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  Bibliotecário de Babel – Sobre livros e literatura, autores e editoras. Por José Mário Silva. Bibliotecário de Babel Sobre livros e literatura, autores e editoras. Por José Mário Silva. Entrada Sobre este blogue Sobre o autor Crítica literária Receba por e-mail Correio Mensagens, sugestões, contributos e notícias devem ser enviados para josemariosilva [arroba] bibliotecario debabel.com Posts recentes ... Bibliotecário de Babel – Sobre livros e literatura, autores e editoras. Por José Mário Silva. Bibliotecário de Babel Sobre livros e literatura, autores e editoras. Por José Mário Silva. Entrada ... ’ de José Mário Silva – Sara Farinha em Sobre o autor Ricardo em Amanhã na secção de Livros da revista ... da revista ‘E’ – Entrevista com José Maria Vieira Mendes, a propósito da edição simultânea de Uma ... – Coisas de Adornar Paredes , de José Aguiar (Polvo), por José Mário Silva – Os Preponderantes , de CACHE

Bibliotecário de Babel – Sobre livros e literatura, autores e editoras. Por José Mário Silva. Bibliotecário de Babel Sobre livros e literatura, autores e editoras. Por José Mário Silva. Entrada Sobre este blogue Sobre o autor Crítica literária Receba por e-mail Correio Mensagens, sugestões, contributos e notícias devem ser enviados para josemariosilva [arroba] bibliotecario debabel.com Posts recentes Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Comentários recentes rui em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Ficção especulativa em Junho de 2016 | Rascunhos em Um cisne negro Opinião: ‘Efeito Borboleta e Outras Histórias’ de José Mário Silva – Sara Farinha em Sobre o autor Ricardo em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ csd em A Verdadeira Biblioteca Ou Uma História Em Três Metades Categorias Atrás do Balcão Biblioteca de Bolso Bibliotecas Blogosfera Cinema Contos Convidados Críticas Crónicas Curiosidades Diário do Booker (2008) Diário do Booker (2009) Diário do Booker (2010) Diário do Booker (2011) Diário do Goncourt (2008) Divulgação Do baú Entrevistas Excertos Feira de Frankfurt 2011 Futebol Geral Grande Oferta de Livros do BdB Grande Oferta de Livros do BdB – 2 Imprensa estrangeira Imprensa portuguesa Leitura Furiosa Literatura brasileira Livrarias Maravilhas da paternidade Mundo editorial Notícias O que lêem os críticos quando não são obrigados a ler Obituário Podcasts Pré-publicação Teatro Tecnologia Televisão Vozes de escritores Arquivo Dezembro 2016 Novembro 2016 Outubro 2016 Setembro 2016 Agosto 2016 Julho 2016 Junho 2016 Maio 2016 Abril 2016 Março 2016 Fevereiro 2016 Janeiro 2016 Dezembro 2015 Novembro 2015 Outubro 2015 Setembro 2015 Agosto 2015 Julho 2015 Junho 2015 Maio 2015 Abril 2015 Março 2015 Fevereiro 2015 Janeiro 2015 Dezembro 2014 Novembro 2014 Outubro 2014 Setembro 2014 Agosto 2014 Julho 2014 Junho 2014 Maio 2014 Abril 2014 Março 2014 Fevereiro 2014 Janeiro 2014 Dezembro 2013 Novembro 2013 Outubro 2013 Setembro 2013 Agosto 2013 Julho 2013 Junho 2013 Maio 2013 Abril 2013 Março 2013 Fevereiro 2013 Janeiro 2013 Dezembro 2012 Novembro 2012 Outubro 2012 Setembro 2012 Agosto 2012 Julho 2012 Junho 2012 Maio 2012 Abril 2012 Março 2012 Fevereiro 2012 Janeiro 2012 Dezembro 2011 Novembro 2011 Outubro 2011 Setembro 2011 Agosto 2011 Julho 2011 Junho 2011 Maio 2011 Abril 2011 Março 2011 Fevereiro 2011 Janeiro 2011 Dezembro 2010 Novembro 2010 Outubro 2010 Setembro 2010 Agosto 2010 Julho 2010 Junho 2010 Maio 2010 Abril 2010 Março 2010 Fevereiro 2010 Janeiro 2010 Dezembro 2009 Novembro 2009 Outubro 2009 Setembro 2009 Agosto 2009 Julho 2009 Junho 2009 Maio 2009 Abril 2009 Março 2009 Fevereiro 2009 Janeiro 2009 Dezembro 2008 Novembro 2008 Outubro 2008 Setembro 2008 Agosto 2008 Julho 2008 Junho 2008 Maio 2008 Abril 2008 Março 2008 Fevereiro 2008 Janeiro 2008 Dezembro 2007 Meta Iniciar sessão RSS dos artigos Feed RSS dos comentários. WordPress.org Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com José Maria Vieira Mendes, a propósito da edição simultânea de Uma Coisa e Uma Coisa Não É Outra Coisa (Cotovia), por Cristina Peres – Os Pobres , de Maria Filomena Mónica (Esfera dos Livros), por Luciana Leiderfarb – O Labirinto dos Espírito , de Carlos Ruiz Zafón (Planeta), por Rui Lagartinho – Poemas Escolhidos , de T. S. Eliot (Relógio d’Água), por Pedro Mexia – Coisas de Adornar Paredes , de José Aguiar (Polvo), por José Mário Silva – Os Preponderantes , de Hédi Kaddour (Porto Editora), por José Guardado Moreira – Aniquilação , de Jeff Vandermeer (Saída de Emergência), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:16 de Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Benedikt Taschen, o criador da editora Taschen, por Nelson Marques – Balanço do ano 2016, por Ana Cristina Leonardo, José Guardado Moreira, José Mário Silva, Luís M. Faria, Luísa Mellid-Franco, Manuel de Freitas, Pedro Mexia e Sara Figueiredo Costa publicou o Bibliotecário de Babel às 20:09 de Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Luísa Schmidt, a propósito do livro Portugal: Ambientes de Mudança – Erros, Mentiras e Conquistas (Temas e Debates), por Virgílio Azevedo – Ensaio sobre o primeiro volume da tradução da Bíblia , de Frederico Lourenço (Quetzal), por José Tolentino Mendonça – Obra Poética – Volume 1 , de Ruy Cinatti (Assírio & Alvim), por Pedro Mexia – Zero K , de Don DeLillo (Sextante), por José Mário Silva – Breve História de Sete Assassinatos , de Marlon James (Relógio d’Água), por Luís M. Faria – Desde a Sombra , de Juan José Millás (Planeta), por José Guardado Moreira – A Primeira República , de Miriam Halpern Pereira (Gradiva), por Luísa Pinto Teixeira – Clube dos Haxixins , de Nuno Moura (Douda Correria), por Manuel de Freitas publicou o Bibliotecário de Babel às 20:01 de Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Uma Coisa e Uma Coisa Não É Outra Coisa , de José Maria Vieira Mendes (Cotovia), por Cristina Peres – A Gorda , de Isabela Figueiredo (Caminho), por Ana Cristina Leonardo – As Raparigas , de Emma Cline (Porto Editora), por Pedro Mexia – O meu nome é Lucy Barton , de Elizabeth Strout (Alfaguara), por José Mário Silva – O novo Czar , de Steven Lee Meyers (Edições 70), por Luís M. Faria – O Avesso do Império , de Henrique Segurado (Edição do Autor), por Manuel de Freitas publicou o Bibliotecário de Babel às 20:35 de Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Sugestões de Natal, por José Guardado Moreira, José Mário Silva, Luís M. Faria e Pedro Mexia – A Doença, o Sofrimento e a Morte entram num Bar , de Ricardo Araújo Pereira (Tinta da China), por José Mário Silva – Poesia , de Eucanaã Ferraz (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), por Pedro Mexia publicou o Bibliotecário de Babel às 20:26 de Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – A Biblioteca à Noite , de Alberto Manguel (Tinta da China), por José Mário Silva – Vida de Ramon , de Luísa Costa Gomes (D. Quixote), por Luísa Mellid-Franco – A Sul de Nenhum Norte , de Charles Bukowski (Alfaguara), por Pedro Mexia – O que não é teu não é teu , de Helen Oyeyemi (Elsinore), por Luís M. Faria – O Tempo dos Assassinos , de Henry Miller (Antígona), por José Guardado Moreira – A Felicidade da Luz , de António Osório (Assírio & Alvim), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:43 de Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Cinco Séculos à Mesa – 50 Receitas com História , de Guida Cândido (D. Quixote), por Alexandra Carita – Marienbad Eléctrico , de Enrique Vila-Matas (Teodolito), por José Mário Silva – Tudo o que Existe Louvará , de Adélia Prado (Assírio & Alvim), por Pedro Mexia – Manual de Cardiologia , de Fernando Pinto do Amaral (D. Quixote), por José Mário Silva – O Coração do Homem , de Jón Kalman Stefánsson (Cavalo de Ferro), por José Guardado Moreira – Negócios da China , de Anabela Campos e Isabel Vicente (Oficina do Livro), por Jorge Nascimento Rodrigues publicou o Bibliotecário de Babel às 20:27 de Sexta-feira, 18 de Novembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Karl Ove Knausgard, a propósito do livro No Outono (Relógio d’Água), por Cristina Margato – Lançamento , de Margarida Vale de Gato (Douda Correria), por Pedro Mexia – Correspondência 1949-1978 , de Jorge de Sena e Eugénio de Andrade (Guerra & Paz), por Luís M. Faria – Hinário Nacional , de Marcello Quintanilha (Polvo), por José Mário Silva – Ahab e a Baleia Branca , de Manuel Marsol (Orfeu Negro), por Sara Figueiredo Costa – Caderno de Educação Financeira 2 , de Vários autores (Trinta por uma Linha), por Carolina Reis – O Crepúsculo em Itália , de D. H. Lawrence (Tinta da China), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:41 de Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Bandolim , de Adília Lopes (Assírio & Alvim), por José Mário Silva – Boca Bilingue , de Ruy Belo (Assírio & Alvim), por Pedro Mexia – Estranha Guerra de Uso Comum , de Paulo Faria (Ítaca), por Ana Cristina Leonardo – Cronologias do Portugal Contemporâneo – 1960-2015 , de Vário autores (Círculo de Leitores), por José Pedro Castanheira – Obra Completa de Ricardo Reis , de Fernando Pessoa (Tinta da China), por Luís M. Faria – Uma Estranheza em Mim , de Orhan Pamuk (Presença), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:34 de Sexta-feira, 4 de Novembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Adónis, por Pedro Mexia – O Massacre Português de Wiriamu, Moçambique 1972 , de Mustafah Dhada (Tinta da China), por José Pedro Castanheira – Prantos, Amores e outros Desvarios , de Teolinda Gersão (Porto Editora), por José Mário Silva – Sete Anos Bons , de Etgar Keret (Sextante), por José Guardado Moreira – O Árabe do Futuro 2 , de Riad Sattouf (Teorema), por José Mário Silva – As Ilhas Gregas , de Lawrence Durrell (Relógio d’Água), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:32 de Sexta-feira, 28 de Outubro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Albrecht Koschorke, autor de O ‘Mein Kampf’ de Adolf Hitler, uma Leitura Crítica (Cavalo de Ferro), por Joana Azevedo Viana – Texto sobre a atribuição do Nobel de Literatura a Bob Dylan, por João Lisboa – Numa Casca de Noz , de Ian McEwan (Gradiva), por José Mário Silva – Ficar na Cama , de G. K. Chesterton (Relógio d’Água), por Luís M. Faria – Estrada Nacional , de Rui Lage (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), por Pedro Mexia – O Luto é a Coisa com Penas , de Max Porter (Elsinore), por José Mário Silva – Karen , de Ana Teresa Pereira (Relógio d’Água), por Manuel de Freitas – O Caminho de Ulisses , de Ben Pastor (Clube do Autor), por José Guardado Moreira – Os Hóspedes , de Sarah Waters (Bizâncio), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:25 de Sexta-feira, 21 de Outubro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com David Lodge, por Luís M. Faria – O Túnel de Pombos – Histórias da Minha Vida , de John Le Carré (D. Quixote), por Cristina Margato – A Vida como Ela É e O Homem Fatal , de Nelson Rodrigues (Tinta da China), por José Mário Silva – Para Aquela que Está no Sentada no Escuro à Minha Espera , de António Lobo Antunes (D. Quixote), por José Mário Silva – Histórias Aquáticas , de Joseph Conrad (Sistema Solar), por Pedro Mexia – Trinta e Oito e Meio , de Maria Ribeiro (Tinta da China), por António Loja Neves publicou o Bibliotecário de Babel às 20:38 de Sexta-feira, 14 de Outubro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Salman Rushdie, por José Mário Silva – Bíblia, Livro I – Novo Testamento, os Quatro Evangelhos , tradução de Frederico Lourenço (Quetzal), por António Marujo – Lavoura Arcaica , de Raduan Nassar (Companhia das Letras), por Pedro Mexia – Homens Bons , de Arturo Pérez-Reverte (ASA), por José Mário Silva – O Intervalo do Tempo , de Jeannete Winterson (Bertrand), por José Guardado Moreira – Avelina , de José Vilhena (E-Primatur), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:30 de Sexta-feira, 7 de Outubro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Arturo Pérez-Reverte, a própósito de Homens Bons (ASA), por José Mário Silva – O Comboio do Luxemburgo , de Irene Flunser Pimentel e Margarida de Magalhães Ramalho (A Esfera dos Livros), por Luciana Leiderfarb – Revista Relações Internacionais , n.º 50, de vários autores (Instituto Português de Relações Internacionais), por Manuela Goucha Soares – Paris-Austerlitz , de Rafael Chirbes (Assírio & Alvim), por José Mário Silva – A Vegetariana , de Han Kang (D. Quixote), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:20 de Sexta-feira, 30 de Setembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Mario Vargas Llosa, por Luciana Leiderfarb – Entrevista com Mathias Énard, a própósito de Bússola (D. Quixote), por José Mário Silva – Num Estado Livre , de V. S. Naipaul (Quetzal), por José Mário Silva – A Conquista das Almas , de Aniceto Afonso e Carlos Matos Gomes (Tinta da China), por António Loja Neves – O Mito de Sísifo , de Albert Camus (Livros do Brasil), por Pedro Mexia – Os Anjos Bons da Nossa Natureza , de Steven Pinker (Relógio d’Água), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:14 de Sexta-feira, 23 de Setembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Bússola , de Mathias Énard (D. Quixote), por José Mário Silva – O Czar do Amor e do Tecno , de Anthony Marra (Teorema), por Luís M. Faria – Crash , de J. G. Ballard (Elsinore), por Pedro Mexia – O Capitão Saiu para Almoçar e o Marinheiros Tomaram o Navio , de Charles Bukovsky (Alfaguara), por José Guardado Moreira – Espanha , de Jan Morris (Tinta da China), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:07 de Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Frederico Lourenço, a propósito da nova tradução da Bíblia (Quetzal), por Cristina Margato – Ronda das Mil Belas em Frol , de Mário de Carvalho (Porto Editora), por José Mário Silva – Panama Papers- A História de um Escândalo Mundial , de Bastian Obermayer e Frederik Obermaier (Objectiva), por Luís M. Faria – história do século vinte , de José Gardeazabal (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), por José Mário Silva – Musa/O Búzio de Cós , de Sophia de Mello Breyner Andresen (Assírio & Alvim), por Pedro Mexia – Goa – Ida e Volta , de Artur Henriques (Abysmo), por Manuela Goucha Soares – Conta-quilómetros , de Madalena Matoso (Planeta Tangerina), por Sara Figueiredo Costa – O Homem que Matou Sherlock Holmes , de Graham Moore (Suma de Letras), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:29 de Sexta-feira, 9 de Setembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Conversa com José Gardeazabal, a propósito de história do século vinte (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), por José Mário Silva – A Rota da Porcelana , de Edmund de Waal (Sextante), por José Mário Silva – Conquistadores , de Roger Crowley (Presença), por Virgílio Azevedo – Será que os androides sonham com ovelhas eléctricas? , de Philip K. Dick (Relógio d’Água), por Pedro Mexia – Luz em Agosto , de William Faulkner (D. Quixote), por Luís M. Faria – O Livro , de Zoran Zivkovic (Cavalo de Ferro), por José Guardado Moreira – Casa de Férias com Piscina , de Herman Koch (Alfaguara), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:37 de Sexta-feira, 2 de Setembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Centenário de Mário Dionísio e edição da sua Poesia Completa (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), por José Mário Silva – As Rochas , de Peter Nichols (Marcador), por Luís M. Faria – A Salvação do Belo , de Byung-Chul Han (Relógio d’Água), por José Mário Silva – Afonso de Albuquerque – Corte, Cruzada e Império , de Alexandra Pelúcia (Temas e Debates), por Luísa Pinto Teixeira – O Fogo-Fátuo , de Drieu La Rochelle (Sistema Solar), por Pedro Mexia – Contra as Ordens de Salazar , de Pedro Prostes da Fonseca (Matéria Prima), por Alexandra Carita – Sangue Azul Gelado , de Iúri Buida (Gradiva), por José Guardado Moreira – Deixar Aleppo , de Manuela Niza Ribeiro (Althum.com), por Luísa Mellid-Franco publicou o Bibliotecário de Babel às 20:07 de Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Macaco Infinto , de Manuel Jorge Marmelo (Quetzal), por José Mário Silva – Bruma Luminosíssima , de Luís Falcão (Artefacto), por Pedro Mexia – Sonetos Completos , de Antero de Quental (Artes & Letras), por Carlos Bessa – O Maior Bem que Podemos Fazer , de Peter Singer (Edições 70), por Luís M. Faria – Brincadeiras Vagas a Boneca , de Paul Éluard (Ignota/Sr. Teste), por Manuel de Freitas – O Dom da Palavra , de Catarina Nunes de Almeida e João Concha (não (edições)), por Sara Figueiredo Costa – Viagens com o Charley , de John Steinbeck (Livros do Brasil), por José Guardado Moreira – Fredo , de Ricardo Fonseca Mota (Gradiva), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:00 de Sexta-feira, 19 de Agosto de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Conversa com Ricardo Fonseca Mota, a propósito do romance Fredo (Gradiva), vencedor do Prémio Agustina Bessa-Luís 2015, por José Mário Silva – O Azul do Filho Morto e Bangalô , de Marcelo Mirisola (Cotovia), por Ana Cristina Leonardo – Mulher de Porto Pim , de Antonio Tabucchi (D. Quixote), por Pedro Mexia – Dezassete Sonetos Eróticos e Fesceninos , de Tiago Veiga (Simples Mente), por José Mário Silva – Por Mão Própria , de Luís Carmelo (Abysmo), por José Mário Silva – A Factura , de Jonas Karlsson (Alfaguara), por José Guardado Moreira – ReVisão , de Vários Autores (Chili com Carne), por Sara Figueiredo Costa – A Nova Odisseia , de Patrick Kingsley (Relógio d’Água), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:11 de Sexta-feira, 12 de Agosto de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Conversa com o escritor brasileiro Marcelo Mirisola, a propósito dos livros O Azul do Filho Morto e Bangalô (Cotovia), por Ana Cristina Leonardo – Não se pode morar nos olhos de um gato , de Ana Margarida de Carvalho (Teorema), por José Mário Silva – Rio do Esquecimento , de Isabel Rio Novo (D. Quixote), por Luísa Mellid-Franco – As Torrentes da Primavera , de Ernest Hemingway (Livros do Brasil), por Pedro Mexia – Cinco Esquinas , de Mario Vargas Llosa (Quetzal), por José Guardado Moreira – O Sentido da Vida Humana , de Edward O. Wilson (Clube do Autor), por Virgílio Azevedo – Olho do Tu , de Rui Nuno Vaz Tomé (Douda Correria), por José Mário Silva – Direito a Ofender , de Mick Hume (Tinta da China), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:36 de Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016 para o arquivo Geral . | 1 comentário Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – O Ruído do Tempo , de Julian Barnes (Quetzal), por José Mário Silva – São Luís dos Portugueses em Chamas , de Tatiana Faia (Enfermaria 6), por Pedro Mexia – De Mal a Pior , de Vasco Pulido Valente (D. Quixote), por Luís M. Faria – Ruídos e Motins , de João Rasteiro (Palimage), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:12 de Sexta-feira, 29 de Julho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Artigo sobre o regresso de colecções antigas (Vampiro, Livros RTP, Plural) e criação de novas (Livros Amarelos), por José Mário Silva – Manual para Mulheres de Limpeza , de Lucia Berlin (Alfaguara), por Pedro Mexia – À Beira da Água , de Paul Bowles (Quetzal), por Luís M. Faria – O Amor em Lobito Bay , de Lídia Jorge (D. Quixote), por José Mário Silva – A Maçã de Cézanne… e Eu , de D.H. Lawrence (Sistema Solar), por José Guardado Moreira – A Liga dos Cavalheiros Extraordinários: Século , de Alan Moore e Kevin O’Neill (Devir), por Sara Figueiredo Costa – Faróis Acesos À Procura do Oceano , de Pablo García Casado (Do Lado Esquerdo), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:34 de Sexta-feira, 22 de Julho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – O caso do camarada Tulaev , de Victor Serge (E-primatur), por Luís M. Faria – Dez de Dezembro , de George Saunders (Ítaca), por Pedro Mexia – Corações Irritáveis , de João Paulo Guerra (Clube do Autor), por António Loja Neves – Deus Ajude a Criança , de Toni Morrison (Presença), por José Mário Silva – Rumo ao Mar Branco , de Malcolm Lowry (Livros do Brasil), por José Guardado Moreira – Antes da Iluminação , de Mariano Alejandro Ribeiro (Mariposa Azual), por José Mário Silva – Kallocaína , de Karin Boye (Antígona), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:26 de Sexta-feira, 15 de Julho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Um Copo de Cólera , de Raduan Nassar (Companhia das Letras), por Pedro Mexia – História do Espelho , de Sabine Melchior-Bonnet (Orfeu Negro), por Celso Martins – Anunciações , de Maria Teresa Horta (Dom Quixote), por José Mário Silva – Tudo pelo Poder , de Rui Cardoso (Matéria-Prima), por António Loja Neves – O Eterno Marido , de Fiódor Dostoievski (Presença), por Luís M. Faria – Os Jardins de Luz , de Amin Maalouf (Marcador), por José Guardado Moreira – Dramas de Companhia , de André Domingues (Companhia das Ilhas), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:41 de Sexta-feira, 8 de Julho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Um mapa literário Ler e Ver Lisboa Autores: Vários Editora: Associação Prado/EGEAC N.º de páginas: 191 ISBN: 978-989-20-6669-1 Ano de publicação: 2016 Nos últimos anos, à medida que a capital foi sendo invadida por turistas, surgiram muitos livros sobre Lisboa e os seus segredos históricos, gastronómicos, culturais, etc. Nenhum tão inventivo e original como este guia literário que reúne 20 escritores e 20 artistas plásticos, empenhados em sobrepor um mapa imaginário ao mapa real. Mais geométricas ou mais figurativas, as ilustrações de Alex Gozblau, André Carrilho, Bárbara Assis Pacheco ou Bernardo Carvalho são um regalo para a vista. A principal riqueza do volume, porém, está nas ficções em prosa, que «acrescentam Lisboa a Lisboa, tornam-na mais densa». Patrícia Portela desce às galerias romanas. Rui Cardoso Martins dá voz à estátua de Fernão de Magalhães, na Praça do Chile. Gonçalo M. Tavares faz-nos subir e descer as Escadinhas do Duque. Joana Bértholo recorre ao Google Street View. Kalaf deambula pela Avenida Almirante Reis. Sandro William Junqueira senta-se no eléctrico 28, ao lado de uma grávida abandonada. Rui Zink conduz uma castiça perseguição policial até à belíssima igreja de São Domingos, «pérola de Lisboa e do mundo». Estas e as outras histórias, em vez de descrever a cidade, reinventam-na. Mais não se pode pedir. Avaliação: 7,5/10 [Texto publicado na revista E , do semanário Expresso ] publicou o Bibliotecário de Babel às 12:40 de Terça-feira, 5 de Julho de 2016 para o arquivo Críticas . | Comentários fechados em Um mapa literário Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Sugestões de Verão, por José Guardado Moreira, José Mário Silva, Luís M. Faria e Pedro Mexia – Casos de Direito Galáctico e Outros Textos Esquecidos , de Mário-Henrique Leiria (E-Primatur), por José Mário Silva – Lacre – Traduções e Versões de Poesia , de Vasco Gato (Língua Morta), por Pedro Mexia – Psiquiatras – Uma História por Contar , de Jeffrey A. Lieberman (Temas e Debates), por Luís M. Faria – Narciso e Goldmund , de Hermann Hesse (Dom Quixote), por José Guardado Moreira – Marco Paulo é a Minha Religião , de Popedelrey e João Tércio (El Pep), por Sara Figueiredo Costa – Guadalupe , de Angélica Freitas e Odyr (Polvo), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:37 de Sexta-feira, 1 de Julho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Chega de Saudade , de Ruy Castro (Tinta da China), por José Mário Silva – Tempos Difíceis , de Charles Dickens (e-Primatur), por Luís M. Faria – Não Faças Mal , de Henry Marsh (Lua de Papel), por José Mário Silva – A Conspiração Cellamare , de Nuno Júdice (Dom Quixote), por Pedro Mexia – O Espião de Austerlitz , de Laurent Joffrin (Gradiva), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:12 de Sexta-feira, 24 de Junho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Conversa com Ruy Castro a propósito do livro Chega de Saudade (Tinta da China), por José Mário Silva – Os Vampiros , de Filipe Melo e Juan Cavia (Tinta da China), por José Mário Silva – Os Dez Livros de Santiago Boccanegra , de Pedro Marta Santos (Teorema), por Luísa Mellid-Franco – Doce Carícia , de William Boyd (Dom Quixote), por Luís M. Faria – O Curso do Amor , de Alain de Botton (Dom Quixote), por Cristina Peres – Senhor Roubado , de Raquel Nobre Guerra (Douda Correria), por Pedro Mexia – Tão, Tão Grande , de Catarina Sobral (Orfeu Negro), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:31 de Sexta-feira, 17 de Junho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Um cisne negro A Coleção Privada de Acácio Nobre Autor: Patrícia Portela Editora: Caminho N.º de páginas: 223 ISBN: 978-972-21-279-12 Ano de publicação: 2016 Quem é Acácio Nobre? Um fantasma? Uma singularidade quântica? Um homem invisível, sem rasto palpável, mas que mexeu nos cordelinhos do mundo? A leitura do novo livro de Patrícia Portela não oferece respostas definitivas. só mais perguntas, dúvidas, questionamentos. O mais seguro é dizer que se trata de um «cisne negro», segundo a teoria que defende serem brancos todos os cisnes «até ao momento em que um (basta um!) primeiro cisne negro apareça». Pelo simples facto de se materializar na escrita hiper-criativa de Patrícia Portela, Acácio Nobre passa a existir. Se foi real, se foi de carne e osso, eis uma questão menor, para não dizer inoportuna. O fio desta história começa a desenrolar-se, muito pessoanamente, com a descoberta de uma arca na cave dos avós da autora, em 1999. Lá dentro, centenas de textos e projectos de um homem esquecido pela História, em larga medida por vontade própria. Nascido provavelmente em 1869, ele atravessará todos os sobressaltos do século XX, até se apagar, quase centenário, vítima de um tiro perdido que o atinge em cheio nos testículos, em pleno Maio de 68 parisiense, caminhando pelo Quartier Latin como se estivesse no Chiado, à procura de ver «passar uma revolução antes de morrer». Embora dela só conheçamos uma ínfima parte, por entre extensos hiatos, a sua vida abunda em momentos altos: trocou correspondência com Melville, cruzou-se com Einstein e Picasso, foi compincha de Pessoa e amigo íntimo de Mário de Sá-Carneiro, passou pelas trincheiras da I Guerra Mundial e pelos ficheiros da PIDE (que o vigiava de perto), criou puzzles geométricos durante décadas, e tentou de mil maneiras introduzir os Kindergarten de Fröbel em Portugal, por acreditar que a educação artística precoce seria a única forma de fazer o país entrar na modernidade. O espólio que Patrícia Portela descobriu na arca de Acácio (nome que, em latim, significa «aquele que não tem maldade») é quase tão caótica como a sua existência. Esforçadamente, a autora classifica os materiais, organiza-os, contextualiza-os, capricha nos fac-similes . O que emerge, pouco a pouco, é a imagem de um visionário que esteve sempre deslocado do tempo em que vivia, mas ainda assim consegue antecipar as grandes mudanças e rupturas levadas a cabo pelas vanguardas artísticas, algo que certamente ficaria inscrito na sua muito inventiva «árvore genealógica da arte», se alguma vez ela tivesse deixado o campo das meras intenções. A esmagadora maioria das obras de Acácio Nobre não são obras propriamente ditas, mas projectos, sonhos deixados em esboço. É o caso de uma máquina do tempo, denominada ‘Lepidóptero’, que funcionaria por «exclusão das horas através do sono, da meditação, da levitação, do voo picado e da metamorfose». Ou da proposta de «reurbanização do Chiado através da alteração radical da sua banda sonora», uma ideia que viria a ser materializada por Patrícia Portela, sob a forma de instalação/performance, em 2009. De certa forma, Acácio Nobre só sai da sombra pela mão de Portela. É ela que o arranca a um anonimato procurado de forma quase obsessiva. Uma vontade de não ser fixado na ordem do mundo. Apesar de ter vivido quase um século, não sobraram dele quaisquer fotografias (suspeita-se apenas que possa constar de um retrato de grupo, encontrado no espólio de José Pacheko). Nas muitas deambulações por paragens longínquas, que o levaram a Rudolstadt e a Baku, transportava consigo um pesado fonógrafo, «para gravar o ruído da sua ausência em diferentes lugares». Tudo indícios de uma atitude de desdém perante a posteridade, sublinhada de resto num dos «objectivos prioritários» do Clube dos Amigos de Acácio Nobre: «Assegurar que as suas obras se mantêm dispersas e passíveis de serem reencontradas e perdidas vezes sem conta». É precisamente isso que acontece durante a leitura deste livro-enigma, quebra-cabeças capaz de pedir meças aos engenhosos puzzles geométricos de Acácio Nobre. Reencontramos e perdemos vezes sem conta o fio à meada. Tão depressa lamentamos não encontrar mais exemplos da «arte minúscula» (que só se consegue observar ao microscópio), como nos entusiasmamos com o relato pejado de palavrões da amante, Alva, exemplo caricato de nobreza traída pela síndrome de Tourette. Ou nos deliciamos com os labirintos retóricos das gigantescas notas de rodapé. Fragmentária e quase impalpável, coisa em potência mais do que coisa real, a obra de Acácio Nobre não se esgota neste livro desafiante. Ela continuará a assombrar o trabalho futuro de Patrícia Portela, de quem esperamos que continue a mergulhar na arca acaciana, à procura de notas rabiscadas em guardanapos de papel e, quem sabe, desse dicionário perdido que permitiria descodificar um promissor manifesto encriptado. Mas o que gostaríamos mesmo, embora talvez seja pedir muito, é que Portela exumasse o livro de ficção científica publicado por A. N. em 1902 ( Memórias de um Androide Que Sonha com Mosquitos Elétricos ). ou então o Diário Retrospectivo , texto «em rewind , do fim para o princípio, com Nobre a admitir que só «escrevendo para trás posso fazer frente à minha época». Avaliação: 8/10 [Texto publicado na revista E , do semanário Expresso ] publicou o Bibliotecário de Babel às 16:37 de Terça-feira, 14 de Junho de 2016 para o arquivo Críticas . Tags: Patrícia Portela | 1 comentário Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Henry Marsh a propósito do livro Não Faças Mal (Lua de Papel), por José Mário Silva – Entrevista com Alain de Botton, a propósito do livro O Curso do Amor (Dom Quixote), por Cristina Peres – A Coleção Privada de Acácio Nobre , de Patrícia Portela (Caminho), por José Mário Silva – A Vida no Campo , de Joel Neto (Marcador), por Pedro Mexia – O Peso do Coração , de Rosa Montero (Porto Editora), por José Guardado Moreira – Balbúrdia , de Teresa Cortez (Pato Lógico), por Sara Figueiredo Costa – Gritante Justiça , de António de Almeida Santos (Dom Quixote), por Luísa Pinto Teixeira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:24 de Quinta-feira, 9 de Junho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com John Banville a propósito do livro A Guitarra Azul (Porto Editora) e respectiva recensão, por José Mário Silva – A Invenção da Natureza , de Andrea Wolf (Temas e Debates), por Luís M. Faria – Cassandra , de Christa Wolf (Cotovia), por Cristina Peres – O Leão de Belfort , de Alexandre Andrade (Relógio d’Água), por Pedro Mexia – Velhas Traições , de Olen Steinhauer (Bertrand), por José Guardado Moreira – A Dor Concreta , de António Carlos Cortez (Tinta da China), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:19 de Sexta-feira, 3 de Junho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Conversa com Delphine de Vigan, a propósito do livro A Partir de uma História Verdadeira (Quetzal), por José Mário Silva – Histórias Curtas , de Rubem Fonseca (Sextante), por Pedro Mexia – Esquerda e Direita em Portugal , de Luís Reto e Jorge de Sá (Livros Horizonte), por Filipe Santos Costa – A Grande Evasão , de Angus Deaton (Presença), por Luís M. Faria – Regresso ao Paraíso , de Germano Almeida (Caminho), por Carlos Bessa – Ver no Escuro , de Cláudia R. Sampaio (Tinta da China), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:14 de Sexta-feira, 27 de Maio de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Hoje na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com José Eduardo Agualusa, por José Mário Silva – M Train , de Patti Smith (Quetzal), por Alexandra Carita – Novelas Exemplares , de Miguel de Cervantes (Bertrand), por Luís M. 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Faria – O Avesso do Império , de Henrique Segurado (Edição do Autor), por Manuel de Freitas publicou o Bibliotecário de Babel às 20:35 de Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Sugestões de Natal, por José Guardado Moreira, José Mário Silva, Luís M. Faria e Pedro Mexia – A Doença, o Sofrimento e a Morte entram num Bar , de Ricardo Araújo Pereira (Tinta da China), por José Mário Silva – Poesia , de Eucanaã Ferraz (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), por Pedro Mexia publicou o Bibliotecário de Babel às 20:26 de Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – A Biblioteca à Noite , de Alberto Manguel (Tinta da China), por José Mário Silva – Vida de Ramon , de Luísa Costa Gomes (D. Quixote), por Luísa Mellid-Franco – A Sul de Nenhum Norte , de Charles Bukowski (Alfaguara), por Pedro Mexia – O que não é teu não é teu , de Helen Oyeyemi (Elsinore), por Luís M. Faria – O Tempo dos Assassinos , de Henry Miller (Antígona), por José Guardado Moreira – A Felicidade da Luz , de António Osório (Assírio & Alvim), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:43 de Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Cinco Séculos à Mesa – 50 Receitas com História , de Guida Cândido (D. Quixote), por Alexandra Carita – Marienbad Eléctrico , de Enrique Vila-Matas (Teodolito), por José Mário Silva – Tudo o que Existe Louvará , de Adélia Prado (Assírio & Alvim), por Pedro Mexia – Manual de Cardiologia , de Fernando Pinto do Amaral (D. Quixote), por José Mário Silva – O Coração do Homem , de Jón Kalman Stefánsson (Cavalo de Ferro), por José Guardado Moreira – Negócios da China , de Anabela Campos e Isabel Vicente (Oficina do Livro), por Jorge Nascimento Rodrigues publicou o Bibliotecário de Babel às 20:27 de Sexta-feira, 18 de Novembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Karl Ove Knausgard, a propósito do livro No Outono (Relógio d’Água), por Cristina Margato – Lançamento , de Margarida Vale de Gato (Douda Correria), por Pedro Mexia – Correspondência 1949-1978 , de Jorge de Sena e Eugénio de Andrade (Guerra & Paz), por Luís M. Faria – Hinário Nacional , de Marcello Quintanilha (Polvo), por José Mário Silva – Ahab e a Baleia Branca , de Manuel Marsol (Orfeu Negro), por Sara Figueiredo Costa – Caderno de Educação Financeira 2 , de Vários autores (Trinta por uma Linha), por Carolina Reis – O Crepúsculo em Itália , de D. H. Lawrence (Tinta da China), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:41 de Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Bandolim , de Adília Lopes (Assírio & Alvim), por José Mário Silva – Boca Bilingue , de Ruy Belo (Assírio & Alvim), por Pedro Mexia – Estranha Guerra de Uso Comum , de Paulo Faria (Ítaca), por Ana Cristina Leonardo – Cronologias do Portugal Contemporâneo – 1960-2015 , de Vário autores (Círculo de Leitores), por José Pedro Castanheira – Obra Completa de Ricardo Reis , de Fernando Pessoa (Tinta da China), por Luís M. Faria – Uma Estranheza em Mim , de Orhan Pamuk (Presença), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:34 de Sexta-feira, 4 de Novembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Adónis, por Pedro Mexia – O Massacre Português de Wiriamu, Moçambique 1972 , de Mustafah Dhada (Tinta da China), por José Pedro Castanheira – Prantos, Amores e outros Desvarios , de Teolinda Gersão (Porto Editora), por José Mário Silva – Sete Anos Bons , de Etgar Keret (Sextante), por José Guardado Moreira – O Árabe do Futuro 2 , de Riad Sattouf (Teorema), por José Mário Silva – As Ilhas Gregas , de Lawrence Durrell (Relógio d’Água), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:32 de Sexta-feira, 28 de Outubro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Albrecht Koschorke, autor de O ‘Mein Kampf’ de Adolf Hitler, uma Leitura Crítica (Cavalo de Ferro), por Joana Azevedo Viana – Texto sobre a atribuição do Nobel de Literatura a Bob Dylan, por João Lisboa – Numa Casca de Noz , de Ian McEwan (Gradiva), por José Mário Silva – Ficar na Cama , de G. K. Chesterton (Relógio d’Água), por Luís M. Faria – Estrada Nacional , de Rui Lage (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), por Pedro Mexia – O Luto é a Coisa com Penas , de Max Porter (Elsinore), por José Mário Silva – Karen , de Ana Teresa Pereira (Relógio d’Água), por Manuel de Freitas – O Caminho de Ulisses , de Ben Pastor (Clube do Autor), por José Guardado Moreira – Os Hóspedes , de Sarah Waters (Bizâncio), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:25 de Sexta-feira, 21 de Outubro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com David Lodge, por Luís M. Faria – O Túnel de Pombos – Histórias da Minha Vida , de John Le Carré (D. Quixote), por Cristina Margato – A Vida como Ela É e O Homem Fatal , de Nelson Rodrigues (Tinta da China), por José Mário Silva – Para Aquela que Está no Sentada no Escuro à Minha Espera , de António Lobo Antunes (D. Quixote), por José Mário Silva – Histórias Aquáticas , de Joseph Conrad (Sistema Solar), por Pedro Mexia – Trinta e Oito e Meio , de Maria Ribeiro (Tinta da China), por António Loja Neves publicou o Bibliotecário de Babel às 20:38 de Sexta-feira, 14 de Outubro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Salman Rushdie, por José Mário Silva – Bíblia, Livro I – Novo Testamento, os Quatro Evangelhos , tradução de Frederico Lourenço (Quetzal), por António Marujo – Lavoura Arcaica , de Raduan Nassar (Companhia das Letras), por Pedro Mexia – Homens Bons , de Arturo Pérez-Reverte (ASA), por José Mário Silva – O Intervalo do Tempo , de Jeannete Winterson (Bertrand), por José Guardado Moreira – Avelina , de José Vilhena (E-Primatur), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:30 de Sexta-feira, 7 de Outubro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Arturo Pérez-Reverte, a própósito de Homens Bons (ASA), por José Mário Silva – O Comboio do Luxemburgo , de Irene Flunser Pimentel e Margarida de Magalhães Ramalho (A Esfera dos Livros), por Luciana Leiderfarb – Revista Relações Internacionais , n.º 50, de vários autores (Instituto Português de Relações Internacionais), por Manuela Goucha Soares – Paris-Austerlitz , de Rafael Chirbes (Assírio & Alvim), por José Mário Silva – A Vegetariana , de Han Kang (D. Quixote), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:20 de Sexta-feira, 30 de Setembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Mario Vargas Llosa, por Luciana Leiderfarb – Entrevista com Mathias Énard, a própósito de Bússola (D. Quixote), por José Mário Silva – Num Estado Livre , de V. S. Naipaul (Quetzal), por José Mário Silva – A Conquista das Almas , de Aniceto Afonso e Carlos Matos Gomes (Tinta da China), por António Loja Neves – O Mito de Sísifo , de Albert Camus (Livros do Brasil), por Pedro Mexia – Os Anjos Bons da Nossa Natureza , de Steven Pinker (Relógio d’Água), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:14 de Sexta-feira, 23 de Setembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Bússola , de Mathias Énard (D. Quixote), por José Mário Silva – O Czar do Amor e do Tecno , de Anthony Marra (Teorema), por Luís M. Faria – Crash , de J. G. Ballard (Elsinore), por Pedro Mexia – O Capitão Saiu para Almoçar e o Marinheiros Tomaram o Navio , de Charles Bukovsky (Alfaguara), por José Guardado Moreira – Espanha , de Jan Morris (Tinta da China), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:07 de Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Frederico Lourenço, a propósito da nova tradução da Bíblia (Quetzal), por Cristina Margato – Ronda das Mil Belas em Frol , de Mário de Carvalho (Porto Editora), por José Mário Silva – Panama Papers- A História de um Escândalo Mundial , de Bastian Obermayer e Frederik Obermaier (Objectiva), por Luís M. Faria – história do século vinte , de José Gardeazabal (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), por José Mário Silva – Musa/O Búzio de Cós , de Sophia de Mello Breyner Andresen (Assírio & Alvim), por Pedro Mexia – Goa – Ida e Volta , de Artur Henriques (Abysmo), por Manuela Goucha Soares – Conta-quilómetros , de Madalena Matoso (Planeta Tangerina), por Sara Figueiredo Costa – O Homem que Matou Sherlock Holmes , de Graham Moore (Suma de Letras), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:29 de Sexta-feira, 9 de Setembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Conversa com José Gardeazabal, a propósito de história do século vinte (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), por José Mário Silva – A Rota da Porcelana , de Edmund de Waal (Sextante), por José Mário Silva – Conquistadores , de Roger Crowley (Presença), por Virgílio Azevedo – Será que os androides sonham com ovelhas eléctricas? , de Philip K. Dick (Relógio d’Água), por Pedro Mexia – Luz em Agosto , de William Faulkner (D. Quixote), por Luís M. Faria – O Livro , de Zoran Zivkovic (Cavalo de Ferro), por José Guardado Moreira – Casa de Férias com Piscina , de Herman Koch (Alfaguara), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:37 de Sexta-feira, 2 de Setembro de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Centenário de Mário Dionísio e edição da sua Poesia Completa (Imprensa Nacional-Casa da Moeda), por José Mário Silva – As Rochas , de Peter Nichols (Marcador), por Luís M. Faria – A Salvação do Belo , de Byung-Chul Han (Relógio d’Água), por José Mário Silva – Afonso de Albuquerque – Corte, Cruzada e Império , de Alexandra Pelúcia (Temas e Debates), por Luísa Pinto Teixeira – O Fogo-Fátuo , de Drieu La Rochelle (Sistema Solar), por Pedro Mexia – Contra as Ordens de Salazar , de Pedro Prostes da Fonseca (Matéria Prima), por Alexandra Carita – Sangue Azul Gelado , de Iúri Buida (Gradiva), por José Guardado Moreira – Deixar Aleppo , de Manuela Niza Ribeiro (Althum.com), por Luísa Mellid-Franco publicou o Bibliotecário de Babel às 20:07 de Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Macaco Infinto , de Manuel Jorge Marmelo (Quetzal), por José Mário Silva – Bruma Luminosíssima , de Luís Falcão (Artefacto), por Pedro Mexia – Sonetos Completos , de Antero de Quental (Artes & Letras), por Carlos Bessa – O Maior Bem que Podemos Fazer , de Peter Singer (Edições 70), por Luís M. Faria – Brincadeiras Vagas a Boneca , de Paul Éluard (Ignota/Sr. Teste), por Manuel de Freitas – O Dom da Palavra , de Catarina Nunes de Almeida e João Concha (não (edições)), por Sara Figueiredo Costa – Viagens com o Charley , de John Steinbeck (Livros do Brasil), por José Guardado Moreira – Fredo , de Ricardo Fonseca Mota (Gradiva), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:00 de Sexta-feira, 19 de Agosto de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Conversa com Ricardo Fonseca Mota, a propósito do romance Fredo (Gradiva), vencedor do Prémio Agustina Bessa-Luís 2015, por José Mário Silva – O Azul do Filho Morto e Bangalô , de Marcelo Mirisola (Cotovia), por Ana Cristina Leonardo – Mulher de Porto Pim , de Antonio Tabucchi (D. Quixote), por Pedro Mexia – Dezassete Sonetos Eróticos e Fesceninos , de Tiago Veiga (Simples Mente), por José Mário Silva – Por Mão Própria , de Luís Carmelo (Abysmo), por José Mário Silva – A Factura , de Jonas Karlsson (Alfaguara), por José Guardado Moreira – ReVisão , de Vários Autores (Chili com Carne), por Sara Figueiredo Costa – A Nova Odisseia , de Patrick Kingsley (Relógio d’Água), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:11 de Sexta-feira, 12 de Agosto de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Conversa com o escritor brasileiro Marcelo Mirisola, a propósito dos livros O Azul do Filho Morto e Bangalô (Cotovia), por Ana Cristina Leonardo – Não se pode morar nos olhos de um gato , de Ana Margarida de Carvalho (Teorema), por José Mário Silva – Rio do Esquecimento , de Isabel Rio Novo (D. Quixote), por Luísa Mellid-Franco – As Torrentes da Primavera , de Ernest Hemingway (Livros do Brasil), por Pedro Mexia – Cinco Esquinas , de Mario Vargas Llosa (Quetzal), por José Guardado Moreira – O Sentido da Vida Humana , de Edward O. Wilson (Clube do Autor), por Virgílio Azevedo – Olho do Tu , de Rui Nuno Vaz Tomé (Douda Correria), por José Mário Silva – Direito a Ofender , de Mick Hume (Tinta da China), por Luís M. Faria publicou o Bibliotecário de Babel às 20:36 de Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016 para o arquivo Geral . | 1 comentário Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – O Ruído do Tempo , de Julian Barnes (Quetzal), por José Mário Silva – São Luís dos Portugueses em Chamas , de Tatiana Faia (Enfermaria 6), por Pedro Mexia – De Mal a Pior , de Vasco Pulido Valente (D. Quixote), por Luís M. Faria – Ruídos e Motins , de João Rasteiro (Palimage), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:12 de Sexta-feira, 29 de Julho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Artigo sobre o regresso de colecções antigas (Vampiro, Livros RTP, Plural) e criação de novas (Livros Amarelos), por José Mário Silva – Manual para Mulheres de Limpeza , de Lucia Berlin (Alfaguara), por Pedro Mexia – À Beira da Água , de Paul Bowles (Quetzal), por Luís M. Faria – O Amor em Lobito Bay , de Lídia Jorge (D. Quixote), por José Mário Silva – A Maçã de Cézanne… e Eu , de D.H. Lawrence (Sistema Solar), por José Guardado Moreira – A Liga dos Cavalheiros Extraordinários: Século , de Alan Moore e Kevin O’Neill (Devir), por Sara Figueiredo Costa – Faróis Acesos À Procura do Oceano , de Pablo García Casado (Do Lado Esquerdo), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:34 de Sexta-feira, 22 de Julho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – O caso do camarada Tulaev , de Victor Serge (E-primatur), por Luís M. Faria – Dez de Dezembro , de George Saunders (Ítaca), por Pedro Mexia – Corações Irritáveis , de João Paulo Guerra (Clube do Autor), por António Loja Neves – Deus Ajude a Criança , de Toni Morrison (Presença), por José Mário Silva – Rumo ao Mar Branco , de Malcolm Lowry (Livros do Brasil), por José Guardado Moreira – Antes da Iluminação , de Mariano Alejandro Ribeiro (Mariposa Azual), por José Mário Silva – Kallocaína , de Karin Boye (Antígona), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:26 de Sexta-feira, 15 de Julho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Um Copo de Cólera , de Raduan Nassar (Companhia das Letras), por Pedro Mexia – História do Espelho , de Sabine Melchior-Bonnet (Orfeu Negro), por Celso Martins – Anunciações , de Maria Teresa Horta (Dom Quixote), por José Mário Silva – Tudo pelo Poder , de Rui Cardoso (Matéria-Prima), por António Loja Neves – O Eterno Marido , de Fiódor Dostoievski (Presença), por Luís M. Faria – Os Jardins de Luz , de Amin Maalouf (Marcador), por José Guardado Moreira – Dramas de Companhia , de André Domingues (Companhia das Ilhas), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:41 de Sexta-feira, 8 de Julho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Um mapa literário Ler e Ver Lisboa Autores: Vários Editora: Associação Prado/EGEAC N.º de páginas: 191 ISBN: 978-989-20-6669-1 Ano de publicação: 2016 Nos últimos anos, à medida que a capital foi sendo invadida por turistas, surgiram muitos livros sobre Lisboa e os seus segredos históricos, gastronómicos, culturais, etc. Nenhum tão inventivo e original como este guia literário que reúne 20 escritores e 20 artistas plásticos, empenhados em sobrepor um mapa imaginário ao mapa real. Mais geométricas ou mais figurativas, as ilustrações de Alex Gozblau, André Carrilho, Bárbara Assis Pacheco ou Bernardo Carvalho são um regalo para a vista. A principal riqueza do volume, porém, está nas ficções em prosa, que «acrescentam Lisboa a Lisboa, tornam-na mais densa». Patrícia Portela desce às galerias romanas. Rui Cardoso Martins dá voz à estátua de Fernão de Magalhães, na Praça do Chile. Gonçalo M. Tavares faz-nos subir e descer as Escadinhas do Duque. Joana Bértholo recorre ao Google Street View. Kalaf deambula pela Avenida Almirante Reis. Sandro William Junqueira senta-se no eléctrico 28, ao lado de uma grávida abandonada. Rui Zink conduz uma castiça perseguição policial até à belíssima igreja de São Domingos, «pérola de Lisboa e do mundo». Estas e as outras histórias, em vez de descrever a cidade, reinventam-na. Mais não se pode pedir. Avaliação: 7,5/10 [Texto publicado na revista E , do semanário Expresso ] publicou o Bibliotecário de Babel às 12:40 de Terça-feira, 5 de Julho de 2016 para o arquivo Críticas . | Comentários fechados em Um mapa literário Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Sugestões de Verão, por José Guardado Moreira, José Mário Silva, Luís M. Faria e Pedro Mexia – Casos de Direito Galáctico e Outros Textos Esquecidos , de Mário-Henrique Leiria (E-Primatur), por José Mário Silva – Lacre – Traduções e Versões de Poesia , de Vasco Gato (Língua Morta), por Pedro Mexia – Psiquiatras – Uma História por Contar , de Jeffrey A. Lieberman (Temas e Debates), por Luís M. Faria – Narciso e Goldmund , de Hermann Hesse (Dom Quixote), por José Guardado Moreira – Marco Paulo é a Minha Religião , de Popedelrey e João Tércio (El Pep), por Sara Figueiredo Costa – Guadalupe , de Angélica Freitas e Odyr (Polvo), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:37 de Sexta-feira, 1 de Julho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Chega de Saudade , de Ruy Castro (Tinta da China), por José Mário Silva – Tempos Difíceis , de Charles Dickens (e-Primatur), por Luís M. Faria – Não Faças Mal , de Henry Marsh (Lua de Papel), por José Mário Silva – A Conspiração Cellamare , de Nuno Júdice (Dom Quixote), por Pedro Mexia – O Espião de Austerlitz , de Laurent Joffrin (Gradiva), por José Guardado Moreira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:12 de Sexta-feira, 24 de Junho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Conversa com Ruy Castro a propósito do livro Chega de Saudade (Tinta da China), por José Mário Silva – Os Vampiros , de Filipe Melo e Juan Cavia (Tinta da China), por José Mário Silva – Os Dez Livros de Santiago Boccanegra , de Pedro Marta Santos (Teorema), por Luísa Mellid-Franco – Doce Carícia , de William Boyd (Dom Quixote), por Luís M. Faria – O Curso do Amor , de Alain de Botton (Dom Quixote), por Cristina Peres – Senhor Roubado , de Raquel Nobre Guerra (Douda Correria), por Pedro Mexia – Tão, Tão Grande , de Catarina Sobral (Orfeu Negro), por José Mário Silva publicou o Bibliotecário de Babel às 20:31 de Sexta-feira, 17 de Junho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Um cisne negro A Coleção Privada de Acácio Nobre Autor: Patrícia Portela Editora: Caminho N.º de páginas: 223 ISBN: 978-972-21-279-12 Ano de publicação: 2016 Quem é Acácio Nobre? Um fantasma? Uma singularidade quântica? Um homem invisível, sem rasto palpável, mas que mexeu nos cordelinhos do mundo? A leitura do novo livro de Patrícia Portela não oferece respostas definitivas. só mais perguntas, dúvidas, questionamentos. O mais seguro é dizer que se trata de um «cisne negro», segundo a teoria que defende serem brancos todos os cisnes «até ao momento em que um (basta um!) primeiro cisne negro apareça». Pelo simples facto de se materializar na escrita hiper-criativa de Patrícia Portela, Acácio Nobre passa a existir. Se foi real, se foi de carne e osso, eis uma questão menor, para não dizer inoportuna. O fio desta história começa a desenrolar-se, muito pessoanamente, com a descoberta de uma arca na cave dos avós da autora, em 1999. Lá dentro, centenas de textos e projectos de um homem esquecido pela História, em larga medida por vontade própria. Nascido provavelmente em 1869, ele atravessará todos os sobressaltos do século XX, até se apagar, quase centenário, vítima de um tiro perdido que o atinge em cheio nos testículos, em pleno Maio de 68 parisiense, caminhando pelo Quartier Latin como se estivesse no Chiado, à procura de ver «passar uma revolução antes de morrer». Embora dela só conheçamos uma ínfima parte, por entre extensos hiatos, a sua vida abunda em momentos altos: trocou correspondência com Melville, cruzou-se com Einstein e Picasso, foi compincha de Pessoa e amigo íntimo de Mário de Sá-Carneiro, passou pelas trincheiras da I Guerra Mundial e pelos ficheiros da PIDE (que o vigiava de perto), criou puzzles geométricos durante décadas, e tentou de mil maneiras introduzir os Kindergarten de Fröbel em Portugal, por acreditar que a educação artística precoce seria a única forma de fazer o país entrar na modernidade. O espólio que Patrícia Portela descobriu na arca de Acácio (nome que, em latim, significa «aquele que não tem maldade») é quase tão caótica como a sua existência. Esforçadamente, a autora classifica os materiais, organiza-os, contextualiza-os, capricha nos fac-similes . O que emerge, pouco a pouco, é a imagem de um visionário que esteve sempre deslocado do tempo em que vivia, mas ainda assim consegue antecipar as grandes mudanças e rupturas levadas a cabo pelas vanguardas artísticas, algo que certamente ficaria inscrito na sua muito inventiva «árvore genealógica da arte», se alguma vez ela tivesse deixado o campo das meras intenções. A esmagadora maioria das obras de Acácio Nobre não são obras propriamente ditas, mas projectos, sonhos deixados em esboço. É o caso de uma máquina do tempo, denominada ‘Lepidóptero’, que funcionaria por «exclusão das horas através do sono, da meditação, da levitação, do voo picado e da metamorfose». Ou da proposta de «reurbanização do Chiado através da alteração radical da sua banda sonora», uma ideia que viria a ser materializada por Patrícia Portela, sob a forma de instalação/performance, em 2009. De certa forma, Acácio Nobre só sai da sombra pela mão de Portela. É ela que o arranca a um anonimato procurado de forma quase obsessiva. Uma vontade de não ser fixado na ordem do mundo. Apesar de ter vivido quase um século, não sobraram dele quaisquer fotografias (suspeita-se apenas que possa constar de um retrato de grupo, encontrado no espólio de José Pacheko). Nas muitas deambulações por paragens longínquas, que o levaram a Rudolstadt e a Baku, transportava consigo um pesado fonógrafo, «para gravar o ruído da sua ausência em diferentes lugares». Tudo indícios de uma atitude de desdém perante a posteridade, sublinhada de resto num dos «objectivos prioritários» do Clube dos Amigos de Acácio Nobre: «Assegurar que as suas obras se mantêm dispersas e passíveis de serem reencontradas e perdidas vezes sem conta». É precisamente isso que acontece durante a leitura deste livro-enigma, quebra-cabeças capaz de pedir meças aos engenhosos puzzles geométricos de Acácio Nobre. Reencontramos e perdemos vezes sem conta o fio à meada. Tão depressa lamentamos não encontrar mais exemplos da «arte minúscula» (que só se consegue observar ao microscópio), como nos entusiasmamos com o relato pejado de palavrões da amante, Alva, exemplo caricato de nobreza traída pela síndrome de Tourette. Ou nos deliciamos com os labirintos retóricos das gigantescas notas de rodapé. Fragmentária e quase impalpável, coisa em potência mais do que coisa real, a obra de Acácio Nobre não se esgota neste livro desafiante. Ela continuará a assombrar o trabalho futuro de Patrícia Portela, de quem esperamos que continue a mergulhar na arca acaciana, à procura de notas rabiscadas em guardanapos de papel e, quem sabe, desse dicionário perdido que permitiria descodificar um promissor manifesto encriptado. Mas o que gostaríamos mesmo, embora talvez seja pedir muito, é que Portela exumasse o livro de ficção científica publicado por A. N. em 1902 ( Memórias de um Androide Que Sonha com Mosquitos Elétricos ). ou então o Diário Retrospectivo , texto «em rewind , do fim para o princípio, com Nobre a admitir que só «escrevendo para trás posso fazer frente à minha época». Avaliação: 8/10 [Texto publicado na revista E , do semanário Expresso ] publicou o Bibliotecário de Babel às 16:37 de Terça-feira, 14 de Junho de 2016 para o arquivo Críticas . Tags: Patrícia Portela | 1 comentário Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com Henry Marsh a propósito do livro Não Faças Mal (Lua de Papel), por José Mário Silva – Entrevista com Alain de Botton, a propósito do livro O Curso do Amor (Dom Quixote), por Cristina Peres – A Coleção Privada de Acácio Nobre , de Patrícia Portela (Caminho), por José Mário Silva – A Vida no Campo , de Joel Neto (Marcador), por Pedro Mexia – O Peso do Coração , de Rosa Montero (Porto Editora), por José Guardado Moreira – Balbúrdia , de Teresa Cortez (Pato Lógico), por Sara Figueiredo Costa – Gritante Justiça , de António de Almeida Santos (Dom Quixote), por Luísa Pinto Teixeira publicou o Bibliotecário de Babel às 20:24 de Quinta-feira, 9 de Junho de 2016 para o arquivo Geral . | Comentários fechados em Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ Partilhar: Facebook Twitter Delicious DoMelhor Amanhã na secção de Livros da revista ‘E’ – Entrevista com John Banville a propósito do livro A Guitarra Azul (Porto Editora) e respectiva recensão, por José Mário Silva – A Invenção da Natureza , de Andrea Wolf (Temas e Debates), por Luís M. 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  José Sarney – Wikipédia, a enciclopédia livre José Sarney Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde abril de 2015) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( ... José Sarney – Wikipédia, a enciclopédia livre José Sarney Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre ... município, veja Presidente Sarney (Maranhão) . José Sarney 31.º Presidente do Brasil Período 15 de ... Assinatura José Sarney de Araújo Costa , [ 2 ] nascido José Ribamar Ferreira de Araújo Costa [ nota 3 ... | editar código-fonte ] José Sarney bacharelou-se em direito na Universidade Federal do Maranhão em 1953 ... ] Nascido em Pinheiro em 24 de abril de 1930, José Ribamar Ferreira de Araújo Costa é filho do casal CACHE

José Sarney – Wikipédia, a enciclopédia livre José Sarney Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes , mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde abril de 2015) . Por favor, insira mais referências no texto . Material sem fontes poderá ser removido . — Encontre fontes: Google ( notícias , livros e acadêmico ) Nota: 'Presidente Sarney' redireciona para este artigo. Para o município, veja Presidente Sarney (Maranhão) . José Sarney 31.º Presidente do Brasil Período 15 de março de 1985 [ nota 1 ] a 15 de março de 1990 Antecessor(a) João Figueiredo [ nota 2 ] Sucessor(a) Fernando Collor de Mello 20.º Vice-presidente do Brasil Período 15 de março de 1985 a 21 de abril de 1985 Presidente Tancredo Neves Antecessor(a) Aureliano Chaves Sucessor(a) Itamar Franco Presidente do Senado Federal do Brasil Período 1 de fevereiro de 2009 a 1 de fevereiro de 2013 Antecessor(a) Garibaldi Alves Filho Sucessor(a) Renan Calheiros Período 1 de fevereiro de 2003 a 1 de fevereiro de 2005 Antecessor(a) Ramez Tebet Sucessor(a) Renan Calheiros Período 1 de fevereiro de 1995 a 1 de fevereiro de 1997 Antecessor(a) Humberto Lucena Sucessor(a) Antônio Carlos Magalhães Senador pelo Amapá Período 1 de fevereiro de 1991 a 1 de fevereiro de 2015 Senador pelo Maranhão Período 1 de fevereiro de 1971 a 15 de março de 1985 48.º Governador do Maranhão Período 31 de janeiro de 1966 a 14 de maio de 1970 Vice-governador Antônio Dino Antecessor(a) Newton de Barros Belo Sucessor(a) Antônio Dino Dados pessoais Nascimento 24 de abril de 1930 (87 anos) Pinheiro , Maranhão Nacionalidade Brasileiro Alma mater Universidade Federal do Maranhão Cônjuge Marly Sarney (1952- presente ) Filhos Roseana Sarney Fernando Sarney Sarney Filho Partido PSD (1954-1958) UDN (1958-1965) ARENA (1965-1980) PDS (1980-1984) PMDB (1984- presente ) Religião Católica Profissão Advogado Jornalista Escritor Político Assinatura José Sarney de Araújo Costa , [ 2 ] nascido José Ribamar Ferreira de Araújo Costa [ nota 3 ] GCC • GColSE • GCIH ( Pinheiro , 24 de abril de 1930 ), é um advogado , político e escritor brasileiro , que serviu como o 20.º Vice-Presidente do Brasil (1985) e o seu 31.º Presidente (1985-1990). Anteriormente, fora também governador do Maranhão (1966-1971) e senador pelo mesmo estado (1971-1985). Depois de deixar a presidência, foi novamente senador, em 1991 — dessa vez pelo recém-criado estado do Amapá , por não ter conseguido apoio da cúpula do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) do Maranhão à sua candidatura —, [ 4 ] tendo presidido o senado brasileiro por três vezes. Índice 1 Biografia 1.1 Primeiros anos 1.2 Família 1.3 Carreira profissional 1.4 Patrimônio 2 Carreira política 2.1 Deputado Federal 2.2 Governador do Maranhão 2.3 Senador pelo Maranhão 2.4 Presidência da República 2.4.1 Plano Cruzado 2.4.2 Moratória e novos planos econômicos 2.4.3 Eleições e Constituinte 2.4.4 Secretaria do Tesouro e Siafi 2.4.5 Meios de comunicação como barganha política 2.4.6 Política externa 2.4.7 Atentado 2.5 Senador pelo Amapá 2.6 Aposentadoria 3 Carreira literária 3.1 Obras 3.2 Academia Brasileira de Letras 4 Controvérsias 4.1 #forasarney 5 Condecorações 6 Ver também 7 Notas e referências 7.1 Notas 7.2 Referências 8 Bibliografia 9 Ligações externas Biografia [ editar | editar código-fonte ] José Sarney bacharelou-se em direito na Universidade Federal do Maranhão em 1953, época em que ingressou na Academia Maranhense de Letras e fazia parte de um movimento de poetas maranhenses que lançou o pós-modernismo no estado. Ao lado de Lago Burnett , Lucy Teixeira e Ferreira Gullar , o movimento literário foi difundido por meio da revista A Ilha , da qual Sarney foi um dos fundadores. [ 5 ] Ingressou na carreira política filiando-se ao Partido Social Democrático (PSD). Candidatou-se a deputado federal em 1954 , não se elegendo, mas assumiu pela primeira vez vaga um mandato Câmara dos Deputados em 1955. [ 6 ] Migrou para a UDN em 1958, partido pelo qual foi eleito deputado federal em eleições naquele mesmo ano e em 1962 e governador do Maranhão em 1965. Em 27 de outubro de 1965, com a instituição do AI-2 , os partidos políticos são extintos, com a imposição do bipartidarismo. Sarney então ingressa na Aliança Renovadora Nacional (ARENA), onde ficaria por quase vinte anos. [ 7 ] Foi eleito e reeleito senador pela ARENA na década de 1970 e ficou no cargo até 1985. Presidiu a legenda a partir de 1979, que se tornaria PDS no início de 1980, mas deixou o partido e ingressou no PMDB em 1984, onde se tornou candidato a vice-presidente na chapa de Tancredo Neves para a eleição presidencial de 1985. Eleitos indiretamente por um Colégio Eleitoral, deveriam assumir a posse em março daquele ano. contudo, o presidente Tancredo Neves, adoeceu gravemente e faleceu pouco antes de tomar posse do cargo. Assim, Sarney assumiu a presidência da República em abril. Durante seu mandato, foram restabelecidas as eleições diretas para presidente, prefeito e governador. Foi aprovado pelo Congresso o direito de voto dos analfabetos [ 8 ] e foi promulgada a Constituição brasileira de 1988 por uma Assembleia Nacional Constituinte . Por outro lado, seu governo também notabilizou-se por acusações de corrupção , com acusações de superfaturamento e irregularidades em concorrências públicas e de favorecimento político nas concessões públicas de emissoras de rádio e TV. No campo econômico, foram implementados diversos planos de combate à hiperinflação ( Plano Cruzado I e II , Plano Bresser , Plano Verão ), mas todos fracassaram, e ao fim do governo Sarney o país estava mergulhado na recessão . [ 9 ] Na política externa, o Brasil reaproximou-se de países comunistas (como China e a antiga União Soviética ), reatou relações com Cuba e estreitou laços com Argentina e Uruguai , com a assinatura do protocolo do Mercosul . Após deixar a presidência, Sarney foi eleito senador pelo Amapá em 1990, cargo que ocupou por três mandatos. Como escritor, Sarney é autor de obras como O Norte das Águas , O Dono do Mar e Saraminda , membro da Academia Brasileira de Letras e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa . Primeiros anos [ editar | editar código-fonte ] Nascido em Pinheiro em 24 de abril de 1930, José Ribamar Ferreira de Araújo Costa é filho do casal Sarney de Araújo Costa e Kyola Ferreira de Araújo Costa. [ nota 4 ] Seu pai foi membro do Tribunal de Justiça do Maranhão , inicialmente como promotor público , depois desembargador , que por motivos políticos, foi removido sucessivamente para várias comarcas do interior maranhense. [ 10 ] Com isso, o filho fez seus estudos primários no Colégio Mota Junior, em São Bento , e no Colégio de Professor Joca Rego, na cidade de Santo Antonio de Balsas . Em janeiro de 1942, quando tinha 12 anos de idade, José Ribamar prestou e foi aprovado em primeiro lugar no exame de admissão no Liceu Maranhense , em São Luís , e aos 14 anos, iniciou sua militância política estudantil como presidente do Centro Liceísta e editava o jornal 'O Liceu'. [ 4 ] Como líder estudantil, participou em 1945 de manifestações pela queda da ditadura getulista e chegou a ser detido junto com um grupo de colegas após um ato no Teatro Artur Azevedo contra o interventor Paulo Ramos . Família [ editar | editar código-fonte ] Em 1946, José Ribamar conhece Marly Macieira. Dois anos mais jovem, ela é prima de um amigo, Murilo Ferreira, e filha do cirurgião, clínico e diretor de hospital, Carlos Macieira. No ano seguinte, Marly o convida para sua festa de quinze anos, e Ribamar torna-se o seu primeiro e único namorado. Após cumprir o prazo tradicional de noivado, casam-se em 12 de julho de 1952. Em 1953, nasce sua filha, Roseana . Dois anos depois, nasce Fernando , e, em 1957, chega mais um filho, Zequinha . [ 11 ] Carreira profissional [ editar | editar código-fonte ] Em 1947 participou do concurso de reportagem lançado pelo jornal ' O Imparcial ', dos Diários Associados , usando o pseudônimo de 'Zé da Ilha', e produziu a melhor reportagem, sendo em seguida contratado como repórter do jornal. No ano seguinte, passou a colaborar, também, com o ' Diário de Pernambuco ' e no 'Correio da macumba'. [ 4 ] Em 1950, aos 20 anos, ingressou na faculdade de direito e passou a exercer o cargo de chefia do suplemento 'Letras e Artes' do jornal O Imparcial . [ 12 ] Começa na reportagem policial, mas logo é promovido e, depois de algum tempo, cria um suplemento literário. À época já era respeitado nos meios intelectuais de São Luís. Durante a faculdade, ingressou na União Maranhense dos Estudantes (UME). [ 13 ] Em um congresso da União Nacional dos Estudantes , realizado em São Paulo , fez amizade com Álvaro Americano, Célio Borja , Paulo Egydio Martins e Roberto Gusmão. [ 14 ] Em 1953 bacharelou-se pela Faculdade de Direito do Maranhão, época em que ingressou na Academia Maranhense de Letras . Ao lado de Bandeira Tribuzzi, Luci Teixeira, Lago Burnet, Bello Parga, José Bento e outros escritores, fez parte de um movimento literário difundido por meio da revista que lançou o pós-modernismo no Maranhão , A Ilha, da qual foi um dos fundadores [ 15 ] . Em 1955 passou a lecionar a disciplina de Noções de Direito, na Faculdade de Serviço Social da Universidade Católica do Maranhão, mas depois abandonou a carreira pela política. [ 4 ] Patrimônio [ editar | editar código-fonte ] A família de Sarney detém uma das maiores fortunas do Maranhão , com dezenas de imóveis e meios de comunicação . As propriedades mais ricas são uma fazenda na Ilha de Curupu e uma mansão na Praia do Calhau, que Sarney incluiu em sua declaração bens quando se candidatou a senador pelo Amapá , em 1990. [ 16 ] Ex-jornalista dos Diários Associados , Sarney começou a construir seu império de comunicação durante a Ditadura militar no Brasil , quando adquiriu em 1973 o então Jornal do Dia, que transformou no atual O Estado do Maranhão . [ 17 ] O diário foi a base do Sistema Mirante de Comunicação montado por Sarney, que seria ampliada na década de 1980 (sob sua própria gestão como presidente da República ) a TV Mirante (geradora, e atual retransmissora da Rede Globo ) e as rádios Mirante ( AM e FM ). [ 16 ] Os filhos Fernando , Roseana e Sarney Filho aparecem no cadastro do Ministério das Comunicações como sócios de dezenas emissoras de rádio ou de televisão no Maranhão. [ 18 ] [ 19 ] Carreira política [ editar | editar código-fonte ] José Sarney é o político brasileiro com mais longa carreira (59 anos) no plano nacional, superando o senador Limpo de Abreu (53 anos de carreira política e 36 como senador vitalício). Ruy Barbosa , o mais duradouro político no período republicano, foi senador por 31 anos contra os 36 de Sarney e Limpo de Abreu [ nota 5 ] . Durante sua vida pública José Sarney atuou sob quatro constituições (1946, 1967, 1969 e 1988, esta última convocada por ele, no exercício da Presidência da República) e quatro governos sob a Constituição de 1946 , seis no governos militares e, depois de seu mandato presidencial, cinco sob a Constituição de 1988 — 15 governos. Como parlamentar integrou 13 legislaturas, quatro como deputado federal e seis como senador. Era parte da oposição ao governo antes de 1964 e, a partir daí, parte das forças de apoio ao regime militar. Paradoxalmente, acabou sendo o primeiro presidente civil após o regime militar, em razão da morte de Tancredo Neves . Deputado Federal [ editar | editar código-fonte ] A carreira política de José Sarney teve início em 1954. Nesse ano, marcado pelo suicídio de Getúlio Vargas , Sarney disputou sua primeira eleição pelo Partido Social Democrata (PSD) [ 20 ] . Sem dinheiro e sem tradição, conseguiu chegar apenas à terceira suplência. Mas ainda no primeiro ano da legislatura, em 1955, aos 25 anos, pode assumir provisoriamente o mandato de deputado federal. Com a volta de Vitorino Freire — o político pernambucano que fora para o Maranhão durante a década de 1930 e controlava o estado com mão de ferro — ao PSD, que havia transitoriamente abandonado pelo PST, Sarney transfere-se para a União Democrática Nacional (UDN). O mandato interino se repetiu várias vezes nos anos seguintes. Na época, aproximou-se, na bancada da UDN, da famosa banda de música , composta por Carlos Lacerda , Afonso Arinos de Melo Franco , Adauto Lúcio Cardoso , Olavo Bilac Pinto , José Bonifácio Lafayette de Andrada , Aliomar Baleeiro e Prado Kelly, entre outros [ 21 ] , e começou a ganhar prestígio nacional. José Sarney chefiou, como presidente do diretório regional da UDN , a campanha de 1958, quando a Oposição Coligada — bloco dos partidos de oposição ao vitorinismo — conseguiu eleger quatro dos dez deputados federais. Sarney foi o mais votado na chapa da oposição, devido, sobretudo, a sua atuação como deputado, que repercutira fortemente no Maranhão. Recebeu a indicação de Afonso Arinos, aprovada pela maioria do partido, para que ocupasse uma de suas vice-lideranças. Em 1959, em Curitiba, Sarney foi eleito vice-presidente da UDN [ 22 ] . Representava na direção do partido o grupo renovador que ficou conhecido como Bossa Nova [ 23 ] — de que fizeram parte Ferro Costa, José Aparecido, Edílson Távora, Seixas Dória — e que tinha como objetivo introduzir o componente social na política da UDN . Com seu partido, fez oposição ao governo Juscelino Kubitschek [ 24 ] . Foi vice-líder do governo Jânio Quadros, de quem chefiara a campanha no Maranhão. Com a renúncia de Jânio e a ascensão de João Goulart, voltou para a oposição. Procurou até o fim uma saída política para a crise que se estabeleceu em fins de 1963 e terminaria com o golpe militar de 1964 [ 25 ] . Foi dos poucos que se manifestou contra a cassação sumária de parlamentares, sustentando que as cassações só podiam ser feitas dentro das regras constitucionais. Governador do Maranhão [ editar | editar código-fonte ] Em 1965 José Sarney lançou-se candidato a governador do Maranhão. Antes do pleito, a Justiça Eleitoral fez uma revisão, que resultou na eliminação de dois quintos do eleitorado [ 26 ] . O vitorinismo entrou na disputa dividido - com os candidatos Renato Archer , pela coligação PTB /PSD, e Costa Rodrigues, prefeito de São Luís, pelo PTN , apoiado governador Newton Bello. A eleição se travou sob a proteção de tropas federais. José Sarney percorreu o Maranhão de ponta a ponta e teve uma vitória esmagadora: recebeu 120 mil votos ou mais que a soma dos votos dados aos dois outros candidatos (103 mil) [ 27 ] . Para fazer um registro de sua campanha, convocou o então jovem cineasta Glauber Rocha , que realizou o filme Maranhão 66 [ 28 ] . Sarney acabou não usando o filme, por não servir a propósitos de propaganda. Em compensação, Glauber usaria dois planos de Maranhão 66 em Terra em Transe . As cenas foram usadas no comício do personagem Filipe Vieira (vivido por José Lewgoy ), governador da província de Alecrim, no fictício país chamado Eldorado. Vieira era um político demagogo que se elege à custa do voto dos camponeses e operários e, após assumir o governo, ordena o fuzilamento dos líderes populares. Durante o Governo Sarney os investimentos foram aumentados em 2.000%. A oferta de energia elétrica no Maranhão, que era de 7.500 kW [ 29 ] , menor que a do edifício Avenida Central, no Rio de Janeiro, passou para 237 500 kW. As estradas passaram de 13 km pavimentados para centenas de quilômetros, que incluíam a BR-135, São Luís – Teresina [ 30 ] . Foi aberto o Porto do Itaqui e rompidas as amarras do crescimento urbano de São Luís, impedido a nordeste e sudoeste pelas rias Anil e Bacanga, com a construção da ponte do São Francisco, que abria caminho para as praias do norte da ilha, e a barragem que permitia o acesso à ponta do Itaqui. O programa de educação João de Barro [ 31 ] permitiu a criação de uma escola por dia, um ginásio por mês, uma faculdade por ano. Com a combinação de adaptações do método Paulo Freire com a introdução de uma TV Educativa — a primeira do Brasil — foi possível formar rapidamente professores e monitores que estenderam a educação a todo o Estado, que só tinha um ginásio. Ainda no governo Sarney foi instalada a Universidade Federal do Maranhão , e preparado o caminho para a Universidade Estadual do Maranhão . Na área da saúde foi construído o Hospital Geral, em São Luís , e criado um grande número de postos médicos no interior maranhense. Em 1968, o ex-presidente Juscelino Kubitschek viajou a São Luís como homenageado da primeira turma de economistas da Universidade Federal do Maranhão, da qual Sarney era paraninfo. Enfrentando as cautelas que o aconselhavam a se ausentar da solenidade de formatura, Sarney não somente dela participou, mas, como governador, fez questão de homenagear o ex-presidente com um jantar, realizado no dia 12 de dezembro de 1968. No dia seguinte, uma sexta-feira, o Presidente Costa e Silva baixou o Ato Institucional nº 5 [ 32 ] . Sarney e Juscelino viajaram no mesmo avião. Sarney desceu no Recife e Juscelino seguiu para o Rio de Janeiro, onde foi preso ao desembarcar. De volta a São Luís, Sarney fez um pronunciamento por rádio e televisão: 'Meu mandato é um mandato livre, que me foi outorgado pela vontade popular, tenho procurado exercê-lo com absoluta independência e no dia em que não puder mais fazê-lo não poderei prestar serviços ao Maranhão. Nessa hora, o meu caminho é o caminho da minha casa, de cabeça erguida, mas respeitado e sendo digno do nome e do povo desta terra. Não posso parecer nunca subalterno, omisso ou açodado. Tenho noção da grandeza do cargo que ocupo e das minhas responsabilidades com o passado, com o presente e com o futuro do Maranhão' [ 33 ] . Senador pelo Maranhão [ editar | editar código-fonte ] Em maio de 1970, Sarney deixou o governo para ser candidato a senador. [ 34 ] A UDN e os demais partidos políticos haviam sido extintos pelo Ato Institucional n.° 2 , em outubro de 1965, e foi implantado o bipartidarismo . Formaram-se dois partidos: a Aliança Renovadora Nacional (ARENA), o partido de apoio ao regime militar, e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que reunia a oposição. Sarney inscreveu-se na ARENA e foi eleito senador pelo Maranhão em chapa que teve mais que o dobro dos votos dados a seus adversários. Parece ter apoiado discretamente o senador Daniel Krieger , da ARENA do Rio Grande do Sul , quando este liderou um grupo de senadores contrários ao Ato Institucional Número Cinco . [ 35 ] Com o Congresso Nacional ainda fechado por força do AI-5, o grupo enviou carta a Costa e Silva, criticando o Ato — carta que, Sarney, cautelosamente, não assinou. [ nota 6 ] Alguns anos depois, já com o Congresso aberto, Sarney limitava-se a produzir discursos beletristas acerca da transitoriedade das coisas - incluindo o AI-5 e o próprio regime militar. [ 37 ] [ 38 ] Trabalhou no sentido de preparar o Senado Federal para novas tecnologias e nova forma de fazer política. Participou da criação do Instituto de Pesquisa e Assessoria do Congresso (IPEAC) e da informatização do Senado , no que seria o futuro Prodasen. Em dezembro de 1978, o senador José Sarney relatou a Emenda Constitucional n.°11, [ 39 ] que revogou todos os atos institucionais e complementares impostos pelos militares. Em seu parecer, Sarney advertia que o fim do AI-5 era apenas um início de jornada, e que não esgotava o processo político autoritário. Em janeiro de 1979 , já reeleito para o Senado pelo Maranhão, José Sarney assume a presidência da ARENA . [ 40 ] Em dezembro de 1979, extintos novamente os partidos políticos existentes e terminado o bipartidarismo, Sarney é o primeiro presidente do Partido Democrático Social (PDS). O programa do PDS, elaborado por Sarney, [ 41 ] refletia sua preocupação social, dominante desde o tempo da Bossa Nova. A abertura promovida por Ernesto Geisel e Golbery do Couto e Silva avança no começo da década com a volta da eleição direta de governadores, em 1982. Em abril de 1984 a emenda propondo eleição direta para presidente da República , reivindicação do grande movimento das Diretas Já , foi derrotada na Câmara dos Deputados . [ 42 ] No PDS a discussão sobre as eleições presidenciais de 1985 começaram prematuramente, com campanha agressiva de Paulo Maluf para ser indicado candidato do partido, que tinha maioria no Colégio Eleitoral. O presidente da República, João Figueiredo , aceita a proposta de Sarney de fazer prévias no partido, o que poderia viabilizar as candidaturas de Mário Andreazza ou Aureliano Chaves . Surpreendido por uma mudança da posição de Figueiredo, que, pressionado por Maluf, desautorizou as prévias, Sarney deixou o PDS em 11 de junho de 1984. [ 43 ] Em seguida, com outros dissidentes do partido, criou a Frente Liberal . Articulações políticas lideradas pelo governador de Minas, Tancredo Neves, Ulisses Guimarães , presidente do PMDB, Aureliano Chaves, Marco Maciel e Antônio Carlos Magalhães resultaram na formação da Aliança Democrática, que, unindo a Frente Liberal com o PMDB , inverteu as posições no Colégio Eleitoral. A chapa da Aliança Democrática formou-se com Tancredo Neves e José Sarney. [ 44 ] No dia 15 de janeiro de 1985 o Colégio Eleitoral se reuniu e elegeu a chapa Tancredo Neves/José Sarney por 480 votos contra 180 dados a Paulo Maluf/ Flávio Marcílio . [ 45 ] Presidência da República [ editar | editar código-fonte ] Ver artigo principal: Governo Sarney Ver também: Nova República O então presidente do Brasil José Sarney ( à direita ) recebe o então presidente de Portugal Mário Soares , em 1988 Na semana da posse presidencial, Tancredo Neves apresentou quadro inflamatório com dores abdominais, diagnosticado como apendicite. Tancredo descartou qualquer internação ou intervenção cirúrgica antes da posse. Na noite do dia 14 de março o agravamento do quadro clínico exigiu uma cirurgia de urgência. Duas correntes formaram-se sobre o quadro político: um grupo desejava que assumisse Ulysses Guimarães , outro defendia a solução constitucional, que era a posse do vice-presidente, de acordo com o artigo 76 da Constituição. Sarney tomou posse como vice-presidente, assumindo a Presidência da República interinamente em 15 de março de 1985. O general Figueiredo, sinalizando para a história a ruptura institucional com o regime militar, não passa o cargo e a faixa presidencial a Sarney. A saúde de Tancredo tornou-se uma tragédia com as sucessivas cirurgias e o quadro de infecção generalizada que acabaram por levá-lo a falecer. Em 15 de março de 1985, Sarney assumiu interinamente a presidência da República . Com o falecimento de Tancredo no dia 21 de abril , Sarney assumiu oficialmente o cargo. [ 46 ] O processo que devia acontecer, segundo o plano da Aliança Democrática, sem traumas, iniciava-se com o trauma da doença e a sombra do desastre. O primeiro desafio de Sarney foi resgatar as esperanças. Sua estratégia foi legitimar-se pela ação. Às Forças Armadas deu o espaço institucional que resgatou a ideia da volta aos quartéis como uma conquista. Aos partidos políticos na clandestinidade, deu o reconhecimento. à imprensa , a liberdade de expressão. aos sindicatos , a liberdade de manifestação. convocou eleições e convocou a Constituinte. Retomou a ideia de uma política externa independente, abrindo o diálogo com a América Latina , voltando-se para a Argentina . Na ação administrativa, abriu espaço para as questões até então marginalizadas: a reforma agrária, a cultura, a política urbana, o meio ambiente. avançou na desburocratização, criou na Fazenda a Secretaria do Tesouro o SIAFI, unificando o orçamento da União e acabando com a conta-movimento no Banco do Brasil . Em 1985, no entanto, o combate econômico encontrava seu desafio na inflação e na recessão econômica herdadas do governo militar. A população tem expectativas de transformação da economia que não se alcançava com as políticas tradicionais. Sarney muda o ministro da Fazenda e, em fevereiro de 1986, lança o Plano Cruzado . Plano Cruzado [ editar | editar código-fonte ] Apesar de um crescimento de 8,5% do PIB , a inflação persistia na entrada de 1986, provocando uma quebra da confiança, elemento essencial na política econômica. Recusando a receita recessiva convencional, Sarney autoriza o ministro do Planejamento, João Sayad , a promover uma saída heterodoxa. O economista Pérsio Arida é enviado a Israel para estudar os planos que ali haviam sido implantados. Em 28 de fevereiro de 1986 Sarney lança o Plano Cruzado . Entre as medidas de maior destaque do Cruzado estavam o congelamento geral de preços por doze meses e a adoção do 'gatilho salarial', isto é, o reajuste automático de salários sempre que a inflação atingisse ou ultrapassasse os 20%. Os economistas temiam que o plano tivesse caráter recessivo, e Sarney resolveu conceder um abono de 12% sobre o valor real dos salários. Houve uma explosão de consumo e a incorporação dos consumidores à ação de cidadania: eles passaram a fiscalizar os preços e a denunciar as remarcações, ficando conhecidos como ' fiscais do Sarney '. O novo ministro da Fazenda, Dilson Funaro , se tornou uma das figuras mais populares do país. Entretanto o congelamento, distorcendo as margens de lucro das empresas, levou ao desinvestimento e à queda de produção, o que resultou numa grave crise de abastecimento, na cobrança de ágio disseminada e finalmente na volta da inflação. Moratória e novos planos econômicos [ editar | editar código-fonte ] Em novembro de 1986 foi lançado o Plano Cruzado II , que ainda não resolveu o problema da inflação . As reservas internacionais atingiram um nível crítico, levando a decretação de moratória unilateral em 20 de janeiro de 1987. A medida, reclamada por amplos setores políticos e sociais, foi surpreendentemente mal acolhida. Em abril de 1987 assumiu o Ministério da Fazenda o economista Luiz Carlos Bresser Pereira , que lançou em junho novo plano econômico , que levou seu nome e também teve sucesso moderado. O ano de 1988 iniciou com novo ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega , que adotou a política ‘feijão com arroz’, de condução pontual dos problemas econômicos. Em janeiro de 1989 lançou o Plano Verão . Inicialmente bem sucedido, o plano perdeu o controle da inflação. O combate à inflação acabou submetido ao processo de expectativas inflacionárias ligadas ao processo eleitoral, no que ficou conhecido como o ‘estelionato eleitoral’ (congelamento mantido até o dia das eleições) e, a partir da vitória de Fernando Collor , aos planos do futuro governo. No plano econômico, apesar da inflação (em geral acompanhada de correção monetária que evitava a corrosão dos salários), o Governo Sarney alcançou resultados relevantes. A própria inflação, dolarizada, teve uma média anual de 17,3%, segundo estudo da Consultoria Tendências. O Brasil teve o 3º saldo exportador no mundo. Os resultados de balança de serviços, balança comercial e transações correntes só vieram a ser superados no governo Lula . A dívida externa caiu de 54% para 28% do PIB. O déficit primário de 2,58% do PIB em 1984 foi substituído por um superávit de 0,8% do PIB em 1989. O Brasil passou a ser a sétima economia mundial. O PIB, medido em dólares (variação cambial) cresceu 119%. O PIB per capita cresceu 99%. A média do índice de desemprego foi de 3,89%, chegando a 2,16% durante o Plano Cruzado e 2,36% em fins de 1989. Eleições e Constituinte [ editar | editar código-fonte ] Sarney notabilizou-se pela sua condução do processo de redemocratização do país. Ainda em 1985 foram legalizados os partidos políticos até então clandestinos, e o presidente recebeu no Palácio do Planalto líderes históricos da esquerda como João Amazonas e Giocondo Dias . No fim do ano realizaram-se as primeiras eleições diretas para prefeito das capitais em vinte anos. Em junho, Sarney envia mensagem ao Congresso convocando uma Assembleia Nacional Constituinte , a ser composta por deputados e senadores que seriam eleitos em novembro de 1986 e pelos senadores no exercício do mandato. Resgatando a iniciativa de Tancredo Neves , que havia convidado Afonso Arinos para presidir uma comissão de alto nível encarregada de redigir um anteprojeto de constituição, nos moldes da que o chanceler Afrânio de Mello Franco , seu pai, havia presidido em 1933 , em setembro Sarney criou comissão especial para fornecer subsídios aos constituintes, composta por 50 membros. O anteprojeto não foi aproveitado por decisão de Ulysses Guimarães . O sucesso do Plano Cruzado deu ao PMDB ampla vitória nas eleições de 1986 , elegendo governador em 22 dos 23 estados brasileiros. Em 1° de fevereiro de 1987, a Constituinte, formada por 559 congressistas e presidida pelo deputado Ulysses Guimarães, foi instalada. A nova Carta Constitucional , promulgada em 5 de outubro de 1988, tem uma excelente parte de direitos individuais, coletivos, sociais e difusos, mas uma estrutura do Estado confusa e com dificuldades de governabilidade. Sarney destacou essas características em discurso antes do segundo turno das votações, mas passada a votação, fez tudo para viabilizá-la, como primeira pessoa a fazer o juramento de segui-la. Ainda em 1988 ocorreram eleições municipais . Em 1989 foram realizadas eleições diretas para presidente da República — as primeiras em 29 anos. José Sarney foi sucedido na Presidência por Fernando Collor de Mello, que baseou sua campanha em ataques violentos a seu antecessor. Secretaria do Tesouro e Siafi [ editar | editar código-fonte ] Durante o seu governo, Sarney criou a Secretaria do Tesouro Nacional , que absorveu as funções de execução orçamentária, até então a cargo de um departamento do Banco do Brasil . Foi extinta a conta movimento do Banco Central no Banco do Brasil, unificado o orçamento geral da União, com a inclusão de todas as despesas de natureza fiscal, inclusive as realizadas pelo Banco Central e pelo Banco do Brasil, como as operações de crédito rural. Foi criado o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal – Siafi, primeiro passo para a transparência das contas públicas no país. Meios de comunicação como barganha política [ editar | editar código-fonte ] Durante seu governo, no qual teve Antonio Carlos Magalhães como ministro das Comunicações , foram distribuídos mais de mil concessões públicas de rádio e TV, basicamente comerciais e sem licitação. [ 47 ] No total, a administração Sarney distribuiu 1.028 concessões de emissoras de rádio (AM e FM) e de televisão (30,9% dos canais existentes na época) [ 48 ] - sendo que em apenas um mandato, José Sarney assinou um número de concessões superado apenas pela soma das permissões autorizadas por todos os presidentes brasileiros entre 1934 e 1979. [ nota 7 ] A grande distribuição de concessões de radiodifusão foi uma política adotada em troca de apoio no Congresso , [ 49 ] [ 50 ] inclusive para Sarney obter um ano a mais na presidência. [ 51 ] [ 52 ] A própria família Sarney detém concessões do tipo por todo o Maranhão , além de jornais impressos. [ 18 ] [ 53 ] Política externa [ editar | editar código-fonte ] Com uma pauta que não abria controvérsias com suas bases partidárias, Sarney atuou com desenvoltura na política externa. Retomando a tradição de independência estabelecida desde o Barão do Rio Branco e mais especialmente por Afonso Arinos, o Brasil estendeu seu diálogo a todo o mundo, desvinculando-se das posições dos Estados Unidos . Em seu novo enfoque já em setembro de 1985, abrindo a 40.