. Sim, com toda certeza. 11. Tem algum comentário sobre as formas de inclusão digital nas escolas? Alguma sugestão? Primeiramente, oferecer um curso para professores de Word e Power point. Que a instrumentalização dos professores fosse feitas durante as aulas, alguns professores participam dos cursos depois outros, e professor e aluno saibam utilizar. As escolas deveriam ter um professor disponível na sala de informática em todos os horários para auxiliar o professor. Penso que de nada adianta, treinamento para professores se não se dispõe de laboratório adequado na escola. Figura 08 - Quadro de avaliação dos professores quanto à utilização dos recursos computacionais nas aulas. Fonte: Dados primários. Análise das respostas dos professores Pode-se notar na Figura 08, que todos os professores do grupo pesquisado possuem acesso ao computador e à rede de internet, mas revelam que somente alguns costumam usar para auxiliar em suas aulas, seja para pesquisa de conteúdos ou para aplicação de alguma atividade. Verifica-se que ao responderem o que entendem por inclusão digital, demonstram possuir algum conhecimento com relação ao objetivo da mesma e destacam a importância de estarem presentes na escola recursos tecnológicos, mas, mesmo assim, não tem uma visão clara de que inclusão digital não é somente acesso a tecnologias. Com relação à infraestrutura que a escola em que lecionam apresenta, respondem que o laboratório de informática não está totalmente equipado para receber os alunos, citando a falta de computadores para todos e não somente para alguns, sem contar que sentem necessidade de um profissional na área de informática para auxiliar com as aulas no laboratório. Ao serem questionados quanto a possuírem conhecimento de algum software educativo para aplicar nas aulas, revelam conhecerem poucos, mas que já trabalharam com os mesmos em algumas aulas. Relatam, também, da importância do professor estar constantemente atualizado quanto a utilização de recursos tecnológicos e, por serem professores de escolas públicas, sugerem que o governo incentive através de projetos os docentes a se especializarem. Na conclusão dos questionários, contribuíram apresentando alternativas e expectativas quanto às formas de inclusão digital na escola, ressaltando que, ao passo que os professores necessitam se inteirar dos recursos tecnológicos, a escola necessita estar capacitada para a aplicação dos mesmos nas aulas, com um profissional disponível na sala de informática e estrutura adequada tornando, assim, as aulas dinâmicas e proveitosas. 5.3 A inclusão digital na visão de professores da área de informática na educação Com o intuito de aprimorar o conhecimento e ressaltar a importância do uso de tecnologias nas escolas, complementando a pesquisa com os alunos e professores de uma escola pública do município de Lagoa Vermelha, tornou-se necessário saber a opinião de professores da área de informática na educação, os quais se destacam pelos seus trabalhos em prol da inclusão digital. Serão citados os nomes dos professores com permissão dos mesmos, sendo que o professor Adriano respondeu por e-mail ao questionário e o professor Max gravou a entrevista na qual foi transcrita a seguir. Apresemos as seguintes perguntas: Tratando-se de Inclusão Digital e o uso de computadores na escola: 1) A forma da qual tem sido utilizada a tecnologia nas escolas, em modo especial as escolas públicas, têm gerado um resultado satisfatório? Para o professor Adriano Canabarro Teixeira: É claro que não se pode dizer que toda a escola pública tem utilizado da mesma forma, nem tampouco que existem diferenças muito gritantes entre a forma como a tecnologia é utilizada na escola pública e na escola privada. Sempre existem exceções. O que se pode dizer é que, quando se tem à disposição uma tecnologia baseada nas redes, como é o caso da internet, uma proposta metodológica tradicional, baseada na transmissão e no acesso à informações acaba por subutilizar o potencial de comunicação e criação destas tecnologias, como é o caso dos computadores, principalmente os conectados à internet. Assim, de modo geral, é possível afirmar que as tecnologias tem sido subutilizadas nas escolas uma vez que suas características mais marcantes, como a comunicação e a colaboração, são as primeiras a serem proibidas a partir do “corte” do msn, do Orkut, e de outras tantas ferramentas que poderiam servir à educação como espaço de interlocução. Enquanto o professor Max G. Haetinger entende que: Quando a gente pensa sobre esta realidade, a gente tem que imaginar que existem muitos brasis dentro deste nosso Brasil, e em muitos lugares aonde a tecnologia tem chegado e aonde nós estamos conseguindo capacitar os professores, ela tem sido sim um sistema de referência e tem feito sim a diferença em muitas destas escolas. As escolas hoje que possuem internet, que possuem sala de informática que os professores utilizam esses equipamentos, tem mudado muito essa relação motivacional com os alunos. Então nós temos muitas realidades distintas, mas se a gente poder generalizar, as escolas municipais do nosso país, tem crescido muito no atendimento da educação com tecnologia, já as escolas estaduais, tem ainda um caminho maior a buscar e as escolas particulares a tecnologia hoje já é comodes, ou seja, em todas elas está acontecendo. 2) Que tipo de planejamento deve ser realizado para que o uso de computadores por parte dos professores seja proveitoso? Segundo o professor Adriano Canabarro Teixeira: Penso que não existem respostas definitivas para isto. De qualquer forma, percebo que algumas ações podem ser produtivas, como, por exemplo: 1- Trabalhar em uma dinâmica de parceria, entre professores, ou seja, mais de um professor no laboratório, e com os alunos, onde cada criança seja reconhecida como um parceiro de aprendizagem que pode, a partir do domínio da ferramenta que tem, contribuir na construção de recursos educacionais com vistas à exemplificação de um conceito. Assim, ao construir uma história em quadrinhos, por exemplo, para explicar o conceito X, alunos e professores precisam explorá-lo ao máximo para que possa ser representado... E isto é legal. 2- Criar espaços de formação de professores para a apropriação (e não utilização) pedagógica das ferramentas. Ou seja, mais vale saber o potencial da tecnologia do que dominá-la. O papel do professor é criar desafios pedagógicos para seus alunos resolverem com o auxílio da tecnologia. 3- A utilização da dinâmica de projetos de aprendizagem inter e multidisciplinares envolvendo diversas áreas do conhecimento e seus professores e, principalmente, que partam das demandas do grupo de alunos. Max G. Haetinger aduz: Notem, qual é o planejamento que é necessário para que esta utilização seja conveniente e mais do que isso, possa gerar qualidade na aprendizagem? É necessário primeiro, uma capacitação dos professores, e no entendimento de que a informática e todos os recursos digitais que nós temos na escola, lousa eletrônica, computadores, dvd, televisões são ferramentas a serviço do processo ensino aprendizagem, e não o contrário. Portanto, muito mais importante do que a ferramenta, o educador neste planejamento tem que melhorar a qualidade das suas relações interações na sala de aula. Claro, que para melhorar esta qualidade, vai ser necessário usar a televisão, vai ser necessário usar o dvd, vai ser necessários usar o computador, com certeza. Então, essas ferramentas elas ajudam o quê? A melhorar a qualidade da aprendizagem, então elas dentro do planejamento deve se comportar como ferramentas e não como norteadoras. 3) O uso de computadores complementa ou auxilia a compreensão do conteúdo trabalhado pelos professores? Na opinião do professor Adriano Canabarro Teixeira: Penso que a flexibilidade das tecnologias não só complementam e auxiliam como potencializam o trabalho dos professores, possibilitando o acesso a uma infinidade de desdobramentos e representações dos conceitos que nós professores não temos a mínima possibilidade de oferecer. Os computadores (especialmente os conectados à internet) são laboratórios de construção e representação do conhecimento, desde que reconhecidos como tal e de que cada um dos agentes educacionais assuma o papel de criadores de tecnologia e não de utilizadores. Nas palavras do professor Max G. Haetinger Não é o computador por si só ou o recurso digital que aumenta a relação do educando com os conteúdos, é claro que se eu tenho uma ferramenta que auxilia a motivação, que auxilia a interação, que auxilia esse aluno se sentir no ambiente aonde ele domina e coordena as ações é claro que esta ferramenta vai ser eficaz na aprendizagem. Então, é importante ter esta fronteira de que o computador, como a televisão, como o dvd, como os jogos com dinâmicas, podem sim melhorar a compreensão do aluno na sala de aula, todos são ferramentas didáticas pra esse fim, ou seja, elas nos auxiliam, mas dependem de um professor capacitado pra que ela possa ser uma ferramenta que seja usada para esse fim. 4) As escolas, em sua opinião, têm se adaptado às Tecnologias de Informação e Comunicação? Nas palavras do professor Adriano Canabarro Teixeira: Como respondido na primeira pergunta, penso que as escolas tem tentado formatar as tecnologias à dinâmica rígida, vertical e hierarquizada do ensino tradicional, o que é um erro gravíssimo no momento em que estas tecnologias são flexíveis, reticulares e libertadoras. Segundo o professor Max G. Haetinger A primeira coisa, é que essas siglas novas causam um pouco de estranheza no universo escolar, então as tecnologias da informação e da comunicação que a gente chama hoje de TIC, assim entendida nesta sigla TIC, nada mais são do que o uso de ferramentas eletrônicas digitais na sala de aula e uso das mídias dentro da sala de aula. Eu acho que em todos os lugares, já há uma consciência comum nos educadores, de que é necessário sim a utilização das tecnologias, das novas tecnologias na sala de aula, do computador, da TV, do MP3, agora ter essa consciência de ter essas ferramentas e saber usá-las, esse é um outro passo que nós temos que dar agora rumo a este segundo momento dentro da informática, porque pra mim a informática na educação ela se compõem de alguns momentos. Tem um primeiro momento em que a ferramenta chega, e que a gente quer entender a ferramenta por ela só, no momento que se criou até em muitas escolas disciplinas de informática, ou de aprender word, ou seja, disciplinas que ensinavam a técnica do computador. Esta fase está superada. Existe uma segunda fase, da inclusão digital dentro das escolas, que a gente chama de fase da ferramenta, aonde o computador deixa de ser esta ação por si só, e começa a ser uma ferramenta de aprendizagem, aonde os professores começam a usar na sala de aula. A terceira fase, é a fase da interação, aonde a gente começa não só a utilizar o computador, mas a promover conteúdos, ou seja, nos vamos fazer sites, vamos fazer blog, nós vamos postar vídeo, nós vamos postar áudio. E uma quarta fase, é aquela fase da construção, aonde o computador vai nos auxiliar em grande projetos de ensino e aí vem a robótica, e aí vem a composição de placas de circuito, a realização de programas, ou seja, já é um passo muito elevado. Nós estamos hoje no Brasil, entre dois passos, entre o primeiro passo de acreditar que o computador, o fascínio da máquina, e que ela só por si só, aprendendo ela já basta e indo pro segundo passo, aonde eu tenho que adaptar os conteúdos escolares, e as ações pedagógicas à utilização também do computador mas não somente ele, porque ele não é a única tecnologia da educação, pois o vídeo é fundamental, o áudio é fundamental também. 5) O que é pra você a Inclusão Digital? Para o professor Adriano Canabarro Teixeira: [...] Assim, propõe-se o alargamento do conceito de inclusão digital para uma dimensão reticular, caracterizando-o como um processo horizontal que deve acontecer a partir do interior dos grupos com vista ao desenvolvimento de cultura de rede, numa perspectiva que considere processos de interação, de construção de identidade, de ampliação da cultura e de valorização da diversidade, para, a partir de uma postura de criação de conteúdos próprios e de exercício da cidadania, possibilitar a quebra do ciclo de produção, consumo e dependência tecnocultural. (TEIXEIRA, 2010, p. 39). Segundo o professor Max G. Haetinger: Acredito que na pergunta anterior eu respondi já a tua pergunta nº 05, ou seja, estamos começando esta segunda fase, aonde os professores capacitados, começam a usar a informática, pra produzir conteúdo, pra relacionar o seu conteúdo, pra promover pesquisas mais interativas, pra trabalhar com projetos, e talvez em breve a gente esteja ingressando na outra fase, que se torna quase que um passo bem rápido, depois desta segunda fase, que é a fase de promover o computador para a interação, ou seja, pra informar comunidades, pra relacionar, pra usar redes sociais, pra fazer sites, e etc... como a gente já conversou. E deixo como recado importante, quando se fala de informática na educação, que muitas fronteiras ainda estão para serem descobertas, mas a maior fronteira que nós temos que entender, é que agora nós estamos buscando convergência, ou seja, uma máquina que possa nos promover toda uma relação como nós estamos tendo agora ao falar pelo computador, ou seja, por isso que é fundamental que o professor se capacite pra usar os recursos de informática educativa, porque sem ele os próximos 20 anos, nós não vamos promover uma sala de aula que vá além das paredes, e no mundo plano, no mundo aonde todos pertencemos a mesma humanidade no real sentido da palavra, se eu continuar ensinando pessoas entre quatro paredes, eu estou condenando elas ao desemprego, a exclusão, a falta de futuro. Um beijo no coração de todos. 6) Você poderia comentar sobre o projeto “Mutirão pela Inclusão Digital” ? Professor Adriano Canabarro Teixeira, responsável pelo projeto: objetivo geral do projeto é implementar ações de Inclusão Digital com vistas à apropriação das tecnologias de rede por parte dos grupos de usuários da política de assistência social em uma perspectiva de ambiente comunicacional e de exercício da cidadania. Específicos Objetivos específicos são os de realizar oficinas de Informática e Cidadania, que deverão, através da utilização de ferramentas livres, proporcionar a implementação de projetos interdisciplinares e de resgate da cidadania juntamente com os grupos de usuários da política de assistência social. Desenvolver atividades de divulgação de Software Livre, enquanto alternativa economicamente viável, no sentido de promover a utilização destes softwares em espaços públicos de acesso, organizações não-governamentais e para a sociedade em geral. Desenvolver ações de captação de recursos e convênios para auto-sustentabilidade do projeto. Realizar eventos de caráter regional com vistas à troca de experiências e desenvolvimento de reflexões referentes à Inclusão Digital e Software Livre. Tornar as atividades do Mutirão pela Inclusão Digital, um espaço de interseção entre ensino de graduação de pós-graduação, pesquisa e extensão. Metodologia do projeto: O projeto Mutirão Digital pretende dar sustentação à criação de um programa de inclusão digital da Universidade de Passo Fundo (ver nota 2) e está estruturado nas seguintes vertentes: A) Oficinas de Informática e Cidadania Esta iniciativa possui por objetivo proporcionar a apropriação das tecnologias de rede aos sujeitos e grupos atendidos através do desenvolvimento de atividades interdisciplinares que demandem na experiência de processos autorais com e através das tecnologias digital de rede. Para tanto, é necessário desenvolver atividades contextualizadas à realidade dos sujeitos e que, desta forma, despertem o potencial criativo dos indivíduos em uma dinâmica de reconhecimento das tecnologias digital como elementos colaborativos, comunicacionais e de exercício da cidadania. Tais oficinas serão ministradas preferencialmente nas dependências na Universidade de Passo Fundo, tendo como responsáveis monitores das instituições e organizações envolvidas, alunos dos cursos de Ciência da Computação e licenciaturas e os professores da instituição. Tendo sua periodicidade acertada com conforme projetos específicos definidos junto às instituições. Os alunos de mestrado em educação deverão auxiliar na realização de pesquisas que contribuam para o avanço do conhecimento na área de informática educativa e inclusão digital. B) Software Livre para Todos. Esta iniciativa visa divulgar a filosofia de software livre entre a sociedade em geral, através da realização de eventos internos e externos, palestras para escolas e empresas e demonstrações em locais públicos e de grande circulação de pessoas. Esta vertente está intimamente ligada ao projeto Kit Escola Livre, para o qual o Mutirão contribui na sustentação teórica. Neste ano vindouro, se manterá a equipe de apoio que faça a instalação do Kelix nos computadores doados pela FUPF. Tal atividade será desenvolvida na estrutura do laboratório de tecnologias de inclusão social. C) Fortalecimento da linha de pesquisa em Inclusão Digital Esta linha deverá intensificar suas ações e suas reflexões teóricas, ampliando aspectos interdisciplinares, especialmente pela participação de alunos do programa de mestrado em Educação da UPF. O grupo, além dos momentos de aprofundamento teórico, que possuem periodicidade semanal1, terá como laboratório todas as ações desenvolvidas pelo projeto a fim de entender como se dá este fenômeno na região de abrangência da instituição, qual a profundidade dos processos de exclusão, quais suas implicações e quais as possíveis formas de reversão. Todo este processo deverá culminar na permanente produção científica e no fomento de momentos de discussão com a comunidade em geral, calcadas em reflexões teóricas, análise de atividades práticas e principalmente discussões com a comunidade externa, além, é claro, das trocas efetuadas com outros grupos, reconhecidamente preocupados com esta realidade. D) Eventos comunitários Buscando agregar esforços às ações existentes na área de inclusão digital e software livre no Brasil e especialmente no estado do Rio Grande do Sul, acredita-se fundamental discutir amplamente as implicações e as potencialidades de iniciativas nestas áreas, bem como sobre a íntima relação existente entre estes dois processos sociais. Para tanto, é necessário que se questione e reflita sobre a urgente ampliação político-conceitual do termo 'inclusão digital' a fim de que possa, efetivamente, contribuir para que iniciativas nesta área possibilitem a inclusão dos indivíduos no novo espaço social contemporâneo, e nele, possam exercer sua cidadania. No mesmo sentido, a fim de construir um caminho que privilegie o desenvolvimento tecnológico e o rompimento com a dependência tecno-científica, é fundamental que se crie a cultura de utilização e desenvolvimento de software livre a fim de que, gradativamente, se possa reforçar o pioneirismo brasileiro também nesta área. Desta forma, prevê-se a realização do 5° Seminário Regional de Inclusão Digital e Software Livre com o objetivo de aprofundar as reflexões acerca de Inclusão Digital e Software Livre, onde, a partir de momentos de socialização de experiências, discussão do contexto social e reflexão sobre a realidade regional, se possa estabelecer parcerias, fomentar ações e contribuir para o desenvolvimento da região de abrangência da instituição. O Mutirão pela Inclusão Digital, também manterá a realização dos 'Dias de Inclusão Digital', onde grupos específicos participam de breves momentos onde criam seus e-mails, aprendem a utilizá-los e recebem um folheto com a indicação dos espaços de acesso público e gratuito na cidade. E) Adequação das ações do projeto à legislação pertinente Com vistas ao melhor enquadramento do projeto à legislação de Assistência Social, se dará continuidade ao trabalho de 2009, com vistas à adequação das ações do projeto à LOAS, sendo um dos principais objetivos, a criação de indicadores de avaliação e acompanhamento específicos para ações de inclusão digital. Analisando o ponto de vista dos professores questionados Como é possível perceber, os dois professores ao serem questionados concordam que a tecnologia tem gerado um bom resultado, desde que haja um comprometimento por parte dos professores também e a escola esteja engajada em uma ação pedagógica que possibilite o mesmo. Ao serem questionados a respeito dos professores com o uso das tecnologias e se realmente tem gerado um resultado satisfatório, o entendimento foi de que, havendo um planejamento conveniente e com professores capacitados, há sim um resultado satisfatório, sendo que o profissional precisa se apropriar de dinâmicas que possibilitem seu uso. No que diz respeito à função do computador auxiliar ou complementar a compreensão dos conteúdos, concordam que as duas funções são válidas se estiverem presentes de uma forma onde o professor se inteire das dinâmicas, assumindo seu papel neste processo. As TIC na opinião dos professores, tem acontecido nas escolas mas, infelizmente, a escola ainda possui um sistema de ensino vertical e hierarquizado. Mesmo assim, o caminho já está sendo traçado. Portanto, os professores na maioria das respostas concordaram que realmente o caminho da inclusão digital ainda é longo, mas é possível desde que haja interação entre professores capacitados e alunos inseridos neste ciberespaço. 6 APLICAÇÃO DO SOFTWARE RÉGUA E COMPASSO COM OS ALUNOS DE ENSINO MÉDIO Com o objetivo de investigar se os alunos possuem domínio dos recursos tecnológicos engajados na inserção das TIC na escola e apresentar um software matemático como ferramenta de ensino, foi realizada uma atividade com seis alunos da Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Araby Augusto Nácul do município de Lagoa Vermelha, os quais estão concluindo o terceiro ano do ensino médio, atividade que fez parte também do Estágio Supervisionado II da autora deste trabalho. Devido a escola estadual ter recebido computadores novos através do programa do governo PROINFO, as novas máquinas ainda não haviam sido instaladas no laboratório de informática da escola e das antigas máquinas apenas 03 das 20 existentes estavam em condições de uso. Encontrando esta dificuldade para a aplicação do software, foi buscado auxílio junto à UPF - campus de Lagoa Vermelha -, com o objetivo de poder usar o laboratório de informática que o campus possui. Prontamente, a direção do campus aceitou o pedido de utilização o laboratório e, através da disponibilidade que a universidade apresentou, foi instalado nas máquinas o software para poder trabalhar com os alunos da E.E.E.M. Dr. Araby Augusto Nácul. Os alunos foram deslocados da escola até a universidade e, além de realizarem uma atividade diferente, tiveram a oportunidade de conhecer o campus da UPF na cidade de Lagoa Vermelha. Um dos alunos possui dificuldade de locomoção, uma vez que possui deficiênica física, mas a atividade foi realizada de forma que ele pudesse participar igualmente com os seus colegas. Com tudo articulado para a aplicação do software, buscou-se através desta atividade atender a proposta de incentivar a inserção de novas tecnologias no contexto da educação matemática. Resumidamente, a atividade principal foi a apresentação do software aos alunos e trabalhar com construção por partes de um triângulo isósceles e outra construção de um triângulo equilátero. Observou-se que os alunos se interessaram em construir figuras geométricas planas no computador e também que os mesmos nunca haviam trabalhado com este software, fato este que se confirmou após o questionário de avaliação aplicado em seguida à conclusão da atividade no computador. O trabalho dos alunos com o computador foi registrado através de fotos, a fim de visualizar a situação que se criou durante a atividade e, ainda, para demonstrar que realmente foi atingido o objetivo proposto. 6.1 Conhecendo o software Régua e Compasso O Régua e Compasso é um software freeware, composto por ferramentas relacionadas à geometria dinâmica7, no qual a utilização do mesmo possibilita maior compreensão no ensino e aprendizagem da matemática, despertando a criatividade, o raciocínio e o senso crítico do aluno. Este software visa a exploração das funções que possui, abordando conteúdos que enfatizam o estudo das figuras geométricas planas e geometria analítica, além de vários recursos extras. Caracteriza-se como um software de fácil manuseio, possibilitando a construção de figuras geométricas das mais simples às mais complexas, composto por uma interface bem apresentável e didática, instigando a criatividade e a descoberta. Destaca-se a importância do Régua e Compasso como ferramenta para aprimorar o conhecimento da geometria, sendo que o software está disponível no endereço eletrônico: http://www.professores.uff.br/hjbortol/car/ O motivo da escolha deste software foi pelo mesmo possuir o objetivo de analisar e buscar várias concepções sobre o uso de novas tecnologias e propiciar conhecimentos e definições na aprendizagem da matemática, principalmente no estudo de geometria plana. 6.2 Período da realização da atividade com o Régua e Compasso Para dar início às atividades, foi conversado com os alunos e apresentados os objetivos a serem atingidos com a atividade e, ainda, explicada a proposta a ser realizada na atividade. Seguindo o cronograma, foi apresentado o software aos alunos, explicado como ele funciona de maneira básica e demonstrado passo-a-passo suas ferramentas de trabalho. A atividade proposta foi a construção das figuras, como demonstrado nos apêndices. Ao final da atividade, realizou-se um check-list de avaliação com alunos para saber qual foi a percepção dos mesmos: Os alunos participantes serão identificados como A1, A2, A3, A4, A5 e A6, sendo que o A7 não estava presente no dia da atividade. Todos responderam ao questionário proposto, como forma de valorizar sua opinião a respeito desta atividade. Abaixo, a Figura 09 apresenta uma imagem dos alunos trabalhando com o programa: Figura 09 – Alunos praticando as atividades com o software. Fonte: Dados primários. Figura 10 – Alunos praticando as atividades com o software. Fonte: Dados primários. 6.3 Avaliação com os alunos sobre o uso do software Com o intuito de apresentar o resultado da atividade com o software Régua e Compasso, através da opinião dos alunos, foi realizado um questionário de avaliação referente a prática desenvolvida. Através deste questionário, com algumas perguntas, os alunos participantes puderam expor sua avaliação quanto à atividade e registrar opiniões e comentários pertinentes à aula. Questão 01 – Você já conhecia o software Régua e Compasso? Todos os alunos responderam que não conheciam e A6 ressaltou que achou muito interessante. Questão 02 – O que você aprendeu na atividade que realizou hoje? A 1 : Aprendi a desenhar triângulos e a saber o valor de seu segmento. A 2 : Como desenhar polígonos. A 3 : Aprendemos sobre polígonos e como desenhá-los no computador. A 4 : Aprendi a fazer triângulos com o software, e a utilizar novos recursos na internet. A 5 : A fazer um triângulo equilátero. A 6 : Aprendi a fazer figuras e achar o seu valor no programa do software Régua e Compasso. Questão 03 – Considera importante usar um recurso tecnológico no computador, como este software, nas aulas de matemática? Justifique. A1: Considero muito importante sim, pois nos ajuda a aprender sobre figuras, de uma maneira diferente. A2: Sim. Pois é um método inovador de ensino que desperta o interesse dos alunos. A3: Sim, pois as pessoas estão cada vez mais precisando dos computadores e com isso as aulas ficam mais divertidas. A4: Sim, porque é mais uma maneira diferente de aprender, é menos cansativo que nas aulas normais e é bom para mim ir aprendendo a usar os recursos tecnológicos. A5: Sim, porque fazendo a figura, vendo os valores em aulas práticas, além de entendermos melhor é bem mais aproveitável. A6: Sim, é um novo modo mais interessante e fácil para aprender matemática, e ainda mais legal para quem gosta de usar o computador. Questão 04 – Deixe um comentário sobre a aula de hoje. A 1 : Gostaria de dizer que gostei muito, é muito bom desenhar no computador. Mas gostaria de voltar outras vezes, pois o nosso tempo foi curto. A 2 : Gostei da aula e acho que esse tipo de atividade deveria se repetir mais seguidamente. A 3 : A aula de hoje foi muito divertida e deveria se tornar mais comum. A 4 : Foi uma aula diferente, muito boa, não foi cansativa, conheci coisas novas e, para mim, foi uma das ótimas aulas que já tive. A 5 : A aula de hoje foi boa, porque além de um pouco complicada, eu especialmente aprendi como fazer as figuras, e foi bom e proveitoso, além de menos cansativo. A 6 : Legal, interativa, aprendi muito e é um modo novo de aprender matemática. 6.4 Uma análise da avaliação realizada com o software educativo Ao iniciar uma análise da atividade realizada com o grupo de alunos mencionado acima, não se pode deixar de mencionar a satisfação sentida pela autora do trabalho ao cumprir com êxito a tarefa a que se propôs: fazer com que alguns alunos utilizassem e avaliassem o software matemático Régua e Compasso. A participação dos alunos foi unânime e integral, sendo que eles colaboraram e demonstraram grande interesse e satisfação ao estarem em contato com essa ferramenta tecnológica, um software de caráter educativo, dinâmico e ao mesmo tempo inovador, uma vez que trouxe para atividade realizada uma forma interessante de aprender a geometria plana de outro “ângulo”. Pode-se afirmar que foi de grande contribuição a participação dos alunos e que os professores da disciplina de matemática da escola onde eles estudam, ficaram contentes em saber que seus alunos tiveram a oportunidade de conhecer esta ferramenta educativa. No decorrer da atividade foi possível notar a dificuldade de alguns alunos ao trabalhar com o computador, mesmo com as ferramentas básicas, pois, além de não possuírem fácil acesso, também acabam demonstrando pouca coordenação motora. Portanto, após o término do procedimento proposto, pode-se concluir que a atividade foi realizada com êxito, onde a meta/objetivo almejado ao levar estes alunos a conhecerem mais uma ferramenta tecnológica foi superada e, de alguma forma, o processo de disponibilização de acesso às novas tecnologias foi iniciado com essa turma de alunos. 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao final deste trabalho monográfico, pode-se perceber que a inclusão digital, com o uso de recursos tecnológicos na escola ainda tem um longo caminho a ser percorrido. Através de um estudo em relação às tecnologias da informação e comunicação, que são os meios que possibilitam que os recursos tecnológicos façam parte das aulas, percebeu-se que há várias formas das mídias digitais que podem fazer parte do cotidiano do aluno, sendo que ele, aluno, já se utiliza destas mídias fora do espaço escolar. Desta forma, busquei subsídios de diferentes autores sobre o estudo da Inclusão Digital e da presença das TIC em sala de aula. Da soma entre as tecnologias e as ações pedagógicas, nascem oportunidades de ensino e toma-se consciência de que o professor, dentro deste contexto, tem um papel importante ao se deparar com estes novos recursos de aprendizado. Em face desta realidade que o professor enfrenta, ele deve se posicionar a favor da investigação e criação de meios para a melhor interação com a realidade dos seus alunos. Nesta perspectiva, Behrens comenta que: Em parceria, professores e alunos precisam buscar um processo de auto-organização para acessar informação, analisar, refletir e elaborar com autonomia o conhecimento. O volume de informações não permite abranger todos os conteúdos que caracterizam uma área do conhecimento. Portanto, professores e alunos precisam aprender a aprender como acessar a informação, onde busca-la e o que fazer com ela. (BEHRENS, 2000, p. 71). Ao tomar conhecimento de que existem projetos já instalados, para que a inclusão digital de fato aconteça, percebeu-se, através da análise dos questionários respondidos, que os alunos do grupo pesquisado, estudantes de uma escola pública de Lagoa Vermelha, em sua maioria não estão totalmente conectados as tecnologias disponíveis. Com referência à disseminação dos computadores, notou-se que eles não estão totalmente inseridos na vida dos alunos. Muitos possuem pouco acesso às informações na internet e a outras ferramentas. Da mesma forma, o grupo de professores de três disciplinas desta escola pública, que desenvolvi a minha pesquisa, também demonstraram não possuírem facilidade de acesso a este recurso. Eles acabaram justificando que deve haver um projeto pedagógico para que, da melhor forma, as mídias estejam a favor da educação. De fato, é certo que deve haver inteiração com os conteúdos, como foi possível destacar durante este trabalho. Ao aprimorar o conhecimento a respeito do tema desta pesquisa, foi de grandiosa contribuição os questionários avaliados pelos professores da área que, com sua opinião sólida sobre as facetas que a inclusão digital apresenta no ambiente escolar, fizeram amadurecer o entendimento no decorrer da pesquisa. Ao confrontar a teoria com a prática, no desenvolvimento de uma atividade com o software matemático “Régua e Compasso”, contribuíram para que os alunos pudessem expressar suas habilidades ao se deparar com ferramentas tecnológicas e apresentar seus anseios na ideia de que estas atividades deveriam fazer parte de seu cotidiano escolar. Portanto, ao término do trabalho se cria um momento de reflexão e pensamento de que a problematização inicial, caracterizada pelo questionamento: a escola, como integrante na formação de cidadãos, está proporcionando o espaço para a inclusão digital dos indivíduos que compartilham dela?. Realmente a pesquisa leva a entender que há um longo caminho a ser percorrido, mas que, de fato, um primeiro momento já está acontecendo no ambiente escolar onde, aos poucos, as TIC estão fazendo o desencadeamento de um espaço de interatividade, comunicação e conhecimento, levando os alunos, sujeitos do processo educativo, se tornarem cidadãos e assumirem o seu papel na sociedade da informação. Analisando a importância de a escola assumir o papel de espaço de inclusão digital, este estudo contribuiu para compreender a importância do uso de recursos tecnológicos a favor da educação, as formas e possibilidades de serem aplicados e um estudo da real situação com a pesquisa de campo. Sendo assim, conclui-se que o objetivo inicial almejado no início desta pesquisa, foi alcançado com êxito, devido ao empenho em buscar, descrever e analisar os dados obtidos, referências teóricas e de suma importância à participação dos professores de nível superior, que com seu conhecimento a respeito do assunto e disponibilidade para participar da pesquisa, contribuíram para que este trabalho alcançasse um bom resultado. Destaco que esta pesquisa foi importante para minha formação acadêmica, não só por possuir a missão de educadora, na busca incessante pelo conhecimento, mas também por ser um assunto que sempre me despertou muito interesse, no uso de recursos tecnológicos para educar, e desta forma progredir meu pensamento em levar adiante este estudo, em um curso de pós-graduação na área de uso de novas tecnologias. REFERÊNCIAS ALBA, Maria. HERNANDEZ, Fernando e colaboradores. [et al.]. Tecnologias para transformar a educação . Porto Alegre: Artmed, 2006. BEHRENS, Marilda Aparecida. MORAU, José Manuel. MASSETO, Marcos. Novas tecnologias e mediação pedagógica . Campinas, São Paulo: Papirus, 2000. BETTS, Davi Nelson. Novos paradigmas para a educação . Revista do Cogeime, v.13, 1998. BONILLA, Maria Helena Silveira. Escola aprendente: para além da sociedade da informação . Rio de Janeiro: Quartet, 2005. HAETINGER, Max. Informática na educação – um olhar criativo . São Paulo: Papirus, 2003. LÉVY, Pierre. Cibercultura . 1. ed. São Paulo: Editora 34, 1999. MENEGUELLI, Flaviana. O novo perfil do professor: usar as novas tecnologias . In.: Nova Escola, São Paulo, Ano XXV, Nº236, out. 2010, p.49. MENEZES, Luis Carlos de. Ensinar com a ajuda da tecnologia . In.: Nova Escola. São Paulo, Ano XXV, Nº 235, set. 2010, p. 122. MULTIRÃO PELA INCLUSÃO DIGITAL. Disponível em: . Acesso em: nov.2010. PROINFO - Programa Nacional de Informática na Educação. Brasília, Ministério da Educação, Secretaria de Educação a distância, 1997. Disponível em: . Acesso em: set.2010. SANCHO. Juana Maria. HERNANDEZ, Fernando e colaboradores. [et al.]. Tecnologias para transformar a educação . Porto Alegre: Artmed, 2006. SCHEFFER, N. F.. NAVA, A. L.. AIMI, S.. DALAZEN, A. B. ANDRETTA, F. C.. CORREA, R. M. Matemática e Tecnologias: modelagem matemática. Série didáticos . Erechim: EDIFAPES, 2006a. TEIXEIRA, Adriano Canabarro. Inclusão Digital: novas perspectivas para a informática educativa . Ijuí: Ed. Unijuí, 2010. WIKIPEDIA, Exclusão digital . Disponível em: . Acesso em: nov.2010. APÊNDICES APÊNDICE A - Roteiro de questões para entrevista alunos Prezado Estudante! Responda este breve questionário sobre computadores e informática nas escolas! Agradeço sua colaboração Cristiane Millan de Mattos – Acadêmica de Matemática – UPF 1. Você possui computador em casa? ( ) Sim ( ) Não 2. Você utiliza computador para auxiliar em suas atividades escolares? ( ) Raramente ( ) Frequentemente ( ) Nunca ( ) Sempre 2.1 - Caso utilize, aponte os recursos utilizados com mais frequência: ( ) Internet ( ) Digitar trabalho escolares ( ) Jogar ( ) Outros. Quais? _____________________________________ 3. Em que locais você possui acesso ao computador? ( ) Em casa ( ) Escola ( ) Curso de informática ou lan house ( ) Na casa de amigos ou parentes ( ) De outra forma? Qual? R.:_____________________________________________ ( ) Não possuo acesso ao computador 4. Com que frequência você acessa à internet? ( ) Todo dia ( ) Algumas vezes na semana ( ) Raramente ( ) Não possuo acesso 5. O que costuma acessar quando está navegando na rede? ( ) e-mails ( ) MSN ( ) Sites de busca e pesquisa , exemplo: Google ( ) Sites de relacionamento (Orkut , MySpace, Twitter ) ( ) Jogos ( ) Outros. 6. Qual dessas mídias você utiliza mais: ( ) pen drive ( ) CD ( ) DVD ( ) Disquete ( ) Outros. Quais? R.: ___________________________________ 7. Você considera importante o uso do computador para auxiliar no aprendizado na escola? ( ) Sim. Pois ele contribui para aprimorar o aprendizado das matérias. ( ) Não. Porquê? R.: ______________________________________________________________ ( ) Não faz diferença 8. A escola em que estuda, possui laboratório de informática e estrutura para utilização dos mesmos? ( ) Sim, acesso com frequência. Em quais disciplinas? R.: ______________________________________________________________ ( ) Possui, mas quase não utilizamos. ( ) Não possui. 9. Você conhece algum jogo ou software matemático? ( ) Sim. Cite quais são: R.: ________________________ ___________________________ ___________________________ ( ) Não conheço 10. Considera importante aprender Matemática utilizando como ferramenta o computador e seus recursos? ( ) Sim. ( ) Não. Porquê? R.:____________________________________________________________________ ______________________________________________________________________ APÊNDICE B - Roteiro de questões para entrevista professores Caro professor , Estou realizando um trabalho de conclusão de curso cujo tema escolhido é a “Inclusão Digital”, sendo que por intermédio deste questionário você irá contribuir para um aprimoramento das informações a serem inseridas no contexto. Conto com sua colaboração no sentido de responder este breve questionário. Destaco também, que o tema “Inclusão Digital” é o objeto de pesquisa, e esta se define como o processo de absorção de tecnologias da informação, fazendo com que o aluno crie uma nova percepção facilitando o aprendizado e o aprimoramento dos métodos de ensino. Agradeço desde já a sua colaboração! Cristiane Millan de Mattos Acadêmica do curso de Matemática – UPF – Campus Lagoa Vermelha USO DE COMPUTADORES: INCLUSÃO DIGITAL Professor (a): ________________________________________ Matéria(s) que leciona:_________________________________ Quantos anos?________________________________________ 1. Você possui computador em casa? ( ) Sim ( ) Não 2. Tem acesso a Internet ( ) sim ou ( ) não 3. Se a resposta for não. Você utiliza o computador e acessa a internet na escola? Acessa de outro local? R.:__________________________________________________________ ____________________________________________________________ 4. Você utiliza computador para auxiliar em suas aulas? ( ) Raramente ( ) Frequentemente ( ) Nunca ( ) Sempre 5. O computador da escola que o professor tem acesso é de fácil disponibilidade? R.:__________________________________________________________ ____________________________________________________________ 6. O que entende por Inclusão Digital? R.:__________________________________________________________ ____________________________________________________________ 7. A escola na qual trabalha, dispõe de infraestrutura para o ensino das aulas no laboratório de informática? Aponte os prós e contras: R.:__________________________________________________________ 8. Com que frequência trabalha com seus alunos no laboratório de informática e que recursos são utilizados? R.:__________________________________________________________ ____________________________________________________________ 8.1. Os alunos colaboram com as atividades desenvolvidas no laboratório de informática? R.:__________________________________________________________ ____________________________________________________________ 8.2. Cite pelo menos um software educativo que conhece, e se já trabalhou em sala de aula com algum. R.:__________________________________________________________ ____________________________________________________________ 9. Em sua opinião, o que está faltando para uma maior acessibilidade às ferramentas tecnológicas, como o computador na escola? R.:__________________________________________________________ ____________________________________________________________ 10- A participação dos professores em cursos e oficinas que auxiliam e orientam quanto à utilização dos recursos computacionais seria importante? E a disponibilidade para participar dos mesmos? R.:__________________________________________________________ 11- Tem algum comentário sobre as formas de inclusão digital nas escolas? Alguma sugestão? R.:__________________________________________________________ ____________________________________________________________ Obrigada por sua colaboração! APÊNDICE C - Roteiro entrevista dos professores da área envolvidos De: Adriano Canabarro Teixeira (teixeira@upf.br) Enviada: quinta-feira, 4 de novembro de 2010 23:32:35 Para: Cristiane M. de Mattos Se tratando de Inclusão Digital e o uso de computadores na escola: 1 -A forma da qual tem sido utilizada a tecnologia nas escolas, em modo especial as escolas públicas, têm gerado um resultado satisfatório? É claro que não se pode dizer q toda a escola publica tem utilizado da mesma forma, nem tampouco que existem diferenças muito gritantes entre a forma como a tecnologia é utilizada na escola pública e na escola privada. Sempre existem exceções. O que se pode dizer é que, quando se tem à disposição uma tecnologia baseada nas redes, como é o caso da internet, uma proposta metodológica tradicional, baseada na transmissão e no acesso à informações acaba por subutilizar o potencial de comunicação e de criação destas tecnologias, como é o caso dos computadores, principalmente os conectados à internet. Assim, de modo geral, é possível afirmar que as tecnologias tem sido subutilziadas nas escolas uma vez que suas características mais marcantes, como a comunicação e a colaboração, são as primeiras a serem proibidas a partir 'do corte' do msn, do orkut, e de outras tantas ferramentas que poderiam servir à educação como espaço de interlocução. 2 - Que tipo de planejamento deve ser realizado para que o uso de computadores por parte dos professores seja proveitoso? Penso que não existam respostas definitivas para isto. De qq forma, percebo que algumas ações podem ser produtivas, como, por exemplo: 1) Trabalhar em uma dinâmica de parceria, entre professores, ou seja, mais de um professor no laboratório, e com os alunos, onde cada criança seja reconhecida como um parceiro de aprendizagem que pode, a partir do domínio da ferramenta que tem, contribuir na construção de recursos educacionais com vistas à exemplificação de um conceito. Assim, ao construir uma história em quadrinhos por exemplo, para explicar o conceito X, alunos e professores precisam explorá-lo ao máximo para que possa ser representado.. E isto é legal. 2) criar espaços de formação de professores para a apropriação (e não utilização) pedagógica das ferramentas. Ou seja, mais vale saber o potencial da tecnologia do que dominá-la. O papel do professor é criar desafios pedagógicos para seus alunos resolverem com o auxílio da tecnologia. 3) a utilização da dinâmica de projetos de aprendizagem inter e multidisciplinares envolvendo diversas áreas do conhecimento e seus professores e, principalmente, que partam das demandas do grupo de alunos. 3 -O uso de computadores complementa ou auxilia a compreensão do conteúdo trabalhado pelo professores? Penso que a flexibilidade das tecnologias não só complementam e auxiliam como potencializam o trabalho dos professores, possibilitando o acesso a uma infinidade de desdobramentos e representações dos conceitos que nós professores não temos a mínima possibilidade de oferecer. Os computadores (especialmente os conectados à internet) são laboratórios de construção e representação do conhecimento, desde que reconhecidos como tal e de que cada um dos agentes educacionais, assumam o papel de criadores de tecnologia e não de utilizadores. 4 -As escolas, em sua opinião, têm se adaptado as Tecnologias de Informação e Comunicação? Como respondido na primeira pergunta, penso que as escolas tem tentado formatar as tecnologias à dinâmica rígida, vertical e hierarquizada do ensino tradicional, o que é um erro gravíssimo no momento em que estas tecnologias são flexíveis, reticulares e libertadoras. 5 -O que é pra você a Inclusão Digital? (...) Assim, propõe-se o alargamento do conceito de inclusão digital para uma dimensão reticular, caracterizando-o como um processo horizontal que deve acontecer a partir do interior dos grupos com vistas ao desenvolvimento de cultura de rede, numa perspectiva que considere processos de interação, de construção de identidade, de ampliação da cultura e de valorização da diversidade, para, a partir de uma postura de criação de conteúdos próprios e de exercício da cidadania, possibilitar a quebra do ciclo de produção, consumo e dependência tecnocultural. (TEIXEIRA, 2010, p. 39). 6 -Você poderia comentar sobre o projeto 'Mutirão pela Inclusão Digital' ? Cris, vc pode encontrar todas as informações sobre o projeto em http://mutirao.upf.br ok? .-) APÊNDICE D – Atividades com o software Régua e Compasso Atividade 01 Parte 01 1) Apresentar o software , observando as barras de ferramentas. 2) Usando a ferramenta segmento, construir um triângulo equilátero. a) Comentar as características de um triângulo equilátero. b) Clicar na ferramenta “segmento” , e traçar segmentos para construir um triângulo equilátero. c) Identificar em cada segmento os pontos da extremidade observando os lados que possuem pontos comuns. d) Clicar na ferramenta polígono e em seguida, em cada vértice do triângulo desenhado. e) Sobre a superfície poligonal, clique com o botão direito do mouse, vai abrir uma janela. Nesta, clique em uma cor para a superfície poligonal e em seguida em OK. f) Sobre um vértice do triângulo, clicar com o botão direito do mouse, vai abrir uma janela. Nesta clique em “Exibir nome dos objetos” e na primeira linha digite o nome do seu ponto (Lembre que deve ser uma letra maiúscula) e em seguida clique em OK. Repita esse procedimento com os vértices do triângulo. g) Sobre o segmento que determina um lado do triângulo, clicar com o botão direito, vai abrir uma janela. Clique em “Mostrar valor dos objetos” e em seguida, clique em OK. Repita este procedimento com os demais segmentos que determinam os outros lados do triângulo. h) Observar as medidas dos segmentos. → O triângulo desenhado é um triângulo equilátero? i) Clicar na ferramenta “Mover ponto” e em seguida movimentar os pontos até obter um triângulo equilátero. j) Observar o triângulo equilátero desenhado e anotar suas características. k) Clicar na ferramenta “Mover ponto” , e movimentar o triângulo construído. → Observar atentamente o que acontece com a figura. Parte 02 m) Para evitar que o triângulo desenhado perca as características próprias de um triângulo equilátero, podemos, usando a ferramenta compasso, desenhar este polígono a partir de algumas de suas propriedades. 1) Clicar na ferramenta “segmento” e traçar um segmento qualquer. 2) Clicar na ferramenta “compasso” e em seguida clicar nos dois pontos da extremidade do segmento. → O que você observou? O que representa o segmento com relação ao círculo obtido? 3) Clicar na ferramenta “compasso” e em seguida nos dois pontos da extremidade do segmento, porém iniciando pelo ponto oposto ao iniciado anteriormente (2). → O que você observou? O que representa esses dois círculos? 4) Clicar na ferramenta “intersecção” , clicar numa circunferência e em seguida na outra, observar o(s) ponto(s) comuns. → O que este ponto representa considerando o triângulo equilátero que pretendemos desenhar? 5) Considerando os pontos da extremidade do segmento desenhado e o ponto de intersecção das circunferências, traçar, com a ferramenta “segmento” os dois segmentos que possibilitam o desenho dos lados do triângulo. 6) Sobre um segmento, clicar com o botão direito do mouse, abrirá uma janela. Nesta janela, clique em “Mostrar valor dos objetos” e em seguida OK. Repita este procedimento com os demais segmentos que formam os lados do triângulo. → O que você observou? 7) Clicar na ferramenta “polígono” e em seguida clicar nos vértices do triângulo desenhado. 8) Clicar sobre o polígono com o botão direito, vai abrir uma janela, nesta clique em uma cor desejada para o interior de seu triângulo e clique em OK. 9) Clicar na ferramenta “Mover ponto” e movimentar o polígono desenhado. → O que você observou? APÊNDICE E - Fotos dos alunos utilizando o software para as atividades Publicado por: Cristiane Millan de Mattos PUBLICIDADE Ciências Humanas Ciências Exatas Pedagogia Uma análise de aplicabilidade do estatuto do idoso no município de Esperança (PB). Compreensão oral da língua inglesa via moodle: possibilidades e perspectivas. O uso dos smartphones em sala: um caso de estudantes em Cuiabá (MT). O aprendizado do aluno com necessidades educacionais especiais e a informática. Os fatos inibidores dentro do cinema de animação brasileiro. Nos ladrilhos da memória: um breve estudo sobre ruas da cidade de Breves (PA). Afinal, o que é preciso para aprender a programar na Linguagem C? Fique ciente. Tudo o que você precisa aprender em relação à segurança virtual. Acesse agora um tutorial completo sobre JavaScript e funcionalidades. Você sabe o que é hardware? Leia um trabalho completo do assunto. De qual maneira, a probabilidade é vista nas aulas de Matemática? Leia. A história de criação de uma das ciências mais importantes que existem. A educação atual e as características das escolas consideradas eficazes. Quais são os principais desafios enfrentados pelo coordenador pedagógico no ambiente escolar? As relações de gênero e sexualidade dentro da prática docente. A música pode ter um papel muito importante na educação infantil. Não deixe de ler! Gêneros digitais e ensino: uma análise da linguagem escrita na sala de aula. Você já ouviu falar sobre a pedagogia holística? Acesse o nosso artigo e fique por dentro! MAIS AVALIADOS 1º Ligação Iônica 2º Arte Bizantina 3º Clonagem 4º Egípcios 5º Alergia Quem somos Anuncie no Brasil Escola Expediente Política de Privacidade Termos de Uso Fale Conosco SIGA O BRASIL ESCOLA Alunos Online Biologia Net Escola Kids Exercícios Mundo Educação História do Mundo Manual da Química Mundo Educação Português Vestibular Mundo Educação Resolução mínima de 1024x768. Copyright © 2018 Rede Omnia - Todos os direitos reservados Proibida a reprodução total ou parcial sem prévia autorização (Inciso I do Artigo 29 Lei 9.610/98) var nBr = $('.conteudo-materia br').length. var nP = $('.conteudo-materia p').length. // caso o conteúdo esteja dentro de um só paragráfo. if(nP > 6){ $($('.conteudo-materia').find('p')[3]).before('<div class='player_dynad_tv'></div>'). // caso o conteúdo esteja dentro de vários paragráfos. } else if(nBr > 2 && nP < 6) { $($('.conteudo-materia').find('br')[3]).before('<div class='player_dynad_tv'></div>'). }



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  Fonte (jornalismo) – Wikipédia, a enciclopédia livre Fonte (jornalismo) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Para outros significados de Fonte, veja Fonte (desambiguação) . Jornalismo Tópicos principais Artigo principal Jornais e revistas Mídias Jornal Jornal online Revista Rádio Televisão Cinema Agência de notícias Syndicate Podcast Grande mídia Mídia alternativa ... Convergência tecnológica Democratização da comunicação Fluxo de informação Imperialismo cultural Inclusão digital Sociedade da informação Pós-modernidade Formatos Berlinense • Standard • Tabloide • Compacto ... Esso • Prémios Gazeta • RSF • Newsroom v • e Em Jornalismo , as fontes são portadores de informação ... quais a informação chega até um jornalista: através de rotinas, rondas telefônicas com fontes oficiais ... autores que estudam as relações entre os jornalistas e as fontes de informação , está David Berlo CACHE

