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Idade Média * Glória da Idade Média: arquitetura skip to main | skip to sidebar Idade Média * Glória da Idade Média INICIO GLÓRIA ESPAÑOL CLUNY SANTA JOANA D'ARC TEMAS CANÇÕES DE GESTA Canções de gesta Gesta Dei per francos CAVALARIA A CAVALARIA Ordens de Cavalaria Templários CIVILIZAÇÃO CRISTÃ Carlos Magno Civilização Cristã Cristandade Cruzadas Blog As Cruzadas França CIÊNCIA Arquitetura Astronomia Ciências Invenções, ciência, técnica Progresso Técnica CLASSES SOCIAIS Classes sociais Clero Papas Reis Nobreza Feudalismo Escravidão Trabalho Vassalagem CULTURA Arte Cultura Literatura Simbolismo Direito ECONOMIA Agricultura Agricultura Economia Impostos Família Guerra História IGREJA Igreja Educação Universidade Hospital Inquisição Mosteiros Nossa Senhora Paz União Igreja-Estado A CAVALARIA APRESENTAÇÕES AULAS CODEX (diversos) GREGORIANO GREGORIANO (MP3) MÚSICA NATAL VIDEOS 360º Blog Idade Média CASTELOS CERIMÔNIAS MUSICA POWERPOINTS VIDEOS VIDEOS da França 360º CATEDRAIS ABADIAS MÚSICA ÓRGÃO POWERPOINTS SINOS VIDEOS (só França) VIDEOS (menos França) VITRAIS 360º 360º só França CIDADE VIDEOS MÚSICAS 360º CONTOS CANTIGAS VIDEOS CRUZADAS APOLOGIA O ISLÃ segundo Papas e santos Balduíno IV CANÇÃO DE ROLAND GESTA DEI PER FRANCOS MUSICA VIDEOS 360º PAPAS Beato URBANO II Carta de Instrução 'Popolo dei Franchi' Sermão em Clermont-Ferrand Outro testemunho São Gregório VII São Pio V Beato Eugênio III Celestino III Inocêncio III João VIII Pascoal II PIO II SANTOS São Bernardo A franceses e bávaros Sermão Elogio dos Templários São Francisco de Assis Mansidão e força Diante do Sultão Exemplo pessoal O Direito de Cruzada São Luís IX Retrato pelo príncipe de Joinville São Luís e o mameluco Morte na IX Cruzada Santa Teresinha Beato Marco d'Aviano HERÓIS Balduíno IV Carlos Magno Godofredo de Bouillon Santa Joana d'Arc Santa Clotilde Ricardo Coração de Leão São Luís IX, rei São Nuno Álvares Pereira VIDEOS ORAÇÕES CANTICOS NATAL Semana Santa e Páscoa VIA SACRA VIDEOS Nossa Senhora Milagres Corpus Christi São Bernardo São Fernando SIMBOLOS VIDEOS BALDUINO IV, rei leproso de Jerusalém Balduíno IV: o rei de Jerusalém herói, santo e leproso Guerreiro providencial O rei de fábula cheia de luz sobrenatural O rei católico que venceu Saladino e o Islã Montgisard: Balduíno de maca e 500 templários desfazem o exército de Saladino O jovem rei doente que se fazia temer e respeitar pelos muçulmanos O rei cruzado e leproso de Jerusalém: um amado de Deus Quase cego e imobilizado, vence a Saladino e a inépcia dos vassalos Balduíno IV é enterrado ao pé do Gólgota, junto ao Santo Sepulcro “Possamos venerar Balduíno IV nos altares!” Missa de réquiem em Paris, 830 anos depois Balduíno IV, modelo perfeito de monarca francês, espelho do próprio Cristo Cluny: encarnação da Jerusalém celeste A música deve obedecer a regras divinas imutáveis: “ A música conduz a Deus da mesma maneira que a aritmética, pois segundo Santo Agostinho, os números e as proporções sensíveis levam a Deus. “‘Porque possuem regras imutáveis de modo algum instituídas pelos homens que trasbordam de sagaz engenho’. “Ora, de onde vêm estas leis imutáveis? “Não do ser humano que cambia e morre, mas de um Espírito superior eterno e imóvel que é Deus. “ A música humana imita os coros angélicos e constitui uma homenagem agradável a Deus. David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador arquitetura . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador arquitetura . Mostrar todas as postagens domingo, 9 de julho de 2017 A concepção medieval da arte, o símbolo e as 'Bíblias dos pobres' Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A Idade Média concebeu a arte como um ensinamento. Tudo o que era necessário ao homem conhecer — a História do mundo desde a Criação, os dogmas da Religião, os exemplos dos santos, a hierarquia das virtudes, a variedade das ciências, das artes e das profissões — lhe estava ensinado pelos vitrais da igreja ou pelas estátuas dos pórticos. A catedral mereceu ser conhecida por este nome tocante: “A Bíblia dos pobres”. Os simples, os ignorantes, todos aqueles que constituíam “o povo santo de Deus”, aprendiam pelos olhos quase tudo que sabiam de sua Fé. Aquelas grandes imagens, tão religiosas, pareciam testemunhar a verdade daquilo que a Igreja ensinava. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , Biblia , simbolismo domingo, 2 de outubro de 2016 A sociedade medieval: algo do Céu na Terra Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A arquitetura, a arte, o ambiente, a sociedade medieval auxiliam os fiéis a terem, por assim dizer, “saudades” do Céu. A partir de suas realizações, elas elevam as almas para algo de celestial. “A Igreja apresentava-se habitualmente com uma aparência de Céu na Terra, de modo tal que a pessoa, ao analisá-la e contemplá-la, sentia-se convidada para ingressar numa espécie de Céu da alma nesta Terra. “Tudo quanto é medieval, e que se orienta nessa linha — dir-se-ia a nota tônica da Idade Média —, é impregnado disso: uma sociedade que, mesmo em seus aspectos temporais, apresenta algo de celeste na Terra. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , igreja , simbolismo domingo, 25 de setembro de 2016 Mont Saint-Michel: píncaro de força, beleza e fé Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Quem observe o mapa da França, notará em sua costa ocidental, banhada pelo Atlântico, duas pontas ou imensas penínsulas: a maior, toda recortada em ilhas e pequenas baías, a desafiar o imenso oceano. a menor, lembrando um chifre voltado para a Inglaterra, situada ao norte. A primeira corresponde à Bretanha. e a segunda pertence à Normandia. Uma baía separa as duas penínsulas, e um rio, o Couesnon, divide os dois grandes ducados históricos. Pirâmide maravilhosa Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 09:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , Mont Saint Michel , mosteiro , São Miguel Arcanjo domingo, 24 de julho de 2016 O rei da França e a 'Maravilha' do monte de São Miguel do Perigo Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Em 966, a pedido do duque da Normandia, os monges beneditinos instalaram-se no Monte São Miguel, e construíram outra igreja. No século XI, nova e magnífica igreja abacial ergueu-se no cume do rochedo, sobre um conjunto de criptas: os medievais a viam como figura da Jerusalém celeste. No século seguinte fizeram-se novas ampliações na abadia. Em 1204, uma parte da abadia foi destruída por um incêndio. No mesmo ano o rei Filipe Augusto, avô de São Luís, venceu definitivamente os normandos, anexando o ducado à Coroa de França. Para manifestar sua gratidão por essa conquista, fez uma doação à Abadia de São Miguel, o que permitiu a construção do conjunto gótico hoje conhecido como “a Maravilha”, em lugar do que fora destruído no incêndio. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , Mont Saint Michel , mosteiro , São Miguel Arcanjo domingo, 17 de julho de 2016 Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Quanto ao ensino primário, também estava largamente difundido na Idade Média. Em muitas regiões da Europa, havia escolas primárias gratuitas, funcionando ao lado de cada igreja paroquial, de forma a ministrar a instrução elementar a todos os indivíduos de todas as classes sociais. As escolas primárias, como as superiores, estavam, na Idade Média, sob a alta orientação do Clero e da Igreja, que mantinha a unidade de pensamento do mundo cristão e portanto sua unidade política e a unidade de sua cultura, por meio da autoridade espiritual que cabe à Igreja Católica. Os últimos séculos da Idade Média se caracterizaram por um extraordinário florescimento das letras e das artes. Apareceram, então, artistas e intelectuais que podem ombrear com os maiores que a humanidade tenha conhecido em qualquer tempo. Sem me referir novamente a São Tomás de Aquino, o maior filósofo de todos os tempos, nem a São Boaventura, Santo Anselmo, Alberto Magno Duns Scott e muitos outros, cujos nomes convém que retenham desde já, vamos ao terreno literário. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 22:12 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , catedrais , escola , invenções , Universidade domingo, 6 de dezembro de 2015 À procura do Paraíso: as almas dos construtores da Idade Média Luis Dufaur Para a mentalidade medieval esta terra é uma terra da exílio na qual, entretanto, há um paraíso: a Santa Igreja Católica, a única igreja verdadeira do único Deus verdadeiro. E os vitrais eram as janelas desse paraíso. Os romanos descobriram o vidro, mas nunca fizeram um vitral. Quando começou então a história do vitral? Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , idade media domingo, 22 de junho de 2014 Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa Catedral de Strasbourg, França Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A Idade Média, impropriamente chamada 'Idade das Trevas', foi uma das épocas de maior desenvolvimento e criatividade técnica, artística e institucional da História, escreveu o Prof. João Luís César das Neves, Professor Catedrático e Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa, no Diário de Notícias de Lisboa. A Cristandade, explicou ele, gerou um surto de criatividade prática. Assim as realizações da Idade Média resultaram em melhorias da vida das aldeias, não em monumentos que os renascentistas poderiam admirar. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , Civilização Cristã , Estrasburgo , invenções , mosteiro , progresso , técnica domingo, 30 de junho de 2013 O verdadeiro nome da arquitetura gótica é ‘arquitetura cristã Catedral de Reims, França Se houvesse uma qualificação para se dar ao estudo que daremos prosseguimento, poderíamos dizer que ela se relaciona à filosofia da arquitetura. Daniel Ramée, Viollet-Leduc e alguns outros autores especialistas mostraram como se desanuvia o fim moral e o alcance intelectual dos procedimentos técnicos, que são os meios materiais mais importantes e úteis das artes. Contudo, ao estudarmos as condições que constituem os méritos do estilo gótico, precisamos ir além da beleza estética. As descrições entusiásticas de nossos antigos monumentos, das visões engenhosas ou poéticas, a justa admiração das obras-primas do espírito humano são de fundo comum, estão abertas a todos aqueles que pensam, e, mesmo àqueles que se contentam em sentir vagamente tais obras. esta distinção essencial é perfeitamente enunciada na obra de Eugène Loudun: Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 07:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Aachen , Alemanha , arquitetura , Assis , catedrais , França , gótico , Itália , Laon , Notre Dame de Paris , Reims domingo, 16 de junho de 2013 Suger, abade de Saint Denis: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado O abade Suger aos pés de Jesus Cristo, vitral da abadia de Saint-Denis Dom Suger (1081-1151) foi abade de Saint-Denis (França), desde 1122 até sua morte. Hábil diplomata, foi conselheiro de Luís VI e de Luís VII e Regente durante a Segunda Cruzada. Foi chamado de “pai da monarquia francesa”. Suger formulou uma justificação filosófica para a vida e a arte, notadamente para suas realizações arquitetônicas. Compartilhando o sentir medieval, ele concebia os monumentos como obras de teologia. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 07:00 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , beleza , culto , igreja , joia , liturgia , Saint-Denis , Suger domingo, 18 de novembro de 2012 Catedrais: resumo simbólico da ordem do universo onde o medieval lia como num livro Notre Dame A Igreja inspirou as grandes catedrais. Na foto, vemos a abside de Catedral de Notre-Dame. É uma verdadeira jóia! A gente não sabe por onde esta catedral é mais bela! A gente poderia dizer dela, utilizando uma palavra da Escritura, que ela é o edifício de uma beleza perfeita, alegria do mundo inteiro! Se isto não é bonito, não há beleza na terra! E o vitral da catedral, também. Uma renda de pedra, uma sinfonia de cores, inspirada pelo clero. Nos vitrais se representavam os fatos fundamentais da História Sagrada, do Antigo e do Novo Testamento, a Vida, Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo e a vida dos santos. Na grande rosácea da fachada é representado o Apocalipse. Jesus Cristo está no centro, na sua segunda vinda como Juiz triunfante, e em volta d’Ele estão os justos e os símbolos de que fala o livro que encerra a Bíblia. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 03:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , Biblia , Burgos , catedrais , Sainte Chapelle , vitrais domingo, 25 de março de 2012 Por quê o Monte de São Miguel Arcanjo foi consagrado ao Príncipe das Mílicias Celestes Segundo as crônicas, no ano 708 o Arcanjo São Miguel apareceu duas vezes a Santo Aubert –– Bispo de Avranches, cidade situada no fundo da baía — ordenando-lhe que erguesse uma capela em sua honra no rochedo que então se chamava Monte Tumba (ou Túmulo). Inseguro quanto à realidade da visão, o bispo protelou a construção da capela. Apareceu-lhe então pela terceira vez São Miguel, tocando-lhe a cabeça com o dedo, de tal modo que Aubert não pôde mais duvidar. Esse sinal ficou marcado indelevelmente no crânio do santo, durante muito tempo exposto no tesouro da basílica de São Gervásio, de Avranches. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 03:00 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , Mont Saint Michel , mosteiro , São Miguel Arcanjo quinta-feira, 24 de novembro de 2011 Cluny: 'alma da Idade Média' ‒ III. Contribuições para o progresso temporal: celeiro, moinho e outras invenções Antigo celeiro de Cluny, andar superior. Hoje é museu Sobre os prédios de Cluny ( celeiro, torres, fachada, etc.) ver também: Abadia de Cluny: 'alma da Idade Média - I Abadia de Cluny: 'alma da Idade Média - II Abadia de Cluny: 'alma da Idade Média - III. Contribuições para o progresso temporal: celeiro, moinho e outras invenções Papel de Cluny na formação da Idade Média ‒ 1 Papel de Cluny na formação da Idade Média ‒ 2 Cluny comemora 1100 anos envolta numa aura de veneração A conservação dos alimentos foi sempre uma preocupação em toda sociedade organizada. Na Antiguidade encontram-se obras notáveis pelo engenho com que o problema foi solucionado. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 19:02 5 comentários Partilhar | Marcadores: abadia , agricultura , arquitetura , clero , Cluny , invenções , mosteiro , São Bento quarta-feira, 16 de julho de 2008 Significado do sorriso por trás da força das colunas góticas As colunas góticas encerram muitos ensinamentos da sabedoria católica medieval. Suas colunas são fortes, quase esmagadoras. Mas, sorriem para quem sabe olhá-las. Por quê? Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:10 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , catedrais , gótico , simbolismo sexta-feira, 26 de outubro de 2007 Igrejinha medieval é transladada na Alemanha Clip da translação (TV espanhola) A igrejinha medieval de Heuersdorf, aldeia da Saxônia (Alemanha) foi mudada integra à localidade vizinha de Borna, a 12 quilômetros de distância (foto). A descoberta de uma importante jazida sob Heuersdorf tornou inviável morar no local. A população aceitou se mudar mas fez questão de salvar a capela de estilo românico construída há mais de 750 anos — a mais antiga da Saxônia. Realizou-se assim um feito tecnológico: o templo de 1.000 toneladas foi trasladado completo sobre imensa plataforma de concreto e aço, puxada por vários caminhões à velocidade “de passo humano”, sobre um calçamento especialmente concebido para a ocasião. O operativo envolveu 200 funcionários e custou milhões de euros. O amor à tradição prevaleceu, e a técnica se pôs a serviço de uma pequena jóia da Idade Média. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 19:12 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , igreja , tradição sexta-feira, 31 de agosto de 2007 As catedrais coloridas da Idade Média As catedrais medievais eram todas pintadas de cores e até folhadas a ouro em certas partes. Agora, nas noites de verão, a tecnologia volta a 'pintar' a catedral de Amiens como era nos dias de seu esplendor. VEJA A CATEDRAL COLORIDA Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 10:36 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , Notre Dame , sacralidade domingo, 5 de agosto de 2007 Arquiteto americano elogia Notre Dame de Paris, jóia da Idade Média No best-seller Ugly as Sin — Feias como o pecado — Michael S. Rose, jovem arquiteto americano, doutor em Belas Artes pela Brown University (EUA) apresenta a catedral Notre Dame de Paris como a jóia-da-coroa da Cidade Luz, o verdadeiro epicentro, a alma da capital francesa. Solene e maternal, ela irradia sua influência a partir da Île de la Cité, como uma grande dama a partir do palácio, no centro do seu feudo. Ela é a representação do Cristianismo na sua totalidade: desde o império universal de Nosso Senhor Jesus Cristo até os sofrimentos dos precitos no inferno. Nela, o peregrino percebe a luta entre o bem e o mal, entre o sagrado e o profano, entre o eterno e o passageiro. Notre Dame, insiste Michel Rose, é arte no sentido mais nobre do termo, é arquitetura da mais alta classe, um “lugar sagrado” que espelha as realidades eternas. Ela é, antes de tudo, a casa onde Deus habita na Terra. Assim a Idade Média via Deus. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 00:50 2 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , igreja , Notre Dame , simbolismo Simbolismo medieval da nave: Arca da Salvação, maternidade da Igreja O nártex (vestíbulo sob o coro) é o primeiro espaço sagrado da casa de Deus. Também é conhecido como galilé , porque dali parte a procissão que, no início da Missa, dirige-se até o altar, simbolizando a jornada de Cristo desde a Galiléia até Jerusalém, rumo ao sacrifício do Calvário. No nártex, a água benta lembra o batismo, a necessidade do perdão dos pecados, e tem efeito exorcístico sobre o demônio e as tentações. A nave encarna a “Arca de Salvação”. A Igreja, Ela própria, é essa arca, a Barca de Pedro. Simboliza também o seio materno, pois a Igreja gera as almas para o Céu. Ela é ainda imagem do Corpo Místico de Cristo posto a serviço de sua cabeça: Deus Nosso Senhor. Um famoso diagrama da Idade Média coloca o Crucificado sobre a planta de uma igreja típica. Sua divina cabeça repousa no presbitério, os braços no transepto, o corpo e as pernas na nave. As colunas da nave representam os Apóstolos, e as colunas do cruzeiro simbolizam os quatro Evangelhos. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 00:43 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , igreja , simbolismo sábado, 4 de agosto de 2007 Idade Média: igrejas que eram Evangelhos de pedra A fachada é o rosto da igreja. Ela evangeliza, ensina, catequiza. Na Idade Média, bastava ao catequista explicar o significado das inúmeras estátuas e cenas entalhadas na pedra, para dar aulas perfeitas sobre as verdades fundamentais da fé, as virtudes e os vícios opostos, a História Sagrada, a ordem do Universo, a hierarquia das ciências, etc. No coração da fachada de Notre Dame encontra-se a rosácea. Ela forma a coroa da Santíssima Virgem. A rosa é emblema de Nossa Senhora. Na Idade Média, quase todas as catedrais foram dedicadas à Mãe de Deus. A rosácea é denominada “olho de Deus”, porque antecipa a visão beatífica. Representa também a perfeição, o equilíbrio e a harmonia da alma purificada, que se prepara para ingressar no Reino Celeste eternamente. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 23:54 1 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , igreja , simbolismo domingo, 29 de julho de 2007 Mont Saint-Michel recupera seu sacral e sublime isolamento O monte Saint-Michel na Idade Média era chamado Saint-Michel du Mont du Péril: São Miguel do Monte do Perigo. Sua agulha toca o Céu. Rodeiam-na areias movediças e marés furiosas que sobem metros e em instantes engolem os viajantes. O mosteiro era tido residência do próprio São Miguel Arcanjo. Quem ainda lá vai, num dia de poucos turistas, pode sentir sobrenaturalmente o bater das asas do chefe das milícias celestes. Céus e mar. tempestades e mistério. monges e cavaleiros. cruzes, relíquias e espadas: o Mont Saint-Michel é um cântico da fé e do heroísmo. Clique para ampliar Odiado pela Revolução Francesa, foi transformado em vil prisão. O crime repugnou ateus famosos. Uma ponte e uma barragem forçaram a sedimentação de areia e lama e uniram a ilha-abadia e fortaleza à terra. O efeito causou horror. Mais. A saudade da incomensurável grandeza sacral dessa jóia medieval feria a alma francesa. Afinal o governo laicista entregou os pontos. Hoje, 29.7.2007, 'Le Monde' informa que ele ordenou a demolição de pontes e barragens e a aplicação de 200 milhões de euros para devolver ao Monte do Príncipe das Legiões Celestes a sua altaneira e majestosa alteridade em relação ao continente. Nesta disputa com a modernidade, acabou ganhando a Idade Média! Clique para ampliar visão noturna Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 01:03 2 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , simbolismo sexta-feira, 22 de junho de 2007 Quinto mito errado: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu. REFUTAÇÃO: A Idade Média foi uma época de grande progresso cultural. As grandes sumas, e as obras de arte que ainda permanecem insuperadas, o atestam. 1–Progresso geral “No segundo terço do século XI começou um progresso acelerado. Foi uma fermentação de tudo. floração um tanto desordenada, audácia criadora, tal foi o tom do século XII. De um século XII que a meu juízo começa a 1070 e se encerra por volta de 1180, e do qual seria umbral a igreja abacial de Trindade de Caen, e por fim o coro de Notre Dame de Paris, pedras milenares admiráveis. De um século que formou a versão do autor de Roland, para concluir com a morte de Chrétien de Troyes, com o nascimento de Francisco de Assis. Do século de Abelardo e de São Bernardo de Claraval. Do grande século XII, o mais fecundo da Idade Média” (Georges Duby, op. cit., p. 63). 2–Floração de escolas e Universidades “Em sua corte de Aix-la-Chapelle, Carlos Magno fundou a “Scholla Palatina”, e ele mesmo participou das aulas como aluno. No ano 787, dispôs que se instalassem escolas em todos os mosteiros e cabidos. Posteriormente tal disposição foi ampliada” (Friedrich Heer, op. cit., p. 117). Sobre as escolas. “As escolas monásticas medievais são a base e a origem de todas as escolas do Ocidente, principalmente universidades e escolas superiores”. E o autor cita as principais universidades do tempo, sua data de fundação e sua especialidade: Sorbonne, de Paris (1256, teologia), Bolonha (século XI, jurisprudência), Salerno (medicina). (Gerd Betz, “Historia de la Civilización Occidental”, Ed. Labor, Barcelona, 1966, pp. 153, 154). Mais sobre Universidades. “Com Carlos Magno e seus sucessores, os mosteiros haviam atingido uma posição única de predomínio intelectual, espiritual e artístico. Eram os únicos que proporcionavam mestres, escribas e diplomatas. eram os únicos que alimentavam a erudição, conservando intactos não só os textos da Bíblia e dos primeiros Padres, mas também grande parte da cultura do mundo clássico” (George Zarnecki, professor de História da Arte na Universidade de Londres, “La Apostación de las Ordenes”, in “La Baja Edad Media”, Ed. Labor, Barcelona, 1968, p. 63). Mais sobre as escolas. 3–Na Idade Média surgiram os primeiros hospitais A Idade Média se caracterizou, entre outras coisas, pelo “... aparecimento dos hospitais, que adquiriram sua função atual com a fundação da Ordem de São João de Jerusalém (hoje Ordem de Malta) em 1099” (Friedrich Heer, “Wachau”, in “Historia de la Cultura Occidental”, ed. Labor, 1966, p. 193). Leia mais sobre os hospitais. 4 – Desenvolvimento da música “O Papa S. Gregório Magno deu aos cantos eclesiásticos romanos sua forma e ordenação definitivas (cerca do ano 600). No século VIII o anglo-saxão Bonifácio (672-674) e Pepino III (714-768) introduziram o canto coral gregoriano nos conventos. sua continuidade foi assegurada com a “Schola Cantorum” de Metz” (Friedrich Heer, op. cit., p. 123). “Os instrumentos da época carolíngea são: órgão portátil, flautas, gaitas, ‘chirímias’, trompetes e clarins. a lira, a cítara e a harpa. os címbalos, pratos e tímpanos. A partir de 860 se introduz também um instrumento de corda de pequeno tamanho, a viella” (Friedrich Heer, op. cit., p. 123). Postado por Luis Dufaur às 12:45 3 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , cultura , educação , escola , progresso , Universidade Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links GPS do Agronegócio E ainda há gente culpando os produtores rurais! Há 3 horas Contos e lendas da Era Medieval A Ponte do Diabo de Thueyts Há 15 horas Nobility and Analogous Traditional Elites Here We Go Again Há 3 dias Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há 4 dias Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há 6 dias Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há uma semana Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há uma semana Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas As Cruzadas Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas Pesadelo chinês Feliz Natal e bom Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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Idade Média * Glória da Idade Média: simbolismo skip to main | skip to sidebar Idade Média * Glória da Idade Média INICIO GLÓRIA ESPAÑOL CLUNY SANTA JOANA D'ARC TEMAS CANÇÕES DE GESTA Canções de gesta Gesta Dei per francos CAVALARIA A CAVALARIA Ordens de Cavalaria Templários CIVILIZAÇÃO CRISTÃ Carlos Magno Civilização Cristã Cristandade Cruzadas Blog As Cruzadas França CIÊNCIA Arquitetura Astronomia Ciências Invenções, ciência, técnica Progresso Técnica CLASSES SOCIAIS Classes sociais Clero Papas Reis Nobreza Feudalismo Escravidão Trabalho Vassalagem CULTURA Arte Cultura Literatura Simbolismo Direito ECONOMIA Agricultura Agricultura Economia Impostos Família Guerra História IGREJA Igreja Educação Universidade Hospital Inquisição Mosteiros Nossa Senhora Paz União Igreja-Estado A CAVALARIA APRESENTAÇÕES AULAS CODEX (diversos) GREGORIANO GREGORIANO (MP3) MÚSICA NATAL VIDEOS 360º Blog Idade Média CASTELOS CERIMÔNIAS MUSICA POWERPOINTS VIDEOS VIDEOS da França 360º CATEDRAIS ABADIAS MÚSICA ÓRGÃO POWERPOINTS SINOS VIDEOS (só França) VIDEOS (menos França) VITRAIS 360º 360º só França CIDADE VIDEOS MÚSICAS 360º CONTOS CANTIGAS VIDEOS CRUZADAS APOLOGIA O ISLÃ segundo Papas e santos Balduíno IV CANÇÃO DE ROLAND GESTA DEI PER FRANCOS MUSICA VIDEOS 360º PAPAS Beato URBANO II Carta de Instrução 'Popolo dei Franchi' Sermão em Clermont-Ferrand Outro testemunho São Gregório VII São Pio V Beato Eugênio III Celestino III Inocêncio III João VIII Pascoal II PIO II SANTOS São Bernardo A franceses e bávaros Sermão Elogio dos Templários São Francisco de Assis Mansidão e força Diante do Sultão Exemplo pessoal O Direito de Cruzada São Luís IX Retrato pelo príncipe de Joinville São Luís e o mameluco Morte na IX Cruzada Santa Teresinha Beato Marco d'Aviano HERÓIS Balduíno IV Carlos Magno Godofredo de Bouillon Santa Joana d'Arc Santa Clotilde Ricardo Coração de Leão São Luís IX, rei São Nuno Álvares Pereira VIDEOS ORAÇÕES CANTICOS NATAL Semana Santa e Páscoa VIA SACRA VIDEOS Nossa Senhora Milagres Corpus Christi São Bernardo São Fernando SIMBOLOS VIDEOS BALDUINO IV, rei leproso de Jerusalém Balduíno IV: o rei de Jerusalém herói, santo e leproso Guerreiro providencial O rei de fábula cheia de luz sobrenatural O rei católico que venceu Saladino e o Islã Montgisard: Balduíno de maca e 500 templários desfazem o exército de Saladino O jovem rei doente que se fazia temer e respeitar pelos muçulmanos O rei cruzado e leproso de Jerusalém: um amado de Deus Quase cego e imobilizado, vence a Saladino e a inépcia dos vassalos Balduíno IV é enterrado ao pé do Gólgota, junto ao Santo Sepulcro “Possamos venerar Balduíno IV nos altares!” Missa de réquiem em Paris, 830 anos depois Balduíno IV, modelo perfeito de monarca francês, espelho do próprio Cristo Cluny: encarnação da Jerusalém celeste A música deve obedecer a regras divinas imutáveis: “ A música conduz a Deus da mesma maneira que a aritmética, pois segundo Santo Agostinho, os números e as proporções sensíveis levam a Deus. “‘Porque possuem regras imutáveis de modo algum instituídas pelos homens que trasbordam de sagaz engenho’. “Ora, de onde vêm estas leis imutáveis? “Não do ser humano que cambia e morre, mas de um Espírito superior eterno e imóvel que é Deus. “ A música humana imita os coros angélicos e constitui uma homenagem agradável a Deus. David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador simbolismo . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador simbolismo . Mostrar todas as postagens domingo, 9 de julho de 2017 A concepção medieval da arte, o símbolo e as 'Bíblias dos pobres' Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A Idade Média concebeu a arte como um ensinamento. Tudo o que era necessário ao homem conhecer — a História do mundo desde a Criação, os dogmas da Religião, os exemplos dos santos, a hierarquia das virtudes, a variedade das ciências, das artes e das profissões — lhe estava ensinado pelos vitrais da igreja ou pelas estátuas dos pórticos. A catedral mereceu ser conhecida por este nome tocante: “A Bíblia dos pobres”. Os simples, os ignorantes, todos aqueles que constituíam “o povo santo de Deus”, aprendiam pelos olhos quase tudo que sabiam de sua Fé. Aquelas grandes imagens, tão religiosas, pareciam testemunhar a verdade daquilo que a Igreja ensinava. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , Biblia , simbolismo domingo, 8 de janeiro de 2017 Visibilidade, hierarquia e simbolismo da igreja Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs As igrejas e catedrais medievais foram construídas nos locais de máxima relevância. Isso lhes conferia um ar triunfante e glorioso. Mas essa não era a única finalidade, nem a mais importante até. Elas visavam obedecer os conselhos evangélicos. Para os construtores de igrejas as palavras de Cristo são normativas, diz o arquiteto americano Michel Rose, que estudou a arquitetura eclesiástica modernista no livro 'Feia como o Pecado' ( Ugly as Sin , Sophia Institute Press, Manchester, NH, 2001). O Divino Mestre, diz Rose, ensinou no Sermão das Bem-aventuranças: “Não pode se esconder uma cidade que está situada sobre um monte. Nem os que acendem uma luzerna a metem debaixo do alqueire, mas põem-na sobre o candeeiro, a fim de que ela dê luz a todos que estão na casa” (Mt 5, 14-15). Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 21:14 1 comentários Partilhar | Marcadores: catedrais , hierarquia , idade media , simbolismo domingo, 2 de outubro de 2016 A sociedade medieval: algo do Céu na Terra Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A arquitetura, a arte, o ambiente, a sociedade medieval auxiliam os fiéis a terem, por assim dizer, “saudades” do Céu. A partir de suas realizações, elas elevam as almas para algo de celestial. “A Igreja apresentava-se habitualmente com uma aparência de Céu na Terra, de modo tal que a pessoa, ao analisá-la e contemplá-la, sentia-se convidada para ingressar numa espécie de Céu da alma nesta Terra. “Tudo quanto é medieval, e que se orienta nessa linha — dir-se-ia a nota tônica da Idade Média —, é impregnado disso: uma sociedade que, mesmo em seus aspectos temporais, apresenta algo de celeste na Terra. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , igreja , simbolismo domingo, 3 de maio de 2015 Função e simbolismos da música Partitura iluminada de Iste Sanctus. Music Library MS0797 Luis Dufaur Os pensadores medievais insistiam em que há dois modos de degustar a música. Uma é a forma vulgar que fica no sensível, no prazer imediato da orelha afagada pelos sons doces. A outra forma é intelectual: ela eleva a beleza sonora até o mundo das proporções inteligíveis, até o próprio Deus. Na primeira forma os compositores se comprazem na simples audição e compõem segundo seu capricho. Na segunda forma, compõem segundo as regras. Os primeiros são como bêbados que voltam para casa sem conhecer o caminho. Os outros são sábios que sabem o que fazem e como o fazem. Para os sábios, a música é uma atividade intelectual e contemplativa. Ouvindo-a com inteligência penetra-se no mundo dos mistérios sublimes, das regras da harmonia, dos números eternos. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: música , simbolismo domingo, 21 de setembro de 2014 Símbolos Papais requintados na Idade Média Anel do Pescador que foi de Bento XVI. No post “Símbolos dos Papas tomaram forma final na Idade Média” , apresentamos a contribuição que a “Doce primavera da Fé” deu para a criação ou definição de certas insígnias dos Papas. Essas insígnias não correspondem a uma época, mas a todas as épocas e provêm de ensinamentos evangélicos ou da Tradição da Igreja. Neste post trataremos de outras insígnias e da parte que a Era Medieval teve em sua elaboração. O Anel do Pescador é dos mais importantes símbolos. Consiste num anel de ouro no qual está gravada a Barca de Pedro, símbolo da Igreja, e em volta, o nome do Papa que o está usando. A primeira menção documentada ao Anel está contida numa carta do Papa Clemente IV de 1265. Nela, o Pontífice dizia que era costume dos sucessores de Pedro muito anteriores a ele, manter sigilosas suas cartas. Veja mais em: Símbolos dos Papas que tomaram forma final na Idade Média Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: igreja , Papas , simbolismo domingo, 14 de setembro de 2014 O simbolismo divino na arte e na natureza visto pela Idade Média Rosácea lateral da catedral de Chartres: resumo da ordem do Universo com Cristo Rei no centro. continuação do post anterior: Lendo a ordem sublime de Deus impressa no Universo A terceira característica da arte medieval reside no fato de que ela é um código simbólico. Desde o tempo das catacumbas [nos dias da perseguição romana], a arte cristã falava por meio de figuras, ensinando os homens a verem por detrás de uma imagem uma outra coisa superior. O artista, segundo o imaginavam os Doutores da Igreja, deve imitar a Deus, que sob a letra da Escritura escondeu um profundo significado, e que queria que a natureza também servisse de lição para o homem. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arte , Chartres , simbolismo , vitrais domingo, 7 de setembro de 2014 Lendo a ordem sublime de Deus impressa no Universo Coroação de Nossa Senhora, fachada da catedral de Reims. Os anjos fazem de assistentes da cerimônia. Primeiramente , a Idade Média tinha paixão pela ordem. Os medievais organizaram a arte como tinham organizado o dogma, o aprendizado temporal e a sociedade. A representação artística de temas sagrados era uma ciência regida por leis fixas, que não podia ser quebrada pelos ditames da imaginação individual. A arte da Idade Média é uma escritura sagrada, cujos caracteres todo artista deve aprender. Ele deve saber que a auréola circular colocada por trás da cabeça serve para expressar a santidade, enquanto a aureola com uma cruz é o sinal da divindade e sempre usada para pintar qualquer uma das três Pessoas da Santíssima Trindade. A segunda característica da iconografia medieval é a obediência às regras de uma espécie de matemática sagrada. Posição, agrupamento, simetria e número são de extraordinária importância. A simetria era considerada a expressão de uma misteriosa harmonia interior. O artista fazia o paralelismo dos doze Patriarcas e dos doze Profetas da Antiga Lei e dos doze Apóstolos da Nova, e dos quatro principais Profetas com os quatro Evangelistas. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: arte , Reims , simbolismo domingo, 24 de agosto de 2014 A última despedida, o luto e os gisantes medievais Jazigo definitivo de Felipe Pot, senescal e governador da Borgonha em seu castelo de Châteauneuf-en-Auxois. O grupo original está no Louvre. Quando um membro da família senhorial vinha a falecer, era exposto na grande sala do castelo, revestido com seus mais belos ornamentos, e, freqüentemente, embalsamado. O luto era caracterizado pela cor violeta, e mais raramente pelo preto. Mas a viúva guardava-o habitualmente de branco, à imitação das Rainhas, às quais a etiqueta prescreve esta cor, o que explica às Rainhas-mães o titulo de 'reines-blanches'. O caixão, recoberto de damasco dourado ou de tecido vermelho, era conduzido à igreja, não sobre os ombros de servidores ou aldeões, mas sobre os dos mais próximos parentes e dos principais vassalos. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: burguês , nobreza , simbolismo domingo, 20 de julho de 2014 Símbolos dos Papas tomaram forma final na Idade Média Tiara do Beato Pio IX, doada pela Bélgica A tiara, também conhecida como “triregno” (literalmente tríplice reinado) é a coroa própria dos Papas. Ela está composta de três coroas e leva no topo um globo com a cruz. É uma coroa única no mundo. E tomou sua forma praticamente definitiva durante a Idade Média. Coroas semelhantes à tiara já foram usadas na Antiguidade, inclusive por egípcios, partos, armênios e frigios. A origem mais remota dela está no Antigo Testamento. Deus disse a Moisés: “Farás também uma lâmina do mais puro ouro, na qual farás abrir por mão de gravador: ‘Santidade ao Senhor’. E atá-la-ás com uma fita de jacinto e estará sobre a tiara, iminente à testa do pontífice. E Arão levará sobre si. E sempre esta lâmina estará sobre a sua testa para que o Senhor lhe seja propício” (Ex, 28, 36-37). Aarão, irmão de Moisés é o arquétipo de Sumo Sacerdote e prefigura os Papas instituídos por Nosso Senhor Jesus Cristo na pessoa de São Pedro, e continuado por seus sucessores de Roma. O Papa Sérgio III (904-911) fez cunhar moedas com a imagem de São Pedro com tiara. Na basílica inferior de São Clemente, em Roma, um fresco do fim do século XI apresenta o Papa Adriano II (867-872) com a tiara. Veja mais em: Símbolos papais requintados na Idade Média Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: chaves de Pedro , coroação , Papas , simbolismo , tiara , Vaticano domingo, 6 de julho de 2014 O Clero, primeira classe da sociedade medieval A via da Verdade. Via Veritatis, Andrea da Firenze. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Na Idade Média a sociedade compunha-se de três classes sociais: o Clero, a nobreza e o povo. O Clero era a primeira classe. Basicamente, o Clero divide-se em Clero secular e Clero regular. O Clero secular depende diretamente do Bispo e vive em paróquias. O Clero regular é constituído pelos religiosos que moram em conventos e pertencem às várias ordens e congregações. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 11:30 9 comentários Partilhar | Marcadores: classes sociais , clero , igreja , Papas , simbolismo domingo, 12 de junho de 2011 Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O famoso escritor e educador do século XIX Charles de Montalembert, Par da França, deixou luminosas páginas relativas à Idade Média e as deturpações dessa era histórica por parte dos autores liberais com os quais, alias, partilhava muitas idéias. Eis uma dessas páginas, por exemplo: Na Idade Média os homens de ciência estudavam a natureza com o cuidado escrupuloso que os católicos deveriam colocar no estudo das obras de Deus. Não faziam dela um corpo sem vida superior, nela procuravam sempre relações misteriosas com os deveres e crenças do homem remido pelo seu Salvador. viam nos costumes dos animais, nos fenômenos das plantas, no canto dos pássaros ou nas propriedades das pedras preciosas, outros tantos símbolos de verdades consagradas pela fé. As pedantes nomenclaturas não tinham ainda invadido e conspurcado o mundo reconquistado para o Verdadeiro Deus pela Igreja. Ia-se, na noite de Natal, anunciar às árvores das florestas a chegada do Salvador. “Aperiatur terra et germinet Salvatorem”. A terra, em retribuição deveria produzir rosas onde o homem derramasse sangue, e lírio onde caíssem lágrimas... Quando morria uma santa, as flores das redondezas viam-se na obrigação de murcharem todas, ou a menos inclinarem-se quando da passagem do féretro. Quando à noite o pobre elevava os olhos para o céu, não era a via-láctea de Juno que ele via, mas o caminho que guiava os seus irmãos peregrinos a Compostela, ou o caminho que os bem-aventurados tomavam para ir ao Céu... As flores, estas, sobretudo, ofereciam um mundo povoado das mais encantadoras imagens, numa linguagem muda que exprimia os mais ternos e vivos sentimentos. O povo católico, em combinação com os doutores, dava a esses doces objetos de sua atenção quotidiana os nomes dos entes queridos, isto é, dos apóstolos, dos santos favoritos, das santas cuja inocência e pureza pareciam refletir-se na beleza pura das flores. Maria Santíssima, essa Flor das flores, essa Rosa sem espinho, esse Lírio sem mancha, tinha uma incontável legião de flores embelezadas e encarecidas aos olhos do povo por seu doce nome. Era como se fossem relíquias suas, esparsas por toda parte, e sempre renovadas. Os grandes sábios de nossos dias preferiram substituir à sua lembrança a de Venus. Citemos apenas um exemplo do grosseiro materialismo que caracteriza as nomenclaturas de hoje: Quem não conhece a encantadora florzinha, conhecida geralmente na França, por “olhos da Santa Virgem”? O pedantismo moderno preferiu substituir essa expressão por “Myosotis scorpioides” , que ao pé da letra significa “orelha de rato com ar de escorpião”. Eis o que se chama progresso científico! (Fonte: Charles Forbes René, conde de Montalembert (18.3.1810 Londres ‒ 13.3.1870 Paris), “Introduction à l'histoire de Sainte Elisabeth de Hongrie”, Pierre Téquin, libraire, editeur, 27ª edição, 1922, Tomo I, pág. 156). CRUZADAS CASTELOS CATEDRAIS HEROIS ORAÇÕES CONTOS CIDADE SIMBOLOS Postado por Luis Dufaur às 07:29 0 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , natureza , simbolismo domingo, 3 de outubro de 2010 O simbolismo do leão: Jesus Cristo. e da leoa: Nossa Senhora (2) continuação do post anterior O demônio enganou o homem. Deus venceu o homem, que não o reconheceu, e depois ao diabo, mediante sua adequada virtude. Se o demônio tivesse sabido que aquele homem mortal era Deus, não o havia conduzido à crucificação. Assim Deus obrou habilmente, sem que o demônio se dessa conta. Deus se ocultou de nosso inimigo, que não soube que Deus era aquele homem até que o comprovou. Deus se ocultou tanto que os anjos do céu que estavam no Paraíso não o reconheceram. Por isso, quando voltou o Filho de Deus em majestade para o lugar de onde havia partido quando se encarnou por nós, perguntaram aos anjos que estavam com ele: “‒ Quem é esse rei de glória que regressa com o triunfo?” Os que estavam com Deus deram a seguinte resposta: “‒ Este é o rei de glória que regressa com o triunfo.” E os anjos que estavam no céu também perguntaram: “‒ Por que carrega roupas de cor vermelha?” Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 12:18 0 comentários Partilhar | Marcadores: Jesus Cristo , Nossa Senhora , Nosso Senhor , simbolismo domingo, 26 de setembro de 2010 O simbolismo do leão: Jesus Cristo. e da leoa: Nossa Senhora (1) Leão na catedral de Sessa, Itália No site do prof. Ricardo da Costa , Professor Associado I de História e Filosofia Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e membro de numerosas academias, o leitor encontra artigos e documentos de grande valor para o conhecimento da Idade Média. Os medievais tinham uma visão ao mesmo tempo muito prática e altamente simbólica da realidade. Eles partiam da observação material e se elevavam facilmente até as culminâncias da metafísica e da teologia como quem sobe e desce pelas ladeiras de uma colina florida. Eis um exemplo tirado pelo prof. Costa de um Bestiário medieval. Os Bestiários são livros típicos da era medieval que alimentavam essa contemplação da ordem natural. O exemplo expõe o simbolismo do leão e os ensinamentos que Deus pôs nesse animal visando a elevação do homem até a Sabedoria infinita: “O que em grego se chama “leão” significa “rei” em francês. O leão, de várias formas, domina muitos animais. Por isso o leão é rei. Escutai agora suas propriedades. Tem a expressão ardente, o pescoço grosso e com juba. o peito, na frente, é quadrado, valente e agressivo, os quartos traseiros, delgados. tem um grande rabo e as patas lisas e ágeis próximas aos pés. os pés, grossos e cortados, têm unhas largas e curvadas. Quando tem fome, enfurecido, trata os animais como a esse asno que urra e fala. Escutai, pois, com toda a convicção, o significado disso. Leão, Espanha. Metropolitan Museum of Art, New York O leão significa o Filho da Virgem Maria . É, sem dúvida alguma, o rei de todos os homens. por sua própria natureza, tem poder sobre todas as criaturas. Com atitude feroz e terrível vingança aparecerá aos judeus quando os julgar, pois eles obraram mal quando o cravaram na cruz, e devido a esta ação perversa não têm rei próprio. O peito quadrado representa a força divina. os quartos traseiros muito delgados mostram que Ele foi humano depois de divino. o rabo, a justiça que se fecha sobre nós. mediante a pata, que tem lisa, mostra que Deus é rápido, e que foi conveniente se entregar por nós. o pé, que tem cortado, mostra que Deus rodeará o mundo e o terá no punho. através das unhas, se entende a vingança contra os judeus, e pelo asno entendemos evidentemente aos judeus. Imersão total em ambientes medievais com o recurso 360º. CLIQUE AQUI . Na Idade Média nasceu nossa música culta. Ouça como foram esses inícios. CLIQUE AQUI. Ou, ouça jóias do Canto Gregoriano, canto oficial da Igreja. CLIQUE AQUI. Ou, ainda, exemplos dos raros Códices musicais medievais (Santa Hildegarda, Calixtino, Montserrat ou Las Huelgas. CLIQUE AQUI. O asno é estúpido por natureza, como diz a Escritura, e não sairá de seu caminho a menos que o arranquem dali. A mesma natureza têm os judeus, que são uns néscios: não crêem em Deus, a não ser pela força. não se converterão, a menos que Deus lhes dê essa mercê. Escutai agora outra natureza, segundo o texto sagrado. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:31 0 comentários Partilhar | Marcadores: Jesus Cristo , Nossa Senhora , Nosso Senhor , simbolismo quarta-feira, 16 de julho de 2008 Significado do sorriso por trás da força das colunas góticas As colunas góticas encerram muitos ensinamentos da sabedoria católica medieval. Suas colunas são fortes, quase esmagadoras. Mas, sorriem para quem sabe olhá-las. Por quê? Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:10 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , catedrais , gótico , simbolismo quarta-feira, 26 de setembro de 2007 Idade Média: floresta repleta de símbolos Para a Idade Média o universo era um livro imenso, escrito pela própria mão de Deus, onde cada ser era uma palavra cheia de significado. Para o medieval o ignorante apenas olha e vê figuras para se instruir. O sábio se eleva das coisas visíveis às invisíveis. Na natureza ele lê o pensamento de Deus. A ciência não consistia então em estudar as coisas em si mesmas, mas em penetrar os ensinamentos que Deus nelas pôs para nós homens. Era assim que o medieval caminhava, numa floresta repleta de símbolos, sob um céu povoado de idéias, iluminado pela luz de Cristo, abençoado pela sua graça, sob o manto maternal da Virgem Mãe de Deus. Veja exemplos: A Rosa A Pomba Pedras preciosas Luz e trevas Estações do ano Heráldica Leão e cachorro Cruzes Peregrinos e romarias Cítara Notas e sinfonia Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 17:49 1 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , simbolismo domingo, 5 de agosto de 2007 Arquiteto americano elogia Notre Dame de Paris, jóia da Idade Média No best-seller Ugly as Sin — Feias como o pecado — Michael S. Rose, jovem arquiteto americano, doutor em Belas Artes pela Brown University (EUA) apresenta a catedral Notre Dame de Paris como a jóia-da-coroa da Cidade Luz, o verdadeiro epicentro, a alma da capital francesa. Solene e maternal, ela irradia sua influência a partir da Île de la Cité, como uma grande dama a partir do palácio, no centro do seu feudo. Ela é a representação do Cristianismo na sua totalidade: desde o império universal de Nosso Senhor Jesus Cristo até os sofrimentos dos precitos no inferno. Nela, o peregrino percebe a luta entre o bem e o mal, entre o sagrado e o profano, entre o eterno e o passageiro. Notre Dame, insiste Michel Rose, é arte no sentido mais nobre do termo, é arquitetura da mais alta classe, um “lugar sagrado” que espelha as realidades eternas. Ela é, antes de tudo, a casa onde Deus habita na Terra. Assim a Idade Média via Deus. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 00:50 2 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , igreja , Notre Dame , simbolismo Simbolismo medieval da nave: Arca da Salvação, maternidade da Igreja O nártex (vestíbulo sob o coro) é o primeiro espaço sagrado da casa de Deus. Também é conhecido como galilé , porque dali parte a procissão que, no início da Missa, dirige-se até o altar, simbolizando a jornada de Cristo desde a Galiléia até Jerusalém, rumo ao sacrifício do Calvário. No nártex, a água benta lembra o batismo, a necessidade do perdão dos pecados, e tem efeito exorcístico sobre o demônio e as tentações. A nave encarna a “Arca de Salvação”. A Igreja, Ela própria, é essa arca, a Barca de Pedro. Simboliza também o seio materno, pois a Igreja gera as almas para o Céu. Ela é ainda imagem do Corpo Místico de Cristo posto a serviço de sua cabeça: Deus Nosso Senhor. Um famoso diagrama da Idade Média coloca o Crucificado sobre a planta de uma igreja típica. Sua divina cabeça repousa no presbitério, os braços no transepto, o corpo e as pernas na nave. As colunas da nave representam os Apóstolos, e as colunas do cruzeiro simbolizam os quatro Evangelhos. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 00:43 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , igreja , simbolismo sábado, 4 de agosto de 2007 Idade Média: igrejas que eram Evangelhos de pedra A fachada é o rosto da igreja. Ela evangeliza, ensina, catequiza. Na Idade Média, bastava ao catequista explicar o significado das inúmeras estátuas e cenas entalhadas na pedra, para dar aulas perfeitas sobre as verdades fundamentais da fé, as virtudes e os vícios opostos, a História Sagrada, a ordem do Universo, a hierarquia das ciências, etc. No coração da fachada de Notre Dame encontra-se a rosácea. Ela forma a coroa da Santíssima Virgem. A rosa é emblema de Nossa Senhora. Na Idade Média, quase todas as catedrais foram dedicadas à Mãe de Deus. A rosácea é denominada “olho de Deus”, porque antecipa a visão beatífica. Representa também a perfeição, o equilíbrio e a harmonia da alma purificada, que se prepara para ingressar no Reino Celeste eternamente. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 23:54 1 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , igreja , simbolismo domingo, 29 de julho de 2007 Mont Saint-Michel recupera seu sacral e sublime isolamento O monte Saint-Michel na Idade Média era chamado Saint-Michel du Mont du Péril: São Miguel do Monte do Perigo. Sua agulha toca o Céu. Rodeiam-na areias movediças e marés furiosas que sobem metros e em instantes engolem os viajantes. O mosteiro era tido residência do próprio São Miguel Arcanjo. Quem ainda lá vai, num dia de poucos turistas, pode sentir sobrenaturalmente o bater das asas do chefe das milícias celestes. Céus e mar. tempestades e mistério. monges e cavaleiros. cruzes, relíquias e espadas: o Mont Saint-Michel é um cântico da fé e do heroísmo. Clique para ampliar Odiado pela Revolução Francesa, foi transformado em vil prisão. O crime repugnou ateus famosos. Uma ponte e uma barragem forçaram a sedimentação de areia e lama e uniram a ilha-abadia e fortaleza à terra. O efeito causou horror. Mais. A saudade da incomensurável grandeza sacral dessa jóia medieval feria a alma francesa. Afinal o governo laicista entregou os pontos. Hoje, 29.7.2007, 'Le Monde' informa que ele ordenou a demolição de pontes e barragens e a aplicação de 200 milhões de euros para devolver ao Monte do Príncipe das Legiões Celestes a sua altaneira e majestosa alteridade em relação ao continente. Nesta disputa com a modernidade, acabou ganhando a Idade Média! Clique para ampliar visão noturna Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 01:03 2 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , simbolismo sexta-feira, 27 de julho de 2007 Restos medievais na Justiça dividem ingleses Os juízes das varas cíveis de Inglaterra e Gales ficaram proibidos de usar as tradicionais perucas brancas e capas vermelhas e douradas que datam do século XVIII. O pretexto foi economizar US$ 600.000, cifra diminuta dentro dos mastodônticos orçamentos públicos e comunitários. A exceção por agora tolerada será a dos juízes de distrito e das Cortes Reais. Os juízes das varas criminais também não aceitaram, pois, com bom senso aduziram que a peruca põe em realce a dignidade dos julgamentos. O premio da inépcia foi ganho pelo lord socialista de Justiça, Charles Phillips. Para ele perucas e capas transmitiam uma imagem de respeitabilidade “totalmente alheia à realidade e envolta em tradições desnecessárias”. Na verdade, capas e perucas, que não eram medievais, perpetuavam a imensa dignidade, esplendor e respeitabilidade com que a ordem medieval rodeou o ínclito Poder Judiciário. Perceberam bem isso os ativistas de esquerda que infiltram esse augusto Poder para abusar de suas atribuições e impor reformas que a sociedade não quer. A força que a Idade Média comunicou às instituições cristãs foi tal que em pleno III milênio ainda se polemiza em torno dela. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 18:21 2 comentários Partilhar | Marcadores: Direito , justiça , simbolismo Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links GPS do Agronegócio Lula, o filho das empreiteiras Há 21 horas A Aparição de La Salette e suas Profecias Como reconheceremos o enviado de Deus para nos salvar? Há 2 dias Nobility and Analogous Traditional Elites January 9 – St. Adrian of Canterbury Há 2 dias Contos e lendas da Era Medieval A Ponte do Diabo de Thueyts Há 3 dias Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há uma semana Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há uma semana Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há uma semana Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há 2 semanas Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas As Cruzadas Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Santo Afonso Maria de Ligório: O islamismo não pode ser verdadeiro São Francisco Xavier: peste grosseira e escravizadora que vive na ignorância de seus dogmas São João Damasceno, Doutor da Igreja: Maomé, falso profeta, excogitou nova heresia eriçada de coisas ridículas São Francisco de Assis: é de acordo com a Justiça combater os muçulmanos Santa Teresinha do Menino Jesus: “Com que alegria teria partido para combater os hereges nas Cruzadas” Abismais incompatibilidades entre Maomé e Jesus Papa São Gregório VII, alma inspiradora das Cruzadas Bem-aventurado Papa Urbano II: Sermão da Cruzada, Clermont-Ferrand, 27.11.1095 (versão mais completa) Papa Pascoal II comemora a conquista de Jerusalém e exorta a reforçar a Cruzada Beato Eugênio III Papa: Convocação da II Cruzada - Bula “Quantum predecessores” Papa Gregório VIII: “A misericórdia celeste pode trocar os dias da vitória muçulmana em dias de humilhação” Papa São Pio V: cartas incitando os Reis católicos a combater contra os muçulmanos Papa Bento XIV: “muçulmanos, os piores entre os celerados” Mais lidas nesta semana De escravos antigos a servos da gleba: transição para o homem livre Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs U... 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Idade Média: no início analfabetismo geral. no fim triunfo das Universidades O esforço intelectual realizado pela Idade Média foi imenso. Para que se possa avaliar o que, em matéria intelectual, a Europa realizou dura... Armaduras ainda surpreendem Armadura de cerimônia de Luis XIV O uso de armadura em combate na Idade Média requeria raras condições de força e destreza – concluíram ... Torneio para comemorar a reedificação do castelo de Windsor Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs ... A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Uma... Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador arte . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador arte . Mostrar todas as postagens domingo, 19 de novembro de 2017 A Igreja não só contribuiu mas fez a civilização ocidental Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O Prof. Thomas Woods conclui: 'A Igreja não apenas contribuiu para a civilização ocidental, mas Ela construiu essa civilização' (, How the Catholic Church built Western Civilization, Regnery Publishing Inc., Washington D. C., 2005, p. 219). 'Pensamento econômico, lei internacional, ciência, vida universitária, caridade, idéias religiosas, arte, moralidade — estes são os verdadeiros fundamentos de uma civilização, e no Ocidente cada um deles emergiu do coração da Igreja Católica' (p. 221). Woods constata que as escolas revolucionárias, que dizem ser a fonte da civilização, na realidade trabalharam pela sua demolição. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: arte , ciência , Civilização Cristã , falsos mitos domingo, 8 de outubro de 2017 Invenções e instituições criadas na época medieval Mestre relogeiro. Jean Suso, 'L'horloge de la Sapience', século XV. BnF, français 455, folio 4 Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Se há algo de espantar na Idade Média é a vertiginosa multiplicação de novas instituições e realizações materiais. Uma das mais incríveis para os antigos foi a criação dos hospitais. Hoje nós achamos que é a coisa mais natural do mundo. Tão natural que, se não existissem, os homens clamariam em altas vozes pela sua criação. Mas nada de semelhante existiu na Antiguidade e nem mesmo nas civilizações pagãs mais requintadas. O doente ficava entregue a si mesmo, a curas caseiras e, para os mais ricos, o recurso a médicos que mais pareciam com aprendizes ou pais de superstição. Um início de racionalização da medicina aconteceu na Grécia. Mas faltava de todo a caridade cristã, única capaz de levar homens e mulheres a sacrificar suas vidas pelos doentes. Foi este sacrifício que fizeram as Ordens religiosas masculinas e femininas que assumiram os cuidados dos doentes e o desenvolvimento da medicina. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 15 comentários Partilhar | Marcadores: arte , hospital , progresso , saúde , técnica domingo, 9 de julho de 2017 A concepção medieval da arte, o símbolo e as 'Bíblias dos pobres' Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A Idade Média concebeu a arte como um ensinamento. Tudo o que era necessário ao homem conhecer — a História do mundo desde a Criação, os dogmas da Religião, os exemplos dos santos, a hierarquia das virtudes, a variedade das ciências, das artes e das profissões — lhe estava ensinado pelos vitrais da igreja ou pelas estátuas dos pórticos. A catedral mereceu ser conhecida por este nome tocante: “A Bíblia dos pobres”. Os simples, os ignorantes, todos aqueles que constituíam “o povo santo de Deus”, aprendiam pelos olhos quase tudo que sabiam de sua Fé. Aquelas grandes imagens, tão religiosas, pareciam testemunhar a verdade daquilo que a Igreja ensinava. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , Biblia , simbolismo domingo, 23 de abril de 2017 Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? Esfera astral e relógio planetário, catedral de Estrasburgo, França Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Noções preconceituosas sobre a Idade Média já foram amplamente propagadas, inclusive por motivações políticas, e ainda hoje permanecem mitos no imaginário popular. Isso também é verdadeiro quando se trata das noções da ciência no período: ele é muitas vezes referido pejorativamente como idade das trevas, sugerindo que nele não teria havido nenhuma criação filosófica ou científica autônoma. Embora nenhum historiador sério utilize mais a expressão “Idade das Trevas” para sugerir atraso cultural, ainda hoje, mesmo nas escolas, são ensinadas noções equivocadas como a idéia falsa de que os estudiosos medievais acreditavam que a terra fosse plana. O historiador Ronald Numbers, que é referência no campo da história da ciência, aponta alguns dos equívocos mais comuns do leigo em relação ao período. Em primeiro lugar, como já mencionado, é errado imaginar que na idade média as pessoas educadas acreditavam que a Terra era plana: elas sabiam muito bem que a Terra é redonda como uma bola. Em segundo lugar é também comum o mito de que a igreja teria proibido autópsias e dissecações no período. De maneira mais geral, as afirmações muito comuns de que o crescimento do Cristianismo teria “acabado com a ciência da antiguidade” ou que a igreja medieval teria “suprimido o crescimento das ciências naturais” não têm suporte nos estudos históricos contemporâneos, ainda que sejam repetidas por muitos como se fossem verdades históricas. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:30 3 comentários Partilhar | Marcadores: arte , astronomia , ciência , progresso , técnica segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017 Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Refeitório da Universidade de Oxford, Inglaterra Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O século que precedeu a Renascença, o século XIV, foi, no dizer de M. Coville, “uma época de grande atividade intelectual”. A Universidade de Paris exercia a profissão de fazer falar a “razão no seio da Igreja – Ratio dictans in Ecclesia”. Gerson a chamava “nosso Paraíso terrestre no qual estava a árvore da ciência do bem e do mal”. Seus ensinamentos tinham gerado centenas de mestres seguidos por milhares de estudantes. “A Faculdade de Artes nos dá, em 1349, 502 mestres regentes (titulares). em 1403 já havia 790, e esse número é inexato. No sínodo de Paris de 1406, Jean Petit falava de mil mestres e um assistente o interrompeu para retificar, afirmando existirem dois mil”. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 19:49 0 comentários Partilhar | Marcadores: arte , ciência , cultura , educação , Universidade domingo, 2 de outubro de 2016 A sociedade medieval: algo do Céu na Terra Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A arquitetura, a arte, o ambiente, a sociedade medieval auxiliam os fiéis a terem, por assim dizer, “saudades” do Céu. A partir de suas realizações, elas elevam as almas para algo de celestial. “A Igreja apresentava-se habitualmente com uma aparência de Céu na Terra, de modo tal que a pessoa, ao analisá-la e contemplá-la, sentia-se convidada para ingressar numa espécie de Céu da alma nesta Terra. “Tudo quanto é medieval, e que se orienta nessa linha — dir-se-ia a nota tônica da Idade Média —, é impregnado disso: uma sociedade que, mesmo em seus aspectos temporais, apresenta algo de celeste na Terra. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , igreja , simbolismo domingo, 17 de julho de 2016 Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Quanto ao ensino primário, também estava largamente difundido na Idade Média. Em muitas regiões da Europa, havia escolas primárias gratuitas, funcionando ao lado de cada igreja paroquial, de forma a ministrar a instrução elementar a todos os indivíduos de todas as classes sociais. As escolas primárias, como as superiores, estavam, na Idade Média, sob a alta orientação do Clero e da Igreja, que mantinha a unidade de pensamento do mundo cristão e portanto sua unidade política e a unidade de sua cultura, por meio da autoridade espiritual que cabe à Igreja Católica. Os últimos séculos da Idade Média se caracterizaram por um extraordinário florescimento das letras e das artes. Apareceram, então, artistas e intelectuais que podem ombrear com os maiores que a humanidade tenha conhecido em qualquer tempo. Sem me referir novamente a São Tomás de Aquino, o maior filósofo de todos os tempos, nem a São Boaventura, Santo Anselmo, Alberto Magno Duns Scott e muitos outros, cujos nomes convém que retenham desde já, vamos ao terreno literário. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 22:12 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , catedrais , escola , invenções , Universidade domingo, 14 de setembro de 2014 O simbolismo divino na arte e na natureza visto pela Idade Média Rosácea lateral da catedral de Chartres: resumo da ordem do Universo com Cristo Rei no centro. continuação do post anterior: Lendo a ordem sublime de Deus impressa no Universo A terceira característica da arte medieval reside no fato de que ela é um código simbólico. Desde o tempo das catacumbas [nos dias da perseguição romana], a arte cristã falava por meio de figuras, ensinando os homens a verem por detrás de uma imagem uma outra coisa superior. O artista, segundo o imaginavam os Doutores da Igreja, deve imitar a Deus, que sob a letra da Escritura escondeu um profundo significado, e que queria que a natureza também servisse de lição para o homem. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arte , Chartres , simbolismo , vitrais domingo, 7 de setembro de 2014 Lendo a ordem sublime de Deus impressa no Universo Coroação de Nossa Senhora, fachada da catedral de Reims. Os anjos fazem de assistentes da cerimônia. Primeiramente , a Idade Média tinha paixão pela ordem. Os medievais organizaram a arte como tinham organizado o dogma, o aprendizado temporal e a sociedade. A representação artística de temas sagrados era uma ciência regida por leis fixas, que não podia ser quebrada pelos ditames da imaginação individual. A arte da Idade Média é uma escritura sagrada, cujos caracteres todo artista deve aprender. Ele deve saber que a auréola circular colocada por trás da cabeça serve para expressar a santidade, enquanto a aureola com uma cruz é o sinal da divindade e sempre usada para pintar qualquer uma das três Pessoas da Santíssima Trindade. A segunda característica da iconografia medieval é a obediência às regras de uma espécie de matemática sagrada. Posição, agrupamento, simetria e número são de extraordinária importância. A simetria era considerada a expressão de uma misteriosa harmonia interior. O artista fazia o paralelismo dos doze Patriarcas e dos doze Profetas da Antiga Lei e dos doze Apóstolos da Nova, e dos quatro principais Profetas com os quatro Evangelistas. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: arte , Reims , simbolismo domingo, 22 de junho de 2014 Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa Catedral de Strasbourg, França Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A Idade Média, impropriamente chamada 'Idade das Trevas', foi uma das épocas de maior desenvolvimento e criatividade técnica, artística e institucional da História, escreveu o Prof. João Luís César das Neves, Professor Catedrático e Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa, no Diário de Notícias de Lisboa. A Cristandade, explicou ele, gerou um surto de criatividade prática. Assim as realizações da Idade Média resultaram em melhorias da vida das aldeias, não em monumentos que os renascentistas poderiam admirar. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , Civilização Cristã , Estrasburgo , invenções , mosteiro , progresso , técnica domingo, 16 de junho de 2013 Suger, abade de Saint Denis: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado O abade Suger aos pés de Jesus Cristo, vitral da abadia de Saint-Denis Dom Suger (1081-1151) foi abade de Saint-Denis (França), desde 1122 até sua morte. Hábil diplomata, foi conselheiro de Luís VI e de Luís VII e Regente durante a Segunda Cruzada. Foi chamado de “pai da monarquia francesa”. Suger formulou uma justificação filosófica para a vida e a arte, notadamente para suas realizações arquitetônicas. Compartilhando o sentir medieval, ele concebia os monumentos como obras de teologia. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 07:00 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , beleza , culto , igreja , joia , liturgia , Saint-Denis , Suger domingo, 3 de junho de 2012 O grande sorriso medieval: o conto do senhor feudal criminoso, o ermitão piedoso e o misterioso barrilzinho Habitava nos confins da Normandia um destemido cavaleiro, cujo nome causava terror na região. De seu castelo fortificado junto ao mar, não receava nem mesmo o rei. De grande estatura e belo porte, era no entanto vaidoso, desleal e cruel, não temendo a Deus nem aos homens. Não fazia jejum nem abstinência, não assistia à Missa nem ouvia sermões. Não se conhecia homem tão mau. Numa Sexta-feira Santa, bradou ele aos cozinheiros: — Aprontai-me para o almoço a peça que cacei ontem. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 23:00 1 comentários Partilhar | Marcadores: arte , idade media , literatura domingo, 4 de maio de 2008 Literatura medieval: a luz da verdade com um sorriso encantador A era medieval foi pródiga em contos e lendas. Nisto não foi, aliás, nem a primeira nem a última. Persas, chineses, gregos e romanos, para citar só eles, criaram admiráveis narrações míticas ou literárias. Na Renascença multiplicaram-se os poetas, de moral aliás dúbia ou escandalosa. Os séculos XVII e XVIII viram muitos romances mais bem libertinos. O século XIX encheu-se de literatos exímios mas céticos ou ateus. Mas a Idade Média teve um talento peculiar para encantar e ensinar. Para mostrar as realidades mais concretas da terra e ligá-las com as mais altas sublimidades do Céu. Nos contos e lendas medievais, a força e a delicadeza, a rudeza e o requinte, o vigor e a doçura, o terra-terra e o sobrenatural, a natureza e a Fé, o humano e o divino, se encontravam harmonicamente, cada um no seu lugar. Essas narrações apresentavam verdades profundamente racionais por vezes sob os invólucros de uma admirável fantasia. Por isso, seus ensinamentos traziam uma ordem e uma paz que inebria e conquista as almas. Veja-se, por exemplo, esta história do senhor feudal criminoso, o ermitão piedoso e um misterioso barrilzinho... CLIQUE AQUI PARA LER A NARRAÇÃO Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 22:33 0 comentários Partilhar | Marcadores: arte , literatura sexta-feira, 31 de agosto de 2007 As catedrais coloridas da Idade Média As catedrais medievais eram todas pintadas de cores e até folhadas a ouro em certas partes. Agora, nas noites de verão, a tecnologia volta a 'pintar' a catedral de Amiens como era nos dias de seu esplendor. VEJA A CATEDRAL COLORIDA Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 10:36 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , Notre Dame , sacralidade domingo, 5 de agosto de 2007 Gobelins: instituição aristocratizante festeja 400 anos A célebre Manufacture des Gobelins de Paris festeja 400 anos, produzindo tapeçarias admiráveis (foto). Neste aniversário, ela expõe excepcionalmente algumas das suas mais belas peças tecidas com fios de ouro e prata. A origem da Manufacture des Gobelins se remonta ao século XIII, de tapeceiros dos Países Baixos instalados em Paris. Mas a Manufacture só tomou esse nome sob o rei Henrique IV, no século XVI. Em 1937 ela uniu-se ao Ostel du Roy, que desde o século XIII fazia móveis para os servidores do rei. Hoje a instituição fornece as mais requintadas peças de decoração para os grandes órgãos públicos . A existência de instituições de espírito aristocratizante, como a Manufacture des Gobelins , é um saudável vestígio da França monárquico-aristocrática de séculos atrás, ainda vivo na atual França igualitária nascida da Revolução Francesa. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 22:21 1 comentários Partilhar | Marcadores: arte , cultura , reis , técnica quarta-feira, 25 de julho de 2007 A Igreja sagra Carlomagno imperador e reergue a cultura A Igreja instituiu, na ordem temporal, o Sacro Império Romano Alemão na pessoa de Carlos Magno, rei dos francos. Ele deu um impulso incomparável à educação e às artes. Nessa obra educadora sobressaiu Alcuíno [foto 4], conselheiro íntimo de Carlos Magno, pupilo de São Beda, o venerável, e abade do mosteiro de Saint Martin em Tours. Falando da biblioteca de sua abadia em York, Alcuíno menciona obras de Aristóteles, Cícero, Lucanus, Plínio, Statius, Trogus Pompeius e Virgílio. Alcuíno apresenta manuscritos a Carlos Magno O bem-aventurado Papa Vítor III, que foi abade de Montecassino, na Itália, patrocinou a transcrição de obras de Horácio, Sêneca e Cícero. Santo Anselmo, quando abade de Bec, na Inglaterra,recomendava Virgílio e outros clássicos a seus estudantes, mas prevenia-os contra as passagens imorais. Num exercício escolar de Santo Hildeberto, encontramos excertos de Cícero, Horácio, Juvenal, Persius, Sêneca, Terêncio e outros. Santo Hildeberto, aliás, conhecia Horácio praticamente de memória. Minúscula carolíngia Inovação material decisiva foi a minúscula carolíngia . Antes dela os manuscritos não tinham minúsculas, pontuação ou espaços em branco entre as palavras. A minúscula carolíngia, com sua “lucidez e sua graça insuperável, apresentou a literatura clássica num modo que todos podiam ler com facilidade e prazer” (p. 14). O medievalista Philippe Wolff equipara este desenvolvimento à invenção da imprensa. O fácil acesso ao latim abriu as portas ao conhecimento dos Padres da Igreja e dos clássicos greco-romanos. Pois é mito falso que os grandes autores da Antiguidade só vieram a ser resgatados pela Renascença, época histórica que iniciou o multissecular processo revolucionário que em nossos dias atingiu um clímax. Lord Kenneth Clark mostrou que “só três ou quatro manuscritos antigos de autores latinos existem ainda. todo nosso conhecimento da literatura antiga se deve à coleta e cópia que começou sob Carlos Magno, e quase todo texto clássico que sobreviveu até o século VIII sobrevive até hoje!” (p. 17). Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 01:46 0 comentários Partilhar | Marcadores: arte , Carlos Magno , cultura , educação , mosteiro sábado, 16 de junho de 2007 O leão e o cachorro O leão é o animal heráldico prototípico. Ele é o símbolo por excelência da realeza. Com freqüência ele acompanha os reis e membros da casa real nos sepulcros. Ele é também o símbolo das virtudes da fortaleza e da coragem no combate, virtudes de todo bom cavaleiro ou guerreiro. Por isso nos jazigos dos cavaleiros encontramos a miúdo um leão ou um perro de caça, pois os dois representam essas virtudes. Aos pés das damas vemos muitas vezes um cachorro de companhia, porque simbolizava a lealdade e fidelidade ao marido. virtudes medievais de toda boa dama. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 16:40 0 comentários Partilhar | Marcadores: arte , simbolismo sexta-feira, 15 de junho de 2007 As notas e as sinfonias Guilherme de Auvergne ensinava que nas notas mais altas está representada a harmonia das criaturas mais sublimes enquanto que as notas mais graves são signo dos seres sensíveis, que descem em escala hierárquica até a matéria inanimada. A sinfonia musical é imagem do Universo unificado em Deus. Todo concerto é o símbolo da harmonia cósmica. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 17:08 0 comentários Partilhar | Marcadores: arte , música , simbolismo A cítara e as Sagradas Escrituras La cítara lembra a Sagrada Escritura: sua caixa de ressonância é o símbolo da realidade, da história, e sus cordas são os instrumentos que tesos por cima da história fazem aparecer o significado místico dos acontecimentos. As cordas duplas são símbolo de Cristo. Uma representa sua humanidade santíssima: os sons graves nos falam de sua vida oculta antes da pregação enquanto que os sons agudos nos falam de sua Paixão e morte. Outra é a imagem da harmonia divina realizada, seja na ressurreição, seja na glória eterna. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 17:05 1 comentários Partilhar | Marcadores: arte , música , simbolismo Peregrinos e romarias Os peregrinos e as romarias medievais têm sua própria simbologia. Três são os locais máximos de peregrinação. Os peregrinos que vão a Santiago de Compostela, usam a concha, o báculo e a catimplora. O símbolo da peregrinação a Roma é uma chave, e o de Jerusalém é uma palma. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 16:59 0 comentários Partilhar | Marcadores: arte , idade media , simbolismo Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links GPS do Agronegócio Lula, o filho das empreiteiras Há 21 horas A Aparição de La Salette e suas Profecias Como reconheceremos o enviado de Deus para nos salvar? Há 2 dias Nobility and Analogous Traditional Elites January 9 – St. Adrian of Canterbury Há 2 dias Contos e lendas da Era Medieval A Ponte do Diabo de Thueyts Há 3 dias Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há uma semana Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há uma semana Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há uma semana Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há 2 semanas Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas As Cruzadas Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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Idade Média * Glória da Idade Média: Universidade skip to main | skip to sidebar Idade Média * Glória da Idade Média INICIO GLÓRIA ESPAÑOL CLUNY SANTA JOANA D'ARC TEMAS CANÇÕES DE GESTA Canções de gesta Gesta Dei per francos CAVALARIA A CAVALARIA Ordens de Cavalaria Templários CIVILIZAÇÃO CRISTÃ Carlos Magno Civilização Cristã Cristandade Cruzadas Blog As Cruzadas França CIÊNCIA Arquitetura Astronomia Ciências Invenções, ciência, técnica Progresso Técnica CLASSES SOCIAIS Classes sociais Clero Papas Reis Nobreza Feudalismo Escravidão Trabalho Vassalagem CULTURA Arte Cultura Literatura Simbolismo Direito ECONOMIA Agricultura Agricultura Economia Impostos Família Guerra História IGREJA Igreja Educação Universidade Hospital Inquisição Mosteiros Nossa Senhora Paz União Igreja-Estado A CAVALARIA APRESENTAÇÕES AULAS CODEX (diversos) GREGORIANO GREGORIANO (MP3) MÚSICA NATAL VIDEOS 360º Blog Idade Média CASTELOS CERIMÔNIAS MUSICA POWERPOINTS VIDEOS VIDEOS da França 360º CATEDRAIS ABADIAS MÚSICA ÓRGÃO POWERPOINTS SINOS VIDEOS (só França) VIDEOS (menos França) VITRAIS 360º 360º só França CIDADE VIDEOS MÚSICAS 360º CONTOS CANTIGAS VIDEOS CRUZADAS APOLOGIA O ISLÃ segundo Papas e santos Balduíno IV CANÇÃO DE ROLAND GESTA DEI PER FRANCOS MUSICA VIDEOS 360º PAPAS Beato URBANO II Carta de Instrução 'Popolo dei Franchi' Sermão em Clermont-Ferrand Outro testemunho São Gregório VII São Pio V Beato Eugênio III Celestino III Inocêncio III João VIII Pascoal II PIO II SANTOS São Bernardo A franceses e bávaros Sermão Elogio dos Templários São Francisco de Assis Mansidão e força Diante do Sultão Exemplo pessoal O Direito de Cruzada São Luís IX Retrato pelo príncipe de Joinville São Luís e o mameluco Morte na IX Cruzada Santa Teresinha Beato Marco d'Aviano HERÓIS Balduíno IV Carlos Magno Godofredo de Bouillon Santa Joana d'Arc Santa Clotilde Ricardo Coração de Leão São Luís IX, rei São Nuno Álvares Pereira VIDEOS ORAÇÕES CANTICOS NATAL Semana Santa e Páscoa VIA SACRA VIDEOS Nossa Senhora Milagres Corpus Christi São Bernardo São Fernando SIMBOLOS VIDEOS BALDUINO IV, rei leproso de Jerusalém Balduíno IV: o rei de Jerusalém herói, santo e leproso Guerreiro providencial O rei de fábula cheia de luz sobrenatural O rei católico que venceu Saladino e o Islã Montgisard: Balduíno de maca e 500 templários desfazem o exército de Saladino O jovem rei doente que se fazia temer e respeitar pelos muçulmanos O rei cruzado e leproso de Jerusalém: um amado de Deus Quase cego e imobilizado, vence a Saladino e a inépcia dos vassalos Balduíno IV é enterrado ao pé do Gólgota, junto ao Santo Sepulcro “Possamos venerar Balduíno IV nos altares!” Missa de réquiem em Paris, 830 anos depois Balduíno IV, modelo perfeito de monarca francês, espelho do próprio Cristo Cluny: encarnação da Jerusalém celeste A música deve obedecer a regras divinas imutáveis: “ A música conduz a Deus da mesma maneira que a aritmética, pois segundo Santo Agostinho, os números e as proporções sensíveis levam a Deus. “‘Porque possuem regras imutáveis de modo algum instituídas pelos homens que trasbordam de sagaz engenho’. “Ora, de onde vêm estas leis imutáveis? “Não do ser humano que cambia e morre, mas de um Espírito superior eterno e imóvel que é Deus. “ A música humana imita os coros angélicos e constitui uma homenagem agradável a Deus. David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador Universidade . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador Universidade . Mostrar todas as postagens domingo, 5 de novembro de 2017 Nascimento e triunfo dos altos estudos Faculdade de Medicina de Salerno Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Por volta de 1150 são fundadas as primeiras universidades medievais – Bolonha (1088), Paris (1150) e Oxford (1167) — em 1500 já seriam mais de setenta. Esse foi efetivamente o ponto de partida para o modelo actual de universidade. Algumas dessas instituições recebiam da Igreja ou de Reis o título de Studium Generale. e eram consideradas os locais de ensino mais prestigiados da Europa, seus acadêmicos eram encorajados a partilhar documentos e dar cursos em outros institutos por todo o continente. Tratando-se não apenas de instituições de ensino, as universidades medievais eram também locais de pesquisa e produção do saber, além de focos de vigorosos debates e muitas polêmicas. Isso também ficou claro nas crises em que estas instituições estiveram envolvidas e pelas intervenções que sofreram do poder real e eclesiástico. A filosofia natural estudada nas faculdades de Arte dessas instituições tratava do estudo objetivo da natureza e do universo físico. Esse era um campo independente e separado da teologia. entendido como uma área de estudo essencial em si mesma, bem como um fundamento para a obtenção de outros saberes. Influxo decisivo das ordens religiosas Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , educação , Universidade domingo, 22 de outubro de 2017 Os mosteiros medievais resgataram e transmitiram o saber da Antiguidade Saladino incendeia uma cidade, Chroniques de Guilhaume de Tyr, BNF. O Islã foi um dos máximos destruidores da cultura antiga. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs “Se acreditarmos nos manuais, os de ontem e mais ainda nos de hoje, a herança da Grécia e de Roma foi completamente ignorada no nosso mundo ocidental, desde a queda do Império Romano até a Renascença: mil anos de obscurantismo! “Afirma-se, no mesmo embalo, que os autores de Antiguidade não foram conhecidos senão por intermédio dos Árabes, únicos capazes de explorar e transmitir essa cultura que nossos clérigos menosprezavam. “Esses livros falam a vontade dos sábios e dos tradutores de Toledo que no tempo dos califas de Córdoba teriam estudado e teriam tornado conhecidos os autores antigos. “Mas, eles se esquecem de lembrar que essa cidade episcopal, como muitas outras, e numerosos mosteiros, já no tempo dos reis bárbaros, e bem antes da ocupação muçulmana, era um grande centro de vida intelectual totalmente penetrado pela cultura antiga. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: Antiguidade , árabes , cultura , educação , falsos mitos , Islã , mosteiro , Universidade domingo, 1 de outubro de 2017 Criação das universidades na época medieval Universidade de Cambridge, Inglaterra Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Muitos ainda repetem o velho “chavão” de que a Idade Média foi uma época de trevas, ignorância, superstição e repressão intelectual. Mas não é preciso ir muito longe para verificar o contrário. Basta considerar uma das máximas realizações medievais: as universidades. Aliás, foi um aporte exclusivo à História. Nem Grécia ou Roma conheceram algo parecido. A Cátedra de Pedro foi a maior e mais decidida protetora das universidades. O diploma de mestre, outorgado por universidades como as de Bolonha, Oxford e Paris, dava direito a ensinar em todo o mundo. Gregório IX aprova os Decretais , Rafael, Stanza della Segnatura, Roma A primeira que ganhou este poder foi a de Toulouse, na França, das mãos do Papa Gregório IX, em 1233. A Igreja protegeu os universitários com os benefícios do clero. Os estudantes da Sorbonne dispunham de um tribunal especial para ouvir suas causas. Na bula Parens Scientiarum, Gregório IX confirmou à Universidade de Paris o direito a um governo autônomo e a fixar suas próprias regras, cursos e estudos. Também a emancipou da tutela dos bispos e ratificou o direito à cessatio — a greve das aulas — se os seus membros fossem objeto de abusos, como aluguéis extorsivos, injúrias, mutilação e prisão ilegal. Os Papas intervinham com força, a fim de que os professores fossem pagos dignamente. Completados os estudos, o novo mestre era oficialmente investido. Em Paris, isso ocorria na igreja de Santa Genoveva, padroeira da cidade. O novo mestre ajoelhava-se diante do vice-chanceler da Universidade, que pronunciava esta bela fórmula: 'Eu, pela autoridade com que fui revestido pelos Apóstolos Pedro e Paulo, vos concedo a licença de ensinar, comentar, disputar, determinar e exercer outros atos magisteriais seja na Faculdade de Artes de Paris, seja em qualquer outra parte, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amem” . Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 3 comentários Partilhar | Marcadores: cultura , educação , Papas , Universidade domingo, 20 de agosto de 2017 Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Alberto Magno (1193-1280), o Doutor Universal, foi o principal representante da tradição filosófica dos dominicanos. Além disso, é um dos trinta e três Santos da Igreja Católica com o título de Doutor da Igreja. Tornou-se famoso por seu vasto conhecimento e por sua defesa da coexistência pacífica da ciência com a religião. Alberto foi essencial em introduzir a ciência grega e árabe nas universidades medievais, mas nunca hesitou em duvidar de Aristóteles. Em uma de suas frases famosas, afirmou: a ciência não consiste em ratificar o que outros disseram, mas em buscar as causas dos fenômenos. Tomás de Aquino foi seu aluno. Robert Grosseteste (1168-1253), Bispo de Lincoln, foi a figura central do movimento intelectual inglês na primeira metade do século XIII e é considerado o fundador do pensamento científico em Oxford. Tinha grande interesse no mundo natural e escreveu textos sobre temas como som, astronomia, geometria e óptica. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 8 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , invenções , progresso , São Tomás de Aquino , técnica , teologia , Universidade domingo, 16 de julho de 2017 A Igreja inspirou os sistemas jurídicos baseados no Direito Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Segundo o professor de Direito Harold Berman, citado pelo Prof. Thomas E. Woods, os modernos sistemas legais 'são um resíduo secular de atitudes e posições religiosas, que têm sua primeira expressão na liturgia, ritos e doutrinas da Igreja, e só depois nas instituições, conceitos e valores da Lei' ('How the Catholic Church built Western Civilization', p. 187). A Igreja restaurou o direito dos romanos, aportando uma contribuição própria inapreciável. O Papa Gelásio definiu os limites da ordem temporal e espiritual. O primeiro corpo sistemático de leis foi o Código Canônico. O conceito de direitos individuais, que se atribui erroneamente aos pensadores liberais dos séculos XVII e XVIII, de fato deriva de Papas, professores universitários, canonistas e filósofos católicos medievais. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Direito , Universidade domingo, 2 de abril de 2017 Requintes medievais na arte de ensinar aos alunos Jovem doutor em leis, do século XV Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Para os homens da época (medieval), as palavras eram transparentes: havia um prazer muito grande em saborear o sentido etimológico delas. Os intelectuais de então diziam que o homem é um ser que esquece suas experiências. Ele consegue resgatá-las através da linguagem . Assim, a expressão educação era entendida como estando associada à sua raiz etimológica latina: educe , “fazer sair”. Como o conhecimento já existia inato no indivíduo, restava responder à seguinte pergunta: de que modo o estudante era conduzido da ignorância ao saber? Como o aluno aprendia? Essa era a questão básica dos educadores medievais. Preocupados com a forma da aquisição, os pedagogos de então tiveram uma importante consciência: cabia ao professor “acender uma centelha” no estudante e usar seu ofício para formar e não asfixiar o espírito de seus alunos. Muito moderna a educação medieval! Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 11:02 0 comentários Partilhar | Marcadores: educação , escola , Universidade domingo, 26 de março de 2017 O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentado hodierno Universidade de Cambridge, Inglaterra, fundada em 1209 pelo rei Henrique II. Hoje é uma das mais prestigiosas do planeta. A Universidade de Bolonha, Itália, criada em 1088, é tida como a mais antiga do mundo Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A criação das universidades é uma das grandes realizações medievais e foi poderosamente estimulada pelos Papas e pelos Reis. Especialmente os Papas trabalharam com afinco nessa obra, e grande número de universidades ainda hoje existentes foi fundado por decretos pontifícios. Independente das polêmicas, a mais antiga é a de Bolonha na Itália instituída em 1088. O Imperador Federico I pela 'Constitutio Habita' (lei orgânica da universidade) transformou-a praticamente numa Cidade Estado. A mais antiga da Inglaterra é a celebérrima Universidade de Cambridge fundada em 1209 pelo rei Henrique II. Mas a primeira que ganhou o nome de 'Universidade' foi a de Salamanca, fundada em Espanha em 1218, a mais antiga do país. As universidades deram à cultura medieval a magnífica unidade que a caracterizou. O conceito de 'universitas' que gerou o termo Universidade é o oposto da atual formação universitária altamente especializada e por isso também altamente fragmentada. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 19:31 2 comentários Partilhar | Marcadores: astronomia , ciência , falsos mitos , Galileu Galilei , Humanismo , Inquisição , Papas , Renascença , Universidade domingo, 19 de fevereiro de 2017 Catedrais e universidades: criações e florões da cultura medieval Catedral de Soissons, detalhe do púlpito Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Quando os cristãos saíram das catacumbas, após o Edito de Milão (313), ocuparam antigos templos pagãos e os consagraram ao culto verdadeiro. Aproveitaram também prédios civis como as imponentes basílicas, onde outrora desenvolviam-se atividades judiciais, comerciais, bancárias e feiras no inverno. As basílicas romanas eram imponentes, solenes e espaçosas. Mas, o conceito que presidiu sua construção em nada se assemelha ao conceito de catedral elaborado na França. A “filha primogênita da Igreja” ideou a catedral como resumo do Universo todo ele ordenado em função da glória do Criador e de sua Santíssima Mãe, Nossa Senhora. Elas foram chamadas de “Bíblia dos pobres”, explica um dos maiores autoridades em catedrais góticas, o professor Émile Mâle . Nelas, a “sancta plebs Dei” ‒ a santa plebe de Deus ‒ aprendia com seus olhos quase tudo o que sabia sobre a fé. As estátuas distribuídas segundo um plano escolástico simbolizavam a maravilhosa ordem que, por meio do gênio de Santo Tomás de Aquino, reinava no mundo do pensamento. Assim, por meio da arte os mais altos conceitos da teologia eram acessíveis para as mentes mais humildes. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: catedrais , Chartres , ciência , França , Gesta Dei per Francos , invenções , Sainte Chapelle , Soissons , Universidade , vitrais segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017 Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Refeitório da Universidade de Oxford, Inglaterra Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O século que precedeu a Renascença, o século XIV, foi, no dizer de M. Coville, “uma época de grande atividade intelectual”. A Universidade de Paris exercia a profissão de fazer falar a “razão no seio da Igreja – Ratio dictans in Ecclesia”. Gerson a chamava “nosso Paraíso terrestre no qual estava a árvore da ciência do bem e do mal”. Seus ensinamentos tinham gerado centenas de mestres seguidos por milhares de estudantes. “A Faculdade de Artes nos dá, em 1349, 502 mestres regentes (titulares). em 1403 já havia 790, e esse número é inexato. No sínodo de Paris de 1406, Jean Petit falava de mil mestres e um assistente o interrompeu para retificar, afirmando existirem dois mil”. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 19:49 0 comentários Partilhar | Marcadores: arte , ciência , cultura , educação , Universidade domingo, 22 de janeiro de 2017 'Caso Galileu': manipulação para abalar a hierarquia medieval das ciências Universidade de Cambridge, Inglaterra Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Os últimos séculos da Idade Média se caracterizaram por um extraordinário florescimento das letras e das artes. Apareceram, então, artistas e intelectuais que podem ombrear com os maiores que a humanidade tenha conhecido em qualquer tempo. Porém, nos séculos XV e XVI, a influência do Humanismo e da Renascença prepararam o Protestantismo. Iniciou-se, então, uma Revolução contra a Igreja. Nesse contexto estourou o “caso Galileu” para tentar desmoralizar a autoridade da Igreja. A continuação, o Prof. Thomas Woods desmitifica e esclarece com profundo conhecimento da matéria o lado de montagem propagandística anti-católica do caso. Série da EWTN apresentada por Thomas E. Woods, autor do livro 'Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental'. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: astronomia , ciência , falsos mitos , Galileu Galilei , Humanismo , Inquisição , Papas , Renascença , Universidade domingo, 17 de julho de 2016 Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Quanto ao ensino primário, também estava largamente difundido na Idade Média. Em muitas regiões da Europa, havia escolas primárias gratuitas, funcionando ao lado de cada igreja paroquial, de forma a ministrar a instrução elementar a todos os indivíduos de todas as classes sociais. As escolas primárias, como as superiores, estavam, na Idade Média, sob a alta orientação do Clero e da Igreja, que mantinha a unidade de pensamento do mundo cristão e portanto sua unidade política e a unidade de sua cultura, por meio da autoridade espiritual que cabe à Igreja Católica. Os últimos séculos da Idade Média se caracterizaram por um extraordinário florescimento das letras e das artes. Apareceram, então, artistas e intelectuais que podem ombrear com os maiores que a humanidade tenha conhecido em qualquer tempo. Sem me referir novamente a São Tomás de Aquino, o maior filósofo de todos os tempos, nem a São Boaventura, Santo Anselmo, Alberto Magno Duns Scott e muitos outros, cujos nomes convém que retenham desde já, vamos ao terreno literário. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 22:12 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , catedrais , escola , invenções , Universidade domingo, 27 de abril de 2014 Ciência, invenções, Universidades, hospitais, educação, descobertas, culinária, nomes: a lista interminável do progresso medieval Muitas vezes os leitores do blog desejam conhecer mais sobre a ciência e as invenções medieval, os grandes nomes e realizações. Essas matéria foram sendo tratadas em 'Glória da Idade Média' em diversos posts. Eis uma seleção dos links, dentre os muitos do blog, que podem ser de interesse para quem quer conhecer mais: Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: agricultura , ciência , culinária , descobertas , educação , escola , gastronomia , hospital , invenções , tecnologia , Universidade domingo, 30 de março de 2014 Os escolásticos medievais fundaram a economia científica Um dado muito pouco conhecido é que a Igreja inspirou o pensamento econômico na Idade Média. Até então os homens não tinham racionalizado os sistemas econômicos. Alguns grandes pensadores como Aristóteles trataram de alguns problemas muito básicos da atividade econômica. Porém, a imensa maioria dos homens e as civilizações antigas tocavam a vida econômica em função da agricultura, o artesanato, o comércio e o intercâmbio básico, e não raciocinavam sobre isso. Para eles, a economia era o que a palavra significa ao pé da letra : as 'regras da casa' ou 'administração doméstica' ( de 'eco' = casa e 'nomos' = regras ou costumes). Joseph Schumpeter, um dos mais importantes economistas da primeira metade do século XX, em sua History of Economic Analysis (1954), disse dos escolásticos (a escola teológica que unificiou a linguagem e a formulação dos conceitos na Idade Média): “Foram eles os que chegaram, mais perto do que qualquer outro grupo, a serem os ‘fundadores’ da economia científica” . Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: economia , mosteiro , Universidade domingo, 21 de julho de 2013 Bula “Universitas Parens Scientiarum” do Papa Gregório IX regulamentando a Universidade de Paris Gregório IX, autor da Bula “Universitas Parens Scientiarum” A Universidade é uma criação da Igreja Católica na Idade Média. Até as Universidades modernas usufruem de direitos e privilégios concedidos pelos Papas na era medieval. Em diversos posts deste blog tratamos da importância capital do impulso dado pelos Papas às Universidades. A seguir apresentamos um exemplo de como os Papas fizeram isso. Trata-se da Bula “Universitas Parens Scientiarum” de 13 de abril de 1231, emitida pelo Papa Gregório IX (1227-1241), regulamentando as atividades da Universidade de Paris, mais conhecida como a Sorbonne. Numa época como a nossa em que as Universidades Católicas se revoltam contra as legítimas autoridades eclesiásticas e até decapitam em esfinge ao Santo Padre, como aconteceu na PUC de São Paulo, o documento a seguir produz um efeito ordenativo restaurador: Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 06:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: cultura , educação , França , Papas , Paris , Universidade domingo, 22 de novembro de 2009 Idade Média: no início analfabetismo geral. no fim triunfo das Universidades O esforço intelectual realizado pela Idade Média foi imenso. Para que se possa avaliar o que, em matéria intelectual, a Europa realizou durante a Idade Média, basta comparar a situação cultural em que ela se encontrava no início e no fim desse período histórico. Barbarie e analfabetismo eram generalizados no inicio da Idade Média na Europa É necessário voltar sempre à mesma consideração, que é fundamental no Estudo da Idade Média. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 12:22 0 comentários Partilhar | Marcadores: Direito , educação , escola , Universidade terça-feira, 15 de janeiro de 2008 Esplendor das Universidades medievais Não é verdade que a Idade Média tenha sido uma época de estreitamento intelectual, escreveu Jean Guiraud. O testemunho que ela deixou de si mesma nos dá uma impressão toda contrária. O século que precedeu a Renascença, o século XIV, foi, no dizer de M. Coville, “uma época de grande atividade intelectual”. A Universidade de Paris exercia a profissão de fazer falar a “razão no seio da Igreja – Ratio dictans in Ecclesia”. Gerson a chamava “nosso Paraíso terrestre no qual estava a árvore da ciência do bem e do mal”. Seus ensinamentos tinham gerado centenas de mestres seguidos por milhares de estudantes. “A Faculdade de Artes nos dá, em 1349, 502 mestres regentes (titulares). em 1403 já havia 790, e esse número é inexato. No sínodo de Paris de 1406, Jean Petit falava de mil mestres e um assistente o interrompeu para retificar, afirmando existirem dois mil”. Não se saberia determinar o número dos estudantes. Juvenal de Ursins diz seriamente, a propósito de um desfile em 1412: “O desfile foi feito da Universidade de Paris até Saint-Denis. e quando os primeiros estavam em Saint-Denis, o reitor estava ainda em Saint-Mathurin, rua Saint-Jacques”. Isto significa um cortejo de estudantes com mais de 12 quilômetros de extensão! Universidade de Coimbra E isto não nos deve deixar admirados porque, já no século XIII, estimava-se em 30.000 a população universitária de Paris e em 20.000 a de Bologna. Tornando-se mais importante pelo seu renome e a multidão de seus mestres, a Universidade de Paris tinha numerosas rivais na França e na Europa inteira. O mundo cristão apresentava uma população de estudantes tão considerável, que mesmo nossos tempos não podem superá-la em número. Ora, d urante todos os séculos da Idade Média , este povo de estudantes tinha dado provas de uma vida intelectual intensa. “Em certas ruas, escreve M. Coville, não havia casa sem escola. de todo lado se elevavam as construções imponentes dos colégios. em toda parte ensinava-se, discutia-se. “ A vida se passava em longos comentários de autores e em argumentação ou 'disputas', segundo a expressão consagrada. “Havia as sessões solenes de argumentação na Faculdade de Artes, nos colégios da Navarra e da Sorbonne onde estes exercícios se prolongavam mesmo durante o recreio. “É ao começo do século XIV que se reporta a instituição da sustentação dita “Sorbonnique” onde o autor devia sustentar uma tese durante doze horas. “A Universidade nunca havia tido uma atividade intelectual tão intensa”. Essas controvérsias, tocando as questões as mais graves, eram encorajadas pela própria Igreja. Capela da Universidade de Coimbra O Anjo da Escola , São Tomás de Aquino, não havia ensinado que a razão pode render conta da fé e que a teologia é uma ciência? “Seriam necessários inúmeros volumes – nos diz Victor Le Clerc – para enumerar a multidão dos teólogos que floresceram no século XIV, teólogos esses tão numerosos e tão fecundos que se faziam notar pelo ardor de suas especulações”. (Fonte: Jean Guiraud - “Histoire Partiale, Histoire Vraie”) Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 08:02 3 comentários Partilhar | Marcadores: Coimbra , educação , Paris , progresso , Universidade sexta-feira, 22 de junho de 2007 Quinto mito errado: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu. REFUTAÇÃO: A Idade Média foi uma época de grande progresso cultural. As grandes sumas, e as obras de arte que ainda permanecem insuperadas, o atestam. 1–Progresso geral “No segundo terço do século XI começou um progresso acelerado. Foi uma fermentação de tudo. floração um tanto desordenada, audácia criadora, tal foi o tom do século XII. De um século XII que a meu juízo começa a 1070 e se encerra por volta de 1180, e do qual seria umbral a igreja abacial de Trindade de Caen, e por fim o coro de Notre Dame de Paris, pedras milenares admiráveis. De um século que formou a versão do autor de Roland, para concluir com a morte de Chrétien de Troyes, com o nascimento de Francisco de Assis. Do século de Abelardo e de São Bernardo de Claraval. Do grande século XII, o mais fecundo da Idade Média” (Georges Duby, op. cit., p. 63). 2–Floração de escolas e Universidades “Em sua corte de Aix-la-Chapelle, Carlos Magno fundou a “Scholla Palatina”, e ele mesmo participou das aulas como aluno. No ano 787, dispôs que se instalassem escolas em todos os mosteiros e cabidos. Posteriormente tal disposição foi ampliada” (Friedrich Heer, op. cit., p. 117). Sobre as escolas. “As escolas monásticas medievais são a base e a origem de todas as escolas do Ocidente, principalmente universidades e escolas superiores”. E o autor cita as principais universidades do tempo, sua data de fundação e sua especialidade: Sorbonne, de Paris (1256, teologia), Bolonha (século XI, jurisprudência), Salerno (medicina). (Gerd Betz, “Historia de la Civilización Occidental”, Ed. Labor, Barcelona, 1966, pp. 153, 154). Mais sobre Universidades. “Com Carlos Magno e seus sucessores, os mosteiros haviam atingido uma posição única de predomínio intelectual, espiritual e artístico. Eram os únicos que proporcionavam mestres, escribas e diplomatas. eram os únicos que alimentavam a erudição, conservando intactos não só os textos da Bíblia e dos primeiros Padres, mas também grande parte da cultura do mundo clássico” (George Zarnecki, professor de História da Arte na Universidade de Londres, “La Apostación de las Ordenes”, in “La Baja Edad Media”, Ed. Labor, Barcelona, 1968, p. 63). Mais sobre as escolas. 3–Na Idade Média surgiram os primeiros hospitais A Idade Média se caracterizou, entre outras coisas, pelo “... aparecimento dos hospitais, que adquiriram sua função atual com a fundação da Ordem de São João de Jerusalém (hoje Ordem de Malta) em 1099” (Friedrich Heer, “Wachau”, in “Historia de la Cultura Occidental”, ed. Labor, 1966, p. 193). Leia mais sobre os hospitais. 4 – Desenvolvimento da música “O Papa S. Gregório Magno deu aos cantos eclesiásticos romanos sua forma e ordenação definitivas (cerca do ano 600). No século VIII o anglo-saxão Bonifácio (672-674) e Pepino III (714-768) introduziram o canto coral gregoriano nos conventos. sua continuidade foi assegurada com a “Schola Cantorum” de Metz” (Friedrich Heer, op. cit., p. 123). “Os instrumentos da época carolíngea são: órgão portátil, flautas, gaitas, ‘chirímias’, trompetes e clarins. a lira, a cítara e a harpa. os címbalos, pratos e tímpanos. A partir de 860 se introduz também um instrumento de corda de pequeno tamanho, a viella” (Friedrich Heer, op. cit., p. 123). Postado por Luis Dufaur às 12:45 3 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , cultura , educação , escola , progresso , Universidade Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links GPS do Agronegócio Aquecimento global!!!??? Há 8 horas Nobility and Analogous Traditional Elites Here We Go Again Há 2 dias Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há 3 dias Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há 5 dias Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há 6 dias Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há uma semana Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas As Cruzadas Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas Pesadelo chinês Feliz Natal e bom Ano Novo 2018! Há 2 semanas Devotos de la Santísima Virgen de El Buen Suceso Há 2 semanas Jóias e símbolos medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Torneio para comemorar a reedificação do castelo de Windsor Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs ... Cluny: 'alma da Idade Média' ‒ III. Contribuições para o progresso temporal: celeiro, moinho e outras invenções Antigo celeiro de Cluny, andar superior. Hoje é museu Sobre os prédios de Cluny ( celeiro, torres, fachada, etc.) ver também: Abadia... Nobreza: segunda classe da epoca medieval A nobreza era a classe militar Na época medieval, a nobreza era a classe militar, obrigada a lutar em tempo de guerra. Formava por iss... A Cristandade medieval instaurou a paz de Cristo na Europa A sagração dos reis da França: um dos pontos altos da suavização dos costumes na Idade Média Luis Dufaur Escritor, jornalista, co... Papas, santos e doutores mostram o que é o Islã, Maomé e o Corão Papas, santos e doutores: o que é o Islã, Maomé e o Corão? 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Santo Afonso Maria de Ligório: O islamismo não pode ser verdadeiro São Francisco Xavier: peste grosseira e escravizadora que vive na ignorância de seus dogmas São João Damasceno, Doutor da Igreja: Maomé, falso profeta, excogitou nova heresia eriçada de coisas ridículas São Francisco de Assis: é de acordo com a Justiça combater os muçulmanos Santa Teresinha do Menino Jesus: “Com que alegria teria partido para combater os hereges nas Cruzadas” Abismais incompatibilidades entre Maomé e Jesus Papa São Gregório VII, alma inspiradora das Cruzadas Bem-aventurado Papa Urbano II: Sermão da Cruzada, Clermont-Ferrand, 27.11.1095 (versão mais completa) Papa Pascoal II comemora a conquista de Jerusalém e exorta a reforçar a Cruzada Beato Eugênio III Papa: Convocação da II Cruzada - Bula “Quantum predecessores” Papa Gregório VIII: “A misericórdia celeste pode trocar os dias da vitória muçulmana em dias de humilhação” Papa São Pio V: cartas incitando os Reis católicos a combater contra os muçulmanos Papa Bento XIV: “muçulmanos, os piores entre os celerados” Mais lidas nesta semana O Clero, primeira classe da sociedade medieval A via da Verdade. 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Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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  Idade Média * Glória da Idade Média: igreja skip to main | skip to sidebar Idade Média * Glória da Idade Média INICIO GLÓRIA ESPAÑOL CLUNY SANTA JOANA D'ARC TEMAS CANÇÕES DE GESTA Canções de gesta Gesta Dei per francos CAVALARIA A CAVALARIA Ordens de Cavalaria Templários CIVILIZAÇÃO CRISTÃ Carlos Magno Civilização Cristã Cristandade Cruzadas Blog As Cruzadas França CIÊNCIA Arquitetura Astronomia Ciências ... Idade Média * Glória da Idade Média: igreja skip to main | skip to sidebar Idade Média * Glória da Idade Média INICIO GLÓRIA ESPAÑOL CLUNY SANTA JOANA D'ARC TEMAS CANÇÕES DE GESTA Canções de gesta ... Média CASTELOS CERIMÔNIAS MUSICA POWERPOINTS VIDEOS VIDEOS da França 360º CATEDRAIS ABADIAS MÚSICA ... da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval ... de julho de 2017 A Idade Média achava que a Terra era plana? Deus Criador, geometra, Codex CACHE

Idade Média * Glória da Idade Média: igreja skip to main | skip to sidebar Idade Média * Glória da Idade Média INICIO GLÓRIA ESPAÑOL CLUNY SANTA JOANA D'ARC TEMAS CANÇÕES DE GESTA Canções de gesta Gesta Dei per francos CAVALARIA A CAVALARIA Ordens de Cavalaria Templários CIVILIZAÇÃO CRISTÃ Carlos Magno Civilização Cristã Cristandade Cruzadas Blog As Cruzadas França CIÊNCIA Arquitetura Astronomia Ciências Invenções, ciência, técnica Progresso Técnica CLASSES SOCIAIS Classes sociais Clero Papas Reis Nobreza Feudalismo Escravidão Trabalho Vassalagem CULTURA Arte Cultura Literatura Simbolismo Direito ECONOMIA Agricultura Agricultura Economia Impostos Família Guerra História IGREJA Igreja Educação Universidade Hospital Inquisição Mosteiros Nossa Senhora Paz União Igreja-Estado A CAVALARIA APRESENTAÇÕES AULAS CODEX (diversos) GREGORIANO GREGORIANO (MP3) MÚSICA NATAL VIDEOS 360º Blog Idade Média CASTELOS CERIMÔNIAS MUSICA POWERPOINTS VIDEOS VIDEOS da França 360º CATEDRAIS ABADIAS MÚSICA ÓRGÃO POWERPOINTS SINOS VIDEOS (só França) VIDEOS (menos França) VITRAIS 360º 360º só França CIDADE VIDEOS MÚSICAS 360º CONTOS CANTIGAS VIDEOS CRUZADAS APOLOGIA O ISLÃ segundo Papas e santos Balduíno IV CANÇÃO DE ROLAND GESTA DEI PER FRANCOS MUSICA VIDEOS 360º PAPAS Beato URBANO II Carta de Instrução 'Popolo dei Franchi' Sermão em Clermont-Ferrand Outro testemunho São Gregório VII São Pio V Beato Eugênio III Celestino III Inocêncio III João VIII Pascoal II PIO II SANTOS São Bernardo A franceses e bávaros Sermão Elogio dos Templários São Francisco de Assis Mansidão e força Diante do Sultão Exemplo pessoal O Direito de Cruzada São Luís IX Retrato pelo príncipe de Joinville São Luís e o mameluco Morte na IX Cruzada Santa Teresinha Beato Marco d'Aviano HERÓIS Balduíno IV Carlos Magno Godofredo de Bouillon Santa Joana d'Arc Santa Clotilde Ricardo Coração de Leão São Luís IX, rei São Nuno Álvares Pereira VIDEOS ORAÇÕES CANTICOS NATAL Semana Santa e Páscoa VIA SACRA VIDEOS Nossa Senhora Milagres Corpus Christi São Bernardo São Fernando SIMBOLOS VIDEOS BALDUINO IV, rei leproso de Jerusalém Balduíno IV: o rei de Jerusalém herói, santo e leproso Guerreiro providencial O rei de fábula cheia de luz sobrenatural O rei católico que venceu Saladino e o Islã Montgisard: Balduíno de maca e 500 templários desfazem o exército de Saladino O jovem rei doente que se fazia temer e respeitar pelos muçulmanos O rei cruzado e leproso de Jerusalém: um amado de Deus Quase cego e imobilizado, vence a Saladino e a inépcia dos vassalos Balduíno IV é enterrado ao pé do Gólgota, junto ao Santo Sepulcro “Possamos venerar Balduíno IV nos altares!” Missa de réquiem em Paris, 830 anos depois Balduíno IV, modelo perfeito de monarca francês, espelho do próprio Cristo Cluny: encarnação da Jerusalém celeste A música deve obedecer a regras divinas imutáveis: “ A música conduz a Deus da mesma maneira que a aritmética, pois segundo Santo Agostinho, os números e as proporções sensíveis levam a Deus. “‘Porque possuem regras imutáveis de modo algum instituídas pelos homens que trasbordam de sagaz engenho’. “Ora, de onde vêm estas leis imutáveis? “Não do ser humano que cambia e morre, mas de um Espírito superior eterno e imóvel que é Deus. “ A música humana imita os coros angélicos e constitui uma homenagem agradável a Deus. David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador igreja . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador igreja . Mostrar todas as postagens domingo, 26 de novembro de 2017 Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Castelo de Sully-sur-Loire, França Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O prof. Thomas Woods escreveu: “Durante os últimos cinquenta anos, virtualmente todos os historiadores da ciência [...] vêm concluindo que a Revolução Científica se deve à Igreja” (p. 4). Não é só devido ao ensino, mas pelo fato de a Igreja ter gerado cientistas como o Padre Nicolau Steno, pai da geologia. Padre Atanásio Kircher, pai da egiptologia. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 5 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , escola , igreja , indústria , invenções domingo, 2 de julho de 2017 A Idade Média achava que a Terra era plana? Deus Criador, geometra, Codex Vindobonensis 2554 Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Na revista de número 01 da coleção sobre História da ciência da Scientific American , Rudolf Simek desmonta, com muitos documentos, de que na Idade Média, com base na Bíblia, se acreditava que a Terra era plana. Essa ideia foi principalmente de muitos ateus de séculos passados mas é hoje repetida por alguns desatualizados: “A ideia de que antes da Renascença a Terra era considerada plana, ainda persiste, explicou o prof. Rudolf Simek. “No entanto, a esfericidade do Planeta já era admitida na época medieval” “[...] Em 1492, quando Martin Behaim fabricou o primeiro globo terrestre e o chamou de Erdapfel (“maçã terrestre”), ele se remeteu à tradição medieval. [...] “O manual de astronomia mais conhecido nas universidades medievais era o Liber de Sphaera (“Tratado sobre a esfera”), escrito pelo inglês Jean de Sacrobosco, na primeira metade do século XIII. “O autor tratava das bases da geometria e da astronomia, apresentando provas evidentes da esfericidade da Terra e de outros corpos celestes. [...] Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 3 comentários Partilhar | Marcadores: astronomia , ciência , igreja domingo, 28 de maio de 2017 Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada A Geometria, The British Library Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Ainda perduram os ecos do laicismo anticristão visceralmente difamador da Idade Média pelo fato de ter sido uma época modelada pela Igreja Católica. Professores e enciclopédias objetivas e atualizadas abandonaram essas visões laicista anticristãs e anti-medievais. Um exemplo é a própria Wikipedia que, no verbete Ciência Medieval , fornece ricas e ponderadas informações sobre a Era Medieval, e que reproduzimos a continuação. Caos pós-queda de Roma A Europa Ocidental entrou na Idade Média em grandes dificuldades que minaram a produção intelectual do continente. Os tempos eram confusos e havia-se perdido o acesso aos tratados científicos da antiguidade clássica (em grego), ficando apenas as compilações resumidas e até deturpadas que os romanos tinham traduzido para o latim. Entretanto, com o início do chamado Renascimento do Século XII, renovou-se o interesse pela investigação da natureza. A ciência que se desenvolveu nesse período áureo da filosofia escolástica dava ênfase à lógica e advogava o empirismo, entendendo a natureza como um sistema coerente de leis que poderiam ser explicadas pela razão. Foi com essa visão que sábios medievais se lançaram em busca de explicações para os fenômenos do universo e conseguiram avanços importantes em áreas como a metodologia científica e a física. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , filosofia , igreja , invenções domingo, 30 de abril de 2017 Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Nas abadias, monges desenvolveram as ciências naturais Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A alegada hostilidade da Igreja Católica à ciência não resiste a qualquer análise. A verdade é que, sem a Igreja, não teria havido ciências sistemáticas e dinâmicas, diz o Prof. Thomas E. Woods 'Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental'. De fato, a ideia de um mundo ordenado, racional — indispensável para o progresso da ciência — está ausente nas civilizações pagãs. Árabes, babilônios, chineses, egípcios, gregos, indianos e maias não geraram a ciência, porque não acreditavam num Deus transcendente que ordenou a criação com leis físicas coerentes. Os caldeus acumularam dados astronômicos e desenvolveram rudimentos da álgebra, mas jamais constituíram algo que se pudesse chamar de ciência. Os chineses 'nunca formaram o conceito de um celeste legislador que impôs leis à natureza inanimada' . Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 14:43 0 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , Civilização Cristã , igreja , invenções , ordem , progresso domingo, 20 de novembro de 2016 São Gregório VII face aos atentados contra os fiéis ministros da Igreja Busto de São Gregório VII em ouro e prata, na catedral de Salerno Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs São Gregório VII foi, sem dúvida, o Papa por excelência da História da Igreja. Lutador indomável contra o cisma do Oriente, as heresias, o Império revoltado e um antipapa usurpador, foi também o idealizador das Cruzadas que libertaram o Santo Sepulcro de Nosso Senhor. Entretanto, um tal gigante na defesa da Igreja não descuidava dos humildes. Ele sabia descobrir, no combate humilde e corajoso, o ferido que sofria pela causa da Igreja, e o cercava de uma admiração e de uma ternura que não podia dar aos chefes, cuja fidelidade era devida ao preço da glória. Leia-se esta carta a um pobre padre milanês chamado Liprand, que os simoníacos haviam mutilado de maneira bárbara: “Se nós veneramos a memória dos santos que foram mortos depois que seus membros foram cortados pelo ferro, se celebramos os sofrimentos daqueles que nem o gladio nem os sofrimentos puderam separar da fé em Cristo, tu és mais digno de louvores ainda, por ter merecido uma graça que, se a ela se juntar a perseverança, te dá uma inteira semelhança com os santos. “A integridade de teu corpo não existe mais. mas o homem interior, que se renova dia a dia, desenvolveu-se em ti com grandeza. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Busto de São Gregório VII em ouro e prata , igreja , na catedral de Salerno , Papas , perseguição religiosa , São Gregório VII domingo, 6 de novembro de 2016 A Luz de Cristo e o charme da Idade Média Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Na cerimônia da madrugada da Resurreição, no jardim tirava-se fogo do atrito da pedra e acendia-se o círio pascal. Porque assim como Nosso Senhor Jesus Cristo deu vida a seu próprio cadáver, assim da fricção de matérias inertes como as pedras nasce uma chama viva para acender o círio pascal. Então, na noite, no crepúsculo, nas trevas, é acesa uma luz: é Nosso Senhor Jesus Cristo que ressuscita! Acende-se o círio pascal e o padre entra com uma vela acesa na igreja e canta três vezes Lumen Christi . As velas vão se acendendo e daí a pouco a igreja está toda iluminada pelo círio pascal. Essa expressão Lumen Christi ficou-me como imensamente bonita e nobre, querendo dizer mil coisas. O que é que vem a ser especificamente a Luz de Cristo, ou Lumen Christi ? A expressão Lumen Christi , tomada ao pé da letra, literalmente, é adequada. É uma certa luz que há em Nosso Senhor Jesus Cristo, e que é a luz de toda Sua pessoa. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: Cristandade , igreja , Jesus Cristo , Lumen Christi domingo, 2 de outubro de 2016 A sociedade medieval: algo do Céu na Terra Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A arquitetura, a arte, o ambiente, a sociedade medieval auxiliam os fiéis a terem, por assim dizer, “saudades” do Céu. A partir de suas realizações, elas elevam as almas para algo de celestial. “A Igreja apresentava-se habitualmente com uma aparência de Céu na Terra, de modo tal que a pessoa, ao analisá-la e contemplá-la, sentia-se convidada para ingressar numa espécie de Céu da alma nesta Terra. “Tudo quanto é medieval, e que se orienta nessa linha — dir-se-ia a nota tônica da Idade Média —, é impregnado disso: uma sociedade que, mesmo em seus aspectos temporais, apresenta algo de celeste na Terra. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , igreja , simbolismo domingo, 21 de agosto de 2016 Pacifismo hedonista e materialista contra espírito de Cruzada Apologia da Cruzada IV A Igreja nunca professou o pacifismo Roberto de Mattei (1948 - ) professor de História, especializado nas ideias religiosas e políticas no pós-Concilio Vaticano II. continuação do post anterior: A Igreja não pode abandonar as Cruzadas sem se trair A Igreja nunca professou o pacifismo. O combate cristão, que é acima de tudo, uma atitude espiritual, mas que inclui a possibilidade da legítima defesa, a guerra justa e até mesmo “a guerra santa”, pertence a mais pura tradição católica. Imersão total em ambientes das Cruzadas com o recurso 360º. CLIQUE AQUI e não esqueça de clicar o FULLSCREEN (ângulo superior à esquerda de cada imagem) Quem professa o pacifismo e o ecumenismo até o último ponto esquece que há males mais profundos que os físicos e materiais, e confunde as consequências desastrosas da guerra no plano físico, com suas causas, que são morais e provêm da violação da ordem. Numa palavra, esquecem que o pecado que só pode ser derrotado pela Cruz. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 4 comentários Partilhar | Marcadores: Cruzadas , História , idade média , igreja , Lepanto domingo, 14 de agosto de 2016 A Igreja não pode abandonar as Cruzadas sem se trair Apologia da Cruzada III Roberto de Mattei (1948 - ) professor de História, especializado nas ideias religiosas e políticas no pós-Concilio Vaticano II. continuação do post anterior: As Cruzadas, decorrência necessária dos Evangelhos Por que a Igreja não pode abandonar o espírito de Cruzada? Simplesmente porque não pode negar sua história e sua doutrina. A história das Cruzadas não é um apêndice insignificante na história da Igreja. Pelo contrário, está intimamente unida à história do Papado. As Cruzadas não estão ligadas a um único Papa, mas a uma sucessão ininterrupta de pontífices, muitos deles santos, principalmente o Beato Urbano II que promulgou a Primeira Cruzada, São Pio V e o Beato Inocêncio XI, que promoveram “Santas Alianças” contra os turcos em Lepanto, Budapeste e Viena nos séculos XVI e XVII. Imersão total em ambientes das Cruzadas com o recurso 360º. CLIQUE AQUI e não esqueça de clicar o FULLSCREEN (ângulo superior à esquerda de cada imagem) Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Cruzadas , História , idade média , igreja , Lepanto domingo, 7 de agosto de 2016 As Cruzadas, decorrência necessária dos Evangelhos Apologia da Cruzada II Roberto de Mattei (1948 - ) professor de História, especializado nas ideias religiosas e políticas no pós-Concilio Vaticano II. continuação do post anterior: As Cruzadas no cerne das raízes cristãs A primeira Cruzada foi pregada em decorrência da meditação das palavras de Cristo: “Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Mt 16, 21-27). Aquela mesma Cruz, em torno da qual se reuniam as pessoas nas catedrais, foi estampada nas vestes dos cruzados e exprimia o ato pelo qual o cristão se mostrava disposto a oferecer sua vida pelo bem sobrenatural do próximo brandindo suas armas. O espírito das Cruzadas era, e continua a ser, o espírito do cristianismo: o amor ao mistério incompreensível da Cruz. Imersão total em ambientes das Cruzadas com o recurso 360º. CLIQUE AQUI e não esqueça de clicar o FULLSCREEN (ângulo superior à esquerda de cada imagem) O professor Jonathan Riley-Smith, decano da renovação dos estudos sobre as Cruzadas, referiu-se àqueles que responderam ao apelo da primeira Cruzada, dizendo que estavam “inflamados pelo ardor da caridade” e pelo amor de Deus. Ele assim traça a motivação profunda daquela iniciativa. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 09:25 0 comentários Partilhar | Marcadores: Cruzadas , História , idade média , igreja domingo, 13 de dezembro de 2015 A Idade Média: “segunda Criação” obra da Igreja A Idade Média nasceu na queda do Império Romano, de lutas de raças, confusão de povos, violências, gemidos, corrupção e barbárie. Luis Dufaur “Na Idade Média há muitas coisas. Por um lado o isolamento das cidades, a queda de impérios, luta de raças, confusão de povos, violências, gemidos. corrupção, barbárie, instituições que caem ou ficam apenas no bosquejo. homens que vão aonde vão os povos. e povos que vão aonde outro quer e eles nem sabem. há luz apenas suficiente para ver que todas as coisas estão fora de seu lugar e que não lugar para coisa alguma: Europa é caos. “Porém, além do caos há uma outra coisa: a presença da Igreja, Esposa imaculada de Nosso Senhor. Então, há um grande acontecimento nunca antes visto pelos povos: há uma segunda Criação operada pela Igreja. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: caos , Donoso Cortés , igreja domingo, 5 de julho de 2015 O feudalismo e a Igreja Luis Dufaur Não se trata aqui de fazer a apologia do feudalismo sob os dois pontos de vista — o social e o político. Mas o passado pertence à justiça, e a justiça impõe aos homens imparciais e sinceros o dever de reconhecer uma verdade tão brilhante quanto a luz do dia, declarando que a época feudal foi, de todas as fases percorridas até agora pela sociedade temporal, a mais constantemente favorável ao desenvolvimento da Igreja. Após um estudo mais consciencioso dos fatos, não temos receio de proclamar: de todas as potências que reinaram sobre o mundo antes ou depois da aristocracia feudal da Idade Média, nenhuma atribuiu à Igreja tão grande porção de autoridade, de riquezas, de honra, e sobretudo de liberdade, tão prodigamente espalhadas sobre a face da Terra. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: feudalismo , igreja domingo, 21 de setembro de 2014 Símbolos Papais requintados na Idade Média Anel do Pescador que foi de Bento XVI. No post “Símbolos dos Papas tomaram forma final na Idade Média” , apresentamos a contribuição que a “Doce primavera da Fé” deu para a criação ou definição de certas insígnias dos Papas. Essas insígnias não correspondem a uma época, mas a todas as épocas e provêm de ensinamentos evangélicos ou da Tradição da Igreja. Neste post trataremos de outras insígnias e da parte que a Era Medieval teve em sua elaboração. O Anel do Pescador é dos mais importantes símbolos. Consiste num anel de ouro no qual está gravada a Barca de Pedro, símbolo da Igreja, e em volta, o nome do Papa que o está usando. A primeira menção documentada ao Anel está contida numa carta do Papa Clemente IV de 1265. Nela, o Pontífice dizia que era costume dos sucessores de Pedro muito anteriores a ele, manter sigilosas suas cartas. Veja mais em: Símbolos dos Papas que tomaram forma final na Idade Média Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: igreja , Papas , simbolismo domingo, 13 de julho de 2014 Dez datas chaves da História da Igreja e da civilização 'Dez datas que todo católico deveria conhecer' A jornalista Julia Duin publicou no diário Washington Time s, uma resenha sobre as datas essenciais da história da civilização ocidental selecionadas por Diane Moczar, especialista em história medieval do Northern Virginia Community College (EUA). A lista está exposta no livro 'Ten Dates Every Catholic should know' (foto) da professora Moczar. Ela deplora que os católicos estejam esquecidos de sua história e da importância do catolicismo na História Universal. “A história católica é a história da civilização ocidental” , diz Moczar . “Os católicos não apreciam a herança de sua fé e não tem noção do que está sendo perdido. Ainda mais, sabem pouco das heresias e do Islã”. Por isso ela propõe as “Dez datas que todo católico deve conhecer”. Eis elas: Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 3 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , História , igreja domingo, 6 de julho de 2014 O Clero, primeira classe da sociedade medieval A via da Verdade. Via Veritatis, Andrea da Firenze. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Na Idade Média a sociedade compunha-se de três classes sociais: o Clero, a nobreza e o povo. O Clero era a primeira classe. Basicamente, o Clero divide-se em Clero secular e Clero regular. O Clero secular depende diretamente do Bispo e vive em paróquias. O Clero regular é constituído pelos religiosos que moram em conventos e pertencem às várias ordens e congregações. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 11:30 9 comentários Partilhar | Marcadores: classes sociais , clero , igreja , Papas , simbolismo domingo, 4 de maio de 2014 O mais admirável em Carlos Magno: sua altíssima sacralidade Carlos Magno busto relicario. Fundo: cúpula da catedral de Aachen Leia o post anterior: A guerra santa em Carlos Magno e seus Pares O mais admirável da magnífica obra de Carlos Magno foi a criação de um estado de espírito de altíssima sacralidade. Esse espírito provinha de uma comunicação da graça que abençoava tudo quanto ele fazia. Por isso sua imensa obra teve uma clave transcendente que está fora de comparação com outras coisas que ele ou outros fizeram. Esta clave sobrenatural lhe dava uma visão das coisas temporais com uma altura que nem o gênio dá. Da altura em que ele concebia o poder e a unção de Deus ele via todos os problemas, mesmo naturais do mundo. Essa participação de Deus formou propriamente o caráter imperial do governo dele. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: 1200º aniversário , Carlos Magno , igreja , sacralidade segunda-feira, 21 de abril de 2014 Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Castelo de Chaumont Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O historiador Rodney Stark colocou o problema: na História houve apenas uma civilização que saiu do nada, para acabar sendo hegemônica: a ocidental. Existiram, sem dúvida, outras grandes civilizações: chinesa, egípcia, caldéia, indiana, etc. Elas todas se iniciaram num alto nível, ficaram porém estagnadas e decaíram lenta mas irreversivelmente ao longo dos milênios. Por que não cresceram como a ocidental e cristã? Stark indica como causa dessa diferença capital entre a civilização cristã e as outras o papel desempenhado pela Igreja Católica. As religiões pagãs, diz ele, originaram-se de lendas fantásticas impostas sem explicação. Só a Religião católica convida os fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé. Já no século II Tertuliano ensinava que “Deus, o Criador de todas as coisas, nada fez que não fosse pensado, disposto e ordenado pela razão”. Clemente de Alexandria, no século III, insistia: “Não julgueis que o que nós dissemos deve ser aceito só pela fé, mas deve ser acreditado pela razão”. Santo Agostinho consagrou tal ensinamento, e Santo Tomás, com suas Summas, levou-o a um píncaro. Índia: pagãos despejam leite, especiarias e moedas sobre ídolo Além do mais, os mitos abstrusos do paganismo degradam seus próprios seguidores. Basta olhar para os pagãos da Índia, que despejam sobre um ídolo leite, especiarias e moedas de ouro de que podem ter necessidade, como se vê na foto. Os monges medievais aplicaram a lógica racional à vida quotidiana e criaram uma regra de vida. Surgiram então prédios de uma beleza até então desconhecida. o trabalho foi dignificado e organizado. surgiram escolas de todo tipo. códigos civis e comerciais, leis internacionais, hospitais, fábricas, invenções, remédios eficazes. vinhos e licores, etc. < A vassalagem do monge em relação ao abade e as relações das abadias entre si inspiraram a organização política feudal. Uma força de elevação e requinte foi transmitida pela Igreja à sociedade no transcurso de gerações, e ergueu-se assim o mais formidável e esplendoroso edifício civilizador da História. CRUZADAS CASTELOS CATEDRAIS HEROIS ORAÇÕES CONTOS CIDADE SIMBOLOS Postado por Santiago Fernandez às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , Civilização Cristã , idade media , igreja , invenções , mosteiro , vassalagem domingo, 16 de junho de 2013 Suger, abade de Saint Denis: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado O abade Suger aos pés de Jesus Cristo, vitral da abadia de Saint-Denis Dom Suger (1081-1151) foi abade de Saint-Denis (França), desde 1122 até sua morte. Hábil diplomata, foi conselheiro de Luís VI e de Luís VII e Regente durante a Segunda Cruzada. Foi chamado de “pai da monarquia francesa”. Suger formulou uma justificação filosófica para a vida e a arte, notadamente para suas realizações arquitetônicas. Compartilhando o sentir medieval, ele concebia os monumentos como obras de teologia. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 07:00 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , beleza , culto , igreja , joia , liturgia , Saint-Denis , Suger domingo, 30 de setembro de 2012 As doações carolíngeas e os Estados Pontifícios Carlos Magno campeão invicto da Cristandade, vitral da catedral de Bourges Carlos Magno passou o Natal (de 773) no acampamento de Pavia. e, à medida que se ia aproximando a Páscoa da Ressurreição, aumentava-lhe o desejo de ir a Roma para orar no Santuário dos Apóstolos, se bem que, além da devoção, certamente não lhe faltassem motivos políticos. Seu pai, não menos devoto que o filho, estivera como ele duas vezes sitiando Pavia e não tinha ido a Roma, apesar da curta distância. O filho tinha certamente decidida a incorporação do Reino lombardo à seu império, e para isso deveria entender-se com o Papa, ao qual confirmaria as doações de Pepino e faria ainda outras . Em fins de março seguinte, Carlos, com grande companhia de bispos, abades, duques, condes e homens de amas, empreendeu a viagem a Roma, enquanto continuava o assédio de Pavia. passou pela Toscana. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 03:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: Carlos Magno , igreja , Papas , Roma domingo, 17 de junho de 2012 A devoção medieval a Nossa Senhora e o senso da honra A devoção à Virgem predispõe os medievais ainda um tanto rudes à delicadeza, à piedade, à proteção dos fracos, ao respeito das mulheres. Traz em si uma virtude de civilização e de cortesia. Os testemunhos disso são infinitos e encantadores. Eis alguns dos mais inimaginados... CLIQUE AQUI PARA LER ESSES EXEMPLOS Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:00 0 comentários Partilhar | Marcadores: devoção , honra , idade media , igreja , milagres , Nossa Senhora Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links GPS do Agronegócio Batalha de Porto Alegre - Acidente com cubanos sacode o continente/ Papa Francisco/ Mapuches... Há 5 horas A Aparição de La Salette e suas Profecias Como reconheceremos o enviado de Deus para nos salvar? Há 2 dias Nobility and Analogous Traditional Elites January 9 – St. Adrian of Canterbury Há 2 dias Contos e lendas da Era Medieval A Ponte do Diabo de Thueyts Há 3 dias Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há uma semana Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há uma semana Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há uma semana Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há 2 semanas Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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Idade Média * Glória da Idade Média: clero skip to main | skip to sidebar Idade Média * Glória da Idade Média INICIO GLÓRIA ESPAÑOL CLUNY SANTA JOANA D'ARC TEMAS CANÇÕES DE GESTA Canções de gesta Gesta Dei per francos CAVALARIA A CAVALARIA Ordens de Cavalaria Templários CIVILIZAÇÃO CRISTÃ Carlos Magno Civilização Cristã Cristandade Cruzadas Blog As Cruzadas França CIÊNCIA Arquitetura Astronomia Ciências Invenções, ciência, técnica Progresso Técnica CLASSES SOCIAIS Classes sociais Clero Papas Reis Nobreza Feudalismo Escravidão Trabalho Vassalagem CULTURA Arte Cultura Literatura Simbolismo Direito ECONOMIA Agricultura Agricultura Economia Impostos Família Guerra História IGREJA Igreja Educação Universidade Hospital Inquisição Mosteiros Nossa Senhora Paz União Igreja-Estado A CAVALARIA APRESENTAÇÕES AULAS CODEX (diversos) GREGORIANO GREGORIANO (MP3) MÚSICA NATAL VIDEOS 360º Blog Idade Média CASTELOS CERIMÔNIAS MUSICA POWERPOINTS VIDEOS VIDEOS da França 360º CATEDRAIS ABADIAS MÚSICA ÓRGÃO POWERPOINTS SINOS VIDEOS (só França) VIDEOS (menos França) VITRAIS 360º 360º só França CIDADE VIDEOS MÚSICAS 360º CONTOS CANTIGAS VIDEOS CRUZADAS APOLOGIA O ISLÃ segundo Papas e santos Balduíno IV CANÇÃO DE ROLAND GESTA DEI PER FRANCOS MUSICA VIDEOS 360º PAPAS Beato URBANO II Carta de Instrução 'Popolo dei Franchi' Sermão em Clermont-Ferrand Outro testemunho São Gregório VII São Pio V Beato Eugênio III Celestino III Inocêncio III João VIII Pascoal II PIO II SANTOS São Bernardo A franceses e bávaros Sermão Elogio dos Templários São Francisco de Assis Mansidão e força Diante do Sultão Exemplo pessoal O Direito de Cruzada São Luís IX Retrato pelo príncipe de Joinville São Luís e o mameluco Morte na IX Cruzada Santa Teresinha Beato Marco d'Aviano HERÓIS Balduíno IV Carlos Magno Godofredo de Bouillon Santa Joana d'Arc Santa Clotilde Ricardo Coração de Leão São Luís IX, rei São Nuno Álvares Pereira VIDEOS ORAÇÕES CANTICOS NATAL Semana Santa e Páscoa VIA SACRA VIDEOS Nossa Senhora Milagres Corpus Christi São Bernardo São Fernando SIMBOLOS VIDEOS BALDUINO IV, rei leproso de Jerusalém Balduíno IV: o rei de Jerusalém herói, santo e leproso Guerreiro providencial O rei de fábula cheia de luz sobrenatural O rei católico que venceu Saladino e o Islã Montgisard: Balduíno de maca e 500 templários desfazem o exército de Saladino O jovem rei doente que se fazia temer e respeitar pelos muçulmanos O rei cruzado e leproso de Jerusalém: um amado de Deus Quase cego e imobilizado, vence a Saladino e a inépcia dos vassalos Balduíno IV é enterrado ao pé do Gólgota, junto ao Santo Sepulcro “Possamos venerar Balduíno IV nos altares!” Missa de réquiem em Paris, 830 anos depois Balduíno IV, modelo perfeito de monarca francês, espelho do próprio Cristo Cluny: encarnação da Jerusalém celeste A música deve obedecer a regras divinas imutáveis: “ A música conduz a Deus da mesma maneira que a aritmética, pois segundo Santo Agostinho, os números e as proporções sensíveis levam a Deus. “‘Porque possuem regras imutáveis de modo algum instituídas pelos homens que trasbordam de sagaz engenho’. “Ora, de onde vêm estas leis imutáveis? “Não do ser humano que cambia e morre, mas de um Espírito superior eterno e imóvel que é Deus. “ A música humana imita os coros angélicos e constitui uma homenagem agradável a Deus. David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador clero . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador clero . Mostrar todas as postagens domingo, 17 de dezembro de 2017 Como um medieval via a liturgia da Missa Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Os capítulos que Guilherme Durand (séc. XIII) consagrou à explicação da Missa estão entre os mais surpreendentes de sua obra “Rational”. Eis aqui, por exemplo, como ele interpreta a primeira parte do Divino Sacrifício: “O canto grave e triste do Introito abre a cerimônia: ele exprime a espera dos Patriarcas e dos Profetas. O coro dos clérigos representa o coro dos Santos da Antiga Lei, que suspiram antes da vinda do Messias, que eles, entretanto não verão”. “O bispo entra, então, e ele aparece como a figura viva de Jesus Cristo. Sua chegada simboliza o aparecimento do Salvador, esperado das nações”. “Nas grandes festas leva-se diante dele sete tochas, para lembrar que, segundo a palavra do Profeta, os sete dons do Espírito Santo repousam sobre a cabeça do Filho de Deus. “Ele se adianta sob um pálio triunfal, do qual os quatro carregadores são comparados aos quatro Evangelistas. “Dois acólitos caminham à sua direita e à sua esquerda, e representam. Moisés e Elias, que se mostraram no Tabor dos dois lados de Nosso Senhor. Eles nos ensinam que Jesus tinha por Si a autoridade da Lei e a autoridade dos Profetas”. “O bispo senta-se em seu trono e permanece silencio. Ele parece não desempenhar nenhum papel na primeira parte da cerimônia. “Sua atitude contém um ensinamento: ela nos recorda pelo seu silêncio, que os primeiros anos da vida de Nosso Senhor se desenrolaram na obscuridade e no recolhimento”. “O Sub-Diácono, entretanto, dirige-se para a cátera, e, voltado para a direita, lê a Epístola em alta voz. Entrevemos aqui o primeiro ato do drama da Redenção. “A leitura da Epístola, é a pregação de São João Batista no deserto. Ele fala antes que o Salvador tenha começado a fazer ouvir Sua voz, mas ele não fala senão aos judeus. “Também o Sub-Diácono, imagem do Precursor, se volta para o norte, que é o lado da Antiga Lei. Quando a leitura termina, ele se inclina diante do bispo, como o Precursor se humilhou diante de Nosso Senhor”. “O canto do Gradual, que segue a leitura da Epístola, se reporta ainda à missão de São João Batista: ele simboliza as exortações à penitência que ele fez aos judeus, à espera dos tempos novos”. “Enfim, o Celebrante lê o Evangelho. Momento solene, porque é aqui que começa a vida pública do Messias, Sua palavra se faz ouvir pela primeira vez no mundo. A leitura do Evangelho é a figura de Sua pregação'. “O Credo segue o Evangelho, como a fé segue o anúncio da verdade. Os doze artigos do Credo se reportam à vocação dos doze Apóstolos”. “Quando o Credo termina, o bispo se levanta e fala ao povo. Escolhendo esse momento para instruir os fiéis, a Igreja quis lhes recordar o milagre de Sua expansão. “Ela lhes mostra como a verdade, recebida antes somente pelos doze Apóstolos, se espalhou em um instante, no mundo inteiro”. Tal é o senso místico que Guilherme Durand atribuiu à primeira parte da Missa. Depois dessa espécie de preâmbulo, ele chega à Paixão e ao Sacrifício da Cruz. Mas aqui, seus comentários tornam-se tão abundantes e seu simbolismo tão rico, que é impossível, por uma simples análise, dar uma ideia. É necessário que se vá ao original. Nós dissemos bastante, entretanto, para deixar entrever alguma coisa do gênio da Idade Média. Pode-se imaginar tudo que uma cerimônia religiosa continha de ensinamentos, de emoção e de vida para os cristãos século XIII. Um uso tão constante do simbolismo pode deixar estupefato alguém que não esteja familiarizado com a Idade Média. É preciso porém não fazer como fizeram os beneditinos do século XVIII, não ver ali senão um simples jogo de fantasia individual. Sem dúvida, tais interpretações não foram nunca aceitas como dogmas. Não obstante, é notável que elas quase nunca variam. Por exemplo, Guilherme Durand, no século XIII, atribui a estola o mesmo significado que Amalarius no século IX. Mas o que é mais interessante aqui, mais do que a explicação tomada em si, é o estado de espírito que ela supunha. E o desdém pelo concreto. é a convicção profunda de que, através de todas as coisas desse mundo se pode chegar ao espiritual, pode-se entrever Deus. Eis aqui o verdadeiro gênio da Idade Média. (Fonte: Emile Mâle, “L'Art Religieux du XIII Siècle en France”, Librairie Armand Colin, 1958, pag. 51) CRUZADAS CASTELOS CATEDRAIS HEROIS ORAÇÕES CONTOS CIDADE SIMBOLOS Postado por Luis Dufaur às 05:30 3 comentários Partilhar | Marcadores: clero , Igreja Católica , liturgia domingo, 25 de junho de 2017 Importância de Carlos Magno na promoção da educação e da cultura Carlos Magno ordenou escolarizar o Império Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs continuação do post anterior : O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências Importância de Carlos Magno na promoção da educação e da cultura No final do século VIII, houve uma primeira tentativa de reerguimento da cultura ocidental. Carlos Magno conseguira reunir grande parte da Europa sob seu domínio. Para unificar e fortalecer o seu império, decidiu executar uma reforma na educação. O monge inglês Alcuíno elaborou um projeto de desenvolvimento escolar que buscou reviver o saber clássico estabelecendo os programas de estudo a partir das sete artes liberais: o trivium, ou ensino literário (gramática, retórica e dialética) e o quadrivium, ou ensino científico (aritmética, geometria, astronomia e música). A partir do ano 787, foram emanados decretos que recomendavam, em todo o império, a restauração de antigas escolas e a fundação de novas. Institucionalmente, essas novas escolas podiam ser monacais, sob a responsabilidade dos mosteiros. catedrais, junto à sede dos bispados. e palatinas, junto às cortes. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 16:42 1 comentários Partilhar | Marcadores: Carlos Magno , ciência , clero , educação domingo, 27 de julho de 2014 A grandeza do sacerdote, do juiz e do professor na Idade da Luz A grandeza convém mais ao clero do que qualquer classe ‒ é evidente, porque sua missão diz respeito mais de perto a Deus. Mas, a grandeza convém também àquilo que é da ordem temporal. Por causa disso, na Idade Média, todas as coisas da ordem temporal tinham uma proporcionada grandeza. Por exemplo, um edifício onde tem juízes que estão resolvendo casos. A função de juiz entendida não como ela é entendia em alguns países hodiernos, mas como ela é entendida segundo a ordem divina, essa função é muito alta, nobre e elevada. O juiz julga, mas Deus assiste o juiz no seu julgamento. Sobre tudo se ele é um varão católico e pede a Nossa Senhora para ser iluminado e lançar sentenças justas. O juiz não ganha muito dinheiro, ele não é um alto potentado, mas ele exerce uma alta função. Por causa disso, o prédio de um tribunal ainda que seja num feudozinho pequeno, com pouco dinheiro para construir um grande prédio, é muito respeitável. A gente entra lá e encontra as janelas com forma de ogivas presentes em toda espécie de edifícios temporais, espirituais, os vitrais. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: clero , grandeza , juíz , tribunal domingo, 6 de julho de 2014 O Clero, primeira classe da sociedade medieval A via da Verdade. Via Veritatis, Andrea da Firenze. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Na Idade Média a sociedade compunha-se de três classes sociais: o Clero, a nobreza e o povo. O Clero era a primeira classe. Basicamente, o Clero divide-se em Clero secular e Clero regular. O Clero secular depende diretamente do Bispo e vive em paróquias. O Clero regular é constituído pelos religiosos que moram em conventos e pertencem às várias ordens e congregações. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 11:30 9 comentários Partilhar | Marcadores: classes sociais , clero , igreja , Papas , simbolismo domingo, 15 de junho de 2014 O caráter familiar da sociedade e da estrutura da Igreja medievais Casimiro III, o Grande, rei da Polônia. Uniu o país e amou seu povo como um pai ama seu filho. Todas as relações que constituem a vida da nação – sociais, políticas, culturais, profissionais, trabalhistas, etc. – na Idade Média estavam impregnadas de caráter familiar. As relações do senhor com o vassalo, ou as relações entre o mestre (patrão) e o aprendiz nas corporações de ofícios, por exemplo, uma nota característica da sociedade medieval foi a existência dos imponderáveis próprios da vida familiar. Compreendendo o caráter familiar da sociedade medieval é fácil o mais rico da vida de toda aquela época. O mais pobre, primeiro e elementar dos observadores ou dos sociólogos reconhece que as relações familiares se compõem de relações entre esposo e esposa, de pais com filhos, de irmãos e irmãos. Não há outro conteúdo nas relações familiares. Ora, na vida medieval, essas relações de esposo e esposa, pai e filho, irmão e irmão, na Idade Média eram também usadas correntemente para descrever o modo de viver de todas as relações medievais. Isto é completamente diferente do modo que acontecia nas sociedades pagãs, anteriores, e do que acontece nas sociedades modernas. Por exemplo, o bispo se dizia e agia como esposo de sua diocese, e a diocese era a esposa mística do bispo. De onde muitos bispos antigos tinham a ideia de que não podiam ser transferidos de sua diocese. O motivo era que uma vez que o esposo casa com a esposa, deve ser um marido fiel e não se compreende o divórcio. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: classes sociais , clero , espírito familiar , família , nobreza , povo , privilégios domingo, 8 de junho de 2014 Privilégios e dignidades em todas as classes sociais medievais Catedral de York: imponderáveis que as palavras não conseguem definir Muitas vezes, tratando da sociedade medieval, os fatos e as coisas dão uma impressão maior do que está dito nas palavras que os descrevem. Tudo quanto é instituição, situação, escolas de arte, etc., da Idade Média está envolto numa atmosfera de imponderáveis extremamente difícil de tornar explícita. Nas sociedades da Antiguidade, como nas sociedades “post-medievais”, todas as relações têm um ar mecânico. E a única sociedade verdadeiramente orgânica – quer dizer que tem uma vida própria que resulta da boa harmonia de seus órgãos – que houve na História foi a sociedade medieval. É muito mais fácil entender um mecanismo como o motor de um carro, do que entender a complexidade de um organismo vivo, com seu DNA, por exemplo. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: classes sociais , clero , espírito familiar , família , nobreza , povo , privilégios domingo, 12 de maio de 2013 Dignidade pessoal nas classes sociais medievais: clero, nobreza e povo As três classes sociais: clero, nobreza e povo Religioso, nobre e plebeu Havia na Idade Média uma forma de distinção própria a cada classe social. Ela era condicionada à função de cada qual na sociedade. Havia uma distinção eclesiástica, uma distinção aristocrática e uma burguesa. É necessário não confundir a distinção, segundo a concepção medieval, com a dos tempos modernos. No Ancien Régime , por exemplo, a distinção eclesiástica era ter o cabelo empoado, usar lencinho, e uma série de atitudes congêneres que davam idéia de um homem adamado, freqüentando a sociedade mundana. Hoje, o bispo avançado procura parecer com qualquer um, um sindicalista ou um invasor de terras do tipo emessetista. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 06:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: bispo , burguês , classes sociais , clero , nobreza domingo, 11 de novembro de 2012 Ordens religiosas: austeridade, estudo e trabalho manual Monges cantando o Ofício Divino Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A imagem do clero na Idade Média correspondia à categoria dessa classe social. Quer dizer, a classe superior. Na imagem aparece figuras mais magras do que as outras que podemos ver na iconografia medieval do povo. Positivamente era a classe social onde mais se jejuava e onde mais se sentia fome na Idade Média. As regras das Ordens religiosas eram muito severas e apresentavam exigências de jejuns enormes, cumpridos muito à risca pelos sacerdotes e pelos religiosos, em geral verdadeiros ascetas. Os monges usavam tonsura, um modo de cortar o cabelo que formava uma aureóla, ou algo parecido. O hábito dos monges tonsurados é branco, sem nenhuma pretensão humana. Eles não são homens com a saúde destroçada, mas o jejum está na cara. Eles, que tanto jejuam, está cantando o Ofício divino. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 03:30 3 comentários Partilhar | Marcadores: clero , cultura , escolástica quinta-feira, 24 de novembro de 2011 Cluny: 'alma da Idade Média' ‒ III. Contribuições para o progresso temporal: celeiro, moinho e outras invenções Antigo celeiro de Cluny, andar superior. Hoje é museu Sobre os prédios de Cluny ( celeiro, torres, fachada, etc.) ver também: Abadia de Cluny: 'alma da Idade Média - I Abadia de Cluny: 'alma da Idade Média - II Abadia de Cluny: 'alma da Idade Média - III. Contribuições para o progresso temporal: celeiro, moinho e outras invenções Papel de Cluny na formação da Idade Média ‒ 1 Papel de Cluny na formação da Idade Média ‒ 2 Cluny comemora 1100 anos envolta numa aura de veneração A conservação dos alimentos foi sempre uma preocupação em toda sociedade organizada. Na Antiguidade encontram-se obras notáveis pelo engenho com que o problema foi solucionado. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 19:02 5 comentários Partilhar | Marcadores: abadia , agricultura , arquitetura , clero , Cluny , invenções , mosteiro , São Bento Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links GPS do Agronegócio Lula, o filho das empreiteiras Há 4 horas A Aparição de La Salette e suas Profecias Como reconheceremos o enviado de Deus para nos salvar? Há um dia Nobility and Analogous Traditional Elites January 9 – St. Adrian of Canterbury Há um dia Contos e lendas da Era Medieval A Ponte do Diabo de Thueyts Há 2 dias Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há 6 dias Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há uma semana Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há uma semana Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há 2 semanas Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas As Cruzadas Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Santo Afonso Maria de Ligório: O islamismo não pode ser verdadeiro São Francisco Xavier: peste grosseira e escravizadora que vive na ignorância de seus dogmas São João Damasceno, Doutor da Igreja: Maomé, falso profeta, excogitou nova heresia eriçada de coisas ridículas São Francisco de Assis: é de acordo com a Justiça combater os muçulmanos Santa Teresinha do Menino Jesus: “Com que alegria teria partido para combater os hereges nas Cruzadas” Abismais incompatibilidades entre Maomé e Jesus Papa São Gregório VII, alma inspiradora das Cruzadas Bem-aventurado Papa Urbano II: Sermão da Cruzada, Clermont-Ferrand, 27.11.1095 (versão mais completa) Papa Pascoal II comemora a conquista de Jerusalém e exorta a reforçar a Cruzada Beato Eugênio III Papa: Convocação da II Cruzada - Bula “Quantum predecessores” Papa Gregório VIII: “A misericórdia celeste pode trocar os dias da vitória muçulmana em dias de humilhação” Papa São Pio V: cartas incitando os Reis católicos a combater contra os muçulmanos Papa Bento XIV: “muçulmanos, os piores entre os celerados” Mais lidas nesta semana O Clero, primeira classe da sociedade medieval A via da Verdade. 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Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador paz . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador paz . Mostrar todas as postagens domingo, 10 de setembro de 2017 A Cristandade medieval instaurou a paz de Cristo na Europa A sagração dos reis da França: um dos pontos altos da suavização dos costumes na Idade Média Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O sistema feudal maneja toda uma sucessão de arbitragens naturais: o vassalo pode sempre recorrer de um senhor ao suserano deste último. o rei, à medida que a sua autoridade se estende, exerce cada vez mais o seu papel de mediador. o Papa, enfim, continua o árbitro supremo. Basta, frequentemente, a reputação de justiça ou de santidade de um grande personagem para que se recorra, assim, a ele. A Idade Média não contestou o problema da guerra em geral, mas, por uma série de soluções práticas e de medidas aplicadas no conjunto da Cristandade, restringiu sucessivamente o domínio da guerra, as crueldades da guerra, as durações da guerra. É assim, com leis precisas, que se edificou a Cristandade pacífica. A primeira destas medidas foi a Paz de Deus, instaurada desde o fim o século X: é também a primeira distinção que foi feita, na história do mundo, entre o fraco e o forte é feita proibição de maltratar as mulheres, as crianças, os camponeses e os clérigos. as casas dos agricultores são declaradas invioláveis como as igrejas. A grande glória da Idade Média é ter empreendido a educação do soldado, é ter feito do soldado da velha guarda um cavaleiro. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: cavalaria , Cristandade , paz domingo, 12 de julho de 2015 Sem a Cristandade medieval nunca teria reinado a paz na Europa Bárbaros antes da cristianização. Luis Dufaur A Idade Média, tal como se apresentava, corria o risco de nunca conhecer senão caos e decomposição. Nascida de um império desmoronado e de vagas de invasões sucessivas, formada por povos desarmônicos. Esta Europa tão dividida, tão perturbada quando do seu nascimento, atravessa uma era de harmonia e de união tal como ela nunca conhecera e não conhecerá talvez mais no decorrer dos séculos. Vemos a Europa inteira estremecer à palavra de um Urbano II, de um Pedro, o Eremita, mais tarde de um São Bernardo ou de um Foulques de Neuilly. Vemos monarcas, preferindo a arbitragem à guerra, submeter-se ao julgamento do papa ou de um rei estrangeiro para regularizar as suas dissensões. Praticamente, a Cristandade pode definir-se como a “universidade” dos príncipes e dos povos cristãos obedecendo a uma mesma doutrina, animados de uma mesma fé, e reconhecendo desde logo o mesmo magistério espiritual. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 17:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Cristandade , ordem , paz domingo, 4 de janeiro de 2009 A placidez operosa do copista Um medieval está copiando certo livro. Deveria ser desses copistas profissionais, dos quais alguns eram artistas verdadeiros. Sentado numa mesa junto à janela, ele está vestido com uma roupa que podemos imaginar de cor entre marrom e preto, ampla, na qual se percebe que ele se movia completamente à vontade, e que o agasalhava bem. À sua direita, uma janela com vidros de fundo de garrafa, tal vez de cor verde, um pouco dado ao claro, fechada de tal maneira que a luz penetrava da direita para a esquerda, portanto iluminando o trabalho como deveria fazê-lo. Ele, sentado com rosto plácido, escreve com uma pena de pato grande. E o copista faz tranqüilamente seu trabalho. um trabalho belo, para o qual — percebe-se — ele tem habilidade. Sem pressa, sem angústia, sem cansaço. Vê-se que está ali sumamente entretido. Ganhando a vida e entretido. Mas entretido com o quê? Com aquele ambiente que exprimia determinados valores morais. Por exemplo, o seguinte valor: placidez operosa. A placidez em si é uma qualidade moral. Uma placidez operativa reúne duas perfeições opostas — porque aparentemente a placidez é o contrário da ação — mas harmônicas. Não tem noção de que o dia se passou extraordinariamente bem. Para ele foi um dia normal. Essa normalidade não foi deliciosa, foi apenas deleitável. A diversão e o prazer são uma exceção na vida. O normal é essa deleitabilidade de cada dia. É o verdadeiro entretenimento da normalidade, da tranqüilidade, da placidez. (Fonte: “A inocência primeva e a contemplação sacral do universo no pensamento de Plinio Corrêa de Oliveira”, Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, São Paulo, 2008, p. 50.) Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email CRUZADAS CASTELOS CATEDRAIS HEROIS ORAÇÕES CONTOS CIDADE Postado por Luis Dufaur às 14:57 1 comentários Partilhar | Marcadores: classes sociais , cultura , paz , sacralidade domingo, 2 de dezembro de 2007 Abolido resto medieval, a calma abandonou Claraval Claraval (MG) tem 4.500 habitantes que, até há pouco, desfrutavam algo da tranqüilidade da Idade Média. Casas, chácaras e outras terrenos pertenciam ao Mosteiro de Nossa Senhora do Divino Espírito Santo. O que corresponde ao imposto territorial (IPTU) era pago com um dia de trabalho — cerca de R$ 20,00 — dedicado à Abadia Territorial de Claraval. Em 1869, o casal Francisco Garcia Lopes e Maria Rita do Espírito Santo doou 40 alqueires para a Capela do Divino Espírito Santo das Canoas, e em 1948 a área passou para o regime de enfiteuse — sistema típico da era medieval. O novo Código Civil, contudo, extinguiu tal sistema. Agora, aos sábados, uma advogada tenta resolver litígios na praça central. A prefeitura acusa o bispo de ganancioso, por tentar vender os lotes, e a diocese qualifica a prefeitura de eleitoreira. Extinguiu-se assim esse vestígio de calma medieval, e os pesadelos modernos passaram a infernizar a vida dos habitantes do município. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 12:32 1 comentários Partilhar | Marcadores: Brasil , economia , mosteiro , ordem , paz sábado, 18 de agosto de 2007 Empresários alemães vão a mosteiros para haurir algo da paz e da ordem da Idade Média “Der Spiegel”, grande semanário alemão, publicou reportagem sobre os empresários germanos que, estressados pela vida de negócios, procuram abadias para imergir na paz e no equilíbrio da atmosfera da Idade Média. Jan F., 37, jovem executivo da montadora DaimlerChrysler, por exemplo, entrou na cela monacal como que viajando no túnel do tempo: apenas uma cama pobre, uma mesa austera, uma simples cadeira e um livro de salmos. Nada a ver com os hotéis que ele freqüenta. Seu primeiro gesto?: desligar o celular... Não foi só ele, foram mais 15 empresários. Em outros mosteiros um frade recolhe os celulares na porta de entrada. Jan F. e seu grupo de executivos largaram videoconferências e apresentações de PowerPoint durante sua volta à Idade Média, no estilo monacal. Eles chegaram lá por uma estrada que atravessa uma escura floresta. A tendência é tão forte que até os protestantes — avessos ao monasticismo — montaram hospedagens imitando os mosteiros católicos, para lucrar com ela... “A demanda está fazendo explodir nossos mosteiros” diz Margot Käßmann, bispo luterano de Hanôver. Mas lhes falta transcendência espiritual e é disso que sentem falta os estafados empresários e homens de negócios. A abadia católica de Andechs, pelo contrário, é mais espiritual e atraente. Tem também uma fábrica de cerveja. Michael T., disse que os jovens gerentes da DaimlerChrysler “estavam horrorizados pelo modo como seu estilo de vida estava transformando suas personalidades”. Agora toda sexta-feira, um grupo de empregados da Volkswagen dedica uma hora e meia para fazer sua meditação. “Parece que São Bento — comentou “Der Spiegel” — tem sua parte na montagem de um Golf nos nossos dias”. E se o mundo nunca tivesse abandonado a sabedoria e a ordem, a força e o empuxe, a grande paz que emanava das abadias da Idade Média, nosso progresso não teria sido mais autêntico? Tal vez maior e melhor? Sem as neuroses, os desequilíbrios, os desesperos, a falta de rumo que muitos sofrem hoje? Ordem espiritual e ordem material estariam em feliz concórdia, seguindo o famoso ditado “Ora et labora” de São Bento, Patriarca do Ocidente. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 11:52 1 comentários Partilhar | Marcadores: espiritualidade , mosteiro , ordem , paz sexta-feira, 22 de junho de 2007 Primeiro mito errado: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia. REFUTAÇÃO: A Civilização Cristã existiu. Atestam-no os Documentos Pontifícios, os documentos medievais e estudos credenciados de autores contemporâneos, além dos legados culturais indestrutíveis, dos quais até hoje recebemos a salutar influência. DOCUMENTAÇÃO Da Idade Média, a despeito desta ou daquela falha, Leão XIII escreveu com eloqüência: “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados. Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados. Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer” (Encíclica Immortale Dei, de 1/XI/1885). Assim, a Civilização Cristã não é uma utopia. É algo de realizável, e que em determinada época se realizou efetivamente. Algo que durou, de certo modo, mesmo depois da Idade Média, a tal ponto que o Papa São Pio X pôde escrever: “A civilização não mais está para ser inventada, nem a cidade nova para ser construída nas nuvens. Ela existiu, ela existe: é a Civilização Cristã, a cidade católica. Trata-se apenas de instaurá-la e restaurá-la sem cessar, sobre seus fundamentos naturais e divinos, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade” (Carta Apostólica Notre Charge Apostolique). A refutação dos mitos que vêm em seguida dará a documentação medieval e a dos autores contemporâneos, que atestam claramente que a Idade Média foi a Era Cristã de que falam os Pontífices. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 12:50 8 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , igreja , ordem , paz Terceiro mito falso: A Igreja é o ópio do povo. Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. REFUTAÇÃO: A Igreja converteu os bárbaros e, pela ação da graça, foi infundindo neles os princípios sobrenaturais que mandam cada qual ocupar o lugar que lhe é devido na hierarquia social. Juntamente com isso, pregou aos fortes a caridade, e aos humildes submissão. DOCUMENTAÇÃO 1–A vassalagem medieval tinha o beneplácito da Igreja, sendo considerada altamente virtuosa “Tomando o lugar da antiga atitude de mãos estendidas dos orantes, o gesto de mãos postas, imitado da commendise (cerimônia em que o vassalo prestava juramento de fidelidade ou ‘homenagem’ a seu suzerano), torna-se por excelência o gesto da prece, em toda a catolicidade” (Marc Bloch, op. cit. p. 328). “A linguagem usual acabará por denominar correntemente ‘vassalagem’ a mais bela das virtudes que uma sociedade perpetuamente em armas pôde reconhecer, isto é, a bravura” (Marc Bloch, op. cit. p. 231). 2–A Igreja eliminou gradualmente os restos de barbárie, que davam aos medievais um caráter altamente belicoso “Os dirigentes da Igreja quiseram fazer reinar na Terra a Paz de Deus. O movimento, iniciado no começo do século XI, tinha como meta circunscrever a violência”. “Para eliminar as guerras fratricidas entre os cristãos, foram colocados sob proteção as igrejas e os terrenos que as cercavam. depois, alguns dias da semana consagrados à prece ou à penitência, as datas litúrgicas, a Quaresma. os clérigos e todos que eram inofensivos e vulneráveis. os comerciantes e a multidão de camponeses”. “Pela incitação dos bispos, os cavaleiros juravam sobre as relíquias a respeitar a codificação da guerra privada feita pela Igreja, e a negar sua amizade e perseguir a quem a desrespeitasse” (Georges Duby, op. cit., p. 57). 3–O nobre, para ser reconhecido, deveria ser capaz de grandes virtudes “O Príncipe concede e doa anéis a seus súditos. o nobre deve ser clemente, quer dizer, amigo das dádivas” (Friedrich Herr, professor em Viena, in “Historia de la Civilización Occidental”, Ed. Labor, Barcelona, 1966, p. 112). “Naquela época, dar presentes era um gesto essencial. nobre é aquele que dá a seus amigos” (Georges Duby, op. cit., p. 16). Postado por Luis Dufaur às 12:48 20 comentários Partilhar | Marcadores: escravidão , igreja , liberdade , paz , vassalagem Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links Contos e lendas da Era Medieval A Ponte do Diabo de Thueyts Há uma hora GPS do Agronegócio Aquecimento global!!!??? Há 11 horas Nobility and Analogous Traditional Elites Here We Go Again Há 3 dias Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há 4 dias Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há 6 dias Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há uma semana Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há uma semana Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas As Cruzadas Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas Pesadelo chinês Feliz Natal e bom Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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Idade Média * Glória da Idade Média: Cristandade skip to main | skip to sidebar Idade Média * Glória da Idade Média INICIO GLÓRIA ESPAÑOL CLUNY SANTA JOANA D'ARC TEMAS CANÇÕES DE GESTA Canções de gesta Gesta Dei per francos CAVALARIA A CAVALARIA Ordens de Cavalaria Templários CIVILIZAÇÃO CRISTÃ Carlos Magno Civilização Cristã Cristandade Cruzadas Blog As Cruzadas França CIÊNCIA Arquitetura Astronomia Ciências Invenções, ciência, técnica Progresso Técnica CLASSES SOCIAIS Classes sociais Clero Papas Reis Nobreza Feudalismo Escravidão Trabalho Vassalagem CULTURA Arte Cultura Literatura Simbolismo Direito ECONOMIA Agricultura Agricultura Economia Impostos Família Guerra História IGREJA Igreja Educação Universidade Hospital Inquisição Mosteiros Nossa Senhora Paz União Igreja-Estado A CAVALARIA APRESENTAÇÕES AULAS CODEX (diversos) GREGORIANO GREGORIANO (MP3) MÚSICA NATAL VIDEOS 360º Blog Idade Média CASTELOS CERIMÔNIAS MUSICA POWERPOINTS VIDEOS VIDEOS da França 360º CATEDRAIS ABADIAS MÚSICA ÓRGÃO POWERPOINTS SINOS VIDEOS (só França) VIDEOS (menos França) VITRAIS 360º 360º só França CIDADE VIDEOS MÚSICAS 360º CONTOS CANTIGAS VIDEOS CRUZADAS APOLOGIA O ISLÃ segundo Papas e santos Balduíno IV CANÇÃO DE ROLAND GESTA DEI PER FRANCOS MUSICA VIDEOS 360º PAPAS Beato URBANO II Carta de Instrução 'Popolo dei Franchi' Sermão em Clermont-Ferrand Outro testemunho São Gregório VII São Pio V Beato Eugênio III Celestino III Inocêncio III João VIII Pascoal II PIO II SANTOS São Bernardo A franceses e bávaros Sermão Elogio dos Templários São Francisco de Assis Mansidão e força Diante do Sultão Exemplo pessoal O Direito de Cruzada São Luís IX Retrato pelo príncipe de Joinville São Luís e o mameluco Morte na IX Cruzada Santa Teresinha Beato Marco d'Aviano HERÓIS Balduíno IV Carlos Magno Godofredo de Bouillon Santa Joana d'Arc Santa Clotilde Ricardo Coração de Leão São Luís IX, rei São Nuno Álvares Pereira VIDEOS ORAÇÕES CANTICOS NATAL Semana Santa e Páscoa VIA SACRA VIDEOS Nossa Senhora Milagres Corpus Christi São Bernardo São Fernando SIMBOLOS VIDEOS BALDUINO IV, rei leproso de Jerusalém Balduíno IV: o rei de Jerusalém herói, santo e leproso Guerreiro providencial O rei de fábula cheia de luz sobrenatural O rei católico que venceu Saladino e o Islã Montgisard: Balduíno de maca e 500 templários desfazem o exército de Saladino O jovem rei doente que se fazia temer e respeitar pelos muçulmanos O rei cruzado e leproso de Jerusalém: um amado de Deus Quase cego e imobilizado, vence a Saladino e a inépcia dos vassalos Balduíno IV é enterrado ao pé do Gólgota, junto ao Santo Sepulcro “Possamos venerar Balduíno IV nos altares!” Missa de réquiem em Paris, 830 anos depois Balduíno IV, modelo perfeito de monarca francês, espelho do próprio Cristo Cluny: encarnação da Jerusalém celeste A música deve obedecer a regras divinas imutáveis: “ A música conduz a Deus da mesma maneira que a aritmética, pois segundo Santo Agostinho, os números e as proporções sensíveis levam a Deus. “‘Porque possuem regras imutáveis de modo algum instituídas pelos homens que trasbordam de sagaz engenho’. “Ora, de onde vêm estas leis imutáveis? “Não do ser humano que cambia e morre, mas de um Espírito superior eterno e imóvel que é Deus. “ A música humana imita os coros angélicos e constitui uma homenagem agradável a Deus. David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador Cristandade . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador Cristandade . Mostrar todas as postagens domingo, 10 de setembro de 2017 A Cristandade medieval instaurou a paz de Cristo na Europa A sagração dos reis da França: um dos pontos altos da suavização dos costumes na Idade Média Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O sistema feudal maneja toda uma sucessão de arbitragens naturais: o vassalo pode sempre recorrer de um senhor ao suserano deste último. o rei, à medida que a sua autoridade se estende, exerce cada vez mais o seu papel de mediador. o Papa, enfim, continua o árbitro supremo. Basta, frequentemente, a reputação de justiça ou de santidade de um grande personagem para que se recorra, assim, a ele. A Idade Média não contestou o problema da guerra em geral, mas, por uma série de soluções práticas e de medidas aplicadas no conjunto da Cristandade, restringiu sucessivamente o domínio da guerra, as crueldades da guerra, as durações da guerra. É assim, com leis precisas, que se edificou a Cristandade pacífica. A primeira destas medidas foi a Paz de Deus, instaurada desde o fim o século X: é também a primeira distinção que foi feita, na história do mundo, entre o fraco e o forte é feita proibição de maltratar as mulheres, as crianças, os camponeses e os clérigos. as casas dos agricultores são declaradas invioláveis como as igrejas. A grande glória da Idade Média é ter empreendido a educação do soldado, é ter feito do soldado da velha guarda um cavaleiro. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: cavalaria , Cristandade , paz domingo, 6 de novembro de 2016 A Luz de Cristo e o charme da Idade Média Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Na cerimônia da madrugada da Resurreição, no jardim tirava-se fogo do atrito da pedra e acendia-se o círio pascal. Porque assim como Nosso Senhor Jesus Cristo deu vida a seu próprio cadáver, assim da fricção de matérias inertes como as pedras nasce uma chama viva para acender o círio pascal. Então, na noite, no crepúsculo, nas trevas, é acesa uma luz: é Nosso Senhor Jesus Cristo que ressuscita! Acende-se o círio pascal e o padre entra com uma vela acesa na igreja e canta três vezes Lumen Christi . As velas vão se acendendo e daí a pouco a igreja está toda iluminada pelo círio pascal. Essa expressão Lumen Christi ficou-me como imensamente bonita e nobre, querendo dizer mil coisas. O que é que vem a ser especificamente a Luz de Cristo, ou Lumen Christi ? A expressão Lumen Christi , tomada ao pé da letra, literalmente, é adequada. É uma certa luz que há em Nosso Senhor Jesus Cristo, e que é a luz de toda Sua pessoa. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: Cristandade , igreja , Jesus Cristo , Lumen Christi domingo, 12 de julho de 2015 Sem a Cristandade medieval nunca teria reinado a paz na Europa Bárbaros antes da cristianização. Luis Dufaur A Idade Média, tal como se apresentava, corria o risco de nunca conhecer senão caos e decomposição. Nascida de um império desmoronado e de vagas de invasões sucessivas, formada por povos desarmônicos. Esta Europa tão dividida, tão perturbada quando do seu nascimento, atravessa uma era de harmonia e de união tal como ela nunca conhecera e não conhecerá talvez mais no decorrer dos séculos. Vemos a Europa inteira estremecer à palavra de um Urbano II, de um Pedro, o Eremita, mais tarde de um São Bernardo ou de um Foulques de Neuilly. Vemos monarcas, preferindo a arbitragem à guerra, submeter-se ao julgamento do papa ou de um rei estrangeiro para regularizar as suas dissensões. Praticamente, a Cristandade pode definir-se como a “universidade” dos príncipes e dos povos cristãos obedecendo a uma mesma doutrina, animados de uma mesma fé, e reconhecendo desde logo o mesmo magistério espiritual. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 17:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Cristandade , ordem , paz domingo, 23 de novembro de 2014 “Uma espécie de rei eterno”(10) São Luís, estadista da Cristandade 9 São Luís, estátua em Saint Louis, Missouri, EUA. Luis Dufaur continuação do post anterior: Reordena o Reino de Jerusalém São Luís IX realizou a perfeição da França. Encarnou o país da harmonia, da bondade, da generosidade de alma e da inteira entrega a Nossa Senhora. Ele parece presente na Sainte-Chapelle e em outros lugares que cantam a glória de Nosso Senhor e de Sua Mãe Santíssima. Foi um santo segundo a alma da França, como São Fernando III de Castela, seu primo-irmão, foi o santo que a Espanha aguardava, ou Santo Henrique imperador foi o anelado da Alemanha. Ele contribuiu para fazer da Idade Média uma Jerusalém terrestre, imagem da celeste. Na Alemanha, quando alguém perguntava: “Como você vai?” e o outro ia muito bem, dizia: “Eu vou como vai o bom Deus na França”. Pois, sob o santo estadista, a França imprimiu na Europa o equilíbrio ideal entre os senhores feudais, a realeza e o povo, entre o Papa e o Imperador, entre os soberanos vizinhos. O governante sem sabedoria perde seu povo e o rei sábio o salva. Sem sabedoria, o poder civil ou eclesiástico se transforma em instrumento de perdição. Por isso, Dom Guéranger, o grande abade de Solesmes, formulou um elogio lapidar do santo: “A Sabedoria eterna desceu um dia de seu trono no Céu e pousou sobre São Luís”. FIM Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , Cruzadas , França , Papas , reis , Sainte Chapelle , São Luiz , Terra Santa domingo, 16 de novembro de 2014 Reordena o Reino de Jerusalém São Luís, estadista da Cristandade 8 São Luís na Cruzada Luis Dufaur continuação do post anterior: As Cruzadas A rainha Margarida de Provence salvou Damietta com um punhado de cavaleiros e reuniu o imenso resgate de 400.000 bizantinos de ouro, libertando assim o rei, a maioria dos cavaleiros e grande parte do exército prisioneiro. São Luís trasladou-se a São João d’Acre, onde consultou os barões do Reino sobre permanecer ou não na Terra Santa. A rainha-mãe Branca de Castela havia informado que o rei da Inglaterra tramava invadir a França e que o reino corria grande perigo. Segundo Joinville, São Luís explicou: “Eu não tenho paz nem trégua com o rei da Inglaterra. Mas o povo de Terra Santa quer impedir-me de partir. Eles dizem que se eu for embora, sua terra estará perdida e será destruída e que eles preferem sair comigo. Eu vos rogo pensar nisto e responder-me em oito dias”. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 17:27 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , Cruzadas , França , Papas , reis , Sainte Chapelle , São Luiz , Terra Santa domingo, 9 de novembro de 2014 As Cruzadas São Luís, estadista da Cristandade 7 São Luis embarca para a Cruzada Luis Dufaur continuação do post anterior: Árbitro da Cristandade São Luís tinha certeza de que Deus queria dele a libertação de Jerusalém. E repetia que desejava salvar as almas dos muçulmanos, convertendo-os. Joinville, contudo, para quem a salvação desses ímpios passava pelo extermínio, espantava-se ouvindo as intenções de tão grande chefe de armas. Em 1240, para se livrar das potências marítimas italianas cuja politicagem prejudicara as Cruzadas anteriores, São Luís IX ordenou a construção de uma imensa fortaleza e um porto no Mediterrâneo. Abriu-se uma estrada entre os pântanos, canalizaram-se fios de água, erigiram-se muralhas e torres de defesa e armazenamento. A população local, que até então morava em palafitas, sentiu-se protegida com o surgimento da cidade de Aigues-Mortes, verdadeira maravilha arquitetônica a partir da qual o santo monarca embarcou para as Cruzadas — tanto para a sétima, em 25 de agosto de 1248, que durou seis anos, quanto para a oitava, em 1270. Na VII Cruzada o rei desembarcou diante de Damietta, fortaleza que controlava o acesso ao Cairo, sede do Sultão, chefe máximo dos islamitas no Egito. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , Cruzadas , França , Papas , reis , Sainte Chapelle , São Luiz , Terra Santa domingo, 2 de novembro de 2014 Árbitro da Cristandade São Luís, estadista da Cristandade 6 São Luís estátua em Saint Louis, Missouri, EUA. Fundo: rosácea de Notre Dame. Luis Dufaur continuação do post anterior: “Resurrreição e Cruzada A partir 1241 pioraram as notícias provenientes da Europa Oriental e da Terra Santa. A invasão dos mongóis atingiu a Polônia, a Hungria e a Romênia, após devastar a Rússia e a Ucrânia. O chefe mongol Subedei mirava o coração da Europa, mas após esmagar o rei da Hungria em Mohi, voltou às pressas para a Ásia por razões não esclarecidas. A corajosa rainha Branca ficou muito temerosa, mas São Luís parecia ser o único a intuir que a invasão não prosperaria. “Quando viu a Europa ameaçada pelos tártaros — conta Pourrat —, São Luís disse: ‘Tende coragem minha mãe. ou nós os colocamos nas portas do inferno ou eles nos abrirão as portas do Céu’”. O santo foi arguto estrategista e homem de fé: ou ele os venceria e eles iriam para o inferno enquanto pagãos horrivelmente criminosos, ou ele morreria e iria para o Céu. Nada se perderia lutando contra eles. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , Cruzadas , França , Papas , reis , Sainte Chapelle , São Luiz , Terra Santa domingo, 26 de outubro de 2014 “Ressurreição” e Cruzada São Luís, estadista da Cristandade 5 São Luís acorda e anuncia a decisão de partir na Cruzada Luis Dufaur continuação do post anterior: A Coroa de Espinhos e a Sainte-Chapelle São Luís regressou de Taillebourg padecendo uma disenteria que se agravou rapidamente. Esta havia sido a causa da morte de seu pai, Luís VIII. A rainha-mãe, Branca de Castela, pediu ao abade de Saint-Denis — abadia onde repousam os restos dos reis da França — para expor à veneração pública o corpo do glorioso São Dionísio, protetor do reino, bem como as relíquias de São Eleutério e São Rústico, seus companheiros de martírio. São Luís já tinha feito seu testamento, e murmurava em voz baixa: — “Olhai para mim. Eu era o homem mais rico e mais nobre do mundo, o mais poderoso de todos pelos tesouros, pelo meu poder e pelos meus amigos, e eis que não posso obter da morte sequer uma trégua, nem uma hora à doença. De que valeu tudo isso?” Quando ele perdeu o conhecimento, os médicos anunciaram seu fim iminente. O Palácio Real encheu-se de lamentações, suspiros e prantos. O clero recebeu ordem de preparar as exéquias. Em certo momento, acreditou-se que o santo-herói tinha morrido. Joinville conta: Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , Cruzadas , França , Papas , reis , Sainte Chapelle , São Luiz , Terra Santa domingo, 19 de outubro de 2014 A Coroa de Espinhos e a Sainte-Chapelle São Luís, estadista da Cristandade 4 São Luis: estátua da capela inferior da Sainte Chapelle. Fundo: capela superior. Coroa de Espinhos no relicário atual. Luis Dufaur continuação do post anterior: O banquete de Saumur Enquanto punha ordem na França e preparava a Cruzada, São Luís executou um projeto que marca a França até hoje. Em 1239, o Império de Bizâncio consignou a Coroa de Espinhos a banqueiros venezianos como penhor de uma dívida de 135.000 libras tournois.(5) A quantia equivalia à metade das entradas do reino francês em um ano! Porém, se comparada com os orçamentos multibilionários dos governos atuais, parece exígua: aproximadamente R$ 84.620.700,00. São Luís assumiu a dívida, com a condição de a relíquia ficar sob a guarda da casa real francesa, em uma negociação que poderia ser comparada a empréstimos atuais envolvendo o FMI e bancos multinacionais. Assinados os acordos e apurada a autenticidade da relíquia, ela foi levada à França por religiosos dominicanos. No dia 10 de agosto de 1239, o santo monarca, seu irmão o príncipe Roberto I de Artois e o Arcebispo de Sens receberam a Santa Coroa, conferiram seus registros de autenticidade e entraram em cortejo na cidade de Villeneuve-l'Archevêque, na França. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , Cruzadas , França , Papas , reis , Sainte Chapelle , São Luiz , Terra Santa domingo, 12 de outubro de 2014 O banquete de Saumur São Luís, estadista da Cristandade 3 São Luís na batalha de Taillebourg. Ferdinand-Victor-Eugène Delacroix 1798-1863, Galerie des Batailles, Versailles Luis Dufaur continuação do post anterior: Rei enquanto santo e santo enquanto rei Em 1237, o novo rei investiu seu irmão Afonso como conde de Poitiers, um riquíssimo, brilhante e populoso feudo. Mas, infelizmente, um ninho de revoltas da nobreza local! Atiçados pelo rei Henrique III, da Inglaterra, que sonhava ser rei da França, os senhores feudais não cessavam de fazer intrigas. Já germinava a discórdia que desfecharia na guerra dos Cem Anos. Os intrigantes haviam motejado o jovem monarca como “rei dos monges”, como “devoto” incapaz de defender sua herança. São Luís IX quis conferir à investidura do irmão um caráter oficial e solene. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , Cruzadas , França , Papas , reis , Sainte Chapelle , São Luiz , Terra Santa domingo, 5 de outubro de 2014 Rei enquanto santo e santo enquanto rei São Luís, estadista da Cristandade 2 São Luís recebe enviados do Velho da Montanha, ou Príncipe dos Assassinos, seita islâmica. Guy-Nicolas Brenet (1728 — 1792) Luis Dufaur continuação do post anterior: O filhote de Leão São Luís teria preferido viver num mosteiro, na abstinência e na meditação, explicou em conferência o renomado historiador Georges Bordonove.(2) Porém, nasceu num berço de ouro agitado pela História e com uma missão divina: reger a filha primogênita da Igreja e tornar-se o árbitro da Cristandade no século XIII. Sua aspiração à santidade foi realizada na responsabilidade tremenda de monarca e estadista europeu. “Ele sabia comparecer em grande pompa, acolher faustosamente, dava festas e festins quando necessário. Ele respeitava altamente sua condição de rei. “Mas na vida privada ignorava o luxo, misturava muita água no vinho e nos molhos para lhes tirar o gosto. Quando ia às procissões, levava calçados sem sola para ocultar que caminhava com os pés nus, na lama ou no pedregulho, pois as ruas de Paris não estavam pavimentadas”, explicou Bordonove. Segundo o historiador Henri Pourrat, São Luís era “louro, delgado, de ombros um pouco curvos, alto e de fisionomia serena. Joinville disse dele: ‘Asseguro-vos que nunca vistes um homem de tão bela aparência, quando armado. E, mais ainda, era o mais altivo cristão que os pagãos jamais conheceram’”.(3) Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , Cruzadas , França , Papas , reis , Sainte Chapelle , São Luiz , Terra Santa domingo, 28 de setembro de 2014 O filhote de Leão: São Luís, estadista da Cristandade 1 Luis Dufaur Em 25 de abril de 1214 um menino nasceu no castelo de Poissy, perto de Paris. Há hoje no local um mosteiro para honrar aquela criança, que conhecemos pelo nome de São Luís IX, Rei da França. O feliz evento aconteceu em meio a uma tormenta política. Nesse ano, seu avô, o rei Felipe Augusto, derrotou na batalha de Bouvines uma coalizão de príncipes e nobres franceses revoltados, apoiados pelo rei da Inglaterra, João Sem-Terra, sustentados pelo imperador Othon IV e auxiliados por tropas flamengas da Holanda e da Lorena. João Sem-Terra cobiçava a coroa francesa e o imperador alemão Othon IV tinha sido excomungado pelo Papa. A vitória de Bouvines foi considerada um “autêntico juízo de Deus” que salvou o trono a ser ocupado um dia pelo principezinho. Quando ele aprendeu a escrever, assinava Luís de Poissy, gostava de cantar na igreja e ouvir os feitos bélicos de Bouvines dos próprios lábios de seu avô. Ao subir ao trono, os conselhos do velho monarca inspiraram-no no exercício do poder régio. Filhote de Leão Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , Cruzadas , França , Papas , reis , Sainte Chapelle , São Luiz , Terra Santa domingo, 31 de agosto de 2014 Cristandade medieval: primavera da humanidade cristã Detalhe da Igreja Militante. Andrea da Firenze (1366-7). Santa Maria Novella, Florença A concepção do mundo que prevaleceu foi a noção de Cristandade. Formou-se lentamente, à custa de sangue e lágrimas, e foi-se também perdendo aos poucos. Por trezentos anos impôs a sua lei, e, evidentemente não por acaso, foi esse talvez o período mais rico, mais fecundo e, sob muitos aspectos, mais harmonioso de todos os que a Europa conheceu até os nossos dias. Saindo das trevas invernais da época bárbara, a humanidade cristã viveu a sua primavera. O que inicialmente impressiona a quem analisa o conjunto destes trezentos anos é a sua riqueza de homens e de acontecimentos. À semelhança da seiva que jorra por todos os lados na primavera, tudo parece agora germinar e desabrochar numa abundância de folhagem sobre o solo batizado por Cristo. Em todos os âmbitos se manifesta o fervor criativo, a exigência profunda de empreender, de encaminhar a caravana humana para o futuro. Os mais minuciosos quadros cronológicos não seriam suficientes para captar este impulso. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: catedrais , Cristandade , Cruzadas , Drachenburg domingo, 29 de junho de 2014 O busto e a estatueta de Carlos Magno: o mito e a realidade do imperador Busto relicario de Carlos Magno. Fundo catedral de Aachen (Aquisgrão), Alemanha. A urna-relicário conservada em Aachen (Aquisgrão), Alemanha, representa o busto de Carlos Magno e contém como relíquia um pedaço da calota craneana do grande imperador. O busto relicário remonta a 1349 e apresenta, mais do que o Carlos Magno histórico, a imagem mítica do imperador que os povos do Sacro Império foram elaborando ao longo dos séculos. A importância desse relicário se pode medir num costume medieval das cerimônias prévias às coroações imperiais. Quando o príncipe escolhido pelos Kurfürsten (Príncipes Eleitores) em Frankfurt chegava a Aachen para a coroação, o busto-relicário era levado até as portas da cidade para que alí recebesse seu sucessor. A urna apresenta Carlos Magno com uma coroa muito bonita, feita de florões e de um arco que tem uma cruz no alto. A coroa foi usada pelo imperador Carlos IV na sua primeira coroação em 1346. No alto, a coroa é fechada por um arco que tem no alto uma esplêndida Cruz, símbolo que o poder vem do Santíssimo Redentor Jesus Cristo. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: 1200º aniversário , Aachen , Carlos Magno , Cristandade , Jesus Cristo , relíquias , Sacro Império domingo, 11 de maio de 2014 Carlos Magno segundo o pintor Albrecht Dürer No famoso quadro do pintor alemão Albrecht Dürer (1471 – 1528), o artista imaginou em 1512 – portanto muitos séculos depois – a Carlos Magno entre a idade madura e a orla da velhice. O seu bigode ainda é, em parte, castanho louro, mas uma parte é já branca e completamente alva. O seu olhar é de um homem experimentado, que está prevenido para ver o adversário vir de qualquer lado e a qualquer momento. Ele é seguro de si como um Himalaia. Todo seu olhar revela a contínua vigilância, mas todo o modo de ser, seu rosto, seu corpo, tudo o mais indica a contínua estabilidade, a contínua distância psíquica: “se for, veremos. Por enquanto estou tranquilo. E na hora do combate não deixarei de estar tranquilo, porque confio em Deus, meu Senhor”. Uma coroa magnífica, feita de joias ainda não lapidadas – não se lapidavam as pedras nesse tempo – que se guarda, aliás, na Schatz Kammer , câmara do tesouro imperial, no palácio imperial de Viena hoje em dia. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 4 comentários Partilhar | Marcadores: 1200º aniversário , Carlos Magno , Cristandade , Jesus Cristo , Sacro Império domingo, 12 de janeiro de 2014 Carlos Magno: o Moisés da Cristandade medieval Carlos Magno, iluminura do século XV. British Library Leia o post anterior O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira teceu os seguinte comentários sobre o grande imperador: Nós lemos o seguinte sobre Carlos Magno, na grande “História Universal” de João Baptista von Weiss, historiador alemão católico condecorado pelo Papa Beato Pio IX com a Ordem de São Gregório: Em 772, com 30 anos, Carlos tomou o governo do reino dos francos. Com razão Carlos se chamou Magno. Mereceu esse nome como general e conquistador, como ordenador e legislador de seu imenso império e como incentivador de toda a vida espiritual do Ocidente. Por seu governo, as idéias cristãs alcançaram vitórias sobre os bárbaros. Sua vida foi uma constante luta contra a grosseria e a barbárie, que ameaçavam a Religião Católica e a nova cultura que nascia. Nada menos que 53 expedições militares foram por ele empreendidas, a saber: dezoito contra os saxões, uma contra a Aquitânia, cinco contra os lombardos, sete contra os árabes, da Espanha, uma contra os turíngeos, quatro contra os ávaros, duas contra os bretões, uma contra os bávaros, quatro contra os eslavos, cinco contra os sarracenos da Itália, três contra os dinamarqueses e duas contra os gregos. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: 1200º aniversário , Carlos Magno , Cristandade , História , Sacro Império domingo, 12 de dezembro de 2010 Cristandade e Idade Média ‒ A Cristandade (5) Coroacão do imperador do Sacro Império em Frankfurt, pelos bispos de Mainz, Colonia e Trier Existiu a Cristandade? Sim. Sob o influxo de todas as energias naturais e sobrenaturais entesouradas nas nações cristãs, foi emergindo lentamente do caos da barbárie na alta Idade Média, a sociedade civil cristã, A Cristandade. Sua beleza, de início indecisa e sutil, mais promessa e esperança que realidade, foi se afirmando a medida que, com o escoar dos séculos de vida cristã, a Europa batizada 'crescia em graça e santidade'. O que nasceu na Idade Média? Nasceram os reinos, e as estirpes fidalgas, os costumes corteses, e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestréis, por exemplo. A Idade Média atingiu o máximo da Civilização? Não. Ela não atingiu o máximo de seu desenvolvimento. Muito ainda haveria que progredir. Então, de onde vem o encanto da Idade Média? O encanto grandioso e delicado da Idade Média não provém tanto do que ela realizou, como da harmonia profunda e da veracidade cintilante dos princípios sobre os quais ela construiu. Áustria Ninguém possuiu como ela, o conhecimento profundo da ordem natural das coisas. ninguém teve como ela o senso vivo da insuficiência do natural — mesmo quando desenvolvido na plenitude de sua ordem própria — e da necessidade do sobrenatural. ninguém como ela, brilhou ao sol da influência sobrenatural com mais limpidez e na candura de uma maior sinceridade. Como eram os homens que fizeram a Idade Média? Eram homens que lutaram e sofreram na realização do ideal da Civilização Cristã, e que na sua caminhada muitas vezes recuaram ou desfaleceram ao longo do caminho. mas de homens que sempre continuaram fiéis ao seu ideal, ainda mesmo quando dele se afastavam por seus atos. E dai uma consonância profunda de todas as instituições, de todos os costumes, de todas as tradições nascidas nessa época, não só com as circunstâncias contingentes e transitórias do tempo em que surgiram, mas com as exigências genéricas da alma humana 'naturaliter christiana' e as tendências espirituais peculiares aos povos do Ocidente. A Civilização Cristã é igual por toda parte? Sim na essência, não na concretização em cada país. Toda a civilização cristã há de ser inteiramente cristã, católica, universal, mas há de se ajustar, há de respeitar, há de desenvolver e estimular as características de cada região, e de cada povo. Então deve respeitar as características locais? Sim. A sociedade cristã vive de acordo com a ordem natural. E, por isto, ela há de respeitar integralmente as características regionais de cada povo ou região. Budapest, Hungría. Respeitar e desenvolver, porque essas características são dons de Deus, e todos os dons de Deus merecem desenvolvimento. Nos séculos de civilização cristã, cada povo teve, pois, suas características próprias, bem definidas. Onde a alma nacional se encontra melhor? A alma nacional, em todas as suas aspirações universais e humanas, em todas as suas aspirações nacionais e locais, encontra plena e ordenada expansão dentro da civilização cristã. Dai a enorme variedade de formas de governo e de organização social ou econômica, de expressões artísticas e de produções intelectuais, nas varias nações da Europa medieval. Por quê se fala de alma nacional? Não seria melhor procurar um alma planetária? A expansão das tendências nacionais causa ao povo um grande bem estar físico. A mentalidade nacional inspira a formação de símbolos, costumes, artes, nos quais ela se exprime, se define e se afirma, se contempla a si mesma e se solidifica. Do que servem os símbolos e a cultura nacional? Os símbolos são um patrimônio nacional, uma condição essencial para a sobrevivência e progresso espiritual da nação. Eles tem uma consonância indefinível e profunda com a mentalidade nacional, uma consonância que é natural e verídica, e não puramente fictícia e convencional. Por isto, em via de regra, cada povo elabora uma só arte, uma só cultura e nela caminha enquanto existe. O maior tesouro natural de um povo é a posse de sua própria cultura, isto é, quase a posse de sua própria mentalidade. Escudo do Reino das Duas Sicílias Quem pode admirar a Civilização Cristã? Fora da Igreja uma civilização cristã só pode ser admirada pelas almas que tendem para o Catolicismo. Dentro da Igreja só pode ser admirada e vivida pelas almas que vivem do Catolicismo. Ela é incompreensível, é cheia de tédio, é odiosa até em sua superioridade solar, para as almas que começam a abandonar a Igreja, ou que, do lado de fora, blasfemam contra ela. A civilização cristã só viveu plenamente, enquanto a Europa foi sincera e profundamente católica. Qual é a grande tragédia da civilização? A grande tragédia da civilização ocidental foi precisamente a ruptura com o Catolicismo que, no século XVI, arrebatou ao grêmio da Igreja as nações protestantes. Essa apostasia foi aprofundada no terreno civil pela Revolução Francesa de 1789 e a Revolução comunista de 1917. Essas revoluções foram completadas pela Revolução da Sorbonne de Maio de 1968. Todas elas somadas em cadeia formam uma só Revolução com R maiúsculo. A Revolução é a causa do caos de hoje e, portanto da grande tragédia da civilização. (Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, “A Cruzada do século XX”, “O Legionário”, 13/05/45) Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Postado por Luis Dufaur às 11:01 2 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , idade média , igreja domingo, 5 de dezembro de 2010 A civilização cristã e a sociedade perfeita ‒ A Cristandade (4) A civilização cristã é a sociedade perfeita? Sim. Se Jesus Cristo é o verdadeiro ideal de perfeição de todos os homens, uma sociedade que aplique todas as Suas leis tem de ser uma sociedade perfeita, a cultura e a civilização nascidas da Igreja de Cristo tem de ser forçosamente, não só a melhor civilização, mas, a única verdadeira. Dí-lo o Santo Pontífice Pio X: 'Não há verdadeira civilização sem civilização moral, e não há verdadeira civilização moral senão com a Religião verdadeira'. (Carta ao Episcopado Francês, de 28-VIII-1910, sobre 'Le Sillon'). De onde decorre com evidência cristalina que não há verdadeira civilização senão como decorrência e fruto da verdadeira Religião. A ação da Igreja sobre os homens é só individual? Não, Ela forma também povos, culturas, civilizações. Por quê? Porque Deus criou o homem naturalmente sociável, e quis que os homens, em sociedade, trabalhassem uns pela santificação dos outros. Os demais homens nos influenciam? Sim. Temos todos, pela própria pressão do instinto de sociabilidade, a tendência a comunicar em certa medida nossas idéias aos outros, e, em certa medida, em receber a influência deles. Isto se pode afirmar nas relações de indivíduo a indivíduo, e do indivíduo com a sociedade. As leis, costumes, culturas nos influenciam? Os ambientes, as leis, as instituições em que vivemos exercem efeito sobre nós, têm sobre nós uma ação pedagógica. Resistir inteiramente ao ambiente ruim, cuja influência nos penetra até por osmose e como que pela pele, é obra de alta e árdua virtude. E por isto os primitivos cristãos não foram mais admiráveis enfrentando as feras do Coliseu, do que mantendo íntegro seu espírito católico embora vivessem no seio de uma sociedade pagã. A cultura e a civilização são meios de salvação da alma? Sim. A cultura e a civilização são fortíssimos meios para agir sobre as almas. Agir para a sua ruína, quando a cultura e a civilização são pagãs. Para a sua edificação e sua salvação, quando são católicas. Por isso, a Igreja não pode desinteressar-se em produzir uma cultura e uma civilização, e se contentar em agir sobre cada alma a título meramente individual. Todo cristão é um foco de Civilização Cristã? Sim. Toda a alma sobre a qual a Igreja age, e que corresponde generosamente a tal ação, é como que um foco ou uma semente da civilização cristã, que ela expande ativa e energicamente em torno de si. A virtude transparece e contagia. Contagiando, propaga-se. Agindo e propagando-se tende a transformar-se em cultura e civilização católica. A Igreja pode não produzir uma Civilização e uma cultura católicas? Não. O próprio da Igreja é de produzir uma cultura e uma civilização cristã. É de produzir todos os seus frutos numa atmosfera social plenamente católica. O fiel deve desejar a Civilização Cristã? Sim. O católico deve aspirar a uma civilização católica como o homem encarcerado num subterrâneo deseja o ar livre, e o pássaro aprisionado anseia por recuperar os espaços infinitos do Céu. Qual é, em resumo, o ideal católico hoje? E é esta nossa finalidade, nosso grande ideal. Caminhamos para a civilização católica que poderá nascer dos escombros do mundo de hoje, como dos escombros do mundo romano nasceu a civilização medieval. Caminhamos para a conquista deste ideal, com a coragem, a perseverança, a resolução de enfrentar e vencer todos os obstáculos, com que os Cruzados marcharam para Jerusalém. Porque, se nossos maiores souberam morrer para reconquistar o sepulcro de Cristo, como não queremos nós filhos da Igreja como eles lutar e morrer para restaurar algo que vale infinitamente mais do que o preciosíssimo sepulcro do Salvador, isto é, seu reinado sobre as almas e as sociedades, que Ele criou e salvou para O amarem eternamente? (Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, “ A Cruzada do século XX ”, Catolicismo nº 1, Janeiro de 1951) Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:58 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade domingo, 28 de novembro de 2010 Igreja e Civilização Cristã ‒ A Cristandade (3) Se o mundo adotasse a Civilização Cristã resolveria todos os problemas? Se todos os homens praticassem a Lei de Deus se resolveriam rapidamente todos os problemas políticos, econômicos, sociais, que nos atormentam. Não se pode esperar uma solução enquanto os homens viverem na inobservância habitual da Lei de Deus. A sociedade humana realizou alguma vez este ideal de perfeição? Sem dúvida. Dí-lo o imortal Leão XIII: operada a Redenção e fundada a Igreja, 'como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. 'Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra'. (Leão XIII Encíclica 'Tametsi futura prospiscientibus', I-XI-1900). Casimiro III, o Grande, rei da Polônia O que é a civilização? Civilização é o estado de uma sociedade humana que possui uma cultura, e que criou, segundo os princípios básicos desta cultura, todo um conjunto de costumes, de leis, de instituições, de sistemas literários e artísticos próprios. O que é uma civilização católica? Uma civilização é católica, se for a resultante fiel de uma cultura católica e se, pois, o espírito da Igreja, for o próprio princípio normativo e vital de seus costumes, leis instituições, e sistemas literários e artísticos. O que é então a Civilização Cristã e a cultura cristã? A civilização cristã é uma luminosa realidade feita de uma ordem e uma perfeição antes sobrenatural e celeste do que natural e terrestre, produto da cultura cristã, a qual por sua vez é filha da Igreja Católica. O que é a cultura católica? A cultura católica é o cultivo da inteligência, da vontade e da sensibilidade segundo as normas da moral ensinada pela Igreja. Ela se identifica com a própria perfeição da alma. Se ela existir na generalidade dos membros de uma sociedade humana, ela será um fato social e coletivo. E constituirá um elemento — o mais importante — da própria perfeição social. (Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, “ A Cruzada do século XX ”, Catolicismo nº 1, Janeiro de 1951) Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Postado por Luis Dufaur às 10:32 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade , igreja terça-feira, 2 de novembro de 2010 A Igreja e o Reino de Cristo na Terra ‒ A Cristandade (1) O que a Idade Média teve de original, malgrado os defeitos humanos atuantes em todas as épocas históricas, é que foi por excelência a era da “Cristandade”. Isto é realizou o Reino de Cristo nesta terra, em toda a medida permitida pelas circunstâncias da época. Cristandade: até hoje o termo e a realidade esplendorosa que ele exprime causam polêmica. Tal vez ninguém a definiu melhor que o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira no hoje histórico artigo “A Cruzada do século XX”. Atendendo a uma intenção didática, achamos melhor apresentar o conteúdo desse ensaio na forma de perguntas e respostas em sucessivos posts. A finalidade da Igreja vai além da Terra? Sim. A Igreja Católica foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo para perpetuar entre os homens os benefícios da Redenção. Sua finalidade se identifica, pois, com a da própria Redenção: expiar os pecados dos homens pelos méritos infinitamente preciosos do Homem-Deus. restituir assim a Deus a glória extrínseca que o pecado Lhe havia roubado. e abrir aos homens as portas do Céu. Esta finalidade se realiza toda no plano sobrenatural, e com ordem à vida eterna. Ela transcende absolutamente tudo quanto é meramente natural, terreno, perecível. Foi o que N. S. Jesus Cristo afirmou, quando disse a Pôncio Pilatos 'meu Reino não é deste mundo' (João, 18-36). A Igreja quer o Reino de Cristo neste mundo? Sim. Há nos desígnios da Providência uma relação íntima entre a vida terrena e a vida eterna. A vida terrena é o caminho, a vida eterna é o fim. O Reino de Cristo não é deste mundo, mas é neste mundo que está o caminho pelo qual chegaremos até ele. Assim como a Escola Militar é o caminho para a carreira das armas, ou o noviciado é o caminho para o definitivo ingresso numa Ordem Religiosa, assim a terra é o caminho para o Céu. Como chegamos ao Céu? Tornando-nos plenamente semelhantes a Deus, somos capazes de O amar plenamente, e de atrair sobre nós a plenitude de Seu amor. Ficamos, assim, preparados para a contemplação de Deus face a face, e para aquele eterno ato de amor, plenamente feliz, para o qual somos chamados no Céu. O que é que é a vida terrena, então? A vida terrena é, pois, um noviciado em que preparamos nossa alma para seu verdadeiro destino, que é ver a Deus face a face, e amá-lO por toda a eternidade. Se nós formos bons, por quê nos importarmos com a ordem temporal? Se nossa alma é boa, todas as nossas ações devem ser boas necessariamente, pois que a árvore boa não pode produzir senão bons frutos (Mat.7,17-18). Assim, é absolutamente necessário, para que conquistemos o Céu, não só que em nosso interior amemos o bem e detestemos o mal, mas que por nossas ações pratiquemos o bem e evitemos o mal no estado que vivemos. Assim devemos agir na ordem temporal. O Reino de Deus se realiza nesta Terra? Sim. O Reino de Deus se realiza na sua plenitude no outro mundo, mas para todos nós ele começa a se realizar em estado germinativo já neste mundo. Tal como em um noviciado, já se pratica a vida religiosa, embora em estado preparatório. e em uma escola militar um jovem se prepara para o Exército... vivendo a própria vida militar. Qual é o sentido da festa de Cristo Rei? É a festa de Cristo enquanto Rei Celeste cujo governo já se exerce neste mundo. É Rei quem possui de direito a autoridade suprema e plena. O Rei legisla, dirige e julga. Quando se efetiva a Realeza de Cristo Rei? Sua realeza se torna efetiva quando os súditos reconhecem seus direitos, e obedecem a suas leis. Ora, Jesus Cristo possui sobre nós todos os direitos. Ele promulgou leis, dirige o mundo e julgará os homens. Qual nossa parte na construção do Reino de Cristo? Cabe-nos tornar efetivo o Reino de Cristo obedecendo a suas leis. O Reino de Cristo é um fato social? O Reinado de Cristo se exerce sobre as almas. Então, a alma de cada um de nós é uma parcela do campo de jurisdição de Cristo Rei. O Reinado de Cristo será um fato social se as sociedades humanas Lhe prestarem obediência. Como se realiza o Reino de Cristo nesta Terra? O Reino de Cristo se torna efetivo na terra, individual e socialmente, quando os homens no íntimo de sua alma como em suas ações, e as sociedades em suas instituições, leis, costumes, manifestações culturais e artísticas, se conformam com a Lei de Cristo. O Reino de Cristo nesta Terra é eterno? Não. Por mais concreta, brilhante e tangível que seja a realidade terrena do Reino de Cristo — no século XIII, por exemplo — é preciso não esquecer que este Reino não é senão preparação e proêmio. Na sua plenitude, o Reino de Deus se realizará no Céu: 'O meu Reino não é deste mundo...'. (João, 18-36). (Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, “ A Cruzada do século XX ”, Catolicismo nº 1, Janeiro de 1951) Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 08:45 0 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , Cristandade Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links GPS do Agronegócio E ainda há gente culpando os produtores rurais! Há 6 horas Contos e lendas da Era Medieval A Ponte do Diabo de Thueyts Há 18 horas Nobility and Analogous Traditional Elites Here We Go Again Há 3 dias Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há 4 dias Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há 6 dias Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há uma semana Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há uma semana Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas As Cruzadas Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas Pesadelo chinês Feliz Natal e bom Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Santo Afonso Maria de Ligório: O islamismo não pode ser verdadeiro São Francisco Xavier: peste grosseira e escravizadora que vive na ignorância de seus dogmas São João Damasceno, Doutor da Igreja: Maomé, falso profeta, excogitou nova heresia eriçada de coisas ridículas São Francisco de Assis: é de acordo com a Justiça combater os muçulmanos Santa Teresinha do Menino Jesus: “Com que alegria teria partido para combater os hereges nas Cruzadas” Abismais incompatibilidades entre Maomé e Jesus Papa São Gregório VII, alma inspiradora das Cruzadas Bem-aventurado Papa Urbano II: Sermão da Cruzada, Clermont-Ferrand, 27.11.1095 (versão mais completa) Papa Pascoal II comemora a conquista de Jerusalém e exorta a reforçar a Cruzada Beato Eugênio III Papa: Convocação da II Cruzada - Bula “Quantum predecessores” Papa Gregório VIII: “A misericórdia celeste pode trocar os dias da vitória muçulmana em dias de humilhação” Papa São Pio V: cartas incitando os Reis católicos a combater contra os muçulmanos Papa Bento XIV: “muçulmanos, os piores entre os celerados” Mais lidas nesta semana O Clero, primeira classe da sociedade medieval A via da Verdade. 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Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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Idade Média * Glória da Idade Média: História skip to main | skip to sidebar Idade Média * Glória da Idade Média INICIO GLÓRIA ESPAÑOL CLUNY SANTA JOANA D'ARC TEMAS CANÇÕES DE GESTA Canções de gesta Gesta Dei per francos CAVALARIA A CAVALARIA Ordens de Cavalaria Templários CIVILIZAÇÃO CRISTÃ Carlos Magno Civilização Cristã Cristandade Cruzadas Blog As Cruzadas França CIÊNCIA Arquitetura Astronomia Ciências Invenções, ciência, técnica Progresso Técnica CLASSES SOCIAIS Classes sociais Clero Papas Reis Nobreza Feudalismo Escravidão Trabalho Vassalagem CULTURA Arte Cultura Literatura Simbolismo Direito ECONOMIA Agricultura Agricultura Economia Impostos Família Guerra História IGREJA Igreja Educação Universidade Hospital Inquisição Mosteiros Nossa Senhora Paz União Igreja-Estado A CAVALARIA APRESENTAÇÕES AULAS CODEX (diversos) GREGORIANO GREGORIANO (MP3) MÚSICA NATAL VIDEOS 360º Blog Idade Média CASTELOS CERIMÔNIAS MUSICA POWERPOINTS VIDEOS VIDEOS da França 360º CATEDRAIS ABADIAS MÚSICA ÓRGÃO POWERPOINTS SINOS VIDEOS (só França) VIDEOS (menos França) VITRAIS 360º 360º só França CIDADE VIDEOS MÚSICAS 360º CONTOS CANTIGAS VIDEOS CRUZADAS APOLOGIA O ISLÃ segundo Papas e santos Balduíno IV CANÇÃO DE ROLAND GESTA DEI PER FRANCOS MUSICA VIDEOS 360º PAPAS Beato URBANO II Carta de Instrução 'Popolo dei Franchi' Sermão em Clermont-Ferrand Outro testemunho São Gregório VII São Pio V Beato Eugênio III Celestino III Inocêncio III João VIII Pascoal II PIO II SANTOS São Bernardo A franceses e bávaros Sermão Elogio dos Templários São Francisco de Assis Mansidão e força Diante do Sultão Exemplo pessoal O Direito de Cruzada São Luís IX Retrato pelo príncipe de Joinville São Luís e o mameluco Morte na IX Cruzada Santa Teresinha Beato Marco d'Aviano HERÓIS Balduíno IV Carlos Magno Godofredo de Bouillon Santa Joana d'Arc Santa Clotilde Ricardo Coração de Leão São Luís IX, rei São Nuno Álvares Pereira VIDEOS ORAÇÕES CANTICOS NATAL Semana Santa e Páscoa VIA SACRA VIDEOS Nossa Senhora Milagres Corpus Christi São Bernardo São Fernando SIMBOLOS VIDEOS BALDUINO IV, rei leproso de Jerusalém Balduíno IV: o rei de Jerusalém herói, santo e leproso Guerreiro providencial O rei de fábula cheia de luz sobrenatural O rei católico que venceu Saladino e o Islã Montgisard: Balduíno de maca e 500 templários desfazem o exército de Saladino O jovem rei doente que se fazia temer e respeitar pelos muçulmanos O rei cruzado e leproso de Jerusalém: um amado de Deus Quase cego e imobilizado, vence a Saladino e a inépcia dos vassalos Balduíno IV é enterrado ao pé do Gólgota, junto ao Santo Sepulcro “Possamos venerar Balduíno IV nos altares!” Missa de réquiem em Paris, 830 anos depois Balduíno IV, modelo perfeito de monarca francês, espelho do próprio Cristo Cluny: encarnação da Jerusalém celeste A música deve obedecer a regras divinas imutáveis: “ A música conduz a Deus da mesma maneira que a aritmética, pois segundo Santo Agostinho, os números e as proporções sensíveis levam a Deus. “‘Porque possuem regras imutáveis de modo algum instituídas pelos homens que trasbordam de sagaz engenho’. “Ora, de onde vêm estas leis imutáveis? “Não do ser humano que cambia e morre, mas de um Espírito superior eterno e imóvel que é Deus. “ A música humana imita os coros angélicos e constitui uma homenagem agradável a Deus. David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador História . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador História . Mostrar todas as postagens domingo, 21 de agosto de 2016 Pacifismo hedonista e materialista contra espírito de Cruzada Apologia da Cruzada IV A Igreja nunca professou o pacifismo Roberto de Mattei (1948 - ) professor de História, especializado nas ideias religiosas e políticas no pós-Concilio Vaticano II. continuação do post anterior: A Igreja não pode abandonar as Cruzadas sem se trair A Igreja nunca professou o pacifismo. O combate cristão, que é acima de tudo, uma atitude espiritual, mas que inclui a possibilidade da legítima defesa, a guerra justa e até mesmo “a guerra santa”, pertence a mais pura tradição católica. Imersão total em ambientes das Cruzadas com o recurso 360º. CLIQUE AQUI e não esqueça de clicar o FULLSCREEN (ângulo superior à esquerda de cada imagem) Quem professa o pacifismo e o ecumenismo até o último ponto esquece que há males mais profundos que os físicos e materiais, e confunde as consequências desastrosas da guerra no plano físico, com suas causas, que são morais e provêm da violação da ordem. Numa palavra, esquecem que o pecado que só pode ser derrotado pela Cruz. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 4 comentários Partilhar | Marcadores: Cruzadas , História , idade média , igreja , Lepanto domingo, 14 de agosto de 2016 A Igreja não pode abandonar as Cruzadas sem se trair Apologia da Cruzada III Roberto de Mattei (1948 - ) professor de História, especializado nas ideias religiosas e políticas no pós-Concilio Vaticano II. continuação do post anterior: As Cruzadas, decorrência necessária dos Evangelhos Por que a Igreja não pode abandonar o espírito de Cruzada? Simplesmente porque não pode negar sua história e sua doutrina. A história das Cruzadas não é um apêndice insignificante na história da Igreja. Pelo contrário, está intimamente unida à história do Papado. As Cruzadas não estão ligadas a um único Papa, mas a uma sucessão ininterrupta de pontífices, muitos deles santos, principalmente o Beato Urbano II que promulgou a Primeira Cruzada, São Pio V e o Beato Inocêncio XI, que promoveram “Santas Alianças” contra os turcos em Lepanto, Budapeste e Viena nos séculos XVI e XVII. Imersão total em ambientes das Cruzadas com o recurso 360º. CLIQUE AQUI e não esqueça de clicar o FULLSCREEN (ângulo superior à esquerda de cada imagem) Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Cruzadas , História , idade média , igreja , Lepanto domingo, 7 de agosto de 2016 As Cruzadas, decorrência necessária dos Evangelhos Apologia da Cruzada II Roberto de Mattei (1948 - ) professor de História, especializado nas ideias religiosas e políticas no pós-Concilio Vaticano II. continuação do post anterior: As Cruzadas no cerne das raízes cristãs A primeira Cruzada foi pregada em decorrência da meditação das palavras de Cristo: “Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me” (Mt 16, 21-27). Aquela mesma Cruz, em torno da qual se reuniam as pessoas nas catedrais, foi estampada nas vestes dos cruzados e exprimia o ato pelo qual o cristão se mostrava disposto a oferecer sua vida pelo bem sobrenatural do próximo brandindo suas armas. O espírito das Cruzadas era, e continua a ser, o espírito do cristianismo: o amor ao mistério incompreensível da Cruz. Imersão total em ambientes das Cruzadas com o recurso 360º. CLIQUE AQUI e não esqueça de clicar o FULLSCREEN (ângulo superior à esquerda de cada imagem) O professor Jonathan Riley-Smith, decano da renovação dos estudos sobre as Cruzadas, referiu-se àqueles que responderam ao apelo da primeira Cruzada, dizendo que estavam “inflamados pelo ardor da caridade” e pelo amor de Deus. Ele assim traça a motivação profunda daquela iniciativa. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 09:25 0 comentários Partilhar | Marcadores: Cruzadas , História , idade média , igreja domingo, 31 de julho de 2016 As Cruzadas no cerne das raízes cristãs Apologia da Cruzada I O Professor Roberto de Mattei, professor catedrático de História Moderna na Universidade de Cassino, publicou uma luzidia “Apologia das Cruzadas” cujas partes essenciais reproduziremos nos próximos posts. O Prof. de Mattei também leciona História do Cristianismo e da Igreja na Universidade Europeia de Roma, e é responsável da área das ciências jurídicas, socioeconômicas, humanísticas e dos bens culturais do Consiglio Nazionale della Ricerca, da Itália. “As obras de arte que nasceram na Europa nos séculos passados são incompreensíveis sem levar em conta a alma religiosa que as inspirou”. Foto: catedral de Winchester, Inglaterra. “Adeus ao espírito de Cruzada na Igreja” é um refrão que se repete pelo menos há quarenta anos e que condensa a visão de um cristianismo que fez do diálogo ecumênico seu evangelho. Esta visão é baseada em distorções históricas e numa deformação muito grave da doutrina da Igreja. Quais são essas raízes cristãs que , de acordo com Bento XVI e seu predecessor João Paulo II, não só os católicos, mas até mesmo os laicos têm o direito e o dever de defender? Os frutos dessas raízes estão sob nossos olhos: são as catedrais, monumentos, palácios, praças e ruas, mas também música, literatura, poesia, ciência, arte. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:42 1 comentários Partilhar | Marcadores: Cruzadas , falsos mitos , História , Lepanto , Papas domingo, 13 de julho de 2014 Dez datas chaves da História da Igreja e da civilização 'Dez datas que todo católico deveria conhecer' A jornalista Julia Duin publicou no diário Washington Time s, uma resenha sobre as datas essenciais da história da civilização ocidental selecionadas por Diane Moczar, especialista em história medieval do Northern Virginia Community College (EUA). A lista está exposta no livro 'Ten Dates Every Catholic should know' (foto) da professora Moczar. Ela deplora que os católicos estejam esquecidos de sua história e da importância do catolicismo na História Universal. “A história católica é a história da civilização ocidental” , diz Moczar . “Os católicos não apreciam a herança de sua fé e não tem noção do que está sendo perdido. Ainda mais, sabem pouco das heresias e do Islã”. Por isso ela propõe as “Dez datas que todo católico deve conhecer”. Eis elas: Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 3 comentários Partilhar | Marcadores: Civilização Cristã , História , igreja domingo, 12 de janeiro de 2014 Carlos Magno: o Moisés da Cristandade medieval Carlos Magno, iluminura do século XV. British Library Leia o post anterior O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira teceu os seguinte comentários sobre o grande imperador: Nós lemos o seguinte sobre Carlos Magno, na grande “História Universal” de João Baptista von Weiss, historiador alemão católico condecorado pelo Papa Beato Pio IX com a Ordem de São Gregório: Em 772, com 30 anos, Carlos tomou o governo do reino dos francos. Com razão Carlos se chamou Magno. Mereceu esse nome como general e conquistador, como ordenador e legislador de seu imenso império e como incentivador de toda a vida espiritual do Ocidente. Por seu governo, as idéias cristãs alcançaram vitórias sobre os bárbaros. Sua vida foi uma constante luta contra a grosseria e a barbárie, que ameaçavam a Religião Católica e a nova cultura que nascia. Nada menos que 53 expedições militares foram por ele empreendidas, a saber: dezoito contra os saxões, uma contra a Aquitânia, cinco contra os lombardos, sete contra os árabes, da Espanha, uma contra os turíngeos, quatro contra os ávaros, duas contra os bretões, uma contra os bávaros, quatro contra os eslavos, cinco contra os sarracenos da Itália, três contra os dinamarqueses e duas contra os gregos. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: 1200º aniversário , Carlos Magno , Cristandade , História , Sacro Império domingo, 5 de janeiro de 2014 No 1200º aniversário: Carlos Magno sob a luz dourada da História e da lenda Busto-relicário de Carlos Magno. Fundo: catedral de Aachen, Alemanha, capital de seu império Em 28 de janeiro de 2014, a Cristandade comemorou 1.200 anos do falecimento do imperador Carlos Magno (*748–†814). Em sua pessoa o Papa instituiu o Sacro Império Romano Germánico, obra prima da ordem social e política cristã, hoje infelizmente posta de lado. Eventos culturais do mais alto nível estão anunciados pela Europa toda para comemorar a data. O Museu Nacional da Suíça, por exemplo, lhe consagra uma exposição especial reunindo objetos prestigiosos, verdadeiras relíquias, emprestados por numerosos museus e instituições suícas e estrangeiras. É difícil, reconhecem os organizadores, montar o quadro completo dos imensos progresos que o grande imperador católico, venerado em certas dioceses como Beato, trouxe para a Civilização Cristã. No domínios da educação, da arte, da arquitetura e da religião não houve como ele. Salas temáticas serão consagradas à personalidade do grande Carlos e seus colaboradores mais próximos. A seu império, aos conventos, igrejas e palácios que mandou construir e retratam de modo vivo sua época de influência pessoal nas décadas de 740 a 900. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 17:25 2 comentários Partilhar | Marcadores: 1200º aniversário , Carlos Magno , História , Sacro Império domingo, 13 de janeiro de 2013 Enlevo pela Idade Média revive episódios históricos Com armas, armaduras, estandartes, cruzes e apetrechos, milhares de europeus revivem cada ano grandes momentos da gesta medieval. Eles recriam ambientes e exércitos que causam inveja ao cinema pela exatidão da reconstituição histórica. Na Inglaterra por volta de 20.000 pessoas participam de 300 re-encenações por ano, segundo a BBC. Elas são sempre mais numerosas. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 15:00 3 comentários Partilhar | Marcadores: cavalaria , Grã-Bretanha , guerra , Hastings , História , São Gregório VII domingo, 3 de agosto de 2008 Papel da família na gestação da Cristandade “Por toda parte a civilização começou pela família. Aqui e ali nascem homens nos quais se desenvolvem e atuam mais poderosamente o amor paterno e o desejo de se perpetuar nos seus descendentes. “Eles se dedicam ao trabalho com mais ardor, impõem aos seus apetites um freio mais contínuo e mais sólido, governam sua família com mais autoridade, inspiram-lhe costumes mais severos, que eles imprimem nos hábitos que a fazem contrair. “Esses hábitos se transmitem pela educação, e se tornam tradições que mantêm as novas gerações na via aberta pelos ancestrais. “A marcha nessa via conduz a família a uma situação cada vez mais alta. Ao mesmo tempo, a união que conservam entre si todos os ramos do tronco primitivo lhes dá uma pujança que cresce dia a dia, com o número que se multiplica e as riquezas que se acumulam pelo trabalho de todos. “Nessa situação eminente, esta família torna-se o centro de atenção daquelas que a circundam. Estas lhe pedem abrigo e proteção, e em contrapartida prometem assistência. 'Entre eles há os que se sentem estimulados pela prosperidade que presenciam, e a ambicionam para si mesmos, deixando-se governar e instruir, esforçando-se por praticar as virtudes cujos exemplos e resultados eles têm diante dos olhos.... “No caso da França, em meio às ruínas acumuladas pelas invasões dos bárbaros [principalmente dos normandos e magiares a partir do século X], não havia mais ordem, porque não havia mais autoridade. “Sob a ação dos santos, várias famílias se ergueram, animadas pelos sentimentos que o cristianismo começava a difundir no mundo: sentimentos de devotamento pelos pequenos e os fracos, sentimentos de concórdia e amor entre todos, sentimentos de reconhecimento e de fidelidade para com os protegidos. “A hagiografia dessa época nos faz assistir por todo lado a esse espetáculo de famílias que se erguem desse modo acima das outras, pela força das suas virtudes. “Acima de todas se ergueu, no século X, a família de Hugo Capeto, que edificou a França pela paciência do seu espírito, pela perseverança do seu devotamento, pela continuidade dos seus serviços. “É necessário acrescentar: `E pela vontade e a graça de Deus'. Quando o Conde de Maistre ressaltou a frase da Sagrada Escritura `Sou Eu que faço os reis', ele não deixou de acrescentar: `Isto não é uma metáfora, mas uma lei do mundo político. Ao pé da letra, Deus faz os reis. Ele prepara as raças reais, e as amadurece em meio a uma nuvem que esconde as suas origens. Assim elas aparecem coroadas de glória e honra'”. (Fonte: Mgr. Henri Delassus, L'Esprit Familial dans la Maison, dans la Cité et dans l'État, Société Saint-Augustin, Desclée, De Brouwer, Lille, 1910, pp. 11-21). Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 10:38 0 comentários Partilhar | Marcadores: Cristandade , família , França , História , Hugo Capeto quinta-feira, 31 de janeiro de 2008 Abadia de Cluny: “alma da Idade Média” Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A abadia de Cluny, na Borgonha, França, hoje está em ruínas. Mas ruínas que transmitem uma sublime mensagem. Porque essa abadia foi habitada pela “alma da Idade Média”. Foi fundada em 910 pelo Bem-aventurado Bernon em terras doadas pelo Duque da Aquitânia, Guilherme o Piedoso. Nela se sucederam quatro grandes Abades santos — Santo Odon, São Maïeul, Santo Odilon e São Hugo — durante dois longos séculos. Celeiro de Cluny A França comemora o aniversário 1100 aniversário da fundação da Abadia de Cluny, a mais célebre e grandiosa da Idade Média, destruída pelo furor dos adeptos da Revolução Francesa a partir de 1789. O Centro Nacional de Monumentos reuniu, pela primeira vez cerca de 130 obras de arte, esculturas, mosaicos, jóias e alguns dos melhores manuscritos com iluminuras medievais pertencentes ou relacionados com a mítica abadia. Prestigiosas instituições e coleções particulares prestaram seu concurso. A organização e direção de uma exposição artística e científica foi confiada a Neil Stratford, curador-chefe emérito do Museu Britânico e membro da Academia das Inscrições e Literatura. O Prof. Stratford explica a exibição no vídeo: TUDO SOBRE CLUNY 'A ALMA DA IDADE MÉDIA' Cluny: a “alma da Idade Média” Como se vivia num mosteiro medieval, o exemplo de Cluny” Papel de Cluny na formação da Idade Média Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses A abadia de Cluny foi arrasada pela barbárie anticristã dos seguidores da “Filosofia das Luzes”. No século XXI, a tecnologia digital permitiu reconstituir a imagem daquela que foi a maior igreja da Cristandade medieval: Cluny III. A denominação “Cluny III” indica que foi a terceira igreja erigida no mesmo local pelos mesmos monges. Algo freqüente na Idade Média, era de continuado progresso, aperfeiçoamento e requinte. Veja a reconstrução digital: No vídeo seguinte: como se vivia num mosteiro medieval, o exemplo Cluny. 1) breve histórico e descrição de Cluny: igreja, estábulos, fábricas, claustro, sala capitular, refeitório, dormitório, cozinha, padaria, hospital e hospedagem (em espanhol). 2) como viviam os monges medievais: atividades (em espanhol).. 3) o pouco que sobra hoje de Cluny (em inglês). Planta de Cluny III Continua em 'Abadia de Cluny: 'alma da Idade Média'- II' CRUZADAS CASTELOS CATEDRAIS HEROIS ORAÇÕES CONTOS CIDADE SIMBOLOS Postado por Santiago Fernandez às 09:52 21 comentários Partilhar | Marcadores: Cluny , História , mosteiro sábado, 16 de junho de 2007 Mais fotos da re-encenação da batalha de Hastings Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 22:39 0 comentários Partilhar | Marcadores: cavalaria , Grã-Bretanha , guerra , Hastings , História , São Gregório VII Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links Contos e lendas da Era Medieval A Ponte do Diabo de Thueyts Há 5 horas GPS do Agronegócio Aquecimento global!!!??? Há 14 horas Nobility and Analogous Traditional Elites Here We Go Again Há 3 dias Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há 4 dias Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há 6 dias Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há uma semana Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há uma semana Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas As Cruzadas Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas Pesadelo chinês Feliz Natal e bom Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Santo Afonso Maria de Ligório: O islamismo não pode ser verdadeiro São Francisco Xavier: peste grosseira e escravizadora que vive na ignorância de seus dogmas São João Damasceno, Doutor da Igreja: Maomé, falso profeta, excogitou nova heresia eriçada de coisas ridículas São Francisco de Assis: é de acordo com a Justiça combater os muçulmanos Santa Teresinha do Menino Jesus: “Com que alegria teria partido para combater os hereges nas Cruzadas” Abismais incompatibilidades entre Maomé e Jesus Papa São Gregório VII, alma inspiradora das Cruzadas Bem-aventurado Papa Urbano II: Sermão da Cruzada, Clermont-Ferrand, 27.11.1095 (versão mais completa) Papa Pascoal II comemora a conquista de Jerusalém e exorta a reforçar a Cruzada Beato Eugênio III Papa: Convocação da II Cruzada - Bula “Quantum predecessores” Papa Gregório VIII: “A misericórdia celeste pode trocar os dias da vitória muçulmana em dias de humilhação” Papa São Pio V: cartas incitando os Reis católicos a combater contra os muçulmanos Papa Bento XIV: “muçulmanos, os piores entre os celerados” Mais lidas nesta semana O Clero, primeira classe da sociedade medieval A via da Verdade. 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Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador Direito . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador Direito . Mostrar todas as postagens domingo, 16 de julho de 2017 A Igreja inspirou os sistemas jurídicos baseados no Direito Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Segundo o professor de Direito Harold Berman, citado pelo Prof. Thomas E. Woods, os modernos sistemas legais 'são um resíduo secular de atitudes e posições religiosas, que têm sua primeira expressão na liturgia, ritos e doutrinas da Igreja, e só depois nas instituições, conceitos e valores da Lei' ('How the Catholic Church built Western Civilization', p. 187). A Igreja restaurou o direito dos romanos, aportando uma contribuição própria inapreciável. O Papa Gelásio definiu os limites da ordem temporal e espiritual. O primeiro corpo sistemático de leis foi o Código Canônico. O conceito de direitos individuais, que se atribui erroneamente aos pensadores liberais dos séculos XVII e XVIII, de fato deriva de Papas, professores universitários, canonistas e filósofos católicos medievais. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Direito , Universidade domingo, 16 de abril de 2017 O povo medieval: verdadeiro legislador Os costumes geralmente praticados viravam leis sagradas Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Na Idade Média o povo legislava mediante leis consuetudinárias. Consuetudo é uma palavra latina que significa costume. A lei consuetudinária não era feita por legisladores encerrados num Parlamento. Ela era a codificação dos costumes que todas as categorias sociais tinham elaborado. Essas leis eram guardadas na mente dos populares. Os anciões eram seus guardiões mais zelosos. Quando a necessidade impunha elas eram transcritas em pergaminhos. Estes eram guardados como tesouros. As leis consuetudinárias eram verdadeiros compêndios de sabedoria popular. Nem o rei, nem o nobre, nem os eclesiásticos podiam ir contra o costume, desde que não violasse a Lei de Deus e os demais costumes já existentes. Na vida quotidiana de um povo que aspirava à perfeição o bom costume aceito pelo conjunto virava lei. Violar essa lei, ainda no período que não estava transcrita, era uma coisa que soava a coisa de insensato. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 18:45 4 comentários Partilhar | Marcadores: Direito , economia , leis , trabalho domingo, 1 de junho de 2014 O pai de família medieval: guardião, protetor, mestre, chefe, imagem de Deus e custódio da tradição Frederico de Sonneburg com seus filhos. Codex Manesse, fol 407r Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A solidariedade familiar, exprimindo-se se necessário pelo recurso às armas, resolvia então o difícil problema da segurança pessoal e a do domínio. Em certas províncias, particularmente no norte da França, a habitação traduz esse sentimento da solidariedade. O principal compartimento da casa é a sala, que congrega diante da sua vasta lareira a família. Nela se juntam para comer, para festejar os casamentos e os aniversários e para velar os mortos. Corresponde ao hall dos costumes anglo-saxões, pois a Inglaterra teve na Idade Média costumes semelhantes aos nossos, aos quais permaneceu fiel em muitos pontos. A esta comunidade de bens e de afeição é necessário um administrador, e naturalmente o pai de família desempenha este papel. Mas a autoridade que ele desfruta é antes a de um gerente, em lugar de ser a de um chefe, absoluta e pessoal como no direito romano. Trata-se de um gerente responsável, diretamente interessado na prosperidade da casa, mas que cumpre um dever mais do que exerce um direito. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: Antiguidade , Direito , direito de propriedade , família , hereditariedade , pai de família , propriedade domingo, 22 de novembro de 2009 Idade Média: no início analfabetismo geral. no fim triunfo das Universidades O esforço intelectual realizado pela Idade Média foi imenso. Para que se possa avaliar o que, em matéria intelectual, a Europa realizou durante a Idade Média, basta comparar a situação cultural em que ela se encontrava no início e no fim desse período histórico. Barbarie e analfabetismo eram generalizados no inicio da Idade Média na Europa É necessário voltar sempre à mesma consideração, que é fundamental no Estudo da Idade Média. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 12:22 0 comentários Partilhar | Marcadores: Direito , educação , escola , Universidade sexta-feira, 27 de julho de 2007 Restos medievais na Justiça dividem ingleses Os juízes das varas cíveis de Inglaterra e Gales ficaram proibidos de usar as tradicionais perucas brancas e capas vermelhas e douradas que datam do século XVIII. O pretexto foi economizar US$ 600.000, cifra diminuta dentro dos mastodônticos orçamentos públicos e comunitários. A exceção por agora tolerada será a dos juízes de distrito e das Cortes Reais. Os juízes das varas criminais também não aceitaram, pois, com bom senso aduziram que a peruca põe em realce a dignidade dos julgamentos. O premio da inépcia foi ganho pelo lord socialista de Justiça, Charles Phillips. Para ele perucas e capas transmitiam uma imagem de respeitabilidade “totalmente alheia à realidade e envolta em tradições desnecessárias”. Na verdade, capas e perucas, que não eram medievais, perpetuavam a imensa dignidade, esplendor e respeitabilidade com que a ordem medieval rodeou o ínclito Poder Judiciário. Perceberam bem isso os ativistas de esquerda que infiltram esse augusto Poder para abusar de suas atribuições e impor reformas que a sociedade não quer. A força que a Idade Média comunicou às instituições cristãs foi tal que em pleno III milênio ainda se polemiza em torno dela. Desejaria receber atualizações gratuitas de 'Glória da Idade Média' em meu email Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 18:21 2 comentários Partilhar | Marcadores: Direito , justiça , simbolismo sexta-feira, 22 de junho de 2007 Quarto mito falso: Na Idade Média havia regime de escravidão REFUTAÇÃO: Antes da Idade Média, todos os povos admitiam a escravidão mais completa. A Idade Média, sob o signo do Cristianismo, foi atenuando cada vez mais a idéia de escravidão do Direito Romano, e ao final do período praticamente não havia mais nenhuma forma de escravidão. DOCUMENTAÇÃO 1–Significado do termo “servo” ”’Servo’, na Idade Média, não tem o significado que a linguagem corrente dá à palavra em nossos dias. ‘Servir’ ou, como também se dizia, ‘ajudar’, ‘proteger’. é nestes termos muito simples que os mais antigos textos resumiam as obrigações recíprocas do vassalo e seu chefe. O liame jamais foi tão forte quanto no tempo em que os efeitos eram expressos de maneira mais vaga, e, em conseqüência, a mais compreensiva” (Marc Bloch, op. cit., p. 309). “O termo ‘servo’ seguiu sendo corrente, mas designava outra coisa: servo era o ‘homem’ de alguém, isto é, o vassalo” (Georges Duby, op. cit., p. 43). “Os escravos, os servos, como lhes chamam os dialetos vulgares, são só uma minoria entre os camponeses, por volta do ano 1000” (Georges Duby, op. cit., p. 16). “Com freqüência um camponês livre se colocava voluntariamente em mãos de um senhor ... com o único fim de obter dele uma proteção jurídica e econômica, e gozar deste modo de uma segurança maior. Este processo continuou nos séculos seguintes” (Gerd Betz, professor em Brunswick, in “Historia de la Civilización Occidental”, Ed. Labor, Barcelona, 1966, p. 147). “A onipotência aparente do senhor feudal tinha um limite: o costume, isto é, o conjunto dos usos antigos guardados na memória coletiva. Era um direito fluido, porque não era fixado por um texto escrito. era conhecido interrogando-se os mais velhos do povo, mas apesar disso se impunha a todos como uma legislação intocável” (Georges Duby, “Histoire de la Civilization Française”, p. 41). Mais sobre o Direito. 2–A Igreja eliminou na Cristandade medieval a escravidão pagã Iniciemos com uma interessante distinção de Paul Allard. Existiam dois tipos de escravidão: a das pessoas e a do trabalho. Segundo esse autor, a abolição da escravidão das pessoas já era uma obra “quase inteiramente terminada, ou pelo menos inteiramente preparada, antes da segunda metade do século VI”, ou seja, no início da Idade Média. “Da escravidão não restou senão uma coisa: a obrigação de trabalhar para outros. Mas pouco a pouco também esta obrigação se transformou em uma regra fixa: o servo tornou-se senhor de seu trabalho, com a condição de ceder uma parte do ganho em benefício de seu senhor. Esta transformação não se consumou de modo uniforme: em alguns lugares veio rapidamente, e parece já estar estabelecida desde o século V. em outros, não se pode assinalar com certeza antes do século XI ou XII ... Pode-se ainda constatar (na Itália e na Espanha) a presença de alguns escravos depois do século XIV. mas são fatos excepcionais, isolados, que não contradizem os resultados gerais por nós expostos” (Paul Allard, “Gli Schiavi Cristiani”, Libreria Editrice Fiorentina, 1916). Por seu livro, Paul Allard recebeu de Mons. Nocelle a seguinte carta, escrita a mando de Pio IX: “Entre os numerosos benefícios que as sociedades humanas receberam da Religião Católica, é justo citar as transformações que trouxe à desventurada condição dos escravos, que por sua influência foi primeiramente mitigada, e depois pouco a pouco destruída e abolida. E é por isso que S.S. Pio IX viu com prazer que V. Sa., em seu livro sobre os “Escravos Cristãos”, pôs às claras esse grande fato, e tributou à Igreja os louvores que lhe são devidos nesse ponto”. “Depois do ano mil, a França medieval — salvo em suas fronteiras meridionais, em contato com o Islã, onde subsistia por toda a Idade Média um comércio de escravos alimentado pela pirataria — já não conheceu a servidão à maneira antiga, que rebaixava os homens à condição de animais” (Georges Duby, op. cit., p. 42). “É indiscutível que a difusão das concepções cristãs ... fez com que se reconhecessem os direitos familiares dos servos” (Georges Duby, op. cit., p. 16). “O cuidado pela salvação, particularmente agudo nas proximidades da morte, inclinava (os senhores) a ouvir a voz da Igreja, que, se não se levantava contra a servidão em si, fazia da libertação do escravo cristão uma obra de piedade por excelência” (Marc Bloch, “La Société Féodale”, p. 360). 3–O trabalho manual foi altamente dignificado “Por outro lado, concede-se ao trabalho manual muito mais valor, devido à orientação religiosa determinada pelo Cristianismo. Desde São Bento de Nursia o trabalho manual é um elemento essencial das regras monásticas” (Friedrich Heer, in “Historia de la Cultura Occidental”, p. 114). Mais. Quero atualizações instantâneas e gratuitas em meu email Postado por Luis Dufaur às 12:46 1 comentários Partilhar | Marcadores: Direito , escravidão , vassalagem Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links GPS do Agronegócio Batalha de Porto Alegre - Acidente com cubanos sacode o continente/ Papa Francisco/ Mapuches... Há 6 horas A Aparição de La Salette e suas Profecias Como reconheceremos o enviado de Deus para nos salvar? Há 2 dias Nobility and Analogous Traditional Elites January 9 – St. Adrian of Canterbury Há 2 dias Contos e lendas da Era Medieval A Ponte do Diabo de Thueyts Há 3 dias Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há uma semana Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há uma semana Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há uma semana Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há 2 semanas Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . quarta-feira, 20 de dezembro de 2017 Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs CRUZADAS CASTELOS CATEDRAIS HEROIS ORAÇÕES CONTOS CIDADE SIMBOLOS Postado por Luis Dufaur às 20:37 4 comentários Partilhar | Marcadores: Natal domingo, 17 de dezembro de 2017 Como um medieval via a liturgia da Missa Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Os capítulos que Guilherme Durand (séc. XIII) consagrou à explicação da Missa estão entre os mais surpreendentes de sua obra “Rational”. Eis aqui, por exemplo, como ele interpreta a primeira parte do Divino Sacrifício: “O canto grave e triste do Introito abre a cerimônia: ele exprime a espera dos Patriarcas e dos Profetas. O coro dos clérigos representa o coro dos Santos da Antiga Lei, que suspiram antes da vinda do Messias, que eles, entretanto não verão”. “O bispo entra, então, e ele aparece como a figura viva de Jesus Cristo. Sua chegada simboliza o aparecimento do Salvador, esperado das nações”. “Nas grandes festas leva-se diante dele sete tochas, para lembrar que, segundo a palavra do Profeta, os sete dons do Espírito Santo repousam sobre a cabeça do Filho de Deus. “Ele se adianta sob um pálio triunfal, do qual os quatro carregadores são comparados aos quatro Evangelistas. “Dois acólitos caminham à sua direita e à sua esquerda, e representam. Moisés e Elias, que se mostraram no Tabor dos dois lados de Nosso Senhor. Eles nos ensinam que Jesus tinha por Si a autoridade da Lei e a autoridade dos Profetas”. “O bispo senta-se em seu trono e permanece silencio. Ele parece não desempenhar nenhum papel na primeira parte da cerimônia. “Sua atitude contém um ensinamento: ela nos recorda pelo seu silêncio, que os primeiros anos da vida de Nosso Senhor se desenrolaram na obscuridade e no recolhimento”. “O Sub-Diácono, entretanto, dirige-se para a cátera, e, voltado para a direita, lê a Epístola em alta voz. Entrevemos aqui o primeiro ato do drama da Redenção. “A leitura da Epístola, é a pregação de São João Batista no deserto. Ele fala antes que o Salvador tenha começado a fazer ouvir Sua voz, mas ele não fala senão aos judeus. “Também o Sub-Diácono, imagem do Precursor, se volta para o norte, que é o lado da Antiga Lei. Quando a leitura termina, ele se inclina diante do bispo, como o Precursor se humilhou diante de Nosso Senhor”. “O canto do Gradual, que segue a leitura da Epístola, se reporta ainda à missão de São João Batista: ele simboliza as exortações à penitência que ele fez aos judeus, à espera dos tempos novos”. “Enfim, o Celebrante lê o Evangelho. Momento solene, porque é aqui que começa a vida pública do Messias, Sua palavra se faz ouvir pela primeira vez no mundo. A leitura do Evangelho é a figura de Sua pregação'. “O Credo segue o Evangelho, como a fé segue o anúncio da verdade. Os doze artigos do Credo se reportam à vocação dos doze Apóstolos”. “Quando o Credo termina, o bispo se levanta e fala ao povo. Escolhendo esse momento para instruir os fiéis, a Igreja quis lhes recordar o milagre de Sua expansão. “Ela lhes mostra como a verdade, recebida antes somente pelos doze Apóstolos, se espalhou em um instante, no mundo inteiro”. Tal é o senso místico que Guilherme Durand atribuiu à primeira parte da Missa. Depois dessa espécie de preâmbulo, ele chega à Paixão e ao Sacrifício da Cruz. Mas aqui, seus comentários tornam-se tão abundantes e seu simbolismo tão rico, que é impossível, por uma simples análise, dar uma ideia. É necessário que se vá ao original. Nós dissemos bastante, entretanto, para deixar entrever alguma coisa do gênio da Idade Média. Pode-se imaginar tudo que uma cerimônia religiosa continha de ensinamentos, de emoção e de vida para os cristãos século XIII. Um uso tão constante do simbolismo pode deixar estupefato alguém que não esteja familiarizado com a Idade Média. É preciso porém não fazer como fizeram os beneditinos do século XVIII, não ver ali senão um simples jogo de fantasia individual. Sem dúvida, tais interpretações não foram nunca aceitas como dogmas. Não obstante, é notável que elas quase nunca variam. Por exemplo, Guilherme Durand, no século XIII, atribui a estola o mesmo significado que Amalarius no século IX. Mas o que é mais interessante aqui, mais do que a explicação tomada em si, é o estado de espírito que ela supunha. E o desdém pelo concreto. é a convicção profunda de que, através de todas as coisas desse mundo se pode chegar ao espiritual, pode-se entrever Deus. Eis aqui o verdadeiro gênio da Idade Média. (Fonte: Emile Mâle, “L'Art Religieux du XIII Siècle en France”, Librairie Armand Colin, 1958, pag. 51) CRUZADAS CASTELOS CATEDRAIS HEROIS ORAÇÕES CONTOS CIDADE SIMBOLOS Postado por Luis Dufaur às 05:30 3 comentários Partilhar | Marcadores: clero , Igreja Católica , liturgia domingo, 10 de dezembro de 2017 A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Uma certa “lenda negra” visceralmente anti-medieval acostumava apresentar a Idade Média como uma era de retrocesso técnico. Essa visualização anti-histórica movida por um fundo anti-cristão não resiste mais à crítica científica. O Professor Raul Bernardo Vidal Pessolani, do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal Fluminens ‒ UFF, vem de publicar a respeito esclarecedora apresentação de Power Point. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: indústria , progresso , técnica domingo, 3 de dezembro de 2017 A Igreja enxotou os costumes depravados e criminosos Abadia de Royaumont, França Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Os padrões de moralidade foram modelados pela Igreja Católica. A moral entre os pagãos atingiu um fundo de poço. O grande filósofo grego Platão, por exemplo, ensinava a conduta monstruosa de que um doente, ou um incapacitado de trabalhar, devia ser morto. Na Roma antiga havia 30% a mais de homens do que de mulheres. As meninas e os varões deformados eram simplesmente abandonados. Os estóicos, seguidores de famosa escola filosófica de Atenas, propugnaram o suicídio para fugir da dor ou de frustrações emocionais. Algo parecido com as formas mais extremas de eutanásia que estão retornando hoje. Os romanos afundaram tanto na sensualidade, que até perderam o culto da deusa Castidade. As sacerdotisas vestais deviam manter aceso um fogo sagrado, porque eles acreditavam que quando esse fogo fosse extinto viria o fim de Roma. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: abadia , família , França , Igreja Católica , moral domingo, 26 de novembro de 2017 Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Castelo de Sully-sur-Loire, França Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O prof. Thomas Woods escreveu: “Durante os últimos cinquenta anos, virtualmente todos os historiadores da ciência [...] vêm concluindo que a Revolução Científica se deve à Igreja” (p. 4). Não é só devido ao ensino, mas pelo fato de a Igreja ter gerado cientistas como o Padre Nicolau Steno, pai da geologia. Padre Atanásio Kircher, pai da egiptologia. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 5 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , escola , igreja , indústria , invenções domingo, 19 de novembro de 2017 A Igreja não só contribuiu mas fez a civilização ocidental Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs O Prof. Thomas Woods conclui: 'A Igreja não apenas contribuiu para a civilização ocidental, mas Ela construiu essa civilização' (, How the Catholic Church built Western Civilization, Regnery Publishing Inc., Washington D. C., 2005, p. 219). 'Pensamento econômico, lei internacional, ciência, vida universitária, caridade, idéias religiosas, arte, moralidade — estes são os verdadeiros fundamentos de uma civilização, e no Ocidente cada um deles emergiu do coração da Igreja Católica' (p. 221). Woods constata que as escolas revolucionárias, que dizem ser a fonte da civilização, na realidade trabalharam pela sua demolição. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: arte , ciência , Civilização Cristã , falsos mitos domingo, 12 de novembro de 2017 Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Estudo de D. Grosseteste sobre a refração da luz, século XIII Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs continuação do post anterior: Nascimento e triunfo dos altos estudos A primeira metade do século XIV viu o trabalho científico de grandes pensadores. Inspirado em Duns Scot, William de Occam entendia que a filosofia só deveria tratar de temas sobre os quais ela pudesse obter um conhecimento real. Seus estudos em lógica levaram-no a defender o princípio hoje chamado de Navalha de Occam: se há várias explicações igualmente válidas para um fato, então devemos escolher a mais simples. Isso deveria levar a um declínio em debates infrutíferos e mover a filosofia natural em direção ao que hoje é considerado Ciência. Nessa altura, acadêmicos como Jean Buridan e Nicole d'Oresme começaram a questionar aspectos da mecânica aristotélica. Em particular, Buridan desenvolveu a teoria do ímpeto, que explicava o movimento de projéteis e foi o primeiro passo em direção ao moderno conceito de inércia. Buridan antecipou Isaac Newton quando escreveu: ...depois de deixar o braço do arremessador, o projétil seria movido por um ímpeto dado a ele pelo arremessador e continuaria a ser movido enquanto esse ímpeto permanecesse mais forte que a resistência. Esse movimento seria de duração infinita caso não fosse diminuído e corrompido por uma força contrária resistindo a ele, ou por algo inclinando o objeto para um movimento contrário. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 1 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , educação , mosteiro domingo, 5 de novembro de 2017 Nascimento e triunfo dos altos estudos Faculdade de Medicina de Salerno Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Por volta de 1150 são fundadas as primeiras universidades medievais – Bolonha (1088), Paris (1150) e Oxford (1167) — em 1500 já seriam mais de setenta. Esse foi efetivamente o ponto de partida para o modelo actual de universidade. Algumas dessas instituições recebiam da Igreja ou de Reis o título de Studium Generale. e eram consideradas os locais de ensino mais prestigiados da Europa, seus acadêmicos eram encorajados a partilhar documentos e dar cursos em outros institutos por todo o continente. Tratando-se não apenas de instituições de ensino, as universidades medievais eram também locais de pesquisa e produção do saber, além de focos de vigorosos debates e muitas polêmicas. Isso também ficou claro nas crises em que estas instituições estiveram envolvidas e pelas intervenções que sofreram do poder real e eclesiástico. A filosofia natural estudada nas faculdades de Arte dessas instituições tratava do estudo objetivo da natureza e do universo físico. Esse era um campo independente e separado da teologia. entendido como uma área de estudo essencial em si mesma, bem como um fundamento para a obtenção de outros saberes. Influxo decisivo das ordens religiosas Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , educação , Universidade domingo, 29 de outubro de 2017 Abadias: hotéis gratuitos para peregrinos, viajantes e pobres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Pela regra de São Bento, os frades deviam dar esmolas e hospitalidade ao necessitado, como se este fosse um outro Cristo. Por isso os mosteiros serviam de hospedagens gratuitas, seguras e honestas para viajantes, peregrinos e pobres. Não somente os monges recebiam a todos, mas em alguns casos iam à sua procura. O hospital monástico de Aubrac tocava um sino especial à noite, para orientar os viajantes perdidos no bosque. A cidade de Copenhague, na Dinamarca, nasceu em torno de um mosteiro estabelecido pelo bispo Absalon, para socorrer os náufragos. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: hospital , mosteiro , saúde domingo, 22 de outubro de 2017 Os mosteiros medievais resgataram e transmitiram o saber da Antiguidade Saladino incendeia uma cidade, Chroniques de Guilhaume de Tyr, BNF. O Islã foi um dos máximos destruidores da cultura antiga. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs “Se acreditarmos nos manuais, os de ontem e mais ainda nos de hoje, a herança da Grécia e de Roma foi completamente ignorada no nosso mundo ocidental, desde a queda do Império Romano até a Renascença: mil anos de obscurantismo! “Afirma-se, no mesmo embalo, que os autores de Antiguidade não foram conhecidos senão por intermédio dos Árabes, únicos capazes de explorar e transmitir essa cultura que nossos clérigos menosprezavam. “Esses livros falam a vontade dos sábios e dos tradutores de Toledo que no tempo dos califas de Córdoba teriam estudado e teriam tornado conhecidos os autores antigos. “Mas, eles se esquecem de lembrar que essa cidade episcopal, como muitas outras, e numerosos mosteiros, já no tempo dos reis bárbaros, e bem antes da ocupação muçulmana, era um grande centro de vida intelectual totalmente penetrado pela cultura antiga. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: Antiguidade , árabes , cultura , educação , falsos mitos , Islã , mosteiro , Universidade domingo, 15 de outubro de 2017 São Tomás: as vias da perfeição e da ordem do universo para provar que Deus existe S.Tomás de Aquino (entre Platão e Aristóteles) esmaga Averroes. Benozzo Gozzoli. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs QUARTA VIA: OS DIFERENTES GRAUS DE PERFEIÇÃO Vemos que todas as coisas possuem qualidades: beleza, cor, doçura, etc. E vemos que é necessário que haja em algum lugar algum ser que possua essas qualidades na perfeição. Procuramos o quadro perfeito, a rosa perfeita, a bebida perfeita, o amigo perfeito, etc. Esse ser perfeito é uma necessidade. E o ser supremamente perfeito que tem em si todas as qualidades é Deus. Explica São Tomás (“Suma Teológica”, I 2,3): “A quarta via considera os graus de perfeição que há nos seres. “Vemos nos outros seres que uns são mais ou menos bons, verdadeiros e nobres do que outros, e o mesmo acontece com as diferentes qualidades. “Mas, o mais e menos se atribui às coisas segundo a sua diferente proximidade do máximo, e por isto se diz que uma coisa está tanto mais quente quanto mais se aproxima do calor máximo. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: filosofia , São Tomás de Aquino , teologia domingo, 8 de outubro de 2017 Invenções e instituições criadas na época medieval Mestre relogeiro. Jean Suso, 'L'horloge de la Sapience', século XV. BnF, français 455, folio 4 Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Se há algo de espantar na Idade Média é a vertiginosa multiplicação de novas instituições e realizações materiais. Uma das mais incríveis para os antigos foi a criação dos hospitais. Hoje nós achamos que é a coisa mais natural do mundo. Tão natural que, se não existissem, os homens clamariam em altas vozes pela sua criação. Mas nada de semelhante existiu na Antiguidade e nem mesmo nas civilizações pagãs mais requintadas. O doente ficava entregue a si mesmo, a curas caseiras e, para os mais ricos, o recurso a médicos que mais pareciam com aprendizes ou pais de superstição. Um início de racionalização da medicina aconteceu na Grécia. Mas faltava de todo a caridade cristã, única capaz de levar homens e mulheres a sacrificar suas vidas pelos doentes. Foi este sacrifício que fizeram as Ordens religiosas masculinas e femininas que assumiram os cuidados dos doentes e o desenvolvimento da medicina. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 15 comentários Partilhar | Marcadores: arte , hospital , progresso , saúde , técnica domingo, 1 de outubro de 2017 Criação das universidades na época medieval Universidade de Cambridge, Inglaterra Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Muitos ainda repetem o velho “chavão” de que a Idade Média foi uma época de trevas, ignorância, superstição e repressão intelectual. Mas não é preciso ir muito longe para verificar o contrário. Basta considerar uma das máximas realizações medievais: as universidades. Aliás, foi um aporte exclusivo à História. Nem Grécia ou Roma conheceram algo parecido. A Cátedra de Pedro foi a maior e mais decidida protetora das universidades. O diploma de mestre, outorgado por universidades como as de Bolonha, Oxford e Paris, dava direito a ensinar em todo o mundo. Gregório IX aprova os Decretais , Rafael, Stanza della Segnatura, Roma A primeira que ganhou este poder foi a de Toulouse, na França, das mãos do Papa Gregório IX, em 1233. A Igreja protegeu os universitários com os benefícios do clero. Os estudantes da Sorbonne dispunham de um tribunal especial para ouvir suas causas. Na bula Parens Scientiarum, Gregório IX confirmou à Universidade de Paris o direito a um governo autônomo e a fixar suas próprias regras, cursos e estudos. Também a emancipou da tutela dos bispos e ratificou o direito à cessatio — a greve das aulas — se os seus membros fossem objeto de abusos, como aluguéis extorsivos, injúrias, mutilação e prisão ilegal. Os Papas intervinham com força, a fim de que os professores fossem pagos dignamente. Completados os estudos, o novo mestre era oficialmente investido. Em Paris, isso ocorria na igreja de Santa Genoveva, padroeira da cidade. O novo mestre ajoelhava-se diante do vice-chanceler da Universidade, que pronunciava esta bela fórmula: 'Eu, pela autoridade com que fui revestido pelos Apóstolos Pedro e Paulo, vos concedo a licença de ensinar, comentar, disputar, determinar e exercer outros atos magisteriais seja na Faculdade de Artes de Paris, seja em qualquer outra parte, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amem” . Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 3 comentários Partilhar | Marcadores: cultura , educação , Papas , Universidade domingo, 24 de setembro de 2017 Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Hospital de Beaune, França Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs As ordens militares, fundadas durante as Cruzadas, criaram hospitais por toda a Europa. A Ordem dos Cavaleiros de São João (ou Hospitalários, que deu origem à Ordem de Malta) criou um hospital em Jerusalém por volta de 1113. João de Würzburg, sacerdote alemão, ficou pasmo com o que viu ali. 'A casa — escreveu ele — alimenta tantos indivíduos fora dela quanto dentro, e dá um tão grande número de esmolas aos pobres, seja os que chegam até a porta, seja os que ficam do lado de fora, que certamente o total das despesas não pode ser contado, nem sequer pelos administradores e dispensários da casa'. (p. 178) As citações deste post são do livro do prof. Thomas E. Woods, Jr. Ph. D., “How the Catholic Church built Western Civilization”, Regnery Publishing Inc., Washington D. C., 2005, 280 págs. Esse livro foi publicado no Brasil com o título “Como a Igreja construiu a Civilização Ocidental”, editora Quadrante, SP, 2008, 222 págs. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 4 comentários Partilhar | Marcadores: caridade , hospital , invenções , mosteiro , ordem cavalaria , saúde Postagens mais antigas Página inicial Assinar: Postagens (Atom) Outras formas de visualizar o blog: Receba gratis em seu email Digite seu email: Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um Primeiro mito: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia . Veja a refutação. Segundo mito: Na Idade Média o regime era de opressão . Veja a refutação. Terceiro mito: A Igreja é o ópio do povo . Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação. Quarto mito: Na Idade Média havia regime de escravidão . Veja a refutação. Quinto mito: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu . Veja a refutação . Sexto mito: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação. Pesquisar este blog Seguidores Leão XIII: na Idade Média a filosofia do Evangelho governava os Estados “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados . “Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. “ Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados . “Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. “Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda a expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer ”. (Fonte: S.S. Leão XIII, Encíclica “Immortale Dei”, de 1º-XI-1885, 'Bonne Presse', Paris, vol. II, p. 39). Leão XIII: a Civilização Cristã realizou o ideal de perfeição social Operada a Redenção e fundada a Igreja, “como que despertando de antiga, longa e mortal letargia, o homem percebeu a luz da verdade, que tinha procurado e desejado em vão durante tantos séculos. reconheceu sobretudo que tinha nascido para bens muito mais altos e muito mais magníficos do que os bens frágeis e perecíveis que são atingidos pelos sentidos, e em torno dos quais tinha até então circunscrito seus pensamentos e suas preocupações. “Compreendeu ele que toda a constituição da vida humana, a lei suprema, o fim a que tudo se deve sujeitar, é que, vindos de Deus, um dia devamos retornar a Ele. “Desta fonte, sobre este fundamento, viu-se renascer a consciência da dignidade humana. o sentimento de que a fraternidade social é necessária fez então pulsar os corações. em conseqüência, os direitos e deveres atingiram sua perfeição, ou se fixaram integralmente, e, ao mesmo tempo, em diversos pontos, se expandiram virtudes tais, como a filosofia dos antigos sequer pôde jamais imaginar. “Por isto, os desígnios dos homens, a conduta da vida, os costumes tomaram outro rumo. E, quando o conhecimento do Redentor se espalhou ao longe, quando sua virtude penetrou até os veios íntimos da sociedade, dissipando as trevas e os vícios da antigüidade, então se operou aquela transformação que, na era da Civilização Cristã, mudou inteiramente a face da terra”. Leão XIII Encíclica “Tametsi futura prospiscientibus”, I-XI-1900. Invenções, progresso, ciência e técnicas medievais Alguns grandes nomes da ciência medieval Na Idade Média nasceu a ciência logicamente sistematizada Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Na Idade Média, a Europa encheu-se de escritores, artistas, monumentos e invenções Os hospitais: frutos da caridade desconhecidos antes da Idade Média Universidades e catedrais francesas: farois da cultura medieval Invenção “sui generis” de um monge e Papa: o zero Idade Média: era de grandes descobertas geográficas Historiadores recusam os mitos anti-católicos e anti-medievais Os mosteiros levaram a agricultura a patamar nunca visto Descobertas grandes e surpreendentes Castelos, abadias e aldeias medievais integradas com a natureza. Exemplo dos queijos e cervejas de Chimay Melhores vinhos modernos: herança das abadias medievais Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo Ordenadas pela lógica floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia Nascimento e triunfo dos altos estudos A minúscula carolíngia mudou o rumo da cultura e da alfabetização Convite aos fiéis a aprofundar racionalmente as verdades da fé Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa A revolução industrial da Idade Média: os surpreendentes planos de Villard de Honnecourt A movimentada vida dos engenheiros medievais A Idade Média à procura do Movimento Perpétuo para resolver o problema da energia Energia industrial para invenções e “gadgets” em plena era medieval A geometria a serviço do arquiteto medieval Conhecimentos industriais e científicos da Antiguidade cuidadosamente aproveitados Os mestres medievais autores de inventos atribuídos a Leonardo da Vinci O relógio astronômico do Ocidente nasceu na Idade Média Um abade na ponta da tecnologia: Dom Richard Wallingford Uma vocação familiar para relógios nunca antes sonhados: os Dondi Monges inventores de tecnologias logo comunicadas a todos Idade Média: ingenuidade ou entendimento superior das coisas? O monasticismo católico e a restauração da fé, da cultura e das ciências A Idade Média achava que a Terra era plana? Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? O sistema universitário medieval: o oposto do conhecimento fragmentário hodierno 'Caso Galileu': manipulação revolucionária para abalar a hierarquia medieval das ciências Sob o Catolicismo as ciências progrediram mais que em qualquer outra civilização Invenções e instituições criadas na época medieval A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico São Pio X: a Civilização é tanto mais fecunda, quanto mais cristã “A civilização do mundo é a Civilização Cristã, tanto mais verdadeira, mais duradoura, mais fecunda em frutos preciosos, quanto é mais autenticamente cristã”. Encíclica “Il fermo proposito”, ASS, vol. 37 (1905) p. 745. Pio XII: a Idade Média foi uma era de admirável devoção a Nossa Senhora “A Idade Média, que, notadamente com São Bernardo, cantou a glória de Maria e lhe celebrou os mistérios, viu a admirável eflorescência das vossas catedrais dedicadas a Nossa Senhora: Le Puy, Reims, Amiens, Paris e tantas outras... “Essa glória da Imaculada anunciam-na elas de longe pelas suas flechas esbeltas, fazem-na resplandecer na pura luz dos seus vitrais e na harmoniosa beleza das suas estátuas. atestam elas sobretudo a fé de um povo a se alçar acima de si mesmo num surto magnífico, para erguer no céu da França a homenagem permanente da sua piedade mariana. “Nas cidades e nos campos, no topo das colinas ou dominando o mar, os santuários consagrados a Maria humildes capelas ou esplêndidas basílicas cobriram pouco a pouco o país com a sua sombra tutelar. “Neles, príncipes, pastores e fiéis inúmeros afluíram, ao longo dos séculos, para a Virgem santa, a quem saudaram com os títulos mais expressivos da sua confiança ou da sua gratidão. “Admirável ladainha de invocações, cuja enumeração jamais acabada narra, de província em província, os benefícios que a Mãe de Deus tem derramado, no correr dos tempos, sobre a terra da França.” Carta Encíclica “Le Pelèrinage de Lourdes”, 2 de julho de 1957 João Paulo II: a civilização européia é filha da Idade Média “Nós somos ainda os herdeiros de longos séculos nos quais se formou na Europa uma Civilização inspirada pelo cristianismo. (...) Na Idade Média, com certa coesão do continente inteiro, a Europa constrói uma Civilização luminosa da qual permanecem muitos testemunhos” (Discurso à CEE, Bruxelas, 21-5-1985) Bento XVI: Idade Média, idade de fé profunda que inspirou as mais altas obras de arte e civilização “A fé cristã, profundamente arraigada nos homens e nas mulheres destes séculos, não deu origem somente a obras-primas da literatura teológica, do pensamento e da fé. Ela inspirou também uma das criações artísticas mais elevadas da civilização universal: as catedrais, verdadeira glória da Idade Média cristã. Com efeito, durante cerca de três séculos, a partir do início do século XI, assistiu-se na Europa a um ardor artístico extraordinário. Vários fatores contribuíram para este renascimento da arquitetura religiosa. Em primeiro lugar, condições históricas mais favoráveis, como uma maior segurança política, acompanhada por um aumento constante da população e pelo progressivo desenvolvimento das cidades, dos intercâmbios e da riqueza. Porém, foi principalmente graças ao ardor e ao zelo espiritual do monaquismo em plena expansão que foram construídas igrejas abaciais, onde a liturgia podia ser celebrada com dignidade e solenidade, e os fiéis podiam deter-se em oração, atraídos pela veneração das relíquias dos santos, meta de peregrinações incessantes. (S.S. Bento XVI, Audiência Geral de 18.11. 2009). São Pio X: trata-se de restaurar incessantemente a Civilização Cristã “Não se deve inventar a Civilização, nem se deve construir nas nuvens a nova sociedade. Ela existiu e existe: é a Civilização Cristã, é a sociedade católica. Não se trata senão de a instaurar e restaurar incessantemente nas suas bases naturais e divinas, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade: Omnia instaurare in Christo (Ef. I, 10)”. Carta Apostólica “Notre Charge Apostolique”, 25-8-1910, p. 612. Receba em seu email Digite seu email: Jacques Heers, prof. da Sorbonne: lenda revolucionária denigra Idade Média “Na visão da Idade Média divulgada pelos historiadores e escritores de dois séculos para cá, medieval, feudal, senhorial constituem, ainda mesmo em nossos dias, insultos ou injúrias, como resultado de uma legenda urdida a partir do século XVIII e sabiamente orquestrada pelos revolucionários franceses de 1789, pelos bonzos da História e, sobretudo pelos mestres do ensino público ”. Jacques Heers, diretor do Departamento de Estudos Medievais da Universidade de Paris-Sorbonne IV, “Le Moyen Age, une Imposture - Vérités et Légendes” , Perrin, Paris, 1993. Prof. Roberto de Mattei: a “lenda negra” sobre a Idade Média ruiu definitivamente “A ‘lenda negra’ sobre a Idade Média, que a historiografia marxista relançara, ruiu definitivamente e nenhum historiador sério aceitaria hoje considerar a Idade Média como um parênteses de barbárie negra. “A expressão Idade Média perdeu qualquer caracterização semântica de sinal negativo, para indicar simplesmente a época histórica em que toda a sociedade, nas suas instituições, leis e costumes, se deixou plasmar pela Igreja Católica. “Por isso, Bento XV define a Europa medieval como uma Civilização homogénea, dirigida pela Igreja, e Pio XII afirma que ‘é justo reconhecer à Idade Média e à sua mentalidade uma nota de autêntica catolicidade: a certeza indiscutível de que a religião e a vida formam, na unidade, um todo indissolúvel’”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Prof. Rodney Stark: o mito da “Idade Média ‒ Era das Trevas” não resiste mais à crítica “A idéia de que a Europa caiu na Era das Trevas é um boato espalhado por intelectuais anti-religiosos, amarguradamente anti-católicos do século XVIII que estavam decididos a afirmar a superioridade cultural do seu próprio tempo, e que engrossavam sua pretensão denegrindo os séculos passados como — nas palavras de Voltaire — uma época em que a 'barbárie, a superstição e a ignorância cobriram a face do mundo.' “Afirmações como essas foram repetidas tão freqüentemente e tão unanimemente que, até muito recentemente, dicionários e enciclopédias aceitaram a 'Era das Trevas' como um fato histórico. “Alguns escritores até pareciam sugerir que o povo vivendo, digamos, no século IX, descrevia seu próprio tempo como sendo de atraso e superstição. “Afortunadamente, nos últimos anos estes pontos de vista ficaram tão completamente desacreditados que até alguns dicionários e enciclopédias começaram a se referir à noção de 'Era das Trevas' como sendo um mito .” (Fonte: Rodney Stark, “A Vitória da Razão”, Random House, New York, 2005). Plinio Corrêa de Oliveira e a cavalaria A cavalaria é uma fraternidade de almas cheias de lealdade e de honra. (29/5/74). A cavalaria era uma grande fraternidade universal de homens que queriam a luta pela Igreja Católica. Eles queriam realizar um certo tipo humano, e eram movidos por um certo espírito comum. (8/4/73). Cavaleiro é o homem que passa pelo caminho terrível do sacrifício por um fim superior. A história das Ordens de Cavalaria foi a síntese da História da Idade Média. Vitorioso no auge da catástrofe: nessa definição a palavra cavaleiro toma seu significado. No Brasil, “néscios” ainda reptem “tolices” como a “Idade Média tempo de ignorância e barbárie' “No Brasil, a Idade Média ainda é citada por muitos néscios como um tempo de ignorância e barbárie, um tempo vazio, um tempo em que a Igreja escondeu os conhecimentos que naufragaram com o fim do Império Romano para dominar o “povo”. “Nesse movimento consciente e ideológico em direção às trevas, o clero teve como aliado principal a nobreza feudal. “Juntos, nobreza e clero governaram com coturnos sinistros e malévolos todo o ocidente medieval, que permaneceu assim envolto em uma escuridão de mil anos, soterrado, amedrontado e preso a terra num trabalho servil humilhante. “Quem ainda acredita piamente nesse amontoado de tolices ...” (Fonte: Ricardo da Costa, Prof. Adjunto de História Medieval da Universidade Federal do Espírito Santo). De Mattei: espírito anti-católico forjou a falsa “lenda negra” sobre a Idade Média A origem da expressão Idade Média e do respectivo conceito liga-se a uma visão historiográfica que pretendia caracterizar todo um milénio de História ocidental como uma longa 'noite', tenebroso parênteses entre a 'luz' do mundo pagão e o 'renascimento' da idade moderna. tal concepção, já presente em Petrarca e no humanismo italiano, seria adpotada pelos iluministas no século XVIII. Desta forma, como observa Eugénio Garin, 'O contraste entre idade escura e renascimento iluminante alimentaria uma polémica de quase quatro centúrias, do século XIV ao XVIII, ligando de forma ideal o Humanismo ao Iluminismo'. Toda a sociedade medieval se conformava harmonicamente com a ordem natural estabelecida pelo próprio Deus ao criar o universo e com a ordem sobrenatural inaugurada com a Redenção e inspirada pela Igreja. Esta foi a grande civilização que emergiu lenta mas vigorosamente do caos da era bárbara, sob o influxo das energias naturais e sobrenaturais dos povos baptizados e ordenados a Cristo. “A conversão dos povos ocidentais –escreveu Plínio Corrêa de Oliveira– não foi um fenómeno de superfície. O germen da vida sobrenatural penetrou no proprio âmago da sua alma, e foi paulatinamente configurando à semelhança de Nosso Senhor Jesus Cristo o espírito outrora rude, lascivo e supersticioso das tribos bárbaras. A sociedade sobrenatural –a Igreja– estendeu assim sobre toda a Europa a sua contextura hierárquica, e desde as brumas da Escócia até às encostas do Vesúvio foram florindo as dioceses, os mosteiros, as igrejas catedrais, conventuais ou paroquiais, e, em torno delas, os rebanhos de Cristo. (...) Nasceram por essas energias humanas vitalizadas pela graça, os reinos e as estirpes fidalgas, os costumes corteses e as leis justas, as corporações e a cavalaria, a escolástica e as universidades, o estilo gótico e o canto dos menestreis”. “O Cruzado do Século XX”, editora Civilização, 1996, cap. IV, nº2. Causas da crise medieval e da decadência do mundo segundo os Papas Quais foram as causas da decadência da civilização medieval? Leão XIII na Encíclica Immortale Dei escreve que 'o funesto e deplorável espírito de novidade suscitado no século XVI, começou por convulsionar a religião, passou depois naturalmente desta ao campo filosófico, e em seguida a todas as ordens do Estado'. O âmbito religioso, juntamente com o intelectual e o político-social, são os três campos atingidos pelo processo de dissolução que o Papa denomina 'Direito novo'. Trata-se de um 'inimigo' declarado da Igreja e da Cristandade, o qual por sua vez foi descrito por Pio XII nos seguintes termos: “Ele encontra-se em toda a parte e no meio de todos: sabe ser violento e astuto. Nestes últimos séculos tentou realizar a desagregação intelectual, moral e social da unidade no organismo misterioso de Cristo. Ele quis a natureza sem a graça, a razão sem a fé. a liberdade sem a autoridade. às vezes a autoridade sem a liberdade. É um 'inimigo' que se tornou cada vez mais concreto, com uma ausência de escrúpulos que ainda surpreende: Cristo sim, a Igreja não! Depois: Deus sim, Cristo não! Finalmente o grito ímpio: Deus está morto. e, até, Deus jamais existiu. E eis, agora, a tentativa de edificar a estrutura do mundo sobre bases que não hesitamos em indicar como principais responsáveis pela ameaça que pesa sobre a humanidade: uma economia sem Deus, um direito sem Deus, uma política sem Deus”. (Pio XII, Discurso “Nel contemplare”, 12-10-1952, Discorsi e Radiomessaggi, vol. XIV, p. 359.) Links A Aparição de La Salette e suas Profecias Como reconheceremos o enviado de Deus para nos salvar? Há 4 horas Nobility and Analogous Traditional Elites January 9 – St. Adrian of Canterbury Há 5 horas GPS do Agronegócio E ainda há gente culpando os produtores rurais! Há 16 horas Contos e lendas da Era Medieval A Ponte do Diabo de Thueyts Há um dia Catedrais Medievais O ódio ao gótico é ódio à Igreja Católica Há 5 dias Ciência confirma a Igreja Os nomes do Zodíaco: indício da união inicial dos homens e de sua posterior dispersão? Há uma semana Orações e milagres medievais O que falavam a mula e o boi há dois mil anos – Conto de Natal Há uma semana Blog da Família A multiforme inspiração do Espírito Santo nos panetones e bolos de Natal Há uma semana Heróis medievais Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Há 2 semanas As Cruzadas Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! 