ª Assembleia Geral das Nações Unidas , denuncia o tratamento dado à dívida dos países pobres, especialmente da América Latina : o problema em questão não era apenas econômico e financeiro, e a dívida não poderia ser paga com o sacrifício do povo. Rompendo também com o crescente distanciamento e competição com a Argentina , Sarney buscou uma aproximação que teve ampla receptividade de parte de Raúl Alfonsín . A partir de um encontro em novembro de 1985, em Foz de Iguaçu , quando o presidente argentino quebrou o mito de que Itaipu era uma arma contra seu país ao visitar a usina, Sarney e Alfonsín iniciaram um processo de entendimento e integração, ampliado com o apoio do presidente Julio Maria Sanguinetti , do Uruguai . A relação de confiança é selada com a visita de José Sarney à usina atômica de Pilcaniyeu e com a visita de Raúl Alfonsín à usina da Marinha em Aramar, encerrando a disputa nuclear e afirmando a exclusividade do uso pacífico da energia atômica. Os dois presidentes lançaram as bases do que seria concretizado como Mercosul , estabelecendo a cláusula democrática de que só seriam aceitos como membros países com pleno funcionamento de suas instituições. Sarney dialogou ainda com os presidentes da Venezuela , Jaime Lusinchi e Carlos Andrés Pérez . da Colômbia , Belisário Betancur e Virgilio Barco . do Equador , Rodrigo Borja Cevallos . do Peru, Alan Garcia . da Bolívia, Paz Estenssoro e Paz Zamora . do Paraguai, Andrés Rodriguez . e do México, Miguel De La Madrid . O Brasil se empenhou na formação do Grupo de Apoio a Contadora — depois Grupo do Rio — que teve papel importante na solução dos conflitos na região do Caribe. Sarney também reatou relações com Cuba , rompidas durante o regime militar. As relações com os Estados Unidos foram marcadas pelos contenciosos comerciais e pela discordância sobre o tratamento da dívida externa do Brasil . Embora tenha estado pessoalmente com os presidentes americanos Ronald Reagan e George Bush, predominou a tentativa americana de impor uma posição de força, com constrangimentos tais como o que estabeleceu sanções comerciais ao Brasil durante as comemorações de Sete de Setembro . Sarney não se dobrou a estas pressões. Com o chefe do Governo da Espanha, Felipe González , Sarney estabeleceu, além do intercâmbio diplomático, fortes relações pessoais. O processo de redemocratização espanhola , com o pacto de Moncloa , era um exemplo que tentava implantar no Brasil. Também com Portugal cria relações privilegiadas, ligando-se ao presidente Mário Soares . Sarney ainda lança as bases da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa , em reunião em São Luís do Maranhão de que participam representantes de Brasil, Portugal, Angola , Moçambique , Cabo Verde , Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe . Em retribuição à visita do presidente François Mitterrand , que foi o primeiro chefe de Estado europeu a visitar o Brasil redemocratizado, Sarney visita a França em 1988, e retorna em 1989, quando participa das celebrações dos 200 anos da Revolução Francesa . Sarney também visita a URSS , que vivia os anos de glasnost , abertura promovida por Mikhail Gorbachev , e que se tornara importante parceira comercial. Também foi muito importante a visita à China , quando Sarney encontra-se com Deng Xiaoping , inclusive pelos acordos de cooperação tecnológica, especial no lançamento de satélites. Em 1986, Sarney visita Cabo Verde, onde condena mais uma vez o apartheid e defende a soberania e integridade territorial de Angola e a desmilitarização do Atlântico Sul . No mesmo ano recebe o bispo Desmond Tutu como parte de uma estratégia de aproximação com a oposição ao regime de Pretória . Em várias oportunidades manifesta o apoio a Angola no seu conflito com a África do Sul , e, em 1989 visita o país, demonstrando a disposição brasileira de auxiliar na sua reconstrução. Atentado [ editar | editar código-fonte ] Em 29 de setembro de 1988, o maranhense Raimundo Nonato Alves da Conceição , então com 28 anos, sequestrou o voo VASP 375 planejando atingir o Palácio do Planalto com a intenção de punir o então presidente da república, a quem atribuía a culpa pela perda de seu emprego e pela situação econômica do país. A operação não obteve êxito e após o avião pousar em Goiânia , Raimundo foi morto por policiais federais. [ 54 ] Senador pelo Amapá [ editar | editar código-fonte ] Em 1990, Sarney transferiu seu domicílio eleitoral para o recém-criado estado do Amapá , antigo território federal, candidatou-se e foi eleito senador no mesmo ano. Em seu mandato se destaca pela defesa da Área de Livre Comércio de Macapá e Santana, pelo projeto do Estatuto da Micro e Pequena Empresa e pelo projeto que garantiu a distribuição gratuita de medicamentos aos portadores de HIV , cujo pioneirismo teve repercussão internacional. Em 1995 foi eleito presidente do Senado, quando renovou a estrutura administrativa e colocou em dia o funcionamento legislativo, com pendências de vários anos. Criou também a estrutura de comunicações da casa, com rádio, televisão e jornal, tornando transparentes as atividades parlamentares. Em 1998 foi reeleito senador pelo Amapá. Entre outras medidas a favor do estado, defendeu a extensão dos benefícios do porto de Manaus . Em 1999, apresentou o primeiro projeto de lei instituindo cotas raciais . Sua proposta previa cota mínima de 20% para o preenchimento de vagas nos concursos a cargos públicos, nas instituições de ensino nos três níveis de governo — federal, estadual e municipal — e nos contratos do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies). O projeto foi aprovado no Senado, mas, anexado ao Estatuto da Igualdade Racial, desapareceu na Câmara dos Deputados . Foi, no entanto, o elemento que introduziu o uso de cotas nas instituições de ensino, que se tornaram um marco nas relações raciais no Brasil. Propôs também a criação da Política Nacional do Livro, a criação de um Fundo Nacional de Assistência à Vítimas de Violência, o Plano de Desenvolvimento Regional dos Municípios do Entorno do Parque do Tumucumaque, entre outros. Em 2002 apoiou, discordando da posição do PMDB , a candidatura de Luís Inácio Lula da Silva a presidente da República. Em 2003 foi novamente eleito presidente do Senado Federal . Em 2006 foi eleito pela terceira vez senador pelo Amapá. Em 2009 e 2011 foi eleito pela terceira e pela quarta vez presidente do Senado. Em seguida à eleição de 2009, tendo contratado a Fundação Getúlio Vargas para estudar a reforma administrativa da casa, foi descoberto que um grande número de atos administrativos não tinha sido publicado no BAP — Boletim Administrativo Eletrônico de Pessoal. Os atos foram chamados pela imprensa de “atos secretos”. Mais tarde foi constatado que muitos destes atos haviam sido publicados em outros meios, como Diário Oficial . Dos atos que realmente não tinham sido publicados, 1,68% foram durante Presidência de Sarney. Foram propostas 11 representações contra Sarney no Conselho de Ética, todas rejeitadas liminarmente por estarem embasadas apenas em notícia do jornal e a jurisprudência do STF recusar a abertura de processos com essa fundamentação. Suas últimas gestões têm se caracterizado por avanços administrativos e na transparência do Senado, com a criação de um Portal da Transparência, a ampliação da rede de comunicação, a instalação da Ouvidoria do Senado, entre outras iniciativas. Aposentadoria [ editar | editar código-fonte ] Desde o final do ano de 2013, rumores indicavam a vontade do senador e ex-presidente José Sarney de se aposentar da vida política e se dedicar exclusivamente à carreira literária. A decisão só foi confirmada por Sarney no dia 23 de junho à presidente Dilma Rousseff, durante uma viagem para o Amapá. Conforme informações da analista política Cristiana Lôbo, a razão da aposentadoria seriam problemas de saúde de sua mulher, a ex-primeira-dama Marly Sarney. Mas a jornalista apurou, nos bastidores do Senado Federal, que o maranhense estava com receio de sofrer uma derrota nas urnas. [ 55 ] Ele ocupava o cargo de senador desde 1991, após deixar a presidência da República e transferir seu domicílio eleitoral para o Amapá. [ 56 ] No dia 23 de junho , o senador José Sarney, por meio de sua assessoria, divulgou que não será candidato à reeleição. Na convenção estadual do PMDB-AP, no dia 27 do mesmo mês , o ex-presidente chancelou sua desistência e declarou que 'a política está muito desestimulante'. [ 57 ] [ 58 ] Carreira literária [ editar | editar código-fonte ] Ao lado de sua vida política, José Sarney desenvolveu uma extensa carreira literária , como autor de contos , crônicas , ensaios e romances . Criador do Suplemento Literário de O Imparcial , participou de um grupo de escritores e artistas que se reunia na Movelaria Guanabara, em São Luís. Nesta época — começo da década de 1950 — edita com Luiz Carlos de Bello Parga e Bandeira Tribuzzi a revista A Ilha, porta voz do pós-modernismo no Maranhão, e par de revistas lançadas por todo o Brasil. A influência dominante no grupo é de Bandeira Tribuzzi, que estudara em Portugal e de lá trouxera a apreciação de Fernando Pessoa e dos poetas portugueses do segundo quarto do século XX . Sua colaboração esparsa lhe valeu a eleição precoce para a Academia Maranhense , em 1952, aos 22 anos. No ano seguinte lança um estudo antropológico, Pesquisa sobre a Pesca de Curral, e logo depois o primeiro livro de poesia, A Canção Inicial . Com a intensa atividade política dos anos seguintes, só voltaria a publicar literatura depois de um longo intervalo, justamente, no entanto, quando vivia a efervescência do governo do Maranhão. Trata-se de um livro de contos, Norte das Águas , escrito com uma linguagem de grande riqueza vocabular e domínio formal, saudado em todo o Brasil. Em 1978 voltou à poesia , com Os Maribondos de Fogo . Depois de um intervalo em que publica um grande volume de discursos, retorna à literatura em 1995 com O Dono do Mar, romance em que renovaria as experiências formais de Norte das Águas, em um contexto de tempo múltiplo e forte erotismo . Em 2000 lança um novo romance, Saraminda , que o confirmaria como mestre do gênero, com uma escrita despojada e poética, ambientado na região fronteiriça entre o Amapá e a Guiana Francesa . Num terceiro romance, A Duquesa Vale uma Missa , de 2007, Sarney transfere o cenário literário para o eixo Rio-São Paulo . Sarney é autor de uma vasta colaboração na imprensa, onde se destaca a crônica semanal na Folha de S. Paulo , que retomada em 1991, publicou ininterruptamente durante mais de 20 anos. Estas crônicas foram recolhidas em oito volumes, e a Academia Brasileira de Letras publicou uma antologia, Tempo de Pacotilha . De João Gaspar Simões , crítico literário português que foi o primeiro editor de Fernando Pessoa, sobre Maribondos de Fogo : Com os olhos e os sentidos postos na terra do Maranhão , a sua terra, a terra da sua infância, eis como José Sarney imprime aos poemas que formam o seu livro, romanceadamente estruturado, algo que é parte integrante, já hoje, de uma tradição do lirismo brasílico, qual seja, a faculdade de o poeta do Brasil, ao contrário do de Portugal, preferir o que vê ao que sente e, no que sente, nunca deixar esquecer o que vê graças a essa ancestral forma narrativa, o romance ou rimance, mais castelhana , afinal, do que portuguesa ou galego-portuguesa … José Sarney, quanto a nós, figura entre os poetas modernos do Brasil em cujo estro vemos o que de mais castiço se nos afigura de considerar numa maneira poética que principia a impor-se como legitimamente brasílica. — João Gaspar Simões O que José Sarney nos faz tão maravilhosamente ver é o duplo aspecto sobre o qual pode nos aparecer o mundo sobrenatural: muito distante no espaço ou muito distante no tempo. Frequentemente, disse e escrevi que para nós, modernos, a história faz as vezes da mitologia. Em seu livro, a mitologia popular floresce em evocação do passado, relativamente próximo para os homens ignorantes da história, mas que, na pena do narrador, assume dimensões muito mais vastas e torna presente, para nós, a epopeia marítima da nação portuguesa inteira que se perpetua diante de nossos olhos, graças a Sarney, através da vida laboriosa de humildes pescadores do litoral brasileiro … — Claude Levi-Strauss , criador do estruturalismo, sobre O Dono do Mar A história, a lenda, o dia-a-dia , o amor, a família , a paixão desvairada, a guerra , o que está acontecendo e o que sucedeu séculos antes, aquilo que se sabe por ouvir dizer. De começo os tempos do romance são linhas paralelas, acontecidos diversos e distantes, mas no decorrer da narrativa essas linhas se aproximam e se misturam, fundindo-se na realidade de um tempo maior que contém o ontem e o hoje. Tarefa difícil que José Sarney resolveu na perfeição da arquitetura de seu romance. As histórias dos navios naufragados no passado, da canoa e da pescaria de Cristório. O romancista conhece, com um conhecimento vivido, a vida de seu povo e a história do mar do Maranhão. — Jorge Amado , sobre O Dono do Mar Sarney chegou ao Senado numa hora difícil, em 1971, quando as instituições sofriam o interregno dos atos de exceção. A matéria deste livro tem suas origens mergulhadas a partir de 1964 no movimento que pretendeu renovar os costumes políticos do País. Desse regime não foi beneficiário, pois os mandatos que obteve a partir de 1965, como governador, e depois em dois mandatos de senador, lhe foram dados pelo voto livre do Maranhão. Mas Sarney, que teve funções de lideranças, não fugiu às suas responsabilidades seja para com a democracia da sua crença seja para o regime de exceção que estima estar sendo o veículo da modernização das instituições nacionais. A sua primeira fé — a democrática — expressa-se no próprio título dessa coletânea de discursos — “O Parlamento Necessário” — e a sua interpretação do papel do movimento de março aprofunda-se em que, a pretexto de identificar o formalismo jurídico da oposição, acentua a transitoriedade e a instrumentalidade dos atos de emergência mediante os quais os governos militares procuram balizar a marcha para a implantação do regime democrático. […] Estudioso das instituições parlamentares e dos partidos, Sarney aprofunda suas observações em dois discursos sobre modernização, assessoramento e função de umas e de outros. São peças importantes e que certamente influíram no que se fez no Congresso e do que se faz na recomposição dos quadros partidários. […] O Senador José Sarney está na metade do seu segundo mandato. Sua carreira está numa encruzilhada. Ele hesita entre o apelo dos romances por escrever, dos quadros por pintar, e da vida pública por continuar no nível a que o destino o conduziu. Sua opção, de homem de talento limitado politicamente apenas pelas contingências históricas da sua região, surgirá naturalmente, sem esforço, da própria trama da sua vida, tão rica e tão complexa. Na literatura e na política ele está no ponto alto e, numa e na outra, horizonte se abre à sua frente. — Carlos Castelo Branco , mais importante jornalista político da segunda metade do século XX no Brasil, sobre O Parlamento Necessário Obras [ editar | editar código-fonte ] Incluem-se entre as principais obras do autor José Sarney: A pesca do curral (ensaio), 1953 A canção inicial (poesia), 1954 Norte das águas (contos), 1969 Marimbondos de fogo (poesia), 1978 O parlamento necessário , 1982 (discursos, 2 volumes) Falas de bem-querer, 1983 (discursos) Dez contos escolhidos , 1985 Brejal dos Guajas e outras histórias , 1985 A palavra do presidente , 1985-1990 (discursos, 6 volumes) Sexta-feira, Folha , 1994 (crônica) O dono do mar (romance), 1995 Mercosul, o perigo está chegando , 1997 (geopolítica) [ 59 ] Amapá, a Terra onde o Brasil começa , 1998 (história) A onda liberal na hora da verdade , 1999 (crônica) Saraminda (romance), 2000 Saudades mortas (poesia), 2002 Canto de página , 2002 (crônica) Crônicas do Brasil contemporâneo , 2004, 2 volumes Tempo de pacotilha , 2004 20 anos de democracia , 2005 (discursos, 2 volumes) 20 anos do Plano Cruzado , 2006 (discursos) Semana sim, outra também , 2006 (crônica) A duquesa vale uma missa (romance), 2007 Maranhão - sonhos e realidades (romance), 2010 Academia Brasileira de Letras [ editar | editar código-fonte ] Eleito em 17 de julho de 1980, na sucessão de José Américo de Almeida na cadeira 38, que tem como patrono o poeta Tobias Barreto , é recebido em 6 de novembro de 1980 pelo acadêmico Josué Montello . Recebeu os acadêmicos Marcos Vinicios Vilaça e Affonso Arinos de Mello Franco . É o decano (o membro eleito há mais tempo) da agremiação. Também é presidente de Honra da Academia Pinheirense de Letras, Artes e Ciências – Aplac. Controvérsias [ editar | editar código-fonte ] Envolvido na cena política do Brasil desde meados da década de 1950 , Sarney é visto por diversos estudiosos e setores da sociedade brasileira como membro de uma oligarquia . [ 60 ] [ 61 ] Durante seu mandato presidencial, o governo sofreu denúncias de corrupção , tendo o próprio presidente Sarney sido denunciado, embora as acusações não tenham sido investigadas pelo Congresso Nacional . Foram citadas suspeitas de superfaturamento e irregularidades em concorrências públicas , como a da licitação da Ferrovia Norte-Sul , além de favorecimento nas concessões públicas de radiodifusão em troca de apoio político - como para obter um ano a mais na presidência da república. [ 53 ] [ 53 ] Em 1988 a CPI da corrupção apontou o ex-presidente como um dos responsáveis do esquema, por ter liberado dinheiro de fundos controlados pela Presidência a municípios, sem critérios. Assim que a verba acabava, Sarney utilizava a chamada reserva de contingência e contava com a ajuda do ministro do Planejamento, Aníbal Teixeira. [ 62 ] Em 2009 a Polícia Federal descobriu que Sarney usou jornal e TV para atacar grupo do rival político Jackson Lago . [ 63 ] José Sarney já foi alvo de críticas afiadas de alguns intelectuais, entre os quais se destacam Paulo Francis e Millôr Fernandes . A respeito de Brejal dos Guajas , Millôr disse que se tratava de 'uma obra-prima sem similar na literatura de todos os tempos, pois só um gênio poderia fazer um livro errado da primeira à última frase'. [ 64 ] Afirmou ainda que 'em qualquer país civilizado Brejal dos Guajas seria motivo para impeachment '. #forasarney [ editar | editar código-fonte ] #forasarney [ 65 ] é uma expressão originada na internet em junho de 2009 que tornou-se um meme virtual e que designa um movimento social , cujos simpatizantes exigiam a saída do senador José Sarney de suas funções no Congresso Nacional do Brasil após sequência de denúncias contra o parlamentar. [ 66 ] A campanha obteve considerável repercussão através da ferramenta de microblogue Twitter e contou com o apoio de personalidades do país. Em 29 de junho, coordenado com um evento contra Sarney na capital de seu estado de origem ( São Luís , no Maranhão ), o volume de mensagens que continham a hashtag #forasarney superou a marca de dez mil mensagens por hora. [ 65 ] Em 30 de junho e 1 de julho, foram marcadas manifestações públicas em várias grandes cidades brasileiras que, apesar do apoio de celebridades e de partidos de esquerda, reuniram poucas pessoas [ 66 ] e, em Florianópolis e Porto Alegre , nenhuma. [ 67 ] Num dos eventos, marcado em Brasília, a presença do humorista Danilo Gentili — apoiador do movimento e colega de Bastos no programa Custe o que Custar — foi vetada por sua emissora, a Band . [ 68 ] Após nova acusação contra Sarney, a respeito de desvio de verbas, no dia 15 de julho, alguns dentre os 5 800 usuários contra Sarney propuseram spamming às contas de e-mail dos senadores [ 69 ] como forma de atrair a atenção dos parlamentares para a causa. A assessoria do senador José Sarney declarou, em reportagem, que 'lamentava, mas respeitava' o movimento. [ 70 ] Condecorações [ editar | editar código-fonte ] José Sarney foi agraciado com as seguintes condecorações: [ 71 ] Grã-Cruz da Ordem Nacional da Legião de Honra de França . Grã-Cruz ou Grande-Colar da Ordem Nacional do Mérito de França . Ordem de Rio Branco do Brasil . Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul do Brasil . Ordem do Mérito Judiciário Trabalhista do Brasil . Grande-Colar da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada de Portugal (14 de Julho de 1986) [ 72 ] Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo de Portugal (16 de Dezembro de 1997) [ 72 ] Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal (14 de Março de 2000) [ 72 ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Escândalo dos atos secretos Ministros do Governo Sarney Operação Faktor Honoráveis Bandidos Ilha de Curupu Notas e referências Notas ↑ Assumiu interinamente a presidência da república, na condição de vice-presidente, em 15 de março de 1985, em virtude da doença de Tancredo Neves e, com a morte de Tancredo, em 21 de abril, foi efetivado no cargo . [ 1 ] ↑ Tancredo Neves deve figurar na galeria dos Presidentes pela Lei nº 7.465, de 21 de abril de 1986 , mas não é considerado antecessor no cargo, já que não o exerceu efetivamente. ↑ José Ribamar adotou o nome de 'Sarney' oficialmente em 1965, em homenagem ao pai, Sarney de Araújo Costa, [ 3 ] mas, muito antes disso, ele já era conhecido como 'Zé de Sarney', isto é, José, filho de Sarney, e desde 1958 vinha se utilizando do nome para fins eleitorais (v. CPDOC , verbete: SARNEY, José , por Sônia Dias e Renato Lemos). Já o nome do pai, Sarney, fora achado pelo avô paterno no Almanaque de Bristol (v. D'Elboux, 2003). ↑ Quando criança, o filho de Kiola e Sarney de Araújo, seguindo o costume do Nordeste de associar o nome do filho ao do pai, era conhecido como José “do Sarney”. ↑ Dados extrapolados do site do Senado Federal. ↑ Assinaram a carta os senadores Gilberto Marinho , Daniel Krieger , Milton Campos , Carvalho Pinto , Eurico Resende , Manoel Villaça, Wilson Gonçalves , Aloisio de Carvalho Filho, Antonio Carlos Konder Reis, Ney Braga , Mem de Sá , Rui Palmeira , Teotônio Vilela , José Cândido Ferraz , Leandro Maciel , Vitorino Freire , Arnon de Melo , Clodomir Millet , José Guiomard, Valdemar Alcântara e Júlio Leite. [ 36 ] ↑ Ao longo desses 45 anos, haviam sido outorgados 1.483 canais de rádio e TV, ou 44,5% das emissoras que estavam no ar em 1989. [ 48 ] Referências ↑ Biografia/Período Presidencial Disponível em: Biblioteca da Presidência das República ↑ «Galeria de presidentes do Brasil» ↑ GUTEMBERG 2001 , p. 21. ↑ a b c d D'ELBOUX, Paulo César. A Trajetória Comunicacional de José Sarney , 2003. ↑ BARROS, Antonio Evaldo Almeida. O Pantheon encantado - Culturas e Heranças Étnicas na Formação de Identidade Maranhense (1937-65) . Salvador: UFBA , 2007, p. 48 ↑ «José Sarney» . O Estado de S.Paulo . Consultado em 10 de janeiro de 2014 ↑ «Biografia de José Sarney» . Biblioteca da Presidência da República. Cópia arquivada em 17 de julho de 2015 ↑ Lei nº 7.332,de 1° de julho de 1985. Estabelece normas para a realização de eleições em 1985, dispõe sobre o alistamento eleitoral e o voto do analfabeto e dá outras providências. ↑ SARNEY, José (2006), Vinte Anos de Plano Cruzado , Brasília: Senado Federal, p. 53 ↑ Echeverria 2011 , p. 41s. ↑ ECHEVERRIA 2011 , pp. 73s. ↑ Echeverria 2011 , p. 62. ↑ Echeverria 2011 , p. 63s. ↑ Echeverria 2011 , p. 66. ↑ Echeverria 2011 , p. 72. ↑ a b «Família Sarney detém o poder há 36 anos» . Jornal do Commercio . 23 de dezembro de 2001 . 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Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema: Citações no Wikiquote Textos originais no Wikisource Categoria no Commons Base de dados no Wikidata Commons Wikisource Wikiquote Website oficial Fundação José Sarney Governo José Sarney na página oficial da Presidência da República do Brasil Página de José Sarney, hospedada em servidores do Senado Federal A ficha completa de José Sarney no Transparência Brasil Mensagem ao Congresso Nacional 1986 Mensagem ao Congresso Nacional 1987 Mensagem ao Congresso Nacional 1988 Mensagem ao Congresso Nacional 1989 Mensagem ao Congresso Nacional 1990 Precedido por Newton de Barros Belo Governador do Maranhão 1966 — 1970 Sucedido por Antônio Dino Precedido por José Américo de Almeida ABL - sexto acadêmico da cadeira 38 1980 — atualidade Sucedido por - Precedido por Aureliano Chaves Vice-presidente do Brasil 15 de março de 1985 — 21 de abril de 1985 (Presidente interino) Sucedido por Itamar Franco Precedido por Tancredo Neves 31º. Presidente do Brasil 1985 — 1990 Sucedido por Fernando Collor Precedido por Humberto Lucena Presidente do Senado Federal do Brasil 1995 — 1997 Sucedido por Antônio Carlos Magalhães Precedido por Ramez Tebet Presidente do Senado Federal do Brasil 2003 — 2005 Sucedido por Renan Calheiros Precedido por Garibaldi Alves Filho Presidente do Senado Federal do Brasil 2009 — 2013 Sucedido por Renan Calheiros v • e Governadores do Maranhão (1889 — 2018) Junta governativa maranhense de 1889 Pedro Augusto Tavares Júnior Eleutério Frazão Muniz Varela José Tomás da Porciúncula Gomes de Castro Manuel Inácio Belfort Vieira José Viana Vaz Tarquínio Lopes Lourenço Augusto de Sá e Albuquerque Junta governativa maranhense de 1891 Manuel Inácio Belfort Vieira Alfredo da Cunha Martins Casimiro Júnior Manuel Inácio Belfort Vieira Casimiro Júnior Alfredo da Cunha Martins Casimiro Júnior Alfredo da Cunha Martins José de Magalhães Braga João Gualberto Torreão da Costa Manuel Lopes da Cunha - Raimundo Nogueira da Cruz e Castro - Colares Moreira Raimundo Nogueira da Cruz e Castro - Colares Moreira Benedito Leite Artur Quadros Colares Moreira Mariano Martins Lisboa Neto Américo Vespúcio dos Reis Frederico de Sá Filgueiras Luís Domingues Afonso Gifwning de Matos Herculano Nina Parga Antônio Brício de Araújo José Joaquim Marques Raul da Cunha Machado Urbano Santos Raul da Cunha Machado Godofredo Viana Magalhães de Almeida José Pires Sexto Junta governativa maranhense de 1930 José Luso Torres Reis Perdigão Astoldo de Barros Serra Joaquim Gaudie de Aquino Correia Lourival Seroa da Mota Américo Wanick Álvaro Jansen Serra Lima Saldanha Antônio Martins de Almeida Aquiles Lisboa Roberto Carlos Vasco Carneiro de Mendonça Paulo Ramos Clodomir Cardoso Eleazar Soares Campos Saturnino Bello João Pires Ferreira Sebastião Archer Traiaú Rodrigues Moreira Eugênio Barros César Aboud Eugênio Barros Alderico Novais Machado Eurico Ribeiro José de Matos Carvalho Newton Belo José Sarney Antônio Dino Pedro Santana José Murad Nunes Freire João Castelo Ivar Saldanha Luís Rocha Epitácio Cafeteira João Alberto Edison Lobão Ribamar Fiquene Roseana Sarney José Reinaldo Tavares Jackson Lago Roseana Sarney Arnaldo Melo Flávio Dino v • e Academia Brasileira de Letras História Presidentes Sócios Patronos e membros da Academia Brasileira de Letras Cadeiras 1 a 10 1 ( Adelino Fontoura ) Luís Murat Afonso d'Escragnolle Taunay Ivan Monteiro de Barros Lins Bernardo Élis Evandro Lins e Silva Ana Maria Machado 2 ( Álvares de Azevedo ) Coelho Neto João Neves da Fontoura Guimarães Rosa Mário Palmério Tarcísio Padilha 3 ( Artur de Oliveira ) Filinto de Almeida Roberto Simonsen Aníbal Freire da Fonseca Herberto Sales Carlos Heitor Cony Vago 4 ( Basílio da Gama ) Aluísio Azevedo Alcides Maia Viana Moog Carlos Nejar 5 ( Bernardo Guimarães ) Raimundo Correia Osvaldo Cruz Aloísio de Castro Cândido Mota Filho Rachel de Queiroz José Murilo de Carvalho 6 ( Casimiro de Abreu ) Teixeira de Melo Artur Jaceguai Goulart de Andrade Barbosa Lima Sobrinho Raimundo Faoro Cícero Sandroni 7 ( Castro Alves ) Valentim Magalhães Euclides da Cunha Afrânio Peixoto Afonso Pena Júnior Hermes Lima Pontes de Miranda Dinah Silveira de Queiroz Sérgio Correia da Costa Nelson Pereira dos Santos 8 ( Cláudio Manuel da Costa ) Alberto de Oliveira Oliveira Viana Austregésilo de Ataíde Antônio Calado Antônio Olinto Cleonice Berardinelli 9 ( Gonçalves de Magalhães ) Carlos Magalhães de Azeredo Marques Rebelo Carlos Chagas Filho Alberto da Costa e Silva 10 ( Evaristo da Veiga ) Ruy Barbosa Laudelino Freire Osvaldo Orico Orígenes Lessa Lêdo Ivo Rosiska Darcy de Oliveira Cadeiras 11 a 20 11 ( Fagundes Varela ) Lúcio de Mendonça Pedro Lessa Eduardo Ramos João Luís Alves Adelmar Tavares Deolindo Couto Darcy Ribeiro Celso Furtado Hélio Jaguaribe 12 ( França Júnior ) Urbano Duarte Antônio Augusto de Lima Vítor Viana José Carlos de Macedo Soares Abgar Renault Lucas Moreira Neves Alfredo Bosi 13 ( Francisco Otaviano ) Alfredo d'Escragnolle Taunay Francisco de Castro Martins Júnior Sousa Bandeira Hélio Lobo Augusto Meyer Francisco de Assis Barbosa Sérgio Paulo Rouanet 14 ( Franklin Távora ) Clóvis Beviláqua Carneiro Leão Fernando de Azevedo Miguel Reale Celso Lafer 15 ( Gonçalves Dias ) Olavo Bilac Amadeu Amaral Guilherme de Almeida Odilo Costa Filho Marcos Barbosa Fernando Bastos de Ávila Marco Lucchesi 16 ( Gregório de Matos ) Araripe Júnior Félix Pacheco Pedro Calmon Lygia Fagundes Telles 17 ( Hipólito da Costa ) Sílvio Romero Osório Duque-Estrada Edgar Roquette-Pinto Álvaro Lins Antônio Houaiss Affonso Arinos de Mello Franco 18 ( João Francisco Lisboa ) José Veríssimo Barão Homem de Melo Alberto Faria Luís Carlos Pereira da Silva Peregrino Júnior Arnaldo Niskier 19 ( Joaquim Caetano ) Alcindo Guanabara Silvério Gomes Pimenta Gustavo Barroso Silva Melo Américo Jacobina Lacombe Marcos Almir Madeira Antônio Carlos Secchin 20 ( Joaquim Manuel de Macedo ) Salvador de Mendonça Emílio de Meneses Humberto de Campos Múcio Leão Aurélio de Lira Tavares Murilo Melo Filho Cadeiras 21 a 30 21 ( Joaquim Serra ) José do Patrocínio Mário de Alencar Olegário Mariano Álvaro Moreira Adonias Filho Dias Gomes Roberto Campos Paulo Coelho 22 ( José Bonifácio ) Medeiros e Albuquerque Miguel Osório de Almeida Luís Viana Filho Ivo Pitanguy João Almino 23 ( José de Alencar ) Machado de Assis Lafayette Rodrigues Pereira Alfredo Pujol Otávio Mangabeira Jorge Amado Zélia Gattai Luiz Paulo Horta Antônio Torres 24 ( Júlio Ribeiro ) Garcia Redondo Luís Guimarães Filho Manuel Bandeira Cyro dos Anjos Sábato Magaldi Geraldo Carneiro 25 ( Junqueira Freire ) Franklin Dória Artur Orlando da Silva Ataulfo de Paiva José Lins do Rego Afonso Arinos de Melo Franco Alberto Venancio Filho 26 ( Laurindo Rabelo ) Guimarães Passos João do Rio (Paulo Barreto) Constâncio Alves Ribeiro Couto Gilberto Amado Mauro Mota Marcos Vilaça 27 ( Maciel Monteiro ) Joaquim Nabuco Dantas Barreto Gregório da Fonseca Levi Carneiro Otávio de Faria Eduardo Portella Antonio Cicero 28 ( Manuel Antônio de Almeida ) Inglês de Sousa Xavier Marques Menotti Del Picchia Oscar Dias Correia Domício Proença Filho 29 ( Martins Pena ) Artur de Azevedo Vicente de Carvalho Cláudio de Sousa Josué Montello José Mindlin Geraldo Holanda Cavalcanti 30 ( Pardal Mallet ) Pedro Rabelo Heráclito Graça Antônio Austregésilo Aurélio Buarque de Holanda Nélida Piñon Cadeiras 31 a 40 31 ( Pedro Luís ) Guimarães Júnior João Ribeiro Paulo Setúbal Cassiano Ricardo José Cândido de Carvalho Geraldo França de Lima Moacyr Scliar Merval Pereira 32 ( Manuel de Araújo Porto-Alegre ) Carlos de Laet Ramiz Galvão Viriato Correia Joracy Camargo Genolino Amado Ariano Suassuna Zuenir Ventura 33 ( Raul Pompeia ) Domício da Gama Fernando Magalhães Luís Edmundo Afrânio Coutinho Evanildo Bechara 34 ( Sousa Caldas ) João Manuel Pereira da Silva Barão do Rio Branco Lauro Müller Aquino Correia Raimundo Magalhães Júnior Carlos Castelo Branco João Ubaldo Ribeiro Evaldo Cabral de Mello 35 ( Tavares Bastos ) Rodrigo Otávio Rodrigo Otávio Filho José Honório Rodrigues Celso Cunha Cândido Mendes de Almeida 36 ( Teófilo Dias ) Afonso Celso Clementino Fraga Paulo Carneiro José Guilherme Merquior João de Scantimburgo Fernando Henrique Cardoso 37 ( Tomás Antônio Gonzaga ) Silva Ramos Alcântara Machado Getúlio Vargas Assis Chateaubriand João Cabral de Melo Neto Ivan Junqueira Ferreira Gullar Arno Wehling 38 ( Tobias Barreto ) Graça Aranha Santos Dumont Celso Vieira de Matos Melo Pereira Maurício Campos de Medeiros José Américo de Almeida José Sarney 39 ( Francisco Adolfo de Varnhagen ) Oliveira Lima Alberto de Faria Rocha Pombo Rodolfo Garcia Elmano Cardim Otto Lara Resende Roberto Marinho Marco Maciel 40 ( Visconde do Rio Branco ) Eduardo Prado Afonso Arinos Miguel Couto Alceu Amoroso Lima Evaristo de Moraes Filho Edmar Bacha Portal da Literatura Academias de letras do Brasil v • e Vice-presidentes do Brasil Floriano Peixoto • Manuel Vitorino • Francisco Rosa e Silva • Silviano Brandão • Afonso Pena • Nilo Peçanha • Venceslau Brás • Urbano Santos • Delfim Moreira • Bueno de Paiva • Estácio Coimbra • Fernando de Melo Viana • Vital Soares • Nereu Ramos • Café Filho • João Goulart • José Maria Alkmin • Pedro Aleixo • Augusto Rademaker • Adalberto Pereira dos Santos • Aureliano Chaves • José Sarney • Itamar Franco • Marco Maciel • José Alencar • Michel Temer v • e Presidentes do Brasil Lista de Presidentes • Presidencialismo no Brasil • Palácio do Planalto • Palácio da Alvorada • Granja do Torto • Palácio Rio Negro • Casa da Dinda • Catetinho • Palácio do Catete • Palácio do Itamaraty (Rio de Janeiro) República Velha (1889–1930) Deodoro da Fonseca • Floriano Peixoto • Prudente de Morais (interinidade: Manuel Vitorino ) • Campos Sales • Rodrigues Alves • Afonso Pena • Nilo Peçanha • Hermes da Fonseca • Venceslau Brás • Rodrigues Alves • Delfim Moreira • Epitácio Pessoa • Artur Bernardes • Washington Luís • Júlio Prestes Era Vargas (1930–1945) Junta de 1930 ( Fragoso · Noronha · Mena Barreto ) • Getúlio Vargas • José Linhares Período populista (1945–1964) Eurico Gaspar Dutra • Getúlio Vargas • Café Filho • Carlos Luz • Nereu Ramos • Juscelino Kubitschek • Jânio Quadros • Ranieri Mazzilli • João Goulart Ditadura militar (1964–1985) Ranieri Mazzilli • Castelo Branco • Costa e Silva • Pedro Aleixo • Junta de 1969 ( Lira Tavares · Rademaker · Melo ) • Emílio Garrastazu Médici • Ernesto Geisel • João Figueiredo Nova República (1985–) Tancredo Neves • José Sarney • Fernando Collor de Mello • Itamar Franco • Fernando Henrique Cardoso • Luiz Inácio Lula da Silva • Dilma Rousseff • Michel Temer • v • e Presidentes do Senado Federal do Brasil (1826–2018) Primeiro reinado ( D. Pedro I ) José Egídio Álvares de Almeida José Caetano da Silva Coutinho Período regencial Bento Barroso Pereira Antônio Luís Pereira da Cunha Manuel Jacinto Nogueira da Gama Diogo Antônio Feijó Segundo reinado ( D. Pedro II ) Francisco Vilela Barbosa Estêvão Ribeiro de Resende José da Costa Carvalho João Vieira de Carvalho Luís José de Oliveira Mendes Cândido José de Araújo Viana Manuel Inácio Cavalcanti de Lacerda Antônio Paulino Limpo de Abreu José Ildefonso de Sousa Ramos João Maurício Wanderley Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu Antônio Cândido da Cruz Machado Paulino José Soares de Sousa República Velha ( 1.ª República ) Floriano Peixoto Prudente de Morais Manuel Vitorino Francisco de Assis Rosa e Silva Afonso Pena Nilo Peçanha Venceslau Brás Urbano Santos Delfim Moreira Bueno de Paiva Estácio Coimbra Melo Viana 2.ª , 3.ª e 4.ª Repúblicas Antônio Garcia de Medeiros Neto Valdomiro de Barros Magalhães Nereu Ramos Café Filho Alexandre Marcondes Machado Filho Apolônio Jorge de Faria Sales João Goulart Ditadura militar ( 5.ª República ) Auro de Moura Andrade Gilberto Marinho João Cleofas de Oliveira Petrônio Portella Filinto Müller Paulo Francisco Torres Magalhães Pinto Petrônio Portella Luís Viana Filho Jarbas Passarinho Nilo Coelho Moacir Dalla Nova República ( 6.ª República ) José Fragelli Humberto Lucena Nelson Carneiro Mauro Benevides Humberto Lucena José Sarney Antônio Carlos Magalhães Jader Barbalho Edison Lobão Ramez Tebet José Sarney Renan Calheiros Tião Viana Garibaldi Alves Filho José Sarney Renan Calheiros Eunício Oliveira Cássio Cunha Lima (interino) v • e Gabinete do Presidente José Sarney (1985–1990) Vice-presidente Nenhum (1985–1990) Ministérios Administração Aluízio Alves (1985-1986) Aeronáutica Octávio Júlio Moreira Lima (1985–1990) Agricultura Pedro Simon (1985-1986) • Iris Rezende (1986-1990) Ciência e Tecnologia Renato Archer (1985–1987) • Luiz Henrique da Silveira (1987–1988) • Luiz André Rico Vicente (1988) • Ralph Biasi (1988-1989) • Roberto Cardoso Alves (1989) Cultura Aluísio Pimenta (1985-1986) • Celso Furtado (1986-1988) • Hugo Napoleão do Rego Neto (1988) • José Aparecido de Oliveira (1988-1990) Desburocratização Paulo Lustosa (1985-1986) Desenvolvimento Agrário Nélson de Figueiredo Ribeiro (1985–1986) • Dante de Oliveira (1986–1987) • Marcos Freire (1987) • Jader Barbalho (1987-1988) • Leopoldo Pacheco Bessone (1988-1989) Educação Marco Maciel (1985–1986) • Jorge Bornhausen (1986–1987) • Aloísio Guimarães Sotero (1987) • Hugo Napoleão do Rego Neto (1987–1989) • Carlos Corrêa de Menezes Sant'anna (1989–1990) Exército Leônidas Pires Gonçalves (1985–1990) Fazenda Francisco Dornelles (1985) • Dilson Funaro (1985–1987) • Bresser Pereira (1987) • Maílson da Nóbrega (1987–1990) Indústria e Comércio Roberto Herbster Gusmão (1985–1986) • José Hugo Castelo Branco (1986-1988) • Luiz André Rico Vicente (1988) • Roberto Cardoso Alves (1988-1989) • Roberto Cardoso Alves (1989–1990) Interior Ronaldo Costa Couto (1985–1987) • Joaquim Francisco (1987) • João Alves Filho (1987–1990) Justiça Fernando Lyra (1985-1986) • Paulo Brossard (1986-1989) • Oscar Dias Correia (1989) • Saulo Ramos (1989-1990) Marinha Henrique Saboia (1985–1990) Minas e Energia Aureliano Chaves (1985–1988) • Iris Rezende (1988–1989) • Vicente Fialho (1989-1990) Planejamento João Sayad (1985–1987) • Aníbal Teixeira de Souza (1987–1988) • João Batista de Abreu (1988-1990) Previdência Social Waldir Pires (1985-1986) • Raphael de Almeida Magalhães (1986-1987) • Renato Archer (1987-1988) • Jader Barbalho (1988-1990) Relações Exteriores Olavo Setúbal (1985-1986) • Abreu Sodré (1986–1990) Saúde Carlos Corrêa de Menezes Sant'anna (1985–1986) • Roberto Figueira Santos (1986-1987) • Luiz Carlos Borges da Silveira (1987-1989) • Seigo Tsuzuki (1989-1990) Trabalho Almir Pazzianotto Pinto (1985–1988) • Erós Antônio de Almeida (1988) • Ronaldo Costa Couto (1988–1989) • Dorothea Werneck (1989–1990) Transportes Affonso Camargo Neto (1985-1986) • José Reinaldo Tavares (1986-1990) Secretarias (ligadas à Presidência da República) Meio Ambiente Flávio Rios Peixoto da Silveira (1985-1986) • Deni Lineu Schwartz (1986-1987) • Prisco Viana (1987-1988) • Ben-hur Luttembarck Batalha (1988–1989) Órgãos (ligados à Presidência da República) Casa Civil José Hugo Castelo Branco (1985–1986) • Marco Maciel (1986–1987) • Ronaldo Costa Couto (1987–1989) • Luís Roberto Andrade Ponte (1989–1990) Estado Maior das Forças Armadas José Maria do Amaral Oliveira (1985–1986) • Paulo Campos Paiva (1986–1987) • Valbert Lisieux Medeiros de Figueiredo (1988–1990) • Jonas de Morais Correia Neto (1990) Gabinete Militar Rubens Bayma Denys (1985–1990) ← Gabinete de João Figueiredo (1979–1985) • Gabinete de Fernando Collor (1990–1992) → v • e Família Sarney 1.ª geração José Sarney (cônjuge: Marly Sarney ) 2.ª geração Fernando Sarney Roseana Sarney (cônjuge: Jorge Murad ) Sarney Filho 3.ª geração Adriano Sarney Categoria Controle de autoridade WorldCat Identities VIAF : 79056541 LCCN : n83073438 ISNI : 0000 0001 2140 9735 GND : 111570255 SUDOC : 029055806 BNF : cb12076172g (data) Portal de biografias Portal do Maranhão Portal do Brasil Portal da história Portal da política Portal do direito Portal da literatura Portal da Academia Brasileira de Letras Obtida de ' https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=José_Sarney&oldid=50899982 ' Categorias : Nascidos em 1930 José Sarney Naturais de Pinheiro (Maranhão) Família Sarney Presidentes do Brasil Vice-presidentes do Brasil Presidentes do Senado Federal do Brasil Senadores do Brasil pelo Maranhão Senadores do Brasil pelo Amapá Governadores do Maranhão Deputados federais do Brasil pelo Maranhão Membros da Academia Brasileira de Letras Membros da União Democrática Nacional Membros da Aliança Renovadora Nacional Membros do Partido Democrático Social Membros do Partido do Movimento Democrático Brasileiro Alunos da Universidade Federal do Maranhão Grã-Cruzes da Ordem Nacional da Legião de Honra Grandes-Colares da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada Grã-Cruzes da Ordem Militar de Cristo Grã-Cruzes da Ordem do Infante D. Henrique Romancistas do Brasil Escritores contemporâneos do Brasil Poetas do Maranhão Colunistas da Folha de S.Paulo Grandes Oficiais da Ordem do Ipiranga Católicos do Brasil Candidatos à vice-presidência da República do Brasil Ministros do Governo Sarney Doutores Honoris Causa pela Universidade de Coimbra Agraciados com a Ordem do Mérito Cultural Categorias ocultas: !Páginas que usam referências com parâmetros depreciadas !Artigos que carecem de notas de rodapé desde abril de 2015 Pessoas vivas !Páginas com erro de uso da predefinição Fmtn !Website oficial que não está no Wikidata !Artigos enciclopédicos com identificadores VIAF !Artigos enciclopédicos com identificadores LCCN !Artigos enciclopédicos com identificadores ISNI !Artigos enciclopédicos com identificadores GND !Artigos enciclopédicos com identificadores BNF Menu de navegação Ferramentas pessoais Não autenticado Discussão Contribuições Criar uma conta Entrar Domínios Artigo Discussão Variantes Vistas Ler Editar Editar código-fonte Ver histórico Mais Busca Navegação Página principal Conteúdo destacado Eventos atuais Esplanada Página aleatória Portais Informar um erro Loja da Wikipédia Colaboração Boas-vindas Ajuda Página de testes Portal comunitário Mudanças recentes Manutenção Criar página Páginas novas Contato Donativos Imprimir/exportar Criar um livro Descarregar como PDF Versão para impressão Noutros projetos Wikimedia Commons Wikiquote Ferramentas Páginas afluentes Alterações relacionadas Carregar ficheiro Páginas especiais Hiperligação permanente Informações da página Elemento Wikidata Citar esta página Noutros idiomas العربية Беларуская Български Català Čeština Dansk Deutsch English Esperanto Español Euskara فارسی Suomi Français Galego עברית Bahasa Indonesia Ido Italiano 日本語 ქართული 한국어 Latina Nederlands Norsk Occitan Polski Русский Simple English Svenska Türkçe Українська Tiếng Việt Yorùbá 中文 粵語 Editar hiperligações Esta página foi editada pela última vez à(s) 17h28min de 1 de janeiro de 2018. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0) . pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais detalhes, consulte as condições de uso . Política de privacidade Sobre a Wikipédia Avisos gerais Programadores Declaração sobre cookies Versão móvel



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  Marco Maciel – Wikipédia, a enciclopédia livre Marco Maciel Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Marco Maciel Foto:Geraldo Magela/ Agência Senado 22º Vice-presidente do Brasil Período 1 de janeiro de 1995 a 1 de janeiro de 2003 Presidente Fernando Henrique Cardoso Antecessor(a) Itamar Franco Sucessor(a) José Alencar Senador por Pernambuco Período 2º- 1 de fevereiro ... Antecessor(a) Itamar Franco Sucessor(a) José Alencar Senador por Pernambuco Período 2º- 1 de ... 1987 Presidente José Sarney Antecessor(a) José Hugo Castelo Branco Sucessor(a) Ronaldo Costa Couto Ministro da Educação do Brasil Período 15 de março de 1985 a 14 de fevereiro de 1986 Presidente José ... Antecessor(a) Moura Cavalcanti Sucessor(a) José Muniz Ramos Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil ... . É notório torcedor do Santa Cruz , tanto que o estádio do clube leva o nome do seu pai, José do CACHE

Marco Maciel – Wikipédia, a enciclopédia livre Marco Maciel Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Marco Maciel Foto:Geraldo Magela/ Agência Senado 22º Vice-presidente do Brasil Período 1 de janeiro de 1995 a 1 de janeiro de 2003 Presidente Fernando Henrique Cardoso Antecessor(a) Itamar Franco Sucessor(a) José Alencar Senador por Pernambuco Período 2º- 1 de fevereiro de 2003 a 1 de fevereiro de 2011 1º- 1 de fevereiro de 1983 a 1 de janeiro de 1995 (2 mandatos consecutivos) Ministro-chefe da Casa Civil do Brasil Período 14 de fevereiro de 1986 a 30 de abril de 1987 Presidente José Sarney Antecessor(a) José Hugo Castelo Branco Sucessor(a) Ronaldo Costa Couto Ministro da Educação do Brasil Período 15 de março de 1985 a 14 de fevereiro de 1986 Presidente José Sarney Antecessor(a) Esther de Figueiredo Ferraz Sucessor(a) Jorge Bornhausen 45º Governador de Pernambuco Período 15 de março de 1979 a 15 de maio de 1982 Vice-governador Roberto Magalhães Antecessor(a) Moura Cavalcanti Sucessor(a) José Muniz Ramos Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil Período 2 de fevereiro de 1977 a 31 de janeiro de 1979 Presidente Ernesto Geisel Antecessor(a) Célio de Oliveira Borja Sucessor(a) Flávio Portela Marcílio Deputado Federal por Pernambuco Período 1 de fevereiro de 1971 a 1 de fevereiro de 1979 (2 mandatos consecutivos) Deputado Estadual de Pernambuco Período 1 de fevereiro de 1967 a 1 de fevereiro de 1971 Dados pessoais Nascimento 21 de julho de 1940 (77 anos) Recife , PE , Brasil Nacionalidade Brasileiro Esposa Anna Maria Ferreira Maciel Partido DEM Profissão Advogado e Professor Assinatura Marco Antônio de Oliveira Maciel ( Recife , 21 de julho de 1940 ) é um advogado , professor e político brasileiro . Foi deputado , governador de Pernambuco, senador e vice-presidente da República (de 1995 a 2002). Exerceu o cargo de senador de 2003 até 2011. Professor de Direito Internacional Público da Universidade Católica de Pernambuco (licenciado). Presidente da Câmara dos Deputados (1977–1979). Ministro de Estado da Educação e Cultura (1985–1986). Ministro-chefe do Gabinete Civil da Presidência da República (1986/1987), quando assume o mandato de senador. Eleito Presidente do PFL, em 1987. Reeleito senador em 1990, em 1994 foi eleito vice-presidente da República Federativa do Brasil . Retornou ao senado, eleito em 2002. Assumiu, em 2007, a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Nas eleições de 2010 não conseguiu se eleger para um novo mandato no Senado, após 44 anos na política, ficando em terceiro lugar na votação. É notório torcedor do Santa Cruz , tanto que o estádio do clube leva o nome do seu pai, José do Rego Maciel . Índice 1 Biografia 2 Frente Liberal 3 Vice-presidente 4 Imortal 5 Cronologia sumária 6 Ver também 7 Ligações externas Biografia [ editar | editar código-fonte ] Filho de José do Rego Maciel e Carmen Sílvia Cavalcanti de Oliveira formou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco atuando depois como advogado. Quando nos bancos universitários iniciou sua vida pública ao ser eleito presidente da União Metropolitana dos Estudantes de Pernambuco, em 1963, realizando uma gestão que o levaria a romper com a cúpula da União Nacional dos Estudantes . A eleição para a UME contou com o apoio financeiro do IPES - Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais , organização de direita criada no fim de 1961. Nos anos vindouros, Marco Maciel se filiaria a ARENA , partido que apoiava o regime de ditadura militar então instaurado, e passaria a atuar na política partidária na qual estreou em 1966 ao se eleger deputado estadual e a seguir deputado federal nos anos de 1970 e 1974. No decurso de seu segundo mandato foi eleito presidente da Câmara dos Deputados em março de 1977, para o biênio 1977—1979 e em sua gestão, o presidente Ernesto Geisel decretou o recesso do Congresso Nacional, através do Ato Complementar 102 em 1º de abril de 1977, com o intuito de aprovar a reforma judiciária que fora rejeitada pelo parlamento que seria reaberto em 14 de abril, após a outorga de duas emendas constitucionais e de seis decretos-leis regulamentando a reforma do judiciário e a reforma política, esta última caracterizada pela instituição dos chamados senadores biônicos . Contrário à supressão das prerrogativas do Congresso Nacional, Marco Maciel não tomou parte nas cerimônias que marcaram a vigência das medidas baixadas pelo Poder Executivo, mas fiel ao seu estilo discreto não polemizou a respeito do assunto e em sinal de reconhecimento por sua postura foi indicado governador biônico de Pernambuco pelo próprio Geisel em 1978. Ao longo de sua gestão montou uma equipe de técnicos e políticos que cerraram fileiras nas eleições de 1982, quando o PDS pernambucano obteve um apertado triunfo, contra os oposicionistas do PMDB , tendo à frente o senador Marcos de Barros Freire , então candidato a governador. Eleito senador naquele ano, Maciel teve seu nome lembrado como uma das alternativas civis à sucessão do presidente João Figueiredo , em face, sobretudo, de sua grande capacidade de articulação. Frente Liberal [ editar | editar código-fonte ] À medida que os debates sobre a sucessão presidencial tomavam forma as lideranças do PDS viam surgir diversos nomes que tencionavam a indicação oficial do partido, dentre os quais, Marco Maciel. Entretanto a contenda derradeira aconteceu em 11 de agosto de 1984, quando o deputado federal paulista Paulo Maluf derrotou o Ministro do Interior, Mario Andreazza , na convenção nacional do PDS por 493 votos a 350, fato esse que serviu como senha para que os dissidentes da legenda se agrupassem na chamada Frente Liberal (embrião do PFL, o atual Democratas) e a seguir hipotecassem o seu apoio à candidatura de Tancredo Neves , o candidato das forças de oposição ao Regime Militar de 1964 . Para a oficialização do acordo os partidários de Tancredo deveriam escolher um dos quadros da dissidência governista como candidato a vice-presidente e a escolha recaiu sobre o senador maranhense José Sarney , embora o próprio ungido tenha sugerido, sem sucesso, o nome de Marco Maciel. Hábil na costura dos acordos políticos que asseguraram a vitória oposicionista no Colégio Eleitoral, logo o nome de Marco Maciel foi confirmado como o novo Ministro da Educação sendo o titular dessa pasta de 15 de março de 1985 até 14 de fevereiro de 1986 quando o presidente José Sarney (efetivado após a morte de Tancredo Neves) o remanejou para a chefia da Casa Civil onde Maciel permaneceu até 30 de abril de 1987. Vice-presidente [ editar | editar código-fonte ] De volta ao Senado Federal manteve seu apoio ao governo Sarney o que não o impediu de ser um dos entusiastas do apoio do PFL à Fernando Collor de Mello nas eleições presidenciais de 1989, mesmo diante da candidatura pefelista de Aureliano Chaves . Com a vitória de Collor em segundo turno sobre Luiz Inácio Lula da Silva o Partido da Frente Liberal passa a ocupar a base política do novo presidente. Reeleito senador em 1990 Marco Maciel passou à condição de líder do governo Collor no Senado, função da qual declinou quando o processo de impeachment do presidente se apresentou irreversível. Em agosto de 1994 foi escolhido pelo PFL como o novo candidato a vice-presidente da República em substituição ao senador alagoano Guilherme Palmeira em virtude de denúncias de irregularidades na destinação de emendas orçamentárias que pesavam sobre esse último, sendo eleito e reeleito como companheiro de chapa de Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998, respectivamente. Nesse mesmo ano, recebeu, em seu gabinete da Vice-Presidência da Republica, no Palácio do Planalto, o Título de Professor Visitante da UniverCidade/RJ, do jornalista e Reitor Paulo Alonso. Sua postura discreta permaneceu inalterada, mesmo diante dos episódios que levaram ao rompimento do PFL com o governo federal às vésperas das eleições de 2002, nas quais Marco Maciel conquistou seu terceiro mandato como senador pelo estado de Pernambuco. Imortal [ editar | editar código-fonte ] Em 1991, foi eleito para a cadeira 22 da Academia Pernambucana de Letras , antes ocupada pelo Monsenhor Severino Nogueira Leite , tomando posse em 27 de julho de 1992. Em 2003, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras , na cadeira do antecessor Roberto Marinho . Cronologia sumária [ editar | editar código-fonte ] Ver também [ editar | editar código-fonte ] Lista de membros da Academia Brasileira de Letras Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] Perfil no sítio oficial da Academia Brasileira de Letras (em português ) Biografia de Marco Maciel - ALERJ (em português ) Precedido por Célio de Oliveira Borja Presidente da Câmara dos Deputados 1977 — 1979 Sucedido por Flávio Portela Marcílio Precedido por Moura Cavalcanti Governador de Pernambuco 1979 — 1982 Sucedido por José Muniz Ramos Precedido por Esther de Figueiredo Ferraz Ministro da Educação do Brasil 1985 — 1986 Sucedido por Jorge Bornhausen Precedido por José Hugo Castelo Branco Ministro chefe da Casa Civil 1986 — 1987 Sucedido por Ronaldo Costa Couto Precedido por Itamar Franco Vice-presidente do Brasil 1995 — 2002 Sucedido por José Alencar Precedido por Roberto Marinho ABL - oitavo acadêmico da cadeira 39 2003 — atualidade Sucedido por — v • e Presidentes da Câmara dos Deputados do Brasil (1826 — 2018) Primeiro reinado ( D. Pedro I ) Luís Pereira da Nóbrega Sousa Coutinho • Francisco de Paula Sousa e Melo • Pedro de Araújo Lima • José da Costa Carvalho • Romualdo Antônio de Seixas • Pedro de Araújo Lima • José da Costa Carvalho • José Ribeiro Soares da Rocha • José da Costa Carvalho Período regencial José da Costa Carvalho • Martim Francisco Ribeiro de Andrada • José Martiniano de Alencar • Antônio Paulino Limpo de Abreu • Bento de Oliveira Braga • Venâncio Henriques de Resende • Antônio Maria de Moura • Pedro de Araújo Lima • Cândido José de Araújo Viana • Joaquim Marcelino de Brito Segundo reinado ( D. Pedro II ) Joaquim Marcelino de Brito • Romualdo Antônio de Seixas • Venâncio Henriques de Resende • Martim Francisco Ribeiro de Andrada • Manuel Inácio Cavalcanti de Lacerda • Antônio Paulino Limpo de Abreu • José Joaquim Fernandes Torres • Francisco Muniz Tavares • José Pedro Dias de Carvalho • Antônio Pinto Chichorro da Gama • Gabriel Mendes dos Santos • José Idelfonso de Sousa Ramos • Antônio Peregrino Maciel Monteiro • Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama • Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque • Zacarias de Góis e Vasconcelos • Francisco José Furtado • Camilo Maria Ferreira Armond • Joaquim Saldanha Marinho • Francisco de Paula da Silveira Lobo • Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque • Joaquim Otávio Nébias • Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama • Inocêncio Marques de Araújo Góis • Manuel Francisco Correia • Paulino José Soares de Sousa • Camilo Maria Ferreira Armond • Martinho Álvares da Silva Campos • Martim Francisco Ribeiro de Andrada • João Ferreira de Moura • José Rodrigues de Lima Duarte • Antônio Moreira de Barros • Manuel Alves de Araújo • Antônio Moreira de Barros • Franklin Américo de Meneses Dória • André Augusto de Pádua Fleury • Domingos de Andrade Figueira • Augusto Olímpio Gomes de Castro • Henrique Pereira de Lucena República Velha ( 1.ª República ) Poder Legislativo fechado até 1891 • João da Mata Machado • Bernardino José de Campos Júnior • João Lopes Ferreira Filho • Francisco de Assis Rocha e Silva • Artur César Rios • Carlos Vaz de Melo • Francisco de Paula de Oliveira Guimarães • Carlos Peixoto de Melo Filho • Sabino Alves Barroso Júnior • Astolfo Dutra Nicácio • Sabino Alves Barroso Júnior • Astolfo Dutra Nicácio • Júlio Bueno Brandão • Arnolfo Rodrigues de Azevedo • Sebastião do Rego Barros • Poder Legislativo fechado de 1930 a 1933 • Antônio Carlos Ribeiro de Andrada 2.ª , 3.ª e 4.ª Repúblicas Antônio Carlos Ribeiro de Andrada • Pedro Aleixo • Poder Legislativo fechado de 1937 a 1946 • Honório Fernandes Monteiro • Samuel Vital Duarte • Carlos Cirilo Júnior • Nereu Ramos • Carlos Luz • José Antônio Flores da Cunha • Ulysses Guimarães • Ranieri Mazzilli Regime militar ( 5.ª República ) Ranieri Mazzilli • Olavo Bilac Pinto • Adauto Lúcio Cardoso • João Batista Ramos • José Bonifácio Lafayette de Andrada • Geraldo Freire • Pereira Lopes • Flávio Portela Marcílio • Célio Borja • Marco Maciel • Flávio Portela Marcílio • Nelson Marchezan • Flávio Portela Marcílio • Ulysses Guimarães Nova República ( 6ª República ) Ulysses Guimarães • Antonio Paes de Andrade • Ibsen Pinheiro • Inocêncio Oliveira • Luís Eduardo Magalhães • Michel Temer • Aécio Neves • João Paulo Cunha • Severino Cavalcanti • Aldo Rebelo • Arlindo Chinaglia • Michel Temer • Marco Maia • Henrique Eduardo Alves • Eduardo Cunha • Waldir Maranhão • Rodrigo Maia v • e Governadores de Pernambuco (1889–2018) José Cerqueira de Aguiar Lima • José Simeão de Oliveira • Albino Gonçalves Meira • Ambrósio Machado da Cunha Cavalcanti • Barão de Lucena • José Antônio Correia da Silva • José Maria de Albuquerque Melo • Barão de Contendas • Ambrósio Machado da Cunha Cavalcanti • Barbosa Lima • Joaquim Correia de Araújo • Sigismundo Gonçalves • Antônio Gonçalves Ferreira • Sigismundo Gonçalves • Herculano Bandeira • Estácio Coimbra • João da Costa Bezerra de Carvalho • Dantas Barreto • Manuel Borba • José Rufino Bezerra Cavalcanti • Sérgio Loreto • Estácio Coimbra • Carlos de Lima Cavalcanti • Amaro de Azambuja Vila Nova • Agamenon Magalhães • Etelvino Lins • José Neves Filho • José Domingues da Silva • Demerval Peixoto • Amaro Gomes Pedrosa • Otávio Correia de Araújo • Barbosa Lima Sobrinho • Agamenon Magalhães • Antônio Torres Galvão • Etelvino Lins • Cordeiro de Farias • Otávio Correia de Araújo • Cid Sampaio • Miguel Arraes • Paulo Pessoa Guerra • Nilo Coelho • Eraldo Gueiros Leite • Moura Cavalcanti • Marco Maciel • José Muniz Ramos • Roberto Magalhães • Gustavo Krause • Miguel Arraes • Carlos Wilson • Joaquim Francisco • Miguel Arraes • Jarbas Vasconcelos • Mendonça Filho • Eduardo Campos • Lyra Neto • Paulo Câmara v • e Ministros da Educação do Brasil (1930–2018) 2ª , 3ª e 4ª Repúblicas Francisco Campos Belisário Penna (interino) Francisco Campos Washington Ferreira Pires Gustavo Capanema Raul Leitão da Cunha Ernesto de Sousa Campos Clemente Mariani Eduardo Rios Filho (interino) Pedro Calmon Ernesto Simões Filho Péricles Madureira de Pinho (interino) Antônio Balbino Edgard Santos Cândido Mota Filho Abgar Renault Clóvis Salgado da Gama Celso Brant (interino) Nereu Ramos (interino) Clóvis Salgado da Gama Pedro Calmon José Pedro Ferreira da Costa (interino) Pedro Paulo Penido Clóvis Salgado da Gama Brígido Fernandes Tinoco Antônio Ferreira de Oliveira Brito Roberto Lira Darcy Ribeiro Teotônio Monteiro de Barros Paulo de Tarso Santos Júlio Furquim Sambaqui (interino) Ditadura militar ( 5ª República ) Luís Antônio da Gama e Silva Flávio Suplicy de Lacerda Pedro Aleixo Raymundo Augusto de Castro Moniz de Aragão Guilherme Augusto Canedo de Magalhães (interino) Tarso de Morais Dutra Favorino Bastos Mércio (interino) Jarbas Passarinho Ney Braga Euro Brandão Eduardo Portella Rubem Carlos Ludwig Esther de Figueiredo Ferraz Nova República ( 6ª República ) Marco Maciel Jorge Bornhausen Aloísio Guimarães Sotero (interino) Hugo Napoleão do Rego Neto Carlos Corrêa de Menezes Sant'anna Carlos Chiarelli José Goldemberg Eraldo Tinoco Murílio de Avellar Hingel Paulo Renato Souza Cristovam Buarque Tarso Genro Fernando Haddad Aloizio Mercadante José Henrique Paim Cid Gomes Luiz Cláudio Costa (interino) Renato Janine Ribeiro Aloizio Mercadante Mendonça Filho v • e Ministros da Casa Civil do Brasil (1930–2018) 2ª , 3ª e 4ª Repúblicas Gregório da Fonseca Ronald de Carvalho Artur Guimarães de Araújo Jorge Otto Prazeres Luís Fernandes Vergara Lino Moreira Gabriel Monteiro da Silva José Pereira Lira Lourival Fontes José Monteiro de Castro Paulo de Lira Tavares Álvaro Lins Victor Nunes Leal José Sette Câmara Filho Osvaldo Maia Penido Francisco de Paula Quintanilha Ribeiro Floriano Augusto Ramos Hermes Lima Evandro Lins e Silva Darcy Ribeiro Ditadura militar ( 5ª República ) Getúlio Barbosa de Moura Luís Viana Filho Luís Augusto Fraga Navarro de Brito Rondon Pacheco João Leitão de Abreu Golbery do Couto e Silva João de Carvalho Oliveira João Leitão de Abreu Nova República ( 6ª República ) José Hugo Castelo Branco Marco Maciel Ronaldo Costa Couto Luís Roberto Andrade Ponte Marcos Antônio de Salvo Coimbra Henrique Hargreaves Tarcísio Carlos de Almeida Cunha Henrique Hargreaves Clóvis Carvalho Pedro Parente José Dirceu Dilma Rousseff Erenice Guerra Carlos Eduardo Esteves Lima Antonio Palocci Gleisi Hoffmann Aloizio Mercadante Jaques Wagner Luiz Inácio Lula da Silva Eva Chiavon Eliseu Padilha v • e Gabinete do Presidente José Sarney (1985–1990) Vice-presidente Nenhum (1985–1990) Ministérios Administração Aluízio Alves (1985-1986) Aeronáutica Octávio Júlio Moreira Lima (1985–1990) Agricultura Pedro Simon (1985-1986) • Iris Rezende (1986-1990) Ciência e Tecnologia Renato Archer (1985–1987) • Luiz Henrique da Silveira (1987–1988) • Luiz André Rico Vicente (1988) • Ralph Biasi (1988-1989) • Roberto Cardoso Alves (1989) Cultura Aluísio Pimenta (1985-1986) • Celso Furtado (1986-1988) • Hugo Napoleão do Rego Neto (1988) • José Aparecido de Oliveira (1988-1990) Desburocratização Paulo Lustosa (1985-1986) Desenvolvimento Agrário Nélson de Figueiredo Ribeiro (1985–1986) • Dante de Oliveira (1986–1987) • Marcos Freire (1987) • Jader Barbalho (1987-1988) • Leopoldo Pacheco Bessone (1988-1989) Educação Marco Maciel (1985–1986) • Jorge Bornhausen (1986–1987) • Aloísio Guimarães Sotero (1987) • Hugo Napoleão do Rego Neto (1987–1989) • Carlos Corrêa de Menezes Sant'anna (1989–1990) Exército Leônidas Pires Gonçalves (1985–1990) Fazenda Francisco Dornelles (1985) • Dilson Funaro (1985–1987) • Bresser Pereira (1987) • Maílson da Nóbrega (1987–1990) Indústria e 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  Tancredo Neves – Wikipédia, a enciclopédia livre Tancredo Neves Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Tancredo Neves Tancredo Neves em 1983 . Presidente do Brasil Período Não tomou posse [ nota 1 ] Vice-presidente José Sarney Antecessor(a) João Figueiredo Sucessor(a) José Sarney Primeiro-ministro do Brasil Período 8 de setembro de 1961 até 12 de julho de 1962 Presidente ... Período Não tomou posse [ nota 1 ] Vice-presidente José Sarney Antecessor(a) João Figueiredo Sucessor(a) José Sarney Primeiro-ministro do Brasil Período 8 de setembro de 1961 até 12 de julho de 1962 ... trisavô natural do arquipélago dos Açores , o comendador José António das Neves, que se estabeleceu em ... participação ativa na vida política do município de São João del-Rei: seu avô, José Juvêncio das Neves ... de adversários seus da UDN , especialmente José de Magalhães Pinto , na nova agremiação CACHE

Tancredo Neves – Wikipédia, a enciclopédia livre Tancredo Neves Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação , pesquisa Tancredo Neves Tancredo Neves em 1983 . Presidente do Brasil Período Não tomou posse [ nota 1 ] Vice-presidente José Sarney Antecessor(a) João Figueiredo Sucessor(a) José Sarney Primeiro-ministro do Brasil Período 8 de setembro de 1961 até 12 de julho de 1962 Presidente João Goulart Antecessor(a) Visconde de Ouro Preto (1889) Sucessor(a) Francisco de Paula Brochado da Rocha 11.º Governador de Minas Gerais Período 15 de março de 1983 até 14 de agosto de 1984 Vice-governador Hélio Garcia Antecessor(a) Francelino Pereira Sucessor(a) Hélio Garcia Senador por Minas Gerais Período 1 de fevereiro de 1979 até 15 de março de 1983 Dados pessoais Nascimento 4 de março de 1910 São João del-Rei , Minas Gerais Morte 21 de abril de 1985 (75 anos) São Paulo , São Paulo Nacionalidade brasileiro Cônjuge Risoleta Guimarães Tolentino (1938-1985) Partido PMDB Religião Católico Profissão Advogado , empresário e político Assinatura Tancredo de Almeida Neves GCTE ( São João del-Rei , 4 de março de 1910 — São Paulo , 21 de abril de 1985 ) foi um advogado , empresário e político brasileiro , tendo sido o 33º primeiro-ministro do Brasil (o primeiro do período republicano) e presidente da república eleito mas não empossado. Natural do sul de Minas Gerais , formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais . Ingressou na política em 1935, quando foi eleito vereador em sua cidade natal pelo Partido Progressista, chegando ao cargo de presidente da Câmara Municipal. Com o advento do Estado Novo em 1937, foi preso e o seu mandato de vereador foi extinto. Com isso retornou à advocacia, atuando como Promotor Público , e também exerceu a profissão de empresário. Em 1947, foi eleito deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) e foi designado um dos relatores da Constituição estadual mineira, tornando-se depois líder da oposição. Em 1950, foi eleito deputado federal pela primeira vez. A partir de junho de 1953, exerceu os cargos de Ministro da Justiça e Negócios Interiores até o suicídio do presidente Getúlio Vargas . Em 1954, foi eleito novamente deputado federal, cargo que ocupou por um ano. Foi diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais em 1955 e da Carteira de Redescontos do Banco do Brasil de 1956 a 1958. De 1958 a 1960, assumiu a Secretaria de Finanças do Estado de Minas Gerais. Concorreu, sem sucesso, ao governo de Minas em 1960. Com a instauração do regime parlamentarista , logo após a renúncia do presidente Jânio Quadros , foi nomeado primeiro-ministro do Brasil, ocupando este cargo de setembro de 1961 a julho de 1962. Foi um dos principais líderes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e reelegeu-se deputado federal em 1966, 1970 e 1974. Após a volta do pluripartidarismo , foi eleito senador em 1978 e fundou o Partido Popular (PP). Em 1982, ingressou no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e foi eleito governador de Minas . No período em que governou Minas, houve uma grande agitação em prol do movimento Diretas Já , numa ação popular que mobilizou o país e pregava as eleições diretas para presidente. Com a derrota da emenda Dante de Oliveira , que instituía as eleições diretas para presidente da República em 1984, foi o nome escolhido para representar uma coligação de partidos de oposição reunidos na Aliança Democrática . Em 1984, aceitou a proposta de se candidatar à Presidência da República e em 15 de janeiro de 1985 foi eleito presidente do Brasil pelo voto indireto de um colégio eleitoral por uma larga diferença. No entanto, adoeceu gravemente em 14 de março do mesmo ano, véspera da posse. Em 21 de abril, morreu de infecção generalizada. Tancredo é considerado um dos mais importantes políticos brasileiros do século XX. Índice 1 Início da vida e carreira 2 Início da carreira política 3 Deputado estadual 4 Deputado federal 5 Redemocratização do Brasil em 1945 6 Ministro da Justiça e Negócios Interiores 7 Primeiro-ministro 8 Senador da República 9 Governador de Minas Gerais 10 Oposição ao regime militar 11 'Diretas Já' e o colégio eleitoral 12 Enfermidade e morte 13 Legado 14 Homenagens 14.1 Memorial Presidente Tancredo Neves 15 Notas 16 Referências 17 Bibliografia 18 Ver também 19 Ligações externas Início da vida e carreira [ editar | editar código-fonte ] Sobrado onde nasceu Tancredo Neves, em fotografia de 23 de outubro de 1930. Tancredo Neves, o primeiro a esquerda, ao lado de amigos em São João del-Rei, década de 1910. Tancredo de Almeida Neves nasceu em 4 de março de 1910 em um sobrado de São João del-Rei , uma cidade histórica localizada no sul de Minas Gerais . [ 1 ] Era o quinto dos doze filhos do comerciante Francisco de Paula Neves e de Antonina de Almeida Neves. [ 1 ] Antonina, conhecida como Dona Sinhá, nasceu em 1881 e casou-se em 1903 com Francisco, apelidado de Seu Chiquito, nascido em 1878. [ 1 ] Tancredo tinha ascendência predominante portuguesa , mas também austríaca . [ 1 ] O sobrenome Neves vem de um trisavô natural do arquipélago dos Açores , o comendador José António das Neves, que se estabeleceu em São João del-Rei antes da Independência do Brasil . [ 1 ] Por parte de mãe, era bisneto do chapeleiro João Kapler, que trocou a Áustria por São João del-Rei. [ 1 ] É, também, descendente de Amador Bueno . [ 2 ] Aos dezesseis anos de idade, estimulado por sua mãe, entrou para a Ordem terceira de São Francisco de Assis e participou das procissões católicas em sua cidade natal ao longo de toda a sua vida. [ 3 ] Durante a juventude, também dedicou-se ao futebol, tendo participado de times amadores locais. [ 4 ] O interesse pela política começou a se consolidar desde cedo, quando ele tinha cerca de oito ou nove anos. [ 5 ] Na infância, seu pai o incentivava a ler discursos de importantes homens públicos, como Ruy Barbosa . [ 6 ] Também nessa época presenciou a oposição de líderes locais ao governo do então presidente do Estado de Minas Gerais Arthur Bernardes . [ 7 ] Sua família teve uma participação ativa na vida política do município de São João del-Rei: seu avô, José Juvêncio das Neves, foi um defensor da República. seu pai, Francisco, foi vereador. [ 8 ] Segundo Tancredo, seu pai, que faleceu em 1922, teve uma influência marcante em sua formação política. [ 9 ] [ 10 ] Quadro de formatura de Tancredo Neves, março de 1932. Entre 1917 a 1920, cursou o primário no Grupo Escolar João dos Santos, em São João del-Rei. [ 11 ] Em seguida, ingressou no Colégio Santo Antônio , dos padres franciscanos, tendo concluído o curso secundário em 1927. [ 11 ] Após concluir o secundário, em 1928, prestou serviço militar no Tiro de Guerra e foi aprovado como um 'atirador sofrível.' [ 12 ] Ingressou na Escola de Engenharia de Minas de Ouro Preto, mas acabou desistindo após dois meses. [ 13 ] Tancredo, então, prestou concurso para seguir a carreira militar na Marinha , no Rio de Janeiro , mas acabou ficando em 25º lugar de um total de vinte vagas. [ 13 ] No entanto, a Marinha estendeu as matrículas até o 25º classificado, mas Tancredo acabou perdendo o prazo para as inscrições. [ 14 ] Com isso, tentou uma vaga na Faculdade de Medicina, em Belo Horizonte , mas ficou no centésimo vigésimo lugar em um total de cem vagas. [ 15 ] Por fim, para não perder o ano, matriculou-se em 1º de abril de 1928 na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais , localizada na capital mineira. [ 14 ] [ 15 ] Em Belo Horizonte, passou a morar em uma pensão. [ 15 ] Tentou conseguir um emprego de guarda-civil, mas não foi aceito por 'falta de condições físicas'. [ 15 ] Acabou sendo contratado como um escriturário e mais tarde foi aprovado em um concurso da Secretaria de Educação. [ 15 ] Também trabalhou na redação do jornal Estado de Minas . [ 16 ] Durante a eleição presidencial de 1930 , apoiou Getúlio Vargas , e, quando a Revolução de 1930 foi deflagrada, apresentou-se para 'prestar serviço à causa revolucionária', mas, por não ter a altura mínima para alistar-se como combatente, foi classificado em um grupo não-combatente. [ 17 ] Em 1932, seu último ano na faculdade de direito, foi preso enquanto participava das manifestações da Revolução Constitucionalista , sendo solto dois dias depois. [ 18 ] Após a formatura, retornou a sua cidade natal e montou um escritório de advocacia. [ 18 ] Foi nomeado promotor, mas permaneceu neste cargo por apenas dois meses. [ 18 ] Enquanto era promotor, também trabalhou como advogado e investiu parte de seus ganhos em ações de uma fábrica de tecidos de São João del-Rei. [ 19 ] Início da carreira política [ editar | editar código-fonte ] Tancredo durante o período em que foi vereador de São João del-Rei, 1935. O primeiro partido a qual fez parte foi o Partido Popular (PP), que ajudou a criar e organizar a agremiação em sua cidade natal em 1933. [ 20 ] A convite de Augusto Viegas, seu padrinho político que interveio para que fosse nomeado promotor, filiou-se ao Partido Progressista, formado por membros do Partido Republicano Mineiro que apoiavam a Revolução de 1930. [ 21 ] Em uma eleição convocada para maio de 1934, Viegas elegeu-se para a Constituinte Estadual de Minas Gerais, e, em 1935, escolheu Tancredo como seu candidato a vereador em São João del-Rei. [ 21 ] Foram eleitos quinze vereadores, e, com 197 votos, ele foi o mais votado. [ 21 ] No primeiro ano de mandato, foi escolhido por seus pares como presidente da Câmara Municipal. [ 21 ] Neste cargo, atuou como prefeito interino da cidade, reivindicou verbas para a construção de pontos sobre o Rio das Mortes e iniciou uma campanha pela construção de uma usina hidrelétrica em uma cidade vizinha, que viria a ser construída duas décadas depois. [ 21 ] Também foi acusado por seus opositores de legislar em causa própria. segundo eles, Tancredo usou o cargo de presidente para aprovar uma legislação que beneficiaria suas atividades empresariais. [ 22 ] Seus adversários queriam removê-lo da presidência do legislativo, mas Tancredo continuou nesta posição até novembro de 1937, quando foi afastado pelo golpe do Estado Novo , assim como os membros do poder legislativo de todo o país. [ 22 ] [ 23 ] Extinto seu mandato de vereador, retornou à advocacia e afastou-se da vida política. [ 24 ] Em 1936, como advogado do Sindicato dos Ferroviários de sua cidade, participou de uma greve da categoria e foi preso pela segunda vez, sendo novamente solto dois dias depois. [ 23 ] Naquele mesmo ano, tornou-se diretor-secretário da Fiação e Tecelagem Matozinhos Ltda, seu primeiro empreendimento. [ 23 ] A empresa fabricava brins, flanelas e cobertores, vendidos principalmente para o Estado de São Paulo . [ 23 ] Deputado estadual [ editar | editar código-fonte ] Pressionado pela conjuntura internacional ditada pela iminente vitória dos aliados na Segunda Guerra Mundial e cada vez mais suscetível a pressões e contestações internas, Getúlio Vargas põe em marcha um estratagema de liberalização do regime e com isso um quadro político erigido sob os auspícios democráticos viu nascer novas agremiações políticas. Assim, em 8 de abril de 1945 foi criado o Partido Social Democrático (PSD), que, em Minas Gerais era controlado por Benedito Valadares , nomeado interventor federal em Minas Gerais em 15 de dezembro de 1933 e que governou até Getúlio Vargas ser deposto em 29 de outubro de 1945. A queda de Getúlio Vargas abriu caminho para as eleições de 2 de dezembro do mesmo ano , nas quais foram escolhidos o presidente da República e os membros da Assembleia Nacional Constituinte , que promulgaria a nova Constituição em 18 de setembro de 1946. Sob a vigência da Constituição de 1946 , foram realizadas eleições em 19 de janeiro de 1947 para governador de estado, membros do Congresso Nacional e legislativos estaduais. [ 25 ] [ 26 ] Tancredo Neves candidatou-se, [ 27 ] e foi eleito deputado estadual mineiro pelo PSD de Benedito Valadares, sendo designado um dos relatores da Constituição estadual mineira . Concluídos os trabalhos constituintes, assumiu a liderança da bancada do PSD e comandou a oposição ao governo de Milton Campos , da União Democrática Nacional (UDN), que havia chegado ao Palácio da Liberdade após uma cisão no PSD mineiro. Devido a um incêndio ocorrido em 1959 no antigo edifício da Assembleia Legislativa de Minas Gerais , pouco restou dos documentos daquela Constituinte. [ 28 ] Deputado federal [ editar | editar código-fonte ] Tancredo preparava-se para ser reconduzido à Assembleia Legislativa de Minas Gerais mas, de última hora, teve que se preparar para a eleição para deputado federal, pois o então candidato mineiro Augusto Viegas, desistiu da candidatura a um mês para as eleições. Tancredo foi eleito para seu primeiro mandato de deputado federal nas Eleições de 1950 , pelo PSD . Teve 11 515 votos, em uma campanha difícil, quase não obtendo êxito. A maioria dos votos veio do estado de Minas Gerais que também elegeu Juscelino Kubitschek como governador. [ 29 ] [ 30 ] Neste primeiro mandato como deputado federal, integrou a Comissão de Justiça, a Comissão de Transportes e a CPI em 1953, que investigou um suposto favorecimento financeiro do Banco do Brasil ao jornal Última Hora . Na Comissão de Transportes, participou da reversão da Rede Mineira de Viação para o governo federal, a pedido de Juscelino Kubitschek, em razão da má administração estadual, com greves e falta de recursos. A partir desta reversão, seria criada a Rede Ferroviária Federal . Sua atuação como deputado federal proporcionou a Tancredo projeção e experiência política a nível nacional. [ 29 ] [ 30 ] Tancredo teria ainda mais quatro mandatos como deputado federal: 1962, 1966, 1970 e 1974. Em 1962, deixou o cargo de primeiro-ministro do governo João Goulart para disputar e eleger-se deputado federal nas eleições gerais daquele ano . Foi líder do governo João Goulart na Câmara, ocupando o cargo até o golpe militar de 1964. [ 31 ] Em 1966, foi eleito novamente deputado federal. Neste mandato, fez duras críticas à influência dos Estados Unidos no golpe de 1964 . [ 8 ] [ 32 ] Redemocratização do Brasil em 1945 [ editar | editar código-fonte ] Pressionado pela conjuntura internacional ditada pela iminente vitória dos aliados na Segunda Guerra Mundial e cada vez mais suscetível a pressões e contestações internas, Getúlio Vargas põe em marcha um estratagema de liberalização do regime e com isso um quadro político erigido sob os auspícios democráticos viu nascer novas agremiações políticas. Assim, em 8 de abril de 1945 foi criado o Partido Social Democrático (PSD), que, em Minas Gerais era controlado por Benedito Valadares , nomeado interventor federal em Minas Gerais em 15 de dezembro de 1933 e que governou até Getúlio Vargas ser deposto em 29 de outubro de 1945. A queda de Getúlio Vargas, em 29 de outubro de 1945, abriu caminho para as eleições de 2 de dezembro nas quais foram escolhidos o presidente da República e os membros da Assembleia Nacional Constituinte , que promulgaria a nova Constituição em 18 de setembro de 1946. Sob a vigência da Constituição de 1946 , foram realizadas eleições em 19 de janeiro de 1947 para governador de estado, membros do Congresso Nacional e legislativos estaduais. Tancredo Neves foi eleito deputado estadual mineiro pelo PSD de Benedito Valadares e foi designado um dos relatores da Constituição estadual mineira. Uma vez findos os trabalhos constituintes, assumiu a liderança da bancada do PSD e comandou a oposição ao governo de Milton Campos , da União Democrática Nacional (UDN), que havia chegado ao Palácio da Liberdade após uma cisão no PSD mineiro. Devido a um incêndio ocorrido em 1954 no antigo edifício da Assembleia Legislativa de Minas Gerais , pouco restou dos documentos daquela Constituinte. Em 1950, Tancredo Neves foi eleito deputado federal e Juscelino Kubitschek foi eleito governador de Minas Gerais, derrotando Gabriel Passos . Em 1953, surgindo uma vaga de ministro da Justiça que caberia a um deputado do PSD mineiro, Juscelino e Getúlio acordaram a indicação do nome de Tancredo. Tancredo licenciou-se do mandato parlamentar e exerceu o cargo de ministro da justiça a partir de 26 de junho de 1953. Durante sua gestão foi sancionada a Lei de Imprensa , Lei 2.083 de 1953, e a Lei 2.252, sobre corrupção de menores. Entregou o cargo de ministro quando do suicídio de Getúlio Vargas, ocorrido em 24 de agosto de 1954, vinte dias após o atentado contra o jornalista Carlos Lacerda , que resultou na morte do major da Força Aérea Brasileira Rubens Florentino Vaz e gerou um grave crise política, e então tomou posse na Presidência da República Café Filho . Em 1954, como ministro da Justiça de Getúlio Vargas, Tancredo se ofereceu para assumir o então Ministério da Guerra , incubido de mandar prender os militares rebelados e comandar a resistência democrática. [ 33 ] Como Ministro da Justiça abriu sindicância de diversos casos de exploração e tortura infantil. Mandou fechar o Serviço de Assistência aos Menores – SAM – após uma denúncia de violência e tortura feita pelo jornalista Villas-Bôas Corrêa . Foi pessoalmente com o jornalista visitar o local, no meio da madrugada. Tancredo mandou arrombar as portas e encontraram o local com camas sujas, algumas sem lençol, crianças empilhadas e com sinais de violência. Sem hesitar, Tancredo mandou fechar o local no dia seguinte para reforma e sindicância. [ 33 ] Segundo a Fundação Getúlio Vargas , Tancredo teria recebido das mãos do próprio Getúlio Vargas uma das cópias da carta-testamento de Getúlio Vargas que seria divulgada por ocasião da morte do presidente. Na versão de Leonel Brizola , foi João Goulart quem a recebeu, lendo-a no enterro de Getúlio Vargas, em São Borja , no qual Tancredo estava presente. De Getúlio, Tancredo ganhou uma caneta-tinteiro Parker-21, que atualmente pertence ao seu neto, o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves. No livro Carlos Castelo Branco - O jornalista do Brasil , o jornalista Pedro Jorge de Castro narra o episódio da caneta Parker-21, dizendo que encerrada a reunião ministerial, Getúlio sobe as escadas do Palácio do Catete para ir ao seu apartamento. Vira-se e despede-se do ministro da Justiça Tancredo Neves, dando a ele uma caneta Parker-21 de ouro e diz, pouco antes de se matar: “ Para o amigo certo das horas incertas !' ” Benedito Valadares , Juscelino Kubitschek , e Getúlio Vargas foram os principais mestres de Tancredo na política. Fiel à memória de Getúlio, Tancredo fez oposição ao governo de João Café Filho e foi um dos articuladores da candidatura de Juscelino Kubitschek à Presidência da República nas eleições em 1955. Por não ter se desligado do ministério de Getúlio em tempo hábil, Tancredo Neves não disputou a reeleição para deputado federal em outubro de 1954. Foi nomeado presidente do Banco de Crédito Real de Minas Gerais pelo governador Clóvis Salgado da Gama [ nota 2 ] Em 1956, Juscelino Kubitschek nomeou Tancredo para a carteira de redesconto (uma diretoria) do Banco do Brasil , cargo que deixou, em 1958, ao ser nomeado secretário de Fazenda do governo de Bias Fortes , fato que o impediu de disputar as eleições legislativas em 1958. Permaneceu no cargo de secretário até 1960, deixando o cargo para disputar o governo do Estado de Minas Gerais. Foi derrotado por Magalhães Pinto , da UDN. Nota: O site do Senado Federal dá erroneamente Tancredo como tendo sido presidente do BNDES , no período em que foi secretário da Fazenda de Bias Fortes. Tancredo não aparece na Galeria de ex-presidentes do BNDES. [ 35 ] Ministro da Justiça e Negócios Interiores [ editar | editar código-fonte ] Por favor, melhore este artigo ou secção , expandindo-o(a). Mais informações podem ser encontradas na página de discussão . Considere também a possibilidade de traduzir o texto das interwikis . Primeiro-ministro [ editar | editar código-fonte ] Tancredo como Primeiro-Ministro. Após a renúncia do presidente Jânio Quadros , em 25 de agosto de 1961, articulou a instalação do parlamentarismo evitando que João Goulart fosse impedido de assumir a Presidência por um golpe militar . Depois de mais de uma semana de incertezas, todos os setores diretamente envolvidos na crise verificaram que a solução do impasse teria de ser de natureza política e não militar. Com o desenvolvimento das negociações, foi apresentada a proposta de uma emenda constitucional que convertia o regime presidencialista em parlamentarista , reduzindo bastante os poderes do presidente da República . Esta fórmula foi considerada satisfatória pelos ministros militares. Em seguida, Tancredo Neves viajou para Montevidéu a fim de obter a concordância de Goulart, retornando a Brasília no dia 1 de setembro com a missão cumprida. A emenda foi aprovada pelo Congresso no dia 2, abrindo o caminho para a volta de Goulart, que assumiu a presidência em 7 de setembro. No dia seguinte, o novo presidente enviou mensagem ao Congresso, aprovada imediatamente por 259 contra 22 votos, indicando Tancredo Neves para primeiro-ministro . O primeiro gabinete parlamentarista, buscando construir uma base política ampla, capaz de reconstruir o diálogo entre os principais partidos do país, era composto pelos seguintes ministros: Cargo Detentor Afiliação Ministro da Educação Antônio de Oliveira Brito PSD Ministro da Agricultura Armando Monteiro Filho PSD Ministro da Indústria e Comércio Ulysses Guimarães PSD Ministro das Relações Exteriores Francisco Clementino de San Tiago Dantas PTB Ministro da Saúde Estácio Gonçalves Souto Maior PTB Ministro da Viação e Obras Públicas Virgílio Távora UDN Ministro de Minas e Energia Gabriel Passos UDN Ministro do Trabalho e Previdência Social André Franco Montoro PDC Ministro da Fazenda Walter Moreira Sales sem partido Ministro da Guerra General João de Segadas Viana militar Ministro da Marinha Almirante Ângelo Nolasco de Almeida militar Ministro da Aeronáutica Brigadeiro Clóvis Monteiro Travassos militar De 8 de setembro a 13 de outubro, Tancredo ocupou interinamente a pasta da Justiça, aguardando que o Partido Social Progressista (PSP), presidido pelo ex-governador paulista Ademar de Barros , indicasse um nome para concretizar seu apoio ao gabinete. Ademar sugeriu o deputado goiano Alfredo Nasser , que tomou posse em seguida. O programa do gabinete, submetido à Câmara em 28 de setembro e aprovado no mesmo dia, foi genérico na formulação dos seus temas. Sua apresentação teve mais a finalidade de cumprir uma formalidade indissociável da natureza do novo regime do que propriamente de determinar uma política de governo. O programa defendia a prática de reajustes salariais periódicos compatíveis com os índices de expansão inflacionária, acolhia a tese da ' Política Externa Independente ', elogiava a Operação Pan-americana e a pastoral pontifícia Mater et Magistra e reiterava o apoio ao recurso da mediação como forma de solução de conflitos internacionais. Apontava a reforma agrária 'como passo inicial e precípuo para a integração do homem do campo em nossa vida econômica' e proclamava sua identificação com uma política de portas abertas ao capital estrangeiro, frisando: 'O Brasil reclama capitais alienígenas para consolidar e ampliar sua estrutura econômica.' O novo governo defendia ainda a existência de uma lei de controle de remessa de lucros, desde que não desencorajasse os investimentos estrangeiros, considerados indispensáveis ao custeio do desenvolvimento econômico nacional. Surgido em meio a uma grave crise político-militar, o primeiro gabinete parlamentarista conseguiu diminuir as rivalidades entre as principais correntes políticas do país. Entretanto, a insatisfação social crescia, com a multiplicação de protestos contra a inflação e por maiores reajustes salariais. A crise decorrente da renúncia de Jânio Quadros havia paralisado o país durante 13 dias, contribuindo para o agravamento da crise econômica, e os repetidos impasses nas negociações trabalhistas levaram à deflagração de sucessivas greves. Várias unidades de produção da Petrobras estiveram paradas nessa época durante 40 dias, enquanto Gabriel Passos , Ministro de Minas e Energia enfrentava dificuldades dentro do próprio governo para promover a substituição do presidente. Segundo Tancredo, o gabinete parlamentarista considerou a reforma agrária 'item de prioridade absoluta na agenda do governo' e orientou o ministro da Agricultura para criar uma comissão encarregada de levantar e apreciar os estudos e propostas existentes sobre o tema. Em janeiro de 1962, o governo recebeu um projeto de autoria do senador mineiro Milton Campos , da União Democrática Nacional UDN, e no mês seguinte o Ministério da Agricultura também apresentou um projeto. No dia 15 de fevereiro, o governo criou o Conselho Nacional de Reforma Agrária , composto por dom Hélder Câmara (bispo-auxiliar do Rio de Janeiro ), Pompeu Acióli Borges, Paulo Schilling e Edgar Teixeira Leite, encarregado de fixar as áreas prioritárias para efeito de reforma agrária. Enquanto isso, a tensão social crescia no campo, especialmente na região Nordeste . Em abril, o assassinato do presidente da Liga Camponesa de Sapé (PB), João Pedro Teixeira, provocou manifestações de protesto logo proibidas pelo comandante do IV Exército , general Artur da Costa e Silva . Tancredo Neves atribuiu a movimentação camponesa à existência de 'uma estrutura rural arcaica' e tomou a iniciativa de propor medidas políticas para enfrentar o problema, especialmente o Plano de Sindicalização Rural, aprovado em seguida pelo conselho de ministros, abrangendo potencialmente um contingente de 16 milhões de trabalhadores agrícolas, inclusive analfabetos. Nesse período, ao lado do aprofundamento da crise econômica, crescia a radicalização da luta política entre as correntes defensoras das chamadas reformas de base (constitucional, agrária, urbana, bancária e tributária) e as forças conservadoras que se opunham a elas e acusavam o governo de patrocinar a agitação social. Em 1 de maio de 1962, o Presidente João Goulart pronunciou um discurso em Volta Redonda (RJ) defendendo o caráter inadiável das reformas e pregando o retorno ao regime presidencialista para garantir a ação de um poder executivo forte e mais estável. Cresceu então, a desconfiança dos setores conservadores em relação às intenções do governo. Nesse contexto, o gabinete de Tancredo Neves - que se caracterizava por uma política de compromisso para obter um amplo consenso nacional - começou a perder sua razão de existir. Em 6 de junho de 1962, o gabinete se demitiu em bloco, inclusive Tancredo, porém foi eleito deputado federal por Minas Gerais. Na sua prestação de contas ao Congresso, Tancredo salientou que a previsão do déficit orçamentário girava em torno de duzentos bilhões de cruzeiros, mas o aumento previsto dos vencimentos do funcionalismo público federal elevaria esse montante a 330 bilhões. Em seu governo [ nota 3 ] logrou êxito parcial na sua meta para pacificar os ânimos políticos nacionais. Deste período, como primeiro-ministro, destacam-se a Lei nº 4.070, de 15 de junho de 1962, que elevou o Território do Acre à categoria de Estado, e a Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, a primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional . Senador da República [ editar | editar código-fonte ] Por favor, melhore este artigo ou secção , expandindo-o(a). Mais informações podem ser encontradas na página de discussão . Considere também a possibilidade de traduzir o texto das interwikis . Governador de Minas Gerais [ editar | editar código-fonte ] Por favor, melhore este artigo ou secção , expandindo-o(a). Mais informações podem ser encontradas na página de discussão . Considere também a possibilidade de traduzir o texto das interwikis . Oposição ao regime militar [ editar | editar código-fonte ] Na Câmara dos Deputados manteve o apoio ao governo João Goulart até que o mesmo fosse deposto pelo Golpe Militar de 1964 . Tancredo foi um dos poucos políticos que foram se despedir de João Goulart no Aeroporto Salgado Filho , em Porto Alegre , quando este partiu para o exílio no Uruguai . Foi o único membro do PSD que não votou, em 11 de abril de 1964, no general Humberto de Alencar Castelo Branco , na eleição à Presidência da República pelo Congresso Nacional . Extinto o pluripartidarismo foi convidado a ingressar na ARENA , oferta polidamente recusada em razão da presença de adversários seus da UDN , especialmente José de Magalhães Pinto , na nova agremiação situacionista. Apesar de ter sido amigo e primeiro-ministro de João Goulart, Tancredo não teve seus direitos políticos cassados durante o Regime Militar, devido ao seu prestígio junto aos militares. [ 36 ] Opositor moderado do Regime Militar de 1964 logo procurou abrigo no MDB sendo reeleito deputado federal em 1966 , 1970 e 1974 . Em sua atuação parlamentar evitou sobremaneira criar atritos com o governo militar e fez parte da ala moderada do MDB não se negando, inclusive, ao diálogo com, postura contrária àquela adotada pelo grupo 'autêntico' do MDB. Em 1978 foi eleito senador por Minas Gerais . Com a reforma partidária de 1979, durante o governo do presidente João Figueiredo , a qual recriou o pluripartidarismo no Brasil, Tancredo juntou aos moderados do MDB e da Aliança Renovadora Nacional ARENA. Tancredo e Magalhães Pinto , seu antigo rival, o ajudou a fundar o Partido Popular , em 1980, no qual Tancredo foi eleito presidente. No ano seguinte defendeu a incorporação do Partido Popular ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro PMDB em face das dificuldades criadas pelas regras eleitorais a serem aplicadas nas eleições de 1982 , e com isso foi escolhido vice-presidente nacional do PMDB, e nesse mesmo ano foi eleito Governador de Minas Gerais, após uma renhida disputa com o candidato Eliseu Resende do Partido Democrático Social (PDS). Fundamental para sua eleição foi o apoio do seu vice-governador Hélio Garcia profundo conhecedor dos pequenos municípios mineiros, chamados, por Tancredo, de 'grotões'. Sua vitória foi difícil pois a lei eleitoral da época previa o 'voto vinculado', obrigando o eleitor a votar em prefeito, vereador e governador do mesmo partido, o que favorecia o PDS, que era forte nos pequenos municípios mineiros. Na sua posse, Tancredo pronunciou a frase célebre: “ Mineiros, o primeiro compromisso de Minas é com a liberdade ! ” Renunciou ao mandato de senador poucos dias antes de assumir o Palácio da Liberdade , sendo substituído por Alfredo Campos e nomeou Hélio Garcia para a Prefeitura de Belo Horizonte . Mesmo à frente de um cargo executivo Tancredo não abandonou sua postura conciliatória, o que lhe garantia um bom diálogo com o Governo Federal. Renunciou ao governo do estado em 14 de agosto de 1984 para concorrer à Presidência da República, passando o governo de Minas Gerais a Hélio Garcia. 