Fonte (jornalismo) – Wikipédia, a enciclopédia livre Fonte (jornalismo) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: Para outros significados de Fonte, veja Fonte (desambiguação) . Jornalismo Tópicos principais Artigo principal Jornais e revistas Mídias Jornal Jornal online Revista Rádio Televisão Cinema Agência de notícias Syndicate Podcast Grande mídia Mídia alternativa Mídia independente Linguagens Fotojornalismo Radiojornalismo Telejornalismo Radialismo Webjornalismo Cinejornalismo Funções e processos Pauta Reportagem Apuração Redação Revisão Edição Diagramação Infografia Fotografia Câmera Videorreportagem Locução Âncora Correspondência ( de Guerra ) Crítica Editorial Ombudsman Assessoria de imprensa Freelance Colunista Comercial Impressão Distribuição Jornaleiro Especializações e estilos Internacional Política Economia Cidade Ciência Cultura Esportes Turismo Meio Ambiente Educação Comportamento Polícia Investigação Alternativo Jurídico Legislativo Institucional Empresarial Sindical Cívico Cidadão Comunitário Bairros Serviços New journalism Literário Gonzo Marrom Livro-reportagem Metajornalismo Conceitos Notícia Imprensa Mídia Comunicação Matéria Artigo Manchete Lide Furo Fonte Entrevista Coletiva Ética Fraude Sensacionalismo Paparazzo Faits divers Valor-notícia Pirâmide invertida Censura Liberdade de imprensa Concentração de mídia Convergência tecnológica Democratização da comunicação Fluxo de informação Imperialismo cultural Inclusão digital Sociedade da informação Pós-modernidade Formatos Berlinense • Standard • Tabloide • Compacto Outros tópicos Escola de jornalismo • Técnica de redação • Op-Ed • Plantão • Prêmio Pulitzer • Prêmio Esso • Prémios Gazeta • RSF • Newsroom v • e Em Jornalismo , as fontes são portadores de informação. Podem ser pessoas, falando por si ou coletivamente, ou documentos escritos ou audiovisuais, por meio dos quais os jornalistas tomam conhecimento de informações, opiniões ou dados, e, também, verificam o rigor dos dados obtidos ou aferem a veracidade dos juízos de valor que lhes foram apresentados anteriormente. Os jornalistas raramente estão em condições de assistir a um acontecimento em primeira mão, por isso necessitam de fontes. Mesmo quando estão presentes a um acontecimento necessitam recorrer a uma fonte para se certificarem do que está a ser dito. Existem diferentes patamares pelos quais a informação chega até um jornalista: através de rotinas, rondas telefônicas com fontes oficiais, processo informal, releases enviados por assessorias de comunicação. Fontes oficiais: políticos, empresários, líderes religiosos, porta-voz de grandes empresas. Fontes não oficiais: ONGs, sindicatos, anónimos Neste processo de estudo, mais de metade das fontes, 78%, são oficiais. Pessoas desconhecidas raramente aparecem nas notícias a não ser que estejam veiculadas a uma instituição. Índice 1 Interpretações 1.1 David Berlo 1.2 Harvey Molotch e Marilyn Lester 1.3 Leon Sigal 1.4 Gaye Tuchman 1.5 Stuart Hall 1.6 Herbert Gans 1.7 Philip Schlesinger 1.8 Stephen Hess 1.9 Justo Villafañe 1.10 Richard Ericson 1.11 Michael Gurevich 1.12 James Curran 1.13 Paul Manning 1.14 Mauro Wolf 2 Referências Interpretações [ editar | editar código-fonte ] David Berlo [ editar | editar código-fonte ] Entre os autores que estudam as relações entre os jornalistas e as fontes de informação , está David Berlo (Nova York, 1960). Segundo ele, há quatro fatores que podem aumentar a fidelidade/eficácia das fontes: As suas habilidades comunicacionais: Escrita e palavra (fontes codificadas) e Leitura e audição (fontes descodificadas). Estas 4 criam uma quinta habilidade: o raciocínio. As suas atitudes no dia a dia: para consigo, para com o assunto, para com os outros… Positividade é benéfica. a fonte deve dominar o assunto sobre o qual está a falar. O seu nível de conhecimento: conhecimento profundo da instituição em que o assessor trabalha, domínio da mensagem que vai transmitir. A sua posição dentro do sistema sociocultural. O meio em que vivemos pesa na forma como se constrói a mensagem. De acordo com o contexto age-se de forma diferente. Harvey Molotch e Marilyn Lester [ editar | editar código-fonte ] Já Molotch e Lester, em “A Fonte como Promotor” (EUA, 1974), identificam 4 tipos de acontecimentos: Rotina – acontecimentos partidários e administrativos. Maior concentração de notícias † origem no acesso estruturado Acidentes Escândalos Acaso Eles também separam três níveis de construção da notícia : Os promotores surgem como interessados na divulgação do acontecimento para uso do público. Os jornalistas recebem a informação e publicam-na. Transformam a ocorrência em acontecimento público através da emissão. Os leitores que observam os acontecimentos tornados visíveis pelos órgãos de comunicação e criam um “reconhecimento público” Leon Sigal [ editar | editar código-fonte ] Leon Sigal (1979) conclui que a notícia não é aquilo que os jornalistas pensam, mas o que as fontes dizem. Para ele, as fontes são: Organizações noticiosas Rotinas jornalísticas Convenções: onde está convencionado que está o debate nesse dia, conjunto de impulsos que existem na agenda mediática “todos falam do natal” Gaye Tuchman [ editar | editar código-fonte ] A socióloga da comunicação Gaye Tuchman diz no livro 'Making News' (Londres, 1971) que os jornalistas integram uma estrutura social e cobrem temas de interesse para a sociedade em que estão inseridos. O jornalismo é uma prática rotineira de hábitos civilizacionais. O jornalista está limitado no acesso à informação quanto: Ao tempo – ritmo diário e não-diário Espaço Territorialidade Especialização organizativa (se é rádio ou tv) Especialização temática Tipificação das notícias Notícias do dia Interesse humano Temáticas De continuidade De desenvolvimento O valor da fonte é tanto maior quanto for a capacidade de encaixe nesses valores. Induz ao conceito de negociação entre jornalista e editor na prevalência da fonte. Stuart Hall [ editar | editar código-fonte ] Pela teoria da definição ou conspiratória , é a fonte quem define o que é notícia. O acadêmico jamaicano Stuart Hall , especialista em estudos culturais , considera em “O Primeiro Definidor” (EUA, 1978) que os órgãos de comunicação social tendem a reproduzir a estrutura existente no poder, na ordem institucional da sociedade pois dão preferência aos definidores primários, aos porta-vozes. Ele identifica quatro tipos de autoridade: Fonte institucional Fonte de poder ou de autoridade Fonte política Fonte sofisticada ou especializada (assessores) Hall demonstra-se preocupado e diz que é importante haver mais jornalismo de investigação. Também há fontes não conhecidas, anônimas, que têm de desencadear processos espetaculares ou protagonizar algo que fuja à rotina para estar nas notícias. Herbert Gans [ editar | editar código-fonte ] O americano Herbert Gans, nos livros 'Deciding What’s News' e 'Negócio na Relação Fonte–Jornalista' (EUA, 1979), estudou o comportamento dos jornalistas na CBS, NBC, Time e Newsweek. Definiu três tipos de fontes informativas: Institucionais Oficiais ou estáveis Provisórias O jornalista não se pode dar ao luxo de romper com um assessor sem mais nem menos porque precisa dele. Existem dois grupos de fontes quanto à sua utilização: fontes passivas e fontes ativas. Distingue entre jornalistas: Especializados – mais proximidade com as fontes. Cria relação de obrigações recíprocas (jornalista tem acesso à informação privilegiada, mas depois sente-se na obrigação de publicar assuntos de interesse para a fonte) Não especializados – recorrem a fontes oficiais por falta de tempo e ocupam-se de acontecimentos diferenciados. Conjunto de fatores que levam à negociabilidade na criação/construção da notícia: Incentivos – press, comunicados, conferências, inaugurações Poder da fonte – maior poder do assessor de uma câmara Capacidade de informação credível – quantidade e qualidade Proximidade social e geográfica – de acordo com o enquadramento do meio. Cinco fatores de conveniência na utilização das fontes: Oportunidade antecipada/revelada Produtividade Credibilidade Garantia de qualidade Responsabilidade Philip Schlesinger [ editar | editar código-fonte ] Para Philip Schlesinger, (1992), a credibilidade e aceitabilidade das fontes são desiguais pois nem todas reúnem informação eficaz. Desigualdade no valor das fontes e no acesso noticioso, uma fonte não deve ser classificada como “oficial” e “não – oficial”, pois é simplista. A fonte é vista como fator/elemento que ocupa domínios sociais onde se exercem lutas no acesso dos meios de comunicação social. Fala de desigualdade do valor das fontes e no acesso noticioso. As fontes procuram moldar a informação na ótica da sua utilização pelos jornalistas. Há uma relação direta entre “fontes de informação” e “informação eficaz” (igual). Apresenta uma estratégia interna da fonte de informação: Determinar uma mensagem bem definida, articulada segundo os melhores critérios de satisfação dos valores noticiosos Determinar os media mais apropriados Reunir o máximo de informação útil quanto possível. sucesso/aceitação Prever ou neutralizar as reações dos adversários Stephen Hess [ editar | editar código-fonte ] Em 'A organização da fonte em situações de rotina de crise' (1984), Stephen Hess analisa os gabinetes de imprensa e define as suas estratégias: aplicação da informação positiva e prática. Para Hess, a crítica que os assessores manipulam as notícias é incorreta, pois a maior parte dos recursos vai para a recolha e pesquisa de informação ou para a satisfação dos jornalistas. Um dos requisitos mais importantes é saber gerir e dar respostas aos pedidos de informação – parte do tempo é dedicado à estratégia, como se vai agir, como se vai passar a mensagem. Se conseguir comunicar com o seu público sem intermédio dos media consegue mais objetividade, porque os meios de comunicação nunca dizem o que o assessor disse, a estratégia não passa necessariamente pelos media . O princípio da assessoria é responder a todos, mas como gestão de tempo devemos responder primeiro aos mais importantes e assim sucessivamente. Os gabinetes de imprensa criam a informação ordenada que é diferente de informação controlada, mais uma vez por causa da gestão do tempo e de “espaço” nos media . Deve-se controlar, gerir a informação para conseguir os objetivos da mensagem que se quer passar. Ex. os passos para a apresentação de uma obra ou edifício: ideia – concurso de ideias – apresentação do projeto – lançamento da primeira pedra – concurso da empreitada – início da obra – visitas à obra – inauguração. Justo Villafañe [ editar | editar código-fonte ] As notícias provêm da seguinte ordem de importância: Agenda/rotina. Ligadas a Governos. Agências noticiosas. Outras entidades. Apresenta um conceito ambíguo de fonte informativa: Pessoa. Lugar. Documento. Meios de Comunicação Social. Instituição Chama fontes habituais de informação ao assessor porque são fontes regulares, também chamadas de estáveis. Chama fontes interessantes a pessoas ou instituições relevantes. Abandona a ideia do jornalista recorrer a agências para dar lugar aos intermediários que fornecem e trocam a informação mantendo a redação ocupada. Richard Ericson [ editar | editar código-fonte ] Ericson, (1989), procura perceber a diferença na identificação das fontes. A fonte exerce controle de informação quando seleciona a audiência, quando escolhe o meio de comunicação. As instituições ou fontes permitem aos jornalistas uma abertura que é contrária, “falsa”, porque acima de tudo querem é mantê-los aparentemente ocupados e próximos, controlando a informação através desse acesso controlado à informação. Ele constrói uma forma de fazer a “abertura” aos jornalistas: Segredo (ausência absoluta de informação). Confidencial (já aparece alguma informação) – controlada. Censura (a informação) – apresenta uma abertura aparente, mas procura esconder os aspectos negativos. Publicitação (visibilidade através da publicitação positiva) A fonte procura criar laços de confiança na busca de controle a proximidade facilita. Gerir informação não se limita ao segredo e censura, mas sim à forma como passar informação positiva e torná-la pública. Michael Gurevich [ editar | editar código-fonte ] A ambiguidade do conceito de fonte é criado por ele. Também cria a visão da instituição/grupo/organização como fonte. Se a fonte é individual é avaliada pela noticiabilidade, se for grupo é pela autoridade e credibilidade. Individualmente: relacionado com a capacidade de o assessor fornecer informação noticiável Grupo: a credibilidade do partido/organização – mais uma vez leva à hierarquia das fontes. O valor-notícia é distorcido de acordo com as fontes, o seu valor com a sua credibilidade. Também tem a ver com a capacidade de “vender” a mensagem a quem interessa, a quem é mais poderoso, mais influente. James Curran [ editar | editar código-fonte ] Fala das pressões na produção jornalística em que as notícias são resultado do trabalho jornalístico nos recursos e políticas de gestão das empresas. Uma simples decisão sobre a locação do pessoal pode afetar a forma como a mensagem é passada. Aponta a pressão que os meios de comunicação social sentem dentro da própria redação (acima de tudo publicitária). Repercussões que o poder exerce sobre os media : Restrição à entrada no mercado (barreiras ideológicas dos grupos dominantes). Concentração da propriedade dos meios de comunicação social. Concentração dos meios e recursos dos jornalistas. Pressões do mercado. Peso econômico do grupo. Censura à informação que agride as organizações que publicitam. Rotinas e valores-noticia que excluem fontes pouco influentes. Convenções estéticas que tornam o indivíduo como “centro do mundo”. Divisão desigual dos recursos. Pressões dos grupos de poder do Estado. Paul Manning [ editar | editar código-fonte ] Paradoxo – as fontes profissionais têm muito poder, mas não conseguem impedir fugas de informação negativa do interior da sua organização. Apresenta a comunicação social como modelo de mobilização social – capacidade de gerar interesse público combatendo a apatia social. Por isso, os jornalistas estão numa posição “mesolevel” que lhes permite com facilidade influenciar a opinião pública. Ele apresenta quatro problemas e perigos na sociedade capitalista: Spindoctors (carga negativa que está a desaparecer) Rotina estratificada (adaptada e apoiada nas novas tecnologias) Fragmentação de acontecimentos (vários canais dos media e donos dos media que pioram o produto jornalístico porque o fragmentam de mais) Concentração dos meios de comunicação social Manning (2000) chega à conclusão de que as fontes não oficiais (como ONGs e sindicatos) cada vez mais entram nos meios de comunicação social porque passaram a usar as mesmas ferramentas das fontes oficiais. Os gabinetes de imprensa e os assessores mostram como tudo mudou, evoluiu desde Sigal. Mauro Wolf [ editar | editar código-fonte ] O sociólogo, professor e ensaísta italiano Mauro Wolf , em sua obra Teorias da Comunicação [ 1 ] , reflete sobre quem são as fontes e como se relacionam com os jornalistas. No capítulo que diz respeito às routines produtivas, o autor analisa que do ponto de vista do interesse da fonte em ter acesso aos jornalistas (teoria de Herbert Gans), os fatores relevantes parecem ser quatro: a) os incentivos. b) o poder da fonte. c)a sua capacidade de fornecer informações credíveis. d) a proximidade social e geográfica em relação aos jornalistas. Para Wolf, na verdade, o fator determinante é o quarto, sendo os outros três apenas complementares. Wolf enumera que, 'do ponto de vista da oportunidade e da conveniência dos jornalistas em utilizarem uma determinada fonte, a relação centra-se em alguns fatores associados entre si e objetivados, sobretudo, para a eficiência'. Esses fatores seriam, então, a) a oportunidade antecipadamente revelada. b) produtividade. c) credibilidade. d) garantia de qualidade. e) respeitabilidade. O fator 'a' refere-se ao fato de que, em ocasiões futuras, fontes que forneceram informações precisas tenham boas chances de continuarem a ser usadas. O 'b', diz respeito explica porque os jornalistas preferem as fontes institucionais (já que estas dispensam mais pesquisa para confirmação de dados). O 'c', por sua vez, deve-se ao fato de, se credível, uma informação não precisar ser confirmada por outras fontes poupando tempo de rotina jornalística. O item 'd' está associado a quando o jornalista confia na fonte a ponto de, assim, atribuir sua total honestidade a uma possível credibilidade no que diz. A garantia de qualidade elucida porque fontes que tratam jornalistas cordialmente são mais propensas a serem escolhidas na rotina. Por fim, o item 'e' traz as fontes que se afiguram 'necessárias dado que, em relação a questões controversas, representam o ponto de vista oficial'. [ 1 ] Referências [ editar | editar código-fonte ] ↑ a b Wolf, Mauro (2008). Teorias da Comunicação . São Paulo: Martins Fontes Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Fonte_(jornalismo)&oldid=50695288 ' Categorias : Imprensa Jornalismo Fontes Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Deutsch Ελληνικά English Español فارسی Suomi Hrvatski 日本語 Lietuvių Norsk Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 14h20min de 7 de dezembro de 2017. 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  Ácido desoxirribonucleico – Wikipédia, a enciclopédia livre Ácido desoxirribonucleico Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: DNA redireciona para este artigo. Para outros significados, veja DNA (desambiguação) . Estrutura de um ADN. Animação de um ADN de dupla hélice. A Wikipédia possui o Portal de Genética O ácido desoxirribonucleico ( ADN , em português: á cido ... de ARNs . Os segmentos de ADN que contêm a informação genética são denominados genes . O restante da sequência de ADN tem importância estrutural ou está envolvido na regulação do uso da informação ... constitui a informação genética. A leitura destas sequências é feita por intermédio do código genético , que ... a informação contida neste é 'traduzida' em proteínas pela tradução . Embora a maioria do ARN produzido seja ... complementariedade, toda a informação contida numa das cadeias de ADN está também contida na outra, o que é CACHE

Ácido desoxirribonucleico – Wikipédia, a enciclopédia livre Ácido desoxirribonucleico Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Nota: DNA redireciona para este artigo. Para outros significados, veja DNA (desambiguação) . Estrutura de um ADN. Animação de um ADN de dupla hélice. A Wikipédia possui o Portal de Genética O ácido desoxirribonucleico ( ADN , em português: á cido d esoxirribo n ucleico . ou DNA , em inglês: d eoxyribo n ucleic a cid ) é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus , e que transmitem as características hereditárias de cada ser vivo. A sua principal função é armazenar as informações necessárias para a construção das proteínas de ARNs . Os segmentos de ADN que contêm a informação genética são denominados genes . O restante da sequência de ADN tem importância estrutural ou está envolvido na regulação do uso da informação genética. A estrutura da molécula de ADN foi descoberta conjuntamente pelo norte-americano James Watson e pelo britânico Francis Crick em 7 de Março de 1953, o que lhes valeu o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1962, juntamente com Maurice Wilkins . Do ponto de vista químico, o ADN é um longo polímero de unidades simples ( monômeros ) de nucleotídeos , cuja cadeia principal é formada por moléculas de açúcares e fosfato intercalados unidos por ligações fosfodiéster . Ligada à molécula de açúcar está uma de quatro bases nitrogenadas . A sequência de bases ao longo da molécula de ADN constitui a informação genética. A leitura destas sequências é feita por intermédio do código genético , que especifica a sequência linear dos aminoácidos das proteínas. A tradução é feita por um ARN mensageiro que copia parte da cadeia de ADN por um processo chamado transcrição e posteriormente a informação contida neste é 'traduzida' em proteínas pela tradução . Embora a maioria do ARN produzido seja usado na síntese de proteínas, algum ARN tem função estrutural, como por exemplo o ARN ribossômico , que faz parte da constituição dos ribossomos . Dentro da célula , o ADN pode ser observado numa estrutura chamada cromossoma durante a metáfase . O conjunto de cromossomas de uma célula forma o cariótipo . Antes da divisão celular os cromossomas são duplicados por meio de um processo chamado replicação . Eucariontes como animais , plantas , fungos e protozoários têm o seu ADN dentro do núcleo enquanto que procariontes como as bactérias o têm disperso no citoplasma . Dentro dos cromossomas, proteínas da cromatina como as histonas compactam e organizam o ADN. Estas estruturas compactas guiam as interacções entre o ADN e outras proteínas, ajudando a controlar que partes do ADN são transcritas. Índice 1 Propriedades físicas e químicas 1.1 Emparelhamento de bases 1.2 Sulcos 1.3 Senso e antissenso 1.4 Superenrolamento 1.5 Estrutura alternativa da dupla hélice 1.6 Estruturas em quadrúplex 2 Modificações químicas 2.1 Modificações de bases 2.2 Danos ao ADN 3 Funções biológicas 3.1 Genes e genomas 3.2 Transcrição e tradução 3.3 Replicação 4 Interacções com proteínas 4.1 Proteínas que se ligam ao ADN ( DNA-binding ) 4.2 Enzimas que modificam o ADN 4.2.1 Nucleases e ligases 4.2.2 Topoisomerases e helicases 4.2.3 Polimerases 5 Recombinação genética 6 Evolução do metabolismo de ADN 7 História 7.1 Descoberta 7.2 Elucidação da composição química 7.3 Descoberta da transformação 7.4 Experimento de Hershey-Chase 8 Aplicações 8.1 Engenharia genética 8.2 Medicina Forense 8.3 Bioinformática 8.4 Nanotecnologia de ADN 8.5 História e antropologia 9 Ver também 10 Referências 11 Bibliografia 12 Ligações externas Propriedades físicas e químicas [ editar | editar código-fonte ] Estrutura química do ADN. O ADN é um longo polímero formado por unidades repetidas chamadas nucleotídeos . [ 1 ] [ 2 ] A cadeia de ADN tem 2,2 a 2,4 nanómetros de largura, e um nucleotídeo possui aproximadamente 0,33 nanómetros de comprimento. [ 3 ] Embora os monômeros (nucleotídeos) que constituem o ADN sejam muito pequenos, os polímeros de ADN podem ser moléculas enormes, com milhões de nucleotídeos. Por exemplo, o maior cromossomo humano ( cromossomo 1 ), possui 220 milhões de pares de bases de comprimento. [ 4 ] Uma molécula de ADN do ser humano possui aproximadamente dois metros de comprimento, encapsulada em um núcleo celular de 6 µm, o equivalente a acomodar uma linha de 40 km de comprimento em uma bola de tênis. [ 1 ] Em organismos vivos, o ADN não existe como uma molécula única (cadeia simples), mas sim como um par de moléculas firmemente associadas. [ 5 ] [ 6 ] As duas longas cadeias de ADN enrolam-se como uma trepadeira formando uma dupla hélice . Os nucleotídeos estão presentes em ambas as cadeias da dupla hélice, unidos com nucleótidos da mesma cadeia por ligações fosfodiéster e à cadeia complementar por meio de pontes de hidrogénio formadas pelas suas bases. Em geral, uma base ligada a um açúcar é chamada nucleosídeo e uma base ligada a um açúcar e um ou mais fosfatos é chamada nucleotídeo. Portanto, o ADN pode ser referido como um polinucleotídeo . [ 7 ] Uma cadeia de ADN-B. A cadeia principal do ADN é formada por fosfato e resíduos de açúcar , dispostos alternadamente. O açúcar no ADN é 2-desoxirribose, uma pentose (açúcar com cinco carbonos ). Os açúcares são unidos por grupos fosfato que formam ligações fosfodiester entre o terceiro e quinto átomos de carbono dos anéis de açúcar adjacentes. Estas ligações assimétricas significam que uma cadeia de ADN tem uma direção. Numa dupla hélice, a direção dos nucleotídeos de uma cadeia é oposta à direção dos nucleotídeos da outra cadeia. O formato das cadeia do ADN é designado antiparalelo. As terminações assimétricas das cadeias de ADN são designadas terminais 5' (cinco linha) e 3' (três linha). Uma das diferenças principais entre o ADN e o ARN encontra-se no açúcar, com a substituição da 2-desoxirribose no ADN pela ribose no ARN. [ 1 ] A dupla hélice do ADN é estabilizada por pontes de hidrogênio entre as bases presas às duas cadeias. As quatro bases encontradas no ADN são a adenina (A), citosina (C), guanina (G) e timina (T). Estas quatro bases ligam-se ao açúcar/fosfato para formar o nucleotídeo completo. [ 1 ] Estas bases são classificadas em dois tipos. a adenina e guanina são compostos heterocíclicos chamados purinas , enquanto que a citosina e timina são pirimidinas . Uma quinta base (uma pirimidina) chamada uracila (U) aparece no ARN e substitui a timina, a uracila difere da timina pela falta de um grupo de metila no seu anel. A uracila normalmente não está presente no ADN, só ocorrendo como um produto da decomposição da citosina. [ 1 ] Exceções para esta regra são os fagos AR9, 3NT, I10, bem como o PBS1 (muito utilizado em pesquisas), que contém uracila no seu ADN, em vez de timina. [ 8 ] No topo, pareamento GC com três pontes de hidrogênio. Em baixo, AT com duas pontes de hidrogênio. Emparelhamento de bases [ editar | editar código-fonte ] Cada tipo de base numa cadeia forma uma ligação com apenas um tipo de base na outra cadeia. Este comportamento é designado de complementariedade de bases . Assim, as purinas formam pontes de hidrogênio com pirimidinas, i.e. A liga-se com T e C com G. Este arranjo de dois nucleotídeos complementares na dupla hélice é chamado par de bases . Além das pontes de hidrogênio entre as bases, as duas cadeias são mantidas juntas devido a forças geradas por interações hidrofóbicas entre as bases empilhadas , a qual não é influenciada pela sequência do ADN. [ 9 ] Como as pontes de hidrogênio não são ligações covalentes , podem ser quebradas e reunidas com relativa facilidade. Desta forma, as duas fitas da dupla hélice de ADN podem ser separadas como um zíper (fecho de correr) por força mecânica ou altas temperaturas. [ 10 ] Como resultado desta complementariedade, toda a informação contida numa das cadeias de ADN está também contida na outra, o que é fundamental para a replicação do ADN. [ 1 ] Os dois tipos de pares de base formam diferentes números de pontes de hidrogênio: AT forma duas pontes de hidrogênio enquanto que GC formam três pontes de hidrogênio. Desta forma a interação entre GC é mais forte que AT. Como resultado, a percentagem de GC numa dupla fita de ADN determina a força de interação entre as duas cadeias. [ 11 ] Uma parte da dupla cadeia de ADN que precisa de ser separada facilmente, tal como a TATAAT Caixa de Pribnow nos promotores bacterianos, tende a ter sequências com maior predomínio de AT, para facilitar a abertura da dupla cadeia aquando da transcrição. No laboratório, a força desta interacção pode ser medida encontrando a temperatura necessária para quebrar as pontes de hidrogénio, a temperatura de desnaturação (também chamado T m ). Quando todos os pares de base numa dupla hélice de ADN quebram as suas ligações, as duas cadeias separam-se e existem em solução como duas moléculas completamente independentes. Estas moléculas de ADN de cadeia simples não têm uma única forma comum, mas algumas conformações são mais estáveis do que outras. [ 12 ] Sulcos [ editar | editar código-fonte ] O ADN normalmente encontra-se em forma de uma espiral dextrógira (gira para a direita, ou no sentido horário ). Portanto, as duas cadeias de nucleotídeos giram uma sobre a outra e acabam por formar sulcos entre as cadeias de fosfato, deixando expostas as faces das bases nitrogenadas que não estão unidas por pontes de hidrogênio com a base complementar. [ 13 ] Há dois tipos de sulcos na superfície da dupla hélice: um com 22 Å denominado sulco maior e um com 12 Å designado de sulco menor. [ 14 ] A principal função dos sulcos do ADN é fornecer a informação acerca das bases que se encontram ligadas numa determinada região da dupla cadeia sem necessidade de abertura. O sulco maior oferece maior acessibilidade para ligação com proteínas do que o sulco menor. Um exemplo disto é a TBP ( TATA-binding protein ) uma importante proteína para a transcrição em eucariotas. [ 15 ] Senso e antissenso [ editar | editar código-fonte ] Uma sequência de ADN é chamada de senso se possui a mesma sequência do ARNm . A cadeia oposta (complementar) à cadeia 'senso' é denominada sequência antissenso . Como a ARN polimerase sintetiza um ARN que é complementar à fita molde, então podemos dizer que ela utiliza a cadeia anti-senso como molde para produzir um ARN. As sequências senso e anti-senso podem existir em diferentes partes da mesma cadeia de ADN, que pode ser de um lado ou do outro, dependendo de onde se encontra a sequência codificadora. Às vezes não é possível dizer qual é a cadeia senso ou antissenso. Isto acontece devido à existência de genes que se sobrepõem. Neste caso ambas as cadeias dão origem a um ARN. [ 16 ] Nas bactérias , a sobreposição pode estar envolvida da regulação da transcrição. [ 17 ] Nos vírus, a sobreposição aumenta a capacidade do armazenamento de informações em pequenos genomas virais. [ 18 ] Superenrolamento [ editar | editar código-fonte ] O ADN pode ser torcido num processo denominado superenrolamento. No estado relaxado do ADN, uma fita normalmente dá uma volta completa ao eixo da dupla hélice a cada 10,4 pares de base, mas se o ADN está torcido, as cadeias ficam mais ou menos enroladas. [ 19 ] Se o ADN está torcido na direção da hélice, é denominado um superenrolamento positivo e as bases estão unidas mais firmemente. Já o superenrolamento negativo refere-se a uma torção na direção oposta, resultando num afrouxamento das bases. Na natureza, o ADN apresenta um ligeiro superenrolamento negativo que é causado pela ação da enzima topoisomerase . [ 20 ] Estas enzimas também são necessárias para aliviar o estresse de torção causado no ADN durante os processos de transcrição e replicação . [ 21 ] Estrutura alternativa da dupla hélice [ editar | editar código-fonte ] Da direita para a esquerda, a estrutura do ADN A, B e Z. O ADN pode existir em muitas formações diferentes. As formações mais comuns são: ADN-A , ADN-B, ADN-C, ADN-D, [ 22 ] ADN-E, [ 23 ] ADN-H, [ 24 ] ADN-L, [ 22 ] ADN-P, [ 25 ] e ADN-Z. [ 26 ] Porém, só as formações de ADN A, B e Z foram encontradas em sistemas biológicos naturais. A formação que o ADN adopta depende de vários fatores da própria sequência de ADN: a intensidade e direção do superenrolamento, modificações químicas das bases e a solução na qual o ADN está presente (ex.: concentração de metais , iões e poliaminas ). [ 27 ] Das três formações referidas, a forma “B” é a mais comum nas condições encontradas nas células. [ 28 ] A forma “A” corresponde à espiral dextra mais larga, com um sulco menor largo e superficial e um sulco maior estreito e profundo. A forma “A” ocorre sob condições não fisiológicas em amostras de ADN desidratadas, enquanto na célula pode ser produzida por pareamento híbrido de ADN e ARN ou pelo complexo enzima-ADN. [ 29 ] [ 30 ] Em segmentos de ADN onde as bases foram quimicamente modificadas por metilação , o ADN pode sofrer uma grande modificação na sua formação e adoptar a forma ADN-Z. A cadeia gira sobre o eixo da dupla hélice para a esquerda, o oposto da forma mais comum – ADN-B. [ 31 ] Esta estrutura é rara e pode ser reconhecida por proteínas especificas de ligação com o ADN-Z. Pode estar envolvida na regulação da transcrição. [ 32 ] Estruturas em quadrúplex [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Quadrúplex-G Estrutura de um quadrúplex de ADN formado por repetições teloméricas . A conformação do esqueleto de ADN é diferente da típica estrutura helicoidal. [ 33 ] Nas extremidades do cromossomas lineares estão zonas especializadas do ADN chamadas telómeros . A função principal destas regiões é permitir que a célula replique as extremidades do cromossoma usando a enzima telomerase , porque enzimas que permitem replicar ADN normalmente não conseguem copiar as extremidades 3' dos cromossomas. [ 34 ] Estas tampas de cromossoma especializadas também ajudam a proteger as extremidades do ADN, e evitam que o sistema de reparação de ADN elimine estas regiões como erros que precisassem de ser corrigidos. [ 35 ] Em células humanas, os telómeros têm normalmente vários milhares de repetições de uma sequência simples (TTAGGG). [ 36 ] Estas sequências ricas em guanina podem estabilizar as extremidades dos cromossomas formando estruturas de unidades de quatro bases empilhadas, ao invés dos pares de base usuais encontrados em outras moléculas de ADN. Quatro bases de guanina formam uma placa chata e depois estas unidades chatas de quatro bases empilham-se no topo umas das outras, para formarem estruturas quadrúplex-G estáveis. [ 37 ] Estas estruturas são estabilizadas por pontes de hidrogénio entre as margens das bases e por quelação de um ião metálico no centro de cada unidade de quatro bases. [ 38 ] Outras estruturas podem também ser formadas, com o conjunto central de quatro bases provenientes de uma cadeia simples enrolada à volta das bases ou de diversas cadeias paralelas, cada uma contribuindo com uma base para a estrutura central. [ 39 ] Além destas estruturas empilhadas, os telómeros também formam grandes estruturas em forma de laço chamados telomere loops ou T-loops . O ADN de cadeia simples enrola-se à volta de um círculo grande estabilizado por proteínas que se ligam a telómeros. [ 40 ] Mesmo no fim dos T-loops , o ADN de cadeia simples do telómero é mantido sobre uma região de ADN de cadeia dupla pela cadeia do telómero que desestabiliza o ADN de dupla hélice e o emparelhamento de bases de uma das duas cadeias. Esta estrutura de cadeia tripla é chamada de laço de deslocamento ou D-loop . [ 37 ] Modificações químicas [ editar | editar código-fonte ] citosina 5-metilcitosina timina Estrutura da citosina com e sem o grupo 5-metil. Depois de desaminação, a 5-metilcitosina tem a mesma estrutura da timina Modificações de bases [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Metilação do ADN A expressão de genes é influenciado pela maneira como o ADN está disposto nos cromossomas, numa estrutura chamada cromatina . As modificações de bases podem estar envolvidas na disposição, com as regiões quem tem expressão génica baixa ou inexistente contendo usualmente níveis elevados de metilação de citosina . Por exemplo, a metilação de citosina produz 5-metilcitosina , que é importante na inactivação do cromossoma X . [ 41 ] O nível médio de metilação varia entre organismos - o verme Caenorhabditis elegans tem pouca metilação da citosina, enquanto que vertebrados têm níveis mais elevados, com até 1% do seu ADN contendo 5-metilcitosina [ 42 ] Apesar da importância da 5-metilcitosina, esta pode desaminar transformando-se em timina. Citosinas metiladas são por isso especialmente susceptíveis de sofrer mutações . [ 43 ] Outras modificações de bases incluem metilação de adeninas em bactérias e glicosilação do uracilo para produzir a 'base-J' em organismos da classe Kinetoplastida . [ 44 ] [ 45 ] Danos ao ADN [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Mutação Benzopireno , o maior mutagénio no fumo do tabaco , ligando-se ao ADN [ 46 ] O ADN pode ser danificado por muitos tipos diferentes de mutagénios , que alteram a sequência de ADN. Estes incluem agentes oxidantes , agentes alquilantes e também por radiação electromagnética de grande energia tal como luz ultravioleta e raios-X . O tipo de dano ao ADN produzido depende do tipo de mutagénio. A luz ultravioleta, por exemplo, pode danificar o ADN produzindo dímeros de timina , que são ligações cruzadas entre pirimidinas. [ 47 ] Por outro lado, oxidantes como radicais livres ou peróxido de hidrogénio produzem múltiplos tipos de danos, incluindo modificações de bases, em particular guanosina, e quebras das cadeias duplas. [ 48 ] Em cada célula humana, cerca de 500 bases podem sofrer danos por oxidação por dia. [ 49 ] [ 50 ] As quebras da cadeia dupla são lesões oxidativas de difícil reparação, que podem produzir mutações pontuais , inserções e delecções , assim como translocações cromossómicas . [ 51 ] Muitos mutagénios encaixam entre o espaço entre dois pares de bases adjacentes, na chamada intercalação . A maioria dos intercaladores são aromáticos e moléculas planas e incluem brometo de etídio , daunomicina , doxorrubicina e talidomida . Para que um intercalador encaixe entre pares de bases, as bases têm de se separar, abrindo a cadeia dupla. Isto inibe a transcrição e a replicação do ADN, causando toxicidade e mutações. Como resultado, os intercaladores de ADN são muitas vezes carcinogénicos . Benzopireno , acridinas , aflatoxina e brometo de etídio são exemplos bem conhecidos. [ 52 ] [ 53 ] [ 54 ] No entanto, devido à sua capacidade de inibir a transcrição e replicação, estas toxinas também são usadas em quimioterapia para inibir o crescimento rápido de células tumorais. [ 55 ] Funções biológicas [ editar | editar código-fonte ] O ADN ocorre normalmente como cromossomas lineares em eucariotas e como cromossomas circulares em procariotas. O conjunto dos cromossomas numa célula perfazem o seu genoma . o genoma humano tem aproximadamente 3 mil milhões de pares de base dispostos em 46 cromossomas. [ 56 ] A informação transportada pelo ADN está contida nas sequências de ADN chamados genes . A transmissão da informação dos genes é conseguida pela complementaridade do emparelhamento das bases. Por exemplo, na transcrição, quando uma célula usa a informação num gene, a sequência de ADN é copiado para uma sequência de ARN complementar por meio da atracção entre o ADN e os nucleotídeos de ARN correctos. Esta cópia de ARN pode ser depois usada para compor uma sequência proteica correspondente no processo de tradução , que depende da mesma interacção entre nucleotídeos de ARN. Alternativamente, uma célula pode simplesmente copiar a sua informação genética num processo chamado replicação do ADN. Genes e genomas [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Núcleo celular , cromatina , cromossoma , gene , ADN não-codificante T7 ARN polimerase (azul) produzindo um ARNm (verde) a partir de um molde de ADN (laranja). [ 57 ] O ADN genómico está localizado no núcleo celular dos eucariontes, assim como em pequenas quantidades em mitocôndrias e em cloroplastos . Em procariontes, o ADN está dentro de um corpo de forma irregular no citoplasma chamado nucleóide . [ 58 ] A informação genética num genoma está nos genes, e o conjunto completo desta informação num organismo é chamado o seu genótipo . Um gene é a unidade básica da hereditariedade e é uma região do ADN que influencia uma característica particular num organismo. Genes contêm uma fase aberta de leitura que pode ser transcrita, assim como sequências reguladoras tais como promotores ou acentuassomos , que controlam a transcrição da fase aberta de leitura. Em muitas espécies , apenas uma pequena fracção da sequência total do genoma codifica uma proteína. Por exemplo, apenas 1,5% do genoma humano consiste de exões (que codificam proteínas), com mais de 50% do ADN humano consistindo de sequências repetitivas . [ 59 ] As razões para a presença de tanto ADN não-codificante em genomas eucarióticos e as extraordinárias diferenças no tamanho do genoma , ou valor C , entre espécies representam um enigma conhecido por enigma do valor C . [ 60 ] Contudo, sequências de ADN que não codificam proteínas podem ainda codificar moléculas de ARN não-codificante funcional, que estão envolvidas na regulação da expressão génica. [ 61 ] Algumas sequências de ADN não-codificante têm um papel estrutural nos cromossomas. Os telómeros e centrómeros contêm tipicamente poucos genes, mas são importantes para a função e estabilidade dos cromossomas. [ 35 ] [ 62 ] Uma forma abundante de ADN não codificante em humanos são os pseudogenes , que são cópias de genes que foram desabilitados por mutação. [ 63 ] Estas sequências são usualmente apenas fósseis moleculares, apesar de poderem servir ocasionalmente como material genético em bruto para a criação de novos genes por meio do processo de duplicação de genes e divergência . [ 64 ] Transcrição e tradução [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Código genético , transcrição (genética) , síntese proteica Replicação de ADN. A dupla hélice é desdobrada por uma helicase e por uma topoisomerase . Em seguida, uma ADN polimerase produz uma cópia da cadeia líder . Outra ADN polimerase liga-se à cadeia atrasada . Esta enzima produz segmentos descontínuos (chamados fragmentos de Okazaki ) antes de a ADN ligase os juntar. Um gene é uma sequência de ADN que contêm informação genética e pode influenciar o fenótipo de um organismo. Dentro de um gene, a sequência de bases ao longo de uma cadeia de ADN definem uma cadeia de ARN mensageiro , que por sua vez define uma ou mais sequências proteicas. A relação entre a sequência de nucleótidos de um gene e a sequência de aminoácidos de uma proteína é determinada pelas regras de tradução , conhecidas colectivamente como o código genético . O código genético consiste de 'palavras' de três letras chamadas codões formadas por uma sequência de três nucleótidos (p.e. ACU, CAG, UUU). [ 65 ] Na transcrição, os codões de um gene são copiados para um ARN mensageiro pela ARN polimerase . Esta cópia de ARN é depois descodificada por um ribossoma que lê a sequência de ARN emparelhando o ARN mensageiro com o ARN de transferência , que carrega aminoácidos. Uma vez que há quatro bases em combinações de 3 letras, há 64 codões possíveis ( 4 3 {\displaystyle 4^{3}} combinações). Estas codificam os vinte aminoácidos, dando à maioria dos aminoácidos mais do que um codão possível. Há também três codões 'stop' ou 'nonsense' significando o fim da região codificante. estes são os codões UAA, UGA e UAG. [ 66 ] Replicação [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Replicação do ADN A divisão celular é essencial para que um organismo cresça, mas quando uma célula se divide tem de replicar o ADN do seu genoma para que as duas células-filha tenham a mesma informação genética que a célula parental. A estrutura em dupla-hélice do ADN fornece um mecanismo simples para a sua replicação. As duas cadeias são separadas e sequências de ADN complementares a cada uma das cadeias são recriadas por uma enzima chamada ADN polimerase . Esta enzima constrói a cadeia complementar encontrando a base correcta por intermédio do emparelhamento com a base complementar, e ligando-a à cadeia original. Como as polimerases de ADN só conseguem fazer a extensão de uma cadeia de ADN na direcção 5' para 3', outros mecanismos são usados para copiar a cadeia antiparalela da dupla hélice. [ 67 ] Desta forma, a base presente na cadeia antiga determina que base vai aparecer na nova cadeia e a célula acaba com uma cópia perfeita do seu ADN. Interacções com proteínas [ editar | editar código-fonte ] Todas as funções do ADN dependem de interacções com proteínas. Estas interacções com proteínas podem ser não-específicas, ou a proteína pode ligar-se especificamente a uma única sequência de ADN. Algumas enzimas também se podem ligar ao ADN. Destas, as polimerases que copiam as sequências de ADN na transcrição e replicação são particularmente importantes. Proteínas que se ligam ao ADN ( DNA-binding ) [ editar | editar código-fonte ] Interacção do ADN com histonas (mostrado em branco, em cima). Os aminoácidos básicos destas proteínas (em baixo à esquerda, em azul) liga-se aos grupos fosfato do ADN (em baixo à direita, em vermelho). Proteínas estruturais que se ligam ao ADN são exemplos bem estudados de interacções não-específicas ADN-proteínas. Nos cromossomas, o ADN está ligado a proteínas estruturais formando complexos. Estas proteínas organizam o ADN numa estrutura compacta, a cromatina . Em eucariontes esta estrutura envolve a ligação do ADN a um complexo de pequenas proteínas básicas chamadas histonas, enquanto que em procariontes estão envolvidas vários tipos de proteínas. [ 68 ] [ 69 ] As histonas formam um complexo em forma de disco, o nucleossoma , que contém duas voltas completas de ADN de cadeia dupla à sua volta. Estas interacções não-específicas formam-se quando os resíduos básicos das histonas fazem ligações iónicas ao esqueleto açúcar-fosfato acídico do ADN, e por isso são largamente independentes da sequência de bases. [ 70 ] Modificações químicas nestes resíduos de amino-ácidos incluem metilação , fosforilação e acetilação . [ 71 ] Estas mudanças químicas alteram a força da interacção entre o ADN e as histonas, tornando o ADN mais ou menos acessível a factores de transcrição e mudando a taxa de transcrição. [ 72 ] Outras proteínas com ligação a ADN não-específicas incluem o grupo de proteínas de alta mobilidade, que se ligam a ADN dobrado ou distorcido. [ 73 ] Estas proteínas são importantes pois dobram conjuntos de nucleossomas e organizam-nos em estruturas maiores que constituem os cromossomas. [ 74 ] Um grupo distinto destas proteínas são as que se ligam especificamente a ADN de cadeia simples. Nos humanos, a proteína de replicação A é o membro desta família mais bem compreendido e é usado em processos onde a dupla hélice é separada, incluindo durante a replicação do ADN, recombinação e reparo. [ 75 ] Estas proteínas parecem estabilizar ADN de cadeia dupla e protegem-no da formação de hairpin loops e da degradação por nucleases . O factor de transcrição do hélice-volta-hélice lambda repressor ligado ao seu alvo de ADN. [ 76 ] Em contraste, outras proteínas evoluíram de modo a ligar-se a sequências de ADN específicas. Os factores de transcrição são dos mais intensivamente estudados (proteínas que regulam a transcrição). Cada factor de transcrição liga-se a um conjunto particular de sequências de ADN e activa ou inibe a transcrição de genes que tenham estas sequências perto dos seus promotores. Os factores de transcrição fazem isto de duas maneiras. Primeiro, podem ligar-se à polimerase do ARN responsável pela transcrição, quer directamente quer por meio de proteínas mediadoras. isto posiciona a polimerase no promotor e permite que comece a transcrição. [ 77 ] Em alternativa, os factores de transcrição podem ligar-se a enzimas que modificam as histonas no promotor. isto muda a acessibilidade do molde de ADN à polimerase. [ 78 ] Como estes locais de ligação podem ocorrer pelo genoma inteiro de um organismo, mudanças na actividade de um tipo de factor de transcrição pode afectar milhares de genes. [ 79 ] Por consequência, estas proteínas são muitas vezes alvo de processos de transdução de sinal que controlam respostas a mudanças ambientais ou diferenciação e desenvolvimento celular. A especificidade da interacção destes factores de transcrição com o ADN provém das proteínas que fazem contactos múltiplos com a extremidade das bases de ADN, permitindo a leitura da sequência de ADN. A maior parte destas interacções com bases faz-se no sulco maior, onde as bases estão mais acessíveis. [ 80 ] Enzimas que modificam o ADN [ editar | editar código-fonte ] Nucleases e ligases [ editar | editar código-fonte ] A enzima de restrição EcoRV (verde) num complexo com o seu ADN substrato. [ 81 ] As nucleases são enzimas que cortam as cadeias de ADN mediante a catálise da hidrólise das ligações fosfodiéster . As nucleases que hidrolisam nucleótidos a partir dos extremos das cadeias de ADN denominam-se exonucleases , enquanto que as endonucleases cortam no interior das cadeias. As nucleases que se utilizam com maior frequência em biologia molecular são as enzimas de restrição , endonucleases que cortam o ADN em sequências específicas. Por exemplo, a enzima EcoRV, mostrada à esquerda, reconhece a sequência de 6 bases 5′-GAT|ATC-3′ e faz um corte em ambas as cadeias na linha vertical indicada, gerando duas moléculas de ADN. Outras enzimas de restrição geram, no entanto, extremidades coesivas, já que cortam de forma diferente as duas cadeias de ADN. Na natureza, estas enzimas protegem as bactérias contra as infecções de fagos , ao digerir o ADN do fago quando entra através da parede bacteriana, actuando como um mecanismo de defesa. [ 82 ] Em biotecnologia , estas nucleases específicas utilizam-se na clonagem molecular e na técnica de impressão de ADN ( fingerprinting , em inglês). As enzimas denominadas ADN ligases podem reunir pedaços de ADN cortados ou quebrados. [ 83 ] As ligases são particularmente importantes na replicação do ADN da cadeia atrasada de ADN, já que unem os fragmentos curtos de ADN gerados no garfo de replicação para formar uma cópia completa do molde de ADN. Também se utilizam no reparo de ADN e na recombinação genética . [ 83 ] Topoisomerases e helicases [ editar | editar código-fonte ] As topoisomerases são enzimas que possuem actividade de nuclease e ligase. Estas proteínas mudam a quantidade de ADN superenrolado . Algumas destas enzimas funcionam cortando a hélice de ADN e permitindo a uma secção que faça rotação, de maneira a reduzir o grau de superenrolamento. uma vez feito isto, a enzima volta a unir os fragmentos de ADN. [ 20 ] Outros tipos de enzimas são capazes de cortar uma hélice de ADN e depois passar a segunda cadeia de ADN através desta quebra, antes de reunir as hélices. [ 84 ] As topoisomerases são necessárias para muitos processos em que intervém o ADN, como a replicação e a transcrição . [ 21 ] As helicases são proteínas que pertencem ao grupo dos motores moleculares . Utilizam energia química armazenada nos trifosfatos de nucleósidos, fundamentalmente ATP , para romper pontes de hidrogénio entre bases e separar a dupla hélice de ADN em cadeias simples. Estas enzimas são essenciais para a maioria dos processos em que as enzimas necessitam de aceder às bases do ADN. [ 85 ] Polimerases [ editar | editar código-fonte ] As polimerases são enzimas que sintetizam cadeias de nucleótidos a partir de trifosfatos de nucleósidos. A sequência de seus produtos são cópias de cadeias de polinucleótidos existentes, que se denominam moldes . Estas enzimas funcionam adicionando nucleótidos ao grupo hidróxilo em 3' do nucleótido anterior numa cadeia de ADN. Por consequência, todas as polimerases funcionam na direcção 5′ → 3′. [ 86 ] Nos sítios activos destas enzimas, o trifosfato de nucleósido que se incorpora emparelha a sua base com a correspondente no molde: isto permite que a polimerase sintetize de forma precisa a cadeia complementar ao molde. As polimerases classificam-se de acordo com o tipo de molde que utilizam: Na replicação do ADN , uma ADN polimerase dependente de ADN realiza uma cópia de ADN a partir de uma sequência de ADN. A precisão é vital neste processo, por isso muitas destas polimerases possuem uma actividade de verificação de leitura ( proofreading ). Mediante esta actividade, a polimerase reconhece erros ocasionais na reacção de síntese, devido à falta de emparelhamento entre o nucleótido erróneo e o molde, o que gera um desacoplamento ( mismatch ). Se se detecta um desacoplamento, activa-se uma actividade exonuclease na direcção 3′ → 5′ e a base incorrecta é eliminada. [ 87 ] Na maioria dos organismos, as ADN polimerases funcionam num grande complexo denominado replissoma , que contém múltiplas unidades acessórias, como helicases . [ 88 ] As ADN polimerases dependentes de ARN são uma classe especializada de polimerases que copiam a sequência de uma cadeia de ARN em ADN. Incluem a transcriptase reversa , que é uma enzima viral implicada na infecção de células por retrovírus , e a telomerase , que é necessária para a replicação dos telómeros. [ 34 ] [ 89 ] A telomerase é uma polimerase inusual, porque contém o seu próprio molde de ARN como parte da sua estrutura. [ 35 ] A transcrição é levada a cabo por uma ARN polimerase dependente de ADN que copia a sequência de uma das cadeias de ADN em ARN. Para começar a transcrever um gene, a ARN polimerase une-se a uma sequência do ADN denominada promotor , e separa as cadeias de ADN. Então copia a sequência do gene num transcrito de ARN mensageiro até que alcança uma região do ADN denominada terminador , onde se detém e se separa do ADN. Como ocorre com as ADN polimerases dependentes de ADN em humanos, a ARN polimerase II (a enzima que transcreve a maioria dos genes do genoma humano) funciona como um grande complexo multiproteíco que contém múltiplas subunidades reguladoras e accessórias. [ 90 ] Recombinação genética [ editar | editar código-fonte ] Estrutura de um intermediário em junção de Holliday na recombinação genética . A quatro cadeias de ADN separadas estão coloridas em vermelho, azul, verde e amarelo. [ 91 ] Ver artigo principal: Recombinação genética A recombinação implica a rotura e reunião de dois (M e F) para produzir dois cromossomas novos, reorganizados (C1 e C2). Uma hélice de ADN normalmente não interage com outros segmentos de ADN. Nas células humanas os diferentes cromossomas ocupam áreas separadas no núcleo celular denominadas “territórios cromossómicos”. [ 92 ] A separação física dos diferentes cromossomas é importante para que o ADN mantenha a sua capacidade de funcionar como um armazém estável de informação. Um dos poucos momentos em que os cromossomas interagem é durante o sobrecruzamento cromossómico ( chromosomal crossover , em inglês), durante o qual se recombinam . O sobrecruzamento cromossómico ocorre quando duas hélices de ADN se rompem, sofrem intercâmbio e se unem novamente. [ 93 ] A recombinação permite aos cromossomas trocar informação genética e produzir novas combinações de genes, o que aumenta a eficiência da selecção natural e pode ser importante na evolução rápida de novas proteínas. [ 94 ] Durante a profase I da meiose , uma vez que os cromossomas homólogos estão perfeitamente emparelhados formando estruturas que se denominam bivalentes, produz-se o fenómeno de sobrecruzamento ou entrecruzamento (crossing-over) , no qual os cromatídeos homólogos não irmãos (procedentes do pai e da mãe) trocam material genético. A recombinação genética resultante faz aumentar em grande medida a variação genética entre a descendência de progenitores que se reproduzem por via sexual. A recombinação genética também pode estar implicada na reparação do ADN , em particular na resposta celular às roturas da dupla cadeia ( double-strand breaks ). [ 95 ] A forma mais frequente de sobrecruzamento cromossómico é a recombinação homóloga , na qual os dois cromossomas implicados compartilham sequências muito similares. A recombinação não-homóloga pode ser danosa para as células, já que pode produzir translocações cromossómicas e anormalidades genéticas. A reacção de recombinação é catalisada por enzimas conhecidas como recombinases , tais como a RAD51 . [ 96 ] O primeiro passo no processo de recombinação é uma rotura da dupla cadeia, causada por uma endo nuclease ou por dano no ADN. [ 97 ] Posteriormente, uma série de passos catalisados em parte pela recombinase conduz à união das duas hélices formando pelo menos uma junção de Holliday , na qual um segmento de uma cadeia simples é anelada com a cadeia complementar na outra hélice. A junção de Holliday é uma estrutura de união tetraédrica que pode mover-se ao longo do par de cromossomas, intercambiando uma cadeia por outra. A reacção de recombinação detém-se pelo corte da união e a reunião dos segmentos de ADN libertados. [ 98 ] Evolução do metabolismo de ADN [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Hipótese do mundo de ARN O ADN contém a informação genética que permite à maioria dos organismos vivos funcionar, crescer e reproduzir-se. No entanto, desconhece-se o intervalo de tempo durante o qual ele exerceu esta função nos ~3000 milhões de anos desde a história da vida , já que se propôs que as formas de vida mais precoces poderiam ter utilizado ARN como material genético. [ 99 ] [ 100 ] O ARN poderia ter funcionado como parte central de um metabolismo primordial, já que pode transmitir informação genética e simultaneamente actuar como catalisador , formando parte das ribozimas . [ 101 ] Este antigo mundo de ARN onde os ácidos nucleicos funcionariam como catalisadores e como armazéns de informação genética, poderia ter influenciado na evolução do código genético actual, baseado em quatro nucleótidos . Isto se deveria a que o número de bases únicas num organismo é determinado entre um número pequeno de bases (o que aumentaria a precisão da replicação) e um número grande de bases (que por sua vez aumentaria a eficiência catalítica das ribozimas). [ 102 ] Infelizmente, não dispomos de evidência directa dos sistemas genéticos ancestrais, porque a recuperação do ADN a partir da maior parte dos fósseis é impossível. O ADN é capaz de sobreviver no meio ambiente durante menos de um milhão de anos, e logo começa a degradar-se lentamente em fragmentos de menor tamanho em solução. [ 103 ] Algumas investigações pretendem a obtenção de ADN mais antigo, como no caso do isolamento de uma bactéria viável a partir de um cristal salino de 250 milhões de anos de antiguidade, [ 104 ] mas estes dados são controversos. [ 105 ] [ 106 ] No entanto, podem utilizar-se ferramentas de evolução molecular para inferir os genomas de organismos ancestrais a partir de organismos contemporâneos. [ 107 ] [ 108 ] Em muitos casos, estas inferências são suficientemente fiáveis, de maneira que uma biomolécula codificada num genoma ancestral pode ser ressuscitada no laboratório para ser estudada hoje. [ 109 ] [ 110 ] Uma vez recomposta a biomolécula ancestral, suas propriedades poderiam oferecer informações sobre os ambientes primordial, remetendo ao campo emergente da paleogenética experimental . [ 111 ] Apesar de tudo, o processo de trabalho retrospectivo tem limitações inerentes, razão pela qual outros investigadores tentam elucidar o mecanismo evolutivo trabalhando desde a origem da Terra até adiante no tempo. Dada suficiente informação sobre como as substâncias cósmicas poderiam haver-se depositado na Terra e sobre as transformações que poderiam ter tido lugar na superfície terrestre, talvez poderíamos ser capazes de desenvolver modelos prospectivos de evolução da informação genética. História [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: História do estudo do ADN Descoberta [ editar | editar código-fonte ] Friedrich Miescher . A história do ADN começa no final da década de 1860 , com a chegada do médico suíço Friedrich Miescher ( 1844 - 1895 ) à Universidade de Tübingen , uma pacata cidade no sul da Alemanha . O jovem pesquisador estava disposto à dedicar-se ao estudo da química da célula e escolheu essa universidade porque nela o químico Felix Hoppe-Seyler (1825-1895) havia inaugurado um importante laboratório de química fisiológica . Na época floresciam ideias a respeito das origens e funções das células, após a queda da teoria da geração espontânea . A teoria celular estabelecia-se como um dos pilares da Biologia. Por tudo isso, as células atraíam a atenção de estudantes entusiasmados, como Miescher. [ 112 ] Felix Hoppe-Seyler foi quem primeiro descreveu as interações entre a hemoglobina , a proteína responsável pela cor do sangue, e o gás oxigênio . Seu trabalho levou-o a interessar-se pela composição bioquímica dos linfócitos . Mas Miescher enfrentou dificuldades para obter amostras com linfócitos em quantidade e grau de pureza adequados. Por sugestão de Hoppe-Seyler, Miescher começou a estudar a química das células do pus. o material para a pesquisa era abundante, pois dezenas de bandagens com material purulento eram diariamente descartadas por um hospital próximo à universidade. Miescher desenvolveu técnicas adequadas para o isolamento das células presentes em pus das bandagens e para a sua análise química. O objetivo inicial era investigar as proteínas celulares, um grupo de substâncias descoberto cerca de trinta anos antes. [ 112 ] Em um dos seus muitos experimentos com células do pus , Miescher obteve um precipitado que diferia quimicamente de todas as substâncias protéicas conhecidas. Ele descobriu que a nova substância concentrava-se no núcleo celular, na época considerado uma estrutura de pouca importância para o funcionamento celular. Aprimorando os métodos de extração e purificação da nova substância, Miescher pôde realizar uma análise química mais precisa, que mostrou que as quantidades relativas de hidrogênio , carbono , oxigênio e nitrogênio presentes diferiam das encontradas em proteínas, além de uma quantidade incomum de fósforo . À substância descoberta Miescher denominou nucleína , pelo fato de ela estar concentrada no núcleo das células. [ 112 ] O trabalho sobre nucleína só foi publicado em 1871 , após certa resistência do editor da revista científica, o próprio Hoppe-Seyler, que, no início, não acreditou nos resultados apresentados por Miescher. Mesmo depois da publicação do trabalho, muitos pesquisadores continuaram duvidando da existência da nucleína. na opinião deles, o achado de Miescher devia ser uma mistura de fosfato inorgânico e proteínas. [ 112 ] [ 113 ] Elucidação da composição química [ editar | editar código-fonte ] As desconfianças quanto à real existência da nova substância descrita por Miescher só foram superadas por volta de 1889, quando Richard Altmann (1852-1900) obteve preparações altamente purificadas de nucleína, sem nenhuma contaminação por proteínas. Pelo fato de a substância ter caráter ácido, o que já havia sido detectado por Miescher, Altmann sugeriu que ela fosse chamada de ácido nucléico em vez de nucleína. [ 114 ] Outro pesquisador pioneiro na descoberta foi Albrecht Kossel (1853-1927). Em 1877, ele juntou-se ao grupo de pesquisa de Hoppe-Seyler, então trabalhando na Universidade de Estrasburgo (França), e começou a estudar a composição química das nucleínas. Kossel detectou dois tipos de bases nitrogenadas já conhecidas, a adenina e a guanina . Em 1893, identificou uma nova base nitrogenada, que era liberada pela degradação de nucleína da células do timo . por isso denominou-a timina . Logo em seguida, descobriu que a nucleína continha um quarto tipo de base nitrogenada, a qual denominou citosina . [ 115 ] Em 1894, o grupo liderado por Kossel descobriu que os ácidos nucleicos continham também pentose , um açúcar com cinco átomos de carbono. [ 116 ] Em reconhecimento às suas contribuições na área, foi agraciado em 1910 com o Nobel de Fisiologia ou Medicina . [ 117 ] Em 1909, Phoebus Levene e Walter Abraham Jacobs (1883-1967) conseguiram determinar a organização das moléculas de fosfato, de pentose e base nitrogenada no ácido nucleico. [ 118 ] Esses três componentes estão unidos entre si formando uma unidade fundamental, o nucleotídeo . Em 1929, Levene e colaboradores identificaram pentoses componente do ácido nucleico das células do timo, que denominaram 2-deoxi-D-ribose, pelo fato de ela possuir, no carbono 2 de sua cadeia, um átomo de oxigênio a menos que a ribose, uma pentose já conhecida, encontrada pelos pesquisadores em dois tipos de ácidos nucléicos: o ácido ribonucleico, ou ribose, e o ácido desoxirribonucléico, ou ADN, cujo açúcar é a desoxirribose. [ 119 ] [ 120 ] Descoberta da transformação [ editar | editar código-fonte ] Frederick Griffith em 1936. Frederick Griffith fez uma importante observação no curso dos experimentos com a bactéria Streptococcus pneumoniae em 1928. Esta bactéria, que causa pneumonia em humanos, normalmente é letal em camundongos . Entretanto algumas linhagens desta espécie de bactérias eram menos virulentas (menos capazes de causar doenças ou morte). Nos experimentos de Griffith, ele usou duas linhagens distinguíveis pelas suas colônias quando cultivadas em laboratório. Uma linhagem era um tipo normalmente virulento e mortal para a maioria dos animais de laboratório. As células desta linhagem estão envoltas em uma cápsula de polissacarídeo , dando às colônias em aspecto liso, sendo esta linhagem identificada com S ( smooth , em inglês). A outra linhagem de Griffith era um tipo mutante não virulento que crescia em camundongos. Nesta linhagem, a capa de polissacarídeo está ausente, dando às colônias um aspecto rugoso. Esta linhagem é chamada R ( rough , em inglês). [ 121 ] Griffith inativou algumas células virulentas a alta temperatura. Injetou então as células mortas por aquecimento nos camundongos. Os camundongos sobreviveram, mostrando que os restos das células não causam morte. Entretanto os camundongos injetados com uma mistura de células virulentas mortas por aquecimento e células não virulentas vivas morreram. Além disso, as células vivas podiam ser recuperadas de camundongos mortos. Estas células deram colônias lisas e foram virulentas em uma injeção subsequente. De algum modo, os restos das células S aquecidas haviam convertido células R vivas em células S vivas. [ 122 ] Streptococcus pneumoniae . A etapa seguinte era determinar que componente químico das células doadoras mortas havia causado esta conversão. Esta substância tinha mudado o genótipo da linhagem receptora e portanto podia ser uma candidata a material genético. Este problema foi resolvido pelos experimentos feitos em 1944 por Oswald Avery e dois colegas, C M. Macleod e M. McCarty. Seu enfoque ao problema foi destruir quimicamente todas as principais categorias de substâncias no extrato de células mortas, uma de cada vez, e descobrir se o extrato havia perdido a habilidade de conversão. As células virulentas possuíam uma capa lisa de polissacarídeo, enquanto as células não virulentas, não. Assim os polissacarídeos eram um candidato óbvio a ser o agente responsável. Entretanto, quando os polissacarídeos foram destruídos, a mistura ainda era capaz de conversão. As proteínas, gorduras e ácido ribonucleico ( ARN ) foram todos excluídos. A mistura só perdia a sua capacidade de conversão quando a mistura doadora era tratada com enzima desoxirribonuclease ( DNase ), que quebra o ADN. Estes resultados indicavam fortemente que o ADN era o material genético. Hoje sabemos que os fragmentos do ADN transformante que conferem virulência entram no cromossomo bacteriano e substituem suas contrapartes que conferem não-virulência. [ 123 ] Experimento de Hershey-Chase [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Experiência de Hershey–Chase Estrutura do fago T2 . Os experimentos feitos por Avery e seus colegas foram definitivos, mas muitos cientistas mostraram-se muito relutantes em aceitar o ADN (e não as proteínas) como material genético. [ 114 ] Evidências adicionais foram publicadas em 1952 por Alfred Day Hershey e Martha Chase , cujo experimento com o fago T2, um vírus que transfecta na bactéria a informação específica para a reprodução viral. Se eles pudessem descobrir que material o fago transmitia à bactéria hospedeira, determinariam o material genético do fago. [ 124 ] O fago tem uma constituição molecular relativamente simples. A maior parte de sua estrutura é de proteína, com o ADN contido dentro da capa de proteína de sua 'cabeça'. Hershey e Chase decidiram marcar o ADN e a proteína usando radioisótopos, de modo que pudessem rastrear os dois materiais durante a infecção. O fósforo não é encontrado nas proteínas mas é uma parte integrante do ADN. Contrariamente, o enxofre está presente nas proteínas mas nunca no ADN. Hershey e Chase incorporaram o radioisótopo de fósforo ( 32 P) no ADN do fago e o enxofre ( 35 S) nas proteínas de uma cultura separada de fagos. Eles então infectaram duas culturas de E. coli com muitas partículas de vírus por células: uma cultura de E. coli recebeu fagos marcados com 32 P e a outra recebeu fagos marcados com 35 S. Decorrido tempo suficiente para que ocorresse a infecção, os cientistas removeram as embalagens de fago (chamadas ghosts ) das células bacterianas por agitação em um liquidificador . Eles separaram as células bacterianas dos envoltórios dos fagos em uma centrífuga e então mediram a radioatividade nas duas frações. Quando o fago marcado com 32 P foi usado para infectar E. coli , a mais alta radioatividade foi encontrada dentro das bactérias, indicando que o ADN do fago havia entrado nas células. Quando era usado o fago marcado com 35 S, maior parte do material radioativo estava nos invólucros dos fagos, indicando que a proteína do fago nunca entrava nas bactérias. A conclusão era inevitável: o ADN era o material hereditário. As proteínas do fago eram apenas embalagens estruturais abandonadas após o ADN viral entrar na bactéria. [ 124 ] Aplicações [ editar | editar código-fonte ] Engenharia genética [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Engenharia genética , biologia molecular A investigação sobre o ADN tem um impacto significativo, especialmente no âmbito da medicina , mas também na agricultura e pecuária, com objectivos de domesticação, selecção e de cruzamentos dirigidos. A moderna biologia e bioquímica fazem uso intensivo da tecnologia do ADN recombinante , introduzindo genes de interesse em organismos, com o objectivo de expressar uma proteína recombinante concreta, que pode ser: isolada para seu uso posterior: por exemplo, podem-se transformar microorganismos para produzir grandes quantidades de substâncias úteis, como a insulina, que posteriormente se isolam e se utilizam em terapias. [ 125 ] [ 126 ] [ 127 ] necessária para substituir a expressão de um gene endógeno danificado que seja causador de uma patologia, o que permitiria o restabelecimento da actividade da proteína perdida e eventualmente a recuperação do estado fisiológico normal, não patológico. Este é o objectivo da terapia genética , um dos campos em que se está a trabalhar activamente em medicina, analisando vantagens e inconvenientes de diferentes sistemas de administração do gene (virais e não virais) e os mecanismos de selecção do ponto de integração dos elementos genéticos (distintos para os vírus e transposões) no genoma alvo. [ 128 ] Neste caso, antes de apresentar-se a possibilidade de realizar uma terapia génica numa determinada patologia, é fundamental compreender o impacto do gene de interesse no desenvolvimento de dita patologia, para o qual é necessário o desenvolvimento de um modelo animal, eliminando ou modificando dito gene num animal de laboratório, mediante a técnica nocaute . [ 129 ] Só no caso de os resultados no modelo animal serem satisfatórios poderá ser analisada a possibilidade de restabelecer o gene danificado mediante terapia génica. utilizada para enriquecer um alimento: por exemplo, a composição do leite (que é uma importante fonte de proteínas para o consumo humano e animal) pode modificar-se mediante transgénese, adicionando genes exógenos e inactivando genes endógenos para melhorar o seu valor nutricional, reduzir infecções nas glândulas mamárias, proporcionar aos consumidores proteínas antipatogénicas e preparar proteínas recombinantes para o uso farmacêutico. [ 130 ] [ 131 ] útil para melhorar a resistência do organismo transformado: por exemplo, em plantas podem-se introduzir genes que conferem resistência a agentes patogénicos (vírus, insectos, fungos), assim como a agentes estressantes abióticos (salinidade, seca, metais pesados). [ 132 ] [ 133 ] [ 134 ] Medicina Forense [ editar | editar código-fonte ] A Medicina Forense pode utilizar o ADN presente no sangue , no sémen , na pele , na saliva ou em pelos existentes na cena de um crime para identificar o responsável. Esta técnica denomina-se impressão genética ou perfil de ADN . Ao realizar a impressão genética, compara-se o comprimento de secções altamente variáveis do ADN repetitivo, como os microssatélites , entre pessoas diferentes. Este método é muito fiável para identificar um criminoso. [ 135 ] No entanto, a identificação pode complicar-se se a cena do crime estiver contaminada com ADN de pessoas diferentes. [ 136 ] A técnica da impressão genética foi desenvolvida em 1984 pelo geneticista britânico Sir Alec Jeffreys , [ 137 ] e utilizada pela primeira vez para condenar Colin Pitchfork por causa dos assassinatos de Narborough (Reino Unido) em 1983 e 1986. [ 138 ] Pode-se requerer às pessoas acusadas de certos tipos de crimes que cedam uma amostra de ADN para ser introduzida numa base de dados. Isto tem facilitado o trabalho dos investigadores na resolução de casos antigos, onde só se obteve uma amostra de ADN da cena do crime, em alguns casos permitindo exonerar um convicto. A impressão genética também pode ser utilizado para identificar vítimas de acidentes em massa, [ 139 ] ou para realizar provas de consanguinidade. [ 140 ] Bioinformática [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Bioinformática A Bioinformática implica a manipulação, busca e extracção de informação dos dados da sequência do ADN. O desenvolvimento das técnicas para armazenar e procurar sequências de ADN gerou avanços no desenvolvimento de software para computadores, com muitas aplicações, especialmente algoritmos de busca de frases , aprendizagem automática e teorias de bases de dados . [ 141 ] A busca de frases ou algoritmos de coincidências, que procuram a ocorrência de uma sequência de letras dentro de uma sequência de letras maior, desenvolveu-se para buscar sequências específicas de nucleótidos. [ 142 ] Em outras aplicações como editores de textos , inclusive algoritmos simples podem funcionar, mas as sequências de ADN podem gerar que estes algoritmos apresentem um comportamento de quase o pior caso , devido ao baixo número de carácteres. O problema relacionado do alinhamento de sequências procura identificar sequências homólogas e localizar mutações específicas que as diferenciam. Estas técnicas, fundamentalmente o alinhamento múltiplo de sequências , utilizam-se ao estudar as relações filogenéticas e a função das proteínas. [ 143 ] As colecções de dados que representam sequências do ADN do tamanho de um genoma, tais como as produzidas pelo Projecto Genoma Humano , são difíceis de utilizar sem notações que marcam a localização dos genes e dos elementos reguladores em cada cromossoma. As regiões de ADN que têm padrões associados com genes codificantes de proteínas ou ARN podem identificar-se por algoritmos de localização de genes , o que permite aos investigadores predizer a presença de produtos génicos específicos num organismo mesmo antes que se tenha isolado experimentalmente. [ 144 ] Nanotecnologia de ADN [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Nanotecnologia A nanotecnologia de ADN utiliza as propriedades únicas de reconhecimento molecular de ADN e outros ácidos nucleicos para criar complexos ramificados auto-ensamblados com propriedades úteis. Neste caso, o ADN utiliza-se como um material estrutural, mais que como um portador de informação biológica. [ 145 ] Isto conduziu à criação de lâminas periódicas de duas dimensões (ambas baseadas em azulejos, assim como usando o método de 'ADN origami'), para além de estruturas em três dimensões em forma de poliedros . [ 146 ] História e antropologia [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Filogenia , Genealogia molecular O ADN armazena mutações conservadas com o tempo e portanto contém informação histórica. Comparando sequências de ADN, os geneticistas podem inferir a história evolutiva dos organismos, a sua filogenia . [ 147 ] O campo da filogenia é uma ferramenta potente na biologia evolutiva . Se se compararem as sequências de ADN dentro de uma espécie, os geneticistas de populações podem conhecer a história de populações particulares. Isto pode-se utilizar numa ampla variedade de estudos, desde ecologia até antropologia . por exemplo, evidência baseada na análise de ADN está a ser utilizada para identificar as Dez Tribos Perdidas de Israel. [ 148 ] [ 149 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Ácido ribonucleico Exão Gene Intrão Proteína Sequência de ADN Transcrição Referências ↑ a b c d e f Bruce Alberts,Alexander Johnson, Julian Lewis, Kazuo, Martin Raff, Keith Roberts, and Peter Walters (2002). Molecular Biology of the Cell. Fourth Edition . Nova Iorque e Londres: Garland Science. ISBN 0-8153-3218-1 !CS1 manut: Usa parâmetro autores ( link ) ↑ Butler, John M. (2001) Forensic DNA Typing 'Elsevier'. pp. 14–15. ISBN 978-0-12-147951-0 . ↑ Mandelkern M, Elias J, Eden D, Crothers D (1981). «The dimensions of DNA in solution». J Mol Biol . 152 (1): 153–61. PMID 7338906 !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores ( link ) ↑ Gregory S. et al. (2006). «The DNA sequence and biological annotation of human chromosome 1». Nature . 441 (7091): 315–21. PMID 16710414 !CS1 manut: Uso explícito de et al. ( link ) ↑ Watson J, Crick F (1953). «Molecular structure of nucleic acids. a structure for deoxyribose nucleic acid» (PDF) . 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Biologia. José Mariano Amabis, Gilberto Rodriges Martho. 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(2003) 'Quiet debut for the double helix' Nature 421 (January 23): 402–405. guia básico animado de clonagem de ADN (em inglês ) DNA the Double Helix Game (em inglês ) - Do sítio oficial do Prémio Nobel v • e Ácidos nucleicos Bases nitrogenadas Adenina Timina Uracilo Guanina Citosina Purina Pirimidina Nucleosídeos Adenosina Uridina Guanosina Citidina Desoxiadenosina Timidina Desoxiguanosina Desoxicitidina Inosina Nucleotídeos AMP UMP GMP CMP ADP UDP GDP CDP ATP UTP GTP CTP AMPc GMPc Desoxinucleotídeos dAMP dTMP dUMP dGMP dCMP dADP dTDP dUDP dGDP dCDP dATP dTTP dUTP dGTP dCTP Ácidos nucleicos DNA RNA PNA RNAm miRNA RNAr RNAt DNAmt Oligonucleotídeo Portal da medicina Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ácido_desoxirribonucleico&oldid=50865097 ' Categorias : DNA Genética Clonagem Genética humana Genética molecular Cromossomas Biologia celular Palavras longas Categorias ocultas: !CS1 manut: Usa parâmetro autores !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores !CS1 manut: Uso explícito de et al. !CS1 inglês-fontes em língua (en) !Páginas que usam links mágicos ISBN !Páginas que usam links mágicos PMID !Artigos destacados !Artigos bons na Wikipédia em dinamarquês !Artigos destacados na Wikipédia em armênio !Artigos destacados na Wikipédia em catalão !Artigos destacados na Wikipédia em russo !Artigos destacados na Wikipédia em ucraniano !Artigos destacados na Wikipédia em galego !Artigos destacados na Wikipédia em croata !Artigos destacados na Wikipédia em sérvio !Artigos destacados na Wikipédia em alemão !Artigos destacados na Wikipédia em turco !Artigos bons na Wikipédia em basco !Artigos destacados na Wikipédia em inglês !Artigos bons na Wikipédia em eslovaco !Artigos destacados na Wikipédia em flamengo ocidental !Artigos destacados na Wikipédia em tcheco !Artigos destacados na Wikipédia em vietnamita !Artigos destacados na Wikipédia em espanhol !Artigos destacados na Wikipédia em georgiano Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Afrikaans Alemannisch አማርኛ Aragonés العربية مصرى অসমীয়া Asturianu Azərbaycanca Башҡортса Žemaitėška Беларуская Беларуская (тарашкевіца)‎ Български Bahasa Banjar বাংলা Brezhoneg Bosanski Буряад Català Mìng-dĕ̤ng-ngṳ̄ کوردی Čeština Cymraeg Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Føroyskt Français Nordfriisk Furlan Gaeilge Galego 客家語/Hak-kâ-ngî עברית हिन्दी Fiji Hindi Hrvatski Kreyòl ayisyen Magyar Հայերեն Interlingua Bahasa Indonesia Ilokano Íslenska Italiano 日本語 Patois Basa Jawa ქართული Қазақша ಕನ್ನಡ 한국어 Kurdî Кыргызча Latina Лезги Limburgs Lumbaart ລາວ Lietuvių Latviešu Malagasy Македонски മലയാളം Монгол मराठी Bahasa Melayu မြန်မာဘာသာ नेपाली नेपाल भाषा Nederlands Norsk nynorsk Norsk Novial Occitan Oromoo ਪੰਜਾਬੀ Kapampangan Papiamentu Deitsch Polski Piemontèis پنجابی پښتو Română Русский Русиньскый Саха тыла Sicilianu Scots Srpskohrvatski / српскохрватски සිංහල Simple English Slovenčina Slovenščina Soomaaliga Shqip Српски / srpski Seeltersk Basa Sunda Svenska Kiswahili தமிழ் తెలుగు Тоҷикӣ ไทย Tagalog Türkçe Татарча/tatarça ئۇيغۇرچە / Uyghurche Українська اردو Oʻzbekcha/ўзбекча Tiếng Việt West-Vlams Walon Winaray 吴语 ייִדיש Yorùbá 中文 文言 Bân-lâm-gú 粵語 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 05h21min de 28 de dezembro de 2017. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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Nossa Política de Privacidade - The Walt Disney Privacy Center Skip to content Skip to navigation × cancel Escolha seu país e idioma Pesquisar países Pesquisar idiomas Salvar br Brazil (Brasil) Português Pesquisar Toggle navigation Toggle navigation Toggle navigation Pesquisar Nossa Política de Privacidade Nossa Política de Privacidade Para responsáveis Para responsáveis Política de Privacidade para Crianças Segurança na Internet Controles de privacidade Controles de privacidade Rastreamento e publicidade on-line Opções de comunicação Fale conosco Fale conosco Pesquisar Nossa Política de Privacidade Data de Entrada em Vigor: 2016/10/18 Esta Política de Privacidade descreve o tratamento de informações fornecidas ou recolhidas nos sites onde esta Política de Privacidade está publicada. Também explica o tratamento das informações proporcionadas ou recolhidas em aplicações que disponibilizamos em sites ou plataformas de terceiros se divulgadas a si em ligação à utilização da aplicação <p>Uma aplicação é um programa ou serviço operado por nós (ou em nosso nome) que pode ser exibido em várias plataformas on-line, móveis ou outros ambientes, incluindo aqueles operados por terceiros, que nos permite interagir directamente com os nossos utilizadores.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Aplicação'>Leia mais</a> . Seguimos esta Política de Privacidade, de acordo com a legislação local dos lugares onde operamos. Expandir tudo Ocultar tudo Accordion Toggle 1. TIPOS DE INFORMAÇÕES QUE RECOLHEMOS Recolhemos dois tipos básicos de informação – informações pessoais <p>Informações pessoais significam informações que identificam (directa ou indirectamente) um indivíduo em particular, tal como o nome do indivíduo, o endereço postal, o endereço de e-mail e o número de telefone. Quando uma informação anónima for directamente ou indirectamente associada a informações pessoais, estas informações anónimas são também tratadas como informação pessoal.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Informações-pessoais'>Leia mais</a> e informações anónimas – e poderemos utilizar informações pessoais e anónimas para criar um terceiro tipo de informação, informação agregada <p>Informação agregada significa informações sobre grupos ou categorias de utilizadores, que não identificam e não podem ser razoavelmente utilizadas para identificar um utilizador específico.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Informação-agregada'>Leia mais</a> . Recolhemos as seguintes categorias de informação: Informações de registo que fornece ao criar uma conta, incluindo o seu nome e sobrenome, país de residência, sexo, data de nascimento, endereço de e-mail, nome de utilizador e palavra-passe Informações de transacção que fornece quando solicita informações ou compra um dos nossos produtos ou serviços, quer seja nos nossos sites ou através das nossas aplicações, incluindo o seu endereço postal, número de telefone e informações de pagamento Informações que fornece em fóruns públicos <p>Os nossos sites e aplicações podem oferecer fóruns de discussão, páginas de conversação, blogues, salas de chat, ambientes de rede social, páginas de perfil e outros fóruns que não têm um público restrito. Se fornecer informações pessoais quando utilizar qualquer um destes recursos, tais informações pessoais podem ser divulgadas publicamente e reveladas sem limitação quanto ao seu uso por nós ou por terceiros. Para solicitar a remoção da sua informação pessoal de um fórum público num dos nossos sites ou aplicações, entre em contacto com o Serviço de Atendimento ao Cliente.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Fóruns-Públicos'>Leia mais</a> nos nossos sites e aplicações Informações enviadas de um para um ou dentro de um grupo limitado utilizando a nossa funcionalidade de mensagem, chat, publicação ou funcionalidade similar, onde nos é permitido por lei recolher essa informação Informações que nos fornece quando utiliza os nossos sites e aplicações, as nossas aplicações em sites ou plataformas de terceiros, tais como sites de redes sociais ou quando cria um link do seu perfil num site ou numa plataforma de terceiros para a sua conta de registo Informações sobre locais quando você acessa nossos sites ou usa nossos aplicativos, incluindo informações sobre locais fornecidas por um dispositivo móvel interagindo com um dos nossos sites ou aplicativos (incluindo os com tecnologia beacon) ou associadas a um endereço IP, no qual estamos autorizados por lei a processar estas informações. Dados de utilização, visualização e técnicos, incluindo o seu identificador de dispositivo ou endereço de IP, quando visita os nossos sites, utiliza as nossas aplicações em sites ou plataforma de terceiros ou abre e-mails que enviamos Accordion Toggle 2. COMO RECOLHEMOS AS SUAS INFORMAÇÕES Recolhemos informações que nos fornece quando solicita os nossos produtos, serviços ou informações, se regista junto de nós, participa em fóruns públicos <p>Os nossos sites e aplicações podem oferecer fóruns de discussão, páginas de conversação, blogues, salas de chat, ambientes de rede social, páginas de perfil e outros fóruns que não têm um público restrito. Se fornecer informações pessoais quando utilizar qualquer um destes recursos, tais informações pessoais podem ser divulgadas publicamente e reveladas sem limitação quanto ao seu uso por nós ou por terceiros. Para solicitar a remoção da sua informação pessoal de um fórum público num dos nossos sites ou aplicações, entre em contacto com o Serviço de Atendimento ao Cliente.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Fóruns-Públicos'>Leia mais</a> ou noutras actividades nos nossos sites e aplicações, responde a inquéritos a utilizadores ou de outra forma interage connosco. Tenha em mente que quando nos fornece informações num site ou plataforma de terceiros (como através das nossas aplicações), as informações que fornece podem ser recolhidas separadamente pelo site ou plataforma de terceiros. As informações que recolhemos estão cobertas por esta Política de Privacidade e as informações que o site ou plataforma de terceiros recolhe estão sujeitas às práticas de privacidade do site ou plataforma de terceiros. As opções de privacidade que efectuou no site ou plataforma de terceiros não se aplicam à nossa utilização das informações que recolhemos directamente através das nossas aplicações. Recolhemos informações através de tecnologia, tal como cookies, Flash cookies e Web beacons, inclusive quando visita os nossos sites e aplicações ou utiliza as nossas aplicações em sites ou plataformas de terceiros. Visite Rastreamento e Publicidade On-line para obter mais informações, inclusive sobre como desactivar os cookies. Adquirimos informações de outras fontes fidedignas para actualizar ou complementar as informações que nos forneceu ou que recolhemos automaticamente. A legislação local pode exigir que autorize os terceiros a partilharem as suas informações connosco antes que possamos adquiri-las. Accordion Toggle 3. UTILIZAÇÃO DAS SUAS INFORMAÇÕES PELO GRUPO DE EMPRESAS WALT DISNEY Um membro <p>Membro significa uma subsidiária ou entidade afiliada ao Grupo de Empresas Walt Disney.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Membro'>Leia mais</a> do Grupo de Empresas Walt Disney, que inclui muitas marcas diferentes, será o controlador de dados <p>O controlador de dados é a subsidiária ou entidade afiliada ao Grupo de Empresas Walt Disney, responsável pelas informações pessoais recolhidas de sites e aplicações, conforme se segue: Disney Club Penguin Island Disney Canada Inc. 1628 Dickson Avenue, Suite 500 Kelowna, British Columbia V1Y 9X1 CANADA support@clubpenguinisland.com Todos os outros sites e aplicativos Se você mora na Europa, no Oriente Médio ou na África: The Walt Disney Company Limited (Company Number 530051) 3 Queen Caroline Street Hammersmith London W6 9PE help@disney.co.uk EUA, Canadá e demais países do mundo: Disney Interactive 500 South Buena Vista Street Mail Code 7667 Burbank, CA 91521-7667 United States of America Guest Services</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Controlador-de-dados'>Leia mais</a> das suas informações. O(s) controlador(es) de dados responsável(is) pelas informações pode(m) ser encontrado(s) aqui. Outros membros do Grupo de Empresas Walt Disney podem ter acesso às suas informações, quando realizam serviços em nome do(s) controlador(es) de dados (como um processador de dados <p>O processador de dados é uma pessoa ou entidade que processa informação pessoal em nome de um controlador de dados (ou controladores de dados) e a que só é permitido executar o processamento de dados de acordo com as instruções do(s) controlador(es) de dados (s).</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Processador-de-dados'>Leia mais</a> ) e, a menos que seja proibido ao abrigo da legislação aplicável, para o seu próprio uso (como um controlador de dados) para os seguintes fins: Proporcionar-lhe os produtos e serviços solicitados Comunicar consigo sobre a sua conta ou transacções connosco e enviar-lhe informações sobre funções nos nossos sites e aplicações ou alterações às nossas políticas Escolhas e controlos que podem estar disponíveis para si de acordo com a legislação local: Enviar-lhe ofertas e promoções para os nossos produtos e serviços ou produtos e serviços de terceiros Personalize conteúdo e experiências Fornecer-lhe publicidade com base na sua actividade nos nossos sites e aplicações e nos sites e aplicações de terceiros. Para ficar a saber mais sobre como utilizamos as suas informações para a personalização e rastreamento, visite Rastreamento e Publicidade On-line . Optimizar ou melhorar os nossos produtos, serviços e operações Detectar, investigar e prevenir actividades que possam violar as nossas políticas ou que sejam ilegais Accordion Toggle 4. PARTILHAR AS SUAS INFORMAÇÕES COM OUTRAS EMPRESAS Não partilharemos as suas informações pessoais <p>Informações pessoais significam informações que identificam (directa ou indirectamente) um indivíduo em particular, tal como o nome do indivíduo, o endereço postal, o endereço de e-mail e o número de telefone. Quando uma informação anónima for directamente ou indirectamente associada a informações pessoais, estas informações anónimas são também tratadas como informação pessoal.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Informações-pessoais'>Leia mais</a> fora do Grupo de Empresas Walt Disney excepto em circunstâncias limitadas, incluindo: Quando nos permite partilhar as suas informações pessoais com outra empresa, tais como: Escolher partilhar as suas informações pessoais com empresas cuidadosamente seleccionadas para que possam enviar-lhe ofertas e promoções sobre os seus produtos e serviços Indicar-nos que partilhemos as suas informações pessoais com sites ou plataformas de terceiros, tais como sites de redes sociais Note que, depois de partilhamos as suas informações pessoais com outra empresa, as informações recebidas pela outra empresa ficam sujeitas às práticas de privacidade da outra empresa. Quando cooperamos com instituições financeiras para lhe oferecer produtos ou serviços associados às nossas marcas, como os nossos Cartões Disney Visa Rewards com duas marcas. no entanto, só o faremos se for permitido pela legislação aplicável e, nestes casos, as instituições financeiras estão proibidas de utilizar as suas informações pessoais para outros fins que não aqueles relacionados com os produtos ou serviços associados às nossas marcas Quando empresas prestam serviços em nosso nome, como entrega de pacotes e serviço ao cliente. no entanto, estas empresas estão proibidas de utilizar as suas informações pessoais para outros fins que não aqueles solicitados por nós ou exigidos por lei Quando partilhamos informações pessoais com terceiros em ligação à venda de uma empresa, para que os nossos Termos de Utilização ou regras sejam aplicados, para garantir a segurança e a protecção dos nossos utilizadores e de terceiros, para proteger os nossos direitos e propriedade e os direitos e propriedade dos nossos clientes e de terceiros, para obedecer a um processo jurídico ou em outros casos, se acreditarmos de boa fé que a divulgação seja exigida por lei Accordion Toggle 5. OS SEUS CONTROLOS E ESCOLHAS Proporcionamos-lhe a capacidade de exercer certos controlos e escolhas relativamente à nossa recolha, utilização e partilha das suas informações. De acordo com a legislação local, os controlos e as escolhas podem incluir: Poder corrigir, actualizar e eliminar a sua conta de registo Poder alterar as suas opções de subscrição, newsletters e alertas Poder escolher se deseja receber, da nossa parte, ofertas e promoções dos nossos produtos e serviços ou produtos e serviços que pensamos ser do seu interesse Poder escolher se partilhamos as suas informações pessoais <p>Informações pessoais significam informações que identificam (directa ou indirectamente) um indivíduo em particular, tal como o nome do indivíduo, o endereço postal, o endereço de e-mail e o número de telefone. Quando uma informação anónima for directamente ou indirectamente associada a informações pessoais, estas informações anónimas são também tratadas como informação pessoal.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Informações-pessoais'>Leia mais</a> com outras empresas para que possam enviar-lhe ofertas e promoções sobre os seus produtos e serviços Poder escolher se deseja receber publicidade específica de diversas redes de publicidade, trocas de dados, análise de marketing e outros prestadores de serviços aqui Você pode solicitar acesso às informações pessoais que armazenamos sobre você e pedir a correção ou exclusão das mesmas Pode exercer os seus controlos e escolhas ou requerer acesso às suas informações pessoais, visitando Escolhas de Comunicação, entrando em contacto com o Serviço de Atendimento ao Cliente, ou seguindo as instruções fornecidas nas comunicações que lhe são enviadas. Saiba que, se não nos permitir recolher as suas informações pessoais, poderemos não ser capazes de lhe oferecer alguns produtos e serviços e alguns dos nossos serviços podem não ser capazes de acomodar os seus interesses e preferências. Se tiver dúvidas sobre quais das suas informações pessoais nós processamos ou retemos, entre em contacto com o Serviço de Atendimento ao Cliente . Accordion Toggle 6. PRIVACIDADE DE CRIANÇAS Reconhecemos a necessidade de fornecer maiores protecções de privacidade no que concerne às informações pessoais <p>Informações pessoais significam informações que identificam (directa ou indirectamente) um indivíduo em particular, tal como o nome do indivíduo, o endereço postal, o endereço de e-mail e o número de telefone. Quando uma informação anónima for directamente ou indirectamente associada a informações pessoais, estas informações anónimas são também tratadas como informação pessoal.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Informações-pessoais'>Leia mais</a> que podemos recolher de criançasnos nossos sites e aplicações. Algumas das características dos nossos sites e aplicações incluem restrição de idade para que estes não estejam disponíveis para utilização por parte de crianças <p>Crianças significa indivíduos que identificamos como não tendo idade legal para autorizar a recolha e processamento dos seus dados pessoais. Nos Estados Unidos e na América Latina, o termo “crianças” refere-se a indivíduos menores de 13 anos de idade.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Crianças'>Leia mais</a> , e não recolhemos intencionalmente informações pessoais de crianças em ligação a estes recursos. Quando pretendemos recolher informações pessoais de crianças, tomamos medidas adicionais para proteger a privacidade das crianças, incluindo: Notificar os pais <p>Pais significa um dos pais ou tutor legal.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Pais'>Leia mais</a> sobre as nossas práticas de informação no que diz respeito às crianças, incluindo os tipos de informações pessoais que podemos recolher das crianças, como podemos utilizar tais informações e se e com quem podemos partilhar estas informações Obter o consentimento dos pais para a recolha de informações pessoais dos seus filhos ou para o envio de informações sobre os nossos produtos e serviços directamente aos seus filhos, de acordo com a legislação aplicável Limitar a nossa recolha de informações pessoais de crianças a não mais do que seja razoavelmente necessário para que participem numa actividade on-line Dar aos pais o acesso ou a possibilidade de solicitarem o acesso a informações pessoais que recolhemos dos seus filhos e a possibilidade de solicitar que as informações pessoais sejam alteradas ou eliminadas Para obter mais informações sobre as nossas práticas nos Estados Unidos e América Latina sobre as informações pessoais de crianças, leia nossa Política de Privacidade de Crianças . Accordion Toggle 7. SEGURANÇA, INTEGRIDADE E RETENÇÃO DE DADOS A segurança, integridade e confidencialidade das suas informações são extremamente importantes para nós. Implementamos medidas de segurança técnicas, administrativas e físicas que são projectadas para proteger as informações dos utilizadores do acesso não autorizado, divulgação, utilização e modificação. De tempos a tempos, revemos os nossos procedimentos de segurança com vista a considerar novas tecnologias e métodos apropriados. No entanto, saiba que, apesar dos nossos melhores esforços, nenhuma medida de segurança é perfeita ou impenetrável. Reteremos suas informações pessoais <p>Informações pessoais significam informações que identificam (directa ou indirectamente) um indivíduo em particular, tal como o nome do indivíduo, o endereço postal, o endereço de e-mail e o número de telefone. Quando uma informação anónima for directamente ou indirectamente associada a informações pessoais, estas informações anónimas são também tratadas como informação pessoal.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Informações-pessoais'>Leia mais</a> pelo tempo necessário para cumprir os objetivos estabelecidos na política de privacidade, a não ser que um período maior de retenção seja necessário ou permitido por lei. Accordion Toggle 8. TRANSFERÊNCIAS DE DADOS, ARMAZENAMENTO E PROCESSAMENTO GLOBAL Operamos globalmente e podemos transferir suas informações pessoais <p>Informações pessoais significam informações que identificam (directa ou indirectamente) um indivíduo em particular, tal como o nome do indivíduo, o endereço postal, o endereço de e-mail e o número de telefone. Quando uma informação anónima for directamente ou indirectamente associada a informações pessoais, estas informações anónimas são também tratadas como informação pessoal.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Informações-pessoais'>Leia mais</a> para empresas individuais do Grupo de Empresas Walt Disney ou terceiros em locais ao redor do mundo para os fins descritos nesta política de privacidade. Sempre que suas informações pessoais forem transferidas, armazenadas ou processadas por nós, tomaremos as medidas cabíveis para proteger a privacidade de suas informações pessoais. Além disso, ao usar ou divulgar informações pessoais transferidas da União Europeia, usamos cláusulas contratuais padrão aprovadas pela Comissão Europeia, adotamos outras medidas regulamentadas pela União Europeia para garantir a proteção adequada ou obtemos seu consentimento. Também aplicamos os requisitos essenciais de cláusulas contratuais padrão ao transferirmos informações pessoais da Austrália. Accordion Toggle 9. ALTERAÇÕES A ESTA POLÍTICA DE PRIVACIDADE De tempos a tempos, podemos alterar esta política de privacidade para acomodar novas tecnologias, práticas do sector, requisitos regulamentares ou para outros fins. Fornecer-lhe-emos uma notificação <p>A notificação poderá ser-lhe feita através de e-mail para o último endereço de e-mail que nos forneceu. através de publicação de notificação sobre tal alteração nos nossos sites e aplicações ou por outros meios de acordo com a legislação aplicável.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Notificação'>Leia mais</a> se essas mudanças forem substanciais e, quando exigido pela legislação aplicável, obteremos o seu consentimento. Accordion Toggle 10. COMENTÁRIOS E PERGUNTAS Se isso tiver um comentário ou dúvida sobre esta política de privacidade, entre em contato com o pessoais. Aviso aos moradores da Califórnia: se você reside na Califórnia, pode ter alguns direitos adicionais. A Seção 1798.83 do Código Civil da Califórnia permite que você solicite informações sobre a divulgação de suas informações pessoais <p>Informações pessoais significam informações que identificam (directa ou indirectamente) um indivíduo em particular, tal como o nome do indivíduo, o endereço postal, o endereço de e-mail e o número de telefone. Quando uma informação anónima for directamente ou indirectamente associada a informações pessoais, estas informações anónimas são também tratadas como informação pessoal.</p><a href='https://privacy.thewaltdisneycompany.com/pt-br/definicoes/#Informações-pessoais'>Leia mais</a> por alguns membros do Grupo de Empresas Walt Disney a terceiros para fins de marketing direto de terceiros. A Seção 22581 do Código de Negócios e Profissões da Califórnia permite que usuários registrados menores de idade solicitem e obtenham a exclusão de determinado conteúdo publicado. Visite nossa página sobre Direitos de Privacidade na Califórnia para obter mais informações. Accordion Toggle Definições Definições Política de Privacidade para Crianças O Grupo de Empresas Walt Disney (The Walt Disney Family of Companies, TWDC), incluindo o Club Penguin e o MarvelKids, tem o compromisso de proteger a privacidade das crianças que usam nossos sites e aplicativos. Leia mais Política de Privacidade para Crianças © Disney. All rights reserved Interest-Based Ads Children’s Online Privacy Policy Your California Privacy Rights Terms of Use Privacy Policy Voltar ao início back-to-top