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na voz de um Papa contemporâneo Vídeo: Cluny completou 1100 anos Cluny e a origem da arte gótica Cluny comemorou 1.100 anos envolto numa aura de veneração Cluny, a Jerusalém celeste encarnada Os mosteiros na Idade Média Cluny: o “exército do Senhor” Cluny: o “fasto” e a “hierarquia angélica” Cluny, monges-guerreiros e “anjos do Apocalipse” Cluny, como viviam os monges São Bernardo: reação para segurar a queda de Cluny A decadência de Cluny e o ocaso da Cristandade medieval Santo Odon: resplandecente abade de Cluny Santo Odilon, modelo das virtudes cluniacenses Post mais lidos em todos os tempos Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPC... 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Torneio para comemorar a reedificação do castelo de Windsor Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs ... Cluny: 'alma da Idade Média' ‒ III. Contribuições para o progresso temporal: celeiro, moinho e outras invenções Antigo celeiro de Cluny, andar superior. Hoje é museu Sobre os prédios de Cluny ( celeiro, torres, fachada, etc.) ver também: Abadia... Nobreza: segunda classe da epoca medieval A nobreza era a classe militar Na época medieval, a nobreza era a classe militar, obrigada a lutar em tempo de guerra. Formava por iss... A Cristandade medieval instaurou a paz de Cristo na Europa A sagração dos reis da França: um dos pontos altos da suavização dos costumes na Idade Média Luis Dufaur Escritor, jornalista, co... Papas, santos e doutores mostram o que é o Islã, Maomé e o Corão Papas, santos e doutores: o que é o Islã, Maomé e o Corão? São Tomás de Aquino: no islamismo acreditaram homens animalizados, ignorantes da doutrina divina, que obrigaram os outros pela violência das armas São João Bosco: Quem foi Maomé? São João Bosco: O que ensinam o islamismo, Maomé e o Corão? Santo Afonso Maria de Ligório: O islamismo não pode ser verdadeiro São Francisco Xavier: peste grosseira e escravizadora que vive na ignorância de seus dogmas São João Damasceno, Doutor da Igreja: Maomé, falso profeta, excogitou nova heresia eriçada de coisas ridículas São Francisco de Assis: é de acordo com a Justiça combater os muçulmanos Santa Teresinha do Menino Jesus: “Com que alegria teria partido para combater os hereges nas Cruzadas” Abismais incompatibilidades entre Maomé e Jesus Papa São Gregório VII, alma inspiradora das Cruzadas Bem-aventurado Papa Urbano II: Sermão da Cruzada, Clermont-Ferrand, 27.11.1095 (versão mais completa) Papa Pascoal II comemora a conquista de Jerusalém e exorta a reforçar a Cruzada Beato Eugênio III Papa: Convocação da II Cruzada - Bula “Quantum predecessores” Papa Gregório VIII: “A misericórdia celeste pode trocar os dias da vitória muçulmana em dias de humilhação” Papa São Pio V: cartas incitando os Reis católicos a combater contra os muçulmanos Papa Bento XIV: “muçulmanos, os piores entre os celerados” Mais lidas nesta semana O Clero, primeira classe da sociedade medieval A via da Verdade. Via Veritatis, Andrea da Firenze. Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, s... De escravos antigos a servos da gleba: transição para o homem livre Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs U... O “Bolo dos Reis” Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs No... A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Uma... Como um medieval via a liturgia da Missa Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs ... Santo Natal e Feliz Ano Novo 2018! Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs ... 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Santa Joana d'Arc: o julgamento iníquo e a epopeia da heroina santa Santa Joana d’Arc Epopeia que entra no século XXI A epopeia gloriosa de Santa Joana d’Arc Tribunal tenta enganar a heroína Missão profética da Donzela de Orleans Uma donzela que desfez o melhor exército da época Sagração do rei em Reims Juízes venais, filosoficamente igualitários, condenam a santa A virgem guerreira na fogueira O grande retorno da heroína santa Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (1) Santa Joana d’Arc, Guerreira do Altíssimo (2) O modo de estudar, segundo Santo Tomás de Aquino “Já que me pediste, frei João ‒ irmão, para mim, caríssimo em Cristo ‒, que te indicasse o modo como se deve proceder para ir adquirindo o tesouro do conhecimento, devo dar-te a seguinte indicação: deves optar pelos riachos e não por entrar imediatamente no mar, pois o difícil deve ser atingido a partir do fácil. E, assim, eis o que te aconselho sobre como deve ser tua vida: “1. Exorto-te a ser tardo para falar e lento para ir ao locutório. “2. Abraça a pureza de consciência. “3. Não deixes de aplicar-te à oração. “4. Ama freqüentar tua cela, se queres ser conduzido à adega do vinho da sabedoria. “5. Mostra-te amável com todos, ou, pelo menos, esforça-te nesse sentido. mas, com ninguém permitas excesso de familiaridades, pois a excessiva familiaridade produz o desprezo e suscita ocasiões de atraso no estudo. “6. Não te metas em questões e ditos mundanos. “7. Evita, sobretudo, a dispersão intelectual. “8. Não descuides do seguimento do exemplo dos homens santos e honrados. “9. Não atentes a quem disse, mas ao que é dito com razão e isto, confia-o à memória. “10. Faz por entender o que lês e por certificar-te do que for duvidoso. “11. Esforça-te por abastecer o depósito de tua mente, como quem anseia por encher o máximo possível um cântaro. “12. Não busques o que está acima de teu alcance. “13. Segue as pegadas daquele santo Domingos que, enquanto teve vida, produziu folhas, flores e frutos na vinha do Senhor dos exércitos. “Se seguires estes conselhos, poderás atingir o que queres.”



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David está ali para prová-lo. Eliseu procura na música um estímulo para a inspiração profética. o Apocalipse nos abre os Céus e para mostrá-los cheios de cânticos e de música”. (Fonte: Edgar de Bruyne, “L’esthétique musicale”, Albin Michel, Paris, 1998). Abade Suger: não poupar arte nem riqueza no culto sagrado “Nada será suficientemente precioso, belo e esplêndido para conter as Sagradas Espécies. “Os cristãos no poderiam ornar com pedras preciosas os cálices de ouro que contêm o sangue de Cristo? “A beleza da casa de Deus deve dar aos fiéis um antegosto da beleza do Céu. “Por meio do deleite da beleza material, nós podemos ser levados à fruição espiritual da beleza suprema”. Mais A CAVALARIA A CAVALARIA O que foi a Cavalaria medieval? O título de ‘cavaleiro’ e o de membro da Cavalaria A Cavalaria: ideal das almas propulsoras na Idade Média O que era o cavaleiro medieval: um ideal de honra, uma espécie de sacerdocio militar Hierarquia e símbolos na Cavalaria Como se entrava na Cavalaria? Como começou a Cavalaria medieval? O ideal da Cavalaria em ação nas Cruzadas Cavalaria e Cruzadas: defesa da Igreja e da justiça O cavaleiro, braço armado da Santa Igreja A Igreja modelando o ideal do cavaleiro Fidelidade ao senhor feudal, fidelidade a Deus A Cavalaria se estruturou orgánicamente Quem podia entrar na Cavalaria? Como era a cerimônia de entrada na Cavalaria? O cerimonial litúrgico da investidura do cavaleiro A degradação do cavaleiro Os dez mandamentos, ou código, da Cavalaria O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 1 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 2 O quê significavam os “dez mandamentos” da Cavalaria – 3 São Vast: bispo do fogo divino Segundo o bem-aventurado Jacques de Voragine o nome Vast viria de ‘voeh distans’, ou ‘desgraça eterna’. Pois, os precitos gemem sem cessar: “Desgraça para nós porque ofendemos a Deus! Desgraça porque obedecemos ao demônio! Desgraça porque não podemos mais morrer! Desgraça por sermos tão terrivelmente atormentados! Desgraça porque não sairemos mais do inferno! » São Vast foi sagrado bispo de Arras por São Remígio. Quando ele chegou à porta da cidade, encontrou dois pobres que pediam esmola. Um era cego e o outro mancava. Então lhes disse: “eu não tenho nem ouro nem prata, mas aquilo que eu tenho eu vos dou”. A continuação ele elevou uma oração e curou-os, a um e outro. Um lobo tinha montado sua toca numa igreja abandonada e invadida pelo mato. Vast ordenou-lhe que saísse e não ousasse mais voltar. E assim aconteceu. (na imagem aos pés do santo) No fim de sua vida, após converter um grande número de pessoas com suas palavras e com suas obras, no quadragésimo ano de seu episcopado, ele viu uma coluna de fogo que descia do céu até sua casa. Ele compreendeu então que seu fim aproximava-se. Pouco tempo depois, ele morreu em paz, no ano do Senhor 550. Hugo de São Vítor: a fé é o navio seguro em meio ao naufrágio do mundo “Todo este mundo é como um dilúvio, porque todas as coisas, à semelhança das águas, correm flutuando por eventos incertos. “A verdadeira fé não promete coisas transitórias, mas eternas, e levanta a alma por cima das ondas, tirando-a da cobiça deste mundo às coisas do alto. “Ela pode então ser levada pelas águas, mas não pode ser inteiramente submergida. “Quem não acredita nas coisas eternas, e só apetece as transitórias, debate-se entre ondas como um náufrago que o ímpeto das águas vai engolindo. “Quem acredita nas coisas eternas, mas ama as coisas transitórias, afunda perto de um navio. “Quem crê nos bens eternos e os ama fica dentro do navio e atravessa seguro as ondas do mar revolto. “Quem, pelo desejo da fé não abandona o navio, ainda que no meio das ondas, imita a estabilidade da terra”. (Autor: Hugo de São Vitor , “A substância do amor”, Inst. in Decalogum Legis Dominicae ) Carta de Alcuíno (730-804) abade de York, ao imperador Carlos Magno: “Uma nova Atenas será criada por nós na França. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serão mais do que enriquecidos sete vezes com a plenitude do Espírito Santo e deixarão na sombra toda a dignidade da sabedoria mundana dos antigos” . (Fonte: Thomas Woods, “How the Catholic Church built Western Civilization”, Washington, 2005). São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja 'Calar-se face aos maus não é mansidão. 'A mansidão vai contra a ira e as fúrias, não para que o homem nunca se encolerize, mas para que o faça onde e quando deve. 'Por isso tem cara de homem e cara de leão. 'Algumas vezes se considera manso o homem que cala enquanto outro peca. Isso não é mansidão! 'Escuta: diz-se de Jesus que 'conturbou-se e fez um chicote de cordas'. 'Lê-se no Livro Primeiro dos Macabeus: 'Infeliz de mim! Por que nasci para ver a ruína de minha pátria e de meus santos?' 'Por onde se vê que Cristo é cordeiro e leão. São Boaventura (1221-1274), Doutor da Igreja, em Comentários sobre o Hexaemeron - Quinto Comentário, nº 8). Fonte: CATOLICISMO Beato Urbano II: do sermão da Cruzada (27 -11-1095) “Ó irmãos amadíssimos, hoje em nós manifestou-se o que o Senhor diz no Evangelho: “Onde dois ou três estarão reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”. “Se o Senhor Deus não tivesse inspirado vossos pensamentos, vossa voz não teria sido unânime. foi Deus que inspirou vossos corações. “Seja, pois, esta vossa voz, o vosso grito de guerra, posto que vem de Deus. Quando fores ao ataque dos belicosos inimigos, seja este o grito unânime de todos os soldados de Deus: “Deus o quer! Deus o quer!” Texto completo São Remígio, arcebispo de Reims O nome Remígio significa “pastor que combate” e apaziguador da terra. São Remígio lutou contra o diabo com o escudo da fé, a espada da palavra de Deus e a armadura da esperança. Sua nascença foi predita por um ermitão cego. Desde cedo, Remígio abandonou o mundo e encerrou-se num claustro. Sua reputação crescia, e quando tinha 22 anos, foi aclamado pelo povo para ser arcebispo de Reims. Naqueles tempos, Clóvis era rei da França. Ele era pagão. Porém, quando viu vir contra ele um exército incontável de alamanos, ele prometeu que adotaria a fé de Jesus Cristo se obtinha a vitória. Ele venceu milagrosamente e pediu o batismo a São Remígio. Tendo-se aproximado todos da pia batismal, uma pomba trouxe no bico uma ampola com o óleo para ungir o rei. Esse óleo fica guardado na igreja de Reims até hoje. São Remígio resplandecente de virtudes, repousou em paz no ano 500 do Senhor. Santo Agostinho: a beleza das coisas fala da beleza suprema de Deus Criador “Interroga a beleza da terra, “interroga a beleza do mar, “interroga a beleza do ar difundida e diluída. “Interroga a beleza do céu, “interroga a ordem das estrelas, “interroga o sol, que com o seu esplendor ilumina o dia. “interroga a lua, que com o seu clarão modera as trevas da noite. “Interroga os animais que se movem na água, que caminham na terra, que voam pelos ares: “almas que se escondem, corpos que se mostram. “visível que se faz guiar, invisível que guia. “Interroga-os! “Todos te responderão: “Olha-nos, somos belos! “A sua beleza fá-los conhecer. “Quem foi que criou esta beleza mutável, a não ser a Beleza Imutável?” ( Santo Agostinho , Sermo CCXLI, 2: pl 38, 1134). Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino: “Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. .... “Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas . Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. .... “Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei. “Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele. ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos. “Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”. “Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6. Godofredo de Bouillon Os infiéis, tomados de espanto (devido às vitórias dos francos) nada melhor acharam para fazer do que mandar uma embaixada de Ascalom, de Cesareia e de Tolemaida, a Godofredo, para saudá-lo da parte daquelas cidades. A mensagem estava assim redigida: “O Emir de Ascalom, o Emir de Cesareia e o Emir de Tolemaida ao Duque Godofredo e a todos os outros, saudação. Nós te suplicamos, mui glorioso duque e muito magnífico, que, por tua vontade, nossos cidadãos possam sair para seus negócios em paz e segurança. Nós te mandamos dez bons cavalos e três boas mulas, e todos os meses te oferecemos, a título de tributo, cinco mil bizantinos”. O Rei de Jerusalém levou suas armas vitoriosas além do Líbano, até os muros de Damasco. ele fez ao mesmo tempo várias outras incursões na Arábia, de onde voltava sempre com um grande número de escravos, cavalos e camelos. Sua fama estendia-se cada vez mais: comparavam-no a Judas Macabeu pelo valor. a Sansão pela força de seu braço, e a Salomão pela sabedoria de seus conselhos. Os francos que haviam ficado com ele abençoavam seu reinado e sob sua dominação paterna eles esqueciam até sua antiga pátria. Godofredo exalou seu último suspiro a 17 de julho, um ano depois da tomada de Jerusalém. Alguns historiadores deram-lhe o título de rei, outros chamaram-no de duque cristianíssimo. No reino que tinha fundado, ele era freqüentemente proposto como modelo aos príncipes e aos guerreiros. Seu nome lembra ainda hoje as virtudes de tempos heróicos e deve viver entre os homens tanto quanto a lembrança das cruzadas. Foi sepultado ao pé do Calvário. Fonte: Joseph-François Michaud – “História das Cruzadas” Digite seu email: Como São Francisco domesticou as rolas selvagens Um jovem havia apanhado um dia muitas rolas e levava-as a vender. Encontrando-o São Francisco, o qual sempre sentia singular piedade pelos animais mansos, olhando com os olhos piedosos aquelas rolas, disse ao jovem: “Ó bom moço, peço-te que mas dês, para que passarinhos tão inocentes, os quais são comparados na santa Escritura às almas castas e humildes e fiéis, não caiam nas mãos de cruéis que os matem”. De repente aquele, inspirado por Deus, deu-as todas a São Francisco. e ele recebendo-as no regaço, começou a falar-lhes docemente: “Ó irmãs minhas, rolas simples e inocentes e castas, por que vos deixastes apanhar? Agora quero livrar-vos da morte e fazer-vos ninhos, para que deis frutos e vos multipliqueis, conforme o mandamento do vosso Criador”. E vai São Francisco e para todas fez ninhos. E elas, usando-os, começaram a pôr ovos e criar os filhos diante dos frades: e assim domesticamente viviam e tratavam com São Francisco e com os outros frades, como se fossem galinhas sempre criadas por eles. E dali não se foram enquanto São Francisco com sua bênção não lhes deu licença de partir. E ao moço que lhas havia dado, disse São Francisco: “Filho, ainda serás frade nesta Ordem e servirás graciosamente a Jesus Cristo”. E assim foi. porque o dito jovem se fez frade e viveu na Ordem com grande santidade. Em louvor de Cristo. Amém. Um ardil de Filipe Augusto Um bailio de Filipe Augusto, Rei de França, cobiçava a terra deixada por um cavaleiro morto. Uma noite, em presença de dois carregadores que ele tinha pago, fez com que o morto fosse desenterrado, perguntou se queria vender sua terra e propôs-lhe um preço. Naturalmente, o defunto nem se mexeu. Quem cala, consente. Em seguida, algumas moedas foram postas em suas mãos, e o defunto recolocado em seu caixão. Com grande espanto, a viúva viu seus domínios usurpados e se dirigiu ao rei. Convocado, o bailio compareceu ladeado por suas duas testemunhas, que atestavam a realidade da venda. Filipe Augusto percebeu que era trapaça. Levou para um canto um dos carregadores e lhe disse em voz baixa: — Recita-me no ouvido o Padre-nosso. Concluída a oração, o rei exclamou em alta voz: — Muito bem! O segundo carregador foi também convocado. Convencido de que seu companheiro denunciara a tramóia, apressou-se a dizer o que sabia. O bailio foi condenado. (Funck-Brentano, 'Ce qu’était un Roi de France') Santo Anselmo de Cantuária: Deus castiga com justiça e com justiça também perdoa É justo, também, que tu castigues os maus. Haverá, pois, algo mais justo do que os bons receberem o bem e os maus o castigo? Como, então, pode ser justo ao mesmo tempo que tu castigues os maus e lhes perdoes? Ou será que, sob certo aspecto, tu castigas os maus com justiça e, sob outro, lhes perdoas, igualmente, com justiça? Com efeito, é justo que tu castigues os maus, pois o mereceram. mas é, também, justo que lhes perdoes, não em virtude dos méritos que eles não têm, e sim porque isso condiz com a tua bondade. Ao perdoares aos maus, tu és justo em relação a ti mesmo, não a nós, assim como és misericordioso em relação a nós, e não a ti. (Fonte: Santo Anselmo (1033-1109), “Proslogio”, Abril, São Paulo, 1973.) São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos: “Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo , continua a enganar os povos. “São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar. os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos. “Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio. “Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé , que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova . “Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu . “Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas , onde expõe a sua religião. “Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada. “Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou. que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. (Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160). Santa Hildegarda de Bingen e as classes sociais Interrogada por que só admitia em seu convento damas de alta linhagem, quando o Senhor se rodeara de gente humilde, escreveu Santa Hildegarda: “Deus vela junto de cada homem para que as classes baixas nunca se elevem sobre as altas, como fizeram outrora Satanás e o primeiro homem, que quiseram exaltar-se acima de seu próprio estado. “Quem há que guarde num só estábulo todo o seu rebanho, bois e jumentos, ovelhas e carneiros? Por isso devemos velar para que o povo não se apresente todo misturado num só rebanho. De outro modo produzir-se-ia horrorosa depravação dos costumes, e todos se dilacerariam mutuamente, levados pelo ódio recíproco ao ver como as classes altas se rebaixariam ao nível das classes baixas, e estas se alçariam até a altura daquelas. “Deus divide seu povo sobre a terra em diferentes classes, como no Céu classifica seus anjos em diferentes grupos. Porém Deus ama a todos igualmente”. (Fonte: Migne, t. 197, col. 336) Conselhos de São Bernardo aos Templários São Bernardo abade de Claraval, falou sobre a vida que devem levar aqueles que combatem por Jesus Cristo, com estas palavras: “Quando se aproxima a hora do combate, armam-se de fé os cavaleiros, abrem-se a Deus em sua alma e cobrem-se, por fora, de ferro, não de ouro, a fim de que assim sejam bem apercebidos de armas, não adornados com jóias, infundam medo e pavor aos seus inimigos, sem excitar sua cobiça. “É preciso ter cavalos fortes e velozes, não formosos e bem ajaezados pois o verdadeiro cavaleiro pensa mais em vencer do que em fazer proezas e os cavaleiros mundanos precisamente o que desejam é causar admiração e pasmo e não causar medo. “Mostrando-se em tudo verdadeiros israelitas, que se adiantam ao combate pacífica e sossegadamente. mas apenas o clarim dá o sinal do ataque, deixando subitamente sua natural benignidade, parecem gritar com o salmista: Não temos odiado, Senhor, aos que te aborrecem? Não temos consumido de dor, ao ver a conduta de teus inimigos?” Direto em seu email Digite seu email: São Tomás de Aquino e a pena de morte para os hereges 'É muito mais grave corromper a Fé, pela qual a alma vive, do que falsificar o dinheiro, por meio do qual se conserva a vida temporal. 'De onde, se os falsários ou outros malfeitores são sem demora e justamente condenados à morte pelos príncipes seculares, com muito maior razão os heréticos, tão logo convencidos de heresia, podem não apenas ser excomungados, mas também e com justiça, mortos. 'Da parte da Igreja, porém, há misericórdia para a conversão dos que erram. 'E por isso Ela não condena imediatamente, mas só após uma primeira e segunda correção, como ensina o Apóstolo (Tit. 3, 10). 'Depois, todavia, se o herege ainda se mostra pertinaz, a Igreja, já não tendo esperança de sua conversão, provê a salvação dos outros, separando-o da Igreja por sentença de excomunhão, e em seguida abandona-o ao juiz secular, para ser morto.' (Fonte: S. Tomás de Aquino, Suma Teológica - IIa.IIae,q.11,a.3,c) São Bento ressuscita um morto “Certa ocasião, chegou ao mosteiro um rude camponês levando nos braços o corpo de seu filho morto, chorando amargamente e perguntando pelo venerável Bento. Nem bem o avistou, o infeliz pai começou a gritar: ‘Ele morreu. vem e ressuscita-o’. “Ouvindo isso, o servo de Deus entristeceu-se muito, mas disse: ‘coisas dessas não cabem a nós, antes são próprias de santos Apóstolos.’ Mas o infeliz, persistia em seu pedido, jurando que não iria embora enquanto ele não lhe ressuscitasse o filho. “Então o servo de Deus inclinou-se sobre o menino, ergueu as mãos ao Céu e disse: ‘Senhor, não olhes os meus pecados, mas a fé deste homem que pede que se lhe ressuscite o filho, e faz voltar a este corpinho a alma que dele quisestes levar’. Mal havia acabado de orar e voltou a alma ao corpo do menino. Bento, então, o devolveu vivo e incólume ao pai.” (Pe. Bruno Avila OSB, “Vida de San Benito”, Ed S.Benito, Buenos Aires, 1956). Oração a São Luiz Rei, do condestável Bertrand du Guesclin: “Conservai-me puro como o lírio de vosso brasão! Vós que mantínheis vossa palavra mesmo dada ao infiel, fazei que jamais mentira passe por minha boca, ainda que a franqueza devesse me custar a vida. Óh! homem de proezas, incapaz de recuos, cortai as pontes para os meus fingimentos e que eu caminhe sempre para o ponto mais duro do combate”. Amém. Foto: Bertrand du Guesclin, estátua em Châteauneuf de Randon. Hugo de São Vitor (1096-1141) “Embora a beleza se torne realidade perfeitamente nas criaturas de vários e múltiplos modos, a beleza delas consiste principalmente em quatro: na posição, no movimento, no aspecto e na qualide. E se uma pessoa estivesse em condições de observá-los profundamente, descobririra neles a admirável luz da sabedoria divina. “Pudesse eu ser capaz de considerá-los tão finamente e descrevê-los com tanta competência, como me é possível amá-los ardentemente! “Enche-me de alegria tratar freqüentemente de estas cosas, porque é doce e deleitável: deste modo é possível ir atingindo a perfeição também com a sensibilidade, e então o espírito se regozija juntamente e se suscitam atos de caridade sempre mais fervorosos. “Por isso acontece que ficamos admirados e exclamamos cheios de maravilhamento junto com o salmista: “Oh quão grandes são tuas obras, Senhor Deus! Fizeste toda coisa com sabedoria!”” Fonte: livro “Os três dias da invisível luz. A união do corpo e do espírito” São Tomás de Aquino defende a necessidade da desigualdade e da hierarquia social A sociedade não nasceu para ser uma massa em que todos sejam iguais. Afirmar que o máximo bem da sociedade consiste no máximo nivelamento é destruir a sociedade (Livro II, lição 1). É necessário que existam desigualdades entre os membros da sociedade. É necessário que uns governem e outros lhes estejam sujeitos (Livro I, lição 1). A sociedade humana não somente deve ser composta de muitos homens, mas é preciso que estes sejam de diversas categorias, isto é, que pertençam a diversas classes sociais. Pois com homens que são totalmente iguais do ponto de vista social não se constrói uma sociedade, dado que a sociedade é uma coisa totalmente diversa de uma multidão congregada para fazer a guerra. Esta última vale somente pela quantidade numérica, não importando se todos são da mesma classe, pois foram reunidos para somar suas forças, como sucede quando se quer movimentar um grande peso: quanto maior é o número dos homens, maior é o peso que conseguem arrastar. Verificamos que as coisas perfeitas que existem na natureza estão constituídas por partes de espécies diversas. Por exemplo, o homem está feito de carne, ossos e nervos. Por isso mesmo é evidente que, dado que a sociedade é um todo perfeito, é necessário que esteja composta por partes de espécies desiguais. Se se elimina a desigualdade dos cidadãos, deixará de existir a sociedade . A sociedade atenderá mais satisfatoriamente as necessidades dos seus membros quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que a compõem (Livro II, lição 1). Onde foi permitido que qualquer um vendesse inconsideradamente o apanágio familiar, aconteceu que muitos inferiores que deviam obedecer se enriqueceram e subiram aos postos mais altos, enquanto os que deviam dirigir a sociedade decaíram. Daí adveio a confusão entre as classes sociais, que foi a causa de os governantes não serem escolhidos entre os cidadãos mais dignos para isso (Livro II, lição VII). (S. Tomás de Aquino, “In Libros Politicorum Aristotelis Expositio” - Marietti, Turim, 1951) Receba em seu email Digite seu email: Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre as práticas homossexuais 'Esses infelizes .... caem no vício contra a natureza. 'São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. 'Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. 'Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6). 'Minha justiça não mais consegue suportá-lo. 'Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude. por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. 'Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido. (Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).' Fonte: 'Catolicismo' . Mostrando postagens com marcador progresso . Mostrar todas as postagens Mostrando postagens com marcador progresso . Mostrar todas as postagens domingo, 10 de dezembro de 2017 A revolução industrial medieval: os começos da engenharia moderna Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Uma certa “lenda negra” visceralmente anti-medieval acostumava apresentar a Idade Média como uma era de retrocesso técnico. Essa visualização anti-histórica movida por um fundo anti-cristão não resiste mais à crítica científica. O Professor Raul Bernardo Vidal Pessolani, do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal Fluminens ‒ UFF, vem de publicar a respeito esclarecedora apresentação de Power Point. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Santiago Fernandez às 05:30 2 comentários Partilhar | Marcadores: indústria , progresso , técnica domingo, 8 de outubro de 2017 Invenções e instituições criadas na época medieval Mestre relogeiro. Jean Suso, 'L'horloge de la Sapience', século XV. BnF, français 455, folio 4 Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Se há algo de espantar na Idade Média é a vertiginosa multiplicação de novas instituições e realizações materiais. Uma das mais incríveis para os antigos foi a criação dos hospitais. Hoje nós achamos que é a coisa mais natural do mundo. Tão natural que, se não existissem, os homens clamariam em altas vozes pela sua criação. Mas nada de semelhante existiu na Antiguidade e nem mesmo nas civilizações pagãs mais requintadas. O doente ficava entregue a si mesmo, a curas caseiras e, para os mais ricos, o recurso a médicos que mais pareciam com aprendizes ou pais de superstição. Um início de racionalização da medicina aconteceu na Grécia. Mas faltava de todo a caridade cristã, única capaz de levar homens e mulheres a sacrificar suas vidas pelos doentes. Foi este sacrifício que fizeram as Ordens religiosas masculinas e femininas que assumiram os cuidados dos doentes e o desenvolvimento da medicina. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 15 comentários Partilhar | Marcadores: arte , hospital , progresso , saúde , técnica domingo, 20 de agosto de 2017 Alguns grandes nomes da ciência medieval Santo Alberto Magno, St Dominic, Londres Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Alberto Magno (1193-1280), o Doutor Universal, foi o principal representante da tradição filosófica dos dominicanos. Além disso, é um dos trinta e três Santos da Igreja Católica com o título de Doutor da Igreja. Tornou-se famoso por seu vasto conhecimento e por sua defesa da coexistência pacífica da ciência com a religião. Alberto foi essencial em introduzir a ciência grega e árabe nas universidades medievais, mas nunca hesitou em duvidar de Aristóteles. Em uma de suas frases famosas, afirmou: a ciência não consiste em ratificar o que outros disseram, mas em buscar as causas dos fenômenos. Tomás de Aquino foi seu aluno. Robert Grosseteste (1168-1253), Bispo de Lincoln, foi a figura central do movimento intelectual inglês na primeira metade do século XIII e é considerado o fundador do pensamento científico em Oxford. Tinha grande interesse no mundo natural e escreveu textos sobre temas como som, astronomia, geometria e óptica. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 8 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , invenções , progresso , São Tomás de Aquino , técnica , teologia , Universidade domingo, 30 de abril de 2017 Sem a Igreja Católica não teria havido ciência e progresso autênticos Nas abadias, monges desenvolveram as ciências naturais Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A alegada hostilidade da Igreja Católica à ciência não resiste a qualquer análise. A verdade é que, sem a Igreja, não teria havido ciências sistemáticas e dinâmicas, diz o Prof. Thomas E. Woods 'Como a Igreja Católica construiu a Civilização Ocidental'. De fato, a ideia de um mundo ordenado, racional — indispensável para o progresso da ciência — está ausente nas civilizações pagãs. Árabes, babilônios, chineses, egípcios, gregos, indianos e maias não geraram a ciência, porque não acreditavam num Deus transcendente que ordenou a criação com leis físicas coerentes. Os caldeus acumularam dados astronômicos e desenvolveram rudimentos da álgebra, mas jamais constituíram algo que se pudesse chamar de ciência. Os chineses 'nunca formaram o conceito de um celeste legislador que impôs leis à natureza inanimada' . Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 14:43 0 comentários Partilhar | Marcadores: ciência , Civilização Cristã , igreja , invenções , ordem , progresso domingo, 23 de abril de 2017 Idade das Trevas? Ou Idade da Luz da Fé e da razão irmanadas? Esfera astral e relógio planetário, catedral de Estrasburgo, França Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs Noções preconceituosas sobre a Idade Média já foram amplamente propagadas, inclusive por motivações políticas, e ainda hoje permanecem mitos no imaginário popular. Isso também é verdadeiro quando se trata das noções da ciência no período: ele é muitas vezes referido pejorativamente como idade das trevas, sugerindo que nele não teria havido nenhuma criação filosófica ou científica autônoma. Embora nenhum historiador sério utilize mais a expressão “Idade das Trevas” para sugerir atraso cultural, ainda hoje, mesmo nas escolas, são ensinadas noções equivocadas como a idéia falsa de que os estudiosos medievais acreditavam que a terra fosse plana. O historiador Ronald Numbers, que é referência no campo da história da ciência, aponta alguns dos equívocos mais comuns do leigo em relação ao período. Em primeiro lugar, como já mencionado, é errado imaginar que na idade média as pessoas educadas acreditavam que a Terra era plana: elas sabiam muito bem que a Terra é redonda como uma bola. Em segundo lugar é também comum o mito de que a igreja teria proibido autópsias e dissecações no período. De maneira mais geral, as afirmações muito comuns de que o crescimento do Cristianismo teria “acabado com a ciência da antiguidade” ou que a igreja medieval teria “suprimido o crescimento das ciências naturais” não têm suporte nos estudos históricos contemporâneos, ainda que sejam repetidas por muitos como se fossem verdades históricas. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 10:30 3 comentários Partilhar | Marcadores: arte , astronomia , ciência , progresso , técnica domingo, 28 de junho de 2015 A fecundidade do silêncio dos mosteiros da Idade da Luz Monges de uma cartuxa cantando o ofício divino Luis Dufaur Os monges não trabalhavam nem em benefício próprio, nem mesmo pelo sucesso, mas unicamente para a glória de Deus. Seu objetivo era o de fazer reviver, na memória de seus irmãos, os acontecimentos passados de seu tempo e de sua região. de relembrar aquilo que eles haviam testemunhado ou que lhes havia sido transmitido pela tradição. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: mosteiro , progresso domingo, 22 de junho de 2014 Sob a doce luz de Cristo, a Idade Média foi uma explosão de liberdade, criatividade e progresso, diz catedrático de Lisboa Catedral de Strasbourg, França Luis Dufaur Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs A Idade Média, impropriamente chamada 'Idade das Trevas', foi uma das épocas de maior desenvolvimento e criatividade técnica, artística e institucional da História, escreveu o Prof. João Luís César das Neves, Professor Catedrático e Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa, no Diário de Notícias de Lisboa. A Cristandade, explicou ele, gerou um surto de criatividade prática. Assim as realizações da Idade Média resultaram em melhorias da vida das aldeias, não em monumentos que os renascentistas poderiam admirar. Leia mais... Veja artigo e fotos completas ... » Postado por Luis Dufaur às 05:30 0 comentários Partilhar | Marcadores: arquitetura , arte , Civilização Cristã , Estrasburgo , invenções , mosteiro , progresso , técnica domingo, 7 de julho de 2013 Erradicação do analfabetismo: fruto da devoção a Jesus Cristo Carlos II, o Calvo, rei dos francos Os avanços culturais medievais brotaram de almas que aspiravam, sob o influxo da graça divina, ao triunfo do ideal católico no mundo, observou o professor americano Thomas E. Woods. Alcuíno, abade de York que foi uma espécie de ministro da Educação de Carlos Magno, traduziu essa apetência coletiva numa carta ao imperador: “Uma nova Atenas será criada na França por nós. “Uma Atenas mais bela do que a antiga, enobrecida pelos ensinamentos de Cristo, superará a sabedoria da Academia. “Os antigos só têm as disciplinas de Platão como mestre, e eles ainda resplandecem inspirados pelas sete artes liberais. “Mas os nossos serã