'Diretas Já' e o colégio eleitoral [ editar | editar código-fonte ] Tancredo Neves em Brasília , 1984 Assim que foram empossados, em 15 de março de 1983, os governadores eleitos em 15 de novembro de 1982, começaram os debates em torno da sucessão do presidente João Figueiredo . A ausência de um nome de consenso do PDS denotava fissuras na agremiação governista, pois já em sua mensagem de fim de ano de 1982, o Presidente da República abdicou de coordenar os debates em torno de sua sucessão presidencial e remeteu a questão ao seu partido, o PDS. Surgiram, então, os nomes, para sua sucessão, do Ministro do Interior Mário Andreazza , do senador Marco Maciel , e do deputado federal Paulo Maluf , cada qual trazendo consigo uma porção considerável do PDS. O vice-presidente Aureliano Chaves logo entrou em atrito com o presidente Figueiredo, o que complicou o quadro sucessório. As articulações para a candidatura de Tancredo à presidência da república começaram logo em 1983 quando recebeu a visita de 15 senadores do PMDB, liderados por José Fragelli , propondo sua candidatura a presidente na eleição pelo Colégio Eleitoral marcada para 15 de janeiro de 1985, assim contado na biografia do senador Fragelli: ' Fragelli teve como um momento significativo a sua participação ativa, em 1983, na articulação da candidatura de Tancredo Neves à Presidência da República. No início desse ano organizou um grupo de 14 senadores, todos desconhecidos, para uma visita ao Governador Tancredo Neves, que estavam dispostos a trabalhar por seu nome para Presidente da República. Foi o próprio Senador Fragelli, logo depois desse encontro, quem procurou o Senador Pedro Simon para dizer que, se o PMDB fosse ao Colégio Eleitoral, o candidato seria Tancredo Neves .'. [ 37 ] Outros segmentos da oposição ao regime militar, por sua vez, agiram de maneira diversa ao inserir em sua agenda o restabelecimento das eleições diretas para Presidente da República sendo que o primeiro ato dessa campanha ocorreu no município pernambucano de Abreu e Lima em 31 de março de 1983, dia em que o Regime Militar de 1964 completava dezenove anos de existência. Convocada por políticos do PMDB, a manifestação havida no Nordeste do Brasil resultou em um manifesto divulgado em São Paulo , em 26 de novembro de 1983, dos dez governadores da oposição (nove do PMDB e um do PDT) exigindo o restabelecer das eleições diretas para Presidente da República. Ver artigo principal: Votação da emenda constitucional Dante de Oliveira Vários comícios pró-diretas foram realizados entre janeiro e abril de 1984, que receberam o nome de Campanha das Diretas Já , frustrado pela rejeição da emenda constitucional Dante de Oliveira , 25 de abril de 1984, apesar de a proposta contar com um apoio significativo dentro do próprio PDS. Em abril de 1984, Tancredo Neves se reuniu no Vale do Anhangabaú , em São Paulo, com mais de 1 milhão e quinhentos mil pessoas em apoio ao movimento Diretas Já. Tancredo foi o primeiro a discursar e muito aplaudido quando disse: 'Chegou a hora de libertarmos esta pátria desta confusão que se instalou no país há 20 anos' e seguiu defendendo a aprovação da emenda no Congresso, afirmando que os parlamentares que votassem contra a emenda deveriam se retirar do Congresso, já que não representavam mais a vontade do povo . [ 38 ] Ciente dos riscos que se avizinhavam em razão de tamanha fragmentação do PDS, o senador José Sarney , presidente do partido, propôs a realização de prévias eleitorais, junto aos filiados para a escolha do candidato governista à Presidência da República, proposta esta logo rechaçada pelos malufistas que a interpretaram como uma tentativa de inviabilizar a candidatura do líder, fato que levou Sarney a deixar a presidência do PDS e dias depois abandonar o partido, no que foi seguido pelo também senador Jorge Bornhausen . Em seguida, os governadores do PMDB, e Leonel Brizola do Partido Democrático Trabalhista PDT, anunciaram seu apoio ao nome de Tancredo Neves como candidato oposicionista nas eleições no Colégio eleitoral (que se compunha do Congresso Nacional e representantes das Assembleias legislativas), ao passo que, no PDS, houve a retirada dos nomes de Aureliano Chaves e de Marco Maciel da disputa, o que deixou Maluf e Mário Andreazza como postulantes à vaga de candidato, todavia a vitória de Maluf fez com que os seus adversários passassem a apoiar Tancredo. Após um acordo firmado entre o PMDB e a dissidência Frente Liberal do PDS ficou estabelecido que Tancredo Neves seria o candidato a presidente e José Sarney (ex-ARENA, e que deixara o PDS para se filiar ao PMDB) seria o candidato a vice-presidente. A Frente Liberal surgiu em 1984, de uma dissidência no PDS, que posteriormente tornou-se o Partido da Frente Liberal , atual Democratas . Essa dissidência foi aberta no PDS quando Paulo Maluf, ex-governador de São Paulo, venceu a disputa interna dentro do PDS, contra o ministro do Interior Mário Andreazza , e foi escolhido, pelo PDS, para ser seu candidato à presidência da República e enfrentar Tancredo Neves, no Colégio Eleitoral, em 15 de janeiro de 1985. Tancredo queria em segredo que o empresário Antônio Ermírio de Moraes fosse vice-presidente. Antônio Ermírio, nascido em família tradicional de Pernambuco, era líder empresarial em São Paulo. O pai dele, José Ermírio de Morais tinha sido senador pelo PTB de Pernambuco e foi amigo de Getúlio Vargas. O segredo vazou, e a possibilidade de Antônio Ermírio ser vice foi descartada em São Paulo. [ 39 ] Os rebelados do PDS, liderados pelo vice-presidente da República Aureliano Chaves e pelos senadores Marco Maciel e Jorge Bornhausen , entre outros, criaram uma ala dentro do PDS chamada Frente Liberal que viria a ser o grande apoio do PFL , e que votou em Tancredo Neves no Colégio Eleitoral. O PMDB estava em minoria no colégio eleitoral, por isso precisava de votos do PDS para conseguir eleger o presidente da república. Naquela época, não eram permitidas as coligações partidárias, os candidatos a presidente e a vice-presidente da república tinham que ser do mesmo partido. Sarney podia se filiar ao PMDB por ter sido eleito senador do ARENA em 1978, partido que havia sido extinto. Assim, sua troca de partido não era considerada, pela lei eleitoral da época, uma infidelidade partidária, sujeita a perda de mandato eletivo, pois Sarney não estaria deixando o partido pelo qual fora eleito. O que não era o caso de Marco Maciel que não podia trocar de partido, pois fora eleito senador por Pernambuco , pelo PDS, em 1982. Aureliano Chaves não podia se candidatar a presidente pelo PMDB, mesmo tendo sido eleito vice-presidente da república pelo ARENA, em 1978, pois assumira a presidência da república várias vezes como substituto de João Figueiredo, tornando-se inelegível para a presidência. Aureliano era inelegível também para a vice-presidência pois não era permitida, na época, a reeleição. Tancredo foi lançado candidato por ser aceito por grande parte dos militares e tido como moderado. Na área militar foi decisivo o apoio do ex-presidente Ernesto Geisel . Essa moderação, porém, era alvo de críticas do PT que não aceitava o Colégio Eleitoral. Sob sua moderação Tancredo dizia: “ Se é mineiro não é radical, se é radical não é mineiro ! ” Tancredo também ganhara prestígio dentro do PDS, nas reuniões com governadores do Nordeste , (todos os nove foram eleitos pelo PDS, e a maioria deles eram políticos da nova geração e que admiravam Tancredo), nas reuniões da SUDENE , a qual Minas Gerais pertencia, pelo fato de o norte de Minas Gerais fazer parte da área da seca, o Polígono das Secas . Vários destes governadores passaram para à Frente Liberal, depois PFL. Entre estes governadores que aderiram a Tancredo, e cujo apoio fora decisivo, estava o ex-governador da Bahia Antônio Carlos Magalhães , o 'ACM'. Antônio Carlos reagiu às declarações do ministro da Aeronáutica Délio Jardim de Matos que dissera que quem abandonava o candidato do PDS era traidor, e disse que traidor era ele, o ministro. Foi a primeira vez que um ministro militar era contestado durante o regime militar . A partir de então, a adesão a Tancredo cresceu. O líder baiano, Antônio Carlos, completou: “ Trair a Revolução de 1964 é apoiar Maluf para presidente'' ! ” Tancredo, na entrevista ao jornal Pasquim, em 1984, definiu, assim, Maluf: “ Maluf simboliza tudo quanto a Revolução realizou de negativo nesses 20 anos ! ” Mesmo a eleição sendo indireta, Tancredo fez diversos comícios populares em praça pública. Tancredo disse, em um de seus discursos durante a campanha eleitoral, na cidade de Vitória , em novembro de 1984: “ Restaurar a democracia é restaurar a República. É edificar a Nova República, missão que estou recebendo do povo e se transformará em realidade pela força não apenas de um político, mas de todos os cidadãos brasileiros ! ” Essa expressão ' Nova República ' se tornou a denominação da época política brasileira posterior ao período do regime militar que se encerrou, em 1985, com o fim do governo de João Figueiredo . A chapa Tancredo-Sarney foi então oficializada e assim os oposicionistas foram às ruas para defender suas propostas em comícios tão concorridos quanto os da campanha pelas Diretas Já . Saudado como candidato da conciliação, Tancredo Neves foi eleito Presidente da República pelo Colégio Eleitoral, numa terça-feira, 15 de janeiro de 1985, recebendo 480 votos contra 180 dados a Paulo Maluf e 26 abstenções. [ 40 ] A maioria das abstenções foi de parlamentares do Partido dos Trabalhadores , partido este que expulsou de seus quadros os parlamentares que, desobedecendo a orientação do partido, votaram em Tancredo Neves. Foram expulsos do PT os deputados Beth Mendes , Aírton Soares e José Eudes. Assim que foram anunciados os resultados, em 15 de janeiro de 1985, Tancredo discursou: “ Não vamos nos dispersar. Continuemos reunidos, como nas praças públicas, com a mesma emoção, a mesma dignidade e a mesma decisão. Se todos quisermos, dizia-nos, há quase duzentos anos, Tiradentes, aquele herói enlouquecido de esperança, podemos fazer deste país uma grande nação. Vamos fazê-la ! ” Sua vitória foi entusiasticamente recebida pela população e é tida como uma das mais complexas e bem-sucedidas obras de 'engenharia política' na história política do Brasil. Logo em seguida, o PT e a CUT passam a fazer oposição a Tancredo, tendo, o Jornal da Tarde de São Paulo, dado em manchete, no dia 11 de fevereiro de 1985: “ A CUT e o PT declaram guerra a Tancredo . ” Um exemplo dessas dificuldades e dessas manobras: No final de 1984, as pesquisas de intenção de votos, mostravam que Tancredo tinha a maioria do Colégio Eleitoral. Receoso de uma manobra de João Figueiredo tentando prorrogar seu mandato em dois anos, estabelecendo eleições diretas para seu sucessor, Tancredo foi à televisão e declarou que Paulo Maluf ia renunciar à sua candidatura. Maluf reagiu e garantiu que não renunciaria. Assim com Maluf na disputa, João Figueiredo e o PDS nada puderam fazer para mudarem as regras do jogo sucessório. [ 36 ] Assim que foi eleito, Tancredo fez um giro internacional encontrando-se com vários chefes de estado para conquistar apoio à sua posse, considerada incerta, e só aceitou ser submetido à operação cirúrgica, depois que vários chefes-de-estado já haviam chegado à Brasília para a sua posse. Os encontros com chefes de Estado foi uma visão estratégica de Tancredo. o de tornar nosso processo de redemocratização irreversível. [ 41 ] Tão bem-sucedidas foram as suas articulações que fizeram com que até mesmo Ulysses Guimarães , o ' Senhor Diretas ', abdicasse da disputa a presidente para apoiá-lo. O acordo político teria incluído até mesmo um futuro apoio a Ulysses Guimarães para sucedê-lo nas eleições seguintes que seriam diretas. Enfermidade e morte [ editar | editar código-fonte ] Tancredo havia se submetido a uma agenda de campanha bastante extenuante, articulando apoios do Congresso Nacional e dos governadores estaduais e viajando ao exterior na qualidade de presidente da República. Tancredo vinha sofrendo de fortes dores abdominais durante os dias que antecederam a posse. Aconselhado por médicos a procurar tratamento, teria dito: “ ' Façam de mim o que quiserem - depois da posse '! ” Tancredo temia que os militares da chamada 'linha-dura' se recusassem a passar o poder ao vice-presidente. Tancredo decidiu só anunciar a doença no dia da posse, 15 de março, quando já estivessem em Brasília os chefes de estados esperados para a cerimônia de posse, com o que ficaria mais difícil uma ruptura política. A sua grande preocupação com a garantia da posse era respaldada pela frase que ouvira de Getúlio Vargas a esse respeito: “ No Brasil, não basta vencer a eleição, é preciso ganhar a posse ! ” Adoeceu com fortes e repetidas dores abdominais durante uma cerimônia religiosa no Santuário Dom Bosco, em Brasília, na véspera da posse em 14 de março de 1985. Foi, às pressas, internado no Hospital de Base do Distrito Federal . Tancredo disse a seu primo Francisco Dornelles, indicado à época para assumir o Ministério da Fazenda, que não se submeteria à operação caso não tivesse a garantia de que Figueiredo empossaria Sarney. Dornelles garantiu ao primo que Sarney seria empossado. As articulações para a posse de Sarney, de acordo com informações compiladas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), já estavam, naquele momento, sob a condução do então presidente da Câmara Ulysses Guimarães (PMDB-SP) e do ex-ministro-chefe da Casa Civil Leitão de Abreu . [ 42 ] A versão oficial informava que fora vítima de uma diverticulite , mas apurações posteriores indicaram que se tratava de um leiomioma benigno, mas infectado. Os médicos esconderam até o fim a existência de um tumor, devido ao impacto que a palavra câncer poderia provocar à época. [ 43 ] [ 44 ] [ 45 ] [ 46 ] [ 47 ] José Sarney assumiu a Presidência em 15 de março de 1985, jurando a Constituição de 1967 , no Congresso Nacional, aguardando o restabelecimento de Tancredo. Leu o discurso de posse que Tancredo havia escrito e que pregava conciliação nacional e a instalação de uma assembleia nacional constituinte. [ 48 ] “ Ao assumir esta enorme responsabilidade, o homem público se entrega a destino maior do que todas as suas aspirações, e que ele não poderá cumprir senão como permanente submissão ao povo . [ 48 ] A grandeza de um povo pode ser medida pela fraternidade. A coesão nacional, que não deve ser confundida com as manifestações patológicas do nacionalismo extremista, resulta do sentimento de solidariedade da cidadania. Essa solidariedade se expressa na consciência política. Não basta, porém, a consciência da responsabilidade coletiva, se não houver a oportunidade de participação de todos na vida do Estado, que é o instrumento comum da ação social . [ 48 ] Não celebramos, hoje, uma vitória política. Esta solenidade não é a do júbilo de uma facção que tenha submetido a outra, mas festa da conciliação nacional, em torno de um programa político amplo, destinado a abrir novo e fecundo tempo ao nosso País. A adesão aos princípios que defendemos não significa, necessariamente, a adesão ao governo que vamos chefiar. Ela se manifestará também no exercício da oposição. Não chegamos ao poder com o propósito de submeter a Nação a um projeto, mas com o de lutar para que ela reassuma, pela soberania do povo, o pleno controle sobre o Estado. A isso chamamos democracia ! ” Na cerimônia de transmissão do cargo, no Palácio do Planalto, o presidente João Figueiredo, por sugestão de Leitão de Abreu , então chefe da Casa Civil, não compareceu, não passando a faixa presidencial a José Sarney, porque Sarney entraria no exercício do cargo como substituto e não como sucessor, sendo Gervázio Batista, então fotógrafo oficial do Palácio do Planalto, o responsável pela entrega da faixa ao novo presidente. [ 49 ] [ 50 ] [ 51 ] A 27 de Março de 1985 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito de Portugal . [ 52 ] Em 28 de junho de 1985, Sarney cumpriu a promessa de campanha de Tancredo Neves e encaminhou ao Congresso Nacional a Mensagem 330, propondo a convocação da Constituinte, que resultou na Emenda Constitucional 26, de 27 de novembro de 1985. Eleitos em novembro de 1986 e empossados em 1º de fevereiro de 1987, os constituintes iniciaram a elaboração da nova Constituição brasileira de 1988. [ 53 ] Existia grande tensão na época devido à possibilidade de uma interrupção na abertura democrática em andamento. Caso Sarney não assumisse, deveria ser empossado em seu lugar o então presidente da Câmara dos Deputados, Ulysses Guimarães do PMDB, pouco aceito pelos militares. O grande risco era que ocorresse um retrocesso, já que na época os setores militares mais conservadores, a chamada linha-dura, tentavam desestabilizar a redemocratização e manter o regime militar. Na madrugada de 14 para 15 de março de 1985, em uma reunião em que estavam presentes Ulysses Guimarães, Fernando Henrique Cardoso , Sarney e o ministro do exército Leônidas Pires Gonçalves , a opinião deste sobre a interpretação da Constituição de 1967 prevaleceu, e na manhã de 15 de março, às 10:00 horas, o Congresso Nacional deu posse a Sarney. [ 36 ] Devido às complicações cirúrgicas ocorridas - para o que concorreram as péssimas condições ambientais do Hospital de Base do Distrito Federal, que estava com a Unidade de Tratamento Intensivo demolida, em obras -, o estado de saúde se agravou, e teve de ser transferido em 26 de março para o Hospital das Clínicas de São Paulo . Durante todo o período em que ficou internado, Tancredo sofreu sete cirurgias . No entanto, em 21 de abril, Tancredo faleceu vítima de infecção generalizada, aos 75 anos. A morte de Tancredo foi anunciada à população pelo então porta-voz oficial da presidência para a imprensa , Antônio Britto . “ Lamento informar que o Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Tancredo de Almeida Neves, faleceu esta noite no Instituto do Coração, às 10 horas e 23 minutos [...]. ” Houve grande comoção nacional, especialmente porque Tancredo Neves era o primeiro civil eleito presidente da república desde 1960, quando Jânio Quadros foi eleito presidente, e era o primeiro político de oposição ao regime militar a ser eleito presidente da república desde o Golpe Militar de 1964 . O Brasil, que acompanhara tenso e comovido a agonia do político mineiro, promoveu um dos maiores funerais da história nacional. Calculou-se na época que, entre São Paulo, Brasília , Belo Horizonte e São João del-Rei , mais de dois milhões de pessoas viram passar o esquife. Coração de Estudante , uma canção do cantor mineiro Milton Nascimento , marcou o episódio na memória nacional. O epitáfio que o presidente eleito previra certa vez numa roda de amigos, em conversa no Senado, não chegou a ser gravado na lápide, no cemitério, ao lado da Igreja de São Francisco de Assis , em São João del-Rei: “ Aqui jaz, muito a contragosto, Tancredo de Almeida Neves ! ” Seu enterro, em São João del-Rei, foi transmitido em rede nacional de televisão, tendo discursado, a beira do túmulo 85, que lembra o ano em que foi eleito presidente, o deputado federal Ulysses Silveira Guimarães , na época, presidente da Câmara dos Deputados . No cemitério da Igreja de São Francisco há uma placa comemorativa da visita do presidente francês François Mitterrand que conhecera Tancredo, quando este viajara à Europa. Em março de 2008 a sepultura de Tancredo foi violada e a peça de mármore da parte superior do túmulo foi quebrada. [ 54 ] Na cidade de São João del-Rei, foi homenageado com a colocação de uma estátua sua ao lado da estátua de Tiradentes. Em 2012 os filhos de Tancredo Neves entraram com o pedido de Habeas Data na Justiça Federal de Brasília para que o Conselho Federal de Medicina e o Conselho Regional do Distrito Federal entreguem todas as sindicâncias, inquéritos ético-disciplinares, documentos e depoimentos dos médicos referentes ao atendimento prestado ao presidente. [ 55 ] [ 56 ] [ 57 ] A família Neves é representada pelo historiador e pesquisador Luís Mir , escritor do livro O paciente, O caso Tancredo Neves , e pelos advogados Juliana Porcaro Bisol, Bruno Prenholato, Cláudia Duarte. Segundo eles, a documentação requerida permitirá uma investigação histórica do que efetivamente aconteceu, inclusive com a identificação dos médicos responsáveis pelo atendimento do presidente. [ 55 ] [ 56 ] [ 57 ] Legado [ editar | editar código-fonte ] Monumento em homenagem a Tancredo Neves. Vinte anos após, o corpo médico do Hospital de Base de Brasília revelou que não divulgou o laudo correto da doença à época, que não teria sido diverticulite , mas sim um tumor . Embora benigno, o anúncio de um tumor poderia ser interpretado como câncer , causando efeitos imprevisíveis no andamento político no momento. Assumiu a Presidência da República o vice José Sarney , encerrando o período de 5 governos conduzidos por militares. Homenagens [ editar | editar código-fonte ] Mesmo sem ter tomado posse, Tancredo Neves é, por força de lei, elencado entre os ex-presidentes do Brasil, pela lei nº 7.465, de 21 de abril de 1986: ' O cidadão Tancredo de Almeida Neves, eleito e não empossado, por motivo do falecimento, figurará na galeria dos que foram ungidos pela Nação brasileira para a Suprema Magistratura, para todos os efeitos legais '. Em 1990 foi aberto em São João Del Rei, cidade natal de Tancredo, o Memorial Tancredo Neves , descrevendo sua trajetória pessoal e política. [ 58 ] Em 2010, ocorre o centenário de nascimento de Tancredo Neves. Em 1 de março de 2010 foi lançado um selo comemorativo do centenário de nascimento do ex-presidente. O evento fez parte de uma série de homenagens que se seguiram até o dia do centenário de seu nascimento: 4 de março de 2010. Um busto foi inaugurado em 3 de março de 2010, no Salão Nobre do Senado, em Brasília, durante homenagem prestada ao centenário de nascimento do ex-presidente. É lembrado 'como político conciliador e hábil articulador político.' [ 59 ] A cidade baiana Presidente Tancredo Neves foi nomeada em sua homenagem. Assim como a capital baiana, Salvador, tem como centro financeiro e empresarial a Avenida Tancredo Neves . Além de reportagens que escreveu na juventude para o jornal Estado de Minas , O Correio e Diário de São João del Rei , Tancredo foi autor de ' O regime parlamentar e a realidade brasileira ', publicado na Revista Brasileira de Estudos Políticos (Belo Horizonte, UFMG, 1962), ' O panorama mundial e a segurança nacional ' (Rio de Janeiro, ESG, 1962), e de numerosos discursos e pareceres publicados em jornais, revistas e anais parlamentares. Em 24 de fevereiro de 1983 tomou posse, sucedendo a Alberto Deodato , na cadeira 12 da Academia Mineira de Letras , patrocinada por Alvarenga Peixoto . Deixou dois depoimentos que saíram em livros: o primeiro: ' Tancredo Neves, A trajetória de um liberal ', a partir de uma entrevista dada à sua sobrinha Lucília de Almeida Neves, narra sua trajetória política até 1954 apenas, pois Tancredo parou a entrevista para se dedicar integralmente à eleição no colégio eleitoral que ocorreria em 1985. O segundo livro entrevista foi ' Tancredo fala de Getúlio ', onde dá seu depoimento sobre o antigo presidente e a sua atuação política ao lado de Getúlio. Em 2010 foi lançado o livro O paciente, o caso Tancredo Neves, de Luís Mir, que reúne documentos obtidos no Hospital Base de Brasília e Instituto do Coração, em São Paulo, onde Tancredo morreu. O livro apresenta um roteiro cirúrgico, para melhor compreensão das cirurgias e traz declarações dos especialistas envolvidos, revelando os bastidores do caso clínico que alterou os rumos da democracia brasileira e abalou a reputação da medicina do país. [ 60 ] Sobre a vida de Tancredo Neves foram produzidos o filme de longa-metragem A Céu Aberto , de João Batista de Andrade , e a biografia ' Tancredo Neves, A trajetória de um liberal ' (1985), escrita por sua sobrinha Lucília de Almeida Neves Delgado e Vera Alice Cardoso a partir de depoimento dado pelo tio. Em 1985, foi lançado o documentário ' Muda Brasil ', de Oswaldo Caldeira [ 61 ] e, em 2011, Tancredo - A travessia , de Silvio Tendler . [ 62 ] [ 63 ] [ 64 ] O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte-Confins , inaugurado em 1984, foi nomeado Aeroporto Internacional Tancredo Neves em sua homenagem. No final de março de 2010, o então governador de Minas Gerais , Aécio Neves , inaugurou a nova sede do Governo do Estado, denominada Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves . Memorial Presidente Tancredo Neves [ editar | editar código-fonte ] Em 2013 foi lançado o Memorial Tancredo Neves , no Panteão da Pátria , localizado na Praça dos Três Poderes , em Brasília . O espaço conta com vídeos, mídias digitais e documentos originais, retratando passos do período de redemocratização do Brasil . Estão expostos manuscritos de discursos de Tancredo, cartas escritas por ele e endereçadas a ele, de personalidades como Juscelino Kubitschek e João Goulart , além de material de campanha das Diretas Já e seu diploma de Presidente da República . [ 65 ] Em São João del-Rei , cidade natal de Tancredo, foi criado, em 1990, o Memorial Presidente Tancredo Neves , mantido pela Fundação Presidente Tancredo Neves . [ 66 ] Notas ↑ Embora não tenha tomado posse no cargo, Tancredo Neves deve figurar na galeria dos Presidentes da República, por força da Lei Federal nº 7.465, de 21 de abril de 1986 . ↑ Clóvis Salgado da Gama foi substituto legal de Juscelino Kubitschek quando este renunciou, em 31 de janeiro de 1955, ao cargo de governador para concorrer à Presidência. Juscelino foi eleito presidente em 3 de outubro de 1955. ↑ Entre 8 de setembro de 1961 e 12 de julho de 1962. 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O próprio dr. Leitão contou-me essa história. Consultado sobre a cerimônia ele sugeriu ao presidente Figueiredo que não passasse a faixa porque Sarney entraria no exercício do cargo como substituto e não como sucessor. Tancredo Neves estava vivo. Eventualmente sem condições de assumir a presidência da República, mas vivo. Foi uma decisão consciente e correta. Tancredo só morreria em abril. Então, fica claro que o general João Figueiredo não se negou a entregar a faixa por birra - como disseram - e sim, por determinação constitucional. A faixa presidencial é o símbolo do poder, mas não completa a investidura'. ↑ «Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas» . Resultado da busca de 'Tancredo de Almeida Neves'. Presidência da República Portuguesa . Consultado em 24 de março de 2016 ↑ «Marco entre a ditadura e a democracia, Constituição de 1988 completa 25 anos» . Jornal do Brasil . 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Ver também [ editar | editar código-fonte ] O Wikiquote possui citações de ou sobre: Tancredo Neves O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Tancredo Neves Ministros do Gabinete Tancredo Neves Ligações externas [ editar | editar código-fonte ] O Gabinete Tancredo Neves no sítio da Fundação Getúlio Vargas Galeria dos Presidentes do Brasil Biografia de Tancredo Neves - Câmara dos Deputados, 2010 - ISBN 9788573656947 Precedido por Negrão de Lima Ministro da Justiça e Negócios Interiores do Brasil 1953 — 1954 Sucedido por Miguel Seabra Fagundes Precedido por Visconde de Ouro Preto ( Império do Brasil ) Primeiro-ministro do Brasil 1961 — 1962 Sucedido por Francisco de Paula Brochado da Rocha Precedido por José Martins Rodrigues Ministro da Justiça e Negócios Interiores do Brasil 1961 Sucedido por Alfredo Nasser Precedido por Francelino Pereira Governador de Minas Gerais 1983 — 1984 Sucedido por Hélio Garcia Precedido por João Figueiredo Presidente do Brasil não tomou posse (1985) Sucedido por José Sarney v • e Ministros da Justiça do Brasil Primeiro reinado ( D. Pedro I ) Caetano Pinto de Miranda Montenegro • Sebastião Luís Tinoco da Silva • Caetano Pinto de Miranda Montenegro • Clemente Ferreira França • Sebastião Luís Tinoco da Silva • José Joaquim Carneiro de Campos • Clemente Ferreira França • José Feliciano Fernandes Pinheiro • Estêvão Ribeiro de Resende • Lúcio Soares Teixeira de Gouveia • José Clemente Pereira • José Bernardino Batista Pereira de Almeida • Lúcio Soares Teixeira de Gouveia • João Inácio da Cunha • Manuel José de Sousa França • João Inácio da Cunha Período regencial Manuel José de Sousa França • Diogo Antônio Feijó • Pedro de Araújo Lima • Honório Hermeto Carneiro Leão • Cândido José de Araújo Viana • Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho • Manuel Alves Branco • Antônio Paulino Limpo de Abreu • Gustavo Adolfo de Aguilar Pantoja • Francisco Jê Acaiaba de Montezuma • Bernardo Pereira de Vasconcelos • Francisco de Paula Almeida e Albuquerque • Francisco Ramiro de Assis Coelho • José Antônio da Silva Maia • Paulino José Soares de Sousa Segundo reinado ( D. Pedro II ) Antônio Paulino Limpo de Abreu • Paulino José Soares de Sousa • Honório Hermeto Carneiro Leão • Manuel Alves Branco • Manuel Antônio Galvão • José Carlos Pereira de Almeida Torres • Antônio Paulino Limpo de Abreu • Joaquim Marcelino de Brito • José Joaquim Fernandes Torres • Caetano Maria Lopes Gama • Nicolau Pereira de Campos Vergueiro • Saturnino de Sousa e Oliveira Coutinho • José Antônio Pimenta Bueno • José Antônio Pimenta Bueno • Antônio Manuel de Campos Melo • Eusébio de Queirós • José Ildefonso de Sousa Ramos • Luís Antônio Barbosa • José Tomás Nabuco de Araújo Filho • Francisco Diogo Pereira de Vasconcelos • José Tomás Nabuco de Araújo Filho • Manuel Vieira Tosta • João Lustosa da Cunha Paranaguá • Francisco de Paula Negreiros de Saião Lobato • Francisco José Furtado • Caetano Maria Lopes Gama • João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu • João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu • Zacarias de Góis • Francisco José Furtado • José Tomás Nabuco de Araújo Filho • João Lustosa da Cunha Paranaguá • Martim Francisco Ribeiro de Andrada • José de Alencar • Joaquim Otávio Nébias • Manuel Vieira Tosta • José Ildefonso de Sousa Ramos • Francisco de Paula Negreiros de Saião Lobato • Manuel Antônio Duarte de Azevedo • João José de Oliveira Junqueira • Diogo Velho Cavalcanti de Albuquerque • Francisco Januário da Gama Cerqueira • Lafayette Rodrigues Pereira • Sousa Dantas • Rodolfo Epifânio de Sousa Dantas • Manuel da Silva Mafra • João Ferreira de Moura • Francisco Prisco de Sousa Paraíso • Francisco Maria Sodré Pereira • Afonso Pena • Joaquim Delfino Ribeiro da Luz • João Maurício Wanderley • Samuel Wallace MacDowell • Antônio Ferreira Viana • Francisco de Assis Rosa e Silva • Cândido Luís Maria de Oliveira República Velha ( 1.ª República ) Ruy Barbosa • Campos Sales • Henrique Pereira de Lucena • Antônio Luís Afonso de Carvalho • Antão Gonçalves de Faria • Rodrigues Alves • Serzedelo Correia • Felisbelo Firmo de Oliveira Freire • Alexandre Cassiano do Nascimento • Antônio Gonçalves Ferreira • Alberto Torres • Bernardino José de Campos Júnior • Amaro Cavalcanti • Epitácio Pessoa • Sabino Barroso • José Joaquim Seabra • Félix Gaspar de Barros e Almeida • Augusto Tavares de Lira • Esmeraldino Olímpio Torres Bandeira • Rivadávia da Cunha Correia • Uladislau Herculano de Freitas • Carlos Maximiliano Pereira dos Santos • Amaro Cavalcanti • Urbano Santos da Costa Araújo • Alfredo Pinto Vieira de Melo • Joaquim Ferreira Chaves • João Luís Alves • Aníbal Freire da Fonseca • Afonso Pena Júnior • Augusto Viana do Castelo 2.ª , 3.ª e 4.ª Repúblicas Gabriel Loureiro Bernardes • Afrânio de Melo Franco • Osvaldo Aranha • Maurício Cardoso • Francisco Campos • Afrânio de Melo Franco • Francisco Antunes Maciel Júnior • Vicente Rao • Agamenon Magalhães • José Carlos de Macedo Soares • Francisco Campos • Alexandre Marcondes Machado Filho • Fernando Antunes • Alexandre Marcondes Machado Filho • Agamenon Magalhães • Antônio de Sampaio Dória • Carlos Luz • Benedito Costa Neto • Adroaldo Mesquita da Costa • Honório Fernandes Monteiro • Adroaldo Tourinho Junqueira Aires • José Francisco Bias Fortes • Negrão de Lima • Tancredo Neves • Miguel Seabra Fagundes • Alexandre Marcondes Machado Filho • José Eduardo do Prado Kelly • Francisco de Meneses Pimentel • Nereu Ramos • Eurico de Aguiar Sales • Carlos Cirilo Júnior • Armando Falcão • Oscar Pedroso Horta • José Martins Rodrigues • Tancredo Neves • Alfredo Nasser • João Mangabeira • Carlos Molinari Cairoli • Abelardo de Araújo Jurema Ditadura militar ( 5.ª República ) Luís Antônio da Gama e Silva • Milton Campos • Luís Viana Filho • Juracy Magalhães • Mem de Azambuja Sá • Luís Viana Filho • Carlos Medeiros Silva • Luís Antônio da Gama e Silva • Alfredo Buzaid • Armando Falcão • Petrônio Portella • Golbery do Couto e Silva • Ibrahim Abi-Ackel Nova República ( 6.ª República ) Fernando Lyra • Paulo Brossard • Oscar Dias Correia • Saulo Ramos • Bernardo Cabral • Jarbas Passarinho • Célio Borja • Maurício José Corrêa • Alexandre de Paula Dupeyrat Martins • Nelson Jobim • Milton Seligman • Iris Rezende • José de Jesus Filho • Renan Calheiros • José Carlos Dias • José Gregori • Aloysio Nunes • Miguel Reale Júnior • Paulo de Tarso Ramos Ribeiro • Márcio Thomaz Bastos • Tarso Genro • Luiz Paulo Barreto • José Eduardo Cardozo • Wellington César Lima e Silva • Eugênio Aragão • Alexandre de Moraes • José Levi Mello do Amaral Júnior (interino) • Osmar Serraglio • Torquato Jardim v • e Ministros do Interior do Brasil (1889 — 1990) República Velha ( 1ª República ) Aristides Lobo • Cesário Alvim • Tristão de Alencar Araripe • José Higino Duarte Pereira • Fernando Lobo Leite Pereira • Alexandre Cassiano do Nascimento • Antônio Gonçalves Ferreira • Alberto Torres • Bernardino José de Campos Júnior • Amaro Cavalcanti • Epitácio Pessoa • Sabino Barroso • José Joaquim Seabra • Félix Gaspar de Barros e Almeida • Augusto Tavares de Lira • Esmeraldino Olímpio Torres Bandeira • Rivadávia da Cunha Correia • Uladislau Herculano de Freitas • Carlos Maximiliano Pereira dos Santos • Amaro Cavalcanti • Urbano Santos da Costa Araújo • Alfredo Pinto Vieira de Melo • Ferreira Chaves • João Luís Alves • Aníbal Freire da Fonseca • Afonso Pena Júnior • Augusto Viana do Castelo 2ª , 3ª e 4ª Repúblicas Gabriel Loureiro Bernardes • Afrânio de Melo Franco • Osvaldo Aranha • Maurício Cardoso • Francisco Campos • Afrânio de Melo Franco • Francisco Antunes Maciel Júnior • Vicente Rao • Agamenon Magalhães • José Carlos de Macedo Soares • Francisco Campos • Alexandre Marcondes Machado Filho • Fernando Antunes • Alexandre Marcondes Machado Filho • Agamenon Magalhães • Antônio de Sampaio Dória • Carlos Luz • Benedito Costa Neto • Adroaldo Mesquita da Costa • Honório Fernandes Monteiro • Adroaldo Tourinho Junqueira Aires • José Francisco Bias Fortes • Negrão de Lima • Tancredo Neves • Miguel Seabra Fagundes • Alexandre Marcondes Machado Filho • José Eduardo do Prado Kelly • Francisco de Meneses Pimentel • Nereu Ramos • Eurico de Aguiar Sales • Carlos Cirilo Júnior • Armando Falcão • Oscar Pedroso Horta • José Martins Rodrigues • Tancredo Neves • Alfredo Nasser • João Mangabeira • Carlos Molinari Cairoli • Abelardo de Araújo Jurema Ditadura Militar ( 5ª República ) Luís Antônio da Gama e Silva • Milton Campos • Luís Viana Filho • Juracy Magalhães • Mem de Azambuja Sá • Luís Viana Filho • Carlos Medeiros Silva • Afonso Augusto de Albuquerque Lima • José Costa Cavalcanti • Maurício Rangel Reis • Mário Andreazza Nova República ( 6ª República ) Ronaldo Costa Couto • Joaquim Francisco • João Alves Filho v • e Primeiros-ministros do Brasil Império Manuel Alves Branco • José Carlos Pereira de Almeida Torres • Francisco de Paula Sousa e Melo • Pedro de Araújo Lima • José da Costa Carvalho • Joaquim José Rodrigues Torres • Honório Hermeto Carneiro Leão • Luís Alves de Lima e Silva • Pedro de Araújo Lima • Antônio Paulino Limpo de Abreu • Ângelo Moniz da Silva Ferraz • Luís Alves de Lima e Silva • Zacarias de Góis • Pedro de Araújo Lima • Zacarias de Góis • Francisco José Furtado • Pedro de Araújo Lima • Zacarias de Góis • Joaquim José Rodrigues Torres • José Antônio Pimenta Bueno • José Maria da Silva Paranhos • Luís Alves de Lima e Silva • João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu • José Antônio Saraiva • Martinho Álvares da Silva Campos • João Lustosa da Cunha Paranaguá • Lafayette Rodrigues Pereira • Sousa Dantas • José Antônio Saraiva • João Maurício Wanderley • João Alfredo Correia de Oliveira • Afonso Celso de Assis Figueiredo República Tancredo Neves • Brochado da Rocha • Hermes Lima v • e Gabinete de Getúlio Vargas (1951–1954) Vice-presidente Nereu Ramos (1946–1951) Ministérios Aeronáutica Nero Moura (1951–1954) • Epaminondas Gomes dos Santos (1954) Agricultura João Cleofas de Oliveira (1951–1954) • Osvaldo Aranha (1954) • Apolônio Jorge de Faria Sales (1954) Educação Ernesto Simões Filho (1951–1953) • Péricles Madureira de Pinho (1953) • Antônio Balbino (1953–1954) • 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(1951–1954) Estado-Maior das Forças Armadas Pedro Aurélio de Góis Monteiro (1951–1952) • Mascarenhas de Morais (1953–1954) Gabinete Civil Lourival Fontes (1951–1954) Gabinete Militar Ciro do Espírito Santo Cardoso (1951–1952) • Aguinaldo Caiado de Castro (1952–1954) ← Gabinete de Eurico Gaspar Dutra (1946–1951) • Gabinete de Café Filho (1954–1955) → v • e Gabinete do Presidente João Goulart (1961–1964) Vice-presidente Nenhum (1961–1964) Ministérios Aeronáutica Clóvis Monteiro Travassos (1961–1962) • Reinaldo Joaquim Ribeiro de Carvalho Filho (1962–1963) • Anísio Botelho (1963–1964) Agricultura Armando Monteiro Filho (1961) • Renato Costa Lima (1962–1963) • José Ermírio de Moraes (1963) • Osvaldo Lima Filho (1963–1964) Educação Antônio Ferreira de Oliveira Brito (1961–1962) • Roberto Lira (1962) • Darcy Ribeiro (1962–1963) • Teotônio Monteiro de Barros (1963) • Paulo de Tarso Santos (1963) • Júlio Furquim Sambaqui (1963–1964) Fazenda Walther Moreira Salles (1961–1962) • Francisco de 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Azeredo • Itamar Franco • Aécio Neves • Antônio Anastasia • Alberto Pinto Coelho Júnior • Fernando Pimentel v • e Presidentes do Brasil Lista de Presidentes • Presidencialismo no Brasil • Palácio do Planalto • Palácio da Alvorada • Granja do Torto • Palácio Rio Negro • Casa da Dinda • Catetinho • Palácio do Catete • Palácio do Itamaraty (Rio de Janeiro) República Velha (1889–1930) Deodoro da Fonseca • Floriano Peixoto • Prudente de Morais (interinidade: Manuel Vitorino ) • Campos Sales • Rodrigues Alves • Afonso Pena • Nilo Peçanha • Hermes da Fonseca • Venceslau Brás • Rodrigues Alves • Delfim Moreira • Epitácio Pessoa • Artur Bernardes • Washington Luís • Júlio Prestes Era Vargas (1930–1945) Junta de 1930 ( Fragoso · Noronha · Mena Barreto ) • Getúlio Vargas • José Linhares Período populista (1945–1964) Eurico Gaspar Dutra • Getúlio Vargas • Café Filho • Carlos Luz • Nereu Ramos • Juscelino Kubitschek • Jânio Quadros • Ranieri Mazzilli • João Goulart Ditadura militar (1964–1985) 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  May Revolution - Wikipedia May Revolution From Wikipedia, the free encyclopedia Jump to: navigation , search May Revolution The open cabildo on May 22, 1810 , by Pedro Subercaseaux , depiction of the May 22 open cabildo Date May 25, 1810 Location Buenos Aires Also known as Revolución de Mayo Outcome Viceroy Baltasar Hidalgo de Cisneros is deposed and the Primera Junta assumes government. Beginning ... of criollos, composed of politicians such as Manuel Belgrano and Juan José Castelli , and military leaders ... , and some criollos, including Cornelio Saavedra and the lawyers Mariano Moreno and Juan José Paso . [36 ... , and the resentment of criollos against the peninsulars deepened. [63] Juan José Castelli was present ... economist José María Romero's proposal to banish a number of people considered dangerous ... and radical proclamations. Francisco José Planes shouted that Cisneros should be hanged in the Plaza CACHE

May Revolution - Wikipedia May Revolution From Wikipedia, the free encyclopedia Jump to: navigation , search May Revolution The open cabildo on May 22, 1810 , by Pedro Subercaseaux , depiction of the May 22 open cabildo Date May 25, 1810 Location Buenos Aires Also known as Revolución de Mayo Outcome Viceroy Baltasar Hidalgo de Cisneros is deposed and the Primera Junta assumes government. Beginning of the Argentine War of Independence against the cities of the Viceroyalty of the Río de la Plata that resist the change. The May Revolution (Spanish: Revolución de Mayo ) was a week-long series of events that took place from May 18 to 25, 1810, in Buenos Aires , capital of the Viceroyalty of the Río de la Plata . This Spanish colony included roughly the territories of present-day Argentina, Bolivia, Paraguay, Uruguay, and parts of Brazil. The result was the removal of Viceroy Baltasar Hidalgo de Cisneros and the establishment of a local government, the Primera Junta ( First Junta ), on May 25. It was the first successful revolution in the South American Independence process. The May Revolution was a direct reaction to Spain's Peninsular War . In 1808, King Ferdinand VII of Spain abdicated in favor of Napoleon , who granted the throne to his brother, Joseph Bonaparte . A Supreme Central Junta led resistance to Joseph's government and the French occupation of Spain, but eventually suffered a series of reversals that resulted in the Spanish loss of the northern half of the country. On February 1, 1810, French troops took Seville and gained control of most of Andalusia . The Supreme Junta retreated to Cadiz and dissolved itself, and the Council of Regency of Spain and the Indies replaced it. News of these events arrived in Buenos Aires on May 18, brought by British ships. Viceroy Cisneros tried to maintain the political status quo, but a group of criollo lawyers and military officials organized an open cabildo (a special meeting of notables of the city) on May 22 to decide the future of the Viceroyalty. Delegates denied recognition to the Council of Regency in Spain and established a junta to govern in place of Cisneros, since the government that had appointed him Viceroy no longer existed. To maintain a sense of continuity, Cisneros was initially appointed president of the Junta. However, this caused much popular unrest, so he resigned under pressure on May 25. The newly formed government, the Primera Junta, included only representatives from Buenos Aires and invited other cities of the Viceroyalty to send delegates to join them. This resulted in the outbreak of war between the regions that accepted the outcome of the events at Buenos Aires and those that did not. The May Revolution began the Argentine War of Independence , although no formal declaration of independence was issued at the time and the Primera Junta continued to govern in the name of the deposed king, Ferdinand VII. As similar events occurred in many other cities of the continent, the May Revolution is also considered one of the early events of the Spanish American wars of independence . Historians today debate whether the revolutionaries were truly loyal to the Spanish crown or whether the declaration of fidelity to the king was a necessary ruse to conceal the true objective—to achieve independence—from a population that was not yet ready to accept such a radical change. A formal declaration of independence was finally issued at the Congress of Tucumán on July 9, 1816. Contents 1 Causes 1.1 International causes 1.2 National causes 2 Prelude 2.1 Liniers government 2.2 Cisneros government 3 May Week 3.1 Friday, May 18 and Saturday, May 19 3.2 Sunday, May 20 3.3 Monday, May 21 3.4 Tuesday, May 22 3.5 Wednesday, May 23 3.6 Thursday, May 24 3.7 Friday, May 25 4 Aftermath 4.1 Consequences 5 Historical perspectives 5.1 Revolutionary purposes 6 Legacy 7 References 8 Bibliography 9 External links Causes [ edit ] Main article: Causes of the May Revolution International causes [ edit ] The rule of Joseph Bonaparte as King of Spain was resisted by Spaniards, and cast doubts on the legitimacy of the Spanish viceroys. The United States' declaration of independence from Great Britain in 1776 led criollos (Spanish peoples born in the Americas) to believe that revolution and independence from Spain were feasible. [1] [2] Between 1775 and 1783, the American patriots of the Thirteen Colonies waged the American Revolutionary War against both the local loyalists and the Kingdom of Great Britain, eventually establishing a popular government in the place of the British monarchy. The fact that Spain aided the colonies in their struggle against Britain weakened the idea that it would be a crime to end one's allegiance to the parent state. [3] The ideals of the French Revolution of 1789 spread across Europe and the Americas as well. [4] The overthrow and execution of King Louis XVI and Queen Marie Antoinette ended centuries of monarchy and removed the privileges of the nobility. Liberal ideals in the political and economic fields developed and spread through the Atlantic Revolutions across most of the Western world. The concept of the divine right of kings was questioned by the French Declaration of the Rights of Man and of the Citizen , by the oft-quoted statement that ' all men are created equal ' in the United States Declaration of Independence and even by the Spanish church. [1] However, the spread of such ideas was forbidden in the Spanish territories, as was the sale of related books or their unauthorized possession. [5] Spain instituted those bans when it declared war on France after the execution of Louis XVI and retained them after the peace treaty of 1796. [1] News of the events of 1789 and copies of the publications of the French Revolution spread around Spain despite efforts to keep them at bay. [5] [6] Many enlightened criollos came into contact with liberal authors and their works during their university studies, either in Europe or at the University of Chuquisaca (modern Sucre ). [7] Books from the United States found their way into the Spanish colonies through Caracas, owing to the proximity of Venezuela to the United States and the West Indies. [8] The US Declaration of Independence inspired similar movements in the Spanish colonies in South America. The Industrial Revolution started in Britain, with the use of plateways , canals and steam power. This led to dramatic increases in the productive capabilities of Britain, [9] and created a need for new markets to sell its products. [10] The Napoleonic Wars with France made this a difficult task, after Napoleon imposed the Continental System , which forbade his allies and conquests to trade with Britain. Thus Britain needed to be able to trade with the Spanish colonies, but could not do so because the colonies were restricted to trade only with their parent state. [11] To achieve their economic objectives, Britain initially tried to invade Rio de la Plata and conquer key cities in Spanish America. [12] When that failed, they chose to promote the Spanish-American aspirations of emancipation from Spain. [11] [13] The mutiny of Aranjuez in 1808 led King Charles IV of Spain to abdicate in favor of his son, Ferdinand VII . [14] Charles IV requested that Napoleon restore him to the throne. instead, Napoleon crowned his own brother, Joseph Bonaparte , as the new Spanish King. [14] [15] These events are known as the Abdications of Bayonne . Joseph's coronation was met with severe resistance in Spain, which started the Peninsular War , and the Supreme Central Junta took power in the name of the absent king. [16] This also led to Spain switching allegiances from France to Britain. [10] France eventually invaded Sevilla, and a Council of Regency based in Cadiz replaced the disbanded Supreme Central Junta. [17] National causes [ edit ] William Carr Beresford surrenders to Santiago de Liniers during the British invasions of the Río de la Plata . Spain forbade its American colonies to trade with other nations or foreign colonies, and imposed itself as the only buyer and vendor for their international trade. [18] This situation damaged the viceroyalty, as Spain's economy was not powerful enough to produce the huge supply of goods that the numerous colonies would need. This caused economic shortages and recession. [18] [19] The Spanish trade routes favored the ports of Mexico and Lima , to the detriment of Buenos Aires. [20] As a result, Buenos Aires smuggled those products that could not be obtained legitimately. [21] Most local authorities allowed this smuggling as a lesser evil, even though it was illegal, and it occasionally equalled in volume the legal commerce with Spain. [22] Two antagonistic factions emerged: the landowners wanted free trade so they could sell their products abroad, while the merchants, who benefited from the high prices of smuggled imports, opposed free trade because prices would come down. [23] The coronation of Infanta Carlota Joaquina was considered an alternative to revolution. The Spanish monarchy appointed their own candidates to most of the political offices in the viceroyalty, usually favoring Spaniards from Europe. [24] In most cases, the appointees had little knowledge of or interest in local issues. Consequently, there was a growing rivalry between criollos and peninsulars (those born in Spain). Most criollos thought that peninsulars had undeserved advantages and received preferential treatment in politics and society. [18] The lower clergy had a similar sentiment about the higher echelons of the religious hierarchy. [22] Events developed at a slower pace than in the United States independence movement. [25] This was in part because the clergy controlled the entire educational system in Spanish America, which led the population to hold the same conservative ideas and follow the same customs as in Spain. [25] Buenos Aires and Montevideo successfully resisted two British invasions. [13] In 1806, a small British army led by William Carr Beresford seized Buenos Aires for a brief time. a Montevidean army led by Santiago de Liniers liberated the city. [26] The following year, a larger army seized Montevideo, but was overwhelmed by the forces of Buenos Aires. the invaders capitulated [26] and returned Montevideo to the viceroyalty. There was no aid from Spain during either invasion. [18] [27] Liniers organized criollo militias during the preparations for the second invasion, in spite of the prohibition against them. [28] [29] [30] The Patricios Regiment , led by Cornelio Saavedra , was the biggest criollo army. These events gave criollos military power and political influence that they did not have before and, since the victory was achieved without any help from Spain, it boosted criollo confidence in their independent capabilities. [18] [31] The Portuguese royal family left Europe and settled in colonial Brazil in 1808, after their escape from the Napoleonic invasion of Portugal. [32] Carlota Joaquina , sister of Ferdinand VII, was the wife of the Portuguese prince regent, but had her own political projects. [33] As she avoided the later capture of the Spanish royal family, she attempted to take charge of the viceroyalty as regent. [34] This political project, known as Carlotism , sought to prevent a French invasion of the Americas. [35] A small secret society of criollos, composed of politicians such as Manuel Belgrano and Juan José Castelli , and military leaders such as Antonio Beruti and Hipólito Vieytes , supported this project. [36] [37] They considered it an opportunity to get a local government instead of a European one, or a step towards a potential declaration of independence. [38] [39] The project was resisted by Viceroy Liniers, most peninsulars, and some criollos, including Cornelio Saavedra and the lawyers Mariano Moreno and Juan José Paso . [36] [39] They suspected that it concealed Portuguese expansionist ambitions over the region. [36] The supporters of Carlota Joaquina intended her to head a constitutional monarchy , whereas she wanted to govern an absolute monarchy . these conflicting goals undermined the project and led to its failure. [36] [37] Britain, which had a strong influence in the politics of the Portuguese Empire, opposed the project as well: they did not want Spain split into several kingdoms, and considered Carlota Joaquina unable to prevent this. [40] Prelude [ edit ] Liniers government [ edit ] Santiago de Liniers ruled as viceroy between 1807 and 1809. After the British invasion of 1806, Santiago de Liniers successfully reconquered Buenos Aires. [41] The population did not allow Rafael de Sobremonte to continue as Viceroy. [41] He had escaped to Cordoba with the public treasury while the battle was still in progress. [42] A law enacted in 1778 required the treasury to be moved to a safe location in the case of a foreign attack, but Sobremonte was still seen as a coward by the population. [43] The Royal Audiencia of Buenos Aires did not allow his return to Buenos Aires and elected Liniers, acclaimed as a popular hero, as an interim Viceroy. [41] This was an unprecedented action, the first time that a Spanish viceroy was deposed by local government institutions, and not by the King of Spain himself. [43] King Charles IV ratified the appointment at a later time. [44] Liniers armed the entire population of Buenos Aires, including criollos and slaves, and defeated a second British invasion attempt in 1807. [28] The Liniers administration was popular among criollos, but not among peninsulars such as the merchant Martín de Álzaga and the Governor of Montevideo, Francisco Javier de Elío . [45] They requested the Spanish authorities appoint a new viceroy. [46] In the wake of the outbreak of the Peninsular War, de Elío created the Junta of Montevideo , which would scrutinise all the orders from Buenos Aires and reserve the right to ignore them, but did not openly deny the authority of the Viceroy or declare Montevideo independent. [36] Martín de Álzaga began a mutiny to remove Liniers. [47] On January 1, 1809, an open cabildo (an extraordinary meeting of vecinos , prominent people of the city) chaired by Álzaga demanded the resignation of Liniers and the appointment of a local junta. [48] The Spanish militia and a group of people summoned by the meeting gathered to support the rebellion. [49] A small number of criollos, notably Mariano Moreno, supported the mutiny, [47] but most of them did not. [50] They felt that Álzaga wanted to remove the Viceroy to avoid his political authority while keeping the social differences between criollos and peninsulars unchanged. [50] The riot was quickly routed when criollo militias led by Cornelio Saavedra surrounded the plaza and dispersed the insurgents. [51] As a result of the failed mutiny, the rebel militias were disarmed. [51] This included all peninsular militias, and the power of the criollos increased as a result. [51] The leaders of the plot, with the exception of Moreno, [52] were exiled to Carmen de Patagones . [51] Javier de Elío freed them and gave them political asylum at Montevideo. [53] Cisneros government [ edit ] Baltasar Hidalgo de Cisneros , the last viceroy to rule in Buenos Aires. The Supreme Central Junta replaced Liniers with the naval officer Baltasar Hidalgo de Cisneros , a veteran of the Battle of Trafalgar , to end the political turmoil in the Río de la Plata. [54] He arrived in Montevideo in June 1809 for the handover. [55] Manuel Belgrano proposed that Liniers should resist on the grounds that he had been confirmed as Viceroy by a King of Spain, whereas Cisneros lacked such legitimacy. [56] The criollo militias shared Belgrano's proposal, [56] but Liniers handed over the government to Cisneros without resistance. [57] Javier de Elío accepted the authority of the new Viceroy, and dissolved the Junta of Montevideo. [58] Cisneros rearmed the disbanded peninsular militias, and pardoned those responsible for the mutiny. [59] Álzaga was not freed, but his sentence was commuted to house arrest. [60] There was concern about events in Spain and about the legitimacy of local governors in Upper Peru as well. [61] On May 25, 1809, the Chuquisaca Revolution deposed Ramón García de León y Pizarro as Governor of Chuquisaca and replaced him with Juan Antonio Alvarez de Arenales . [61] On July 16, the La Paz revolution , led by Colonel Pedro Domingo Murillo , deposed the Governor of La Paz and elected a new junta . [61] A swift reaction from the Spanish authorities defeated those rebellions. [61] An army of 1,000 men sent from Buenos Aires found no resistance at Chuquisaca, took control of the city and overthrew the Junta. [61] Murillo tried to defend La Paz, but his 800 militiamen were completely outnumbered by the more than 5,000 soldiers sent from Lima. [61] He and the other leaders were later beheaded, and their heads were exhibited as a deterrent. [62] These measures contrasted sharply with the pardon that Martín de Álzaga and others had received after a short time in prison, and the resentment of criollos against the peninsulars deepened. [63] Juan José Castelli was present at the deliberations of the University of Chuquisaca, where Bernardo Monteagudo developed the Syllogism of Chuquisaca , a legal explanation to justify self-governance . This influenced his ideas during the 'May Week'. [64] On November 25, 1809, Cisneros created the Political Surveillance Court to persecute afrancesados (supporters of Joseph Bonaparte) and independentists . [65] However, he rejected economist José María Romero's proposal to banish a number of people considered dangerous to the Spanish regime, such as Saavedra, Paso, Vieytes, Castelli and Moreno, among others. [66] Romero warned Cisneros against spreading news that might be considered subversive. Criollos felt that soon any pretext would be enough to lead to the outbreak of revolution. In April 1810, Cornelio Saavedra advised to his friends: 'it's not time yet, let the figs ripen and then we'll eat them'. [67] He meant that he would not support rushed actions against the Viceroy, but would do so at a strategically favorable moment, such as when Napoleon's forces gained a decisive advantage in their war against Spain. [68] May Week [ edit ] Map of Cádiz during the French siege . The May Week was the period of time in Buenos Aires which began with the confirmation of the fall of the Supreme Central Junta and ended with the dismissal of Cisneros and the establishment of the Primera Junta . [69] On May 14, 1810, the British war schooner HMS Mistletoe arrived at Buenos Aires with European newspapers that reported the dissolution of the Supreme Central Junta the previous January. [70] The city of Seville had been invaded by French armies, which were already dominating most of the Iberian Peninsula . [17] The newspapers reported that some of the former members of the Junta had taken refuge on the Isla de León in Cadiz. [71] This was confirmed in Buenos Aires on May 17, when the British frigate HMS John Paris arrived in Montevideo. the most recent newspapers reported that members of the Supreme Central Junta had been dismissed. [71] The Council of Regency of Cadiz was not seen as a successor of the Spanish resistance but as an attempt to restore absolutism in Spain. [72] The Supreme Central Junta was seen as sympathetic to the new ideas. [73] South American patriots feared both a complete French victory in the peninsula and an absolutist restoration. [72] Cisneros monitored the British warships and seized their newspapers, to conceal the news, but a newspaper came into the hands of Belgrano and Castelli. [74] They spread the news among other patriots and challenged the legitimacy of the Viceroy, who had been appointed by the fallen junta. [74] When Cornelio Saavedra, head of the regiment of Patricians , was informed of this news, he decided that it was finally the ideal time to take action against Cisneros. [75] Martín Rodríguez proposed to overthrow the Viceroy by force, but Castelli and Saavedra rejected this idea and proposed the convening of an open cabildo. [76] Friday, May 18 and Saturday, May 19 [ edit ] Secret meeting of the revolutionaries at the house of Nicolás Rodríguez Peña . Although Viceroy Cisneros attempted to conceal the news of the Spanish defeat, the rumor had already spread throughout Buenos Aires. [77] Most of the population was uneasy. there was high activity at the barracks and in the Plaza, and most shops were closed. [78] The 'Café de Catalanes' and the 'Fonda de las Naciones', frequent criollo meeting places, became venues for political discussions and radical proclamations. Francisco José Planes shouted that Cisneros should be hanged in the Plaza as retribution for the execution of the leaders of the ill-fated La Paz revolution. [78] People who sympathized with the absolutist government were harassed, but the fights were of little consequence because nobody was allowed to take muskets or swords out of the barracks. [79] The Viceroy, trying to calm the criollos, gave his own version of events in a proclamation. [80] He asked for allegiance to King Ferdinand VII, but popular unrest continued to intensify. He was aware of the news, but only said that the situation on the Iberian Peninsula was delicate. he did not confirm the fall of the Junta. [71] His proposal was to make a government body that would rule on behalf of Ferdinand VII, together with Viceroy of Peru José Fernando de Abascal y Sousa , Governor of Potosí Francisco de Paula Sanz and President of the Royal Audiencia of Charcas Vicente Nieto . [78] Not fooled by the Viceroy's communiqué, some criollos met at the houses of Nicolás Rodríguez Peña and Martín Rodríguez. [81] During these secret meetings, they appointed a representative commission composed of Juan José Castelli and Martín Rodríguez to request that Cisneros convene an open cabildo to decide the future of the Viceroyalty. [82] During the night of May 19 there were further discussions at Rodríguez Peña's house. [78] Saavedra, called by Viamonte, joined the meeting, [78] which involved military and civilian leaders. [83] They arranged that Belgrano and Saavedra would meet with Juan José de Lezica , the senior alcalde (municipal magistrate), while Castelli would meet with the procurator Julián de Leiva , to ask for their support. [78] They asked the Viceroy to allow an open cabildo, and said that if it was not freely granted the people and the criollo troops would march to the Plaza, force the Viceroy to resign by any means necessary, and replace him with a patriot government. [78] Saavedra commented to Lezica that he was suspected of betrayal because of his constant requests for cautious and measured steps. [83] This comment was designed to pressure Lezica into speeding up the legal system to allow the people to express themselves, or otherwise risk a major rebellion. [83] Lezica asked for patience and time to persuade the Viceroy, and leave a massive demonstration as a last resort. [84] He argued that if the Viceroy was deposed in that way, it would constitute a rebellion, which would turn the revolutionaries into outlaws. [84] Manuel Belgrano gave the following Monday as the deadline to confirm the open cabildo before taking direct action. [85] Leiva would later act as a mediator, being both a confidante of Cisneros and a trusted negotiator for the more moderate revolutionaries. [86] Sunday, May 20 [ edit ] Juan José Castelli asks Baltasar Hidalgo de Cisneros for an open cabildo. Lezica informed Cisneros of the request for an open cabildo and the Viceroy consulted Leiva, who spoke in favor of it. [81] The Viceroy summoned military commanders to come to the fort at 7 pm, [87] to demand military support. [88] There were rumors that it could be a trap to capture them and take control of the barracks. [87] To prevent this, they took command of the grenadiers that guarded the Fort and seized the keys of all entrances while meeting with the Viceroy. [87] Colonel Cornelio Saavedra, head of the Regiment of Patricios, responded on behalf of all the criollo regiments. [89] He compared the current international situation with that prevailing at the time of the mutiny of Álzaga over a year earlier, pointed out that Spain was now almost entirely under Napoleonic control and that the undefeated Spanish provinces were very small in comparison with the Americas. [89] He rejected the claim of sovereignty of Cadiz over the Americas, [88] and concluded that the local armies wanted to look after themselves, rather than following the fate of Spain. [89] Finally, he pointed out that the Supreme Central Junta that appointed Cisneros as Viceroy no longer existed, so he rejected Cisneros' legitimacy as Viceroy and denied him the protection of the troops under his command. [89] Castelli and Martín Rodríguez moved to the Fort for an interview with Cisneros. [76] Juan Florencio Terrada , commander of the Infantry Grenadiers, joined them, because their barracks were located under Cisneros' window, and his presence would not allow the Viceroy to request military aid to take Castelli and Martín Rodríguez prisoners. [90] The guards let them pass unannounced, and they found Cisneros playing cards with Brigadier Quintana, prosecutor Caspe and aide Coicolea. [76] Castelli and Rodríguez demanded once again the convening of an open cabildo, and Cisneros reacted angrily, considering their request an outrage. [76] Rodríguez interrupted him and forced him to give a definitive answer. [76] After a short private discussion with Caspe, Cisneros reluctantly gave his consent. [91] That night, many of the revolutionaries attended a theatre production on the theme of tyranny, called Rome Saved . [84] The lead actor was Morante, playing Cicero . [84] The police chief requested Morante to feign illness and not appear, so that the play could be replaced with Misanthropy and Repentance by the German novelist and playwright August von Kotzebue . [84] Rumors of police censorship spread quickly. Morante ignored the request and performed the play as planned. [84] In the fourth act, Morante made a patriotic speech, about the Gaul threat to Rome (the Gauls are ancestors of the French people ) and the need for strong leadership to resist the danger. [92] This scene lifted the revolutionaries' spirits and led to frenzied applause. [92] Juan José Paso stood up and cried out for the freedom of Buenos Aires, and a small fight ensued. [92] After the play, the revolutionaries returned to Peña's house. [93] They learned the result of the meeting with Cisneros, but were unsure as to whether Cisneros intended to keep his word. [93] They organized a demonstration for the following day to ensure that the open cabildo would be held as decided. [93] Monday, May 21 [ edit ] Invitation to the open cabildo of May 22 At 3 pm, the Cabildo began its routine work, but was interrupted by 600 armed men named the Infernal Legion, who occupied the Plaza de la Victoria and loudly demanded the convening of an open cabildo and the resignation of Viceroy Cisneros. [88] They carried a portrait of Ferdinand VII and the lapels of their jackets bore a white ribbon that symbolized criollo–Spanish unity. [94] Domingo French , the mail carrier of the city, and Antonio Beruti, an employee of the treasury, led the rioters. [88] It was rumored that Cisneros had been killed, and that Saavedra would take control of the government. [95] Saavedra was at the barracks at that moment, concerned about the demonstration. [95] He thought the violence should be stopped and that radical measures such as the assassination of Cisneros should be prevented, but he also thought that the troops would mutiny if the demonstrations were suppressed. [95] The people in the Plaza did not believe that Cisneros would allow the open cabildo the next day. [96] Leiva left the Cabildo, and Belgrano, who was representing the crowd, requested a definitive commitment. [96] Leiva explained that everything would go ahead as planned, but the Cabildo needed time to prepare. [96] He asked Belgrano to help the Cabildo with the work, as his intervention would be seen by the crowd as a guarantee that their demands would not be ignored. [96] The crowd left the main hall but stayed in the Plaza. [96] Belgrano protested about the guest list, which consisted of the wealthiest citizens, and thought that if the poor people were left outside there would be further unrest. [97] The members of the Cabildo tried to convince him to give his support, but he left. [98] Belgrano's departure enraged the crowd, as he did not explain what had happened, and the people feared a betrayal. [98] Demands for Cisneros' immediate resignation replaced those for an open cabildo. [98] The people finally settled down and dispersed when Saavedra intervened to say that the claims of the Infernal Legion were supported by the military. [99] The invitations were distributed among 450 leading citizens and officials in the capital. [86] The Cabildo compiled the guest list, and tried to guarantee the result, inviting people that would be likely to support the Viceroy. [100] The revolutionaries countered this move with a similar one, so that most people would be against Cisneros instead. [101] The printer Agustín Donado , supporting the revolutionaries, printed nearly 600 invitations instead of the 450 requested, and distributed the surplus among the criollos. [101] During the night, Castelli, Rodríguez, French and Beruti visited all the barracks to harangue the troops and prepare them for the following day. [102] Tuesday, May 22 [ edit ] An open cabildo discussed the legitimacy of the viceroy and the new local government that replaced him. According to the minutes, only about 251 out of the 450 officially invited guests attended the open cabildo. [88] [103] French and Beruti, in command of 600 men armed with knives, shotguns and rifles, controlled access to the square to ensure that the open cabildo had a majority of criollos. [88] [102] All noteworthy religious and civilian people were present, as well as militia commanders and many prominent residents. [104] The only notable absence was that of Martín de Álzaga, who was still under house arrest. [105] A merchant, José Ignacio Rezábal, attended the open cabildo but, in a letter to the priest Julián S. de Agüero, said that he had some doubts which were shared by other people close to him. [106] He feared that, no matter which party prevailed in the open cabildo, it would take revenge against the other, the Mutiny of Álzaga being a recent precedent. [106] He felt that the open cabildo would lack legitimacy if too many criollos were allowed to take part in it as a result of the aforementioned manipulation of the guest list. [106] The meeting lasted from morning to midnight, including the reading of the proclamation, the debate and the vote. [107] There was no secret ballot. votes were heard one at a time and recorded in the minutes. [108] The main themes of the debate were the legitimacy of the government and the authority of the Viceroy. [102] The principle of retroversion of the sovereignty to the people stated that, in the absence of the legitimate monarch, power returned to the people. they were entitled to form a new government. [109] This principle was commonplace in Spanish scholasticism and rationalist philosophy , but had never been applied in case law. [109] Its validity divided the assembly into two main groups: one group rejected it and argued that the situation should remain unchanged. this group supported Cisneros as Viceroy. The other group supported change, and considered that they should establish a junta, like the ones established in Spain to replace the Viceroy. [110] There was also a third position, taking the middle ground. [111] The promoters of change did not recognize the authority of the Council of Regency, and argued that the colonies in America were not consulted in its formation. [109] The debate tangentially discussed the rivalry between criollos and peninsulars. the Viceroy supporters felt that the will of peninsulars should prevail over that of criollos. [112] One of the speakers for the first position was the bishop of Buenos Aires, Benito Lue y Riega , leader of the local church, who said: Not only is there no reason to get rid of the Viceroy, but even if no part of Spain remained unsubdued, the Spaniards in America ought to take it back and resume command over it. America should only be ruled by the natives when there is no longer a Spaniard there. If even a single member of the Central Junta of Seville were to land on our shores, we should receive him as the Sovereign. [113] Juan José Castelli was the main speaker for the revolutionaries. [114] He based his speech on two key ideas: the government's lapsed legitimacy—he stated that the Supreme Central Junta was dissolved and had no rights to designate a Regency—and the principle of retroversion of sovereignty. [109] He spoke after Riega, and replied that the American people should assume control of their government until Ferdinand VII could return to the throne. Nobody could call the whole nation a criminal, nor the individuals that have aired their political views. If the right of conquest belongs by right to the conquering country, it would be fair for Spain to quit resisting the French and submit to them, by the same principles for which it is expected that the Americans submit themselves to the peoples of Pontevedra. The reason and the rule must be equal for everybody. Here there are no conquerors or conquered. here there are only Spaniards. The Spaniards of Spain have lost their land. The Spaniards of America are trying to save theirs. Let the ones from Spain deal with themselves as they can. do not worry, we American Spaniards know what we want and where we go. So I suggest we vote: that we replace the Viceroy with a new authority that will be subject to the parent state if it is saved from the French, and independent if Spain is finally subjugated. [115] Pascual Ruiz Huidobro stated that, since the authority that appointed Cisneros had expired, Cisneros should no longer have a place in the government. [114] Huidobro felt that the Cabildo should be in government, as it was the representative of the people. [114] Melchor Fernández, Juan León Ferragut and Joaquín Grigera supported his vote, among others. [114] The proposal of Cornelio Saavedra got the majority of votes. Attorney Manuel Genaro Villota , representative of the conservative Spanish, said that the city of Buenos Aires had no right to make unilateral decisions about the legitimacy of the Viceroy or the Council of Regency without the participation of other cities of the Viceroyalty. [114] He argued that such an action would break the unity of the country and establish as many sovereignties as there were cities. [114] His intention was to keep Cisneros in power by delaying any possible action. [109] Juan José Paso accepted his first point, but argued that the situation in Europe and the possibility that Napoleon's forces could conquer the American colonies demanded an urgent resolution. [116] He then expounded the 'argument of the elder sister', reasoning that Buenos Aires should take the initiative and make the changes deemed necessary and appropriate, on the express condition that the other cities would be invited to comment as soon as possible. [117] The rhetorical device of the 'elder sister', comparable to negotiorum gestio , [118] makes an analogy between the relationship of Buenos Aires and other cities of the viceroyalty with a sibling relationship. [117] The priest Juan Nepomuceno Solá then proposed that the Cabildo should receive the provisional command, until the formation of a governing junta made up of representatives from all populations of the Viceroyalty. [114] Manuel Alberti, Miguel de Azcuénaga (who would be members of the Primera Junta some days later), Escalada and Argerich (or Aguirre) supported his vote, among others. [114] Cornelio Saavedra suggested that the Cabildo should receive the provisional command until the formation of a governing junta in the manner and form that the Cabildo would deem as appropriate. [114] He said '...there shall be no doubt that it is the people that create authority or command.' [119] At the time of the vote, Castelli's position coincided with that of Saavedra. [120] Manuel Belgrano stood near a window and, in the event of a problematic development, he would give a signal by waiving a white cloth, upon which the people gathered in the Plaza would force their way into the Cabildo. [121] However, there were no problems and this emergency plan was not implemented. [121] The historian Vicente Fidel López revealed that his father, Vicente López y Planes , who was present at the event, saw that Mariano Moreno was worried near the end in spite of the majority achieved. [122] Moreno told Planes that the Cabildo was about to betray them. [120] [123] Wednesday, May 23 [ edit ] The debate took all day, and the votes were counted very late that night. [124] After the presentations, people voted for the continuation of the Viceroy, alone or at the head of a junta, or his dismissal. The ideas explained were divided into a small number of proposals, designated with the names of their main supporters, and the people then voted for one of those proposals. The voting lasted for a long time, and the result was to dismiss the Viceroy by a large majority: 155 votes to 69. [120] Manuel José Reyes stated that he found no reason to depose the Viceroy, and that it would be enough to appoint a junta headed by Cisneros. [125] His proposal had nearly 30 votes. [125] Another 30 votes supported Cisneros, with no change to the political system. [125] A small group supported the proposal of Martín José de Choteco, who also supported Cisneros. [126] There were also many different proposals involving the removal of Cisneros. [126] Many of them required the new authorities to be elected by the Cabildo. [126] Pascual Ruiz Huidobro proposed that the Cabildo should rule in the interim and appoint a new government, but this proposal made no reference to popular sovereignty or the creation of a junta. [126] This proposal received 35 votes, and sought simply to replace Cisneros with Huidobro: Huidobro was the most senior military officer, and thus the natural candidate under current laws to replace the viceroy in the lack of a new appointment from Spain. [127] Juan Nepomuceno Solá proposed a junta composed of delegates from all the provinces of the viceroyalty, while the Cabildo should govern in the interim. this proposal received nearly 20 votes. [128] Cornelio Saavedra, whose aforementioned proposal was that the Cabildo should appoint a Junta and rule in the interim, got the largest number of votes. [129] A number of other proposals received only a few votes each. [130] At dawn on May 23, the Cabildo informed the population that the Viceroy would end his mandate. The highest authority would be transferred temporarily to the Cabildo until the appointment of a governing junta. [131] Notices were placed at various points throughout the city, which announced the imminent creation of a junta and the summoning of representatives from the provinces. [120] The notices also called for the public to refrain from actions contrary to public policy. [132] Thursday, May 24 [ edit ] The Cabildo interpreted the decision of the open cabildo in its own way. [132] When it formed the new Junta to govern until the arrival of representatives from other cities, Leiva arranged for former viceroy Cisneros to be appointed president of the Junta and commander of the armed forces. [133] [134] There are many interpretations of his motives for departing from the decision of the open cabildo in this way. [111] [132] Four other members were appointed to the Junta: criollos Cornelio Saavedra and Juan José Castelli, and peninsulars Juan Nepomuceno Solá and José Santos Inchaurregui . [132] Leiva wrote a constitutional code to regulate the actions of the Junta. [132] It stipulated that the Junta could not exercise judicial power, which was reserved for the Royal Audiencia of Buenos Aires. that Cisneros could not act without the support of the other members of the Junta. that the Cabildo could dismiss anyone who neglected his duty. that the Cabildo's consent would be required to create new taxes. that the Junta would sanction a general amnesty for those who had aired opinions at the open cabildo. and that the Junta would invite the other cities to send delegates. [132] The commanders of the armed forces, including Saavedra and Pedro Andrés García, agreed to this code. [132] The Junta swore the oath of office that afternoon. [135] These developments shocked the revolutionaries. [96] Unsure of what to do next, they feared that they would be punished, like the revolutionaries of Chuquisaca and La Paz. [136] Moreno abjured relations with the others and shut himself in his home. [137] There was a meeting at Rodríguez Peña's house. [137] They felt that the Cabildo would not pursue such a plot without the blessing of Saavedra and that Castelli should resign from the Junta. [137] Tagle took a different view: he thought that Saavedra may have accepted out of weakness or naivety and that Castelli should stay in the Junta to counter the others' influence on him. [137] Meanwhile, a mob led by Domingo French and Antonio Beruti filled the Plaza. The stability of Cisneros in power, albeit in an office other than Viceroy, was seen as an insult to the will of the open cabildo. [132] Colonel Martín Rodriguez warned that, if the army were to commit support to a government that kept Cisneros, they would soon have to fire on the people, and that they would revolt. [138] He said that 'everyone without exception' demanded the removal of Cisneros. [138] That night, Castelli and Saavedra informed Cisneros of their resignation from the newly formed Junta. [139] They explained that the population was on the verge of violent revolution and would remove Cisneros by force if he did not resign as well. [139] They warned that they did not have the power to stop that: neither Castelli to stop his friends, nor Saavedra to prevent the Regiment of Patricians from mutiny. [139] Cisneros wanted to wait for the following day, but they said that there was no time for further delays, so he finally agreed to resign. [140] He sent a resignation letter to the Cabildo for consideration on the following day. [140] Chiclana felt encouraged when Saavedra resigned, and started to request signatures for a manifesto about the will of the people. [140] Moreno refused any further involvement, but Castelli and Peña trusted that he would eventually join them if events unfolded as they expected. [141] Friday, May 25 [ edit ] The people gathered in front of the Buenos Aires Cabildo On the morning of May 25, in spite of bad weather, [142] a crowd gathered in the Plaza de la Victoria, as did the militia led by Domingo French and Antonio Beruti. [143] They demanded the recall of the Junta elected the previous day, the final resignation of Cisneros, and the appointment of a new junta that did not include him. [134] [142] Historian Bartolomé Mitre stated that French and Beruti distributed blue and white ribbons, similar to the modern cockade of Argentina , among those present. [144] Later historians doubt it, but consider it possible that the revolutionaries used distinctive marks of some kind for identification. [145] It was rumored that the Cabildo might reject Cisneros' resignation. [142] Because of delays in issuing an official resolution, the crowd became agitated, clamoring that ' the people want to know what is going on! '. [146] The Cabildo met at 9 am and rejected Cisneros' resignation. [147] They considered that the crowd had no legitimate right to influence something that the Cabildo had already decided and implemented. [147] They considered that, as the Junta was in command, the demonstration should be suppressed by force, and made the members responsible for any changes to the resolution of the previous day. [140] To enforce those orders, they summoned the chief commanders, but these did not obey. [148] Many of them, including Saavedra, did not appear. [146] Those that did stated that they could not support the government order, and that the commanders would be disobeyed if they ordered the troops to repress the demonstrators. [148] The crowd's agitation increased, and they overran the chapter house. [149] Leiva and Lezica requested that someone who could act as spokesman for the people should join them inside the hall and explain the people's desires. [150] Beruti, Chiclana, French and Grela were allowed to pass. [150] Leiva attempted to discourage the rioter Pancho Planes, but he entered the hall as well. [150] The Cabildo argued that Buenos Aires had no right to break the political system of the viceroyalty without discussing it with the other provinces. French and Chiclana replied that the call for a Congress had already been considered. [150] The Cabildo called the commanders to deliberate with them. [151] As had happened several times in the last few days, Romero explained that the soldiers would mutiny if forced to fight against the rioters on behalf of Cisneros. [152] The Cabildo still refused to give up, until the noise of the demonstration was heard in the hall. [153] They feared that the demonstrators could overrun the building and reach them. [153] Martín Rodríguez pointed out that the only way to calm the demonstrators was to accept Cisneros' resignation. [153] Leiva agreed, convinced the other members, and the people returned to the Plaza. [153] Rodríguez headed to Azcuenaga's house to meet the other revolutionaries to plan the final stages of the revolution. [153] The demonstration overran the Cabildo again, and reached the hall of deliberations. [154] Beruti spoke on behalf of the people, and said that the new Junta should be elected by the people and not by the Cabildo. [154] He said that, besides the nearly 400 people already gathered, the barracks were full of people who supported them, and he threatened that they would take control, by force if necessary. [155] The Cabildo replied by requesting their