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Certamente houve erros, mas a posição de sucesso em que se encontram hoje mostra que os acertos foram em maior número. Tais princípios foram praticados por gerações e gerações de maneira intuitiva, sem que estivessem formalizados ordenadamente num código. Cada uma de nossas redações sempre esteve imbuída deles, e todas puderam, até aqui, se pautar por eles. Por que, então, formalizá-los neste documento? Com a consolidação da Era Digital, em que o indivíduo isolado tem facilmente acesso a uma audiência potencialmente ampla para divulgar o que quer que seja, nota-se certa confusão entre o que é ou não jornalismo, quem é ou não jornalista, como se deve ou não proceder quando se tem em mente produzir informação de qualidade. A Era Digital é absolutamente bem-vinda, e, mais ainda, essa multidão de indivíduos (isolados ou mesmo em grupo) que utiliza a internet para se comunicar e se expressar livremente. Ao mesmo tempo, porém, ela obriga a que todas as empresas que se dedicam a fazer jornalismo expressem de maneira formal os princípios que seguem cotidianamente. O objetivo é não somente diferenciar-se, mas facilitar o julgamento do público sobre o trabalho dos veículos, permitindo, de forma transparente, que qualquer um verifique se a prática é condizente com a crença. As Organizações Globo [hoje Grupo Globo] , diante dessa necessidade, oferecem ao público o documento “Princípios Editoriais das Organizações Globo” [hoje “Princípios Editoriais do Grupo Globo”] . É possível que, para a maioria, ele não traga novidades. Se isso acontecer, será algo positivo: um sinal de que a maior parte das pessoas reconhece uma informação de qualidade, mesmo neste mundo em que basta ter um computador conectado à internet para se comunicar. Desde logo, é preciso esclarecer que não se tratou de elaborar um manual de redação. O que se pretendeu foi explicitar o que é imprescindível ao exercício, com integridade, da prática jornalística, para que, a partir dessa base, os veículos das Organizações Globo [hoje Grupo Globo] possam atualizar ou construir os seus manuais, consideradas as especificidades de cada um. O trabalho tem o preâmbulo “Breve definição de jornalismo” e três seções: a) Os atributos da informação de qualidade. b) Como o jornalista deve proceder diante das fontes, do público, dos colegas e do veículo para o qual trabalha. c) Os valores cuja defesa é um imperativo do jornalismo. O documento resultou de muita reflexão, e sua matéria-prima foi a nossa experiência cotidiana de quase nove décadas. Levou em conta os nossos acertos, para que sejam reiterados, mas também os nossos erros, para que seja possível evitá-los. O que nele está escrito é um compromisso com o público, que agora assinamos em nosso nome e de nossos filhos e netos. Rio de Janeiro, 6 de agosto de 2011 Roberto Irineu Marinho João Roberto Marinho José Roberto Marinho >> volte ao topo da página BREVE DEFINIÇÃO DE JORNALISMO De todas as definições possíveis de jornalismo, a que o Grupo Globo adota é esta: jornalismo é o conjunto de atividades que, seguindo certas regras e princípios, produz um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas. Qualquer fato e qualquer pessoa: uma crise política grave, decisões governamentais com grande impacto na sociedade, uma guerra, uma descoberta científica, um desastre ambiental, mas também a narrativa de um atropelamento numa esquina movimentada, o surgimento de um buraco na rua, a descrição de um assalto à loja da esquina, um casamento real na Europa, as novas regras para a declaração do Imposto de Renda ou mesmo a biografia das celebridades instantâneas. O jornalismo é aquela atividade que permite um primeiro conhecimento de todos esses fenômenos, os complexos e os simples, com um grau aceitável de fidedignidade e correção, levando-se em conta o momento e as circunstâncias em que ocorrem. É, portanto, uma forma de apreensão da realidade. Antes, costumava-se dizer que o jornalismo era a busca pela verdade dos fatos. Com a popularização confusa de uma discussão que remonta ao surgimento da filosofia (existe uma verdade e, se existe, é possível alcançá-la?), essa definição clássica passou a ser vítima de toda sorte de mal-entendidos. A simplificação chegou a tal ponto que, hoje, não é raro ouvir que, não existindo nem verdade nem objetividade, o jornalismo como busca da verdade não passa de uma utopia. É um entendimento equivocado. Não se trata aqui de enveredar por uma discussão sem fim, mas a tradição filosófica mais densa dirá que a verdade pode ser inesgotável, inalcançável em sua plenitude, mas existe. e que, se a objetividade total certamente não é possível, há técnicas que permitem ao homem, na busca pelo conhecimento, minimizar a graus aceitáveis o subjetivismo. É para contornar essa simplificação em torno da “verdade” que se opta aqui por definir o jornalismo como uma atividade que produz conhecimento. Um conhecimento que será constantemente aprofundado, primeiro pelo próprio jornalismo, em reportagens analíticas de maior fôlego, e, depois, pelas ciências sociais, em especial pela História. Quando uma crise política eclode, por exemplo, o entendimento que se tem dela é superficial, mas ele vai se adensando ao longo do tempo, com fatos que vão sendo descobertos, investigações que vão sendo feitas, personagens que resolvem falar. A crise só será mais bem entendida, porém, e jamais totalmente, anos depois, quando trabalhada por historiadores, com o estudo de documentos inacessíveis no momento em que ela surgiu. Dizer, portanto, que o jornalismo produz conhecimento, um primeiro conhecimento, é o mesmo que dizer que busca a verdade dos fatos, mas traduz com mais humildade o caráter da atividade. E evita confusões. Dito isso, fica mais fácil dar um passo adiante. Pratica jornalismo todo veículo cujo propósito central seja conhecer, produzir conhecimento, informar. O veículo cujo objetivo central seja convencer, atrair adeptos, defender uma causa faz propaganda. Um está na órbita do conhecimento. o outro, da luta político-ideológica. Um jornal de um partido político, por exemplo, não deixa de ser um jornal, mas não pratica jornalismo, não como aqui definido: noticia os fatos, analisa-os, opina, mas sempre por um prisma, sempre com um viés, o viés do partido. E sempre com um propósito: o de conquistar seguidores. Faz propaganda. Algo bem diverso de um jornal generalista de informação: este noticia os fatos, analisa-os, opina, mas com a intenção consciente de não ter um viés, de tentar traduzir a realidade, no limite das possibilidades, livre de prismas. Produz conhecimento. O Grupo Globo terá sempre e apenas veículos cujo propósito seja conhecer, produzir conhecimento, informar. É claro que um jornal impresso, uma revista, um telejornal, um noticiário de rádio e um site noticioso na internet podem ter diversas seções e abrigam muitos gêneros: o noticiário propriamente dito, os editoriais com a opinião do veículo, análises de especialistas, artigos opinativos de colaboradores, cronistas, críticos. E é igualmente evidente que a opinião do veículo vê a realidade sob o prisma das crenças e valores do próprio veículo. Da mesma forma, um cronista comentará a realidade impregnado de seu subjetivismo, assim como os articulistas convidados a fazer as análises. Livre de prismas e de vieses, pelo menos em intenção, restará apenas o noticiário. Mas, se de fato o objetivo do veículo for conhecer, informar, haverá um esforço consciente para que a sua opinião seja contradita por outras e para que haja cronistas, articulistas e analistas de várias tendências. Em resumo, portanto, jornalismo é uma atividade cujo propósito central é produzir um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas. >> volte ao topo da página SEÇÃO I OS ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE QUALIDADE Para que o jornalismo produza conhecimento, que princípios deve seguir? O trabalho jornalístico tem de ser feito buscando-se isenção, correção e agilidade. Porque só tem valor a informação jornalística que seja isenta, correta e prestada com rapidez, os seus três atributos de qualidade. 1) A isenção: Isenção é a palavra-chave em jornalismo. E tão problemática quanto “verdade”. Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade. Diante, porém, da pergunta eterna – é possível ter 100% de isenção? – a resposta é um simples não. Assim como a verdade é inexaurível, é impossível que alguém possa se despir totalmente do seu subjetivismo. Isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção. É possível, desde que haja um esforço consciente do veículo e de seus profissionais para que isso aconteça. E que certos princípios sejam seguidos. São eles: a) Os veículos jornalísticos do Grupo Globo devem ter a isenção como um objetivo consciente e formalmente declarado. Todos os seus níveis hierárquicos, nos vários departamentos, devem levar em conta este objetivo em todas as decisões. b) Na apuração, edição e publicação de uma reportagem, seja ela factual ou analítica, os diversos ângulos que cercam os acontecimentos que ela busca retratar ou analisar devem ser abordados. O contraditório deve ser sempre acolhido, o que implica dizer que todos os diretamente envolvidos no assunto têm direito à sua versão sobre os fatos, à expressão de seus pontos de vista ou a dar as explicações que considerarem convenientes. c) Isso não quer dizer que o relato e/ou a análise de fatos serão sempre uma justaposição de versões. Ao contrário, o jornalista deve se esforçar para deixar claro o que realmente aconteceu, quando isso for possível. Se uma apuração, durante a qual se ouvem várias fontes, estabelecer como fato que certa autoridade disse isso ou aquilo durante uma reunião fechada, o relato deve ser assertivo, sem o uso do condicional. Será dito que “a autoridade disse isso e aquilo”, em vez de “a autoridade teria dito isso e aquilo”. Se a autoridade negar a afirmação publicamente, deve-se registrar a atitude, não para invalidar a apuração, mas porque a negativa passa a ser ela própria uma informação para o julgamento do público. O condicional só será usado quando a apuração não for suficiente para que o jornalista consolide uma convicção. d) Não pode haver assuntos tabus. Tudo aquilo que for de interesse público, tudo aquilo que for notícia, deve ser publicado, analisado, discutido. e) Ninguém pode ser perseguido por se recusar a participar de uma reportagem. da mesma forma, ninguém pode ser favorecido por fazê-lo. f) Todos os jornalistas envolvidos na apuração, edição e publicação de uma reportagem, em qualquer nível hierárquico, devem se esforçar ao máximo para deixar de lado suas idiossincrasias e gostos pessoais. Gostar ou não de um assunto ou personagem não é critério para que algo seja ou não publicado. O critério é ser notícia. g) A hierarquia, numa redação, é fundamental para que o trabalho jornalístico possa ser feito a tempo e a hora. E a decisão final caberá sempre àquele que estiver no comando. Ocupantes de cargos de chefia e direção devem, contudo, ter ouvidos abertos a críticas e argumentações contrárias. O trabalho jornalístico é essencialmente coletivo, e errarão menos aqueles que ouvirem mais. Porque aquilo que pode parecer certo, acima de dúvidas, confrontado com outros argumentos, pode se revelar apenas fruto de gosto pessoal, idiossincrasia ou preconceito. h) É imperativo que não haja filtros na composição das redações. Quanto mais diversa for uma redação – em termos de gostos, crenças, tendências políticas, orientação sexual, origens social e geográfica – mais isenta será a escolha dos assuntos a serem cobertos, discutidos e analisados, e mais abrangente a acolhida dos pontos de vista em torno deles. Esse objetivo não se alcança estabelecendo-se cotas, mas simplesmente evitando-se filtros. Os jornalistas devem ser escolhidos entre os mais capazes em suas áreas e funções, entre aqueles que têm a democracia e a liberdade de expressão como valores absolutos e universais. i) O Grupo Globo é apartidário, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. j) O Grupo Globo é laico, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. k) O Grupo Globo repudia todas as formas de preconceito, e seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. l) O Grupo Globo é independente de governos, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. m) O Grupo Globo é independente de grupos econômicos, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. Por esse motivo, as decisões editoriais sobre reportagens envolvendo anunciantes serão tomadas a partir dos mesmos critérios usados em relação aos que não sejam anunciantes. n) O Grupo Globo é entusiasta do Brasil, de sua diversidade, de sua cultura e de seu povo, tema principal de seus veículos. Isso em nenhuma hipótese abrirá espaço para a xenofobia ou desdém em relação a outros povos e culturas. o) Os jornalistas do Grupo Globo devem evitar situações que possam provocar dúvidas sobre o seu compromisso com a isenção. Por exemplo, pode acontecer que atividades sociais ou econômicas de parentes tenham impacto no trabalho cotidiano ou eventual dos jornalistas. É possível também que haja relação de amizade entre jornalistas e personalidades públicas ou personagens que estejam em destaque no noticiário ou que venham a estar. Em casos dessa natureza ou assemelhados, os jornalistas nessa situação devem comunicar o fato a seus superiores, que deverão encontrar meios de superar o conflito. Jornalistas em cargo de chefia ou que lidem diretamente com assuntos econômicos não podem fazer investimentos diretos em empresas ou em suas ações na Bolsa de Valores para que não venham a ser acusados de publicar reportagens positivas ou negativas sobre elas em benefício próprio (o investimento em fundos é permitido). De maneira geral, todo jornalista, na administração de seus investimentos, deve evitar negócios com empresas ou instituições cujas atividades cubra cotidianamente. Em caso de dúvida, a direção deve ser consultada. p) É inadmissível que jornalistas do Grupo Globo façam reportagens em benefício próprio ou que deixem de fazer aquelas que prejudiquem seus interesses. q) Os jornalistas do Grupo Globo não podem se engajar em campanhas políticas, de forma alguma: nelas trabalhando, anunciando publicamente apoio a candidatos ou usando adereços que os vinculem a partidos. Em seus manuais de redação, os veículos devem criar normas de quarentena para receber de volta jornalistas que tenham pedido demissão a fim de trabalhar para partidos, candidatos ou governos. r) Os veículos do Grupo Globo devem ser transparentes em suas ações e em seus propósitos. Isso significa que o público será sempre informado sobre as condições em que forem feitas reportagens que fujam ao padrão. Assim, para citar um exemplo, se for imperativo aceitar carona num avião governamental em determinada cobertura, isso será dito ao público claramente e, sempre que possível, o governo será ressarcido das despesas. Da mesma forma, quando uma decisão editorial provocar questionamentos relevantes, abrangentes e legítimos, os motivos que levaram a tal decisão devem ser esclarecidos. s) Os veículos do Grupo Globo estabelecerão normas, em seus manuais de redação, sobre como devem proceder seus jornalistas diante de convites e presentes. A regra geral é que nada de valor deve ser aceito. t) Todo esforço deve ser feito para que o público possa diferenciar o que é publicado como comentário, como opinião, do que é publicado como notícia, como informação. Fora do noticiário propriamente dito, os veículos do Grupo Globo buscarão ter um corpo de comentaristas, cronistas e colaboradores, fixos ou eventuais, que seja plural, representando o arco mais amplo de tendências legítimas em uma sociedade democrática. Articulistas, cronistas e colaboradores fixos têm de zelar para que os dados objetivos usados para sustentar suas opiniões estejam corretos. O mesmo deve acontecer com convidados, embora, neste caso, a responsabilidade pelo que é dito seja deles e não do veículo. u) Os jornalistas do Grupo Globo agirão sempre dentro da lei, procurando adaptar seus métodos de apuração ao arcabouço jurídico do país. Como o interesse público deve vir sempre em primeiro lugar, buscarão o auxílio de especialistas para que não sejam vítimas de interpretações superficiais da legislação. v) Uma pessoa poderá ser apresentada como suspeita de crime ou irregularidade quando investigações jornalísticas, feitas segundo os preceitos deste documento, assim permitirem. A reportagem terá de trazer a versão da pessoa acusada, de forma ampla, se ela se dispuser a falar. w) Denúncia anônima não é notícia. é pauta, mesmo se a fonte for uma autoridade pública: a denúncia deve ser investigada à exaustão antes de ser publicada (ver seção II item 4-e). x) Denúncias e acusações, feitas em entrevistas por pessoas devidamente identificadas, que desfrutem de credibilidade, seja pelo cargo que ocupam, seja pela história de vida, podem ser publicadas, sem investigação própria, mas, necessariamente, acompanhadas pela versão dos acusados, de preferência no mesmo dia, quando estes se dispuserem a falar. Denúncias feitas em entrevistas por pessoas sem credibilidade, como criminosos, por exemplo, mesmo se identificadas, devem ser exaustivamente investigadas, antes de ser publicadas. y) Uma reportagem pode legitimamente apresentar uma pessoa como suspeita de crime ou irregularidade quando a suspeição partir oficialmente de alguma autoridade pública e estiver registrada em documento ou entrevista. O anúncio oficial de que alguém é suspeito de crime ou irregularidade é um fato, que pode ser registrado dependendo de sua relevância para a sociedade. Ao jornalista, cabe informar sobre o estágio em que se encontram as investigações, devendo sempre cobrar os indícios que levaram a autoridade a sustentar suas suposições, publicando-os, acompanhados da versão da pessoa acusada, se ela se dispuser a falar. Se a autoridade errar e culpar um inocente, o fato deve ser publicado com o mesmo destaque, e a polícia deve ser cobrada por seus erros. z) Os veículos jornalísticos do Grupo Globo devem priorizar sempre suas próprias investigações e publicar o que resultar delas apenas se houver convicção formada de que a reportagem é legítima. Dessa forma, não é automática a publicação de repercussões sobre reportagens de outros veículos. Isso só deve ocorrer se o exame da reportagem produzir, de imediato, a convicção de que nela há elementos de verdade. Do contrário, é imperioso que haja investigação própria e, somente depois, se for o caso, repercutir a reportagem. Há ocasiões em que a mera publicação de uma reportagem produz efeitos instantâneos. Quando for assim, publicam-se os efeitos, descreve-se a reportagem, mas ressaltando-se a sua origem e de modo algum acolhendo-a como verdadeira. Tudo dependerá do caso, do assunto, do momento e dos efeitos que ela produzir. Mas pode-se dizer, de modo geral e a título de exemplo, que um ministro emitir uma nota respondendo a uma reportagem não é motivo suficiente para que um veículo do Grupo Globo a repercuta, antes de investigação própria. a queda do ministro, porém, sim, justifica a publicação. 2) A correção: Correção é aquilo que dá credibilidade ao trabalho jornalístico: nada mais danoso para a reputação de um veículo do que uma reportagem errada ou uma análise feita a partir de dados equivocados. O compromisso com o acerto deve ser, portanto, inabalável em todos os veículos do Grupo Globo. É evidente que, depois de tudo o que aqui já foi dito sobre o conceito de “verdade”, não é demais dizer que estar correto é procurar descrever e analisar os fatos da maneira mais acurada, dadas as circunstâncias do momento. Nesse sentido, a correção é um processo, uma construção que vai se dando dia após dia. O jornalista investiga os fatos, pouco a pouco, e vai montando um quebra-cabeça. O retrato final estará ainda incompleto, à espera da História, mas terá de ser já, necessariamente, uma silhueta com contornos visíveis. Não há fórmula, e nem jamais haverá, que torne o jornalismo imune a erros, porém. Quando eles acontecem, é obrigação do veículo corrigi-los de maneira transparente, sem subterfúgios, num movimento que é ele próprio essencial à busca da informação correta. Um dos mecanismos que mais contribuem no controle de qualidade posterior à publicação das informações é a reação do público. É essencial, portanto, que todos os veículos do Grupo Globo tenham, cada um à sua maneira, estruturas que recebam amplamente as observações do público, críticas ou elogiosas, para processá-las, entendê-las e dar seguimento a elas. Na busca pela correção, é necessário seguir os princípios: a) Informações, para ser publicadas, devem ser confirmadas pelo maior número de fontes possível. Exceção feita às informações oficiais, de entidades públicas ou privadas. b) Informações e imagens enviadas pelo público pela internet só devem ser publicadas depois de averiguação quanto à sua veracidade. Na cobertura de eventos em que o trabalho de jornalistas esteja cerceado, haverá casos em que será necessária a publicação de informações e imagens assim obtidas, sem averiguação, mas o público deverá ser avisado de que não há como confirmar se são verdadeiras. c) O rigor com minúcias não é exagero, mas obrigação. Todos os dados de uma reportagem – nomes, datas, locais, horários, idades, endereços, referências históricas, descrições de processos, definições científicas, termos de um contrato, explicações sobre formas de governo, enfim, tudo o que de objetivo houver numa reportagem – devem ser exatos, corretos, sem erros. d) Todo repórter é responsável pela exatidão daquilo que apura, mas, como em jornalismo quase tudo se faz coletivamente, todos os envolvidos na edição de uma reportagem devem estar atentos para perceber inexatidões. Expressar dúvidas sobre dados de uma reportagem antes de sua publicação é a melhor maneira de torná-la mais exata. e) A revisão não é uma forma de controle ou censura. É parte integrante e fundamental do processo jornalístico, e sua principal função é evitar erros. Se o processo jornalístico prescindiu da figura clássica do revisor, foi apenas porque todos os envolvidos numa reportagem se tornaram revisores. Nesse sentido, nenhuma reportagem deve ser publicada apenas com o exame do autor: é indispensável que outros envolvidos no processo participem desse exame. f) Ferramentas tecnológicas hoje permitem o acesso rápido a bancos de dados confiáveis. Todas as redações do Grupo Globo devem viabilizar tal acesso, e seus jornalistas devem se impor como obrigação consultar tais arquivos. g) Em reportagens que requeiram conhecimento técnico, a consulta a especialistas deve ser obrigatória. Nenhum jornalista precisa ser médico, químico, biólogo ou historiador. Mas, por isso mesmo, para não errar em assuntos técnicos, todo jornalista precisa se socorrer de assessoria especializada, ouvindo sempre mais de um técnico toda vez que o assunto for controverso. h) Quanto mais diversificado for o interesse dos jornalistas por disciplinas que não fazem parte de sua formação universitária básica, mais equipada estará uma redação para tratar dos múltiplos assuntos com que lida diariamente. Ilustrar-se continuamente é dever intransferível de todo jornalista: num mundo em constante evolução, nenhum jornalista deixa de estar em aprendizado contínuo. Os veículos do Grupo Globo, no entanto, devem montar programas e estruturas de treinamento para auxiliar seus jornalistas, subsidiariamente, nessa tarefa. i) Com esse mesmo objetivo, embora o Grupo Globo deva manter a prática de recrutar majoritariamente seus profissionais nas faculdades de Comunicação, seus veículos devem estar sempre abertos a acolher profissionais de outros campos que decidam se dedicar ao jornalismo, desde que demonstrem aptidão para tal. j) A análise crítica das edições passadas é um imperativo. É a verificação cotidiana de pontos negativos e positivos das reportagens que permite o aperfeiçoamento contínuo delas e a adesão a estes princípios editoriais. Todos os veículos do Grupo Globo devem ter as suas estruturas de análise, escolhendo aquelas que melhor se adaptam ao seu perfil. k) Os veículos do Grupo Globo devem ter estruturas para receber e processar as observações, positivas e negativas, vindas do público de uma maneira geral: os consumidores de suas informações, as fontes, os especialistas e os personagens de suas reportagens. Não se trata aqui de publicar ou deixar de publicar uma informação porque esta agrada a amplas camadas ou porque lhes desagrada: o dever de informar vem sempre em primeiro lugar. Conhecer a reação do público é fundamental porque contribui para a melhoria da qualidade da informação de muitas formas. Ajuda a conhecer possíveis erros, facilita o recebimento de novas informações sobre alguma cobertura e pode revelar o que é um fato em si mesmo: a própria reação do público. Essas estruturas devem ser capazes de discernir o que é manifestação espontânea e o que, em tempos de internet, é orquestração. Não há um modelo único: cada veículo deve encontrar aquele mais condizente com o seu perfil. l) Os erros devem ser corrigidos, sem subterfúgios e com destaque. Não há erro maior do que deixar os que ocorrem sem a devida correção. m) Os veículos do Grupo Globo usarão a norma culta da Língua Portuguesa, levando sempre em conta a sua evolução e as múltiplas possibilidades que ela acolhe. Gírias e neologismos serão evitados, sendo aceitos em declaração de entrevistados ou em reportagens mais leves, acompanhados, quando necessário, da explicação sobre seu significado. Cada veículo estabelecerá, em seu manual de redação, a padronização que considerar a mais apropriada. Mas editores evitarão que suas idiossincrasias em relação à língua se tornem norma. n) Os veículos do Grupo Globo têm obrigação de se fazer entender. Uma notícia tem de ser publicada de forma clara, para que o público a compreenda sem dificuldades. Nesse sentido, na edição de reportagens, recursos explicativos que facilitem o entendimento são uma obrigação. 3) A agilidade: A agilidade da produção jornalística é o que compensa, em larga medida, as suas imperfeições, se a compararmos a outras formas de conhecer a realidade. Em outras palavras, há um duplo sentido na afirmação de que o jornalismo produz uma primeira imagem dos fatos: a imagem é primeira porque dela ainda não se têm os contornos definitivos. mas, também, é primeira porque é traçada logo após o ocorrido. A informação tem de ser prestada no menor espaço de tempo da melhor maneira possível, eis a equação diante da qual os jornalistas se veem todos os dias. Portanto, é atributo fundamental da qualidade da informação jornalística ser produzida com rapidez. Se a História pode dispor de anos de trabalho para fazer aflorar a realidade, o jornalismo dispõe de algumas horas (no máximo, de alguns dias, se a publicação for semanal ou mensal). É a celeridade com que traça o primeiro retrato dos fatos que ao mesmo tempo dá utilidade à produção jornalística e justifica as suas lacunas. A notícia tem pressa. E é por essa razão que os seguintes princípios devem ser perseguidos: a) Os veículos do Grupo Globo terão sempre como prioridade investir em tecnologia capaz de dar celeridade ao trabalho jornalístico e à sua difusão. Deverão estar atualizados com o que de melhor houver em maquinaria, equipamentos, softwares e meios de transporte. b) A burocracia que envolve o lado administrativo das empresas jornalísticas deve levar sempre em conta a necessidade de dar celeridade ao trabalho jornalístico. Os veículos devem desenvolver processos que controlem orçamentos e despesas sem que estes se transformem em entraves à agilidade que o jornalismo requer. c) A rapidez necessária ao trabalho jornalístico não se confunde com precipitação: nenhuma reportagem será publicada sem que esteja apurada dentro de parâmetros seguros de qualidade. d) Deve-se perseguir o furo jornalístico, a informação exclusiva, em primeira mão, mas jamais se descuidar dos outros atributos da informação de qualidade: a isenção com que é produzida, ouvindo-se todos os lados nela envolvidos, e a correção dos dados nela apresentados. Notícia errada ou enviesada não é furo. é um golpe na credibilidade do veículo. e) Como princípio geral, não se deve guardar notícia. Em geral, informação confirmada é informação publicada. Os veículos, no entanto, devem julgar quando uma reportagem deve ser publicada de imediato, quando pode esperar a próxima edição ordinária ou, se houver convicção de sua exclusividade, quando pode esperar por uma edição especial. O critério é a certeza de que a reportagem continuará a ser dada em primeira mão, e que a demora em publicá-la não acarretará prejuízos à sociedade. Quanto mais postergada for uma reportagem, mais completa e mais trabalhada ela deve ser. f) Deve-se ter humildade diante de furos de veículos concorrentes. Diante de casos assim, não se deve negar a realidade, mas entrar no assunto o mais rapidamente possível, tentando fazer mais e melhor, dando o crédito a quem de direito. g) Essa postura em nada se confunde com a adesão acrítica a reportagens veiculadas por concorrentes. Antes de serem publicadas em veículos do Grupo Globo, todas têm de ser confirmadas por verificações próprias. Isso é especialmente verdadeiro quando se trata de denúncias, de acordo com os procedimentos descritos no item 1-z desta seção. >> volte ao topo da página SEÇÃO II COMO O JORNALISTA DEVE PROCEDER DIANTE DAS FONTES, DO PÚBLICO, DOS COLEGAS E DO VEÍCULO PARA O QUAL TRABALHA 1) Diante das fontes: a) Fazer e manter boas fontes é um dever de todo jornalista. Como a isenção deve ser um objetivo permanente, é altamente recomendável que a relação com a fonte, por mais próxima que seja, não se transforme em relação de amizade. A lealdade do jornalista é com a notícia. b) Se a relação de amizade com uma fonte for anterior à vida profissional do jornalista, este deve manter a direção do veículo informada, para que os conflitos possam ser evitados. O mesmo deve acontecer caso a relação fonte-jornalista, apesar dos esforços em sentido contrário, torne-se uma amizade ou algo maior. c) O respeito e a transparência devem marcar a relação dos jornalistas com suas fontes. Quando indagado por elas sobre o destino da informação que acaba de lhe dar, o jornalista deve responder com a exatidão possível. d) Deve-se sempre respeitar compromisso assumido com as fontes, principalmente aqueles relativos à preservação da identidade delas. Por esse motivo, esse tipo de compromisso deve ser apenas firmado com fontes de cuja credibilidade não se possa desconfiar (ver item 4-e, desta seção). e) Concedida uma entrevista exclusiva, uma fonte pode pedir alterações, acréscimos ou supressões, mas o jornalista julgará se o pedido se justifica. Haverá vezes em que o jornalista não concordará com a mudança, sendo, nestes casos, necessário registrar que a mudança foi solicitada, mas não aceita. 2) Diante do público: a) O público será sempre tratado com respeito, consideração e cortesia, em todas as formas de interação com os jornalistas e seus veículos: seja como consumidor da informação publicada, seja como fonte dela. b) Cada veículo tem um público-alvo e deve agir de acordo com as características dele, adaptando a elas pauta, linguagem e formato. Mas, para o Grupo Globo, todo público tem um alto poder de discernimento e entendimento: o menos culto dos homens é capaz de decidir o que é melhor para si, escolhe visando à qualidade e entende tudo o que lhe é relatado de forma competente. Essa convicção deve ser levada em conta especialmente pelos veículos de massa que produzem informação para pessoas de todos os níveis de instrução. Nesse caso, a linguagem e o formato não devem ser rebuscados a ponto de afastar os menos letrados nem simplórios a ponto de afastar os mais instruídos. Se informarem em linguagem clara sobre assuntos de interesse de todos, serão sempre bem entendidos. c) Nenhum veículo do Grupo Globo fará uso de sensacionalismo, a deformação da realidade de modo a causar escândalo e explorar sentimentos e emoções com o objetivo de atrair uma audiência maior. O bom jornalismo é incompatível com tal prática. Algo distinto, e legítimo, é um jornalismo popular, mais coloquial, às vezes com um toque de humor, mas sem abrir mão de informar corretamente. d) A sensibilidade do público será levada em conta. Cenas chocantes receberão o tratamento devido de acordo com as características do público-alvo. Quanto mais indistinto o público, mais cuidados são necessários. Nesses casos, o público deve ter sempre a confiança de que não será surpreendido por cenas que afrontem os valores médios presumidos da sociedade. A título de exemplo, talvez seja necessário mostrar o vídeo ou a foto de um homem-bomba explodindo, mas a cena pode ser congelada segundos antes do dilaceramento. Em resumo, a decisão de publicar ou não cenas potencialmente chocantes e de como tratá-las deve sempre levar em conta a sua relevância para o entendimento da questão abordada. A melhor saída é submeter a decisão à opinião do maior número de jornalistas de uma redação. De um grupo, sempre emerge mais facilmente o bom-senso. e) Todo veículo jornalístico tem uma responsabilidade social. Se é verdade que nenhum jornalista tem o condão de, certeiramente, escolher que informações são “boas” ou “más”, é legítima a preocupação com os efeitos maléficos que uma informação possa causar à sociedade. Esse é um tema complexo, e sempre dependente da análise do momento. A regra de ouro é divulgar tudo, na suposição de que a sociedade é adulta e tem o direito de ser informada. A crença de que os veículos jornalísticos, ao não fazerem restrições a temas, estimulam comportamentos desviantes é apenas isso: uma crença. f) O jornalismo, contudo, não é insensível a riscos evidentes, mas estes são evitáveis quando se respeita outra regra de ouro: só se divulga informação relevante. Para citar um exemplo, um vídeo divulgado por um assassino em série pode e deve ser divulgado naquilo que é importante, mas não faz sentido deixar o criminoso ensinar como se articula um plano de assassinato em massa. Da mesma forma, não se publicam informações úteis para grupos criminosos, como o local aonde a polícia irá à cata de um sequestrador. E respeitam-se pedidos de pessoas que se considerem em risco com a publicação de informações que lhes digam respeito, como um policial que matou em ação um traficante perigoso e pode ser vítima de represália de seus comparsas. g) Notícias sobre sequestros serão sempre publicadas. Estudos de experiências internacionais levaram o Grupo Globo à convicção de que a publicação de que uma pessoa foi sequestrada não põe a vítima em risco, mas a protege. A notícia será publicada com todas as ressalvas, de modo a não revelar ao bandido o planejamento da polícia e da família, nem dar informações que mostrem a situação econômica da vítima. Isso obriga o veículo a um acompanhamento do sequestro mais sóbrio, sem necessariamente a publicação diária de reportagens a respeito. O registro de solidariedade pública, quando relevante, ou de fatos que ajudem a família ou a polícia deve ser feito. h) A privacidade das pessoas será respeitada, especialmente em seu lar e em seu lugar de trabalho. A menos que esteja agindo contra a lei, ninguém será obrigado a participar de reportagens. i) Pessoas públicas – celebridades, artistas, políticos, autoridades religiosas, servidores públicos em cargos de direção, atletas e líderes empresariais, entre outros – por definição abdicam em larga medida de seu direito à privacidade. Além disso, aspectos de suas vidas privadas podem ser relevantes para o julgamento de suas vidas públicas e para a definição de suas personalidades e estilos de vida e, por isso, merecem atenção. Cada caso é um caso, e a decisão a respeito, como sempre, deve ser tomada após reflexão, de preferência que envolva o maior número possível de pessoas. j) O uso de microcâmeras e gravadores escondidos, visando à publicação de reportagens, é legítimo se este for o único método capaz de registrar condutas ilícitas, criminosas ou contrárias ao interesse público. Deve ser feito com parcimônia, e em casos de gravidade. Seu uso deve ser precedido da análise, pelas chefias imediatas, dos riscos que correrão os jornalistas caso venham a ser descobertos. A imagem e/ou o áudio de pessoas que não estejam envolvidas diretamente no que estiver sendo denunciado devem ser protegidos. Em seus manuais de redação, os veículos devem estabelecer suas normas de uso. 3) Diante dos colegas: a) De jornalistas de um mesmo veículo do Grupo Globo, espera-se espírito de colaboração. Todos numa redação têm de cooperar entre si, para que o trabalho seja o melhor possível. b) Os envolvidos numa mesma reportagem – da apuração à edição – são responsáveis por sua qualidade. Devem agir como revisores uns dos outros, para bem do trabalho. c) Os jornalistas não devem nunca se furtar de opinar sobre reportagens que estejam sendo feitas por colegas, criticando, sugerindo, ajudando a encontrar caminhos. A decisão de publicar ou não uma reportagem, e de como tratá-la, é do editor responsável por ela, mas ele errará se menosprezar a opinião de colegas de qualquer nível hierárquico. Errará ainda mais quando se conduzir de tal modo que iniba os jornalistas a opinar ou ponderar a respeito do que está sendo feito. Vale sempre repetir: jornalismo é uma obra coletiva, e terá tanto mais êxito quanto mais pessoas participarem do processo. d) As redações dos veículos do Grupo Globo são absolutamente independentes umas das outras e competem entre si pelo furo, pela reportagem exclusiva. Esta é uma tradição que vem desde a origem do grupo e que tem se mostrado profícua: evita a pasteurização do noticiário e estimula o pluralismo de abordagens. Isso não quer dizer que, levando-se em conta a convergência de mídias, não seja possível a construção de sinergias em torno do chamado noticiário básico – aquelas notícias obrigatórias a que todos os veículos têm acesso. Em outras palavras, faz sentido a disputa por assuntos exclusivos, faz sentido dar mais ênfase a determinados temas e não a outros, mas não há mal algum na troca de informações sobre a dimensão de um temporal ou a ocorrência de um assalto, por exemplo. 4) Diante do veículo: a) As redações são independentes na busca por notícias, mas há uma união de princípios sobre como obtê-las, sendo estes princípios editoriais sua maior expressão. Nenhum jornalista do Grupo Globo justificará falhas alegando desconhecer este código. Desconhecê-lo será considerado um erro ainda maior. b) Os veículos do Grupo Globo expressam, em seus editoriais, uma opinião comum sobre os temas em voga. Os textos podem e devem divergir no estilo, no enfoque, na ênfase nesse ou naquele argumento, mas a essência é a mesma. Essa opinião deve refletir a visão do seu conselho editorial, composto por membros da família Marinho e jornalistas que dirigem as redações. Nenhum outro jornalista do grupo precisa, porém, concordar com tais opiniões, que, em nenhuma hipótese, influenciarão as coberturas dos fatos. Estas, como exposto aqui extensivamente, devem se pautar por critérios de isenção. c) Os jornalistas têm um dever de lealdade com os veículos para os quais trabalham. As informações a que têm acesso se destinam ao veículo e com ele devem ser divididas. Ninguém, somente o veículo, deve decidir o que fazer com elas, sendo certo que o seu destino será a publicação, se estiverem de acordo com os princípios explicitados neste documento. Da mesma forma, os veículos têm um dever de lealdade com seus jornalistas, e tudo devem fazer para protegê-los em sua atividade, fornecer-lhes meios adequados de trabalho e ampará-los em disputas provocadas por reportagens que publicam. d) A participação de jornalistas do Grupo Globo em plataformas da internet como blogs pessoais, redes sociais e sites colaborativos deve levar em conta três pressupostos: notícias por eles apuradas devem ser divulgadas exclusivamente pelos veículos para os quais trabalham ou por estes autorizados. procedimentos internos, projetos, ideias, planos para o futuro ou quaisquer outras informações relativas ao dia a dia das redações não devem ser divulgados, sob pena de tornar vulnerável o veículo em que trabalham em relação a seus concorrentes. os jornalistas são em grande medida responsáveis pela imagem dos veículos para os quais trabalham e devem levar isso em conta em suas atividades públicas, evitando tudo aquilo que possa comprometer a percepção de que exercem a profissão com isenção e correção. Com base nestas premissas, cada veículo deve ter políticas próprias para a presença de seus profissionais na internet, e que todos os jornalistas se obrigam a cumprir. e) O sigilo sobre as fontes é inviolável, e os veículos do Grupo Globo protegerão seus jornalistas na tarefa de mantê-lo em todas as instâncias, sob qualquer circunstância. O jornalista, porém, pode e deve dividi-lo com a direção do veículo, sempre que isso for fundamental para a tomada de decisão sobre publicar ou não uma informação. Isso não é quebra de sigilo, pois a direção se obriga a guardá-lo em todos os casos. Fontes que deliberadamente mintam para o jornalista, levando-o propositadamente a erro, podem ter seu nome revelado, não como represália, mas se essa medida for fundamental para a correção que o veículo terá de publicar na edição seguinte. >> volte ao topo da página SEÇÃO III OS VALORES CUJA DEFESA É UM IMPERATIVO DO JORNALISMO O Grupo Globo será sempre independente, apartidário, laico e praticará um jornalismo que busque a isenção, a correção e a agilidade, como estabelecido aqui de forma minuciosa. Não será, portanto, nem a favor nem contra governos, igrejas, clubes, grupos econômicos, partidos. Mas defenderá intransigentemente o respeito a valores sem os quais uma sociedade não pode se desenvolver plenamente: a democracia, as liberdades individuais, a livre iniciativa, os direitos humanos, a república, o avanço da ciência e a preservação da natureza. Para os propósitos deste documento, não cabe defender a importância de cada um desses valores. ela é evidente por si só. O que se quer é frisar que todas as ações que possam ameaçá-los devem merecer atenção especial, devem ter uma cobertura capaz de jogar luz sobre elas. Não haverá, contudo, apriorismos. Essas ações devem ser retratadas com espírito isento e pluralista, acolhendo-se amplamente o contraditório, de acordo com os princípios aqui descritos, de modo a que o público possa concluir se há ou não riscos e como se posicionar diante deles. A afirmação destes valores é também uma forma de garantir a própria atividade jornalística. Sem a democracia, a livre iniciativa e a liberdade de expressão, é impossível praticar o modelo de jornalismo de que trata este documento, e é imperioso defendê-lo de qualquer tentativa de controle estatal ou paraestatal. Os limites do jornalista e das empresas de comunicação são as leis do país, e a liberdade de informar nunca pode ser considerada excessiva. Esta postura vigilante gera incômodo, e muitas vezes acusações de partidarismos. Deve-se entender o incômodo, mas passar ao largo das acusações, porque o jornalismo não pode abdicar desse seu papel: não se trata de partidarismos, mas de esmiuçar toda e qualquer ação, de qualquer grupo, em especial de governos, capaz de ameaçar aqueles valores. Este é um imperativo do jornalismo do qual não se pode abrir mão. Isso não se confunde com a crença, partilhada por muitos, de que o jornalismo deva ser sempre do contra, deva sempre ter uma postura agressiva, de crítica permanente. Não é isso. Não se trata de ser contra sempre (nem a favor), mas de cobrir tudo aquilo que possa pôr em perigo os valores sem os quais o homem, em síntese, fica tolhido na sua busca por felicidade. Essa postura está absolutamente em linha com o que rege as ações do Grupo Globo. No documento “Visão, Princípios e Valores”, de 1997, está dito logo na abertura: “Queremos ser o ambiente onde todos se encontram. Entendemos mídia como instrumento de uma organização social que viabilize a felicidade”. O jornalismo que praticamos seguirá sempre este postulado. Em caso de dúvida sobre este documento, mande sua mensagem por meio do link: http://falecomaredeglobo.globo.com >> volte ao topo da página editorias Autoesporte.com Blogs e Colunas Brasil Ciência e Saúde Concursos e Emprego Correções Economia Educação Eleições 2014 Ego Esporte Loterias Mundo Natureza Planeta Bizarro Política Pop & Arte Tecnologia e Games Turismo e Viagem VC no G1 Fotos Infográficos Vídeos especiais Caminhos do Brasil: Caravana G1 Carnaval 2014 Caso Eliza Samudio CES 2014 Exame da OAB Faça e aconteça Flip Guia de carreiras Imposto de Renda JMJ - Jornada Mundial Julgamento do mensalão Lollapalooza Luta contra a dengue Morte de Chorão Museu de Arte do Rio Natal e Ano Novo PEC das Domésticas Retrospectiva 2013 Revolta Árabe Rock in Rio Salão de Detroit Simulado do Enem Tragédia em Santa Maria Mais especiais serviços Aeroportos Agenda de shows Aplicativos Conversor de Moedas Downloads Fale Conosco G1 no seu celular Indicadores Econômicos Índices de Mercado Loterias Notícias por SMS Previsão do Tempo Receitas.com Tabela Fipe Trânsito regiões Acre Alagoas Amapá Amazonas Bahia Ceará Distrito Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Mato Grosso Mato Grosso do Sul Minas Gerais MG - Centro-Oeste MG - Grande Minas MG - Sul de Minas MG - Triângulo Mineiro MG - Vales de Minas MG - Zona da Mata Pará PA - Santarém e Região Paraíba Paraná PR - Campos Gerais e Sul PR - Norte e Noroeste PR - Oeste e Sudoeste Pernambuco PE – Caruaru e Região PE - Petrolina e Região Piauí Rio de Janeiro RJ - Região Serrana RJ - Região dos Lagos RJ - Norte Fluminense RJ - Sul e Costa Verde Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Rondônia Roraima Santa Catarina São Paulo SP - Bauru e Marília SP - Campinas e Região SP - Itapetininga e Região SP - Mogi das Cruzes e Suzano SP - Piracicaba e Região SP - Prudente e Região SP - Ribeirão e Franca SP - Rio Preto e Araçatuba SP - Santos e Região SP - São Carlos e Araraquara SP - Sorocaba e Jundiaí SP - Vale do Paraíba e Região Sergipe Tocantins tv globo Bem Estar Bom Dia Brasil Jornal Hoje Jornal Nacional Jornal da Globo Fantástico Globo Repórter Globo Rural Profissão Repórter Brasileiros Globo Mar Pequenas Empresas & Grandes Negócios rádios GloboRadio CBN Rádio Globo BEAT98 BHFM Globo FM Rádio Canal Brasil globonews Primeira Página Jornal GloboNews Conta Corrente Estúdio I Jornal das Dez GloboNews em pauta Arquivo N Cidades e Soluções Diálogos Entre Aspas Fatos e Versões Fernando Gabeira Alexandre Garcia GloboNews Documentário GloboNews Documento GloboNews Especial GloboNews Literatura GloboNews Miriam Leitão GloboNews Painel Manhattan Milênio Mundo S/A Navegador Pelo Mundo Retratos Brasileiros Roberto D´Avila Sarau Sem Fronteiras Starte Via Brasil publicações Época Época Negócios Época SP Autoesporte Casa e Jardim Crescer Criativa Galileu Globo Rural GQ Marie Claire Monet Pequenas Empresas & Grandes Negócios Quem jornais O Globo Extra globo.com g1 globoesporte gshow famosos & etc vídeos todos os sites © Copyright 2000-2014 Globo Comunicação e Participações S.A. política de privacidade central globo.com assine a globo.com anuncie conosco