demands in writing. [155] Members of the Primera Junta After a long interval, a document containing 411 signatures was delivered to the Cabildo. [156] This paper proposed a new composition for the governing Junta, and a 500-man expedition to assist the provinces. The document—still preserved—listed most army commanders and many well-known residents, and contained many illegible signatures. French and Beruti signed the document, stating 'for me and for six hundred more'. [142] However, there is no unanimous view among historians about the authorship of the document . [157] Meanwhile, the weather improved and the sun broke through the clouds. [156] The people in the plaza saw it as a favorable omen for the revolution. [156] The Sun of May was created a few years later with reference to this event. [156] The Cabildo accepted the document and moved to the balcony to submit it directly to the people for ratification. [155] But, because of the late hour and the weather, the number of people in the plaza had declined. [158] Leiva ridiculed the claim of the remaining representatives to speak on behalf of the people. [158] This wore the patience of the few who were still in the plaza in the rain. [158] Beruti did not accept any further delays, and threatened to call people to arms. [158] Facing the prospect of further violence, the popular request was read aloud and immediately ratified by those present. [158] The Primera Junta was finally established. It was composed by president Cornelio Saavedra, members Manuel Alberti , Miguel de Azcuénaga , Manuel Belgrano, Juan José Castelli, Domingo Matheu and Juan Larrea , and secretaries Juan José Paso and Mariano Moreno. The rules governing it were roughly the same as those issued the day before, with the additional provisions that the Cabildo would watch over the members of the Junta and that the Junta itself would appoint replacements in case of vacancies. [159] Saavedra spoke to the crowd, and then moved on to the Fort, among salvos of artillery and the ringing of bells. [160] Meanwhile, Cisneros dispatched a post rider to Córdoba, Argentina , to warn Santiago de Liniers about what had happened in Buenos Aires and to request military action against the Junta. [161] Aftermath [ edit ] Main article: Primera Junta Further information: Argentine War of Independence The Primera Junta ruled after the revolution. Buenos Aires endured the whole Spanish American Wars of independence without being reconquered by royalist armies or successful royalist counter-revolutions. [162] However, it faced several internal conflicts. [162] The May Revolution lacked a clear leader as other regions of Latin America. the secretary Mariano Moreno led the initial phase of the government, but he was removed shortly afterwards. [163] The Council of Regency, the Royal Audiencia of Buenos Aires and the peninsulars opposed the new situation. [164] The Royal Audiencia secretly swore allegiance to the Council of Regency a month later and sent communiqués to the other cities of the Viceroyalty, to request them to deny recognition to the new government. [165] To put an end to these activities, the Junta assembled Cisneros and all the members of the Royal Audiencia on the pretext that their lives were in danger, and sent them into exile aboard the British ship Dart . [166] Captain Mark Brigut Larrea was instructed to avoid American ports and deliver all of them directly to the Canary Islands. The Junta then appointed a new Audiencia composed entirely of criollos loyal to the revolution. [162] [167] Every city in the territory of modern Argentina other than Córdoba endorsed the Primera Junta. [168] The cities of the Upper Peru, however, did not take a position, owing to the recent outcomes of the Chuquisaca and La Paz Revolutions. Asunción del Paraguay rejected the Junta and swore loyalty to the Council of Regency. [168] The Banda Oriental , under Francisco Javier de Elío, remained a royalist stronghold. [168] Former Viceroy Santiago de Liniers organized a counter-revolution in Córdoba, and this became the first military campaign of the independent government. [162] Despite the importance of Liniers himself, and his prestige as a popular hero for his role when the British invaded, the population of Córdoba preferred to support the revolution. [169] This reduced the power of the counter-revolutionary army by means of desertions and sabotage. [169] [170] Liniers's troops were quickly defeated by the forces led by Francisco Ortiz de Ocampo . [171] Ocampo refused to shoot the captive Liniers. hence the execution ordered by the Junta was carried out by Juan José Castelli. [170] After the victory, the Primera Junta sent military expeditions to many other cities, to demand support and the election of representatives to it. [172] Mariano Moreno was an influential member of the Primera Junta. Montevideo, which had a historical rivalry with Buenos Aires, opposed the Primera Junta and the Council of Regency declared it the new capital of the Viceroyalty, along with Francisco Javier de Elío as the new Viceroy. [173] The city was well defended, so it could easily resist an invasion. Peripheral cities in the Banda Oriental acted contrary to Montevideo's will and supported the Buenos Aires Junta. [174] José Gervasio Artigas led them, and kept Montevideo under siege. [175] The final defeat of the Montevidean royalists was carried out by Carlos María de Alvear and William Brown . [176] The Captaincy General of Chile followed a process analogous to that of the May Revolution, and elected a Government Junta that inaugurated the brief period known as Patria Vieja . The Junta was defeated in 1814 at the Battle of Rancagua , and the subsequent Reconquista of Chile would make it a royalist stronghold once more. The Andes provided an effective natural barrier between the Argentine revolutionaries and Chile, so there was no military confrontation between them until the Crossing of the Andes , led by José de San Martín in 1817, a campaign that resulted in the defeat of the Chilean royalists. [177] The Primera Junta increased in size when it incorporated the representatives sent by the provinces. [178] From then on, the Junta was renamed the Junta Grande . [179] It was dissolved shortly after the June 1811 defeat of the Argentine troops at the Battle of Huaqui , and two successive triumvirates exercised executive power over the United Provinces of the Río de la Plata . [180] In 1814, the second triumvirate was replaced by the authority of the Supreme Director . [181] Meanwhile, Martín Miguel de Güemes contained the royalist armies sent from the Viceroyalty of Peru at Salta , while San Martín advanced towards the royalist stronghold of Lima by sea, on a Chilean–Argentine campaign. The war for independence gradually shifted towards northern South America. [182] From 1814, Argentina descended into civil war . [183] Consequences [ edit ] Main article: Rise of the Argentine Republic According to historian Félix Luna 's Breve historia de los Argentinos ( Spanish : Brief history of the Argentines ), one of the most important societal consequences of the May Revolution was the shift in the way the people and its rulers related. [184] Until then, the conception of the common good prevailed: while royal authority was fully respected, if an instruction from the crown of Spain was considered detrimental to the common good of the local population, it was half-met or simply ignored. [184] With the revolution, the concept of common good gave way to that of popular sovereignty, as theorized by Moreno, Castelli and Monteagudo, among others. [185] This idea held that, in the absence of a legitimate authority, the people had the right to appoint their own leaders. [186] Over time, popular sovereignty would give way to the idea of majority rule . [186] This maturation of ideas was gradual, taking many decades to crystallize into stable electoral and political systems, but it was what ultimately led to the adoption of the republican system as the form of government for Argentina. [186] Domingo Faustino Sarmiento stated similar views in his Facundo , and noted that cities were more receptive to republican ideas, while rural areas were more resistant to them, which led to the surge of caudillos . [187] Another consequence, also according to Luna, was the dissolution of the Viceroyalty of the Río de la Plata into several different units. [186] Most of the cities and provinces had distinctive populations, economies, attitudes, contexts, and interests. [186] Until the revolution, all of these peoples were held together by the authority of the Spanish government, but with its disappearance, people from Montevideo, Paraguay and the Upper Peru began to distance themselves from Buenos Aires. [188] The brief existence of the Viceroyalty of the Rio de la Plata, which had lasted barely 38 years, impeded the consolidation of a patriotic feeling and failed to bring a sense of community to all of the population. [186] The new country of Argentina lacked an established concept of national identity capable to unite the population under a common idea of statehood. [189] Juan Bautista Alberdi sees the May Revolution as one of the early manifestations of the power struggles between the city of Buenos Aires and the provinces—one of the axial conflicts at play in the Argentine civil wars . [190] Alberdi wrote in his book ' Escritos póstumos ': The revolution of May 1810 in Buenos Aires, intended to win the independence of Argentina from Spain, also had the consequence of emancipating the province of Buenos Aires from Argentina or, rather, of imposing the authority of this province upon the whole nation emancipated from Spain. That day, Spanish power over the Argentine provinces ended and that of Buenos Aires was established. [190] Historical perspectives [ edit ] Main article: Historiography of the May Revolution Historiographical studies of the May Revolution do not face many doubts or unknown details. Most of the information was properly recorded at the time and was made available to the public by the Primera Junta as patriotic propaganda. Because of this, historical views on the topic differ in their interpretations of the meanings, causes and consequences of the events, rather than in the accuracy of their depiction of the events themselves. The modern version of events does not differ significantly from the contemporary one. [191] Bartolomé Mitre wrote one of the first historical interpretations of the May Revolution. The first people to write about the May Revolution were participants who wrote memoirs, biographies and diaries. [192] However, their works were motivated by purposes other than historiographic ones, such as to explain the reasons for their actions, clean their public images, or express their support or rejection of the public figures and ideas of the time. [192] For example, Manuel Moreno wrote the biography of his brother Mariano as propaganda for the revolutions in Europe, [193] and Cornelio Saavedra wrote his autobiography at a moment when his image was highly questioned, to justify himself to his sons. [194] The first remarkable historiographical school of interpretation of the history of Argentina was founded by members of the 1837 generation , including Bartolomé Mitre. [195] Mitre regarded the May Revolution as an iconic expression of political egalitarianism: a conflict between modern freedoms and oppression represented by the Spanish monarchy, and an attempt to establish a national organization on constitutional principles as opposed to the charismatic authority of the caudillos. [196] These authors' views were treated as canonical until the end of the 19th century, when the proximity of the centennial encouraged authors to seek new perspectives. [197] The newer authors would differ about the relative weight of the causes of the May Revolution and about whose intervention in the events was more decisive, but the main views expressed by Mitre were kept, [198] such as to consider the revolution to be the birth of modern Argentina [199] and an unavoidable event. [200] These authors introduced the idea of popular intervention as another key element. [198] By the time of the World Wars, liberal authors attempted to impose an ultimate and unquestionable historical perspective. Ricardo Levene and the Academia Nacional de la Historia were exponents of this tendency, which still kept most perspectives of Mitre. [201] Left-wing authors took a revisionist view based on nationalism and anti-imperialism . they minimized the dispute between criollos and peninsulars and portrayed events as a dispute between enlightenment and absolutism. [202] However, most of their work was focused on other historical periods. [201] The May Revolution was not the product of the actions of a single political party with a clear and defined agenda, but a convergence of sectors with varying interests. [203] Thus, there are a number of conflicting perspectives about it, because different authors highlight different aspects. [204] Mitre, for example, referred to The Representation of the Landowners (an 1809 economic report by Mariano Moreno) and the role of the merchants to support the view that the May Revolution intended to obtain free trade and economic integration with Europe. [205] right-wing revisionists center around Saavedra and the social customs of the time to describe the revolution under conservative principles. [205] and left-wing revisionists use the example of Moreno, Castelli and the rioters led by French and Beruti to describe it as a radical revolution. [205] Revolutionary purposes [ edit ] The revolutionaries of the May Revolution declared loyalty to Ferdinand VII of Spain . The government created on May 25 pronounced itself loyal to the deposed King of Spain Ferdinand VII, but historians disagree on whether this was sincere or not. [168] Since Mitre, many historians think that this professed loyalty was merely a political deception to gain autonomy. [206] [207] [208] [209] The Primera Junta did not pledge allegiance to the Council of Regency, which was still in operation, and in 1810 it still seemed unlikely that Napoleon would be defeated and Ferdinand returned to the throne (which finally happened on December 11, 1813, with the Treaty of Valençay ). [210] The purpose of such a deception would have been to gain time to strengthen the position of the patriotic cause and avoid reactions that may have led to a counter-revolution, by making it appear that monarchical authority was still respected and that no revolution had taken place. The ruse is known as the 'Mask of Ferdinand VII'. It was upheld by the Primera Junta, the Junta Grande and the First Triumvirate. The Assembly of Year XIII was intended to declare independence, but failed to do so because of other political conflicts between its members. [211] However, it suppressed mention of Ferdinand VII in official documents. [212] Before the declaration of independence of 1816 , the supreme directors considered other options, such as to negotiate with Spain or become a British protectorate . [213] The change was potentially favorable for Britain, as trade with the cities of the area was facilitated, without the monopoly that Spain had maintained over their colonies for centuries. [214] However, Britain's first priority was the war against France in Europe, and they could not appear to support American independence movements or allow the military attention of Spain to be divided onto two different fronts. [215] Consequently, they pushed to avoid explicit independence demonstrations. [216] This pressure was exerted by Lord Strangford , the British ambassador at the court of Rio de Janeiro. he expressed support for the Junta, but under the condition that '...the behavior is consistent, and that [the] Capital [is] retained on behalf of Mr. Dn. Ferdinand VII and his legitimate successors'. [217] Later conflicts between Buenos Aires, Montevideo and Artigas led to internal conflicts on the British front, between Strangford and the Portuguese regent John VI of Portugal . [218] Juan Bautista Alberdi and later historians such as Norberto Galasso , [205] Luis Romero and José Carlos Chiaramonte [219] doubted Mitre's interpretation and put forward different ones. Alberdi thought that 'the Argentine revolution is a chapter of the Hispanoamerican revolution, as also of the Spanish one, as also of the French and European one'. [220] They did not consider it a dispute between independentism and colonialism, but instead a dispute between new libertarian ideas and absolutism. [221] The intention was not to cut ties with Spain, but to reformulate the relationship. similarly, the American Revolution was not separatist at its initial steps either. [221] Thus, it would have the characteristics of a civil war instead. [222] Some points that would justify the idea would be the inclusion of Larrea, Matheu, and Belgrano in the Junta and the later appearance of José de San Martín: Larrea and Matheu were Spanish, Belgrano studied for many years in Spain, [223] and San Martín had spent most of his adult life waging war in Spain against the French. [224] When San Martín talked about enemies, he called them ' royalists ' or 'Goths', but never 'Spanish'. [225] According to those historians, the Spanish revolution against absolutism got mixed up with the Peninsular War. [226] When Ferdinand VII stood against his father Charles IV, who was seen as an absolutist king, many Spaniards got the mistaken impression that he sympathized with the new enlightened ideas. [227] Thus, the revolutions made in the Americas in the name of Ferdinand VII (such as the May Revolution, the Chuquisaca Revolution, or the one in Chile) would have sought to replace absolutist power with power formulated under the new ideas. [228] Even if Spain was at war with France, the ideals of the French Revolution ( liberty, equality and fraternity ) were still respected. [229] Those revolutions pronounced themselves enemies of Napoleon, but did not face any active French military attack. they promoted instead fights between Spanish armies for keeping either the old or new order. [230] This situation would change with the final defeat of Napoleon and the return of Ferdinand VII to the throne, as he began the Absolutist Restoration and persecuted the supporters of the new libertarian ideas within Spain. For people in South America, to stay as a part of the Spanish Empire, but with a new relationship with the mother country, was no longer a feasible option: the only remaining options at this point were to return to absolutism or to adopt independentism. [219] Legacy [ edit ] Main article: Legacy of the May Revolution The May Pyramid , commemorative monument at Plaza de Mayo May 25 is a national day in Argentina, known as First Patriotic Government , with the character of a public holiday. The public holiday is set by law 21.329 and is always celebrated on May 25, regardless of the day of the week. [231] The Argentina Centennial and the Argentina Bicentennial were celebrated in 1910 and 2010. May 25 was designated as a patriotic date in 1813, but the Argentine Declaration of Independence suggests July 9 as an alternative national day. At first this added to the conflicts between Buenos Aires and the provinces during the Argentine Civil War , because the date in May related to Buenos Aires and the date of July 9 related to the whole country. [232] Thus the unitarian Bernardino Rivadavia canceled the celebration of July 9, and the federalist Juan Manuel de Rosas allowed it again, but maintained the May celebrations. [232] By 1880, the federalization of Buenos Aires removed the local connotations and the May Revolution was considered the birth of the nation. [232] The date, as well as a generic image of the Buenos Aires Cabildo , are used in different variants to honor the May Revolution. Two of the most notable are the Avenida de Mayo and the Plaza de Mayo in Buenos Aires, near the location of the Cabildo. The May Pyramid was erected in the Plaza a year after the revolution, and was rebuilt in its present form in 1856. Veinticinco de Mayo ('May 25') is the name of several administrative divisions, cities, public spaces and landforms of Argentina. There are departments of this name in the provinces of Chaco, Misiones, San Juan, Rio Negro and Buenos Aires, the latter holding the town of Veinticinco de Mayo . The cities of Rosario (Santa Fe), Junín (Buenos Aires) and Resistencia (Chaco) have eponymous squares. King George Island , which is claimed by Argentina, Britain and Chile, as part of the Argentine Antarctica , the British Antarctic Territory and the Chilean Antarctic Territory respectively, is referred to as Isla 25 de Mayo in Argentina. [233] A representation of a cabildo is used on Argentine 25-cent coins, [234] and an image of the Sun of May appears on the 5-cent coin. [235] An image of the Cabildo during the Revolution appeared on the back of the 5-peso banknote of the former peso moneda nacional . [236] References [ edit ] ^ a b c Abad de Santillán, p. 387 ^ Moses, pp. 36–37 ^ Moses, p. 35 ^ Abad de Santillán, pp. 385–386 ^ a b Johnson, p. 155 ^ Abad de Santillán, p. 386 ^ Moses, p. 29 ^ Moses, p. 34 ^ Mantoux, p. 25 ^ a b Abad de Santillán, p. 390 ^ a b Kaufmann, p.8 ^ Abad de Santillán, p. 391–392 ^ a b Luna, ...Manuel Belgrano , p. 28 ^ a b Fremont-Barnes, p. 29 ^ Shumway, p. 19 ^ Abad de Santillán, pp. 388–390 ^ a b Bethell, p. 101 ^ a b c d e Luna, Independencia... , p. 28 ^ Bethell, p. 1 ^ Shumway, pp. 8–9 ^ Shumway, p. 9 ^ a b Abad de Santillán, p. 391 ^ Shumway, p. 15 ^ Shumway, p. 3 ^ a b Moses, p. 4 ^ a b Shumway, p. 17 ^ Luna, ...Cornelio Saavedra , pp. 78–79 ^ a b Brown, p. 257 ^ Abad de Santillán, p. 376 ^ Johnson, p. 264 ^ Bethell, p. 94 ^ Chasteen, p. 82 ^ Chasteen, pp. 82–83 ^ Chasteen, pp. 82–84 ^ Abad de Santillán, p. 394 ^ a b c d e Bethell, p. 95 ^ a b Galasso, p. 40 ^ Bethell, p. 94–95 ^ a b Luna, Independencia... , p. 20 ^ Kaufmann, p. 58 ^ a b c Luna, ...Manuel Belgrano , p. 33 ^ Luna, ...Manuel Belgrano , p. 30 ^ a b Luna, Breve... , p. 52 ^ Luna, ...Santiago de Liniers , p. 120 ^ Luna, ...Santiago de Liniers , p. 128 ^ Johnson, p. 262 ^ a b Bethell, p. 96 ^ Mitre, pp. 264–265 ^ Mitre, p. 265 ^ a b Luna, ...Juan José Castelli , p. 55 ^ a b c d Johnson, p. 270 ^ Scenna, p. 23 ^ Johnson, pp. 270–271 ^ Luna, ... 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Aunque hubiese quedado un solo vocal de la Junta Central de Sevilla y arribase a nuestras playas, lo deberíamos recibir como al Soberano. Cited by Pigna, p. 234 ^ a b c d e f g h i Abad de Santillán, p. 408 ^ Spanish: Nadie ha podido reputar por delincuente a la nación entera, ni a los individuos que han abierto sus opiniones políticas. Si el derecho de conquista pertenece, por origen, al país conquistador, justo sería que la España comenzase por darle la razón al reverendo obispo abandonando la resistencia que hace a los franceses y sometiéndose, por los mismos principios con que se pretende que los americanos se sometan a las aldeas de Pontevedra. La razón y la regla tienen que ser iguales para todos. Aquí no hay conquistados ni conquistadores, aquí no hay sino españoles. Los españoles de España han perdido su tierra. Los españoles de América tratan de salvar la suya. Los de España que se entiendan allá como puedan y que no se preocupen, los americanos sabemos lo que queremos y adónde vamos. Por lo tanto propongo que se vote: que se subrogue otra autoridad a la del virrey que dependerá de la metrópoli si ésta se salva de los franceses, que será independiente si España queda subyugada. cited by Pigna, p. 236 ^ Pigna, p. 237 ^ a b Luna, Breve... , p. 62 ^ López, p. 92 ^ Spanish : ...y no quede duda que es el pueblo el que confiere la autoridad o mando Cited by Abad de Santillán, p. 408 ^ a b c d Abad de Santillán, p. 409 ^ a b Galasso, p. 52 ^ Galasso, p. 67 ^ Galasso, pp. 67–68 ^ Galasso, p. 58 ^ a b c Galasso, p. 59 ^ a b c d Galasso, p. 60 ^ Galasso, pp. 61–62 ^ Galasso, p. 62 ^ Galasso, p. 64 ^ Galasso, p. 65 ^ Pigna, p. 238 ^ a b c d e f g h Abad de Santillán, p. 410 ^ Galasso, p. 67–68 ^ a b Johnson, p. 277 ^ López, p 64 ^ López, p. 59 ^ a b c d López, p. 60 ^ a b Galasso, p. 74 ^ a b c López, p. 66 ^ a b c d López, p. 67 ^ López, p. 68 ^ a b c d Luna, Independencia... , p. 37 ^ Abad de Santillán, p. 411 ^ Mitre, pp. 341–342 ^ Galasso, p. 81 ^ a b Galasso, p. 84 ^ a b Galasso, p. 82 ^ a b Galasso p. 83 ^ López, p. 70–71 ^ a b c d López, p. 71 ^ López, p. 73 ^ López, pp.74–75 ^ a b c d e López, p. 75 ^ a b López, p. 76 ^ a b c López, p. 77 ^ a b c d Crow, p. 457 ^ Scenna, pp. 38–47 ^ a b c d e López, p. 78 ^ López, p. 79 ^ López, p. 81 ^ Abad de Santillán, p. 424 ^ a b c d Bethell, p. 116 ^ Bethell, pp. 116–117 ^ Luna, Independencia... , p. 46 ^ Luna, Independencia... , p. 48 ^ Luna, Independencia... , p. 47 ^ Luna, Independencia... , p.49 ^ a b c d Bethell, p. 103 ^ a b Dómina, p. 80 ^ a b Luna, ...Mariano Moreno , p. 108 ^ Abad de Santillán, p. 425 ^ Santillán, pp. 426 ^ Luna, Independencia... , p. 51–52 ^ Luna, Independencia... , p. 52 ^ Luna, Independencia... , p. 62 ^ Santillán, p. 516 ^ Luna, Independencia... , pp. 108–116 ^ Bethell, p. 117 ^ Luna, Independencia... , pp. 61–62 ^ Luna, Independencia... , p. 63 ^ Luna, Independencia... , pp.77–86 ^ Luna, Independencia... , pp. 116—126 ^ Abad de Santillán, pp. 524–525 ^ a b Luna, Breve... , p. 65 ^ Luna, Breve... , pp. 65–66 ^ a b c d e f Luna, Breve.. , p. 66 ^ Sarmiento, p. 79 ^ Luna, Breve... , p. 67 ^ Shumway, pp. 3–4 ^ a b Dómina, pp. 84–85 ^ Archer, pp. 3–5 ^ a b Gelman, p. 32 ^ Gelman, pp. 53–54 ^ Saavedra, pp. 105–106 ^ Poli Gonzalvo, pp. 19–20 ^ Poli Gonzalvo, p. 22 ^ Gelman, p. 187 ^ a b Gelman, p. 191 ^ Gelman, p. 16 ^ Gelman, p.17 ^ a b Gelman, p. 256 ^ Gelman, p.257 ^ Galasso, p. 86 ^ Galasso, pp. 86–87 ^ a b c d Galasso, p. 87 ^ Mitre, pp. 325–326 ^ Luna, ...Mariano Moreno , p. 25 ^ Bethell, p. 106–107 ^ Halperín Donghi, p. 96 ^ Pigna, p. 243 ^ Pigna, p. 377 ^ Luna, Independencia... , p. 82 ^ Fermín Chávez ^ Kaufmann, p. 49 ^ Bethell, p. 106 ^ Bethell, p. 107 ^ Spanish: siempre que la conducta de esa Capital sea consecuente y se conserve a nombre del Sr. Dn. 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Education Ministry commemorative website — (in Spanish) La Revolucion de Mayo — (in Spanish) v t e Argentine War of Independence Causes Political ideas Age of Enlightenment Carlotism Retroversion of the sovereignty to the people Economy The Representation of the Landowners Events British invasions of the Río de la Plata Peninsular War Chuquisaca Revolution La Paz revolution Mutiny of Álzaga May Revolution Last viceroys Rafael de Sobremonte Santiago de Liniers Baltasar Hidalgo de Cisneros Francisco Javier de Elío Combatants Campaigns & Theaters Battles Events Argentine Combatants Army of the Andes Army of the North Regiment of Mounted Grenadiers Regiment of Patricians Campaigns & Theaters Crossing of the Andes First Upper Peru campaign Second Upper Peru campaign Third Upper Peru campaign Liniers Counter-revolution Paraguay campaign Second Banda Oriental campaign Major battles Ayohuma Chacabuco Huaqui Maipú Martín García Salta San Lorenzo Suipacha Tacuarí Tucumán Vilcapugio Other events 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  MEDITAÇÃO NA PASTELARIA MEDITAÇÃO NA PASTELARIA 08/06/14 Dia D 2014 Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 6 bolas de berlim Marcadores: Dia D , Fascismo , Imagens Links 06/06/14 O Estado das Artes. Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 9 bolas de berlim ... leva... Imagem roubada por aí à Fátima Rolo Duarte, a propósito de José Sócrates ter descoberto ... bolas de berlim Marcadores: Fátima Rolo Duarte , Festival Literatura em Viagem , José Sócrates ... Marcadores: José Milhazes , Ucrânia Links Tic-Tac-Tic-Tac-Tic-Tac... e um dia faz PUM! Nunca fui à ... , Europa Links 19/02/14 Kiev? Pois, é complicado Uma nota de José Simões . Enviar a mensagem por email ... berlim Marcadores: José Simões , Símbolos nazis , Ucrânia Links 18/02/14 A Ucrânia não é Europa? Kiev CACHE

MEDITAÇÃO NA PASTELARIA MEDITAÇÃO NA PASTELARIA 08/06/14 Dia D 2014 Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 6 bolas de berlim Marcadores: Dia D , Fascismo , Imagens Links 06/06/14 O Estado das Artes. Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 9 bolas de berlim Marcadores: Futebol , Imagens , Joana Vasconcelos , Kitsch Links 28/05/14 O país suspenso... Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 2 bolas de berlim Marcadores: António Costa , PS Links 11/05/14 Quem se mete com a poesia leva... Imagem roubada por aí à Fátima Rolo Duarte, a propósito de José Sócrates ter descoberto recentemente que a palavra que Rimbaud mais dizia era allons, e não fraga, termo poético que pertencia por direito a Torga, e que o fez descobrir precocemente - ao contrário do allons de Rimbaud - a beleza do Douro que ele depois polvilhou com umas magníficas marquises ou lá q'era aquilo. Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 3 bolas de berlim Marcadores: Fátima Rolo Duarte , Festival Literatura em Viagem , José Sócrates , Poesia , Rimbaud Links 07/05/14 O Estado da Nação. Não é uma fotomontagem. Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 3 bolas de berlim Marcadores: Portugal é uma anedota Links 05/05/14 Saída Limpa DAQUI . Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 2 bolas de berlim Marcadores: Troika Links 29/04/14 Os que vão morrer, te saúdam! Pronto. Já está. Já passou. Já foi e não doeu nada. Daqui a 10 anos, os sobreviventes festejarão de novo a data apesar do reumático. A pergunta “onde é que você estava no 25 de Abril?” fará cada vez menos sentido e haverá cada vez mais gente a baralhar 1974 com 1794, ano em que Robespierre mandou guilhotinar Danton, para morrer ele próprio de cabeça decepada pouco te mpo depois, episódio que ainda hoje contribuirá em muito para fundamentar a ideia de que a natureza humana é mesmo do piorio. Por cá, tivemos o Salgueiro Maia mas, ainda assim, há quem ache que nunca fiando... “O caso do Salgueiro Maia é um caso comovente, para nós portugueses e para nós sociedade foi um bem ele ter morrido. É muito cru dizer isto, para a família e para ele é uma infelicidade, mas nós precisávamos de um puro. (...) Se ele continuasse a viver não sei se aguentaria isso. Não é possível tanta aspiração de beleza e de pureza numa figura viva”, resumiu cruamente Lídia Jorge, naquilo que poderá ser interpretado como uma defesa do axioma “um herói bom é um herói morto”, e isto apesar de Tolstoi se ter fartado de escrever romances que provam o contrário. Claro que Tolstoi só há um e mais nenhum, mas se o cinismo entretanto não nos matar a todos, e a descrença não nos liquidar de tristeza, alguns estarão cá para os festejos, portanto, daqui a 10 anos, mas daqui a 100, pevides. Daqui a 100 talvez nem haja Portugal, conforme apontam as estatísticas da nossa escassa reprodução, cumprindo-se por essa via (ínvia?) o desabafo de Sena: “O nosso problema não é salvar Portugal, é salvarmo-nos de Portugal”. O tempo, esse grande escultor, aproximará ainda mais o 25 de Abril do 5 de Outubro, mandando para o galheiro da História as declarações pomposas de Luís Montenegro (que, aliás, tinha um ano e usava fraldas no 25 de Abril): “Isto não é o 5 de Outubro na Praça do Município”, justificando assim o inconseguimento de não deixarem falar os militares de Abril na Assembleia da República, e eu se fosse militar também me chateava, pá e mandava o Luís Montenegro mudar de fraldas (citando naturalmente Eça...), já que a ingratidão é uma coisa muito feia e esta coisa do “25 de Abril é de todos”, como disse o ministro da Defesa, pode cair muito bem num salão 40 anos depois, mas o facto é que alguém teve de dar o corpo ao manifesto que não se foi lá por geração espontânea nem por obra e graça de nenhum soft power sagrado. Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 0 bolas de berlim Marcadores: 25 de Abril , Isto anda tudo ligado Links 24/04/14 À nossa! E festejem como quiserem... Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 1 bolas de berlim Marcadores: 25 de Abril Links 20/04/14 Isto não é uma parábola pascal Não, não vou citar o 'Porque Não Sou Cristão' do Bertrand Russell. Nem sequer debruçar-me sobre a contumaz questão do 'porque' e do 'por que'. Vou apenas explicar a razão de ser do meu anti-proselitismo, incluindo o religioso. Era eu menina e moça e fui visitar durante o Verão o Bom Jesus de Braga, na companhia de uns amigos dos meus pais que costumavam passar féri as no Norte. Mais ou menos a meio da escadaria do Santuário, tropeço, quase literalmente, numa crente muito velha que subia os degraus de joelhos, ladeada por duas jovens que iam a pé agarradinhas cada uma ao seu rosário. Os joelhos da velha sangravam e o ar parecia-lhe custar a sair, ou a entrar, dos pulmões. Tive uma reacção puramente física de indignação, ou seja, a cena provocou-me vómitos. Na minha inocência de menina e moça, o que mais me custava entender era o facto de as duas jovens parecerem não se importar com o sofrimento da crente, caminhando impávidas e alheadas a seu lado, como se não fosse nada com elas. Não me aguentei, e fui tentar ajudar a velha a levantar-se. Naturalmente, a velha não queria levantar-se. Gerou-se pois uma grande confusão, os amigos dos meus pais tiveram de intervir, mas do que nunca mais me esqueci foi do ar desvairado e acusatório de uma das acompanhantes que gritava que agora a avó (era a avó) tinha de recomeçar tudo de novo, lá de baixo, porque eu dera cabo da promessa! Vá lá uma menina e moça encher-me de boas intenções para ajudar o próximo! Serviu-me de lição. Na realidade, duas. Nem sempre quem te quer bem te faz bem, e quando e se fizeres bem prepara-te para levar porrada em troca. São duas lições que me têm sido muito úteis ao longo da vida. Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 5 bolas de berlim Marcadores: Memórias , Religião Links 17/04/14 Jorge Fallorca: Junho de 1949/ Abril de 2014 Estava doente. Melhorou. Adoeceu de novo. Piorou. Depois morreu. Acho que foi Nabokov quem disse que a morte era uma banalidade. Quanto ao Pessoa, escreveu: “Morrer é só não ser visto.” Apesar disto, nem uma palavra? Afinal, caros senhores, morreu um poeta. E fosse o mundo um sítio recomendável, um poeta valeria decerto mais do que um alqueire de banqu eiros. Manuel António Pina vaticinou: “A poesia vai acabar, os poetas/ vão ser colocados em lugares mais úteis./ Por exemplo, observadores de pássaros/ (enquanto os pássaros não/ acabarem).” Sábio, porém, é quem discorre assim: “Antes que seja tarde, devo dizer que considero o acto de escrever pouco saudável. E gostaria que o tom fosse considerado como um desabafo, e não confessional. Decorrido meio século de existência, aprendi a coabitar comigo mesmo. Quer essa relação se assuma como um comovido flash back, ou um severo ajuste de contas. Felizmente, sobra-me mais tempo para esquecer, do que para emendar. Decorrido meio século de existência, li e escrevi o suficiente para considerar a escrita - como qualquer outro acto criador - antropófaga até à vileza. Ninguém se surpreenderá se afirmar que a minha geração superou esse objectivo. Excedendo-se no show off, ou no strip-tease onanista, onde um predisposto auditório se reconhece e excita. A leitura das gerações que me precedem, em nada têm contribuído para perturbar, ou abalar, este assumido preconceito. Os Pessoa, Kérouac, Ginsberg, Hemingway, Michaux, Aquilino, Cardoso Pires, o exaltante Saint John Perse, ou o inevitável Herberto, todos me recusaram uma escrita límpida e saudável. Até mesmo em O Sorriso Aos Pés da Escada, o único Miller que conservo, a beleza é perversa e sublinhada por um fio de pus. Todos eles me envenenaram uma predisposição que começou por ser saudada na escola, e onde a família se conformou em depositar esperanças de que continuasse a ser bonita. E, sobretudo, que tivesse futuro. Antes que seja tarde, devo esclarecer que ainda hoje tenho relutância em considerar o futuro, e que me reservo o maior desprezo pelo presente. Sem pretender a honestidade que, dificilmente, reconheço nos outros, arrisco que a escrita - como qualquer outro acto criador - precisa de vítimas. E alimenta vítimas.” Desculpem-me a citação longa. Não é preguiça, é dar a palavra a quem sabe: Jorge Fallorca, “Longe do Mundo”, 2004. Partiu. Deixa mulher, um filho e dois netos. Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 2 bolas de berlim Marcadores: Jorge Fallorca Links 04/04/14 Jorge Fallorca (1949-2014) Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 9 bolas de berlim Links 27/02/14 Paco de Lucía (1947 - 2014) Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 7 bolas de berlim Marcadores: Música , Obituários , Paco de Lucía Links 21/02/14 A Ucrâna? Pois, é complicado. Ler aqui como neo-nazis ucranianos estarão metidos ao barulho. Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 1 bolas de berlim Marcadores: José Milhazes , Ucrânia Links Tic-Tac-Tic-Tac-Tic-Tac... e um dia faz PUM! Nunca fui à Suíça. Também nunca fui ao Luxemburgo. No Luxemburgo dizem-me que é mais fácil um camelo passar por um buraco de uma agulha do que um luxemburguês ter sido lá nado e criado. Mais de 30% da população é de origem estrangeira e cerca de 16% portuguesa, o que talvez explique o facto de o 1º-ministro ter contratado uma empresa do Luxemburgo para lhe atender os telefones da casa de São Bento, na eventualidade de alguém lhe querer falar - e eu sei lá, há gente capaz de tudo! –, milagre da globalização e milagre do ajuste directo, neste caso à We Promote, detida pela Sociedade Comercial Silvas (Primos), S.A., detida, por sua vez, pela Finanter Incorporation, que, por sua vez... mas eu não sou de intrigas e também me chamo Silva: voltemos à bucólica Suíça. Como dizia, nunca lá fui. Um amigo brasileiro com quem fui há muitos anos a Paris antes de eu ter ido com ele a Paris foi sozinho à Suíça. Louro e de olhos azuis, mais louro do que um suíço louro e com os olhos mais azuis do que um suíço de olhos azuis. Na altura, imperava a ditadura brasileira e o meu amigo vivia na Europa como refugiado político. Quando chegou à fronteira da Suíça, os suíços foram muito simpáticos porque pensaram que ele era um suíço louro & tal mas mal olharam para os documentos sentiram-se ludibriados porque ele era um selvagem brasileiro vindo do Rio Grande do Sul! Engavetaram o sorriso suíço e mandaram o meu amigo tirar as malas do carro. O meu amigo obedeceu civilizadamente e eis senão quando dá pelos guardas suíços com as manápulas enfiadas nos pertences, manuseando cuecas, camisolas interiores (por causa do frio da Europa...), lâminas de barbear e panfletos anti-fascistas. O meu amigo achou aquilo muito pouco civilizado e pensou em invocar a Convenção de Genebra. Lembrando-se que haviam sido os suíços a inventar o J dos passaportes judaicos, pediu-lhe que calçassem luvas. Os guardas, respeitadores da Lei, calçaram as luvas, vasculharam o que tinham a vasculhar e em seguida desmontaram peça a peça o carro do meu amigo que era um Mini amarelo no qual muitos anos depois, mas isso os suíços não o poderiam saber, haveríamos de ir os dois a Paris. O meu amigo ficou com um grande pó aos suíços, incluindo o Alain Tanner que tinha feito “A Cidade Branca”. Eu o suíço de que mais gosto é do Robert Walser. E pronto. Para a semana talvez fale da Dinamarca, onde também nunca fui, mas que já me descreveram como sendo um país muito civilizado onde se matam girafas. Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 0 bolas de berlim Marcadores: Isto anda tudo ligado Links Uma piada seca chamada Europa Supermercados portugueses com preços iguais aos de Berlim. Salários a rondar os valores da Conchinchina. União Europeia?! Estados Unidos da Europa?! Tudo a falar inglês técnico?! É o delírio! Salários em Portugal ainda deveriam baixar entre 2% e 5%, defende Bruxelas Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 4 bolas de berlim Marcadores: Comunidade Europeia , Crise , Europa Links 19/02/14 Kiev? Pois, é complicado Uma nota de José Simões . Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 1 bolas de berlim Marcadores: José Simões , Símbolos nazis , Ucrânia Links 18/02/14 A Ucrânia não é Europa? Kiev a ferro e fogo. Em directo de Kiev aqui . Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 1 bolas de berlim Marcadores: Europa , Ucrânia Links 17/02/14 Conselho Nacional da Ciência e Tecnologia puxa as orelhas ao governo em comunicado público O texto, bastante crítico sobre as políticas para a ciência de Passos Coelho e de Nuno Crato, pode ser lido aqui . Tomai, embrulhai e ide pôr a excelência que vos enche a boca num sítio que eu cá sei! Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 0 bolas de berlim Marcadores: Bolsas Científicas , CNCT , Nuno Crato , Pedro Passos Coelho Links 16/02/14 ... e também canta... Sabias disto João ? Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 3 bolas de berlim Marcadores: João Lisboa , Música , Valter Hugo Mãe Links Depois de ter comparado o caso do Meco a um jogo de berlinde, a Lusófona pede aos pais das vítimas para serem responsáveis Limpar as mãos ao avental? Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 0 bolas de berlim Marcadores: Mortes no Meco , Universidade Lusófona Links 15/02/14 Faites vos jeux, rien ne va plus! A partir da Joana Lopes . Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 5 bolas de berlim Marcadores: Crise , Governo PSD/CDS-PP , Joana Lopes , Pedro Santos Guerreiro Links 14/02/14 Daquela vez que eu fui à Ásia e se falou da Maria João Avillez [a propósito da Maria João Avilez ter escrito um livro sobre Vítor Gaspar] Uma vez, estava eu na Ásia, a única vez que estive na Ásia, e tive uma ideia. Eu costumo ter ideias mesmo quando não estou na Ásia mas esta ideia foi na Ásia. Estávamos num jantar e eu tive uma ideia. Partilhei-a com as pessoas que estavam a jantar comigo e depois, passado um bocado, fomos todos para a cama. No outro dia, ainda na Ásia, fui d ar um mergulho na piscina. Uma das pessoas que tinha estado comigo no jantar chegou à beira da piscina e disse-me: 'Olhe, aquela ideia que teve ontem... era uma óptima ideia'. Eu, que sou bastante mãos largas no que respeita a ideias, respondi enquanto sacudia os meus longos cabelos molhados (esta parte é ficção): 'Qual ideia?'. Acho que a pessoa não ficou com muito boa impressão minha derivado a eu já não me lembrar de qual era a ideia, mas relembrou-ma cortesmente. Eu disse: 'Ah, essa ideia!' E depois acrescentei: 'Mas a Maria João Avilez não escreveu em tempos um livro com base numa ideia parecida?' A pessoa que estava comigo na beira da piscina respondeu um pouco laconicamente: 'Hummmm'. Eu disse: 'Não era bom, o livro?' E a pessoa, que era uma óptima pessoa, respondeu: 'Olhe, era um livro, como direi, era um livro muito... olhe, muito Maria João Avilez.' E depois fomos os dois tomar um gin que era quase hora do almoço na Ásia. Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 1 bolas de berlim Marcadores: Maria João Avilez , Memórias Links O mar enrola na areia... Mar avança Portugal adentro. E se já jardim não somos, a continuar assim nem o à beira-mar plantado nos sobrará. Ler notícia AQUI . Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 0 bolas de berlim Links 13/02/14 O Estado a que isto chegou II [e ainda os cravos da Joana Vasconcelos] Viver Dentro das Nossas Impossibilidades O primeiro-ministro foi ao Tramagal dizer, e cito de cor, que 'estamos a caminhar para viver dentro das nossas possibilidades'. O uso do plural majestático é manifestamente irónico embora, decerto, as figuras da retórica clássica não devam ser o 'forte' da formação intelectual de Passos Coelho. Quem o conhece bem, disse-me outro dia que o chefe do governo se 'sente' como um evangelista de 'igrejas' como a IURD (salvo o devido respeito) que, uma vez recolhido o dízimo junto dos suspeitos do costume, fica como que tomado por uma 'visão' escatológica em relação à sua função de pastor milenar da pátria. Depois de ter conseguido, pelo menos na semântica, mudar o sintagma 'acima das nossas possibilidades' para o 'dentro' delas, Passos com certeza quer significar por 'dentro das nossas possibilidades' coisas como 'habituem-se a viver na nova normalidade'. O que, para a maior parte das pessoas, quer dizer 'habituem-se a viver com as vossas novas impossibilidades'. O que é certo é que esta mistificação, mais 'espiritual' que política, vai fazendo o seu caminho comunicacional - o único que interessa fazer - enquanto o mais próximo candidato a sucessor deste notável evangelista, A. J. Seguro, cercado por dentro e por fora, aparenta não conseguir sair dos caminhos na floresta em que tanto se enfiou como o enfiaram. Por exemplo, hoje os juros da dívida 10 anos andam pelos 5%, o ministro da Defesa Nacional terá confessado a um general não entender 'nada' de Defesa, o glorioso perdão fiscal do final do ano terá 'custado' quase 500 milhões de euros em juros, coimas e derivados, os ajustes directos de 2013 terão ficado na orla do 2 mil milhões de euros, os famosos submarinos, em 300 milhões, o arbítrio da 'avaliação do desempenho' passa a poder despedir democrático-cristã-livremente, mas um pensionista que receba três dígitos líquidos de rendimento já não tem dinheiro a meio do mês para poder 'viver dentro das suas possibilidades'? As 'novas impossibilidades' existem porque subsistem 'velhas possibilidades' do tipo das indicadas que escapam ao vocabulário da promessa da felicidade 'empresarial' que não entra no plural majestático do primeiro-ministro. Talvez a escultora do regime, a grande navegadora de cacilheiros Vasconcelos, consiga traduzir este 'desígnio' original para os quarenta anos do '25 de Abril' . Quem, melhor do que ela, poderia representar as nossas novas impossiblidades? DAQUI . Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 1 bolas de berlim Marcadores: 25 de Abril , António José Seguro , Governo PSD/CDS-PP , Joana Vasconcelos , João Gonçalves , Pedro Passos Coelho , Portugal ao fundo , Rui Machete Links O Estado a que isto chegou. Os cravos gigantes serão criados pela Joana Vasconcelos com a pele cristalizada de 40 toneladas de tomate (oferta da 'Guloso') - cujas sobras reverterão para um mega-gaspacho na ponte 25 de Abril, confeccionado pro bono pelo Frater Sobral - e servirão para enquadrar, nas escadarias da Assembleia da República, a declamação por José Luís Peixoto (patrocinado pela República Democrática Popular da Coreia) do poema 'Abril, ó cucamandro, morrestes-mes!', enquanto, sobre o parlamento, adejará uma imensa gaivota-que-voa-que-voa montada a partir de 40 000 pensos higiénicos Evax Fina & Segura com asas. Informação recolhida no blogue do João Lisboa , com mais desenvolvimentos poéticos aqui . Enviar a mensagem por email Dê a sua opinião! Partilhar no Twitter Partilhar no Facebook Partilhar no Pinterest 3 bolas de berlim Marcadores: 25 de Abril , Assembleia da República , Assunção Esteves , Joana Vasconcelos , João Lisboa , José Luís Peixoto , Portugal na sarjeta Links Mensagens antigas Página inicial Subscrever: Mensagens (Atom) Em rede 2 dedos de conversa A balada do café triste A causa foi modificada A cidade das mulheres A curva da estrada A dança da solidão A rendição da luz A revolta A terceira via A única real tradição viva Abrasivo Agricabaz Agua lisa Albergue espanhol Ali_se Amor e outros desastres Anabela Magalhães Anjo inútil Antologia do esquecimento Arrastão As escolhas do beijokense As folhas ardem Aspirina B ayapaexpress Azeite e Azia Bibliotecário de Babel Bidão vil Blogtailors Casario do ginjal Centurião Church of the flying spaghetti monster Ciberescritas Cidades escritas Cinco sentidos ou mais Claustrofobias Coisas de tia Complicadíssima teia Contradição Social Dazwischenland De olhos bem fechados Dias Felizes Do Portugal profundo Duelo ao Sol e-konoklasta e.r.g..d.t.o.r.k... 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Alexandre O'Neill, Meditação na Pastelaria Enquanto há língua há esperança (clique, assine e envie) Acerca de mim Ana Cristina Leonardo 'If there's anything I hate more than being taken seriously, it's being taken too seriously', Billy Wilder Ver o meu perfil completo Declaração de Interesses 'Ao vencedor, as batatas', Quincas Borba Se não gostarem nunca mais vos falo Clicar na Imagem SFF Adoro uma boa piada e ninguém tem nada com isso Gente que me persegue vá lá saber-se porquê À mesa da pastelariahttp://ivanthays.com.pe/ Provas de Contacto Há 49 minutos Entre as Brumas da Memória Oh! Mas que grande surpresa! Há 3 horas Der Terrorist O espelho retrovisor de Assunção Cristas Há 4 horas MAIS ACTUAL “Thérèse Dreaming” Há 5 horas Aventar Em Janeiro de 2018, os factos continuam suspensos Há 6 horas Delito de Opinião Facto nacional de 2017 Há 6 horas iz not me iz you Há 7 horas 2 Dedos de Conversa de boas intenções... 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Kennedy to Al Gore. If this is evolution, I believe that in twelve years, we'll be voting for plants' Post-it de Robert Wyatt 'É óbvio que [ao capitalismo] não interessa que toda a gente morra à fome porque aí desaparecem os consumidores. Basta que as pessoas tenham dinheiro para comprar Coca-Cola, hamburgueres e discos da Britney Spears.' Post-it de Zigmunt Bauman 'A vida é como um lençol muito curto: quando se cobre o nariz os pés ficam frios e quando se cobrem os pés o nariz fica gelado.' Post-it de Mark Twain 'Suppose you were an idiot and suppose you were a member of Congress. But I repeat myself' Post-it de Mark Twain 'A profecia é um género muito difícil, sobretudo quando aplicado ao futuro' Post-it de Tom Waits 'Acho que estamos no meio de uma revolução e ninguém sabe de que lado vêm as pedras' Post-it de Jorge de Sena 'O problema não é salvar Portugal, é salvarmo-nos de Portugal' Richard Dawkins 'There's this thing called being so open-minded your brains drop out' Post-it de Proudhon 'Ironia, verdadeira liberdade! És tu que me livras da ambição do poder, da escravidão dos partidos, da veneração da rotina, do pedantismo das ciências, da admiração das grandes personagens, das mistificações da política, do fanatismo dos reformadores, da superstição deste grande Universo, e da adoração de mim mesmo' Post-it de Alexandre Castro Caldas 'Julgo que entregar uma calculadora a um aluno que está em fase precoce de aprendizagem se pode equiparar a dar um automóvel a uma criança que está a começar a andar' Pos-it anónimo 'Liberdade de expressão: incalculável. Para tudo o resto, há o Mastercard” Post-it de Ron Paul 'In a free society, we are supposed to know the truth. In a society where truth becomes treason, we are in big trouble' Post-it de Emma Goldman 'If I can't dance I don't want to be in your revolution.' 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Como eu gosto de Olhão meus senhores Comunidade Europeia Comunismo Conan O'Brien Concursos e tal Conde de Abranhos Conde Gobineau Conde Rodrigues Cónego Melo confissões Confrontos Confrontos no Egipto Congresso do PS Consciência Conselho de Estado Conservadores Constança Cunha e Sá Contas Públicas Contestação ao governo PSD/CDS-PP Contos Contrato Social Conversa de caserna conversas em família Conversas Imaginárias Conversatório Cool mood Coragem Coreia do Norte Coreias Cormac McCarthy Correntes Corrupção Cotovia Count Basie CP Snow Criacionismo Crianças Crimes Crimes de Guerra Crise Crise Grega Crise na Madeira Crise no Egipto Crispim o pirata que tinha medo da água Cristiano Ronaldo Cristo-Rei Crítica literária Críticas Croácia Cuba Cuecas Cultura da treta Cultura francófona Curd Jurgens D. H. Lawrence D. Maria II Da imbecilidade Da Literatura Da Série Já Começámos a Votar nas Plantas Dalida Dan Brown Danação Dança Daniel Blaufuks Daniel C. Dennett Daniel Klein Daniel Oliveira Daniel Strand Daphne du Maurier Dar sangue pode salvar uma vida desde que o dador não seja gay David Byrne David Cameron David Foster Wallace David Grossman David Lean David Miranda David Oistrakh David Rousset De Rerum Natura Dean Martin Debaixo do Vulcão Debra Winger Decadência Declaração de desinteresse Declaração de voto Declínio e queda Défice Deixem as crianças em paz Deleuze Delírios Delito de Opinião Deliverance Delmore Schwartz Demissões Democracia Denis McShade Dennis McShade Der Terrorist Desabafos Desaparecimento das abelhas Descartes Desculpem lá a má disposição Desemprego Deseo Desidério Murcho Desiguldades sociais Desmitos Desmond Tutu Deus Dia D Dia da poesia Dia das mentiras Dia do não fumador Dia Mundial da Música diálogos Diana Damrau Diana Krall Diane Keaton DIAP Diário de Notícias Dias festivos Dias Loureiro Dias Lourenço Dick Cheney Dick Powell Diderot Didier Lombard Dilemas Din-a-ling Sisters Dinah Washington Dinamarca Dinis Machado Diogo Freitas do Amaral Diogo Moreira Dionne Warwick Direcção-Geral dos Impostos Direito à preguiça Direitos das mulheres Direitos de autor Direitos do Consumidor Direitos dos animais Direitos Humanos discriminação positiva Discursos Natalícios Disparates Distúrbio de Deficit de Atenção Dívida da Madeira Dívida grega Dívida Pública Django Reinhardt DN Do Portugal Profundo Dolly Parton Dom Duarte Pio Dom Quixote Domenico Modugno Domingos Domingos de Oliveira Domingos Névoa Dominique Strauss-Kahn Don DeLillo Don McLean Donald Hall Doris Lessing Dorothy Parker Dostoievski DREN Duarte Cordeiro Duarte Nuno Duchamp Duke Ellington Durão Barroso Dustin Hoffman dúvida E agora vou intervalar de novo E ao país não se pode exterminá-lo? E as crianças senhor E depois queixem-se que isto anda a perder a graça E não se pode exterminá-lo? E não se pode mandá-los pastar para outro lado? E nenhum deles precisa de óculos E ninguém os suicida... E. H. Shepard Eartha Kitt Eça de Queiroz Eclesiastes Ecologia Economês Economia Económico Sapo Ed Lominov Edgar Allan Poe Edite Estrela Edith Piaf Editorial Presença Edmundo Rivero EDP Edson Ataíde Eduarda Maio Eduardo Catroga Eduardo Cintra Torres Eduardo Feio Eduardo Lage Eduardo Lourenço Eduardo Pitta Eduardo Souto Moura Educação Educação financeira Educação sexual Edward Hopper Edward Norton Edward Snowden Efeito Zico Efemérides Efemérides dispensáveis Egas Moniz Egipto Egípto Eiffel Einstein Einstürzende Neubauten El Chocolate El Cigala El Mundo El Pais Ele há com cada anormal Eleições Eleições antecipadas Eleições autárquicas Eleições EUA Eleições europeias Eleições francesas Eleições na Áustria Eleições no Irão Eleições para que vos quero Eleições presidenciais Eles comem tudo e não deixam nada Eliane Brum Elis Regina Elisabeth Schwarzkopf Ella Fitzgerald Ellen Burstyn Ellen Goodman Eluana Englaro Elvis Costello Elvis Presley Elza Soares Em política a estudidez não é um handicap Em política a estupidez não é um handicap Em política a pulhice não é um handicap Em Portugal somos todos irmãos Embirrações Emigração Emilinha Borba Emir Kusturica Empédocles Empreendedorismo Empreendorismo Emprego Encerramento de escolas Encontro Aula Magna Libertar Portugal da Austeridade Energia Energia nuclear Energias alternativas Enki Bilal Enric Vives-Rubio Enrique Vila-Matas Ensino Ensitel Entre as brumas da memória Entrevista Passos Coelho Entrevistas Enver Hoxha Epilepsia epitáfios Erasmus Eric Clapton Eric Idle Eric Schmidt Erik Satie Ernesto Rodrigues Ernesto Sabato Erotismo Erroll Garner Escândalo Rupert Murdoch Escola do Pontal de Portimão Escola Sá Couto Escolaridade obrigatória escrita criativa Escutas Espanha Espinosa Espiões Espírito de Natal Esta gente é um nojo Estado das artes Estado do Mundo Estado Sentido Estado Social Estados de alma Estados de espírito Estados gripais e quem se lixa é a Princesa Estaline Estamos entregues aos bichos Estatísticas Estatísticas porque não Este homem é primeiro-ministro de portugal e gosta muito de andar de metro Este país não é para velhos Esteban Morgado Estes são os meus princípios mas se não gostarem tenho outros Estrela de David Estruturas de missão Ética Eu cá também gostava de ir a banhos Eu leopardo me confesso EUA Eudora Welty Eur Euro Eurocratas Eurojust Europa Europarque Eusébio Eutanásia Excel Excertos Exemplos à maneira do AO Exportações exposições Expresso Extrema-Direita Extrema-esquerda F de Fake Face Oculta Facebook Facturas obrigatórias fado Faixa de Gaza Falta de assunto Família Faria de Oliveira Faro Farouk Hosny Fascismo Fátima Fátima Campos Ferreira Fátima Felgueiras Fátima Lopes Fátima Pinheiro Fátima Reis Fátima Rolo Duarte Fausto FCT Feira do Livro Felícia Cabrita Felipe Oliveira Baptista Feminismo Ferdinand von Schirach Feriados Feriados móveis Férias Fernada Câncio Fernanda Câncio Fernandel Fernando Gabriel Fernando Lopes Fernando Lopes Graça Fernando Medina Fernando Negrão Fernando Nobre Fernando Pessa Fernando Pessoa Fernando Ulrich Ferreira Fernandes Festas Festival da Canção Festival de Jazz de Cascais Festival Literário da Madeira Festival Literatura em Viagem Fiama Hasse Pais Brandão Filipe Duarte Santos Filipe Faísca Filipe Neto Brandão filmes filosofia Filosofia da treta Fim do processo casa pia Finalmente uma notícia de jeito Finanças Finlândia Física Física quântica Flamenco Flannery O'Connor FLIP FMI Formitrol Forte de Peniche Foster Brooks Fotografias França France Télécom Francis Bacon Francis Wheen Francisco Agarez Francisco Assis Francisco Belard Francisco Fernandes Lopes Francisco George Francisco Gonçalves Francisco José Viegas Francisco Louçã Francisco Mendonça Francisco Seixas da Costa Francisco Vale Francisco Van Zeller François Hollande François Truffaut Françoise Dior Frank Popp Ensemble Frank Sinatra Franklin D. 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Homens de quem eu gosto Homens giros Homens na Luta Homossexualidade Horace McCoy Hortas Comunitárias Hosni Mubarak Hospital de Cascais HPP Saúde Hu Jia Hu Jin Tao Hu Jintao Hubert Dreyfus Hubert Haddad Hugo Chávez Hugo Soares Humans of New York Humor Humor Judaico Ian Gibson Ian McEwan Iberdrola Iberismo Ici bientôt de charmantes ruines Idade da reforma Ide comer palha para Abrantes Ideias inteligentes Igreja II Guerra II Guerra Mundial III Reich Iker Casillas île d'Aix Île d'Oléron Île de Ré ilha do farol ilhas Illuminati Iluminismo ilustração imagem Imagens Imbecilidades Impostos imprecisões Imprensa Imprensa Falsa Imunidade parlamentar Incêndios Indignação a quanto obrigas Índios da Meia Praia Indústria Farmacêutica Industrialização INE INEM Inês de Medeiros Info-deslumbrados Inglaterra Inglês técnico Ingmar Bergman Ingrid Betancourt Inimigo Público Insólito insónia Inspecção-Geral de Educação Instalações Intel Internacional Socialista Intervalo Invasão da Normandia Invasão do Iraque Invasões Francesas Inverno Irão Iraq Body Count Iraque Iris Murdoch Irlanda Irmão Lúcia Irmãos Cohen Irving Berlin Is everybody in this world corrupt? I don't know everybody Isaac Babel Isaac Bashevis Singer Isabel Alçada Isabel do Carmo Isabel Jonet Isabel Pires de Lima Isabel St. Aubyn Isaltino Morais Isilda Pegado Islão Ismail Haniyeh Ismail Kadaré Israel Isto ainda vai dar merda Isto anda tudo ligado Isto cheira-me mal Isto não é normal Isto vai dar merda It's raining cats and dogs em Beja Itália Ivo Andrić iz not me iz you J S Bach J-M G Le Clézio J. R. R. Tolkien J.D. Salinger J.M. Coetzee Já chega de Santa Páscoa Já chegámos à Madeira? Já não os posso ouvir Jack Kerouac Jacques Brel Jacques Dutronc Jacques Tati Jaime Neves Jaime Silva Jaime Van Zeller Leitão James Brown James Cotton James Gandolfini James Graham Ballard James Joyce James Lovelock James Rachels Jan Karski Jane Austen Jane Birkin Janes Joplin Japão Jay-Jay Johanson Jazz at the Philharmonic Jean Améry Jean Echenoz Jean Gabin Jean Henri Gaston Giraud Jean Paul Sartre Jean Piaget Jean Renoir Jean-Baptiste Botul Jean-Jacques Rousseau Jean-Luc Godard Jean-Paul Sartre Jean-Pierre Cassel JeanJean-Luc Godard Jeanloup Sieff Jeff Brigdes Jens Weidmann Jerome K. Jerome Jerónimo de Sousa Jerónimo Martins Jerry Lee Lewis Jerry Lewis Jethro Tull Jim Hankinson Jim Vaughn Jimmy Carter Jo Soares Joana Lopes Joana Varela Joana Vasconcelos Joaninha Joaninha a menina que não queria ser gente João Almeida João Antônio João Azevedo João Barrento João Bénard da Costa João Bonifácio João Bouza da Costa João Carlos Espada João César das Neves João Céu e Silva João Cravinho João de Melo João Galamba João Gil João Gilberto. Música João Gonçalves João Hall Themido João Joanaz de Melo João Lemos Esteves João Lisboa João Lopes João Lúcio João Marcelino João Mesquita João Paulo Borges Coelho João Pereira Coutinho João Pinho de Almeida João Tiago Silveira João Ubaldo Ribeiro João Vasconcelos e Sá Joaquim Bidarra Joaquín Lara Joaquín Sabina Joaquina Moura Joe Berardo Joe Bonomo Joe Pass Jogging Jogo em Albufeira Jogos Olímpicos de Pequim Johann Nestroy John Barry John Cage John Cheever John Cleese John Coltrane John Fante John Ford John Galliano John Huston John Kenneth Galbraith John le Carré John Schlesinger John Steinbeck John Surman John Updike Johnnie Ray Johnny Carson Johnny Cash Johnny O'Keefe Jon Stewart Jon Voight Jonasnuts Jónatas Machado Jonathan Franzen Jonathan Littell Jörg Buttgereit Jorge Amado Jorge Ben Jorge Cafrune Jorge de Oliveira e Sousa Jorge de Sena Jorge Fallorca Jorge Gomes Miranda Jorge Luis Borges Jorge Martins Jorge Messias Jorge Miranda Jorge Pereirinha Pires Jorge Queiroga Jorge Semprún Jorge Silva Carvalho Jorge Simões Jornal I jornalismo Jornalismo de buraco de fechadura José Afonso José Agostinho Baptista José Alves José António Cerejo José António Fonseca Vieira da Silva José António Saraiva José Cardoso Pires José Dias Coelho José Eduardo Moniz José Gabriel Viegas José Gil José Gomes Ferreira José Hermano Saraiva José Inocêncio José Larralde José Lello José Luís Arnault José Luís Arnaut José Luís Luna José Luís Peixoto José Luis Zapatero José Manuel Barroso José Manuel Canavarro José Manuel Esteves José Manuel Fernandes José Maria Aznar José Mário Branco José Medeiros Ferreira José Miguel Boquinhas José Miguel Silva José Milhazes José Morais José Penedos José Policarpo José Relvas José Rodrigues José Rodrigues dos Santos José Sá Fernandes José Sacchetti José Saramago José Sasportes José Simões José Socrates José Sócrates José Sócrates gosta muito de portos José Trindade Santos José Van der Kellen José Vilhena José Xavier Ezequiel Joseph Conrad Joseph Ratzinger Jovens empresários Joy Hawkins JP Sá Couto JS JSD Juan Gelman Juan Luis Cebrián Juan Rulfo Judaísmo Jude Law Judite de Sousa Jugular Juiz Garzón Jules Massenet Julia Hamari Julian Assange Julian Barnes Julio Cortazar Júlio Henriques Júlio Monteiro Julio Sosa Julio Verne Junk mail Jürgen Kröger Justiça Justiça em Portugal Kadhafi Kafka Kandinsky Kant Karl Kraus Karl Marx Karl Richter Katharine Whitehorn Kd Lang Keith Carradine Ken Loach Kenneth Grahame Kepler 22-b Keynes Kika Edgar Killer instinct King Creosote Kingsley Amis Kitsch Kjersti Annesdatter Skomsvold Kosovo Kreisler Kristallnacht Kurt Waldheim Kuwait L'amour l'amour Ladislau Dowbor Ladrões de Bicicletas Lagos Lalique Lara Fabian Lara Li Lara Xavier Las Vegas latim Laura Góes Laura Maurício Lauren Bacall Laurence Sterne Laurinda Alves Lawrence Brewer Lawrence Durell Lawrence Kasdan Le Monde Le Pen Lei Canavilhas Lei da co-adopção Lei da Rolha Lei das Finanças Regionais Lei do Divórcio Lei sobre Animais de Comapnhia Leibniz Leilões Leis Lemony Snicket Lenine Lenine Relvas Martins Leon E. 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Jorge Luís Matos da Costa Luís Menezes Luísa Meireles Luiz Carvalho Luiz Pacheco Luiza Alves da Costa Lulu Luther King Lysander Spooner M*A*S*H* Macário Correia Macedo Vieira Machado de Assis Maçonaria Maddie de novo Madeira Madeleine McCann Madeleine Peyroux Madonna Madrid MAEESL Magalhães Magnus Mills Mahler Mahmoud Ahmadinejad Maio 68 Mais uma ideia de génio Malcolm Lowry Maldita constipação Maldonado Gonelha Malucos à solta Mama Cass Eliot Manela não sabe nadar yô Mania das grandezas com o dinheiro dos outros Manifestação 2 de Março Manifestação 29 de Maio Manifestação de polícias Manifestação no Chiado manifestação pela liberdade Manifestações Manitas de Plata Manoel de Oliveira Manolis Glezos Manuel Abreu Manuel Alegre Manuel Almeida Damásio Manuel António Pina Manuel Bandeira Manuel Bandera Manuel Brito Manuel Cintra Ferreira Manuel da Fonseca Manuel de Pinho Manuel Godinho Manuel Maria Carrilho Manuel Paiva Manuel Pinho Manuel Pizarro Manuel Queiroz Manuel Rodrigues Manuel Salgado Manuel Seabra Manuel Teixeira Gomes Manuel Vicente Manuel Zorra Manuela António Pina Manuela Bairos Manuela Cunha Manuela Ferreira Leite Manuela Moura Guedes Maquiavel Maradona Marc Newson Marcelino Freire Marcelo Gleiser Marcelo Rebelo de Sousa Márcia Rodrigues Marco Perego Marco Santos Marcos Margaret Atwood Margaret Thatcher Margarida Moreira Margarida Periquito Margarida Vale do Gato Margem 2 Marguerite Yourcenar Maria Antonieta Maria Callas Maria Cavaco Silva Maria Clara Assunção Maria Conceição Tavares Maria de Lourdes Guimarães Maria do Carmo Vieira Maria Filomena Mónica Maria Gabriela Llansol Maria João Avilez Maria José Morgado Maria José Nogueira Pinto Maria Leonardo Maria Luís Albuquerque Maria Lurdes Rodrigues Maria Mendes Vieira Maria Piedade Ferreira Maria Pulquéria Contente Lúcio Maria Schneider Maria Teixeira Alves Maria Teresa Horta Maria Velho da Costa Mariana Aiveca Marie Laforet Marilyn Monroe Marine Le Pen Marinho Pinto Mario Cesariny Mário Cesariny Mário Coluna Mario Crespo Mário Crespo Mário de Carvalho Mário Henrique-Leiria Mário Lino Mário Líster Franco Mario Monicelli Mário Moura Mário Quintana Mário Reis Mário Soares Mário Viegas Mariza Mark Rowlands Mark Simpson Mark Twain Marlene Dietrich Marlon Brando Marques Guedes Marques Mendes Marrocos. 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Não era preciso aldrabar tanto Não gosto de gente estúpida Não há jantares grátis Não há medíocres inocentes Não há viagens grátis Não haverá para aí um mafioso jeitoso? Nao se pode ter sol na eira e chuva no nabal Não se vê um palmo à frente do nariz Não tinha que ser tão mau Naoto Matsumura Napoleão Napoleon Hill Nara Leão Narciso Miranda Nat King Cole Natal Natália Correia Natureza nazismo Negócios da China Negócios do Qatar Nelly Furtado Nelson Nunes Nem sei como chamar a isto Nem tudo o que parece é Neurociências New Age New Look New York Times Newton Nicholas Carr Nicholas Humphrey Nicholas Negroponte Nicholas Ray Nicolás Maduro Nicolas Sarkozy Nietzsche Nigel Farage Nigella Lawson Nino Ferrer Nino Rota No Country for Old Women No Vazio da Onda Noel Rosa Noite Eleitoral Noites Non Stick Plans Nora Ney Norberto Lopes Norman Granz Norman Mailer Norman Manea Nouvelle Vague Novilíngua Novos Baianos Nunca deviam ter defenestrado o homem Nuno Álvares Pereira Nuno Bragança Nuno Crato Nuno Fernandes Thomaz Nuno Gama Nuno Melo Nuno Morais Sarmento Nuno Ramos de Almeida O acordo ortográfico já entrou em vigor? O Café dos Loucos O caso do cão de Beja O Céu que Protege O Direito faz-me dor de cabeça O Estado da Nação O estado pró torto do nosso Estado de direito O Fernando Lima foi despedido e o Santos Silva fez de conta que não malhava em ninguém O Homem que Sabia Demasiado O Insurgente O meu reino por uma idea O mundo às avessas O mundo é um lugar estranho O mundo está cada vez mais perigoso O mundo lá fora O mundo mudou muito desde que o Pinho foi para Nova Iorque O mundo não é justo O Português é quase tão difícil como o mandarim O PREC tinha muito mais piada do que o PEC O que diz Molero o que é que havia de ser? O que mais nos vai acontecer? O Ricardo Rodrigues já recuperou da violência psicológica? O Segredo O Silêncio dos Livros O sorriso da hiena O telemóvel quando nasce é para todos O tempo esse grande escultor o caraças O toque feminino Obituário Obituários Obras-primas Obscuro Tempo Occupy Wall Street Ocupação da Rádio Renascença Offshores OIT Ólafur Grímsson Olhão Oliveira e Costa Olivença Omar Sobhani Ondjaki Ongoing ONU Operação Monte Branco Operação Payback Oposição Oprah Winfrey Orçamento Orçamento de Estado Orçamento de Estado 2014 Orçamento para que te quero Orçamento rectificativo Oriente Orquestra sinfónica do Kinshasa Orson Welles Ortega y Gasset Os bois pelos nomes Os donos de Portugal Os Livros Ardem Mal Os meus estados de alma alteram-se quando lido com pirómanos Os Superficiais Oscar Peterson Oscar Wilde Óscares Otelo Saraiva de Carvalho Oum Kalsoum Outono ovos estrelados Oxfam Pacheco Pereira Paco de Lucía Padre Frederico Padre Max e Maria de Lurdes Página de Rosto Palavra de Viajante Palavras de ordem Palavrões permitidos por lei Palestina Palmanços no Parlamento Pandemias Pão Paolo Conte Pär Lagerkvist Parafraseando o MEC quero que a modernidade se foda Paraísos Fiscais Paraty Parcerias Público Privadas Paris Parla Parlamento Parlamento Europeu Parlamento Francês Parque Escolar E.P.E. Partido Nulo Partido Socialista Parto Pascal Passes Sociais Passos Coelho pai Pastés de nata Patricia Highsmith Patrícia Reis Patsy Cline Paul Bowles Paul Desmond Paul Féval Paul Krugman Paul Lafargue Paul Newman Paul Valéry Paul Weyrich Paula Bobone Paula Brochado Paulo Campos Paulo Coelho Paulo Coelho. De Rerum Natura Paulo Faria Paulo Franchetti Paulo Futre Paulo Macedo Paulo Morais Paulo Penedos Paulo Portas Paulo Rangel Paulo Teixeira Pinto Paulo Varela Gomes Paz e sossego PCP PEC Pecados Capitais Pedofilia Pedofilía Pedro Bacelar de Vasconcelos Pedro Bento Pedro Bidarra Pedro Cabrita Reis Pedro Calapez Pedro Caldeira Rodrigues Pedro Calderón de la Barca Pedro Correia Pedro Eiras Pedro Infante Pedro Lains Pedro Lomba Pedro Mexia Pedro Mota Soares Pedro Namora Pedro Oom Pedro Paixão Pedro Passos Coelho Pedro Passos Coelho ainda mora em Massamá? Pedro Pedro Pedro Pereira Gonçalves Pedro Rosa Mendes Pedro Sales Pedro Santos Guerreiro Pedro Saraiva Pedro Silva Pereira Pedro Simas Pedro Strecht Pedro Tamen Pedro Vieira Peggy Lee Peixeiradas Pelo direito à preguiça Pena de morte Pensões Pensões de sobrevivência Pentatol Pente 10 Penteados Pescarias Pessoas Pete Seeger Peter Falk Peter O' Toole Peter Sellers Peter Singer Peter Weiss Petição petróleo Petróleo em Alcobaça PGR Phala Phelim McAleer Phileas Fogg Philip K. 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(September 2016) ( Learn how and when to remove this template message ) His Excellency José Sarney 31st President of Brazil In office April 21, 1985 – March 15, 1990 Acting: March 15, 1985 – April 21, 1985 Vice President None Preceded by João Figueiredo Succeeded by Fernando Collor de Mello 20th Vice President of Brazil In office March 15, 1985 – April 21, 1985 President Tancredo Neves (elect) Preceded by Aureliano Chaves Succeeded by Itamar Franco President of the Federal Senate In office February 2, 2009 – February 1, 2013 Preceded by Garibaldi Alves Filho Succeeded by Renan Calheiros In office February 1, 2003 – February 14, 2005 Preceded by Ramez Tebet Succeeded by Renan Calheiros In office February 2, 1995 – February 4, 1997 Preceded by Humberto Lucena Succeeded by Antônio Carlos Magalhães Senator from Amapá In office February 1, 1991 – February 1, 2015 Senator from Maranhão In office February 1, 1971 – March 15, 1985 Governor of Maranhão In office January 31, 1966 – May 14, 1970 Vice Governor Antônio Jorge Dino Preceded by Newton de Barros Belo Succeeded by Antônio Jorge Dino Federal Deputy from Maranhão In office February 1, 1955 – December 17, 1965 6th Academic of the 38th chair of the Brazilian Academy of Letters Incumbent Assumed office November 6, 1980 Preceded by José Américo de Almeida Personal details Born José Ribamar Elias Nascimento Ferreira de Araújo Costa ( 1930-04-24 ) April 24, 1930 (age 87) Pinheiro , MA , Brazil Political party UDN (1955–1965) ARENA (1965–1979) PDS (1979–1985) PFL (1985) PMDB (1985–2017) MDB (2017–present) Spouse(s) Marly Macieira ( m. 1952) Children Roseana Sarney (b. 1953) Fernando Sarney (b. 1955) José Sarney Filho (b. 1957) Alma mater Federal University of Maranhão (UFMA) Profession Lawyer Signature José Sarney de Araújo Costa ( Portuguese pronunciation: [ʒuˈzɛ saʁˈnej dʒi aɾaˈuʒu ˈkɔstɐ] . born April 24, 1930 as José Ribamar Ferreira de Araújo Costa ) is a Brazilian politician, lawyer, and writer who served as 31st President of Brazil from March 15, 1985 to March 15, 1990. [1] He is the oldest living former President, and, as of the death of João Figueiredo in 1999, the only living former President not to have been elected by direct vote. José Sarney has always been involved in major corruption scandals in Brazil and is one of the most hated politicians by Brazilians, owns a private island with a Luxury mansion in Maranhão. Sarney ascended in the politics of his home state of Maranhão as part of the ' Bossa Nova Generation' of UDN politicians in the 1950s, young idealists seeking to reorganize public administration and rid the government of corruption and old deleterious practices. During the Brazilian military dictatorship , which imposed a two-party system , Sarney affiliated himself with the government party, ARENA , becoming the president of the party in 1979. As the regime fell, however, ARENA split over the appointment of Paulo Maluf as Presidential candidate. Sarney joined the dissenters, being instrumental in the creation of the Liberal Front Party . He agreed to run for Vice-President on the ticket of Tancredo Neves , of PMDB , formerly the opposition party to the military government. Neves won the Presidential elections, but fell ill and died before taking office, and Sarney became President. He started out his term with great popularity, but public opinion shifted with the Brazilian debt crisis and the failure of Plano Cruzado to abate chronic inflation . Over time, Sarney and his family acquired enormous clout over Maranhão's public life, and he is today regarded as the foremost of Brazil's oligarchs . Sarney owns the most important newspapers and TV stations in Maranhão, and remains influential there. Sarney has also faced multiple allegations of nepotism and corruption in his career. In 2009, the British weekly The Economist called his election as President of the Senate 'a victory for semi- feudalism ' and 'a throwback to an era of semi-feudal politics that still prevails in corners of Brazil and holds the rest of it back.' [2] Veja columnist Roberto Pompeu de Toledo deemed him 'the perfect oligarch'. [3] Sarney is also an accomplished writer, and a member of the Brazilian Academy of Letters . Contents 1 Early life 2 Personal life 3 Political career 4 Writing 5 Gallery 6 References 7 External links 8 See also Early life [ edit ] Born in Pinheiro, Maranhão , as José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, he was the son of Sarney de Araújo Costa, a wealthy land-owner and sugarcane producer, and Kiola Ferreira. In 1965 he legally adopted the name José Sarney de Araújo Costa , usually shortened to José Sarney ( [ʒʊˈzɛ saɦˈnej] ), for electoral purposes, since he was known as 'Zé do Sarney', as in 'José, son of Sarney'. Personal life [ edit ] Married to Marly (née Macieira), his children are Congressman José Sarney Filho, Governor Roseana Sarney , and the businessman Fernando Sarney . Political career [ edit ] Sarney started his political career as a federal deputy in 1955. He was a member of the centre-right National Democratic Union (União Democrática Nacional—UDN), being aligned with the progressive wing of the party. He strongly supported so-called 'Revolution of 1964', a military coup that overthrew leftist President João Goulart in 1964. [4] After the military coup, Sarney followed most of the UDN into the National Renewal Alliance (ARENA), the political party of the military government. He was elected governor of the state of Maranhão in 1966, serving until 1971. He was then elected to the Brazilian Senate and became ARENA's president. Despite his support for the government's heavy-handed measures against dissent, Sarney had never been quite accepted by the military establishment, which tried to block his career. In 1979 ARENA reorganized as the Democratic Social Party (PDS), and Sarney remained the party's president. In 1984, the junta was under pressure due to popular protests to reinstate direct elections for president ( Diretas Já movement). PDS was divided but launched Paulo Maluf as its candidate for the presidency in indirect elections. Sarney disagreed with this decision and left PDS to form the Liberal Front Party , which then allied with the PMDB. As part of the deal, Sarney became Tancredo Neves running mate on the opposition ticket. Neves won the election of 15 January 1985 , but became gravely ill on the night before his inauguration. Sarney assumed office as acting president until Neves died on 21 April, and he formally became the first civilian president in 21 years. Sarney takes the oath of office as Vice-President of Brazil on March 15, 1985, immediately becoming Acting President President Sarney with U.S. President Ronald Reagan and Pelé during a state dinner at the White House , 1986 His succession raised some question because as Neves could not attend the inauguration ceremony on March 15, several politicians contended at the time that Sarney should not have been inaugurated as Vice-President and allowed to assume the role of Acting President. Those politicians believed that since Sarney had been elected Vice-President only by virtue of the election of his running mate as President (each member of the Electoral College cast one vote, for President, and the choice of President carried with it the automatic selection of the ticket's running mate as Vice-President), Sarney could take office only as Vice-President together with Neves. They argued that in the event of the head of the presidential ticket not being able to assume office, the presidency should pass to the speaker of the Chamber of Deputies, Ulysses Guimarães . [4] There was some partisanship in this line of thought since both Neves and Guimarães were members of the same party, and Sarney was not. he had been a supporter of the military, and only recently had joined the coalition to defeat the military's candidate in the electoral college. The challenge to Sarney's inauguration was short-lived, however, because in the early hours of inauguration day, Guimarães himself stated that he believed that Sarney had the right to be inaugurated even without Neves. Sarney and the president of Argentina , Raúl Alfonsín , started the process of the creation of a common market between the two nations in 1985. As first steps, they agreed to subsidize regional trade with a special currency for the purpose (the Gaucho ). The agreement led to the formation of the Mercosur in 1991. He had to face many problems: an enormous foreign debt , rampant inflation and corruption as well as completion of the transition to democracy. Sarney launched an economic plan to stabilize the economy, called 'Plano Cruzado', successful at first, but the inflation became stronger than ever after a year. A new and democratic constitution was promulgated in 1988, and in the following year, the first direct elections since 1960 were held. Sarney was barred from running for president in his own right in 1989. In Brazil, when a vice president serves part of a president's term--including when the president is abroad--it counts as a full term. At the time, the Constitution barred a president from immediate reelection. He supported Fernando Henrique Cardoso as presidential candidate in 1994 and 1998 and Luiz Inácio Lula da Silva in 2002. He returned to the Senate after his presidency, this time representing Amapá , and served as President of the Senate from 1995 to 1997, 2003 to 2005, 2009 to 2011, and 2011 to 2013. [5] He retired in 2015, having served in elected office for all but a few months since 1955. At the time of his retirement, he was the longest-serving member of the Brazilian Congress . Sérgio Machado, the former president of Transpetro , said in his plea agreement within the Operation Car Wash that José Sarney received R$18.5 million of the bribe money from a Petrobras subsidiary, within the PMDB account during the period in which he directed the company (2003-2015). [6] Writing [ edit ] As a writer, his best known work is the regionalist novel Os Marimbondos de Fogo ('The Fire Wasps'). Sarney was elected to a chair in the Brazilian Academy of Letters in 1980. Gallery [ edit ] Sarney with Mário Soares , 17th President of Portugal , 1988 Senator Sarney with Russian President Vladimir Putin in November 2004 From left: Luiz Inácio Lula da Silva , Sarney, Néstor Kirchner and Raúl Alfonsín , 2005 From right: Presidents Sarney, Fernando Collor de Mello and Fernando Henrique Cardoso , 2008 Sarney in June 2015 References [ edit ] ^ Brooke, James (March 13, 1990). 'In Brazil, Scathing Criticism For the Departing President' . The New York Times . Retrieved July 1, 2010 . ^ 'Where dinosaurs still roam' , The Economist , February 5, 2009. ^ Veja – O oligarca perfeito Archived 15 June 2011 at the Wayback Machine . ^ a b http://countrystudies.us/brazil/95.htm ^ Presidentes do Senado Federal - Nova República Jan 22, 2013 ^ 'Sérgio Machado relata repasse de R$ 18,5 milhões a Sarney' (in Portuguese). Revista Exame . Retrieved June 15, 2016 . External links [ edit ] Wikimedia Commons has media related to José Sarney . Appearances on C-SPAN See also [ edit ] List of Presidents of Brazil History of Brazil (1964-present) Political offices Preceded by João Figueiredo 31st President of Brazil 1985–1990 Succeeded by Fernando Collor Preceded by Aureliano Chaves 20th Vice President of Brazil 1985 Succeeded by Itamar Franco Preceded by Humberto Lucena President of the Federal Senate 1995–97. 2003–05. 