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Política de Privacidade – OLX - Central de Ajuda Voltar para OLX OLX - Central de Ajuda Sobre OLX Institucional Anúncios Criação e Edição Renovação Anúncio Pago Destaques Dicas para Vendedores Dicas para Compradores Minha Conta Cadastro Minha Loja Favoritos Chat Meu Chat Usuário Premium Minha Conta Premium Aderir Conta Premium Sobre OLX Sala de Imprensa Institucional Publicidade Política de Privacidade Política de privacidade: Classificados online e Chat Política de privacidade do usuário da OLX (em vigor desde 15 de abril de 2016) 1. Escopo e consentimento 2. Informações que coletamos, recebemos e armazenamos 3. Endereço IP, cookies e identificadores de dispositivos móveis 4. Uso da informação 5. Compartilhamento da informação 6. Controle do usuário 7. Segurança 8. Mudanças nesta política 9. Contato 1. Escopo e consentimento Esta Política de Privacidade descreve as práticas da Bom Negócio Atividades de Internet Ltda. ('OLX' ou 'Nós'), inscrita no CNPJ/MF sob o nº 13.673.743/0002-55, incluindo suas afiliadas no Brasil, em relação a dados coletados por meio do nosso website www.olx.com.br, aplicativo para dispositivos móveis OLX e serviços e ferramentas associados, incluindo o Chat (coletivamente denominados 'Sites'), em que qualquer pessoa com mais de 18 anos de idade, ou abaixo desta idade necessariamente autorizada por seu representante legal ('Usuário' ou 'Você') podem se envolver com atividades como registrar-se conosco, criar uma conta, publicar ou visualizar anúncios classificados online, trocar mensagens diretas e executar uma série de funções integradas ('Serviços'). Esta política se aplica aos dados que identificam Nossos usuários individualmente (Dados Pessoais) e demais dados fornecidos pelos Usuários ou coletados durante a utilização dos Sites (coletivamente denominados 'Dados do Usuário'). Em todos os casos, Nós cumpriremos com toda legislação aplicável à proteção de dados nas jurisdições em que operamos. Esta Política de Privacidade se sujeita às leis brasileiras. A utilização do Nosso site, o download de Nossos aplicativos para dispositivos móveis e/ou uso de quaisquer serviços e ferramentas integrados significarão que Você leu, entendeu e consentiu com esta Política de Privacidade e com os termos de uso de cada Serviço e Site que Você acessar ou usar ('Termos de Uso'). Você deve estar ciente de que o Site poderá eventualmente conter links para sites de terceiros e que ao acessá-los, Você pode ser direcionado para páginas de outras empresas fora do nosso ambiente de hospedagem, onde as informações coletadas estão fora do nosso controle direto. 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Nós não assumimos qualquer responsabilidade por mensagens ou atos de terceiros que ocorram em decorrência da informação que Você tornou publicamente disponível a terceiro ou que Você compartilhou com qualquer pessoa ou com outro Usuário. 2.4 Serviços de autenticação: Sempre que um usuário tenha decidido fazer login em nossos Sites por meio de um serviço de autenticação de terceiros, como o Facebook Connect, Nós também podemos receber informações adicionais de perfil ou outras informações autorizadas por esse fornecedor. 2.5 Ferramentas de pesquisa: Ao publicar um anúncio na OLX, o Usuário compreende que os anúncios e o conteúdo poderão ser publicamente acessíveis a terceiros, podendo ser listados como resultados de ferramentas de pesquisa como Google, Yahoo!, Bing, entre outros e no cache destas ferramentas de pesquisa, em feeds e outros websites por acordos comerciais entre a OLX e outras prestadoras de serviços. 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Nós também podemos processar, diretamente ou por meio de terceiros, informações relacionadas à efetividade de Nossas campanhas publicitárias, incluindo quais anúncios foram visualizados e clicados, tanto na Nossa rede como em sites de terceiros. 2.8 Processamento de pagamentos: A OLX poderá utilizar empresas de gerenciamento de pagamentos on line terceirizadas. O usuário deve estar ciente de que tais empresas poderão coletar e armazenar informações e Dados do Usuário. A OLX não processa pagamentos diretamente e não armazena informações de cartões de crédito dos Usuários. 2.9 Atendimento ao cliente: Quando Você contatar Nosso departamento de atendimento ao cliente, Nós podemos coletar as informações pessoais necessárias para preencher Seu pedido e para contatá-lo caso um acompanhamento seja necessário. Nós também podemos contatá-lo utilizando as informações de contato da sua conta que Você houver fornecido. 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Nós podemos coletar certas informações por meio de tecnologias como tags, cookies, pixels e armazenamento local (como seu browser ou dispositivo), que poderão ser utilizadas nos Sites, independentemente de cadastro do Usuário. Tags são ferramentas utilizadas para aferição de cliques em determinadas seções e links específicos dos Sites. Cookies são pequenos arquivos de texto que armazenam informação no seu computador, celular ou outro dispositivo local. Pixels são pequenas imagens que fazem parte de códigos em páginas da internet que fazem coisas como permitir que outro servidor meça a visualização de uma página da internet e muitas vezes são usados em conjunto com os cookies. O código rastreia se e quando (e em qual página) um pixel é carregado para indicar que um usuário tenha se engajado com uma página ou uma porção específica de uma página. 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Para entrar em contato com nosso Usuário, incluindo assuntos sobre o serviço, atendimento ao cliente ou comunicações de marketing permitidas por meio de qualquer meio de comunicação disponível. Para empreender iniciativas de pesquisa e realizar análises para melhorar os nossos serviços. e Para fazer valer nossos Termos de Uso, incluindo o combate à fraude e a quaisquer ilícitos. A OLX se reserva o direito de reter os Dados do Usuário e eventuais comunicações realizadas por meio do chat pelo período que entender necessário para o bom cumprimento de seus negócios, mesmo após o encerramento da conta do Usuário, salvo manifestação expressa do Usuário em sentido contrário, respeitado o período mínimo de guarda de dados imposto por lei. Respeitadas as disposições legais aplicáveis, o Usuário autoriza a OLX a informar e/ou divulgar seus dados fornecidos e/ ou coletados em caso de exigência legal ou se razoavelmente necessário para: cumprir com o devido processo legal, fazer cumprir os Termos de Uso, responder a alegações de suposta violação de direitos de terceiros e de divulgação indevida de informações para contato de terceiros e para proteger direitos, a propriedade ou a segurança de terceiros ou da própria OLX e de seus Usuários. Para melhorar os Serviços e proteger a privacidade e as Informações Pessoais do Usuário, nós podemos utilizar os Dados do Usuário para determinar se Você está obedecendo ou não a esta Política e aos Termos de Uso aplicáveis. Nós podemos utilizar métodos tecnológicos automatizados para identificar, entre as mensagens trocadas entre Você e o outro usuário no Chat, eventuais informações que possam violar ou trazer qualquer suspeita de violação aos Termos de Uso ou à legislação vigente. 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Controle do usuário 6.1 Acesso, correção e exclusão: Se você é um Usuário que criou uma conta ou um anúncio conosco, Você pode acessar, requerer uma correção ou a exclusão da informação que Você forneceu enviando um e-mail para nosso canal de atendimento (acessível em http://bit.ly/OLX-fale-com-a-gente) ou acessando o menu 'Minha Conta' no nosso Site. É importante esclarecer que o e-mail informado não pode ser alterado, sendo permitido cadastrar apenas um e-mail para cada conta. Você é responsável pela correção dos dados que Você forneceu ou publicou em nosso Site, bem como por mantê-los atualizados. Se sua conta foi criada por meio de provedor de identidade (p. ex. 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  Sistema de informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Sistema de informação Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa EAI : um exemplo de sistema de informação. Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado ), seja manual, que abrange pessoas, máquinas ... Sistema de informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Sistema de informação Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa EAI : um exemplo de sistema de informação. Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ... informação para o usuário e/ou cliente. Informações são dados oferecidos de uma forma significativa e ... que as pessoas possam entendê-los e usá-los. Todo Sistema de Informação que manipula dados e gera CACHE

Sistema de informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Sistema de informação Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa EAI : um exemplo de sistema de informação. Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado ), seja manual, que abrange pessoas, máquinas e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário e/ou cliente. Informações são dados oferecidos de uma forma significativa e útil para os indivíduos. Dados são correntes de fatos brutos que importam eventos que estão ocorrendo nas organizações ou no ambiente físico, antes de terem sido organizados e arranjados de uma forma que as pessoas possam entendê-los e usá-los. Todo Sistema de Informação que manipula dados e gera informação, usando ou não recursos de tecnologia em computadores , pode ser genericamente considerado como um sistema de informação. Por exemplo, o sistema de informação organizacional pode ser conceituado como a organização e seus vários subsistemas internos, contemplando ainda o meio ambiente externo. [ 1 ] Segundo Turban, uma infra-estrutura de informação consiste em instalações físicas, serviços e gerenciamento que suportam todos os recursos computacionais existentes em uma organização. Existem cinco componentes principais na infra-estrutura: hardware do computador, software de propósito geral, redes e instalações de comunicação (incluindo internet), banco de dados e o pessoal do gerenciamento da informação. A infra-estrutura abrange esses recursos e a sua integração, operação, documentação, manutenção e gerenciamento. A infra-estrutura também nos informa como recursos computacionais específicos são organizados, operacionalizados e administrados. [ 2 ] Para Laudon [ 3 ] um sistema de informação pode ser definido como um conjunto de componentes inter-relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações, com a finalidade de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo decisório em organizações. [ 4 ] De acordo com Turban. Maclean. Wetheber, o sistema de informação coleta, processa, armazena, analisa e dissemina informações com um determinado objetivo dentro de um contexto e como qualquer outro sistema inclui inputs (dados, instruções) e outputs (relatórios, cálculos). O sistema opera dentro de um ambiente, não necessariamente computadorizado, mesmo que atualmente a maioria seja, processa os inputs, que são enviados para os usuários e outros sistemas. Os sistemas de informações podem ser classificados a princípios com formais ou informais. Os sistemas de informação formais incluem processo pré-definidos, entrada e saídas padronizadas e definições fixas. Quantos as informais, estes assumem diversas formas, que vão desde uma rede de comunicação informal em uma empresa, até um grupo de amigos que troca correspondência eletronicamente. Segundo definição adotada pelo Ministério da Educação Brasileiro , [ 5 ] os cursos que estudam a Computação são Ciência da Computação, Licenciatura em Computação, Sistemas de Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas (diferente de Sistemas de Informação), Engenharia da Computação e Engenharia de Software. Cada um dos cursos com um foco: Ciência da Computação - modelos teóricos matemáticos que fundamentam a Computação. Licenciatura em Computação - foco no ensino-aprendizagem de computação, informática e tecnologia da informação e sistemas de informação. Análise e Desenvolvimento de Sistemas - análise de requisitos, modelagem, projetos de dados e/ou interface(análise) e implementação(desenvolvimento) de diferentes sistemas. Sistemas de Informação - aplicação da Computação nas organizações. Engenharia da Computação - foco no estudo da física e eletricidade no desenvolvimento de componentes de hardware e automação industrial Índice 1 Atividades envolvidas 2 Evolução histórica 2.1 Antes de 1940 2.2 1940 - 1952 2.3 1952 - 1964 2.4 1964 - 1971 2.5 1971 - 1981 2.6 1981 - atual 3 Vantagens 4 Uso nas empresas 5 Na Administração 6 Tipos usados nas empresas 7 Classificações 8 Funcionamento 8.1 Entrada 8.2 Processamento/Controle 8.3 Saída 9 Profissional 10 Tipos de redes de telecomunicações 11 Ver também 12 Referências 13 Ligações externas Atividades envolvidas [ editar | editar código-fonte ] 'Combinação de recursos humanos e computacionais que inter-relacionam a coleta, o armazenamento, a recuperação, a distribuição e o uso de dados com o objetivo de eficiência gerencial (planejamento, controle, comunicação e tomada de decisão) nas organizações. Podem também ajudar os gerentes e os usuários a analisar problemas, criar novos produtos e serviços e visualizar questões complexas' (MEC-98/SBC) O tipo de trabalho previsto para um Bacharel em Sistemas de Informação abrange a administração do fluxo de informações geradas e distribuídas por redes de computadores dentro de uma organização. Suas responsabilidades em uma empresa podem abranger o planejamento e organização do processamento, armazenamento, recuperação e disponibilização das informações presentes nos sistemas computacionais. Este trabalho também abrange funções relacionadas a suporte aos usuários e infraestrutura tecnológica. É abrangente em áreas de Ciência da Computação- Software e Engenharia da Computação- Hardware . No âmbito do desenvolvimento de sistemas ( software ), o trabalho do Bacharel em Sistemas de Informação inclui gestão de projetos , levantamento de requisitos, análise, especificação, projeto/desenho (no sentido de design ) do sistema, programação, testes, homologação, implantação e acompanhamento dos sistemas solicitados pelos seus usuários/clientes. Evolução histórica [ editar | editar código-fonte ] O Século XX é considerado aquele do advento da Era da Informação . A partir de então, a informação começou a fluir com velocidade maior que a dos corpos físicos. Desde a invenção do telégrafo elétrico em 1837, passando pelos meios de comunicação de massa, e até mais recentemente, o surgimento da grande rede de comunicação de dados que é a Internet, o ser humano tem de conviver e lidar com um crescimento exponencial do volume de dados disponíveis. O domínio da informação disponível é uma fonte de poder, uma vez que permite analisar fatores do passado, compreender o presente, e principalmente, antever o futuro. Os sistemas de informação surgiram antes mesmo da informática. Antes de 1940 [ editar | editar código-fonte ] Antes da popularização dos computadores, os sistemas de informação nas organizações baseavam-se em técnicas de arquivamento e recuperação de informações de grandes arquivos. Geralmente existia a figura do bibliotecário, que é a pessoa responsável em organizar os dados, registrá-los, catalogá-los e recuperá-los quando necessário. Esse método, apesar de simples, exigia um grande esforço para manter os dados atualizados bem como para recuperá-los. As informações em papéis também não possibilitavam a facilidade de cruzamento e análise dos dados. Por exemplo, o inventário de estoque de uma empresa não era uma tarefa trivial nessa época, pois a atualização dos dados não era uma tarefa prática e quase sempre envolvia muitas pessoas, aumentando a probabilidade de ocorrerem erros. 1940 - 1952 [ editar | editar código-fonte ] Nessa época os computadores eram constituídos de válvulas eletrônicas, componentes grandes, caros e de vida curta. Nessa época os computadores só tinham utilidade cientifica, para poder fazer cálculos mais rápidos (algumas vezes a mais que nossa capacidade de calcular). A mão de obra utilizada era muito grande para manter o computador funcionando, para fazer a manutenção de válvulas e fios (quilômetros), que eram trocados e ligados todos manualmente. Essas máquinas ocupavam grandes áreas, como salas ou galpões. A programação era feita diretamente, na linguagem de máquina. A forma de colocar novos dados era por papel perfurado. 1952 - 1964 [ editar | editar código-fonte ] Período destacado pela origem dos transistores e grande diminuição de cabos e fios, diminuição de tamanho das máquinas e aumento da capacidade de execução de cálculos em relação à geração anterior. O começo da comercialização dos computadores foi marcado, eram vendidos para as grandes empresas. Foi utilizada a técnica de integração em que em uma pequena cápsula continha vários transistores, chegando a milhares em um espaço menor que uma unha. É o começo do microprocessador, a linguagem de programação sendo feita por mnemônicos (comandos abreviados). A linguagem dominante era a de montagem ( assembly language ) e os cálculos estavam na casa dos milionésimos de segundo. Surgiram formas de armazenamento de volumes grandes de dados com capacidades progressivamente maiores, como as fitas e tambores magnéticos. 1964 - 1971 [ editar | editar código-fonte ] Foi criada a tecnologia de integração de circuitos SLT ( Solid Logic Technology ), precursora da tecnologia de microcircuitos. A partir destes avanços foi possível passar a executar processos simultâneos, dando um grande salto de processamento, ainda tendo novas evoluções para técnica de integração SSI (integração em pequena escala) e MSI (integração em média escala). As técnicas de integração evoluíram de SSI (integração em pequena escala) para LSI (integração em grande escala) e depois para VLSI (integração em muito grande escala). As linguagens utilizadas na época eram linguagens orientadas (linguagem universal, assemelhando-se cada vez mais com a linguagem humana). Esses processos chegaram a bilionésimos de segundos. 1971 - 1981 [ editar | editar código-fonte ] Nessa geração surgiram os microprocessadores, e com isso a redução dos computadores (microcomputadores). Também o surgimento de linguagens novas de alto nível, bem como a transmissão de dados entre computadores através de rede. 1981 - atual [ editar | editar código-fonte ] Com a nova geração em que estamos vivendo, surgiu com VLSI, a Inteligência artificial, com altíssima velocidade (com um ou mais núcleos por processadores, grande frequência e transferência de dados entre os componentes do computador), programas com alto grau de interatividade com o usuário e a grande rede mundial (Internet). Tudo isso impulsionou mais ainda a informática. Vantagens [ editar | editar código-fonte ] Em um Sistema, várias partes trabalham juntas visando um objetivo em comum. Em um Sistema de Informação não é diferente, porém o objetivo é um fluxo mais confiável e menos burocrático das informações. Em um Sistema de Informação bem construído, suas principais vantagens são: Redução de custos operacionais e administrativos e ganho de produtividade. Mais integridade e confiabilidade da informação. Mais estabilidade. Mais segurança de acesso à informação. Otimização do fluxo de informação permitindo mais agilidade e organização. Informações de melhor qualidade, essenciais para uma boa tomada de decisão. Observações: Um Sistema de Informação não precisa ter essencialmente computadores envolvidos, basta ter várias partes trabalhando entre si para gerar informações. Ele pode ser tanto manual quanto baseado em TI, ou uma mescla dos dois. Acontece que um Sistema de Informação grande, dificilmente sobrevive atualmente sem estar informatizado, o que por si só,não elimina o fator humano no processo. É a interação dos componentes da TI com o componente humano que faz com que um Sistema de Informação tenha funcionalidade e utilidade para a organização. Uso nas empresas [ editar | editar código-fonte ] À escala das organizações, a informação é um fator decisivo na gestão por ser um recurso importante e indispensável tanto no contexto interno como no relacionamento com o exterior. Quanto mais viável, oportuna e exaustiva for essa informação, mais coesa será a empresa e maior será o seu potencial de resposta às solicitações da concorrência. Alcançar este objectivo depende, em grande parte, do reconhecimento da importância da informação e do aproveitamento das oportunidades oferecidas pela tecnologia para orientarem os problemas enraizados da informação. A revolução da Informação exige, assim, mudanças profundas no modo como vemos a sociedade na organização e sua estrutura, o que se traduz num grande desafio: aproveitar as oportunidades, dominando os riscos inerentes ou submeter-se aos riscos com todas as incertezas que acarretam. Na chamada Sociedade de Informação, esta possui um efeito multiplicador que dinamizará todos os setores da economia, constituindo, por sua vez, a força motora do desenvolvimento político, econômico, social, cultural e tecnológico. Na Administração [ editar | editar código-fonte ] A administração de sistemas da informação, é a técnica de planejamento, estudo, a execução e o gereciamento de atividades mais bem realizadas dos sistemas de informação, nas empresas e em locais de uso informativo. Desde o século XX, os homens viram a necessidade de criar sistemas aos quais pudessem promover mais agilidade aos processos de trabalho desenvolvidos na época. Como vemos na evolução dos sistemas de informação com o inicio de sua aparição na tecnologia, com as maquinas de cálculo, as gigantes maquinas a válvulas, transistores e no fim o usual sistemas de computadores, até hoje movidos a circuitos integrados. Assim a usabilidade dos sistemas de informação ficou mais viável a todos com o processamento de dados cada vez mais rápido, dando um avanço significativo na história da computação comercial. E a administração de sistemas da informação veio para auxiliar os homens a entenderem as consequências da integração da tecnologia da informação nas áreas de processos organizacionais e de gerência em geral, tendo sua principal viabilidade e usabilidade em organizações empresariais. [ 6 ] Tipos usados nas empresas [ editar | editar código-fonte ] Numa organização existe um componente que suporta o fluxo de informação tanto internamente como com o exterior. O sistema de informação existe numa organização não como um subsistema isolado, mas como uma rede dispersa pelos diversos componentes do sistema. Pela sua importância, os sistemas de informação são tomados como um subsistema estratégico. Os principais tipos sistemas de informação nas empresas são: [ 3 ] Sistema de processamento de transações ( SPT ): Sistemas de informação que supervisionam as atividades elementares e as transações da organização. Têm a função de realizar e registrar as transações e informações necessárias para funcionamento da organização. As transações são necessárias para a condução do negócio, constituindo a base operacional da organização. Sistemas de informações gerenciais ( SIG ): desenvolve relatórios sobre o desempenho atual da organização, permitindo monitorar e controlar a empresa e até mesmo prever o seu desempenho futuro. Sistemas de informação que suportam o trabalho que lida com dados e com conhecimento: integração de novo conhecimento no negócio. controlo do fluxo de trabalho. Auxiliam especialistas e profissionais qualificados na criação e integração de novos conhecimentos na organização. KWS - knowledge work systems - Aplicações de engenharia, aplicações gráficas, de gestão… que servem para a conceção e projeto de novos produtos. OAS - Office automation systems - Sistemas destinados ao aumento da produtividade do trabalhador de dados (pessoal administrativo) que tende a processar informação em vez de a criar. Aplicações de correio eletrónico, processador de texto… Sistema de apoio à decisão ( SAD ): sistema que foca em problemas únicos alterando-se com rapidez e que não possui procedimentos de resoluções pré-definidos. Esse sistema utiliza informações obtidas pelo SPT e SIG e também informações externas que auxiliaram na análise e na resolução do problema. São sistemas de informação que suportam as atividades dos gestores: supervisão, controlo, tomada de decisão… MIS - Management Information Systems - Sistemas de informação ao nível da gestão na organização. Suporta funções de planeamento, controlo e tomada de decisão, proporcionando informações de síntese da atividade diária e relatórios de exceção. Orientado para a informação do ambiente interior à organização. Ex: gestão de vendas, orçamento anual, análise de investimento, análise de recolocação de recursos humanos. DSS - decision support systems - Sistema de informação ao nível da gestão da organização que combina dados e modelos analíticos sofisticados para o suporte da tomada de decisão semiestruturada ou não estruturada. Ex: análise geográfica das vendas, análise de custo, análise de custos de carreiras/contrato. Sistema de apoio ao executivo ( SAE - SIE em inglês): auxilia a gerência com a apresentação de gráficos e dados de diversas fontes através de uma interface de fácil manuseio. Estes sistemas são projetados para incorporar dados sobre eventos externos, como novas leis ou novos concorrentes, utilizando também informações do SIG e do SAD internos. Filtram, condensam dados críticos, mostrando apenas os mais importantes para gerência. Sistemas de informação que suportam as atividades de planeamento de longo prazo concebidos para auxiliar na tomada de decisão não estruturada através do uso avançado de gráficos e comunicações. ESS - executive support systems ou EIS - executive information systems . Ex: análise de tendências, planeamento de operações de longo prazo, planeamento de curvas de lucro e investimento, planeamento de recursos humanos… Classificações [ editar | editar código-fonte ] Sistemas de informações podem ser classificados como: Sistemas de Informação Gerencial (SIG): agrupam e sintetizam os dados das operações da organização para facilitar a tomada de decisão pelos gestores da organização. Sistemas de Informação Estratégicos (BI - Business Intelligence ): integram e sintetizam dados de fontes internas e externas à organização, utilizando ferramentas de análise e comparação complexas, simulação e outras facilidades para a tomada de decisão da cúpula estratégica da organização. Sistemas de Informação Comerciais/Negociais ( Customer relationship management — CRM): referem-se ao processo de coleta, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte à gestão de negócios de uma organização, tanto em relação ao comércio e colaboração com outras empresas, como ao atendimento direto com o cliente. Funcionamento [ editar | editar código-fonte ] Como qualquer outro sistema, o SI inclui a entrada ( input ) que envolve a captação ou coleta de fontes de dados brutos de dentro da empresa ou de um ambiente externo. O processamento envolve a conversão dessa entrada bruta em uma forma mais útil e apropriada. A saída ( output ) envolve a transferência de informação processada às pessoas ou atividades que a usarão (processa os inputs e produz outputs , que são enviados para o usuário ou para outro sistema).Podem conter também um mecanismo de feedback que controla a operação. [ 7 ] Um SI pode ser dividido em 3 partes: Entrada que recebe todos os problemas e dados da empresa, como dados, informações,regra de negócios, todos eles podem ser interno ou externo (jornais, revistas, pesquisa) (este se enquadra como um SI de Business Intelligence — BI) Processamento / Controle que faz todo o processamento para transformar esses dados, informações e regra de negócios em informação. Saída que gera os resultados para que possa dar um suporte na tomada de decisões gerenciais da empresa. Entrada [ editar | editar código-fonte ] Dados. Informação. Regras de negócio. Processamento/Controle [ editar | editar código-fonte ] Tomadores de decisão. Auto Controle. Saída [ editar | editar código-fonte ] Relatórios. Gráficos. Cálculos. Táticas. Segundo Turban, McLean e Wetherbe, [ 8 ] um sistema de informação baseado em computador (genericamente chamado de sistema da informação) é um método que utiliza tecnologia de computação para executar algumas de todas as tarefas desejadas. Pode ser composto de apenas um computador pessoal e software , ou incluir milhares de computadores de diversos tamanhos com centenas de impressoras e outros equipamentos, bem como redes de comunicação e banco de dados. De acordo com O'Brien [ 9 ] os SI são relacionados da seguinte forma: Hardware : computadores e periféricos como: impressora, processadores, monitores, teclados, dispositivos de leitura externo, etc. Juntos, eles aceitam dados e informação, processam-nos e permitem sua visualização. Software : é um conjunto de programas que permite que o hardware processe dados. Exemplos: software utilitário ( sistema operacional ). Software aplicativo (conjunto de programas que realizam as funções necessárias para dar suporte às atividades empresariais, como gerar folha de pagamento, emitir nota fiscal, etc.). Pessoas: são aqueles indivíduos que trabalham com o sistema ou utilizam sua saída . São usuários e operadores de hardware e software . Banco de Dados :é uma coleção de arquivos, tabelas e outros dados inter-relacionados que armazenam dados e suas respectivas associações. Rede : é um sistema de ligação que permite o compartilhamento de recursos entre diversos computadores . Procedimentos: são um conjunto de instruções sobre como combinar os elementos mencionados de forma a processar as informações e gerar saídas desejadas. Também podemos dizer que são as funções que o sistema deve executar. Profissional [ editar | editar código-fonte ] Outras definições além disso, o termo também é utilizado para descrever a área de conhecimento encarregada do estudo de Informática, tecnologia em computadores e suas relações com as organizações. Neste contexto, esta disciplina é comumente classificada como uma ciência exata e da terra. Um terceiro uso para a expressão Sistemas de Informação refere-se a um curso de graduação cujo foco é o desenvolvimento e aplicação de sistemas de informação computadorizados nas organizações. O conteúdo deste curso abrange aspectos técnicos, gerenciais e sociológicos, abrangendo, em linhas gerais, os conteúdos relevantes estudados na área de conhecimento Sistemas de Informação. Um sistema de informação pode ser então definido como todo sistema usado para prover informação (incluindo o seu processamento), qualquer que seja o uso feito dessa informação, inclusive arquivamento. Um sistema de informação possui vários elementos inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam e armazenam (processo), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um mecanismo de retorno de informação . Um Sistema de Informação de Marketing pode ser definido como um conjunto de procedimentos e métodos para o planejamento, coleta, análise e apresentação regulares de informação para o uso no processo de tomada de decisão de marketing. O profissional formado em Sistemas de Informação deve analisar, planejar e organizar o processamento, armazenamento e recuperação da informação e disponibilizá-la ao usuário. Sua principal função é analisar e entender os problemas de uma organização, buscando soluções com uso da tecnologia computacional, através de ferramentas disponíveis no mercado ou produzindo seus próprios sistemas. Tipos de redes de telecomunicações [ editar | editar código-fonte ] Para que exista sistema de informação, e que seja tomada diversas decisões gerenciais na era da internet , vem ser necessário a existência das redes de computadores. Existem diferentes tipos de redes de telecomunicação ,mas no ponto de vista do usuário final,existem apenas alguns tipos básicos ,redes remotas ,redes locais redes privadas e redes cliente servidor. Redes Remotas : são redes que cobrem uma ampla área geográfica (WAN's). As redes que cobrem grandes cidades e grandes metrópoles também podem ser incluídas nessa categoria .Essas grandes redes são de grande importância para realizar atividades cotidianas de muitas empresas e organizações governamentais Redes Locais : são redes que conectam computadores e periféricos em uma área física limitada (LAN's),como sala de aula ,escolas ,fabricas ,prédios ,repartições etc. Rede Privadas Virtuais : são redes que oferecem privacidade e segurança aos seus utilizadores(VPN's) ,esse modelo de rede faz uso de dispositivos de proteção como (firewalls) e possui como sua estrutura a internet (backbone),oferecendo uma navegação com segurança aos seus utilizadores,modelo muito utilizado por companhias e organizações que requer alta segurança no trafico de seus dados na rede. Rede Cliente Servidor : trata-se de uma rede interorganizacional que atualmente predomina nas empresas, numa rede cliente/servidor as estações de trabalhos são os clientes, elas são interconectadas por uma rede local e compartilham o mesmo processamento de aplicação com o servidor local ,que gerencia a rede local, que está também conectada com a internet (rede mundial de computadores), e interconectadas com outras LAN's . Ver também [ editar | editar código-fonte ] Ciência da informação Ciência da computação Sistema de informação de gestão (Sistemas de Informações Gerenciais) Sistema de Informação Contábil Sistema Cooperativo Sistemas de Informação em Saúde Sistemas de Apoio à Decisão Análise de sistemas Sistema de computação Referências ↑ Gonçalves, Leandro Salenave. «Sistema de Informação» (PDF) . Consultado em 11 de fevereiro de 2012 ↑ Turban, Efraim (2003). Administração de tecnologia da informação . [S.l.: s.n.] ISBN Elsevier Verifique |isbn= ( ajuda ) ↑ a b Laudon. Kenneth C.. Laudon. Jane Price (1999). Sistema da Informação com Internet . [S.l.: s.n.] 4 páginas ↑ Turban, TURBAN,E.,MCLEAN,E.,WETHERBE,J. (2004). Tecnologia da informação para gestão. Transformado os negócios da economia digital . [S.l.: s.n.] ↑ MEC, Secretaria de Educação Superior. «DIRETRIZES CURRICULARES DE CURSOS DA ÁREA DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA» (PDF) . Consultado em 11 de fevereiro de 2012 ↑ Côrtes, Pedro (2007). Administração de Sistemas de Informação . [S.l.]: Saraiva ↑ Gonçalves, Leandro Salenave. «Sistema de Informação» (PDF) . Consultado em 11 de fevereiro de 2012 ↑ TURBAN. Efraim. McLEAN. Ephraim. WETHERBE. James (2004). Tecnologia da informação para gestão . [S.l.: s.n.] 39 páginas ↑ O'Brien, James (2004). Sistema de Informação e as decisões gerenciais na era da internet . [S.l.: s.n.] Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Os Sistemas de Gestão da Informação nos Hospitais Públicos Portugueses OSociedade Brasileira de Computação - SBC OAssociação Portuguesa de Sistemas de Informação - APSI OPeriódico Científico Ciência da Informação Association for Information Systems - AIS (em inglês ) Association for Computing Machinery - ACM (em inglês ) European Research Center for Information Systems - ERCIS (em inglês ) v • e Sistemas Categorias de sistemas Teoria dos sistemas · Sistemas de ciência · Systems scientists ( Conceitual · Físicos · Social ) Sistemas Biológico · Complexo · Adaptativo complexo · Conceitual · Gerenciamento de banco de dados · Dinâmicos · Econômico · Ecossistema · Formal · Sistema de Posicionamento Global · Anatomia humana · Sistemas de Informação · Sistemas jurídicos do mundo · Sistemas de medição · Sistema métrico · Sistema multi-agente · Sistema nervoso · Não-linearidade · Sistema operacional · Sistema físico · Sistema político · sistema sensorial · Estrutura social · Sistema solar · Sistemas de arte Campos teóricos Teoria do caos · Sistemas complexos · Teoria de controle · Cibernéticos · Living systems · Teoria dos sistemas sociotécnicos · Systems biology · System dynamics · Sistemas de ecologia · Sistemas de engenharia · Sistemas de psicologia · Sistemas de ciência · Teoria dos sistemas Cientistas de sistemas Russell Ackoff · William Ross Ashby · Béla Bánáthy · Gregory Bateson · Richard Bellman · Stafford Beer · Ludwig von Bertalanffy · Murray Bowen · Kenneth Boulding · Charles West Churchman · George Dantzig · Heinz von Foerster · Jay Wright Forrester · George Klir · Andrey Korotayev · Edward Lorenz · Niklas Luhmann · Humberto Maturana · Margaret Mead · Donella Meadows · Mihajlo Mesarovic · James Grier Miller · Howard Odum · Talcott Parsons · Ilya Prigogine · Anatol Rapoport · Claude Shannon · Francisco Varela · Kevin Warwick · Norbert Wiener · Anthony Wilden Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Sistema_de_informação&oldid=51180440 ' Categorias : Ciência da computação Sistemas de informação Engenharia da computação Categoria oculta: !Páginas com erros ISBN Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Azərbaycanca Беларуская Беларуская (тарашкевіца)‎ Български Bosanski Català Čeština Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Galego עברית Hrvatski Հայերեն Bahasa Indonesia Italiano 日本語 Қазақша 한국어 Lietuvių Монгол Bahasa Melayu Mirandés Nederlands Norsk Polski Română Русский Sicilianu Scots Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Slovenčina Slovenščina Shqip Српски / srpski Basa Sunda Svenska தமிழ் తెలుగు ไทย Tagalog Türkçe Українська Tiếng Việt 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 16h58min de 2 de fevereiro de 2018. 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O Mercado Livre poderá confirmar os dados pessoais informados, consultando entidades públicas, companhias especializadas ou bancos de dados e está desde já expressamente autorizado a fazê-lo. O Mercado Livre coleta e armazena automaticamente algumas informações sobre a atividade dos Usuários cadastrados e visitantes de seu site. Tal informação pode incluir a URL de onde eles provêm (seja ela do próprio Mercado Livre ou não), a que URL acessaram em seguida (seja ela do próprio Mercado Livre ou não), o navegador que utilizam e seus IPs de acesso, as páginas visitadas, as buscas realizadas, os anúncios, compras ou vendas, qualificações e réplicas inseridas, mensagens nos fóruns, endereços físicos ou eletrônicos, dentre outras que poderão ser armazenadas e retidas. O Mercado Livre acessa as listas de contatos dos dispositivos móveis utilizados pelos usuários para fornecer seus serviços. Essa informação somente será utilizada para localizar e marcar números de telefones celulares e/ou endereços de e-mails de potenciais usuários. Por sua vez, os usuários reconhecem que têm autorização para compartilhar tais informações com o MercadoLivre. Sobre os potenciais usuários, o Mercado Livre não armazenará nomes, endereços, dados bancários, números de RG, CPF ou outra informação que permita identificar uma pessoa. Somente armazenará números de telefones celulares e endereços de e-mails. O usuário, ao cadastrar-se no MercadoLivre, está ciente e concorda expressamente que o Mercado Livre poderá intermediar e armazenar as trocas de mensagens eletrônicas entre os usuários dentro da comunidade com o objetivo principal de proporcionar a segurança nas relações e comunicações da comunidade. Todos os dados pessoais dos usuários serão armazenados em um arquivo automatizado de dados pessoais, localizado nos EUA. O Usuário, ao cadastrar-se no MercadoLivre, confirma que está informado da localização deste arquivo e autoriza esta transferência internacional de seus dados. A qualquer momento o Usuário cadastrado no Mercado Livre poderá solicitar a exclusão definitiva de seus dados ou o cancelamento de seu cadastro, ressalvadas as hipótese de manutenção previstas em lei. Para mais informações, leia 'Direitos de acesso, remoção e retificação da informação pessoal' abaixo. Segurança da informação O Mercado Livre está obrigado a observar todas as normas aplicáveis em matéria de medidas de segurança de Informação Pessoal. Além disso, emprega os padrões mais avançados da indústria em matéria de proteção das informações pessoais, incluindo, entre outras medidas, firewalls e Secure Socket Layers ('SSL'). O Mercado Livre considera os dados de seus Usuários como um bem precioso que deve ser protegido de qualquer perda ou acesso não autorizado. Emprega, portanto, diversas técnicas de segurança para proteger tais dados de acessos não autorizados. Ainda assim, é necessário considerar que a segurança absoluta não existe na internet. O Mercado Livre não será responsável por interceptações ilegais ou violação de seus sistemas ou bases de dados por pessoas não autorizadas, tampouco se responsabilizará pela indevida utilização da informação obtida por esses meios. O uso que fazemos da informação Para fornecer um excelente serviço e para que os usuários possam realizar operações de forma ágil e segura, o Mercado Livre requer certas informações de caráter pessoal, incluindo endereço de e-mail. A coleta dessas informações nos permite oferecer aos Usuários serviços e funcionalidades que possam ser melhor adequados às suas necessidades e personalizar nossos serviços para fazer com que suas experiências no Mercado Livre sejam o mais satisfatórias possível. A Informação Pessoal que solicitamos tem as seguintes finalidades: Ajudar o comprador e o vendedor a entrarem em contato direto entre si, após o Usuário potencial comprador manifestar sua intenção de compra. Neste caso, o Mercado Livre fornecerá, por e-mail, aos interessados, os dados pessoais (nome, telefones, localidade, e-mail e CPF ou CNPJ) de sua contraparte. O Mercado Livre não autoriza o uso de tais informações para finalidade diversa da conclusão do negócio, tal como publicidade, promoção ou outras atividades não relacionadas ao MercadoLivre, salvo expressa autorização do Usuário a sua contraparte. Desenvolver estudos internos sobre os interesses, comportamentos e demografia dos Usuários para compreender melhor suas necessidades e interesses e oferecer melhores serviços ou prover-lhes informação adequada ao seu perfil. Aprimorar nossas iniciativas comerciais e promocionais e analisar as páginas visitadas, buscas realizadas pelos Usuários para melhorar nossa oferta de conteúdos e produtos, personalizar conteúdos, sua apresentação e serviços. Enviar aos nossos Usuários mensagens sobre novos serviços, publicidade, promoções e banners, notícias sobre o MercadoLivre, além da informação expressamente autorizada na seção de preferências. O Usuário poderá solicitar que o excluam das listas para o envio de mensagens promocionais ou publicitárias. Para fazer isso basta acessar Minha conta > Configurações > “E-mails”. Compartilhar a Informação Pessoal (incluindo endereço de e-mail) com os provedores de serviços, para aprimorar ou facilitar as operações realizadas no MercadoLivre, tais como, sem se limitar a serviços de: transporte, pagamento, seguro, call center, programas de fidelidade, entre outros. Fornecer a Informação Pessoal dos Usuários às entidades que intervenham na resolução de disputas entre eles: seguradoras, juízos arbitrais, e demais órgãos competentes para solucionar tais disputas. O Mercado Livre empregará os melhores esforços para que se cumpram elevados padrões de segurança e privacidade dos Dados Pessoais de seus Usuários, mediante a assinatura de acordos ou convênios, os quais estabelecerão a responsabilidade de tais provedores de serviços pelo uso indevido da Informação Pessoal dos Usuários. Em alguns casos, estes provedores de serviços recolherão informação diretamente do Usuário, que poderá receber notificação a respeito da participação de um provedor de serviços em tais atividades, ficando ao critério do Usuário decidir quais informações serão fornecidas, bem como autorizar usos adicionais pretendidos pelos provedores de serviço. Confidencialidade da informação Uma vez registrado no Site, o Mercado Livre não venderá, alugará ou compartilhará a Informação Pessoal, exceto nas formas estabelecidas nestas Políticas de privacidade. Será feito tudo o que estiver ao alcance no sentido de proteger a privacidade da Informação Pessoal. Não será considerada Informação Pessoal, não estando, portanto, sujeita ao sigilo, as informações (a) que já eram de domínio público na ocasião em que foram recebidas, ou passem a ser de domínio público sem infringir as obrigações ora assumidas. (b) que venham a ser de conhecimento das partes de modo não confidencial, recebidas de terceiros, cuja aquisição e revelação tenham sido de modo totalmente independente, sem infringir quaisquer das obrigações ora assumidas e sem qualquer caráter sigiloso. ou (c) cuja revelação seja exigida por lei, regulamento ou decisão administrativa, judicial ou arbitral. Apelido de usuário Para interagir dentro do site, os Usuários devem utilizar um apelido que os identifique. Os Usuários não terão acesso à informação pessoal de outros Usuários, salvo quando tenham realizado com eles alguma negociação através da plataforma do MercadoLivre, caso em que ambas as partes terão acesso aos dados uma da outra. Senha pessoal Para acesso dos serviços reservados unicamente aos Usuários devidamente registrados, estes irão dispor de uma senha pessoal. Com ela poderão comprar, vender, ofertar, qualificar, dentre outras atividades. Esta senha, que é escolhida pelo próprio Usuário, deve ser mantida sob absoluta confidencialidade e, em nenhum caso, deverá ser revelada ou compartilhada com outras pessoas. O Usuário será responsável por todos os atos que sejam realizados com o uso de seu nome e senha pessoal, o que inclui pagamentos de tarifas por serviços ou responsabilização por prejuízos que possam vir a sofrer de outros Usuários ou terceiros, por qualquer motivo. Se por qualquer razão um Usuário desconfiar que alguém pode conhecer sua senha pessoal, deverá modificá-la acessando, pelo menu de navegação do site, a Minha conta, depois a Configuração e, em seguida, Dados pessoais. Uso da informação por outros Usuários Para facilitar a interação entre todos os membros da comunidade do MercadoLivre, é permitido um acesso limitado a certos dados de contato dos Usuários publicados no site, tais como nome de Usuário, telefones, município e endereço de e-mail. Os Usuários só poderão utilizar a informação pessoal de outros Usuários obtida no site para: Comunicações relacionadas ao Mercado Livre que não constituam comunicações comerciais não solicitadas. Utilizar serviços oferecidos no Mercado Livre (por exemplo: depósito, seguros, envio ou transporte e reclamações sobre fraude). Qualquer outra finalidade a que o Usuário correspondente consinta expressamente, uma vez que tenha sido comunicado previamente sobre tal informação, conforme legalmente previsto. Sob nenhuma circunstância se deve comunicar informação pessoal ou endereço de e-mail de outro Usuário a nenhum terceiro, sem o consentimento do Mercado Livre e do Usuário afetado. Cookies O Usuário e o visitante do site do Mercado Livre manifesta conhecer e aceitar que poderá ser utilizado um sistema de coleta de dados de navegação mediante à utilização de cookies. Os cookies são pequenos arquivos que se instalam no disco rígido, com uma duração limitada de tempo que ajudam a personalizar os serviços. Também serão ofertadas algumas funcionalidades que só estarão disponíveis pelo emprego dos cookies. Os cookies são utilizados com o fim de conhecer os interesses, o comportamento e a demografia de quem visita ou é Usuário do site, e dessa forma, compreender melhor suas necessidades e interesses e dar-lhes um melhor serviço ou prover-lhes informação relacionada. Também será usada a informação obtida por intermédio dos cookies para analisar as páginas navegadas pelo visitante ou Usuário, as buscas realizadas, melhorar as iniciativas comerciais e promocionais, mostrar publicidade ou promoções, banners de interesse, notícias sobre o MercadoLivre, aperfeiçoar a oferta de conteúdos e bens, personalizar esses conteúdos, apresentação e serviços. também poderá haver utilização de cookies para promover e fazer cumprir as regras e segurança do site. O Mercado Livre poderá adicionar cookies nos e-mails que envia para medir a efetividade das promoções. Utilizam-se adicionalmente os cookies para que o Usuário não tenha que introduzir sua senha tão frequentemente durante uma seção de navegação, também para contabilizar e corroborar os registros e a atividade do Usuário relacionados a outros acordos comerciais, sempre tendo como objetivo da instalação dos cookies o benefício do Usuário. O Mercado Livre não usará os cookies com fins alheios à sua operação. 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Adicionalmente um Web beacon é utilizado para medir padrões de tráfego dos Usuários de uma página a outra com objetivo de maximizar o fluxo de tráfego através da internet. O Usuário e o visitante do site do Mercado Livre manifesta conhecer e aceitar que o Mercado Livre poderá usar um sistema de coleta de dados mediante a utilização de Web beacons. Spam O Mercado Livre e os seus usuários não aceitam condutas consideradas 'spamming', seja em opiniões, perguntas, respostas e/ou no envio solicitado de e-mails. Fica absolutamente proibido o envio indiscriminado de mensagens de qualquer natureza entre os usuários do Mercado Livre. O Mercado Livre poderá limitar as ações de usuários no site para evitar spamming e suspender definitivamente aqueles usuários que violem essa política. Informação pessoal nas categorias especiais Dentro das categorias Carros, Motos e outros e Imóveis, permite-se a inclusão do telefone do vendedor no anúncio. Na categoria Serviços, o vendedor deverá incluir no anúncio seu endereço de e-mail e seu telefone, e será optativa a publicação de seu endereço e da URL de seu site. O vendedor só poderá inserir os dados mencionados, conforme o caso, dentro do campo específico para isso, no momento de publicar o anúncio. Em nenhuma hipótese deverá incluí-lo na descrição ou no título do anúncio, nem em nenhum outro lugar fora do campo específico. Tampouco poderá o vendedor incluir algum outro dado pessoal dentro ou fora do campo indicado. O Mercado Livre não será responsável pelo uso que o vendedor, o comprador, qualquer Usuário ou outra pessoa puderem fazer da informação publicada. Ordem de autoridades competentes - Requerimentos Legais O Mercado Livre coopera com as autoridades competentes e com terceiros para garantir o cumprimento das leis, salvaguardar a integridade e a segurança do site e de seus Usuários, impedir atividades ilegais, por exemplo, em matéria de proteção de direitos de propriedade industrial e intelectual, prevenção a fraudes e outros. O Mercado Livre poderá revelar a Informação Pessoal e registros de acesso, dados de navegação etc., nos termos previstos na legislação brasileira. O Mercado Livre pode comunicar aos participantes do Programa de Proteção de Propriedade Intelectual o apelido de usuário, nome completo, endereço, número de telefone, e-mail etc., de forma que, a seu critério, entenda necessária ou adequada tal divulgação em relação a investigações de fraude, infração de direitos de propriedade industrial ou intelectual, pirataria, ou qualquer outra atividade ilegal. Este direito será exercido pelo MercadoLivre, nos termos previstos na legislação brasileira, independentemente de ordem judicial ou administrativa. Além disso, o Mercado Livre se reserva o direito de comunicar informação sobre seus Usuários a outros Usuários, entidades ou terceiros, quando haja motivos suficientes para considerar que a atividade de um Usuário seja potencialmente ilícita ou prejudicial a outras pessoas. Este direito será utilizado pelo MercadoLivre, nos termos previstos na legislação brasileira, quando considere apropriado ou necessário para manter a integridade e a segurança do site e de seus Usuários, para fazer cumprir os Termos e condições gerais e demais Políticas do site. Mudanças nas preferências de e-mails Sem prejuízo de o Mercado Livre buscar manter seus Usuários atualizados a todo momento sobre promoções, novidades, mudanças etc., os Usuários podem selecionar os e-mails e informações promocionais que gostariam de receber do MercadoLivre. Se o Usuário não quiser receber e-mails, pode alterar suas preferências, seguindo as instruções existentes nas próprias mensagens ou acessando conta na seção Minha conta > Configurações > E-mails. Ali, poderá selecionar as preferências de e-mails para que sejam consideradas nas futuras comunicações. Informação na seção de perguntas e respostas O Mercado Livre permite aos Usuários realizarem perguntas e respostas nos anúncios. Nestas seções os Usuários podem realizar comentários sempre sujeitos às regras aplicáveis nesta Política e nos Termos e condições. A informação pessoal inserida na seção de perguntas e respostas pode ser lida, coletada ou utilizada por qualquer pessoa. O Mercado Livre não será responsável pelo uso dessa Informação Pessoal publicada pelo Usuário nestes campos do site. Direitos de cancelamento e retificação de dados pessoais O usuário, ao cadastrar-se, manifesta conhecer e pode exercitar seus direitos de cancelar seu cadastro e acessar e atualizar seus dados pessoais. O Usuário garante e responde pela veracidade, exatidão, vigência e autenticidade dos dados pessoais, e se compromete a mantê-los devidamente atualizados. Uma vez cadastrado no MercadoLivre, o Usuário poderá revisar e atualizar as seguintes informações fornecidas durante o processo de cadastro: Nome de usuário e endereço de e-mail. Informações de cadastro e contato, como número de telefone e endereço físico. Senha pessoal Sem prejuízo das mudanças que efetue, o Mercado Livre conservará os dados pessoais originais por motivos de segurança e controle de fraudes. Em casos excepcionais, em conformidade com a legislação brasileira, serão mantidos nos arquivos do Mercado Livre os dados pessoais de Usuários que nos tenham requerido expressamente sua remoção, com o objetivo de utilizá-los para solução de litígios ou reclamações, detecção de problemas ou incidentes e dar cumprimento ao disposto nos Termos e condições gerais de uso. Os Usuários devem atualizar seus dados pessoais regularmente, com a alteração dos campos, a fim de que outros Usuários possam contatá-los quando realizarem uma negociação. Para fazer qualquer modificação na informação fornecida quanto ao cadastramento, o Usuário deve acessar o item Minha conta e selecionar a opção Configurações , em seguida, Dados pessoais . A informação foi útil? Sim Não O que aconteceu? A informação não está clara Não encontrei o que estava buscando Muito obrigado pela sua opinião! Buscar Copyright © 1999-2018 Ebazar.com.br LTDA. Trabalhe conosco Termos e condições Políticas de privacidade Contato CNPJ n.º 03.007.331/0001-41 / Av. das Nações Unidas, nº 3.003, Bonfim, Osasco/SP - CEP 06233-903 - empresa do grupo Mercado Livre. Baixe grátis o App do Mercado Livre!



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  Design de informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Design de informação Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Diagrama de Charles Joseph Minard , 1861 - Um dos primeiros exemplos de uma informação gráfica. Design de informação ou infodesign , é uma área do design gráfico que lida detalhadamente com o projeto da informação visual. Seu objetivo principal é melhorar ... Design de informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Design de informação Origem: Wikipédia ... primeiros exemplos de uma informação gráfica. Design de informação ou infodesign , é uma área do design gráfico que lida detalhadamente com o projeto da informação visual. Seu objetivo principal é melhorar a forma como o usuário adquire informação em sistemas de comunicação analógicos e digitais. Índice 1 Objetivo 2 Arquitetura da informação 3 Referências 4 Ver também 5 Ligações externas Objetivo CACHE

Design de informação – Wikipédia, a enciclopédia livre Design de informação Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Diagrama de Charles Joseph Minard , 1861 - Um dos primeiros exemplos de uma informação gráfica. Design de informação ou infodesign , é uma área do design gráfico que lida detalhadamente com o projeto da informação visual. Seu objetivo principal é melhorar a forma como o usuário adquire informação em sistemas de comunicação analógicos e digitais. Índice 1 Objetivo 2 Arquitetura da informação 3 Referências 4 Ver também 5 Ligações externas Objetivo [ editar | editar código-fonte ] Um dos objetivos do design de informação é equacionar os aspectos sintáticos , semânticos e pragmáticos que envolvem os sistemas de informação através da contextualização, planejamento, produção e interface gráfica da informação junto ao seu público alvo. Seu princípio básico é interface gráfica da informação junto ao seu publico alvo, bem como otimizar o processo de aquisição da informação efetivado nos sistemas de comunicação analógicos e digitais. O design de informação abrange vários campos, tais como ilustração , fotografia , cartografia , design gráfico , design industrial , arquitetura , psicologia experimental , entre outros. Sua multidisciplinaridade fornece ferramentas para atuar em todos os campos envolvidos. Em contrapartida, Knemeyer (2003) ressalta a importância do design da informação como um integrador que aglutina várias disciplinas de modo a criar soluções de informação de alta qualidade. [ 1 ] Na ciência da computação e tecnologia informacional, o termo design de informação é muitas vezes usado como sinônimo para (mas não é necessariamente a mesma disciplina que) arquitetura de informação , design de sistemas de informação, bancos de dados ou estruturas de informação. Para Wildbur e Burke (1998), o design de informação, em seu sentido amplo, é uma atividade relacionada à seleção, organização e apresentação de informação para uma determinada audiência. Essa informação pode ter origem em diversas fontes: mapas climáticos, tabelas de vôos, dados populacionais. O design da informação implica a responsabilidade de transmissão de conteúdos de modo preciso e neutro. [ 1 ] Horn (1999) enfatiza que Design da Informação é definido como a ciência de preparar as informações para que elas possam ser usadas por pessoas com eficiência e eficácia. Seus objetivos principais são: Desenvolver documentos que sejam compreensíveis, precisos e rapidamente recuperáveis, e fácil de se transformar em ações efetivas. Projetar interações através de equipamentos que sejam naturais, fáceis e agradáveis. Isto envolve resolver os problemas do design da interface humano-computador. O design da informação vai se estabelecendo como um campo que conjuga determinados conhecimentos, traduzindo-se em uma disciplina cujo objetivo é organizar e apresentar dados, transformando-os em informação válida e significativa. Arquitetura da informação [ editar | editar código-fonte ] Relacionado com o design de Informação, há ainda o arquiteto da informação , papel de arquivistas e bibliotecários, que surgiu com a Revolução Industrial , onde o fluxo de informação começou a crescer cada vez mais rápido e o armazenamento de todo esse fluxo tornou-se impossível de fazer sem um profissional capacitado. A atividade do arquiteto da informação consiste em organizar, de modo viável e que possa ser aproveitado depois, todo e qualquer recurso informacional ou qualquer tipo de conhecimento. [ 2 ] Referências ↑ a b PORTUGAL, Cristina. Questões complexas do design da informação e de interação. InfoDesign, São Paulo, v. 7, n. 2, [2010], p. 1 – 6 ↑ MENEZES, Marizilda dos Santos. Design e Planejamento : aspectos tecnológicos. São Paulo: Cultura Acadêmica. 2009. 280 p. Ver também [ editar | editar código-fonte ] Infografia Sinalização Linguagem gráfica Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Design da Informação: Você sabe o que é? , Webinsider, 2003. Infodesign Sociedade Brasileira de Design da Informação InformationDesign.org International Institute for Information Design Communication Research Institute of Australia: Information Design for the Information Age Information Design Journal + Document Design v • e Design Designer Design visual Design de moda • Design de fontes • Design gráfico • Design de informação • Design de livros • Diagramação • Design instrucional • Fotografia • Ilustração • Publicidade • Retail design • Sinalização ambiental • Tipografia Design de ambientes Arquitetura • Arquitetura bioclimática • Arquitetura paisagista • Design de interiores Design industrial Design de embalagem • Mobiliário ( Design de móveis ) Design de interação Design de jogos ( level design ) • Web design Ferramentas Esboço • Blueprint • Desenho assistido por computador • Desenho técnico • Mockup • Model sheet • Protótipo • Storyboard • Website wireframe Premiações Prêmio Alemão de Design Tópicos relacionados Concept art • Design inteligente • Estética • Futurologia • Indústrias criativas Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Design_de_informação&oldid=49791932 ' Categorias : Design gráfico Linguística aplicada Interface do utilizador Psicologia educacional Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Čeština Deutsch English Suomi Français עברית Hrvatski 日本語 한국어 ଓଡ଼ିଆ Русский Svenska 中文 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 16h11min de 7 de setembro de 2017. 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Gordura RÁPIDA Fornece Força Extrema Retêm a Massa Magra Preço era: 199.95 € 149.95 € Desconto: 50.00€ Adicionar Mais Informação Pacote Ultimate Ganhos MASSIVOS Retêm a Massa Magra Melhora o Desempenho Preço era: 299.95 € 229.95 € Desconto: 70.00€ Adicionar Mais Informação Pacote de Hormônio do Crescimento Ganhos MACIÇOS de músculo Promove a perda de gordura rápida Melhora o desempenho Preço era: 254.95 € 199.95 € Desconto: 55.00€ Adicionar Mais Informação Pacote de Força Força EXTREMA Ganhos MACIÇOS de músculo Melhora o desempenho Preço era: 199.95 € 159.95 € Desconto: 40.00€ Adicionar Mais Informação D-BAL (Dianabol) Ganhos RÁPIDOS Retêm Mais Nitrogênio Aumenta a Síntese Protéica Preço era: 59.95 € 49.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação Clenbutrol (Clenbuterol) Queima Gordura RÁPIDO Melhora o Desempenho Retêm a Massa Magra Preço era: 62.95 € 52.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação TRENOROL (Trenbolone) Ganhos MASSIVOS Melhor Resistência Aumenta a Força Preço era: 62.95 € 52.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação Anvarol (Anavar) Perda de Gordura RÁPIDA Aumenta Níveis de Energia Retêm a Massa Magra Preço era: 54.95 € 44.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação Testo-Max (Sustanon) Força EXTREMA Melhora o Desempenho Recuperação Mais Rápida Preço era: 59.95 € 49.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação HGH-X2 (Somatropinne) Ganhos ENORMES Queima Gordura Rápido Recuperação Mais Rápida Preço era: 59.95 € 49.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação Winsol (Winstrol) Força EXTREMA Melhora o Desempenho Esculpa um Físico Perfeito Preço era: 62.95 € 52.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação Pacote de Ganho de Massa Ganhos MASSIVOS Fornece Força Extrema Recuperação Mais Rápida Preço era: 205.95 € 155.95 € Desconto: 50.00€ Adicionar Mais Informação GYNECTROL Reduz Mamas Masculinos Melhora Aparência do Peito Reduz Gordura em Excesso Preço era: 62.95 € 52.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação Pacote de Definição Perda de Gordura RÁPIDA Fornece Força Extrema Retêm a Massa Magra Preço era: 199.95 € 149.95 € Desconto: 50.00€ Adicionar Mais Informação Anadrole (Anadrol) Ganhos MASSIVOS Aumenta Força e Potência Recuperação Mais Rápida Preço era: 54.95 € 44.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação Decaduro (Deca Durabolin) Força EXTREMA Aumenta a Resistência Recuperação Mais Rápida Preço era: 62.95 € 52.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação NO2-MAX Energia EXTREMA Aumenta a Força Melhora o Desempenho Preço era: 64.95 € 54.95 € Desconto: 10.00€ Adicionar Mais Informação Pacote Ultimate Ganhos MASSIVOS Retêm a Massa Magra Melhora o Desempenho Preço era: 299.95 € 229.95 € Desconto: 70.00€ Adicionar Mais Informação Pacote de Hormônio do Crescimento Ganhos MACIÇOS de músculo Promove a perda de gordura rápida Melhora o desempenho Preço era: 254.95 € 199.95 € Desconto: 55.00€ Adicionar Mais Informação Pacote de Força Força EXTREMA Ganhos MACIÇOS de músculo Melhora o desempenho Preço era: 199.95 € 159.95 € Desconto: 40.00€ Adicionar Mais Informação Performance Probiotic Melhora a saúde digestiva Ampara o sistema imunológico Mantém a saúde geral Preço era: 64.95 € 44.95 € Desconto: 20.00€ Adicionar Mais Informação PCT (Terapia Pós-Ciclo) Recuperação Pós-Ciclo TOTAL Preserva o Ganho de Músculo Desintoxica e Purifica Preço era: 64.95 € 44.95 € Desconto: 20.00€ Adicionar Mais Informação INSCREVE-TE NA NOSSA NEWSLETTER Respeitamos a tua privacidade. 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Consulte um médico antes de iniciar qualquer dieta de suplementação. * Estes produtos não são destinados a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Estas declarações não foram avaliadas pelo FDA ou Infarmed. O nosso site e nome de domínio 'crazybulk.pt' representam produtos que podem aumentar os níveis sanguíneos de hormonas no corpo. Estes produtos não devem ser usados por qualquer pessoa que tenha menos de 18 anos de idade. Use os nossos produtos em conjunto com uma dieta bem equilibrada e um programa de musculação ou exercício intenso. Consulte um médico antes de iniciar qualquer dieta de suplementação. Copyright © 2018 CrazyBulk Política de Privacidade Termos e Condições Programa de Afiliados Oferta Relâmpago 20% de desconto ao usar o código SALE20 X Oferta acaba em



https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia%3AVerificabilidade
  Wikipédia:Verificabilidade – Wikipédia, a enciclopédia livre Wikipédia:Verificabilidade Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página documenta uma política da Wikipédia lusófona, uma norma amplamente aceita que todos os editores devem normalmente seguir. Quaisquer alterações devem ser consensuais . Ela foi decidida por votação . Atalho : WP:V Resumindo: Os artigos ... a informação provém de uma fonte confiável . [ 1 ] A Wikipédia não publica pesquisa inédita . todo seu conteúdo é determinado pela informação previamente publicada ao invés de se basear apenas nas ... verdadeiro , isto deve ser verificável através das fontes da informação antes de você adicioná-lo. [ 1 ... determinada informação num artigo ou naqueles que desejem que a informação seja mantida. [ 5 ] Os editores devem portanto providenciar as referências . [ 5 ] Se determinada informação num artigo não CACHE