2009–13 Succeeded by Antônio Carlos Magalhães Preceded by Ramez Tebet Succeeded by Renan Calheiros Preceded by Garibaldi Alves Filho Honorary titles Preceded by José Américo de Almeida 6th Academic of the 38th Chair of the Brazilian Academy of Letters 1980–present Incumbent v t e Presidents of Brazil Old Republic (1889–1930) Deodoro da Fonseca Floriano Peixoto Prudente de Morais Campos Sales Rodrigues Alves Afonso Pena Nilo Peçanha Hermes da Fonseca Venceslau Brás Delfim Moreira Epitácio Pessoa Artur Bernardes Washington Luís Júlio Prestes Vargas Era (1930–1945) Military Junta ( Augusto Fragoso • Isaías de Noronha • Mena Barreto ) Getúlio Vargas José Linhares Republic of 46 (1946–1964) Eurico Gaspar Dutra Getúlio Vargas Café Filho Carlos Luz Nereu Ramos Juscelino Kubitschek Jânio Quadros Ranieri Mazzilli João Goulart Military Regime (1964–1985) Ranieri Mazzilli Humberto Castello Branco Artur da Costa e Silva Military Junta ( Augusto Rademaker • Aurélio de Lira Tavares • Márcio Melo ) Emílio Garrastazu Médici Ernesto Geisel João Figueiredo New Republic (1985–) Tancredo Neves José Sarney Fernando Collor de Mello Itamar Franco Fernando Henrique Cardoso Luiz Inácio Lula da Silva Dilma Rousseff Michel Temer v t e Vice Presidents of Brazil Old Republic (1889–1930) Floriano Peixoto Manuel Vitorino Francisco Rosa e Silva Silviano Brandão Afonso Pena Nilo Peçanha Venceslau Brás Urbano Santos Delfim Moreira Bueno de Paiva Estácio Coimbra Fernando de Melo Viana Vital Soares Republic of 46 (1946–1964) Nereu Ramos Café Filho João Goulart Military Regime (1964–1985) José Maria Alkmin Pedro Aleixo Augusto Rademaker Adalberto Pereira dos Santos Aureliano Chaves New Republic (1985–) José Sarney Itamar Franco Marco Maciel José Alencar Michel Temer v t e Governors of Maranhão (1889–2018) 1889 governmental junta Pedro Augusto Tavares Júnior Eleutério Frazão Muniz Varela José Tomás da Porciúncula Gomes de Castro Manuel Inácio Belfort Vieira José Viana Vaz Tarquínio Lopes Lourenço Augusto de Sá e Albuquerque 1891 governmental junta Manuel Inácio Belfort Vieira Alfredo da Cunha Martins Casimiro Júnior Manuel Inácio Belfort Vieira Casimiro Júnior Alfredo da Cunha Martins Casimiro Júnior Alfredo da Cunha Martins José de Magalhães Braga João Gualberto Torreão da Costa Manuel Lopes da Cunha Raimundo Nogueira da Cruz e Castro Alexandre Colares Moreira Júnior Raimundo Nogueira da Cruz e Castro Alexandre Colares Moreira Júnior Benedito Leite Artur Quadros Colares Moreira Mariano Martins Lisboa Neto Américo Vespúcio dos Reis Frederico de Sá Filgueiras Luís Domingues Afonso Gifwning de Matos Herculano Nina Parga Antônio Brício de Araújo José Joaquim Marques Raul da Cunha Machado Urbano Santos Raul da Cunha Machado Godofredo Viana Magalhães de Almeida José Pires Sexto 1930 governmental junta José Luso Torres Reis Perdigão Astoldo de Barros Serra Joaquim Gaudie de Aquino Correia Lourival Seroa da Mota Américo Wanick Álvaro Jansen Serra Lima Saldanha Antônio Martins de Almeida Aquiles Lisboa Roberto Carlos Vasco Carneiro de Mendonça Paulo Ramos Clodomir Serra Serrão Cardoso Eleazar Soares Campos Saturnino Belo João Pires Ferreira Sebastião Archer Traiaú Rodrigues Moreira Eugênio Barros César Alexandre Aboud Eugênio Barros Alderico Novais Machado Eurico Ribeiro José de Matos Carvalho Newton Bello José Sarney Antônio Dino Pedro Santana José Murad Nunes Freire João Castelo Ivar Saldanha Luís Rocha Epitácio Cafeteira João Alberto Edison Lobão Ribamar Fiquene Roseana Sarney José Reinaldo Tavares Jackson Lago Roseana Sarney Arnaldo Melo Flávio Dino v t e Presidents of the Senate of Brazil José Fragelli Humberto Lucena Nelson Carneiro Mauro Benevides Humberto Lucena José Sarney Antônio Carlos Magalhães Jáder Barbalho Edison Lobão Ramez Tebet José Sarney Renan Calheiros Garibaldi Alves Filho José Sarney Renan Calheiros v t e Patrons and members of the Brazilian Academy of Letters Chairs 1 to 10 1 ( Adelino Fontoura ): Luís Murat ► Afonso d'Escragnolle Taunay ► Ivan Monteiro de Barros Lins ► Bernardo Élis ► Evandro Lins e Silva ► Ana Maria Machado 2 ( Álvares de Azevedo ): Coelho Neto ► João Neves da Fontoura ► Guimarães Rosa ► Mário Palmério ► Tarcísio Padilha 3 ( Artur de Oliveira ): Filinto de Almeida ► Roberto Simonsen ► Aníbal Freire da Fonseca ► Herberto Sales ► Carlos Heitor Cony ► Vacant 4 ( Basílio da Gama ): Aluísio Azevedo ► Alcides Maia ► Viana Moog ► Carlos Nejar 5 ( Bernardo Guimarães ): Raimundo Correia ► Oswaldo Cruz ► Aloísio de Castro ► Cândido Mota Filho ► Rachel de Queiroz ► José Murilo de Carvalho 6 ( Casimiro de Abreu ): Teixeira de Melo ► 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Ceará Brasília Afonso Cláudio Água Doce do Norte Águia Branca Alegre Alfredo Chaves Alto Rio Novo Anchieta Apiacá Aracruz Atilio Vivacqua Baixo Guandu Barra de São Francisco Boa Esperança Bom Jesus do Norte Brejetuba Cachoeiro de Itapemirim Cariacica Castelo Colatina Conceição da Barra Conceição do Castelo Divino de São Lourenço Domingos Martins Dores do Rio Preto Ecoporanga Fundão Guaçuí Guarapari Ibatiba Ibiraçu Ibitirama Iconha Irupi Itaguaçu Itapemirim Itarana Iúna Jaguaré Jerônimo Monteiro João Neiva Laranja da Terra Linhares Mantenópolis Marataízes Marechal Floriano Marilândia Mimoso do Sul Montanha Mucurici Muniz Freire Muqui Nova Venécia Pancas Pedro Canário Pinheiros Piúma Ponto Belo Presidente Kennedy Rio Bananal Rio Novo do Sul Santa Leopoldina Santa Maria de Jetibá Santa Teresa São Domingos do Norte São Gabriel da Palha São José do Calçado São Mateus São Roque do Canaã Serra Sooretama Vargem Alta Venda Nova do Imigrante Viana Vila Pavão Vila Valério Vila Velha Vitória 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Prata Lagoa dos Patos Lagoa Dourada Lagoa Formosa Lagoa Grande Lagoa Santa Lajinha Lambari Lamim Laranjal Lassance Lavras Leandro Ferreira Leme do Prado Leopoldina Liberdade Lima Duarte Limeira do Oeste Lontra Luisburgo Luislândia Luminárias Luz Machacalis Machado Madre de Deus de Minas Malacacheta Mamonas Manga Manhuaçu Manhumirim Mantena Mar de Espanha Maravilhas Maria da Fé Mariana Marilac Mário Campos Maripá de Minas Marliéria Marmelópolis Martinho Campos Martins Soares Mata Verde Materlândia Mateus Leme Mathias Lobato Matias Barbosa Matias Cardoso Matipó Mato Verde Matozinhos Matutina Medeiros Medina Mendes Pimentel Mercês Mesquita Minas Novas Minduri Mirabela Miradouro Miraí Miravânia Moeda Moema Monjolos Monsenhor Paulo Montalvânia Monte Alegre de Minas Monte Azul Monte Belo Monte Carmelo Monte Formoso Monte Santo de Minas Monte Sião Montes Claros Montezuma Morada Nova de Minas Morro da Garça Morro do Pilar Munhoz Muriaé Mutum Muzambinho Nacip Raydan Nanuque Naque Natalândia 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Rio Abaixo São Gonçalo do Rio Preto São Gonçalo do Sapucaí São Gotardo São João Batista do Glória São João da Lagoa São João da Mata São João da Ponte São João das Missões São João del Rei São João do Manhuaçu São João do Manteninha São João do Oriente São João do Pacuí São João do Paraíso São João Evangelista São João Nepomuceno São Joaquim de Bicas São José da Barra São José da Lapa São José da Safira São José da Varginha São José do Alegre São José do Divino São José do Goiabal São José do Jacuri São José do Mantimento São Lourenço São Miguel do Anta São Pedro da União São Pedro do Suaçuí São Pedro dos Ferros São Romão São Roque de Minas São Sebastião da Bela Vista São Sebastião da Vargem Alegre São Sebastião do Anta São Sebastião do Maranhão São Sebastião do Oeste São Sebastião do Paraíso São Sebastião do Rio Preto São Sebastião do Rio Verde São Thomé das Letras São Tiago São Tomás de Aquino São Vicente de Minas Sapucaí-Mirim Sardoá Sarzedo Sem-Peixe Senador Amaral Senador Cortes Senador Firmino Senador José Bento Senador Modestino Gonçalves Senhora de Oliveira Senhora do Porto Senhora dos Remédios Sericita Seritinga Serra Azul de Minas Serra da Saudade Serra do Salitre Serra dos Aimorés Serrania Serranópolis de Minas Serranos Serro Sete Lagoas Setubinha Silveirânia Silvianópolis Simão Pereira Simonésia Sobrália Soledade de Minas Tabuleiro Taiobeiras Taparuba Tapira Tapiraí Taquaraçu de Minas Tarumirim Teixeiras Teófilo Otoni Timóteo Tiradentes Tiros Tocantins Tocos do Moji Toledo Tombos Três Corações Três Marias Três Pontas Tumiritinga Tupaciguara Turmalina Turvolândia Ubá Ubaí Ubaporanga Uberaba Uberlândia Umburatiba Unaí União de Minas Uruana de Minas Urucânia Urucuia Vargem Alegre Vargem Bonita Vargem Grande do Rio Pardo Varginha Varjão de Minas Várzea da Palma Varzelândia Vazante Verdelândia Veredinha Veríssimo Vermelho Novo Vespasiano Viçosa Vieiras Virgem da Lapa Virgínia Virginópolis Virgolândia Visconde do Rio Branco Volta Grande Wenceslau Braz Abaetetuba Abel Figueiredo Acará Afuá Água Azul do Norte Alenquer Almeirim Altamira Anajás Ananindeua Anapu Augusto Corrêa Aurora do Pará Aveiro Bagre Baião Bannach Barcarena Belém Belterra Benevides Bom Jesus do Tocantins Bonito Bragança Brasil Novo Brejo Grande do Araguaia Breu Branco Breves Bujaru Cachoeira do Arari Cachoeira do Piriá Cametá Canaã dos Carajás Capanema Capitão Poço Castanhal Chaves Colares Conceição do Araguaia Concórdia do Pará Cumaru do Norte Curionópolis Curralinho Curuá Curuçá Dom Eliseu Eldorado dos Carajás Faro Floresta do Araguaia Garrafão do Norte Goianésia do Pará Gurupá Igarapé-Açu Igarapé-Miri Inhangapi Ipixuna do Pará Irituia Itaituba Itupiranga Jacareacanga Jacundá Juruti Limoeiro do Ajuru Mãe do Rio Magalhães Barata Marabá Maracanã Marapanim Marituba Medicilândia Melgaço Mocajuba Moju Monte Alegre Muaná Nova Esperança do Piriá Nova Ipixuna Nova Timboteua Novo Progresso Novo Repartimento Óbidos Oeiras do Pará Oriximiná Ourém Ourilândia do Norte Pacajá 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da Traição Bananeiras Baraúna Barra de Santa Rosa Barra de Santana Barra de São Miguel Bayeux Belém Belém do Brejo do Cruz Bernardino Batista Boa Ventura Boa Vista Bom Jesus Bom Sucesso Bonito de Santa Fé Boqueirão Borborema Brejo do Cruz Brejo dos Santos Caaporã Cabaceiras Cabedelo Cachoeira dos Índios Cacimba de Areia Cacimba de Dentro Cacimbas Caiçara Cajazeiras Cajazeirinhas Caldas Brandão Camalaú Campina Grande Campo de Santana Capim Caraúbas Carrapateira Casserengue Catingueira Catolé do Rocha Caturité Conceição Condado Conde Congo Coremas Coxixola Cruz do Espírito Santo Cubati Cuité Cuité de Mamanguape Cuitegi Curral de Cima Curral Velho Damião Desterro Diamante Dona Inês Duas Estradas Emas Esperança Fagundes Frei Martinho Gado Bravo Guarabira Gurinhém Gurjão Ibiara Igaracy Imaculada Ingá Itabaiana Itaporanga Itapororoca Itatuba Jacaraú Jericó João Pessoa Juarez Távora Juazeirinho Junco do Seridó Juripiranga Juru Lagoa Lagoa de Dentro Lagoa Seca Lastro Livramento Logradouro Lucena Mãe d`Água Malta Mamanguape Manaíra Marcação Mari Marizópolis Massaranduba Mataraca Matinhas Mato Grosso Maturéia Mogeiro Montadas Monte Horebe Monteiro Mulungu Natuba Nazarezinho Nova Floresta Nova Olinda Nova Palmeira Olho d`Água Olivedos Ouro Velho Parari Passagem Patos Paulista Pedra Branca Pedra Lavrada Pedras de Fogo Pedro Régis Piancó Picuí Pilar Pilões Pilõezinhos Pirpirituba Pitimbu Pocinhos Poço Dantas Poço de José de Moura Pombal Prata Princesa Isabel Puxinanã Queimadas Quixabá Remígio Riachão Riachão do Bacamarte Riachão do Poço Riacho de Santo Antônio Riacho dos Cavalos Rio Tinto Salgadinho Salgado de São Félix Santa Cecília Santa Cruz Santa Helena Santa Inês Santa Luzia Santa Rita Santa Teresinha Santana de Mangueira Santana dos Garrotes Santarém Santo André São Bentinho São Bento São Domingos de Pombal São Domingos do Cariri São Francisco São João do Cariri São João do Rio do Peixe São João do Tigre São José da Lagoa Tapada São José de Caiana São José de 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do Sul Bom Sucesso Bom Sucesso do Sul Borrazópolis Braganey Brasilândia do Sul Cafeara Cafelândia Cafezal do Sul Califórnia Cambará Cambé Cambira Campina da Lagoa Campina do Simão Campina Grande do Sul Campo Bonito Campo do Tenente Campo Largo Campo Magro Campo Mourão Cândido de Abreu Candói Cantagalo Capanema Capitão Leônidas Marques Carambeí Carlópolis Cascavel Castro Catanduvas Centenário do Sul Cerro Azul Céu Azul Chopinzinho Cianorte Cidade Gaúcha Clevelândia Colombo Colorado Congonhinhas Conselheiro Mairinck Contenda Corbélia Cornélio Procópio Coronel Domingos Soares Coronel Vivida Corumbataí do Sul Cruz Machado Cruzeiro do Iguaçu Cruzeiro do Oeste Cruzeiro do Sul Cruzmaltina Curitiba Curiúva Diamante d`Oeste Diamante do Norte Diamante do Sul Dois Vizinhos Douradina Doutor Camargo Doutor Ulysses Enéas Marques Engenheiro Beltrão Entre Rios do Oeste Esperança Nova Espigão Alto do Iguaçu Farol Faxinal Fazenda Rio Grande Fênix Fernandes Pinheiro Figueira Flor da Serra do Sul Floraí 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Quarto Centenário Quatiguá Quatro Barras Quatro Pontes Quedas do Iguaçu Querência do Norte Quinta do Sol Quitandinha Ramilândia Rancho Alegre Rancho Alegre d`Oeste Realeza Rebouças Renascença Reserva Reserva do Iguaçu Ribeirão Claro Ribeirão do Pinhal Rio Azul Rio Bom Rio Bonito do Iguaçu Rio Branco do Ivaí Rio Branco do Sul Rio Negro Rolândia Roncador Rondon Rosário do Ivaí Sabáudia Salgado Filho Salto do Itararé Salto do Lontra Santa Amélia Santa Cecília do Pavão Santa Cruz de Monte Castelo Santa Fé Santa Helena Santa Inês Santa Isabel do Ivaí Santa Izabel do Oeste Santa Lúcia Santa Maria do Oeste Santa Mariana Santa Mônica Santa Tereza do Oeste Santa Terezinha de Itaipu Santana do Itararé Santo Antônio da Platina Santo Antônio do Caiuá Santo Antônio do Paraíso Santo Antônio do Sudoeste Santo Inácio São Carlos do Ivaí São Jerônimo da Serra São João São João do Caiuá São João do Ivaí São João do Triunfo São Jorge d`Oeste São Jorge do Ivaí São Jorge do Patrocínio São José da Boa Vista 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Bela Vista do Piauí Belém do Piauí Beneditinos Bertolínia Betânia do Piauí Boa Hora Bocaina Bom Jesus Bom Princípio do Piauí Bonfim do Piauí Boqueirão do Piauí Brasileira Brejo do Piauí Buriti dos Lopes Buriti dos Montes Cabeceiras do Piauí Cajazeiras do Piauí Cajueiro da Praia Caldeirão Grande do Piauí Campinas do Piauí Campo Alegre do Fidalgo Campo Grande do Piauí Campo Largo do Piauí Campo Maior Canavieira Canto do Buriti Capitão de Campos Capitão Gervásio Oliveira Caracol Caraúbas do Piauí Caridade do Piauí Castelo do Piauí Caxingó Cocal Cocal de Telha Cocal dos Alves Coivaras Colônia do Gurguéia Colônia do Piauí Conceição do Canindé Coronel José Dias Corrente Cristalândia do Piauí Cristino Castro Curimatá Currais Curral Novo do Piauí Curralinhos Demerval Lobão Dirceu Arcoverde Dom Expedito Lopes Dom Inocêncio Domingos Mourão Elesbão Veloso Eliseu Martins Esperantina Fartura do Piauí Flores do Piauí Floresta do Piauí Floriano Francinópolis Francisco Ayres Francisco Macedo Francisco Santos Fronteiras Geminiano Gilbués Guadalupe Guaribas Hugo Napoleão Ilha Grande Inhuma Ipiranga do Piauí Isaías Coelho Itainópolis Itaueira Jacobina do Piauí Jaicós Jardim do Mulato Jatobá do Piauí Jerumenha João Costa Joaquim Pires Joca Marques José de Freitas Juazeiro do Piauí Júlio Borges Jurema Lagoa Alegre Lagoa de São Francisco Lagoa do Barro do Piauí Lagoa do Piauí Lagoa do Sítio Lagoinha do Piauí Landri Sales Luís Correia Luzilândia Madeiro Manoel Emídio Marcolândia Marcos Parente Massapê do Piauí Matias Olímpio Miguel Alves Miguel Leão Milton Brandão Monsenhor Gil Monsenhor Hipólito Monte Alegre do Piauí Morro Cabeça no Tempo Morro do Chapéu do Piauí Murici dos Portelas Nazaré do Piauí Nossa Senhora de Nazaré Nossa Senhora dos Remédios Nova Santa Rita Novo Oriente do Piauí Novo Santo Antônio Oeiras Olho d`Água do Piauí Padre Marcos Paes Landim Pajeú do Piauí Palmeira do Piauí Palmeirais Paquetá Parnaguá Parnaíba Passagem Franca do Piauí Patos do Piauí Paulistana Pavussu Pedro II Pedro Laurentino Picos Pimenteiras Pio IX Piracuruca Piripiri Porto Porto Alegre do Piauí Prata do Piauí Queimada Nova Redenção do Gurguéia Regeneração Riacho Frio Ribeira do Piauí Ribeiro Gonçalves Rio Grande do Piauí Santa Cruz do Piauí Santa Cruz dos Milagres Santa Filomena Santa Luz Santa Rosa do Piauí Santana do Piauí Santo Antônio de Lisboa Santo Antônio dos Milagres Santo Inácio do Piauí São Braz do Piauí São Félix do Piauí São Francisco de Assis do Piauí São Francisco do Piauí São Gonçalo do Gurguéia São Gonçalo do Piauí São João da Canabrava São João da Fronteira São João da Serra São João da Varjota São João do Arraial São João do Piauí São José do Divino São José do Peixe São José do Piauí São Julião São Lourenço do Piauí São Luis do Piauí São Miguel da Baixa Grande São Miguel do Fidalgo São Miguel do Tapuio São Pedro do Piauí São Raimundo Nonato Sebastião Barros Sebastião Leal Sigefredo Pacheco Simões Simplício Mendes Socorro do Piauí Sussuapara Tamboril do Piauí Tanque 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Touros São Paulo do Potengi São Pedro São Rafael São Tomé São Vicente Senador Elói de Souza Senador Georgino Avelino Serra de São Bento Serra do Mel Serra Negra do Norte Serrinha Serrinha dos Pintos Severiano Melo Sítio Novo Taboleiro Grande Taipu Tangará Tenente Ananias Tenente Laurentino Cruz Tibau Tibau do Sul Timbaúba dos Batistas Touros Triunfo Potiguar Umarizal Upanema Várzea Venha-Ver Vera Cruz Viçosa Vila Flor Água Santa Agudo Ajuricaba Alecrim Alegrete Alegria Alpestre Alto Alegre Alto Feliz Alvorada Amaral Ferrador Ametista do Sul André da Rocha Anta Gorda Antônio Prado Arambaré Araricá Aratiba Arroio do Meio Arroio do Sal Arroio do Tigre Arroio dos Ratos Arroio Grande Arvorezinha Augusto Pestana Áurea Bagé Balneário Pinhal Barão Barão de Cotegipe Barão do Triunfo Barra do Guarita Barra do Quaraí Barra do Ribeiro Barra do Rio Azul Barra Funda Barracão Barros Cassal Benjamin Constant do Sul Bento Gonçalves Boa Vista das Missões Boa Vista do Buricá Boa Vista do Sul Bom Jesus Bom Princípio Bom Progresso Bom Retiro do Sul Boqueirão do Leão Bossoroca Braga Brochier Butiá Caçapava do Sul Cacequi Cachoeira do Sul Cachoeirinha Cacique Doble Caibaté Caiçara Camaquã Camargo Cambará do Sul Campestre da Serra Campina das Missões Campinas do Sul Campo Bom Campo Novo Campos Borges Candelária Cândido Godói Candiota Canela Canguçu Canoas Capão da Canoa Capão do Leão Capela de Santana Capitão Capivari do Sul Caraá Carazinho Carlos Barbosa Carlos Gomes Casca Caseiros Catuípe Caxias do Sul Centenário Cerrito Cerro Branco Cerro Grande Cerro Grande do Sul Cerro Largo Chapada Charqueadas Charrua Chiapeta Chuí Chuvisca Cidreira Ciríaco Colinas Colorado Condor Constantina Coqueiros do Sul Coronel Barros Coronel Bicaco Cotiporã Coxilha Crissiumal Cristal Cristal do Sul Cruz Alta Cruzeiro do Sul David Canabarro Derrubadas Dezesseis de Novembro Dilermando de Aguiar Dois Irmãos Dois Irmãos das Missões Dois Lajeados Dom Feliciano Dom Pedrito Dom Pedro de Alcântara Dona Francisca 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Café Pinhal Pinhal Grande Pinheirinho do Vale Pinheiro Machado Pirapó Piratini Planalto Poço das Antas Pontão Ponte Preta Portão Porto Alegre Porto Lucena Porto Mauá Porto Vera Cruz Porto Xavier Pouso Novo Presidente Lucena Progresso Protásio Alves Putinga Quaraí Quevedos Quinze de Novembro Redentora Relvado Restinga Seca Rio dos Índios Rio Grande Rio Pardo Riozinho Roca Sales Rodeio Bonito Rolante Ronda Alta Rondinha Roque Gonzales Rosário do Sul Sagrada Família Saldanha Marinho Salto do Jacuí Salvador das Missões Salvador do Sul Sananduva Santa Bárbara do Sul Santa Clara do Sul Santa Cruz do Sul Santa Maria Santa Maria do Herval Santa Rosa Santa Tereza Santa Vitória do Palmar Santana da Boa Vista Santana do Livramento Santiago Santo Ângelo Santo Antônio da Patrulha Santo Antônio das Missões Santo Antônio do Palma Santo Antônio do Planalto Santo Augusto Santo Cristo Santo Expedito do Sul São Borja São Domingos do Sul São Francisco de Assis São Francisco de Paula São Gabriel São 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Palmeiras Três Passos Trindade do Sul Triunfo Tucunduva Tunas Tupanci do Sul Tupanciretã Tupandi Tuparendi Turuçu Ubiretama União da Serra Unistalda Uruguaiana Vacaria Vale do Sol Vale Real Vale Verde Vanini Venâncio Aires Vera Cruz Veranópolis Vespasiano Correa Viadutos Viamão Vicente Dutra Victor Graeff Vila Flores Vila Lângaro Vila Maria Vila Nova do Sul Vista Alegre Vista Alegre do Prata Vista Gaúcha Vitória das Missões Xangri-lá Alta Floresta d`Oeste Alto Alegre dos Parecis Alto Paraíso Alvorada d`Oeste Ariquemes Buritis Cabixi Cacaulândia Cacoal Campo Novo de Rondônia Candeias do Jamari Castanheiras Cerejeiras Chupinguaia Colorado do Oeste Corumbiara Costa Marques Cujubim Espigão d`Oeste Governador Jorge Teixeira Guajará-Mirim Itapuã do Oeste Jaru Ji-Paraná Machadinho d`Oeste Ministro Andreazza Mirante da Serra Monte Negro Nova Brasilândia d`Oeste Nova Mamoré Nova União Novo Horizonte do Oeste Ouro Preto do Oeste Parecis Pimenta Bueno Pimenteiras do Oeste Porto Velho Presidente 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Como ajudar É graças a sua generosidade que podemos levar ajuda médico-humanitária a milhões de pessoas. Doador Sem Fronteiras Doação Única Doação Empresas Embaixadores Heranças Eventos Sou doador MSF busca profissionais qualificados, motivados e experientes para o trabalho em campo e no escritório. Conheça o processo de seleção » Há diversas formas de contribuir com o trabalho de MSF. Veja como ajudar » Diários de Bordo ler todos os diários >> Paquistão: primeira vez no terreno 05/01/2018 Podemos começar por aprofundar um pouco o que eu faço aqui: sou farmacêutica de suporte baseada no escritório da coordenação de MSF no Paquistão – localizado em Islamabad, a capital. Eu trabalho em estreita colaboração com a Coordenadora da Equipe Médica, chefe das atividades médicas no país, e... Nathalia Peixoto de Oliveira Farmacêutica A chance de renascer em Mossul 22/12/2017 No dia 15 de setembro, uma menina de aproximadamente um ano e meio sobreviveu a uma explosão, mas infelizmente não saiu ilesa: sofreu ferimentos nos membros inferiores. A pequena foi trazida ao hospital de traumatologia que MSF mantém no bairro de Nablus, na zona oeste de Mossul, Iraque. Ela deu... Natacha Parraguez Enfermeira A resiliência e receptividade do povo iraquiano 21/12/2017 Estou sentada na varanda da casa, enquanto o imã* chama pelo alto falante da mesquita às preces do anoitecer. Uma brisa morna e incrivelmente reconfortante me cerca enquanto a voz do imã transmite paz em suas palavras cantadas. No céu, a noite vai pintando aos poucos o horizonte em tons de azul... Natacha Parraguez Enfermeira Iraque Cada dia é um novo aprendizado - Parte II 13/12/2017 07/08 - Foi uma grande experiência ontem à noite e ainda estou um pouco atordoado. Morreu o primeiro paciente no centro cirúrgico. Um caso muito difícil, paciente muito grave, muito tempo sem um médico para ajudá-lo. Ele esperou cinco dias para vir ao hospital porque ficava muito longe de sua... Diego Cabral Anestesista República Democrática do Congo Anterior Pause Próximo Facebook Siga MSF Acompanhe o trabalho de MSF e conheça as principais crises humanitárias visitando nossos perfis nas redes sociais. 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  Francisco Franco - Wikipedia, la enciclopedia libre Francisco Franco De Wikipedia, la enciclopedia libre Saltar a: navegación , búsqueda Para otros personajes con este mismo nombre, véase Francisco Franco (desambiguación) . Francisco Franco Francisco Franco en 1964. Caudillo de España [ a ] ​ 1 de octubre de 1936 [ b ] ​ [ c ] ​-20 de noviembre de 1975 Predecesor Miguel Cabanellas Presidente de la ... la Junta de Defensa Nacional en la zona sublevada José Miaja Presidente del Consejo Nacional de ... -Jordana Sousa Presidente de la Junta Técnica del Estado en la zona sublevada José Miaja Presidente del ... 1936 , tras muchas indecisiones, se une al golpe de Estado liderado por los generales José Sanjurjo y ... y el teniente coronel tal,... [...] José Antonio quedó muy decepcionado y apenas cerrada la puerta ... yo quien los había recibido en mi casa. 'Mi padre –comentó José Antonio- con todos sus defectos CACHE

Francisco Franco - Wikipedia, la enciclopedia libre Francisco Franco De Wikipedia, la enciclopedia libre Saltar a: navegación , búsqueda Para otros personajes con este mismo nombre, véase Francisco Franco (desambiguación) . Francisco Franco Francisco Franco en 1964. Caudillo de España [ a ] ​ 1 de octubre de 1936 [ b ] ​ [ c ] ​-20 de noviembre de 1975 Predecesor Miguel Cabanellas Presidente de la Junta de Defensa Nacional en la zona sublevada José Miaja Presidente del Consejo Nacional de Defensa en la zona republicana Sucesor Consejo de Regencia [ d ] ​ Presidente del Gobierno de España 30 de enero de 1938-8 de junio de 1973 Vicepresidente Ver lista Francisco Gómez-Jordana Sousa (1938-1939) Agustín Muñoz Grandes (1962-1967) Luis Carrero Blanco (1967-1973) Predecesor Francisco Gómez-Jordana Sousa Presidente de la Junta Técnica del Estado en la zona sublevada José Miaja Presidente del Consejo Nacional de Defensa en la zona republicana Sucesor Luis Carrero Blanco Información personal Nombre de nacimiento Francisco Paulino Hermenegildo Teodulo Franco Nacimiento 4 de diciembre de 1892 Ferrol , España Fallecimiento 20 de noviembre de 1975 (82 años) Madrid , España Causa de la muerte Choque séptico Lugar de sepultura Valle de los Caídos Residencia Palacio Real de El Pardo (oficial), Pazo de Meirás (privada) Nacionalidad Español Lengua materna Español Religión Católico Partido político FET y de las JONS Familia Padres Nicolás Franco y Salgado-Araújo (1855-1942) María del Pilar Bahamonde y Pardo de Andrade (1865-1934) Cónyuge Carmen Polo Hijos Carmen Franco Educación Alma máter Academia de Infantería de Toledo Información profesional Ocupación Militar Rama militar Ejército de Tierra Rango General Generalísimo Participó en Ver lista Guerra del Rif Revolución de Asturias Guerra civil española Distinciones Banda de las Tres Órdenes Collar de la Orden Civil de Alfonso X el Sabio Gran Cruz de la Legión de Honor Gran Cruz de la Orden de la Torre y la Espada Knight Grand Cross of the Order of Saints Maurice and Lazarus Orden suprema de la Santísima Anunciación Order of the German Eagle Philippine Legion of Honor Suprema Orden de Cristo Medalla de Oro de la Provincia de Tarragona (1951) Firma Web Sitio web www.fnff.es [ editar datos en Wikidata ] Francisco Franco Bahamonde [ e ] ​ [ f ] ​ ( Ferrol , 4 de diciembre de 1892- Madrid , 20 de noviembre de 1975) fue un militar y dictador español , integrante del grupo de altos cargos de la cúpula militar que dio el golpe de Estado de 1936 contra el Gobierno democrático de la Segunda República , cuyo fracaso desembocó en la guerra civil española . Fue investido como jefe supremo del bando sublevado el 1 de octubre de 1936, y ejerció como caudillo de España [ a ] ​ — jefe de Estado — desde el término del conflicto hasta su fallecimiento en 1975, y como presidente del Gobierno — jefe de Gobierno — entre 1938 y 1973. [ 11 ] ​ En abril de 1937 se autoproclamó jefe nacional de la Falange Española Tradicionalista y de las Juntas de Ofensiva Nacional Sindicalista (FET y de las JONS), partido único resultado de la fusión de la fascista Falange Española de las JONS y de la Comunión Tradicionalista . Acabada la guerra instauró una dictadura fascistizada, [ 12 ] ​ o régimen semifascista [ 13 ] ​ e incorporó una influencia clara de los totalitarismos alemán e italiano en campos como las relaciones laborales, la política económica autárquica, la estética y el uso de los símbolos. [ 14 ] ​ En sus últimos estertores el régimen transitó más próximo a las dictaduras desarrollistas, [ 15 ] ​ aunque siempre conservó rasgos fascistas vestigiales, [ 13 ] ​ régimen que en su conjunto es conocido como franquismo, caracterizado por la ausencia de una ideología claramente definida más allá de su proclamado nacionalcatolicismo . Durante su mandato al frente del Ejército y de la jefatura del Estado, especialmente durante la guerra civil y los primeros años del régimen, se produjo una fuerte represión , en particular contra los partidarios del bando republicano que fue derrotado en la contienda, a la que se sumó el exilio de centenares de miles de españoles al extranjero . La cifra total de víctimas mortales varía en torno a varios centenares de miles de personas, que perecieron en su mayoría en campos de concentración , ejecuciones extrajudiciales o en prisión. [ 16 ] ​ [ 17 ] ​ Índice 1 Introducción 2 Infancia y formación militar 3 Carrera militar 3.1 Primer período en África: los Regulares indígenas 3.2 Interludio en Oviedo 3.3 Segundo período en África: la Legión 4 Durante la República 4.1 Revolución de Asturias 4.2 Elecciones generales de 1936 4.3 Conspiración 4.4 Golpe de Estado 5 Guerra civil 5.1 Primeros meses de guerra 5.2 Ascenso al poder 5.3 Desde la batalla de Madrid hasta el final de la Guerra Civil 6 La dictadura 6.1 La posguerra: la represión y los «años del hambre» 6.2 Segunda Guerra Mundial. La etapa fascista 6.2.1 Franco y los judíos 6.3 La España de la posguerra mundial 6.4 Años 50. Del aislamiento a la apertura internacional 6.5 Años 60. Reformas políticas y desarrollo económico 6.5.1 El milagro económico español 6.6 Últimos años. El tardofranquismo 6.6.1 Últimas apariciones 6.6.2 Agonía y muerte 7 Imputación por crímenes de lesa humanidad 8 Ideología 9 La corrupción durante la dictadura 10 Vida privada 11 Literatura y cine 12 Ancestros 13 Biografías sobre Franco 14 Emblema personal, estandarte y escudo 15 Véase también 16 Notas 17 Referencias 18 Bibliografía 19 Bibliografía adicional 20 Enlaces externos Introducción Escudo heráldico de Francisco Franco donde se representan las armas de sus cuatro apellidos: primer cuartel: Franco. segundo: Bahamonde. tercero: Salgado-Araújo. y cuarto: Pardo de Andrade. [ 18 ] ​ [ 19 ] ​ El principio de la carrera militar de Franco quedó marcado por la Guerra del Rif en Marruecos , alcanzando la graduación de general en 1926 , con tan solo 33 años de edad. Durante la Segunda República Española , tras dirigir la Academia Militar de Zaragoza , le fue encomendada en otoño de 1934 la dirección de las operaciones militares para sofocar y reprimir el movimiento obrero armado que había declarado la revolución social en Asturias en 1934 . Tras el triunfo del Frente Popular, descubierto el intento de golpe de Estado de varios generales, y existiendo sospechas sobre sus integrantes, el Gobierno alejó de los centros de poder a los generales más proclives a la sedición, destinando a Franco a las islas Canarias . [ 20 ] ​ En julio de 1936 , tras muchas indecisiones, se une al golpe de Estado liderado por los generales José Sanjurjo y Emilio Mola contra el gobierno de la Segunda República, poniéndose al frente del Ejército de África . El golpe fracasó y dio lugar a una contienda civil . Tras la muerte de Sanjurjo en un accidente aéreo pocos días después del golpe, ayudado por el prestigio que cosechó con el rápido avance de sus tropas y la toma del Alcázar de Toledo , Franco ve el camino libre para convertirse en líder indiscutible de los sublevados, y siendo designado su jefe de Gobierno el 28 de septiembre de 1936, se autoproclama jefe de Estado. Después de la victoria de los sublevados en la Guerra Civil, continuó una durísima represión ya iniciada desde principios de la guerra. [ 21 ] ​ Durante la Segunda Guerra Mundial , Franco mantuvo una política oficial de neutralidad para pasar a la de no beligerancia a instancias de Mussolini . no obstante, colaboró encubiertamente con las Potencias del Eje de diversas formas, principalmente permitiendo la escala y el aprovisionamiento de aviones y submarinos en territorio español, y enviando tropas —supuestamente autoorganizadas al margen del gobierno— para combatir junto a los alemanes en la campaña contra la Unión Soviética , la División Azul , así como la mucho menos conocida Escuadrilla Azul . Con anterioridad, Franco y Hitler se habían reunido en Hendaya el 23 de octubre de 1940 . Tras la caída de Alemania e Italia, el régimen franquista sufrió la reprobación de las Naciones Unidas por su demostrada colaboración con el Eje, impidiendo la entrada de España en el recién creado organismo y recomendando la retirada de embajadores. Franco desestimó las críticas internacionales considerando que eran obra de la conspiración masónica. [ 22 ] ​ España sufrió un relativo aislamiento internacional, roto principalmente por la Argentina de Perón y el Portugal de Salazar . En 1945, Franco retira las banderas y símbolos nazis y fascistas de los diferentes organismos, apartando del gobierno a los más significados defensores del Eje. [ 23 ] ​ En los siguientes años su iniciado régimen totalitario se fue desplazando hacia otras posiciones dictatoriales. Durante la Guerra Fría , los Estados Unidos , interesados en incluir a España en su línea defensiva, maniobraron para procurar la entrada de España en la OTAN . La oposición de otros países, especialmente Reino Unido, obligó al país norteamericano a reconducir su iniciativa y firmar un tratado bilateral que incluyó la instalación de bases militares estadounidenses en territorio español. La firma del tratado supuso un triunfo para Franco, ya que con él se iniciaba claramente el desbloqueo internacional. El presidente Eisenhower y, posteriormente, Nixon , viajaron a España, explicitando así su apoyo a Franco. Franco instauró un sistema económico autárquico . El rechazo de las ofertas de crédito británica y estadounidense provocó la escasez de alimentos y materias primas que, sumado a la corrupción y a la generalización del mercado negro, mantuvieron a España en la penuria hasta bien entrados los años cincuenta. [ 24 ] ​ Después de 1959, con la entrada en el gobierno de los tecnócratas y el abandono de las políticas autárquicas, la economía experimentó una profunda transformación, desarrollándose planes de «estabilización y desarrollo» atendiendo a las recomendaciones internacionales, que condujeron a la recuperación económica. [ 24 ] ​ En su última etapa se inició un retroceso en las relaciones internacionales, que exigían una apertura a posiciones democráticas. La solicitud española de entrada en la Comunidad Económica Europea fue rechazada y su posible entrada se vinculó a reformas democráticas. El Proceso de Burgos supuso un nuevo descrédito internacional del régimen. En el interior, los trabajadores, agrupados principalmente en torno al sindicato Comisiones Obreras , se mostraban especialmente activos contra el régimen. la oposición democrática presentaba un frente común al que se sumaron sectores de la economía que consideraron al Régimen como un lastre, y sectores de la Iglesia apoyaron las reivindicaciones de los trabajadores y la oposición. [ 25 ] ​ ETA y otras organizaciones terroristas también se convirtieron en un problema creciente. [ 26 ] ​ El 14 de octubre de 1975 comenzó su deterioro físico: el 25 de octubre se le administró la extremaunción y, desde entonces, fue mantenido vivo por su entorno intentando una solución sucesoria acorde con sus intereses. [ 27 ] ​ Franco murió, finalmente, el 20 de noviembre. Tras su muerte, los mecanismos sucesorios funcionaron y Juan Carlos de Borbón y Borbón , príncipe de España , «aceptando los términos de la legislación franquista», fue proclamado rey , [ 28 ] ​ siendo aceptado con escepticismo tanto por los adeptos al régimen como por la oposición democrática. Posteriormente, Juan Carlos desempeñaría «un papel central en el complejo proceso de desmantelamiento del régimen franquista y en la creación de la legalidad democrática». [ 28 ] ​ Infancia y formación militar Nicolás Franco Salgado-Araújo y María del Pilar Bahamonde Pardo de Andrade con Francisco en brazos el día de su bautizo, 17 de diciembre de 1892. Francisco Franco nació a las doce y media de la madrugada del 4 de diciembre de 1892 en el número 108 de la calle Frutos Saavedra de Ferrol —actualmente, calle María, situada en el casco histórico de la ciudad—, en la provincia de La Coruña . [ 29 ] ​ El 17 de diciembre fue bautizado como Francisco Paulino Hermenegildo Teódulo : Francisco por su abuelo paterno, Hermenegildo por su abuela materna y su madrina, Paulino por su padrino y Teódulo por el santo del día. [ 8 ] ​ Su padre, Nicolás Franco y Salgado-Araújo (1855-1942), era capitán de la Armada , y llegó a ser intendente general de la Marina —cargo equivalente a general de brigada—, [ 30 ] ​ y su madre, María del Pilar Bahamonde [ 9 ] ​ y Pardo de Andrade (1865-1934), que disfrutaba de una posición social parecida a la de su marido —hija del comisario del equipo naval de la plaza—, provenía de una familia que también tenía una tradición de servicio en la Marina. Nicolás , el mayor de los hermanos, seguiría la tradición familiar como oficial de la Marina y diplomático. Su otro hermano, Ramón , fue un pionero aviador que llegó a ser muy conocido por sus hazañas aeronáuticas. Tuvo dos hermanas, Pilar y Paz, que murió a los cinco años. [ 31 ] ​ Francisco fue el segundo hijo varón de la familia. No nació en un hogar feliz, ya que los caracteres contrapuestos de sus padres propiciaron el desencuentro de la pareja desde los primeros momentos, lo que acabó en ruptura. Su padre fue un hombre librepensador poco dado a los convencionalismos y, habiendo estado destinado en Cuba y Filipinas —en Filipinas tuvo un hijo natural, Eugenio Franco Puey [ g ] ​ [ 35 ] ​ al que reconoció antes de regresar a Ferrol—, [ 36 ] ​ adquirió los hábitos del oficial de colonias: mujeriego, jugador de casino y aficionado a las juergas y farras nocturnas. [ 37 ] ​ Su madre era conservadora, extremadamente religiosa y muy apegada a los usos y costumbres de la burguesía de una pequeña ciudad de provincias. Ambos quedarían decepcionados mutuamente casi inmediatamente después de la boda. Nicolás no tardó en continuar con sus costumbres de oficial de colonias y Pilar se refugió en su religiosidad, resignada al cuidado de los hijos que fueron llegando. [ 38 ] ​ El comportamiento de su padre en casa fue autoritario, rayando la violencia, siempre malhumorado, no admitía que se le contradijese, y los cuatro hermanos —Francisco en menor medida, dado su carácter retraído y apocado— sufrieron lo que hoy se consideraría malos tratos. Según el testimonio de su hija Pilar: Nuestro padre era muy severo con sus hijos en todo lo concerniente a estudiar y cumplir con nuestra obligación. Pero no con palizas y misterios, como aseguran por ahí ciertos escritores sensacionalistas. Me gustaría saber de dónde han sacado tanta barbaridad. Han llegado a decir que en un momento de indignación mi padre quiso cortarle a Nicolás una mano con un cuchillo de cocina... Lo máximo que hizo fue darnos un par de bofetones a tiempo. Yo puedo atestiguar que a mí nunca me puso la mano encima. No porque no lo mereciese alguna vez. A mis hermanos sí, cuando las hacían demasiado gordas. Ahora se dice mucho que no se debe pegar a los niños, pero en aquella época era todo lo contrario. las palizas eran fuertes y frecuentes. ¡Vaya! Y recomendadas hasta por los maestros. [ h ] ​ Ramón, Pilar y Francisco Franco (1906). La madre, resignada siempre y de carácter bondadoso, se constituyó en el refugio de los cuatro hermanos, inculcándoles tenacidad y esfuerzo para progresar en la vida y ascender socialmente. [ 40 ] ​ Cuando su padre fue destinado a Cádiz en 1907 y posteriormente a Madrid , la familia se rompió definitivamente. [ i ] ​ Ya en Madrid, Nicolás se unió a Agustina Aldana, una joven antítesis de su esposa. Con ella vivió, junto con una ahijada sobrina de ésta, hasta que en 1942 le sobrevino la muerte. Sus hermanos visitaron poco a su padre, desconociéndose que Francisco lo visitara en alguna ocasión. Su padre siempre sintió predilección por sus otros hermanos y Francisco fue el que más fuertemente se refugió en su madre. Los caracteres que posteriormente lo identificaron: su desinterés por el sexo, su puritanismo, su moralismo y religiosidad, su alejamiento del alcohol y las farras, todo lo convierte en una antítesis de su padre y lo identifica plenamente con la madre. [ 42 ] ​ En 1898, un acontecimiento histórico puede explicar parte de su rudimentario ideario político. La pérdida de Cuba representó la definitiva caída del que fuera el Imperio español . Esto, en una época convulsa en la que, frente a un liberalismo elitista no consolidado e inestable, se intentaba imponer el parlamentarismo democrático basado en el sufragio universal . En España, el siglo xix estuvo presidido por un prolongado período de inestabilidad política y guerras civiles. los intentos liberales chocaron en todos los casos con la reacción del Antiguo Régimen y la Iglesia . Esta conflictividad política y social, junto con revueltas y guerras civiles, unido a las guerras coloniales, propició un sistema político corrupto e ineficaz en una España empobrecida, atrasada y con fuertes desequilibrios entre clases y regiones. [ j ] ​ A Franco, como al conservadurismo de gran parte del siglo xx , pudo serle fácil identificar la grandeza del Imperio perdido, con los antiguos regímenes autoritarios, y el desastre de su pérdida, con las nuevas posiciones liberales. En 1898 Franco cuenta cinco años de edad. la pérdida de Cuba habría pasado inadvertida para él de no ser por la reacción que suscitó en la sociedad española, que se prolongaría durante su infancia y primera juventud. La gran derrota naval se vivió en España como una humillación infligida por una nación emergente a una gran nación imperial. [ 44 ] ​ En los ambientes militares —y Ferrol era una ciudad con un fuerte componente militar y, concretamente, naval— y en parte de la población, la resistencia ofrecida por una flota obsoleta y mal pertrechada se consideró resultado del heroísmo de unos militares que lo dieron todo por la patria. y la derrota, producto de la irresponsable actitud de unos políticos corruptos que descuidaron a su Ejército. El Ejército, sin imperios de ultramar que defender, forzó, también como medio de lavar la derrota sufrida, las posteriores intervenciones en Marruecos , generalizándose en su seno un patriotismo exacerbado y un sentimiento de superioridad frente a la población civil, viendo en el afloramiento de los nacionalismos —principalmente el nacionalismo catalán , promovido por las élites catalanas que perdieron el mercado cubano— y en el fortalecimiento del pacifismo de la izquierda, elementos disolventes de la nación. [ 45 ] ​ [ 46 ] ​ Franco en su juventud fue blanco de las burlas y mofas de los otros muchachos por su corta estatura ( 1,64 m ) [ 47 ] ​ y voz atiplada. En la Academia de Infantería de Toledo así fue: se conoce cómo en una ocasión le aserraron quince centímetros del cañón de su fusil y le obligaron a desfilar con él. Siempre se le conoció por un diminutivo: en la infancia, muy delgado y de aspecto enfermizo, le apodaron Cerillito [ 48 ] ​ y, en la Academia, Franquito , [ 49 ] ​ teniente Franquito , Comandantín , [ 50 ] ​ etc. Todavía en 1936, cuando el general Sanjurjo reprochó su falta de decisión frente a la sublevación, lo haría en estos términos: «Franquito es un cuquito que va a lo suyito», siendo apodado por los confabulados, cansados de sus vacilaciones, Miss Canarias 1936 . [ 51 ] ​ En sus Memorias , Manuel Azaña también terminará llamándole Franquito . [ 52 ] ​ Según el testimonio de uno de sus compañeros de colegio, «era siempre el primero en llegar y se ponía delante, solo. Esquivaba a los demás». Se reconoce en los hermanos una desmedida ambición, acrecentada en el caso de Francisco. Ambición que pudo verse fomentada por el entorno familiar. [ 53 ] ​ Al cumplir 12 años, junto a su hermano Nicolás y su primo Pacón , entró en una escuela de preparación naval dirigida por un capitán de corbeta con la esperanza de, posteriormente, ingresar en la Armada. Su hermano logró en 1906 ingresar en la Escuela Naval de la Armada, pero él y su primo, al intentarlo el año siguiente, vieron negada tal posibilidad. Ese mismo 1907, a los 14 años de edad, junto a su primo, ingresó en la Academia Militar de Infantería de Toledo. [ 54 ] ​ Franco recordará con amargura su incorporación a la Academia al ser blanco de las, por aquel entonces inevitables, novatadas: «Triste acogida que ofrecían a los que veníamos llenos de ilusión a incorporarnos a la gran familia militar». [ 55 ] ​ En la Academia fue uno del montón, que obtuvo el puesto 251.º entre los 312 de su promoción. [ 56 ] ​ Carrera militar Mis años en África vienen a mí con indudable fuerza. Allí nació la posibilidad de rescate de la España grande. Allí se fundó el ideal que hoy nos rinde. Sin África, yo apenas puedo explicarme a mí mismo, ni me explico cumplidamente a mis compañeros de armas. Franco al periodista Manuel Aznar , 1938. [ 57 ] ​ Franco con uniforme de alférez (1910). Franco tuvo que insistir ante uno de sus antiguos mandos en la Academia de Infantería, el coronel Villaba , con su petición de un destino en África al serle denegada en primera instancia, probablemente por su mediocre calificación en la Academia militar. Es destinado a Ferrol , su ciudad natal, donde pasó dos años hasta ser admitida su petición. En estos dos años se refuerza su amistad con Francisco Franco Salgado y Camilo Alonso Vega , personas que permanecerán siempre a su lado. [ 58 ] ​ Ya en África, en el transcurso de los diez años y medio que permaneció allí, logró una vertiginosa ascensión hasta alcanzar el generalato, convirtiéndose en el general más joven de Europa en aquella época, [ 59 ] ​ adquiriendo una gran popularidad entre la burguesía española y un prestigio dentro del Ejército que le permitió, aún con su juventud, disfrutar de un estatus de igualdad con los más consolidados generales, siendo uno de los militares con mayor ascendencia entre la población en una época clave de la historia de España: la Segunda República . Según afirma Payne , llegó a ser «la figura más prestigiosa del ejército español». [ 60 ] ​ La guerra de África agravó la fractura entre Ejército y sociedad civil, [ 61 ] ​ era rechazada por las clases populares a las que les suponía una sangría de miles de muertos, jóvenes de estas familias que no podían pagar la «cuota» que los librara del servicio militar, [ 62 ] ​ En 1909 fue el detonante de la Semana Trágica y en 1911 crecen las protestas ante el recrudecimiento de las campañas en Marruecos . [ 63 ] ​ Estas protestas son vistas desde el Ejército como antipatrióticas. Cuando Franco llega a África, se incorpora a un conflicto donde se entrecruzan los intereses de, principalmente, España, Francia y Reino Unido. en el que España se involucra con temeridad por las presiones de un Ejército que quiere resarcirse de las derrotas sufridas en las colonias de ultramar y una oligarquía financiera con intereses, principalmente mineros, en el Magreb. También se incorpora a una casta dentro de otra castra: la casta africanista de la ya casta militar. En África ya habían muerto miles de soldados y centenares de oficiales. Era un destino arriesgado y también un destino en el que las políticas de ascensos por méritos de guerra permitían una rápida carrera militar. Se incorpora a un Ejército con un equipamiento deficiente y anticuado, una tropa desmotivada y una oficialidad poco capacitada que repite tácticas que ya fracasaran en las anteriores guerras coloniales. [ 57 ] ​ Primer período en África: los Regulares indígenas El 17 de febrero de 1912 llega a Melilla en compañía de Camilo Alonso Vega , compañero de promoción, y de su primo Pacón destinado al Regimiento de África n.º 68 que manda su antiguo coronel de la Academia de Infantería Villalba . Sus primeros cometidos en África fueron operaciones rutinarias. entre otras, establecer contacto entre diferentes puestos fortificados ( blocaos ) o la protección de las minas de Banu Ifrur. El 13 de junio de ese mismo año asciende al empleo de teniente. Contando con 19 años de edad, será el único ascenso que obtendrá por escalafón, ya que los demás los obtendrá por méritos de guerra. A petición propia, el 15 de abril de 1913, se le destina al Regimiento de Fuerzas Regulares Indígenas , unidad de choque recientemente formada por el general Berenguer y formada por mercenarios moros. El 12 de octubre de 1913 recibe la Cruz al Mérito Militar de primera clase por su victoria en un combate el 22 de septiembre anterior y el 1 de febrero de 1914 es ascendido a capitán por su valor en la batalla de Beni Salem (Tetuán). En esta primera etapa en África demostró valor y capacidad táctica. [ 64 ] ​ En los combates se distinguió por su arrojo y belicosidad. Era «entusiasta de las cargas a la bayoneta para desmoralizar al enemigo» [ 65 ] ​ y asumió elevados riesgos encabezando el avance de su unidad. También, ayudado por ese coraje, logró que las unidades a su mando se distinguieran por su disciplina y avance ordenado, «ganándose una reputación de oficial meticuloso y bien preparado, interesado en la logística, en abastecer a sus unidades, en trazar mapas y en la seguridad del campamento». [ 66 ] ​ También, ya en aquella época, muestra un carácter imperturbable y hermético que le acompañará durante toda la vida. [ 67 ] ​ Años más tarde, reconoció que la noche en la que se incorporó a su unidad en África, durmió con el arma en la mano. la tropa le inspiró una fuerte desconfianza. [ 57 ] ​ Franco no se vería obligado a desarrollar una depurada estrategia ni tácticas de guerra elaboradas, dotes que ni en aquella época proporcionaba la formación en las academias militares españolas ni se le reconocería en su trayectoria militar: los rifeños no eran estrategas ni estudiosos de las tácticas de combate modernas. el desafío se encontraba en contrarrestar su belicosidad. acostumbrados a razias entre tribus y contra los ocupantes de turno, ponían en estos combates su vida. [ 68 ] ​ Franco, primero al mando de los Regulares indígenas y después al de la Legión, instauró una disciplina férrea, implacable con la insubordinación. [ k ] ​ También, aunque no se le reconoce ninguna inquietud intelectual, sí mostró un gran interés por formarse en todo lo concerniente a su profesión militar. Se le reconoce un cierto aislamiento de sus compañeros, ocupando su tiempo libre en la lectura de tratados militares. Miembros de su tropa llegaron a decir que con Franco al frente no perdían las batallas y el salir ileso de las refriegas [ l ] ​ le invistió de un halo de invulnerabilidad ante los indígenas que lo calificaron como hombre con baraka —con buena suerte—. [ 71 ] ​ Franco pudo advertir que los mandos únicamente conseguían el respeto de la tropa si demostraban valentía, y que el elevado número de deserciones, incluso los amotinamientos, guardaban una estrecha relación con el fracaso de las operaciones, la derrota o la retirada. [ 72 ] ​«Cuando Franco tuvo derecho a dirigir a sus hombres a caballo, eligió uno blanco, por una curiosa mezcla de romanticismo y arrogancia.» [ 73 ] ​ También se distinguió por su preocupación en abastecer a su tropa en un Ejército que la descuidaba por completo. En África, como en anteriores guerras coloniales, se producían más muertes como consecuencia de enfermedades que por los enfrentamientos armados. [ 74 ] ​ En 1916, en una rafia en El-Biutz, entre Ceuta y Tánger, fue herido en el bajo vientre, una herida grave que pudo causarle la muerte y que lo mantuvo varios meses hospitalizado en Ceuta —sus padres, ya separados, viajaron a Ceuta para asistirle en su convalecencia—. Era norma no escrita que las heridas de guerra se recompensaran con un ascenso, ascenso que le fue negado y que Franco logró tras insistir en todas las instancias hasta llegar al rey Alfonso XIII . El 28 de febrero de 1917 es nombrado comandante con efectos retroactivos de 29 de junio de 1916, convirtiéndose en el comandante más joven de España. [ 75 ] ​ Sin embargo, no consiguió que le concedieran la Cruz Laureada de San Fernando , máxima condecoración militar española, a la que también estaba propuesto. Años más tarde, ganada la guerra civil, ya como Caudillo de España, se la concedió a sí mismo. [ 76 ] ​ Interludio en Oviedo Boda de Franco y Carmen Polo, Oviedo, 22 de octubre de 1923. Sin encontrar destino en África tras el ascenso a comandante , en la primavera de 1917 es destinado a Oviedo , donde llega ya con una cierta aureola de héroe. Allí se hospeda en el hotel París y entabla amistad con el que más tarde será su más dedicado hagiógrafo Joaquín Arrarás Iribarren . Ese mismo verano conoce a la que más tarde será su mujer Carmen Polo y Martínez Valdés . [ 77 ] ​ Durante los tres años que estuvo destinado en la Península se suscita el enfrentamiento dentro del Ejército entre peninsulares y africanistas. Los primeros consideraban abusivos los ascensos por méritos de guerra y denunciaban el favoritismo con el que el rey trataba a los africanistas [ 78 ] ​ y los segundos, entre ellos Franco, consideraban estos ascensos necesarios para premiar la arriesgada labor de los oficiales en África y la profesionalidad de unos oficiales que se encontraban en la «mejor escuela práctica por no decir la única de nuestro ejército». [ 79 ] ​ También vive la huelga general del 10 de agosto de 1917 . El Ejército reprime a los huelguistas y, aunque en el resto de España es sofocada en una semana, en Asturias los mineros se hicieron fuertes y prolongaron los disturbios durante casi veinte días. Franco dirigió la represión allí. La casualidad quiso que se encontrara en el lugar de mayor conflictividad. Aunque algunos biógrafos sostienen que aquella fue una represión especialmente brutal que anticipaba su comportamiento posterior, lo cierto es que aún siendo brutal, no lo debió ser más que la ejercida en otras regiones dado que no existen documentos de la época que la destaquen del resto. [ 80 ] ​ El dirigir la represión en la región más conflictiva, le proporcionó un plus de notoriedad. [ 81 ] ​ Segundo período en África: la Legión En sus biografías se reconoce la gran influencia que Millán-Astray pudo ejercer sobre el joven Franco. Su aspecto llegó a ser impactante: manco, sin un ojo, parte de la mandíbula destrozada y cara y cuerpo cosidos de cicatrices. Personaje histriónico que fundó la Legión a imagen de la Legión Extranjera francesa, reclutando a proscritos sin importar su nacionalidad, a los que les redimiría su permanencia en la Legión: Os habéis levantado de entre los muertos, porque no olvidéis que vosotros ya estabais muertos, que vuestras vidas estaban terminadas. Habéis venido aquí a vivir una nueva vida por la cual tenéis que pagar con la muerte. Habéis venido a morir. Millán-Astray. [ 82 ] ​ Millán-Astray y Franco se conocieron cuando este último asistió en Valdemoro a un curso de perfeccionamiento de tiro, de septiembre a octubre de 1919. Millán-Astray estaba en el intento de crear lo que llegó a ser la Legión. acababa de estar en Francia para estudiar a su homónima, y en junio de 1920 le propuso a Franco que fuese su segundo jefe. Franco no dudó en aceptar, volvía a África como eran sus deseos y lo hacía en un cuerpo al que podría exigir a su tropa más incluso que a los Regulares indígenas. El Tercio de Extranjeros, como se llamó originalmente, se fundó el 20 de enero de 1920 por orden del ministro de la Guerra Villalba Riquelme . El 27 de septiembre Franco es nombrado jefe de su primera bandera —la constituían tres banderas o batallones— y el 10 de octubre llegan los primeros legionarios, doscientos, a Ceuta. Esa misma noche, los legionarios aterrorizaron a la ciudad. Murieron asesinados una prostituta y un cabo de guardia, y la refriega posterior produjo dos muertos más. [ 83 ] ​ La Legión se distinguió por su férrea disciplina, la brutalidad de los castigos que se imponían a la tropa y, en el campo de batalla, por constituirse en fuerza de choque. A cambio, como válvula de escape, se les disculpó abusos cometidos contra la población civil. [ 84 ] ​ También se distinguió por la brutalidad ejercida contra el enemigo vencido. Se practicó el ensañamiento, la decapitación de prisioneros y la exhibición de sus cabezas cortadas como trofeos. [ 85 ] ​ En 1921, el desastre de Annual , que supuso la muerte de más de 8000 españoles, con las tropas huyendo en desbandada y los Regulares indígenas pasando a las filas de Abd el-Krim , supuso para la recién creada Legión su prestigio en la Península al ser la primera fuerza en llegar a Melilla, consolidar la plaza y recuperar algunas posiciones. Las noticias de la brutalidad ejercida por la Legión en sus acciones llegaron a la Península y tal brutalidad fue acogida con entusiasmo por gran parte de la población que la consideraron el justo castigo a los rifeños. en contraposición, se demandan responsabilidades a los oficiales que con su ineptitud fueron la causa del desastre. Franco, que comandaba la bandera que por sorteo fue la encargada de socorrer a Melilla, vuelve a estar en el centro de un acontecimiento de gran resonancia, y por contraste, [ 86 ] ​ aumenta su prestigio, convirtiéndose en un héroe ante la opinión pública. Franco continuará hasta enero de 1922 en tareas de recuperación y consolidación de una parte de las posiciones perdidas. Es nuevamente condecorado y propuesto para el ascenso a teniente coronel por Sanjurjo , ascenso que le fue denegado al estar pendiente la investigación por los sucesos de Annual. El rey lo nombró gentilhombre . En los permisos que solicita y aprovecha para viajar a Oviedo y visitar a la que será su mujer, es recibido como un héroe, siendo invitado a banquetes y celebraciones de la aristocracia local. Francisco y Ramón Franco, Marruecos, 1925. En 1922 se publicó un libro firmado por Franco —aunque tras la firma pudo estar el periodista Julián Fernández Piñedo [ 87 ] ​—, Diario de una Bandera , único libro completo con su firma. Narra acontecimientos vividos en esa época en África. [ 88 ] ​ Millán-Astray, tras unas declaraciones que respondían airadamente a la indignación de la sociedad española y la creación de una comisión de investigación para depurar las responsabilidades de los mandos africanos —la comisión Picasso —, fue destituido como comandante de la Legión, accediendo a su mando el teniente coronel Valenzuela , hasta entonces al mando de una de sus banderas. Franco, despechado por no asumir la jefatura de la Legión, solicitó el traslado a la Península, siendo asignado al Regimiento del Príncipe en Oviedo. Sin embargo, muerto Valenzuela en combate durante la toma de Peña Tahuarda , Franco fue ascendido a teniente coronel, sucediéndole en el mando de la Legión el 8 de junio de 1923. [ 89 ] ​ El 13 de septiembre, un golpe de Estado dio inicio a la dictadura de Primo de Rivera , ante la cual Franco se mostró receloso, pues era sabido que Primo era partidario de retirarse de Marruecos. [ 90 ] ​ El 13 de octubre de 1923 regresa de permiso a la Península para contraer matrimonio. Deteniéndose antes en Madrid para visitar al rey Alfonso XIII, este accede a ser su padrino y el 22 de octubre, Francisco Franco y Carmen Polo entran en la iglesia de San Juan de Oviedo bajo palio real, acompañados del gobernador militar en representación del rey. Con motivo de la ceremonia, un periódico de Madrid publicó un artículo titulado La boda de un heroico caudillo , siendo la primera vez que recibió este apelativo. [ 91 ] ​ Franco, Primo de Rivera y Sanjurjo, Alhucemas, 1925. En los años siguientes, al mando de la Legión, Franco aún protagonizó diversos éxitos militares, al tiempo que se mostraba reacio al proyecto del directorio militar de retirarse de Marruecos. Al parecer, en septiembre de 1924 barajó con Gonzalo Queipo de Llano la idea de efectuar un golpe contra Primo de Rivera, pero finalmente se atuvo a la disciplina militar. [ 92 ] ​ El 7 de febrero de 1925 fue ascendido a coronel. [ 93 ] ​ En junio de 1925 España selló una alianza con Francia contra Abd el-Krim , por la que tropas españolas le atacarían desde el norte mientras que los franceses lo harían desde el sur. El 7 de septiembre se inició el desembarco de Alhucemas , una operación mal planificada que fue un claro fracaso inicial, por lo que se dio la orden de retirada. sin embargo, Franco desoyó esta orden y consiguió tomar una cabeza de puente en la playa. [ 94 ] ​ Aun así, debido a la ausencia de suministros (comida y municiones), la operación se estancó, pero el éxito del avance francés, que obligó a Abd el-Krim a rendirse, condujo finalmente a la victoria. Por ello, el 3 de febrero de 1926, Franco fue ascendido a general de brigada, con 33 años. [ 95 ] ​ Pero no solo Francisco. su hermano menor, Ramón era considerado también un héroe, en su caso de la aviación. Los Franco ocupaban la prensa de la época: Francisco como el general más joven de Europa y Ramón como el primer piloto español que cruzaba el Atlántico en el hidroavión Plus Ultra , en compañía del más tarde cofundador de la Falange , Julio Ruiz de Alda . Ferrol, la ciudad natal de los hermanos, los festejó celebrando sus hazañas. [ 96 ] ​ A su regreso a la Península, a Franco se le dio el mando de la Primera Brigada de la Primera División de Madrid, formada por los regimientos del Rey y de León. [ 95 ] ​ En aquella etapa hizo vida social, se integró en la tertulia de Natalio Rivas y actuó en la película La malcasada , de Francisco Gómez-Hidalgo y Álvarez , donde interpretaba a un militar. [ 97 ] ​ El 4 de enero de 1928 fue nombrado primer director de la recién creada Academia Militar de Zaragoza , lo que supuso un éxito personal y de los africanistas. [ 98 ] ​ El 14 de septiembre de 1926 nació su única hija, María del Carmen. Franco, en su período en África, entró a formar parte del grupo africanista del Ejército, grupo que jugaría un papel fundamental en las conspiraciones contra la República. Los africanistas se constituyeron en un grupo muy cohesionado, se mantuvieron siempre en contacto y se apoyaron mutuamente frente a los oficiales peninsulares. conspiraron contra la República desde sus inicios y, posteriormente, comandaron la sublevación que condujo a la guerra civil. Sanjurjo , Mola , Orgaz , Goded , Yagüe , Varela y el propio Franco fueron destacados africanistas y los principales promotores del golpe de Estado. Franco en aquella época ya era consciente de su posición privilegiada: Desde que se me hizo general a los 33 años, se me colocó en vías de grandes responsabilidades para el futuro. Notas autobiográficas. [ 99 ] ​ Durante la República He recibido muy bien al general [Franco]. Le digo que me dio un disgusto con su proclama y que no la pensó bien. Pretende sincerarse, un poco hipócritamente. [...] Hace protestas de lealtad, y aunque lo han buscado, ha dicho que respeta al régimen como respetó a la monarquía. —Manuel Azaña. [ 100 ] ​ Tras la proclamación de la República , Franco estuvo tentado de intervenir en Madrid con los cadetes en defensa del rey Alfonso XIII, pero comunicándole su intención al general Millán-Astray , este le hizo partícipe de una confidencia del general Sanjurjo , según la cual, no se contaba con los apoyos suficientes. principalmente, no se contaba con la Guardia Civil . Esto le hizo desistir. Al día siguiente, el día 15 de abril, Franco dictaba una orden a los cadetes: Si en todos los momentos han reinado en este centro la disciplina y el exacto cumplimiento en el servicio, son aún más necesarios hoy, en que el Ejército necesita, sereno y unido, sacrificar todo pensamiento e ideología al bien de la nación y a la tranquilidad de la Patria. [ 101 ] ​ Estatua de Franco en Melilla. Franco desde esos primeros momentos se mostró reticente a la República. y en julio, pasados tres meses, cuando Manuel Azaña —entonces ministro de Guerra—, dentro de sus acciones encaminadas a reducir los gastos del Ejército , [ 102 ] ​ cerró la Academia Militar de Zaragoza, en su discurso de clausura se posicionó abiertamente contra ella. Azaña incluyó una nota desfavorable en su hoja de servicios. y cerrada la Academia, Franco se encontró en situación de disponible forzoso durante los siguientes ocho meses. En el verano de 1931 hubo intensos rumores de golpe de Estado, que implicaban a los generales Emilio Barrera , Luis Orgaz y el propio Franco. Azaña anotó en su diario que «Franco es el único al que hay que temer». [ 103 ] ​ Por ello, estuvo un tiempo vigilado por tres policías que lo seguían constantemente. En diciembre intervino como testigo ante la Comisión de Responsabilidades que investigaba las penas de muerte de los oficiales que participaron en la sublevación de Jaca en 1930, ante la que expuso su convicción de que «recibiendo en sagrado depósito las armas de la Nación y las vidas de los ciudadanos, sería criminal en todos los tiempos y en todas las situaciones que los que vestimos el uniforme militar pudiéramos esgrimirlas contra la Nación o contra el Estado que nos las otorga», algo que sin embargo no cumplió en 1936. [ 104 ] ​ El 5 de febrero de 1932 se le destinó a La Coruña como jefe de la XV Brigada de Infantería de Galicia, un claro reconocimiento a su figura por parte de Azaña. [ 105 ] ​ En julio de 1932, cuatro semanas antes de La Sanjurjada , Sanjurjo se entrevistó en secreto con Franco para pedirle su apoyo en el pronunciamiento. Franco no se lo dio, pero fue tan ambiguo, que Sanjurjo pudo llegar a pensar que dado el golpe, podría contar con él. [ 106 ] ​ La entrevista fue en Madrid. de regreso a La Coruña, Franco pidió un permiso para ausentarse de su puesto durante unos días y acompañar a su esposa y a su hija en un viaje por las Rías Bajas coincidiendo con las fechas previstas para el pronunciamiento. El permiso le fue denegado al tener que ausentarse el general de división de la plaza. En el momento del pronunciamiento, Franco se encontraba en La Coruña asumiendo, en funciones, el mando de la plaza, y no se unió a los sublevados. Fracasado el golpe, Sanjurjo fue enviado a consejo militar, y solicitó a Franco que lo defendiera, este se negó, pronunciando una dura frase: «podría, en efecto, defenderle a usted, pero sin esperanza. Pienso en justicia que al sublevarse usted y fracasar, se ha ganado el derecho a morir». [ 107 ] ​ En febrero de 1933, tras quejarse Franco de haber perdido puestos en el escalafón, Azaña lo destinó a las Islas Baleares como comandante militar. Este destino significaba un ascenso, «era un destino que normalmente habría correspondido a un general de División y bien podría formar parte de los esfuerzos de Azaña por atraer a Franco a la órbita republicana, recompensándole por su pasividad durante la Sanjurjada»: [ 108 ] ​ He recibido en el ministerio al general Vera, que manda la 8ª división. Me dice que el general Franco está muy enojado por la revisión de ascensos. De hacer el número uno de los generales de brigada, ha pasado a ser el veinticuatro. Es lo menos que ha podido ocurrirle. Yo creí durante algún tiempo que aún descendería más. Se propone elevar una instancia suplicando que se revise su caso. Voy a enviarlo a mandar Baleares, donde estará más alejado de tentaciones. Manuel Azaña, 8 de febrero de 1933. [ 109 ] ​ El 19 de noviembre y 3 de diciembre de 1933 se celebraron elecciones generales que dieron la victoria a la derechista Confederación Española de Derechas Autónomas de Gil-Robles . El nuevo Gobierno, a finales de marzo de 1934, ascendió a Franco a general de división , alcanzando así el techo de su carrera militar, ya que la República había suprimido el empleo de teniente general . Revolución de Asturias Artículo principal: Revolución de Asturias de 1934 Franco con capote de invierno, 1930. El triunfo de la derecha en las generales de 1933 propició que la coalición Radicales -CEDA emprendiera la anulación de las reformas que tímidamente se habían iniciado. [ 110 ] ​ Paralelamente, en la formación socialista los moderados fueron desplazados por los miembros más radicales. Julián Besteiro se vio marginado y Francisco Largo Caballero e Indalecio Prieto adquirieron todo el protagonismo. [ 111 ] ​ Los historiadores han denominado a este período hasta finales de 1935 como « bienio negro », «para señalar que fueron años reaccionarios y marcados por el fascismo». [ 112 ] ​ El agravamiento de la crisis económica, el retroceso de las reformas y las radicales proclamas de los líderes de izquierda crearon un ambiente de sublevación popular. En las zonas donde los anarquistas eran mayoría se sucedieron las huelgas y los enfrentamientos de trabajadores con las fuerzas de orden público. En Zaragoza , un conato de insurrección, en el que se levantaron barricadas y se ocuparon edificios públicos, fue sofocado con la intervención del Ejército. El 26 de septiembre de 1934 se anunció la formación de un nuevo ejecutivo presidido también por Alejandro Lerroux al que se incorporaron tres miembros de la CEDA. La actitud revanchista del anterior gobierno Lerroux y la identificación de la CEDA con posiciones fascistas [ 113 ] ​ [ 114 ] ​ provocó la reacción de la izquierda. La Unión General de Trabajadores , los comunistas y los nacionalistas catalanes convocaron una insurrección que se materializó en diversas zonas del país como Cataluña , el País Vasco y, principalmente Asturias , donde se unió la Confederación Nacional del Trabajo . Si en otros lugares fue sofocada con relativa facilidad, no ocurrió así en Asturias. Los mineros asaltaron la fábrica de armas de Trubia , ocuparon los edificios públicos —a excepción de la guarnición de Oviedo y la comandancia de la Guardia Civil de Sama— y detuvieron la columna del general Milans del Bosch , que acudió desde León. Se cometieron asesinatos, principalmente de sacerdotes y guardias civiles, se quemaron iglesias y se saquearon edificios oficiales. [ 115 ] ​ Franco se había convertido en el general más valorado por los sectores de la derecha. el haber estado alejado del anterior gobierno de izquierdas, permitió que no se le identificase como afecto a la República, y, tras la formación del gobierno Lerroux, se vio privilegiado por su ministro de la Guerra, Diego Hidalgo , quien lo propuso para el ascenso a general de división. En septiembre se encontraba, invitado por Hidalgo, en las maniobras que se realizaron en la provincia de León. Cuando el 4 de octubre estalló la insurrección, Hidalgo requirió a Franco para que, como asesor y desde Madrid, coordinase las operaciones. [ 116 ] ​ Se hizo venir a la Legión y a los Regulares de África, una fuerza de &&&&&&&&&&018000.&&&&&0 18 000 soldados que, al mando del coronel Yagüe , se integraron con otras unidades traídas de León , Galicia y Santander bajo el mando supremo del general López Ochoa . Las fuerzas traídas de África y dirigidas por Yagüe se distinguieron por su especial crueldad. «La represión fue despiadada, y las tropas extranjeras, con el beneplácito de sus jefes, se dedicaron al pillaje, con una brutalidad que dejó atónitos a los mineros sublevados». [ m ] ​ La insurrección y su posterior represión provocaron más de 1500 muertes, [ 111 ] ​ abriendo una brecha entre la derecha y la izquierda que no lograría superarse. Los muertos de uno y otro lado alimentaron el odio y el rencor en ambos bandos. El 15 de febrero de 1935 el Gobierno le concedió la Gran Cruz del Mérito Militar y le nombró comandante en jefe de las tropas de Marruecos. [ 118 ] ​ Solo tres meses después de tomar posesión de su cargo en África, tras otra crisis política que propicia una nueva remodelación del Gobierno, y entrando Gil-Robles como ministro de la Guerra, Franco regresó a la Península nombrado jefe del Estado Mayor Central del Ejército , cargo de máximo prestigio que desempeñaría hasta el triunfo del Frente Popular en febrero de 1936. Con ocasión de su nombramiento, el presidente Alcalá Zamora , receloso de la figura de Franco, comentó que «los jóvenes generales aspiran a ser caudillos fascistas». [ 119 ] ​ Elecciones generales de 1936 A finales de 1935 la corrupción del gobierno Lerroux es destapada por el caso Straperlo . El presidente Alcalá-Zamora le exige la dimisión, cae el Gobierno y deben convocarse nuevas elecciones. Con la caída del Gobierno, ante la expectativa de unas elecciones en las que existe la posibilidad de que las gane la izquierda, arrecian los movimientos en contra de la República. La CEDA y sectores del Ejército conspiran para impedir la consulta mediante un golpe de Estado. Franco es requerido desde sectores militares y civiles para que participe en el complot. pero este, sin rechazarlo, no se une al mismo, manteniendo una posición ambigua. Se conoce el encuentro que tuvo con Primo de Rivera , jefe falangista , días antes de las elecciones por las Memorias de Serrano Súñer , amigo de ambos: Fue una entrevista pesada y para mí incómoda. Franco estuvo evasivo, divagatorio y todavía cauteloso. Habló largamente. poco de la situación de España , de la suya y de la disposición del Ejército, y mucho de anécdotas y circunstancias del comandante y el teniente coronel tal,... [...] José Antonio quedó muy decepcionado y apenas cerrada la puerta del piso tras la salida de Franco (habíamos tomado la precaución de que entraran y salieran por separado) se deshizo en sarcasmos hasta el punto de dejarme a mí mismo molesto, pues al fin y al cabo era yo quien los había recibido en mi casa. 'Mi padre –comentó José Antonio- con todos sus defectos, con su desorientación política era otra cosa. Tenía humanidad, decisión y nobleza. Pero estas gentes...' Serrano Súñer. [ 120 ] ​ Mapa del resultado de las elecciones de febrero de 1936 por circunscripciones: en las que ganó la izquierda marcadas en rojo, en las que ganó la derecha en azul y en las que ganó el centro en verde. En enero de 1936, los rumores de la preparación de un golpe militar y su supuesta participación en el mismo se extendieron hasta llegar a conocimiento del presidente del Consejo Provisional Manuel Portela . Portela envió al director general de Seguridad Vicente Santiago al ministerio de la Guerra para que se entrevistase con Franco. este, todavía jefe del Estado Mayor, se mostró nuevamente esquivo, manifestándole que no conspiraría hasta que no existiese un «peligro comunista en España». [ 121 ] ​ La respuesta de Santiago fue profética: «si alguna vez, esas circunstancias que usted dice les hacen ir a una sublevación, me atrevo a predecir que de no triunfar ustedes en cuarenta y ocho horas se seguirán tales desdichas como jamás se vieron en España ni en ninguna otra revolución». [ 122 ] ​ Las elecciones del 16 de febrero de 1936 fueron ganadas por el Frente Popular . «Tanto Franco como Gil-Robles, de manera coordinada, trabajaron incansablemente para revocar la decisión de las urnas». El 17 de febrero a las tres y cuarto de la madrugada, nada más conocerse los resultados, Gil-Robles se dirigió al ministerio de la Gobernación y, entrevistándose con Portela, intentó convencerle para que suspendiera las garantías constitucionales y decretara la ley marcial . [ 123 ] ​ Paralelamente Franco, esa noche, telefoneó al director de la Guardia Civil , general Pozas , quien se mostró contrario a la iniciativa. Posteriormente presionó al ministro de la Guerra, general Molero , para que impusiera la ley marcial y obligara a Pozas a sacar a la Guardia Civil a la calle. A la mañana siguiente se reunió el Gobierno para debatir sobre la implantación de la ley marcial. Resultado de la reunión fue la declaración del estado de alarma durante ocho días y otorgar a Portela la potestad de declarar la ley marcial en el momento que lo estimase oportuno. Franco, aprovechando el conocimiento que tuvo de la potestad otorgada, como jefe del Estado Mayor, envió órdenes a las diferentes regiones militares. Zaragoza , Valencia , Alicante y Oviedo decretaron el estado de guerra , otras capitanías se mostraron indecisas. pero, principalmente, al no sumarse la Guardia Civil a la intentona, esta se vio frustrada. Ante el fracaso, «cuando Franco por fin vio al jefe de gobierno por la tarde, hábilmente jugó a dos bandas. En los términos más corteses, Franco le dijo a Portela que, ante los peligros que constituía un posible gobierno del Frente Popular, le ofrecía su apoyo y el del Ejército si permanecía en el poder». [ 124 ] ​ Tras las elecciones, y superados estos incidentes, Azaña fue nombrado presidente del Consejo de Ministros. Los historiadores contemporáneos coinciden en que Azaña no advirtió la magnitud de la conspiración, minusvalorándola. Conocía la existencia del complot, y aunque no conociera ni los detalles ni exactamente sus participantes, sí tenía constancia del ambiente conspirador que existía en la derecha y en algunos sectores del Ejército. y entre las escasas medidas que tomó, una fue la de alejar de los centros del poder a aquellos generales que consideraba más proclives al pronunciamiento. El general Mola fue destituido del mando del Ejército de África y enviado a Pamplona, el general Goded fue destinado a las Islas Baleares y Franco perdió la jefatura del Estado Mayor —fue sustituido por el general José Sánchez-Ocaña —, y nombrado Comandante general a las Canarias . [ 125 ] ​ Franco lo consideró como un destierro, aunque lo aprovechó para estudiar inglés y jugar al golf. [ 126 ] ​ Como hubo que repetir las elecciones en dos circunscripciones, Cuenca y Granada , la CEDA ofreció a Franco un puesto en las listas de Cuenca que le garantizaba salir elegido. Franco ya estuvo tentado de presentarse a diputado en las elecciones del 1933. Sea que le atrajera la actividad política o que quisiera adquirir la inmunidad parlamentaria, Franco aceptó. pero presentándose en esa misma lista José Antonio Primo de Rivera , este no admitió compartir lista con Franco y lo vetó. Serrano Súñer viajó a Canarias, se supone que con la misión de convencerle para que se retirase. el resultado del viaje fue que Franco renunció a presentarse. [ 127 ] ​ Franco y José Antonio nunca tuvieron muy buenas relaciones, especialmente desde que Franco abortó una intentona golpista ideada por el líder falangista que implicaba a los cadetes de la Academia de Infantería de Toledo, en diciembre de 1935. [ 128 ] ​ El rechazo de Primo de Rivera a la inclusión de Franco en la lista de Cuenca provocó en este resentimiento hacia el joven político derechista. [ 129 ] ​ Conspiración Desde sus comienzos, la República estuvo amenazada por tramas de conspiración. Franco fue requerido para participar en estas conspiraciones mostrándose siempre indeciso y ambiguo. El verano de 1933, el general Sanjurjo , desde la cárcel diría: «Franquito es un cuquito que va a lo suyito». En 1936 no habría cambiado de opinión: «Franco no hará nunca nada porque es un cuco». [ 130 ] ​ Las Memorias de Serrano Súñer revelan la exasperación que produjo en Primo de Rivera su indeterminación. Y en junio de 1936 sus compañeros, los generales implicados en la conspiración, se referían a él como Miss Islas Canarias 1936 para significar sus vacilaciones e indecisión. [ 131 ] ​ [ 132 ] ​ Tras el triunfo del Frente Popular en febrero de 1936 estas tramas conspiratorias convergen y adquieren fuerza. Fracasados los esfuerzos para proclamar la ley marcial que anulase las elecciones, los conspiradores continuaron reuniéndose. El 8 de marzo, un día antes de que partiera con destino a las Canarias —más concretamente a Tenerife —, Franco asistió a una reunión con otros generales en el domicilio del corredor de bolsa José Delgado, amigo de Gil-Robles . Entre otros, se reunieron Mola , Fanjul , Varela y Orgaz , así como el coronel Valentín Galarza , jefe de la Unión Militar Española . Los reunidos decidieron que el golpe lo comandara Sanjurjo. «Franco se limitó a sugerir astutamente que cualquier pronunciamiento debería carecer de etiqueta determinada alguna. No contrajo compromisos firmes». [ 133 ] ​ «De una u otra forma, se había visto involucrado en la conspiración contra el Frente Popular desde un comienzo, y, sin embargo, se mostraba muy reticente a comprometerse en cualquier propuesta específica de revuelta armada». [ 134 ] ​ Con Franco en Canarias, la sublevación sigue su curso. Mola, designado por Sanjurjo, se encargó de coordinar los preparativos. En abril dio su primera instrucción en la que incluía los métodos que debería seguirse en el momento del golpe: «Se tendrá en cuenta que la acción ha de ser en extremo violenta, para reducir lo antes posible al enemigo, que es fuerte y bien organizado. Desde luego, serán encarcelados todos los directivos de los partidos políticos, sociedades o sindicatos no afectos al Movimiento, aplicándose castigos ejemplares a dichos individuos, para estrangular los movimientos de rebeldía o huelga». [ 135 ] ​ Los dos próximos meses, Mola los dedicará a preparar el golpe de Estado. Franco, informado puntualmente de la conspiración, en todo momento se mostró reticente. Según Preston , «La idea de no poder dar marcha atrás ni cambiar de opinión debía ser para él poco menos que una de las torturas del infierno». Ante el entusiasmo del general Orgaz, Franco le comentaría: «Estás realmente equivocado, va a ser enormemente difícil y muy sangriento. No contamos con todo el ejército, la intervención de la Guardia Civil se considera dudosa y muchos oficiales se pondrán del lado de la autoridad constitucional, algunos porque es más cómodo. otros, a causa de sus convicciones. No se debe olvidar de que el soldado que se rebela contra la autoridad constitucional nunca puede echarse atrás ni rendirse, porque será fusilado sin pensárselo dos veces». [ 135 ] ​ Mola, en un segundo comunicado, el 25 de mayo, concretaba las estrategias para el levantamiento en las diferentes regiones militares. En ese momento, Franco todavía se muestra indeciso. El 30 de mayo un emisario de los conspiradores llegó a Canarias para asegurar su participación y que abandonase «tanta prudencia». El coronel Yagüe le dijo a Serrano Súñer que le desesperaba «la mezquina cautela de Franco y su negativa a correr riesgos». [ 136 ] ​ Mola también se sintió molesto, consideraba que la participación de Franco, con su prestigio entre la derecha española y en el Ejército, era imprescindible para el éxito del pronunciamiento. La situación social se agravó en estos meses. El paro se disparó y las dificultades para hacer avanzar las reformas frustraban las expectativas que suscitó el triunfo del Frente Popular. Los enfrentamientos en la calle se multiplicaron. « La Falange practica su táctica de acoso e intenta crear un clima de terror. La Falange y los anarquistas practican la “acción directa”. Una locura asesina a la que el tiempo otorgará la dimensión de suicida se apodera de los anarquistas y los campesinos pobres». [ 137 ] ​ El odio y el temor al adversario se hizo presente lo mismo en la izquierda como en la derecha. La inacción del Gobierno ante la violencia y el catastrofismo de la prensa y los líderes derechistas alimentaron el pánico de las clases media y alta a la amenaza comunista. [ 138 ] ​ Y la oligarquía financiera y los terratenientes se retiraban, algunos a Biarritz o París , permaneciendo a la expectativa o sumándose con su financiación a la conspiración. Los rumores de la conspiración debieron llegar al Gobierno, pero este, como en el caso de la violencia, no actuó con la suficiente firmeza. [ 139 ] ​ El entonces ministro de la Guerra y presidente del Gobierno, Santiago Casares Quiroga , quiso decapitar la conspiración de Marruecos desplazando al coronel Yagüe , pero titubeó ante la cerrazón de este y lo mantuvo en su puesto. También, un intento de descubrir la conspiración se frustró. El general Mola fue señalado como posible conspirador. El 3 de junio envió a Pamplona decenas de camiones cargados de policías para efectuar un minucioso registro, con la excusa de investigar el tráfico de armas a través de la frontera francesa, pero Mola fue advertido por el coronel Galarza con tiempo suficiente para ocultar cualquier huella de la conspiración. El 23 de junio, Franco envió una carta al presidente Casares advirtiéndole del descontento existente en el seno de Ejército y brindándose para corregir esa situación. «La carta era una obra maestra de ambigüedad. Se insinuaba claramente que si Casares concedía el mando a Franco, podría desbaratar las conspiraciones. En esa etapa, Franco, ciertamente habría preferido lo que él consideraba restaurar el orden, con la sanción legal del gobierno, en vez de arriesgarlo todo en un golpe». [ 140 ] ​ «Muchas veces se ha sugerido la pregunta sobre cuáles eran las intenciones de Franco. Algunos han querido ver en esta carta una última muestra de lealtad hacia el gobierno legítimo. Otros la han interpretado como una maniobra destinada a cubrirse las espaldas en caso de fracaso». [ 141 ] ​ En la carta se instaba al gobierno para que se dejase aconsejar por los generales que, «exentos de pasiones políticas», se preocupaban por las inquietudes y preocupaciones de sus subordinados ante los graves problemas de la Patria. Casares Quiroga no respondería a la carta. [ 141 ] ​ A finales de junio los preparativos del pronunciamiento estaban prácticamente ultimados, únicamente faltaba cerrar el acuerdo con los carlistas y asegurar la participación de Franco. Yagüe y Francisco Herrera, amigo personal de Gil-Robles, recibieron el encargo de convencerle para que se sumarse, y a finales de junio Franco debió llegar a algún compromiso, porque el 1 de julio Herrera llegó a Pamplona para que Mola diese el visto bueno al plan según el cual se alquilaría un avión para que trasladase a Franco desde Canarias a Marruecos. La incorporación de Franco en aquel momento le otorgaba un puesto de segunda fila entre los conspiradores: tras la sublevación, Sanjurjo sería el jefe del Estado, Mola tendría un alto cargo político, así como los civiles Calvo Sotelo y Primo de Rivera, Fanjul sería capitán general de Madrid y Goded de Barcelona. para Franco se reservó el cargo de Alto Comisario de Marruecos. [ 142 ] ​ El 3 de julio Mola dio el visto bueno al plan. El día 4, el financiero Juan March , instalado en Biarritz, entregó un cheque en blanco al marqués de Luca de Tena , propietario de ABC , para financiar la operación. El avión se alquiló en Londres , un Dragon Rapide pilotado por un inglés, William Henry Bebb, que el día 12 ya se encontraba en Casablanca en espera de concretarse el día del pronunciamiento. Ese mismo día, Franco envió un comunicado cifrado a Mola en el que planteó su retirada alegando «geografía poco extensa», lo que significaba que no se unía al plan por considerar que no se contaba con suficientes apoyos. Cuando Mola leyó el mensaje, «montó en cólera y furioso tiró el papel al suelo». El general Sanjurjo sentenciaría: «Con Franquito o sin Franquito» el alzamiento va adelante. [ 143 ] ​ El día 13, en Madrid, fue asesinado Calvo Sotelo por miembros de la Guardia de Asalto como represalia por el asesinato de su mando, teniente Castillo . La noticia de estos asesinatos provocó la indignación general y sectores de la derecha se mostraron especialmente activos y convocaron a la sublevación militar como único medio de restaurar el orden. Numerosos indecisos se sumaron a la conspiración, los rumores de un inminente golpe de Estado se extendieron y, por la tarde, Indalecio Prieto visitó a Casares en nombre de los socialistas y los comunistas para pedirle que distribuyera armas entre los trabajadores ante la amenaza de pronunciamiento, algo a lo que este se negó. El día 14, Mola recibe otro mensaje de Franco que le transmite su decisión de unirse a la conspiración. «Es evidente que el general Franco no se distinguió por su rebeldía o resolución el 18 de julio de 1936, circunstancia que sus hagiógrafos se han encargado de silenciar debidamente». [ 144 ] ​ A pocas semanas del golpe de Estado, en el momento en que el general Francisco Franco Bahamonde está a punto de convertirse en Franco a secas, hubiese sido decisivo saber si actuaba movido por un sentido del deber o por estrategia. Pero ese general corriente posee un rasgo excepcional: a partir de 1936, hasta su muerte, es y desea ser impenetrable. Nunca, ni en conversaciones privadas ni en entrevistas públicas, revelará cuáles habían sido sus intenciones últimas aquel verano de 1936, y sólo ofrecerá sistemáticamente algunos datos contradictorios. [ 145 ] ​ Golpe de Estado Véase también: Golpe de Estado en España de julio de 1936 Ruta del Dragon Rapide , el avión que llevó a Francisco Franco a Tetúan donde tomó el mando de las tropas sublevadas. [ 146 ] ​ Plan golpista trazado por Emilio Mola . Con el Dragon Rapide ya en Gando , Gran Canaria , Franco deberá trasladarse allí desde su residencia de Tenerife sin levantar sospechas. A dos días de la fecha de la sublevación, el 16 de julio, el comandante militar de Gran Canaria, general Balmes , muere de un disparo en el estómago. [ 147 ] ​ Su muerte permite que Franco se traslade a Gran Canaria sin levantar sospechas con la excusa de asistir a su entierro. También permite que el general Orgaz, que siempre estuvo implicado en la conspiración, sea el encargado de llevar a cabo el levantamiento en las islas Canarias . Franco, cuando el día 18 parte para Marruecos , le deja órdenes rigurosas que cumpliría ejerciendo una durísima represión en las islas. El 17 por la mañana Franco ya está en Las Palmas de Gran Canaria con su mujer y su hija, donde asisten al entierro de Balmes. Esa misma tarde se produjo la sublevación en África. Rumores de que los conspiradores iban a ser detenidos hizo que se adelanten un día a la fecha fijada. Franco fue despertado a las cuatro de la madrugada del 18 de julio para comunicarle que se habían sublevado con éxito las guarniciones de Ceuta, Melilla y Tetuán. Aquella mañana, Franco embarcó a su mujer y a su hija con destino a Francia, y él, a las dos de la tarde, subió al Dragon Rapide que le llevaría a Marruecos. Antes, desde la comandancia de Las Palmas envió el siguiente telegrama a las otras comandancias: GLORIA AL EJÉRCITO DE ÁFRICA. ESPAÑA POR ENCIMA DE TODO. RECIBE EL ENTUSIASTA SALUDO DE ESTAS GUARNICIONES QUE SE UNEN A TI Y A OTROS CAMARADAS DE LA PENÍNSULA EN ESTOS MOMENTOS HISTÓRICOS. FE CIEGA EN NUESTRO TRIUNFO. VIVA ESPAÑA CON HONOR. GENERAL FRANCO. [ 148 ] ​ Después de hacer escala en Agadir y Casablanca , a las cinco de la madrugada del 19 partió para territorio español y, una vez en Tetuán, el avión sobrevoló varias veces su aeródromo hasta que Franco reconoció a uno de los oficiales sublevados. entonces comentó: «Podemos aterrizar, he visto al rubito». Eran las 7:30 horas de la mañana. Una vez en tierra, Franco fue recibido con entusiasmo por los sublevados. Recorrió las calles de Tetuán repletas de gente que gritan «¡Viva España! ¡Viva Franco!» hasta llegar al Alto Comisionado Español donde redactó un discurso que se emitiría por las radios locales en el que daba por hecho el triunfo del golpe de Estado: «España se ha salvado». y termina diciendo: «Fe ciega, no dudar nunca, firme energía sin vacilaciones, porque la Patria lo exige. El movimiento es arrollador y ya no hay fuerza humana para contenerlo». [ 149 ] ​ La noticia de que Franco asumía la dirección de la insurrección en África supuso que, en la Península, oficiales indecisos se sumasen al pronunciamiento. [ 150 ] ​ De los veintiún generales de División, se sublevaron solo cuatro: Franco, Goded, Queipo de Llano, y Cabanellas. En 44 de las 51 guarniciones del Ejército español se produjo algún tipo de rebelión, [ 151 ] ​ llevada a cabo, principalmente, por oficiales adscritos a la Unión Militar Española. El golpe de Estado triunfó de forma casi inmediata en África y en el norte y noroeste peninsular. Franco se encontró con un Ejército sublevado ya triunfante y Mola, con el apoyo de los carlistas, no encontró resistencia en Navarra . Burgos , Salamanca , Zamora , Segovia y Ávila también se sublevaron sin encontrar oposición. Valladolid cayó tras ser arrestado el jefe de la vii región militar, general Molero , por generales rebeldes, y tras aplastar la resistencia de los ferroviarios socialistas. Y en Andalucía: Cádiz cayó al día siguiente del levantamiento con la llegada de fuerzas procedentes de África. y Sevilla , Córdoba y Granada se sumarían al bando sublevado una vez aplastada, de modo sangriento, la resistencia obrera. La clave del éxito o fracaso de la sublevación en las diferentes zonas estuvo marcada por la posición de la Guardia Civil y la Guardia de Asalto . Allí donde estos cuerpos permanecieron al lado de la República la sublevación fracasó y, por el contrario, donde se sumaron a los rebeldes, esta triunfó. [ 152 ] ​ En las grandes ciudades y principales centros industriales fracasó la sublevación. En Madrid , Barcelona , Valencia y Bilbao los obreros se adelantaron al titubeante Gobierno, se apoderaron de las armas y repelieron a los sublevados. Los «milicianos» de Madrid, una vez sofocada la sublevación en la capital, se dirigieron a Toledo para frustrarla allí. El golpe de Estado había parcialmente fracasado y se inició lo que sería la guerra civil . Guerra civil Artículo principal: Guerra Civil Española Franco con Emilio Mola y otros jefes militares sublevados. Tras el golpe de Estado , la geografía española quedó dividida en dos zonas: la que permaneció fiel a la República y la que cayó en manos de los sublevados. Los aproximadamente 130 000 soldados del ejército con plaza en la península y la Guardia Civil , una fuerza de unos 30 000 hombres, se dividieron casi en partes iguales entre sublevados y fieles a la República. Esta igualdad estaba desequilibrada a favor de los sublevados por el ejército de África , perfectamente pertrechado y único del ejército español curtido en el campo de batalla. [ n ] ​ [ 154 ] ​ Los generales sublevados, a pesar de que el golpe fracasó en parte, se mostraron optimistas. Generales como Orgaz se habían aventuraron en la creencia de que el golpe triunfaría en cuestión de horas, a lo sumo días. Mola , con el fracaso en Madrid, pensó que la victoria se retrasaría varias semanas, el tiempo que le llevase concluir con éxito una operación de tenaza con las fuerzas del norte y las tropas de África avanzando sobre la capital. Franco fue uno de los generales que más se acercó a la realidad. aun así fue en exceso optimista conjeturando que su consolidación no llegaría hasta el mes de septiembre: «En septiembre volveremos a las Canarias, felices y contentos, después de obtener un rápido triunfo sobre el comunismo». [ 155 ] ​ La realidad fue que al golpe originó una guerra encarnizada que se prolongaría casi tres años. El Gobierno, con su indecisión ante la sublevación, se vio superado por las fuerzas populares que inmediatamente se enfrentaron a los sublevados. Esta decidida reacción, sorprendiendo a los sublevados, hizo fracasar el golpe en zonas donde estos contaban con su éxito. Este fue el caso de Barcelona, donde fracasó el general Goded , uno de los puntales de la conspiración. El paradójico efecto de la sublevación fue que en las zonas donde fracasó se inició una revolución social , justo lo que se supone que querían evitar los rebeldes al sublevarse. [ 156 ] ​ Manuel Azaña , presidente de la República, cesó a Casares Quiroga y encargó la formación de un nuevo gobierno a Martínez Barrio , que intentó formar un gobierno de concentración excluyendo a la CEDA por la derecha y a los comunistas por la izquierda. Martínez Barrio creyó que todavía era posible evitar la guerra civil y el 19 de julio se puso al habla con el general Mola. Este descartó toda posibilidad de reconciliación: «Ni pactos de Zanjón, ni abrazos de Vergara, ni pensar otra cosa que no sea una victoria aplastante y definitiva». [ 157 ] ​ Barrio diría el 1 de agosto: Simplemente se trata de sustituir la voluntad general del pueblo entero por la de una clase deseosa de perpetuar sus privilegios. Ni amor a España, ni inquietud por el cuerpo de la Patria, ni temores de desmembramiento, no zozobra por el desarrollo de su economía. Nada de lo que se ha dicho y propagado es el verdadero origen de la revuelta. Se disfrazan con frases sonoras para encubrir la turbia e inconfundible realidad. [ 158 ] ​ Mapa de España a los dos meses de iniciada la rebelión militar. Entretanto, el 19 de julio el gobierno republicano despojó a Franco de su rango. [ 159 ] ​ El 27 de julio concedió una entrevista al periodista estadounidense Jay Allen, en la que declaró que «salvaré a España del marxismo a cualquier precio». el periodista le preguntó entonces: «¿significa eso que tendrá que matar a media España?», a lo que respondió «le repito, a cualquier precio». [ 160 ] ​ El ABC de Sevilla, ese mismo agosto, recogía una proclama de Franco: «Este es un movimiento nacional, español y republicano que salvará a España del caos en que se pretendía hundirla. No es el movimiento de defensa de determinadas personas. por el contrario, mira especialmente por el bienestar de las clases obreras y humildes». [ 161 ] ​ Los sublevados pronto se autodenominaron « nacionales » y al levantamiento y posterior guerra civil los calificarían de «Cruzada»: «Está probado hasta la saciedad que nuestra Cruzada fue una lucha clara como la luz entre el cristianismo y el espíritu del mal». [ 162 ] ​ El inicio de la guerra desató los odios incubados durante largo tiempo. En el territorio controlado por la República los revolucionarios se dedicaron al asesinato de todos aquellos que identificaba como enemigos. Los curas y frailes fueron especialmente perseguidos y en las grandes ciudades se generalizaron los paseos . En la zona sublevada, al odio se unió la estrategia. Yagüe , tras tomar Badajoz después de desatar una feroz represión que acabó con la vida de miles de personas, comentaría a un periodista: «Naturalmente que los hemos matado, ¿qué suponía usted? ¿iba a llevar a 4000 prisioneros rojos en mi columna, teniendo que avanzar contra reloj? ¿o iba a dejarlos en retaguardia para que Badajoz fuese roja otra vez?». [ 163 ] ​ Desde el primer día se pudo percibir el odio en las proclamas de los sublevados. Queipo de Llano , el mismo día del golpe, diría a través de Radio Sevilla : «Los moros cortarán la cabeza a los comunistas y violarán a sus mujeres. Los canallas que aún pretendan resistir serán abatidos como perros». [ 164 ] ​ Sin embargo, la relación entre Franco y Queipo era de mutuo rencor, Queipo le detestaba como persona, y Franco desconfiaba de Queipo por su aquiescencia con la República en los primeros momentos. [ 165 ] ​ Inmediatamente iniciada la sublevación comenzaron los juicios sumarísimos y los fusilamientos. Mola ya había mandado instrucciones días antes de la sublevación: «Ha de advertirse a los tímidos y vacilantes, que aquel que no esté con nosotros está contra nosotros, y que como enemigo será tratado. Para los compañeros que no son compañeros, el movimiento triunfante será inexorable». [ 166 ] ​ Los generales Batet , Campins , Romerales , Salcedo , Caridad Pita , Núñez de Prado , así como el contralmirante Azarola y otros son fusilados por no sumarse a la sublevación. Y en la zona republicana, los generales Goded , Fernández Burriel , Fanjul , García-Aldave , Milans del Bosch y Patxot fueron fusilados por sublevarse contra el Estado. [ 158 ] ​ Cuando llegó Franco a Tetuán, su primo hermano y comandante del aeródromo, Puente Bahamonde , estaba en espera de que se tomase la decisión de fusilarlo por haber permanecido al lado de la República. Franco, «fingiendo estar enfermo», cedió el mando para que otro firmase la orden de ejecución. [ 167 ] ​ Mola diría: «Esta es una guerra sin consideraciones. Yo veo en las filas contrarias a mi padre y lo mato». [ 168 ] ​ La guerra civil fue calificada desde el bando sublevado como una «gran cruzada», un enfrentamiento entre «la verdadera España» contra la «anti-España», entre «las fuerzas de la luz» y las «fuerzas de las tinieblas». [ 169 ] ​ Primeros meses de guerra Liberación del Alcázar de Toledo : Heinrich Himmler visitando el Alcázar junto a José Moscardó en octubre de 1940. Inmediatamente llegó a Tetuán, Franco, entre las primeras medidas que tomó, una fue la de procurar la ayuda internacional. Envió a Bolín en el Dragon Rapide a Lisboa para informar a Sanjurjo y posteriormente viajar a Italia para garantizar su apoyo y negociar la compra de aviones. También envió emisarios con la misma misión a la Alemania de Hitler. Otras medidas fueron: subir el sueldo a la Legión para garantizar su fidelidad, la recluta de mercenarios marroquíes y condecorar al visir Sidi Ahmed el Gamnia con la más prestigiosa medalla al valor militar, la Cruz Laureada de San Fernando , para procurarse el beneplácito de Marruecos. [ 170 ] ​ El 20 de julio tiene lugar un acontecimiento crucial en la carrera de Franco hacia la jefatura del Estado. En Estoril se estrella, al intentar despegar, el avión que, conducido por el falangista Ansaldo , trasladaba a Sanjurjo a Pamplona. Sanjurjo, el encargado de capitanear el golpe de Estado, muere carbonizado. [ o ] ​ Entre tanto, Franco se encuentra con dificultades para el traslado de las tropas a la Península. Antes de su llegada a Tetuán, por mar, se había logrado transportar a varios cientos de hombres a Cádiz —tropas que fueron decisivas para la toma de la ciudad— y Algeciras . pero pronto, las tripulaciones se amotinaron y el transporte de tropas se limitó al que permitían pequeñas falucas marroquíes. Casualmente, el general Kindelán , fundador de la aviación española y participante en la sublevación, se encontraba en Cádiz y propuso a Franco el traslado de tropas por aire. Kindelán organizó un puente aéreo que siguió siendo insuficiente para transportar los más de &&&&&&&&&&030000.&&&&&0 30 000 hombres de las tropas africanas. [ p ] ​ El 22 de julio, el marqués de Luca de Tena y el propio Bolín, se entrevistaron con Mussolini en Roma. Pocos días después, el 27 de julio, llegó a España el primer escuadrón de aviones italianos, doce bombarderos Savoia-Marchetti SM.81 Pipistrello . [ 173 ] ​ La ayuda alemana tampoco tardaría en llegar. El 25 de julio, Hitler recibe al grupo enviado por Franco. Las primeras reticencias, al conocer la falta de fondos, se salvaron apelando a la lucha contra el peligro comunista. Al terminar la entrevista, el Führer , bajo el nombre de operación Fuego Mágico ( Unternehmen Zauberfeuer ), decidió duplicar la ayuda enviando veinte aviones en lugar de los diez solicitados (modelo Junkers Ju-52/3m ). [ 174 ] ​ La ayuda se llevó en secreto a través de dos empresas privadas que se crearon para tal fin. Las ayudas de Alemania, como las de Italia, se canalizarían a través de Franco. [ 175 ] ​ Los aviones italianos y alemanes se sumaron al transporte de tropas. No obstante, su capacidad siguió siendo insuficiente. Franco esperó la oportunidad para poder transportar las tropas por mar, tomando la decisión de hacerlo el 5 de agosto cuando se consiguió suficiente cobertura aérea. Ese día, anulando la fuerza aérea italiana la resistencia de la marina republicana, se lograron transportar 8000 soldados en el denominado Convoy de la victoria . Al día siguiente a la cobertura aérea italiana, se sumó Alemania enviando 6 cazas Heinkel He-51 y 95 pilotos y mecánicos voluntarios de la Luftwaffe . «Desde ese día los rebeldes recibieron con regularidad armamento y municiones de Hitler y Mussolini». [ 176 ] ​ Los barcos de transporte rebeldes cruzaron el Estrecho con regularidad y se intensificó el transporte aéreo. En los tres meses siguientes, 868 vuelos transportaron a cerca de &&&&&&&&&&014000.&&&&&0 14 000 hombres, 44 piezas de artillería y 500 toneladas de pertrechos, constituyendo una estrategia militar innovadora que contribuyó a aumentar el prestigio de Franco. [ 177 ] ​ El paso del Estrecho de las tropas africanas causó el desánimo en la zona republicana donde todavía mantenían el recuerdo de la brutal actuación de estas tropas en octubre de 1934 al sofocar la revolución de Asturias. Este traslado de tropas supuso un difícil reto que Franco solventó brillantemente, posibilitando la consolidación de las posiciones rebeldes en el sur. A principios de agosto, la situación en el oeste de Andalucía es suficientemente estable y permite organizar una columna de unos &&&&&&&&&&015000.&&&&&0 15 000 hombres bajo el mando del entonces teniente coronel Yagüe , que el 2 de agosto marcha a través de Extremadura hacia Madrid. En los dos primeros días, logra avanzar 80 kilómetros. «El terror que rodeaba el avance de los moros y los legionarios fue una de las mejores armas de los nacionales en su camino hacia Madrid». [ 178 ] ​ Con la superioridad aérea local que les proporcionaba la aviación italiana y alemana, tomaron con facilidad pueblos y ciudades en su camino desde Sevilla a Badajoz ( El Real de la Jara , Monesterio , Llerena , Zafra , Los Santos de Maimona , Almendralejo , etc.). Se practicó un sistemático exterminio de los milicianos de izquierdas y de todo aquel sospechoso de simpatizar con el Frente Popular . En Almendralejo se fusiló a mil prisioneros, incluidas cien mujeres. [ 179 ] ​ En apenas una semana avanzaron 200 kilómetros. El 7 de agosto, Franco vuela a Sevilla e instala su cuartel general en el lujoso palacio de la marquesa de Yanduri . El 11 de agosto es tomada Mérida y el 15 de agosto, Badajoz . Tras la toma de esta ciudad se produjo lo que se conoce como la masacre de Badajoz , en la que las tropas moras asesinaron a varios miles de personas. Se lograron unir las tropas rebeldes de las dos zonas controladas, norte y sur. Las dificultades que Yagüe encontró para tomar Badajoz hicieron que Italia y Alemania se decidan a incrementar su ayuda a Franco. Mussolini envió un ejército de voluntarios, el Corpo Truppe Volontarie , de unos &&&&&&&&&&012000.&&&&&0 12 000 italianos plenamente motorizado, y Hitler, un escuadrón de profesionales de la Luftwaffe (2JG/88) con alrededor de 24 aviones. El 26 de agosto Franco traslada su cuartel general al palacio de los Golfines de Arriba en Cáceres . [ 180 ] ​ El 3 de septiembre, las tropas de Franco toman Talavera de la Reina . La publicidad de la ferocidad desplegada por las tropas moras en Badajoz provocó que parte de las milicias republicanas y de la población, huyeran de la ciudad antes de presentar batalla. El 20 de septiembre, las columnas llegan a Maqueda , a unos 80 km de Madrid. La decisión de Franco de avanzar por Extremadura, en lugar de hacerlo directamente por Córdoba , había sido cuestionada. pero después de avanzar a un ritmo vertiginoso, más de 500 kilómetros en dos meses, conquistando las principales ciudades del suroeste, su prestigio nuevamente se vio reforzado. Con las tropas en Maqueda, casi a las puertas de Madrid, Franco desvió fuerzas hacia Toledo para liberar el Alcázar . Esta controvertida decisión permitió a los republicanos reforzar las defensas de Madrid, pero personalmente le supuso un gran éxito propagandístico. El Alcázar era un foco de resistencia donde en los primeros días de la sublevación se habían refugiado un millar de guardias civiles y falangistas con sus mujeres e hijos. Estaban ofreciendo una resistencia desesperada. Las tropas de Franco los liberaron el 27 de septiembre, convirtiendo esta liberación en una leyenda y afianzando su posición dentro de los líderes rebeldes. [ 181 ] ​ [ 182 ] ​ Se ha criticado el error estratégico de priorizar Toledo frente a Madrid, pero Franco era plenamente consciente del retraso que supondría tal decisión. [ 183 ] ​ Sin embargo, prefirió asegurarse el golpe de efecto que para su prestigio tendría el rescate del Alcázar, en unos momentos en que se estaba debatiendo la necesidad de una única jefatura militar, a la que Franco aspiraba. Así pues, la decisión fue más política que militar. [ 184 ] ​ Franco comentó al respecto que «cometimos un error militar y lo cometimos deliberadamente. Tomar Toledo exigía que desviáramos nuestras fuerzas de Madrid. Para los nacionales españoles, Toledo representaba un tema político que había que resolver». [ 185 ] ​ Ascenso al poder Véanse también: Nombramiento del generalísimo Franco y Nombramiento del general Franco como Jefe del Gobierno del Estado . Escudo de armas de España (versión burocrática) adoptado por el general Franco en 1938. Sanjurjo había sido elegido por unanimidad para capitanear la sublevación. Con su muerte, la sublevación quedó descabezada, y los fracasos de Goded en Barcelona y Fanjul en Madrid dejaron al general Mola sin competidores en la carrera por dirigir el levantamiento. [ 186 ] ​ El 23 de julio, Mola creó una Junta de Defensa Nacional integrada por siete miembros y encabezada por Miguel Cabanellas (el general más antiguo) en la que no figuraba Franco. Fue el 3 de agosto cuando Franco es incorporado a la Junta. Para entonces, las primeras unidades de África habían cruzado el estrecho y Franco disfrutaba de unas relaciones privilegiadas con Italia y Alemania . [ 187 ] ​ En conversación telefónica, el 11 de agosto, ambos generales valoraron que no era efectivo duplicar los esfuerzos para conseguir la ayuda internacional y Mola cedió a Franco la relación con los que ya eran sus aliados y con ello, el control de los suministros. [ 188 ] ​ A las dificultades que encontró Mola en su avance hacia Madrid (Mola tuvo que distraer tropas para responder al ejército republicano en el norte y su avance se vio frenado en el puerto de Somosierra ) se contrapuso el vertiginoso avance de Franco. Si en los primeros momentos del levantamiento Franco no disponía de posibilidades de liderarlo, ya en septiembre (no habían pasado dos meses) se había convertido en el más sólido candidato para encabezarlo. El 15 de agosto Franco tomó una iniciativa que permite suponer que ya contempla esa posibilidad y que probablemente contribuyó a consolidar su posición. Franco, sin consultar con Mola, en un solemne acto público celebrado en Sevilla, adoptó la bandera roja y gualda. Posteriormente, la Junta de Defensa Nacional, forzada por esta iniciativa, confirmó oficialmente la bandera. Sólo dos semanas antes, Mola había rechazado contundentemente a Juan de Borbón , el heredero de la corona, cuando intentó incorporarse al levantamiento. Franco, con esta iniciativa, se aseguraba así el apoyo de los monárquicos. A finales de agosto, Messerschmidt , representante en España de la operación alemana para enviar los suministros a los rebeldes, se entrevistó con Franco. Inmediatamente después envió el siguiente comunicado a Alemania: 'Excuso decir que todo debe quedar en las manos de Franco para que pueda haber un dirigente que lo mantenga todo unido'. Franco, por entonces disponía de un grupo de militares ( Kindelán , Nicolás Franco , Orgaz , Yagüe y Millán Astray ) dispuestos a maniobrar para elevarlo a comandante en jefe y jefe de Estado . [ 189 ] ​ El 14 de septiembre se celebró en Burgos una reunión de la Junta en la que no se planteó el tema del mando único. El 17 de septiembre Queipo de Llano y Orgaz fueron incorporados a la Junta como vocales. y el 21 de septiembre, convocada por Franco, se reunió nuevamente la Junta, esta vez en Salamanca. En una reunión tensa, Kindelán insistió reiteradamente, con el apoyo de Orgaz, para que se tratase el tema del mando único. La reunión se había iniciado a las 11 de la mañana, se pospuso al mediodía y al reanudarse a las 4 de la tarde, Kindelán insistió: “Si en el plazo de ocho días no se nombra Generalísimo yo me voy”. Kindelán propuso a Franco y contando incluso con la conformidad de Mola, Franco fue nombrado Jefe de los ejércitos , 'Generalísimo'. No contó con el apoyo de Cabanellas que propuso una dirección colegiada y recordó las vacilaciones de Franco para unirse al levantamiento hasta el último momento. La reunión terminó con el compromiso de mantener en silencio la decisión hasta que no se publicase en el decreto. [ 190 ] ​ [ 191 ] ​ Palacio episcopal de Salamanca, sede del Cuartel General del Generalísimo Franco desde de su proclamación como jefe del Estado el 1 de octubre de 1936 hasta su traslado a Burgos Ese mismo día, Franco, retrasando el avance sobre Madrid, decide desviar sus tropas hacia Toledo , una plaza mucho más asequible que la capital, para liberar el Alcázar . [ 192 ] ​ El día 27 el Alcázar es liberado y en Cáceres se celebra una manifestación de exaltación a Franco. [ 193 ] ​ Al día siguiente en Salamanca , el 28 de septiembre, se celebró otra reunión de la Junta de Defensa Nacional. Kindelán llevaba preparado un borrador del decreto por el que se nombraría a Franco Generalísimo de los ejércitos y jefe del Gobierno durante el periodo de guerra. Ante las reticencias del resto de miembros de la Junta a unir el mando militar y el político, Kindelán propuso una pausa para almorzar. y en el transcurso de ésta, presionó junto con Yagüe al resto de miembros del consejo para que apoyasen la propuesta. Reanudada la reunión la propuesta fue aceptada por todos excepto por Cabanellas y con las reticencias de Mola. El consejo quedó con el encargo de redactar el decreto definitivo. [ 194 ] ​ Al salir de la reunión, Franco comentó que «este es el momento más importante de mi vida». [ 195 ] ​ Por su parte, el general Cabanellas comentó a varios miembros de la Junta: Ustedes no saben lo que han hecho porque no lo conocen como yo, que lo tuve a mis órdenes en África como jefe de una de las unidades de la columna a mi mando. y si, como quieren va a dársele en estos momentos España, va a creerse que es suya y no dejará que nadie le sustituya en la guerra, ni después de ella, hasta la muerte. [ 196 ] ​ El decreto fue redactado por el jurista José de Yanguas Messía , y en su primer apartado decía que «en cumplimiento del acuerdo adoptado por la Junta de Defensa Nacional, se nombra Jefe del Gobierno del Estado español al Excelentísimo señor general de División don Francisco Franco Bahamonde, quien asumirá todos los Poderes del nuevo Estado». [ 197 ] ​ Si bien la propuesta de Kindelán contemplaba que el nombramiento fuese durante el periodo de guerra, en el decreto no figuró esa limitación. [ 198 ] ​ Pese a haber sido nombrado 'Jefe del Gobierno', Franco comenzó a referirse a sí mismo como 'Jefe del Estado'. Al día siguiente, los medios de comunicación franquistas daban la noticia de que había sido investido 'jefe de Estado'. y, también ese mismo día, Franco firmó su primera orden como 'jefe de Estado'. [ 199 ] ​ Desde la batalla de Madrid hasta el final de la Guerra Civil Avances de las tropas italianas del CTV durante la batalla de Guadalajara . Una vez autonombrado jefe del Estado, comenzó el culto a su personalidad. Se inició una campaña de propaganda al estilo fascista , [ 200 ] ​ la zona sublevada se inundó de carteles con su efigie, y los periódicos debían encabezarse con el eslogan: “Una Patria, un Estado, un Caudillo”, copiado del Ein Volk, ein Reich, ein Führer de Hitler. [ 201 ] ​ Franco escogió, al igual que Mussolini escogiera “Duce”, la distinción de “Caudillo”. A su paso, en sus discursos y en actos públicos se le aclamaba “¡Franco!, ¡Franco!, ¡Franco!” y se difundió masivamente sus supuestas virtudes: inteligencia, voluntad, justicia, austeridad,... Surgieron sus primeros hagiógrafos calificándolo de “Cruzado de Occidente, Príncipe de los Ejércitos”. [ 202 ] ​ A su dechado de virtudes se le sumaban dotes excepcionales: “Mejor estratega del siglo”. Expresiones, citas, ocurrencias y discursos suyos se repitieron insistentemente en todos los medios de comunicación. Desde entonces, una de sus obsesiones fue la de controlar los medios de comunicación. Por otro lado, el 30 de septiembre, el obispo de Salamanca, Enrique Plá y Deniel , publicó una pastoral titulada Las dos ciudades —en alusión a La ciudad de Dios de san Agustín —, en que por primera vez calificaba de «cruzada» la sublevación. [ 203 ] ​ La investidura como jefe del Estado tuvo lugar el 1 de octubre de 1936 en Burgos, celebrada con una pomposa ceremonia. [ 204 ] ​ El Generalísimo declaró: «señores generales y jefes de la Junta: podéis estar orgullosos, recibísteis una España rota y me entregáis una España unida en un ideal unánime y grandioso. La victoria está de nuestro lado». [ 205 ] ​ Se disolvió la Junta de Defensa Nacional, y se creó una Junta Técnica del Estado presidida por el general Fidel Dávila . A Mola se le dio la jefatura del ejército del norte y a Queipo la del sur, mientras que Cabanellas fue relegado al puesto de inspector del ejército. [ 206 ] ​ Franco envió telegramas a Hitler y Rudolf Hess en los que, en tono cordial, les comunicaba su proclamación. Hitler le respondió a través del diplomático alemán Du Moulin-Eckart , quien se entrevistó con Franco el 6 de octubre, ofreciéndole el apoyo de Alemania , pero retrasando el reconocimiento del gobierno rebelde hasta la previsible toma de Madrid . Du Moulin informó en Berlín de la disposición de Franco: “La amabilidad con la que Franco expresaba su veneración por el Führer y Canciller, su simpatía por Alemania y la delicada efusividad de mi recepción, no permitían ni un momento de duda sobre la sinceridad de su actitud hacia nosotros”. [ 207 ] ​ El 3 de octubre se trasladó a Salamanca ocupando el palacio Episcopal que le ofreció el obispo Pla y Deniel. Una estancia que supone breve, hasta el definitivo traslado a Madrid. El 7 de octubre diría: “Pronto estaré oyendo misa en Madrid”. [ 208 ] ​ Fue entonces cuando estableció una Guardia Mora para su defensa personal. [ 209 ] ​ También desde entonces fue afianzando su posición política, que se fortaleció cuando el 20 de noviembre fue ejecutado en Alicante José Antonio Primo de Rivera, con lo que la Falange quedó en la órbita de Franco. [ 210 ] ​ En esta época aumentó su fervor religioso, oía misa diariamente a primeras horas de la mañana, había tardes en las que rezaba el rosario junto a su esposa Carmen Polo y, a partir de entonces, siempre dispuso de un confesor personal. [ 211 ] ​ [ 212 ] ​ Las dos semanas siguientes a su nombramiento, Franco las dedicó a consolidar su posición de poder, las operaciones militares se retrasaron y hubo que esperar hasta el 18 de octubre para que la ofensiva contra la capital estuviese perfectamente preparada. El 15 de octubre, habían empezado a llegar al puerto de Cartagena las primeras armas soviéticas: 108 bombarderos, 50 tanques y 20 coches blindados que se embarcaron hacia Madrid, proporcionando al ejército de la República una breve igualdad de fuerzas. Desde entonces se iniciaría un nuevo tipo de guerra: hasta entonces, las tropas de África habían avanzado enfrentándose a milicianos mal pertrechados y a componentes de un ejército con escasa experiencia militar. Fue un tipo de guerra parecida a las coloniales que tanto estaban acostumbrados Franco, la Legión y los Regulares. Con la llegada del armamento soviético y la presencia del italiano y alemán, se inició una guerra de frentes en la que este armamento adquirió el protagonismo. No parece que Franco supiera adaptarse a esa nueva circunstancia. [ 213 ] ​ El 6 de noviembre el ejército franquista estaba frente a Madrid preparado para su asalto final. Ese mismo día, el Gobierno de la República había abandonado apresuradamente la capital, y desde el bando franquista, se vaticinaba que en cuestión de horas se presentarían en la Puerta del Sol , centro emblemático de la ciudad. El 8 de noviembre comenzó la batalla de Madrid . Al ejército franquista dirigido por el general Varela se opuso un heterogéneo conglomerado de combatientes bajo la dirección del teniente coronel Vicente Rojo Lluch . Aunque el ejército franquista llegó a atravesar el río Manzanares y a ocupar varios barrios periféricos, finalmente y en combates cuerpo a cuerpo —principalmente en la Ciudad Universitaria—, fue repelido. En días posteriores, al ejército popular se sumaron las Brigadas Internacionales y la columna anarquista Durruti . El 23 de noviembre, ante la imposibilidad de tomar la ciudad, Franco decidió posponer el ataque. La resistencia de Madrid permitió que la República contuviera el avance franquista más de dos años, hasta el 1 de abril de 1939, día en el que Franco se alzaría con la victoria. Consecuencia de esta derrota fue la definitiva internacionalización del conflicto. Ya a finales de octubre, Alemania había enviado al almirante Wilhelm Canaris y al general Hugo Sperrle a Salamanca para que investigasen el porqué de las dificultades que Franco estaba encontrando en la toma de Madrid. El resultado fue que el ministro de la Guerra alemán instó a Sperrle para que comunicara “enérgicamente” a Franco que sus tácticas de combate, 'rutinarias y vacilantes', estaban impidiendo sacar partido a la superioridad aérea y terrestre que mantenía, lo que hacía peligrar las posiciones ganadas. [ 214 ] ​ [ 215 ] ​ Alemania desde ese momento intensificó su ayuda militar bajo la condición, aceptada por Franco, de que las fuerzas alemanas estuviesen bajo el mando de oficiales alemanes. A principios de noviembre la Legión Cóndor ya estaba en España, bajo el mando del general Sperrle. Una de sus primeras misiones, durante la batalla de Madrid , consistió en el bombardeo masivo de sus barrios populares. [ 216 ] ​ también protagonizó el bombardeo de Guernica . Otras fuerzas equipadas con carros de combate, armas motorizadas y bombarderos llegaron a Sevilla y, el 26 de noviembre, desembarcaron en Cádiz unidades compuestas por 6000 hombres, aviones, artillería y vehículos blindados. Mussolini , que también intensificó su ayuda, igualmente achacó a Franco el fracaso de las últimas operaciones y, el 6 de diciembre, nombró unilateralmente al general Roatta jefe de todas las fuerzas armadas italianas que actuaban en España y de aquellas que se sumasen en el futuro. [ 217 ] ​ El Ejército del Frente Popular, paralelamente, se vería reforzado por la ayuda militar soviética. Posteriormente, en enero de 1937, Franco se vio obligado a aceptar un Estado Mayor conjunto italogermano y a incluir en su Estado Mayor a diez oficiales italianos y alemanes. así como asumir las estrategias militares que le marcaron, principalmente, los generales italianos. [ 218 ] ​ Franco fue aceptando muy a regañadientes todas estas imposiciones. Ante las exigencias del teniente coronel italiano Faldella , Franco diría: Al fin y al cabo, se han enviado aquí tropas italianas sin pedir mi autorización. Primero me dijeron que venían compañías de voluntarios para incorporarse a los batallones españoles. Luego me pidieron que formaran por su cuenta batallones independientes y consentí. Después llegaron oficiales de alta graduación y generales para mandarlos, y por fin empezaron a llegar unidades ya constituidas. Ahora usted quiere obligarme a permitir que luchen juntas a las órdenes de del general Roatta, cuando mis planes eran muy diferentes. [ 219 ] ​ Según Preston, «estos comentarios manifestaban no solo el resentimiento de Franco por la ayuda italiana, sino también las limitaciones de su visión estratégica». [ 220 ] ​ La estrategia italiana de lograr una victoria rápida chocó con la de Franco que pretendía un lento avance consolidando perfectamente las posiciones: “En una guerra civil, es preferible una ocupación sistemática del territorio, acompañada por una limpieza necesaria, a una rápida derrota de los ejércitos enemigos que deje al país infectado de adversarios”. [ 221 ] ​ A las críticas alemanas e italianas también se sumaron las de generales que estuvieron muy cerca de él: Kindelán , poco después de terminada la guerra, escribiría a propósito del frente Norte y la toma de Bilbao : El enemigo fue derrotado pero no perseguido. el éxito no se aprovechó, la retirada no se convirtió en desastre. Esto se debió al hecho de que, aunque la concepción táctica era magistral, como lo fue la ejecución, por otro lado, la concepción estratégica fue mucho más modesta. Kindelán, Mis cuadernos de guerra . [ 222 ] ​ Manifestación en la Plaza Mayor de Salamanca para celebrar la toma de Gijón (1937). Unos y otros coincidieron en que Franco, en los momentos cruciales, tomaba las decisiones con lentitud, siendo excesivamente cauteloso. y también, coincidieron en criticar su tendencia a distraer tropas de los objetivos estratégicos importantes. El general Sanjurjo diría de él: “No es que sea un Napoleón ”. [ 223 ] ​ El general alemán Wilhelm Faupel comentó también que «la educación y experiencia militar de Franco no lo hacen apto para la dirección de las operaciones en su presente magnitud». [ 224 ] ​ y el general italiano Roatta escribió en un telegrama a Mussolini que «el Estado Mayor franquista era incapaz de organizar una operación adecuada para una guerra a gran escala». [ 225 ] ​ No obstante, «juzgar a Franco por su capacidad para elaborar una estrategia elegante e incisiva es equivocarse del tema. Logró la victoria en la Guerra Civil del modo y en el tiempo en que quiso y prefirió. Aún más, obtuvo de esa victoria lo que más ansiaba: el poder político para rehacer España a su propia imagen, sin impedimentos por parte sus enemigos en la izquierda y de sus rivales en la derecha». [ 226 ] ​ Tras la ocupación del territorio, las tropas franquistas iniciaron una dura represión, que alarmó incluso a sus aliados italianos y alemanes. Debido a las protestas se cambiaron los asesinatos indiscriminados por las ejecuciones sumarias tras consejos de guerra, lo cual no supuso mucha diferencia. [ 227 ] ​ Ramón Serrano Súñer y Dionisio Ridruejo reconocieron posteriormente que «el Caudillo se las arreglaba para que los indultos de las sentencias de muerte llegaran solo después de que hubieran sido ejecutadas». [ 228 ] ​ En cambio, Franco sí cedió a los ruegos del cardenal Gomá para que cesasen las ejecuciones de sacerdotes católicos vinculados al nacionalismo vasco . [ 229 ] ​ Entre marzo y abril de 1937 se sucedieron la batalla de Guadalajara y el bombardeo de Guernica . La primera fue una iniciativa y desastrosa derrota del Corpo Truppe Volontarie italiano, que pretendía descongestionar el frente de Madrid atacando Guadalajara . Franco permitió la operación con la promesa de un ataque conjunto, pero luego dilató la ayuda a los voluntarios italianos, que tuvieron que retirarse tras sufrir numerosas bajas. La premeditada acción del Generalísimo tuvo una buena dosis de revancha por la arrogancia italiana tras la conquista de Málaga. [ 230 ] ​ El bombardeo de Guernica fue una operación dentro de la ofensiva contra el País Vasco destinada a desmoralizar al enemigo, perpetrada por la Legión Cóndor alemana al mando del coronel Wolfram von Richthofen , mediante un intensivo bombardeo de la localidad de Guernica que destrozó la ciudad y dejó 1645 víctimas civiles. [ 231 ] ​ El ataque a una población indefensa fue un escándalo internacional, y fue inmortalizado por Pablo Picasso en su cuadro Guernica . [ 232 ] ​ En abril de 1937, Franco se dedicó especialmente a afianzar su posición política. El Caudillo, que diría «Esto no es una guerra, es una cruzada», consiguió el apoyo incondicional de la Iglesia española y venció las primeras reticencias del Vaticano , hasta conseguir también su apoyo. [ 233 ] ​ La Iglesia concedió a Franco el privilegio de entrar y salir de las iglesias bajo palio . Tras la caída de Málaga el 7 de febrero de 1937 Franco se hizo con el brazo incorrupto de santa Teresa , que le acompañó durante el resto de su vida. [ 234 ] ​ Finalmente, su régimen fue sancionado mediante una carta pastoral titulada A los obispos de todo el mundo , publicada el 1 de julio de 1937, redactada por el cardenal Gomá y firmada por dos cardenales, seis arzobispos y treinta y cinco obispos. [ 235 ] ​ Franco alejó al heredero de la corona procurando no incomodar a los monárquicos que lo apoyaban: cuando Juan de Borbón intentó de nuevo incorporase al movimiento, diplomáticamente lo puso con los pies en la frontera, aduciendo que sería mejor para el heredero de la corona no tomar partido en la guerra. En una ocasión comentó : «primero, tengo que crear la nación. luego decidiremos si es buena idea nombrar un rey». [ 236 ] ​ Intentó crear un partido político franquista al estilo del creado por el dictador Primo de Rivera apoyándose en miembros de la CEDA , [ 237 ] ​ pero las reticencias de falangistas y carlistas, movimientos que habían adquirido una considerable fuerza desde la sublevación, le hicieron desistir y cambiar de estrategia. Descabezada la Falange tras el fusilamiento de José Antonio Primo de Rivera , Franco se preocupó de silenciar su muerte hasta que encontró la oportunidad de hacerse con su control. Aprovechando un enfrentamiento entre los líderes de la Falange, en abril de 1937 decretó su fusión con los carlistas , se autoproclamó jefe supremo del partido resultante ( Falange Española Tradicionalista y de las Juntas de Ofensiva Nacional Sindicalista ) y prohibió el resto de partidos políticos. Franco ya tenía un ejército y un partido en los que apoyarse para perpetuar su poder una vez terminada la guerra. En el acto de firma del Decreto de Unificación , Franco pronunció su afamado Discurso de Reconstrucción Nacional , en el que informaba a la población de la forma de gobierno que implantaría al finalizar la guerra. Esta locución sería repetida durante años por los medios propagandísticos de la dictadura. Un estado totalitario armonizará en España el funcionamiento de todas las capacidades y energías del país, en el que, dentro de la Unidad Nacional, el trabajo, estimado como el más ineludible de los deberes, será el único exponente de la voluntad popular. Y merced a él, podrá manifestarse el auténtico sentir del pueblo español a través de aquellos órganos naturales que, como la familia, el municipio, la asociación y la corporación, harán cristalizar en realidades nuestro ideal supremo. Franco [ 238 ] ​ Entrada de Franco en San Sebastián (1939). Entre 1937 y 1938 la guerra entró en una etapa de desgaste, en que las fuerzas nacionales fueron ganando terreno paulatinamente. El 3 de junio de 1937 murió el general Mola en un accidente aéreo, con lo que Franco vio reforzada su posición como líder indiscutible del Movimiento. Según el general alemán Faupel, «el Generalísimo indudablemente se siente aliviado por la muerte del general Mola». [ 239 ] ​ Hitler llegó a comentar: «la verdadera tragedia para España fue la muerte de Mola. ahí estaba el auténtico cerebro, el verdadero líder. Franco llegó a la cima como Poncio Pilatos al Credo». [ 239 ] ​ El 19 de junio el ejército nacional entró en Bilbao sin apenas resistencia, haciéndose con la poderosa industria vasca (fábricas, astilleros, altos hornos), con la que reforzaría sus suministros militares. [ 240 ] ​ Franco trasladó entonces su cuartel general al palacio Muguiro , en Burgos. El 26 de agosto tomaron Santander y, ese día, el ejército vasco —que se había trasladado a Cantabria — se rindió a las tropas italianas, bajo la promesa de no ser represaliados. sin embargo, Franco obligó al general italiano Bastico a entregarle los prisioneros, que fueron condenados a muerte. Según Preston , «los italianos quedaron horrorizados por la doblez y crueldad de Franco». [ 241 ] ​ En general, los nacionalistas vascos eran de ideología conservadora y católica, con lo que podrían haber llegado a un entendimiento. la acción de Franco provocó que «los vascos fueran sus enemigos más feroces y eficaces en los últimos años de su dictadura», según el historiador inglés. [ 242 ] ​ Tras la conquista de Vizcaya y Cantabria, los nacionales pasaron a Asturias y, el 21 de octubre, tomaron Gijón y Avilés . En esta fase la aviación del bando sublevado empleó una mezcla de bombas incendiarias y gasolina, en lo que sería una incipiente versión del napalm . [ 243 ] ​ El 30 de enero de 1938 Franco nombró su primer gobierno , que sustituyó a la Junta Técnica del Estado. El hombre fuerte a la sombra del Caudillo sería su cuñado, Ramón Serrano Suñer , como ministro de Gobernación. Fue nombrado vicepresidente y ministro de Asuntos Exteriores el veterano general Francisco Gómez-Jordana , antiguo miembro del directorio militar de Primo de Rivera. Entre el resto de miembros del gabinete destacaban: Fidel Dávila , ministro de Defensa Nacional. Severiano Martínez Anido , como responsable de Orden Público. el carlista conde de Rodezno en la cartera de Justicia. el monárquico Pedro Sáinz Rodríguez en la de Educación. y el falangista Raimundo Fernández Cuesta en la de Agricultura, además de secretario general de FET y de las JONS. [ 244 ] ​ El 9 de marzo de 1938 el nuevo gobierno aprobó una seudoconstitución titulada Fuero del Trabajo , inspirada en la Carta del Lavoro italiana. el nuevo estatuto garantizaba a los españoles «Patria, pan y justicia en un estilo militar y seriamente religioso». [ 245 ] ​ El 18 de julio de 1938, en el segundo aniversario del alzamiento, Franco fue nombrado Capitán General del Ejército y la Armada, un grado reservado anteriormente al rey. A partir de entonces empezó a vestir en ocasiones el uniforme de almirante. [ 246 ] ​ En la fase final de la guerra Franco cometió varios errores estratégicos: [ 247 ] ​ el 4 de abril de 1938 cayó Lérida , con lo que quedaba expedito el camino hacia Barcelona , el principal baluarte republicano después de la capital. sin embargo, Franco decidió seguir hacia Valencia , con lo que la contienda se retrasó varios meses. [ 248 ] ​ En julio se inició la batalla del Ebro , una sangrienta confrontación de cuatro meses que dejó un saldo de 21 500 fallecidos. [ 249 ] ​ pese a su falta de relevancia estratégica, Franco suspendió la campaña de Valencia y puso todo su empeño en aniquilar a las fuerzas republicanas. [ 250 ] ​ Su actitud enfureció a Mussolini, que comentó que «o el hombre no sabe cómo hacer la guerra o no quiere. Los rojos son combativos, Franco no». [ 251 ] ​ El 28 de octubre de 1938 murió su hermano Ramón. cuando se enteró de la noticia, Franco «no demostró el más mínimo atisbo de emoción», según Preston. [ 252 ] ​ En diciembre visitó Galicia, donde las autoridades de La Coruña le agasajaron con el regalo de la finca del Pazo de Meirás . [ 253 ] ​ En 1939 cayeron los últimos reductos republicanos: el 15 de enero, Tarragona . el 26 de enero, Barcelona . el 27 de marzo, Madrid . el 29 de marzo, Albacete , Ciudad Real , Cuenca , Jaén y Sagunto . el 30, Alicante y Valencia . y, el 31, Almería , Murcia y Cartagena . El 1 de abril, Franco dictó el último parte de guerra: «en el día de hoy, cautivo y desarmado el Ejército Rojo, han alcanzado las tropas nacionales sus últimos objetivos militares. La guerra ha terminado». [ 254 ] ​ La dictadura Artículo principal: Dictadura de Francisco Franco Franco con la Laureada de San Fernando, 1950. Concluida la Guerra Civil el 1 de abril de 1939 , se produjo el exilio de cerca de 400 000 españoles al extranjero, de los cuales se calcula que 200 000 permanecieron en un exilio permanente. El 19 de mayo de 1939 se celebró el desfile de la Victoria . 120 000 soldados desfilaron frente a Franco y se le impuso la más alta condecoración militar española: la Gran Cruz Laureada de San Fernando . La principal avenida madrileña, el paseo de la Castellana , fue rebautizada como avenida del Generalísimo Franco. Según el comunicado de prensa, «la entrada del general Franco en Madrid seguirá el ritual observado cuando Alfonso VI, acompañado por el Cid, tomó Toledo en la Edad Media». [ 255 ] ​ La celebración se prolongó el día siguiente con otra ceremonia de carácter religioso celebrada en la iglesia de Santa Bárbara . Franco entró bajo palio , honor reservado al Santísimo Sacramento y a los reyes. Su acto central, en el que depositó la espada de la Victoria a los pies del Gran Cristo de Lepanto, traído ex profeso desde Barcelona , parecía recrear una ceremonia guerrera medieval. [ 256 ] ​ Ya en 1937 se proclamó su autoridad absoluta y se elevó hasta el punto de no responder sino ante Dios y la Historia. [ 257 ] ​ Franco adquirió más poder que ningún otro gobernante en España . [ 258 ] ​ [ 259 ] ​ Poder que fue ampliando mediante sucesivos decretos. Franco mantuvo siempre al gobierno subordinado a sus decisiones. Leyes, decretos, y en general todas las acciones de gobierno y legislativas, fueron fruto de sus decisiones personales. [ 260 ] ​ El 18 de octubre de 1939 Franco se trasladó a Madrid, donde pasó a residir en el palacio de El Pardo . Su sueldo como jefe del Estado se fijó en 700 000 pesetas, sin incluir los que recibía como Capitán General o como jefe nacional de Falange. [ 261 ] ​ Otro homenaje al triunfo franquista fue el monumento construido en el Valle de los Caídos , cerca de El Escorial , anunciado el 1 de abril de 1940. [ 262 ] ​ Franco frustró desde el principio los anhelos de los monárquicos de restaurar a Alfonso XIII. poco antes de morir, el ex monarca comentó que «elegí a Franco cuando no era nadie. Él me ha traicionado y engañado a cada paso». [ 263 ] ​ Instauró un régimen autárquico que pasó desde el totalitarismo de carácter fascista a la dictadura autoritaria. La ausencia de un ideario definido le permitió transitar de unas fórmulas dictatoriales a otras, rozando el fascismo en los cuarenta y a las dictaduras desarrollistas en los sesenta . [ 264 ] ​ La característica principal de su régimen fue el enorme peso del ejército en las funciones políticas. [ 265 ] ​ También se apoyó en diferentes estamentos que se dio en llamar “familias”: los militares, la Iglesia, la Falange tradicionalista como partido único y sectores monárquicos y conservadores. Grupos con diferentes intereses y en casos contrapuestos que Franco supo manejar apoyándose unas veces en unos, otras veces en otros, según sus intereses del momento. Según el historiador Preston, «su modo de gobierno sería el de un gobernador militar colonial plenipotenciario». [ 266 ] ​ La ideología del franquismo se ha definido como nacionalcatolicismo , destacando su nacionalismo centralista y la influencia de la Iglesia en la política y demás ámbitos de la sociedad . [ 267 ] ​ Aunque 'política e ideológicamente Franco se define sobre todo por rasgos negativos: antiliberalismo, antimasónico, antimarxista, etc', [ 268 ] ​ en su rudimentaria ideología destacaba una mentalidad cuartelaria que trasladó a los diferentes ámbitos de la sociedad española. [ 269 ] ​ Desde su posición de poder absoluto intentó controlar todas las esferas de la vida española. Mediante la censura, la propaganda y la educación se puso en marcha una de las hagiografías más alucinantes que ha conocido la historia contemporánea. Un hombre corriente, aunque habilísimo y tenaz para aprovechar con el mayor rendimiento sus circunstancias particulares fue revestido de unos loores completamente desorbitados y, sin embargo, para muchos de sus seguidores ha sido no ya un gobernante excepcional sino el más grande de los últimos siglos : [ 270 ] ​ [ 271 ] ​ Todos los españoles tenemos que meditar sobre este discurso. Hay en él tanta profundidad de ideas. Tantas y tan admirables anticipaciones propias de un espíritu ungido por Dios para conseguir la grandeza de un pueblo, tantas perspectivas luminosas abiertas a nuestro futuro, que lo juzgamos de una inmensa trascendencia para España .[...] Franco, que ganó la guerra con la espada, nos gana la paz con su certera visión de estadista y su esfuerzo permanente lleno de amor sin límites por la Patria querida. ABC, Madrid, 2 de enero de 1940. [ 268 ] ​ En 1939 con la ley de Responsabilidades Políticas se empezó a purgar a los trabajadores de la cultura, especialmente a los periodistas . Todos los directores de los periódicos y revistas fueron nombrados por el Estado y tenían que ser falangistas . [ 272 ] ​ Franco llegó a identificar el destino de España con el suyo propio, a juicio del general Kindelán , el que más obrara para su nombramiento como jefe del Estado, Franco estaba “atacado por el mal de altura ”. [ 273 ] ​ [ 274 ] ​ En julio de 1939 Franco destituyó a Queipo de Llano —su principal rival en el bando nacional— de la jefatura militar de Andalucía, donde se había convertido prácticamente en un virrey. Queipo, que detestaba a Franco —le había puesto el apodo de ' Paca la culona '—, lideraba la postura militar de oposición a la creciente fuerza de la Falange, y había empezado a tramar un complot contra el Caudillo. [ 275 ] ​ La posguerra: la represión y los «años del hambre» Artículo principal: Posguerra española Franco en Reus , en 1940 . En las cárceles de Franco en la posguerra llegaron a hacinarse más de 270 000 [ 276 ] ​ personas en condiciones infrahumanas, y a las 50 000 ejecuciones que se estiman habría que sumar las muertes de aquellos que fallecieron en las cárceles por causa de estas condiciones. [ q ] ​ «Los avances en la comprensión de la represión como un fenómeno de más amplio alcance que las ejecuciones y los asesinatos van haciendo cada vez más inteligible la nueva realidad social que se fue configurando en torno al régimen». [ 278 ] ​ Se mataba para eliminar a los peligrosos o potencialmente peligrosos, pero también se mataba pensando en los que sobrevivían. La población se constituye en carne de laboratorio para un proyecto totalitario de doctrina militarista, fascista y clerical. Hombres y mujeres serán sometidos a un proceso de trituración de la personalidad con el objeto de hacer posible su posterior reeducación en la doctrina victoriosa. Mirta Núñez Díaz-Balart . [ 279 ] ​ La represión se ejerció en muchos ámbitos, no sólo fueron las ejecuciones y largas condenas de cárcel, se creó una sociedad donde los vencidos estaban excluidos de la vida política, cultural, intelectual y social. [ 272 ] ​ Se formaron también «brigadas penales» y «batallones de castigo» sometidos a trabajos forzados —como en el Valle de los Caídos—, que en numerosas ocasiones sirvieron de mano de obra gratis para numerosas empresas que se aprovecharon de sus servicios. [ 280 ] ​ También hay que añadir la represión económica: «durante la primera etapa del régimen en virtud del favoritismo con que actuaba el Estado en favor de los vencedores o penando a los vencidos. En ese sentido puede decirse que en este terreno hubo, por así decirlo, un botín de guerra». [ 264 ] ​ La corrupción y el amiguismo vinieron a empeorar las condiciones de vida de la posguerra [ 281 ] ​ y la desnutrición y las enfermedades provocaron al menos 200 000 muertes por encima de la tasa de mortalidad anterior a la guerra. [ 282 ] ​ Según Jorge Semprún , «la represión franquista, que fue brutal, no se puede comparar con las represiones estalinistas», [ 283 ] ​ ni tampoco fue tan brutal como la de Hitler. Sin embargo, cualquier otra comparación sirve para descubrir la desmedida represión que ejerció finalizada la guerra. Las 50 000 ejecuciones del franquismo no admiten comparación con los centenares de ejecuciones que se produjeron tras la Segunda Guerra Mundial en Francia , Alemania o Italia . [ 284 ] ​ El nivel económico tras la guerra era de una penuria total, provocado por la casi aniquilación de la agricultura, que trajo una gran escasez de grano, así como la falta de combustible, que imposibilitaba el reparto de productos básicos entre la población. El 8 de octubre de 1939 se promulgó un plan de reactivación económica titulado Fundamentos y directivas de un Plan para la reorganización de nuestra economía en armonía con nuestra reconstrucción nacional , el cual, debido a su carácter autárquico, provocó aún más penuria, ya que reducía las importanciones y restringía la llegada de crédito internacional, además de mantener la peseta a un tipo de cambio sobrevalorado. [ 285 ] ​ Los llamados «años del hambre» estuvieron marcados por el racionamiento y el mercado negro (el estraperlo ), así como la corrupción institucionalizada. La penuria económica provocó el aumento de la prostitución y la mendicidad, así como de las enfermedades epidémicas. [ 286 ] ​ Más de 400.000 presos políticos fueron utilizados como mano de obra esclava. Según el historiador Javier Rodrigo « Buena parte de las políticas de construcción de la postguerra están hechas con mano de obra forzosa de prisioneros de guerra. Estos prisioneros provienen de campos de concentración que nacen con la lógica de superponer una política de violencia represiva, de transformación y de reeducación a esta lógica del aniquilamiento y la eliminación directa ». [ 287 ] ​ Segunda Guerra Mundial. La etapa fascista Artículo principal: España en la Segunda Guerra Mundial Franco junto a Heinrich Himmler , durante su visita a España (octubre de 1940). La primera etapa de la dictadura franquista se caracterizó por su acercamiento al fascismo italiano y al nacionalsocialismo alemán y por las personales aspiraciones imperialistas de Franco: [ 288 ] ​ [ 289 ] ​ [ 290 ] ​ Hemos hecho un alto en la batalla, pero solamente un alto en la batalla. No hemos acabado nuestra empresa. No se ha derramado sangre de nuestros hermanos para volver a los tiempos blanduchos que nos trajeron los tristes días de Cuba y Filipinas . No queremos volver al siglo XIX. Hemos derramado la sangre de nuestros muertos para hacer una nación y forjar un imperio. Franco en el 4º aniversario del alzamiento , 17 de julio de 1940. [ 291 ] ​ El 27 de marzo de 1939 Franco había firmado el pacto Antikomintern junto a Hitler y Mussolini y, el 31 de marzo, el tratado de amistad hispanoalemana. El 8 de mayo Franco sacó a España de la Sociedad de Naciones y, ese verano, programó dos visitas, una a Mussolini en Italia y otra a Hitler en Berlín , visitas que se pospusieron por el estallido de la Guerra. Hitler le expresó a Franco sus deseos de sumarse al Eje, pero Franco le planteó que España necesitaba tiempo para recuperarse militar y económicamente, y remodeló su gobierno incorporando a él falangistas y simpatizantes del Eje. El 9 de agosto de 1939 se constituyó el Segundo Gobierno de Francisco Franco , en el que fue nombrado ministro de Asuntos Exteriores Juan Luis Beigbeder , un defensor del Eje, sustituyendo al anglófilo Gómez-Jordana. [ 292 ] ​ Hitler diría que, junto a Mussolini, Franco era el único aliado seguro. Declarada la guerra, Franco lamentó que se hubiese declarado demasiado pronto y adoptó una posición de neutralidad ante la invasión de Polonia , haciendo un llamamiento a la neutralidad a las grandes potencias. 'Era evidente que sus llamamientos a la paz trataban de ayudar al Eje, y hacer más difícil a las demás potencias la intervención en defensa de Polonia'. [ 293 ] ​ Posteriormente, cuando en junio de 1940 Italia entra en guerra al lado de Alemania, a instancias de Mussolini, Franco cambia su declaración de neutralidad por la de no-beligerancia. [ 294 ] ​ Aprovechando la coyuntura, el 14 de junio de 1940 España ocupó Tánger . [ 295 ] ​ Más tarde, con motivo de la caída de Francia, Franco felicitó a Hitler: Querido Führer: En el momento en que los ejércitos alemanes bajo su dirección están conduciendo la mayor batalla de la historia a un final victorioso, me gustaría expresarle mi admiración y entusiasmo y el de mi pueblo, que observa con profunda emoción el glorioso curso de la lucha que ellos consideran propia. [...] No necesito asegurarle lo grande que es mi deseo de no permanecer al margen de sus cuitas y lo grande que es para mi satisfacción al presentarle en toda ocasión servicios que usted estima como valiosos. Carta de Franco enviada Hitler el 3 de junio con motivo de la caída de Francia. [ 296 ] ​ Gran Cruz de la Orden del Águila Alemana (en la imagen la Encomienda), que Hitler concedió a Franco el 18 de julio de 1940. Se trataba de la más alta condecoración del Tercer Reich que se podía conceder a un extranjero. Cuando el embajador alemán le impuso la medalla el 6 de septiembre, Franco emocionado habló de su fe en 'el triunfo de nuestros ideales comunes'. [ 297 ] ​ En un principio Hitler desestimó el ofrecimiento de Franco, pero las dificultades que encontró en su guerra contra Inglaterra le hicieron pensar en la conveniencia de que España se incorporara al conflicto. El 8 de agosto de 1940, Berlín elaboró un informe sobre los costes y beneficios de la entrada de España en la guerra. España, sin la ayuda de Alemania difícilmente soportaría el esfuerzo bélico. Con esta previsión, la ventaja se centraba en la supresión de las exportaciones españolas de minerales a Inglaterra, el acceso de Alemania a minas de hierro y cobre de propiedad inglesa en España y el control del estrecho de Gibraltar . Los inconvenientes serían: una previsible ocupación inglesa de las islas Canarias y Baleares, la ampliación de Gibraltar, la posible conexión de las fuerzas británicas con las francesas en Marruecos y la necesidad de abastecer a España de productos de primera necesidad y combustible (ya que España se abastecía en terceros países de estas materias). también, la necesidad de rearmarla, añadiendo las dificultades que las carreteras estrechas y el diferente ancho de vía supondrían para el transporte de material bélico. [ 298 ] ​ Un segundo estudio pormenorizado de la ayuda que España necesitaría para entrar en la guerra desanimó a los alemanes. Ese verano existieron numerosos contactos entre España y Alemania. El entusiasmo que mostró Franco ante la entrada de España en la guerra, que con el posterior reparto de África colmaría sus ambiciones imperialistas, contrastó con el escepticismo mostrado por Alemania. [ 299 ] ​ Las ambiciones de Franco respecto a sus ganancias en la guerra eran el Marruecos francés, una parte de Argelia y la ampliación del Sahara español y del territorio de Guinea Ecuatorial . [ 300 ] ​ También se habló en Hendaya de entregar a España la Cataluña francesa . [ 301 ] ​ Había también voces en el ala dura de Falange que pedían la anexión de Portugal . [ 302 ] ​ Sin embargo, estas ambiciones chocaron con las alemanas, que, a cambio de su ayuda militar, exigían la entrega de una de las islas Canarias , Fernando Poo y Annobón , a cambio del Marruecos francés. [ 303 ] ​ Pese a estas desavenencias, en una carta de Franco a Serrano Súñer en septiembre de 1940 expresaba que «creía ciegamente en la victoria del Eje y estaba completamente decidido a entrar en la guerra». [ 304 ] ​ El 16 de octubre de 1940 Franco nombró su tercer gobierno, en el que Serrano Súñer sustituía en Asuntos Exteriores a Beigbeder, considerado aliadófilo. [ 305 ] ​ Collar de la Suprema Orden de la Santísima Anunciación concedido a Franco por el rey de Italia a propuesta de Mussolini y que le fue impuesto por el enviado especial del Duce el 11 de octubre de 1940. [ 306 ] ​ El 23 de octubre de 1940 se produjo la Entrevista de Hendaya entre Hitler y Franco. Según Preston, «Franco acudió al histórico encuentro con Hitler en Hendaya con la esperanza de obtener una adecuada recompensa a sus reiteradas ofertas de unirse al Eje. Posteriormente sus propagandistas afirmarían que Franco contuvo brillantemente a las hordas nazis en Hendaya manteniendo a raya a un Hitler amenazador. De hecho, el examen del encuentro no indica una presión desmesurada por parte de Hitler a favor de la beligerancia española». [ 307 ] ​ Serrano Súñer comentaría que, ante las expectativas de poder anexionarse Marruecos , Franco estaba como «un niño ilusionado, encariñado con lo que había sido su deseo de siempre: el mundo en el que se había formado como gran jefe militar». [ 308 ] ​ El encuentro se prolongó durante varias horas. Las exigencias coloniales de Franco, que chocaban con otros intereses de Hitler, no fueron atendidas por éste. y Hitler no consiguió flexibilidad por parte de Franco en sus pretensiones. Ambos comentarían la reunión en tono despectivo. Hitler diría que «con estos tipos no hay nada que hacer» y que preferiría que le sacasen tres o cuatro muelas antes que volver a conversar con Franco, a quien tildó de «latino charlatán». Más tarde comentaría a Mussolini que Franco «había llegado a Generalísimo y jefe del Estado español solo por accidente. No era un hombre que estuviera a la altura de los problemas de desarrollo político y material de su país». [ 309 ] ​ Goebbels anotó en su diario que «el Führer no tiene buena opinión de España y de Franco. [...] No están en absoluto preparados para la guerra, son hidalgos de un imperio que ya no existe». [ 310 ] ​ Por su parte, Franco comentaría a Serrano Suñer que: «Es intolerable esta gente. quieren que entremos en guerra a cambio de nada». [ 311 ] ​ Pese a todo se estableció un protocolo que «constituía un compromiso formal por parte de España para entrar en guerra al lado del Eje». [ 312 ] ​ Según Preston, en noviembre de 1940 Franco «tomó varias iniciativas peligrosas e innecesarias, que sólo pueden interpretarse como indicio de su disposición a entrar en la guerra del lado del Eje». [ 310 ] ​ Incluso se trazó un plan para la toma de Gibraltar , denominado Operación Félix , que finalmente no se ejecutó por la reticencia española de entrar en guerra antes de estar preparada. [ 313 ] ​ Sin embargo, la situación económica española era desesperada, lo que obligó al Caudillo a recabar ayuda de Estados Unidos , mediante unos envíos de trigo efectuados a través de la Cruz Roja . Estos envíos estaban sujetos al mantenimiento de la neutralidad por parte de España. [ 314 ] ​ Franco comenzó entonces a jugar a dos bandas. [ 315 ] ​ Despliegue previsto para la Operación Félix . [ 316 ] ​ [ 317 ] ​ Entre los últimos meses de 1940 y los primeros de 1941 Franco escribió un guion de cine titulado Raza , bajo el seudónimo de Jaime de Andrade, un relato de inspiración autobiográfica teñido de romanticismo, que fue llevado al cine por José Luis Sáenz de Heredia . [ 318 ] ​ Según Preston, «la elección del título reflejaba la fascinación de Franco por el nazismo». [ 319 ] ​ El 12 de febrero de 1941 tuvo lugar la entrevista de Bordighera entre Franco y Mussolini, solicitada por Hitler para pedir a España su entrada en la guerra. sin embargo, de nuevo no se llegó a un entendimiento entre las reivindicaciones de unos y de otros. [ 320 ] ​ Para los alemanes, el encuentro fue la negativa definitiva de Franco a entrar en guerra y, aunque había voces solicitando la intervención directa alemana en España, esta resultaba imposible ante la urgencia de ayudar a las tropas italianas en los Balcanes . [ 321 ] ​ Aun así, el temor de un desembarco inglés en España hizo a los alemanes trazar un plan que cubriese esa eventualidad, denominado Operación Isabella , en abril de 1941. [ 322 ] ​ En mayo de 1941, la rivalidad entre la cúpula militar y la Falange, así como los rumores sobre la creciente ambición de Serrano Súñer, provocó algunos cambios en el gobierno por parte de Franco: fue nombrado ministro de la Gobernación el coronel Valentín Galarza , y entró en el gobierno como subsecretario de Presidencia el capitán de navío Luis Carrero Blanco , quien sería su más fiel colaborador en el futuro. [ 323 ] ​ Serrano Súñer amenazó con dimitir como ministro de Asuntos Exteriores, pero finalmente permaneció en su cargo, aunque en una posición relegada. [ 324 ] ​ En el verano de 1941 Franco todavía confiaba plenamente en la victoria del Eje: Yo quisiera llevar a todos los rincones de España la inquietud de estos momentos, en que con la suerte de Europa se debate la de nuestra nación, y no porque tenga dudas de los resultados de la contienda. La suerte está echada. En nuestros campos se dieron y ganaron las primeras batallas.[...] Se ha planteado mal la guerra y los aliados la han perdido. Discurso ante el Consejo Nacional de FET, 17 de junio de 1941. [ 325 ] ​ Visita de Francisco Franco a Barcelona (1942). El 22 de junio de 1941 Alemania invadió la Unión Soviética. Pese a la neutralidad española, se formó un cuerpo de voluntarios falangistas, la División Azul , comandada por el general Agustín Muñoz Grandes , que fue enviada a Rusia bajo comandancia nazi. [ 321 ] ​ La campaña rusa disparó de nuevo el optimismo por la victoria del Eje y, el 2 de julio, Serrano Súñer declaró al diario Die Deutsche Allgemeine Zeitung que España pasaba de la «no beligerancia» a la «beligerancia moral». [ 326 ] ​ El 17 de julio, Franco pronunció ante el Consejo Nacional de Falange un ferviente y agresivo discurso alabando al ejército nazi y reprochando a las potencias democráticas los intentos de chantaje a España para comprar su neutralidad con productos básicos. [ 327 ] ​ Esto alarmó a los aliados, hasta tal punto que los británicos comenzaron a hacer planes para ocupar las islas Canarias . [ 328 ] ​ También provocó que varios altos mandos militares ( Orgaz , Kindelán , Saliquet , Solchaga , Aranda , Varela y Vigón ), la mayoría de ellos monárquicos, empezasen a urdir planes para derrocar a Franco. [ 329 ] ​ Pese a todo, las crecientes dificultades económicas y los primeros reveses sufridos por Alemania en Rusia y el norte de África hicieron a Franco mantener la prudencia, haciéndole renunciar a sus sueños imperiales y a pensar sobre todo en su permanencia en el poder. [ 330 ] ​ Durante 1942 Franco siguió jugando a dos bandas, aunque todavía era fiel al Eje y confiaba en su victoria. Según Preston, «mostraría la habilidad instintiva del que camina por la cuerda floja». [ 331 ] ​ A finales de aquel año relevó de la jefatura de la División Azul a Muñoz Grandes, un filonazi del que se rumoreaba que Hitler quería ponerlo en el lugar del Caudillo. fue sustituido por Emilio Esteban Infantes . [ 332 ] ​ [ 333 ] ​ En agosto de ese año tuvo lugar una de las crisis políticas más graves de su mandato: tras el atentado de Begoña , en el que un falangista lanzó una bomba contra un grupo de carlistas y monárquicos —punto culminante de un largo enfrentamiento entre el Ejército y la Falange—, dimitió el ministro del Ejército, José Enrique Varela , y Franco procedió a una remodelación de su gobierno, en la que cesó al ministro de la Gobernación, Valentín Galarza —que había secundado a Varela— y, en contrapartida, cesó igualmente al falangista Serrano Súñer, que cada vez hacía más sombra al Caudillo. Serrano fue sustituido por Gómez-Jordana , Varela por Carlos Asensio Cabanillas y Galarza por Blas Pérez González , que se convertiría en uno de los más fieles colaboradores de Franco. Por otro lado, el propio Franco asumió la presidencia de la Junta Política de Falange. [ 334 ] ​ Según Preston, «para Franco, Begoña fue el paso a la mayoría de edad política. Nunca más sería tan dependiente de un hombre como lo había sido de Serrano Súñer». [ 335 ] ​ En los siguientes años de la contienda mundial Franco continuó con su diplomacia dual, para la que concibió su teoría de las «dos guerras»: según él, había una guerra entre las potencias europeas, ante la que se declaraba neutral, y otra contra el bolchevismo, ante la que era beligerante. [ 336 ] ​ El 17 de marzo de 1943 inauguró unas Cortes hechas a su medida, con un tercio de los diputados nombrados por él, otro tercio por los sindicatos falangistas y otro establecido con miembros de oficio (ministros, alcaldes, rectores universitarios, etc.). [ 337 ] ​ En la fase final de la guerra se fue decantando cada vez más hacia los aliados, aunque siguió prestando ayuda a los alemanes hasta el final, especialmente en la exportación de volframio . [ 338 ] ​ También se mantuvieron en suelo español puestos de observación, instalaciones de radar y estaciones de interceptación radiofónica alemanes. [ 339 ] ​ A causa de estos factores, junto al internamiento de barcos italianos en puertos españoles y la presencia de la División Azul en la Unión Soviética, en febrero de 1944 Estados Unidos decidió interrumpir la exportación de petróleo a España. [ 340 ] ​ Sin embargo, la prensa española no difundió los motivos del embargo, haciendo creer que los aliados querían romper la neutralidad española, hecho que fortaleció la imagen interior de Franco. [ 341 ] ​ Pese a todo, en mayo se llegó a un acuerdo por el que se levantaba el embargo a cambio de la disminución de la exportación de volframio a Alemania. [ 342 ] ​ A la muerte de Gómez-Jordana en agosto de 1944 fue sustituido por José Félix Lequerica , un notorio filonazi, lo que resintió las relaciones con los aliados. [ 343 ] ​ En octubre de 1944 se produjo la invasión del Valle de Arán por parte de tropas republicanas, que fue rechazada por el general Yagüe. [ 344 ] ​ En marzo de 1945 debió hacer frente a otro intento de restauración monárquica, tras el Manifiesto de Lausana publicado por Juan de Borbón. [ 345 ] ​ Varios destacados monárquicos dimitieron de su cargo, como el duque de Alba , embajador en Londres, y el general Alfonso de Orleans , jefe de la Región Aérea del Estrecho. [ 345 ] ​ En aquella ocasión, Franco comentó a Kindelán: «mientras yo viva, nunca seré una reina madre». [ 345 ] ​ Para contentar al sector monárquico, en abril de 1945 anunció la creación de un Consejo del Reino para preparar su sucesión. También promulgó una seudoconstitución llamada Fuero de los Españoles . [ 346 ] ​ Con el fin de la guerra y la derrota de Alemania e Italia se desvanecieron las aspiraciones imperialistas de Franco y su intento fascista . Según el historiador Reig Tapia , «si bien el naciente régimen político franquista asumió plenamente la decisión de crear ex novo un estado totalitario alternativo al liberal-democrático, al igual que sus aliados naturales: el fascismo italiano y el nacionalsocialismo alemán, no pudo consumar su sueño, y la derrota de Hitler y Mussolini primero, el aislamiento internacional y la guerra fría después, le obligaron a renunciar a sus objetivos forzándole a renunciar al 'ideal totalitario' en beneficio del 'autoritarismo pragmático'». [ 347 ] ​ Franco y los judíos Artículo principal: Franco y los judíos Llegada de Franco a la basílica de Santa María de San Sebastián en 1941. Según el historiador Gonzalo Álvarez Chillida , el general Franco fue ' filosefardí desde sus años en la guerra de Marruecos ', como lo prueba el artículo 'Xauen la triste' publicado en la Revista de tropas coloniales en 1926, cuando tenía treinta y tres años y acababa de ser ascendido a general de Brigada . En el artículo resaltaba las virtudes de los judíos sefardíes con los que había tratado – y con los que trabó cierta amistad: alguno de ellos le ayudó activamente en el alzamiento de 1936 - que contrastaba con el 'salvajismo' de los 'moros'. En su guion de la película Raza (1942) aparece un episodio en el que se refleja este filosefardismo . El protagonista visita con su familia la sinagoga de Santa María la Blanca de Toledo y allí dice: « Judíos, moros y cristianos aquí estuvieron y al contacto con España se purificaron ». «Para Franco, como vemos, la superioridad de la nación española se manifestaba en su capacidad de purificar hasta a los judíos, convirtiéndolos en sefardíes, bien diferentes de sus demás correligionarios», afirma Álvarez Chillida. El filosefardismo de Franco se ha intentado explicar por sus supuestos orígenes judeoconversos —que algunos han relacionado incluso con su devoción a Santa Teresa de Jesús , de familia conversa— pero no hay ninguna prueba al respecto —al parecer el nazi Reinhard Heydrich ordenó una investigación sobre la cuestión sin ningún resultado—. De todas formas el filosefardismo del general Franco no afectó a su política de mantener España libre de judíos, salvo en sus territorios africanos. [ 348 ] ​ «Franco era mucho menos antisemita que muchos de sus compañeros de armas, como Mola , Queipo de Llano o Carrero Blanco , y ello influyó sin duda en la política de su régimen respecto de los judíos», afirma Álvarez Chillida. En sus discursos y declaraciones durante la guerra civil no utilizó ninguna expresión antisemita. Aparecieron por primera vez tras la victoria en la guerra, concretamente en el discurso que pronunció el 19 de mayo de 1939 tras el desfile de la Victoria : [ 349 ] ​ « No nos hagamos ilusiones: el espíritu judaico que permitía la gran alianza del gran capital con el marxismo , que sabe tanto de pactos con la revolución antiespañola , no se extirpa en un solo día y aletea en el fondo de muchas conciencias ». En su discurso de fin de año, cuando Hitler acababa de barrer del mapa a Polonia y estaba internando en guetos a los judíos polacos, se mostró comprensivo con « los motivos que han llevado a distintas naciones a combatir y a alejar de sus actividades a aquellas razas en que la codicia y el interés es el estigma que las caracteriza, ya que su predominio en la sociedad es causa de perturbación y peligro para el logro de su destino histórico. Nosotros, que por la gracia de Dios y la clara visión de los Reyes Católicos, hace siglos nos libramos de tan pesada carga… ». Una posición que mantuvo incluso después de que comenzaran los reveses para los nazis en la guerra. [ 350 ] ​ Así en abril de 1943, tras la derrota alemana de Stalingrado , el Generalísimo escribió al papa Pío XII : [ 351 ] ​ Se mueven, entre bastidores, la masonería internacional y el judaísmo imponiendo a sus afiliados la ejecución de un programa de odio contra nuestra civilización católica, en el que Europa constituye el baluarte principal por considerársele el baluarte de nuestra fe Sin embargo, las manifestaciones más antisemitas del general Franco datan de dos artículos que en 1949 y 1950 escribió para el diario Arriba firmados con el seudónimo de Jakin Boor, en los que vincula a los judíos con la masonería y los califica de « fanáticos deicidas » y « ejército de especuladores acostumbrados a quebrantar o a bordear la ley ». Según Álvarez Chillida, esos artículos responden al voto en la ONU de Israel contrario al levantamiento de las sanciones internacionales contra España acordadas en 1946. [ 352 ] ​ En el artículo titulado «Acciones asesinas» publicado el 16 de julio de 1950 el general Franco da plena credibilidad al libelo antisemita Protocolos de los Sabios de Sión gracias a los cuales, según él, se ha podido conocer la conspiración del judaísmo « para apoderarse de los resortes de la sociedad ». [ 353 ] ​ La España de la posguerra mundial Franco dando un discurso en Éibar en 1949 . En el encuentro de Hendaya Franco había adquirido el compromiso de adherirse al Eje, compromiso que dejaba en manos de España la fecha de esa adhesión que nunca se materializaría. [ 354 ] ​ Los requerimientos de Hitler para su incorporación nunca fueron atendidos. «Alemania pidió la intermediación de Italia. Franco se entrevistó con Mussolini en Bordighera el 12 de febrero de 1941. la entrevista fue muy cordial. Mussolini entendió los argumentos españoles y salió con la certeza de que Franco no podía ni quería ir a la guerra». [ 355 ] ​ No obstante, Franco, sin alterar su declaración de no-beligerancia, prestó apoyo a Alemania . Los submarinos alemanes utilizaron los puertos españoles como base para sus reparaciones y abastecimiento, lo que les permitió extender su radio de acción. También los aviones alemanes utilizaron los aeropuertos españoles con los mismos fines, quedando demostrado por el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas que operaron desde ellos en misiones contra la flota aliada. [ 356 ] ​ Y en junio de 1941, tras una beligerante campaña de prensa, se creó la División Azul que lucharía junto a Alemania en el frente soviético hasta 1944. Con la evolución de la guerra, ante la inminente derrota del Eje , la primera evolución del franquismo fue su 'desfascistización'. En 1943 la delegación nacional de Propaganda daba instrucciones muy concretas: Como norma general deberá tenerse en cuenta la siguiente: en ningún caso, bajo ningún pretexto, tanto en artículos de colaboración como en editoriales y comentarios…, se hará referencia a textos, idearios ejemplos extranjeros al referirse a las características y fundamentos políticos de nuestro movimiento. El Estado español se asienta exclusivamente sobre principios, normas políticas y bases filosóficas estrictamente nacionales. No se tolerará en ningún caso la comparación de nuestro Estado con otros que pudieran parecer similares, ni menos aún extraer consecuencias de pretendidas adaptaciones ideológicas extranjeras a nuestra Patria. La España franquista en sus documentos . [ 357 ] ​ Aunque no cesó la colaboración, el Régimen se fue alejando paulatinamente del Eje y, con la caída del Tercer Reich , se enviaron directrices para que la derrota se viese como el triunfo del Régimen. Según estas directrices, España se había mantenido alejada de la guerra y siempre estuvo preocupada por la paz . [ 358 ] ​ En el plano internacional, «Franco iniciaría en el otoño de 1944 una operación de cosmética política que daría al Régimen una fachada más aceptable». [ 359 ] ​ El 3 de noviembre, Franco declararía a la agencia de noticias United Press que España nunca había sido nazi o fascista. En 1945, la recién creada ONU rechazó el ingreso de España y, al año siguiente, recomendó a sus miembros la retirada de sus embajadores: «No hay lugar en las Naciones Unidas para un gobierno fundado sobre principios fascistas». [ 360 ] ​ Franco respondió convocando una gran manifestación en la plaza de Oriente de apoyo al Régimen, como haría en sucesivas ocasiones en las que la presión internacional le obligaría a mostrar un respaldo. El pueblo español sufrió las consecuencias del aislamiento que le impusieron al régimen naciones como Francia , Gran Bretaña y Estados Unidos , que no veían con buenos ojos la pervivencia de un régimen fascista en Europa. Sólo la Argentina de Perón firmó un tratado de relaciones comerciales en enero de 1947, ratificado con la visita de Evita , la Primera Dama, en junio del mismo año. [ 361 ] ​ Durante estos años Franco lidió con diversos frentes abiertos: la oposición monárquica en el interior, la de exiliados republicanos en el exterior y la de las potencias aliadas en torno a la ONU. También debió enfrentarse a los guerrilleros del maquis , activos hasta 1951. [ 362 ] ​ Su estrategia fue cimentar su respaldo basándose en tres ejes principales: la Iglesia, el Ejército y la Falange. junto a ello, confiaba en que la situación geopolítica de España en el marco de la nueva situación internacional que cristalizó en la Guerra Fría le permitiría mantener su régimen. [ 363 ] ​ Para mantener el respaldo interior creó la imagen de una España asediada por la «ofensiva masónica», que necesitaba más que nunca mantener el orden y la unidad. [ 364 ] ​ En agosto de 1945 comentó a su hermano Nicolás: «si las cosas andan mal, yo terminaré como Mussolini, porque resistiré hasta derramar mi última gota de sangre. Yo no me fugaré como hizo Alfonso XIII». [ 365 ] ​ Franco ligó además su destino al de España: según Preston, «al pretender que el aislamiento internacional estaba dirigido contra España y no contra su persona, Franco dejaba de ser la causa de los males del país para convertirse en el campeón que la defendía de sus enemigos ancestrales». [ 366 ] ​ Esta postura provocó además que la dura situación económica en la que estaba sumida el país, a causa principalmente de la política autárquica del gobierno, fuese achacada al «bloqueo internacional». [ 367 ] ​ En julio de 1945 renovó su gobierno, del que salieron los miembros más vinculados al Eje: Lequerica fue sustituido en Asuntos Exteriores por Alberto Martín-Artajo , y Asensio por Fidel Dávila como ministro del Ejército. se suprimió la cartera de ministro secretario general del Movimiento. [ 23 ] ​ De forma paralela, en agosto de 1945 se formó un gobierno en el exilio presidido por José Giral . [ 368 ] ​ En septiembre de 1945, ante la presión británica, Franco retiró las tropas españolas de Tánger . también se abolió el saludo fascista. [ 369 ] ​ En diciembre de ese año, Estados Unidos retiró a su embajador, que no sería reemplazado hasta 1951. [ 370 ] ​ Por su parte, en febrero de 1946 Francia cerró la frontera con España y rompió las relaciones económicas entre ambos países. [ 371 ] ​ Durante estos años el régimen franquista prestó auxilio a numerosos prófugos nazis, fascistas y colaboracionistas de Vichy, como el general belga de las SS Léon Degrelle , el general italiano Gambara o el alemán Otto Skorzeny . [ 372 ] ​ En un informe publicado por un subcomité de la ONU el 31 de mayo de 1946, se especificaba que el régimen franquista había nacido gracias a la ayuda prestada por el Eje, que era de carácter fascista, que había colaborado con el Eje durante la Segunda Guerra Mundial y posteriormente dando refugio a criminales de guerra, y que practicaba una dura represión contra sus adversarios internos. concluía además que «representaba una amenaza potencial para la paz y la seguridad internacionales». [ 366 ] ​ El 7 de junio de 1947 se aprobó la Ley de Sucesión en la Jefatura del Estado , por la que España se constituía en Reino, correspondiendo la jefatura del Estado a Francisco Franco, que se reservaba el derecho de nombrar sucesor. La nueva ley fue ratificada en referéndum el 7 de junio, y entró en vigor el 26 de julio. [ 373 ] ​ Don Juan de Borbón reaccionó con el Manifiesto de Estoril , que denunciaba la ilegalidad de la nueva ley. según Preston, «con aquello don Juan se había eliminado a sí mismo como posible sucesor del Caudillo». [ 374 ] ​ Una prueba de la nueva condición regia del Caudillo fue que empezó a otorgar títulos nobiliarios. [ 375 ] ​ Pese a todo, el 25 de agosto de 1948 Franco se encontró con don Juan a bordo del yate Azor , recalado en el golfo de Vizcaya . En esta reunión se decidió que el hijo de don Juan, Juan Carlos , de diez años, sería educado en España, a donde se trasladó el 9 de noviembre de 1948. [ 376 ] ​ Esta situación terminó, en parte, durante la Guerra Fría , cuando las necesidades geoestratégicas de Estados Unidos le hicieron colaborar con España. Estados Unidos intentó incluir a España en el Tratado del Atlántico Norte (OTAN) y ante la oposición de países europeos, principalmente el Reino Unido, reconduce su estrategia que acabará con la firma de un tratado bilateral. El Reino Unido tuvo una decisiva influencia en el mantenimiento del cerco diplomático. Como representante más cualificado de los gobiernos europeos, y con el visto bueno de Francia y otros países, presionó a Estados Unidos para que supeditara la política española al conjunto de la política hacia Europa occidental. […] Si se incluía a la España franquista [en el bloque atlántico] esta política se convertiría en sinónimo de anti comunismo, una opción demasiado vinculada a actitudes conservadoras que restaría apoyo social. Franco, como símbolo del fascismo, no podía ser incluido sin poner en peligro el soporte social y liberal. Florentino Portero y Rosa Pardo, 2007, [ 377 ] ​ [ 378 ] ​ Años 50. Del aislamiento a la apertura internacional Inauguración del INIA por Franco (1954). Los años 1950 se iniciaron con un feliz acontecimiento, la boda de su hija Carmen con Cristóbal Martínez-Bordiú , marqués de Villaverde , el 10 de abril de 1950. Fue una ceremonia regia, celebrada en la capilla de El Pardo, con cientos de invitados. [ 379 ] ​ En la nueva década, el clima propiciado por la Guerra Fría propició el acercamiento del régimen franquista con las potencias occidentales, especialmente Estados Unidos , cuyo gobierno estaba preocupado a principios de los 50 por el anuncio de la bomba atómica soviética y el triunfo del maoísmo en China . [ 380 ] ​ En junio de 1950 se inició la Guerra de Corea , para la que Franco ofreció su ayuda al presidente Truman . [ 381 ] ​ El 4 de noviembre de 1950, la Asamblea General de la ONU votó a fovor de derogar la resolución de 1946 que exhortaba a las naciones a romper relaciones diplomáticas con España. [ 382 ] ​ Así, el 27 de diciembre Estados Unidos envió a su nuevo embajador, Stanton Griffis. [ 383 ] ​ En el interior, empezaron a surgir crecientes protestas por la situación económica y el coste de la vida. Una de las primeras pruebas de fuego del régimen fue la huelga de tranvías de Barcelona de 1951 , que fue duramente reprimida. [ 384 ] ​ El 18 de julio de 1951, Franco remodeló su gobierno : Luis Carrero Blanco fue ascendido a ministro de la Presidencia, Joaquín Ruiz-Giménez fue nombrado ministro de Educación, Agustín Muñoz Grandes ministro del Ejército, Manuel Arburúa se hizo cargo de la cartera de Comercio, Joaquín Planell de la de Industria, y Gabriel Arias-Salgado se puso al frente del recién creado Ministerio de Información y Turismo. [ 385 ] ​ El nuevo gobierno inició una tímida apertura de la economía al exterior, en un proceso gradual que «señalaría el comienzo de un creciente distanciamiento entre Franco y su régimen», según Preston. [ 386 ] ​ El Caudillo cada vez se alejaría más de la política activa y se centraría en los actos protocolarios como jefe de Estado, al tiempo que se volcaría más en sus aficiones, especialmente la caza y la pesca. [ 387 ] ​ El 27 de agosto de 1953 se firmó el Concordato con el Vaticano , que afianzó la apertura internacional de España. Poco después, el papa Pío XII condecoró a Franco con la Suprema Orden de Cristo . [ 388 ] ​ Pero la principal alianza fue la forjada con Estados Unidos gracias a los Pactos de Madrid de 1953 , firmados el 26 de septiembre. [ 389 ] ​ En virtud del acuerdo, los norteamericanos instalaron en territorio español cuatro grandes bases militares, tres aéreas ( Morón , Zaragoza y Torrejón de Ardoz ) y una naval ( Rota ). Por su parte, España recibió 226 millones de dólares en ayuda militar y tecnológica. [ 390 ] ​ Franco junto al presidente estadounidense Eisenhower, en la visita de este último a España en diciembre de 1959 . En 1954 fue nombrado doctor honoris causa en Derecho por la Universidad de Salamanca . [ 391 ] ​ Ese año se celebraron elecciones municipales restringidas en Madrid, las primeras desde la Guerra Civil. [ 392 ] ​ El 29 de diciembre de 1954 tuvo un nuevo encuentro con Juan de Borbón en la finca Las Cabezas, en Navalmoral de la Mata . Franco exigió que el príncipe Juan Carlos recibiera formación militar y una educación basada en los principios del Movimiento, bajo la coacción de ser apartados de la línea sucesoria, a lo que don Juan accedió. [ 393 ] ​ En 1956 entró en el gobierno como secretario técnico de la Presidencia Laureano López Rodó , quien sería uno de los principales artífices de la modernización del aparato estatal y de la liberalización de la economía, además del proyecto sucesorio en la figura del príncipe Juan Carlos. [ 394 ] ​ El 22 de febrero de 1957 hubo un trascendental cambio de gobierno que supuso la llegada al poder de los llamados « tecnócratas » —la mayoría vinculados al Opus Dei —, encargados de liberalizar la economía: Camilo Alonso Vega fue nombrado ministro de Gobernación, Antonio Barroso del Ejército, Fernando María Castiella se hizo cargo de Exteriores, Mariano Navarro Rubio de Hacienda y Alberto Ullastres de Comercio. [ 395 ] ​ También se creó una Oficina de Coordinación y Planificación Económica, dirigida por López Rodó, [ 396 ] ​ que se encargó junto a los ministerios económicos de impulsar la economía, que se concretaría en el Plan de Estabilización de 1959 . [ 397 ] ​ Por otro lado, en 1958 se promulgó la Ley de Principios del Movimiento Nacional , que supuso la desvinculación del régimen con la Falange. [ 398 ] ​ En el ámbito exterior, el 7 de abril de 1956 España concedió la independencia al Protectorado español de Marruecos . [ 399 ] ​ Posteriormente, entre 1957 y 1958 se produjo la Guerra de Ifni entre España y Marruecos, en disputa por las últimas colonias españolas en el África Occidental Española . España entregó a Marruecos la zona de Cabo Juby , y mantuvo la provincia de Ifni hasta 1969 y el Sahara español hasta 1976. [ 400 ] ​ El 1 de abril de 1959 se inauguró el Valle de los Caídos , el gran monumento del régimen. En una ceremonia fastuosa, Franco pronunció un discurso revanchista, señalando que habían obligado al enemigo a «morder el polvo de la derrota». [ 401 ] ​ También señaló entonces que deseaba ser enterrado allí. El 21 de diciembre de ese año Franco recibió la visita del presidente Dwight D. Eisenhower , lo que supuso un espaldarazo a su posición internacional. [ 402 ] ​ Años 60. Reformas políticas y desarrollo económico Franco, con la Cruz Laureada de San Fernando , en 1969. En la década de 1960 las reformas económicas de los «tecnócratas» tuvieron éxito, lo que afianzó su posición y supuso un paulatino desplazamiento del poder de los falangistas, que implicó a su vez una mayor desvinculación del Caudillo de los asuntos cotidianos. [ 403 ] ​ En mayo de 1961, en un viaje a Andalucía, el gobernador civil de Sevilla , Hermenegildo Altozano, llevó a Franco a ver un barrio de chabolas, ante el que quedó horrorizado, clara muestra de su desconocimiento de la realidad del país. [ 404 ] ​ En la Nochebuena de 1961 tuvo un accidente de caza, cuando explotó su escopeta probablemente por la utilización de un cartucho de calibre inadecuado, con el resultado de unas fracturas en el dedo índice y el segundo metacarpiano de la mano izquierda. [ 405 ] ​ A pesar de ello, continuó practicando la caza, aunque empezaba a notar síntomas cada vez más de cansancio, por lo que empezó a practicar la costumbre tan española de la siesta. [ 406 ] ​ En 1962, coincidiendo con una oleada de huelgas mineras en Asturias , se produjo una intensificación de los sentimientos antifranquistas en toda Europa, que se concretaron en el IV Congreso del Movimiento Europeo celebrado en Múnich entre el 5 y el 8 de junio, una reunión bautizada por el diario Arriba como el « Contubernio de Múnich ». El congreso reunió una amplia amalgama de la oposición al régimen, incluso sectores monárquicos y católicos, lo que fue visto por Franco como una traición, por lo que suspendió las garantías del Fuero de los Españoles y envió al exilio a personajes como Dionisio Ridruejo y José María Gil-Robles , que habían participado en el congreso. [ 407 ] ​ El 10 de julio de 1962 remodeló el gobierno : nombró por primera vez un vicepresidente, Agustín Muñoz Grandes . entró Gregorio López Bravo —miembro del Opus Dei— como ministro de Industria, que con la permanencia de Ullastres y Navarro Rubio consolidó el gobierno tecnócrata. de igual filiación fueron Manuel Lora Tamayo , ministro de Educación, y Jesús Romeo Gorría en Trabajo. Arias-Salgado fue sustituido en Información por Manuel Fraga Iribarne , de origen falangista. [ 408 ] ​ Desde entonces Franco actuó más como jefe de Estado que del gobierno, ofreciendo audiencias, recibiendo a dignatarios extranjeros, entregando premios y medallas o inaugurando obras públicas. [ 409 ] ​ El rechazo internacional al régimen se puso de nuevo de manifiesto en 1963 con el juicio y ejecución del dirigente comunista Julián Grimau . [ 410 ] ​ El hecho coincidió con la creciente hostilidad del Vaticano hacia el franquismo, en un tiempo en que se celebraba el Concilio Vaticano II . el 11 de abril de 1963 el papa Juan XXIII promulgó la encíclica Pacem in terris , que exhortaba a la defensa de los derechos humanos y la libertad política y de expresión. [ 411 ] ​ La respuesta del régimen fue la creación el 31 de mayo del Tribunal de Orden Público, por el cual los condenados eran juzgados por lo civil y no militarmente, pasando a ser ajusticiados por garrote vil en vez de fusilados, como pasó cuatro meses después con dos presos anarquistas, Francisco Granados Gata y Joaquín Delgado Martínez. [ 412 ] ​ Placa en unas viviendas de 1965 en Estepona : los 25 Años de Paz. En 1964 se celebraron fastuosamente los Veinticinco Años de Paz , con una serie de actos organizados por Manuel Fraga, que comenzaron con un Te Deum en el Valle de los Caídos. También se estrenó la película Franco, ese hombre , dirigida por José Luis Sáenz de Heredia , que sin embargo no agradó especialmente al Caudillo, que comentó «demasiados desfiles». [ 413 ] ​ Ese año Franco comenzó a mostrar los primeros síntomas de la enfermedad de Parkinson , que se mostraban en temblor de las manos, rigidez corporal, vacía expresión facial y fallos de concentración y memoria. [ 414 ] ​ Al año siguiente se produjeron disturbios en las universidades de Madrid y Barcelona, por los que fueron expulsados de sus cátedras profesores como Enrique Tierno Galván , Agustín García Calvo y José Luis López Aranguren . [ 415 ] ​ También efectuó de nuevo una remodelación ministerial , programada prácticamente por Carrero Blanco: Navarro Rubio fue sustituido en Hacienda por Juan José Espinosa San Martín , Ullastres en Comercio por Faustino García-Moncó , Federico Silva Muñoz fue nombrado ministro de Obras Públicas, y Laureano López Rodó pasó a ser ministro sin cartera . [ 416 ] ​ En 1966 se promulgó la Ley de Prensa redactada por Fraga, que supuso la finalización de la censura previa, aunque incidía en los periodistas y redactores la responsabilidad por lo que escribiesen. [ 417 ] ​ Ese año se presentó en las Cortes la Ley Orgánica del Estado : «se decidió que no hubiera debate sobre la compleja ley. Sería sometida primero a las Cortes y luego al pueblo español sin examen público de sus ventajas y desventajas ni demasiadas explicaciones». [ 418 ] ​ El 14 de diciembre se votó en referéndum con una participación del 88% y tan solo un 1,81% de votos negativos —aunque hubo sospechas de fraude, ya que en algunas localidades votó un 120% de la población, lo que fue achacado a «transeúntes»—. [ 419 ] ​ Producto de la Ley Orgánica, un tercio de los procuradores de las Cortes fueron elegidos por «cabezas de familia» en votaciones que simulaban un proceso democrático. «No se trataba de una liberalización significativa: todos los procuradores eran miembros del Movimiento y cerca de la mitad eran funcionarios del Estado. En cualquier caso, Franco no dejó de señalar a uno de sus ministros. Las Cortes no eran soberanas. Solo el Caudillo podía sancionar las leyes». [ 420 ] ​ En 1967 Carrero Blanco sucedió a Muñoz Grandes como vicepresidente del gobierno. [ 421 ] ​ Franco, durante la segunda mitad de los 60, recibió presiones de su entorno —en forma de reiteradas sugerencias— para que nombrara sucesor. Franco mostraba ya una creciente decrepitud y se temía por la continuidad del Régimen. En ese tiempo surgieron varios candidatos, entre ellos Juan de Borbón, que intentó, en diversas comunicaciones con Franco, hacer valer su legitimidad. Juan Carlos fue el candidato elegido, ya que se había mostrado «gris» en sus opiniones: «Juan Carlos era dolorosamente consciente desde hacía mucho tiempo de su estrecho margen de maniobra». [ 422 ] ​ El entorno de Franco lo consideraba débil de carácter y sin capacidades políticas para tomar decisiones que lo pudieran enfrentar a las instituciones del Régimen. Estimaron que con su elección, al menos durante un tiempo, la continuidad del Régimen estaría asegurada. Cuando en enero de 1969 Franco le comunicó su decisión de nombrarlo sucesor, Juan Carlos se preocupó de consultar con su consejero, Torcuato Fernández Miranda , que «le garantizó que serían perfectamente posibles nuevas reformas una vez hubiese heredado plenamente la estructura legal del Estado franquista». [ 423 ] ​ Fernández Miranda, con Juan Carlos ya como jefe de Estado, diseñó la autodefenestración del Régimen, contribuyendo activamente a ella desde su puesto de presidente de las Cortes, al que accedió por designación del rey. Franco, por fin, en julio de 1969, presentó al consejo del Reino y a las Cortes a Juan Carlos como sucesor, con el título de príncipe de España . Juan Carlos juró fidelidad a los principios del Movimiento, [ 424 ] ​ y la designación fue aprobada por las Cortes sin apenas oposición: 419 votos a favor y 19 en contra. [ 425 ] ​ En su locución de Navidad de ese año, Franco pronunció por primera vez su famosa frase «todo ha quedado atado y