Wikipédia:Verificabilidade – Wikipédia, a enciclopédia livre Wikipédia:Verificabilidade Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página documenta uma política da Wikipédia lusófona, uma norma amplamente aceita que todos os editores devem normalmente seguir. Quaisquer alterações devem ser consensuais . Ela foi decidida por votação . Atalho : WP:V Resumindo: Os artigos na Wikipédia devem conter apenas material que possa verificar-se ter sido publicado em fontes fidedignas. Políticas e Recomendações da Wikipédia Princípios Cinco pilares O que a Wikipédia não é A Wikipédia não possui regras fixas Políticas de conteúdo Ponto de vista neutro Verificabilidade Nada de pesquisa inédita Biografias de pessoas vivas Títulos de artigos Trabalhando com os outros Política de edição Consenso Civilidade Não faça ataques pessoais Assédio moral Não proferir ameaças legais Resolução de disputas Diretórios Livro de estilo Lista completa de políticas Lista completa de recomendações Verificabilidade significa que pessoas lendo e editando a enciclopédia podem checar se a informação provém de uma fonte confiável . [ 1 ] A Wikipédia não publica pesquisa inédita . todo seu conteúdo é determinado pela informação previamente publicada ao invés de se basear apenas nas opiniões, crenças e experiências de seus editores. [ 1 ] Mesmo se você tem certeza de que algo é verdadeiro , isto deve ser verificável através das fontes da informação antes de você adicioná-lo. [ 1 ] [ nota 1 ] O princípio da verificabilidade é uma das três diretrizes de conteúdo da Wikipédia. [ 2 ] As outras duas são o princípio da imparcialidade e o princípio de não-incorporação de pesquisas inéditas . [ 2 ] Conjuntamente, estas diretrizes determinam o tipo e a qualidade do material que é passível de publicação no domínio principal da Wikipédia. [ 2 ] Considerando que estas três diretrizes são mutuamente complementares, elas não devem ser interpretadas isoladamente e os editores devem, portanto, familiarizar-se com todas as três. [ 2 ] Os princípios em que estas três diretrizes estão fundamentadas não são negociáveis ao nível da Wikipédia lusófona e não podem ser alterados por outras recomendações, votações ou consenso da comunidade de editores. [ 2 ] Índice 1 Política de verificabilidade 2 Fontes 2.1 O ónus da prova 2.1.1 Objecções à remoção e alternativas 2.1.2 O ónus da prova em artigos sobre pessoas vivas 2.2 Fontes publicadas pelo próprio ( online e em registo papel) 2.3 Fontes publicadas pelo próprio e fontes duvidosas em artigos sobre o próprio 3 Wikipédia e fontes que espelham-na ou usam-na 4 Outros comentários 5 Ver também 6 Notas 7 Referências Política de verificabilidade Atalho : WP:VPV Os artigos deverão conter somente material que tenha sido publicado em fonte reputada. Os usuários que adicionem novo material deverão citar uma fonte reputada. Se tal não acontecer, qualquer editor poderá remover o material introduzido. A obrigação de providenciar uma fonte reputada cabe ao editor que deseja introduzir novo material e não aos editores que desejem remover esse mesmo material. Fontes Ver artigo principal: Wikipedia:Fontes fiáveis Os artigos da Wikipédia devem ser baseados em fontes credíveis e independentes . [ 3 ] Tais fontes devem ter reputação em termos da própria aferição e exatidão dos fatos. [ 3 ] No que diz respeito a assuntos académicos, as fontes deverão preferencialmente estar sujeitas a revisão pelos pares . [ 3 ] As fontes deverão também ser niveladas em função das asserções efectuadas, isto é, afirmações extraordinárias deverão ser baseadas em fontes suficientemente robustas. [ 3 ] Aconselha-se a, sempre que possível, serem dadas fontes disponíveis em língua portuguesa. [ 3 ] Se tal for feito, mais facilmente os leitores poderão verificar que o material que serviu como fonte foi usado corretamente. [ 3 ] Para garantir a verificabilidade, é recomendado indicar, quando disponíveis na fonte, o capítulo, a seção, e a(s) página(as) onde se encontra o respectivo conteúdo do livro/artigo referenciado. Na impossibilidade de citação de nenhum destes identificadores, pode ser feita uma breve citação do texto na referência, atestando a passagem. [ 4 ] O ónus da prova Atalhos : WP:ÓNUS WP:ÔNUS Para mais informações sobre como escrever citações, veja Wikipedia:Cite as fontes O ónus da prova reside nos editores que introduziram determinada informação num artigo ou naqueles que desejem que a informação seja mantida. [ 5 ] Os editores devem portanto providenciar as referências . [ 5 ] Se determinada informação num artigo não for baseada em fontes reputadas, fiáveis e independentes, a Wikipédia não deverá incluir essa informação. [ 5 ] Objecções à remoção e alternativas Qualquer edição que omita as fontes poderá ser removida. No entanto, tenha em mente que alguns editores poderão objetar essa remoção pelo facto de não ter sido dada oportunidade para que fossem providenciadas as fontes. [ 6 ] Na prática, isto quer dizer que todo material sem fontes que seja removido só pode ser reintroduzido no artigo com citações, atribuindo este texto a uma fonte confiável na forma de uma referência colocada no texto, e que a fonte suporte diretamente o material em questão. [ 7 ] Se você quiser requerer uma fonte para uma edição não referenciada, uma boa ideia será mover essa edição para a página de discussão . [ 8 ] Alternativamente, poderá colocar a predefinição {{ Carece de fontes }} logo após o material alvo de disputa ou colocar o aviso {{ Sem-fontes }} no topo do artigo. [ 8 ] Nestes casos também será aconselhável colocar uma nota clarificadora na página de discussão com uma indicação das fontes que tenham sido já verificadas. [ 8 ] Outro método será tornar invisível aos leitores o conteúdo não referenciado, utilizando a marcação <!-- antes do material em causa, e --> a seguir ao mesmo, até que fontes fiáveis tenham sido providenciadas. [ 8 ] Quando usar esta última técnica será também aconselhável deixar uma nota explicativa na página de discussão. [ nota 2 ] [ 8 ] Tenha cuidado para não se colocar demasiado sob o ponto de vista segundo o qual não se deve incomodar outros usuários, deixando assim material não referenciado por muito tempo nos artigos. Não se colocar nesta posição de não incomodar ninguém é especialmente relevante quando estão em causa informações em artigos sobre pessoas vivas. Jimmy Wales , a este respeito disse: 'NUNCA é demais enfatizar isto. Parece existir uma terrível propensão entre alguns editores de que pseudo informação de um tipo aleatório e especulativo 'eu ouvi isto em algum lugar' deve ser etiquetada com 'carece de fontes'. Errado. Estas partes sem fontes devem ser removidas, agressivamente, a menos que se consiga referenciá-las. Isto é verdade para todo tipo de informação, mas é particularmente verdadeiro para informações negativas sobre pessoas vivas.' [ 9 ] [ 10 ] O ónus da prova em artigos sobre pessoas vivas Biografias de pessoas vivas necessitam de uma atenção especial porque, ao conterem material não referenciado, poderão afetar negativamente a vida de alguém e mesmo ter consequências legais. Remova material não referenciado sobre pessoas vivas que possa ser visto como crítica [ 9 ] [ 10 ] e não o mova para a página de discussão. Isto também se aplica a material sobre pessoas vivas em outros artigos que não biografias. Veja Wikipedia:Biografias de pessoas vivas e Wikipedia:Libelo . Quando remover informações tenha em mente a documentação sobre Wikipedia:Civilidade . Fontes publicadas pelo próprio ( online e em registo papel) Atalho : WP:NOBLOG Qualquer pessoa pode criar uma página de Internet ou mesmo pagar para ter um livro publicado e assim afirmar-se como um especialista numa determinada área ou temática. Por essa razão, livros de edição própria, sites pessoais e blogues são largamente vistos como impróprios em termos de servirem como fontes. Exceções poderão existir quando um conhecido pesquisador profissional de uma temática relevante ou quando um jornalista profissional produziu material próprio. Em certos casos, este tipo de material poderá ser aceitável como fonte, desde que o mesmo tenha já sido publicado por terceiros fiáveis. No entanto, aja com precaução: se a informação em questão é realmente merecedora de ser reportada, alguém já o deverá tê-lo feito também. Fontes publicadas pelo próprio e fontes duvidosas em artigos sobre o próprio Atalho : WP:FPP Material derivado de fontes publicadas pelo próprio e outras fontes publicadas que sejam de fiabilidade duvidosa poderão servir como fontes de informação em artigos sobre elas próprias desde que: Seja material relevante para a notoriedade da pessoa ou organização. Não seja material controverso. Não seja material que exprima demasiado os interesses próprios. Não seja material que envolva informações sobre terceiros ou sobre eventos não diretamente relacionados com a assunto em questão. Não existam dúvidas sobre quem escreveu o material. Wikipédia e fontes que espelham-na ou usam-na Não use artigos da Wikipédia (independente do idioma) como fonte. Também, não use websites que espelham conteúdo da Wikipédia ou publicações que dependam de material da Wikipédia como fontes. [ 11 ] Conteúdo de um artigo da Wikipédia não é considerado confiável a menos que esteja suportado por citações a fontes fiáveis . Confirme que estas fontes suportam o conteúdo, e então, use-as diretamente. [ 12 ] (Há também um risco de referência circular / reportagem circular quando usa-se um artigo da Wikipédia ou obra derivada como fonte.) Uma exceção é quando a Wikipédia em si está sendo discutida no artigo, o que pode ensejar a citação a um artigo, recomendação/política, discussão, estatística, ou outro conteúdo da Wikipédia (ou projeto-irmão) para dar suporte a uma afirmação acerca da Wikipédia. A Wikipédia ou o projeto-irmão é uma fonte primária , neste caso, e pode ser usada. Qualquer uso deste tipo deve evitar pesquisa inédita , peso indevido no papel ou visão da Wikipédia, e auto-referências inapropriadas . O texto do artigo deve tornar claro que o material tem como fonte a Wikipédia, para que o leitor saiba do potencial viés. Outros comentários Atalho : WP:VERDADE Só porque uma informação é verificável, isso não significa que a Wikipédia é o sítio ideal para a colocar. [ 13 ] Verificabilidade é uma condição necessária e não uma condição suficiente, para incluir informação num artigo. [ 13 ] Veja o que a Wikipédia não é . [ 13 ] Só porque determinada informação é verdadeira, isso não significa que ela está de acordo com os requisitos de verificabilidade da Wikipédia — a informação terá que ser referenciada a partir de fontes fiáveis para poder ser incluída na Wikipédia (no entanto, se a informação for verdadeira, deverá poder encontrar-se uma fonte reputada para sustentá-la). [ 13 ] Outro efeito desta política é que a pesquisa original, não podendo ser suportada por fontes reputadas, não poderá ser incluída na Wikipédia, ou, por outras palavras, este princípio implica o princípio de não incorporação de pesquisas inéditas. [ 14 ] Ver também Princípio da imparcialidade Nada de pesquisa inédita O que a Wikipédia não é Cite as fontes Fontes primárias Política de edição Notas ↑ Este princípio era anteriormente expresso na página desta política como 'o limiar mínimo para inclusão é verificabilidade, não veracidade .' ↑ Ver en:Help:Editing#Basic text formatting : 'Invisible comments to editors only appear while editing the page. If you wish to make comments to the public, you should usually go on the talk page.' Referências ↑ a b c Parágrafo inserido em 20 de agosto de 2013 em substituição a dois parágrafos de 2006, de acordo com Wikipédia:Esplanada/propostas/Tornar mais conciso, em WP:V, o fato de verificabilidade e veracidade não serem o mesmo (4ago2013) . ↑ a b c d e O parágrafo já constava na primeira versão da página, de 3 de setembro de 2006 . Erro de digitação corrigido no mesmo dia . Hífen inserido em 10 de março de 2009 . ↑ a b c d e f Seção inserida em 3 de setembro de 2006 . Erro de digitação corrigido em 24 de outubro de 2006 . ↑ Recomendação aprovada por consenso em 27 de novembro de 2017 . Erro de digitação corrigido em 28 de novembro de 2017 . ↑ a b c Frases inseridas em 5 de setembro de 2006 . Correção de concordância em 12 de outubro de 2006 . Correção de acentuação em 24 de outubro de 2006 . Troca do termo 'prova da evidência' por 'ônus da prova' realizada em 25 de outubro de 2006 . ↑ Frase inserida em 5 de setembro de 2006 . Correção de norma ortográfica em 2 de janeiro de 2009 . ↑ Frase inseria em 19 de julho de 2013 de acordo com Wikipédia:Votações/Reforma da Verificabilidade . ↑ a b c d e Parágrafo inserido em 5 de setembro de 2006 . Atualização de acordo ortográfico, correção de plural indevido e troca de palavra em 2 de janeiro de 2009 . Remoção de vírgula em 7 de abril de 2012 . Moção de ponto em 14 de setembro de 2009 . ↑ a b (em inglês ) Jimmy Wales (16 de maio de 2006). « ' Zero information is preferred to misleading or false information ' » . WikiEN-l en:electronic mailing list archive . Consultado em 2 de setembro de 2010 . I can NOT emphasize this enough. There seems to be a terrible bias among some editors that some sort of random speculative 'I heard it somewhere' pseudo information is to be tagged with a 'needs a cite' tag. Wrong. It should be removed, aggressively, unless it can be sourced. This is true of all information, but it is particularly true of negative information about living persons. ↑ a b (em inglês ) «Discussões subsequentes» . WikiEN-l en:electronic mailing list archive. Maio de 2006 . Consultado em 20 de fevereiro de 2013 ↑ Adicionado em 5 de Novembro de 2017 de acordo com Wikipédia:Esplanada/propostas/Proibir reportagem circular na Wikipédia (5out2017) ↑ Rekdal, Ole Bjørn (1 de agosto de 2014). «Academic urban legends» . Social Studies of Science . 44 (4): 638–654. ISSN 0306-3127 . doi : 10.1177/0306312714535679 . Consultado em 30 de abril de 2016 ↑ a b c d Seção inserida em 12 de setembro de 2006 . Houve uma pequena correção de concordância em 7 de abril de 2012 . ↑ Frase inserida em 12 de setembro de 2006 juntamente com o resto da seção. Incrementada e separada em 24 de outubro de 2006 . v • e Construção de artigos Editorial Criação e eliminação Políticas Biografia sem relevo enciclopédico Critérios de notoriedade Eventos futuros Erros comuns na Wikipédia Autobiografia Política de eliminação Política de eliminadores Ensaios Escopo Inclusão não é indicador de notoriedade As páginas para eliminar não são o estaleiro Porco de batom Uma única frase não faz um artigo Sem fontes confiáveis A Wikipédia não está aqui para divulgar ao mundo a sua causa nobre Criação de artigos por impulso Criminosos Não divulgue sua banda na Wikipédia Teste de amnésia Lei do Martelo Fancruft Evento futuro Spam Deixe a realidade em paz Potencial, não apenas o estado atual A Wikipédia não é um dicionário Fontes Políticas Verificabilidade Transcrição de fontes primárias Fontes confiáveis Fonte não confiável Fontes independentes Nada de pesquisa inédita Pesquisa inédita por síntese Artigos com apenas uma fonte Ensaios Você não precisa citar que o céu é azul Mas deve haver fontes! Atribuição Conteúdo Políticas Escrita Ortografia Versões da língua portuguesa Palavras a se tomar cuidado Por favor seja claro Biografias de pessoas vivas Tabelas musicais Princípio da imparcialidade A Wikipédia contém revelações de enredo Livro de estilo Artigos sem saída Artigos órfãos Parcial Direitos de autor Erros comuns na Wikipédia Política de imagens Como editar artigos sobre religião Ensaios Canções vs. Singles Fancruft Manual de wikificação Política de conteúdos Porco de batom Simples Spam Teorias marginais Processo de edição Políticas Política de edição Erros comuns na Wikipédia Status quo Ensaios Não construa o Frankenstein Esboço eterno Eventualismo Imediatismo Filosofias Wiki#Processo de edição Corrida às armas wikipédica Reverta apenas quando necessário Uma casa incompleta é um verdadeiro problema Não espere que a casa se construa sozinha Avaliação Políticas Avaliação de artigos Conteúdo destacado EAD ELD EPD ETD Versão 1.0 Avaliação automática Feedback Matriz de classificação Ensaios Como propor um artigo para destaque e sobreviver Dicas para tornar um artigo bom ou destacado v • e Políticas e recomendações da Wikipédia Visão geral Políticas e recomendações lista de políticas lista de recomendações Princípios de todo o projeto O que a Wikipédia não é Política de edição Consenso Políticas sobre padrão dos artigos Ponto de vista neutro Verificabilidade Nada de pesquisa inédita Biografias de pessoas vivas Convenção de nomenclatura Eliminação Políticas de comportamento Normas de conduta Não faça ataques pessoais Não dissemine a desconfiança Não faça ameaças legais Propriedade dos artigos Guerra de edições Guias de comportamento Presuma a boa-fé Não abuse da Wikipédia para provar um ponto de vista Não morda os novatos Subversão do sistema Abuso do espaço público Guias de conteúdo Conflito de interesse Não incluir cópias de fontes primárias Notoriedade Guias de edição Seja ousado Ligações Status quo Convenções de estilo Livro de estilo Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipédia:Verificabilidade&oldid=50724828 ' Categorias : !Políticas oficiais !Conteúdo dos artigos Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Página do projeto Discussão Variantes Vistas Ler Ver código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Noutros idiomas Afrikaans العربية অসমীয়া Asturianu Azərbaycanca Беларуская Български भोजपुरी বাংলা Català کوردی Čeština Cymraeg Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti فارسی Suomi Français Galego گیلکی ગુજરાતી हिन्दी Hrvatski Magyar Հայերեն Interlingua Bahasa Indonesia Ilokano Íslenska Italiano 日本語 ქართული Қазақша ಕನ್ನಡ 한국어 Latina Lietuvių Македонски മലയാളം Bahasa Melayu Napulitano नेपाली Nederlands Norsk ଓଡ଼ିଆ Polski پښتو Română Русский Русиньскый Sicilianu سنڌي සිංහල Simple English Slovenčina Slovenščina Shqip Српски / srpski Svenska தமிழ் తెలుగు Тоҷикӣ ไทย Türkçe Татарча/tatarça Українська اردو Tiếng Việt ייִדיש 中文 粵語 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 01h23min de 11 de dezembro de 2017. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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Certamente houve erros, mas a posição de sucesso em que se encontram hoje mostra que os acertos foram em maior número. Tais princípios foram praticados por gerações e gerações de maneira intuitiva, sem que estivessem formalizados ordenadamente num código. Cada uma de nossas redações sempre esteve imbuída deles, e todas puderam, até aqui, se pautar por eles. Por que, então, formalizá-los neste documento? Com a consolidação da Era Digital, em que o indivíduo isolado tem facilmente acesso a uma audiência potencialmente ampla para divulgar o que quer que seja, nota-se certa confusão entre o que é ou não jornalismo, quem é ou não jornalista, como se deve ou não proceder quando se tem em mente produzir informação de qualidade. A Era Digital é absolutamente bem-vinda, e, mais ainda, essa multidão de indivíduos (isolados ou mesmo em grupo) que utiliza a internet para se comunicar e se expressar livremente. Ao mesmo tempo, porém, ela obriga a que todas as empresas que se dedicam a fazer jornalismo expressem de maneira formal os princípios que seguem cotidianamente. O objetivo é não somente diferenciar-se, mas facilitar o julgamento do público sobre o trabalho dos veículos, permitindo, de forma transparente, que qualquer um verifique se a prática é condizente com a crença. As Organizações Globo [hoje Grupo Globo] , diante dessa necessidade, oferecem ao público o documento “Princípios Editoriais das Organizações Globo” [hoje “Princípios Editoriais do Grupo Globo”] . É possível que, para a maioria, ele não traga novidades. Se isso acontecer, será algo positivo: um sinal de que a maior parte das pessoas reconhece uma informação de qualidade, mesmo neste mundo em que basta ter um computador conectado à internet para se comunicar. Desde logo, é preciso esclarecer que não se tratou de elaborar um manual de redação. O que se pretendeu foi explicitar o que é imprescindível ao exercício, com integridade, da prática jornalística, para que, a partir dessa base, os veículos das Organizações Globo [hoje Grupo Globo] possam atualizar ou construir os seus manuais, consideradas as especificidades de cada um. O trabalho tem o preâmbulo “Breve definição de jornalismo” e três seções: a) Os atributos da informação de qualidade. b) Como o jornalista deve proceder diante das fontes, do público, dos colegas e do veículo para o qual trabalha. c) Os valores cuja defesa é um imperativo do jornalismo. O documento resultou de muita reflexão, e sua matéria-prima foi a nossa experiência cotidiana de quase nove décadas. Levou em conta os nossos acertos, para que sejam reiterados, mas também os nossos erros, para que seja possível evitá-los. O que nele está escrito é um compromisso com o público, que agora assinamos em nosso nome e de nossos filhos e netos. Rio de Janeiro, 6 de agosto de 2011 Roberto Irineu Marinho João Roberto Marinho José Roberto Marinho >> volte ao topo da página BREVE DEFINIÇÃO DE JORNALISMO De todas as definições possíveis de jornalismo, a que o Grupo Globo adota é esta: jornalismo é o conjunto de atividades que, seguindo certas regras e princípios, produz um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas. Qualquer fato e qualquer pessoa: uma crise política grave, decisões governamentais com grande impacto na sociedade, uma guerra, uma descoberta científica, um desastre ambiental, mas também a narrativa de um atropelamento numa esquina movimentada, o surgimento de um buraco na rua, a descrição de um assalto à loja da esquina, um casamento real na Europa, as novas regras para a declaração do Imposto de Renda ou mesmo a biografia das celebridades instantâneas. O jornalismo é aquela atividade que permite um primeiro conhecimento de todos esses fenômenos, os complexos e os simples, com um grau aceitável de fidedignidade e correção, levando-se em conta o momento e as circunstâncias em que ocorrem. É, portanto, uma forma de apreensão da realidade. Antes, costumava-se dizer que o jornalismo era a busca pela verdade dos fatos. Com a popularização confusa de uma discussão que remonta ao surgimento da filosofia (existe uma verdade e, se existe, é possível alcançá-la?), essa definição clássica passou a ser vítima de toda sorte de mal-entendidos. A simplificação chegou a tal ponto que, hoje, não é raro ouvir que, não existindo nem verdade nem objetividade, o jornalismo como busca da verdade não passa de uma utopia. É um entendimento equivocado. Não se trata aqui de enveredar por uma discussão sem fim, mas a tradição filosófica mais densa dirá que a verdade pode ser inesgotável, inalcançável em sua plenitude, mas existe. e que, se a objetividade total certamente não é possível, há técnicas que permitem ao homem, na busca pelo conhecimento, minimizar a graus aceitáveis o subjetivismo. É para contornar essa simplificação em torno da “verdade” que se opta aqui por definir o jornalismo como uma atividade que produz conhecimento. Um conhecimento que será constantemente aprofundado, primeiro pelo próprio jornalismo, em reportagens analíticas de maior fôlego, e, depois, pelas ciências sociais, em especial pela História. Quando uma crise política eclode, por exemplo, o entendimento que se tem dela é superficial, mas ele vai se adensando ao longo do tempo, com fatos que vão sendo descobertos, investigações que vão sendo feitas, personagens que resolvem falar. A crise só será mais bem entendida, porém, e jamais totalmente, anos depois, quando trabalhada por historiadores, com o estudo de documentos inacessíveis no momento em que ela surgiu. Dizer, portanto, que o jornalismo produz conhecimento, um primeiro conhecimento, é o mesmo que dizer que busca a verdade dos fatos, mas traduz com mais humildade o caráter da atividade. E evita confusões. Dito isso, fica mais fácil dar um passo adiante. Pratica jornalismo todo veículo cujo propósito central seja conhecer, produzir conhecimento, informar. O veículo cujo objetivo central seja convencer, atrair adeptos, defender uma causa faz propaganda. Um está na órbita do conhecimento. o outro, da luta político-ideológica. Um jornal de um partido político, por exemplo, não deixa de ser um jornal, mas não pratica jornalismo, não como aqui definido: noticia os fatos, analisa-os, opina, mas sempre por um prisma, sempre com um viés, o viés do partido. E sempre com um propósito: o de conquistar seguidores. Faz propaganda. Algo bem diverso de um jornal generalista de informação: este noticia os fatos, analisa-os, opina, mas com a intenção consciente de não ter um viés, de tentar traduzir a realidade, no limite das possibilidades, livre de prismas. Produz conhecimento. O Grupo Globo terá sempre e apenas veículos cujo propósito seja conhecer, produzir conhecimento, informar. É claro que um jornal impresso, uma revista, um telejornal, um noticiário de rádio e um site noticioso na internet podem ter diversas seções e abrigam muitos gêneros: o noticiário propriamente dito, os editoriais com a opinião do veículo, análises de especialistas, artigos opinativos de colaboradores, cronistas, críticos. E é igualmente evidente que a opinião do veículo vê a realidade sob o prisma das crenças e valores do próprio veículo. Da mesma forma, um cronista comentará a realidade impregnado de seu subjetivismo, assim como os articulistas convidados a fazer as análises. Livre de prismas e de vieses, pelo menos em intenção, restará apenas o noticiário. Mas, se de fato o objetivo do veículo for conhecer, informar, haverá um esforço consciente para que a sua opinião seja contradita por outras e para que haja cronistas, articulistas e analistas de várias tendências. Em resumo, portanto, jornalismo é uma atividade cujo propósito central é produzir um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas. >> volte ao topo da página SEÇÃO I OS ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE QUALIDADE Para que o jornalismo produza conhecimento, que princípios deve seguir? O trabalho jornalístico tem de ser feito buscando-se isenção, correção e agilidade. Porque só tem valor a informação jornalística que seja isenta, correta e prestada com rapidez, os seus três atributos de qualidade. 1) A isenção: Isenção é a palavra-chave em jornalismo. E tão problemática quanto “verdade”. Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade. Diante, porém, da pergunta eterna – é possível ter 100% de isenção? – a resposta é um simples não. Assim como a verdade é inexaurível, é impossível que alguém possa se despir totalmente do seu subjetivismo. Isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção. É possível, desde que haja um esforço consciente do veículo e de seus profissionais para que isso aconteça. E que certos princípios sejam seguidos. São eles: a) Os veículos jornalísticos do Grupo Globo devem ter a isenção como um objetivo consciente e formalmente declarado. Todos os seus níveis hierárquicos, nos vários departamentos, devem levar em conta este objetivo em todas as decisões. b) Na apuração, edição e publicação de uma reportagem, seja ela factual ou analítica, os diversos ângulos que cercam os acontecimentos que ela busca retratar ou analisar devem ser abordados. O contraditório deve ser sempre acolhido, o que implica dizer que todos os diretamente envolvidos no assunto têm direito à sua versão sobre os fatos, à expressão de seus pontos de vista ou a dar as explicações que considerarem convenientes. c) Isso não quer dizer que o relato e/ou a análise de fatos serão sempre uma justaposição de versões. Ao contrário, o jornalista deve se esforçar para deixar claro o que realmente aconteceu, quando isso for possível. Se uma apuração, durante a qual se ouvem várias fontes, estabelecer como fato que certa autoridade disse isso ou aquilo durante uma reunião fechada, o relato deve ser assertivo, sem o uso do condicional. Será dito que “a autoridade disse isso e aquilo”, em vez de “a autoridade teria dito isso e aquilo”. Se a autoridade negar a afirmação publicamente, deve-se registrar a atitude, não para invalidar a apuração, mas porque a negativa passa a ser ela própria uma informação para o julgamento do público. O condicional só será usado quando a apuração não for suficiente para que o jornalista consolide uma convicção. d) Não pode haver assuntos tabus. Tudo aquilo que for de interesse público, tudo aquilo que for notícia, deve ser publicado, analisado, discutido. e) Ninguém pode ser perseguido por se recusar a participar de uma reportagem. da mesma forma, ninguém pode ser favorecido por fazê-lo. f) Todos os jornalistas envolvidos na apuração, edição e publicação de uma reportagem, em qualquer nível hierárquico, devem se esforçar ao máximo para deixar de lado suas idiossincrasias e gostos pessoais. Gostar ou não de um assunto ou personagem não é critério para que algo seja ou não publicado. O critério é ser notícia. g) A hierarquia, numa redação, é fundamental para que o trabalho jornalístico possa ser feito a tempo e a hora. E a decisão final caberá sempre àquele que estiver no comando. Ocupantes de cargos de chefia e direção devem, contudo, ter ouvidos abertos a críticas e argumentações contrárias. O trabalho jornalístico é essencialmente coletivo, e errarão menos aqueles que ouvirem mais. Porque aquilo que pode parecer certo, acima de dúvidas, confrontado com outros argumentos, pode se revelar apenas fruto de gosto pessoal, idiossincrasia ou preconceito. h) É imperativo que não haja filtros na composição das redações. Quanto mais diversa for uma redação – em termos de gostos, crenças, tendências políticas, orientação sexual, origens social e geográfica – mais isenta será a escolha dos assuntos a serem cobertos, discutidos e analisados, e mais abrangente a acolhida dos pontos de vista em torno deles. Esse objetivo não se alcança estabelecendo-se cotas, mas simplesmente evitando-se filtros. Os jornalistas devem ser escolhidos entre os mais capazes em suas áreas e funções, entre aqueles que têm a democracia e a liberdade de expressão como valores absolutos e universais. i) O Grupo Globo é apartidário, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. j) O Grupo Globo é laico, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. k) O Grupo Globo repudia todas as formas de preconceito, e seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. l) O Grupo Globo é independente de governos, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. m) O Grupo Globo é independente de grupos econômicos, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. Por esse motivo, as decisões editoriais sobre reportagens envolvendo anunciantes serão tomadas a partir dos mesmos critérios usados em relação aos que não sejam anunciantes. n) O Grupo Globo é entusiasta do Brasil, de sua diversidade, de sua cultura e de seu povo, tema principal de seus veículos. Isso em nenhuma hipótese abrirá espaço para a xenofobia ou desdém em relação a outros povos e culturas. o) Os jornalistas do Grupo Globo devem evitar situações que possam provocar dúvidas sobre o seu compromisso com a isenção. Por exemplo, pode acontecer que atividades sociais ou econômicas de parentes tenham impacto no trabalho cotidiano ou eventual dos jornalistas. É possível também que haja relação de amizade entre jornalistas e personalidades públicas ou personagens que estejam em destaque no noticiário ou que venham a estar. Em casos dessa natureza ou assemelhados, os jornalistas nessa situação devem comunicar o fato a seus superiores, que deverão encontrar meios de superar o conflito. Jornalistas em cargo de chefia ou que lidem diretamente com assuntos econômicos não podem fazer investimentos diretos em empresas ou em suas ações na Bolsa de Valores para que não venham a ser acusados de publicar reportagens positivas ou negativas sobre elas em benefício próprio (o investimento em fundos é permitido). De maneira geral, todo jornalista, na administração de seus investimentos, deve evitar negócios com empresas ou instituições cujas atividades cubra cotidianamente. Em caso de dúvida, a direção deve ser consultada. p) É inadmissível que jornalistas do Grupo Globo façam reportagens em benefício próprio ou que deixem de fazer aquelas que prejudiquem seus interesses. q) Os jornalistas do Grupo Globo não podem se engajar em campanhas políticas, de forma alguma: nelas trabalhando, anunciando publicamente apoio a candidatos ou usando adereços que os vinculem a partidos. Em seus manuais de redação, os veículos devem criar normas de quarentena para receber de volta jornalistas que tenham pedido demissão a fim de trabalhar para partidos, candidatos ou governos. r) Os veículos do Grupo Globo devem ser transparentes em suas ações e em seus propósitos. Isso significa que o público será sempre informado sobre as condições em que forem feitas reportagens que fujam ao padrão. Assim, para citar um exemplo, se for imperativo aceitar carona num avião governamental em determinada cobertura, isso será dito ao público claramente e, sempre que possível, o governo será ressarcido das despesas. Da mesma forma, quando uma decisão editorial provocar questionamentos relevantes, abrangentes e legítimos, os motivos que levaram a tal decisão devem ser esclarecidos. s) Os veículos do Grupo Globo estabelecerão normas, em seus manuais de redação, sobre como devem proceder seus jornalistas diante de convites e presentes. A regra geral é que nada de valor deve ser aceito. t) Todo esforço deve ser feito para que o público possa diferenciar o que é publicado como comentário, como opinião, do que é publicado como notícia, como informação. Fora do noticiário propriamente dito, os veículos do Grupo Globo buscarão ter um corpo de comentaristas, cronistas e colaboradores, fixos ou eventuais, que seja plural, representando o arco mais amplo de tendências legítimas em uma sociedade democrática. Articulistas, cronistas e colaboradores fixos têm de zelar para que os dados objetivos usados para sustentar suas opiniões estejam corretos. O mesmo deve acontecer com convidados, embora, neste caso, a responsabilidade pelo que é dito seja deles e não do veículo. u) Os jornalistas do Grupo Globo agirão sempre dentro da lei, procurando adaptar seus métodos de apuração ao arcabouço jurídico do país. Como o interesse público deve vir sempre em primeiro lugar, buscarão o auxílio de especialistas para que não sejam vítimas de interpretações superficiais da legislação. v) Uma pessoa poderá ser apresentada como suspeita de crime ou irregularidade quando investigações jornalísticas, feitas segundo os preceitos deste documento, assim permitirem. A reportagem terá de trazer a versão da pessoa acusada, de forma ampla, se ela se dispuser a falar. w) Denúncia anônima não é notícia. é pauta, mesmo se a fonte for uma autoridade pública: a denúncia deve ser investigada à exaustão antes de ser publicada (ver seção II item 4-e). x) Denúncias e acusações, feitas em entrevistas por pessoas devidamente identificadas, que desfrutem de credibilidade, seja pelo cargo que ocupam, seja pela história de vida, podem ser publicadas, sem investigação própria, mas, necessariamente, acompanhadas pela versão dos acusados, de preferência no mesmo dia, quando estes se dispuserem a falar. Denúncias feitas em entrevistas por pessoas sem credibilidade, como criminosos, por exemplo, mesmo se identificadas, devem ser exaustivamente investigadas, antes de ser publicadas. y) Uma reportagem pode legitimamente apresentar uma pessoa como suspeita de crime ou irregularidade quando a suspeição partir oficialmente de alguma autoridade pública e estiver registrada em documento ou entrevista. O anúncio oficial de que alguém é suspeito de crime ou irregularidade é um fato, que pode ser registrado dependendo de sua relevância para a sociedade. Ao jornalista, cabe informar sobre o estágio em que se encontram as investigações, devendo sempre cobrar os indícios que levaram a autoridade a sustentar suas suposições, publicando-os, acompanhados da versão da pessoa acusada, se ela se dispuser a falar. Se a autoridade errar e culpar um inocente, o fato deve ser publicado com o mesmo destaque, e a polícia deve ser cobrada por seus erros. z) Os veículos jornalísticos do Grupo Globo devem priorizar sempre suas próprias investigações e publicar o que resultar delas apenas se houver convicção formada de que a reportagem é legítima. Dessa forma, não é automática a publicação de repercussões sobre reportagens de outros veículos. Isso só deve ocorrer se o exame da reportagem produzir, de imediato, a convicção de que nela há elementos de verdade. Do contrário, é imperioso que haja investigação própria e, somente depois, se for o caso, repercutir a reportagem. Há ocasiões em que a mera publicação de uma reportagem produz efeitos instantâneos. Quando for assim, publicam-se os efeitos, descreve-se a reportagem, mas ressaltando-se a sua origem e de modo algum acolhendo-a como verdadeira. Tudo dependerá do caso, do assunto, do momento e dos efeitos que ela produzir. Mas pode-se dizer, de modo geral e a título de exemplo, que um ministro emitir uma nota respondendo a uma reportagem não é motivo suficiente para que um veículo do Grupo Globo a repercuta, antes de investigação própria. a queda do ministro, porém, sim, justifica a publicação. 2) A correção: Correção é aquilo que dá credibilidade ao trabalho jornalístico: nada mais danoso para a reputação de um veículo do que uma reportagem errada ou uma análise feita a partir de dados equivocados. O compromisso com o acerto deve ser, portanto, inabalável em todos os veículos do Grupo Globo. É evidente que, depois de tudo o que aqui já foi dito sobre o conceito de “verdade”, não é demais dizer que estar correto é procurar descrever e analisar os fatos da maneira mais acurada, dadas as circunstâncias do momento. Nesse sentido, a correção é um processo, uma construção que vai se dando dia após dia. O jornalista investiga os fatos, pouco a pouco, e vai montando um quebra-cabeça. O retrato final estará ainda incompleto, à espera da História, mas terá de ser já, necessariamente, uma silhueta com contornos visíveis. Não há fórmula, e nem jamais haverá, que torne o jornalismo imune a erros, porém. Quando eles acontecem, é obrigação do veículo corrigi-los de maneira transparente, sem subterfúgios, num movimento que é ele próprio essencial à busca da informação correta. Um dos mecanismos que mais contribuem no controle de qualidade posterior à publicação das informações é a reação do público. É essencial, portanto, que todos os veículos do Grupo Globo tenham, cada um à sua maneira, estruturas que recebam amplamente as observações do público, críticas ou elogiosas, para processá-las, entendê-las e dar seguimento a elas. Na busca pela correção, é necessário seguir os princípios: a) Informações, para ser publicadas, devem ser confirmadas pelo maior número de fontes possível. Exceção feita às informações oficiais, de entidades públicas ou privadas. b) Informações e imagens enviadas pelo público pela internet só devem ser publicadas depois de averiguação quanto à sua veracidade. Na cobertura de eventos em que o trabalho de jornalistas esteja cerceado, haverá casos em que será necessária a publicação de informações e imagens assim obtidas, sem averiguação, mas o público deverá ser avisado de que não há como confirmar se são verdadeiras. c) O rigor com minúcias não é exagero, mas obrigação. Todos os dados de uma reportagem – nomes, datas, locais, horários, idades, endereços, referências históricas, descrições de processos, definições científicas, termos de um contrato, explicações sobre formas de governo, enfim, tudo o que de objetivo houver numa reportagem – devem ser exatos, corretos, sem erros. d) Todo repórter é responsável pela exatidão daquilo que apura, mas, como em jornalismo quase tudo se faz coletivamente, todos os envolvidos na edição de uma reportagem devem estar atentos para perceber inexatidões. Expressar dúvidas sobre dados de uma reportagem antes de sua publicação é a melhor maneira de torná-la mais exata. e) A revisão não é uma forma de controle ou censura. É parte integrante e fundamental do processo jornalístico, e sua principal função é evitar erros. Se o processo jornalístico prescindiu da figura clássica do revisor, foi apenas porque todos os envolvidos numa reportagem se tornaram revisores. Nesse sentido, nenhuma reportagem deve ser publicada apenas com o exame do autor: é indispensável que outros envolvidos no processo participem desse exame. f) Ferramentas tecnológicas hoje permitem o acesso rápido a bancos de dados confiáveis. Todas as redações do Grupo Globo devem viabilizar tal acesso, e seus jornalistas devem se impor como obrigação consultar tais arquivos. g) Em reportagens que requeiram conhecimento técnico, a consulta a especialistas deve ser obrigatória. Nenhum jornalista precisa ser médico, químico, biólogo ou historiador. Mas, por isso mesmo, para não errar em assuntos técnicos, todo jornalista precisa se socorrer de assessoria especializada, ouvindo sempre mais de um técnico toda vez que o assunto for controverso. h) Quanto mais diversificado for o interesse dos jornalistas por disciplinas que não fazem parte de sua formação universitária básica, mais equipada estará uma redação para tratar dos múltiplos assuntos com que lida diariamente. Ilustrar-se continuamente é dever intransferível de todo jornalista: num mundo em constante evolução, nenhum jornalista deixa de estar em aprendizado contínuo. Os veículos do Grupo Globo, no entanto, devem montar programas e estruturas de treinamento para auxiliar seus jornalistas, subsidiariamente, nessa tarefa. i) Com esse mesmo objetivo, embora o Grupo Globo deva manter a prática de recrutar majoritariamente seus profissionais nas faculdades de Comunicação, seus veículos devem estar sempre abertos a acolher profissionais de outros campos que decidam se dedicar ao jornalismo, desde que demonstrem aptidão para tal. j) A análise crítica das edições passadas é um imperativo. É a verificação cotidiana de pontos negativos e positivos das reportagens que permite o aperfeiçoamento contínuo delas e a adesão a estes princípios editoriais. Todos os veículos do Grupo Globo devem ter as suas estruturas de análise, escolhendo aquelas que melhor se adaptam ao seu perfil. k) Os veículos do Grupo Globo devem ter estruturas para receber e processar as observações, positivas e negativas, vindas do público de uma maneira geral: os consumidores de suas informações, as fontes, os especialistas e os personagens de suas reportagens. Não se trata aqui de publicar ou deixar de publicar uma informação porque esta agrada a amplas camadas ou porque lhes desagrada: o dever de informar vem sempre em primeiro lugar. Conhecer a reação do público é fundamental porque contribui para a melhoria da qualidade da informação de muitas formas. Ajuda a conhecer possíveis erros, facilita o recebimento de novas informações sobre alguma cobertura e pode revelar o que é um fato em si mesmo: a própria reação do público. Essas estruturas devem ser capazes de discernir o que é manifestação espontânea e o que, em tempos de internet, é orquestração. Não há um modelo único: cada veículo deve encontrar aquele mais condizente com o seu perfil. l) Os erros devem ser corrigidos, sem subterfúgios e com destaque. Não há erro maior do que deixar os que ocorrem sem a devida correção. m) Os veículos do Grupo Globo usarão a norma culta da Língua Portuguesa, levando sempre em conta a sua evolução e as múltiplas possibilidades que ela acolhe. Gírias e neologismos serão evitados, sendo aceitos em declaração de entrevistados ou em reportagens mais leves, acompanhados, quando necessário, da explicação sobre seu significado. Cada veículo estabelecerá, em seu manual de redação, a padronização que considerar a mais apropriada. Mas editores evitarão que suas idiossincrasias em relação à língua se tornem norma. n) Os veículos do Grupo Globo têm obrigação de se fazer entender. Uma notícia tem de ser publicada de forma clara, para que o público a compreenda sem dificuldades. Nesse sentido, na edição de reportagens, recursos explicativos que facilitem o entendimento são uma obrigação. 3) A agilidade: A agilidade da produção jornalística é o que compensa, em larga medida, as suas imperfeições, se a compararmos a outras formas de conhecer a realidade. Em outras palavras, há um duplo sentido na afirmação de que o jornalismo produz uma primeira imagem dos fatos: a imagem é primeira porque dela ainda não se têm os contornos definitivos. mas, também, é primeira porque é traçada logo após o ocorrido. A informação tem de ser prestada no menor espaço de tempo da melhor maneira possível, eis a equação diante da qual os jornalistas se veem todos os dias. Portanto, é atributo fundamental da qualidade da informação jornalística ser produzida com rapidez. Se a História pode dispor de anos de trabalho para fazer aflorar a realidade, o jornalismo dispõe de algumas horas (no máximo, de alguns dias, se a publicação for semanal ou mensal). É a celeridade com que traça o primeiro retrato dos fatos que ao mesmo tempo dá utilidade à produção jornalística e justifica as suas lacunas. A notícia tem pressa. E é por essa razão que os seguintes princípios devem ser perseguidos: a) Os veículos do Grupo Globo terão sempre como prioridade investir em tecnologia capaz de dar celeridade ao trabalho jornalístico e à sua difusão. Deverão estar atualizados com o que de melhor houver em maquinaria, equipamentos, softwares e meios de transporte. b) A burocracia que envolve o lado administrativo das empresas jornalísticas deve levar sempre em conta a necessidade de dar celeridade ao trabalho jornalístico. Os veículos devem desenvolver processos que controlem orçamentos e despesas sem que estes se transformem em entraves à agilidade que o jornalismo requer. c) A rapidez necessária ao trabalho jornalístico não se confunde com precipitação: nenhuma reportagem será publicada sem que esteja apurada dentro de parâmetros seguros de qualidade. d) Deve-se perseguir o furo jornalístico, a informação exclusiva, em primeira mão, mas jamais se descuidar dos outros atributos da informação de qualidade: a isenção com que é produzida, ouvindo-se todos os lados nela envolvidos, e a correção dos dados nela apresentados. Notícia errada ou enviesada não é furo. é um golpe na credibilidade do veículo. e) Como princípio geral, não se deve guardar notícia. Em geral, informação confirmada é informação publicada. Os veículos, no entanto, devem julgar quando uma reportagem deve ser publicada de imediato, quando pode esperar a próxima edição ordinária ou, se houver convicção de sua exclusividade, quando pode esperar por uma edição especial. O critério é a certeza de que a reportagem continuará a ser dada em primeira mão, e que a demora em publicá-la não acarretará prejuízos à sociedade. Quanto mais postergada for uma reportagem, mais completa e mais trabalhada ela deve ser. f) Deve-se ter humildade diante de furos de veículos concorrentes. Diante de casos assim, não se deve negar a realidade, mas entrar no assunto o mais rapidamente possível, tentando fazer mais e melhor, dando o crédito a quem de direito. g) Essa postura em nada se confunde com a adesão acrítica a reportagens veiculadas por concorrentes. Antes de serem publicadas em veículos do Grupo Globo, todas têm de ser confirmadas por verificações próprias. Isso é especialmente verdadeiro quando se trata de denúncias, de acordo com os procedimentos descritos no item 1-z desta seção. >> volte ao topo da página SEÇÃO II COMO O JORNALISTA DEVE PROCEDER DIANTE DAS FONTES, DO PÚBLICO, DOS COLEGAS E DO VEÍCULO PARA O QUAL TRABALHA 1) Diante das fontes: a) Fazer e manter boas fontes é um dever de todo jornalista. Como a isenção deve ser um objetivo permanente, é altamente recomendável que a relação com a fonte, por mais próxima que seja, não se transforme em relação de amizade. A lealdade do jornalista é com a notícia. b) Se a relação de amizade com uma fonte for anterior à vida profissional do jornalista, este deve manter a direção do veículo informada, para que os conflitos possam ser evitados. O mesmo deve acontecer caso a relação fonte-jornalista, apesar dos esforços em sentido contrário, torne-se uma amizade ou algo maior. c) O respeito e a transparência devem marcar a relação dos jornalistas com suas fontes. Quando indagado por elas sobre o destino da informação que acaba de lhe dar, o jornalista deve responder com a exatidão possível. d) Deve-se sempre respeitar compromisso assumido com as fontes, principalmente aqueles relativos à preservação da identidade delas. Por esse motivo, esse tipo de compromisso deve ser apenas firmado com fontes de cuja credibilidade não se possa desconfiar (ver item 4-e, desta seção). e) Concedida uma entrevista exclusiva, uma fonte pode pedir alterações, acréscimos ou supressões, mas o jornalista julgará se o pedido se justifica. Haverá vezes em que o jornalista não concordará com a mudança, sendo, nestes casos, necessário registrar que a mudança foi solicitada, mas não aceita. 2) Diante do público: a) O público será sempre tratado com respeito, consideração e cortesia, em todas as formas de interação com os jornalistas e seus veículos: seja como consumidor da informação publicada, seja como fonte dela. b) Cada veículo tem um público-alvo e deve agir de acordo com as características dele, adaptando a elas pauta, linguagem e formato. Mas, para o Grupo Globo, todo público tem um alto poder de discernimento e entendimento: o menos culto dos homens é capaz de decidir o que é melhor para si, escolhe visando à qualidade e entende tudo o que lhe é relatado de forma competente. Essa convicção deve ser levada em conta especialmente pelos veículos de massa que produzem informação para pessoas de todos os níveis de instrução. Nesse caso, a linguagem e o formato não devem ser rebuscados a ponto de afastar os menos letrados nem simplórios a ponto de afastar os mais instruídos. Se informarem em linguagem clara sobre assuntos de interesse de todos, serão sempre bem entendidos. c) Nenhum veículo do Grupo Globo fará uso de sensacionalismo, a deformação da realidade de modo a causar escândalo e explorar sentimentos e emoções com o objetivo de atrair uma audiência maior. O bom jornalismo é incompatível com tal prática. Algo distinto, e legítimo, é um jornalismo popular, mais coloquial, às vezes com um toque de humor, mas sem abrir mão de informar corretamente. d) A sensibilidade do público será levada em conta. Cenas chocantes receberão o tratamento devido de acordo com as características do público-alvo. Quanto mais indistinto o público, mais cuidados são necessários. Nesses casos, o público deve ter sempre a confiança de que não será surpreendido por cenas que afrontem os valores médios presumidos da sociedade. A título de exemplo, talvez seja necessário mostrar o vídeo ou a foto de um homem-bomba explodindo, mas a cena pode ser congelada segundos antes do dilaceramento. Em resumo, a decisão de publicar ou não cenas potencialmente chocantes e de como tratá-las deve sempre levar em conta a sua relevância para o entendimento da questão abordada. A melhor saída é submeter a decisão à opinião do maior número de jornalistas de uma redação. De um grupo, sempre emerge mais facilmente o bom-senso. e) Todo veículo jornalístico tem uma responsabilidade social. Se é verdade que nenhum jornalista tem o condão de, certeiramente, escolher que informações são “boas” ou “más”, é legítima a preocupação com os efeitos maléficos que uma informação possa causar à sociedade. Esse é um tema complexo, e sempre dependente da análise do momento. A regra de ouro é divulgar tudo, na suposição de que a sociedade é adulta e tem o direito de ser informada. A crença de que os veículos jornalísticos, ao não fazerem restrições a temas, estimulam comportamentos desviantes é apenas isso: uma crença. f) O jornalismo, contudo, não é insensível a riscos evidentes, mas estes são evitáveis quando se respeita outra regra de ouro: só se divulga informação relevante. Para citar um exemplo, um vídeo divulgado por um assassino em série pode e deve ser divulgado naquilo que é importante, mas não faz sentido deixar o criminoso ensinar como se articula um plano de assassinato em massa. Da mesma forma, não se publicam informações úteis para grupos criminosos, como o local aonde a polícia irá à cata de um sequestrador. E respeitam-se pedidos de pessoas que se considerem em risco com a publicação de informações que lhes digam respeito, como um policial que matou em ação um traficante perigoso e pode ser vítima de represália de seus comparsas. g) Notícias sobre sequestros serão sempre publicadas. Estudos de experiências internacionais levaram o Grupo Globo à convicção de que a publicação de que uma pessoa foi sequestrada não põe a vítima em risco, mas a protege. A notícia será publicada com todas as ressalvas, de modo a não revelar ao bandido o planejamento da polícia e da família, nem dar informações que mostrem a situação econômica da vítima. Isso obriga o veículo a um acompanhamento do sequestro mais sóbrio, sem necessariamente a publicação diária de reportagens a respeito. O registro de solidariedade pública, quando relevante, ou de fatos que ajudem a família ou a polícia deve ser feito. h) A privacidade das pessoas será respeitada, especialmente em seu lar e em seu lugar de trabalho. A menos que esteja agindo contra a lei, ninguém será obrigado a participar de reportagens. i) Pessoas públicas – celebridades, artistas, políticos, autoridades religiosas, servidores públicos em cargos de direção, atletas e líderes empresariais, entre outros – por definição abdicam em larga medida de seu direito à privacidade. Além disso, aspectos de suas vidas privadas podem ser relevantes para o julgamento de suas vidas públicas e para a definição de suas personalidades e estilos de vida e, por isso, merecem atenção. Cada caso é um caso, e a decisão a respeito, como sempre, deve ser tomada após reflexão, de preferência que envolva o maior número possível de pessoas. j) O uso de microcâmeras e gravadores escondidos, visando à publicação de reportagens, é legítimo se este for o único método capaz de registrar condutas ilícitas, criminosas ou contrárias ao interesse público. Deve ser feito com parcimônia, e em casos de gravidade. Seu uso deve ser precedido da análise, pelas chefias imediatas, dos riscos que correrão os jornalistas caso venham a ser descobertos. A imagem e/ou o áudio de pessoas que não estejam envolvidas diretamente no que estiver sendo denunciado devem ser protegidos. Em seus manuais de redação, os veículos devem estabelecer suas normas de uso. 3) Diante dos colegas: a) De jornalistas de um mesmo veículo do Grupo Globo, espera-se espírito de colaboração. Todos numa redação têm de cooperar entre si, para que o trabalho seja o melhor possível. b) Os envolvidos numa mesma reportagem – da apuração à edição – são responsáveis por sua qualidade. Devem agir como revisores uns dos outros, para bem do trabalho. c) Os jornalistas não devem nunca se furtar de opinar sobre reportagens que estejam sendo feitas por colegas, criticando, sugerindo, ajudando a encontrar caminhos. A decisão de publicar ou não uma reportagem, e de como tratá-la, é do editor responsável por ela, mas ele errará se menosprezar a opinião de colegas de qualquer nível hierárquico. Errará ainda mais quando se conduzir de tal modo que iniba os jornalistas a opinar ou ponderar a respeito do que está sendo feito. Vale sempre repetir: jornalismo é uma obra coletiva, e terá tanto mais êxito quanto mais pessoas participarem do processo. d) As redações dos veículos do Grupo Globo são absolutamente independentes umas das outras e competem entre si pelo furo, pela reportagem exclusiva. Esta é uma tradição que vem desde a origem do grupo e que tem se mostrado profícua: evita a pasteurização do noticiário e estimula o pluralismo de abordagens. Isso não quer dizer que, levando-se em conta a convergência de mídias, não seja possível a construção de sinergias em torno do chamado noticiário básico – aquelas notícias obrigatórias a que todos os veículos têm acesso. Em outras palavras, faz sentido a disputa por assuntos exclusivos, faz sentido dar mais ênfase a determinados temas e não a outros, mas não há mal algum na troca de informações sobre a dimensão de um temporal ou a ocorrência de um assalto, por exemplo. 4) Diante do veículo: a) As redações são independentes na busca por notícias, mas há uma união de princípios sobre como obtê-las, sendo estes princípios editoriais sua maior expressão. Nenhum jornalista do Grupo Globo justificará falhas alegando desconhecer este código. Desconhecê-lo será considerado um erro ainda maior. b) Os veículos do Grupo Globo expressam, em seus editoriais, uma opinião comum sobre os temas em voga. Os textos podem e devem divergir no estilo, no enfoque, na ênfase nesse ou naquele argumento, mas a essência é a mesma. Essa opinião deve refletir a visão do seu conselho editorial, composto por membros da família Marinho e jornalistas que dirigem as redações. Nenhum outro jornalista do grupo precisa, porém, concordar com tais opiniões, que, em nenhuma hipótese, influenciarão as coberturas dos fatos. Estas, como exposto aqui extensivamente, devem se pautar por critérios de isenção. c) Os jornalistas têm um dever de lealdade com os veículos para os quais trabalham. As informações a que têm acesso se destinam ao veículo e com ele devem ser divididas. Ninguém, somente o veículo, deve decidir o que fazer com elas, sendo certo que o seu destino será a publicação, se estiverem de acordo com os princípios explicitados neste documento. Da mesma forma, os veículos têm um dever de lealdade com seus jornalistas, e tudo devem fazer para protegê-los em sua atividade, fornecer-lhes meios adequados de trabalho e ampará-los em disputas provocadas por reportagens que publicam. d) A participação de jornalistas do Grupo Globo em plataformas da internet como blogs pessoais, redes sociais e sites colaborativos deve levar em conta três pressupostos: notícias por eles apuradas devem ser divulgadas exclusivamente pelos veículos para os quais trabalham ou por estes autorizados. procedimentos internos, projetos, ideias, planos para o futuro ou quaisquer outras informações relativas ao dia a dia das redações não devem ser divulgados, sob pena de tornar vulnerável o veículo em que trabalham em relação a seus concorrentes. os jornalistas são em grande medida responsáveis pela imagem dos veículos para os quais trabalham e devem levar isso em conta em suas atividades públicas, evitando tudo aquilo que possa comprometer a percepção de que exercem a profissão com isenção e correção. Com base nestas premissas, cada veículo deve ter políticas próprias para a presença de seus profissionais na internet, e que todos os jornalistas se obrigam a cumprir. e) O sigilo sobre as fontes é inviolável, e os veículos do Grupo Globo protegerão seus jornalistas na tarefa de mantê-lo em todas as instâncias, sob qualquer circunstância. O jornalista, porém, pode e deve dividi-lo com a direção do veículo, sempre que isso for fundamental para a tomada de decisão sobre publicar ou não uma informação. Isso não é quebra de sigilo, pois a direção se obriga a guardá-lo em todos os casos. Fontes que deliberadamente mintam para o jornalista, levando-o propositadamente a erro, podem ter seu nome revelado, não como represália, mas se essa medida for fundamental para a correção que o veículo terá de publicar na edição seguinte. >> volte ao topo da página SEÇÃO III OS VALORES CUJA DEFESA É UM IMPERATIVO DO JORNALISMO O Grupo Globo será sempre independente, apartidário, laico e praticará um jornalismo que busque a isenção, a correção e a agilidade, como estabelecido aqui de forma minuciosa. Não será, portanto, nem a favor nem contra governos, igrejas, clubes, grupos econômicos, partidos. Mas defenderá intransigentemente o respeito a valores sem os quais uma sociedade não pode se desenvolver plenamente: a democracia, as liberdades individuais, a livre iniciativa, os direitos humanos, a república, o avanço da ciência e a preservação da natureza. Para os propósitos deste documento, não cabe defender a importância de cada um desses valores. ela é evidente por si só. O que se quer é frisar que todas as ações que possam ameaçá-los devem merecer atenção especial, devem ter uma cobertura capaz de jogar luz sobre elas. Não haverá, contudo, apriorismos. Essas ações devem ser retratadas com espírito isento e pluralista, acolhendo-se amplamente o contraditório, de acordo com os princípios aqui descritos, de modo a que o público possa concluir se há ou não riscos e como se posicionar diante deles. A afirmação destes valores é também uma forma de garantir a própria atividade jornalística. Sem a democracia, a livre iniciativa e a liberdade de expressão, é impossível praticar o modelo de jornalismo de que trata este documento, e é imperioso defendê-lo de qualquer tentativa de controle estatal ou paraestatal. Os limites do jornalista e das empresas de comunicação são as leis do país, e a liberdade de informar nunca pode ser considerada excessiva. Esta postura vigilante gera incômodo, e muitas vezes acusações de partidarismos. Deve-se entender o incômodo, mas passar ao largo das acusações, porque o jornalismo não pode abdicar desse seu papel: não se trata de partidarismos, mas de esmiuçar toda e qualquer ação, de qualquer grupo, em especial de governos, capaz de ameaçar aqueles valores. Este é um imperativo do jornalismo do qual não se pode abrir mão. Isso não se confunde com a crença, partilhada por muitos, de que o jornalismo deva ser sempre do contra, deva sempre ter uma postura agressiva, de crítica permanente. Não é isso. Não se trata de ser contra sempre (nem a favor), mas de cobrir tudo aquilo que possa pôr em perigo os valores sem os quais o homem, em síntese, fica tolhido na sua busca por felicidade. Essa postura está absolutamente em linha com o que rege as ações do Grupo Globo. No documento “Visão, Princípios e Valores”, de 1997, está dito logo na abertura: “Queremos ser o ambiente onde todos se encontram. Entendemos mídia como instrumento de uma organização social que viabilize a felicidade”. O jornalismo que praticamos seguirá sempre este postulado. Em caso de dúvida sobre este documento, mande sua mensagem por meio do link: http://falecomaredeglobo.globo.com >> volte ao topo da página editorias Autoesporte.com Blogs e Colunas Brasil Ciência e Saúde Concursos e Emprego Correções Economia Educação Eleições 2014 Ego Esporte Loterias Mundo Natureza Planeta Bizarro Política Pop & Arte Tecnologia e Games Turismo e Viagem VC no G1 Fotos Infográficos Vídeos especiais Caminhos do Brasil: Caravana G1 Carnaval 2014 Caso Eliza Samudio CES 2014 Exame da OAB Faça e aconteça Flip Guia de carreiras Imposto de Renda JMJ - Jornada Mundial Julgamento do mensalão Lollapalooza Luta contra a dengue Morte de Chorão Museu de Arte do Rio Natal e Ano Novo PEC das Domésticas Retrospectiva 2013 Revolta Árabe Rock in Rio Salão de Detroit Simulado do Enem Tragédia em Santa Maria Mais especiais serviços Aeroportos Agenda de shows Aplicativos Conversor de Moedas Downloads Fale Conosco G1 no seu celular Indicadores Econômicos Índices de Mercado Loterias Notícias por SMS Previsão do Tempo Receitas.com Tabela Fipe Trânsito regiões Acre Alagoas Amapá Amazonas Bahia Ceará Distrito Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Mato Grosso Mato Grosso do Sul Minas Gerais MG - Centro-Oeste MG - Grande Minas MG - Sul de Minas MG - Triângulo Mineiro MG - Vales de Minas MG - Zona da Mata Pará PA - Santarém e Região Paraíba Paraná PR - Campos Gerais e Sul PR - Norte e Noroeste PR - Oeste e Sudoeste Pernambuco PE – Caruaru e Região PE - Petrolina e Região Piauí Rio de Janeiro RJ - Região Serrana RJ - Região dos Lagos RJ - Norte Fluminense RJ - Sul e Costa Verde Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Rondônia Roraima Santa Catarina São Paulo SP - Bauru e Marília SP - Campinas e Região SP - Itapetininga e Região SP - Mogi das Cruzes e Suzano SP - Piracicaba e Região SP - Prudente e Região SP - Ribeirão e Franca SP - Rio Preto e Araçatuba SP - Santos e Região SP - São Carlos e Araraquara SP - Sorocaba e Jundiaí SP - Vale do Paraíba e Região Sergipe Tocantins tv globo Bem Estar Bom Dia Brasil Jornal Hoje Jornal Nacional Jornal da Globo Fantástico Globo Repórter Globo Rural Profissão Repórter Brasileiros Globo Mar Pequenas Empresas & Grandes Negócios rádios GloboRadio CBN Rádio Globo BEAT98 BHFM Globo FM Rádio Canal Brasil globonews Primeira Página Jornal GloboNews Conta Corrente Estúdio I Jornal das Dez GloboNews em pauta Arquivo N Cidades e Soluções Diálogos Entre Aspas Fatos e Versões Fernando Gabeira Alexandre Garcia GloboNews Documentário GloboNews Documento GloboNews Especial GloboNews Literatura GloboNews Miriam Leitão GloboNews Painel Manhattan Milênio Mundo S/A Navegador Pelo Mundo Retratos Brasileiros Roberto D´Avila Sarau Sem Fronteiras Starte Via Brasil publicações Época Época Negócios Época SP Autoesporte Casa e Jardim Crescer Criativa Galileu Globo Rural GQ Marie Claire Monet Pequenas Empresas & Grandes Negócios Quem jornais O Globo Extra globo.com g1 globoesporte gshow famosos & etc vídeos todos os sites © Copyright 2000-2014 Globo Comunicação e Participações S.A. política de privacidade central globo.com assine a globo.com anuncie conosco