bien atado». [ 426 ] ​ En el último año de la década Franco procedió de nuevo a una reforma gubernamental : Gregorio López Bravo pasó a Exteriores, Torcuato Fernández Miranda fue nombrado ministro secretario general del Movimiento, José María López de Letona entró en Industria, Alberto Monreal Luque en Economía, Enrique Fontana Codina en Comercio, Camilo Alonso Vega fue sustituido en Gobernación por Tomás Garicano Goñi , y Fraga Iribarne fue reemplazado por Alfredo Sánchez Bella en Información. [ 427 ] ​ La práctica totalidad del nuevo gobierno eran conservadores católicos vinculados al Opus Dei, por lo que fue apodado el «gobierno monocolor». [ 428 ] ​ Ello provocó fricciones en el seno del franquismo entre los llamados «inmovilistas», vinculados a la extrema derecha —también conocidos como « el búnker »—, que no querían cambios y abogaban por la sucesión en la persona de Alfonso de Borbón y Dampierre —futuro marido de la nieta de Franco, Carmen Martínez-Bordiú —. los «continuistas», agrupados con los tecnócratas y partidarios de la monarquía de Juan Carlos. y los «aperturistas», partidarios de efectuar reformas políticas, liderados por Manuel Fraga. En el extremo más duro se encontraba el grupo ultraderechista Fuerza Nueva , dirigido por Blas Piñar , y el grupo parapolicial Guerrilleros de Cristo Rey . [ 429 ] ​ El milagro económico español Artículo principal: Milagro económico español El SEAT 600 , símbolo de los años del desarrollismo económico. España se caracterizó en la década de los 60 por el fuerte crecimiento de su economía, lo que se dio en llamar el «milagro económico español». Durante esa década España creció a un ritmo del 7%. [ 430 ] ​ Las raíces de esta expansión económica habría que buscarlas en la década de los 50. El modelo autárquico impuesto por Franco había colocado a España al borde de la bancarrota. Durante esa década, aun con las reticencias y la oposición de los sectores falangistas del Régimen y del propio Franco, se produjo una lenta liberalización de la economía. [ 431 ] ​ [ 432 ] ​ También las ayudas norteamericanas, tras la firma del tratado bilateral, tuvieron los efectos de paliar esa crítica situación económica. [ 433 ] ​ El periodo que desde el final de la II Guerra Mundial incluye estas décadas, fueron años decisivos para Europa: se emprendió la reconstrucción que culminó con su unificación, proceso del que estuvo excluida España, pero que no evitó que se viese favorecida por el fuerte y sostenido crecimiento económico que generó. «El contexto económico internacional fue, en este sentido, decisivo». [ 434 ] ​ Placa del ministerio de la vivienda. Durante la época franquista se promocionó la construcción de casas baratas . España, en los años 50, no se sumó plenamente al avance económico que experimentaron los países de su entorno [ 435 ] ​ hasta que con el progresivo desplazamiento de los falangistas del gobierno y el acceso de los llamados «tecnócratas» —su núcleo principal, miembros del Opus Dei —, con una mejor formación técnica en economía, se materializara el alejamiento del modelo autárquico. En 1959, el Plan de Estabilización , con la supervisión del FMI y la OCDE , significó el definitivo lanzamiento de la economía española. España, a cambio de recibir ayudas financieras, envió un memorando al FMI en el que se comprometía a «adoptar las medidas necesarias para situar a la economía española en condiciones de solvencia y estabilidad económica». [ 436 ] ​ [ 437 ] ​ La reacción fue inmediata y durante toda la década de los 60 se creció a un ritmo medio del 7%, solamente superado por Japón . España partía de un suelo muy bajo, era uno de los países más pobres de Europa, junto a Grecia y Portugal, con una renta per cápita inferior a la de algunos países latinoamericanos, [ 438 ] ​ y las claves de su crecimiento estuvieron relacionadas con la expansión económica de los países de su entorno: la entrada de capital extranjero, la afluencia del turismo y las remesas procedentes de la emigración (la emigración permanente superó los 800 000 españoles, a los que deben sumarse otros tantos emigrantes temporales). [ 439 ] ​ [ 440 ] ​ Este desarrollo, en cierto modo desordenado, y la afluencia de gente del campo a la ciudad, propició la gran expansión del chabolismo que rodeó a las grandes ciudades. Las altas tasas de crecimiento económico no vinieron acompañadas de la consecuente creación de empleo —la necesidad de industrialización del país, primó el aumento del factor capital frente al factor trabajo—, fue la emigración a Europa lo que evitó que la escasa capacidad de crear empleo no se tradujese en un aumento de las tasas de paro. [ 441 ] ​ Franco y su esposa Carmen Polo de Franco c. 1960, presumiblemente. Aunque parte de los recursos generados para modernizar la economía fueron a parar a manos de personas cercanas al poder, lo que generó un desequilibrio en la distribución de la riqueza, esto no logró evitar que gran parte de la población experimentase una mejora en su calidad de vida. [ 442 ] ​ Paralelo al desarrollo económico vino la modernización de la sociedad, se pasó de una sociedad agraria a una industrial, con avances en la educación, alcanzándose una tasa de escolarización del 90% y reduciéndose el nivel de analfabetismo. Otro avance fue la tímida incorporación de la mujer al trabajo y a los estudios. [ 443 ] ​ Se produjo un aumento del bienestar, una mejora en las infraestructuras del país y, también, el contacto con el exterior propició la extensión de hábitos y costumbres más liberales: la minifalda, el pelo largo masculino, la ropa desenfadada, el biquini, la música pop y rock. También se experimentó un cambio en la sexualidad: la venta de píldoras anticonceptivas superó el millón de unidades en 1967. [ 444 ] ​ En esta década se extendió la movilización social. Creció la militancia obrera, agrupada, principalmente, en torno a Comisiones Obreras , que surgió no como un sindicato, sino como una plataforma sindical, impulsada por el Partido Comunista Español , que, con una estructura clandestina, utilizó las estructuras del sindicato vertical para llevar las reivindicaciones a la calle, procurando la movilización de masas. otras centrales sindicales también comenzaron a mostrarse activas, como USO y UGT . [ 445 ] ​ «La movilización reivindicativa de la clase obrera durante la década de los 60 fue, sin duda, el mayor desafío que tuvo que afrontar el régimen de Franco. [...] La constitución de las Comisiones Obreras como movimiento de ámbito nacional es indisoluble de esa lenta transformación antifranquista del nuevo movimiento obrero español, gracias a la acción conjunta de militantes comunistas y de católicos progresistas». [ 446 ] ​ La universidad dejó de ser un feudo del SEU, el sindicato falangista. En el curso 1955-1956 se crearon las agrupaciones de estudiantes Frente de Liberación Popular (el Felipe), de adscripción comunista, y la Asociación Socialista Universitaria (ASU) auspiciada por el PSOE . Y Durante los años siguientes las universidades serán escenario también del activismo contra el régimen de Franco. «No cabe duda que la acción reivindicativa de segmentos significativos de la clase obrera española fue una condición necesaria para la consecución de mejoras sustanciales en el nivel de vida y las condiciones laborales». [ 447 ] ​ La represión ejercida por Franco tras ganar la guerra hizo innecesarias las mejoras laborales. Si en el resto de Europa, desde 1942, se venía trabajando para conseguir mecanismos e instituciones que universalizaran la protección social, en España no fue hasta 1963, con la promulgación de la Ley de Bases de la Seguridad Social , cuando se comenzó a «forjar una nueva configuración de las prestaciones sociales en España, dentro de un auténtico sistema de seguridad social». [ 448 ] ​ Aun con la inexistencia de una reforma fiscal que la dotara de medios y la ineficacia en la gestión de recursos, la puesta en marcha de la Seguridad Social supuso un importante avance en protección social, permitiendo que, en 1973, cuatro de cada cinco españoles tuvieran cobertura sanitaria. [ 449 ] ​ Franco, durante esta década de logros económicos, resultó «intocable» para las diferentes facciones que formaban el conglomerado franquista. [ 450 ] ​ No resultaba así en el exterior: la Comunidad Económica Europea se negó a iniciar conversaciones para la entrada de España en la comunidad, algo que Franco achacó a las fuerzas hostiles contra España. [ 451 ] ​ Como también achacó a esas supuestas fuerzas hostiles las movilizaciones obreras y estudiantiles. Últimos años. El tardofranquismo Reproducir contenido multimedia Documental británico de 1971 sobre la España de Franco. Incluye el desfile de la Victoria de 1970 o 1971, la disolución de una manifestación de estudiantes de la Universidad de Madrid por la Policía Armada a caballo con motivo del juicio de Burgos y el nombramiento del príncipe Juan Carlos como sucesor de Franco en la sesión de las Cortes franquistas celebrada en julio de 1969 (Duración: 10 minutos). A principios de los años 70 el Régimen se dividía en «continuistas» e «inmovilistas». Entre las acciones de los inmovilistas estuvo el intento de sustituir en la sucesión a Juan Carlos de Borbón por Alfonso de Borbón , prometido de la nieta de Franco con la que posteriormente se casaría. [ 452 ] ​ Desde el movimiento se instó a los gobernadores provinciales a que restaran importancia a las visitas de Juan Carlos y destacaran las de Alfonso de Borbón. En ese tiempo, desde el interior del Régimen ya se tomaban posiciones para el momento posterior a su muerte. [ 453 ] ​ En septiembre de 1970 Franco recibió la visita de Nixon y Kissinger , una visita que reforzaba la imagen del dictador fuera y dentro de España y que marcó el punto de máxima tolerancia de las democracias occidentales con el franquismo. [ 454 ] ​ Dos meses después de la visita, el proceso de Burgos , que terminó condenando a la pena de muerte a seis miembros de ETA , hizo retroceder treinta años la situación de España en el mundo. [ 455 ] ​ El 17 de diciembre, convocada por el « búnker », una multitud se concentró en la plaza de Oriente de Madrid. En ella pudo verse a Franco saludando desde el balcón muy debilitado físicamente, a causa del Parkinson . La excusa de la manifestación era contestar a las críticas que se multiplicaban en el exterior y a la contestación interior de la oposición democrática. pero, realmente, fue una demostración de capacidad de convocatoria del «búnker» en sus intentos de desplazar de los puestos de poder a tecnócratas y continuistas. [ 456 ] ​ La imagen de Franco aclamado por la multitud y su deterioro físico tuvieron el efecto en la oposición democrática de no intentar precipitar su caída y, en el «búnker», el de aceptar que «mientras Franco viviera, contra él no iría nada». [ 457 ] ​ Las sentencias de muerte fueron finalmente conmutadas. Franco, muy reticente a conmutarlas, atendió en última instancia la insistencia, principalmente, de López Rodó y Carrero Blanco , preocupados por las seguras repercusiones internacionales —también le escribió su hermano Nicolás pidiéndole que las conmutara—. Franco, en el discurso de aquel fin de año, justificó las protestas internacionales con su fijación persecutoria: «La paz y el orden de que hemos disfrutado durante más de treinta años han despertado el odio en las potencias que siempre han sido el enemigo de la prosperidad de nuestro pueblo». [ 458 ] ​ En el interior, el proceso de Burgos tuvo el efecto de unir a las fuerzas de oposición democrática, que ampliaron su área de influencia. La Iglesia comenzó a mostrarse crítica, y los más aperturistas del franquismo vieron al Régimen como un «barco que se estaba hundiendo». [ 458 ] ​ En los años 70 se generalizaron las movilizaciones obrera y estudiantil iniciadas ya en los 60. Sectores como la Democracia Cristiana, hasta entonces cercanos al Régimen, se posicionan frente a él. desde el propio falangismo surgieron grupos de oposición. en el ejército, una asociación clandestina, la UMD , desafió la disciplina militar para hacer también oposición. y, su mayor aliada, la Iglesia, se mostraba dividida. El Vaticano ya había dado muestras de alejamiento del régimen de Franco y, durante esos años, se sucedieron las muestras de desaprobación. En el interior, el cardenal primado Vicente Enrique y Tarancón se mostró especialmente beligerante. Para completar una situación insostenible, ETA y otros grupos terroristas adquirieron una fortaleza creciente, multiplicando sus acciones. Franco se enfrentó a estas tensiones iniciando un giro hacia posiciones inmovilistas. [ 459 ] ​ El 1 de octubre de 1971, en la celebración del aniversario de su nombramiento como jefe de Estado, con nuevas concentraciones en la plaza de Oriente, Franco dejó claras sus intenciones de no retirarse. Desde el sector continuista comenzó a temerse la previsible pérdida de facultades físicas y mentales de Franco antes de sustanciarse la transmisión de poderes. [ 460 ] ​ El presidente del gobierno Carlos Arias Navarro visita al general Franco durante su convalecencia en el hospital de La Paz en Madrid. En 1973 se inició una crisis energética mundial que afectó a España, con una economía muy dependiente del petróleo . El milagro económico terminó, dejando paso a una época de estancamiento y crisis que duró más de diez años, coincidiendo con la Transición . Ese año se agravó considerablemente la tensión social en el país: en abril, un huelguista fue asesinado por la policía en Barcelona. el 1 de mayo, Día del Trabajo, fue apuñalado un policía. El 2 de mayo dimitió Garicano Goñi, decepcionado por el inmovilismo del Régimen. Franco encargó un nuevo gobierno a Carrero Blanco, que implicó un endurecimiento del Régimen: Torcuato Fernández-Miranda fue nombrado vicepresidente y secretario general del Movimiento. López Rodó pasó a Exteriores, lo que se consideró como un «exilio». dos falangistas de la línea dura, José Utrera Molina y Francisco Ruiz-Jarabo , entraron en Vivienda y Justicia, respectivamente. Carlos Arias Navarro fue nombrado ministro de Gobernación. [ 461 ] ​ El 20 de diciembre de 1973, coincidiendo con el denominado Proceso 1001 , juicio contra diez dirigentes de Comisiones Obreras , que pretendía ser ejemplar, ETA atentó contra el presidente del Gobierno y principal apoyo de Franco, Carrero Blanco, causándole la muerte. [ 462 ] ​ [ 463 ] ​ Franco comentó: «me han cortado el último lazo que me unía al mundo». [ 464 ] ​ Abierta la sucesión, Franco se dejó influir por su mujer y su yerno, el marqués de Villaverde —junto a sus adeptos, la llamada «camarilla de El Pardo»—, para seguir con la línea dura, por lo que desestimó la sucesión natural en la figura del vicepresidente, Fernández-Miranda, y en su lugar nombró presidente del gobierno a Arias Navarro. [ 465 ] ​ Según Preston, «la elección del sustituto de Carrero Blanco, realizada bajo presión, fue la última decisión política importante de Franco». [ 466 ] ​ Paradójicamente, la elección de Arias decepcionó a la línea dura, pues los complejos problemas políticos y sociales de España obligaron al nuevo gobierno a efectuar diversas reformas. [ 467 ] ​ El 12 de febrero de 1974 Arias pronunció un discurso en el que afirmó que «la responsabilidad de la innovación política ya no puede descansar solamente sobre los hombros del Caudillo», una postura conocida como el « espíritu del 12 de febrero » que le enfrentó al «búnker». [ 468 ] ​ En 1974 se recrudeció la agitación obrera, y en marzo fueron ajusticiados el anarquista catalán Salvador Puig Antich y el delincuente común Heinz Chez . [ 469 ] ​ En abril, ante la caída de la dictadura portuguesa , la línea dura del Régimen fue tomando posiciones, asegurándose puestos clave en el mando militar. [ 470 ] ​ Entre julio y agosto Franco estuvo ingresado por una flebitis en la pierna derecha, que se complicó por la enfermedad de Parkinson, lo que le provocó úlceras gástricas. Durante su convalecencia el príncipe Juan Carlos asumió interinamente la jefatura del Estado. [ 471 ] ​ A finales de 1974 mostraba claros síntomas de senilidad: tenía siempre la boca abierta y los ojos llorosos, por lo que empezó a llevar gafas oscuras, y sus gestos eran vacilantes y espasmódicos. Según Preston, «los que hablaban con él advirtieron que había perdido la capacidad de pensar lógicamente». [ 472 ] ​ Últimas apariciones Artículo principal: Últimas ejecuciones del franquismo En febrero de 1975 se nombró el último gobierno de Franco, en el que entró Fernando Herrero Tejedor como principal innovación, en el cargo de ministro secretario general del Movimiento. [ 473 ] ​ El 31 de mayo visitó España el presidente estadounidense Gerald Ford , al que se le dispensó una acogida menos calurosa que a sus predecesores Eisenhower y Nixon. Ford pasó más tiempo con el príncipe Juan Carlos que con Franco, en una clara señal de lo que deparaba el futuro. [ 474 ] ​ En el verano de ese año, «la sensación de desmoronamiento del régimen era omnipresente», según Preston. [ 475 ] ​ El 27 de septiembre de 1975 se realizaron las últimas ejecuciones del franquismo : en total cinco personas (tres militantes del FRAP y dos militantes de ETA político-militar ) fueron ejecutadas por fusilamiento , en ejecución de sentencias de cuatro Consejos de Guerra . Otras seis personas habían sido también condenadas a muerte pero se les conmutó su pena por la de reclusión. Estas ejecuciones, las últimas de la dictadura franquista, poco antes de la muerte del general Francisco Franco, levantaron una ola de protestas y condenas contra el gobierno de España, dentro y fuera del país, tanto a nivel oficial como popular. Quince países europeos retiraron a sus embajadores, produciéndose protestas y ataques a las embajadas de España en la mayoría de los países europeos. Como reacción a aquel desmoronamiento, el 1 de octubre Franco volvió al balcón de la plaza de Oriente y, en la que sería su última aparición en público, «repite ante la muchedumbre su discurso de siempre y una vez más, con una voz que la enfermedad hace aún más trémula, denuncia en medio del fervor general de sus incondicionales el complot judeomasónico contra España y la subversión comunista-terrorista». [ 476 ] ​ Todas las protestas habidas obedecen a una conspiración masónica-izquierdista , de la clase política, en contubernio con la subversión comunista-terrorista en lo social, que si a nosotros nos honra a ellos les envilece. Francisco Franco Bahamonde, 1 de octubre de 1975 . [ 477 ] ​ Agonía y muerte La agonía de Franco fue lenta y dolorosa. Fue sometido a numerosas intervenciones innecesarias y de efectos desastrosos. El 15 de octubre, Franco sufrió un infarto y, contra los consejos de su médico, el doctor Vicente Pozuelo Escudero , presidió el Consejo de Ministros dos días después, tras varias crisis de su salud. El 22 de octubre sufrió su tercer ataque cardíaco, el 24 otro, y se agravaron sus otras dolencias. Desde entonces, todos los intentos de su entorno fueron para prolongarle la vida, intentando que sobreviviese al 26 de noviembre, momento en que debería renovar el mandato de Alejandro Rodríguez de Valcárcel como presidente del consejo del Reino y de las Cortes y, así, garantizarse una persona «fiable», con poderes para influir en la elección del futuro presidente del Consejo de Ministros. El 25 de octubre el obispo de Zaragoza le administró la extremaunción en el quirófano improvisado en el que era atendido en el Palacio de El Pardo , llevándole el manto de la Virgen del Pilar . A inicios de noviembre sufrió una importante hemorragia estomacal causada por una úlcera péptica . Franco fue trasladado al Hospital de La Paz de Madrid y operado para extirparle dos tercios del estómago . También le detectaron uremia , por lo que tuvo que ser sometido a diálisis . [ 478 ] ​ El 6 de noviembre de 1975, estando Franco en la unidad de cuidados intensivos, el rey de Marruecos Hasán II aprovechó la incertidumbre política de España y ordenó la invasión del Sáhara español , en una operación que se conoció como la Marcha Verde . Sin declarar formalmente la guerra a España, Marruecos envió a la frontera de la colonia a 25 000 militares, a los que se les unieron más de 350 000 civiles, persiguiendo el objetivo del nacionalismo marroquí de aumentar los límites de su reino . El poder político de España, en vilo por la situación del dictador y sin intención de iniciar un baño de sangre por un territorio pendiente de descolonización , transfirió mediante el Acuerdo Tripartito de Madrid firmado el 14 de noviembre la administración —pero no la soberanía — del Sáhara Occidental a Marruecos y Mauritania . este último país posteriormente renunció a la misma, debido a su falta de medios económicos. La Marcha Verde marroquí cruzó la frontera y acabó ocupando los pueblos y ciudades del Sáhara Occidental, quedando sin resolver la cuestión de la soberanía de este territorio, pues el acuerdo se realizó sin el reconocimiento de la ONU . Como consecuencia de las perforaciones efectuadas durante la segunda operación que se le realizó, Franco contrajo una peritonitis aguda que le causó fallos multiorgánicos. El 15 de noviembre fue operado por tercera y última vez y, el 18, el doctor Manuel Hidalgo Huerta anunció que no volvería a intervernir. El 19 de noviembre a las 11:15 se le retiraron los tubos que le conectaban a las máquinas que le mantenían con vida, llegándole finalmente la muerte por choque séptico a las 4:20 horas del 20 de noviembre. [ 479 ] ​ [ 480 ] ​ [ 481 ] ​ El fallecimiento fue anunciado a los medios de comunicación a través de un telegrama escrito por Rufo Gamazo , alto cargo de la Prensa del Movimiento Nacional , que sólo contenía tres veces la frase «Franco ha muerto», enviado cerca de las 5 de la madrugada. [ 482 ] ​ A las 6:15 de la mañana, la noticia fue difundida por primera vez por Radio Nacional , y el presidente del Gobierno , Carlos Arias Navarro , retransmitió a las diez de la mañana su afamado mensaje televisivo: «Españoles, Franco ha muerto». [ 483 ] ​ Tumba de Franco en la cripta del Valle de los Caídos en 2005 . Durante las cincuenta horas que estuvo abierta la capilla ardiente en la sala de Columnas del palacio de Oriente , se calcula que pasaron por ella para mostrarle su último respeto entre 300 000 y 500 000 personas, formándose largas colas de varios kilómetros. El sepelio desde Madrid al Valle de los Caídos , donde fue enterrado en una solemne tumba junto a la de José Antonio Primo de Rivera , fue presenciado, también, por una gran multitud. Sólo asistieron tres jefes de Estado: el príncipe Raniero de Mónaco , el rey Husein I de Jordania y el general Augusto Pinochet de Chile . [ 484 ] ​ [ 485 ] ​ Se declararon treinta días de luto nacional tras su fallecimiento. [ 486 ] ​ Tras su muerte, los mecanismos sucesorios funcionaron y Juan Carlos —aceptando los términos de la legislación franquista— fue investido rey, [ 28 ] ​ siendo aceptado con escepticismo por los adeptos al Régimen y con rechazo por la oposición democrática. Posteriormente, Juan Carlos desempeñaría «un papel central en el complejo proceso de desmantelamiento del régimen franquista y en la creación de la legalidad democrática», [ 28 ] ​ iniciando el proceso conocido como Transición Española . Imputación por crímenes de lesa humanidad El 16 de octubre de 2008, fue imputado —junto a otros altos cargos de la dictadura— por el entonces magistrado-juez de la Audiencia Nacional Baltasar Garzón , acusado de «presuntos delitos permanentes de detención ilegal , sin dar razón del paradero , en el contexto de crímenes contra la humanidad ». [ 487 ] ​ En dicho auto, el magistrado resaltó que instruía la causa con «el máximo respeto para todas las víctimas que padecieron actos violentos execrables, masacres y gravísimas violaciones de derechos durante la Guerra Civil y la posguerra, con independencia de su adscripción política, ideológica, religiosa o de cualquier otra clase, y, sin que se establezca razón de diferenciación alguna entre ellos por tales circunstancias», así como que el cometido de la justicia no era el «de hacer una revisión en sede judicial de la Guerra Civil». El auto llegó a dar por hechos constatados los siguientes: De lo dicho anteriormente y de los hechos que acontecieron posteriormente al 18 de julio de 1936, se constata que el alzamiento o insurrección armada que se materializó en esa fecha, fue una decisión perfectamente planeada y dirigida a acabar con la forma de Gobierno de España, en ese momento, atacando y ordenando la detención e incluso la eliminación física de personas que ostentaban responsabilidades en los altos Organismos de la Nación y ello, como medio o al menos como paso indispensable para desarrollar y ejecutar las decisiones previamente adoptadas sobre la detención, tortura, desaparición forzada y eliminación física de miles de personas por motivos políticos e ideológicos, propiciando, asimismo, el desplazamiento y exilio de miles de personas, dentro y fuera del territorio nacional, situación que continuó, en mayor o menor medida, durante los años siguientes, una vez concluyó la Guerra Civil, y cuya realidad pretende concretarse en esta investigación, así como los autores, en cada caso, con el fin de individualizar las conductas y los responsables de las mismas, y resolver sobre la extinción de su posible responsabilidad penal, de haber fallecido. [...] La categoría de crimen contra la humanidad parte de un principio básico y fundamental, que estas conductas agredan en la forma más brutal a la persona como perteneciente al género humano en sus derechos más elementales como la vida, la integridad, la dignidad, la libertad, que constituyen los pilares sobre los que se constituye una sociedad civilizada y el propio Estado de Derecho. Auto del 16 de octubre de 2008 del Juzgado Central de Instrucción n.º 5 de la Audiencia Nacional. [ 487 ] ​ Posteriormente, el 18 de noviembre del mismo año, el mismo tribunal decidió extinguir su responsabilidad al haberse certificado su fallecimiento. [ r ] ​ [ 488 ] ​ Ideología Artículo principal: Franquismo Anverso de una moneda de cinco pesetas acuñada en 1949, con la efigie de Franco y la leyenda « francisco franco caudillo de españa por la g. de dios ». [ 1 ] ​ Para Franco, la moneda era «una expresión de la soberanía». [ 489 ] ​ «Franco adquirió más poder que ningún otro gobernante en España», [ 258 ] ​ [ 259 ] ​ ejerciendo esos poderes para intervenir en todos los ámbitos de la sociedad española. En opinión de Alberto Reig Tapia : Política e ideológicamente Franco se define sobre todo por rasgos negativos: anti liberalismo , antimasónico , anti marxista , etc. [ 268 ] ​ Esto coincide con la creencia de Franco de haber sido elegido para salvar a España de estos «peligros». [ 490 ] ​ Lo cual no define una ideología, pero es difícil ir más allá dado el carácter hermético del personaje. [ 491 ] ​ Se conoce su repudio al parlamentarismo , anterior incluso a los años 30, [ 492 ] ​ y su principal obsesión fue la de una supuesta conspiración judeo-masónico-comunista-internacional contra los intereses de España. [ 493 ] ​ Uniendo a estas fobias su admiración a todo lo relacionado con el mundo militar [ 494 ] ​ y su férreo sentido religioso —desde su nombramiento como líder de los sublevados contó con un confesor personal, comenzaba el día oyendo una misa y rezaba el rosario casi a diario— [ 495 ] ​ se podría obtener su armazón ideológico. En sus gobiernos, los militares siempre jugaron un papel importante [ 496 ] ​ y la Iglesia católica participó activamente proporcionando una justificación moral e intentando modelar las costumbres de la sociedad. Según Javier Tusell , «la ausencia de un ideario definido le permitió [a Franco] transitar de unas fórmulas dictatoriales a otras, rozando el fascismo en los cuarenta y a las dictaduras desarrollistas en los sesenta». [ 497 ] ​ Para el historiador británico Paul Preston , «el comentario más significativo sobre el lugar de Franco en la historia es la sorprendente facilidad con que los españoles optaron por la democracia y arrinconaron los planes del Caudillo para el futuro de España». [ 498 ] ​ En su obra Franco. Caudillo de España , señala que «hasta su muerte trató de mantener la vengativa división entre vencedores y vencidos de la Guerra Civil», [ 498 ] ​ y añade que «Franco será recordado ante todo por su implacable dirección del esfuerzo de guerra nacional entre 1936 y 1939, por la determinación con que buscó la aniquilación sistemática de sus enemigos de izquierda y, posteriormente, por su férrea voluntad de supervivencia». [ 499 ] ​ También manifiesta que «sus rasgos distintivos fueron una astucia instintiva y la sangre fría imperturbable y desabrida con que manipuló las rivalidades entre las fuerzas del régimen y derrotó sin dificultad los desafíos de quienes, desde Serrano Súñer hasta don Juan, eran superiores a él en inteligencia e integridad. Los logros de Franco no fueron los de un gran benefactor nacional sino los de un hábil manipulador del poder que siempre atendió a sus propios intereses». [ 499 ] ​ En opinión de este autor, la neutralidad durante la Segunda Guerra Mundial y el milagro económico español no cabe achacarlos a su liderazgo, y argumenta que «el mercado negro y la corrupción fueron característicos de la economía española hasta bien avanzada la década de 1950. Si Franco hubiera tenido la magnanimidad y el patriotismo de dejar paso a don Juan en 1945, España se habría convertido en una Monarquía constitucional a tiempo de compartir los beneficios del Plan Marshall y de una pronta incorporación a la OTAN y a la CEE». [ 24 ] ​ La corrupción durante la dictadura Durante la dictadura franquista fueron numerosos los casos de corrupción que salpicaron a los círculos familiares (especialmente por parte de Nicolás Franco , de Pilar Franco y su yerno el Marqués de Villaverde ), políticos y de amistad que le rodeaban, siendo acusado de laxitud y tolerancia con la misma, por ello, en numerosas ocasiones los propios poderes públicos se encargaban de enmascarar estos escándalos, lo cual era posible gracias a la inexistencia de libertad de prensa y la represión. Por ejemplo en el caso de ' Manufacturas Metálicas Madrileñas ', su propio hermano fue penalmente amnistiado por el Consejo de Ministros. Su hermana Pilar, viuda madre de 10 hijos, cuyos únicos ingresos eran los que provenían de una módica pensión por viudedad de la época, acumuló una inmensa fortuna y diversas propiedades, recibiendo finalmente 12 millones y medio de pesetas en concepto de pensión hasta su muerte. Entre otros, fueron de especial relevancia los escándalos de la estafa piramidal inmobiliaria SOFICO , el fraude en las ayudas a la exportación MATESA o a la industrialización en el caso de 'Confecciones Gibraltar', y la desaparición de 4 millones de litros de aceite del Estado en el caso Reace . [ 500 ] ​ [ 501 ] ​ Tras el final de la guerra civil, la destrucción y el hambre agudizó el estraperlo y el comercio ilegal a través de las fronteras. Posteriormente, numerosas fortunas florecieron gracias al desarrollo económico, utilizando para ello las influencias del llamado ' Clan del Pardo ', que era el nombre que englobaba a sus círculos cercanos por ser el Palacio del Pardo su residencia oficial, y la evasión de capitales al extranjero, principalmente con destino a Suiza [ 502 ] ​ y José Antonio Martínez Soler , [ 503 ] ​ afirmó que: 'Debajo de la dictadura había una corrupción constante y generalizada'. La familia Franco acumuló gran cantidad de bienes y propiedades durante la dictadura como la casa señorial gallega del ' Pazo de Meirás ' o el 'Palacio de Cornide', 'El Canto del Pico' en las cercanías de Madrid. Según Mariano Sánchez Soler , que ha publicado diversos libros de investigación sobre la fortuna acumulada por los Franco, la familia poseía un entramado de más de 150 empresas diversas y un patrimonio valorado entre 36 y 60 millones de euros. [ 504 ] ​ En el año 2008, el partido político Izquierda Unida , presentó una proposición parlamentaria para posibilitar la devolución al Estado de su patrimonio, finalmente el gobierno socialista aprobó que los bienes fueran declarados de interés cultural, lo que permite que sean visitados por la ciudadanía, pero permaneciendo en poder de la familia Franco. Por su parte, el Partido Popular se opuso a cualquiera de las iniciativas presentadas. Vida privada Franco residió junto a su familia en el Palacio Real de El Pardo durante toda la dictadura. Lo único que se conoce a ciencia cierta de la vida privada de Francisco Franco es lo que se hacía oficial y público. [ 505 ] ​ Estaba casado con Carmen Polo y tuvo una hija, María del Carmen , duquesa de Franco. Su yerno era Cristóbal Martínez-Bordiú , marqués de Villaverde , y uno de sus bisnietos fue Luis Alfonso de Borbón y Martínez-Bordiú , hijo de Alfonso de Borbón y Dampierre y de su nieta mayor María del Carmen Martínez-Bordiú y Franco . La familia Franco pasaba sus vacaciones de verano divididas entre el Pazo de Meirás , en La Coruña , y el Palacio de Ayete , en San Sebastián . en Semana Santa solían acudir a La Piniella ( Asturias ). [ 506 ] ​ Entre sus aficiones destacaban el golf, la caza y la pesca, convirtiéndose estas aficiones en propaganda de sus proezas, apareciendo en la prensa cobrándose numerosas piezas y, principalmente, pescando ejemplares de gran tamaño. [ 507 ] ​ Acompañado a bordo del Azor de, entre otros, Luis Carrero Blanco y su yerno Cristóbal Martínez-Bordiú , mientras observa a sus nietas. Tenía a su disposición una embarcación de recreo, el yate Azor , con el que acostumbraba a pescar atunes e incluso capturó un cachalote en 1958. [ 508 ] ​ La caza la practicaba los fines de semana y, en ocasiones, durante semanas enteras, en períodos de temporada alta. Solían estar financiadas por hombres de negocios, que aprovechaban las actividades cinegéticas del Caudillo para tratar con los ministros, fomentando un sistema de corrupción institucionalizada. [ 509 ] ​ En numerosas ocasiones, las presas eran atraídas con alimentos para que Franco las encontrase «por casualidad». Según Preston, para el Caudillo la caza «era una válvula de escape de la sublimada agresividad de Franco, exteriormente tímido». [ 510 ] ​ También le gustaba jugar a las cartas, pasaba muchas horas viendo la televisión y su conversación favorita siempre versó sobre Marruecos. [ 511 ] ​ Era aficionado a los deportes, especialmente el fútbol, siendo hincha declarado del Real Madrid y de la selección española de fútbol . [ 512 ] ​ Jugaba a las quinielas y, en 1967, le tocó un millón de pesetas. [ 513 ] ​ Otra de sus pasiones era el cine —especialmente westerns —, y solía efectuar pases privados de películas en el palacio de El Pardo. [ 514 ] ​ También era aficionado a la pintura , actividad en la que se inició en los años 1920 y que retomó en los 1940 emulando la práctica pictórica de Hitler. Quedan escasos cuadros realizados por Franco, ya que la mayoría se destruyeron en un incendio en 1978. Solía pintar preferentemente paisajes y bodegones , en un estilo inspirado en la pintura española del siglo xvii y en los cartones para tapices de Goya . Uno de los más conocidos representa un oso atacado por una jauría de perros. También realizó un retrato de su hija Carmen en un estilo cercano a Modigliani . En general, según Preston, «sus temas sugieren un gusto conservador pequeñoburgués». [ 515 ] ​ Cuando se alojaba en El Pardo, su rutina diaria solía ser levantarse a las 8 de la mañana y desayunar ojeando los periódicos. luego jugaba al tenis o paseaba a caballo. a continuación concedía audiencias —los viernes celebraba consejos de ministros—. solía comer a las 2, a veces más tarde. después iba a pasear —frecuentemente a su granja de Valdefuentes —, pintaba o jugaba al golf. volvía a su despacho tres o cuatro horas. a última hora de la tarde veía la televisión o jugaba a las cartas ( mus o tresillo ). luego cenaba, rezaba el rosario y leía antes de dormirse. los domingos acudía a misa y, posteriormente, acudía a pescar a La Granja o a cazar a los cotos de El Pardo. [ 516 ] ​ Literatura y cine Con su propio nombre publicó en 1922 el libro (pretendidamente verídico) Diario de una bandera . [ 517 ] ​ Con el seudónimo de Jaime de Andrade , Franco escribió la novela Raza , que inspiró la película del mismo título en 1942. También con seudónimo, pero de Jakim Boor , publicó una serie de artículos antimasónicos y antisemitas en el órgano de Falange , el diario Arriba , publicados todos ellos más tarde en el libro Masonería . [ 518 ] ​ Además ha sido utilizado como personaje en varias novelas, películas e historietas de ficción: En 1964, José Luis Sáenz de Heredia , que ya filmara la película Raza , se hizo cargo también del filme documental Franco, ese hombre . Otro film documental rodado en la clandestinidad fue Caudillo de Basilio Martín Patino , su biografía centrada sobre todo en su vida anterior a la finalización de la guerra civil, con entrevistas y documentos audiovisuales de ambas partes. En Dragon Rapide ( Jaime Camino , 1986) su papel fue interpretado por Juan Diego , una de sus las interpretaciones más logradas, por la que fue nominado al Goya y centrada en los días previos al Golpe de Estado . En Espérame en el cielo (1988) fue encarnado por José Soriano , una película en clave de humor en la que el actor interpreta tanto a Franco como a su doble. En Madregilda (1993) su papel lo interpreta Juan Echanove , película con toques surrealistas con la que Echanove consiguió ganar su segundo Goya por su caracterización de Franco. En Operación Gónada (2000) lo interpreta Xavier Deltell . En ¡Buen viaje, excelencia! (2003) es interpretado por Ramon Fontserè . En 20-N: Los últimos días de Franco (2008) por Manuel Alexandre [ 519 ] ​ En Balada triste de trompeta (2010) por Juan Viadas En la miniserie Alfonso, el príncipe maldito (2010) por Francisco Vidal . En la miniserie Suárez, el presidente (2010) lo interpreta Francisco Merino . En la miniserie Sofía (2011) lo interpreta Eduardo McGregor . En la miniserie El Rey (2014) lo interpreta Francisco Merino . También aparece, aunque como personaje sin identificar, en el film cómico ...Y al tercer año, resucitó (1980). En los cortometrajes Franco no puede morir en la cama (1998) y Hendaya: cuando Adolfo encontró a Paco (2007) es interpretado por Luis Ciges y José Macías respectivamente. Tiene un cameo en la película musical Evita (1996), interpretado por Peter Hughes . Aparece como personaje recurrente en el programa Pólònia de TV3 interpretado por Manel Lucas . también ha sido parodiado en otros programas de televisión como Caiga quien caiga , DEC donde fue interpretado por el cómico imitador Carlos Latre y en los Premios Ondas de 2008 por David Fernández . Aparece como personaje recurrente en el programa El Intermedio de La Sexta , en forma de marioneta. En la comedia musical Hendaya, mon amour fue interpretado por César Goldi , y en el cortometraje de Luis García Berlanga El sueño de la maestra (2002) aparece como imágenes de archivo pero doblado por Luis Figuerola Ferretti como parodia de ¡Bienvenido Mr. Marshall! . Aparece en el cortometraje de Álex de la Iglesia La tragedia de Francisco Franco interpretado por Carlos Areces . En la miniserie Lo que escondían sus ojos (2016) por Javier Gutiérrez . Además, él mismo se interpretó en la película muda La malcasada [ 520 ] ​ (1926) donde aparecen cameos de importantes personalidades de la época como José Millán Astray , José Sanjurjo , Ramón del Valle-Inclán o el dictador Miguel Primo de Rivera entre muchos otros. Ancestros Nicolás Franco Sánchez Francisco Franco Vietti Josefa Vietti Bernabé Nicolás Franco y Salgado-Araujo Isidoro Salgado-Araujo Belorado Hermenegilda Salgado-Araujo Pérez Manuela Pérez Alins Francisco Franco Bahamonde Ramón Bahamonde Castro Ladislao Bahamonde Ortega María Josefa Ortega Medina María del Pilar Bahamonde y Pardo de Andrade Francisco Javier Pardo de Andrade Coquelin Carmen Pardo de Andrade Pardo de Andrade Luisa Pardo de Andrade Soto Biografías sobre Franco Rafael Fernández de Castro y Pedrera , Franco, Mola, Varela . Melilla: Graf. Postal Express, 1937. Joaquín Arrarás , Franco , San Sebastián: Librería internacional, 1937, al menos tres reimpresiones en la misma cuna y año y otra en 1938. otra en Burgos: Imp. Aldecoa, 1937, 1938 'corregida y aumentada', que se llama quinta, y 1939. otra en Valladolid: Ed. Santarén, 1938 y 1939. otra en Buenos Aires: Editorial Poblet, 1937. Habana: Imprenta Fernández Solana y C a ., 1937, y con el título Franco, cuarto caudillo de la época en Santiago de Chile: Zig-Zag, 1937. trad. al italiano por Cesare Giardini con el título Il generalissimo Franco , Milan: Valentino Bompiani, 1937, reimpreso en el mismo lugar y año. al francés por Jeanne Sabatier y Luis Blanco , Le général Franco , Paris: Éditions de France, 1937. al inglés por José Manuel Espinosa con el título Francisco Franco , London: Geofrey Bles, 1938 y por el mismo traductor, con el título Francisco Franco: The Times and the Man , Milwaukee: The Bruce Publishing Company, 1938 y 1939. al alemán como Franco. Arriba Espagna! Die erste nationalspanische Biographie des Generals. M. vielen Bildtafeln u. Karten , Hamburg: Hoffmann und Campe, 1939. al sueco Stockholm: Fahlcrantz & Gumaelius, 1939. La editorial de Madrid 'Redención' hizo otra en 1940 con el título Franco. Edición especial, destinada exclusivamente a la venta en las prisiones . No constan más. George Hills , Franco, the man and his nation , London: Robert Hale Ltd., 1967, y New York: Macmillan Company, 1967. Brian Crozier , Franco: A biographical history , 1967, muy reimpresa y traducida, al español como Franco. Historia y biografía . Madrid: EMESA, 1969, 2 vols. Philippe Nourry , Franco, la conquista del poder . Júcar, 1976. Carlos Fernández Santander , El general Franco . Barcelona: Editorial Argos Vergara, S. L., 1983. Luis Suárez Fernández , Franco y su tiempo , Madrid: Fundación Nacional Francisco Franco , 1984, 8 vols. Luis Suárez Fernández, Franco. La Historia y sus documentos . Madrid: Ediciones Urbión, 1986, 20 vols. Paul Preston , Franco. Caudillo de España . Barcelona: Destino, 1993. 2.ª ed. 1999. 3.ª 2004. En inglés Franco: A biography . Andrée Bachoud , Franco . Barcelona: Crítica, 2000 y 2005. Enrique González Duro , Franco. Una biografía psicológica . Madrid: Temas de Hoy, 2000, y Editorial Raíces, 2008. Enrique Moradiellos , Francisco Franco. Crónica de un caudillo casi olvidado . Madrid: Biblioteca Nueva, 2002. ISBN 978-84-9742-027-3 Stanley G. Payne y Jesús Palacios , Franco. Una biografía personal y política , Madrid: Espasa-Calpe, 2014. Ángel Viñas , La otra cara del Caudillo. Mitos y realidades en la biografía de Franco , Barcelona: Crítica, 2015. Antonio Cazorla Sánchez , Franco. Biografía del mito . Madrid: Alianza Editorial, 2015. Emblema personal, estandarte y escudo Franco utilizó como emblema personal el víctor (del latín victor , ‘vencedor’), un símbolo originado en el ocaso del Imperio romano y que derivaba del crismón , que ya era empleado por la Universidad de Salamanca . Este emblema se utilizó mucho durante la guerra, y estuvo en la tribuna desde la cual Franco contempló el Desfile de la Victoria , cayendo en un relativo desuso a partir de entonces. En 1940 , se crearon el estandarte —izada en residencias oficiales, acuartelamientos y naves de la Armada — y el guion, que fueron empleados hasta su muerte por Franco como jefe de Estado. Se recuperó de esta forma, hasta el mes de noviembre de 1975 , la Banda de Castilla . La propia banda y los dos dragantes estuvieron acompañados, como en el caso de Carlos I , por las Columnas de Hércules con fuste de plata, base y capitel corintio de oro o dorados, y ambas coronadas con una corona imperial —la columna más cercana al lado del mástil— y una real antigua, abierta —la más alejada—. La columna del lado más cercano al mástil aparecía colocada en el borde inferior, mientras que la otra lo estaba en el borde superior. El guion, la señal de posición, de uso castrense, fue muy semejante al estandarte pero poseía, en el lado opuesto al mástil, tres carpas redondas salientes y dos entrantes intermedias. Estuvo rodeado por flecos y acompañado de un cordoncillo, ambos de oro. Los elementos mencionados también formaron parte del escudo personal que empleó Franco como jefe de Estado. En este escudo también figuraron, como adornos exteriores, la Cruz Laureada de San Fernando y una corona abierta, sin diademas, denominada corona militar de caudillaje. [ 521 ] ​ Estandarte personal. [ 522 ] ​ Escudo de armas personal. Modelo típico de víctor. Predecesor: Carlos Masquelet Lacaci Jefe del Estado Mayor Central del Ejército 19 de mayo de 1935 [ 523 ] ​ - 23 de febrero de 1936 [ 524 ] ​ Sucesor: José Sánchez-Ocaña Beltrán Predecesor: Miguel Cabanellas Presidente de la Junta de Defensa Nacional José Miaja Presidente del Consejo Nacional de Defensa Caudillo de España [ a ] ​ 1936 [ b ] ​ [ c ] ​-1975 Sucesor: Consejo de Regencia [ d ] ​ Predecesor: Francisco Gómez-Jordana Presidente de la Junta Técnica del Estado José Miaja Presidente del Consejo Nacional de Defensa Presidente del Gobierno de España 1938 [ b ] ​-1973 Sucesor: Luis Carrero Blanco Véase también Dictadura de Francisco Franco Franquismo Fascismo Lemas del franquismo Judíos durante el franquismo Simbología del franquismo Cronología del franquismo Gobiernos de la dictadura de Francisco Franco NO-DO Oposición al franquismo Anexo:Imputados en el auto de 16 de octubre de 2008 del Juzgado Central de Instrucción n.º 5 de la Audiencia Nacional Al General Franco Notas ↑ a b c Los sublevados lo nombraron a finales de septiembre de 1936 Generalísimo de los Ejércitos y Jefe del Gobierno del Estado español . [ 1 ] ​ Jefe del Estado sería uno de los títulos más utilizados por el régimen desde su nombramiento oficial el 1 de octubre de 1936, [ 2 ] ​ [ 3 ] ​ además del empleado en la Ley Orgánica del Estado (1967). [ 4 ] ​ También en octubre prohibió a los medios partidarios que lo consideraran dictador, como habitualmente hacían, adoptando una palabra «españolísima» [ 5 ] ​ para designarlo oficialmente: Caudillo , [ 2 ] ​ [ 3 ] ​ voz a la que, según Márquez Rodríguez , se asocian en la actualidad «algunos rasgos característicos, como la tendencia al autoritarismo y al despotismo, el narcisismo, el culto a la personalidad y, sobre todo, el mesianismo». [ 6 ] ​ Asimismo, a partir de 1947 su efigie apareció en las pesetas junto a la inscripción « francisco franco caudillo de españa por la g. de dios » ( Francisco Franco, Caudillo de España por la Gracia de Dios ). [ 1 ] ​ La Ley de Sucesión en la Jefatura del Estado (1967), en su artículo segundo, lo intituló Caudillo de España y de la Cruzada, Generalísimo de los Ejércitos . [ 7 ] ​ ↑ a b c En guerra civil hasta el 1 de abril de 1939. ↑ a b De facto hasta 1947. ↑ a b Tras la muerte de Franco el 20 de noviembre de 1975, al igual que el famoso fundador de la Falange Española de las JONS (José Antonio Primo de Rivera), la jefatura del Estado fue asumida dos días —hasta la proclamación de Juan Carlos I de Borbón — por el Consejo de Regencia, presidido por Alejandro Rodríguez de Valcárcel . ↑ Los nombres de pila con los que fue bautizado son Francisco Paulino Hermenegildo Teódulo . [ 8 ] ​ El apellido paterno es Franco y el materno, Bahamonde (en su origen, Baamonde ). [ 9 ] ​ ↑ Llamado el Caudillo y el Generalísimo . [ 10 ] ​ Para más información, véase Lemas del franquismo § Otras expresiones para referirse a Franco . ↑ Nacido en 1889. fallecido en 1966, futuro suegro del bibliotecario y escritor Hipólito Escolar Sobrino . [ 32 ] ​ [ 33 ] ​ [ 34 ] ​ ↑ También, una de sus nietas (y sobrina de Franco), Pilar Jaraiz Franco diría: [ 39 ] ​ Mi madre decía que el abuelo era muy severo, que castigaba a sus hijos con frecuencia y no muy suavemente. que se enfadaba con facilidad, que llevarle la contraria, fuese su mujer, sus hijos o cualquier otra persona, provocaba escenas borrascosas y que a menudo no mantenía la frialdad y calma debida. En fin, que era una persona de carácter fuerte, algo a la manera de mi tío Ramón, aunque con menor sentido del humor... El abuelo, tal y como le he conocido después, era un hombre un poco encorvado, no bajo de estatura, pero tampoco alto. Delgado, con barba blanca y no muy bien trajeado. La mayoría de las cosas que se han dicho sobre él son fantasías. De que bebiera, nunca tuve la menor noticia ni le conocí síntomas de embriaguez, y la conducta en su profesión fue siempre intachable. Tampoco creo que jugara, en el verdadero sentido de la palabra. Es decir, no era un jugador, puede ser que echase alguna partidita en el casino con sus amigos. Al abuelo le preocupaba bastante el dinero y dudo muchísimo que lo arriesgara alegremente en el juego. ↑ La versión cultivada desde el franquismo, que desde un principio demoniza la figura del padre e idealiza la materna, es que Nicolás negó la posibilidad de que Pilar lo acompañase. La mujer de Pacón, primo de Franco, con el que guardaría una estrecha amistad, en 1942 comentaría: [ 41 ] ​ Mi marido (Pacón) decía que el problema se creo cuando le destinaron a Cádiz y la mujer se negó a acompañarle. ↑ La intelectualidad y la élite política españolas del siglo xix lograron reformas constitucionales radicales que dieron a España, por breves períodos, los sufragios más democráticos y estructuras políticas más liberales de Europa continental —en cuatro ciclos distintos: 1820-1823, 1836-43, 1854-56 y 1868-74—. Ningún otro sistema intentó unas estructuras políticas tan avanzadas partiendo de una educación tan limitada, tan poca preparación cívica, una economía tan improductiva, comunicaciones tan deficientes, desajustes regionales tan extremos y la fuerte oposición institucionalizada de la Iglesia y el carlismo . [ 43 ] ​ ↑ «En su etapa en la Legión, preocupado por una ola de indisciplina, reclamó a Millán-Astray la autorización para poder recurrir al fusilamiento. Millán-Astray le respondió que las penas de muerte debían dictarse únicamente atendiendo a las estrictas ordenanzas recogidas en el Código de Justicia Militar. Días más tarde formó el pelotón de fusilamiento después de que un legionario se negase a comer y lanzara la comida a un oficial. Lo fusiló e hizo desfilar al batallón frente al cadáver.» [ 69 ] ​ ↑ En los dos años y medio primeros de su paso por los Regulares, 35 de los 41 de sus compañeros oficiales habían resultado muertos o heridos. [ 70 ] ​ ↑ «La idea de enviar contra los insurrectos las tropas indígenas y los legionarios indudablemente también hay que atribuírsela a Franco». «Parece ser» que la petición de Hidalgo y los tres miembros de la CEDA para que Franco fuese el máximo responsable de la ofensiva contra Asturias fue cuestionada por el presidente del Gobierno que hubiese preferido un general más moderado. [ 117 ] ​ ↑ Salas Larrazábal , del total de las Fuerzas Armadas, asigna &&&&&&&&&0116502.&&&&&0 116 502 hombres, el 45,31 %, a la República y &&&&&&&&&0140604.&&&&&0 140 604, el 54,69 %, a los sublevados. Contando los rebeldes con la integridad del Ejército de África, que cifra en &&&&&&&&&&047127.&&&&&0 47 127 hombres, «por su grado de encuadramiento, instrucción y capacitación, podría resultar decisivo en el caso de que lograran pasar a la Península». [ 153 ] ​ ↑ El avión de Ansaldo era un pequeño biplano Puss Moth . Para evitar el control de las autoridades portuguesas se había escogido como campo de aterrizaje un circuito de carreras abandonado cerca de Cascais y el viento obligó a despegar en dirección a una arboleda. «A su propio peso, Sanjurjo añadió una gran maleta que contenía uniformes y medallas para su ceremoniosa entrada en Madrid». El sobrecargado aparato no logró salvar la copa de los árboles. Ésta es la versión del propio Ansaldo que salvó la vida. Posteriormente se extendería la versión de que el motivo fue una bomba puesta por los anarquistas. [ 171 ] ​ ↑ &&&&&&&&&&017729.&&&&&0 17 729 europeos y &&&&&&&&&&015570.&&&&&0 15 570 indígenas (en total, &&&&&&&&&&033299.&&&&&0 33 299), según Cabanellas de las Torres . [ 172 ] ​ &&&&&&&&&&047127.&&&&&0 47 127 hombres según Salas Larrazábal . [ 153 ] ​ ↑ «Los datos, totales o parciales, disponibles sobre treinta y tres provincias indican que hubo más de 35.000 ejecuciones, ya contabilizadas, en la posguerra. Es verdad que entre esas provincias aparecen ya la mayoría de las que permanecieron en zona republicana casi toda la guerra, pero todavía faltan cifras fiables sobre Vizcaya, Asturias, Badajoz, Toledo, Santander y Madrid. Convendría añadir, además, cientos de casos de muertes violentas debidos a asesinatos arbitrarios, no registrados por orden militar, especialmente en la primavera de 1939, y los miles de fallecidos en las cárceles. De hambre y epidemias murieron, con los datos disponibles para trece provincias, 4.663 presos en la posguerra. La conclusión, a la espera de nuevas investigaciones, parece clara: al menos 50.000 personas habían sido ejecutadas en la década posterior al final de la guerra, sin contar esos millares de muertes causadas por el hambre y las enfermedades en los diferentes centros penitenciarios.» [ 277 ] ​ ↑ En el auto por el que queda extinta la responsabilidad penal, se detalla que es por «delitos contra Altos Organismos de la Nación y la Forma de Gobierno, así como respecto del delito de detención ilegal con desaparición forzada de personas, en el contexto de crímenes contra la humanidad ». [ 488 ] ​ Referencias ↑ a b c Francisco Olmos, 2006 , p. 7. ↑ a b Francisco Olmos, 2006 , p. 8. ↑ a b Álvarez-Sanchís y Ruiz Zapatero, 1998 , p. 45. ↑ Jefatura del Estado (10 de enero de 1967). «Ley Orgánica del Estado, núm. 1/1967, de 10 de enero» . Boletín Oficial del Estado núm. 9, de 11 de enero de 1967 . «Artículo sexto. El Jefe del Estado es el representante supremo de la Nación. personifica la soberanía nacional. ejerce el poder supremo político y administrativo. [...]». ↑ Ruiz Carnero , Ricardo (1943). Historia de España . Citado en Álvarez-Sanchís y Ruiz Zapatero, 1998 , p. 45. Madrid: Hernando, S. A. p. 357. ↑ Márquez Rodríguez , Alexis (25 de noviembre de 2010). «La palabra: caudillo» . Fundéu BBVA . ↑ Presidencia del Gobierno (20 de abril de 1967). «Decreto 779/1967, de 20 de abril, por el que se aprueban los textos refundidos de las Leyes Fundamentales del Reino» . Boletín Oficial del Estado núm. 95, de 21 de abril de 1967 . «Artículo segundo. La Jefatura del Estado corresponde al Caudillo de España y de la Cruzada, Generalísimo de los Ejércitos, don Francisco Franco Bahamonde». ↑ a b Preston, 1999 , p. 19 y nota al pie. ↑ a b Rueda Román, 2013 , p. 53. ↑ Redondo Gálvez, 1993 , pp. 133-134. ↑ «La República se inició con el logro de la veracidad electoral (o, por lo menos, de una veracidad electoral muy superior al pasado), pero en los años venideros España hubo de descubrir que proscribir la Monarquía no significaba, necesariamente, el fin de los problemas. En el ambiente crispado y tenso de los años treinta, la forma en que se plantearon, todos a la vez y con maximalismo en las posturas políticas, hizo difícilmente viable el sistema democrático nacido en abril de 1931» Tusell (1999a) Últimos días de la Monarquía ↑ Saz Campos, 2004 , p. 90. ↑ a b «La tesis defendida por Payne en dicho dossier puede sintetizarse con estas palabras: Entre 1937 y 1943, el franquismo constituyó un régimen 'semi-fascista', pero nunca un régimen fascista cien por cien. Después pasó treinta y dos años evolucionando como un sistema autoritario 'posfascista', aunque no consiguió eliminar completamente todos los vestigios residuales del fascismo. » Glicerio Sanchez Recio. En torno a la Dictadura franquista Hispania Nova ↑ Cabrera y Rey, 2017 . Capítulo V ↑ «La ausencia de un ideario definido le permitió transitar de unas fórmulas dictatoriales a otras, rozando el fascismo en los cuarenta y a las dictaduras desarrollistas en los sesenta». Tusell 1999c, Cap. «El franquismo como dictadura». ↑ Hugh Thomas, La guerre d'Espagne , Robert Laffont, 2009, págs.209 y 711. ↑ Jackson, 2005 , p. 466. ↑ Vidal y de Barnola , Luis Alfonso. «Franco, s. XIX-XX» . Xenealoxías do Ortegal . Consultado el 10 de abril de 2016 . ↑ Suárez , Luis (2009). Franco . Portada . Ariel. ISBN 978-84-344-6781-1 . ↑ Gil Pecharromán, 2003 , p. 470. ↑ Fusi Aizpurua et al. , 2006 . «El régimen cometió él solo los suficientes crímenes como para merecer censura con o sin etiqueta fascista. En efecto, por lo menos uno de los horrores que Franco perpetró sobrepasó cualquier cosa hecha tanto por el fascismo alemán como por el italiano hasta que el torbellino de la Guerra Mundial liberó las fuerzas demoníacas que siempre se escondieron en su interior. Mussolini ejecutó a 27 individuos desde 1922 a 1940. Franco ejecutó al menos a mil veces más personas desde 1939 a 1941» (José Luis García Delgado). ↑ Preston, 2004 , p. 581. ↑ a b Preston, 2004 , p. 586. ↑ a b c Preston, 2004 , p. 847. ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 459. «La presencia de sacerdotes junto a las fuerzas de la oposición democrática en las reivindicaciones de los derechos humanos, en las demandas nacionalistas y en las protestas sociales constituye el mayor obstáculo para la esperada y deseada continuidad del régimen, ya que priva de cierta credibilidad a la cantinela del complot comunista repetida hasta la saciedad». ↑ Preston, 2004 , «El largo adiós. 1969, 1975». ↑ Preston, 2004 , p. 839. «La determinación del entorno de El Pardo de mantener con vida a Franco a pesar de sus intensos sufrimientos no era ajena al hecho de que el mandato de Alejandro Rodríguez de Valcárcel como presidente del Reino y de las Cortes concluía el 26 de noviembre. Si Franco podía recuperarse lo suficiente para renovar el mandato de Rodríguez de Valcárcel, la camarilla contaría con un hombre clave para asegurar que el presidente del Consejo de Ministros elegido por Juan Carlos fuera “fiable”». ↑ a b c d Preston, 2004 , p. 848. ↑ Preston, 1999 , p. 19. ↑ Preston, 2004 , p. 28. ↑ Preston, 2004 , p. 30. ↑ Zavala, Jose María (March 22, 2016). Franco con franqueza: Anecdotario privado del personaje más público . España: Plaza Y Janes. p. 350. ISBN 8401015464 . Consultado el 21/12/2017 . ↑ Fernandez, Carlos (2005). EL GENERAL FRANCO: UN DICTADOR EN UN TIEMPO DE INFAMIA . España: CRITICA. p. 504. ISBN 9788484326908 . Consultado el 21/12/2017 . ↑ García Santa Cecilia, Carlos (27 de enero, 2014). «www.fronterad.com» . Bibliotecarios malvados/ 4 (I) . Consultado el 21/12/2017 . ↑ Preston, 2004 , p. 29. ↑ González Duro, 2008 , p. 22. ↑ Ashford Hodges y Salido Rodríguez, 2001 , p. 21. El testimonio de Pacón , Francisco Franco Salgado-Araujo , primo de Franco y su sombra permanente, lo describe como «un hombre de mucha inteligencia, pero excéntrico. […] Tenía una gran personalidad propia que le conducía a hacer lo que le parecía sin preocuparse del “qué dirán”». ↑ González Duro, 2008 , pp. 21-25. ↑ Fernández Santander, 2005 , pp. 8-10. ↑ Fernández Santander, 2005 , p. 9. «En la época de mis recuerdos, todavía era muy bella, con esa perfección de rasgos que los años serenan y ennoblecen. Vivía y vestía con gran austeridad. Sus movimientos eran suaves y armoniosos y su carácter dulce y enérgico. Algo que me interesa subrayar mucho es su inmensa bondad, puesta de manifiesto día tras día en ocasiones de lo más variadas. Yo la quería mucho, puedo asegurar que fue, hasta su muerte, una de las personas que mis quise en el mundo». ↑ Ashford Hodges y Salido Rodríguez, 2001 , p. 40. ↑ Preston, 2004 , p. 33. ↑ Payne, 1987 , p. 15. ↑ Ashford Hodges y Salido Rodríguez, 2001 , p. 27. «Aunque España entera sufrió enormemente la pérdida del gran imperio español, el golpe fue enorme para la moral de Ferrol. Miles de marineros que se enrolaron en la desastrosa aventura eran de Galicia. La pérdida de familiares cercanos y el retorno de gran número de hombres desmoralizados, heridos y mutilados a Ferrol tuvo un impacto directo en las vidas de la mayoría de los habitantes de la ciudad». ↑ Preston, 2004 , pp. 34-35. ↑ Ashford Hodges y Salido Rodríguez, 2001 , p. 31. ↑ Preston, 2004 , p. 36. ↑ Preston, 2004 , p. 34. ↑ Preston, 2004 , p. 37. ↑ Preston, 2004 , p. 48. ↑ Payne, 1987 , p. 82. «Esto no solo por su corta estatura (pues había muchos oficiales bajos en el Ejército español y algunos incluso más que Franco), sino también por su voz débil y ceceante, decididamente aguda». ↑ Azaña Díaz, 2007 , 5 , p. 640. ↑ Payne, 1987 , p. 81. ↑ Payne, 1987 , p. 35. «Pacón, en primera instancia, suspendería el examen de ingreso, aprobándolo al año siguiente». ↑ González Duro, 2008 , p. 54. ↑ Payne, 1987 , p. 80. ↑ a b c Preston, 2004 , p. 44. ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 39. ↑ Preston, 2010 , p. 88. «Su frialdad bajo el fuego de combate y su competencia práctica como oficial de campaña le proporcionaron una serie de rápidos ascensos que le convirtieron, sucesivamente, en el más joven capitán, en 1916, el más joven comandante, en 1917 y el más joven general en Europa, en 1926». ↑ Payne, 1987 , p. 79. ↑ Preston, 1987 , p. 42. «La conciencia de la élite política del creciente pacifismo de la mayoría de la opinión pública, simplemente confirmaba la reivindicación de muchos oficiales de que España no podía ser debidamente gobernada por civiles». ↑ Nerín i Abad, 2005 , p. 73. «Nunca ha habido una juventud tan torturada como la nuestra por la amenaza marroquí, ni sacrificada tan estúpidamente en una aventura sin gloria, sin grandiosidad, triste, siniestra, opaca, vergonzosa, que llenaba la vida española de olor a rancho, a sardinas oxidadas de ración de campaña, a piojos, a cadaverina». Palabras de Carles Esplá, escritor y secretario de Blasco Ibáñez . ↑ Preston, 2004 , p. 40. ↑ Payne, 1987 , p. 82. «El tranquilo autocontrol de Franco, su actitud práctica e impersonal, su ejemplo de valentía y su insistencia en el orden y la disciplina le permitieron convertirse en un competente jefe de pelotón y posteriormente de compañía, a pesar de su juventud». ↑ Preston, 2004 , p. 62. ↑ Preston, 2004 , p. 45. ↑ González Duro, 2008 , p. 75. «Eramos doce oficiales que vivíamos en una tienda cónica. Las veladas las pasábamos charlando y jugando a los naipes, salvo Franco, que en toda su vida ha tocado una carta, que yo sepa. En las horas de abatimiento, lamentábamos nuestros medios militares, que eran insuficientes, y los ataques de la prensa contra el ejército. Reservado y serio, siempre contestaba con monosílabos… pese a su apariencia extremadamente juvenil, Franco sobresalía por su excepcional manera de servir, pero nadie sabía lo que pensaba». Declaraciones del general Vigón a Jean Descolá en Oh España . ↑ Tusell Gómez, 1999a , «Rifeños y españoles». «Hombres acostumbrados a carreteras, a caminos o, cuando menos, a senderos de montaña. hombres, además, recién llegados de un ambiente en que la guerra se miraba como algo intolerable. hombres, finalmente, que nunca habían luchado y, al otro lado, gentes no sólo acostumbradas a pelear sino para quienes la guerra estaba conectada con el pan de cada día». Palabras de Martínez Campos . ↑ Preston, 2004, Pg. 58. ↑ Ashford Hodges y Salido Rodríguez, 2001 , p. 55. ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 48. ↑ González Duro, 2008 , p. 73. «En el campo de batalla, Franco avanza siempre y conduce a sus hombres a la victoria, a costa de lo que sea, porque sabe que la derrota o la retirada les hará desertar o volverse contra él». ↑ Preston, 2004, Pg. 45. ↑ Tusell Gómez, 1999a . ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 49. ↑ Fernández Santander, 2005 , p. 39. ↑ Preston, 2004 , p. 49. ↑ Rodríguez Jiménez, 2006 , pp. 219-220. «Las Juntas de Defensa, asociación del arma de Infantería nacida en el contexto de la crisis de 1917 para exigir la renovación de la vida política pero también, cada vez más, para canalizar sus reivindicaciones corporativas, relacionadas con el mantenimiento del poder adquisitivo de la oficialidad y la aplicación de una escala cerrada. Los junteros se muestran muy críticos con la profusión de condecoraciones, premios en metálico y ascensos en beneficio de los compañeros que prestan servicio en el norte de África». ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 42. Artículo de Franco, 1920 ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 53. ↑ «el historiador oficial de la Guardia Civil se refirió a Franco como «el hombre responsable de restaurar el orden». A pesar de que varias hipótesis afirman que su actuación de esta época confirmó su fiabilidad a ojos de la burguesía local, el propio Franco declararía años más tarde ante un inmenso público de mineros asturianos que su columna no había entrado en acción. [..] En contraste con los recuerdos paternalistas de Franco, Manuel Llaneza, el dirigente moderado del sindicato de mineros asturianos, escribió en esa época sobre el “odio africano” que se había desatado contra los pueblos mineros, en una orgía de violaciones, pillaje, violencia y tortura.» Preston, 2004, Pg. 52. ↑ Preston, 2010 , p. 73. Saludo a los que se incorporaron a la primera bandera de la Legión. Extraído de Barea , Arturo (1951). La forja de un rebelde . Buenos Aires: Losada. p. 315. ↑ Preston, 2004 , p. 56. ↑ Nerín i Abad, 2005 , p. 40. «El alto mando toleró numerosas irregularidades en la Legión, como los alborotos cotidianos o la prostitución en los cuarteles (ejercida por mujeres, hombres e incluso menores). Las “legionarias”, “cantineras” o “soldaduras” acompañaban a las tropas en sus acciones. algunas de ellas desembarcaron en Alhucemas, otras fueron a Asturias en 1934, y las hubo que recorrerían toda España durante la guerra civil». ↑ Preston, 2004 , p. 57. «La duquesa de la Victoria, una filántropo que organizó un equipo de enfermeras, recibía un tributo de la legión: una cesta de rosas en cuyo centro se encontraban dos cabezas de moro cercenadas. Cuando el dictador Primo de Rivera visitó Marruecos en 1926, se horrorizó ante la vista de un batallón de la Legión en espera de ser inspeccionados con cabezas clavadas en las bayonetas». ↑ Preston, 2004 , p. 63. «El desastre de Annual reforzó el pacifismo de izquierda y mermó la reputación del ejército y el rey». ↑ Preston, 2004 , p. 64. De seudónimo Juan Ferragut, del que en aquel tiempo se rumoreó ser el 'negro' que le escribiera a Franco Diario de una Bandera ↑ Payne, 1987 , p. 84. ↑ Preston, 2004 , p. 63. ↑ Preston, 2004 , p. 67. ↑ Preston, 2004 , p. 69. ↑ Preston, 2004 , p. 72. ↑ Preston, 2004 , p. 73. ↑ Preston, 2004 , p. 75. ↑ a b Preston, 2004 , p. 76. ↑ El día en que se anunció su ascenso a general, el éxito de Franco fue eclipsado por la espectacular cobertura que la prensa nacional dio a su hermano Ramón. El comandante Ramón Franco había cruzado el Atlántico sur con el capitán Julio Ruiz de Alda, uno de los futuros fundadores de la Falange, en el Plus Ultra, un hidroavión Dornier Doj Wal.53 El régimen y la prensa trataban a Ramón como un moderno Cristóbal Colón. Se creó una comisión en Ferrol para organizar diversos agasajos a los dos hermanos, incluido el descubrimiento de una placa en la pared de la casa donde nacieron, que rezaba: «En esta casa nacieron los hermanos Francisco y Ramón Franco Bahamonde, valientes militares que al frente del Tercio de África y cruzando el Atlántico en el hidroavión Plus Ultra realizaron heroicas hazañas que constituyen gloriosas páginas de la Historia nacional. El pueblo de Ferrol hónrase con tan esclarecidos hijos, a los que dedica este homenaje de admiración y cariño». Preston, 2004, pp. 77, 78. ↑ Preston, 2004 , p. 79. ↑ Preston, 2004 , p. 83. ↑ Fernández Santander, 1983 , p. 47. ↑ Azaña Díaz, 2007 , 3 , p. 685. Memorias , 21 de agosto de 1931. ↑ Preston, 1994 , p. 99. ↑ Payne, 1987 , p. 88. «El Ejército español era un objetivo primordial del reformismo republicano. Azaña, el nuevo ministro de la Guerra, estaba decidido a reorganizarlo drásticamente y, sobre todo, a crear unas nuevas relaciones institucionales y políticas que pusieran al Ejército en su sitio. […] Una de sus mayores preocupaciones era la hipertrofia de la oficialidad, que mediante una política generosa de retiros voluntarios, prácticamente con la paga completa, se redujo en un 37 por ciento en poco más de un año, pasando de los 22 000 miembros a menos de 12 400». ↑ Preston, 2004 , p. 110. ↑ Preston, 2004 , p. 113. ↑ Preston, 2004 , pp. 113-114. ↑ Preston, 1994 , p. 116. ↑ Preston, 2004 , p. 120. ↑ Preston, 1994 , p. 121. ↑ Azaña Díaz, 1997 , p. 166. ↑ Preston, 1994 , p. 127. «La derecha entendió su éxito en las elecciones de noviembre de 1933 como una oportunidad para desmontar las reformas que había intentado poner en práctica durante los diecinueve meses anteriores el gobierno de coalición republicano-socialista. [...] Los patronos y terratenientes celebraron la victoria bajando los sueldos, reduciendo el número de obreros empleados (en particular despidiendo a los sindicalistas), desalojando a los arrendatarios y subiendo los alquileres». ↑ a b Tusell, 1999b , «La insurrección de octubre de 1934». ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 119. ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 120. «La bajada de salarios, la lucha abierta entre el nuevo gobierno y la Generalitat, y la anulación de la ley de arrendamientos de cultivos votada por el Parlamento catalán: todo esto, unido a las medidas vejatorias tomadas anteriormente por Lerroux, acentúa el descontento popular y agita a la izquierda revolucionaria, a la que le preocupa también el ascenso de las dictaduras en Europa». ↑ Preston, 1994 , p. 131. «El movimiento juvenil de Gil-Robles, la Juventud de Acción Popular (JAP) realizaba grandes convocatorias fascistas en las que Gil-Robles era saludado con el grito ¡Jefe! ¡Jefe! ¡Jefe! (el equivalente español a 'Duce') con la esperanza de que iniciara una 'marcha sobre Madrid' para conquistar el poder». ↑ Tusell, 1999b , «La insurrección de octubre de 1934». «En varios sentidos se puede decir que los sucesos revolucionarios presagiaron la guerra civil: la aparición de milicias, la formación de comités locales como autoridad política suprema, el empleo del terror, en gran medida anticlerical, e incluso alguna medida revolucionaria, como la supresión del dinero llevada a cabo por los anarquistas. Las pérdidas humanas fueron muy considerables (un millar y medio de muertos), pero sobre todo la brutalidad empleada por ambos bandos creó un abismo entre dos sectores de la sociedad española. Si ya se habían producido casos manifiestos de vesania entre los sublevados, el gobierno de centro–derecha hizo muy poco para la reconciliación y, sobre todo, cerró los ojos para no ver el empleo de procedimientos represivos bárbaros e ilegales por parte de la policía y el Ejército». ↑ Álvaro Dueñas et al. , 2009 , p. 102. «Desde su despacho en el Ministerio de la Guerra el general Franco dictó las órdenes que ejecutaron sobre el terreno el general López Ochoa y el coronel Yagüe, éste al mando de las fuerzas coloniales, legionarios y regulares , dispuesto a desplegar en los valles asturianos las tácticas de exterminio sufridas por los rifeños». ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 121. ↑ Preston, 2004 , p. 137. ↑ Preston, 2004 , p. 138. ↑ Fernández Santander, 1983 , p. 58. ↑ Preston, 1994 , p. 148. «Mantenía el mismo tono cauto que había empleado con Moscardó pocos días antes. No obstante, dio una respuesta de doble filo». ↑ Preston, 2004 , p. 143. ↑ Preston, 1994 , p. 150. «Le convenció hasta el punto de consentir en declarar el estado de alarma y telefonear a Alcalá Zamora solicitando la autorización para decretar la suspensión de las garantías constitucionales e imponer la ley marcial». ↑ Preston, 1994 , p. 152. ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 127. «Azaña creyó contar con el General Mola, nombrándolo gobernador militar de Pamplona y jefe de la región del Norte». ↑ Preston, 2004 , p. 153. ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 128. «Franco, diez años después, dirá que lo que pretendía presentándose era acercarse a Madrid». ↑ Preston, 2004 , p. 142. ↑ Preston, 2004 , p. 155. ↑ Preston, 1994 , pp. 119, 173. ↑ Preston, 1994 , p. 173. ↑ Payne, 1968 , p. 291. «La imprecisión, vacilaciones y coqueteos políticos de Franco llegaron a enfurecer de tal manera a Mola y al grupo de conspiradores de Pamplona que éstos acabaron llamándole en privado con el mote de 'miss Islas Canarias 1936'». Conversación de José María Iribarren con Stanley G. Payne en Pamplona el 25 de noviembre de 1958. ↑ Preston, 1994 , p. 160. ↑ Payne, 1992 , p. 30. ↑ a b Preston, 1994 , p. 168. ↑ Preston, 1994 , p. 169. «El propio Serrano Súñer se quedó perplejo cuando Franco le dijo que lo que en realidad le hubiese gustado habría sido trasladar su residencia al sur de Francia y dirigir la conspiración desde allí». De Serrano Súñer , Memorias . ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , pp. 128-129. ↑ Preston, 1994 , p. 169. «Dicho pánico lo nutría reiteradamente la prensa derechista y los muy difundidos discursos insidiosos de Gil Robles y el beligerante líder monárquico José Calvo Sotelo. Sus denuncias del desorden hallaban una justificación espuria en la violencia callejera provocada por las escuadras terroristas de la Falange. A su vez, las actividades de las bandas falangistas eran financiadas por los mismos monárquicos que estaban detrás del golpe militar». ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 113. «La lectura de las memorias de Azaña nos revela que se tiende constantemente a minimizar los peligros que amenazaban a la república». ↑ Preston, 1994 , p. 171. ↑ a b Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 131. ↑ Preston, 2004 , p. 164. ↑ Preston, 1994 , pp. 174-175. ↑ Reig Tapia, 1996 , «¿Para qué...? De Alfonso XIII a Juan III», p. 69. «Franco no se sublevó porque la situación fuese insostenible sino porque comprendió que ya no había disyuntiva. El mismo general Sanjurjo había dicho: “Con Franquito o sin Franquito salvaremos a España”». ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 132. ↑ «Mapa - El Viaje del Dragon Rapide» . www.lahistoriaconmapas.com (en inglés estadounidense) . Consultado el 8 de febrero de 2017 . ↑ Preston, 1994 , pp. 178-179. «La historiografía franquista describe el hecho como un accidente que se produjo cuando Balmes manipulaba un arma. Otras versiones lo sitúan al lado de la República, por lo que se sospecha que pudiera haber sido asesinado». ↑ Preston, 1994 , p. 180. ↑ Preston, 1994 , p. 187. ↑ Preston, 1994 , p. 189. «La decisión de Franco de sumarse al levantamiento y asumir la dirección de las fuerzas españolas en Marruecos constituyó una considerable inyección de moral para los rebeldes». ↑ Payne, 1987 , p. 113. ↑ Preston, 1994 , p. 191. ↑ a b Salas Larrazábal, 1980 , pp. 61-63. ↑ Preston, 1994 , p. 196. ↑ Preston, 1994 , pp. 195, 198. ↑ Preston, 2004 , p. 179. ↑ Tusell, 1999 , «Un primer balance de fuerzas: España dividida en dos». ↑ a b Fernández Santander, 1983 , pp. 72-73. ↑ Preston, 2004 , p. 176. ↑ Preston, 2004 , p. 183. ↑ Fernández Santander, 1983 , pp. 73-74. ABC (23 de agosto de 1936). ↑ Fernández Santander, 1983 , pp. 73-74. El Ejército (marzo de 1962). ↑ Preston, 2004 , p. 197. Preston para ese entrecomillado nos remite a Mario Neves, La matanza de Badajoz , Badajoz, 1986, pp. 13, 43-45, 50-51 ↑ Fernández Santander, 1983 , p. 72. ↑ Preston, 2004 , p. 186. ↑ Reig Tapia, 1996 , p. 70. Instrucción reservada n.º 5 del general Mola. ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 , p. 135. ↑ Fernández Santander, 1983 , p. 73. ↑ Payne, 2007 , p. 109. ↑ Preston, 1994 , p. 188. ↑ Preston, 1994 , p. 195. ↑ Cabanellas de las Torres, 1975 , p. 374. ↑ Preston, 2004 , p. 188. ↑ Preston, 2004 , p. 190. ↑ Preston, 2004 , pp. 188-189. 'El 21 de julio, el día antes de enviar el telegrama a Kühlental, visitó a Franco un hombre de negocios alemán residente en Marruecos, Johannes Eberhard Franz Bernhardt, activo miembro del partido nazi y amigo de Mola, Yagüe, Beigbeder y otros africanistas. Bernhardt sería la clave para obtener decisiva ayuda alemana. [..] La reacción inicial de Hitler ante la carta fue dubitativa. Pero en el transcurso de un monólogo de dos horas fue desarrollando un frenético entusiasmo, aunque al percibir la falta de fondos de los insurgentes españoles exclamó: «Ése no es modo de comenzar una guerra». No obstante, tras una arenga interminable sobre la amenaza bolchevique, se decidió'. ↑ Preston, 1994 , p. 206. ↑ Preston, 1994 , pp. 206-207. ↑ Preston, 1994 , p. 208. «Dado la disciplina férrea con que Franco dirigía las operaciones militares, caben pocas posibilidades de que el uso del terror fuera simplemente un efecto secundario espontáneo o un hecho inadvertido». ↑ Preston, 1994 , p. 208. «Después de que las columnas africanas tomaran cada pueblo o ciudad, dejarían tras de sí una matanza de prisioneros y mujeres violadas». De Koltsov , Mijail (1963). Diario de guerra de España . París. pp. 88-89. ↑ Preston, 2004 , p. 202. ↑ Preston, 1994 , p. 223. «La resistencia del Alcázar se había convertido en un símbolo de heroísmo de los sublevados. Franco, el 22 de agosto, les había prometido enviar refuerzos». ↑ Fernández Santander, 1983 , p. 75. «Su foto con el laureado Moscardó y el bilaureado Varela recorriendo las ruinas del Alcázar y emocionándose al abrazar a los supervivientes dio la vuelta al mundo y le sirvió para que se le reconociera como jefe del alzamiento militar del 18 de julio». ↑ Preston, 2004 , p. 206. ↑ Preston, 2004 , p. 207. ↑ Preston, 2004 , p. 212. ↑ Preston 1994, págs. 196, 199. ↑ En la historia de las negociaciones para conseguir ayuda italiana, Franco tomó la iniciativa y la llevó adelante con pertinaz obstinación. Mussolini y Ciano [ministro de Asuntos Exteriores italiano] aportaron inequívocamente por Franco en vez de Mola. [...] También en Alemania prosperaron más los contactos de Franco. [...] Franco tuvo la suerte de conseguir el respaldo de activos nazis residentes en Marruecos . Preston 1994, pág. 202. ↑ Preston 1994, pág. 210. ↑ El relato de Kindelán deja bien claro que esto se hizo con el conocimiento y la aprobación de Franco . Preston 1994, pág. 227 ↑ Fernández 1983, pág. 75. ↑ La reunión de aquel día le había dejado dudas que le reconcomían sobre su elección como Generalísimo. Detrás del voto casi unánime y las expresiones de apoyo a Franco, podía percibirse frialdad y reticencia por parte de los demás generales . Preston 1994, págs. 228-230. ↑ Como resultado de la decisión de Franco, la marcha sobre Madrid se retrasaría del 21 de septiembre al 6 de octubre. Franco perdió dos semanas en la toma de Toledo mientras se ocupaba de lo relativo a su propio ascenso político. esa dilación constituiría la diferencia entre una excelente oportunidad para entrar en Madrid y el hecho de tener que emprender un largo asedio como resultado de la reorganización de las defensas de la capital y la llegada de ayuda extranjera . Preston 1994, pág. 225. ↑ Liberando el Alcázar de Toledo, cuya resistencia pronto convertiría la propaganda en gesta legendaria, Franco se apuntó un importante tanto publicitario. Lo hizo en un momento decisivo: cuando los generales nacionalistas deberían tomar una decisión definitiva sobre la unificación militar del mando y, por extensión, sobre la naturaleza del poder político que iba a crearse en la zona nacional . Fusi 1985, págs. 44-45. ↑ ’ Preston 1994, págs. 233-234. ↑ Preston, 2004 , p. 214. ↑ Guillermo Cabanellas, ‘La lucha por el poder’, Editorial Heliasta, Buenos Aires 1973. En Fernández 1983, pág. 76. ↑ Preston, 2004 , p. 215. ↑ Ramón Garriga , que más tarde perteneció al servicio de prensa franquista en Burgos, alegó que Franco leyó en el borrador la referencia a que él sería jefe del gobierno de Estado Español sólo provisionalmente 'mientras durase la guerra' y que la suprimió antes de someterlo a la firma de Cabanellas . Preston 1994, pág. 234. ↑ Payne 1987, pág. 130. ↑ Preston 1994, pág. 238 ↑ Preston, 2004 , p. 218. ↑ Joaquín Arrarás, el que fuera uno de sus primeros biógrafos oficiales. Fernández 1983, pág. 80. ↑ Preston, 2004 , pp. 215-216. ↑ Preston, 2004 , p. 216. ↑ Preston, 2004 , pp. 216-217. ↑ Preston, 2004 , p. 217. ↑ Preston 1994, pág. 237. ↑ Bachoud 2000, pág. 161. ↑ Preston, 2004 , p. 220. ↑ Preston, 2004 , p. 227. ↑ Preston 1994, pág. 239. ↑ El cardenal Gomá que informa regularmente a la Santa Sede de la evolución de la situación en la zona nacional, señala al mismo tiempo el constante crecimiento del sentimiento católico entre los dirigentes y entre la población . Bschoud 2000, pág. 158 ↑ Franco seguía anclado en el mundo estratégico de la Gran Guerra . Preston 1994, pág. 255. ↑ ”Seguir aferrándose a su procedimiento vacilante y rutinario (fracaso en el intento de sacar partido a la presente situación favorable terrestre y aérea, el empleo disperso de la aviación) es incluso poner en peligro lo que se ha conquistado hasta ahora”. Preston 1994, pág. 257, ↑ Para los alemanes y los italianos ha habido un fallo y lo atribuyen a la incompetencia militar del Caudillo, se impacientan y deciden incrementar su intervención . Bachoud 2000, pág.161. ↑ Los alemanes querían probar el terror que producían estos bombardeos en la población. Preston 1994, pág. 260. ↑ Preston 1994, págs. 257-258, 263. ↑ Preston 1994, págs. 271-273. ↑ Preston 1994, pág. 278. ↑ Preston, 2004 , p. 253. ↑ Preston, 2004 , pp. 253-254. ↑ En la primera edición de 1945 este párrafo está censurado. Preston 2003, pág. 171. ↑ En conversación el 20 de julio de 1931 con Manuel Azaña , Memorias políticas , Barcelona 1978, pág. 47. ↑ Preston, 2004 , p. 242. ↑ Preston, 2004 , pp. 244-245. ↑ Preston 2003, pág. 171. ↑ Preston, 2004 , p. 257. ↑ Preston, 2004 , p. 260. ↑ Preston, 2004 , p. 258. ↑ Preston, 2004 , p. 264. ↑ Preston, 2004 , pp. 276-277. ↑ Preston, 2004 , p. 280. ↑ Franco estaba orgulloso de haber recibido un telegrama del Papa el día de la victoria. Preston 1994, pág. 400 ↑ Preston, 2004 , p. 251. ↑ Preston, 2004 , pp. 307-308. ↑ Preston, 2004 , p. 261. ↑ Preston 1994, pág. 238. B, pág. 162. ↑ http://www.elplural.com/2012/05/26/el-ideal-supremo-totalitario-de-franco-que-bendicen-con-dinero-publico-los-academicos-de-la-historia/ ↑ a b Preston, 2004 , p. 313. ↑ Preston, 2004 , p. 314. ↑ Preston, 2004 , p. 319. ↑ Preston, 2004 , p. 320. ↑ Preston, 2004 , p. 323. ↑ Preston, 2004 , pp. 330-332. ↑ Preston, 2004 , p. 333. ↑ Preston, 2004 , p. 344. ↑ Preston, 2004 , p. 336. ↑ Preston, 2004 , p. 340. ↑ Preston, 2004 , p. 350. ↑ Preston, 2004 , p. 346. ↑ Preston, 2004 , p. 347. ↑ Preston, 2004 , p. 351. ↑ Preston, 2004 , p. 352. ↑ Preston, 2004 , pp. 357-358. ↑ Preston, 2004 , p. 365. ↑ Tusell 2005, pág. 11. ↑ 'El Jefe asume en su entera plenitud la más absoluta autoridad. El Jefe responde ante Dios y ante la Historia'. BOE Nº 291, Burgos 7 de agosto de 1937. Reig Tapia 1996, pág. 134. ↑ a b Payne 1987, pág. 245. ↑ a b El poder más amplio y absoluto que nunca, a lo largo de la Historia, haya tenido español alguno . Tusell 1996, pág. 137 ↑ Payne, 2007 , p. 100. «Franco consideraba en gran medida al Gobierno como si fuese un ejército, gobernado por “leyes de prerrogativas”, decretos personales emanados del Jefe del Estado. El 9 de agosto de 1939 se promulgó una nueva ley de Jefatura del Estado, que amplió ulteriormente los poderes de Franco, definidos originalmente en el decreto del 29 de enero de 1938. En las nuevas medidas se decía que poseía “de modo permanente las funciones de gobierno” y que se le dispensaba categóricamente de la necesidad de someter las nuevas leyes al Consejo de Ministros “cuando razones de urgencia así lo aconsejen”». ↑ Preston, 2004 , pp. 382-383. ↑ Preston, 2004 , p. 389. ↑ Preston, 2004 , p. 361. ↑ a b Tusell 1999 Vol.3, Cap. El franquismo como dictadura . ↑ La característica más visible del régimen es el número de militares que a lo largo de los años forman parte del gobierno. ese número varía según las circunstancias y necesidades, pero siempre es considerable.[…] Por otra parte, la rudimentaria ideología franquista coincidía a menudo con la mentalidad militar . Bachoud 2000, págs.203-204. ↑ Preston, 2004 , p. 363. ↑ Tusell, 1996 , pp. 182-184. 'En el caso de la dictadura de Franco, una primera imagen que parece desprenderse de la relación entre el sistema político y el catolicismo, es el de que éste (como el Ejército) era no solo un círculo de autonomía parcial respecto del Estado sino la esencia misma sustentadora del sistema político. [..] El catolicismo español se hizo entonces, según la expresión de Marías, 'insaciable'. lo fue como exigencia personal, pero también desde el punto de vista doctrinal: pretendió ser el más íntegro, puro y omnipresente de todo el orbe e inventó una especie de plus de ortodoxia que le daba superioridad supuesta sobre el resto de catolicismos nacionales' ↑ a b c Reig Tapia 1996, pág. 150. ↑ Ashfort 2001, pág. 216. ↑ Reig Tapia 1996, págs. 150-151. ↑ ¿Cómo puede explicarse que esa evidente mediocridad fuera compatible con tal larguísima permanencia en el poder? Por supuesto, un factor absolutamente decisivo para explicarlo consiste en el recuerdo de la guerra civil, de cuyo trauma tanto tiempo tardó en recuperarse la sociedad española . Tusell 1996, pág. 138. ↑ a b Ashfort 2001, pág. 218. ↑ Tusell 1996, pág. 137 ↑ En torno a Franco y respecto a su persona perduró una exaltación de su figura en unos términos que le hicieron a él ratificarse en el convencimiento de su misión providencial .Tusell 1996, pág.138. ↑ Preston, 2004 , p. 372. ↑ Payne, Stanley G., La Época de Franco , Editorial Espasa Calpe, 2007, Madrid, ISBN 978-84-670-2627-6 , p 111 ↑ Casanova, 2004, p 20 ↑ Conxita Mir, 2002, pág. 129. ↑ Mirta Núñez Díaz-Balart, 2009, pág. 30. ↑ Preston, 2004 , p. 390. ↑ La repugnancia por la malversación falangista en los gobiernos centrales y locales y su declarada corrupción fue el lugar común de las críticas de los militares monárquicos a Franco, en particular del conservador Kidelán . Preston 1994, pág. 422. ↑ Payne 1987, pág. 267 ↑ Jorge Semprún. Bachoud 2000, pág. 204. ↑ Tusell 1999 Vol.3, Cap. 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Preston 1994, pág. 405. ↑ Reig Tapia 1996, pág. 143. ↑ Preston, 2004 , p. 375. ↑ Preston 1994, págs. 417, 420, 421, 423, 429. ↑ Ashfort 2001, pág. 219. ↑ Preston, 2004 , p. 400. ↑ Preston 1994, pág. 444. ↑ Preston, 1998 , p. 470. ↑ Preston, 1994 , pp. 460-461. «El informe sobre el potencial militar español elaborado por el Alto Mando alemán llegó a conclusiones igualmente pesimistas. Se calculó que España no disponía de la artillería suficiente como para equipar un ejército en tiempo de guerra, sólo contaba con munición para unos pocos días de hostilidades y las fábricas de armamento tenían una capacidad inferior a lo requerido en una guerra.» ↑ Preston, 1994 , p. 469. «Los expertos militares alemanes no compartían el optimismo de Franco sobre la posible contribución de España al esfuerzo bélico del Eje.» ↑ Preston, 2004 , p. 402. ↑ Preston, 2004 , p. 437. ↑ Preston, 2004 , p. 407. ↑ Preston, 2004 , p. 418. ↑ Preston, 2004 , p. 419. ↑ Preston, 2004 , p. 431. ↑ Preston, 1998 , p. 487. ↑ Preston, 2004 , p. 433. ↑ Preston, 1994 , p. 484. ↑ Preston, 2004 , p. 442. ↑ a b Preston, 2004 , p. 443. ↑ Preston 1994, págs. 492-498. ↑ Preston, 2004 , p. 438. ↑ Preston, 2004 , pp. 445-446. ↑ Preston, 2004 , p. 451. ↑ Preston, 2004 , p. 456. ↑ areamilitar.net. «As forças preparadas para a invasão (Portuguese)» . ↑ Bill Stone. «Operation Felix: Assault on Gibraltar» . 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El Reino Unido que había establecido un bloqueo marítimo internacional contra Alemania, utilizó el arma de la concesión de permisos de circulación de buques con trigo y gasolina destinados a España para presionar a ésta y forzarla a preservar su neutralidad. Estados Unidos usó el arma del petróleo con el mismo fin . Fusi 1985, pág. 83. ↑ Fusi 1985, pág. 83. ↑ Los aparatos alemanes eran reparados en aeropuertos españoles y a los alemanes se les permitía la inspección de los aparatos aliados que en algún caso se vieran obligados a aterrizar en suelo español. El espionaje y el sabotaje alemán contra blancos aliados en España se vio facilitado por las autoridades españolas . Preston 1994, págs. 448-449. ↑ Fernando Díaz-Plaja. Editorial Plaza & Janés. Barcelona 1976, págs. 139-140 ↑ Payne 1997, págs. 587-589 ↑ Fusi 1985, pág. 95. ↑ Roosevelt al embajador en España Norman Armour . 