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Mais que isso, você deve procurar ativamente por referências de fontes respeitadas para citar. Se está escrevendo a partir de seu próprio conhecimento, então deve saber o suficiente para identificar boas referências que o leitor pode consultar sobre o assunto — você não estará sempre por perto para responder perguntas. E mais, isso força você a confirmar seus fatos, e você pode descobrir que não sabe tudo. O ponto principal é ajudar o leitor — cite tudo que você pense ser mais útil. Isto se aplica ao escrever sobre opiniões também — cuidado com a tentação de escrever frases vagas, como 'Alguns dizem...' Quem disse, onde e quando? (lembre-se que a Wikipédia não é para suas opiniões ou para pesquisa original ). Isto se aplica mesmo quando a informação é atualmente incontestável —, mesmo se não há debate agora, alguém pode aparecer em cinco anos e querer discutir, verificar, ou aprender mais sobre o tópico. Acrescentar referências, especialmente para informação ainda não apoiada por citações, é também uma boa forma de ampliar até mesmo artigos que você não escreveu. Se você encontrar uma determinada afirmação que necessita de referências, mas não tem tempo para procurá-las você mesmo, marque a frase em questão com {{ Carece de fontes }} para que os autores do artigo possam melhorá-lo. As referências devem ser reunidas no fim do artigo sob o título ==Referências== (ou no formato de predefinição: {{Referências}}). veja abaixo uma proposta de estilo. O mais importante é colocar a informação completa da referência. no entanto, detalhes como o formato podem ser acertados mais tarde, se necessário. Índice 1 Referências no texto 2 Bibliografia 2.1 Livros 2.1.1 Notas 3 Documentos considerados no todo 3.1 CD e CD-ROM 3.2 Dicionário 3.3 Dissertação e tese 3.4 E-mail 3.5 Enciclopédias 3.6 Entrevista 3.7 Eventos 3.8 Filmes 3.9 Leis 3.10 Livros considerados sagrados 3.11 Páginas da internet 3.12 Partes de documentos 3.12.1 Artigos de periódicos 3.12.2 Artigos de jornais e revistas (ou periódicos online ) 3.13 Periódico (jornais e revistas) 3.14 Boletins de imprensa de companhias 3.15 Programa de televisão e rádio 4 Detalhes 5 Ferramentas para citações 6 Arquivamento de referências 7 Citando a Wikipédia 8 Referências vs. bibliografia 9 Notas 10 Referências 11 Ver também 12 Ligações externas Referências no texto No texto de um artigo, devem citar-se referências tipo nota de rodapé , como: texto a referenciar . [ 1 ] Tais referências no texto ajudam a consulta das fontes, permitindo ao leitor pesquisar sobre um tópico específico. Para garantir a verificabilidade, é recomendado indicar, quando disponíveis na fonte, o capítulo, a seção, e a(s) página(as) onde se encontra o respectivo conteúdo do livro/artigo referenciado. Na impossibilidade de citação de nenhum destes identificadores, pode ser feita uma breve citação do texto na referência, atestando a passagem. [ 2 ] Referências ↑ último-nome-do-autor, ano, capítulo, seção, página(as) ↑ Recomendação aprovada por consenso em 27 de novembro de 2017 . Erro de digitação corrigido em 28 de novembro de 2017 . Bibliografia A secção de bibliografia, e/ou referências deve apresentar-se no fim do artigo, antes das ligações externas. Essa bibliografia deve usar o ano das publicações originais usadas. se necessário, devem ser acrescentados os capítulos ( cap. 3 ) ou páginas ( p. 15 ou pp. 12-23 ) depois do ano (+ vírgula), por ex. se a informação for difícil de encontrar em um livro grande. quando uma referência é usada como um substantivo, deve ser colocado o ano entre parênteses, por ex. Milton (1663) diz... Para dois autores, use (autor1 & autor2, ano), para mais autores, use (autor1 et. al., ano). A formatação da lista de referência é um detalhe secundário, não há consenso sobre o formato preciso de citação na Wikipédia. Mas se você não consegue decidir que estilo usar, ou se não sabe que informações incluir, segue abaixo um exemplo baseado no estilo da APA . (No estilo da APA, as referências são listadas em ordem alfabética por autor, e pelo ano para o autores iguais). Livros Livros são ótimas fontes secundárias para artigos. Mas não se limite a eles, existem vários outros formatos aceitos . Modelo geral de referência a livros: Autoria, no formato 'SOBRENOME (ou apelido), Primeiros nomes'. Título (destacado em negrito ou itálico). Edição [só a partir da 2. ª]. Local de publicação: Editora (ou editor), ano de publicação. ISBN. Exemplos: Côrrea, Manoel Pio . Dicionário das plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas . Rio de Janeiro : IBDF, 1984 . O exemplo acima é o resultado do seguinte código: * [[Manoel Pio Corrêa|Côrrea, Manoel Pio]]. '''Dicionário das plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas'''. [[Rio de Janeiro]]: IBDF, [[1984]]. Lincoln, Abraham. Grant, U. S.. & Davis, Jefferson (1861). Resolvendo Pacificamente Diferenças Familiares (3rd ed.). Gettysburg: Printing Press. ISBN 0-12-345678-9 . O exemplo acima é o resultado do seguinte código: * Lincoln, Abraham. Grant, U. S.. & Davis, Jefferson (1861). Resolvendo Pacificamente Diferenças Familiares (3rd ed.). Gettysburg: Printing Press. ISBN 0-12-345678-9. Para um livro editado, escreva (Ed.) ou (Eds.) entre parênteses depois do último autor, antes da data. O ISBN (que é wikificado automaticamente) é opcional. Para um artigo específico ou capítulo em um livro editado, use: Pooh, W. T. & Robin, C. (1926). Técnicas modernas de captura de heffalumpídeos. In A. A. Milne (Ed.), O Karma de Kanga, pp. 23–47. Floresta dos Cem Acres: Wol Press. Em muito casos é possível usar {{ citar livro }} para automatizar a formatação da referência. No entanto, se sua referência precisa de uma citação mais complexa, é melhor não usar a predefinição e usar a citação correta, em lugar de tentar adaptar a referência a um modelo inadequado. A Wikipédia não tem falta de espaço, portanto não é necessário abreviar nomes. uma boa norma é listá-los como estão escritos no artigo ou livro original. Se a Wikipédia tem uma página para o livro, faça do título um link para ela, mas mantenha a referência completa (por exemplo, para impressão). Notas o et al é para quando existem outros autores que não são mencionados, mas também pode ser utilizada a fórmula 'e outros' ou 'entre outros'. É aconselhado que indique todos os autores se estes forem dois ou três - use o et al apenas para o caso de mais de três autores. Prefere-se, para separar as secções, usar o ponto e vírgula, em vez de apenas vírgula, excepto entre o apelido e o resto do nome. Nunca esquecer o asterisco antes da referência - na Wikipédia fica melhor. Há também quem prefira escrever o nome do autor por extenso, respeitando a ordem original, já que existe alguma dificuldade, em alguns casos, em saber qual é o apelido ou quando é que ele começa. Em caso de dúvida, esta será, com certeza, uma boa solução de compromisso. Há ainda quem prefira escrever o sobrenome em maiúsculas, como é frequente em vários trabalhos académicos. Documentos considerados no todo CD e CD-ROM Modelo de referência a CD e CD-ROM : Autoria, no formato 'SOBRENOME (ou apelido), Primeiros nomes'. Local: Editora ou empresa, Ano. Número do CD. Programa a que se destina. Descrição do meio. Dicionário Modelo de referência a dicionários : Autoria, no formato 'SOBRENOME (ou apelido), Primeiros nomes'. Título: subtítulo. Edição. (se houver) Local: Editora, data. Nº de páginas ou vol. (opcional). Exemplos: FERREIRA, Aurélio Buarque de Hollanda. Novo dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 1986 . 1838 p. O exemplo acima é o resultado do seguinte código: * [[Aurélio Buarque de Holanda Ferreira|FERREIRA, Aurélio Buarque de Hollanda.]] '''Novo dicionário da língua portuguesa.''' [[Rio de Janeiro]]: Nova Fronteira, [[1986]]. 1838 p. FERREIRA, Aurélio Buarque de Hollanda. Novo dicionário da língua portuguesa - Século XXI. Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2º ed., 1993 , ISBN 85-209-0411-4 . O exemplo acima é o resultado do seguinte código: * [[Aurélio Buarque de Holanda Ferreira|FERREIRA, Aurélio Buarque de Hollanda.]] '''Novo dicionário da língua portuguesa - Século XXI.''' [[Rio de Janeiro]]: Nova Fronteira, 2º ed., [[1993]], ISBN 85-209-0411-4. Dissertação e tese Modelo de referência a dissertações e teses : Autoria, no formato 'SOBRENOME (ou apelido), Primeiros nomes'. Título . Data. Categoria (grau e área). Nome da instituição de defesa, local. E-mail Um e-mail não serve como fonte bibliográfica. Qualquer informação que se utilize a partir de um e-mail pressupõe que conhecemos a fonte bibliográfica utilizada pelo remetente original do e-mail. Nesse caso, utiliza-se qualquer uma das formatações indicadas nesta página. Enciclopédias Modelo de referência a artigo ou verbete com assinatura: CASTELO-BRANCO, Fernando. Afídio , in 'Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira da Cultura, Edição Século XXI', Volume I, Editorial Verbo, Braga, Janeiro de 1998. Se o verbete estiver sem assinatura, a referência deve ser feita da mesma forma com que se cita um dicionário . Entrevista Uma entrevista feita pelo próprio wikipedista não pode ser aceite como fonte bibliográfica, já que fere o princípio da verificabilidade . Contudo, qualquer entrevista publicada pode ser utilizada, usando-se, nesse caso, a formatação prevista nesta página para o correspondente suporte de informação (filme, periódico, livro, etc...). Eventos Para eventos (como seminários, encontros, convenções, conferências) usa-se o seguinte modelo geral: NOME DO EVENTO, edição, ano, local. Exemplo fictício: ENCONTRO MUNDIAL DE WIKIPEDISTAS, 1., 2008, Atlântida. Filmes Modelo de referência a filmes : Título. Diretor (realizador). Local: Produtora, distribuidora, data. Tipo de suporte (se é DVD ou fita de videocassete) (duração), sistema de reprodução (PAl-M ou VHS), som ou mudo., cor ou preto-e-branco (color ou p&b)., legendado ou dublado (para filmes estrangeiros). Leis Modelo de referência a legislações : Local de jurisdição (BRASIL, por exemplo, em maiúsculas). Título (Lei ou Decreto) n.º, de (data). Ementa. Nome do Órgão que publicou (em itálico), local, v., n.°., p., data. Livros considerados sagrados Ao efectuar referências a textos contidos em livros considerados sagrados por algumas religiões, tal como a Bíblia, o Alcorão ou outras obras similares. A Bíblia contém livros , capítulos e versículos . Será preferível referir o nome do livro que se pretende citar usando o seu nome completo e não simplesmente uma abreviatura. Caso se pretenda apenas referenciar a localização de uma determinada porção de texto, a fonte poderá ser referida entre parênteses, tal como: 'Há mais felicidade em dar que em receber' (Atos 20:35). Especialmente ao se efectuarem transcrições de versículos bíblicos, será útil referir a tradução usada como fonte. Para isso, dever-se-á indicar entre parênteses o nome da tradução ou simplesmente a sua sigla. Em ambos os casos, se possível, deverá ser colocado um link para a página na Wikipédia onde se prestam mais informações sobre a versão usada. Também será útil adicionar um link para uma fonte externa onde o texto integral da tradução citada esteja disponível. Vejamos um exemplo: 'Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça. Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.' (1 Timóteo 3:16, 17 – ACF – Almeida Corrigida Fiel ) As coordenadas de localização dos textos poderão ser referidas das seguintes formas: Um único versículo Exemplo: Livro (espaço) capítulo (dois pontos) versículo. Resultado: Mateus 7:12 Dois versículos em sequência ou mais do que dois versículos não sequenciais no mesmo capítulo Exemplo: Livro (espaço) capítulo (dois pontos) versículo (vírgula e espaço) outro versículo. Resultado: João 13:34, 35 Resultado: Efésios 5:25, 28, 33 Mais do que dois versículos sequenciais no mesmo capítulo Exemplo: Livro (espaço) capítulo (dois pontos) versículo (travessão) versículo final. Resultado: 1 Coríntios 13:4-7 Dois ou mais versículos em capítulos diferentes do mesmo livro Exemplo: Livro (espaço) capítulo (dois pontos) versículo (ponto e vírgula e espaço) capítulo (dois pontos) versículo. Resultado: 1 João 4:8. 5:2 Versículos em livros diferentes Exemplo: Livro (espaço) capítulo (dois pontos) versículo (ponto e vírgula e espaço) livro (espaço) capítulo (dois pontos) versículo. Resultado: Mateus 22:39. Tiago 2:8 O Alcorão contém capítulos ou suratas , que usualmente possuem um título, e versículos . Poder-se-ão usar regras similares às acima descritas para a Bíblia. Exemplo: Título da surata (espaço) surata (dois pontos) versículo. Resultado: Al-Ma’ida [A Mesa] 5:46, 47 Páginas da internet No caso da indicação de sites , deve indicar: O autor (se estiver identificado). O título da página (se estiver explícita). O endereço. A data de acesso (se fez alterações no artigo, com base numa página da internet, indique a data do último acesso) Exemplo: Gates, B. & Ballmer, S. (1998). Homepage do Defensor do Código Aberto [1] . Acessado (ou Visitado) em 5 de Agosto de 2003. Os dados entre parênteses devem ser a data ou o ano em que o documento foi criado, ou editado pela última vez. deve ser omitido se não puder ser determinado. Pode-se utilizar a predefinição {{ citar web }} para facilitar este processo. Partes de documentos Artigos de periódicos Modelo de referência à parte de artigos de periódicos : Autoria, no formato 'SOBRENOME (ou apelido), Primeiros nomes'. Ano da publicação. (algarismo entre parêntesis) Título do artigo em negrito. Título da publicação ( em série em itálico. ) ISSN. Volume, Número, Número das páginas inicial e final. Exemplos: Brandão, M. . Gavilanes, M. L. ( 1992 ). Espécies árboreas padronizadoras do Cerrado mineiro e sua distribuição no Estado. Informe Agropecuário 16 (173), 5-11. O exemplo acima é o resultado do seguinte código: * [[Mitzi Brandão|Brandão, M.]]. Gavilanes, M. L. ([[1992]]). '''Espécies árboreas padronizadoras do Cerrado mineiro e sua distribuição no Estado.''' [http://www.epamig.br ''Informe Agropecuário''] 16 (173), 5-11. Brandybuck, M. ( 1955 ). Herb-lore of the Shire. (Tradição herbal do Shire). J. Royal Institute of Chemistry 10 (2), 234–351. O exemplo acima é o resultado do seguinte código: Brandybuck, M. ([[1955]]). '''''Herb-lore of the Shire.''''' (Tradição herbal do Shire). [http://www.rsc.org/Publishing/Journals/JI ''J. Royal Institute of Chemistry''] 10 (2), 234–351. Note que os números depois do nome do periódico indicam: volume (número da edição, opcional), números das páginas. Use maiúsculas apenas para a primeira palavra do título, nomes próprios, e a primeira palavra depois de dois pontos/espaço/hífen. Para um artigo disponível online, torne o nome título do artigo um link para a versão online — veja como fazê-lo nesta página de ajuda . Artigos de jornais e revistas (ou periódicos online ) Modelo de referência à parte de artigos de jornais e revistas, com autor: Blair, Eric Arthur (29 de Agosto de 1949). Ansiando por um futuro brilhante. New English Weekly, p. 57. Ou, para artigos sem autor, coloque o título antes: Sobre a importância da modéstia (5 de Maio de 1821). Pravda, pp. B1, C12. Mais uma vez. para artigos online, faça do título do artigo um link para a URL. pode não ser possível fornecer um número de página neste caso, por exemplo: Chalmers, Rachel (1 de Setembro de 2000). O guru dos gurus do Unix. [2] . Salon. Periódico (jornais e revistas) Para publicações periódicas usa-se seu título em maiúscula, seguido do local, editor, ano do primeiro e último volumes (se já encerrada a publicação). são opcionais também as notas especiais , tais como títulos anteriores, ISSN, etc. A presente fórmula destina-se à citação de um periódico em sua integralidade. Ver em seção abaixo as orientações para citar artigos específicos. SELECTA ACADÊMICA. Caetité: Academia Caetiteense de Letras, 2001-, mensal. Boletins de imprensa de companhias Eis como referir uma publicação institucional: Siemens AG (13 de Julho de 1999). Shell e Siemens fomentam fábrica de células de combustível sem emissões [3] . Press Release. Se o boletim de imprensa está também disponível online , faça do título uma hiperligação para a URL. Exemplos do estilo APA para muitos outros tipos de documento podem ser vistos na página 'Citation Style Guides' [4] . No entanto, seu senso comum tem a última palavra — de que informação o leitor precisa para encontrar a referência em questão? Programa de televisão e rádio Programas de televisão ou rádio só podem constituir fontes aceites pela Wikipédia se houver alguma forma de acesso aos mesmos por parte de outros wikipedistas, por exemplo, se o vídeo ou gravação estiver disponível, de forma legal, na internet ou noutro suporte devidamente publicado. Nesse caso, a fonte deve ser apresentada segundo os moldes habituais para site da internet ou outro género de publicação. Programas de televisão ou rádio que não se mostrem disponíveis ou que existam apenas no arquivo privado das respectivas emissoras ou em gravações pessoais não podem ser aceites como fontes, já que para que uma fonte seja considerada 'verificável' é necessário que esteja disponível pelo menos para um número significativo de outros wikipedistas. Detalhes Uma citação deve incluir informação suficiente para permitir ao leitor encontrar as fontes. Às vezes você pode querer dar uma explanação mais completa sobre a forma como soube de algo, ou por que suas fontes são confiáveis. Se o debate é importante, você pode comentar isto no próprio artigo. Se não, pode deixar uma anotação na página de discussão do artigo. Isto não ajudará necessariamente os leitores, mas pode ajudar outros wikipedistas a tentar melhorar o artigo. Ferramentas para citações Há ferramentas que podem ser utilizadas para facilitar a formatação de citações . em língua portuguesa há uma versão do MakeRef . Usando o Editor Visual , referências podem ser formatadas automaticamente usando apenas um URL , PubMed -id ou doi . Arquivamento de referências Ver também: Wikipédia:Ligação inativa Na internet , existem projetos de arquivamento de sítios eletrônicos, tais como o Internet Archive e o WebCite , que servem para salvar em servidores próprios cópias de páginas web , num determinado momento. Estes possuem a vantagem de fazer com que um artigo referenciado deixe de ter referências visíveis caso o autor da página usada como fonte simplesmente a retire do ar, ou mude o seu conteúdo. Embora não seja obrigatório, considere utilizar estes serviços ao citar suas referências, especialmente se estiver trabalhando seu artigo para candidato a destaque , se houver possibilidades de a fonte tornar-se indisponível repentinamente, ou se a informação referenciada for consideravelmente controversa. [ nota 1 ] Citando a Wikipédia Para sugestões sobre como citar a Wikipédia, veja Wikipedia:Citando a Wikipédia . Referências vs. bibliografia Atalho : WP:Bibliografia A bibliografia difere da referência bibliográfica. A referência ocorre quando um texto é citado no corpo do trabalho, ou seja: a obra foi usada para a elaboração do texto. Já a bibliografia é uma relação feita de obras sobre o assunto, que o autor recomenda a leitura - não necessariamente consultadas para a elaboração do texto. É interessante a citação de bibliografia sobre certo assunto, pois possibilita que quem venha a consultar um determinado verbete tenha condições de localizar outras fontes que tratem do tema em questão. Notas ↑ Wikipédia:Esplanada/geral/Arquivamento de referências (1abr2011) . Referências ABNT . NBR 6023: Informação e documentação - Referências - Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2000. (norma brasileira) NP 405-1. 1995, Informação e documentação - Referências bibliográficas: documentos impressos. IPQ. (norma portuguesa) NP 405 - 2. 1998, Informação e Documentação - Referências Bibliográficas. Parte 2: Materiais não livro. IPQ. (norma portuguesa) NP 405 - 4. 2003, Informação e Documentação - Referências Bibliográficas. Parte 4: Documentos electrónicos. IPQ. (norma portuguesa) ISO 690. 1987, Documentation - Références bibliographiques : contenu, forme et structure. ISO. (norma internacional) ISO 690 - 2. 1997, Information and documentation - Bibliographic references. Part 2: electronic documents or parts thereof. ISO. (norma internacional) ALVES, Maria Bernardete Martins. ARRUDA, Susana Margareth. Como fazer referências: (bibliográficas, eletrônicas e demais formas de documentos) . Ver também Biblioteca Verificabilidade Wikipédia:Fonte fiável Predefinição:Carece de fontes Predefinição:DOI Digital object identifier Ligações externas Citation Style Guides (em inglês ) - Lista de estilos comuns de citação. Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Wikipédia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes&oldid=50612233 ' Categoria : !Livro de estilo Categoria oculta: !Páginas que usam links mágicos ISBN Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Página do projeto Discussão Variantes Vistas Ler Ver código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Noutros idiomas Afrikaans العربية অসমীয়া Беларуская Беларуская (тарашкевіца)‎ Български বাংলা Brezhoneg Bosanski Català Mìng-dĕ̤ng-ngṳ̄ Нохчийн کوردی Čeština Чӑвашла Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Gaeilge Galego ગુજરાતી עברית Hrvatski Hornjoserbsce Magyar Հայերեն Bahasa Indonesia Ilokano Íslenska Italiano 日本語 Basa Jawa ქართული ភាសាខ្មែរ ಕನ್ನಡ 한국어 Kurdî Кыргызча Latina ລາວ Lietuvių Latviešu मैथिली Baso Minangkabau Македонски മലയാളം Монгол मराठी Bahasa Melayu Napulitano नेपाली Nederlands Norsk nynorsk Norsk Occitan ଓଡ଼ିଆ Polski پښتو Română Русский سنڌي Davvisámegiella Srpskohrvatski / српскохрватски සිංහල Simple English Slovenčina Slovenščina Soomaaliga Shqip Српски / srpski Basa Sunda Svenska Ślůnski தமிழ் తెలుగు Тоҷикӣ ไทย Türkçe Татарча/tatarça Українська اردو Oʻzbekcha/ўзбекча Tiếng Việt 吴语 ייִדיש 中文 粵語 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 21h23min de 28 de novembro de 2017. 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  Cerebelo – Wikipédia, a enciclopédia livre Cerebelo Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Este artigo ou se(c)ção cita fontes confiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, comprometendo a sua verificabilidade (desde abril de 2012) . Por favor, adicione mais referências inserindo-as no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: ... - corresponde ao lobo flóculo nodular. É o centro de equilíbrio, recebendo informação dos núcleos vestibulares ... centro de tratamento de informação proprioceptiva. Regula o tónus muscular e a postura. As vias ... motor do tronco e córtex cerebral. Os núcleos cerebelosos vão então receber informação de 2 vias ... tempo, informação cortical processada, inibitória, por parte das células de Purkinje. Quanto à informação eferente, normalmente a excitatória, parte dos núcleos para a medula espinhal e encéfalo. Este é CACHE

Cerebelo – Wikipédia, a enciclopédia livre Cerebelo Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Este artigo ou se(c)ção cita fontes confiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, comprometendo a sua verificabilidade (desde abril de 2012) . Por favor, adicione mais referências inserindo-as no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Cerebelo Localização do Cerebelo (em roxo) no encéfalo Vascularização Artéria cerebelar superior , artéria cerebelar inferior anterior , artéria cerebelar inferior posterior Drenagem venosa Veias cerebelares superiores , veias cerebelares inferiores O cerebelo é a parte do encéfalo responsável pela manutenção do equilíbrio , pelo controle do tônus muscular , dos movimentos voluntários e aprendizagem motora. Dependemos do cerebelo para andar, correr, pular, andar de bicicleta, entre outras atividades. É formado por 2 hemisférios - os hemisférios cerebelares , e por uma parte central, chamada de Vermis . O termo cerebelo deriva do latim e significa 'pequeno cérebro'. Índice 1 Origem embrionária 2 Anatomia 3 Anatomia descritiva 3.1 Localização 3.2 Forma 3.3 Ligação ao tronco cerebral 3.4 Configuração exterior 3.5 Configuração interior 3.5.1 Substância Cinzenta 3.6 Córtex Cerebeloso 4 Divisões do Cerebelo 4.1 Os vérmis (superior ao inferior) 4.2 Fissuras (seguindo os vérmis) 4.3 Lobo floculonodular ou vestibulocerebelo 4.4 Lobo anterior 4.5 Lobo posterior ou neocerebelo 5 Aspectos funcionais das células do córtex cerebeloso 6 Vias 6.1 Vias Aferentes 6.1.1 Com origem no córtex cerebral 6.1.2 Com origem na medula espinhal 6.1.3 Com origem no nervo vestibular 6.2 Vias eferentes 6.2.1 Vias eferentes da zona medial(vérmis/arqueocerebelo) 6.2.2 Vias eferentes da zona intermédia (paleocerebelo) 6.2.3 Vias eferentes da zona lateral (neocerebelo) 7 Aspectos funcionais 8 Vascularização 9 Patologia 9.1 O cerebelo e o autismo 9.2 Síndrome do vérmis 9.3 Síndrome hemisférico cerebelar 9.4 Ataxia de Friedreich 10 Imagens adicionais 11 Referências Origem embrionária [ editar | editar código-fonte ] O Cerebelo tem origem na parte posterior das placas alares do metencéfalo. Estas placas inclinam-se, internamente, de cada lado, para formar os lábios rômbicos. Estes, ao longo do desenvolvimento, aumentam de tamanho e projectam-se, caudalmente, sobre a placa do tecto do IVº ventrículo e unem-se na linha média, para formar o cerebelo. Na décima segunda semana do desenvolvimento embrionário, pode reconhecer-se uma estrutura pequena, na linha média, o vérmis do cerebelo, e duas partes externas, os hemisférios cerebelosos. Por volta do final do quarto mês, aparecem fissuras na superfície do cerebelo e desenvolvem-se gradualmente, as folhas características do cerebelo adulto. Os neuroblastos derivados das células da matriz, na zona ventricular, migram para a superfície do cerebelo e acabam por dar origem aos neurónios que formam o córtex cerebeloso. Outros neuroblastos permanecem próximos à superfície ventricular e diferenciam-se nos núcleos intracerebelosos (núcleos de substância cinzenta integrados na substância branca central). No desenvolvimento subsequente, os axónios dos neurónios que formam esses núcleos crescem para fora do mesencéfalo chegando ao córtex cerebral. Deste modo, estas fibras vão formar a maior parte do pedúnculo cerebeloso superior. Posteriormente, o crescimento dos axónios das fibras ponto-cerebelosas e das fibras córtico-ponticas ligará o córtex cerebral ao cerebelo, formando-se, então, o pedúnculo cerebeloso médio. O pedúnculo cerebeloso inferior será formado, principalmente, pelo crescimento dos axónios sensoriais da medula espinhal, dos núcleos vestibulares e dos núcleos olivares. Anatomia [ editar | editar código-fonte ] O cerebelo é a maior massa do encéfalo que se encontra dorsal à ponte e o bulbo, formando com essas estruturas a cavidade do quarto ventrículo. Situa-se abaixo do tentório do cerebelo na fossa posterior do crânio, separado do cérebro por um folheto da dura-máter. Possui formato praticamente ovalado, porém constringido mediamente e achatado na porção inferior, tendo seu maior diâmetro no sentido latero-lateral. Sua superfície não é convoluta como a do cérebro, porém cruzada por numerosos sulcos, que variam de profundidade dependendo da localização. Seu peso médio no homem é de aproximadamente 150 g. Em um adulto a proporção entre o cerebelo e o cérebro é de 1:8, em crianças é de 1:20. Consiste em dois hemisférios laterais unidos por uma parte média estreita, o vermis . Podemos dividilo em substância branca (interior) e substância cinzenta (exterior). A substância branca é constituída por fibras nervosas mielinizadas eferentes e aferentes. A substância cinzenta pode ser subdividida em 3 camadas: -Camada molecular -Camada de células de purkinje -Camada granular Anatomia descritiva [ editar | editar código-fonte ] Localização [ editar | editar código-fonte ] O Cerebelo fica situado na fossa craniana posterior (fossas cerebelares do occipital), sendo coberto superiormente pela tenda do cerebelo. Constitui a maior parte do cérebro posterior, ficando posterior o quarto ventrículo, à protuberância e ao bulbo. Forma [ editar | editar código-fonte ] Tem uma forma quase ovóide ou de borboleta, alongado transversalmente e achatado ântero-posteriormente com constrição na porção mediana, o vérmis, consistindo essencialmente em dois hemisférios cerebelares. Participa na formação do 4º ventrículo. Ligação ao tronco cerebral [ editar | editar código-fonte ] O cerebelo fica preso à face posterior do tronco encefálico por três feixes simétricos de fibras nervosas, os pedúnculos cerebelosos inferior, médio e superior. Liga-se à medula e bulbo pelo pedúnculo cerebeloso inferior, à ponte pelo pedúnculo cerebeloso médio e ao mesencéfalo pelo pedúnculo cerebeloso superior. Configuração exterior [ editar | editar código-fonte ] Relativamente à configuração externa e para efeitos descritivos divide-se o cerebelo em três faces, superior, inferior e anterior. Face superior: Vérmis: proeminência sobre a linha média Hemisférios cerebelosos: de cada lado do vérmis superior Bordo circunferencial do cerebelo: separa a face superior das restantes e apresenta duas chanfraduras médias, uma anterior, larga e pouco profunda, em relação com a face posterior do mesencéfalo, e uma posterior, mais estreita e profunda, de onde sobressai a folha/prega (folium) do vérmis. Fissura primária: separa na face superior o lobo anterior do posterior Fissura horizontal de Vicq d’Azyr Face inferior: Valécula ou grande cissura mediana do cerebelo: depressão ântero-posterior, em cujo fundo está o vérmis inferior do cerebelo Hemisférios cerebelosos: de cada lado do vérmis inferior, separados deste por dois sulcos profundos Fissura retrotonsilar: separa a amígdala do restante lobo posterior Face anterior: A face anterior encontra-se orientada para baixo e é ocupada por um prolongamento do fundo de saco do 4º ventrículo, o fastígio, em forma de losango, limitado por: 1. Língula: extremo anterior do vérmis superior, em cima 2. Véu medular superior ou válvula de Vieussens: em cima, prolonga lateralmente a língula. É uma membrana nervosa que recobre a metade superior do prolongamento cerebeloso do 4º ventrículo 3. Nódulo: extremo anterior do vérmis inferior, em baixo 4. Véu medular inferior ou válvula de Tarin: em baixo, de cada lado do nódulo. É uma membrana nervosa, contígua com a membrana tectória que forma a parede posterior da metade inferior do 4º ventrículo. Estendem-se desde o nódulo, onde se unem, até ao extremo interno do flóculos 5. Pedúnculos cerebelosos: nos lados, em cima 6. Amígdalas: dos lados em baixo Nesta face também se destacam duas fissuras: a fissura horizontal de Vicq d’Azyr e a fissura Úvulo-nodular ou póstero-lateral, que separa o lobo flóculo-nodular do lobo posterior Outra forma de descrever o cerebelo é dividi-lo em 3 lobos principais: anterior, posterior/médio e flóculo nodular. Os lóbulos do cerebelo surgem pela divisão feita por sulcos de 1ª ordem sobre o vérmis e os hemisférios cerebelares. Vai desde a válvula de Vieussens (anteriormente) à válvula de Tarin( posteriormente). Do ponto de vista funcional, de uma forma geral, os lóbulos vão apresentar-se integrados na função principal dos lobos a que pertencem e existem ainda mais duas divisões funcionais: anatómica e a filogenética. Configuração interior [ editar | editar código-fonte ] Quanto à configuração interior, podemos dividi-lo entre uma zona de substância cinzenta, periférica, e uma zona de substância branca central, na qual se encontram núcleos intracerebelosos de substância cinzenta, para alem de fibras mielinizadas. Substância Cinzenta [ editar | editar código-fonte ] Núcleos cinzentos centrais ou núcleos intracerebelosos + córtex cerebeloso Núcleos intracerebelosos: Quatro massas de substância cinzenta envoltas em substância branca do cerebelo, de cada lado da linha média. Neurónios multipolares com dendrites simples. Os seus axónios passam pelos pedúnculos cerebelosos superior e inferior. De fora para dentro: 1. Núcleo dentado: o maior núcleo. Forma de saco aberto para fora, em que o interior do saco é preenchido por substância cinzenta (fibras eferentes deste núcleo que formam grande parte do pedúnculo cerebelar superior). Pertence ao Neocerebelo. 2. Núcleo emboliforme: ovóide, cobrindo parcialmente o hilo do núcleo dentado. Pertence ao Paleocerebelo. 3. Núcleo globoso: conjunto de um ou mais grupos de células arredondados. Pertence ao Paleocerebelo. 4. Núcleo fastigial: no vérmis e perto do tecto do 4º ventrículo. Maior que o núcleo globoso. Pertence ao Arqueocerebelo. Córtex Cerebeloso [ editar | editar código-fonte ] Folha pregueada que envolve o conteúdo do cerebelo, formada por inúmeras pregas/folium separadas por sulcos transversais. Cada prega apresenta na porção central substância branca revestida por substância cinzenta. Um corte paramediano salienta inúmeras ramificações cerebelosas, tomando a estrutura o nome de Arbor vitae (árvore da vida). Apresenta três camadas com diferente constituição celular: 1. Camada molecular (externa) – dois tipos de neurónios, células estreladas (externamente), e células em cesto (mais internas, de associação, podendo ser curtas ou longas). Estes neurónios estão dispersos entre dendrites e fibras paralelas ao longo eixo da prega/folium. 2. Camada ganglionar ou das células de purkinje: neurónios Golgi tipo I dispostos numa única camada. As dendrites penetram na camada molecular, desenvolvendo ramificações cujas porções terminais estão cobertas por espinhas dendríticas, as quais sinapsam com fibras paralelas (axónios das células granulares). Os axónios das células de Purkinje atravessam a camada granular, penetram na substância branca (ganhando uma bainha mielínica) e sinapsam com os núcleos intracerebelosos. Alguns destes axónios sinapsam directamente com os núcleos vestibulares. Ramos colaterais destes axónios sinapsam com as células em cesto e estreladas. 3. Camada granular (interna): as células granulares apresentam 4 a 5 ramificações dendríticas que sinapsam com fibras musgosas (input). Os axónios das células granulares penetram na camada molecular e aí bifurcam-se em T. Os seus ramos de bifurcação (fibras paralelas) sinapsam com as espinhas dendríticas das células de Purkinje. Também estão presentes células Golgi, que apresentam ramificações dendríticas para a camada molecular e cujos axónios ramificados sinapsam com dendrites das células granulares. Divisões do Cerebelo [ editar | editar código-fonte ] A divisão filogenética considera o cerebelo dividido em 3 porções segundo as suas diferentes origens no tempo: 1. Arqueocerebelo - corresponde ao lobo flóculo nodular. É o centro de equilíbrio, recebendo informação dos núcleos vestibulares(feixe vestíbulo-cerebral). 2. Paleocerebelo - corresponde ao lobo anterior+pirâmide e úvula. É o centro de tratamento de informação proprioceptiva. Regula o tónus muscular e a postura. As vias aferentes são as da sensibilidade Proprioceptiva (feixes espinho-cerebelares posterior e anterior). 3. Neocerebelo - lobo posterior, responsável pela coordenação de movimentos finos. Está em relação com o córtex cerebral através da via cortico-ponto-cerebelosa (aferente) e do feixe dentato-rubro-talâmico-cortical (eferente). Os vérmis (superior ao inferior) [ editar | editar código-fonte ] Língua Lóbulo central Cúlmen Declive Folium Túber Pirâmide Uvula Nódulo Fissuras (seguindo os vérmis) [ editar | editar código-fonte ] Começando após o vérmis Língua Pré-central Pré-culminar Prima Pós-clival Horizontal Pré-piramidal Pós-piramidal Póstero-lateral Lobo floculonodular ou vestibulocerebelo [ editar | editar código-fonte ] Está envolvido na manutenção do equilíbrio dado que as suas projeções aferentes provêm dos núcleos vestibulares Lobo anterior [ editar | editar código-fonte ] Consiste essencialmente na parte anterior do vermis e do córtex paravermiano. Tendo em conta que as suas projeções provêm dos músculos e tendões dos membros, este lobo está mais relacionado com a postura, tônus muscular e controle da coordenação dos membros inferiores, principalmente na marcha. Lobo posterior ou neocerebelo [ editar | editar código-fonte ] Composto pela parte média do vermis e pelas suas extensões laterais que formam em grande parte os hemisférios cerebelares. Este lobo está envolvido na coordenação dos movimentos finos iniciados pelo córtex cerebral. [ 1 ] Aspectos funcionais das células do córtex cerebeloso [ editar | editar código-fonte ] As células Trepadeiras e musgosas são as principais vias aferentes(input) para o córtex exercendo efeito excitatório sobre as células de Purkinje que existem na camada ganglionar, penetrando depois na substância branca. As células trepadeiras são as terminações nervosas das fibras dos tractos olivo-cerebelares, vão subir através das camadas do córtex, atravessam a camada granulosa e terminam na molecular onde as suas fibras se vão enrolar em torno das dendrites das células de Purkinje( no entanto ao atravessarem a camada granulosa vão sinapsar com as ramificações dendríticas doas células granulares). Uma célula de Purkinje apenas contacta com uma célula trepadeira, uma célula trepadeira pode ligar-se até 10 células de Purkinje. Quanto às células musgosas, estas são fibras terminais provenientes dos tractos ponto-cerebelares, espinho cerebelares e vestíbulo-cerebelares. Apresentam função excitatória, são muito ramificadas, sendo 1 célula capaz de estimular milhares de células de Purkinje ( também se ligam às células granulosas, a interneurónios inibitórios e aos núcleos cerebelosos). Quanto às células estreladas, em cesto e Golgi, estas são neurónios inibitórios tendo capacidade para limitar a área excitada e influenciar o grau de excitação das células de Purkinje que lhes é conferido pelas células trepadeiras e musgosas. Basicamente, exercem uma função inibitória sobre as células de Purkinje. Células de Purkinje - verdadeiramente as unidades funcionais do córtex cerebeloso. Transmitem impulsos nervosos inibitórios flutuantes até aos núcleos intracerebelosos que vão modificar a actividade muscular através das vias de controlo motor do tronco e córtex cerebral. Os núcleos cerebelosos vão então receber informação de 2 vias distintas: vias inibitórias: das células de Purkinje e dos núcleos vestibulares. vias excitatórias: dos ramos das células trepadeiras e musgosas. Assim sendo a aferência para o cerebelo envia informações excitatórias para os núcleos através das células musgosas e trepadeiras que recebem, após algum tempo, informação cortical processada, inibitória, por parte das células de Purkinje. Quanto à informação eferente, normalmente a excitatória, parte dos núcleos para a medula espinhal e encéfalo. Este é o mecanismo que permite a coordenação dos movimentos. O que acontece quando este mecanismo falha e as células de Purkinje são constantemente inibidas pelos interneurónios? Os impulsos dos núcleos do cerebelo vão ser conduzidos sempre levando a distúrbios do movimento. Está disposta em redor dos núcleos intracerebelosos, sob o córtex cerebeloso e prolonga-se pelos pedúnculos cerebelosos. Há 3 grupos distintos de fibras: 1. Fibras intracerebelosas/intrínsecas - ligação entre os hemisférios e entre o hemisfério e o vérmis do mesmo lado. 2. Fibras de projecção aferentes - constituem a maior parte da substância branca, atingem o córtex cerebeloso, perdendo a bainha de mielina. Terminam como fibras trepadeiras ou musgosas. Entram no cerebelo pelos pedúnculos cerebelar superior, médio e inferior. 3. Fibras de projecção eferentes - são constituídas por 2 neurónios, a célula de Purkinje e os neurónios dos núcleos intracerebelosos. As fibras do núcleo dentado, emboliforme e globoso vão sair pelo pedúnculo cerebelar superior e as do núcleo fastigial pelo inferior. Vias [ editar | editar código-fonte ] Vias Aferentes [ editar | editar código-fonte ] Com origem no córtex cerebral [ editar | editar código-fonte ] Via córtico-ponto-cerebelar : As fibras córtico-ponto-cerebelares têm origem nos lobos frontal, parietal, temporal e occipital do córtex cerebral, descem pela corona radiata e cápsula interna, terminando nos núcleos pônticos. Estes núcleos dão as fibras transversas da protuberância, que cruzam a linha média e entram no hemisfério cerebelar contralateral pelos pedúnculos cerebelares médios. Via córtico-olivo-cerebelar : Estas fibras originam-se nos lobos frontal, parietal, temporal e occipital, descem pela corona radiata e cápsula interna e terminam bilateralmente nos núcleos olivares inferiores. Estes núcleos dão fibras que cruzam a linha média e entram no córtex cerebelar contralateral pelos pedúnculos cerebelosos inferiores, terminando como fibras ascendentes. Via córtico-reticulo-cerebelar : Estas fibras têm origem nas áreas somatoestésica e motora, principalmente. Descem e terminam na formação reticular da protuberância e bulbo, bilateralmente. A formação reticular dá fibras retículo-cerebelares que entram no córtex cerebelar homolateral, através do pedúnculo cerebelar inferior. Esta conexão é importante no controlo dos movimentos voluntários: a informação que diz respeito ao início do movimento, no córtex cerebral, é transmitida para o cerebelo, a fim de que o movimento seja monitorizado e possam ser feitos os ajustes apropriados da actividade muscular. Com origem na medula espinhal [ editar | editar código-fonte ] Via espinho-cerebelar anterior ou feixe cruzado de Gowers : os axónios que entram na medula espinhal pelas raízes posteriores terminam sinapsando com neurónios do núcleo dorsalis, na base da coluna cinzenta posterior. A maioria dos axónios cruza a linha média e sobe pelo tracto espinho cerebelar anterior contralateral. a minoria sobe pelo mesmo tracto homolateral. As fibras entram no cerebelo pelo pedúnculo cerebelar supeior e terminam como fibras musgosas no córtex cerebelar e núcleos cerebelosos. Também emitem ramos colaterais que terminam nos núcleos cerebelares profundos. As fibras que cruzaram a linha média na medula espinhal cruzam agora no cerebelo. Esta via transporta informação dos músculos e articulações dos membros superiores e inferiores, provenientes de órgãos tendinosos, fusos neuromusculares e receptores articulares. Via espinho-cerebelar posterior ou feixe directo de Flechsig : os axónios entram na medula pela raíz posterior, chegam à coluna cinzenta posterior, sinapsando com neurónios na base da coluna cinzenta posterior, conhecidos como núcleo dorsal. Os axónios destes neurónios seguem pelo tracto espinho–cerebelar posterior homolateral (coluna lateral) até ao bulbo. Entram no cerebelo pelo pedúnculo cerebelar inferior e terminam como fibras musgosas, dirigindo-se para o córtex e núcleos cerebelosos. Também emitem ramos colaterais que terminam nos núcleos cerebelares profundos. Esta via transporta informação músculo-articular dos fusos neuromusculares, dos órgãos tendinosos e dos receptores articulares do tronco e dos membros inferiores. Via cuneo-cerebelosa : origem no núcleo cuneatus do bulbo. Entram no hemisfério cerebelar do mesmo lado pelo pedúnculo cerebelar inferior, terminando com fibras musgosas que se dirigem para o córtex e núcleos cerebelares. Também emitem ramos colaterais que terminam nos núcleos cerebelares profundos. Esta via transporta informação músculo-articular dos fusos musculares, dos órgãos tendinosos e dos receptores articulares da parte superior do tórax e dos membros superiores. Com origem no nervo vestibular [ editar | editar código-fonte ] Via vestibulo-cerebelar : o nervo vestibular recebe informação do ouvido interno, relacionada com o movimento, dos canais semicirculares e sobre a posição relativamente à gravidade, do utrículo e sáculo. Este nervo envia fibras aferentes directas para o hemisfério cerebelar homolateral pelo pedúnculo cerebelar inferior. Outras fibras passam primeiro pelos núcleos vestibulares, no tronco encefálico, onde fazem sinapses e são retransmitidas para o cerebelo. Todas terminam como fibras musgosas no lobo flóculo-nodular do cerebelo. Outras vias: pequenos feixes de fibras aferentes dos núcleos rubro e do tecto do mesencéfalo. Vias eferentes [ editar | editar código-fonte ] Vias eferentes da zona medial(vérmis/arqueocerebelo) [ editar | editar código-fonte ] Os axónios das células de Purkinje da zona medial, vérmis, fazem sinapse nos núcleos fastigiais. Há então duas vias: 1. Via fastígio-vestibular : tem origem no núcleo fastigial, atravessa o pedúnculo cerebelar superior e vai terminar nos núcleos vestibulares externos de ambos os lados e daqui sai para a via vestíbulo-espinhal. O núcleo fastigial é facilitador do tónus muscular homolateral dos músculos externos. 2. Via fastigio-reticular : tem origem no núcleo fastigial, passa no pedúnculo cerebelar inferior e segue até à formação reticular de ambos os lados, daqui parte para a via retículo-espinhal. O objectivo é a acção sobre os neurónios motores do grupo medial da coluna anterior com vista ao controle da musculatura axial e proximal dos membros. Vias eferentes da zona intermédia (paleocerebelo) [ editar | editar código-fonte ] Via globoso-emboliforme-rubral : Tem origem no núcleo globoso e emboliforme, atravessa o pedúnculo cerebelar superior e decussam na linha média, na decussação do PCS (comissura de Wernekinck). Sinapsam com neurónios do núcleo rubro e seguem pela via rubro espinal que decussa próximo da sua origem(decussação de Forel). Controla a actividade motora homolateral. Vias eferentes da zona lateral (neocerebelo) [ editar | editar código-fonte ] Via dento-talâmica : Tem origem no núcleo dentado, atravessa o pedúnculo cerebelar superior, cruza a linha média na comissura de Wernekinck e sinapsa com os neurónios do núcleo ventrolateral contralateral. Daqui partem os neurónios para a área motora primária do córtex cerebral. A partir do córtex entra na via cortico espinhal. O nervo dentado influencia a actividade motora do hemicorpo homolateral. Aspectos funcionais [ editar | editar código-fonte ] O cerebelo refere informação aferente relacionada com: Movimento voluntário - do córtex e dos músculos, tendões e articulações. Equilíbrio - dos núcleos vestibulares. Visão dos núcleos tectais. Esta informação chega ao cerebelo pelas fibras trepadeiras e musgosas e converge nas células de Purkinje. Os axónios das células de Purkinje enviam axónios para os núcleos intracerebelosos, exercendo um efeito inibitório sobre estes. As eferências cerebelares dirigem-se para as origens das vias descendentes/motoras, que influenciam a actividade motora a nível medular(neurónios motores inferiores). O cerebelo não estabelece ligação directa com os neurónios motores inferiores (alfa e gama) mas exerce influência sobre estes indirectamente, através do córtex e tronco cerebrais. O cerebelo coordena a actividade muscular voluntária e reflexa ao comparar continuamente a informação proveniente das áreas motoras do córtex cerebral com a informação recebida da acção muscular. É capaz de enviar de volta a informação motora do córtex cerebral de forma a inibir os músculos agonistas e estimular os antagonistas limitando a extensão do movimento voluntário. Controla o tónus muscular e a postura. Vascularização [ editar | editar código-fonte ] Artéria cerebelar póstero-inferior (Ramo da artéria vertebral) Artéria cerebelar ântero-inferior (Ramo da artéria basilar) Artéria cerebelar superior ( Ramo da artéria basilar) As artérias cerebelares anastomosam-se entre si na superfície do cerebelo, na espessura da pia-máter, formando uma rede arterial. Dois grandes grupos venosos: Medianas superiores e medianas inferiores – drenam a região do vérmis superior e inferior, núcleos profundos e terminam nos seios transversos. Veia do vérmis superior – drena para a veia cerebral magna Veia do vérmis inferior – drena para os seios recto e transverso Laterais superiores e laterais inferiores – drenam a região dos hemisférios cerebelares, terminando nos seios petrosos superiores ou nos transversos Patologia [ editar | editar código-fonte ] O cerebelo fica localizado posterior ao tronco encefálico , abaixo do cérebro. Quando o cerebelo é lesado, os principais sintomas são: Descoordenação dos movimentos ( ataxia ), se manifesta principalmente nos membros, sendo como característica principal a marcha atáxica . Perda do equilíbrio, o doente tende a abrir as pernas para ampliar a base de sustentação. Diminuição do tônus da musculatura esquelética (hipotonia) - Perda de resistência muscular à palpação/movimento passivo. Perda de influência do cerebelo nos reflexos de estiramento. Dismetria: dificuldade para 'calcular' o movimento. Pode-se testar pedindo ao paciente para que toque a ponta do nariz com dedo indicador. Decomposição: os movimentos são decompostos, realizados em etapas por cada articulação. Disdiadococinesia : dificuldade para realizar movimento rápida e alternadamente. Pode-se testar pedindo ao paciente que toque com o polegar os dedos indicador e médio. Rechaço: ao se pedir ao paciente que flexione cotovelo contra resistência, ao retirar a mão, o braço do paciente tende a ir contra o tórax pela demora da ação da musculatura extensora. Tremor: tremor que se acentua ao final do movimento(tremor intencional). Mudanças posturais e alteração da marcha: Cabeça flectida e rodada. Ombro homolateral descaído. A pessoa cambaleia para o lado da lesão. Tremor de intenção. Movimentos involuntários de oscilação rítmica quando estes são direcionados a um alvo. Distúrbios no movimento ocular: Nistagmo (ataxia dos músculos oculares). Movimento rítmico oscilatório dos olhos. Distúrbios na fala: Disartria por ataxia dos músculos da laringe. Articulação de palavras irregular. As lesões hemisféricas do cerebelo manifestam-se do mesmo lado afetado. Já a alesão do vérmis acarreta perda equilíbrio com alargamento da base de sustentação na posição bípede e marcha atáxica. O cerebelo e o autismo [ editar | editar código-fonte ] Involução do vérmis e hemisférios visto em RM de autistas sugere que esta anormalidade possa ser responsável pelo défice de atenção, modulação sensorial, motor e comportamental característicos do autismo. Estudos neuropatológicos em autistas revelam: 1.Diminuição do número de células de Purkinje e células granulares no vérmis e hemisférios. 2.Perda de neurónios no núcleo fastigial podendo começar no período pré-natal. Síndrome do vérmis [ editar | editar código-fonte ] Causa mais comum: meduloblastoma do vérmis. Falta de coordenação motora na cabeça e tronco. Tendência para cair para a frente e para trás. Pode existir dificuldade em manter o tronco erecto. Síndrome hemisférico cerebelar [ editar | editar código-fonte ] Causa mais comum: tumor de um hemisfério cerebelar Sinais e sintomas usualmente unilaterais Os movimentos dos membros ficam alterados Balanceio e queda para o lado da lesão Disartria e nistagmo Incapacidade de mover todos os segmentos de um membro em conjunto e de modo coordenado Ataxia de Friedreich [ editar | editar código-fonte ] A ataxia de Friedreich é uma doença degenerativa hereditária, que afecta o cerebelo e as partes posterior e externa da medula espinhal. O núcleo dentado exibe uma perda moderada de neurónios e os pedúnculos cerebelares médio e superior têm um tamanho reduzido. Verifica-se ainda uma perda das células de Purkinje no vérmis superior do cerebelo e dos neurónios na porção correspondente do núcleo olivar inferior. O núcleo dentado apresenta habitualmente uma perda celular severa. O sistema vestibular e auditivo também são afectados, pelo que se verifica um aumento da gliose nestes locais, principalmente ao nível dos núcleos: vestibular médio, coclear e olivar superior. A degeneração do cerebelo foi revelada pela marcha alterada, movimentos desajeitados do braço direito, tendência a cair para o lado direito, tremor de intenção do braço e da perna direitos, hipotonia do braço e da perna direitos e nistagmo nos dois olhos. Envolvimento do fascículo grácil foi evidenciado pela perda de sensibilidade vibratória, da discriminação entre dois pontos e da sensibilidade músculo-articular, nos membros inferiores. A degeneração do tracto córtico-espinhal resultou na fraqueza das pernas e na presença de resposta plantar de Babinski. Os reflexos rotulianos deviam-se ao envolvimento dos reflexos motores superiores, excepto os do tracto córtico-espinhal. A perda dos reflexos aquilianos deve-se à interrupção dos arcos reflexos, nos níveis medulares S1 e S2, pelo processo degenerativo. O pé cavo e a escoliose podem ser atribuídos ao tónus muscular da perna e tronco alterado, durante vários anos. Imagens adicionais [ editar | editar código-fonte ] Lobos Diencéfalo Esquema mostrando as conexões das diversas partes do cérebro. Superfície superior do cerebelo. Superfície inferior do cerebelo. Secção sagital do cerebelo, perto da junção do vérmis com o hemisfério. Dissecção mostrando as fibras de projeção do cerebelo. Esquema do teto do quarto ventrículo. A seta está no forame de Majendie. Dissecção mostrando o trajeto das fibras cerebroespinhais. Diagrama mostrando as posições das três principais cisternas subaracóideas. Referências ↑ (Adams, R..Victor, M..Ropper,A. 1999) Machado, Neuroanatomia Funcional, 2ª edição, 2004 Afifi, Functional Neuroanatomy - Text and Atlas, 2ª edição, 2005 Richard S. Snell, Neuroanatomia Clínica, 5ª edição, Guanabara Koogan, 2003 Encéfalo Cérebro | Diencéfalo | Mesencéfalo | Cerebelo | Bulbo Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Cerebelo&oldid=50686557 ' Categoria : Encéfalo Categoria oculta: !Artigos que carecem de notas de rodapé desde abril de 2012 Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas Aragonés العربية ܐܪܡܝܐ Беларуская Български বাংলা Brezhoneg Bosanski Català کوردی Čeština Dansk Deutsch Ελληνικά English Esperanto Español Eesti Euskara فارسی Suomi Français Gaeilge Galego עברית Hrvatski Kreyòl ayisyen Magyar Հայերեն Bahasa Indonesia Ido Íslenska Italiano 日本語 ქართული Қазақша ಕನ್ನಡ 한국어 Latina Lietuvių Latviešu മലയാളം Монгол Bahasa Melayu مازِرونی Nederlands Norsk nynorsk Norsk Polski Română Русский Scots Srpskohrvatski / српскохрватски Simple English Slovenčina Slovenščina Soomaaliga Shqip Српски / srpski Svenska తెలుగు Тоҷикӣ ไทย Tagalog Türkçe ئۇيغۇرچە / Uyghurche Українська Oʻzbekcha/ўзбекча Tiếng Việt 中文 Bân-lâm-gú 粵語 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 16h46min de 6 de dezembro de 2017. 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Mesmo que faça a reserva em condições flexíveis, poderá pedir um formulário de autorização de cartão de crédito. Depois de devolver o formulário ao hotel, a totalidade da estadia será debitada no seu cartão de crédito. O preço total e as taxas estão discriminados separadamente no meu e-mail de confirmação. Será que essas taxas já estão incluídas no preço ou não? Se as taxas aparecem listadas separadamente no seu e-mail de confirmação, tal significa que as mesmas não estão incluídas no seu preço total. Qual é o Melhor Preço Garantido? A Booked.net oferece-lhe as tarifas de quarto mais baixas. Se encontrar o mesmo hotel online, com as mesmas condições de reserva a um preço inferior, no período de 24 horas após a reserva - reembolsaremos a diferença. Para obter o reembolso, basta que nos forneça os detalhes relativos à tarifa mais baixa, no período de 24 horas, após realizar a reserva. Como sei se os preços exibidos em iBooked.com.br são por pessoa ou por quarto? iBooked.com.br mostra sempre os preços por quarto. O que está incluído no preço por quarto? Tentamos sempre mostrar-lhe o preço total do quarto. Esse preço inclui as facilidades listadas sobre o título Tipo de Quarto. Junto ao Tipo de Quarto, poderá consultar a lista de todas as facilidades disponíveis. Poderá ainda verificar se o pequeno-almoço e as taxas se encontram incluídas nas seções Condições e Tarifa. Se o pequeno-almoço não estiver incluído na tarifa do quarto, poderá encontrar os preços listados na seção “Sugestões Gastronômicas” na página do hotel. O preço apresentado para o quarto inclui pequeno-almoço? Na seção “Tarifas” de um determinado hotel selecionado poderá ver se o pequeno-almoço se encontra incluído no preço do quarto. Ou, se preferir, consulte a seção “Sugestões Gastronómicas” na página do hotel. Também poderá ver as opções gastronómicas de um determinado hotel após selecionar as datas e pressionar “cancelamento gratuito” sobre o título “condições”. Onde posso ver os contatos do hotel, tais com e-mail ou telefone? Assim que terminar o seu processo de reserva receberá um e-mail de confirmação com os contatos diretos do hotel. Como posso limitar a minha pesquisa apenas aos hotéis próximos de um determinado ponto de interesse ou lugar turístico famoso? Existem várias formas de procurar hotéis próximos de um ponto de referência: Introduza o ponto do referência no campo de busca na página inicial do iBooked.com.pl e visualize todos os hotéis próximos disponíveis. Ou, então, consulte a lista de hotéis da sua cidade de destino. Após introduzir o destino e as datas escolhidas na nossa página inicial, terá acesso à seção “Localização”. Utilize-a para escolher um ponto de referência adequado e visualizar todos os hotéis próximos disponíveis. Onde posso ver os preços dos quartos de hotel? Após introduzir as datas, visualizará os preços exibidos junto aos quartos disponíveis. Quero limitar a minha busca para encontrar um hotel que tenha condições para receber pessoas com deficiência, será possível? Sim, é possível. Após ter introduzido o seu destino e datas na nossa página inicial, irá visualizar a seção “Equipamentos do Hotel”. Selecione “Quartos/Instalações para Deficientes”. Serão exibidos todos os hotéis disponíveis com esta facilidade. Como posso encontrar o hotel mais adequado para mim? iBooked.com.br oferece vários métodos de busca através da sua base de dados de hotéis. Pode procurar hotéis por preço, país ou por uma determinada cidade e ponto de interesse. Também pode procurar um hotel por serviços, equipamentos, instalações ou facilidades específicas, tal como piscina ou quartos para pessoas com deficiência. Posso encontrar um hotel que oferece quartos familiares? Sim, poderá facilmente encontrar quartos familiares. Logo que tenha escolhido o seu destino e as datas pretendidas, selecione a caixa “Viajar com crianças” e a seguir o número de crianças que pretende levar. Assim, só lhe apresentaremos hotéis com quartos familiares disponíveis. Mostrar mais perguntas Como posso saber se o quarto está disponível? Assim que introduzir as suas datas e o número de noites num determinado hotel, a disponibilidade de quartos aparecerá instantaneamente. Verifiquei a disponibilidade de um hotel e não havia nenhum quarto disponível online. Se eu chamar você, você vai encontrar um quarto para mim? Nós temos a mesma informação que você pode ver online, mas podemos ajudá-lo a encontrar um outro hotel. Gostaria de fazer uma reserva de um quarto para duas pessoas. Vejo que existem quartos de tipo Duplo e Twin. Qual é a diferença? Um quarto duplo é um quarto com uma cama de casal e um quarto twin é um quarto com duas camas de solteiro. Qual a diferença entre camas Queen e King? O tamanho das camas varia consideravelmente em todo o mundo, tendo a maioria dos países os seus próprios padrões e terminologia. As camas Queen têm 1.52m de largura e aproximadamente 2m de comprimento – são 15cm mais largas e 12cm mais compridas do que um colchão de cama de casal. As camas King têm 1.9m de largura e aproximadamente 2.03m de comprimento – são cerca de 38cm mais largas do que uma cama Queen. As camas Califórnia King ou Western King são 30cm mais largas do que uma Queen e 10cm mais compridas. Uma cama double/full tem 1.37m × 1.91m na América do Norte, 1.37m x 1.87m na Austrália, 1.35m × 1.90m no Reino Unido/Irlanda, 1.4m × 2m na Europa Continental e América Latina e 1.4m × 1.95m no Japão. Uma Cama Queen, conhecida como King no Reino Unido/Irlanda e Wide Double no Japão tem 1.52m × 2.03m tanto na América de Norte como na Austrália, 1.5m × 2m no Reino Unido/Irlanda, 1.6m × 2m na Europa Continental e América Latina e 1.54m × 1.95m no Japão. A North American Olympic Queen, conhecida como Queen no Japão tem 1.68m × 2.03m e 1.7m × 1.95m em cada um destes países, respectivamente. A King ou Super King no Reino Unido/Irlanda mede 1.93m × 2.03m na América do Norte, 1.83m × 2.03m na Austrália, 1.83m × 1.98m no Reino Unido/Irlanda, 1.90m × 2m na Europa Continental e América Latina e 1.94 m × 1.95m no Japão. A California King na América do Norte mede 1.83m × 2.13m enquanto no Japão é conhecida como King Long e mede 1.94m × 2.05m. Vou precisar de um berço durante a minha estadia. Como posso requisitá-lo? Verifique a seção “Crianças e camas extra” na página do hotel para ter a certeza que o mesmo disponibiliza o serviço pretendido. Para requisitar um berço, por favor mencione-o durante o processo de reserva. Também poderá contatar o hotel diretamente após concluir a sua reserva. Posso pedir uma cama extra para o meu quarto? Depende da tipologia do quarto. Poderá encontrar esta informação na página do hotel em Booked.net, na seção “Crianças e camas extras”. Se tiver dúvidas, recomendamos que contate o hotel diretamente para obter a referida informação. Como posso ter a certeza que a minha reserva está confirmada? Ligamos diretamente para a base de dados do hotel, isto significa que a sua reserva poderá ser completada imediatamente. Logo que termine o processo de reserva, irá visualizar uma página de confirmação que contém o seu número de reserva e um código PIN. Isto significa que a reserva está confirmada. Poderá verificar de novo em Booked.net na página “As minhas reservas”. Também lhe enviaremos o código de confirmação, o PIN e o seu número de reserva através de um e-mail de confirmação. Vou receber alguma confirmação por escrito do hotel após concluir a reserva? Para suporte de visto, assim que concluir a reserva, enviaremos um pedido ao hotel e e-mail de confirmação da reserva que será enviado para o endereço eletrónico que forneceu. Este processo demora entre 1 a 3 dias. Não recebi uma confirmação por e-mail após ter concluído a reserva. O que devo fazer? Verifique primeiro se introduziu corretamente o seu endereço de e-mail. Depois, consulte mais uma vez a sua caixa “inbox” para confirmar que o seu e-mail de confirmação não se encontra mesmo lá e também a caixa de “spam/lixo” para o caso de o referido e-mail ter sido rotulado como “spam” ou “lixo”. Para verificar a sua confirmação, poderá ainda aceder à hiperligação “As minhas reservas” com o seu número de reserva e o código PIN que lhe foi fornecido após efetuar a mesma. O que é a seção “As minhas reservas” e porque preciso dela? “As minhas reservas” é uma opção que lhe permite visualizar, imprimir ou cancelar a sua reserva. Poderá encontrá-la na página inicial em iBooked.com.br, no lado superior direito do ecrã. Para visualizar a reserva, precisará de introduzir o seu número de reserva e o código PIN. Qual é o meu código PIN e porque preciso dele? O seu código PIN é gerado automaticamente quando faz a reserva e consiste em 3-4 dígitos. Este código permite-lhe que entre na seção “As minhas reservas”. Posso cancelar ou alterar “As minhas reservas” depois de concluir uma reserva? A possibilidade de cancelar ou alterar depende das condições da sua reserva. As reservas flexíveis podem ser canceladas ou alteradas gratuitamente de acordo com as políticas de cancelamento do hotel. Normalmente, as marcações mediante depósito não poderão ser alteradas ou canceladas. Poderá consultar as políticas de cancelamento depois de pressionar o botão “Reserva Online”. Se algo de extraordinário acontecer e quiser cancelar, podemos tentar cancelar gratuitamente, dependendo das circunstâncias invocadas – mas não garantimos. Como posso cancelar a minha reserva? Poderá fazê-lo online. No lado superior direito do ecrã, em qualquer página iBooked.com.br, encontrará “As minhas reservas”. Introduza o seu número de reserva e código PIN, selecione “Cancelar Pedido” e continue indicando a razão do seu cancelamento. ATENÇÃO: Se decidir cancelar, informe-se antecipadamente das políticas de cancelamento do hotel. Também nos poderá contatar diretamente – encontrará os nossos contatos no seu e-mail de confirmação. Como posso ter a certeza que a minha reserva foi cancelada? Após o cancelamento da sua reserva aparecerá uma notificação de cancelamento no seu ecrã. Também enviaremos uma confirmação do cancelamento para o seu endereço de e-mail. Onde posso encontrar a política de cancelamento do hotel? Poderá encontrar a política de cancelamento geral na página do hotel em iBooked.com.br. Uma política de cancelamento mais detalhada poderá ser encontrada depois de pressionar o botão “Reserva Online”. Qual é o horário do check-in no hotel que escolhi? Para consultar o horário do check-in ou do check-out, por favor entre na seção “Condições especiais” onde irá encontrar toda a informação que precisa. É possível fazer o check-in mais cedo ou o check-out mais tarde do que está estipulado na política do hotel? Depende do hotel e das horas em que o check-in é processado. Poderá encontrar essa informação na seção “Informação adicional”. Em alternativa, pode-nos contatar e colocar as suas dúvidas a este respeito. O hotel permite animais de estimação? Onde posso encontrar essa informação? Poderá encontrar esta informação na página do hotel inserida sob o título “Condições especiais” ou “Serviços”. Se a referida informação não estiver mencionada, contate-nos para ter a certeza. Preciso de um berço. O hotel fornece este serviço e existe alguma taxa? Poderá encontrar informação sobre berços em “Condições especiais” na página do hotel. Se não conseguir, solicite esta informação contatando o hotel diretamente. Quero reservar estacionamento para o meu carro. Como devo proceder e quanto custa? Durante a reserva poderá solicitar estacionamento, consulte “Serviços” para o respetivo preçário. Em alternativa, após concluir a sua reserva, poderá contatar o hotel diretamente e reservar espaço de estacionamento. Preciso de reservar um transfer para o aeroporto. Será que o hotel dispõe de serviço shuttle próprio? Logo que concluir a reserva poderá combinar diretamente com o hotel um transfer de e para o aeroporto. Os contatos do hotel estão listados na confirmação da sua reserva. Tenha em atenção que nem todos os hotéis disponibilizam este serviço. Onde posso consultar a morada exata do hotel? A morada do Hotel encontra-se devidamente indicada na sua página. Consulte a seção “Localização” para ver o mapa e a sua localização em relação aos principais pontos de interesse ou atrações turísticas. Como posso chegar ao hotel? O maioria dos hotéis colocam no seu descritivo indicações sobre como chegar. Caso não consiga encontrar tais indicações online, poderá entrar em contato connosco ou com o hotel via telefone ou e-mail. Contate-nos por e-mail Preencha este formulário para nos enviar um e-mail. Campos em negrito são obrigatórios. Assunto: -- escolha -- Alterar reserva Cancelar reserva Reservas de grupo (5 quartos ou superior) Voos Informação do hotel Parceria Outro Tenho uma reserva Reserva #: Cidade: Nome: E-mail: Telefone: Sua mensagem: Por favor, forneça o nome ou link do hotel. ou envie-nos um e-mail - support [at] booked [dot] net Contate-nos Internacional: +44 (0)20 3026 5047 : +1 650 360 31 26 : +44 (0)20 3026 5047 : +33 (0)1 82 88 94 93 : +39 06 9672 7300 : +34 93 180 79 59 : +380 44 594 75 95 : +7 499 271 60 00 Horário disponível para contato: De segunda a sexta: 3 am - 12 pm ‪( EST )‬ Os números de telefone são os do respectivo país e apenas se aplicam as tarifas locais, excepto para números internacionais. 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  Decreto nº 7724 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.724, DE 16 DE MAIO DE 2012 Vigência Regulamenta a Lei n o 12.527, de 18 de novembro de 2011, que dispõe sobre o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do caput do art. 5 o , no inciso II do § 3 o do art. 37 e no § 2 o do art. 216 da Constituição. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA , no uso das atribuições ... a garantia do acesso à informação e para a classificação de informações sob restrição de acesso ... Executivo federal assegurarão, à s pessoas naturais e jurídicas, o direito de acesso à informação ... - informação - dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de ... emprego de tecnologia da informação. III - documento - unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato. IV - informação sigilosa - informação submetida temporariamente à CACHE