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Preston, 2004 , pp. 623-624 ↑ Preston, 2004 , pp. 629-631. ↑ pág. 318. ↑ Portero y Pardo, 2007 , pp. 320-321. «El veto europeo al ingreso de España en la OTAN y la gravedad de la situación internacional obligaron a Truman a buscar una fórmula alternativa para consolidar la presencia española en el dispositivo de seguridad occidental. […] La cesión de la soberanía casaba mal con la retórica ultranacionalista desplegada por aquellos años por el régimen, pero era un buen exponente de la realidad internacional. España aceptaba formar parte de un dispositivo internacional de seguridad, asumiendo importantes riesgos, a pesar del no reconocimiento que suponía la exclusión de la Organización del Tratado del Atlántico Norte». ↑ Preston, 2004 , p. 647. ↑ Preston, 2004 , p. 650. ↑ Preston, 2004 , p. 651. ↑ Preston, 2004 , p. 652. ↑ Preston, 2004 , p. 654. ↑ Preston, 2004 , p. 661. ↑ Preston, 2004 , pp. 667-668. ↑ Preston, 2004 , p. 669. ↑ Preston, 2004 , p. 682. ↑ Preston, 2004 , pp. 675-676. ↑ Preston, 2004 , p. 676. ↑ Preston, 2004 , p. 677. ↑ Preston, 2004 , p. 685. ↑ Preston, 2004 , p. 688. ↑ Preston, 2004 , p. 691. ↑ Preston, 2004 , p. 718. ↑ Preston, 2004 , pp. 722-724. ↑ Preston, 2004 , p. 726. ↑ Preston, 2004 , p. 733. ↑ Preston, 2004 , p. 729. ↑ Preston, 2004 , p. 699. ↑ Preston, 2004 , pp. 728-729. ↑ Preston, 2004 , p. 735. ↑ Preston, 2004 , p. 736. ↑ Preston, 2004 , p. 745. ↑ Preston, 2004 , p. 747. ↑ Preston, 2004 , pp. 753-754. ↑ Preston, 2004 , p. 756. ↑ Preston, 2004 , p. 759. ↑ Preston, 2004 , pp. 761-762. ↑ Preston, 2004 , p. 763. ↑ Preston, 2004 , p. 765. ↑ Preston, 2004 , p. 766. ↑ Preston, 2004 , p. 767. ↑ Preston, 2004 , pp. 770-773. ↑ Preston, 2004 , pp. 774-778. ↑ Preston, 2004 , p. 779. ↑ Preston, 2004 , pp. 780-781. ↑ Preston, 2004 , pp. 781-782. ↑ Preston, 2004 , p. 787. ↑ Preston, 2004 , p. 789. ↑ Preston, 2004 , p. 794. ↑ Preston, 2004 , p. 793. ↑ Payne, 2007 , p. 215. Más tarde se referiría a ello en privado, hablando de los muchos años que había estado «haciéndome el tonto en este país», pues se había dado cuenta de que debía evitar controversias hasta el punto de resultar un personaje gris. ↑ Payne, 2007 , p. 217. ↑ Preston, 2004 , p. 802. ↑ Para todo el párrafo: Payne, 2007, Cap.: La “Operación Príncipe” , págs. 213-218. ↑ Preston, 2004 , p. 807. ↑ Preston, 2004 , p. 805. ↑ Preston, 2004 , p. 806. ↑ Preston, 2004 , p. 808. ↑ Moradiellos, 2003, pág. 137. ↑ Tusell, 1999c , «El alivio de la autarquía y el cambio en la política económica». «Lo que llama la atención no es que los rectores de la política española cambiaran drásticamente el enfoque de la política económica, sino que tardaran tanto tiempo en hacerlo. La situación ya era desesperada: se cernía sobre España la amenaza de la suspensión de importaciones vitales». ↑ Barciela López et al. , 2001 , p. 156. «La causa próxima del impulso hacia el cambio durante los cincuenta fue la situación alcanzada por el sector exterior que, en última instancia, tenía su origen en el estrepitoso fracaso del proyecto autárquico iniciado tras la Guerra Civil». ↑ Tusell, 1999c , «El alivio de la autarquía y el cambio en la política económica». «El impacto de esta ayuda sobre la economía española ha sido muy gráficamente descrito por Sarda diciendo que “regó a España como el agua a la tierra sedienta”». ↑ Barciela, López, Melgarejo y Miranda, 2001, pág. 157. ↑ La expansión de la economía europea durante los años 1950 continuó en la década de l960. Se disfrutó de una larga fase de prosperidad. [...] La economía española no se había integrado plenamente en la ola de crecimiento europeo durante los 50. A pesar de su importante crecimiento en cifras absolutas, la renta per cápita había disminuido en España respecto a la de los países más avanzados de Europa. Barciela, López, Melgarejo y Miranda, 2001, pág. 239. ↑ Barciela, López, Melgarejo y Miranda, 2001, pág. 182. ↑ Por otro lado, la solución a los problemas económicos españoles era obvia. El programa que ofrecieron los especialistas de todos esos organismos internacionales a España consistió en la vuelta a la ortodoxia financiera, la liberalización comercial y la eliminación de las prácticas discriminatorias. era el mismo programa que acababa de ponerse en práctica en Francia y que desde hacía mucho tiempo estaba en la base de la actuación de todos esos organismos. Cualquier otra alternativa no era una vuelta al pasado sino una recaída en lo demencial. De esta decisión surgió un memorándum del Gobierno fechado a fines de junio de 1959 y dirigido al FMI y a la OECE. Con tono realista y lacónico, se definía el giro que iba a dar la política económica española de forma inmediata: 'El Gobierno español cree que ha llegado el momento de reorientar la política económica en línea con las naciones del mundo occidental y liberarla de controles que, heredados del pasado, no se ajustan a la presente situación'.[...] Quizá lo más significativo de este documento es que, aunque no se revelara, contenía párrafos enteros de informes redactados por expertos extranjeros acerca del estado de la economía española. Tusell, 1999, III, El alivio de la autarquía y el cambio en la política económica. ↑ Moradiellos, 2003, pág. 114. ↑ Las remesas de divisas procedentes de la emigración alcanzaron una cifra cercana a los 6.000 millones de dólares (el 12% de los ingresos procedentes del exterior). Moradiellos, 2003, pág. 138. ↑ Los apologistas del franquismo reivindicaron dicho crecimiento -el llamado 'milagro español'-, presentándolo como una consecuencia directa de la acción gubernamental, cuando en realidad ésta solo había sido determinante en la medida en que, para aprovechar la oleada de crecimiento en Europa, era imprescindible la eliminación de todas aquellas leyes, ordenanzas e instituciones que se habían creado en el periodo autárquico. Barciela, López, Melgarejo y Miranda, 2001, págs. 271-272. ↑ Barciela, López, Melgarejo y Miranda, 2001, pág. 270. ↑ Barciela, López, Melgarejo y Miranda, 2001, pág. 271. ↑ Moradiellos, 2003, pág. 146. ↑ Moradiellos, 2003, págs.147-148. ↑ Barciela, López, Melgarejo y Miranda, 2001, pág. 338. ↑ Moradiellos, 2003, págs. 161-162. ↑ Barciela, López, Melgarejo y Miranda, 2001, pág. 340. ↑ Barciela, López, Melgarejo y Miranda, 2001, pág. 343. ↑ La reforma del modelo asistencial no fue una concesión del franquismo, sino que fue una conquista del mundo del trabajo, que se vio facilitada por la situación de debilidad que sufría el régimen. Barciela, López, Melgarejo y Miranda, 2001, págs. 340-345. ↑ Preston, 2004 , p. 751. ↑ Preston, 2004 , p. 758. ↑ Preston, 2004 , p. 808. «Es improbable que el propio Franco pensara demasiado en la posibilidad de establecer una dinastía real. Sin embargo, la causa de Alfonso, el “príncipe azul”, contaba con el favor de la extrema derecha y especialmente de la esposa y el yerno de Franco.» ↑ Preston, 2004 , p. 810. ↑ Preston, 2004 , p. 811. ↑ Preston, 2004 , p. 812. «Entre el encuentro de Nixon de septiembre de 1970 y los juicios de Burgos dos meses después, Franco había retrocedido treinta años.» ↑ Bachoud, 2000 , p. 454. ↑ Fraga, Memoria breve de una vida pública , pág. 275. En Bechoud, 2000, pág. 455. ↑ a b Preston, 2004 , p. 813. ↑ Preston, 2004 , p. 814. ↑ Bachoud, 2000 , p. 459. ↑ Preston, 2004 , pp. 819-820. ↑ Preton, 2004, Cap: 28. El largo adiós: 1969-1975 . ↑ Bechoud, 2000, Cap.: 14. 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(2003). ↑ Bachoud y Pons Irazazábal, 2000 . «No tiene amantes, ni parece haber sentido jamás el deseo de tenerlas. carece de vicios y de pasiones, y su cultura es escasa. ni siquiera le atraen los pequeños placeres. no bebe, no fuma, no parece apreciar la buena mesa ni el placer de la conversación, excepto tal vez en su primera juventud cuando asiste a las tertulias. Tampoco destaca por sus cualidades. Su corte de aduladores, a falta de otra cosa, finge extasiarse a veces ante el tamaño de un pez capturado o el número de piezas abatidas en una cacería». ↑ Preston, 2004 , p. 764. ↑ Preston, 2004 , p. 810. «La prensa seguía utilizando sus hazañas de caza y pesca como señal de su gran vitalidad, pero el temblor de sus manos tendría que haber afectado a su puntería y la tendencia a dormirse disminuiría su concentración durante sus largas excursiones marinas» ↑ Cifra (9 de febrero de 1958). «El Caudillo realiza un crucero marítimo de pesca deportiva» . 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(83) Castilla (Reino) (83) Lleó, Vicente (83) Núñez Robres, Lázaro (83) Perelló, Ramón (83) Séneca, Lucio Anneo (83) Valdés, Alejandro (83) Berlin, Irving (82) Boccherini, Luigi (82) Campoamor, Ramón de (82) Disdéri (82) La Traverse, Charles de (82) Librería de Villalba (Val... (82) Melchor de Marchena (82) Moreno, José María (82) Pascual Frutos, Luis (82) Prota Carmena, María Isab... (82) Santesteban, José Antonio (82) Soutullo, Reveriano (82) Toledo (Archidiócesis) (82) Cruz, Manuel de la (81) Cuba (Capitanía General) (81) Debussy, Claude (81) Frontaura, Carlos (81) Herz, Henri (81) Inzenga, José (81) Michelangelo (81) Muriel, Auguste (81) Pardo Bazán, Emilia, Cond... (81) Reynolds, Joshua, Sir (81) Taboada, Rafael (81) Warren, Harry (81) Alguacil, Casiano (80) Blasco, Eusebio (80) Damas, Tomás (80) Dicenta, Joaquín (80) García Santisteban, Rafae... (80) Pérez de Montalbán, Juan (80) Scribe, Eugène (80) Valle-Inclán, Ramón del (80) Wierix, Hieronymus (80) Zúñiga y Ontiveros, Maria... (80) Czerny, Carl (79) Lozano, José Honorato (79) Mestres, Apeles (79) Rodríguez Rubí, Tomás (79) Salazar y Castro, Luis de (79) Wachs, Frédéric (79) Argentina (78) Blanc, Adolphe (78) Delgado, Sinesio (78) Duchet, Claude (78) Engelbrecht, Martin (78) Estevan y Cervera, José (78) Lara, Agustín (78) Maea, José (78) Martínez, Antonio (78) Montesinos, Eduardo (78) Pontius, Paulus (78) Coates, Albert (77) Mercadante, Saverio (77) Schipa, Tito (77) Sánchez, Luis (77) Crosby, Bing (76) Kneller, Gotffried (76) López Silva, José (76) Rojas Zorrilla, Francisco... (76) Tagliafico, Joseph (76) Carré, Michel (75) Codoñer, Francisco (75) Harrewijn, Jacobus (75) Hogenberg, Franz (75) Imprenta de Repullés (Mad... (75) Murillo, Bartolomé Esteba... (75) Portas, Joaquín (75) Pérez y Pérez, E. (75) Solís, Antonio de (75) Truzzi, Luigi (75) UGT (75) Villagordo y Alcaraz, Ant... (75) Carducho, Vicente (74) García, Francisco Javier (74) Lacome, Paul (74) London Philharmonic Orche... (74) Piranesi, Francesco (74) Zumel, Enrique (74) Bolswert, Schelte Adams (73) Cano, Alonso (73) Delibes, Léo (73) Godefroid, Félix (73) Hitz, Franz (73) Jefferys, Thomas (73) Labra, Rafael M. de (73) Lawrence, Thomas, Sir (73) López Almagro, Antonio (73) Pacini, Giovanni (73) Tejada y su Gran Orquesta (73) Tiepolo, Giovanni Battist... (73) Adam, Adolphe (72) Gómez Carrillo, Enrique (72) Palomino, Juan Fernando (72) Passe, Crispijn van de (72) Pérez de Soto, Antonio (72) Rovira, Leopoldo (72) Salazar, Diego José (72) Burgos, Javier de (71) Erasmus, Desiderius (71) Escribano, José Matías (71) Gardel, Carlos (71) Pujadas, Magín (71) Real Compañía de Impresor... (71) Valderrama, Juanito (71) Valerio, Xandro (71) Zorrilla, José (71) Circo Price (70) Massé, Victor (70) Menuhin, Yehudi (70) Palomino, Juan Bernabé (70) Sardá y Salvany, Félix (70) Soler y Rovirosa, Francis... (70) Thalberg, Sigismond (70) Antonio Machín y su Conju... (69) Beauchy, Emilio (69) Costa Nogueras, Vicente (69) Dumas, Alexandre (69) Jackson Veyán, José (69) Moya, Juan de (69) Photo Club (69) Arnao, Antonio (68) Coello, Francisco (68) Compañía del Gramófono Od... (68) Cruz Cano y Olmedilla, Ju... (68) Enríquez Gómez, Antonio (68) Fernández de Moratín, Lea... (68) Hidalgo, Juan (68) Lázaro, Hipólito (68) Montorio, Daniel (68) Navarrete, Ramón de (68) Pitarra, Serafí (68) Vidal, Luis (68) Viuda de José de Orga (fl... (68) Álvarez, Emilio (68) Editorial Calleja (67) Florian, Jean-Pierre Clar... (67) Harmer, Thomas (67) Hervé (67) L. A. J. M. (67) Meunier, Louis (67) Pastorfido, Miguel (67) Villafranca Malagón, Pedr... (67) Amills, Juan (66) Bellin, Jacques Nicolas (66) Béatrizet, Nicolas (66) Doblado, José (66) Gigli, Beniamino (66) Gómez de Requena, Nicolás (66) Imprenta Nacional (66) Iriarte, Tomás de (66) López Juarranz, Eduardo (66) Mari Bas, Vicente (66) Mercedarios (66) Múgica y Pérez, Carlos (66) Pérez Carpio, Selica (66) Serrapí, Manuel (66) The Æolian Company (66) Tomás de Aquino, Santo (66) Viuda de Alonso Martín de... (66) Zamora, Antonio de (66) Zuccaro, Federico (66) Castillo, José del (65) Diepenbeeck, Abraham van (65) Dvořák, Antonín (65) Llanta y Guerin, Santiago (65) Matos Fragoso, Juan de (65) Menéndez y Pelayo, Marcel... (65) Pardo de Figueroa, Rafael (65) Puente y Brañas, Ricardo (65) Sucesores de Rivadeneyra ... (65) Tauchnitz, Karl (65) Adalid, Marcial del (64) Bonilla y San Martín, Ado... (64) Confederación Nacional de... (64) Cortot, Alfred (64) Eguílaz, Luis de (64) Fernández, Manuel (64) Galván, J. (grabador) (64) Larruga, Cándido (64) López de Ayala, Pedro (64) Porter, Cole (64) Riva, Francisco de la (64) Aguayo, José F. (63) Arias Montano, Benito (63) Brandi, Mariano (63) Casas Augé, José (63) Mariana, Juan de (63) Orquesta Columbia (63) Pellicer y Saforcada, Jua... (63) Plannck, Stephan (63) Romea, Julián (63) Tejada Martín, José (63) Vela, Luisa (63) Arbiol, Antonio (62) Bécquer, Gustavo Adolfo (62) Feijoo, Benito Jerónimo (62) Floranes, Rafael (62) Horacio Flaco, Quinto (62) Hummel, Johann Nepomuk (62) Lavignac, Albert (62) Macanaz, Melchor de (62) Manrique de Lara, Manuel (62) Neele, Samuel John (62) Barbirolli, John (61) Borodin, Aleksandr Porfir... (61) Bowles, Carington (61) Casado, Rufino (61) Felipe V, Rey de España (61) Imprenta del Reino (Madri... (61) Mackenzie, Murdoch, the e... (61) Medina y Corpas, Miguel (61) Mengs, Anton Raphael (61) Mount & Page (Londres) (61) Ochaíta, José Antonio (61) Toscanini, Arturo (61) Bailliu, Pieter de (60) Bolívar, Baltasar de (60) Dente, Marco (60) Dessaux, Louis-Edme (60) Esteve Vilella, Rafael (60) Fleta, Miguel (60) Gevaert, François Auguste (60) Gluck, Christoph Willibal... (60) Parrino, Domenico Antonio (60) Pereda, José María de (60) Rodríguez, Antonio (60) Sadeler, Ægidius (60) Virgilio Marón, Publio (60) Beham, Hans Sebald (59) Consejo Real de Castilla (59) Darío, Rubén (59) Falla, Manuel de (59) Fernández Grajal, Manuel (59) Gaspar, Enrique (59) Godínez, Felipe (59) Gomis, José Ramón (59) González del Valle, Ansel... (59) Lebeau, Alfred (59) Lecuona, Ernesto (59) Leefdael, Francisco (59) Mozo de Rosales, Emilio (59) Musi, Agostino (59) Perret, Pedro (59) Rubinstein, Artur (59) Valverde, Salvador (59) Aldegrever, Heinrich (58) Ayuso, Alfonso (58) Comella, Luciano Francisc... (58) Des Barres, Joseph F. W. (58) Enríquez del Castillo, Di... (58) Escribano, Miguel (58) Felipe II, Rey de España (58) Halévy, Fromental (58) Litografía de N. González... (58) Lucas, José Tomás (58) Lucio, Celso (58) López Torregrosa, Tomás (58) Torres Garzón, José (58) Ballester, Joaquín (57) Burgos, Miguel de (57) Donon, Julio (57) Fabregat, José Joaquín (57) Fort, José (57) García Morcillo, Fernando (57) Gil, Jerónimo Antonio (57) Herrero, Felisa (57) Hoefnagel, Joris (57) Meller, Raquel (57) Muntaner, Francisco (57) Musset, Alfred de (57) México (Archidiócesis) (57) Ponchielli, Amilcare (57) Ramos Martín, José (57) San José, Teodoro (57) Smith, I (57) Tárrega, Francisco (57) Villar Miralles, Ernesto (57) Battmann, Jacques Louis (56) Blanco, Pepe (56) Diego José de Cádiz, Beat... (56) El Mochuelo (56) Flórez, Enrique (56) García, Juan (56) Gucht, Gerard Van der (56) Gálvez, Juan (56) Ibáñez de Ibero, Carlos (56) Madrid (56) Martí, Joan (56) Micheuz, Georges (56) Núñez de Arce, Gaspar (56) Orga, Tomás de (56) Pinto, Pepe (56) Pérez Echevarría, Francis... (56) Rubinstein, Anton (56) Sánchez, Francisco (56) Álvarez Quintero, Serafín (56) Bonnart, Nicolas, I (55) Brull, Apolinar (55) Collaert, Hans (55) Convento de la Merced (Ma... (55) Enden, Martin van den (55) Fernández Duro, Cesáreo (55) Gámez, Celia (55) Homann, Johann Baptist (55) Hurtado, Antonio (55) Imprenta Real de la Gacet... (55) Mame (55) Méndez y Andrés, José (55) Piquer, Conchita (55) Pérez Escrich, Enrique (55) Riudavets y Tudury, José (55) Riudavets, José (55) Rueda, Salvador (55) Stracciari, Riccardo (55) Urrabieta, Vicente (55) Usandizaga, José María (55) Arcas, Julián (54) Holbein, Hans (54) Koussevitzky, Serge (54) Martí, Francisco de Paula (54) Ulecia, Benito (54) Uruguay (54) Valdivieso y Henarejos, D... (54) Alfonso X, Rey de Castill... (53) Antón del Olmet, Luis (53) Brunetti, Juan (53) Calatayud, Pedro de (53) Estremera, José (53) Fahrbach, Philipp (53) Fernández Ardavín, Luis (53) García Hidalgo, José (53) Jiménez Carreño, Manuel (53) Pérez, Antonio (53) Salvador Carmona, Juan An... (53) Schumann, Carlos (53) Serrano, Emilio (53) Sorozábal, Pablo (53) Tubau y Alberte, Ignacio (53) Varela Silvari, José Marí... (53) Cadenas, José Juan (52) Carracci, Agostino (52) Cuesta, Juan de la (52) Doré, Gustave (52) Espinosa de los Monteros,... (52) Faulí, Salvador (52) Flores, Lola (52) Giordano, Luca (52) González Velázquez, Anton... (52) Martínez de la Rosa, Fran... (52) Mattei, Tito (52) Nieto y Serrano, Matías (52) Orquesta Típica Francisco... (52) Penella, Manuel (52) Westerhout, Arnold van (52) Álvarez Quintero, Joaquín (52) Callejón, Nicolás (51) Coédès, Auguste (51) Cánovas del Castillo y Va... (51) Escuela Normal de Maestro... (51) Fricx, Guillaume (51) Fungairiño, E. (51) Gautier, Théophile (51) Imprenta Mayor (Sevilla) (51) Janssonius, Johannes (51) Lefébure-Wély, A. (51) López Piquer, Luis (51) Martínez Aparici, Domingo (51) Mojados, Lorenzo Francisc... (51) Mote, William Henry (51) Muñoz Román, José (51) Palafox y Mendoza, Juan d... (51) Plantijnsche Drukkerij (51) Porras, Juan de (51) Raúl Abril y su Orquesta (51) Rollos Princesa (Firma) (51) Ros, Carlos (51) Serra, Narciso (51) Velázquez y Sánchez, José (51) Vivian, George (51) Álvarez, Antonio (51) Alonso y Padilla, Pedro J... (50) Barcelona (50) Bartolozzi, Francesco (50) Boito, Arrigo (50) Botella, Rafael (50) Caballero, Fernán (50) Carracci, Annibale (50) Cochran, John (50) García Vilamala, Francisc... (50) Ghisi, Giorgio (50) Gregh, Louis (50) Heifetz, Jascha (50) Manolo de Badajoz (50) Meyssens, Joannes (50) Morera, Enric (50) Nebrija, Antonio de (50) Ortega, Andrés (50) Prieto, Enrique (50) Quirós, Vicente (50) Sargent, Malcolm (50) Trenet, Charles (50) Viuda e Hijo de Pedro Mar... (50) Wilkinson, Robert (50) Alfaro, Manuel Ibo (49) Après de Mannevillette, J... (49) Barcelón, Juan (49) Bordázar de Artazu, Anton... (49) Boston Symphony Orchestra (49) Cartagena, Alonso de (49) Cimarosa, Domenico (49) Cobla Barcelona (49) Cock, Hieronymus (49) Fiedler, Arthur (49) Foucault, Hilaire (49) Gracia de Triana (49) Il Parmigianino (49) Llanos, Antonio (49) Lobo, Eugenio Gerardo (49) Manuzio, Aldo (49) Padrino, José (49) Petrarca, Francesco (49) Pfeiffer, Georges (49) Piranesi, Pietro (49) Puig, Bernardo Calvó (49) Reyer, Ernest (49) Ronald, Landon (49) Royal Opera House (Londre... (49) Schnabel, Artur (49) Selgas y Carrasco, José (49) Shakespeare, William (49) Toledo, Nicolás (49) UGT-Catalunya (49) Visscher, Nicolaes (49) Antonio María Claret, San... (48) Castro, Adolfo de (48) Ferreras, Juan de (48) González Martínez, Nicolá... (48) Gordon, Mack (48) Lauzières, Achille de (48) Leterrier, Eugène (48) Litografía de J. M. Mateu... (48) Millán, Rafael (48) Molajoli, Lorenzo (48) Novellanus, Simon (48) Pellicer de Ossau y Tovar... (48) Saenredam, Jan (48) Stravinsky, Igor (48) Valverde y Álvarez, Emili... (48) Vanloo, Albert (48) Vázquez, Bartolomé (48) Zafra, Antonio de (48) Alcántara, Francisco (47) Ametller Rotllan, Blas (47) Ascher, Joseph (47) Cramer, Henri (47) Deransart, Édouard (47) Díaz de la Carrera, Diego (47) Fernández, Antonio (47) García Lorca, Federico (47) González-Blanco, Andrés (47) Hendrikx, Gillis (47) Irala, Matías de (47) Kahn, Gus (47) Lanini y Sagredo, Pedro (47) Lely, Pieter (47) Litografía de Zaragozano ... (47) Longman & Co. (47) López, Francis (47) Navarro, Manuel (47) Ortiz de Villajos, Ángel (47) Paër, Ferdinando (47) Ravel, Maurice (47) Reinoso, José (47) Rennell, James (47) Rupès, Georges (47) Santiago de Compostela (A... (47) Scott, Walter, Sir (47) Ulloa, Bartolomé (47) Val, Luis de (47) Wiener Bohème-Orchester (47) Wierix, Antoine (47) Xavier Cugat y su Orquest... (47) Ximeno y Planes, Rafael (47) Zabala, Cleto (47) Antifafot Madrid (46) Bances Candamo, Francisco... (46) Banda Odeón (46) Bayot, Adolphe (46) Cambini, Giuseppe Maria (46) Cooper, Robert (46) Cáncer y Velasco, Jerónim... (46) Farrés, Osvaldo (46) Fernández de Lizardi, Jos... (46) Giner de los Ríos, Hermen... (46) González, Ana María (46) Hurtado de Mendoza, Diego (46) Lamartine, Alphonse de (46) López, Juan (46) Olmedilla y Puig, Joaquín (46) Orchestra Sinfonica di Mi... (46) Orquesta Gran Casino (46) Pérez, Alonso (46) Reina, Juanita (46) Ripa Blanque, Juan Antoni... (46) Rodríguez, Ventura (46) Sarasate, Pablo (46) Sor, Fernando (46) Suriá y Burgada, Francisc... (46) Tavan, Émile (46) Utagawa, Kunisada (46) Viuda de Manuel Fernández (46) Wilder, Victor (46) Bautista, Julián (45) Berliner Philharmoniker (45) Bordèse, Luigi (45) Brown, Nacio Herb (45) Canaro, Francisco (45) Carreño de Miranda, Juan (45) Chalon, Alfred Edward (45) Faure, Jean-Baptiste (45) González del Toro, Ricard... (45) Hernández, Rafael (45) Imprenta Real (Sevilla) (45) Kern, Jerome (45) Labarta, Luis (45) Larrea, Carmelo (45) León Montoro, Alejo (45) Librería y Tipografía Cat... (45) Lope, Santiago (45) López de Haro, Diego (45) Martínez, Francisco (45) Noort, Juan de (45) O'Kelly, Joseph (45) Pereira, Pedro Julián (45) Ribera y Fieve, Carlos Lu... (45) Sevilla (45) Strauss, Josef (45) Strauss, Richard (45) Vert, Juan (45) Wayne, Mabel (45) Alarcón, Pedro Antonio de (44) Albéniz, Pedro (44) Anglada, Esteban (44) Anville, Jean-Baptiste Bo... (44) Blaeu, Willem Janszoon (44) Brull, Melecio (44) Capsir, Mercedes (44) Covens & Mortier (Ámsterd... (44) Diamante, Juan Bautista (44) Feliu y Codina, José (44) Fernández de Buendía, Jos... (44) Francos Rodríguez, José (44) Fuente, Vicente de la (44) Garcilaso de la Vega (44) Hallé Orchestra (44) Hollar, Wenzel (44) Martínez Sánchez, José (44) Meilhac, Henri (44) Orquesta Marek Weber (44) Pacheco, Francisco (44) Peralta, Jerónimo de (44) Redondo y Menduiña, Juan (44) Retes, Francisco Luis de (44) Rodríguez de la Torre, Ju... (44) Serra, F. (grabador) (44) Viñas, José (44) Bonet de San Pedro (43) Burriel, Andrés Marcos (43) Carlos III, Rey de España (43) Casals, Pau (43) Copin, Miguel (43) De Rossi, Giovanni Giacom... (43) Dunn, Samuel (43) Exposición Nacional de Be... (43) Fernández Palomero, Manue... (43) García y Mendoza, Salvado... (43) Godés Terrats, Pascual (43) González, Juan (43) González, Manuel (43) Heemskerck, Maarten van (43) Hertel, Johann Georg (43) Librería de Quiroga (43) Litografía Méndez (Madrid... (43) Madoz, Pascual (43) Muñoz del Valle, Antonio (43) Palacios, Antonio (43) Polono, Estanislao (43) Rachmaninoff, Sergei (43) Real Academia de Bellas A... (43) Reni, Guido (43) Soriano Fuertes, Mariano (43) Tempesta, Antonio (43) Vázquez, Manuel Nicolás (43) Barrio, Gabriel del (42) Belmonte Bermúdez, Luis d... (42) Berchem, Nicolaes (42) Burke, Johnny (42) Carnicero, Isidro (42) Cobla 'La Principal de la... (42) Concha, José (42) Debas, Fernando (42) García, José (42) González de Reyes, Antoni... (42) Guridi, Jesús (42) Gómez de Avellaneda, Gert... (42) Gómez y Cros, Antonio (42) Halévy, Ludovic (42) Imprenta Española (42) Isidoro, Santo, Arzobispo... (42) Jorge Sepúlveda y su Orqu... (42) Lack, Théodore (42) Langlois, François (42) Litografía de J. Aragón (... (42) Litografía de Paluzie (Ba... (42) Llanos y Alcaraz, Adolfo (42) Metastasio, Pietro (42) Moszkowski, Moritz (42) Orquesta Martín de la Ros... (42) Palacio, Manuel del (42) Príncipe, Miguel Agustín (42) Ptolomeo, Claudio (42) Pulido, Ángel (42) Pérez, E. (42) Roberto Inglez y su Orque... (42) Ruiz, Gabriel (42) Sanz, Francisco (42) Sinués, María del Pilar (42) Straet, Jan van der (42) Suárez de Ribera, Francis... (42) Sánchez Jiménez, Antonio (42) Taller del Prado Obra Grá... (42) Filtrar por Lengua Español (121632) Latín (11651) Francés (10470) Inglés (7414) Italiano (5994) Catalán (2568) Alemán (1531) Portugués (958) Varias lenguas (689) Griego clásico (513) [+] Ver más Tagalo (374) Vasco (282) Árabe (191) Neerlandés (173) Gallego (168) Ruso (157) Lenguas filipinas (114) Hebreo (106) Sueco (81) Griego moderno (50) Indeterminada (29) Ilocano (25) Cebuano (20) Bable (17) Húngaro (16) Chino (15) Lenguas germánicas (13) Quechua (13) Rumano (13) Danés (12) Havayano (12) Arameo (10) Napolitano (10) Iraní (9) Polaco (9) Nahua (8) Turco (8) Checo (7) Pangasino (7) Siriaco (7) Aragonés (6) Japonés (6) Ladino (5) Esperanto (4) Provenzal (4) Serbio (4) Armenio (3) Búlgaro (3) Irlandés (3) Occitano (3) Amárico (2) Araucano (2) Chamorro (2) Chibchas (2) Copto (2) Finés (2) Hindi (2) Malabar (2) Malayo (2) Noruego (2) Otomí (2) Pampango (2) Persa antiguo (2) Persa moderno (2) Romaní (2) Sajón (2) Sánscrito (2) Zapoteco (2) Índios América del sur (2) Aimará (1) Apache (1) Bielorruso (1) Birmano (1) Bislamá (1) Congo (1) Esloveno (1) Lenguas altaicas (1) Lenguas austronésicas (1) Lenguas bantúes (1) Lenguas criollas (1) Lenguas indios América ce... (1) Lenguas semíticas (1) Letonio (1) Maya (1) Palavano (1) Retorrománico (1) Samaritano (1) Tibetano (1) Vietnamita (1) Yapés (1) Yiddish (1) Filtrar por Año DOCUMENTOS 100.000 80.000 60.000 40.000 20.000 800 2018 AÑOS - Vista de resultados: 1. Jorge Guillén García Alix, Carlos - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000174554 2. Alejo Carpentier Grau Santos (A), Julián - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. 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Luis Rosales Aguirre, Juan Antonio - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000174558 6. Rafael Alberti Molero Ortega, Herminio - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000174559 7. Ernesto Sábato Galano, Miguel (A) - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. 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María Zambrano González de la Torre, Jesús - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000174563 11. Adolfo Bioy Casares Pérez Villalta, Guillermo - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000174564 12. Dulce María Loynaz Herrero, Mari Puri - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. 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José García Nieto Domecq, Cristian - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000174568 16. Guillermo Cabrera Infante Franco Rubio, Carlos - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000174569 17. Francisco Umbral Díaz Gómez, José - Dibujos, grabados y fotografías - 2000 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. 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[Detalles arquitectónicos de la ermita de Nuestra Señora de Salas, Huesca] Carderera, Valentín (1796-1880) - Dibujos, grabados y fotografías - 1855 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000028433 21. [Traje de baile de 1839] Castellano, Manuel (1826-1880) - Dibujos, grabados y fotografías - entre 1846 y 1880? Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000025853 22. [Traje de señora de 1839] Castellano, Manuel (1826-1880) - Dibujos, grabados y fotografías - entre 1846 y 1880? Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000025858 23. [Retrato de Enrique II, Rey de Francia] Castellano, Manuel (1826-1880) - Dibujos, grabados y fotografías - entre 1846 y 1880? Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000025857 24. [Retrato de Catalina de Médicis] Castellano, Manuel (1826-1880) - Dibujos, grabados y fotografías - entre 1846 y 1880? Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000025860 25. Santiago : waltz Corbin, A. - Registro sonoro musical - 1906 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh.bne.es/bnesearch/.jsessionid=9AB9E7DA908BE47BF66792F86044DDE2 26. DAS BIQUET SPIEL Haid, Johann Jacob (1704-1767) - Dibujos, grabados y fotografías - entre 1730 y 1767? Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000053174 27. [Portada para el Albúm de Manuela] Anónimo español (s. XIX) - Dibujos, grabados y fotografías - entre 1800 y 1899? Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000186212 28. El caserío. El trebole, Dúo Guridi, Jesús (1886-1961) - Registro sonoro musical - 1931 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh.bne.es/bnesearch/.jsessionid=9AB9E7DA908BE47BF66792F86044DDE2 29. El caserío. Los versolaris, Romanza de José Miguel Guridi, Jesús (1886-1961) - Registro sonoro musical - 1927 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh.bne.es/bnesearch/.jsessionid=9AB9E7DA908BE47BF66792F86044DDE2 30. [Composición simbólica relativa a las Bellas Artes] Anónimo español (s. XVIII-XIX) - Dibujos, grabados y fotografías - 1780 Seleccionar Deseleccionar La url de enlace al registro bibliográfico se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro bibliográfico es: La url de enlace al documento se ha copiado correctamente. La url para acceder al registro documento es: http://bdh-rd.bne.es/viewer.vm?id=0000186213 Enviar Normas de uso Separar cada destinatario con punto y coma (.), con un máximo de tres destinatarios. 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  Révolution de Mai — Wikipédia Révolution de Mai Un article de Wikipédia, l'encyclopédie libre. Aller à : navigation , rechercher Révolution de Mai La Revolución de Mayo par Francisco Fortuny . Date 18 mai 1810 – 25 mai 1810 Lieu Buenos Aires ( vice-royauté du Río de la Plata ) Résultat Fin de la vice-royauté du Río de la Plata et de la domination espagnole . Création des Provinces-Unies du Río de ... José Castelli , et de militaires comme Antonio Beruti et Hipólito Vieytes , soutenait ce projet. Ils ... Mariano Moreno , Juan José Paso , et Cornelio Saavedra , qui soupçonnaient que ce projet cachât des ... une lettre à José Manuel Goyeneche , elle écrivit : « Dans ces circonstances, je crois de mon devoir ... d’exacerber encore le ressentiment des criollos envers les péninsulaires [ 43 ] . Juan José ... indépendantistes [ 45 ] . Cependant, il rejeta la proposition de l’économe José María Romero de bannir CACHE

Révolution de Mai — Wikipédia Révolution de Mai Un article de Wikipédia, l'encyclopédie libre. Aller à : navigation , rechercher Révolution de Mai La Revolución de Mayo par Francisco Fortuny . Date 18 mai 1810 – 25 mai 1810 Lieu Buenos Aires ( vice-royauté du Río de la Plata ) Résultat Fin de la vice-royauté du Río de la Plata et de la domination espagnole . Création des Provinces-Unies du Río de la Plata et instauration de la Première Junte Chronologie 22 mai 1810 Cabildo ouvert dans le cabildo de Buenos Aires 24 mai 1810 Formation d’un gouvernement autonome, la Première Junte . désignation de Cornelio Saavedra comme son président 25 mai 1810 Destitution du vice-roi Baltasar Hidalgo de Cisneros modifier La révolution de Mai (en espagnol Revolución de Mayo ) est une série d'événements s’échelonnant sur une semaine, qui eurent lieu du 18 au 25 mai 1810 à Buenos Aires . Cette ville était alors la capitale de la vice-royauté du Río de la Plata , colonie faisant partie de l’ Empire espagnol et comprenant le territoire des actuels États d’ Argentine , de Bolivie , du Paraguay et de l’ Uruguay . Lesdits événements, qui sont commémorés en Argentine sous le nom de Semaine de Mai (en esp. Semana de Mayo ), conduisirent à l’éviction du dernier vice-roi Baltasar Hidalgo de Cisneros et à l’établissement, le 25 mai, d’un gouvernement local, appelé Première Junte (esp. Primera Junta ). La révolution de Mai était une conséquence directe de la guerre d’indépendance espagnole , qui s’était déroulée au cours des deux années précédentes. En 1808 , le roi d’Espagne , Ferdinand VII , abdiqua en faveur de Napoléon Bonaparte , qui fit don du trône à son frère Joseph . Une Junte suprême centrale mena la résistance contre le gouvernement de Joseph et l’occupation française de l’Espagne, mais finit, après avoir subi une série de revers, par perdre la moitié nord du pays. Le 1 er février 1810, les troupes françaises s’emparèrent de Séville et étendirent leur domination sur une majeure partie de l’ Andalousie . La Junte suprême dut se replier sur Cadix et se dissoudre pour faire place au Conseil de Régence d'Espagne et des Indes . Par des journaux , en provenance d’Espagne et du reste de l’ Europe , apportés par des navires britanniques , la nouvelle de ces événements parvint finalement à Buenos Aires le 18 mai . Afin de préserver le statu quo politique, le vice-roi Cisneros tenta d’occulter cette nouvelle, mais un groupe d’ avocats criollo et de hauts militaires réussit à obtenir que fût organisé le 22 mai un cabildo ouvert (esp. cabildo abierto ), réunion extraordinaire des notables de la ville, en vue de décider de l’avenir de la vice-royauté. Les participants à cette réunion se refusèrent à reconnaître le Conseil de Régence espagnol et résolurent de constituer une junte destinée à gouverner à la place de Cisneros, attendu que le gouvernement qui l’avait nommé vice-roi avait cessé d’exister. Dans une tentative de perpétuer l'ordre social établi, c’est d’abord Cisneros lui-même qui fut désigné président de la junte par le Cabildo . cependant, à la suite de la forte agitation que cette désignation provoqua parmi le peuple, Cisneros démissionna le 25 mai. La Première Junte nouvellement instituée invita d’autres villes de la vice-royauté à envoyer des délégués afin que ceux-ci se joignissent à la Junte de Buenos Aires . cela eut cependant pour effet de déclencher une guerre entre les régions acceptant l'aboutissement des événements de Buenos Aires, et celles récusant cet aboutissement. La révolution de Mai est considérée comme le point de départ de la guerre d’indépendance de l’Argentine , quoique aucune déclaration formelle d’indépendance n’eût été faite à ce moment-là, et que la Première Junte continuât de gouverner au nom du roi déposé Ferdinand VII. En outre, compte tenu que des événements semblables eurent lieu également dans nombre d’autres villes de l’ Amérique du Sud espagnole lorsqu’y fut parvenue la nouvelle de la dissolution de la Junte suprême centrale , la révolution de Mai est considérée comme un des points de départ de toutes les guerres d'indépendance en Amérique du Sud . Les historiens discutent aujourd’hui sur le propos de savoir si les révolutionnaires étaient réellement loyaux envers la couronne d’Espagne ou si la déclaration de fidélité au roi n’était qu’un subterfuge nécessaire destiné à dissimuler le véritable objectif ― réaliser l’indépendance ― à une population non encore prête à accepter un changement aussi radical. Une déclaration formelle d’indépendance de l’Argentine ne fut finalement prononcée que lors du congrès de Tucumán le 9 juillet 1816 . Sommaire 1 Causes 1.1 Causes extérieures 1.2 Causes intérieures 2 Prélude 2.1 Le gouvernement de Liniers 2.2 Le gouvernement de Cisneros 3 Déroulement de la Semaine de Mai 3.1 Vendredi 18 mai et samedi 19 mai 3.2 Dimanche 20 mai 3.3 Lundi 21 mai 3.4 Mardi 22 mai 3.5 Mercredi 23 mai 3.6 Jeudi 24 mai 3.7 Vendredi 25 mai 4 La version du vice-roi Cisneros 5 Composition de la Première Junte 6 Événements subséquents 6.1 Conséquences 7 Perspectives historiques 7.1 Intentions des révolutionnaires 8 Postérité 8.1 Hommages et commémorations 8.2 La révolution de Mai dans la culture argentine 9 Références 10 Bibliographie Causes [ modifier | modifier le code ] Causes extérieures [ modifier | modifier le code ] Le couronnement de Joseph Bonaparte eut pour effet de mettre en doute la légitimité de l’autorité vice-royale. Après que les États-Unis eurent en 1776 proclamé leur indépendance d’avec la Grande-Bretagne , les criollos à leur tour étaient portés à penser qu'une révolution pour obtenir l’indépendance vis-à-vis de l’Espagne était un objectif réalisable [ 1 ] . De 1775 à 1783 en effet, les Treize colonies déclenchèrent la Révolution américaine , puis menèrent une guerre d’indépendance contre leur puissance de tutelle. De plus, le fait que l’Espagne fut venue en aide aux colonies nord-américaines dans leur lutte contre la Grande-Bretagne avait mis à mal l’argument selon lequel mettre fin à l’allégeance à la métropole devait être considéré comme un crime [ 2 ] . D’autre part, les idéaux de la Révolution française de 1789 s’étaient, par le processus dit de la Révolution atlantique , propagés au-delà de l’ Atlantique . La Révolution française mit un terme à des siècles de monarchie et aboutit au renversement, puis à l’exécution du roi Louis XVI et de la reine Marie Antoinette , et à la suppression des privilèges de la noblesse . La mise en cause du concept de monarchie de droit divin , par l’effet conjugué des idées de la Révolution française, en particulier la Déclaration des droits de l’homme et du citoyen , de certaine phrase de la déclaration d’indépendance américaine, affirmant que tous les hommes ont été créés égaux, et même de certaines prises de position de l’Église espagnole [ 3 ] , permit l’instauration d’un régime républicain en France et aux États-Unis en lieu et place des monarchies, et aussi l’avènement de monarchies constitutionnelles , comme en Grande-Bretagne [ 4 ] . La déclaration d'indépendance des États-Unis suscita des mouvements similaires dans les colonies espagnoles d’Amérique du Sud. Cependant, la diffusion de telles idées était interdite dans les territoires espagnols, de même que la mise en vente et la détention non autorisée des livres qui les exposaient. Ces proscriptions furent édictées après que l'Espagne eut déclaré la guerre à la France à la suite de l’exécution de Louis XVI, et maintenues ensuite nonobstant le traité de paix de 1796 . Tous les efforts pour les garder à distance ne purent empêcher les nouvelles des événements de 1789 et les publications révolutionnaires de se répandre en Espagne. De nombreux criollos de l’époque des Lumières firent connaissance avec les ouvrages d’auteurs critiques lors de leurs études universitaires, que ce soit en Europe ou à l’ université de Chuquisaca dans le Haut-Pérou [ 5 ] . Des livres en provenance des États-Unis parvenaient dans les colonies espagnoles par Caracas , en raison de la proximité de cette ville avec les États-Unis et les Indes occidentales anglaises [ 6 ] . La révolution industrielle , engagée d’abord en Grande-Bretagne, rendue possible par l’utilisation des chemins de fer et de la machine à vapeur , entraîna une augmentation spectaculaire des capacités de production britanniques [ 7 ] et détermina le besoin de nouveaux marchés pour écouler les produits. La tâche de trouver des débouchés était devenue particulièrement difficile en raison des guerres napoléoniennes , où s’affrontaient la France et la Grande-Bretagne, et en particulier du blocus continental , imposé par Napoléon , qui interdisait à la Grande-Bretagne d'avoir des échanges commerciaux avec aucun pays européen. La Grande-Bretagne avait donc besoin de pouvoir commercer avec les colonies espagnoles [ 8 ] , mais en était empêché par l'obligation qu’avaient ces colonies de ne commercer qu’avec leur métropole [ 9 ] . Pour atteindre leurs objectifs économiques, la Grande-Bretagne entreprit initialement d’ envahir militairement le Río de la Plata aux fins de conquérir les villes-clef de l’Amérique espagnole. Après l’échec de cette tentative, les Britanniques choisirent de miser sur les volontés hispano-américaines d’émancipation vis-à-vis de l’Espagne [ 9 ] . La soulèvement d'Aranjuez ( 1808 ) conduisit à l’abdication du roi d’Espagne Charles IV en faveur de son fils Ferdinand VII [ 10 ] . Charles IV sollicita Napoléon de le restaurer sur le trône, mais, au lieu de cela, Napoléon couronna son propre frère Joseph Bonaparte comme le nouveau roi d’Espagne [ 10 ] , événement connu sous le nom d’ abdication de Bayonne . Le couronnement de Joseph, rencontrant une forte résistance en Espagne, déclencha la guerre d’indépendance espagnole , tandis que la Junte de Séville prit le pouvoir au nom du roi absent. L’Espagne, qui jusque-là avait été une alliée sûre de la France contre la Grande-Bretagne, fit à présent alliance avec la Grande-Bretagne contre la France. La Junte de Séville néanmoins fut finalement vaincue, et remplacée par un Conseil de Régence siégeant à Cadix [ 11 ] . Causes intérieures [ modifier | modifier le code ] Le couronnement de l’infante Charlotte Joachime fut envisagé pendant un temps comme solution de rechange à la révolution. L’Espagne interdisait à ses possessions américaines de commercer avec d’autres pays ou avec des colonies étrangères, et s’imposait elle-même comme seul pays acheteur et fournisseur pour les échanges internationaux. Cette situation était préjudiciable à la Vice-royauté , attendu que l’économie espagnole n’avait pas la capacité d’absorber toutes les marchandises provenant des colonies [ 12 ] , et provoquait des pénuries économiques et la récession. Les voies commerciales espagnoles privilégiaient les ports de Mexico et de Lima , au détriment de Buenos Aires . cette politique de la métropole s’explique par la présence de la piraterie , qui obligeait à faire accompagner d’une forte escorte militaire les navires de commerce, et par le fait que Buenos Aires en contrepartie ne détenait pas de ressources en or ou argent , ni ne disposait de populations indigènes établies desquelles obtenir des matières premières ou susceptibles d’être soumises au système de l’ encomienda , ce qui rendait les convois de navires à destination de Buenos Aires beaucoup moins rentables que ceux à destination de Mexico ou Lima [ 13 ] . Il en résulta que la ville se fournissait par la contrebande en produits qu’on ne pouvait obtenir légalement. Cette activité contrebandière, laquelle était, quoique illégale, tolérée comme un moindre mal par la plupart des autorités locales, égalait à l’occasion en volume le commerce légal avec l’Espagne [ 14 ] . Deux factions antagonistes se faisaient face : les hacendados , propriétaires de haciendas (grands domaines agricoles), souhaitaient le libre-échange afin de pouvoir vendre leurs productions outre-mer, alors que les marchands, qui, à l’inverse, profitaient du prix élevé des produits importés en contrebande, s’opposaient au libre-échange, de peur de voir les prix baisser [ 15 ] . La monarchie espagnole nommait ses propres candidats à la plupart des fonctions politiques de la Vice-royauté, généralement en donnant la préférence à des Espagnols d’Europe [ 16 ] . Dans la plupart des cas, les personnes ainsi désignées n’avaient qu’une faible connaissance des questions locales ou s’y montraient peu intéressées. Il en résulta une rivalité croissante entre criollos , gens de souche européenne mais nés en Amérique, et péninsulaires , Espagnols nés en Europe. La plupart des criollos estimaient que les péninsulaires bénéficiaient d’avantages immérités et d’un traitement préférentiel en politique et dans la société. Le bas clergé avait un sentiment semblable à l’endroit des échelons supérieurs de la hiérarchie religieuse [ 17 ] . Les événements, certes, se succédaient à un rythme plus lent que dans le mouvement indépendantiste aux États-Unis. Cela s’explique en partie par le fait que la totalité du système scolaire en Amérique espagnole était encore aux mains du clergé . aussi la population tendait-elle à avoir les mêmes idées conservatrices et à suivre les mêmes coutumes que celles en vigueur en Espagne [ 18 ] . Buenos Aires et Montevideo réussirent par deux fois à résister victorieusement à une invasion britannique du Río de la Plata. En 1806 , un petit corps d’armée britannique, commandé par William Carr Beresford , s’empara de Buenos Aires pour une brève période . la ville fut libérée par l’armée montévidéenne sous le commandement de Jacques de Liniers [ 19 ] . L’année suivante, un corps d’armée plus important s’empara à nouveau de Montevideo, mais fut submergé par les forces de Buenos Aires et dut capituler et restituer Montevideo à la vice-royauté [ 19 ] . Aucun secours ne vint d’Espagne lors de ces deux invasions. Les préparatifs de défense précédant la deuxième invasion comportaient aussi la formation de milices criollos , nonobstant leur interdiction [ 20 ] . L’armée criollo la plus importante était le premier régiment d’infanterie , ou régiment de Patriciens (esp. Regimiento de Patricios ), commandé par Cornelio Saavedra . Ces faits donnèrent aux criollos un pouvoir militaire et une influence politique qu’ils n’avaient pas auparavant . en outre, la victoire ayant été obtenue sans aucune aide de l’Espagne, la confiance des criollos dans leurs capacités d’indépendance en sortit grandie [ 21 ] . En 1808 , la famille royale portugaise , ayant échappé à l’invasion du Portugal par Bonaparte, quitta l’Europe pour s’établir au Brésil. Charlotte Joachime , sœur de Ferdinand VII, était l’épouse d’un prince portugais. Comme elle avait pu ainsi se soustraire à la capture de la famille royale espagnole, elle tenta de prendre la tête, en tant que régente, des vice-royautés espagnoles. Ce projet politique, connu sous le nom de charlottisme , fut conçu dans le but d’empêcher une invasion des Amériques par les Français. Une petite société secrète, composée de politiciens criollos tels que Manuel Belgrano et Juan José Castelli , et de militaires comme Antonio Beruti et Hipólito Vieytes , soutenait ce projet. Ils y voyaient la possibilité de créer un gouvernement local appelé à remplacer la tutelle européenne, c'est-à-dire de franchir un premier pas potentiel en direction d’une déclaration d’indépendance [ 22 ] . S’opposaient au projet le vice-roi Liniers, la plupart des péninsulaires, et des criollos comme Mariano Moreno , Juan José Paso , et Cornelio Saavedra , qui soupçonnaient que ce projet cachât des ambitions expansionnistes portugaises dans la région [ 23 ] . Charlotte Joachime elle-même rejeta finalement le projet, car les porteurs de celui-ci se proposaient de la mettre à la tête d’une monarchie constitutionnelle , alors qu'elle entendait régner sous un régime de monarchie absolue . elle dénonça au vice-roi les motivations révolutionnaires contenues dans les lettres d’appui qui lui avaient été envoyées. Sans autre appui important, les prétentions de Charlotte s’évanouirent, même si, après la révolution encore, certains maintinrent l’idée de son couronnement comme stratégie dilatoire. Mais déjà, l’infante elle-même désapprouvait totalement le tour qu’avaient pris les événements. Dans une lettre à José Manuel Goyeneche , elle écrivit : « Dans ces circonstances, je crois de mon devoir de te requérir et de te charger d’employer tous tes efforts à aller dès que possible à Buenos Aires . et finis-en une fois pour toutes avec ces perfides révolutionnaires, avec les mêmes exécutions que tu as pratiquées dans la ville de La Paz. » La Grande-Bretagne, solidement ancrée dans l’Empire portugais, s’opposait également au projet : elle voulait empêcher que l’Espagne n'éclatât en une multitude de royaumes, et jugeait Charlotte Joachime incapable de faire barrage aux séparatismes [ 24 ] . Prélude [ modifier | modifier le code ] En 1810 , les opinions divergentes des différents secteurs de la société quant à la voie à suivre dans la vice-royauté tendaient à se rejoindre dans une attitude expectative. Une situation analogue s’était produite un siècle auparavant, lors de la guerre de Succession d’Espagne opposant les Habsbourg et les Bourbons , lorsque, pendant quinze ans, les colonies espagnoles ne surent pas qui reconnaître comme leur légitime souverain. À cette occasion, dès que Philippe V se fut installé sur le trône d’Espagne, les fonctionnaires des colonies le reconnurent, et tout reprit son cours normal. Il est probable qu’en 1810, beaucoup, en particulier parmi les Espagnols, croyaient qu’il suffirait de constituer une junte de gouvernement, puis attendre que la normalité revînt en Espagne [ 25 ] . Le gouvernement de Liniers [ modifier | modifier le code ] Jacques de Liniers régna en tant que vice-roi de 1807 à 1809. Buenos Aires une fois reconquise après les invasions britanniques du Río de la Plata en 1806, la population ne pouvait accepter que Rafael de Sobremonte , à qui elle reprochait de s’être enfui à Córdoba avec le trésor public alors que la bataille faisait rage encore, fût maintenu vice-roi. Il existait certes une loi, promulguée par Pedro de Cevallos , requérant que le trésor fût placé en lieu sûr en cas d’attaque étrangère, néanmoins Sobremonte était perçu comme un poltron par la population [ 26 ] . La Real Audiencia de Buenos Aires ne lui permit pas de retourner à Buenos Aires et nomma Santiago de Liniers, acclamé comme un héros populaire, vice-roi par intérim . C’était là, fait sans précédent, la première fois qu’un vice-roi espagnol était déstitué par un organe de gouvernement local, et non par le roi d’Espagne lui-même [ 27 ] . Cette nomination fut néanmoins ratifiée ultérieurement par le roi Charles IV [ 28 ] . Liniers entreprit d’armer l’ensemble de la population de Buenos Aires, y compris les criollos et les esclaves, et sut refouler une deuxième tentative britannique d’invasion en 1807 . Le gouvernement de Liniers avait la faveur des criollos , mais non des péninsulaires, tels que le négociant Martín de Álzaga ou le gouverneur de Montevideo, Francisco Javier de Elío [ 29 ] . Ce dernier requit des autorités espagnoles de désigner un nouveau vice-roi . à la suite de l’éclatement de la guerre d’indépendance espagnole , il mit sur pied à Montevideo une junte chargée de passer au crible tous les ordres en provenance de Buenos Aires, et qui se réservait le droit d’ignorer ces ordres, sans toutefois nier ouvertement l’autorité du vice-roi ou déclarer Montevideo indépendant [ 30 ] . Martín de Álzaga lança une rébellion, dite Asonada de Álzaga , afin d’écarter Liniers. Le premier janvier 1809 , un cabildo ouvert ― réunion extraordinaire de citoyens tenue dans le cabildo (conseil municipal) local ― présidé par Álzaga, exigea la démission de Liniers et nomma une junte au nom de Ferdinand VII . la milice espagnole et un groupe de gens convoqués par le conseil s'étaient rassemblés pour appuyer la rébellion. Certains criollos , en particulier Mariano Moreno , soutinrent la mutinerie, y voyant un moyen de réaliser l'indépendance, mais ils étaient en petit nombre [ 31 ] . D’autres soupçonnaient Álzaga de vouloir écarter le vice-roi afin de se soustraire à son autorité politique, tout en se proposant de maintenir inchangées les disparités sociales entre criollos et péninsulaires [ 32 ] . L’émeute fut promptement brisée après que les milices criollos menées par Cornelio Saavedra eurent cerné la place et dispersé les insurgés. La mutinerie ratée eut pour résultat que les milices rebelles, c'est-à-dire toutes les milices péninsulaires, furent désarmées, et que le pouvoir des criollos fut corrélativement augmenté. La rivalité entre criollos et péninsulaires s’exacerba. Les meneurs du complot, à l’exception de Moreno, furent envoyés en exil à Carmen de Patagones . Javier de Elío les en libéra et leur accorda l’asile politique à Montevideo [ 33 ] . Le gouvernement de Cisneros [ modifier | modifier le code ] Baltasar Hidalgo de Cisneros , dernier vice-roi ayant gouverné à Buenos Aires. La Junte de Séville remplaça Liniers par l’officier de marine Baltasar Hidalgo de Cisneros , ancien combattant de la bataille de Trafalgar , pour mettre fin à l’agitation politique dans le Río de la Plata. Il arriva à Montevideo en juin 1809 pour la passation de pouvoir. Manuel Belgrano proposa que Liniers résistât, au motif qu’il avait été confirmé dans le rôle de vice-roi par l’autorité du roi d’Espagne, alors qu’une telle légitimité faisait défaut à Cisneros [ 34 ] . Quoique les milices criollos fussent disposées à soutenir Liniers contre Cisneros [ 35 ] , Liniers remit sans résistance le pouvoir entre les mains de Cisneros. Javier de Elío accepta l’autorité du nouveau vice-roi et dissolut la Junte de Montevideo. Cisneros réarma les milices péninsulaires démantelées, et gracia les partis responsables de la mutinerie [ 36 ] . Álzaga en revanche ne fut pas libéré, mais sa sentence commuée en assignation à résidence [ 37 ] . Dans le Haut-Pérou, les événements d’Espagne faisaient également l'objet de préoccupations et la légitimité des autorités locales y était aussi mise en cause. Le 25 mai 1809, à la suite d'une révolution à Chuquisaca , le gouverneur Ramón García de León y Pizarro (es) fut déposé et remplacé par Juan Antonio Álvarez de Arenales [ 38 ] . Le 16 juillet , dans la ville de La Paz , un deuxième mouvement révolutionnaire, dirigé par le colonel Pedro Domingo Murillo , démit le gouverneur et élut une junte, la dénommée Junta Tuitiva de los Derechos del Pueblo (litt. Junte Gardienne des Droits du Peuple ) [ 39 ] . Une réaction vive des autorités espagnoles permit de défaire ces rébellions. Une armée de 1 000 hommes envoyée de Buenos Aires ne rencontra aucune résistance à Chuquisaca, s’empara de la ville, et déstitua la Junte [ 40 ] . Murillo tenta de défendre La Paz , mais ses 800 hommes étaient complètement surpassés en nombre par les plus de 5 000 hommes envoyés de Lima [ 41 ] . Il fut décapité par la suite, en même temps que d’autres meneurs, et leurs têtes furent exhibées en guise de dissuasion [ 42 ] . Ces mesures contrastaient fortement avec la grâce dont avaient bénéficié Martín de Álzaga et d’autres après une brève période d’emprisonnement, ce qui eut pour effet d’exacerber encore le ressentiment des criollos envers les péninsulaires [ 43 ] . Juan José Castelli assistait aux délibérations à l’université Saint-François-Xavier, au moment où Bernardo de Monteagudo conçut le Syllogisme de Chuquisaca , qui servit de justification légale à l’autonomie, et qu’il formula ainsi : « Doit-on suivre le destin de l’Espagne ou résister en Amérique ? Les Indes sont une possession personnelle du roi d’Espagne . le roi est empêché de régner . en conséquence, les Indes doivent se gouverner elles-mêmes. » Ce raisonnement détermina l’attitude adoptée par Castelli lors de la Semaine de Mai [ 44 ] . Le 25 novembre 1809, Cisneros institua la Cour de Surveillance politique ( Juzgado de Vigilancia Política ), chargée de poursuivre les francisés ( afrancesados ) et les indépendantistes [ 45 ] . Cependant, il rejeta la proposition de l’économe José María Romero de bannir un certain nombre de personnes considérées dangereuses pour le régime espagnol, comme Saavedra, Paso, Chiclana , Vieytes, Balcarce, Castelli, Larrea, Guido , Viamonte, Moreno et Sáenz [ 46 ] . Il mit en garde de ne pas propager de nouvelles pouvant être considérées comme subversives. Les criollos étaient conscients que n’importe quel prétexte pouvait suffire à provoquer l’éclatement d’une révolution. En avril 1810 , Cornelio Saavedra prononça sa célèbre phrase devant ses amis : « Ce n’est pas l’heure encore, laissez le temps aux figues de mûrir, et alors nous les mangerons » [ 47 ] , signifiant par là qu’il n’appuierait aucune action irréfléchie contre le vice-roi, mais qu’il attendait quelque moment stratégiquement favorable, tel qu’un avantage décisif remporté par les forces napoléoniennes dans leur guerre contre l'Espagne [ 48 ] . Déroulement de la Semaine de Mai [ modifier | modifier le code ] Claude Victor-Perrin , commandant des troupes françaises qui prirent Séville lors de la guerre d'indépendance espagnole . Les historiens définissent la Semaine de Mai comme l’intervalle de temps situé entre la confirmation de la chute de la Junte de Séville le 18 mai, et la destitution de Cisneros et l’instauration de la Première Junte le 25 mai [ 49 ] . Le 14 mai 1810, la goélette de guerre britannique HMS Mistletoe , en provenance de Gibraltar , aborda à Buenos Aires, porteuse de journaux européens rapportant la dissolution de la Junte de Séville au mois de janvier précédent. La ville de Séville avait été envahie par les troupes françaises, qui occupaient déjà une majeure partie de la péninsule Ibérique . Après que le roi Ferdinand VII eut été déposé par les abdications dites de Bayonne, la Junte était l’un des derniers bastions du pouvoir de la couronne espagnole. Le 17 , des nouvelles concordantes venues de Montevideo, apportées le 13 par la frégate britannique HMS John Paris , parvinrent à Buenos Aires . s’y ajoutait l’information que quelques-uns des anciens membres de la Junte s’étaient réfugiés sur l’ île de León à Cadix, pour y établir une Junte. Un Conseil de régence d’Espagne et des Indes fut constitué, mais aucun des deux vaisseaux ne transmit cette nouvelle. Au contraire de la Junte de Séville, perçue comme réceptive aux idées nouvelles, le Conseil de Régence de Cadix ne fut pas considéré comme le prolongement de la résistance espagnole, mais comme une tentative de restaurer l’absolutisme en Espagne. Les patriotes sud-américains craignaient autant une restauration absolutiste qu’une victoire française complète dans la péninsule Ibérique [ 50 ] . Cisneros tenta d’occulter les nouvelles en contrôlant les vaisseaux britanniques et en faisant saisir tout journal qui arrivait, mais un exemplaire parvint néanmoins entre les mains de Manuel Belgrano et de son cousin Juan José Castelli [ 51 ] . Ils répandirent la nouvelle chez les autres patriotes et mirent en cause la légitimité du vice-roi, celui-ci ayant été nommé par la Junte déchue [ 51 ] . La nouvelle parvint également aux oreilles de Cornelio Saavedra, commandant du régiment de Patriciens. Saavedra, qui, à des occasions antérieures, avait déconseillé de prendre des mesures à l’encontre du vice-roi, et considérait que du point de vue stratégique, le moment idéal pour mettre en œuvre le projet révolutionnaire serait l'instant où les forces napoléoniennes auraient obtenu un avantage décisif dans leur guerre contre l’Espagne, conclut à présent que l’heure idéale était venue de tenter des actions contre Cisneros [ 52 ] . Martín Rodríguez proposa de renverser le vice-roi par la force, mais Castelli et Saavedra rejetèrent cette idée et proposèrent la tenue d’un cabildo ouvert [ 53 ] . Vendredi 18 mai et samedi 19 mai [ modifier | modifier le code ] Quelque effort qu’eût fait le vice-roi Cisneros pour occulter la nouvelle de la défaite espagnole, la rumeur s’était propagée à travers tout Buenos Aires. La population était inquiète, une grande activité régnait dans les casernes et sur la Plaza , et la plupart des magasins avaient fermé leurs portes [ 54 ] . Le Café des Catalans ( Café de los Catalanes ) et la Fonda de Naciones , lieux de réunion habituels des criollos , devinrent des enceintes de discussions politiques et les lieux de proclamations radicales . Francisco José Planes y clama que Cisneros devait être pendu sur la Plaza Mayor en représailles de l’exécution des chefs de l’infortunée révolution de La Paz [ 55 ] . Ceux qui avaient sympathisé avec le gouvernement absolutiste furent houspillés, mais les bagarres furent de peu de conséquence, car nul n'était autorisé à se saisir des fusils ou des sabres dans les casernes [ 56 ] . Le vice-roi, à l’effet d'apaiser les criollos , donna sa propre version des événements par la voie d’une proclamation. Bien que connaissant la nouvelle [ 57 ] , il se borna à relever que la situation dans la péninsule Ibérique était délicate, sans confirmer la chute de la Junte. Requérant de faire allégeance au roi Ferdinand VII, il proposa de créer un corps de gouvernement qui dirigerait au nom de Ferdinand VII, conjointement avec le vice-roi du Pérou José Fernando de Abascal y Sousa , le gouverneur de Potosí Francisco de Paula Sanz et le président de l’ Audiencia royale de Charcas Vicente Nieto [ 58 ] . La proclamation comportait le passage suivant : « En Amérique espagnole, le trône des Rois catholiques se maintiendra, eût-il succombé dans la péninsule. (...) L’autorité supérieure ne prendra une quelconque décision qui n'ait été préalablement convenue conjointement avec toutes les représentations de la capitale, auxquelles se seront jointes postérieurement celles des provinces de son ressort, pendant qu’entre-temps s'établisse, en accord avec les autres vice-royautés, une représentation de la souveraineté du seigneur Ferdinand VII [ 59 ] » . Sur ces entrefaites cependant, l’agitation populaire ne cessait de croître. Ne se laissant pas berner par le communiqué du vice-roi, quelques criollos tenaient au domicile de Nicolás Rodríguez Peña et d’ Hipólito Vieytes des réunions secrètes, où ils désignèrent une commission représentative, composée de Juan José Castelli et de Martín Rodríguez, à l’effet de requérir que Cisneros convînt d’un cabildo ouvert pour décider de l’avenir de la vice-royauté. Dans la nuit du 19 mai , les discussions se poursuivaient au domicile de Rodríguez Peña. Saavedra, appelé par Viamonte, rejoignit la réunion. Il y avait des chefs militaires, tels que Rodríguez, Ocampo, Balcarce et Díaz Vélez . et des chefs civils, comme Castelli, Vieytes, Alberti et Paso. Ils convinrent que Belgrano et Saavedra se mettraient en rapport avec l’ alcade Juan José de Lezica , et Castelli avec le procureur Julián de Leiva , pour solliciter leur appui. Ils réclameraient que le vice-roi permît la tenue d’un cabildo ouvert , à défaut de quoi, ajoutèrent-ils, le peuple et les troupes criollos marcheraient sur la Plaza Mayor , pour forcer par tous les moyens utiles le vice-roi à démissionner, et le remplacer ensuite par un gouvernement de patriotes [ 60 ] . Saavedra fit à Lezica la remarque que lui-même (Saavedra) était soupçonné d’être un traître potentiel pour avoir prôné à plusieurs reprises de procéder par démarches prudentes et mesurées ― remarque destinée en réalité à presser Lezica à mettre en branle le système légal pour permettre au peuple de s’exprimer, sous peine de risquer une rébellion de grande ampleur [ 61 ] . Lezica demanda de la patience et du temps pour convaincre le vice-roi, et pria de réserver en ultime recours la tenue d’une manifestation massive, argumentant que si le vice-roi était déposé de cette manière, cela équivaudrait à une rébellion, et transformerait les révolutionnaires en criminels [ 62 ] . Manuel Belgrano fixa le lundi prochain comme dernier délai pour agréer le cabildo ouvert . ensuite il passerait à l’action directe [ 63 ] . Ultérieurement, au cours de la Révolution, Leiva devait intervenir comme médiateur, agissant à la fois comme confident de Cisneros et comme négociateur de confiance pour les révolutionnaires plus modérés [ 64 ] . Dimanche 20 mai [ modifier | modifier le code ] Juan José Castelli sollicitant un cabildo ouvert auprès de Baltasar Hidalgo de Cisneros . Lezica ayant fait part à Cisneros de la requête, le vice-roi consulta Leyva, qui se déclara favorable à la tenue d’un cabildo ouvert . Avant de prendre sa décision, le vice-roi ordonna aux chefs militaires de se rendre au fort à sept heures du soir. Des rumeurs se répandirent selon lesquelles il s’agissait d’un guet-apens destiné à les capturer et à se rendre maître des casernes. Pour prévenir ce risque, les chefs militaires prirent d’abord le commandement des grenadiers qui gardaient le fort et s’assurèrent les clefs de tous les accès de celui-ci pendant l’audience chez le vice-roi [ 65 ] . Après que Cisneros leur eut, selon ce qu’il rapporta lui-même dans ses Mémoires , rappelé les serments de fidélité répétés par lesquels ils s’étaient engagés à défendre l’autorité et à maintenir l’ordre public, qu’il les eut exhortés de mettre en pratique leur fidélité à Sa Majesté et à la patrie, et qu’il eut à cet effet réclamé des renforts militaires, le colonel Cornelio Saavedra, chef du régiment de Patriciens, répliqua, au nom de tous les régiments créoles, en comparant la situation internationale actuelle avec celle prévalant au moment de la mutinerie d’Álzaga , un an auparavant, et en soulignant que l'Espagne était à présent presque totalement sous la domination napoléonienne . il remarqua que les provinces espagnoles non encore vaincues étaient très exiguës en comparaison des Amériques et rejeta les prétentions de souveraineté de celles-là sur celles-ci. Il conclut que les armées locales ne souhaitaient pas suivre le destin de l’Espagne, mais au contraire suivre leur propre voie. Enfin, il fit observer que la Junte de Séville, qui avait nommé vice-roi Cisneros, avait cessé d’exister, en raison de quoi il déniait à Cisneros toute légitimité comme vice-roi, et refusait de lui apporter la protection des troupes sous son commandement [ 66 ] . À minuit, au domicile de Rodríguez Peña, eut lieu une réunion où les dirigeants discutaient des événements de la journée écoulée. Castelli et Martín Rodríguez furent dépêchés vers le fort pour une entrevue avec Cisneros. Terrada, commandant des grenadiers d’infanterie, dont la caserne se trouvait sous les fenêtres de Cisneros, les rejoignit, sa présence étant propre à empêcher le vice-roi de faire appel à une aide militaire pour faire prisonniers ses visiteurs [ 67 ] . Les gardes les ayant laissé passer sans les annoncer, ils trouvèrent Cisneros occupé à jouer aux cartes avec le brigadier Quintana, le procureur Caspe et l'aide de camp Coicolea. Castelli et Rodríguez réitérèrent leur requête d’un cabildo ouvert , ce à quoi Cisneros réagit avec colère, estimant leur requête outrageante. Rodríguez, l'interrompant, lui enjoignit de donner une réponse définitive [ 68 ] . À l’issue de brefs conciliabules avec Caspe, Cisneros finit, de mauvaise grâce, par donner son consentement [ 69 ] . Le cabildo ouvert aurait lieu le 22 mai . Ce même soir, il y avait dans la ville une représentation théâtrale sur le thème de la tyrannie , intitulée Rome sauvée , et à laquelle assistaient nombre de révolutionnaires. L’acteur principal était Morante, dans le rôle de Cicéron . Le commissaire de police requit Morante de feindre une maladie et de ne pas apparaître sur scène, de sorte que la pièce pût être remplacée par Misanthropie et Repentance du poète allemand August von Kotzebue . Des rumeurs de censure policière se propagèrent promptement . Morante dédaigna l'injonction et joua la pièce comme prévu. Au quatrième acte, Morante prononça une allocution patriotique, où il fut question de la Rome antique menacée par les Gaulois et de la nécessité d’une direction forte pour résister au danger [ 70 ] . Cela eut l’effet d’exalter les esprits révolutionnaires, et provoqua une frénétique ovation. Juan José Paso se dressa, criant ¡Viva Buenos Aires libre! , et une petite rixe s’ensuivit [ 70 ] . La représentation terminée, les révolutionnaires retournèrent au domicile de Peña. Ils firent part du résultat de la dernière entrevue, mais doutaient que Cisneros tiendrait parole. Ils organisèrent une manifestation pour le jour suivant pour assurer que le cabildo ouvert eût bien lieu comme décidé [ 70 ] . Lundi 21 mai [ modifier | modifier le code ] Billet d'invitation au cabildo ouvert du 22 mai. Les préparatifs du cabildo ouvert , commencés à trois heures de l’après-midi, furent interrompus par l’arrivée de 600 hommes armés, groupés sous l'appellation de Légion infernale , qui entreprirent d’occuper la place de la Victoire ( Plaza de la Victoria , l'actuelle Plaza de Mayo ) et réclamaient haut et fort la tenue d’un cabildo ouvert et la démission du vice-roi Cisneros. Ils brandissaient un portrait de Ferdinand VII et les revers de leur veste étaient ornés d’un ruban blanc symbolisant l’unité criollo -espagnole. Les meneurs des agitateurs ( chisperos ) étaient Domingo French , le facteur de la ville, et Antonio Beruti , employé du Trésor. Des rumeurs circulaient selon lesquelles Cisneros avait été tué et Saavedra s’apprêtait à prendre la direction du gouvernement [ 71 ] . Saavedra, qui se trouvait au même moment à la caserne, était embarrassé par cette manifestation. S’il estimait que la violence devait être stoppée et que des mesures radicales telles que la mise à mort de Cisneros devaient être évitées, il pensait en même temps que les troupes se mutineraient si les manifestations étaient réprimées [ 72 ] . Les gens amassés sur la place ne croyaient pas que Cisneros autoriserait le cabildo ouvert le jour suivant. Comme Leiva quittait le Cabildo , Belgrano, au nom de la foule, exigea une réponse définitive . Leiva déclara que tout se passerait comme prévu, mais qu’il fallait du temps pour préparer le Cabildo . Leiva requit Belgrano d’aider le Cabildo dans les préparatifs, son intervention pouvant en effet être interprétée par la foule comme la garantie que leurs exigences ne seraient pas ignorées. La foule se retira alors de la salle principale, mais resta sur la place. Belgrano contesta la liste des invités, où ne figuraient que les citoyens les plus fortunés, jugeant que si les pauvres étaient mis à l’écart, les troubles sociaux ne cesseraient pas. Les membres du Cabildo tentèrent de le convaincre de donner son appui, mais il s’en alla. Le départ de Belgrano, sans qu’il eût donné d’explications sur ce qui s’était passé, mit la foule en rage, et le peuple redoutait une trahison. La revendication d’un cabildo ouvert fut remplacée par l’exigence de la démission immédiate de Cisneros. Cependant, après l’intervention de Saavedra, assurant que les revendications de la Légion infernale bénéficieraient de son appui militaire, le peuple finit par se calmer et se dispersa [ 73 ] . Des invitations furent distribuées à 450 fonctionnaires et citoyens de haut rang de la capitale. La liste des participants avait été établie par le Cabildo, qui voulait s’assurer du résultat en ayant soin de choisir les personnes les plus susceptibles de soutenir le vice-roi. Les révolutionnaires firent pièce à cette manœuvre par un stratagème à eux : Agustín Donado, à qui l’on avait confié la tâche d’imprimer les invitations, en imprima près de 600 au lieu des 450 commandés, et distribua le surplus entre les criollos [ 74 ] . Tout au long de la soirée, Castelli, Rodríguez, French et Beruti parcoururent toutes les casernes pour haranguer les troupes et les préparer pour le lendemain [ 75 ] . Le carton d’invitation était ainsi conçu : L’Excellentissime Cabildo vous convoque pour que vous daigniez assister, demain le 22 courant, à neuf heures, sans insigne aucun, et en qualité d’habitant, au cabildo ouvert que, en accord avec l’Excellentissime Seigneur Vice-Roi, il a consenti à organiser . il y aura lieu de produire le présent faire-part aux troupes qui garderont les avenues de cette place, pour qu'il vous soit permis de passer librement . Mardi 22 mai [ modifier | modifier le code ] Le cabildo ouvert du 22 mai 1810 à Buenos Aires, d'après un tableau de Pedro Subercaseaux . Ce cabildo ouvert fut organisé pour débattre de la légitimité du vice-roi et de l'opportunité d'un gouvernement local autonome qui viendrait le remplacer. Selon les relevés officiels, 251 seulement des 450 invités assistèrent au cabildo ouvert [ 76 ] . French et Beruti, à la tête de 600 hommes armés de coutelas, de fusils et de carabines de chasse, contrôlaient l’accès à la place, pour assurer que le cabildo ouvert eût une majorité de criollos. Tous les notables, religieux et civils, étaient présents, ainsi que les chefs de milices et de nombreux résidents de premier rang. La seule absence notable était celle de Martín de Álzaga, toujours en résidence surveillée. Les troupes, encasernées, étaient en état d’alerte, prêtes à passer à l’action en cas de commotion [ 77 ] . Le négociant José Ignacio de Rezabal, qui assista au cabildo ouvert , exprima dans une missive adressée au prêtre Julián S. de Agüero ses doutes sur cette façon de procéder, précisant que ces doutes étaient partagés par d’autres gens proches de lui . il craignait en effet que le parti qui l’emporterait dans le cabildo ouvert , quel qu’il fût, ne se vengeât contre les autres, comme la mutinerie d’Álzaga en avait été un récent précédent [ 78 ] . Il estimait que le cabildo ouvert serait dénué de légitimité si, à cause de la susmentionnée manipulation de la liste d’invités, les criollos étaient admis à y participer en surnombre [ 79 ] . La séance, avec ses diverses phases ― lecture de la proclamation, débats et votes ―, dura du matin jusqu’à minuit. Le vote n’était pas à bulletin secret : les voix étaient demandées une à une, puis consignées dans les minutes du débat. Le thème principal des discussions était la légitimité du gouvernement et l’autorité du vice-roi. Le principe de Rétroversion de la souveraineté des peuples (esp. Retroversión de la soberanía de los pueblos ), lieu commun de la scolastique espagnole et de la philosophie rationaliste , stipulait qu’en l’absence de monarque légitime le pouvoir devait retourner au peuple, et légitimait donc la formation d’un nouveau gouvernement . toutefois, il n’existait aucun précédent où ce principe avait été appliqué [ 80 ] . La question de la validité de ce principe divisait l’assemblée en deux groupes principaux : l’un, qui rejetait ce principe, arguait qu’il n’y avait pas lieu de changer l’état de choses actuel et soutenait Cisneros dans sa fonction de vice-roi . l’autre, qui appelait au changement, considérait qu’il convenait d’établir une junte de gouvernement, similaire à celles mises sur pied en Espagne, destinée à remplacer le vice-roi. Un troisième groupe, enfin, plus modéré, défendait une position médiane [ 81 ] . Les partisans du changement ne reconnaissaient pas l’autorité du Conseil de Régence, soulignant que les colonies américaines n’avaient pas été consultées lors de sa formation. La question de la rivalité entre criollos et péninsulaires ne fut qu'effleurée au cours des débats . ceux favorables au maintien en place du vice-roi estimaient que le vœu des péninsulaires devait prévaloir sur celui des criollos. Un des orateurs de la première position était l’évêque de Buenos Aires, Benito Lué y Riega , chef de l’église locale. Lué y Riega fit valoir que : « Non seulement il n’y a point lieu d’innover avec le vice-roi, mais encore, quand bien même il n’y aurait plus aucune partie de l’Espagne qui ne fût subjuguée, les Espagnols qui se trouvent en Amérique doivent reprendre et exercer le gouvernement de celle-ci, ce gouvernement ne pouvant incomber aux fils du pays que s'il ne s’y trouvait plus aucun Espagnol. Dût-il ne rester qu’un seul membre de la Junte de Séville et qu'il accostât nos plages, nous devrions le recevoir comme le Souverain [ 82 ] . » Juan José Castelli était le principal orateur en faveur des révolutionnaires. Son allocution reposait sur deux idées centrales : la déchéance du gouvernement légitime — il releva que la Junte de Séville était dissoute et n’était pas habilitée à désigner une Régence — et le principe de rétroversion de souveraineté [ 83 ] . Il prit la parole après Riega, affirmant que c’était au peuple américain de prendre en main son propre gouvernement en attendant que Ferdinand VII fût en mesure de retourner sur le trône. « Nul n’a pu réputer criminels ni la nation entière, ni les individus qui ont exprimé ouvertement leurs opinions politiques. Si le droit de conquête appartient, par origine, au pays conquérant, il serait juste que l’Espagne donne raison au révérent évêque en renonçant à résister aux Français et en se soumettant, selon les mêmes principes que ceux en vertu desquels il est prétendu que les Américains se soumettent aux hameaux de Pontevedra. La raison et la règle doivent être égales pour tous. Ici, il n’y a ni conquis ni conquérants, il n’y a ici que des Espagnols. Les Espagnols d’Espagne ont perdu leur terre. Les Espagnols d’Amérique essayent de sauver la leur. Que ceux d’Espagne s’entendent là-bas comme ils le peuvent et qu’ils ne se préoccupent pas : nous, Américains, savons ce que nous voulons et où nous allons. Aussi, je propose que l’on vote : qu’à l’autorité du vice-roi en soit subrogée une autre, qui dépendra de la métropole si celle-ci se sauve des Français, qui sera indépendante si l’Espagne reste subjuguée [ 84 ] » Pascual Ruiz Huidobro argumenta que si l’autorité qui avait nommé Cisneros était caduque, celui-ci n’avait plus sa place dans le gouvernement. Il estimait que le Cabildo devait prendre la direction des affaires, étant donné qu’il était le représentant du peuple. Se rallièrent à son vote Melchor Fernández, Juan León Ferragut, Joaquín Grigera, et d’autres [ 85 ] . Cornelio Saavedra , élu à la majorité des suffrages lors du cabildo ouvert , devint le premier président des Provinces-Unies du Río de la Plata . L’avocat Manuel Genaro Villota , représentant des Espagnols conservateurs, déclara que la ville de Buenos Aires n’avait pas le droit de décider unilatéralement de la légitimité du vice-roi ou du Conseil de Régence, sans en conférer aussi avec les autres villes de la Vice-royauté. Il argua que pareille action briserait l’unité du pays, établissant autant de souverainetés que le pays compte de villes. Ce point de vue, qui équivalait à repousser à plus tard quelque action que ce fût, était une habile manœuvre dilatoire visant à maintenir Cisneros au pouvoir [ 86 ] . Juan José Paso reconnut le bien-fondé de son premier point, mais argumenta que la situation en Europe et la possibilité que les forces napoléoniennes vinssent à conquérir les colonies américaines exigeait une résolution urgente [ 87 ] . Il excipa alors du droit d’aînesse de Buenos Aires, qui habiliterait cette ville à prendre l’initiative et à procéder aux changements jugés nécessaires et appropriés, certes sous la condition expresse que les autres villes en fussent avisées et invitées le plus tôt possible à émettre des remarques [ 88 ] . La figure rhétorique de la sœur aînée ( hermana mayor ), comparable au principe de negotiorum gestio [ 89 ] , est un concept postulant une analogie entre les rapports de Buenos Aires avec les autres villes de la vice-royauté et la relation filiale [ 90 ] . Le prêtre Juan Nepomuceno Solá proposa alors que le commandement provisoire fût confié au Cabildo, en attendant la constitution d’une junte de gouvernement composée de représentants de toutes les populations de la Vice-royauté. Sa motion fut soutenue par Manuel Alberti , Azcuénaga , Escalada, Cosme Mariano Argerich , Juan Pedro Aguirre , et par d’autres [ 91 ] . Cornelio Saavedra suggéra pour sa part que le gouvernement fût délégué au Cabildo jusqu’à la formation d’une junte de gouvernement dans les modalités et la forme que le Cabildo jugerait appropriées. Il utilisa l’expression « (...) et il n’est point douteux que c’est le peuple qui fait l’autorité ou le commandement. » [ 76 ] . Au moment du vote, la position de Castelli s’était accordée avec celle de Saavedra [ 92 ] . Manuel Belgrano se tenait debout près d’une fenêtre, de sorte à pouvoir, au cas où les choses prendraient un mauvais tour, donner le signal en agitant un linge blanc. Les gens rassemblés sur la place eussent alors forcé le passage jusque dans le Cabildo. Cependant, aucun problème sérieux ne survint, et ce plan d’urgence n’eut pas à être mis en œuvre [ 93 ] . L’historien Vicente Fidel López , fils de Vicente López y Planes , révéla que son père, présent à l’événement, vit que Mariano Moreno était devenu inquiet vers la fin, en dépit de la majorité acquise. Moreno confia à Planes que le Cabildo était sur le point de le trahir. Mercredi 23 mai [ modifier | modifier le code ] Les débats se poursuivirent toute la journée, et les voix ne furent comptées que fort tard dans la soirée. Les exposés faits, les participants avaient à voter soit pour le maintien au pouvoir du vice-roi, seul ou en association, soit pour sa destitution. Les idées exposées cristallisèrent en un petit nombre de propositions, désignées par le nom de leur principal défenseur, et les gens votèrent ensuite en faveur d’une d’entre elles. De ce vote, qui dura longtemps, il résulta, à une large majorité de 155 voix contre 69, que le vice-roi devait être destitué. La proposition de Manuel José Reyes, qui estimait qu’il n’y avait aucune raison de déposer le vice-roi, et qu’il suffisait de désigner une junte dirigée par Cisneros, obtint une trentaine de voix. Trente autres voix appuyaient également Cisneros, mais en rejetant tout changement au système politique en vigueur. Un petit groupe enfin appuyait la proposition de Martín José de Choteco, qui soutenait également Cisneros [ 94 ] . Les voix contre Cisneros étaient elles aussi réparties en plusieurs propositions différentes. Beaucoup de celles-ci tenaient que les nouvelles autorités appelées à se substituer au vice-roi devaient être élues par le Cabildo. Pascual Ruiz Huidobro vota en faveur d’une phase intérimaire au cours de laquelle le Cabildo dirigerait et s’emploierait à désigner un nouveau gouvernement, mais cette proposition ne mettait pas en avant la souveraineté populaire, ni n’évoquait la mise sur pied d’une junte. Cette proposition eut la faveur de trente-cinq membres, dont du reste une grande partie voyaient en Huidobro le meilleur candidat à la tête du nouveau gouvernement qui serait constitué si la proposition l’eût emporté [ 95 ] . Juan Nepomuceno Solá vota pour la proposition portant que le Cabildo devait gouverner dans l’intérim, tout en s’efforçant entre-temps de constituer une junte composée de députés de toutes les provinces de la vice-royauté. Cette proposition obtint près de vingt voix. Cornelio Saavedra eut le plus grand nombre de voix, et le reste des voix se répartissait sur diverses propositions obtenant chacune peu de voix. Le 23 mai à l’aube, le Cabildo publia un document annonçant que le vice-roi mettrait fin à son mandat. L’autorité supérieure serait transférée temporairement au Cabildo, jusqu’à la désignation d’une junte de gouvernement [ 96 ] . Des avis, annonçant la création imminente d’une junte et reproduisant l'appel lancé aux provinces pour qu'elles envoyassent des représentants à Buenos Aires, furent placardés en différents points de la ville. D’autres avis appelaient le public à s’abstenir de tenter des actions contraires à l’ordre public [ 97 ] . Jeudi 24 mai [ modifier | modifier le code ] Le Cabildo entreprit, en application des résultats du cabildo ouvert , de former la nouvelle junte chargée de gouverner jusqu’à l’arrivée des représentants des autres villes. Leyva fit en sorte que le ci-devant vice-roi Cisneros fût désigné président de la junte et commandant en chef des forces armées. Furent aussi élus, outre Cisneros, les quatre autres membres suivants : les criollos Cornelio Saavedra et Juan José Castelli, et les péninsulaires Juan Nepomuceno Solá et José Santos Inchaurregui [ 98 ] . Les points de vue divergent quant aux motifs de cette décision. Un code constitutionnel de treize articles, propre à réguler l’action de la junte, avait été rédigé par Leyva : la junte n’était pas habilitée à exercer le pouvoir judiciaire, lequel était réservé à la Audiencia royale de Buenos Aires . Cisneros ne pouvait pas agir sans l'appui des autres membres de la junte . le Cabildo avait pouvoir de révoquer ceux qui négligeaient d’accomplir leur devoir . l’assentiment du Cabildo était requis pour lever de nouveaux impôts . et enfin, la junte devait décréter une amnistie générale pour ceux qui avaient exprimé leur opinion lors du cabildo ouvert , et appeler les autres villes à dépêcher des députés. Les commandants des forces armées, y compris Saavedra et Pedro Andrés García, acquiescèrent à ce code. La junte prêta serment dans l’après-midi [ 99 ] . La nouvelle prit les révolutionnaires au dépourvu. Ils ne savaient pas avec certitude ce qu’il y avait à faire dans l’immédiat, et craignaient de subir la même répression que celle qui s’était abattue sur les révolutionnaires de Chuquisaca et de La Paz. Moreno abjura toute relation avec les autres et se claquemura dans sa maison [ 100 ] . Une réunion eut lieu au domicile de Rodríguez Peña. Certains étaient d’avis que le Cabildo n’avait pu ourdir un tel complot sans la bénédiction de Saavedra, et que Castelli devait démissionner de la junte. Tagle rejeta cette proposition : il pensait que Saavedra avait pu accepter par faiblesse ou par naïveté, et que Castelli devait donc rester afin de contrebalancer l’influence qu’avaient les autres sur Saavedra [ 101 ] . Entre-temps, la place avait été envahie par une foule emmenée par French et Beruti. Le maintien au pouvoir de Cisneros, fût-ce même dans une fonction autre que celle de vice-roi, était ressentie comme une injure à la volonté du cabildo ouvert . Le colonel Martín Rodriguez expliqua que si ses soldats recevaient l’ordre de soutenir Cisneros, cela signifierait que l’ordre leur serait donné de faire feu sur la population . la plupart des soldats alors se révolteraient, car ils partageaient le souhait de voir le vice-roi quitter le pouvoir [ 102 ] . Ce même soir, Castelli et Saavedra informèrent Cisneros de leur intention de démissionner de la Junte nouvellement formée, faisant valoir que la population était au bord d’une révolution violente et qu’elle écarterait Cisneros par la force s’il ne démissionnait pas lui aussi. Ils soulignèrent qu’ils étaient impuissants à stopper cela ― Castelli, à contenir ses amis, Saavedra, à empêcher le Régiment de Patriciens de se mutiner [ 103 ] . Cisneros souhaitait attendre jusqu’au lendemain, mais ils lui représentèrent que l’heure n’était plus aux ajournements, de sorte qu’il finit par accepter de démissionner. Il rédigea sa lettre de démission et la fit parvenir au Cabildo, qui devait en délibérer le jour suivant. Chiclana, se sentant encouragé après que Saavedra eut démissionné, se mit à solliciter des signatures pour un manifeste de la volonté du peuple. Quant à Moreno, il se refusait à tout autre engagement, mais Castelli et Peña étaient confiants qu'il finirait par vouloir les rejoindre si les événements se déroulaient comme ils l’escomptaient [ 104 ] . Vendredi 25 mai [ modifier | modifier le code ] Le matin du 25 mai, malgré le mauvais temps, une foule nombreuse, rejointe par la milice commandée par Domingo French et Antonio Beruti, se rassembla sur la Plaza de la Victoria. Tous réclamaient la révocation de la junte élue le jour précédent, la démission définitive de Cisneros, et la composition d’une nouvelle junte dont ce dernier fût exclu. L’historien Bartolomé Mitre rapporte que French et Beruti distribuèrent des rubans bleu et blanc, semblables à la cocarde argentine moderne, aux personnes présentes. Plus tard, d’autres historiens mirent cela en doute, sans exclure toutefois que les révolutionnaires eussent utilisé quelque marque distinctive pour permettre leur identification [ 105 ] . La rumeur courut qu’il se pouvait que le Cabildo rejetât la démission de Cisneros [ 106 ] . La résolution officielle tardant à être rendue publique, la foule commença à remuer, clamant « le peuple veut savoir de quoi il s’agit ! ». Le Cabildo se réunit à 9 heures du matin et refusa effectivement la démission de Cisneros, estimant que la foule n’avait aucun droit légitime à influencer une décision prise et déjà exécutée par le Cabildo. Il considérait que l’agitation populaire devait être réprimée par la force, et, attendu que la Junte détenait maintenant le pouvoir, tenait les membres de celle-ci pour comptables de tout changement qui serait apporté à la politique décidée [ 107 ] . Afin de faire exécuter ces ordres, ils mandèrent les commandants en chef, mais ceux-ci n’y donnèrent aucune suite. Beaucoup d’entre eux, Saavedra inclus, n’apparurent point . mais même ceux qui parurent alors annoncèrent ne pas vouloir endosser l’ordre du gouvernement, arguant que les commandants seraient à coup sûr désobéis s’ils ordonnaient aux troupes de réprimer les manifestants. L’agitation de la foule s’accrut, et le cabildo fut pris d’assaut. Leiva et Lezica requirent que quelqu’un habilité à agir en porte-parole du peuple voulût les rejoindre à l’intérieur de la salle et exposer les vœux du peuple. Beruti, Chiclana, French et Grela furent admis à passer. Leiva tenta de dissuader Pancho Planes de se joindre à eux [ 108 ] , mais il pénétra lui aussi dans la salle [ 109 ] . Le Cabildo argumenta que Buenos Aires n’avait pas le droit de démanteler le système politique de la vice-royauté sans en discuter d’abord avec les autres provinces . French et Chiclana rétorquèrent que la convocation d’un Congrès était d’ores et déjà décidée [ 110 ] . Le Cabildo convoqua les commandants afin d’aviser avec eux. Ainsi que cela avait déjà été fait plusieurs fois dans les derniers jours, Romero représenta au Cabildo que les soldats se mutineraient s’ils étaient forcés de combattre la foule sur ordre de Cisneros. Le Cabildo toutefois ne voulut point en démordre, jusqu’à ce que le bruit de la manifestation eut pénétré dans la salle, faisant craindre que les manifestants pussent envahir le bâtiment et les atteindre. Martín Rodríguez déclara que la seule manière de calmer les manifestants était d’accepter la démission de Cisneros. Leiva cette fois fut d’accord et en convainquit les autres membres, et la multitude reflua alors vers la place. Rodríguez se dirigea vers la maison d’Azcuénaga pour y rencontrer les autres révolutionnaires et planifier les dernières étapes de la révolution. La manifestation envahit derechef le Cabildo, poussant cette fois jusqu’à la salle de délibération. Beruti prit la parole au nom du peuple, exigeant que la nouvelle junte fût élue par le peuple, et non par le Cabildo [ 111 ] . Il laissa entendre que, outre les 400 personnes déjà rassemblées, les casernes étaient remplies de gens qui leur étaient loyaux et qui, si besoin était, prendraient le commandement. Le Cabildo répliqua en requérant que leurs revendications fussent formulées par écrit. Au terme d’un long intervalle, un document contenant 411 signatures fut remis au Cabildo [ 112 ] . Ce document, qui a pu être conservé, proposait une nouvelle composition de la junte de gouvernement, et un corps expéditionnaire de 500 hommes pour assister les provinces . y figurent la plupart des chefs militaires et nombre de résidents notables, en plus d'une grande quantité de signatures illisibles. French et Beruti le signèrent, en précisant « pour moi et pour six cents autres » [ 113 ] . Les historiens ne s’accordent pas cependant sur la paternité du contenu de ce document. Sur ces entrefaites, le temps s’était amélioré, et le soleil perça à travers les nuages, illuminant le ciel. Les gens amassés sur la place y virent un bon présage pour la révolution. Le Soleil de Mai , un des emblèmes de l’Argentine et de l’Uruguay, allait être créé quelques années plus tard en référence à ce phénomène [ 112 ] . Le Cabildo accepta le document et se rendit au balcon pour le soumettre directement au peuple pour ratification. Mais, à cause de l’heure tardive et de la mété