Decreto nº 7724 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.724, DE 16 DE MAIO DE 2012 Vigência Regulamenta a Lei n o 12.527, de 18 de novembro de 2011, que dispõe sobre o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do caput do art. 5 o , no inciso II do § 3 o do art. 37 e no § 2 o do art. 216 da Constituição. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA , no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput , incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei n o 12.527, de 18 de novembro de 2011, DECRETA: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1 o Este Decreto regulamenta, no âmbito do Poder Executivo federal, os procedimentos para a garantia do acesso à informação e para a classificação de informações sob restrição de acesso, observados grau e prazo de sigilo, conforme o disposto na Lei n o 12.527, de 18 de novembro de 2011 , que dispõe sobre o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do caput do art. 5 o , no inciso II do § 3 o do art. 37 e no § 2 o do art. 216 da Constituição . Art. 2 o Os órgãos e as entidades do Poder Executivo federal assegurarão, à s pessoas naturais e jurídicas, o direito de acesso à informação, que será proporcionado mediante procedimentos objetivos e ágeis, de forma transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão, observados os princípios da administração pública e as diretrizes previstas na Lei n o 12.527, de 2011 . Art. 3 o Para os efeitos deste Decreto, considera-se: I - informação - dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato. II - dados processados - dados submetidos a qualquer operação ou tratamento por meio de processamento eletrônico ou por meio automatizado com o emprego de tecnologia da informação. III - documento - unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou formato. IV - informação sigilosa - informação submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado, e aquelas abrangidas pelas demais hipóteses legais de sigilo. V - informação pessoal - informação relacionada à pessoa natural identificada ou identificável, relativa à intimidade, vida privada, honra e imagem. VI - tratamento da informação - conjunto de ações referentes à produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transporte, transmissão, distribuição, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação, destinação ou controle da informação. VII - disponibilidade - qualidade da informação que pode ser conhecida e utilizada por indivíduos, equipamentos ou sistemas autorizados. VIII - autenticidade - qualidade da informação que tenha sido produzida, expedida, recebida ou modificada por determinado indivíduo, equipamento ou sistema. IX - integridade - qualidade da informação não modificada, inclusive quanto à origem, trânsito e destino. X - primariedade - qualidade da informação coletada na fonte, com o máximo de detalhamento possível, sem modificações. XI - informação atualizada - informação que reúne os dados mais recentes sobre o tema, de acordo com sua natureza, com os prazos previstos em normas específicas ou conforme a periodicidade estabelecida nos sistemas informatizados que a organizam. e XII - documento preparatório - documento formal utilizado como fundamento da tomada de decisão ou de ato administrativo, a exemplo de pareceres e notas técnicas. Art. 4 o A busca e o fornecimento da informação são gratuitos, ressalvada a cobrança do valor referente ao custo dos serviços e dos materiais utilizados, tais como reprodução de documentos, mídias digitais e postagem. Parágrafo único. Está isento de ressarcir os custos dos serviços e dos materiais utilizados aquele cuja situação econômica não lhe permita fazê-lo sem prejuízo do sustento próprio ou da família, declarada nos termos da Lei n o 7.115, de 29 de agosto de 1983 . CAPÍTULO II DA ABRANGÊNCIA Art. 5 o Sujeitam-se ao disposto neste Decreto os órgãos da administração direta, as autarquias, as fundações públicas, as empresas públicas, as sociedades de economia mista e as demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União. § 1 o A divulgação de informações de empresas públicas, sociedade de economia mista e demais entidades controladas pela União que atuem em regime de concorrência, sujeitas ao disposto no art. 173 da Constituição , estará submetida à s normas pertinentes da Comissão de Valores Mobiliários, a fim de assegurar sua competitividade, governança corporativa e, quando houver, os interesses de acionistas minoritários. § 2 o Não se sujeitam ao disposto neste Decreto as informações relativas à atividade empresarial de pessoas físicas ou jurídicas de direito privado obtidas pelo Banco Central do Brasil, pelas agências reguladoras ou por outros órgãos ou entidades no exercício de atividade de controle, regulação e supervisão da atividade econômica cuja divulgação possa representar vantagem competitiva a outros agentes econômicos. Art. 6 o O acesso à informação disciplinado neste Decreto não se aplica: I - à s hipóteses de sigilo previstas na legislação, como fiscal, bancário, de operações e serviços no mercado de capitais, comercial, profissional, industrial e segredo de justiça. e II - à s informações referentes a projetos de pesquisa e desenvolvimento científicos ou tecnológicos cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado, na forma do §1 o do art. 7 o da Lei n o 12.527, de 2011 . CAPÍTULO III DA TRANSPARÊNCIA ATIVA Art. 7 o É dever dos órgãos e entidades promover, independente de requerimento, a divulgação em seus sítios na Internet de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas, observado o disposto nos arts. 7 o e 8 o da Lei n o 12.527, de 2011 . § 1 o Os órgãos e entidades deverão implementar em seus sítios na Internet seção específica para a divulgação das informações de que trata o caput . § 2 o Serão disponibilizados nos sítios na Internet dos órgãos e entidades, conforme padrão estabelecido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República: I - banner na página inicial, que dará acesso à seção específica de que trata o § 1 o . e II - barra de identidade do Governo federal, contendo ferramenta de redirecionamento de página para o Portal Brasil e para o sítio principal sobre a Lei n o 12.527, de 2011 . § 3 o Deverão ser divulgadas, na seção específica de que trata o § 1 o , informações sobre: I - estrutura organizacional, competências, legislação aplicável, principais cargos e seus ocupantes, endereço e telefones das unidades, horários de atendimento ao público. II - programas, projetos, ações, obras e atividades, com indicação da unidade responsável, principais metas e resultados e, quando existentes, indicadores de resultado e impacto. III - repasses ou transferências de recursos financeiros. IV - execução orçamentária e financeira detalhada. V - licitações realizadas e em andamento, com editais, anexos e resultados, além dos contratos firmados e notas de empenho emitidas. VI - remuneração e subsídio recebidos por ocupante de cargo, posto, graduação, função e emprego público, incluindo auxílios, ajudas de custo, jetons e quaisquer outras vantagens pecuniárias, bem como proventos de aposentadoria e pensões daqueles que estiverem na ativa, de maneira individualizada, conforme ato do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. VII - respostas a perguntas mais frequentes da sociedade. e VIII - contato da autoridade de monitoramento, designada nos termos do art. 40 da Lei n o 12.527, de 2011 , e telefone e correio eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão - SIC. VII - respostas a perguntas mais frequentes da sociedade. (Redação dada pelo Decreto nº 8.408, de 2015) VIII - contato da autoridade de monitoramento, designada nos termos do art. 40 da Lei nº 12.527, de 2011 , e telefone e correio eletrônico do Serviço de Informações ao Cidadão - SIC. e (Redação dada pelo Decreto nº 8.408, de 2015) IX - programas financiados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT. (Incluído pelo Decreto nº 8.408, de 2015) § 4 o As informações poderão ser disponibilizadas por meio de ferramenta de redirecionamento de página na Internet, quando estiverem disponíveis em outros sítios governamentais. § 5 o No caso das empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades controladas pela União que atuem em regime de concorrência, sujeitas ao disposto no art. 173 da Constituição , aplica-se o disposto no § 1 o do art. 5 o . § 6 o O Banco Central do Brasil divulgará periodicamente informações relativas à s operações de crédito praticadas pelas instituições financeiras, inclusive as taxas de juros mínima, máxima e média e as respectivas tarifas bancárias. § 7 o A divulgação das informações previstas no § 3 o não exclui outras hipóteses de publicação e divulgação de informações previstas na legislação. § 8 º Ato conjunto dos Ministros de Estado da Controladoria-Geral da União, do Planejamento, Orçamento e Gestão e do Trabalho e Emprego disporá sobre a divulgação dos programas de que trata o inciso IX do § 3 º , que será feita, observado o disposto no Capítulo VII: (Incluído pelo Decreto nº 8.408, de 2015) I - de maneira individualizada. (Incluído pelo Decreto nº 8.408, de 2015) II - por meio de informações consolidadas disponibilizadas no sítio na Internet do Ministério do Trabalho e Emprego. e (Incluído pelo Decreto nº 8.408, de 2015) III - por meio de disponibilização de variáveis das bases de dados para execução de cruzamentos, para fins de estudos e pesquisas, observado o disposto no art. 13. (Incluído pelo Decreto nº 8.408, de 2015) Art. 8 o Os sítios na Internet dos órgãos e entidades deverão, em cumprimento à s normas estabelecidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, atender aos seguintes requisitos, entre outros: I - conter formulário para pedido de acesso à informação. II - conter ferramenta de pesquisa de conteúdo que permita o acesso à informação de forma objetiva, transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão. III - possibilitar gravação de relatórios em diversos formatos eletrônicos, inclusive abertos e não proprietários, tais como planilhas e texto, de modo a facilitar a análise das informações. IV - possibilitar acesso automatizado por sistemas externos em formatos abertos, estruturados e legíveis por máquina. V - divulgar em detalhes os formatos utilizados para estruturação da informação. VI - garantir autenticidade e integridade das informações disponíveis para acesso. VII - indicar instruções que permitam ao requerente comunicar-se, por via eletrônica ou telefônica, com o órgão ou entidade. e VIII - garantir a acessibilidade de conteúdo para pessoas com deficiência. CAPÍTULO IV DA TRANSPARÊNCIA PASSIVA Seção I Do Serviço de Informação ao Cidadão Art. 9 o Os órgãos e entidades deverão criar Serviço de Informações ao Cidadão - SIC, com o objetivo de: I - atender e orientar o público quanto ao acesso à informação. II - informar sobre a tramitação de documentos nas unidades. e III - receber e registrar pedidos de acesso à informação. Parágrafo único. Compete ao SIC: I - o recebimento do pedido de acesso e, sempre que possível, o fornecimento imediato da informação. II - o registro do pedido de acesso em sistema eletrônico específico e a entrega de número do protocolo, que conterá a data de apresentação do pedido. e III - o encaminhamento do pedido recebido e registrado à unidade responsável pelo fornecimento da informação, quando couber. Art. 10. O SIC será instalado em unidade física identificada, de fácil acesso e aberta ao público. § 1 o Nas unidades descentralizadas em que não houver SIC será oferecido serviço de recebimento e registro dos pedidos de acesso à informação. § 2 o Se a unidade descentralizada não detiver a informação, o pedido será encaminhado ao SIC do órgão ou entidade central, que comunicará ao requerente o número do protocolo e a data de recebimento do pedido, a partir da qual se inicia o prazo de resposta. Seção II Do Pedido de Acesso à Informação Art. 11. Qualquer pessoa, natural ou jurídica, poderá formular pedido de acesso à informação. § 1 o O pedido será apresentado em formulário padrão, disponibilizado em meio eletrônico e físico, no sítio na Internet e no SIC dos órgãos e entidades. § 2 o O prazo de resposta será contado a partir da data de apresentação do pedido ao SIC. § 3 o É facultado aos órgãos e entidades o recebimento de pedidos de acesso à informação por qualquer outro meio legítimo, como contato telefônico, correspondência eletrônica ou física, desde que atendidos os requisitos do art. 12. § 4 o Na hipótese do § 3 o , será enviada ao requerente comunicação com o número de protocolo e a data do recebimento do pedido pelo SIC, a partir da qual se inicia o prazo de resposta. Art. 12. O pedido de acesso à informação deverá conter: I - nome do requerente. II - número de documento de identificação válido. III - especificação, de forma clara e precisa, da informação requerida. e IV - endereço físico ou eletrônico do requerente, para recebimento de comunicações ou da informação requerida. Art. 13. Não serão atendidos pedidos de acesso à informação: I - genéricos. II - desproporcionais ou desarrazoados. ou III - que exijam trabalhos adicionais de análise, interpretação ou consolidação de dados e informações, ou serviço de produção ou tratamento de dados que não seja de competência do órgão ou entidade. Parágrafo único. Na hipótese do inciso III do caput , o órgão ou entidade deverá, caso tenha conhecimento, indicar o local onde se encontram as informações a partir das quais o requerente poderá realizar a interpretação, consolidação ou tratamento de dados. Art. 14. São vedadas exigências relativas aos motivos do pedido de acesso à informação. Seção III Do Procedimento de Acesso à Informação Art. 15. Recebido o pedido e estando a informação disponível, o acesso será imediato. § 1 o Caso não seja possível o acesso imediato, o órgão ou entidade deverá, no prazo de até vinte dias: I - enviar a informação ao endereço físico ou eletrônico informado. II - comunicar data, local e modo para realizar consulta à informação, efetuar reprodução ou obter certidão relativa à informação. III - comunicar que não possui a informação ou que não tem conhecimento de sua existência. IV - indicar, caso tenha conhecimento, o órgão ou entidade responsável pela informação ou que a detenha. ou V - indicar as razões da negativa, total ou parcial, do acesso. § 2 o Nas hipóteses em que o pedido de acesso demandar manuseio de grande volume de documentos, ou a movimentação do documento puder comprometer sua regular tramitação, será adotada a medida prevista no inciso II do § 1 o . § 3 o Quando a manipulação puder prejudicar a integridade da informação ou do documento, o órgão ou entidade deverá indicar data, local e modo para consulta, ou disponibilizar cópia, com certificação de que confere com o original. § 4 o Na impossibilidade de obtenção de cópia de que trata o § 3 o , o requerente poderá solicitar que, à s suas expensas e sob supervisão de servidor público, a reprodução seja feita por outro meio que não ponha em risco a integridade do documento original. Art. 16. O prazo para resposta do pedido poderá ser prorrogado por dez dias, mediante justificativa encaminhada ao requerente antes do término do prazo inicial de vinte dias. Art. 17. Caso a informação esteja disponível ao público em formato impresso, eletrônico ou em outro meio de acesso universal, o órgão ou entidade deverá orientar o requerente quanto ao local e modo para consultar, obter ou reproduzir a informação. Parágrafo único. Na hipótese do caput o órgão ou entidade desobriga-se do fornecimento direto da informação, salvo se o requerente declarar não dispor de meios para consultar, obter ou reproduzir a informação. Art. 18. Quando o fornecimento da informação implicar reprodução de documentos, o órgão ou entidade, observado o prazo de resposta ao pedido, disponibilizará ao requerente Guia de Recolhimento da União - GRU ou documento equivalente, para pagamento dos custos dos serviços e dos materiais utilizados. Parágrafo único. A reprodução de documentos ocorrerá no prazo de dez dias, contado da comprovação do pagamento pelo requerente ou da entrega de declaração de pobreza por ele firmada, nos termos da Lei n o 7.115, de 1983 , ressalvadas hipóteses justificadas em que, devido ao volume ou ao estado dos documentos, a reprodução demande prazo superior. Art. 19. Negado o pedido de acesso à informação, será enviada ao requerente, no prazo de resposta, comunicação com: I - razões da negativa de acesso e seu fundamento legal. II - possibilidade e prazo de recurso, com indicação da autoridade que o apreciará. e III - possibilidade de apresentação de pedido de desclassificação da informação, quando for o caso, com indicação da autoridade classificadora que o apreciará. §1 o As razões de negativa de acesso a informação classificada indicarão o fundamento legal da classificação, a autoridade que a classificou e o código de indexação do documento classificado. § 2 o Os órgãos e entidades disponibilizarão formulário padrão para apresentação de recurso e de pedido de desclassificação. Art. 20. O acesso a documento preparatório ou informação nele contida, utilizados como fundamento de tomada de decisão ou de ato administrativo, será assegurado a partir da edição do ato ou decisão. Parágrafo único. O Ministério da Fazenda e o Banco Central do Brasil classificarão os documentos que embasarem decisões de política econômica, tais como fiscal, tributária, monetária e regulatória. Seção IV Dos Recursos Art. 21. No caso de negativa de acesso à informação ou de não fornecimento das razões da negativa do acesso, poderá o requerente apresentar recurso no prazo de dez dias, contado da ciência da decisão, à autoridade hierarquicamente superior à que adotou a decisão, que deverá apreciá-lo no prazo de cinco dias, contado da sua apresentação. Parágrafo único. Desprovido o recurso de que trata o caput , poderá o requerente apresentar recurso no prazo de dez dias, contado da ciência da decisão, à autoridade máxima do órgão ou entidade, que deverá se manifestar em cinco dias contados do recebimento do recurso. Art. 22. No caso de omissão de resposta ao pedido de acesso à informação, o requerente poderá apresentar reclamação no prazo de dez dias à autoridade de monitoramento de que trata o art. 40 da Lei n o 12.527, de 2011 , que deverá se manifestar no prazo de cinco dias, contado do recebimento da reclamação. § 1 o O prazo para apresentar reclamação começará trinta dias após a apresentação do pedido. § 2 o A autoridade máxima do órgão ou entidade poderá designar outra autoridade que lhe seja diretamente subordinada como responsável pelo recebimento e apreciação da reclamação. Art. 23. Desprovido o recurso de que trata o parágrafo único do art. 21 ou infrutífera a reclamação de que trata o art. 22, poderá o requerente apresentar recurso no prazo de dez dias, contado da ciência da decisão, à Controladoria-Geral da União, que deverá se manifestar no prazo de cinco dias, contado do recebimento do recurso. § 1 o A Controladoria-Geral da União poderá determinar que o órgão ou entidade preste esclarecimentos. § 2 o Provido o recurso, a Controladoria-Geral da União fixará prazo para o cumprimento da decisão pelo órgão ou entidade. Art. 24. No caso de negativa de acesso à informação, ou à s razões da negativa do acesso de que trata o caput do art. 21, desprovido o recurso pela Controladoria-Geral da União, o requerente poderá apresentar, no prazo de dez dias, contado da ciência da decisão, recurso à Comissão Mista de Reavaliação de Informações, observados os procedimentos previstos no Capítulo VI. CAPÍTULO V DAS INFORMAÇÕES CLASSIFICADAS EM GRAU DE SIGILO Seção I Da Classificação de Informações quanto ao Grau e Prazos de Sigilo Art. 25. São passíveis de classificação as informações consideradas imprescindíveis à segurança da sociedade ou do Estado, cuja divulgação ou acesso irrestrito possam: I - pôr em risco a defesa e a soberania nacionais ou a integridade do território nacional. II - prejudicar ou pôr em risco a condução de negociações ou as relações internacionais do País. III - prejudicar ou pôr em risco informações fornecidas em caráter sigiloso por outros Estados e organismos internacionais. IV - pôr em risco a vida, a segurança ou a saúde da população. V - oferecer elevado risco à estabilidade financeira, econômica ou monetária do País. VI - prejudicar ou causar risco a planos ou operações estratégicos das Forças Armadas. VII - prejudicar ou causar risco a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico, assim como a sistemas, bens, instalações ou áreas de interesse estratégico nacional, observado o disposto no inciso II do caput do art. 6 o . VIII - pôr em risco a segurança de instituições ou de altas autoridades nacionais ou estrangeiras e seus familiares. ou IX - comprometer atividades de inteligência, de investigação ou de fiscalização em andamento, relacionadas com prevenção ou repressão de infrações. Art. 26. A informação em poder dos órgãos e entidades, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado, poderá ser classificada no grau ultrassecreto, secreto ou reservado. Art. 27. Para a classificação da informação em grau de sigilo, deverá ser observado o interesse público da informação e utilizado o critério menos restritivo possível, considerados: I - a gravidade do risco ou dano à segurança da sociedade e do Estado. e II - o prazo máximo de classificação em grau de sigilo ou o evento que defina seu termo final. Art. 28. Os prazos máximos de classificação são os seguintes: I - grau ultrassecreto: vinte e cinco anos. II - grau secreto: quinze anos. e III - grau reservado: cinco anos. Parágrafo único. Poderá ser estabelecida como termo final de restrição de acesso a ocorrência de determinado evento, observados os prazos máximos de classificação. Art. 29. As informações que puderem colocar em risco a segurança do Presidente da República, Vice-Presidente e seus cônjuges e filhos serão classificadas no grau reservado e ficarão sob sigilo até o término do mandato em exercício ou do último mandato, em caso de reeleição. Art. 30. A classificação de informação é de competência: I - no grau ultrassecreto, das seguintes autoridades: a) Presidente da República. b) Vice-Presidente da República. c) Ministros de Estado e autoridades com as mesmas prerrogativas. d) Comandantes da Marinha, do Exército, da Aeronáutica. e e) Chefes de Missões Diplomáticas e Consulares permanentes no exterior. II - no grau secreto, das autoridades referidas no inciso I do caput , dos titulares de autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. e III - no grau reservado, das autoridades referidas nos incisos I e II do caput e das que exerçam funções de direção, comando ou chefia do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS , nível DAS 101.5 ou superior, e seus equivalentes. § 1 o É vedada a delegação da competência de classificação nos graus de sigilo ultrassecreto ou secreto. § 2 o O dirigente máximo do órgão ou entidade poderá delegar a competência para classificação no grau reservado a agente público que exerça função de direção, comando ou chefia. § 3 o É vedada a subdelegação da competência de que trata o § 2 o . § 4 o Os agentes públicos referidos no § 2 o deverão dar ciência do ato de classificação à autoridade delegante, no prazo de noventa dias. § 5 o A classificação de informação no grau ultrassecreto pelas autoridades previstas nas alíneas “d” e “e” do inciso I do caput deverá ser ratificada pelo Ministro de Estado, no prazo de trinta dias. § 6 o Enquanto não ratificada, a classificação de que trata o § 5 o considera-se válida, para todos os efeitos legais. Seção II Dos Procedimentos para Classificação de Informação Art. 31. A decisão que classificar a informação em qualquer grau de sigilo deverá ser formalizada no Termo de Classificação de Informação - TCI, conforme modelo contido no Anexo, e conterá o seguinte: I - código de indexação de documento. II - grau de sigilo. III - categoria na qual se enquadra a informação. IV - tipo de documento. V - data da produção do documento. VI - indicação de dispositivo legal que fundamenta a classificação. VII - razões da classificação, observados os critérios estabelecidos no art. 27. VIII - indicação do prazo de sigilo, contado em anos, meses ou dias, ou do evento que defina o seu termo final, observados os limites previstos no art. 28. IX - data da classificação. e X - identificação da autoridade que classificou a informação. § 1 o O TCI seguirá anexo à informação. § 2 o As informações previstas no inciso VII do caput deverão ser mantidas no mesmo grau de sigilo que a informação classificada. § 3 o A ratificação da classificação de que trata o § 5 o do art. 30 deverá ser registrada no TCI. Art. 32. A autoridade ou outro agente público que classificar informação no grau ultrassecreto ou secreto deverá encaminhar cópia do TCI à Comissão Mista de Reavaliação de Informações no prazo de trinta dias, contado da decisão de classificação ou de ratificação . Art. 33. Na hipótese de documento que contenha informações classificadas em diferentes graus de sigilo, será atribuído ao documento tratamento do grau de sigilo mais elevado, ficando assegurado o acesso à s partes não classificadas por meio de certidão, extrato ou cópia, com ocultação da parte sob sigilo . Art. 34. Os órgãos e entidades poderão constituir Comissão Permanente de Avaliação de Documentos Sigilosos - CPADS, com as seguintes atribuições: I - opinar sobre a informação produzida no âmbito de sua atuação para fins de classificação em qualquer grau de sigilo. II - assessorar a autoridade classificadora ou a autoridade hierarquicamente superior quanto à desclassificação, reclassificação ou reavaliação de informação classificada em qualquer grau de sigilo. III - propor o destino final das informações desclassificadas, indicando os documentos para guarda permanente, observado o disposto na Lei n o 8.159, de 8 de janeiro de 1991 . e IV - subsidiar a elaboração do rol anual de informações desclassificadas e documentos classificados em cada grau de sigilo, a ser disponibilizado na Internet. Seção III Da Desclassificação e Reavaliação da Informação Classificada em Grau de Sigilo Art. 35. A classificação das informações será reavaliada pela autoridade classificadora ou por autoridade hierarquicamente superior, mediante provocação ou de ofício, para desclassificação ou redução do prazo de sigilo. Parágrafo único. Para o cumprimento do disposto no caput , além do disposto no art. 27, deverá ser observado: I - o prazo máximo de restrição de acesso à informação, previsto no art. 28. II - o prazo máximo de quatro anos para revisão de ofício das informações classificadas no grau ultrassecreto ou secreto, previsto no inciso I do caput do art. 47. III - a permanência das razões da classificação. IV - a possibilidade de danos ou riscos decorrentes da divulgação ou acesso irrestrito da informação. e V - a peculiaridade das informações produzidas no exterior por autoridades ou agentes públicos. Art. 36. O pedido de desclassificação ou de reavaliação da classificação poderá ser apresentado aos órgãos e entidades independente de existir prévio pedido de acesso à informação. Parágrafo único. O pedido de que trata o caput será endereçado à autoridade classificadora, que decidirá no prazo de trinta dias. Art. 37. Negado o pedido de desclassificação ou de reavaliação pela autoridade classificadora, o requerente poderá apresentar recurso no prazo de dez dias, contado da ciência da negativa, ao Ministro de Estado ou à autoridade com as mesmas prerrogativas , que decidirá no prazo de trinta dias. § 1 o Nos casos em que a autoridade classificadora esteja vinculada a autarquia, fundação, empresa pública ou sociedade de economia mista, o recurso será apresentado ao dirigente máximo da entidade . § 2 o No caso das Forças Armadas, o recurso será apresentado primeiramente perante o respectivo Comandante, e, em caso de negativa, ao Ministro de Estado da Defesa. § 3 o No caso de informações produzidas por autoridades ou agentes públicos no exterior, o requerimento de desclassificação e reavaliação será apreciado pela autoridade hierarquicamente superior que estiver em território brasileiro. § 4 o Desprovido o recurso de que tratam o caput e os §§1 o a 3 o , poderá o requerente apresentar recurso à Comissão Mista de Reavaliação de Informações, no prazo de dez dias, contado da ciência da decisão. Art. 38. A decisão da desclassificação, reclassificação ou redução do prazo de sigilo de informações classificadas deverá constar das capas dos processos, se houver, e de campo apropriado no TCI. Seção IV Disposições Gerais Art. 39. As informações classificadas no grau ultrassecreto ou secreto serão definitivamente preservadas, nos termos da Lei n o 8.159, de 1991 , observados os procedimentos de restrição de acesso enquanto vigorar o prazo da classificação. Art. 40. As informações classificadas como documentos de guarda permanente que forem objeto de desclassificação serão encaminhadas ao Arquivo Nacional, ao arquivo permanente do órgão público, da entidade pública ou da instituição de caráter público, para fins de organização, preservação e acesso. Art. 41. As informações sobre condutas que impliquem violação dos direitos humanos praticada por agentes públicos ou a mando de autoridades públicas não poderão ser objeto de classificação em qualquer grau de sigilo nem ter seu acesso negado. Art. 42. Não poderá ser negado acesso à s informações necessárias à tutela judicial ou administrativa de direitos fundamentais. Parágrafo único. O requerente deverá apresentar razões que demonstrem a existência de nexo entre as informações requeridas e o direito que se pretende proteger. Art. 43. O acesso, a divulgação e o tratamento de informação classificada em qualquer grau de sigilo ficarão restritos a pessoas que tenham necessidade de conhecê-la e que sejam credenciadas segundo as normas fixadas pelo Núcleo de Segurança e Credenciamento, instituído no âmbito do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, sem prejuízo das atribuições de agentes públicos autorizados por lei. Art. 44. As autoridades do Poder Executivo federal adotarão as providências necessárias para que o pessoal a elas subordinado conheça as normas e observe as medidas e procedimentos de segurança para tratamento de informações classificadas em qualquer grau de sigilo. Parágrafo único. A pessoa natural ou entidade privada que, em razão de qualquer vínculo com o Poder Público, executar atividades de tratamento de informações classificadas, adotará as providências necessárias para que seus empregados, prepostos ou representantes observem as medidas e procedimentos de segurança das informações. Art. 45. A autoridade máxima de cada órgão ou entidade publicará anualmente, até o dia 1° de junho, em sítio na Internet: I - rol das informações desclassificadas nos últimos doze meses. II - rol das informações classificadas em cada grau de sigilo, que deverá conter: a) código de indexação de documento. b) categoria na qual se enquadra a informação. c) indicação de dispositivo legal que fundamenta a classificação. e d) data da produção, data da classificação e prazo da classificação. III - relatório estatístico com a quantidade de pedidos de acesso à informação recebidos, atendidos e indeferidos. e IV - informações estatísticas agregadas dos requerentes. Parágrafo único. Os órgãos e entidades deverão manter em meio físico as informações previstas no caput , para consulta pública em suas sedes. CAPÍTULO VI DA COMISSÃO MISTA DE REAVALIAÇÃO DE INFORMAÇÕES CLASSIFICADAS Art. 46. A Comissão Mista de Reavaliação de Informações, instituída nos termos do § 1 o do art. 35 da Lei n o 12.527, de 2011 , será integrada pelos titulares dos seguintes órgãos: I - Casa Civil da Presidência da República, que a presidirá. II - Ministério da Justiça. III - Ministério das Relações Exteriores. IV - Ministério da Defesa. V - Ministério da Fazenda. VI - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. VII - Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. VIII - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. IX - Advocacia-Geral da União. e X - Controladoria Geral da União. Parágrafo único. Cada integrante indicará suplente a ser designado por ato do Presidente da Comissão. Art. 47. Compete à Comissão Mista de Reavaliação de Informações : I - rever, de ofício ou mediante provocação, a classificação de informação no grau ultrassecreto ou secreto ou sua reavaliação, no máximo a cada quatro anos. II - requisitar da autoridade que classificar informação no grau ultrassecreto ou secreto esclarecimento ou conteúdo, parcial ou integral, da informação, quando as informações constantes do TCI não forem suficientes para a revisão da classificação. III - decidir recursos apresentados contra decisão proferida: a) pela Controladoria-Geral da União, em grau recursal, a pedido de acesso à informação ou à s razões da negativa de acesso à informação. ou a) pela Controladoria-Geral da União, em grau recursal, pedido de acesso à informação ou de abertura de base de dados, ou à s razões da negativa de acesso à informação ou de abertura de base de dados. ou (Redação dada pelo Decreto nº 8.777, de 2016) b) pelo Ministro de Estado ou autoridade com a mesma prerrogativa, em grau recursal, a pedido de desclassificação ou reavaliação de informação classificada. IV - prorrogar por uma única vez, e por período determinado não superior a vinte e cinco anos, o prazo de sigilo de informação classificada no grau ultrassecreto, enquanto seu acesso ou divulgação puder ocasionar ameaça externa à soberania nacional, à integridade do território nacional ou grave risco à s relações internacionais do País, limitado ao máximo de cinquenta anos o prazo total da classificação. e V - estabelecer orientações normativas de caráter geral a fim de suprir eventuais lacunas na aplicação da Lei n o 12.527, de 2011 . Parágrafo único. A não deliberação sobre a revisão de ofício no prazo previsto no inciso I do caput implicará a desclassificação automática das informações. Art. 48. A Comissão Mista de Reavaliação de Informações se reunirá, ordinariamente, uma vez por mês, e, extraordinariamente, sempre que convocada por seu Presidente. Parágrafo único. As reuniões serão realizadas com a presença de no mínimo seis integrantes. Art. 49. Os requerimentos de prorrogação do prazo de classificação de informação no grau ultrassecreto, a que se refere o inciso IV do caput do art. 47, deverão ser encaminhados à Comissão Mista de Reavaliação de Informações em até um ano antes do vencimento do termo final de restrição de acesso. Parágrafo único. O requerimento de prorrogação do prazo de sigilo de informação classificada no grau ultrassecreto deverá ser apreciado, impreterivelmente, em até três sessões subsequentes à data de sua autuação, ficando sobrestadas, até que se ultime a votação, todas as demais deliberações da Comissão. Art. 50. A Comissão Mista de Reavaliação de Informações deverá apreciar os recursos previstos no inciso III do caput do art. 47, impreterivelmente, até a terceira reunião ordinária subsequente à data de sua autuação. Art. 51. A revisão de ofício da informação classificada no grau ultrassecreto ou secreto será apreciada em até três sessões anteriores à data de sua desclassificação automática. Art. 52. As deliberações da Comissão Mista de Reavaliação de Informações serão tomadas: I - por maioria absoluta, quando envolverem as competências previstas nos incisos I e IV do caput do art.47. e II - por maioria simples dos votos, nos demais casos. Parágrafo único. A Casa Civil da Presidência da República poderá exercer, além do voto ordinário, o voto de qualidade para desempate. Art. 53. A Casa Civil da Presidência da República exercerá as funções de Secretaria-Executiva da Comissão Mista de Reavaliação de Informações , cujas competências serão definidas em regimento interno. Art. 54. A Comissão Mista de Reavaliação de Informações aprovará, por maioria absoluta, regimento interno que disporá sobre sua organização e funcionamento. Parágrafo único. O regimento interno deverá ser publicado no Diário Oficial da União no prazo de noventa dias após a instalação da Comissão. CAPÍTULO VII DAS INFORMAÇÕES PESSOAIS Art. 55. As informações pessoais relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem detidas pelos órgãos e entidades: I - terão acesso restrito a agentes públicos legalmente autorizados e a pessoa a que se referirem, independentemente de classificação de sigilo, pelo prazo máximo de cem anos a contar da data de sua produção. e II - poderão ter sua divulgação ou acesso por terceiros autorizados por previsão legal ou consentimento expresso da pessoa a que se referirem. Parágrafo único. Caso o titular das informações pessoais esteja morto ou ausente, os direitos de que trata este artigo assistem ao cônjuge ou companheiro, aos descendentes ou ascendentes, conforme o disposto no parágrafo único do art. 20 da Lei n o 10.406, de 10 de janeiro de 2002 , e na Lei n o 9.278, de 10 de maio de 1996 . Art. 56. O tratamento das informações pessoais deve ser feito de forma transparente e com respeito à intimidade, vida privada, honra e imagem das pessoas, bem como à s liberdades e garantias individuais. Art. 57. O consentimento referido no inciso II do caput do art. 55 não será exigido quando o acesso à informação pessoal for necessário: I - à prevenção e diagnóstico médico, quando a pessoa estiver física ou legalmente incapaz, e para utilização exclusivamente para o tratamento médico. II - à realização de estatísticas e pesquisas científicas de evidente interesse público ou geral, previstos em lei, vedada a identificação da pessoa a que a informação se referir. III - ao cumprimento de decisão judicial. IV - à defesa de direitos humanos de terceiros. ou V - à proteção do interesse público geral e preponderante. Art. 58. A restrição de acesso a informações pessoais de que trata o art. 55 não poderá ser invocada: I - com o intuito de prejudicar processo de apuração de irregularidades, conduzido pelo Poder Público, em que o titular das informações for parte ou interessado. ou II - quando as informações pessoais não classificadas estiverem contidas em conjuntos de documentos necessários à recuperação de fatos históricos de maior relevância. Art. 59. O dirigente máximo do órgão ou entidade poderá, de ofício ou mediante provocação, reconhecer a incidência da hipótese do inciso II do caput do art. 58, de forma fundamentada, sobre documentos que tenha produzido ou acumulado, e que estejam sob sua guarda. § 1 o Para subsidiar a decisão de reconhecimento de que trata o caput , o órgão ou entidade poderá solicitar a universidades, instituições de pesquisa ou outras entidades com notória experiência em pesquisa historiográfica a emissão de parecer sobre a questão. § 2 o A decisão de reconhecimento de que trata o caput será precedida de publicação de extrato da informação, com descrição resumida do assunto, origem e período do conjunto de documentos a serem considerados de acesso irrestrito, com antecedência de no mínimo trinta dias. § 3 o Após a decisão de reconhecimento de que trata o § 2 o , os documentos serão considerados de acesso irrestrito ao público. § 4 o Na hipótese de documentos de elevado valor histórico destinados à guarda permanente, caberá ao dirigente máximo do Arquivo Nacional, ou à autoridade responsável pelo arquivo do órgão ou entidade pública que os receber, decidir, após seu recolhimento, sobre o reconhecimento, observado o procedimento previsto neste artigo. Art. 60. O pedido de acesso a informações pessoais observará os procedimentos previstos no Capítulo IV e estará condicionado à comprovação da identidade do requerente. Parágrafo único. O pedido de acesso a informações pessoais por terceiros deverá ainda estar acompanhado de: I - comprovação do consentimento expresso de que trata o inciso II do caput do art. 55, por meio de procuração. II - comprovação das hipóteses previstas no art. 58. III - demonstração do interesse pela recuperação de fatos históricos de maior relevância, observados os procedimentos previstos no art. 59. ou IV - demonstração da necessidade do acesso à informação requerida para a defesa dos direitos humanos ou para a proteção do interesse público e geral preponderante. Art. 61. O acesso à informação pessoal por terceiros será condicionado à assinatura de um termo de responsabilidade, que disporá sobre a finalidade e a destinação que fundamentaram sua autorização, sobre as obrigações a que se submeterá o requerente. § 1 o A utilização de informação pessoal por terceiros vincula-se à finalidade e à destinação que fundamentaram a autorização do acesso, vedada sua utilização de maneira diversa. § 2 o Aquele que obtiver acesso à s informações pessoais de terceiros será responsabilizado por seu uso indevido, na forma da lei. Art. 62. Aplica-se, no que couber, a Lei n o 9.507, de 12 de novembro de 1997 , em relação à informação de pessoa, natural ou jurídica, constante de registro ou banco de dados de órgãos ou entidades governamentais ou de caráter público. CAPÍTULO VIII DAS ENTIDADES PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS Art. 63. As entidades privadas sem fins lucrativos que receberem recursos públicos para realização de ações de interesse público deverão dar publicidade à s seguintes informações: I - cópia do estatuto social atualizado da entidade. II - relação nominal atualizada dos dirigentes da entidade. e III - cópia integral dos convênios, contratos, termos de parcerias, acordos, ajustes ou instrumentos congêneres realizados com o Poder Executivo federal, respectivos aditivos, e relatórios finais de prestação de contas, na forma da legislação aplicável. § 1 o As informações de que trata o caput serão divulgadas em sítio na Internet da entidade privada e em quadro de avisos de amplo acesso público em sua sede. § 2 o A divulgação em sítio na Internet referida no §1 o poderá ser dispensada, por decisão do órgão ou entidade pública, e mediante expressa justificação da entidade, nos casos de entidades privadas sem fins lucrativos que não disponham de meios para realizá-la. § 3 o As informações de que trata o caput deverão ser publicadas a partir da celebração do convênio, contrato, termo de parceria, acordo, ajuste ou instrumento congênere, serão atualizadas periodicamente e ficarão disponíveis até cento e oitenta dias após a entrega da prestação de contas final. Art. 64. Os pedidos de informação referentes aos convênios, contratos, termos de parcerias, acordos, ajustes ou instrumentos congêneres previstos no art. 63 deverão ser apresentados diretamente aos órgãos e entidades responsáveis pelo repasse de recursos. CAPÍTULO IX DAS RESPONSABILIDADES Art. 65. Constituem condutas ilícitas que ensejam responsabilidade do agente público ou militar: I - recusar-se a fornecer informação requerida nos termos deste Decreto, retardar deliberadamente o seu fornecimento ou fornecê-la intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisa. II - utilizar indevidamente, subtrair, destruir, inutilizar, desfigurar, alterar ou ocultar, total ou parcialmente, informação que se encontre sob sua guarda, a que tenha acesso ou sobre que tenha conhecimento em razão do exercício das atribuições de cargo, emprego ou função pública. III - agir com dolo ou má-fé na análise dos pedidos de acesso à informação. IV - divulgar, permitir a divulgação, acessar ou permitir acesso indevido a informação classificada em grau de sigilo ou a informação pessoal. V - impor sigilo à informação para obter proveito pessoal ou de terceiro, ou para fins de ocultação de ato ilegal cometido por si ou por outrem. VI - ocultar da revisão de autoridade superior competente informação classificada em grau de sigilo para beneficiar a si ou a outrem, ou em prejuízo de terceiros. e VII - destruir ou subtrair, por qualquer meio, documentos concernentes a possíveis violações de direitos humanos por parte de agentes do Estado. § 1 o Atendido o princípio do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal, as condutas descritas no caput serão consideradas: I - para fins dos regulamentos disciplinares das Forças Armadas, transgressões militares médias ou graves, segundo os critérios neles estabelecidos, desde que não tipificadas em lei como crime ou contravenção penal. ou II - para fins do disposto na Lei n o 8.112, de 11 de dezembro de 1990 , infrações administrativas, que deverão ser apenadas, no mínimo, com suspensão, segundo os critérios estabelecidos na referida lei. § 2 o Pelas condutas descritas no caput , poderá o militar ou agente público responder, também, por improbidade administrativa, conforme o disposto nas Leis n o 1.079, de 10 de abril de 1950 , e n o 8.429, de 2 de junho de 1992. Art. 66. A pessoa natural ou entidade privada que detiver informações em virtude de vínculo de qualquer natureza com o Poder Público e praticar conduta prevista no art. 65, estará sujeita à s seguintes sanções: I - advertência. II - multa. III - rescisão do vínculo com o Poder Público. IV - suspensão temporária de participar em licitação e impedimento de contratar com a administração pública por prazo não superior a dois anos. e V - declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a administração pública, até que seja promovida a reabilitação perante a autoridade que aplicou a penalidade. § 1 o A sanção de multa poderá ser aplicada juntamente com as sanções previstas nos incisos I, III e IV do caput . § 2 o A multa prevista no inciso II do caput será aplicada sem prejuízo da reparação pelos danos e não poderá ser: I - inferior a R$ 1.000,00 (mil reais) nem superior a R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), no caso de pessoa natural. ou II - inferior a R$ 5.000,00 (cinco mil reais) nem superior a R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), no caso de entidade privada. § 3 o A reabilitação referida no inciso V do caput será autorizada somente quando a pessoa natural ou entidade privada efetivar o ressarcimento ao órgão ou entidade dos prejuízos resultantes e depois de decorrido o prazo da sanção aplicada com base no inciso IV do caput . § 4 o A aplicação da sanção prevista no inciso V do caput é de competência exclusiva da autoridade máxima do órgão ou entidade pública. § 5 o O prazo para apresentação de defesa nas hipóteses previstas neste artigo é de dez dias, contado da ciência do ato. CAPÍTULO X DO MONITORAMENTO DA APLICAÇÃO DA LEI Seção I Da Autoridade de Monitoramento Art. 67. O dirigente máximo de cada órgão ou entidade designará autoridade que lhe seja diretamente subordinada para exercer as seguintes atribuições: I - assegurar o cumprimento das normas relativas ao acesso à informação, de forma eficiente e adequada aos objetivos da Lei n o 12.527, de 2011 . II - avaliar e monitorar a implementação do disposto neste Decreto e apresentar ao dirigente máximo de cada órgão ou entidade relatório anual sobre o seu cumprimento, encaminhando-o à Controladoria-Geral da União. III - recomendar medidas para aperfeiçoar as normas e procedimentos necessários à implementação deste Decreto. IV - orientar as unidades no que se refere ao cumprimento deste Decreto. e V - manifestar-se sobre reclamação apresentada contra omissão de autoridade competente, observado o disposto no art. 22. Seção II Das Competências Relativas ao Monitoramento Art. 68. Compete à Controladoria-Geral da União, observadas as competências dos demais órgãos e entidades e as previsões específicas neste Decreto: I - definir o formulário padrão, disponibilizado em meio físico e eletrônico, que estará à disposição no sítio na Internet e no SIC dos órgãos e entidades, de acordo com o § 1 o do art. 11. II - promover campanha de abrangência nacional de fomento à cultura da transparência na administração pública e conscientização sobre o direito fundamental de acesso à informação. III - promover o treinamento dos agentes públicos e, no que couber, a capacitação das entidades privadas sem fins lucrativos, no que se refere ao desenvolvimento de práticas relacionadas à transparência na administração pública. IV - monitorar a implementação da Lei n o 12.527, de 2011 , concentrando e consolidando a publicação de informações estatísticas relacionadas no art. 45. V - preparar relatório anual com informações referentes à implementação da Lei n o 12.527, de 2011 , a ser encaminhado ao Congresso Nacional. VI - monitorar a aplicação deste Decreto, especialmente o cumprimento dos prazos e procedimentos. e VII - definir, em conjunto com a Casa Civil da Presidência da República, diretrizes e procedimentos complementares necessários à implementação da Lei n o 12.527, de 2011 . Art. 69. Compete à Controladoria-Geral da União e ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, observadas as competências dos demais órgãos e entidades e as previsões específicas neste Decreto, por meio de ato conjunto: I - estabelecer procedimentos, regras e padrões de divulgação de informações ao público, fixando prazo máximo para atualização. e II - detalhar os procedimentos necessários à busca, estruturação e prestação de informações no âmbito do SIC. Art. 70. Compete ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, observadas as competências dos demais órgãos e entidades e as previsões específicas neste Decreto: I - estabelecer regras de indexação relacionadas à classificação de informação. II - expedir atos complementares e estabelecer procedimentos relativos ao credenciamento de segurança de pessoas, órgãos e entidades públicos ou privados, para o tratamento de informações classificadas . e III - promover, por meio do Núcleo de Credenciamento de Segurança, o credenciamento de segurança de pessoas, órgãos e entidades públicos ou privados, para o tratamento de informações classificadas. CAPÍTULO XI DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 71. Os órgãos e entidades adequarão suas políticas de gestão da informação, promovendo os ajustes necessários aos processos de registro, processamento, trâmite e arquivamento de documentos e informações. Art. 72. Os órgãos e entidades deverão reavaliar as informações classificadas no grau ultrassecreto e secreto no prazo máximo de dois anos, contado do termo inicial de vigência da Lei n o 12.527, de 2011 . § 1 o A restrição de acesso a informações, em razão da reavaliação prevista no caput , deverá observar os prazos e condições previstos neste Decreto. § 2 o Enquanto não transcorrido o prazo de reavaliação previsto no caput, será mantida a classificação da informação, observados os prazos e disposições da legislação precedente. § 3 o As informações classificadas no grau ultrassecreto e secreto não reavaliadas no prazo previsto no caput serão consideradas, automaticamente, desclassificadas. Art. 73. A publicação anual de que trata o art. 45 terá inicio em junho de 2013. Art. 74. O tratamento de informação classificada resultante de tratados, acordos ou atos internacionais atenderá à s normas e recomendações desses instrumentos. Art. 75. Aplica-se subsidiariamente a Lei n o 9.784, de 29 de janeiro de 1999 , aos procedimentos previstos neste Decreto. Art. 76. Este Decreto entra em vigor em 16 de maio de 2012. Brasília, 16 de maio de 2012. 191 º da Independência e 124 º da República. DILMA ROUSSEFF José Eduardo Cardozo Celso Luiz Nunes Amorim Antonio de Aguiar Patriota Guido Mantega Miriam Belchior Paulo Bernardo Silva Marco Antonio Raupp Alexandre Antonio Tombini Gleisi Hoffmann Gilberto Carvalho José Elito Carvalho Siqueira Helena Chagas Luis Inácio Lucena Adams Jorge Hage Sobrinho Maria do Rosário Nunes Este texto não substitui o publicado no DOU de 16.5.2012 - Edição extra e retificado em 18.5.2012 ANEXO GRAU DE SIGILO: (idêntico ao grau de sigilo do documento) TERMO DE CLASSIFICAÇÃO DE INFORMAÇÃO ÓRGÃO/ENTIDADE: CÓDIGO DE INDEXAÇÃO: GRAU DE SIGILO: CATEGORIA: TIPO DE DOCUMENTO: Data de PRODUção: FUNDAMENTO LEGAL PARA CLASSIFICAÇÃO: RAZÕES PARA A CLASSIFICAÇÃO: (idêntico ao grau de sigilo do documento) PRAZO DA RESTRIÇÃO DE ACESSO: DATA DE CLASSIFICAÇÃO: AUTORIDADE CLASSIFICADORA Nome: Cargo: AUTORIDADE RATIFICADORA (quando aplicável) Nome: Cargo: DESCLASSIFICAÇÃO em ____/____/________ (quando aplicável) Nome: Cargo: RECLASSIFICAÇÃO em ____/____/_________ (quando aplicável) Nome: Cargo: REDUÇÃO DE PRAZO em ____/____/_______ (quando aplicável) Nome: Cargo: PRORROGAÇÃO DE PRAZO em ___/ ____/_____ (quando aplicável) Nome: Cargo: _____________________________________________________ ASSINATURA DA AUTORIDADE CLASSIFICADORA _____________________________________________________________ ASSINATURA DA AUTORIDADE RATIFICADORA (quando aplicável) ________________________________________________________________________________ ASSINATURA DA AUTORIDADE responsável por DESCLASSIFICAÇÃO (quando aplicável) ______________________________________________________________________________ ASSINATURA DA AUTORIDADE responsável por RECLASSIFICAÇÃO (quando aplicável) _______________________________________________________________________________ ASSINATURA DA AUTORIDADE responsável por REDUÇÃO DE PRAZO (quando aplicável) _______________________________________________________________________________ ASSINATURA DA AUTORIDADE responsável por PRORROGAÇÃO DE PRAZO (quando aplicável) *



http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Decreto/D5296.htm
  D5296 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.296 DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004. Regulamenta as Leis n o s 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou ... natureza arquitetônica e urbanística, de comunicação e informação, de transporte coletivo, bem como ... arquitetônica e urbanística, os tocantes à comunicação e informação e os referentes ao transporte coletivo ... serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa ... as pessoas se comunicarem ou terem acesso à informação, classificadas em: a) barreiras urbanísticas ... dificultem ou impossibilitem o acesso à informação. III - elemento da urbanização: qualquer componente CACHE

D5296 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.296 DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004. Regulamenta as Leis n o s 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto nas Leis n o s 10.048, de 8 de novembro de 2000, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, DECRETA : CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o Este Decreto regulamenta as Leis n o s 10.048, de 8 de novembro de 2000 , e 10.098, de 19 de dezembro de 2000 . Art. 2 o Ficam sujeitos ao cumprimento das disposições deste Decreto, sempre que houver interação com a matéria nele regulamentada: I - a aprovação de projeto de natureza arquitetônica e urbanística, de comunicação e informação, de transporte coletivo, bem como a execução de qualquer tipo de obra, quando tenham destinação pública ou coletiva. II - a outorga de concessão, permissão, autorização ou habilitação de qualquer natureza. III - a aprovação de financiamento de projetos com a utilização de recursos públicos, dentre eles os projetos de natureza arquitetônica e urbanística, os tocantes à comunicação e informação e os referentes ao transporte coletivo, por meio de qualquer instrumento, tais como convênio, acordo, ajuste, contrato ou similar. e IV - a concessão de aval da União na obtenção de empréstimos e financiamentos internacionais por entes públicos ou privados. Art. 3 o Serão aplicadas sanções administrativas, cíveis e penais cabíveis, previstas em lei, quando não forem observadas as normas deste Decreto. Art. 4 o O Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, os Conselhos Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, e as organizações representativas de pessoas portadoras de deficiência terão legitimidade para acompanhar e sugerir medidas para o cumprimento dos requisitos estabelecidos neste Decreto. CAPÍTULO II DO ATENDIMENTO PRIORITÁRIO Art. 5 o Os órgãos da administração pública direta, indireta e fundacional, as empresas prestadoras de serviços públicos e as instituições financeiras deverão dispensar atendimento prioritário às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. § 1 o Considera-se, para os efeitos deste Decreto: I - pessoa portadora de deficiência, além daquelas previstas na Lei n o 10.690, de 16 de junho de 2003 , a que possui limitação ou incapacidade para o desempenho de atividade e se enquadra nas seguintes categorias: a) deficiência física: alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções. b) deficiência auditiva: perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. c) deficiência visual: cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica. a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica. os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60 o . ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores. d) deficiência mental: funcionamento intelectual significativamente inferior à média, com manifestação antes dos dezoito anos e limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: 1. comunicação. 2. cuidado pessoal. 3. habilidades sociais. 4. utilização dos recursos da comunidade. 5. saúde e segurança. 6. habilidades acadêmicas. 7. lazer. e 8. trabalho. e) deficiência múltipla - associação de duas ou mais deficiências. e II - pessoa com mobilidade reduzida, aquela que, não se enquadrando no conceito de pessoa portadora de deficiência, tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentar-se, permanente ou temporariamente, gerando redução efetiva da mobilidade, flexibilidade, coordenação motora e percepção. § 2 o O disposto no caput aplica-se, ainda, às pessoas com idade igual ou superior a s